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SEGURANÇA DO TRABALHO 
U S O I N T E R N O 
 
 
 
 
 
 
DDS 2023 planejamento 
DIÁLOGO DIÁRIO DE 
SEGURANÇA 
 
Vamos praticar o ano do cuidado aplicando esta 
importante ferramenta para gerar o cuidado ativo! 
Eu cuido de mim, cuido de você, aceito ser cuidado e juntos 
cuidamos do todo! 
 SEGURANÇA DO TRABALHO 
U S O I N T E R N O 
 
 
 
Histórico de revisão 
 
 
Data Rev. Descrição da revisão 
20.06.2022 1 ALTERAÇÃO DE ÍNDICE COM INSERÇÃO DE TEMA - MDR 
 
 
Importante 
✓ A interação é fundamental o DDS não é um monólogo; 
✓ Foque no objetivo, cuidado para não fugir do tema; 
✓ Assuntos extras ou que não agregam devem ser resolvidos 
em outro momento ou evitado; 
✓ O facilitador deve ficar atento aos sinais do grupo para poder 
perceber a relevância do tema proposto. 
U S O I N T E R N O 
 
 
 
 
 
O que é DDS? 
O Diálogo Diário de Segurança é uma estratégia de aprendizagem que facilita a 
assimilação por meio da interação da equipe com diálogos e discursões. 
Por quê? 
Esclarecer aos trabalhadores sobre os riscos das suas atividades e como 
controlar e/ou evita- los; Propõe debate sobre como reduzir/ eliminar 
possibilidade de doenças, incidentes, e acidentes; além disso, incentiva a 
comunicação entre toda a equipe e ainda, revisa os procedimentos para elucidar 
as dúvidas. 
 
Como funciona? 
 
É uma reunião de curta duração em formato de “bate-papo”, em que todos 
podem expor suas ideias, trazer exemplos e questionamentos. Pode ser 
realizado no inicio ou na finalização da jornada de trabalho ou de uma tarefa 
específica. 
 
O facilitador coordena a discursão e 
estimula o grupo a debater e trazer 
assuntos novos 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
4 passos para planejar o DDS 
Aprendizes 
Identificar quem são os participantes e seu perfil: 
• Faixa etária 
• O gênero predominante 
• Escolaridade / formação 
• Tempo de convivência do grupo 
• O que eles sabem sobre o tema que será trabalhado 
Objetivo 
Estabelecer o que os participantes precisam fazer depois do DDS. 
“Ao final desta ação os participantes serão capazes de ... ” 
• Direcionar, Orientar, Informar, Apontar, Demonstrar, Conscientizar, 
Executar, Discutir, Solucionar, Definir, Utilizar, Proteger .... 
 
Organização 
É Preciso definir como organizar o DDS para atingir o objetivo traçado: 
• Qual será o método? Diálogo, Demonstração? 
• Quais serão os recursos? Humanos, Materiais, Técnicos? 
• Como será o Roteiro? 
Obs: O t empo ideal é de até 15 minutos 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE 
SEGURANÇA 
Avaliação 
Como avaliar a qualidade e eficácia do DDS: 
• O t empo f oi adequado ? 
• Teve interação entre o facilitador e os participantes? 
• Os 5 passos foram seguidos (vide verso)? 
• Foi possível identificar que os trabalhadores estavam atentos? 
Checklist de 
Avaliação 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
É a fase de resgatar os pontos discutidos para verificar a aprendizagem, 
por meio de perguntas como: O que fez mais sentido para vocês na 
discursão de hoje? Qual compromisso podemos fazer para que todos 
terminem suas atividades com segurança? 
Checklist de 
Avaliação 
U S O I N T E R N O 
5 passos para Execução do DDS 
Aquecimento 
É o momento de quebrar o gelo entre os participantes. O facilitador pode 
realizar perguntas sobre como foi o final de semana ou como está sendo a 
semana ou também iniciar atividades criativas de interação, como: formar 
duplas e cada um elogia o colega ou dizer qual super-herói seria e por quê. 
Revisão 
Aqui é a hora de resgatar questões que já foram trabalhadas anteriormente por 
meio de perguntas como: o que vocês aprenderam ontem no DDS? Por que o 
DDS de ontem foi importante ? 
 
Introdução 
Contextualizar o que será apresentado e os objetivos do DDS do dia 
Discussão 
Momento de discutir o assunto para atingir o objetivo. Podem ser realizadas 
perguntas como: o que vocês entendem por este tema? O que pode machucar 
vocês na (s) atividades (s) de hoje ? Quais são os EPIs importantes para as 
atividades de hoje? Como podemos praticar o cuidado ativo hoje na área? 
 
Conclusão 
 
 
 
 
 
 
 
 
Não esqueça de usar o Banner para indicar o compromisso 
do dia! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE 
SEGURANÇA 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
U S O I N T E R N O 
 
 
CALENDÁRIO DE TEMAS 
 
 
DDS 2022 - JANEIRO A MARÇO 
MÊS JANEIRO 
PÁG 
MÊS FEVEREIRO 
PÁG 
MÊS MARÇO 
PÁG 
DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO 
1 DOM - 
 
1 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 1 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
2 SEG - 
 
2 QUI Uso de adornos NR-32 
21 
2 QUI 
CIPA 
41 
 
3 TER - 
 
3 SEX Olhar atento 
22 
3 SEX 
Colete seletiva 
42 
 
4 QUA - 
 
4 SAB O seu comportamento faz toda a 
diferença 
23 
4 SAB 
PERIGOS E RISCOS NAS FRENTES DE 
SERVIÇOS 
43 
 
5 QUI - 1 5 DOM Direito de recusa 
24 
5 DOM DIREITO DE RECUSA 44 
 
6 SEX 
- 
2 6 SEG Assunto da Área - 6 SEG Assunto da Área - 
7 SAB - 3 7 TER pressa 
25 
7 TER 
Segurança em área 
45 
 
8 DOM - - 8 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 8 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 
9 SEG Cultura de Segurança 4 9 QUI 
Espaço confinado 26 
9 QUI OBSERVAÇÃO POSITIVA DA ATIVIDADE 46 
 
10 TER Negligencia 5 10 SEX 
GESTÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS 
QUIMICOS 
27 
10 SEX Direção segura 47 
 
11 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 11 SAB 
Uso de alcool e drogas 28 
11 SAB Frustação cansaço e complagência 48 
 
12 QUI 
O seu comportamento faz 
toda a diferença 
6 12 DOM 
SEGURANÇA NO ARMAZENAMENTO DE 
CILINDROS 
29 
12 DOM NEGLIGENCIA 49 
 
13 SEX Boas praticas 7 13 SEG Assunto da Área - 13 SEG Assunto da Área - 
14 SAB Impludencia 8 14 TER Trabalho a quente 
30 
14 TER IMPERICIA 50 
 
 
15 
 
DOM 
Assunto da Área 
9 
 
15 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
- 
 
15 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
- 
16 SEG Bom senso - 16 QUI Direção segura 
31 
16 QUI IMPRUDENCIA 51 
 
17 TER 
Segurança em todo lugar 
10 17 SEX Extintores 
32 
17 SEX DIÓXIDO DE CLORO 52 
 
18 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 18 SAB BOM SENSO 
33 
18 SAB PERCEPÇÃO DE RISCO 53 
 
19 QUI Proteção dos Olhos e Face 11 19 DOM PERCEPÇÃO DE RISCOS 
34 
19 DOM APP DE SEGURANÇA NO TRABALHO 54 
 
20 SEX BLOQUEIO DE EQUIPAMENTOS 12 20 SEG Assunto da Área - 20 SEG Assunto da Área - 
21 SAB 
Ergonomia 
13 21 TER Uso de marretas 
35 
21 TER DIREÇÃO DEFENSIVA 55 
 
22 DOM 
USO E CUIDADO COM PONTE 
ROLANTE 
14 22 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 22 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 
 
23 
 
SEG 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
23 
 
QUI 
 
LIBERAÇÃO DE TRABALHO 36 
 
23 
 
QUI 
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA 
56 
 
24 TER Utilização de celular 15 24 SEX ERGONOMIA 
37 
24 SEX Abordagem comportamental 57 
 
25 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 25 SAB CUIDADOS AO CAMINHAR 
38 
25 SÁB UTILIZAÇÃO DO CELULAR 58 
 
 
26 
 
QUI Planeje antes de executar 
 
16 
 
26 
 
DOM 
 
Empilhadeiras 
 
39 
 
26 
 
DOM 
 
Linha de fogo 
 
59 
27 SEX 
CUIDE BEM DAS SUAS MÃOS E 
DEDOS 
17 27 SEG Assunto da Área - 27 SEG Assunto da Área - 
28 SAB Sinistros 18 28 TER MANGUEIRAS PARA LIMPEZA DE ÁREA 40 28 TER Selo de liebração de equipamento 60 
29 DOM Uso de EPI 19 
 
29 QUA MDR DA ÁREA - DOCNIX - 
30 SEG Assunto da Área - 30 QUI 
NO VERÃO PROTEJA SE DOS RAIOS 
SOLARES 
61 
31 TER TRABALHO EM ALTURA 20 31 SEX 
Isolamento de área 
62 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
U S O I N T E R N O 
 
 
CALENDÁRIO DE TEMAS 
 
 
 
 
 
DDS 2022 - MAIO A JUNHO 
MÊS ABRIL 
 
PÁG 
MÊS MAIO 
 
PÁG 
MÊS JUNHO 
 
PÁG 
DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO 
 
1 
 
SÁB 
 
Um olhar mais amplo 
 
1 
 
1 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
1 
 
QUI 
 
ERGONOMIA 
 
37 
 
2 
 
DOM 
 
Pontos de agarramento em máquinas e 
equipamentos 
 
2 
 
2 
 
QUAMDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
21 
 
2 
 
SEX 
 
CUIDADOS AO CAMINHAR 
 
38 
 
3 
 
SEG 
 
COVID19 
 
3 
 
3 
 
QUI 
 
Riscos do choque elétrico 
 
22 
 
3 
 
SÁB 
 
SUAS MÃOS SÃO IMPORTANTES 
 
39 
 
4 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
4 
 
SEX 
 
TRABALHO A QUENTE 
 
23 
 
4 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
5 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
4 
 
5 
 
SÁB 
 
OLHAR ATENTO 
 
24 
 
5 
 
SEG 
 
Um olhar mais amplo 
 
1 
 
6 
 
QUI 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
5 
 
6 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
6 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
7 
 
SEX 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
7 
 
SEG 
 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
 
25 
 
7 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
12 
 
8 
 
SÁB 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
6 
 
8 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
8 
 
QUI 
 
ATIVADORES COMPORTAMENTAIS 
 
13 
 
9 
 
DOM 
 
Segurança em todo lugar 
 
7 
 
9 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
26 
 
9 
 
SEX 
 
USO E CUIDADO COM PONTE ROLANTE 
 
14 
 
10 
 
SEG 
 
BOAS PRÁTICAS 
 
8 
 
10 
 
QUI 
 
GESTÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS 
 
27 
 
10 
 
SÁB 
 
Cultura de Segurança 
 
4 
 
11 
 
TER 
 
Dicas de Segurança para Operadores de Veículos 
 
9 
 
11 
 
SEX 
 
O seu comportamento faz toda a diferença 
 
28 
 
11 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
12 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
- 
 
12 
 
SÁB 
 
SEGURANÇA NO ARMAZENAMENTO DE CILINDROS 
 
29 
 
12 
 
SEG 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
6 
 
13 
 
QUI 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
10 
 
13 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
13 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
14 
 
SEX 
 
PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE MATERIAIS E 
FERRAMENTAS 
 
16 
 
14 
 
SEG 
 
ESPAÇO CONFINADO 
 
30 
 
14 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
7 
 
15 
 
SÁB 
 
CUIDE BEM DAS SUAS MÃOS E DEDOS 
 
17 
 
15 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
15 
 
QUI 
 
BOAS PRÁTICAS 
 
8 
 
16 
 
DOM 
 
PLANEJAR ANTES DE EXECUTAR 
 
18 
 
16 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
31 
 
16 
 
SEX 
 
Dicas de Segurança para Operadores de Veículos 
Industriais 
 
9 
 
17 
 
SEG 
 
GRADES PISO INDUSTRIAL 
 
19 
 
17 
 
QUI 
 
ISOLAMENTO DE ÁREAS 
 
32 
 
17 
 
SÁB 
 
Proteção dos Olhos e Face 
 
11 
 
18 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
18 
 
SEX 
 
Bom senso 
 
33 
 
18 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
19 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
72 
 
19 
 
SÁB 
 
PERCEPÇÃO DE RISCOS 
 
34 
 
19 
 
SEG 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
10 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
U S O I N T E R N O 
 
 
CALENDÁRIO DE TEMAS 
 
 
DDS 2022 - JULHO A SETEMBRO 
MÊS JULHO 
PÁG 
MÊS AGOSTO 
PÁG 
MÊS SETEMBRO 
PÁG 
DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO 
 
1 
 
SEX 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
1 
 
SEG 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
1 
 
QUI 
 
Assunto da Área 
 
 
2 
 
SÁB 
 
Pontos de agarramento em máquinas e 
equipamentos 
 
21 
 
2 
 
TER 
 
ÁLCOOL E DIREÇÃO NÃO COMBINAM 
 
21 
 
2 
 
SEX 
CIPA – COMISSÃO INTERNA DE 
PREVENÇÃO DE ACIDENTES 
 
41 
 
4 
 
SEG 
 
TRABALHO A QUENTE 
 
23 
 
4 
 
QUI 
 
TRABALHO A QUENTE 
 
23 
 
4 
 
DOM 
 
PERIGOS E RISCOS NAS FRENTES DE 
SERVIÇOS 
 
43 
 
5 
 
TER 
 
OLHAR ATENTO 
 
24 
 
5 
 
SEX 
 
OLHAR ATENTO 
 
24 
 
5 
 
SEG 
 
DIREITO DE RECUSA 
 
44 
 
6 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
- 
 
6 
 
SÁB 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
6 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
7 
 
QUI 
 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
 
25 
 
7 
 
DOM 
 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
 
25 
 
7 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
45 
 
9 
 
SÁB 
 
EPI –Equipamento de Proteção Individual 
 
26 
 
9 
 
TER 
 
EPI –Equipamento de Proteção Individual 
 
26 
 
9 
 
SEX 
 
OBSERVAÇÃO POSITIVA DA ATIVIDADE 
 
46 
 
10 
 
DOM 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
4 
 
10 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
27 
 
10 
 
SÁB 
 
PRESSA 
 
47 
 
13 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
6 
 
13 
 
SÁB 
 
SEGURANÇA NO ARMAZENAMENTO DE 
CILINDROS 
 
- 
 
13 
 
TER 
 
NEGLIGENCIA 
 
- 
 
14 
 
QUI 
 
Segurança em todo lugar 
 
7 
 
14 
 
DOM 
 
GESTÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS 
QUIMICOS 
 
30 
 
14 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
50 
 
16 
 
SÁB 
 
Dicas de Segurança para Operadores de 
Veículos 
 
9 
 
16 
 
TER 
 
O seu comportamento faz toda a diferença 
 
31 
 
16 
 
SEX 
 
IMPRUDENCIA 
 
51 
 
18 
 
SEG 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
18 
 
QUI 
 
SEGURANÇA NO ARMAZENAMENTO DE 
CILINDROS 
 
33 
 
18 
 
DOM 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
53 
 
20 
 
QUA 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
14 
 
20 
 
SÁB 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
20 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
23 
 
SÁB 
 
Pontos de agarramento em máquinas e 
equipamentos 
 
3 
 
23 
 
TER 
 
LIBERAÇÃO DE TRABALHO 
 
36 
 
23 
 
SEX 
 
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA 
 
56 
 
24 
 
DOM 
 
CUIDE BEM DAS SUAS MÃOS E DEDOS 
 
- 
 
24 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
37 
 
24 
 
SÁB 
 
ABORDAGEM COMPORTAMENTAL 
 
57 
 
26 
 
TER 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
5 
 
26 
 
SEX 
 
SUAS MÃOS SÃO IMPORTANTES 
 
39 
 
26 
 
SEG 
 
Dicas de Segurança para Operadores de 
Veículos Industriais 
 
59 
 
28 
 
QUI 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
6 
 
28 
 
DOM 
 
MANGUEIRAS PARA LIMPEZA DE ÁREA 
 
40 
 
28 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
6 
 
29 
 
SEX 
 
Segurança em todo lugar 
 
7 
 
29 
 
SEG 
 
PLANEJAR ANTES DE EXECUTAR 
 
18 
 
29 
 
QUI 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
5 
 
30 
 
SÁB 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
5 
 
30 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
30 
 
SEX 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e 
inclusão 
 
19 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
CALENDÁRIO DE TEMAS 
 
 
 
DDS 2022 - OUTUBRO A DEZEMBRO 
MÊS OUTUBRO 
 
PÁG 
MÊS NOVEMBRO 
 
PÁG 
MÊS DEZEMBRO 
 
PÁG 
DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO DIAS/SEMANA ASSUNTO 
 
1 
 
SÁB 
 
Um olhar mais amplo 
 
1 
 
1 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
1 
 
QUI 
 
ERGONOMIA 
 
37 
 
2 
 
DOM 
 
Pontos de agarramento em máquinas e 
equipamentos 
 
2 
 
2 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
21 
 
2 
 
SEX 
 
CUIDADOS AO CAMINHAR 
 
38 
 
3 
 
SEG 
 
COVID19 
 
3 
 
3 
 
QUI 
 
Riscos do choque elétrico 
 
22 
 
3 
 
SÁB 
 
SUAS MÃOS SÃO IMPORTANTES 
 
39 
 
4 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
4 
 
SEX 
 
TRABALHO A QUENTE 
 
23 
 
4 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
5 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
4 
 
5 
 
SÁB 
 
OLHAR ATENTO 
 
24 
 
5 
 
SEG 
 
Um olhar mais amplo 
 
1 
 
6 
 
QUI 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
5 
 
6 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
6 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
7 
 
SEX 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
7 
 
SEG 
 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
 
25 
 
7 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
12 
 
8 
 
SÁB 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
6 
 
8 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
8 
 
QUI 
 
ATIVADORES COMPORTAMENTAIS 
 
13 
 
9 
 
DOM 
 
Segurança em todo lugar 
 
7 
 
9 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
26 
 
9 
 
SEX 
 
USO E CUIDADO COM PONTE ROLANTE 
 
14 
 
10 
 
SEG 
 
BOAS PRÁTICAS 
 
8 
 
10 
 
QUI 
 
GESTÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS 
 
27 
 
10 
 
SÁB 
 
Cultura de Segurança 
 
4 
 
11 
 
TER 
 
Dicas de Segurança para Operadores de Veículos 
 
9 
 
11 
 
SEX 
 
O seu comportamento faz toda a diferença 
 
28 
 
11 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
12 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
-12 
 
SÁB 
 
SEGURANÇA NO ARMAZENAMENTO DE CILINDROS 
 
29 
 
12 
 
SEG 
 
COMITES E REUNIÕES DE SEGURANÇA 
 
6 
 
13 
 
QUI 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
10 
 
13 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
13 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
14 
 
SEX 
 
PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE MATERIAIS E 
FERRAMENTAS 
 
16 
 
14 
 
SEG 
 
ESPAÇO CONFINADO 
 
30 
 
14 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
7 
 
15 
 
SÁB 
 
CUIDE BEM DAS SUAS MÃOS E DEDOS 
 
17 
 
15 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
15 
 
QUI 
 
BOAS PRÁTICAS 
 
8 
 
16 
 
DOM 
 
PLANEJAR ANTES DE EXECUTAR 
 
18 
 
16 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
31 
 
16 
 
SEX 
 
Dicas de Segurança para Operadores de Veículos 
Industriais 
 
9 
 
17 
 
SEG 
 
GRADES PISO INDUSTRIAL 
 
19 
 
17 
 
QUI 
 
ISOLAMENTO DE ÁREAS 
 
32 
 
17 
 
SÁB 
 
Proteção dos Olhos e Face 
 
11 
 
18 
 
TER 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
18 
 
SEX 
 
BOM SENSO 
 
33 
 
18 
 
DOM 
 
Assunto da Área 
 
- 
 
19 
 
QUA 
 
MDR DA ÁREA - DOCNIX 
 
72 
 
19 
 
SÁB 
 
PERCEPÇÃO DE RISCOS 
 
34 
 
19 
 
SEG 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 
 
 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
Um olhar mais amplo 
 
Em muitas situações podemos ter a tendência a focar de forma muito específica em 
alguma atividade e esquecer de analisar o cenário em que estamos. É importante 
sabermos que isso é comum acontecer e por isso devemos redobrar a nossa atenção e 
educar nossa mente para analisar todo o contexto. Sabe quando falam que em 
algumas situações um certo medo/receio é necessário? Isso é falado pois a ausência 
total do medo/receio pode nos levar a distração e a um excesso de confiança, sendo 
que existindo o receio, nossa tendência é checar melhor, se proteger mais, entre 
outros. É interessante analisar de forma reflexiva esse ponto e como reforço 
mencionamos que os fundadores da Gestalt (Terapia existencialista e humanista) 
apresentam o conceito da crença sobre essas certezas... Trazem a reflexão sobre 
acreditarmos que se dermos um passo, haverá um chão para nos apoiar. A linguagem 
metafórica usada por estes autores guarda uma riqueza em descrever a experiência de 
confiança ou insegurança. A cada novo passo, abandonamos o apoio de um lugar e 
confiamos que haverá apoio no próximo. E aí, temos confiado demais que tudo dará 
certo? E vamos pensar em relação aos nossos documentos para análise de riscos e 
mais especificadamente pensar sobre a LTF – Liberação de Trabalho Florestal. A 
ferramenta/documento é um guia para que possamos fazer a análise do cenário e 
contexto em que uma atividade será realizada, ela nos dá a oportunidade de conhecer 
os riscos/perigos com um olhar 360° do ambiente. E é importante considerar que os 
cenários e contextos mudam, tornando-se necessário estar em constante alerta e para 
isso, a Liberação de Trabalho oportuniza a análise crítica em relação a esses diferentes 
cenários e suas mudanças. 
 
 
 
Vamos praticar o ano do cuidado praticando esta 
importante ferramenta para gerar o cuidado ativo! 
U S O I N T E R N O 
1 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
PONTOS DE AGARRAMENTO EM 
MÁQUINA E EQUIPAMENTO 
 
Todos os dias os trabalhadores estão expostos aos mais variados tipos de riscos em seus 
ambientes de trabalho, e um dos riscos mais comuns encontrados são aqueles que envolvem 
máquinas e equipamentos, pois ao manusear a máquina sem o equipamento correto e de forma 
errada pode ocorrer uma série de ferimentos graves ou fatais, como amputações e mais. Hoje a 
legislação brasileira conta com a norma NR 12 que é a responsável por definir referencias 
técnicas, princípios e medidas de proteção que venham garantir a saúde e integridade física dos 
colaboradores da empresa. Apesar dessa diretriz para a segurança dos funcionários, acidentes 
com máquinas chegam a representar 10% dos acidentes de trabalho no ano no país. O primeiro 
passo para a sua segurança é estar sempre bem informado. Para isso, você precisa encontrar e 
reconhecer os principais pontos de agarramento de máquinas e equipamentos: ENTRE DUAS 
ENGRENAGENS, OU DOIS CILINDROS. ENTRE UMA CORRENTE OU CORREIA E SUA POLIA. 
ENTRE A PARTE FIXA E A PARTE GIRANTE DO EQUIPAMENTO. PARTES GIRANTES QUE POSSAM 
AGARRAR, COMO UM TORNO. ENTRE O MATERIAL QUE ESTÁ EM PROCESSO E UMA PARTE 
GIRANTE. Além de identificar os pontos de agarramento, é necessário realizar um trabalho de 
prevenção contra eles. Veja algumas medidas que irão manter você sempre protegido: TODOS 
OS PONTOS DE AGARRAMENTO DEVEM ESTAR DEVIDAMENTE PROTEGIDOS E SINALIZADOS. AO 
REALIZAR A MANUTENÇÃO OU OPERAÇÃO DAS MÁQUINAS, MANTENHA SUAS MÃOS 
AFASTADAS, MESMO QUANDO ESTIVER PARADO. NÃO ESQUEÇA DE PARAR, BLOQUEAR E TESTAR 
A INOPERÂNCIA DA MÁQUINA. PROCURE NÃO UTILIZAR ROUPAS MUITO FOLGADAS E TENHA 
CUIDADO COM AS MANGAS. CASO VOCÊ POSSUA CABELO COMPRIDO, NÃO UTILIZE ELE SOLTO. 
NAS ÁREAS DE RISCO ESSA PRÁTICA É PROIBIDA. NÃO UTILIZE NENHUM TIPO DE ADORNO 
COMO ANÉIS, ALIANÇAS, CORRENTES, BRINCOS, CRACHÁS PENDURADOS, ETC. ANTES DE 
COMEÇAR O SEU TRABALHO, IDENTIFIQUE TODOS OS PONTOS DE AGARRAMENTO DO 
EQUIPAMENTO OU MÁQUINA QUE VOCÊ IRÁ UTILIZAR. NUNCA REMOVA SEU EQUIPAMENTO 
DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. OBSERVE O EQUIPAMENTO COM OS OLHOS E NÃO COM AS MÃOS. 
EM CASO DE REMOÇÃO DA PROTEÇÃO, REPORTE IMEDIATAMENTE AOS RESPONSÁVEIS. Pronto! 
Agora você tem um reforço na sua proteção ao manusear máquinas e equipamentos no ambiente 
de trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
COVID19 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
U S O I N T E R N O 
4 
U S O I N T E R N O 
 
 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
Cultura de Segurança 
 
“Não existe um trilho um mapa; Que nos leve pra esse lugar; Sentido, verdades, 
destinos; Por que e onde a gente quer chegar? A felicidade está no caminho; Aproveite 
todos os momentos que você tem; 'Inda mais se tiver alegrias pra compartilhar com 
alguém; O tempo não espera ninguém.” (Parte da música “O tempo não espera 
ninguém” - Michel Teló) Temos ainda muita coisa para viver, não é mesmo? E para nos 
auxiliar a realizar nosso trabalho e nos permitir retornar para nossa casa com saúde e 
segurança, abordamos na empresa diversas vezes e de diferentes formas as temáticas 
de saúde e segurança. São treinamentos, ferramentas e conversas com foco em 
percepção de riscos, análise de tarefas, comportamento seguro... E hoje queremos 
puxar uma conversa pensando se essas conversas e reflexões tem sido abordadas com 
suas famílias e amigos. Os cuidados e análises realizados na nossa rotina de trabalho 
também acontecem fora da empresa? Qual impacto os familiares e amigos tem na 
nossa rotina de trabalho e nos nossos cuidados com saúde e segurança? Alguém te 
influencia a se cuidar? Você influencia alguém? Perguntas para reflexão: 1. Como é 
possível abordar temas de saúde e segurança com nossos familiares e amigos? 2. Qual 
relação podemos fazer com cuidados na rotina de trabalho e na vida pessoal? 3. Quais 
são, por exemplo, acidentes domésticos ou de trânsito que podem ser evitados? 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
5 
U S O I N T E R N O 
 
 
 
Uso de fone de ouvidos 
 
 
 
Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), digitar, ler, falar e usar fones 
de ouvido enquanto nos deslocamos, aumentam as chances de acidentes em até 80%. 
A distração absorvida pela música durante o uso do fone de ouvido, resulta na perda 
da concentração, além da incapacidade de ouvir os sons exteriores influenciando 
inclusive na atenção visual. E quando pensamos em nossa rotina no trabalho? 
Importante destacar que mesmo em trajetos curtos podemos perdera concentração 
na via/ambiente. Distraídos, podem atravessar a rua fora da faixa, tropeçar em 
obstáculos, não visualizar animais peçonhentos nas proximidades, não ouvir o alerta 
de emergência para evacuação de área, entre outros 
 
 
 
Perguntas para reflexão: 1. Por qual motivo não devemos usar o fone de ouvido 
enquanto nos deslocamos? 2. O que você faz para manter o foco no seu trajeto 
enquanto está se deslocando? 3. O que você pode fazer para ter um trajeto diário pela 
unidade e ruas de forma mais segura? 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
COMITES E REUNIÕES DE 
SEGURANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
U S O I N T E R N O 
 
 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
Segurança em todo lugar 
 
Esses momentos de final e início de ano trazem a ideia de celebrações, certo? E 
pensado na sua saúde e segurança, e na de sua família e amigos, é importante 
conversar sobre dicas importantes para esses momentos. Algumas vezes, pelo ritmo 
do momento, deixamos de tomar algumas precauções com a nossa segurança, então 
vamos ficar atentos, nos planejar e sempre estar em alerta conosco e nossos amigos e 
familiares, com atenção especial para crianças e idosos. • Na cozinha: É importante 
verificar os materiais e equipamentos que serão utilizados. Você sabe em que 
condições estão a mangueira e registro do seu botijão de gás? Cabos de panela devem 
ficar virados para dentro do fogão e caso utilize óleo ou água quente, priorize as bocas 
do fundo do fogão. E se o fogo/incêndio se iniciar em alguma panela, jamais use água 
para combater as chamas, desligue o fogão e use uma tampa ou pano úmido para 
abafar. E lembre-se: Cozinha não é lugar de brincadeira, crianças jamais devem ficar 
brincando nesta área da casa, pois temos muitos perigos no local. • Decoração e 
equipamentos eletrônicos: O risco de um curto circuito aumenta nessa época, 
prevenir é a melhor opção, mas caso algo aconteça, nunca utilize água para apagar o 
fogo, desligue o aparelho da tomada ou o disjuntor elétrico. Evite manter vários 
equipamentos em uma única tomada; Desligue as luzes de natal quando não estiver 
presente e lembre-se, não deixe celular carregando enquanto estiver dormindo, caso 
algo aconteça, você pode não ter tempo de reação. Celebrar é importante, e precisa 
ser com cuidado e responsabilidade: • Atenção com uso de bombinhas, rojões e fogos 
de artifício, isso pode causar acidentes e incêndios, além de desconforto para algumas 
pessoas e animais de estimação. • Tenha em mãos contatos de emergência e 
mantenha visível para todos. • Para quem estiver próximo a piscinas ou ao mar, 
redobre a atenção. • E lembre-se, álcool e direção não combinam. Que tenhamos 
excelentes celebrações, com muita responsabilidade, saúde e segurança. Um 
excelente 2022! 
U S O I N T E R N O 
7 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
BOAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
9 
U S O I N T E R N O 
 
 
Dicas de Segurança para Operadores de Veículos 
Industriais e Pedestres 
São chamados de veículos industriais os utilizados para transportar materiais ou produtos dentro da empresa, 
além dos automóveis que transportam carga. Para operar esses veículos, além de habilidade, é preciso ter 
capacitação específica, ou seja, fazer treinamento teórico e prático e, depois de avaliado, ter certificação. Sem 
estes procedimentos, além de ser imprudente, você estará proibido por lei a executar essa função, cabendo, 
inclusive, sansões judiciais e trabalhistas. 
O ministério do Trabalho e os próprios empresários exigem esta formação, pois, do contrário, operar os 
veículos industriais pode se tornar perigoso, colocando em risco a integridade física de toda a equipe, além de 
causar prejuízos. 
 
Utilizados em diversos tipos de empresas dos mais variados ramos, os veículos industriais mais comuns são as 
empilhadeiras e paleteiras usadas para o transporte de cargas entre diferentes setores. Sua utilização é feita 
em conjunto com as demais etapas da linha de produção, o que pode ocasionar sérios acidentes, seja por falta 
de atenção, ou por imperícia, incluindo aí atropelamentos e queda de cargas. 
 
Dicas de Segurança para veículos industriais 
Para que você possa operar estes veículos com segurança e responsabilidade, lembre-se das seguintes dicas: 
• Só opere depois de treinado, avaliado e certificado, com segurança não se brinca! 
• Lembre-se de conhecer profundamente o equipamento e manter-se atualizado sobre novos modelos e como 
operá-lo. 
• Respeite a velocidade indicada e esqueça manobras ríspidas e radicais, seu equipamento não foi feito pra isso. 
• Utilize apenas na linha de transporte, é proibido dirigir ou manobrar o veículo fora dela. 
• Obedeça os limites de carga. 
• Não utilize o veículo com qualquer problema mecânico, como nos freios ou mesmo de iluminação. 
• Abasteça apenas no lugar permitido e autorizado. 
• Utilize sempre todos os EPI´s indicados para a operação. 
• Siga o estabelecido na Ordem de Serviço. 
• Dirija com atenção, especialmente em área de pedestres. 
• Assim como no transito, quando não estiver operando o veículo, lembre-se de que somos todos pedestres, e 
respeite a área destinada para a circulação a pé. 
 
Tendo em mente essas regras simples, a operação será segura e eficiente. 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
10 
U S O I N T E R N O 
 
 
Cultura de Informação, alinhamentos e inclusão 
 
Em diferentes fóruns e com diversas abordagens, sempre são trabalhados aspectos 
focados em ambientes que promovam trocas de conhecimentos, alinhamentos de 
expectativas, feedbacks construtivos e inclusão de pessoas, objetivando a saúde e 
segurança de todos. Para falarmos um pouco sobre os temas, vamos relembrar 
algumas questões importantes na rotina? DDS: Esses diálogos consideram 
conhecimentos de todos(as) e tem o objetivo de abordar situações com influência na 
rotina de trabalho. Vocês tem participado com interação? Os temas discutidos fazem 
sentido? São conversados os riscos das atividades daquele dia/semana? Programa 
Sinal Verde: Objetiva direcionar os profissionais das equipes de operação para 
comportamentos cada vez mais seguros, bem como reconhecer comportamentos 
‘sinal verde’. Líderes avaliam suas equipes, realizam feedback e novos alinhamentos 
para os próximos meses. O período de avaliação está acontecendo agora, importante 
os profissionais conversarem com seus gestores ou eq. de segurança para mais 
informações. Vocês conhecem os comportamentos esperados? Segurança Psicológica: 
A segurança psicológica diz respeito a um ambiente detentor de um clima no qual as 
pessoas se sentem confortáveis para falarem as suas opiniões, compartilharem 
experiências e ideias. Dessa forma além de termos espaço para trocas e crescimento 
em conhecimentos, é reforçada a prática do cuidado ativo e tudo isso colabora com a 
análise e gestão de riscos, evitando ocorrências. Como é e podemos manter de forma 
saudável e positiva o ambiente em que vocês trabalham? Ambientes Inclusivos: Hoje, 
cerca de 13% da população mundial (~1 bilhão de pessoas) tem algum tipo de 
deficiência e em nosso país esse percentual é de 24% (~46 milhões de pessoas). Para 
trabalhar essa realidade a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia 
Internacional das Pessoas com Deficiência (03/12). Na Suzano, essa é uma temática 
recorrente e faz parte de nossos programas, ações e compromissos e esse mês de 
dezembro estão tendo diversas ações abordando as Potências & Essências de Pessoas 
com Deficiência, como lives, rodas de conversa, compartilhamento de materiais e 
agenda de celebração e reconhecimento. Para saber mais, entre em contato com o 
Grupo de Afinidade de Pessoas com Deficiência da sua unidade ou com o RH. Quais os 
compromissos que o timepode assumir para garantia de um ambiente inclusivo, 
acessível na rotina da área? 
DDS – DIÁLOGO DIARIO DE SEGURANÇA 
11 
U S O I N T E R N O 
 
 
Proteção dos Olhos e Face 
 
Segundo as estatísticas de acidentes cerca de 20% dos acidentes envolvem os olhos. 
Vários tipos de óculos de segurança estão disponíveis para proteger seus olhos contra 
partículas, aerodispersóides, vapores e líquidos corrosivos. Algumas partículas podem 
atingir seus olhos de forma muito violenta, podendo ocorrer a perda da visão. Ações 
de prevenção: 
 
• Uso de protetores faciais para prevenção de lesões ocasionadas por projeção de 
partículas, batidas contra de objetos e respingos de produtos químicos líquidos. 
 
• Uso de óculos de proteção para prevenção de lesões/irritações provenientes do 
impacto de partículas ou de objetos pontiagudos ou cortantes, de poeira química e 
respingos de produtos químicos líquidos. Os óculos devem ajustar-se perfeitamente ao 
rosto, sem deixar aberturas; Ao colocar ou retirar segure os óculos pelas duas hastes 
ao mesmo tempo; Limpe as lentes somente com tecido ou papel limpo e macio; 
Coloque os óculos com as lentes sempre para cima e transporte-os da melhor maneira 
possível. 
 
 
Perguntas para reflexão: 1. Você conhece alguém que tenha recebido um ferimento no 
olho por não estar usando óculos de segurança na hora certa? Como analisa essa 
situação? 2. O que devemos fazer para o uso de proteção facial e/ou os óculos de 
segurança se tornarem realmente um hábito? 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
BLOQUEIO DE EQUIPAMENTOS 
As Máquinas e Equipamentos exigem que os dispositivos de isolamento 
sejam previamente desligados e isolados, quando submetidos a serviços 
de manutenção, limpeza e reparos. Muitos acidentes ocorrem em 
decorrência do acionamento inesperado de dispositivos de controle que 
provocam liberação acidental de energias armazenadas, causando lesões 
e mortes em trabalhadores durante a execução de trabalhos. São 
acidentes que podem ser evitados de uma maneira simples e eficaz, 
utilizando-se os bloqueios físicos da fonte de energia, acompanhado de 
etiqueta sinalizadora e cadeado, o treinamento adequado dos envolvidos 
nas atividades de manutenção, limpeza e reparos são fundamentais 
também. 
 
Neste sentido, bloqueio de equipamentos é uma das regras 
comportamentais prioritárias do Programa Linha Mestra industrial. O seu 
principal objetivo e Orientar a execução de manobra para bloqueio e 
desbloqueio de equipamentos elétricos, em baixa e alta tensão, ou para 
interromper fluxo de produtos em linhas e equipamentos garantindo 
maior segurança ao executante preservando a sua integridade física. 
Lembrando que o bloqueio deve abranger todas as fontes de energia, 
sendo elas: 
 
1. Químicas: resíduo de produtos, ácidos, álcalis e outros nas linhas; 
2. Térmicas: fluidos com temperatura acima ou abaixo da temperatura 
ambientes capazes de provocar lesões; 
3. Mecânicas: equipamentos que se movimentados possam provocar 
lesões; • Elétricas: equipamentos com energia suficiente para 
provocar lesão. 
 
Desta forma, serviços de manutenção, montagem, inspeção e 
limpeza em equipamentos, máquinas ou sistemas habitualmente 
móveis, após parar, drenar, bloquear e testar a desativação através dos 
cartões e cadeados de bloqueio. 
 
Então, não esqueça: O trabalho só poderá ser realizado se os 
motores estiverem desenergizados e as válvulas fechadas através da 
utilização do cartão e cadeado de bloqueio. 
 
 
 
12 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
ATIVADORES COMPORTAMENTAIS 
 
Ativadores comportamentais podem interferir na capacidade de sensação e 
percepção do que acontece ao nosso redor. Eles estão classificados em quatro 
categorias (Você sabia que eles são representados no logo do Programa Cuidar, 
pelas partes coloridas do cérebro?): Fisiológico: Esses ativadores estão ligados às 
condições que afetam o funcionamento do nosso corpo: sono, uso de álcool, 
drogas, medicamentos, alimentação, doenças, limitações físicas. Exemplos de 
como esse ativador pode ser gerenciado, para que ele não impacte negativamente 
na percepção de risco e no comportamento em segurança: Exames periódicos de 
saúde; Acompanhamento de uso de medicamento controlado; Alimentação 
balanceada. Cognitivo: São os ativadores relacionados a conhecimentos e 
habilidades necessários para percebermos as variáveis do ambiente e seus riscos: 
formação escolar, treinamentos, capacidade de entendimento de normas e 
procedimentos. Exemplos de como esse ativador pode ser gerenciado: Oferecer 
ações educativas adequados aos adultos; Certificar-se de que o conhecimento seja 
colocado em prática; Trabalhar com temas pertinentes ao público e ao momento 
da empresa. Psicológico: Relacionados a aspectos internos de cada pessoa. São 
interferências subjetivas como sentimentos, emoções, expectativas, anseios, 
desejos, crenças, valores. Exemplos de como esse ativador pode ser gerenciado: 
Escutar as pessoas; Conversar sobre temas que se relacionam com o mundo 
individual do outro. Social: Esse é um dos ativadores de maior impacto no 
comportamento humano por estar atrelado à conformidade social. A maneira 
como as pessoas compartilham percepções no grupo molda a concepção sobre o 
que é aceito, reconhecido ou não em cada contexto social. Exemplos de como esse 
ativador pode ser gerenciado: Alinhamento das atividades; Autonomia e 
importância atribuída as atividades; Valorização do tema de segurança; A 
qualidade da abordagem dos líderes com seus subordinados quando o assunto se 
refere à segurança. 
 
Perguntas para reflexão: 1. Quais são os principais ativadores na nossa rotina? 2. 
Como podemos identificar esses ativadores para gerenciá-los? 3. Como a prática 
do cuidado ativo tem relação com esses ativadores? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
USO E CUIDADO COM PONTE ROLANTE 
Somente pessoas qualificadas e habilitadas podem operar 
equipamentos de movimentação de carga. É necessário porte do 
Cartão durante toda a jornada de trabalho. 
Modelo novo cartão: O operador que não recebeu TREINAMENTO e NÃO 
possui este cartão NÃO ESTÁ AUTORIZADO A OPERAR 
PONTE ROLANTE OU QUALQUER OUTRO EQUIPAMENTO 
DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAL. Caso possua um 
cartão diferente deste modelo, procurar a Segurança do 
Trabalho para verificações e ajustes. 
 Os riscos existentes nestas operações são de extrema 
relevância e por isso todos devem ter muita 
responsabilidade. 
 
 
 
A incidência de quebras nos equipamentos de 
movimentação tem sido freqüentes. 
Estes equipamentos são de extrema importância 
para o dia a dia da produção e todos devem zelar por 
eles, ainda mais os que estão autorizados e habilitados 
à operação. 
 Abaixo algumas orientações importantes: 
1 – Existe na empresa uma área responsável pela manutenção destes equipamentos, em 
caso de quebra esta área deve ser comunicada imediatamente. 
2– Não permita que pessoas não qualificadas e não habilitadas opere este equipamento, 
sua vida e a dele podem estar em risco. 
3– Não deixe carga suspensa, quando não estiver movimentando abaixe a carga para que 
nem o equipamento nem a carga sofra danos. 
4– Antes de operar faça uma inspeção visual para verificar se não existem desgastes ou 
danos, faça um teste se necessário. 
5– Nunca opere a Ponte se a mesma estiver fazendo barulho excessivos, ou se observar 
algum perigo no equipamento como falta de freio, travas, correntes danificadas, cabos e 
outros informe a manutenção imediatamente. 
6– A responsabilidade é total do operador e do seu líder direto, caso ocorra algum acidente 
ambos terão responsabilidades, por isso opere sempre com SEGURANÇA E 
RESPONSABILIDADE. 
 
 
 
14 
U S O I N T E R N O 
REGRAS LEGAIS – USO DA PONTE ROLANTE 
CUIDADOS COM OS EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAL 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
COMPORTAMENTO SEGURO 
 
Mesmousando todos os EPIs, o colaborador não estará isento de acidentes, por 
estar em zona de constantes riscos, como altura, piso desnivelado etc. 
A verdade é que por cultura, ainda nas empresas, muitos colaboradores usam EPIs 
por obrigação e medo da punição, o que é lamentável. Temos que quebrar esse 
paradigma do medo do gestor ou o medo da demissão. Muitos colaboradores 
acham incômodo usar óculos, capacete ou luvas só porque causa um desconforto 
e que aperta um pouco suas mãos. 
Esse conceito está mudando diante das estatísticas de vítimas de acidentes, por 
fruto da imprudência e do descuido. É de suma importância saber abordar os 
colaboradores, quando se faz um diálogo comportamental na empresa, 
percebendo um desvio de conduta do colega. Com bom senso, é viável fazer um 
elogio antes de sugerir que o mesmo se comporte de maneira adequada ou faça 
uso de determinado EPI. Por exemplo, diga ao colaborador: "você está de 
parabéns em utilizar corretamente os óculos, mas também é importante o uso do 
protetor auricular, pois o ruído pode causar danos irreversíveis a sua saúde". Seja 
cauteloso e mostre que está preocupado com a saúde e a segurança do colega e 
não apenas querendo aparecer com “mania de grandeza”, mas sendo um aliado da 
segurança de seus parceiros. Seja firme se preciso, mas nunca deselegante ou 
arrogante. Trate as pessoas com respeito, e tenho certeza que as mesmas saberão 
agradecer, se comportando de forma preventiva. Neste sentido, confira algumas 
frases de reflexão: 
 
• Ao iniciar minhas tarefas em minha área de trabalho, faço uma inspeção de 
rotina? 
• Avalio o grau de risco no que pode dar errado? 
• Uso as ferramentas adequadas ao serviço sem improvisos? 
• Valorizo a regra de ouro número 1: minha vida, como meu maior valor? 
• Preocupo também com meu colega quando percebo um desvio de conduta 
insegura? 
• Valorizo os EPIs como ferramentas para minha proteção? Pense nisso, porque 
sua vida não tem preço. A segurança é individual, pois não existe melhor EPI do 
que o comportamento seguro!. 
U S O I N T E R N O 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE 
MATERIAIS E FERRAMENTAS 
 
 
Você sabia que ferramentas e materiais que caem e acertam pessoas representam 
uma das causas mais sérias de acidentes industriais e são responsáveis por muitas 
fatalidades todos os anos? Precisamos nos atentar aos detalhes e temos um 
procedimento (PG.12.00.0023) com orientações, tais como: • Todos os locais devem 
ser mantidos limpos e desobstruídos permanentemente. Quando necessário fazer 
forração com feltro nos pisos gradeados; • Fazer uso de caixas ou recipientes 
adequados e providos de alças para o recolhimento de materiais gerais, mesmo que 
os patamares inferiores estejam isolados e sinalizados; • As peças de maior 
diâmetro devem ser mantidas em posição que evite o tombamento ou queda. Caso 
tenham que permanecer nesses locais, deverão estar travadas e amarradas; • As 
ferramentas manuais utilizadas deverão ter dispositivo para que fiquem amarradas; • 
Todos os materiais que precisarem ser movimentados por máquinas, deverão seguir 
técnicas específicas de movimentação e de proteção; • É expressamente proibido 
jogar peças e materiais, estes deverão ser manipulados com cordas. 
 
Perguntas para reflexão: 1. Você já identificou alguma atividade com riscos de 
queda de materiais e ferramentas na sua área? 2. O que devemos fazer para 
eliminar os riscos de queda de materiais e ferramentas na área? 3. Quais são as 
informações necessárias no verso da placa de sinalização utilizada nos isolamentos 
de área? 
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U S O I N T E R N O 
 
 
 
CUIDE BEM DAS SUAS MÃOS E DEDOS 
 
 
 
TIPOS DE ACIDENTES QUE PODEM OCORRER NAS MÃOS E DEDOS: 
Prensamentos, cortes, perfurações, esmagamentos, lacerações, 
queimaduras, dermatites, etc. 
 
fraturas, 
 
Para prevenir estes tipos de acidentes, devemos adotar atitudes seguras no 
trabalho e eliminar as condições inseguras. 
 
➢ Toda máquina tem seus dispositivos de proteção, portanto, nunca trabalhe 
sem ele. 
 
➢ Ao efetuar a limpeza de máquinas e equipamentos, faça o travamento das 
fontes de energias. 
 
➢ Mantenha as mãos longe de engrenagens, correias, polias e não use anéis, 
relógios e pulseiras. 
 
➢ Muito cuidado ao fechar as portas, tampas caixas, etc. 
 
➢ Aos suspender objetos pesados e manusear cabos de aço ou correntes utiliza 
luvas e gancho. 
 
➢ Nunca coloque suas mãos e dedos em pontos onde possam ser prensados. 
 
➢ Utiliza creme protetivo se sua atividade envolver produtos químicos tais como: 
óleo, graxa, solvente, etc. 
 
 
MÃOS E DEDOS, DURANTE TODO O TEMPO, ESTÃO 
EXPOSTOS A RISCOS DE ACIDENTES.PORTANTO , 
PROTEJA-OS ! 
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Tudo depende de você - pense nisto!" 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PLANEJAR ANTES DE EXECUTAR 
 
 
Antes de executar uma tarefa estude detalhadamente todos os aspectos de segurança 
envolvidos. 
Muitos acidentes podem ser evitados se isto for praticado no dia a dia. Nenhuma tarefa é tão 
importante e urgente que não possa ser planejada e executada com segurança. 
 
Discuta com seu encarregado os seguintes aspectos antes de iniciar uma tarefa: 
 
• Haverá trabalhos em locais elevados? Será necessário montar andaime? O andaime está 
em perfeitas condições, protegido contra queda de pessoas e materiais? 
 
• Ocorrerá trabalho em espaço confinado? Foram tomadas todas as medidas de proteção em 
conjunto com a operação? Haverá a necessidade de providenciar exaustão e ventilação? 
Onde colocar? Quem irá instalar? Como irá instalar? Quando irá instalar? Haverá a 
necessidade de suprimento de ar para respiração? Quem, como, quando e onde irá 
instalar? 
 
• Haverá a necessidade do uso de quais EPI's? 
 
• Haverá a necessidade de instalar algum esquema especial de prevenção contra incêndio? 
Qual? Onde instalar? Quem irá providenciar? 
 
• Haverá a necessidade de providenciar algum recurso para eventual remoção de 
acidentado? 
 
• Que outros profissionais, equipamentos, ferramentas e máquinas serão necessários? 
 
• Para cada etapa de execução da tarefa quais são os possíveis riscos de acidentes? 
 
• Para cada um dos riscos possíveis quais são as medidas de prevenção que devem ser 
adotadas? 
 
 
"Você pode dar sugestões, propor alternativas e, é o maior responsável pelo sucesso 
do seu trabalho. 
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GRADES PISO INDUSTRIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 19 
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a área de Segurança do Trabalho da sua unidade. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
TRABALHO EM ALTURA 
É considerado Trabalho em Altura toda e qualquer atividade realizada acima de 2 
metros de altura da base principal, com risco de queda do profissional (Lembre-se 
que atividades abaixo dessa altura, mas que também possuam risco de queda, 
deverão ter medidas de proteção). Esse tipo de trabalho requer um cuidado todo 
especial para que possa ser feito de forma segura, minimizando os riscos corridos 
pelo trabalhador e oferecendo toda a segurança. Afinal, em qualquer imprevisto ou 
acidente o trabalhador estará no nível muito alto do chão, logo qualquer acidente 
tende a ser muito mais grave e prejudicial. As ocorrências de acidente de trabalho 
em altura são provenientes do não cumprimento das Normas Regulamentadoras, 
em especial a NR 35. Essa norma determina os requisitos mínimos e as medidas de 
proteção para o trabalho em altura, compreendendo a organização, o planejamento 
e sua execução, buscando garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores que 
estejam envolvidos de forma direta ou indireta com esta atividade. Quando se trata 
de trabalhar em altura, é fundamentalter atenção redobrada! Todas as medidas de 
controle devem estar bem evidenciadas na hora de se fazer a análise de risco, bem 
como também na liberação do trabalho. Os riscos devem ser detalhados de acordo 
com cada etapa das atividades. Veja abaixo algumas medidas para evitar riscos 
durante o trabalho em altura: Capacitação e autorização dos trabalhadores Todos os 
trabalhadores devem ser capacitados para exercer as atividades em altura, ou seja, 
precisam ser treinados. Além disso, também precisam ser autorizados, o que 
significa que o trabalhador tem de possuir um atestado de saúde apto para a 
atividade, após a devida avaliação. Conferência os equipamentos e EPIs que serão 
utilizados Conferir a procedência dos equipamentos e realizar inspeções de rotina, 
seguindo as orientações abaixo descritas. Caso algumas das observações abaixo 
forem notadas no cinturão ou no talabarte, o produto deve ser descartado 
imediatamente: 
▪ Cadarço (fitas): sinais de rasgamento, perfuração, abrasão, derretimento ou corte 
▪ Costuras: rompimento de linhas ou descosturas 
▪ Componentes metálicos: deformações, travamento, quebra, fissuras ou corrosões 
▪ Indicador de impacto: rompido 
▪ Absorvedor de impacto: rompido Tenha sempre a certeza de que seu EPI está 
sendo usado corretamente. Se tiver alguma dúvida sobre trabalho em altura, procure 
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U S O I N T E R N O 
 
 
-Evite sair com alguém embriagado. Se for de extrema urgência, se ofereça para pegar a 
direção. 
SEJAPRUDENTE, USE O BOM SENSONESSAS SITUAÇÕES! 
ÁLCOOL E DIREÇÃO NÃO COMBINAM 
 
Pesquisas mais recentes mostram que em 61% dos acidentes de trânsito, o condutor havia 
ingerido bebida alcoólica.Uma capacidade indispensável ao motorista ser prejudicada pelo 
consumo de bebida alcoólica: é a percepção. O condutor que insistir em se embebedar e 
depois dirigir, corre o risco de sofrer diminuição dos reflexos e terá predisposição a 
acidentes de todo o tipo – que podem ir de um tropeço a um acidente automobilístico. 
 
Por isso, é muito importante que se tenha sempre em mente que BEBIDA E ÁLCOOL não 
combinam. É de mau gosto. É contra a vida. Sabe o que as estatísticas mostram como 
resultado dessa mistura? 28 mil mortos por ano e 199 mil feridos. Geralmente quem bebe 
acha que tem condições de dirigir pensa que o álcool não influencia em sua habilidade 
como motorista. É comum ouvir que a ingestão do álcool em doses determinadas não 
altera os efeitos psicológicos. Isso é falso pois muitas vezes o indivíduo ingere uma 
pequena dose e o efeito acaba sendo idêntico a ingestão de uma grande dosagem alcoólica. 
 
- EFEITOS DO ÁLCOOL NO ORGANISMO 
Digestivos – gastrite, vômitos fáceis, hemorragia gástrica ou intestinal 
Hepáticos- hepatite alcóolica, fígado gorduroso, pele 
Respiratórios- bronquite, enfisema pulmonar, falta de ar 
Cardíacos- Alteração na circulação sanguinea devido os 
amarela, cirrose hepática. 
ao falar ou subir escadas. 
efeitos tóxicos do álcool, 
aumentando o trabalho cardíaco e provocando os batimentos cardíacos mais acelerados. 
Neurológicos- lesão cerebral, diminuição da coordenação motora, delírios e confusão 
mental, demência progressiva, falta de apetite, diminuição da glicose sanguínea, 
inflamação do pâncreas. 
Algumas dicas para durante a direção: 
- Se vai pegar a estrada, não beba. 
-Se você bebeu, não dirija. Peça a outra pessoa que o faça, ou espere até que o efeito do 
álcool tenha passado. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
Riscos do choque elétrico 
 
Muitas pessoas sabem muito pouco ou quase nada sobre eletricidade, apesar de ser usada amplamente 
no dia-a-dia de nosso trabalho em nossas casas. Nós acionamos um interruptor e a luz acende ou um 
equipamento é ligado. Trocamos uma lâmpada quando se queima. Consideramos a eletricidade e suas 
muitas aplicações como seguras, pelo fato de nos prestarem muitos serviços de maneira simples e fácil. 
As estatísticas indicam que muitos trabalhadores foram mortos em circuitos de 110 volts. Um choque 
resultante de um contato com apenas 15 miliampéres de corrente pode ser fatal. A 110 volts uma 
lâmpada de 6 velas puxa 50 miliampéres de corrente. Consequentemente a quantidade de corrente 
usada por uma lâmpada desta, puxa corrente o bastante para matar 3 seres humanos. 
Não existem dados sobre acidentes com energia elétrica em nossas casas, mas certamente este número 
é elevado, face ao desconhecimento das pessoas, principalmente quando são crianças. 
Para se proteger contra os riscos da eletricidade quando manusear furadeiras, serras elétricas, lixadeiras 
ou cabos de extensão, tome conhecimento dos fatos básicos relacionados com as causas do choque. 
Por exemplo: a condição do corpo do indivíduo tem muito a ver com as chances de ser morto por um 
choque. Se a as mãos estiverem suadas, os sapatos e meias estiverem úmidos, ou se o piso estiver 
molhado, a corrente não encontrará dificuldades ( resistência ), passando facilmente através do corpo e 
aumentar a severidade do choque. 
Quando estiver trabalhando com ferramentas ou aplicações elétricas, lembre-se das seguintes regras de 
preservação da vida: 
 
• Certifique-se se a conexão do pino terra esteja intacta antes de ligá-lo a qualquer tomada; 
• Tenha extremo cuidado quando trabalhar com ferramentas elétricas portáteis em locais úmidos ou 
molhados, ou próximos destes locais. Isto inclui tanques e caldeiras ou tubulações e outros 
projetos aterrados que você possa eventualmente tocar, permitindo a passagem da eletricidade 
através de seu corpo até o fio-terra; 
• Informe sobre cabos desfiados ou quebrados; 
• Se você tomar um choque de algum equipamento que estiver usando, relate isto a seu supervisor 
para que mande fazer os reparos necessários. Deixe os reparos elétricos para os especialistas; 
• Certifique-se de estar usando apenas equipamento aterrado ou aprovado pelo EEI. 
• Use ferramentas para reparo protegidas, e não deixe de estar usando o EPI adequado. 
LEMBRE-SE “A VIDA PODE ESTAR POR UM FIO”. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
TRABALHO A QUENTE 
 
Trabalho a quente” é a definição de toda atividade envolvendo queima, 
soldagens ou operações similares que são capazes de iniciar incêndios ou 
explosões. Trabalhos a quente também incluem outras atividades com potencial 
de criar fontes de ignição, tais como cortes, brasagem e desbaste. Os 
trabalhadores estão expostos a riscos potencialmente grandes, não apenas nas 
indústrias de petróleo e química, mas também nas indústrias de alimentos, 
papel, tratamento de água, etc. 
O trabalho a quente pode ser conduzido de modo seguro em sua empresa, com 
um programa de gerenciamento de trabalhos a quente, cujos principais pontos 
devem ser: 
 
1) Os profissionais autorizados para liberação de trabalho a quente: 
Brigadista, Bombeiro, Técnico de segurança ou Profissional capacitado pela 
área de segurança devidamente autorizado. 
 
2) O Observador de Trabalho a Quente (OTQ) é obrigatório durante toda a 
atividade, se o mesmo precisar sair do local da atividade e não houver 
substituído, a atividade deverá ser paralisada de imediato. 
 
A Liberação de trabalhos a quente é um documento que autoriza, 
temporariamente, os funcionários próprios e terceiros a realizar estes serviços 
nas áreas “com a liberação necessária”. Na liberação, constam as devidas 
precauções de segurança que devem ser satisfeitas antes, durante e depois do 
início do trabalho. O prazo de validade da liberação é determinado pelo 
Autorizador e vale no máximo um dia; após isso, ou se as condições mudarem, 
uma nova Liberação deve ser emitida. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
OLHAR ATENTO 
O que é um olhar atento? Comoestá nosso nível de concentração em coisas novas e de 
rotina? Se eu fechar os olhos, saberei onde estão a botoeira de emergência ou a rota de 
fuga? Um olhar atento, bem como o acesso a informação recebida no passado podem ser 
influenciados por tantas variáveis que podemos deixar passar detalhes que fazem a 
diferença ou mesmo não acessar rapidamente uma informação necessária. Se pensarmos 
na nossa rotina, desde que acordamos até o momento que dormimos, quantas coisas são 
feitas em modo automático e quantos ambientes que passamos/permanecemos são 
considerados tão comuns, mas que não saberíamos descrever o que tem neles em 
detalhes? É comum isso acontecer e por isso precisamos praticar estratégicas para nos 
mantermos atentos ao que fazemos e ao ambiente que estamos. Realizar um DDS no início 
do trabalho pode auxiliar a atenção a “chegar naquele momento”, fazer uma ginástica 
laboral auxilia a oxigenação no cérebro e nossa atenção, conversar com colegas para 
analisar os riscos nos destaca pontos que muitas vezes passam despercebidos. E sobre as 
ações em momentos de urgência/emergência, é importante eventualmente praticarmos a 
análise e reflexão sobre como agir nesses momentos, uma vez que em situações de alto 
nível de estresse nosso cérebro não funciona da mesma forma e quando temos uma análise 
de ação já treinada anteriormente, a nossa tomada de decisão tem mais chances de dar 
certo. 
 
Perguntas para reflexão: 1. O que pode fazer você não estar atento aos detalhes? 2. Que 
diferença faz você estar atento aos detalhes? 3. Como você pode praticar e desenvolver seu 
olhar atento na rotina? 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
EPI –Equipamento de Proteção Individual 
No decorrer de nosso trabalho, sempre nos deparamos com situações em que 
precisamos usar algum tipo de equipamento para nossa proteção. Os EPI’s 
(equipamento de proteção individual) são fabricados para proporcionarem melhores 
condições de segurança as pessoas, seguindo rigorosas normas técnicas nacionais e 
internacionais. A legislação vigente sobre Segurança e Saúde no Trabalho estabelece 
que a empresa é responsável por fornecer gratuitamente aos empregados EPI 
adequado ao risco, registrando o seu fornecimento. Além disso, os procedimentos 
internos da Suzano definem as responsabilidades e garantem a disponibilidade de 
EPI’s a todos os colaboradores. Dentre as responsabilidades dos usuários, está o uso 
adequado, guarda e conservação dos EPI’s. Neste ponto, é fundamental que todos 
conheçam o motivo de seu uso, o objetivo de proteção, suas características, e 
principalmente a forma correta de utilização, pois só há eficácia na proteção se este for 
usado conforme a diretriz do fabricante. Na Suzano, todos os EPI’s são desenvolvidos 
e testados pelos profissionais de Segurança do Trabalho em conjunto com as áreas 
operacionais, monitorando, avaliando e registrando o desempenho e eficácia de cada 
equipamento antes de disponibiliza-los para o uso rotineiro. Por isso, é fundamental 
que os colaboradores utilizem somente os EPI’s definidos e disponibilizados pela 
empresa, garantindo sua segurança em cada atividade desempenhada. É importante 
lembrar que um EPI não evita um acidente! Seu uso oferece muita proteção, mas é 
preciso que também aconteçam outras ações prévias como identificação, avaliação e 
eliminação de perigos e riscos no ambiente de trabalho. Se você tiver alguma dúvida 
na especificação, no uso ou qualquer dificuldade relacionada com EPI’s, procure seu 
gestor ou a área de Segurança da sua unidade 
U S O I N T E R N O 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
GESTÃO DE SEGURANÇA 
DE PRODUTOS 
QUIMICOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
O seu comportament o f az toda a 
diferença 
Para se chegar a uma cultura prevencionista de todos os colaboradores, não 
basta apenas fazer uso dos equipamentos de segurança ou seguir algumas 
medidas de prevenção e procedimentos. É preciso refletir e analisar cada 
passo que será dado durante o processo. Acidentes de trabalho podem ser 
evitados com pequenas mudanças de atitudes, com um olhar mais criterioso, 
com atuação de fato de uma excelente percepção dos riscos em seu dia a dia. 
Tenhamos como exemplo alguns comportamentos que mais tem se destacado 
e que precisam ser trabalhados e tratados de forma preventiva no dia a dia de 
nossas equipes: 
• Check list diário: Como tem sido as verificações diárias que você realiza na 
sua máquina/equipamento/ferramenta? Estamos apenas preenchendo o 
check list de forma automática ou estamos inspecionando e avaliando item 
por item? 
• Mãos e dedos: Ao utilizar ferramentas, mantenha a mão fora do ponto de 
risco; quando estiver pegando objetos, observe se não existem pontos ou 
bordas cortantes; nunca expor as mãos a risco de 
prensamento/enroscamento; tenha suas mãos ao alcance da sua visão, e 
por fim utilize sempre luvas apropriadas ao risco que esta exposto, elas 
contribuem muito para evitar ou minimizar lesões nas mãos/dedos. 
• Adornos: Retire todos os adornos (brincos, pulseiras, anéis, relógio, cordão, 
piercing, etc) antes de acessar as áreas operacionais. 
• Ferramentas: Verifique as condições de suas ferramentas sempre antes de 
iniciar as atividades. Não utilize ferramentas improvisadas ou em más 
condições. Cada uma foi concebida com uma finalidade, portanto é 
importante conhecer suas características e formas de utilização. 
• Proteção de máquinas, manutenção: Não inative uma proteção de 
máquina, pois ela foi projetada exatamente para proteger o colaborador; ao 
identificar uma situação em que precisa intervir, chame colaborador apto e 
autorizado, somente ele poderá realizar a intervenção na máquina. 
Lembrando de realizar em conjunto o bloqueio do equipamento/máquina, 
certificando-se antes que não há mais nenhuma energia residual e que toda 
sinalização já foi instalada no local. Pratique o Comportamento Seguro! Na 
dúvida, recue, pergunte, só faça se estiver 100% seguro 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
SEGURANÇA NO 
ARMAZENAMENTO DE 
CILINDROS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espaço confinado é qualquer ambiente não projetado para 
ocupação humana contínua, que possua meios limitados de 
entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para 
remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou 
enriquecimento de oxigênio. Os espaços confinados mais comuns 
são os silos, tanques ou reservatórios, tubulações, galerias, 
caldeiras e biodigestores. Representam um grande risco e, 
portanto, exige dos trabalhadores o treinamento especifico e 
monitoramento constate, além de técnicas de prevenção 
administrativas e pessoais. Associados aos trabalhos em espaços 
confinados podemos considerar vários tipos de riscos que podemos 
classificar em 4 categorias: 
1. Riscos Atmosféricos – obrigam que se proceda a uma análise do 
ar antes da entrada de qualquer indivíduo no interior do espaço 
confinado, de modo a detectar preventivamente atmosfera com 
oxigênio insuficiente; atmosfera tóxica devido a liberação ou 
acumulo de contaminantes como o monóxido de carbono ou gás 
sulfídrico; atmosfera inflamável ou explosiva. 
2. Riscos Ambientais – criados pelas condições existentes no 
interior do espaço confinado, como a ausência de iluminação, 
temperatura elevada, umidade ou concentração de poeiras. 
3.Riscos Biológicos – criados pelas condições existentes no interior 
do espaço confinado que potencializam o desenvolvimento de 
bactérias, vírus,fungos e pragas. 
4.Riscos Físicos – estão relacionados com a configuração física do 
espaço confinado e representam riscos de queda, riscos 
ergonômicos, de submersão dos ocupantes, de choque elétrico ou 
colapso da estrutura. Para aumentar a proteção à integridade física 
do profissional em espaços confinados, além da utilização de 
equipamentos apropriados, deve-se tomar algumas medidas de 
controle: 
Inspeção prévia do local; Emissão da Permissão de Trabalho; 
Elaboração da Análise Preliminar de Riscos (APR); Equipamentos 
de ventilação e exaustão; Equipamentos medidores da qualidade 
do ar; Equipamentos de comunicação e iluminação; Equipamento 
de Acesso e Resgate. 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
ESPAÇO CONFINADO 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
USO DE MACAÇÃO TYCHEM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
ISOLAMENTO DE ÁREAS 
 
 
O isolamento de área é parte da segurança no trabalho e da consciência do 
trabalhador. Muitos trabalhos podem arriscar a segurança de outras pessoas e 
nem sempre isolamos o local de forma adequada. A simples movimentação de 
objetos pode deixar o local temporariamente desorganizado, o que requer um 
isolamento adequado da área, impedindo a passagem de pessoas ou 
equipamentos não envolvidos na tarefa. Trabalhos em altura é uma das 
principais atividades que requer o isolamento do local, impedindo que objetos 
que possam cair venham a atingir alguém. Equipamentos em manutenção; 
buracos no chão; tampas em piso trincadas; derramamento de óleo ou 
vazamentos de produtos químicos; elevação de cargas; áreas em desordem 
ou que representem um risco às pessoas que o desconhecem, são exemplos 
da necessidade de isolamento da área de forma correta e efetiva, pois podem 
provocar acidentes graves. Tão importante quanto isolar a área de risco é 
respeitar o isolamento. De nada adianta isolar e sinalizar adequadamente o 
local se o trabalhador ultrapassar o isolamento, ignorando o controle sobre o 
risco e consequentemente se expondo à probabilidade de acidentes. 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
 
 
 
BOM SENSO 
 
 
 
 
Programa Bom Senso - Limpeza O Programa Bom Senso é composto pelos 5 Sensos 
(Utilização, Ordenação, LIMPEZA, Segurança Saúde e Bem-Estar, e autodisciplina e 
comprometimento). Vamos falar um pouco mais sobre o 3º Senso – LIMPEZA que pode 
ser entendido como a eliminação da sujeira sob todos os aspectos, incluindo a boa 
preservação dos equipamentos, ambiente de trabalho limpo, e eliminação de estoques 
desnecessários. No dicionário, o termo "limpeza" possui os seguintes significados: 
qualidade de limpo, de asseado; esmero, aprimoramento; coisa bem-feita, acabada, 
caprichada. A limpeza é considerada uma oportunidade para o monitoramento, inspeção 
ou reconhecimento do local de trabalho, fazendo com que os colaboradores descubram 
seu espaço de trabalho, identificando se com ele, e criando um ambiente impecável. A 
aplicação deste Senso conta com algumas vantagens como eliminação de riscos que 
podem estar ocultos em meio a sujeira.Ter senso de limpeza significa ter cuidado, 
eliminar a sujeira para manter o ambiente limpo. O mais importante não é o ato de 
limpar, mas o ato de não sujar. Além de limpar, precisamos identificar fontes de sujeira e 
as respectivas causas, para podermos eliminá-las. O senso de limpeza é indispensável 
em todos os locais, sejam eles na produção, manutenção ou áreas administrativas. 
Você pode contribuir para manter a área mais limpa, algumas dicas são importantes: 
• Verifique se foi gerado resíduos durante a execução de sua tarefa e recolha-os; 
• Destine os resíduos aos coletores adequados de acordo com sua classificação; 
• Remova totalmente o isolamento e sinalização da área utilizados em suas atividades; 
• Mantenha equipamentos/utensílios de uso coletivo limpos após utilizá-los; 
• Mantenha as mesas/ bancadas limpas após o uso; 
• Converse com seus colegas sobre a limpeza da área comum. Ao se manter em 
excelentes condições de limpeza o ambiente de trabalho e os equipamentos, contribui- 
se para o bem-estar e a segurança de todos, bem como o aumento de produtividade. 
 
Lembre-se: O ambiente mais limpo não é o que mais se limpa, e sim o que MENOS SE 
SUJA 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PERCEPÇÃO DE RISCOS 
A percepção de riscos de uma atividade ou ambiente está ligada à como o 
profissional recebe uma informação (textura, cheiro, som, imagem) e como 
ele a processa/entende/assimila, considerando sua cultura, conhecimento, 
histórico profissional, somando a isso pode-se ter a influência dos ativadores 
comportamentais. 
 
Lembrando que a percepção de riscos é individual e por isso é importante 
considerar as diferenças e reforçar as análises e trocas em grupo. Na 
prática, como acontece: 
 
O profissional tem contato com um perigo por meio dos sentidos (ouvir, tocar, 
ver cheirar) > Ele interpreta essa informação considerando qual risco existe 
> A interpretação para tomada de decisão é influenciada pelos ativadores 
comportamentais (psicológicos, sociais, cognitivos e/ou fisiológicos) > Ele 
age de forma segura ou insegura. 
 
Como trabalhar de forma a desenvolver a percepção de risco? Além das 
ações referentes a tirar dúvidas, conhecer procedimentos, conversas com 
colegas e líderes, o profissional deve: se auto-observar na rotina de trabalho, 
buscando entender se está bem para a atividade; observar o ambiente a sua 
volta mesmo que já esteja habituado a estar naquele local; analisar com 
atenção os perigos do local/atividade e preencher APR e LT quando 
necessário; observar equipamentos e fazer registros de desvios (DNA), entre 
outros. Comportamento Seguro: “Identificar e controlar os riscos da atividade 
no presente para que isso resulte em redução da probabilidade de 
consequências indesejáveis no futuro para si e para o outro.” (Juliana Bley). 
 
Perguntas para reflexão: 1. Como você identifica e controla os riscos na 
rotina? 2. Quais influências você entende que podem comprometer a sua 
percepção de riscos e controle deles? 
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U S O I N T E R N O 
 
 
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ATIVIDADES PARALELAS 
Durante a fase de planejamento de qualquer atividade é muito 
importante que seja verificado se haverá a realização de trabalhos 
paralelos com outras equipes no mesmo local, com o objetivo de avaliar 
os riscos de acidentes que uma equipe poderá provocar para outra. Dessa 
forma, caso ocorra a situação de equipes diferentes trabalharem no 
mesmo local ou em proximidade, a supervisão das equipes deverá ser 
consultada sobre a possibilidade de priorização de um dos serviços. 
Havendo a necessidade do desenvolvimento do trabalho de mais de uma 
equipe no mesmo local, medidas de prevenção adequadas contra os 
riscos identificados devem ser adotadas para que controlem ou eliminem 
os riscos existentes, tais como: o Mantas / feltros / barreiras que impeçam 
a queda de borras de soldas e fagulhas de lixadeira nas pessoas de outras 
equipes; o Biombos que impeçam a projeção dos raios de solda sobre a 
visão de outros colaboradores; o Fechamento total das plataformas de 
trabalho que impeçam a queda de peças ou ferramentas em outros 
colaboradores; o Amarração / acondicionamento das ferramentas e peças 
que serão utilizadas fora do campo de proteção da plataforma de 
trabalho; o Identificação de cada trabalho através do isolamento 
adequado da área; o Observador de segurança para verificar se todas as 
medidas adotadas estão sendo eficazes durante o trabalho; o No caso de 
movimentação de carga suspensa por guindastes, munck’s, pontes 
rolantes, não é admitida a presença de outras pessoas sob a cargasuspensa. Para realização de trabalho em locais de difícil acesso, 
orientações de fuga devem estar contempladas no planejamento e 
liberação do trabalho, para ser seguido pelas pessoas no caso de 
emergência. Ao dividir o espaço com outros trabalhadores, você também 
estará dividindo a política da boa vizinhança, portanto fique atento em 
tudo que estiver acontecendo ao seu redor, e informe o responsável 
sobre qualquer anormalidade. A divisão de atividades é comum em caso 
de manutenções, inspeções entre outros, portanto cabe a cada um dividir 
o seu espaço de forma segura, não esquecendo de compartilhar o BOM 
SENSO ao término de suas atividades, visando sempre um ambiente de 
trabalho limpo e organizado. 
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LIBERAÇÃO DE TRABALHO 
 
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ERGONOMIA 
De maneira resumida, podemos entender ergonomia como o estudo da relação que 
existe entre o homem e a forma que ele executa seu trabalho e o seu ambiente – presente 
inclusive na legislação através da Norma Regulamentadora 17. Com a intenção de prevenir 
acidentes, corrigir erros e diminuir os riscos, seu principal objetivo é aumentar o conforto, 
a saúde e a segurança do trabalhador. Analisando a postura, os movimentos corporais, os 
equipamentos usados, materiais e matérias primas, e os fatores físicos do ambiente de 
trabalho, ela busca promover a perfeita integração entre as capacidades e limitações do 
trabalhador, suas condições de trabalho e a eficiência do sistema produtivo. Assim, riscos 
ergonômicos são quaisquer circunstâncias de trabalho que, por motivos psicológicos ou 
fisiológicos, causam sobrecarga ou desconforto ao trabalhador. Isso inclui desde um 
trabalho realizado em uma posição inadequada, por falta de ferramentas e dispositivos 
adequadas, mão de obra bem treinada ou até repetitividade nas atividades executadas, 
devido a carga mental alta, e por fatores organizacionais com déficits de gestão (ritmo, 
tempo, quantidade, entre outros). Um dos principais riscos ergonômicos é o manuseio 
constante de carga (peso). Realizar o levantamento ou a movimentação manual de cargas 
é uma atividade de risco para a saúde física do colaborador, pois quando é exercida de 
maneira incorreta, pode provocar lesões no seu sistema musculoesquelético. Com isso, 
podem surgir dores intensas na coluna, na região lombar, nos ombros, nos braços e nos 
pulsos. O levantamento de cargas de maneira continuamente inadequada também pode 
provocar a incidência de LER e DORT. Algumas dicas para evitar danos causados pela 
movimentação manual inadequada de uma carga são: ✓ Avaliar peso, forma, volume, tipo, 
condições gerais; ✓ Posicionar-se sempre próximo a carga; ✓ Não torcer o corpo para 
pegar ou movimentar cargas; ✓ Usar a musculatura das pernas para erguer a carga, pés 
separados e o corpo equilibrado; ✓ Mantenha a carga sempre que possível perto do 
corpo; ✓ Utilize as pernas como apoio e sustentação do movimento; ✓ O esforço tem que 
ser na coluna vertebral, mantenha a coluna na posição vertical; ✓ Observar quais EPI´s a 
carga exige; ✓ Jamais transporte a carga quando tiver peso, tamanho ou forma a adversas 
a sua capacidade; ✓ Não carregue materiais sobre o ombro ou pescoço; ✓ Não é 
recomendável carregar qualquer carga com mais de 25 kg sozinho; ✓ Outros outros 
colegas de trabalho poderão auxiliá-lo, não tenha vergonha se precisar peça ajuda. ✓ 
Verifique o ambiente de trabalho para eliminar interferências e até mesmo a condição do 
piso; ✓ Retire objetos que possam interferir no trajeto do transporte desta carga; ✓ Utilize 
os meios técnicos apropriados (carrinhos, plataformas, equipamentos etc) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CUIDADOS AO CAMINHAR 
Ocorrências envolvendo queda de mesmo nível, ou seja, no mesmo plano que 
estamos caminhando, são mais comuns do que parecem. Esse tipo de queda 
pode não só causar somente ferimentos leves, mas também lesões mais 
graves! Nas áreas da Suzano já foram registradas várias situações de queda do 
mesmo nível de pessoas que executavam suas atividades enquanto 
caminhavam, que resultou em acidente do trabalho. Os tipos mais comuns de 
lesão que pode provocar uma queda de mesmo nível é a torção de tornozelo, 
contusão de punho, mãos e braços. Mas o risco de queda de mesmo nível não 
está presente somente no ambiente de trabalho, mas também em casa, na 
escola ou quando estamos passeando. Alguns fatores podem ser apontados 
como os principais contribuintes para um escorregão, tropeço ou queda: - O 
ritmo de trabalho deve ser adequado ao ambiente pois as passadas devem ser 
realizadas com o objetivo de passar pelos obstáculos, já que arrastando os pés 
ou não olhando direito o piso, não conseguiremos manter o equilíbrio. - Piso 
molhado, sujo com produtos escorregadios (óleos, graxas, ceras, detergentes), 
seco com poeiras ou até limpo, quando encerado; - Materiais diversos e 
ferramentas espalhadas pelo chão, caracterizando a falta de organização e 
limpeza do local; - Falta de iluminação inadequada; - Ausência de 
identificação/sinalização de áreas de risco nos pisos, como os desníveis de 
escadas, meio-fio sem pintura, ausência de identificação de piso escorregadio; - 
Comportamento inadequado ao correr, não olhar por onde anda, desviar a 
atenção enquanto caminha, não usar o corrimão em escadas. As ações que 
evitam essas ocorrências são de solução simples, mas dependem diretamente 
das pessoas que executam o trabalho, ou em casa ou no lazer. 
Todos os acidentes e doenças do trabalho são evitáveis, mas para isso todos 
devem seguir os procedimentos e estarem atentos enquanto caminham, 
passam por desníveis e quando utilizam máquinas e veículos em sua área de 
trabalho. 
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SUAS MÃOS SÃO 
IMPORTANTES 
A utilização das mãos é tão corriqueira que as vezes esquecemos da 
importância delas em nossas vidas. Apesar da simplicidade do uso das mãos é 
preciso que você tome conta delas, pois elas são muito preciosas: com elas 
você acaricia, trabalha, escreve, empurra, bate, corta... enfim, você já se deu 
conta da quantidade de atividades que fazemos com as mãos? Elas também 
são fundamentais para seu sustento e o da sua família. É preciso que tenhamos 
consciência quanto aos riscos e possíveis consequências que estão presentes 
nas suas atividades. 
Os EPI’s são a última medida de controle para evitar qualquer acidente, então 
é importante verificar sempre se a atividade é necessária, se o posicionamento 
é correto e seguro, se a sinalização do local é adequada e por último, as luvas! 
As luvas devem ser escolhidas de acordo com as atividades que serão 
desenvolvidas, cada atividade com a sua! Então antes de começar, verifique se 
a luva é adequada para a realização da atividade, se esta em boas condições e 
se é do tamanho correto para sua mão. A mão deve trabalhar em sintonia com 
a mente e o corpo e as luvas sozinhas não vão evitar acidentes, portanto faça a 
sua parte. Lembre-se, nada pode substituir sua mão completamente, é muito 
importante que você CUIDE BEM DELAS! 
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U S O I N T E R N O 
 
 
 
MANGUEIRAS PARA LIMPEZA 
DE ÁREA 
Vários eventos podem acontecem durante limpeza de áreas, principalmente 
devido ao uso inadequado de mangueiras. Para evitarmos esses imprevistos 
devemos seguir as orientações abaixo: 
• As mangueiras e acessórios para uso de limpeza nas áreas deverão estar 
em perfeitas condições: não deverão apresentar trincas ou ressecamento 
por desgaste e tempo de uso; 
• Para uso em limpeza deverão atender conforme a especificação técnica do 
fabricante a pressão e temperatura da água a qual está sendo utilizada; 
• As conexões deverão ter respaldos com vincos para melhor fixação das 
abraçadeiras da mangueira com o engate; 
• As mangueiras deverãoestar conectadas as tomadas de água por meio de 
engate rápido; 
• As tomadas de água deverão estar com o fluxo direcionado para baixo. Em 
caso de ruptura do engate, da mangueira ou da abraçadeira o fluxo deverá 
seguir para baixo, sendo coletado por dispositivo de drenagem afim de 
evitar a projeção no colaborador; 
• O colaborador deverá inspecionar todas as condições de segurança do 
equipamento antes e durante a atividade; 
• As tubulações deverão ter identificação se a água for quente ou fria, de 
acordo com a atividade; 
• Observar a resistência da borracha, rigidez da mangueira ou se as 
conexões estão muito flexíveis; 
• Sempre quando for abrir a válvula de fluxo do processo para a mangueira, 
abrir gradativamente e com o esguicho da mangueira semiaberto para 
evitar golpes de pressão do sistema e futura projeção da água sob 
pressão; 
• Verificar se a mangueira durante o seu trajeto não está enrolada pelo meio, 
gerando perda e aumento de pressão ao desenrolar; 
• Ao lavar a área não jogue água sobre equipamentos elétricos ligados, 
lembre-se: água e eletricidade não combinam. 
• Tenha atenção ao trânsito de pessoas, pois as mangueiras no caminho 
geram riscos de tropeços; 
• Se a área estiver escorregadia é fundamental sinalizar e isolar o local. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
CIPA – COMISSÃO INTERNA DE 
PREVENÇÃO DE ACIDENTES 
A Norma Regulamentadora 05 – CIPA - Comissão Interna de Prevenção 
de Acidentes no Trabalho determina que empresas públicas e/ou 
privadas formem uma comissão com um propósito importantíssimo, que 
é o de prevenir acidentes no ambiente de trabalho. Essa comissão é 
formada por representantes do empregador e dos empregados. Sendo 
por parte do empregador, funcionários indicados e por parte dos 
empregados, eleitos através de uma votação. Após a eleição e cada um 
empossado, fazem um curso base para qualificar no que tange a 
prevenção de acidentes no trabalho. A função principal de um Cipeiro é a 
participação ativa na observação de possíveis perigos, riscos e medidas 
de eliminação e controle destes. Muitos membros, por não entenderem 
o tamanho da responsabilidade, erroneamente querem a candidatura 
somente pelo fato da estabilidade que o cargo oferece. O objetivo 
principal fica esquecido. Esse eleito não participa, não opina e não exerce 
nada, e a prevenção é banalizada. O investimento na Comissão deve ser 
permanente, fomentando o propósito, investindo em qualificação dos 
participantes, cobrando participação e resultados, além do 
acompanhamento as reuniões mensais e principalmente as 
extraordinárias. Os novos eleitos devem ser trabalhados nesse contexto 
constantemente, e a primeira instância dessa formação é a 
conscientização. Cada um se conscientizar, modificar os hábitos em 
relação à PREVENÇÃO de acidentes, e não esperar acontecer para tomar 
alguma iniciativa. Infelizmente não é hábito do brasileiro praticar a 
prevenção. Atitudes só são tomadas quando acontece algum infortúnio. 
A prevenção salva vidas, protege a saúde do trabalhador, conserva o 
patrimônio da empresa. O Cipeiro precisa se enxergar como uma peça 
fundamental, diferenciada por ter sido escolhido, primeiro por ser bem 
quisto na empresa, pela confiança e pela oportunidade de aprender 
sobre prevenção de acidentes e ser decisivo em tomadas de decisão ou 
por tomar medidas de controle que podem contribuir e mudar o 
ambiente de trabalho. É importante refletir sobre a responsabilidade que 
está nas mãos de cada um, e compreender o propósito desse trabalho 
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U S O I N T E R N O 
 
 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
CUIDADOS COM 
EQUIPAMENTOS 
ROTATIVOS 
Alguns dos riscos mecânicos aos quais os trabalhadores estão expostos nas 
atividades que envolvem máquinas e equipamentos rotativos são as zonas de risco 
de agarramento, prensamento e/ou entrantes, que podem agarrar, puxar ou causar 
ferimentos, principalmente envolvendo dedos, mãos e braços. Por isso é importante 
saber reconhecer e identificar esse perigo para prevenir acidentes. Quando próximo 
as máquinas e equipamentos, é importante observarmos os principais pontos de 
agarramento. Para evitarmos ocorrências devemos prevenir e adotar as seguintes 
recomendações de segurança: 
• Todos os pontos entrantes, zonas de riscos e pontos de agarramento devem estar 
protegidos, de modo a não permitir o toque acidental; 
• Quando operando ou fazendo manutenção de máquinas e equipamentos, afaste as 
mãos, mesmo quando parado. Faça o travamento e bloqueio das fontes de energia 
antes de realizar a tarefa; 
• Cuidado com mangas e roupas folgadas e soltas. Procure manter ajustada; 
• Atenção com cabelos compridos e soltos. Eles devem estar presos e sob o capacete 
de segurança; 
• Atenção com correntes, joias, adornos e pendentes de crachá usados no pescoço, 
pois eles podem ser agarrados. Retire-os antes das atividades; 
• Antes de iniciar uma tarefa, verifique os pontos de agarramento da máquina e 
certifique-se que estão protegidos; 
• Não remova uma proteção indevidamente, nem tente alcançar algo com as mãos 
ou através de ferramentas e utensílios; 
• Ao observar uma máquina ou equipamento olhe com os olhos, não com as mãos; 
• Informe qualquer remoção indevida ou dano às proteções das máquinas e aos 
equipamentos. Faça o seu registro e reporte os desvios. 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
PERIGOS E RISCOS NAS 
FRENTES DE 
SERVIÇOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
DIREITO DE RECUSA 
 
Você sabia que a legislação garante ao colaborador o direito de recusa ao trabalho 
em caso de situação de risco grave e iminente? Sim! 
A empresa deve garantir que, na ocorrência de riscos ambientais nos locais de 
trabalho que coloquem em situação de grave e iminente risco um ou mais 
colaboradores, os mesmos possam interromper de imediato as suas atividades, 
comunicando o fato ao superior direto para as devidas providências. Lembramos que 
se considera grave e iminente risco toda condição ou situação de trabalho que possa 
causar acidente ou doença relacionada ao trabalho com lesão grave à integridade 
física do colaborador. 
Em alguns casos, por não conhecerem esse direito, os colaboradores podem ficar 
com receio de recusarem um trabalho em condições de insegurança e sofrerem 
alguma consequência, mas isso não vai acontecer. A legislação, a Suzano e seus 
gestores garantem legitimidade à recusa ao trabalho, quando evidenciada a condição 
de risco. Após usar o direito de recusa, o colaborador deve ficar a disposição da 
empresa, durante seu horário de trabalho, até que as medidas corretivas sejam 
tomadas para que possa exercer a atividade em segurança. Reforçamos que o direito 
de recusa não é recusar de fazer uma atividade, mas recusar de se expor ao risco. 
O direito de recusa ao trabalho é uma realidade e devemos alertar as pessoas mais 
próximas sobre esse direito importante para todos os colaboradores. 
U S O I N T E R N O 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
SEGURANÇA EM MÁQUINAS EM 
MOVIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
OBSERVAÇÃO POSITIVADA 
ATIVIDADE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 46 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
dos colaboradores depende muito de o colaborador decidir 
se considera a maturidade ou se vai com pressa, é melhor 
analisar preliminarmente tudo e eliminar a pressa. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PRESSA 
Vamos nos conhecer um pouco mais, afinal o 
comportamento humano ainda contribui muito com os 
Incidentes na nossa organização, preste atenção e tome 
certos cuidados. 
Pressa é um substantivo feminino que representa a 
necessidadede se fazer algo rápido. 
É o oposto da calma ao agir. Um sujeito com pressa tende a 
ser precipitado, a fazer as coisas rapidamente sem cuidar 
dos pormenores. Quando alguém diz que precisa de algo 
com pressa, é porque tem urgência naquela coisa. A palavra 
associada aos verbos ter ou ser reforçam essa necessidade 
súbita, como em "estou com pressa", ou "tenho pressa". 
Na frase "ando devagar porque já tive pressa", da música 
Tocando em Frente, de autoria de Renato Teixeira, a pressa 
é colocada em oposição à palavra devagar. A interpretação 
desta frase leva em consideração as lições de maturidade, 
de uma serenidade representada pela calma de se andar 
devagar, que sobrepõe a ansiedade da juventude, 
correspondida pela palavra pressa. Onde a conduta segura 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
não podemos concordar sempre. 
Ação baseada na condescendência ou realizada por certa 
submissão censurável precisa ser entendida. Se tiver dúvidas 
pergunte não deixe passar. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
FRUSTAÇÃO, 
CANSAÇO, 
Outro senCtimOenMto qPueLdAevCemÊosNanCalisIAar é a Frustração que é 
um sentimento, uma emoção que ocorre quando algo que era 
esperado não ocorreu. É um substantivo feminino que 
nomeia o ato ou o efeito de frustrar-se, de não ter o seu 
desejo satisfeito. Desta forma temos que pensar, será que o 
meu desejo é a prioridade? será que não devo compartilhar e 
entender a situação? Procure analisar o todo e buscar sempre 
o ambiente seguro independente da sobreposição da opinião 
que beneficie um somente e sim o todo. 
Falamos de pressa, frustação e agora vem o cansaço que vem 
da Fadiga, canseira..... E cada pessoa tem que sinalizar a 
forma como este sentimento pode vim a prejudicar sua 
conduta em segurança, o que está me causando fraqueza? 
Qual é a real causa será que é o exercício físico, ou doença? E 
cada pessoa deve entender este sintoma e trabalhar suas 
limitações junto aos especialistas. 
Além de tudo isso existe um outro sentimento que podemos 
procurar entender que é a complacência que é uma tendência 
usual para concordar com outra pessoa na intenção de 
agrada-la ou para parecer agradável. Ato ou comportamento 
baseado nessa tendência; gentileza é sempre bem-vinda mais 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
NEGLIGENCIA 
Vamos entender um pouco de legislação 
O artigo 132 do Código Penal prevê o crime de perigo, ao dizer 
"Expor a vida ou saúde de outrem a perigo direto e iminente. 
Pena-Detenção de três meses a um ano, se o fato não constituir 
crime mais grave." É o que ocorre, quando o empregador ou 
seus prepostos ou empregados, visando motivação econômica, 
permitem que a saúde, a integridade física ou a própria vida de 
seus empregados ou colegas de trabalho, sejam expostas, 
conheça os conceitos: 
 
NEGLIGÊNCIA - É o termo que designa falta de cuidado ou de 
aplicação numa determinada situação, tarefa ou ocorrência, 
falta de atenção, não tomando as devidas precauções, ausência 
de reflexão necessária, inação, indolência, inércia e 
passividade, outro exemplo é um pai de família que deixa uma 
arma carregada em local inseguro ou de fácil acesso a crianças, 
pode causar a morte de alguém, por sua atitude negligencia. 
 
Tenha atitudes de interdependência, veja o quanto você pode 
fazer sem a supervisão cobrando você o tempo todo, veja o 
quanto você pode fazer da melhor maneira sua atividade com 
segurança, qualidade e respeitando o meio ambiente, veja o 
quanto você não precisa de alguém chamando sua atenção para 
com a segurança, para fazer um excelente trabalho cumprindo 
todos os procedimentos, usando todas as medidas de bloqueio 
para que atenue, minimize e até elimine o risco da atividade. 
Você é um profissional completo é interdependente, você cuida 
da sua segurança e da segurança do seu colega de trabalho. Não 
entre nesta armadilha 
U S O I N T E R N O 49 
atenue, minimize e até elimine o risco da atividade. Você é um profissional 
completo é interdependente, você cuida da sua segurança e da segurança do 
seu colega de trabalho. Não entre nesta armadilha 
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U S O I N T E R N O 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vamos entender um pouco de legislação 
O artigo 132 do Código Penal prevê o crime de perigo, ao dizer "Expor a vida 
ou saúde de outrem a perigo direto e iminente. Pena-Detenção de três 
meses a um ano, se o fato não constituir crime mais grave." É o que ocorre, 
quando o empregador ou seus prepostos ou empregados, visando 
motivação econômica, permitem que a saúde, a integridade física ou a 
própria vida de seus empregados ou colegas de trabalho, sejam expostas, 
conheça os conceitos: 
 
IMPERÍCIA - Constata em agir com inaptidão, falta qualificação técnica, 
teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da 
profissão, a incapacidade, a falta de habilidade específica para a realização 
de uma atividade técnica ou científica, não levando o agente em 
consideração o que sabe ou deveria saber, falta de habilidade ou 
conhecimento para realizar a contento determinado ato, um exemplo é um 
menor de idade que não possui CNH (Carteira Nacional de Habilitação) 
conduzir veículos e motos. 
 
Tenha atitudes de interdependência, veja o quanto você pode fazer sem a 
supervisão cobrando você o tempo todo, veja o quanto você pode fazer da 
melhor maneira sua atividade com segurança, qualidade e respeitando o 
meio ambiente, veja o quanto você não precisa de alguém chamando sua 
atenção para com a segurança, para fazer um excelente trabalho cumprindo 
todos os procedimentos, usando todas as medidas de bloqueio para que 
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IMPERICIA 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
para fazer um excelente trabalho cumprindo todos os 
procedimentos, usando todas as medidas de bloqueio para que 
atenue, minimize e até elimine o risco da atividade. Você é um 
profissional completo é interdependente, você cuida da sua 
segurança e da segurança do seu colega de trabalho. Não entre 
nesta armadilha 
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IMPRUDENCIA 
Vamos entender um pouco de legislação 
O artigo 132 do Código Penal prevê o crime de perigo, ao dizer 
"Expor a vida ou saúde de outrem a perigo direto e iminente. Pena- 
Detenção de três meses a um ano, se o fato não constituir crime 
mais grave." É o que ocorre, quando o empregador ou seus 
prepostos ou empregados, visando motivação econômica, 
permitem que a saúde, a integridade física ou a própria vida de 
seus empregados ou colegas de trabalho, sejam expostas, conheça 
os conceitos: 
IMPRUDÊNCIA - É o ato de agir perigosamente, com falta de 
moderação ou precaução, consiste na violação da regras ou leis, 
um comportamento de precipitação, outro exemplo é um 
motorista que dirige em velocidade acima da permitida e não 
consegue parar no sinal vermelho, invadindo a faixa de pedestres 
e atropelando alguém, agiu com imprudência. 
Tenha atitudes de interdependência, veja o quanto você pode 
fazer sem a supervisão cobrando você o tempo todo, veja o quanto 
você pode fazer da melhor maneira sua atividade com segurança, 
qualidade e respeitando o meio ambiente, veja o quanto você não 
precisa de alguém chamando sua atenção para com a segurança, 
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material orgânico, agentes redutores, ligas ferrosas e luz solar. 
O dióxido de cloro não é inflamável; no entanto, devido ao 
fato de liberar oxigênio durante a decomposição, é um 
acelerador de combustão extremo. 
Em área de operação como linha de fibras, porte sempre sua 
máscara de fuga. 
Conheça os produtos químicos do processo de celulose. 
52 
U S O I N T E R N O 
 
 
DIÓXIDO DE CLORO 
Dióxido de cloro é o principal agente branqueador usado na 
moderna fabricação de celulose de papel compatível com o 
meio ambiente. Até 99% de todo o dióxido de cloro produzido 
no mundo é consumido pela indústria de celulose. 
O dióxido de cloro é classificadocomo um perigo grave para a 
saúde. É um forte agente oxidante que é muito solúvel em 
água. O dióxido de cloro gasoso pode decompor de uma 
solução apresentando sérios riscos respiratórios agudos e 
crônicos. A estabilidade do dióxido de cloro na solução 
depende das temperaturas e pressões parciais. 
O dióxido de cloro gasoso tem características altamente tóxicas 
e a liberação de gás constitui um risco significativo e pode se 
tornar explosiva em concentrações superiores a 10% no ar. 
Consequentemente, o projeto e o controle adequados do 
sistema são necessários para evitar a decomposição 
involuntária do gás de dióxido de cloro, ao mesmo tempo em 
que permite um alívio seguro da pressão. 
O dióxido de cloro se decompõe facilmente para liberar 
oxigênio, calor e cloro gasoso. Evite qualquer contato com 
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ferramentas e efetividade dos resultados: trabalho seguro sem riscos 
de acidentes. 
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PERCEPÇÃO DE RISCO 
 
A percepção de riscos de uma atividade está diretamente ligada à 
cultura, à atitude e ao comportamento de cada colaborador. Tem a 
ver com o modo como as pessoas lidam com os riscos, como os 
percebem e os aceitam. Essa percepção é o ato de ter contato com 
um perigo por meio dos sentidos (ouvir, tocar, ver cheirar), 
interpretar essa informação e então decidir o que fazer. Quando você 
não tem uma visão ampla da atividade, executa ações apenas 
considerando o que está visível e acaba sendo reativo. Adotando 
ações reativas, você apenas identifica e age sobre o que não tinha 
sido identificado depois que aconteceram os desvios, incidentes e 
acidentes. A percepção dos riscos de uma atividade está diretamente 
ligada ao comportamento, atitude e cultura de cada um. Mas como 
você pode interpretar um risco ou um perigo através de sua 
percepção de risco? Você pode colocar em prática várias técnicas de 
percepção de risco, ex: análise preliminar de riscos, LT, registros de 
desvios. 
• Observe sempre todas as situações em sua volta. 
• Fique atento a postura dos colaboradores durante a execução de 
atividades nas áreas. 
• Verifique as condições físicas nas áreas. 
• Lembre-se de que você é fundamental na aplicação dessas 
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APP DE SEGURANÇANO TRABALHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 54 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
aumentando o risco de atropelamentos. Ao ter a visão ofuscada 
por outro veículo: 
✓Diminua a velocidade imediatamente, observando os veículos 
que vem atrás; 
✓Direcione o olhar para a sinalização horizontal na lateral da via, 
para mante o traçado da rodovia; 
✓ Sinalizar para o outro veículo para que baixe o farol. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
DIREÇÃO DEFENSIVA 
 
O condutor defensivo é aquele que adota um procedimento 
preventivo no trânsito, sempre com cautela e civilidade. O 
condutor defensivo não dirige apenas, pois está sempre 
pensando em segurança, em prevenir acidentes, independente 
dos fatores externos e das condições adversas que possam estar 
presentes, sempre com postura pacífica e consciência pessoal. 
Para uma boa direção defensiva, é importante: 
• Conhecer Leis e sinalização de Trânsito; • Saber o trajeto a ser 
percorrido; 
• Avaliar as condições do trajeto (Adversas-Período/Condições 
climáticas/Obstáculos na pista, etc). 
• Ter boas condições físicas e mentais para pegar a direção; 
• Conhecer e manter funcionamento básico do veículo; 
• Possuir práticas de direção defensiva; 
• Conhecimento adequado dos riscos das vias. Abaixo, você 
conhecerá algumas recomendações de segurança para condução 
defensiva em períodos noturnos: 
Tenha cuidado especial com as luzes dos veículos Ao dirigir à 
noite, a falta de luminosidade natural reduz a visibilidade, afeta a 
compreensão da sinalização e oculta perigos como curvas 
perigosas e obstáculos na via, além de pedestres e ciclistas, 
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Geralmente a audição volta ao normal após algum tempo (ex: 
show, baladas); 
•Perda aditiva permanente: após exposição repetida a ruído 
intenso. É irreversível pois destrói as células ciliadas dos 
receptores auditivos; 
•O som possui uma sensação agradável, em nível suportável e 
que não provoca irritação ou incomodo. Já o ruído tem 
sensação contrária, podendo até mesmo ser nocivo a saúde 
dependendo de sua intensidade. 
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I N T E R N O 
a 
U S O 
 
 
AUDITIV 
PROGRAMA DE 
CONSERVAÇÃO 
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR SOBRE O PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO 
DA AUDIÇÃO? O PCA – Programa de Conservação da Audição é 
um conjunto de medidas que visam a prevenção ou evolução de 
perdas auditivas nos trabalhadores que estão expostos a ruídos 
ocupacionais. Na Suzano, o PCA é coordenado pela área de Saúde 
Ocupacional, com base nos dados coletados através das 
dosimetrias de ruído. Seu objetivo é proteger os trabalhadores do 
excesso de ruído, adaptando a empresa as exigências legais, 
identificando funcionários com problemas na audição e 
promovendo melhorias na qualidade de vida. A poluição sonora 
hoje pode ser tratada como uma forma de contaminação. O ruído 
é um dos “contaminantes” mais comuns e encontrado em nosso 
dia a dia, no trabalho, nos ambientes urbanos e sociais e também 
no lazer. Conheça algumas definições: 
• Som: vibração que se propaga em forma de ondas que é 
percebida pelo ouvido; 
• Ruído: som sem harmonia, desagradável; 
• Trauma acústico: perda auditiva repentina, causada por um 
ruído de impacto (ex: explosão); 
• Perda auditiva temporária: após exposição a ruído intenso, 
mesmo em curto período, causando dificuldade em ouvir. 
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ABORDAGEM COMPORTAMENTAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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funcionando, não jogue no lixo, procure um destino adequado na 
sua empresa ou nas próprias lojas que vendem celular e peças; - 
Evite ficar por muito tempo no celular; - Quando estiver em um 
ambiente coletivo, ative o modo silencioso do aparelho; - 
Socialize mais com sua família e seus amigos. 
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I N T E R N O U S O 
 
 
UTILIZAÇÃO DO CELULAR 
 
O uso do telefone celular é prática habitual e preocupante nas 
diversas relações sociais atuais. Não são raras as vezes que nos 
deparamos com pessoas distraídas e curvadas sob seus 
“aparelhinhos” totalmente envolvidas em redes sociais e 
aplicativos de entretenimento, sem qualquer atenção aos fatos 
ou pessoas à sua volta. Estas cenas tornaram-se corriqueiras 
dentro das casas, nas ruas e, até mesmo, no ambiente de 
trabalho; a moda das redes sociais aumentou consideravelmente 
as formas e o tempo de interação entre as pessoas. Criou-se uma 
cultura em que é necessário estar conectado 24 horas, no 
entanto, muitas pessoas passam boa parte do horáriodo 
expediente no celular, causando queda de produtividade, 
diminuição na qualidade do trabalho e até mesmo acidentes. 
DICAS PARA USAR O TELEFONE COM SEGURANÇA: - Se estiver 
dirigindo, não use o celular, pois você poderá se distrair e causar 
um acidente; - Não caminhe enquanto fala ou digita, pois, sua 
percepção fica reduzida, podendo tropeçar, cair ou até mesmo 
ser atropelado ao atravessar uma via; - Evite deixar o aparelho 
debaixo do travesseiro quando dormir; - Durante o 
carregamento, procure deixa-lo afastado de materiais de fácil 
combustão, como colchões, sofás, móveis de madeira, roupas, 
etc; - Não fale ao celular quando estiver em carregamento na 
tomada ou em locais com umidade; - Utilize somente acessórios 
compatíveis e recomendados pelo fabricante, principalmente 
carregadores; - Se a bateria do seu celular não está mais 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
comunicar e compreender o que se diz; - perda da visão ou 
dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
ACIDENTE VASCULAR 
CEREBRAL AVCO AVC é a principal causa de morte no Brasil. A boa notícia é que 
até 90% dos fatores de risco da doença podem ser prevenidos. 
Cerca de 70.000 brasileiros morrem por ano vítimas de acidente 
vascular cerebral (AVC). Trata-se da principal causa de morte no 
país, tanto entre homens quanto entre mulheres, segundo o 
Ministério da Saúde. A doença é caracterizada pela falta de 
irrigação sanguínea numa parte do cérebro. Sem sangue, os 
neurônios presentes na região afetada não têm acesso a 
nutrientes e ao oxigênio e podem morrer. A gravidade do AVC 
depende da localização e do tamanho da área afetada, o que 
pode causar de sintomas leves até sequelas ou óbito. Há 2 tipos 
de derrames: isquêmico (80% dos casos) e hemorrágico (20% dos 
casos). O AVC isquêmico, ou AVC I, o agente é um coágulo, que 
bpor diferentes causas (como trombose, hipertensão e colesterol 
alto), obstrui um vaso que leva o sangue do coração para o 
cérebro: a artéria. O AVC hemorrágico ocorre quando alguma 
artéria se rompe, desencadeando uma hemorragia cerebral. 
Artéria são vasos (grossos e azuis) que levam o sangue bombeado 
no coração para todas as células e Veias são vasos (finos e 
vermelhos) que levam o sangue de volta ao coração. SINTOMAS E 
SINAIS DE ALERTA - dor de cabeça muito forte, de início súbito, 
sobretudo se acompanhada de vômitos; - fraqueza ou dormência 
na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetando um dos 
lados do corpo; - paralisia (dificuldade ou incapacidade de se 
movimentar); - perda súbita da fala ou dificuldade para se 
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ISOLAMENTO DE ÁREA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
equipamentos queimam com as descargas elétricas); 12- Se for possível permaneça 
dentro de sua casa até́́́a tempestade passar. Agora, se não for possível praticar 
nenhuma das dicas citadas, há mais um recurso segundo o Instituto de Tecnologia 
da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ): “Se você 
aberto, sem um abrigo próximo e sentir seus pelos arrepiados ou sua pele coçar, 
indicando que um relâmpago (raio) está prestes a cair, ajoelhe-se e curve-se para a 
frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles e nunca se deite no 
chão, que é pior”. Deste modo seu corpo estará́́ na posição de uma esfera e não 
́́́́ . Com estas informações seu verão será́́ bem 
̂ estiver em campo 
uma ponta, como na posição em pe 
mais seguro e sempre que possível divulgue-as para podermos contribuir com a 
diminuição do número de acidentes com raios. 
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I N T E R N O U S O 
 
 
NO VERÃO PROTEJASE DOS 
RAIOS SOLARES 
O verão chegou trazendo as fortes chuvas que caem após um dia bem quente e 
junto com elas vem os trovões e raios que requer muito cuidado. Para quem acha 
esse cuidado desnecessário, saiba que o país com maior incidência de raios no 
mundo é o Brasil, com cerca de 100 milhões por ano, vitimando centenas de 
pessoas, sendo algumas fatais. De acordo com os estudos, metade das vítimas 
fatais poderia ser preservada se as pessoas tivessem o conhecimento básicos de 
como agir nas situações de tempestade com raios, conforme descrito abaixo: 1- 
Não ande em topos de morros e campo aberto, incluindo campos de futebol, 
quadras e parques durante as chuvas e não segure objetos longos como vara de 
pescar; 2- Evite piscinas. Tecnicamente, é difícil que alguém seja atingido por um 
raio dentro da piscina, mas as instalações elétricas que normalmente estão a sua 
volta podem causar descarga elétrica; 3- Não procure abrigo em construções, 
porque há́́ ferros expostos que se tornam para-raios e podem dissipar a energia 
acumulada. Da mesma forma não ficar próximo de árvores, cercas, trilhos, postes e 
linhas de energia elétrica; 4- Evite o uso de aparelhos elétricos quando estiver 
chovendo (ferro, secador de cabelo, chuveiro, televisão, telefone ou celular se 
tiverem conectados a uma fiação); 5- O carro é um bom abrigo contra raios, porque 
a carroceria dá uma proteção aos que estão no seu interior. Você̂ ficará mais 
protegido dentro do carro do que fora dele, ao contrário de dirigir ou se abrigar em 
veículos sem capota, como alguns tratores, motocicletas e bicicletas; 6- Procure 
abrigo em prédios ou casa de preferência que tenham para-raios ou em abrigos 
subterrâneos, como metrô e túneis se possível; 7- Não empine pipas durante 
temporais; 8- Não tome banho durante as tempestades; 9- Evite ligar aparelhos e 
motores elétricos, para não queimar os equipamentos; 10-Não fique próximo de 
objetos metálicos (janelas, grades ou tomadas); 11- Os eletrodomésticos devem ser 
desligados da rede elétrica (Televisão, computador, telefones e vários outros 
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Esse é o primeiro passo: mostrar a ele que a brincadeira não está mais sendo 
saudável ou construtiva, que não existe mais diversão. Caso ele persista, informe a 
seu gestor. Faça o mesmo se você perceber que alguém está passando por essa 
situação. Vamos juntos construir um ambiente mais saudável e seguro para todos. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
BRINCADEIRAS NO AMBIENTE DE 
TRABALHO 
 
A amizade e o companheirismo no dia a dia são muito importantes para os 
colaboradores, gestores e, até mesmo, para o sucesso da empresa. Passamos em 
torno de nove horas diárias em nosso trabalho, convivendo diariamente com 
pessoas diferentes de nós. Muitas dessas pessoas acabam se tornando nossos 
amigos e isso é saudável. Contudo, é preciso ter limite – brincadeiras demais 
atrapalham! E atenção: elas podem colocar em risco a sua saúde e integridade 
física. Você sabe quando parar? O seu espaço acaba quando o espaço do outro 
começa. É difícil que saibamos quando a brincadeira vai sair do limite. Às vezes 
basta uma piada e o colega já se ofende e fica chateado. Mas e se a brincadeira for 
além? Infelizmente, ainda acontecem acidentes que envolvem brigas entre colegas 
de trabalho. Muitas delas começam com uma discussão por palavras que foram mal 
colocadas/entendidas ou mesmo agressão física por outros motivos, como uma 
ofensa - às vezes pode ser que a pessoa que fez a piada não teve a intenção de 
ofender, mas quem recebeu a piada se ofendeu. Outros acidentes acontecem 
envolvendo atitudes simples do dia a dia que podem ser evitadas. São exemplos: 
Brincadeiras com ferramentas de trabalho; Colocar as ferramentas do colega em 
lugares altos ou muito baixos, de difícil acesso; Trocar as ferramentas que devem 
ser usadas por outras que estão na manutenção para pregar uma peça no colega; 
Utilizar o ar comprimido para provocar o colega ou virá-lo contra seu próprio rosto 
ou roupa; Esconder EPI’s ou ferramentas do colega; Mover cadeiras ou bancos 
antes de o colega se sentar, causando tombos e ferimentos. Como você pode notar, 
existem diversos tipos de brincadeiras que podem acabar levando a uma confusão. 
Se você estiver sendo alvo de brincadeiras em excesso por parte de seus colegas de 
trabalho ou estiver estressado, é importante que você explique isso a seu colega. 
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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
U S O I N T E R N O 63 
 
 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
SEGURANÇANOAMBIENTEDO 
TRABALHO 
A legislação brasileira, através das Normas Regulamentadoras NR 4, 
NR 5 e NR 31 diz que o principal objetivo dos Departamentos de 
Segurança e Medicina do Trabalho e das Comissões Internas de 
Prevenção de Acidentes é promover a saúde e proteger a integridade 
física do trabalhador no local de trabalho, através de ações 
prevencionistas. Contudo, Segurança do Trabalho vai além do definido 
pela Lei onde existem equipes de pessoas com papéis definidos. 
Segurança do Trabalho deve ser uma cultura! Cultura é um conjunto de 
conhecimentos, crenças, lei, moral, costumes, hábitos e aptidões, que 
no caso da segurança, são voltadas as ações noambiente de trabalho. 
Os processos, procedimentos, programas e ferramentas de segurança 
que são desenvolvidos, só são efetivos quando há o empenho e 
compromisso de todos os envolvidos. Diretores, gerentes, 
supervisores, coordenadores, líderes e equipes operacionais tem papel 
decisivo para o sucesso das ações de prevenção. A postura de “dono 
do negócio” e a responsabilidade mútua, ou seja, ser responsável pela 
sua vida e do colega, são pontos fundamentais para a concretização do 
objetivo comum: evitar os acidentes. Sabemos que os acidentes podem 
acontecer, mas sabemos também que eles podem ser prevenidos se 
todas as medidas de proteção forem aplicadas, através da cultura de 
segurança. Um colaborador que não se dedica a prevenção, pode 
sofrer um acidente e levar as consequências também para casa. Todos 
perdem com um acidente. O cônjuge, os filhos e os pais são 
diretamente afetados quando seu ente querido se fere no trabalho, 
convivendo com a rotina da recuperação física, emocional e financeira. 
Os hábitos seguros aprendidos no trabalho através dos procedimentos 
e treinamentos, podem e devem se estender para casa e também para 
o lazer, onde são registrados vários tipos de ocorrências. De forma 
geral, o ambiente de trabalho não foi concebido para machucar as 
pessoas, sendo o aconchego do lar, o contato com a família, com os 
amigos e os momentos de descontração, fontes que renovam as 
energias para cada novo dia. Após um dia exaustivo de trabalho, o 
sentimento de dever cumprido é aquele de poder voltar bem para casa. 
Atitudes conscientes sempre fazem a diferença. Pratique Segurança! 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
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U S O I N T E R N O 
 
 
CADA UM NA SUA FUNÇÃO 
 
 
Em todas as empresas, cada colaborador tem um papel, uma missão, uma 
especialidade, uma função importante a desempenhar. Podemos comparar uma 
empresa a uma grande máquina, onde cada colaborador representa uma das peças 
integrantes da mesma que permite o seu pleno funcionamento. Quando qualquer 
peça de uma máquina apresenta defeito, seu funcionamento será prejudicado. Da 
mesma forma ocorre na empresa quando fatores comportamentais como dúvidas e 
incertezas dos colaboradores por falta de conhecimento das atribuições, 
contribuem decisivamente para os incidentes e acidentes de trabalho. É como se 
uma das peças da empresa tivesse apresentado defeito. "POR ISSO, NÃO DEVEMOS 
REALIZAR TRABALHOS PARA OS QUAIS NÃO ESTEJAMOS PREPARADOS ATRAVÉS DE 
FORMAÇÃO TÉCNICA, TREINAMENTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS". Não faça 
improvisações no trabalho! Utilize as ferramentas e os EPI’s corretos para a 
atividade; opere máquinas e dirija veículos de acordo com o curso de formação dos 
mesmos; faça os deslocamentos a pé ou por veículos pelos caminhos e trajetos 
indicados. O caminho mais rápido não significa necessariamente o mais seguro. 
Fazer bem feito, significa fazer com Qualidade e Segurança e acertar na primeira 
vez, evitando retrabalhos. Além de possuir treinamento e conhecimento da tarefa 
que irá realizar é também importante que tenha autorização da empresa, pois 
dessa forma não correrá o risco de desempenhar uma atividade indevida que não 
está sob sua responsabilidade. Ajude a manter atualizada sua Ordem de Serviço de 
Segurança. Outras atividades/equipamentos como esmerilhadeira, lixadeira, 
furadeira, conjunto oxi-acetilênico, serra circular, empilhadeira, guindaste, ônibus, 
caminhões munck e comboio, instalação e manutenção elétrica, trabalho em 
altura, espaço confinado, etc., somente podem ser realizados por trabalhador 
treinado, habilitado e autorizado pela empresa, em função dos perigos associados. 
IMPORTANTE: Faz parte da política das empresas autorizar seus colaboradores a 
executar somente as tarefas para as quais foram contratados e habilitados. 
Portanto, qualquer ocorrência de incidentes e acidentes que demostre o contrário 
será considerado desvio de função com a gestão de consequência associada. 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA 
COMO UTILIZAR 
 
Os respiradores do tipo PFF2 – Peça Facial Filtrante – para utilização contra poeiras, 
névoas e fumos são de uso descartável, ou seja, deve ser descartado ao final da 
atividade ou substituído após determinado período de uso, dependendo de seu 
estado e das características dos contaminantes do ambiente. Além de conhecer 
qual a finalidade de uso dessas máscaras de proteção, temos também que saber 
qual a maneira correta para utilizá-las. O uso inadequado e um respirador mal 
ajustado ao rosto permitirá a passagem de contaminantes, não garantindo a 
proteção. 
 
PASSO 1 Apoie o respirador no queixo e depois cubra a boca e o nariz. Passe o 
elástico inferior para a parte de trás do pescoço e o elástico superior para a parte 
de trás da cabeça, acima das orelhas. Com os dedos, ajuste o grampo nasal, 
moldando-o ao seu nariz. 
PASSO 2 Verificação de vedação: Cubra a maior parte do respirador com as mãos e 
inspire. Se houver vazamento de ar em volta do nariz, reajuste o grampo nasal. Se 
houver vazamento de ar pelas bordas do respirador, reajuste sua posição. 
PASSO 3 Esta é a forma correta para colocação deste tipo de respirador. 
IMPORTANTE LEMBRAR: a barba interfere na vedação das máscaras, por isso, 
pessoas com barba não podem utilizar respiradores que necessitam de vedação 
facial. Durante a utilização dos respiradores, se tiver dificuldades para respirar ou 
sentir cheiro ou gosto do produto, substitua a máscara por outra nova. Se tiver 
dúvidas quanto a utilização ou para informações adicionais, consulte a Segurança 
do Trabalho da sua unidade. 
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ARMAZENAMENTO OXICORTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
PROGRAMA PADRINHO OU 
MADRINHA DE SEGURANÇA 
 
Após análise dos acidentes de trabalho em 2018, evidenciou-se que 46% dessas 
ocorrências tinham o envolvimento de colaboradores com menos de 1 ano de 
empresa. Com isso surgiu o Programa Padrinho/Madrinha de Segurança, tendo 
como objetivo ampliar a garantia da atividade harmônica e o acompanhamento do 
novo colaborador dentro dos processos da empresa. O Programa consiste no 
acompanhamento de todos os colaboradores recém contratados que atuarão em 
áreas operacionais, estando sob supervisão de um padrinho/madrinha durante sua 
jornada. Serão quatro etapas durante o desenvolvimento do programa: 
Etapa 1 - Novo colaborador participa da Integração; - É apresentado ao Padrinho / 
Madrinha; - Recebe a identificação (capacete ou colete). 
Etapa 2 - Padrinho / Madrinha fornece instruções sobre todos os processos 
operacionais e de segurança, esclarecendo dúvidas, informando sobre novos 
processos e monitorando o andamento dessas ações; - Gestão da área e Segurança 
acompanham e orientam e intervém quando necessário. 
Etapa 3 - Padrinho / Madrinha realiza a avaliação do novo colaborador ao final do 
processo; - Novo colaborador realiza a avaliação do Padrinho / Madrinha ao final do 
processo. 
Etapa 4 - Se ele for aprovado, a identificação é removida e ele pode atuar na área 
de maneira autônoma; - Caso o novo colaborador seja reprovado, o processo de 
acompanhamento é reiniciado; - Segurança avalia e dá o aval para a liberação. Esse 
novo processo se torna fundamental para a garantia da integridade dos 
colaboradores, do cumprimento dos procedimentos e da continuidade operacional. 
Cada participante do programa tem como missão se emprenhar no cuidado com o 
outro! Em caso de dúvidas sobre a implantação do programa na sua unidade, 
consulte o PPG.12.00308 ou a Segurança do Trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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U S O I N T E R N O 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
MATRIZ DE TREINAMENTO DE 
SEGURANÇA 
 
Os treinamentos de segurança fazem parte do conjunto de ferramentas queajudam 
a capacitar pessoas para reconhecer, avaliar e controlar riscos inerentes a 
atividades que são executadas na área de forma rotineira. Alguns treinamentos são 
obrigatórios por lei, outros são baseados em condição de riscos e experiência 
operacional, mas todos são importantes para evitar acidentes e riscos ocupacionais. 
Visando maior visibilidade e confiabilidade, temos a Matriz de Segurança, um 
sistema que controla os treinamentos obrigatórios, nela o colaborador consegue 
visualizar todo o processo de treinamento e exame médico, emitir os certificados 
dos treinamentos e crachás de NR’s. Veja abaixo o que é possível fazer neste 
sistema: 
Segurança do Trabalho 
Cadastrar treinamentos online e presencias; 
Criar os agendamentos de treinamentos presenciais; 
Indicar os treinamentos aos colaboradores em conjunto com o Gestor; 
Lançar as presenças e notas dos colaboradores. Departamento Médico 
Lançar datas e resultados dos exames médicos; 
Liberar as NR’s conforme aptidão. Colaborador 
Verificar quais treinamentos ainda estão pendentes; 
Se matricular nos treinamentos presenciais indicados para seu cargo; 
Controlar os vencimentos de seus treinamentos; 
Controlar o vencimento de seu exame médico; 
Imprimir os certificados de seus treinamentos; 
Imprimir carteirinha com a liberação das NR’s. Gestor 
Verificar o indicador de realização dos treinamentos da sua equipe; 
Matricular os colaboradores da sua equipe nos treinamentos presenciais; 
Retirar relatórios detalhados das realizações dos treinamentos de sua equipe; 
Imprimir os certificados dos treinamentos da sua equipe; 
Imprimir carteirinha com a liberação das NR’s da sua equipe. 
 
 
 
 
 
 
 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
 
 
VESTIMENTA DE PROTEÇAO 
RETARDANTE A CHAMAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
visitantes de sua área e os que forem encontrados em trânsito sobre a forma de 
agir durante a emergência, se deslocar com calma em uma eventual situação, não 
tirar fotos ou fazer vídeos. O atendimento a emergência deve ser realizado 
somente por pessoas treinadas para essas situações. Se você tem alguma dúvida de 
como agir em uma emergência, se informe na sua unidade com seu gestor ou com 
a equipe de Segurança do Trabalho. 
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U S O I N T E R N O 
 
 
PLANO DE ATENDIMENTO A 
EMERGENCIA 
 
O Plano de Atendimento a Emergência e Contingência apresenta uma estrutura 
estratégica que ajudará a controlar uma situação de emergência, minimizando suas 
consequências negativas, garantindo a continuidade do funcionamento das 
unidades e integridade dos colaboradores. Algumas ações rotineiras contribuem 
para a garantia do plano, tais como: Conhecimento sobre os ramais de 
acionamento de emergência, rotas de fuga, pontos de encontro, extintores, 
botoeiras de alarmes; Manter entradas/saídas e equipamentos de emergências 
desobstruídos; Participar dos simulados de emergência, dirigindo-se ao Ponto de 
Encontro indicado; Informar ao superior imediato sempre que observar 
irregularidades nos equipamentos de emergência em sua área. É importante 
lembrar que TODOS têm sua responsabilidade na execução do plano: Bombeiros: 
devem planejar, organizar e executar as atividades relativas ao combate às 
emergências acionando os recursos necessários, sejam eles internos ou externos. 
Brigadistas: devem atuar no combate às emergências, quando acionados, auxiliar 
na desocupação e isolamento das unidades atingidas ou com potencial de serem 
afetadas, além de orientar os demais colaboradores envolvidos na desocupação 
das áreas; Segurança Patrimonial: reconhecer situações anormais durante a 
realização de rondas. Restringir o trânsito de veículos e pedestres nas áreas 
atingidas e manter controle sobre as entradas e saídas das unidades; 
Manutenção: fornecer apoio no atendimento à emergência, realizando atividades 
necessárias para o perfeito funcionamento do sistema de proteção e combate a 
incêndio; Demais colaboradores: conhecer os ramais para acionamento de 
emergência, rotas de fugas, pontos de encontro, tipos de alarmes, orientar os 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
quaisquer meios para anular o efeito de retração automática da lâmina; Sempre 
que houver ferramenta mais segura que possa substituir o uso do estilete, deverá 
ocorrer o acompanhamento e avaliação prévia da área de Segurança do Trabalho 
antes de sua utilização; Usar sempre lâminas afiadas e trocá-las sempre que 
perceber que está rasgando e não cortando o material (papel, por exemplo); 
Manter sempre à mão livre (e outras partes do corpo) longe da linha de corte e em 
sentido contrário; Utilizar luva resistente a corte; Não transportar o estilete nos 
bolsos, acondiciona-lo em bainhas ou bolsa própria; Antes de descartar as 
laminas dos estiletes o colaborador deve envolve-la com cuidado em diversas 
camadas de fita adesiva para cobrir pontos afiados para depois depositar no 
recipiente adequado para o seu descarte final. 
72 
I N T E R N O U S O 
 
 
UTILIZAÇÃO DE ESTILETES 
 
As ferramentas de corte se tornaram indispensáveis aos seres humanos desde o 
início da civilização quando eram feitas de pedras. No entanto, o seu manuseio 
gera muitos riscos específicos. As ferramentas manuais são responsáveis por um 
grande número de acidentes, muitas vezes graves e podem comprometer inclusive 
o movimento natural dos dedos das mãos, dentre outros problemas. O estilete é a 
variação moderna dessa ferramenta e hoje veremos que com adoção de medidas 
básicas e um pouco de atenção, conseguimos excelentes resultados na prevenção 
dessas ocorrências. Boa parte das dicas podem ser adotadas para outros objetos 
cortantes (facões, podões e etc.). Manuseie as ferramentas sempre pelo cabo; 
Nunca deixe sobre painéis, mesas, bancadas, armários ou caixas de ferramentas de 
maneira que possam causar algum acidente; Mantenha as ferramentas em local 
adequado, seja no armazenamento ou transporte; Verifique a ferramenta antes 
de usá-las. Atentar para o cabo, lâminas, pontos de fixação e conexões; 
Ferramentas com defeitos podem causar acidentes. Se notar qualquer problema, 
inutilize-a imediatamente; Não corte materiais em local improvisado. Utilize 
sempre uma bancada. Nunca use a mão como apoio; Utilize os EPI’s indicados 
quando necessário. Em caso de dúvida, consulte o Técnico em Segurança do 
Trabalho da sua unidade; Mantenha as ferramentas limpas e organizadas em seu 
local de armazenamento, assim como as lâminas recolhidas e/ou protegidas; A 
Suzano possui o procedimento especifico para utilização de estiletes: PPG.12.00110 
- Segurança na Utilização de Estiletes. Ele possui regras bem claras quanto a 
utilização dessa ferramenta: A utilização de estilete é proibida para todas as 
atividades administrativas; Para a atividade com utilização de estiletes, deverá 
haver uma MDR específica desse trabalho; Só poderão ser utilizados estiletes com 
mecanismo de segurança automático “auto retrátil”, sendo proibida a utilização de 
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PPG.12.00055 estabelece as diretrizes para trabalhos com esse tipo de 
equipamento. 
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PTA 
 
Por se tratar de uma atividade específica, algumas recomendações e regras de 
segurança precisam ser obedecidas durante a realização de atividades com 
plataformas aéreas, garantindo o trabalho seguro. 
1. Para operar o colaborador deve possuir a capacitação para operação da 
Plataforma de Trabalho Aérea e estar habilitado, assim como estar treinando 
na NR 35 (Trabalho em Altura); 
2. Preencher e liberar a Permissão de Acesso ao Trabalho (PAT) adotando todas as 
medidas descritas; 
3. Realizar e registrar inspeção prévia da PTA antes do uso; 
4. Manter cinto de segurança atracado no ponto destinado para este fim e usar 
demais EPI’s necessários a atividade; 
5. Isolar adequadamente a área de trabalho antes do início das atividades; 
6. Verificar se os controles do equipamentoestão devidamente identificados e 
em perfeito funcionamento; 
7. Verificar se o sistema sonoro automático de sinalização está acionado durante 
a subida e descida; 
8. Verificar se o dispositivo de parada de emergência está operante; 
9. Observar a distância mínima para trabalhos próximos a rede energizadas; 
10. Checar antes do trabalho as condições dos locais de trajeto, para garantir a 
estabilidade da plataforma durante seu deslocamento; 
11. Ao se deslocar, tenha atenção ao passar próximo a estruturas, tubulações, 
máquinas, etc. O ponto mais alto da plataforma é a cabeça dos ocupantes; 
12. Durante as atividades, é obrigatória a presença de um colaborador no solo, 
para monitoramento das condições de segurança durante a operação da 
plataforma, mantendo comunicação com a equipe executante. Lembre-se: o 
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condições abaixo: 
Cabos de descida frouxos ou rompidos; 
Captores caídos ou quebrados; 
Mastros caídos; 
Tubos de PVC quebrados; 
Isoladores quebrados ou inexistentes. 
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SPDA 
 
O raio é um fenômeno de natureza elétrica que deve ser conduzido o mais 
rapidamente possível para o solo, e esta função cabe ao SPDA - Sistema de Proteção 
contra Descargas Atmosféricas. O SPDA, sigla dada aos sistemas projetados para 
“disciplinar um caminho preferencial de uma descarga atmosférica para a terra, 
evitando acidentes em sentido amplo”, é um conjunto de instalações projetadas 
para proteção humana, prioritariamente, e de equipamentos elétricos e 
eletrônicos. Conhecido popularmente como “para-raios”, o SPDA cria um caminho 
com menor resistência para que os raios possam cair, reduzindo em muito a 
incidência de seus efeitos, tais como: destruição de estruturas, incêndios, óbitos de 
seres humanos. Nem toda edificação necessita de SPDA, sendo a análise acima feita 
por um engenheiro responsável, apta a indicar a necessidade. Além do projeto, a 
norma trata de instalação, vistoria, manutenção e inspeção do SPDA, como forma 
de manter íntegro o sistema, conforme projeto. No Brasil, segundo o INPE - 
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, cerca de 100 milhões de descargas 
elétrica atmosféricas ocorrem por ano, ocasionando cerca de 200 mortes/ano. 
Importante lembrar alguns cuidados necessários, em caso de tempestades/raios: 
Manter distância mínima de 3 metros das descidas de SPDA (cabos de cobre 
instalados geralmente nas colunas dos prédios); 
Não tocar em estruturas metálicas; 
Não realizar trabalhos com eletricidade; 
Não ficar em áreas abertas, ou próximo de árvores; 
Procurar prédios com SPDA para se proteger; 
Evitar utilizar telefones fixos. Agora que você já conhece um pouco sobre SPDA, 
poderá agir preventivamente na inspeção visual do sistema de sua área, avisando 
ao eletricista da área ou a Oficina Elétrica sempre que observadas algumas das 
DDS – DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA 
proteção contra fumos metálicos. 
Estes são alguns cuidados que devem ser tomados ao manusear gases. 
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GASESEESPAÇOCONFINADO 
Os resíduos gasosos deverão ser eliminados dos locais de trabalho através de métodos, 
equipamentos ou medidas adequadas, sendo proibido o lançamento ou a liberação de 
quaisquer contaminantes gasosos que ultrapassarem os limites de tolerância 
estabelecidos pela Norma regulamentadora. Em serviços de espaço confinado tenha 
certeza de que não há vestígio de gás nenhum antes de entrar, utilize exaustores, 
insufladores de ar, se necessário até detectores de gás. 
Quando os gases não são considerados resíduos, ou seja, participam diretamente em 
algum processo, a toxidez está diretamente ligada à quantidade de gás existente na 
atmosfera. Portanto, quanto maior a quantidade de gás no ambiente, maior o risco de 
problemas com este. 
Além disso, se há retenção de gás neste ambiente, há possibilidades de incêndios, 
explosões e intoxicações. Devemos tomar cuidado ao manusear todos estes gases, pois 
um desvio de atenção pode ser fatal para você e seus colegas de trabalho. 
A via preferencial de contaminação por gases é a via respiratória e por isto sua ação no 
organismo é muito rápida. Podendo causar a morte em questão de minutos. 
Os gases quando liberados em ambientes fechados tendem a ocupar o ambiente. Por 
isso tome cuidado ao entrar em espaços confinados. Quando temos um gás em 
determinado local a tendência deste é ocupar todos os espaços retirando o oxigênio do 
ambiente, que é vital para nossa sobrevivência, pois sem o oxigênio podemos ter desde 
uma parada cardiovascular com seqüelas como: paralisia facial, paralisia de membros, 
lesões cerebrais até o óbito. 
Quando executamos uma tarefa em que há liberação de gases como a solda com 
argônio, devemos usar sempre o tipo adequado de proteção para aquele tipo de gás. Ou 
seja, se vai entrar em espaço confinado deve-se utilizar equipamentos com suprimento 
de ar, se está em local com boa ventilação somente deverá ser utilizada máscara para

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