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Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos 
“Os diagramas de circuitos abaixo estão em concordância com a Norma NBR 8896, Sistemas e 
Componentes Hidráulicos e Pneumáticos-Símbolos Gráficos e Diagramas de Circuitos”. Veja abaixo no 
quadro 01: 
 
Para maior consulta e referência acesse ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e 
busque por “Simbologia ISO 1219”. Ou acesse a página da UTFP – Universidade Tecnológica Federal do 
Paraná pelo link <http://paginapessoal.utfpr.edu.br/luizotavio/disciplinas/hidraulica-e-
pneumatica-controle-e-automacao/material-de-aula/Simbologia%20pneumatica%20-
%20ISO%201219-1.pdf/view> 
 
 
 Ferramentas para o uso em manutenção mais utilizadas num sistema de ROV: 
 
Algumas já são conhecidas por muitos: 
Figura 87 – chave de boca combinada. Figura 88 – chave de boca fixa angular. 
 
 
 
 
 
Figura 89 – chave de boca de bater. Figura 90 – chave estrela com catraca. 
 
 
 
 
Figura 91 – chave mestra/inglesa universal. Figura 92 – torquímetros. 
 
 
 
 
 
Figura 93 – chave de boca meia lua. Figura 94 – chave de boca soquete. 
 
 
 
 
 
Figura 95 – chave biela. Figura 96 – chave de boca ajustável. 
 
 
 
 
 
 
Figura 97 – chave inglesa. Figura 98 – alicate bico de papagaio. 
 
 
 
Figura 99 – chaves de fenda. Figura 100 – chave “z”. 
 
 
 
Figura 101 – chave Philips. Figura 102 – chave Philips com cabo “T”. 
 
 
 
 
Figura 103 – chave isolada. Figura 104 – cabo “T”. 
 
 
 
 
Figura 105 – paquímetro. Figura 106 – micrômetro. 
 
 
 
 
Figura 107 – medidor de vazão. Figura 108 – DMM multímetro digital. 
 
 
 
 
 
Figura 109 – alicate amperímetro. Figura 110 – ponta de prova HV. 
 
 
 
 
 
 
Figura 111 – Fonte de alimentação bancada Figura 112 – OTDR 
 
 
 
 
 
 
Figura 113 – TDR Figura 114 – Analisador de fibra SM/MM. 
 
 
 
 
 
Figura 115 – Megômetro digital KV Figura 116 – Enerpac. 
 
 
 
 
 
 
Na manutenção diária você vai encontrar os testes para serem executados nas diversas 
ferramentas contratuais: 
 Para a verificação da Torque tool será necessário o uso da APU/charge kart. Antes de iniciar 
procure o supervisor e imprima uma JSEA e siga com os procedimentos antes já mencionados. 
Figura 117 – torque tool. 
 A torque tool 
possui duas linhas de 
pressão 
entrada/retorno e o 
shaft-seal. As linhas de pressão de entrada independentes para girar nos dois sentidos CW e 
CCW, quando uma é pressão a outra é o retorno. A APU possui linhas de pressão com controle 
por acionamento de haste, permitindo montar uma tabela de pressão versus torque, um 
torquímetro digital deverá ser acoplado na ferramenta torque tool. 
 
 
 
 A VX ring tool possui duas linhas de pressão entrada/retorno. As linhas de pressão de entrada 
independentes para acionar o pistão estendendo ou retraindo, quando uma é pressão a outra é 
o retorno. 
Figura 118 – ferramenta de Anel VX. 
 Dependendo do contrato deverá existir a 
ferramenta para anel AX, VX e VGX que são de 
tamanhos diferentes e para aplicações em 
vedação de diferentes equipamentos de poço. 
 
 
 Charge cart HPU para testes e flush do sistema 
hidráulico do ROV. Possui um tanque reservatório, em geral 
com capacidade para 100 litros de óleo, filtro especial, e 
controles para vazão e pressão com painel. As saídas são de 
acordo com a necessidade de cada sistema utilizando engate 
rápido. Nesta da figura possui no painel maior uma linha de 
pressão e outra de retorno com fluxo direto. E ao lado 
chaves acionadoras para o teste de ferramentas diversas. 
 
Figura 119 – charge cart. 
 
 Hot Stab. Tem diversas aplicações, mas a principal é o acionamento de válvulas em painel de 
equipamentos submarinos com o ROV. Mas pode ser utilizado para travar ou destravar 
equipamentos durante operações no poço. É um plug que possui vias para a circulação de fluído 
em pressões que podem variar de baixa até alta pressão próximas de 7000 PSI, o valor dependerá 
sempre da instrução dada pelo técnico do equipamento. O circuito de acionamento por hot-stab 
é composto por uma bomba elevadora de pressão e outros componentes tais como um bloco 
regulador, um tanque de armazenamento de fluído especial (HW) e válvulas. Um exemplo de 
circuito acionador poderia ser o da figura 75, sendo que a parte do circuito de acionamento do 
hot-stab deverá ser um circuito isolado para não haver contaminação com o circuito auxiliar do 
ROV. 
 
Figura 120 – hot-stab. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Grinder, ferramenta com disco de corte ou 
de desbaste. Muito utilizada para corte de linhas 
submarinas, flanges e parafusos. Seu acionamento é 
em uma única direção, necessitando somente de uma 
linha de pressão e outra para o retorno. O valor da 
pressão dependerá do fabricante. 
Figura 121 – Grinder. 
 
 
 Rotary Brush, a escova rotativa serve para completar 
a limpeza na boca do poço, superfície onde se assentará um 
anel de vedação VX. Ela também gira em um único sentido 
e alguns modelos possuem entrada para liberação de fluído 
solvente durante a limpeza. 
Figura 122 – Rotary Brush. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Cable cutter, o cortador de cabo pode ser capaz de cortar cabos de aço com malhas trançadas. 
Ele funciona como uma guilhotina acionada por um pistão. Já foi muito utilizado no passado nas 
operações com completação de poços que se utilizavam de cabos guia. Ele funciona como na 
torque tool, hora a linha é de pressão e a outra de retorno acionando a guilhotina e depois inverte 
para abrir. 
 
Figura 123 – Cable cutter. 
 
 
 
 
 
 
 Trush pump, é uma bomba de sucção utilizada com acionamento inverso, deve ser tomado o 
cuidado para não utilizar pressões acima do limite do lacre da bomba. Assim ao invés de 
succionar, ela vai jatear. Somente é utilizada para remover incrustações moles. 
 
Figura 124 – trush pump. 
 
Obs.: a utilização correta dela seria para sucção pela tubulação de diâmetro maior e o 
cascalho seria depositado na peneira logo abaixo, mas o uso no ROV invertendo o seu 
giro faz com que ela puxe a água do mar por baixo e jateie pela tubulação maior de 
duas polegadas aproximadamente. 
 
 
 
 
 
 
 
14 – Relatórios 
 Cada empresa emprega um modelo de relatório de manutenção projetado para as suas 
necessidades, algumas fazem o uso direto de aplicativos/ferramentas que permitem controlar as 
manutenções e emitir relatórios de forma online. 
 Iremos mostrar abaixo de forma resumida alguns desses relatórios, sendo que o importante é 
sempre fazer o registro da melhor forma possível, pois se houver mudança a mesma deverá ser 
encaminhada para a gerência tomar ciência e autorizar através de um gerenciamento de mudanças. 
Imagine que outra equipe assumirá o sistema na sua quinzena de folga e necessitará de todas as 
informações possíveis, inclusive fotos. Assim ocorrerá para você ao retornar de sua folga quinzenal para 
a unidade. 
 Outro fato é que a atividade irá se repetir de tempos em tempos, pois trata-se de manutenção 
preventiva e não devemos ignorar qualquer discrepância em valores observados, mesmo que pareçam 
insignificantes. As informações anotadas sempre servirão para análises futuras em caso de ocorrerem 
defeitos. 
 Relatórios são também utilizados na reposição de materiais de consumo, análise pela gerência, 
histórico do equipamento e por isso são importantes que estejam sendo enviados completos e no tempo 
solicitado para a base da empresa. 
 Exemplo de relatório JSEA: 
Região:_____________. Departamento: ROV Escritório: Macaé-RJ 
Data:___/___/20___. Hora:____:____:____h:m:s Supervisor: Claudio Santos 
Locação: 7-MA-15D-RJS Nº JSEA: XXXXXX-XX 
Cliente: PETROBRAS 
DESCRIÇÃO: 
Lançamento, recolhimento ROV e Pre Dive 
EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA: AUTORIZAÇÃO: 
Check List Supervisor 
Ficha MSDS Superintendente 
Barricadas Cliente 
Fita Danger/Caution Barge Superintendente 
Tag Lines Capitão 
Luvas de Algodão Técnico em Segurança 
Macacão GuindasteiroÓculos de segurança 
Proteção auditiva 
Capacete 
Botas de segurança 
EQUIPAMENTO UTILIZADO: 
ROV, A-Frame, guincho. 
EQUIPE: 
Nome: ______________________________ Assinatura:__________________________ 
Nome: ______________________________ Assinatura:__________________________ 
Nome: ______________________________ Assinatura:__________________________ 
TAREFAS: 
ORDEM ATIVIDADE PERIGOS AÇÃO CORRETIVA EPI RESPONSÁVEL 
01 Reunião pré-trabalho. Risco de todo o pessoal 
envolvido na tarefa não 
compreender as suas 
responsabilidades e os riscos 
envolvidos na tarefa. 
O supervisor tem de garantir que 
todos os envolvidos estejam cientes 
de suas responsabilidades e os riscos 
da tarefa, rever a JSEA com todo o 
pessoal envolvido e esclarecer todas 
as questões. 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Supervisor 
02 Pre dive check list Pobre ou falta de comunicação, equipamentos rotativos, 
derramamento de óleo, pressão 
alta, o movimento do braço 
inesperado, propulsores girando, 
choque elétrico. 
A equipe tem que seguir a lista de 
verificação prévia de mergulho. 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Equipe do ROV 
03 Lançando ROV fora do convés. Conectando ROV quando o balanço de ROV é excessivo 
(pessoa que realiza procedimento 
enganchando o ROV pode 
escorregar ou ser arrastado ao 
mar). Más condições 
O supervisor do sistema deve 
assegurar que as condições 
climáticas estão dentro dos padrões 
operacionais de segurança antes de 
iniciar as operações. Utilize a 
ferramenta toll box talk . Garantir 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Supervisor 
atmosféricas. Carga pesada 
(veículo), sob circulação, o risco 
de o A-frame não suportar o peso 
do veículo, deixando o veículo no 
convés. Umbilical se partir, 
deixando o veículo no convés. 
Alta 
Pressão. A soldagem pode 
quebrar e Aframe cai na água. O 
veículo pode balançar e bater no 
boom Aframe; problemas com o 
level wind. 
que todos os equipamentos de 
elevação (incluindo o A-frame), são 
totalmente testados e certificados 
pela empresa terceirizada antes da 
utilização. Garantir que todos os 
funcionários envolvidos ROV sobre o 
levantamento do veículo pelo Kidder 
A-frame não fiquem no convés. Seja 
qual for a condição de 
levantamento, ninguém está 
autorizado a ficar no convés do 
Aframe. Também toda o pessoal 
deve entender completamente as 
operações, assim como todos têm o 
direito de interromper o trabalho a 
qualquer momento se o risco de que 
não foi coberto durante a avaliação 
aumentar. Manter uma boa 
comunicação. Não levante o veículo 
mais do que 50 cm do deck. Não 
estenda o cilindro mais do que o 
necessário para atingir o ponto de 
mergulho seguro. Um indicador deve 
estar instalado a fim de mostrar à 
equipe o quanto eles podem 
estender o cilindro do Aframe. Se 
necessário, o grupo pode utilizar 
uma haste de gancho para estabilizar 
o veículo, porém elas devem ficar 
longe do convés ROV. O operador do 
guincho deve prestar atenção no 
nível do vento durante toda a 
operação. 
04 ROV na água descendo/ou recolhendo a superfície 
Alta Pressão. A soldagem da 
roldana pode quebrar e ela cair na 
água. Arames de o cabo 
arrebentarem por corrosão ou 
outra circunstância. Furo ou 
cortes nas mãos. Queda ou 
escorregões e tropeços. 
Assegurar que todo o pessoal 
envolvido no processo de 
lançamento não fique perto da 
plataforma. Manter uma boa 
comunicação. O operador do 
guincho deve prestar atenção no 
nível do vento durante toda a 
operação. Pode ser necessário a 
parada geral do lançamento para o 
reparo no arame do cabo armado, 
cujo acesso será somente pela 
passarela montada em frente ao 
guincho. Não subir na passarela para 
reparo do cabo sem a autorização do 
supervisor. Seguir o padrão para o 
reparo de arames em cabos 
armados. 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Equipe do ROV. 
05 Recuperando o ROV/ROV no convés. 
Conectando ROV quando o 
balanço de ROV é excessivo 
(pessoa que realiza procedimento 
enganchando o ROV pode 
escorregar ou ser arrastado ao 
mar). Más condições 
atmosféricas. Carga pesada 
(veículo), sob circulação, o risco 
de o A-frame não suportar o peso 
do veículo, deixando o veículo no 
convés. Umbilical se partir, 
deixando o veículo no convés. 
Alta 
Pressão. A soldagem pode 
quebrar e Aframe cai na água. O 
veículo pode balançar e bater no 
boom Aframe; problemas com o 
level wind. 
O supervisor do sistema deve 
assegurar que as condições 
climáticas estão dentro dos padrões 
operacionais de segurança antes de 
iniciar as operações. Utilize a 
ferramenta toll box talk. Garantir 
que todos os funcionários envolvidos 
ROV sobre o levantamento do 
veículo pelo 
 A-frame não fiquem no convés. Seja 
qual for a condição de 
levantamento, ninguém está 
autorizado a ficar no convés do 
Aframe. Também toda o pessoal 
deve entender completamente as 
operações, assim como todos têm o 
direito de interromper o trabalho a 
qualquer momento se o risco de que 
não foi coberto durante a avaliação 
aumentar. Manter uma boa 
comunicação. Não levante o veículo 
mais do que 50 cm do deck. Se 
necessário, o grupo pode utilizar 
uma haste de gancho para estabilizar 
o veículo, porém elas devem ficar 
longe do convés ROV. 
O operador do guincho deve prestar 
atenção no nível do vento durante 
toda a operação. 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Equipe do ROV. 
06 Post Dive check-list. Pobre ou falta de comunicação, Equipamentos rotativos, 
derramamento de óleo, pressão 
alta, o movimento do braço 
inesperado, propulsores girando, 
choque elétrico. 
A equipe tem que utilizar a lista de 
verificação Post dive de mergulho. 
Capacete, 
luvas, 
botas, 
óculos 
proteção, 
macacão. 
Equipe do ROV. 
 Veja a importância do detalhamento da ação corretiva. Documentos assim como este tipo de relatório podem 
até servir como prova judicial em casos de acidentes durante as operações, pois deverão indicar quem estava 
atuando no momento do ocorrido. 
Outro tipo de relatório é o Relatório de Reparo de Equipamentos, ele é um importante registro 
histórico de anomalias e de soluções encontradas. 
 Exemplo de relatório de reparo: 
Informação Geral 
Data: ___/__/20__. Sistema: ________ Nº 00000-00 
Categoria: hidráulico Equipamento: ROV . SubCategoria: motor. 
Nº patrimônio:______ 
Data Reparo: Fechado: SIM NÃO 
Técnico Responsável: _________________________________________ 
Detalhes da falha do equipamento: 
A falha ocorreu durante a operação de mergulho nº 542 à 1000m de profundidade. A falha resultou em o sistema ficar 
off-line por 1h. 
Sintomas da falha e passos para a solução: 
O motor parou, uma indicação de vazamento de óleo foi emitida pelo sensor do circuito principal e a temperatura 
sofreu um aumento ligeiro. 
O ROV retornou ao convés e após uma rápida inspeção foi encontrado uma conexão com vazamento. 
Descrição da ação corretiva executada: 
A conexão foi refeita e o óleo completado com 100ml. Os testes com o circuito em funcionamento não acusaram mais 
nenhum vazamento de óleo. 
Componentes ou partes substituídas: 
Somente 100ml de óleo Tellus 32. 
 
Observações: 
Um relatório de vazamento de óleo no mar foi preenchido. 
A informação do ocorrido foi informada a gerencia que acompanhou na solução do problema. 
O sistema on-line da empresa recebeu a informação gerando um ticket registrando a falha ocorrida. 
O ocorrido não gerou down-time. 
 
 Este tipo de relatório acima é bastante utilizado para computar as falhas de um 
determinado sistema e compor outros relatórios gerenciais da empresa. 
 Um outro relatório que também utilizamos é o relatório de situação da unidade 
marítima. O somatório deste relatório pode ser repassado no final da quinzena quando da 
composição da passagem de serviço. 
 Exemplo de relatório da situação das operações na unidade: 
 
 
 
 
LA/MRP/MR: 126m/15m/25m 
OBJETIVO DA INTERVENÇÃO: Troca de COP e ANM. 
PREVISÃO ORIGINAL DE CONCLUSÃO COMCONTINGÊNCIA: 05/03/2015 
PRÓXIMA INTERVENÇÃO: 1-RJS-90 - Troca de ANM e COP. 
ATENDIMENTOS: 
Marítimo: PMAC - (Segundas 12:00, Quartas 23:00, Sábados 06:00). 
Aéreo: SBME - Segundas, Terças, Quartas, Quintas, Sábados. 
RESUMO: 
Descido BHA c/ tubo de lavagem com guia similar a overshot e invertida + subcesta 6 ½". 
Trabalhado com subcesta próximo ao topo do peixe. 
Tentado encamisar mandril do TSR a 3021,0m sem giro. Sem êxito. 
Encamisado mandril do TSR com dificuldade e com giro de 6 a 20 rpm e vazão de 300 gpm @ 460 psi(constante).Houve 
êxito somente na 6º tentativa de encamisamento . 
Avançado com o tubo de lavagem apartir de 3021,0m , com giro de 10 a 20 rpm e torque variando de 12 a 16 klbs e 
peso de 1 a 3 klbs , Q= 300 gpm e P= 460 psi(constante).Obs: Coluna estolando quando o peso é incrementado . 
 
SITUAÇÃO ATUAL: 
Avançando com o tubo de lavagem (com guia tipo overshot) de 3021,0m a 3030,0m, com giro de 10 a 20 rpm e torque 
variando de 12 a 16 klbs e peso de 1 a 3klbs, Q= 300 gpm e P= 460 psi (constante).Obs: Coluna não desce livre (sem 
giro) e coluna estolando quando o peso é incrementado. 
 
PRÓXIMAS OPERAÇÕES: 
Circular direto tampão viscoso de 80 bbl , desencamisar tubo de lavagem do mandril do TSR e checar encamisamento 
do tubo de lavagem com e sem rotação. 
Retirar cauda inferior. Previsão de início: 16/01 
Efetuar limpeza do poço com tubo de lavagem. Previsão de início: 18/01 
Recanhonear intervalo definido pelo RES. Previsão: 22/01 
Condicionar revestimento 9 5/8". Previsão 22/01 
Instalar cauda inferior. Previsão 23/01 
 
INFORMAÇÕES ADICIONAIS: 
TESTE DE PRESSÃO BOP. 02/01/2015. 
TESTE DO SIST. DET. DE KICK: 
SIMULADO KICK: 
ROV : OPERACIONAL; último mergulho 12/01/2015 
 
ASSINATURA: 
 
 Exemplo de Relatório de Sequência de Operações: 
 O relatório da sequência de operações é também muito importante para a equipe do ROV saber 
se posicionar e estar preparada para as datas previstas onde o ROV irá atuar. 
Sonda: XXXX / MR: 25m/LD= 0 
Poço: X-XXD-RJS / LDA= 512m 
Data: 06/06/2014 
Fiscal: Claudio Santos 
OPERAÇÕES: COP para teste / descarregamento de anular REVISÃO: 
 
INFORMAÇÕES DO POÇO: 
1. DADOS DO RESERVATÓRIO: 
 
2. EQSB: 
ANMH XXXXXXX / DL- GLL / 1500 M / 18 3/4" x 16 3/4", CCB-H-059 /5 KPSI / COM 1 MCV 
DETALHAMENTO OPERACIONAL 
Descer COP / Assentar e testar TH / Testar DHSV 
1. Descer COP + TH + THRT com riser DB por unidade. 
Obs: Preencher bore 4” com CAINJ 8,4 ppg e medir arraste para cima e para baixo a cada 
4 juntas de riser DB. (esta medição de arraste será usada para simulação da descida da 
nova COP). 
2. Descer ROV e verificar inclinação BOP x Flex Joint. 
3. Conectar terminal head com elevador de braços estendidos (operação de FT). Testar 
linhas de superfície com 2500psi contra válvulas do terminal head. 
4. Abrir DHSV pressurizando linha de controle com 3000psi (abertura da DHSV com 
1650psi). 
5. Descer coluna circulando a 3bpm (200psi máximo) para checar entrada dos selos da 
camisa no mandril do TSR-SA. Anotar peso da COP descendo. 
6. Abrir M1, XO, M2 e AI da ANMH e válvulas submarinas das linhas de kill e choke, para 
evitar calço hidráulico no assentamento do TH. Confirmar que W1 e W2 da ANMH estão 
fechadas. 
7. Assentar o TH no housing da ANMH com 10klbf. Verificar o comprimento de 
encamisamento do TSR (previstos 6,5m). 
8. Fechar M1 e XO da ANM-H com ROV. 
9. Montar e testar com 2000psi equipamento de arame. Retirar packoff sleeve. 
10. Pressurizar COP com 200psi para verificação do assentamento do TH na posição correta. 
Após confirmação, abrir M1 da ANMH com ROV. 
11. Liberar peso da COP + 20klbf e executar travamento do TH. 
12. Testar travamento do TH com overpull 50klbf além do peso da COP. Reduzir overpull 
para 10klbf na THRT. 
13. Fechar BOP anular. Confirmar abertura das válvulas AI e M2 da ANMH. 
14. Circular via bore de 2” com retorno pela COP para confirmar abertura da DHSV, 
limitando pressão de bombeio a 500psi e retorno a 5bbl. 
15. Drenar qualquer pressão residual no BOP e anular do poço pela linha de choke. 
16. Tracionar coluna com 20klbf acima do peso da coluna. Testar COP e os selos do TH com 
1500psi/10min contra M1 da ANMH e STV. Monitorar pressão pela linha de choke. 
Nesse teste são testados o selo superior por baixo, e o selo inferior por cima. Caso 
positivo, seguir para o próximo passo. Caso teste seja negativo, fechar M2 e AI e repetir 
teste, para verificar qual dos selos está dando passagem (caso dessa forma esteja 
estanque, saberemos que é o selo inferior que está vazando). 
Obs: Manter LC da DHSV pressrurizada com 3000psi, a fim de mantê-la aberta. 
17. Efetuar teste de overpush pressurizando anular de poço com 500psi: 
a. Alinhar unidade de cimentação para o bore de 4”; 
b. Abrir válvulas M1, XO e M2 da ANMH 
c. Confirmar que válvulas AI, W1 e W2 da ANMH estão fechadas 
d. Pressurizar bore de 4” com 500psi. Monitorar pressão via linha de choke. 
18. Abrir válvula AI da ANMH. 
19. Fechar DHSV, drenando pressão da LC 
20. Manter pressão do teste de overpush, de 500psi, pelo bore de 4” do riser – preencher, 
se necessário (nesse momento, a pressão na linha de choke deve ser de 500psi). 
21. Fechar M1 da ANMH. 
22. Drenar pressão do bore de 4" do riser até zero - observar acréscimo de pressão no bore 
de 4" e/ou queda de pressão no anular e linha de choke. 
23. Pressurizar bore de 4" com unidade de cimentação até 700psi para equalização. Abrir 
DHSV - quando a pressão atingir 500psi, começar a pressurizar LC da DHSV até 2000psi. 
24. Alinhar unidade de cimentação para o bore de 2". 
25. Iniciar circulação a 0,7bpm ou 1000psi, no circuito UC -> Bore de 2" do riser -> AI -> M2 -
> VGL -> COP -> Bore de 4" do riser. Verificar retorno na superfície, confirmando 
abertura da DHSV (retornar, no máximo, 5bbl) 
Posicionar tampão viscoso no BOP 
26. Fechar válvula AI da ANMH. 
27. Abrir válvulas submarinas da linha de kill e alinhar bomba para linha de kill. 
28. Circular 40bbl CAINJ da linha de kill com retorno pela linha de choke. 
29. Deslocar 20bbl de tampão viscoso e posicionar no BOP, sobre o TH. 
30. Fechar válvulas submarinas da linha de kill. 
Descarregar anular com N2 
31. Manter válvula AI da ANMH e BOP anular fechados. Testar via linha kill com 3000psi. 
Monitorar se há retorno pela COP ou riser. 
32. Descarregar anular com N2-lift com vazão entre 300 e 700scf/min, retornando fluido da 
COP para planta WT (volume do anular do TH até MGL, 195bbl, pressão final estimada: 
2580psi), com medição do volume e estimativa de vazão (máxima 0,7bpm). 
Obs: Monitorar vazamento pelo anular durante o bombeio de N2. BOP estará cheio de 
N2. Ao final do bombeio N2, manter B2 com pressão acima da hidrostática no BOP. 
Lavagem de Flowlines 
33. Bombear fluidos residuais da planta WT / tanques da sonda (aprox. 700bbl) para P-08 a 
2bpm com Unidade de cimentação (P máx 500psi). Obs: avisar P-08 com mínimo de 2h 
de antecedência ao bombeio. 
34. Lavar FLP com 468bbl de diesel (1xVol FLP) a 2bpm com Unidade de cimentação (P máx 
500psi). 
Operação com arame 
35. Montar e testar equipamento de arame com 2000psi. 
36. Assentar bore protector no TH 
37. Retirar STDV 2,75" 
38. Retirar bore protector do TH 
39. Retirar insert nipple 3,562 x 2,75" 
40. Retirar GR-VALVE 3,50". 
Fluindo poço para Sonda X via gas lift 
41. Fechar M1. Efetuar bullhead com diesel com unidade de cimentação. (1,5 volume da 
COP, ~260 bbl). Pressão máxima limitado a burst das telas. 
42. Abrir W2 e comunicar N2 do anular com FLGL ( Sonda X deve estar com válvula 
bloqueada e verificar e comunicar aumento de pressão). 
43. Fechar M1 do Terminal Head e alinhar ANMH (M1/W1/M2/W2 ABERTAS E XO/PIGXO 
FECHADAS) para produção em Sonda X . 
44. Fluir poço para Sonda X através de gás lift conforme procedimento da UEP. Em paralelo 
iniciar montagem da unidade de flexitubo 
Obs: Efetuar bombeio periódico de 5bbl de diesel por hora pelo B4 para evitar formação 
de hidrato na ANMH 
45. Parar produçãoe preencher FLP com diesel (efetuar pela sonda de produção). 
Gabaritagem da coluna com arame 
46. Montar e descer BHA de arame com localizador de nipple 2,75" + estampador 2,62" 
47. Gabaritar coluna até topo do peixe @ 2735m 
48. Retirar e quebrar trem de arame 
49. Desmobilizar circo de arame 
50. Preparar sonda para operar com flexitubo 
 
 Exemplo de relatório de fibra ótica pelo OTDR: 
-------------------- Page 1 -------------------- 
[ Language: PO ] 
[ Cable ID: ] 
[ Fiber ID: 11 ] 
[ Wavelength: 1550 ] 
[ Org. Loc: ] 
[ Term. Loc: ] 
[ Cable Code: ] 
[ Condition: OT ] 
[ Operator: ] 
[ Comment: ] 
[ Supplier: Anritsu ] 
[ OTDR Model: MT9083A-053 ] 
[ S/N: 6200799060 ] 
[ Optics Mod: ] 
[ S/N: ] 
[ S/W Rev.: 5.00 ] 
[ Other: ] 
-------------------------------------------------- 
Primary Trace: SystemaX_Feb15-14_Black_Armored_Winch.SOR 
Date: 02/15/14 Range: 5 km 
Time: 04:16 PM Resolution: 0.200 m 
Product Type: MT9083A-05 Pulse Width: 50 ns 
Opt. Module: Index: 1.468200 
Fiber Type: Singlemode WaveLength: 1550 nm 
FAS Thresholds: Horz. Shift: 0.0000 km 
Loss: 0.05 dB Vert. Shift: 0.00 dB 
Reflectance: -60.00 dB No. Averages: 3584 
Fiber Break: 3.00 dB 
Backscatter: -81.50 Trace Type: Anr SR4731 
Trace Flags: Analysis 
ORL: N/A 
Analysis Results -- SCV28_Feb15-14_Black_Armored_Winch.SOR 
__________________________________________________________ 
Feature Location Event-Event Loss Refl 
#/Type (km) (dB)(dB/Km) (dB) (dB) 
____________________________________________________ 
1/E 0.9796 0.30 0.311 >3.00 -45.15 
Overall (End-to-End) Loss: 0.30 dB 
Figura 125 – gráfico OTDR Anritsu de uma fibra qualquer. 
 
 
 Exemplo de Relatório de Tratamento de Falhas em Equipamentos: 
Descrição da Falha: 
Manipulador ATLAS não funcionou quando solicitado a realizar testes com plug hot stab no painel. 
Como ocorreu o problema e como este foi observado? 
Quando solicitado a fazer o teste com plug hot stab no painel, o braço parou de funcionar. 
O que foi feito de imediato para resolver o problema? 
O fiscal de bordo foi comunicado e em seguida o departamento técnico foi acionado e um especialista embarcou para solucionar o 
problema no site. 
Por que o manipulador não funcionou? 
Quando o especialista chegou a bordo realizou alguns testes onde o braço não estabelecia telemetria entre a garrafa do braço 
(HUB) - e o bloco de válvulas, mas havia comunicação entre o master de superficie e a garrafa. 
O receptáculo que sai da garrafa do braço com o valve pack estava em funcionamento com baixa isolação em seguida entrou em 
curto. 
Houve sinal de GF - e em seguida erro de comunicação com a placa PWM. 
O receptáculo foi substituído e os testes foram refeitos, mas o problema persistiu. Fizemos a troca também da placa PWM. 
Comunicação estabelecida novos testes de funcionamento em todas as funções onde foi diagnosticado 02 funções com falhas – 
wrist elbow e wrist ptich (cotovelo). 
Foi feita a troca do sensor que apresentava mini rachaduras. 
E todo o conjunto voltou a funcionar. Na função wrist pitch foi verificado que o led do sensor não funcionava, feita a troca do 
sensor, porém a função continuava inoperante. 
Em seguida foi verificado que o magneto (sensor de posição) estava deformado em função de presença de sal na sua sede. Foi 
feita a troca do magneto porém continuava inoperante. Na página de diagnósticos de controle do braço foi verificado que a 
função „‟current valve‟‟ estava zerada, ou seja não estava estabelecendo comunicação. Foi montado na bancada uma giga de 
testes simulando o circuito eletrônico do manipulador. Com isso foi verificado que o problema persistia carcterizando que o 
problema não era nos periféricos ou no circuito eletrônico, mas no master. Foram salvos todos os parâmetros do master e 
reaplicados os padrões de fábrica conforme orientação do fabricante. Com os parâmetros restabelecidos o braço retornou ao seu 
funcionamento totalmente. 
O que será feito para evitar que este problema ocorra novamente? 
Já existe um novo desenho para o cabo o qual irá reduzir a chance desse tipo de falha. Assim como há um novo desenho para os 
sensores do manipulador. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Exemplo de relatório de inspeção de extintores de incêndio: 
 
Figura 126 – Relatório de Inspeção de Extintores de Incêndio. 
 
 Este tipo de relatório é utilizado também como controle para a troca/substituição dos 
extintores vencidos. 
 
Outro tipo de relatório utilizado nos sistemas é o do estado do umbilical, é um relatório 
normalmente realizado num período de 6 meses ou quando ocorrer uma reterminação do cabo 
armado. 
 
Relatório do Estado do Umbilical 
 
Operations Data 
Report Date: System: XXXX Type of Vessel: 
Test Date: 09-set-2013 Project Number: 00000 Vessel Name: nnnnn 
Dive Depth: 625 mt Supervisor: Santos, Cláudio José Vessel Max Depth: 700 
Region: Ops. Manager: 
 
Umbilical Data 
Umbilical Type: Other Distance Marker (Winch): 1720 mt 
Model: XXX 
 
UMBILICAL 
Marker Tape Date: 12-out-2002 Distance Marker (cage end): 733 mt 
Serial Number: NONE Last Reterm Date: 09-set-2013 Umbilical Length: 987 mt 
 
Launch & Recovery System 
LARS Type: Kidder Sheave Diameter: 1000 MM 
Number of Sheave: Sheave Groove Width: 55 MM 
Type of Bullet: Articulated 
Winch Type: Other Traction Winch: 
Right Angle Level Wind: 
 
Lubrication Data 
Lubrication Type: Other Cable Lube Type: Ocean Lube Date of Last Lube: 27-ago-2013 
Lube Depth: 625 mt Lube Amount Onhand: 3 Lube Amount On Order: 6 
 
Spare Conductors 
Date Conductor Size Quantity Functional In Use Comment 
05-dez-2012 1 True True YELLOW FIBER SM 
 
Armor Condiction 
Date Description Occured Distance Cage End Comment 
Broken Strands on Inner Layer False 
 
High Voltage Tests 
Max.ConsoleAmps in Water ConsoleAmps Phase A Phase B Phase C Test Point 
22,00 5,00 3000,00 3000,00 3000,00 Vehicle FwdHPU at Idle 
Out of Bypass

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