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Instalações Prediais – Águas Pluviais
ENGENHARIA CIVIL
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INSTALAÇÕES PREDIAIS – ÁGUAS PLUVIAIS
Objetivo da Norma (ABNT NBR 10844-1989):
• Recolher e conduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais.
Obs.: quando houver risco de penetração de gases, deve ser previsto dispositivo de prote-
ção contra o acesso destes gases no interior da instalação.
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a 
partir da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de 
retorno. Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
Intensidade pluviométrica “I” (mm/hora ou mm/ minuto).
É a quantidade de chuva por unidade de tempo. Exemplo = 1,0 mm/min = 60,0 mm/h.
A duração (t) é dada em horas ou minutos e representa o intervalo entre o início e o 
fim da chuva.
Período de retorno: intervalo de recorrência ou tempo de recorrência.
É o intervalo estimado entre ocorrências de igual magnitude das chuvas.
P é a probabilidade de o evento ser igualado ou superado.
A unidade de T, geralmente em anos, será a mesma utilizada para calcular P.
Assim se uma determinada grandeza hidrológica tem a probabilidade de ser igualada ou 
excedida igual a 5% (P = 0,05) seu período de retorno será: T = 1/p = 1/0.05 = 20 anos.
Período de retorno (ABNT NBR 10844-1989): número médio de anos em que, para a 
mesma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou 
ultrapassada apenas uma vez.
Para as obras de engenharia, a segurança e durabilidade frequentemente se associam 
a tempo ou período de recorrência, cujo significado se refere ao espaço de tempo em anos 
onde provavelmente ocorrerá um fenômeno de grande magnitude, pelo menos uma vez. 
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No caso dos dispositivos de drenagem, este tempo diz respeito a enchentes de projeto que 
orientarão o dimensionamento, de modo que a estrutura indicada resista a essas enchentes 
sem risco de superação, resultando desta forma na designação usual de descarga de projeto.
Período de retorno – intervalo de recorrência ou tempo de recorrência.
A escolha do tempo de recorrência para o projeto de uma obra de engenharia e, conse-
quentemente, a vazão de projeto desta obra, depende da sua importância, o que resulta na 
adoção de um valor para o qual o risco de superação seja adequado à segurança da 
rodovia, no que se inclui a necessidade eventual da sua reconstrução. Deve ser considerado 
ainda que, quanto maior o tempo de recorrência, mais volumoso será o caudal e, consequen-
temente, mais onerosa a reconstrução, ou reparação.
Para a definição teórica do risco de ruptura de uma obra, utiliza-se a equação abaixo, 
em que a probabilidade J de ocorrer uma descarga de projeto com tempo de recorrência TR 
(em anos) dentro da vida útil da obra, fixada em n (anos), é dado pela expressão:
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• É o intervalo estimado entre ocorrências de igual magnitude das chuvas.
• P é a probabilidade de o evento ser igualado ou superado.
• A unidade de T, geralmente em anos, será a mesma utilizada para calcular P. 
Assim se uma determinada grandeza hidrológica tem a probabilidade de ser igualada ou 
excedida igual a 5% (P = 0,05) seu período de retorno será: T = 1/p = 1/0.05 = 20 anos.
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita 
a partir da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de 
retorno. Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada, 
obedecendo ao estabelecido a seguir:
• T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
• T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
• T = 25 anos, para coberturas e áreas onde o empoçamento ou o extravasamento não 
possa ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100 m² de área de projeção horizontal, salvo casos especiais, pode-
-se adotar: I = 150 mm/h.
5m
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DIRETO DO CONCURSO
1. (VUNESP/DCTA/2013) A determinação da intensidade pluviométrica, para fins de proje-
to de drenagem de águas pluviais, deve ser feita a partir da fixação de valores adequa-
dos para a duração de precipitação e o período de retorno. Para coberturas e áreas, o 
período de retorno a se considerar no projeto é:
a. 1 ano.
b. 5 anos.
c. 10 anos.
d. 25 anos.
e. 50 anos.
COMENTÁRIO
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a partir 
da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de retorno. 
Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada, 
obedecendo ao estabelecido a seguir:
• T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
• T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
• T = 25 anos, para coberturas e áreas onde o empoçamento ou extravasamento não 
possa ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100 m2 de área de projeção horizontal, salvo casos especiais, pode-se 
adotar: I = 150 mm/h.
2. (VUNESP/2018/PREFEITURA DE SERRANA – SP) Para garantir o correto escoamen-
to das águas pluviais em áreas prediais pavimentadas, onde os empoçamentos possam 
ser tolerados, deve-se prever, no projeto de instalações prediais de águas pluviais, a 
intensidade pluviométrica com valores adequados de duração de precipitação e o perí-
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odo de retorno de:
a. 1 ano.
b. 5 anos.
c. 10 anos.
d. 20 anos.
e. 25 anos.
COMENTÁRIO
Fatores meteorológicos
A determinação da intensidade pluviométrica “I”, para fins de projeto, deve ser feita a partir 
da fixação de valores adequados para a duração de precipitação e o período de retorno. 
Tomam-se como base dados pluviométricos locais.
O período de retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada, 
obedecendo ao estabelecido a seguir:
• T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
• T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
• T = 25 anos, para coberturas e áreas onde o empoçamento ou extravasamento não 
possa ser tolerado.
A duração de precipitação deve ser fixada em t = 5min.
Para construção até 100 m² de área de projeção horizontal, salvo casos especiais, pode-se 
adotar: I = 150 mm/h.
3. (INSTITUTO EXCELÊNCIA/2018/PREFEITURA DE SÃO LUÍS DO PARAITINGA/EN-
GENHEIRO CIVIL) Período de retorno é o número médio de anos em que, para a mes-
ma duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou 
ultrapassada apenas uma vez. O período de retorno deve ser fixado segundo as carac-
terísticas da área a ser drenada. Sendo assim, assinale a alternativa CORRETA.
a. Período de retorno de 15 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extra-
vasamento não possa ser tolerado.
b. Período de retorno de 10 anos, para coberturas e/ou terraços.
c. Período de retorno de 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam 
ser tolerados.
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d. Nenhuma das alternativas.
COMENTÁRIO
T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
T = 25 anos, para coberturas e áreas onde o empoçamento ou extravasamento não possa 
ser tolerado.
Fatores meteorológicos
• Duração (t) = 5 min;
• Intensidade pluviométrica (I) = 150 mm/h.
Período de retorno (intervalo de recorrência ou tempo de recorrência) – O período de 
retorno deve ser fixado segundo as características da área a ser drenada, obedecendo ao 
estabelecido a seguir:
T = 1 ano, para áreas pavimentadas, onde empoçamentos possam ser tolerados;
T = 5 anos, para coberturas e/ou terraços;
T = 25 anos, para coberturas e áreas onde empoçamento ou extravasamento não possa 
ser tolerado.
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Área de contribuição
No cálculo da área de contribuição, devem-se considerar os incrementos devidos à incli-
nação da cobertura e às paredes que interceptem água de chuva que também deva ser dre-
nada pela cobertura.
 
10m
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Vazão de projeto
A vazão de projeto (Q) deve ser calculada pela fórmula:
• Q = vazão de projeto, em L/min;
• I = intensidade pluviométrica, em mm/h;
• A = área de contribuição, em m².
DIRETO DO CONCURSO
4. (IADES/EBSERH/2014) Em determinado projeto de esgotamento de águas pluviais 
para uma área de 100 m² de contribuição, foi verificado que, para a região onde se loca-
liza a edificação, a intensidade pluviométrica em mm/h, para um período de retorno de 
25 anos é de 250. Com base nesses dados, a vazão de projeto, em litros/min, será de:
a. 10.
b. 25.
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c. 417.
d. 1.000.
e. 25.000.
RESOLUÇÃO
A vazão de projeto deve ser calculada pela fórmula:
Onde:
• Q = vazão de projeto, em L/min;
• I = intensidade pluviométrica, em mm/h;
• A = área de contribuição, em m².
5. (FCC/2018/ALESE/ANALISTA LEGISLATIVO – ENGENHARIA CIVIL) Para o dimensio-
namento usual das calhas de uma residência com área de projeção horizontal de 80 m², 
considerados os incrementos devido à inclinação da cobertura e às paredes que inter-
ceptam água de chuva, a vazão de projeto de águas pluviais, em litros por minuto, é:
a. 320.
b. 200.
c. 260.
d. 180.
e. 120.
RESOLUÇÃO
A intensidade é de i = 150 mm/h = 150 mm / 60 minutos = 2,5 mm/min.
A = 80 m².
Q = I A = 2,5 mm/min * 80 m² = 200 L/min.
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Condições gerais – Instalações de drenagem de águas pluviais
Estas devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências:
a. Recolher e conduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositivos legais;
b. Ser estanques;
c. Permitir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação;
d. Absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas;
e. Quando passivas de choques mecânicos, ser constituídas de materiais resistentes a 
estes choques;
f. Nos componentes expostos, utilizar materiais resistentes às intempéries;
g. Nos componentes em contato com outros materiais de construção, utilizar materiais 
compatíveis;
h. Não provocar ruídos excessivos;
i. Resistir às pressões a que podem estar sujeitas;
j. Ser fixadas de maneira a assegurar resistência e durabilidade.
• As águas pluviais não devem ser lançadas em redes de esgoto usadas apenas 
para águas residuárias (despejos, líquidos domésticos ou industriais).
• A instalação predial de águas pluviais se destina exclusivamente ao recolhimento 
e condução das águas pluviais, não se admitindo quaisquer interligações com 
outras instalações prediais.
• Quando houver risco de penetração de gases, deve ser previsto dispositivo de prote-
ção contra o acesso destes gases ao interior da instalação. 
DIRETO DO CONCURSO
6. (CEV/URCA/2019/PREFEITURA DE MAURITI – CE) A NBR 10.884 fixa exigências e 
critérios necessários aos projetos das instalações de drenagem de águas pluviais, que 
devem ser projetadas de modo a obedecer às seguintes exigências, com exceção de:
a. Não provocar ruídos excessivos.
b. Absorver os esforços provocados pelas variações térmicas a que estão submetidas.
c. Ser estanques.
d. Impedir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação.
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e. Recolher e reconduzir a vazão de projeto até locais permitidos pelos dispositi-
vos legais.
COMENTÁRIO
Condições gerais – Instalações de drenagem de águas pluviais
(...)
c. Permitir a limpeza e desobstrução de qualquer ponto no interior da instalação.
Coberturas horizontais de laje
As coberturas horizontais de laje devem ser projetadas para evitar empoçamento, exceto 
aquele de acumulação temporária de água, durante tempestades, que pode ser permitido 
onde a cobertura for especialmente projetada para ser impermeável sob certas condições.
As superfícies horizontais de laje devem ter declividade mínima de 0,5%, de modo que 
garanta o escoamento das águas pluviais, até os pontos de drenagem previstos.
A drenagem deve ser feita por mais de uma saída, exceto nos casos em que não 
houver risco de obstrução.
Quando necessário, a cobertura deve ser subdividida em áreas menores com caimentos 
de orientações diferentes, para evitar grandes percursos de água.
Os trechos da linha perimetral da cobertura e das eventuais aberturas na cobertura (esca-
das, claraboias etc.) que possam receber água, em virtude do caimento, devem ser dotados 
de platibanda ou calha.
Os raios hemisféricos devem ser usados onde os ralos planos possam causar obstruções.
Calhas
As calhas de beiral e platibanda devem, sempre que possível, ser fixadas centralmente 
sob a extremidade da cobertura e o mais próximo desta.
A inclinação das calhas de beiral e platibanda deve ser uniforme, com valor 
mínimo de 0,5%.
As calhas de água-furtada têm inclinação de acordo com o projeto da cobertura.
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Quando a saída não estiver colocada em uma das extremidades, a vazão de projeto para 
o dimensionamento das calhas de beiral ou platibanda deve ser aquela correspondente à 
maior das áreas de contribuição.
Quando não se pode tolerar nenhum transbordamento ao longo da calha, extravasores 
podem ser previstos como medida adicional de segurança. Nestes casos, eles devem des-
carregar em locais adequados.
Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de 4 m de uma 
mudança de direção, a vazão de projeto deve ser multiplicada pelos coeficientes da Tabela 1.
Tabela 1 – Coeficientes multiplicativos da vazão de projeto
Tipo de curva Curva a menos de 2m da saída da calha Curva entre 2 e 4m da saída da calha
Canto reto 1,20 1,10
Canto 
arredondado 1,10 1,05
 
Assim, o dimensionamento das calhas deve ser feito através da fórmula de Manning-
-Strickler, indicada a seguir, ou de qualquer outra fórmula equivalente.
• Q = vazão de projeto, em L/min;
• S = área de seção molhada, em m²;
• n = coeficiente de rugosidade (ver tabela 2);
• R = raio hidráulico, emm;
20m
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• PH = P/S perímetro molhado, em m;
• i = declividade da calha, em m/m;
• K = 60.000.
Material n
Plástico, fibrocimento, aço, metais não ferrosos. 0,011
Ferro fundido, concreto alisado, alvenaria revestida. 0,012
Cerâmica, concreto não alisado. 0,013
Alvenaria de tijolos não revestida. 0,015
DIRETO DO CONCURSO
7. (CESPE/TJ-CE/TÉCNICO ADMINISTRATIVO – EDIFICAÇÕES/2014) Nos projetos das 
calhas de beiral, deve-se utilizar uma inclinação uniforme com o valor mínimo de 0,5 %.
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Condutores verticais
Os condutores verticais devem ser projetados, sempre que possível, em uma só pru-
mada. Quando houver necessidade de desvio, devem ser usadas curvas de 90º de raio 
longo ou curvas de 45º, e devem ser previstas peças de inspeção.
Os condutores verticais podem ser colocados externa e internamente ao edifício, 
dependendo de considerações de projeto, do uso e da ocupação do edifício e do material 
dos condutores.
O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é 70 mm.
Diâmetro nominal: simples número que serve para classificar, em dimensões, os ele-
mentos de tubulações (tubos, conexões, condutores, calhas, bocais etc.), e que corres-
ponde aproximadamente ao diâmetro interno da tubulação em milímetros. O diâmetro 
nominal (DN) não deve ser objeto de medição nem ser utilizado para fins de cálculos.
DIRETO DO CONCURSO
8. (VUNESP/2014/SAP 10) No projeto de instalações prediais de águas pluviais, o diâme-
tro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é:
a. 60 mm.
b. 50 mm.
c. 70 mm.
d. 45 mm.
e. 40 mm.
COMENTÁRIO
O diâmetro interno mínimo dos condutores verticais de seção circular é 70 mm.
9. (CESPE/2014/TJ-CE/TÉCNICO ADMINISTRATIVO – EDIFICAÇÕES) Emprega-
-se sempre a curva de raio curto para fazer a ligação entre as tubulações verticais e 
horizontais.
COMENTÁRIO
Utiliza-se curvas de raio longo.
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10. (CESPE/2014/TJ-CE/TÉCNICO ADMINISTRATIVO – EDIFICAÇÕES) O diâmetro no-
minal corresponde exatamente ao diâmetro interno da tubulação, em milímetros.
COMENTÁRIO
O diâmetro nominal corresponde aproximadamente ao diâmetro interno da tubulação, em 
milímetros.
Condutores verticais – Dimensionamento
O dimensionamento dos condutores verticais deve ser feito a partir dos seguintes dados:
• Q = Vazão de projeto, em L/min;
• H = altura da lâmina de água na calha, em mm;
• L = comprimento do condutor vertical, em m.
 
Obs.: o diâmetro interno (D) do condutor vertical é obtido através dos ábacos da NBR 
10844:1989.
H incógnita: D (mm).
Procedimento: levantar uma vertical por Q até interceptar as curvas de H e L corres-
pondentes. No caso de não haver curvas dos valores de H e L, interpolar entre as curvas 
existentes. Transportar a interseção mais alta até o eixo D.
25m
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Adotar o diâmetro nominal cujo diâmetro interno seja superior ou igual ao valor encontrado.
Condutores horizontais
Os condutores horizontais devem ser projetados, sempre que possível, com declividade 
uniforme, com valor mínimo de 0,5%.
O dimensionamento dos condutores horizontais de seção circular deve ser feito para 
escoamento com lâmina de altura igual a 2/3 do diâmetro interno (D) do tubo.
Nas tubulações aparentes, devem ser previstas inspeções sempre que houver cone-
xões com outra tubulação, mudança de declividade, mudança de direção e a cada trecho de 
20m nos percursos retilíneos.
Nas tubulações enterradas, devem ser previstas caixas de areia sempre que houver 
conexões com outra tubulação, mudança de declividade, mudança de direção e a cada 
trecho de 20m nos percursos retilíneos.
A ligação entre os condutores verticais e horizontais é sempre feita por curva de raio 
longo, com inspeção ou caixa de areia, estando o condutor horizontal aparente ou enterrado.
DIRETO DO CONCURSO
11. (VUNESP/2013/MP-ES) Nas instalações prediais de águas pluviais, o dimensionamen-
to do diâmetro interno dos condutores horizontais de seção circular depende da altura 
da lâmina d’água que escoa em seu interior. Se a altura da lâmina d’água prevista é de 
100 mm, então o diâmetro interno desse tubo é:
a. 125 mm.
b. 150 mm.
c. 175 mm.
d. 200 mm
e. 225 mm.
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RESOLUÇÃO
d = 2/3D
12. (VUNESP/2018/PREFEITURA DE RIBEIRÃO PRETO – SP/PROVA ENGENHEIRO CI-
VIL) No projeto das tubulações horizontais de águas pluviais com diâmetro interno DN 
300 mm, o dimensionamento deve ser feito para escoamento com lâmina d’água de 
altura igual a:
a. 30 mm.
b. 100 mm.
c. 150 mm.
d. 200 mm.
e. 250 mm.
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RESOLUÇÃO
d = 2/3D
O dimensionamento dos condutores horizontais de seção circular deve ser feito para esco-
amento com lâmina de altura igual a 2/3 do diâmetro interno (D) do tubo. Logo: sendo 2/3 
x 300 = 200 mm.
13. (FEPESE/2015/PORTO DE IMBITUBA – SC) Com relação às instalações prediais de 
águas pluviais, é correto afirmar:
a. O vento deve ser considerado na direção que ocasionar menor quantidade de chuva 
interceptada pelas superfícies consideradas.
b. Em calhas de beiral ou platibanda, quando a saída estiver a menos de quatro metros 
de uma mudança de direção, a vazão de projeto deve ser multiplicada por um.
c. Para determinar a intensidade pluviométrica, para fins de projeto, deve ser fixada a 
duração da precipitação e o período de retorno adequado, com base nos dados plu-
viométricos locais.
d. Os condutores verticais deverão ser instalados em, no mínimo, duas prumadas, 
sempre com peças de inspeção.
e. Somente serão previstas caixas de areia nas tubulações com diâmetro superior a 200 
milímetros.
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COMENTÁRIO
a) O vento deve ser considerado na direção que ocasionar maior quantidade de chuva in-
terceptada pelas superfícies consideradas.
b) O fator é maior do que 1.
d) Em somente uma prumada.
e) A cada 20 m ou mudança de direção.
14. (CEBRASPE/CESPE/2019/MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS) As figuras A e B a 
seguir mostram, respectivamente, a planta baixa e a planta de corte de um telhado de 
águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem (%) e em 
graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de inclinação em graus. 
Com relação a essas informações e às áreas reais do telhado relativas às águas I e II, 
é correto afirmar que a área real do telhado:
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Instalações Prediais – Águas Pluviais
ENGENHARIA CIVIL
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ES
a. Relativa à água I é superior a 210 m² e inferior a 250 m².
b. Relativa à água I é superior a 250 m².
c. Relativa à água II é superior a 105 m² e inferior a 130 m².
d. Relativa à água II é superior a 130 m².
e. Relativa à água I somada com a área real referente à água II é superior a 320 m².
RESOLUÇÃO 
Para a águaI, há a altura do telhado = 20*30% = 6 m.
A área real da água I é igual a: ((20²+6²)) ¹/² *10 = 209 m² (aproximadamente).
Para a água II, há a altura do telhado = 10*40% = 4 m.
A área real da água II é igual a: ((10²+4²))¹/² *10 = 107 m² (aproximadamente).
15. (CEBRASPE/CESPE/2019/MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS) As figuras A e B a 
seguir mostram, respectivamente, a planta baixa e a planta de corte de um telhado de 
águas I e II.
A tabela seguinte mostra a correspondência entre inclinação em porcentagem (%) e em 
graus, além dos valores do cosseno e da secante dos ângulos de inclinação em graus. 
Com relação a essas informações e às áreas reais do telhado relativas às águas I e II, 
é correto afirmar que a área real do telhado C relativa à água II é superior a 105 m² e 
inferior a 130 m².
30m
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ENGENHARIA CIVIL
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RESOLUÇÃO
• Para a água I, h = 6 m.
• Para a água II, h = 4 m.
E se fosse cobrada a área de contribuição do telhado de acordo com a NBR 10844?
Assim, a área de contribuição de cada água seria igual a:
Água I = (20+(6/2))*10 = 230 m².
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ENGENHARIA CIVIL
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Água II = (10+(4/2))*10 = 120 m².
Conclusão: de 316 m2 (letra C) → haveria uma área de contribuição de 350 m², pouco mais 
de 10% de contribuição.
Bibliografia:
• ABNT NBR 10844:1989. Instalações Prediais – Águas Pluviais.
GABARITO
 1. b
 2. a
 3. c
 4. c
 5. b
 6. d
 7. C
 8. c
 9. E
 10. E
 11. b
 12. d
 13. c
 14. c
 15. C
���������������������������������������������������������������������������������Este material foi elaborado pela equipe pedagógica do Gran Cursos Online, de acordo com a aula 
preparada e ministrada pelo professor Pedro Murga Veloso Pinto. 
A presente degravação tem como objetivo auxiliar no acompanhamento e na revisão do conteúdo 
ministrado na videoaula. Não recomendamos a substituição do estudo em vídeo pela leitura exclu-
siva deste material.

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