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5 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FARMÁCIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BIOMEDICINA DA UFMG Belo Horizonte OUTUBRO 2018 ii PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BIOMEDICINA DA UFMG Equipe responsável pela revisão do Projeto: Profa. Cristiane Alves Silva Menezes (coordenadora gestão 2017-2019) Profa. Ana Paula Lucas Mota (subcoordenadora gestão 2017-2019) Profa. Maria Gabrielle de Lima Rocha (membro NDE 2016-2020) Profa. Vanessa de Fátima Bernardes (membro NDE 2016-2020) iii APRESENTAÇÃO O Curso de Biomedicina da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi instituído em 2010, atendendo às demandas do Programa de Reestruturação das Universidades Federais (REUNI), dentro do Plano de Aceleração do Crescimento para a Educação previsto pelo Governo Federal. A idealização do Curso de Biomedicina partiu da iniciativa do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia, que em 2007 designou uma Comissão para elaborar uma proposta de criação, aprovada neste mesmo ano pela Congregação da Faculdade de Farmácia e pelo Conselho Universitário. Em 2008, iniciou-se a elaboração da primeira versão do Projeto Pedagógico do Curso, buscando definir as competências e conteúdos necessários para a formação do profissional Biomédico e planejar a operacionalização das atividades didáticas. Estes esforços culminaram na implantação do Curso em 2010. O Projeto Pedagógico aqui apresentado inclui as atualizações de corpo docente e das resoluções do Colegiado, da Universidade e do Ministério da Educação, incluindo a implantação do Núcleo Docente Estruturante (NDE) em 19/04/2012. Este documento mantém parte de sua concepção original elaborada e desenvolvida pela Comissão de Criação do Curso, inclui elementos da atuação das coordenações da gestão 2012-2014 e atualizações promovidas pelas gestões 2015- 2017 e 2017-2019, com a inclusão de disciplinas optativas visando incrementar a estrutura curricular. Dessa forma, no entendimento de que os currículos não são objetos estáticos e recebem, em sua concepção, intervenções de múltiplos agentes, a seguir são listados os professores que participaram direta e indiretamente da construção do currículo do Curso de Biomedicina, por meio de sua participação no Colegiado e NDE. iv Comissão de Criação do Curso de Biomedicina (2007-2009): Prof. Lauro Mello Vieira (FAFAR-UFMG) Profa. Ana Paula Salles Moura Fernandes (FAFAR-UFMG) Prof. Rômulo Teixeira de Mello (FAFAR-UFMG) Prof. Paulo Pimenta de Figueiredo Filho (Faculdade de Medicina-UFMG) Colegiado de Biomedicina Gestão 2010-2012: Profa. Leiliane Coelho André Amorim Profa. Ana Paula Salles Moura Fernandes Prof. Vicente de Paulo Coelho Peixoto de Toledo Profa. Marinez de Oliveira Souza Profa. Zenilda de Lourdes Cardeal Prof. Ricardo Toshio Fujiwara Colegiado de Biomedicina 2012-2014: Profa. Adriana Oliveira Costa Profa. Karina Braga Gomes Borges Profa. Lirlândia Pires de Sousa Profa. Prof. Vicente de Paulo Coelho Peixoto de Toledo Profa. Zenilda de Lourdes Cardeal Prof. Remo de Castro Russo Colegiado de Biomedicina Gestão 2015-2017: Profa. Cristiane Alves da Silva Menezes Profa. Ana Paula Lucas Mota Profa. Adriana Oliveira Costa Profa. Iêda de Fátima Oliveira Silva Prof. Liu Wen Yu Prof. Ênio Ferreira Colegiado de Biomedicina Gestão 2017-2019: Profa. Cristiane Alves da Silva Menezes Profa. Ana Paula Lucas Mota Profa. Maria Gabrielle de Lima Rocha (Titular) Profa. Adriana Oliveira Costa (Suplente) Profa. Iêda de Fátima Oliveira Silva (Titular) Profa. Maria José Nunes de Paiva (Suplente) Prof. Rodinei Augusti (Titular) Profa. Cláudia Carvalhinho Windmoller (Suplente) Representantes discentes: Marcos Jordan dos Santos Nunes (Titular) v Clara Tolentino Machado (Suplente) Membros do NDE do Curso de Biomedicina: Profa. Cristiane Alves da Silva Menezes (2017-2019) Profa. Ana Paula Lucas Mota (2018-2022) Profa. Vanessa de Fátima Bernardes (2016-2020) Profa. Maria Gabrielle de Lima Rocha (2016-2020) Professora Iêda de Fátima Oliveira Silva (2018-2022) Professor Alexander Birbrair (2018-2022) Professor Luis Henrique Franco (2018-2022) vi SUMÁRIO 1 Contextualização da Instituição...............................................................................................5 1.1 Identificação..........................................................................................................................5 1.2 Perfil Institucional ................................................................................................................6 1.3. Breve Histórico....................................................................................................................8 2 Contextualização do Curso ...................................................................................................11 2.1 Identificação da unidade e do curso....................................................................................11 2.2. Coordenação de Curso e Núcleo Docente Estruturante.....................................................12 2.2.1. Coordenadora do Curso..................................................................................................12 2.2.2. Subcoordenadora do Curso.............................................................................................12 2.2.3. Núcleo Docente Estruturante..........................................................................................12 2.3. Breve histórico da Unidade, do Curso e de sua criação na UFMG...................................13 2.3.1. Faculdade de Farmácia da UFMG .................................................................................13 2.3.2. O Curso de Biomedicina.................................................................................................15 2.3.3. A criação do Curso de Biomedicina na UFMG..............................................................18 3 Documentos Referentes às Bases Legais……………………………...………................…21 4 Requisitos de acesso ..............................................................................................................22 5. Objetivos...............................................................................................................................24 5.1. Objetivo geral.....................................................................................................................24 5.2. Objetivos específicos ........................................................................................................24 6 Perfil do egresso.....................................................................................................................24 7 Princípios teóricos e metodológicos......................................................................................27 8. Organização Curricular ........................................................................................................33 8.1. Percursos Curriculares.......................................................................................................37 8.2. Representação do currículo................................................................................................42 8.3. Instrumentos Metodológicos..............................................................................................44 8.4. Estágios supervisionados...................................................................................................45 8.5 Atividades Complementares………….........…………………………………………......46 8.6 - Monografia de Conclusão de Curso ……...........…………………………………….....478.7 Ementário............................................................................................................................48 9. Avaliação da aprendizagem .................................................................................................56 10 Políticas e programas de pesquisa e extensão......................................................................58 11. Disciplinas Semipresenciais................................................................................................60 12. Instalações, laboratórios e Equipamentos...........................................................................61 13 Biblioteca ............................................................................................................................63 14 Gestão do Curso ...............................................................................................................65 14.1 Colegiado…………......………………………………………....………………………65 14.2 Corpo Docente..................................................................................................................66 14.3 Funcionários Técnico-administrativos ............................................................................67 14.4. Núcleo Docente Estruturante ..........................................................................................67 14.5 Registros Acadêmicos ......................................................................................................68 15. Avaliação do Curso.............................................................................................................69 Referências ...............................................................................................................................71 Anexo A – Componentes curriculares obrigatórias .................................................................73 Anexo B – Componentes curriculares optativas ....................................................................121 Anexo C – Relação de Docente .............................................................................................155 vii Anexo D – Relação de Servidores Técnico-Administrativos da Fac. Farmácia ....................157 Anexo E – Ofício de Solicitação de Ajuste Curricular 2018…………………......................162 Anexo F – Matriz Curricular Proposta Após Ajuste 2018......................................................166 5 1 Contextualização da Instituição 1.1 Identificação Denominação: Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Mantenedora: Ministério da Educação Natureza Jurídica: Pessoa Jurídica de Direito Público Federal CNPJ: 00.394.445/0188-17 Endereço: Av. Presidente Antônio Carlos, 6627, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG, CEP: 31270-901 Telefone geral: +55 (31) 3409-5000 Email: reitor@ufmg.br Sítio eletrônico: http://www.ufmg.br. Ato Regulatório de Credenciamento: Lei Estadual No 956 de 07/09/1927. Validade vinculada aos ciclos avaliativos. Ato Regulatório de Recredenciamento: Lei Federal No 971 de 19/12/1949. Validade vinculada aos ciclos avaliativos. IC (Conceito Institucional) em 2009: 4 IGC (Índice Geral de Cursos) em 2009: 5 IGC Contínuo: 4,17 ENADE: 5 Reitora: Sandra Goulart Almeida, Gestão 2018-2022 mailto:reitor@ufmg.br http://www.ufmg.br/ 6 1.2 Perfil Institucional 1 A missão assumida pela UFMG é a geração e difusão de conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, destacando-se como Instituição de referência nacional na formação de indivíduos críticos e éticos, dotados de sólida base científica e humanística e comprometidos com intervenções transformadoras na sociedade e com o desenvolvimento sustentável. Estas prerrogativas visam ao cumprimento das finalidades estatutárias e do seu compromisso social. O Estatuto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aprovado em 5 de julho de 1999 pelo Conselho Universitário, descreve como finalidades precípuas da Instituição a geração, o desenvolvimento, a transmissão e a aplicação de conhecimentos, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, de forma indissociada e integrados na educação e na formação técnico- profissional dos cidadãos, bem como na difusão da cultura e na criação filosófica, artística e tecnológica. No cumprimento dos seus objetivos, a UFMG mantém cooperação acadêmica, científica, tecnológica e cultural com instituições nacionais e internacionais e constitui-se, também, em veículo de desenvolvimento regional, nacional e internacional. As Unidades Acadêmicas de Ensino Superior da UFMG são responsáveis por cursos de Graduação presenciais e na modalidade à distância, além de cursos de Pós-Graduação. Em 2010, a graduação disponibilizava 6610 vagas distribuídas em 75 cursos presenciais e 400 vagas em 5 cursos à distância. Os cursos de Pós-Graduação contabilizavam, neste ano, 58 de Doutorado, 68 de Mestrado, 81 de Especialização e 40 de Residência Médica, totalizando 14.838 vagas. No campo da pesquisa, atuam na UFMG 804 grupos formalmente cadastrados no Diretório Nacional de Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com atuação de mais de 1 Adaptado a partir de: MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – UFMG em números . Disponível em: <https://www.ufmg.br/conheca /nu_index.shtml>. Acesso em: 03 dez. 2012. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – Plano de Desenvolvimento Institucional 2008-2012. Disponível em https://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf. Acesso em 07 dez. 2012. https://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf 7 3600 docentes pesquisadores. Ainda no ano de 2010 a produção científica tipo 1 - representada por livro, capítulo de livro, trabalho completo em evento, artigo em periódico, edição ou organização de livro - totalizou 7690. Outras produções de destaque neste ano foram as patentes nacionais (369), Patentes internacionais (108) e tecnologias licenciadas (46). Pesquisa feita na Web of Science, considerando as Instituições Universitárias brasileiras que mais publicam artigos científicos de impacto, indica que a produção científica da UFMG ocupa a quinta posição, com média de citação por artigo de 2,61. Na vertente Extensão, a UFMG oferta Cursos de extensão, Programas e Projetos, além de inúmeros eventos e prestações de serviços, beneficiando, anualmente, um público que atinge mais de dois milhões e meio de pessoas. No ano base 2010, foram registrados 116 Programas, 607 Projetos, 361 Cursos, 367 eventos e 462 prestações de serviço. A inserção local, regional e nacional da UFMG tem sido operacionalizada por meio de projetos de cooperação com outras universidades do Estado e do País, oferta de ensino a distância e projetos de extensão universitária, ou de ação cultural, dentre os quais podem ser exemplificados o Projeto Veredas, no qual se insere a educação à distância, o Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, visando articular iniciativas para reduzir a pobreza e promover o reconhecimento da cultura local e o Projeto Manuelzão, com iniciativas para promover melhorias nas condições ambientais e qualidade de vida da população residente na bacia do Rio das Velhas. Destacam-se ainda as atividades realizadas no Hospital das Clínicas, unidade hospitalar de referência nacional integrante do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferece assistência ambulatorial, clínica e cirúrgica à população em geral, além dos programas de Internato Rural e Saúde da Família, todos eles com grande impacto social. Além da atuação comprometida com o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, econômico e social do Estado, da Região e do País, a UFMG busca a cooperação acadêmica e científica internacional, por meio da participação em redes e consórcios envolvendo instituiçõesde países da América do Sul e Europa, programas de intercâmbio discente tanto na Graduação e Pós- graduação e parcerias com Centros de Pesquisa e Universidades de 8 excelência internacional. Os convênios com instituições estrangeiras contabilizaram 268 no ano de 2010, com 264 estudantes de graduação e pós- graduação enviados para intercâmbio e 108 recebidos nas unidades da UFMG. Em 2016, estudantes do curso de Biomedicina da UFMG tiveram sua primeira participação no ENADE e o resultado foi recebido com grande orgulho pela comunidade acadêmica, sendo obtido o melhor desempenho entre as Universidades Federais brasileiras (conceito: 4,6285). 1.3. Breve Histórico2 A criação da UFMG teve seus primórdios na fundação da Universidade de Minas Gerais (UMG), pela Lei Estadual nº. 956, de 7 de setembro de 1927 após mobilização intelectual e política com participação essencial do então Presidente do Estado, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada. A UMG, que teve como primeiro reitor Francisco Mendes Pimentel, Diretor da Faculdade de Direito, reuniu à época quatro instituições de ensino superior existentes em Belo Horizonte, compreendidas pela Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina, Escola de Engenharia e Escola de Odontologia e Farmácia, criadas respectivamente em 1892, 1911, 1907 e 1911. A partir da criação da UMG, o governo estadual planejou a construção de um complexo universitário, na região de Lourdes e Santo Agostinho. Devido aos questionamentos sobre a limitação da área em termos de expansão futura da Instituição, outra área nas proximidades do Parque Municipal foi destinada a este complexo. No entanto, na conjuntura política da época, interessava ao Governo do Estado Novo manter as universidades longe das áreas centrais. Neste contexto, foi destinada à nova sede universitária uma fazenda desapropriada em 1942, situada em área suburbana na região da Pampulha, a Fazenda Dalva. 2 MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – História da UFMG . Disponível em: <https://www.ufmg.br/conheca /hi_index.shtml>. Acesso em: 03 dez. 2012. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – Plano de Desenvolvimento Institucional 2008-2012. Disponível em <https://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf>. Acesso em 07 dez. 2012. https://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf 9 A Universidade permaneceu como Instituição Estadual até 17 de dezembro de 1949, quando foi federalizada pela Lei No 971. A adoção do nome Universidade Federal de Minas Gerais ocorreu em 1965, por determinação do Governo Federal. Ao final de década de 1950, concluiu-se o Plano Diretor para a Cidade Universitária e tiveram início as obras de infraestrutura e apoio. Os prédios da Reitoria, do Estádio Universitário (atual “Mineirão”, na época a ser construído pelo Estado), do Instituto de Pesquisas Radioativas (atualmente sob a administração do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear - CDTN), dos Institutos de Mecânica e Eletrotécnica (atual Colégio Técnico) e de uma Unidade Residencial (hoje, Unidade Administrativa II), foram projetados e construídos. Em 1968 ocorreu a Reforma Universitária, que desencadeou uma modificação considerável na estrutura de ensino da UFMG. A antiga Faculdade de Filosofia foi desmembrada em Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Instituto de Ciências Biológicas, Instituto de Ciências Exatas, Instituto de Geociências, Faculdade de Educação e Faculdade de Letras. Desde a idealização do complexo universitário, passando por sua efetiva implantação, ocorreu a integração de diversas unidades no Campus, como a Escola de Arquitetura (1944), a Faculdade de Ciências Econômicas e Faculdade de Filosofia (1948), Escola de Enfermagem (1950), Escola de Veterinária (1961), Conservatório Mineiro de Música (1962), Escola de Belas Artes, Escola de Biblioteconomia (1963) que atualmente é a Escola de Ciência da Informação e Escola de Educação Física (1969), hoje denominada Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Em 1998, foi instituído o projeto Campus 2000, que previa a transferência de unidades acadêmicas da região central de Belo Horizonte para o Campus Pampulha. A Faculdade de Odontologia foi transferida em 2001 e em 2004, foi transferida a Faculdade de Farmácia. O projeto Campus 2000 previa também a ampliação, reforma e modernização de algumas unidades acadêmicas, resultando na transferência, para um novo prédio, da Faculdade de Ciências Econômicas (2008) e da Escola de Engenharia (2010). 10 Com a efetiva implantação do Campus Pampulha, outras unidades foram incorporadas à sua estrutura: a Escola de Educação Básica e Profissional, que abrange o Centro Pedagógico, o Colégio Técnico e o Teatro Universitário, os prédios da Administração Central da UFMG; a Praça de Serviços; a Biblioteca Universitária; a Imprensa Universitária; o Centro de Microscopia Eletrônica; os Restaurantes Universitários Setorial I e II; e a Estação Ecológica e o Centro de Desenvolvimento da Criança, administrada pela Prefeitura de Belo Horizonte a partir de 2007. Neste ano iniciaram-se os cursos de licenciatura na modalidade à distância, com oferta de um total de 500 vagas. Atualmente, fora do Campus Pampulha, a UFMG conta com o Campus Saúde na região central de Belo Horizonte, composto pela Faculdade de Medicina, a Escola de Enfermagem e o Hospital das Clínicas, considerado centro de referência e excelência regional e nacional em medicina de alta complexidade. A Faculdade de Direito e o Centro Cultural e do Museu de História Natural e Jardim Botânico também constituem unidades externas ao Campus Pampulha na capital. Fora desta, há o Núcleo de Ciências Agrárias, situado no Campus Regional de Montes Claros, e duas fazendas – uma experimental, em Igarapé, e outra modelo, em Pedro Leopoldo, ambas vinculadas à Escola de Veterinária. Em Diamantina está instalado o Instituto Casa da Glória (antigo Centro de Geologia Eschwege), órgão complementar e a Casa Silvério Lessa do Instituto de Geociências; e em Tiradentes, situa-se o complexo histórico-cultural dirigido pela Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, que compreende o Museu Casa Padre Toledo e os prédios do Fórum, da Cadeia e do Centro de Estudos. Com previsão para transferência para o Campus Pampulha, ainda constam a Faculdade de Direito e Escola de Arquitetura. 11 2 Contextualização do Curso 2.1 Identificação da unidade e do curso Curso: Biomedicina Unidade Sede: Faculdade de Farmácia Diretor da Unidade: Leiliane Coelho André - Gestão 2016-2020 Endereço: Av. Presidente Antônio Carlos, 6627, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG, CEP: 31270-901 Telefone: +55 (31) 3409-7451 Email: biomedicina@farmacia.ufmg.br Sítio eletrônico: www2.ufmg.br/biomedicina Ato legal autorizativo do Curso: Parecer 276/2009 de 19 de junho de 2009, Câmara de Graduação, Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Minas Gerais Portaria de Reconhecimento: Portaria N° 47 de 23 de janeiro de 2015 Número de vagas: 40 Turno de funcionamento: Noturno Carga horária total: 3210 horas Tempo de integralização mínimo: 9 semestres Tempo de integralização padrão: 11 semestres Tempo de integralização máximo: 18 semestres Modalidade: Presencial Formações Complementares: pré-estabelecidas em Gestão e Administração e em Saúde e Meio Ambiente e Formação Complementar Aberta. 12 2.2. Coordenação de Curso e Núcleo Docente Estruturante 2.2.1. Coordenadora do Curso: Nome: Cristiane Alves da Silva Menezes Gestão: 31/03/2017 a 30/03/2019 Formação acadêmica: Bacharel em Ciências Biológicas - Universidade Federal de Minas Gerais. 2001 Titulação: Doutorado em Biologia Celular - UFMG. 2006 Regime de trabalho: Dedicação ExclusivaTempo de Exercício em IES: 8 anos (desde julho de 2010) Tempo de Exercício na UFMG: 5 anos (desde dezembro de 2013) 2.2.2. Subcoordenadora do Curso: Nome: Ana Paula Lucas Mota Gestão: 31/03/2017 a 30/03/2019 Formação acadêmica: Farmácia com habilitação em Análises Clínicas e Toxicológicas - Universidade Federal de Minas Gerais. 2002. Titulação: Doutorado em Ciências Farmacêuticas, Programa de Pós- Graduação em Ciências Farmacêuticas, Universidade Federal de Minas Gerais. 2012. Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva Tempo de Exercício em IES: 13 anos (desde agosto de 2005) Tempo de Exercício na UFMG: 5 anos (desde dezembro de 2013) 2.2.3. Núcleo Docente Estruturante - Maria Gabrielle de Lima Rocha, Doutora em Ciências Farmacêuticas, Regime de Dedicação Exclusiva, membro desde 22/03/2016 e presidente do NDE desde 5 de outubro de 2018. - Cristiane Alves da Silva Menezes, Doutora em Biologia Celular, membro nato (coordenadora). 13 - Vanessa de Fátima Bernardes, Doutora em Patologia Geral, Regime de Dedicação Exclusiva, membro desde 22/03/2016. - Ana Paula Lucas Mota, Doutora em Ciências Farmacêuticas, membro desde 20/09/2018. - Professora Iêda de Fátima Oliveira Silva, Doutora em Patologia, Regime de Dedicação Exclusiva, membro desde 20/09/2018. - Professor Alexander Birbrair, Doutor em Neurociência, membro desde 20/09/2018. - Professor Luis Henrique Franco, Doutor em Imunologia Básica e Aplicada, membro desde 20/09/2018. 2.3. Breve histórico da Unidade, do Curso e de sua criação na UFMG 2.2.1. Faculdade de Farmácia da UFMG3 A criação da Faculdade de Farmácia, sede do Curso de Biomedicina, é anterior à existência da própria Universidade como instituição federal. Em 27 de agosto de 1911, o Prof. J. J. Gama Cerqueira apresentou o projeto de criação do Curso de Farmácia à Congregação da Escola Livre de Odontologia de Belo Horizonte, que passou então à denominação de Escola Livre de Odontologia e Farmácia. Por meio da Lei No 956 de 07 de setembro de 1927, a Escola Livre de Odontologia e Farmácia foi incorporada à Universidade de Minas Gerais (UMG), que incluiu também a Escola de Engenharia e as Faculdades de Medicina e de Direito. A partir desta data ela passou a se chamar Faculdade de Odontologia e Farmácia da UMG. Em 1960 iniciam-se os entendimentos visando à separação dos dois cursos, Farmácia e Odontologia. Nesta época, foram iniciadas as fundações do antigo prédio da Faculdade de Farmácia na Av. Olegário Maciel, 2360. Os dois Cursos foram separados em 9 de fevereiro de 1963, pela Lei No 4.208, criando- se a Faculdade de Farmácia e a Faculdade de Odontologia. A Unidade ainda 3 Adaptado a partir de: FACULDADE DE FARMÁCIA. História da Faculdade de Farmácia da UFMG. Disponível em < http://www.farmacia.ufmg.br/institucional1/historia.htm > Acesso em 07 dez 2012. http://www.farmacia.ufmg.br/institucional1/historia.htm 14 passou por uma modificação de denominação em 1964, para Faculdade de Farmácia e Bioquímica e em 1968 para Faculdade de Farmácia da UFMG. Em janeiro de 1984, a Faculdade de Farmácia passou por profundas reformas estruturais, levando à modificação de seus departamentos para a estrutura atual, composta pelos Departamentos de Farmácia Social, Produtos Farmacêuticos, Alimentos e Análises Clínicas e Toxicológicas. A esta época já funcionava o Curso de Pós-Graduação em Ciências de Alimentos (CPGCA), iniciado em 1974, primeiro vinculado à Diretoria e depois ao Departamento de Alimentos. Na década de 1990 foram criados o Curso de Especialização em Saúde Pública, com área de concentração em Medicamentos e o Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF). As atividades de pesquisa realizadas na Faculdade de Farmácia são intimamente vinculadas aos projetos desenvolvidos nos Cursos de Pós-Graduação. Na extensão universitária, a Faculdade de Farmácia vem, há vários anos, contribuindo para a sociedade na prestação de serviços. O Laboratório de Análises Clínicas realizou, durante seu funcionamento, exames laboratoriais em todas as áreas das análises clínicas para a comunidade universitária, particulares, empresas e associações conveniadas, a partir da sua inauguração em 1964. No final desta década, o Laboratório de Controle de Qualidade também iniciou atividades atendendo às demandas de análises do Ministério da Saúde. Outros laboratórios como o de Tecnologia Farmacêutica, Toxicologia Ambiental Ocupacional, Radiofármacos e Análise Microbiológica da Água também prestam ou prestaram serviços à comunidade externa à Unidade, dentro de suas especificidades de atuação ao longo destes anos. As atividades do Centro de Estudos de Medicamentos-CEMED também merecem destaque, pois desde sua criação em 1992, este centro fornece informações sobre medicamentos, através de consulta individualizada a profissionais, instituições de saúde e comunidade geral. As atividades de extensão influenciam as atividades de pesquisa na medida em que exigem o desenvolvimento de novas tecnologias e atualização de serviços, além de contribuir com o ensino, já que permite à comunidade acadêmica um contato 15 direto com as demandas do mercado de trabalho e a integração docente e discente com as necessidades da comunidade externa. Com a crescente ampliação de atividades na Faculdade de Farmácia, a estrutura física do prédio na área central de Belo Horizonte já não mais atendia aos requisitos para o funcionamento adequado do Curso e demais atividades da Unidade. Esta demanda foi incluída no Projeto Campus 2000, que visava à transferência de unidades da área central para o Campus Pampulha. A mudança tão almejada pela comunidade acadêmica foi concretizada em 2004, passando a Faculdade de Farmácia a funcionar em uma edificação planejada e estruturada para atender os quesitos de acessibilidade, e de segurança, dentre outros adequados ao ensino, à extensão e à pesquisa de qualidade. Neste contexto renovado e com forte estímulo do Governo Federal e da UFMG advindo do Projeto REUNI, surgiu a idéia de criação do Curso de Biomedicina na Faculdade de Farmácia. Em 06/09/2007, a Comissão designada pela Portaria ACT 004/2007, de 04/09/2007, constituída pelos professores: Lauro Mello Vieira, Rômulo Teixeira de Mello, Ana Paula Salles Moura Fernandes e Jane Maciel Almeida Baptista (suplente), apresentou ao Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia, a sua proposta de criação do Curso Noturno de Biomedicina para apreciação da Câmara Departamental e posterior aprovação pela Congregação da Faculdade de Farmácia da UFMG. 2.2.2. O Curso de Biomedicina4 O surgimento de uma nova profissão é um processo complexo e devem ser conhecidos os aspectos de natureza histórica, técnica e social envolvidos. 4 Contextualizado a partir de: CAMPOS, D.A.E.L; LOUREIRO, E.C.B.; CECCHI, J.; ABRAHÃO, M.A. Trajetória dos Cursos de Graduação na área da Saúde 1991-2004 - Biomedicina. Disponível em <http://portal.saude.gov.br/portal/saude/gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=39500 > Acesso em 07 dez 2012. 16 O Curso de Ciências Biomédicas- Modalidade Médica ou Biomedicina como é mais conhecido, foi pioneiramente implantado na Escola Paulista de Medicina em 1966, baseando-se nos conteúdos e duração dos cursos de bacharelado em Ciências Biológicas - Modalidade Médica, definidos no Parecer no. 571/66 do Conselho Federal de Educação. O Curso foi criado com objetivo de capacitar futuros docentes e pesquisadores nas áreas de biologia e medicina”. Posteriormente, outras instituições de ensino no país, passaram a oferecer a formação na área biomédica como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro- UERJ (1967), a Universidade Estadual Paulista deBotucatu-UNESP (1967), a Universidade de São Paulo/USP-Ribeirão Preto (1967), Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (1968), Centro Universitário Barão de Mauá-Ribeirão Preto (1970) e outras que se sucederam. Os egressos destas Instituições foram rapidamente absorvidos nas disciplinas básicas de suas próprias faculdades ou de outras escolas médicas públicas e privadas no país. Com o passar do tempo, porém, a necessidade de regulamentação profissional e definição de novas áreas de atividade profissional tornou-se imperativa. O reconhecimento legal da profissão se iniciou através da promulgação da Lei nº 6.684 de 03/09/1979, que regulamentava em conjunto as profissões de Biólogo e Biomédico e pela promulgação da Lei nº 6.686, de 11/09/1979, que dispunha sobre o exercício das análises clínico-laboratoriais pelo Biomédico. Esta, em seu Artigo 1º. diz: “Art. 1º - Os atuais portadores de diploma de Ciências Biológicas Modalidade Médica, e os que venham a concluir o curso até julho de 1983 poderão realizar análises clínico-laboratoriais, assinando os respectivos laudos, desde que comprovem a realização de disciplinas indispensáveis ao exercício desta atividade". Em 30/08/1982, a Lei nº 7.017 desmembrou as categorias de Biólogos e Biomédicos autorizando a criação dos Conselhos Federais e Regionais respectivos a cada profissão. Posteriormente, o Decreto nº 88.439 de 28/06/1983, veio regulamentar a profissão de biomédico. Este Decreto, no Capítulo das Disposições Transitórias, enunciava os limites impostos ao exercício das análises clínico laboratoriais, referida pela Lei nº 6.686, de 11/09/1979. Em 26/10/1983, a Lei no. 7135, buscou sanar estas restrições legais enunciando em seu Artigo 1º: 17 "Art. 1º. - Os atuais portadores de diploma de Ciências Biológicas Modalidade Médica, bem como os diplomados que ingressarem nesse curso em vestibular realizado até julho de 1983, poderão realizar análises clínico-laboratoriais, assinando os respectivos laudos, desde que comprovem ter cursado as disciplinas indispensáveis ao exercício dessas atividades". As restrições legais, ainda impostas pela referida lei, foram motivo de questionamento de inconstitucionalidade das mesmas perante o Supremo Tribunal Federal que através da Representação 1256-5 DF, de 20/11/1985, lavrou a seguinte ementa: "Decisão: Julgou-se procedente a Representação e declarou-se a inconstitucionalidade: I) da expressão "atuais" e das expressões "bem como os diplomados que ingressarem nesse curso em vestibular até julho de 1983", todas contidas no art. 1º. da Lei 6686 de 11 de setembro de 1979, na redação que lhe deu o art. 1º. da Lei 7135 de 26 de outubro de 1983; II) do artigo 2º. da Lei 7135 de 26 de outubro de 1983. Decisão unânime. Votou o Presidente. Plenário, 20/11/85". Em 24/07/1986 o Senado Federal promulgou a Resolução no. 86, com a seguinte redação em seu artigo único: "Artigo Único - E suspensa, por inconstitucionalidade, nos termos do artigo 42, inciso VII, da Constituição Federal e, em face da decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal, proferida em sessão plenária de 20 de novembro de 1985, nos autos da Representação nº 1256-5, do Direito Federal, a execução da expressão atuais e das expressões bem como os diplomados que ingressarem nesse curso em vestibular realizado até julho de 1983, todas contidas no artigo 1º. da Lei nº 6686, de 11 de setembro de 1979, da redação que lhe deu o artigo 1º. da Lei nº 7135, de 26 de outubro de 1983 e a execução do artigo 2º. desta última Lei". Estava assim, assegurado definitivamente, o direito do Biomédico de exercer as análises clínico-laboratoriais tanto almejadas pela categoria. Nos termos do art. 5º do Decreto Lei n.º 88439 de 28/06/83, o Conselho Federal de Biomedicina e os Conselhos Regionais de Biomedicina, foram criados, constituindo-se como Autarquias Federais, com Personalidade de Direito Público. Posteriormente, com o advento da Lei nº 9.649, de 27/05/1998, o Conselho Federal de Biomedicina - CFBM e os Conselhos Regionais de Biomedicina - CRBM's passaram a ter a natureza jurídica de pessoas jurídicas de Direito Privado, por delegação do Poder Público, continuando com a incumbência de fiscalizar o exercício da profissão de biomédico. 18 As atuais Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina foram aprovadas em 13/03/2002 pelo Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior (Parecer CNE/CES 0104/2002) e homologado pelo Senhor Ministro da Educação em 09/04/2002 (DOU 11/04/2002). As Diretrizes Curriculares dos Cursos de Biomedicina têm o mesmo objeto e objetivos estabelecidos para os Cursos de Graduação da Saúde: “Objeto das Diretrizes Curriculares: permitir que os currículos propostos possam construir perfil acadêmico e profissional com competências, habilidades e conteúdos, dentro de perspectivas e abordagens contemporâneas de formação pertinentes e compatíveis com referências nacionais e internacionais, capazes de atuar com qualidade, eficiência e resolutividade, no Sistema Único de Saúde (SUS), considerando o processo da Reforma Sanitária Brasileira. Objetivo das Diretrizes Curriculares: levar os alunos dos cursos de graduação em saúde a aprender a aprender que engloba aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a conhecer, garantindo a capacitação de profissionais com autonomia e discernimento para assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento prestado aos indivíduos, famílias e comunidades”. Quanto ao perfil do Profissional Biomédico, as Diretrizes Curriculares assim o definem: “Biomédico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual. Capacitado ao exercício de atividades referentes às análises clínicas, citologia oncótica, análises hematológicas, análises moleculares, produção e análise de bioderivados, análises bromatológicas, análises ambientais, bioengenharia e análise por imagem, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade” (Resolução CNE/CES 104/2002). 2.2.3. A criação do Curso de Biomedicina na UFMG No início de 2008, a comissão designada pela Portaria ACT 003/2008, constituída pelos professores Lauro Mello Vieira, Ana Paula Salles Moura Fernandes, Rômulo Teixeira de Mello e Paulo Pimenta de Figueiredo Filho, sob 19 a presidência do primeiro, elaborou a primeira versão do projeto pedagógico do curso. Durante a elaboração da proposta foram levados em conta vários fatores relevantes, de ordem social, estrutural e institucional, os quais se complementaram para estimular a proposição e implantação do Curso. Em primeiro lugar, a consolidação da Biomedicina como profissão no Brasil, contando com profissionais em cargos relevantes de ensino, de pesquisa e de variadas atividades relativas às análises clínico-laboratoriais. Além disto, o constante aumento da população e expectativa de vida nas últimas décadas vem sendo acompanhado por demanda crescente por serviços de saúde, o que tem ampliado a necessidade de profissionais que possam atuar em atividades de desenvolvimento da saúde humana e saneamento do ambiente, de forma integrada a outros profissionais da área. Outro fator importante na idealização do Curso foi o fato de a Faculdade de Farmácia e outras unidades participantes do Curso na UFMG contarem com capacidade física já instalada e vocação do corpo docente para o ensino, pesquisa e extensão em áreas de interesse à formação do Biomédico. Inclusive, a reestruturação dos cursos de Farmácia a partir da Resolução CNE/CES 02/2002 estabeleceu o perfil generalista para o farmacêutico,com foco no estudo do medicamento, em detrimento à formação específica no campo das análises clínicas. Com isso, ampliou-se o interesse do mercado pelo profissional biomédico que tem formação específica nesta área. Destaca-se ainda que na região metropolitana de Belo Horizonte eram ofertados 6 cursos de Biomedicina em instituições particulares, sendo o curso da UFMG o primeiro a ser oferecido em Instituição de Ensino Superior pública, promovendo maiores chances de acesso à formação superior gratuita, inclusive a alunos trabalhadores, uma vez que o Curso é noturno. A implantação do Curso buscou também integrar-se às expectativas de ampliação de oferta de novos cursos na UFMG, oportunizada pelo Programa 20 de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI)5. Dentre os princípios desta proposta, contemplados na concepção do Curso de Biomedicina, podem ser destacados: “- Estímulo à implantação de currículos arrojados, consistentes e enxutos, incorporando atividades acadêmicas de cunho multidisciplinar, que permitam a aproximação de alunos vinculados a áreas e cursos distintos. Postula-se, assim, um modelo de flexibilização curricular racional no uso dos recursos humanos disponíveis, capaz de possibilitar um atendimento academicamente sempre mais qualificado e quantitativamente mais extensivo. - Criação de um grupo novo de cursos, voltados para a inovação, que associe a competência instalada a trajetórias formativas inéditas, visando a graduar profissionais que só recentemente passaram a ser demandados pela sociedade e mesmo profissionais cuja demanda é esperada para os próximos anos. - Expansão de vagas prioritariamente dirigida ao turno noturno, em atendimento a resolução do Conselho Universitário, datada de 2003." Aprovada em 2009, a primeira versão do Projeto Pedagógico previa o início do Curso em 2010, em período noturno, tendo a Faculdade de Farmácia como unidade sede. Outras unidades da UFMG como o Instituto de Ciências Biológicas, o Instituto de Ciências Exatas, a Faculdade de Ciências Econômicas e a Escola de Engenharia seriam participantes. Em 2013 o Curso de Biomedicina recebeu representantes do MEC para visita in loco para avaliação e reconhecimento. O processo resultou em uma avaliação com conceito 4 - Muito bom, sendo o curso reconhecido pela Portaria N° 47 de 23 de janeiro de 2015. O processo de avaliação catalisou as amplas discussões realizadas no NDE, visando o aprimoramento do currículo, especialmente na questão de oferta de disciplinas optativas, tão importantes para fortalecer o caráter flexível da proposta curricular. 5 MINAS GERAIS, Universidade Federal . Programa De Apoio A Planos De Expansão E Reestruturação Das Universidades – REUNI. Disponível em < https://www.ufmg.br/reuni/wp-content/uploads/2007/11/ reuni-proposta-da-ufmg.pdf> Acesso em 07 dez 2012. https://www.ufmg.br/reuni/wp-content/uploads/2007/11/reuni-proposta-da-ufmg.pdf https://www.ufmg.br/reuni/wp-content/uploads/2007/11/reuni-proposta-da-ufmg.pdf 21 No ano seguinte, os trâmites para inclusão de uma série de disciplinas optativas e para outras alterações nas atividades complementares foram providenciados, culminando na proposta de Ajuste Curricular a ser implantado até 2016. Além de um incremento no rol de optativas disponíveis para integralização das Formações Complementares em Gestão e Administração e em Saúde e Meio Ambiente, o Ajuste inclui alterações de créditos em atividades complementares, como Iniciação à Pesquisa, à Docência e à Extensão. A participação dos alunos do Curso na Iniciação à Pesquisa merece destaque. 3 Documentos de referência e bases legais 3.1 – Documentos do Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior (CNE/CES), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (INEP) e da Comissão Nacional de Ensino Superior (CONAES): a) Parecer CNE/CES 104/2002, que aprova as Diretrizes Curriculares para os cursos de Biomedicina (BRASIL, 2002). b) Resolução CNE/CES n°2, de 18 de fevereiro de 2003. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina. c) Parecer CNE/CES nº 08/2007 (BRASIL, 2007a; 2007b), que dispõem sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. d) Resolução CNE/CES nº 02/2007 (BRASIL, 2007). Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. e) Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do INEP (BRASIL, 2008a). http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf 22 f) Resolução CONAES n°. 01, de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e dá outras providências (BRASIL, 2010b). g) Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. h) Resolução CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012 - Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. i) Resolução CNE/CP n° 01 de 22 de junho de 2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. 3.2 – Outros documentos: a) Projeto de Criação do Curso de Biomedicina pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas em 2009 (VIEIRA, FERNANDES, MELLO E FIGUEIREDO-FILHO, 2009). b) Plano de Desenvolvimento Institucional da UFMG para o período 2008- 2012 (MINAS GERAIS, 2008). c) Projeto pedagógico institucional (PPI) da UFMG para o período 2008- 2012 d) Resolução nº. 01/2010, de 23 de fevereiro de 2010, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que estabelece a composição do Colegiado do curso de Biomedicina (MINAS GERAIS, 2010). e) Resolução CEPE/UFMG nº. 15/2011, que cria o NDE dos Cursos de Graduação da UFMG (MINAS GERAIS, 2011). 4 Requisitos de acesso A admissão dos alunos no Curso de Biomedicina da UFMG segue as normas do Regimento Geral da UFMG, estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). A seleção dos candidatos às vagas para o curso de Biomedicina será efetuada, exclusivamente, com base nos resultados http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10889&Itemid= 23 obtidos pelo candidato no ENEM, por meio do SISU, cujo cronograma deverá ser publicado em edital do MEC. Outra opção de ingresso no Curso consiste no preenchimento de vagas remanescentes, pelas modalidades Reopção e a Rematrícula, regulamentada pela Resolução 03/2011 do Colegiado do Curso de Biomedicina, a Transferência e a Obtenção de Novo Título, regulamentadas pela Resolução 05/2007 do CEPE/UFMG. A Reopção pode ser requerida por alunos regulares de outros Cursos da UFMG que desejem transferência para o curso de Biomedicina, sem a necessidade de prestar Vestibular novamente. Como exigência, é necessário ter integralizado entre 35 e 75% dos créditos do curso de origem. A reopção é concedida apenas uma vez. A Rematrícula consiste na possibilidade de retorno do estudante excluído da Universidade desde que tenha integralizado, no mínimo, 50% dos créditos do currículo pleno de seu curso vigente. A Transferência é a modalidade na qual alunos oriundos de outras instituições de ensino superior podem ser admitidos no Curso de Biomedicina da UFMG, desde que haja afinidade do curso original. Como requisito para esta modalidade o candidato deverá ter integralizado 450 horas em sua instituição de origem e ter ainda a cursar no curso da UFMG um número mínimo de horas. Há ainda a Transferência Especial, que pode ser concedida aos servidores públicos federais e seus dependentes diretos,estudantes de instituições públicas, que tenham sido transferidos por exigência do serviço, conforme legislação federal. A Obtenção de Novo Título é a oportunidade oferecida aos diplomados em curso superior reconhecido, independentemente de concurso vestibular, de se matricularem no curso de Biomedicina com aproveitamento dos créditos já obtidos. De acordo com a Resolução no. 03/2004 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE-UFMG), será permitido o ingresso de refugiados políticos na UFMG, como alunos dos Cursos de Graduação. No caso do curso de 24 Graduação em Biomedicina, há disponibilidade de uma vaga, que deve ser preenchida de acordo com o disposto na referida resolução. 25 5. Objetivos 5.1. Objetivo geral Objetivo Geral: Formar biomédicos capacitados para compreender e intervir no processo saúde-doença e com competência técnica para exercer atividades inerentes à profissão de forma ética, cientificamente embasada, articulada com outras áreas da saúde e direcionada à melhoria da qualidade de vida das pessoas e comunidades. 5.2. Objetivos específicos Objetivos Específicos: a) Propiciar a aquisição e compreensão de conhecimentos sólidos de ciências básicas e aplicadas à área biomédica; b) Promover atividades pedagógicas que permitam o desenvolvimento de competências e habilidades específicas necessárias ao desempenho da profissão de Biomédico; c) Garantir a capacitação técnica e científica dos egressos para atuar em prol do desenvolvimento da saúde humana seja no diagnóstico, prognóstico ou acompanhamento do paciente. d) Promover o conhecimento para atuação no saneamento e conservação do meio ambiente; e) Incentivar o senso crítico, a autonomia e a corresponsabilidade dos estudantes pela qualidade de sua formação. 6 Perfil do egresso 26 A Biomedicina é definida como a ciência que conduz estudos e pesquisas no campo de interface entre medicina e biologia, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e eco-epidemiológicos, com intuito de encontrar suas causas, prevenções, diagnósticos e tratamentos. As Diretrizes Curriculares definem o Perfil do Profissional Biomédico como: “Biomédico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual. Capacitado ao exercício de atividades referentes às análises clínicas, citologia oncótica, análises hematológicas, análises moleculares, produção e análise de bioderivados, análises bromatológicas, análises ambientais, bioengenharia e análise por imagem, pautado em princípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade” (Resolução CNE/CES 104/2002)." O profissional Biomédico deve estar apto a realizar estudos e pesquisas clínicas, envolvendo as análises clínicas, genéticas e moleculares de fluidos e tecidos humanos. Os egressos dos Cursos de Biomedicina podem se dedicar à área de análises em laboratórios clínicos, atuar em pesquisas clínicas e experimentais em Universidades e Centros de Pesquisas, na docência em magistério superior e em atividades de biotecnologia, principalmente em indústrias de produção de insumos biológicos e de reagentes para diagnóstico laboratorial. O profissional Biomédico também pode participar de estudos de saneamento do meio ambiente, principalmente voltados à qualidade da água e do ar, bem como, a análise de dejetos de risco para a saúde humana e para o meio ambiente. Tendo como eixo norteador as Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES 104/2002), as competências e habilidades dos graduados em Biomedicina são definidas em caráter geral, inerente à area de saúde como um todo e em caráter específico, contemplando as atribuições do profissional Biomédico: a) Competências e habilidades gerais http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina http://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=An%C3%A1lises_cl%C3%ADnicas&action=edit http://pt.wikipedia.org/wiki/Gen%C3%A9tica http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Molecular&action=edit http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluidos 27 - Aptidão para ações de atenção à saúde, por meio da prevenção, promoção, proteção e reabilitação da mesma tanto em nível individual quanto coletivo, de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, com capacidade crítica e iniciativa para solução de problemas. - Capacidade de tomar decisões adequadas para garantir uso apropriado, eficácia e custo efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. - Habilidade de comunicação com outros profissionais de saúde e o público em geral e ciência da confidencialidade de informações em determinadas circunstâncias. - Aptidão para exercer liderança em equipe multiprofissional. - Aptidão para o gerenciamento dos recursos humanos, materiais e estruturais em equipes de saúde. - Capacidade de aprendizado contínuo e responsabilidade para a educação das futuras gerações. b) Competências e habilidades específicas - Respeito aos princípios éticos do exercício profissional. - Atuação nos diferentes níveis de atenção à saúde, de forma integrada com outros profissionais para assegurar bem-estar e qualidade de vida das pessoas, famílias e comunidades. - Reconhecimento da saúde como direito do cidadão e atuação no sentido de garantir a integralidade da assistência nos níveis preventivos e curativos, individuais e coletivos. - Capacidade de contribuir para a manutenção da saúde em qualquer contexto ético, político, social, econômico, ambiental e biológico. - Articulação do exercício da profissão com o contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social. - Emissão de laudos, pareceres, atestados e relatórios. - Conhecimento de métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos 28 - Realização, interpretação, emissão de laudos e pareceres e responsabilidade técnica por análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos e histoquímicos, biologia molecular, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de qualidade e normas de segurança. - Realização de procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises laboratoriais e toxicológicas. - Atuação na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de produtos obtidos por biotecnologia. - Realização de análises fisico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto. - Atuação na pesquisa e desenvolvimento, seleção, produção e controle de qualidade de hemocomponentes e hemoderivados, incluindo realização, interpretação de exames e responsabilidade técnica de serviços de hemoterapia. - Atenção individual e coletiva na área das análises clínicas e toxicológicas. - Gerenciamento de laboratórios de análises clínicas e toxicológicas. - Atuação na seleção, desenvolvimento e controle de qualidade de metodologias, de reativos, reagentes e equipamentos. - Assimilação das constantes mudanças conceituais e evolução tecnológica apresentadas no contexto mundial. - Avaliação e reação, com senso crítico, às informações que estão sendo oferecidas durante a graduação e no exercício profissional. - Formação de um raciocínio dinâmico, rápido e preciso na solução de problemas dentro de cada uma de suas habilitações específicas. - Adoção de espírito crítico e responsabilidade que permitam uma atuação profissional consciente, dirigida para a melhoria da qualidade de vida dapopulação humana. - Exercício do papel de educador, gerando e transmitindo novos conhecimentos para a formação de novos profissionais e para a sociedade como um todo. 7 Princípios teóricos e metodológicos 29 A integralização do Curso de Biomedicina da UFMG demanda um total de 3210 horas de atividades, com estágios obrigatórios supervisionados de 645h, correspondendo a 20% da carga horária total. Essa estrutura contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Biomedicina (Resolução CNE/CES n°2, de 18 de fevereiro de 2003). Em consonância com a Resolução CNE/CP 01/2004 várias disciplinas do Curso de Biomedicina abordam questões étnico-raciais e da cultura afro- brasileira ao longo do currículo. Na disciplina Introdução à Biomedicina, do primeiro período, são apresentados documentos referentes a essas temáticas, com discussão da importância histórica da marginalização de grupos específicos no Brasil e suas consequências na sociedade, em particular na saúde. Na disciplina de Genética, do terceiro período, são abordados aspectos biológicos das diferenças e semelhanças étnicas, discutindo-se o conceito biológico de raça, relacionando-o com genótipos prevalentes em determinadas populações. Também são promovidas discussões sobre questões éticas, permeando o histórico das ideias eugênicas e das lutas e conquistas das diversas etnias e populações mundiais. Na disciplina de Políticas de Saúde, do quinto período, é abordado o histórico das ações e serviços de saúde, considerando-se o acesso aos grupos menos privilegiados da população e suas consequências atuais. A equidade é abordada como diretriz do Sistema Único de Saúde e são discutidos Programas de Saúde para grupos específicos, voltados para a população indígena, idosos, população ribeirinha, dentre outros. Outra disciplina em que a temática étnico-racial é discutida é a de Ética e Legislação Biomédica, que inclui em seu conteúdo a legislação na pesquisa clínica sobre direitos de grupos específicos, como quilombolas e indígenas. Na disciplina de Hematologia Clínica são abordados conteúdos relacionados às principais doenças hematológicas que afetam grupos étnico- raciais distintos. Na disciplina optativa Desenvolvimento embrionário e Exames laboratoriais relacionadossão incluídos conteúdos que abordam as anomalias congênitas e susceptibilidade de desenvolvimento das mesmas por grupos étnico-raciais distintos. No primeiro semestre de 2018, foi criada a disciplina de Saúde, Gênero e Sexualidade onde temas relacionados à saúde em vários determinantes populacionais como a população LGBT, mulher negra http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf 30 e quilombola, população indígena, mulher em situação de vulnerabilidade e população em situação de rua foram abordados. Em relação à Resolução CNE/CP 2/2012, que estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Ambiental, a relação da Biomedicina com a preocupação ambiental é abordada já no primeiro período, na disciplina de Introdução à Biomedicina, uma vez que as atividades do Biomédico envolvem geração de resíduos químicos e biológicos que podem impactar o ambiente e a saúde. Essa temática também é abordada na disciplina de Química Geral, no mesmo período. Posteriormente, na Microbiologia Básica Biomedicina no 3° período, aspectos biológicos e ecológicos de microrganismos de interesse clínico e ambiental são discutidos no conteúdo programático. Na Parasitologia Humana, do 4° período, aspectos epidemiológicos das parasitoses humanas são discutidos, destacando-se algumas parasitoses em que as alterações ambientais resultam em aumento de incidência. A partir do 5° período, todas as disciplinas de conhecimento aplicado (Imunologia, Citologia, Bacteriologia, Bioquímica, Micologia, Parasitologia e Hematologia Clínicas, Biologia Molecular Aplicada, Radioisótopos e Gestão da Qualidade do Laboratório Clínico) abordam, em seus conteúdos, questões de biossegurança e descarte correto de resíduos em serviços de saúde, visando preservar o ambiente. Além disso, diversas disciplinas optativas também apresentam em seus conteúdos a temática de educação ambiental (Toxicologia Ambiental, Introdução à Ciência do Ambiente, Qualidade da Água e Saúde Ambiental e Gerenciamento de Resíduos de Saúde). Dessa forma, a educação ambiental é amplamente abordada de forma transversal no currículo do curso de Biomedicina. O currículo do Curso de Biomedicina da UFMG também têm inseridos, em sua estrutura, conteúdos relacionados aos Direitos Humanos, conforme preconiza a Resolução CNE/CP 01/2012. Na disciplina de Introdução à Biomedicina, no primeiro período, essa temática é pontuada, considerando a relação do futuro profissional com o paciente. Ainda no primeiro período, na disciplina de Anatomia Humana Básica, são pontuadas questões gerais de humanização, conduta ética, respeito ao cadáver e direitos humanos. Na disciplina de Políticas de Saúde e também na disciplina de Saúde, Gênero e Sexualidade, 31 os Direitos Humanos, em particular o direito à saúde, é amplamente abordado dentro dos princípios doutrinários e organizativos do Sistema Único de Saúde. Na disciplina de Ética e Legislação Biomédica, no sexto período, essa questão é explorada em conteúdos referentes aos princípios da dignidade humana, relação entre direitos humanos e ética, legislação sobre pesquisa científica utilizando seres humanos e papel do Biomédico na Saúde Pública. Na disciplina Desenvolvimento embrionário e Exames laboratoriais relacionados são abordadas questões relacionadas ao aborto e aos direitos humanos. Ainda como forma de efetivação da Educação em Direitos Humanos e reconhecimento e valorização das diferenças e diversidades da pessoa humana, o Curso conta com a disciplina optativa de Fundamentos de Libras. Além de contemplar as Diretrizes Curriculares Nacionais e Legislações vigentes, o Curso de Biomedicina busca adotar, em suas práticas pedagógicas, os princípios institucionais propostos pela UFMG, conforme, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão desta Instituição em 29 de março de 2007. Dentre estes princípios, a flexibilidade curricular está inserida no modelo organizacional do currículo do Curso, baseado na premissa de que o aluno tem a autonomia para propor o percurso de acordo com as alternativas de trajetória disponíveis. Ainda conforme o Projeto Pedagógico Institucional6, os currículos devem estar pautados em: - consistência e qualidade dos projetos acadêmicos, propiciando aos alunos liberdade de acesso ao conhecimento, autonomia intelectual, capacidade de aprendizagem continuada, atuação ética e formação em sintonia com as necessidades regionais e nacionais - inserção internacional de alunos de graduação em programas de mobilidade discente - a revitalização permanente com base em avanços conceituais e metodológicos 6 Contextualizado a partir de: MINAS GERAIS. Universidade Federal. Plano de Desenvolvimento Institucional: 2013-2017. Belo Horizonte, 2013. Disponível em: <http://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf>. Acesso em: ago 2015. http://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf 32 - estímulo ao desenvolvimento de projetos e programas inter, multi e transdisciplinares - integração permanente e efetiva entre os níveis e modalidades de ensino, pesquisa e extensão. No contexto destas diretrizes, a estrutura curricular do Curso de Biomedicina favorece a oferta/integralização de atividades acadêmicas em projetos de ensino, pesquisa e extensão, incentivada por meio de programas institucionais que oferecem bolsas acadêmicas de Monitoria, de Iniciação Científica e de Extensão, mediante seleção e regras pré-estabelecidas. Os estudantes contamainda com a possibilidade de participação no Programa de Educação Tutorial (PET), que oferece bolsas na linha temática Saúde e Ambiente, em projeto que integra vários cursos da área da saúde. Desta forma, a participação dos estudantes nestas atividades oferece um diferencial na sua formação, em consonância com as diretrizes institucionais: a monitoria estimula a fixação de conteúdos, o senso crítico e aprendizagem continuada, com a possibilidade de contribuir no processo de ensino- aprendizagem; a Iniciação Científica desenvolve a autonomia e permite a experiência na produção do saber científico; a Extensão e a participação no grupo PET viabilizam a associação do conhecimento acadêmico às demandas da comunidade, além de estimular a integração inter, multi e transdisciplinares de saberes. O estudante do Curso pode ainda se candidatar a programas acadêmicos internacionais, dentre os quais merece destaque o Minas Mundi e o Programa Ciência Sem Fronteiras, que oferecem a oportunidade de formação pessoal, acadêmica e profissional em instituições estrangeiras, contemplando assim as metas de inserção internacional da UFMG, conforme proposta do PDI 2013- 2017 da UFMG. Em consonância com essas metas, o Curso prevê o aproveitamento das atividades realizadas no intercâmbio acadêmico, na forma de disciplinas de conteúdo variável, mediante apresentação da documentação de intercâmbio e análise/parecer do Colegiado. Aliada à política institucional de programas acadêmicos que contribui para operacionalizar um currículo flexível e integrativo, o curso prevê também a 33 possibilidade de o aluno cursar disciplinas optativas oferecidas na Faculdade de Farmácia ou outras unidades para complementar a sua formação. Desta forma, o estudante pode ampliar seu entendimento sobre a relação de sua área de formação com outras áreas de conhecimento, uma vez que alguns conhecimentos vão além das áreas específicas de formação. Em suma, a estrutura curricular do Curso de Biomedicina visa à formação crítica e reflexiva do egresso, contemplando não somente a aquisição de conteúdos como também o desenvolvimento de atitudes formativas que o preparem para atuar em um mercado de trabalho em constante diversificação. 8. Organização Curricular O currículo, entendido como o conjunto de atividades acadêmicas que possibilitam a integralização do Curso de Biomedicina, foi estruturado de maneira flexível, com diversidade de conhecimentos que se integram no sentido de proporcionar os meios capazes de possibilitar ao egresso a inserção no meio profissional. O curso é organizado em períodos semestrais que totalizam a carga horária de 3210 horas, propiciando a formação do bacharel em Biomedicina. Os períodos possuem aulas de 50 minutos durante 18 semanas para que cada crédito de disciplina corresponda a 15 horas, conforme padrão estabelecido pela UFMG. Algumas disciplinas apresentam turmas compartilhadas com o curso de Farmácia Noturno. As unidades curriculares se inserem nas seguintes grandes áreas: Ciências Exatas - incluem-se os processos, os métodos e as abordagens físicos, químicos, matemáticos e estatísticos como suporte à biomedicina. Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, bem como processos bioquímicos, microbiológicos, imunológicos e genética molecular, em todo desenvolvimento do processo saúde-doença, inerentes à biomedicina. 34 Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais e conteúdos envolvendo a comunicação, a informática, a economia e gestão administrativa em nível individual e coletivo. Ciências da Biomedicina – incluem-se os conteúdos teóricos e práticos relacionados com a saúde, doença e meio ambiente, com ênfase nas áreas de citopatologia, genética, biologia molecular, eco-epidemiologia das condições de saúde e dos fatores predisponentes à doença e serviços complementares de diagnóstico laboratorial em todas as áreas da biomedicina. A organização das disciplinas é de responsabilidade da Faculdade de Farmácia e das outras unidades da UFMG, constituídas pelo Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Instituto de Ciências Exatas (ICEX), Escola de Engenharia (EE-DESA) e Faculdade de Ciências Econômicas (FACE). As atividades acadêmicas do curso podem ser categorizadas de modo a estabelecer um Núcleo de Formação Específica Comum, constituído de disciplinas de conhecimento básico e daquelas de conhecimento diretamente aplicado à área de atuação do biomédico e um Núcleo de Formação Complementar, que inclui disciplinas para incrementar a Formação Específica Comum, mediante a trajetória/percurso escolhido pelo aluno (Tabela 1). Tabela 1 – Distribuição das disciplinas obrigatórias e optativas do Curso de Biomedicina da UFMG por período acadêmico* Período Código Atividade Acadêmica Natureza Créditos Carga Horária 1 o UNI030 Introdução à Biomedicina OB 2 30h MOF034 Citologia e Histologia F OB 5 75h QUI203 Química Geral F OB 4 60h QUI204 Química Geral Experimental F OB 2 30h MOF009 Anatomia Humana Básica OB 3 45h 2 o BIG028 Genética F OB 3 45h EST083 Bioestatística Básica F OB 2 30h BIQ050 Bioquímica Celular F OB 5 75h FIB034 Biofísica B OB 2 30h QUI205 Química Inorgânica F OB 2 30h OP Carga Optativa OP 6 90 35 3 o QUI207 Química Orgânica F OB 4 60h FIB035 Fisiologia F OB 6 90h QUI208 Química Analítica F OB 7 105h BIQ602 Imunologia Básica OB 3 45h 4 o MIC120 Microbiologia Básica OB 4 60h PAR015 Parasitologia Humana F OB 3 45h BIQ058 Biologia Molecular F OB 2 30h PAG011 Patologia Geral F OB 6 90h FAR024 Farmacologia F OB 4 60h OP Carga Optativa OP 1 15h 5 o ACT613 Bioquímica Clínica I OB 6 90h ACT602 Citologia Clínica OB 4 60h ACT017 Biologia Molecular Aplicada OB 3 45h ACT605 Imunologia Clínica OB 4 60h OP Carga Optativa OP 3 45h 6 o ACT010 Bacteriologia Clínica OB 6 90h ACT081 Toxicologia Ambiental OB 4 60h ACT601 Bioquímica Clínica II OB 6 90h OP Carga Optativa OP 4 60h 7 o ACT606 Parasitologia Clínica OB 5 75h ACT616 Radioisótopos em Diagnóstico OB 3 45h ACT072 Micologia Clínica OB 4 60h ACT045 Hematologia Clínica OB 8 120h 8 o FAS012 Políticas de Saúde OB 2 30h ACT026 Ética e Legislação Biomédica OB 2 30h ALM027 Bromatologia OB 5 75h FAS028 Epidemiologia OB 3 45h ACT047 Atividade Integradora OB 2 30h OP Carga Optativa OP 6 90h 9 o ACT018 Gestão da Qualidade no Laboratório Clínico OB 2 30h Estágio em Ciências Biomédicas I OB 15 225h OP Carga Optativa OP 1 15h FL Carga de Formação Livre FL 2 30h 10 o Estágio em Ciências Biomédicas II OB 14 210h OP Carga Optativa OP 4 60h FL Carga de Formação Livre FL 2 30h 11 0 Estágio em Ciências Biomédicas III OB 14 210h Monogradia de Conclusão de Curso OB 2 30h OP Carga Optativa OP 2 30h * Linhas em destaque (fundo cinza) representam as unidades curriculares do Núcleo de Formação Complementar, as demais, do Núcleo de Formação Específica Comum. Todos os alunos matriculados no Curso de Biomedicina, independentemente do percurso adotado dentro das opções de formação disponíveis, devem obrigatoriamente passar pelas atividades acadêmicas do Núcleo de Formação 36 Específica Comum. Neste núcleo, portanto, estão inseridas as disciplinas obrigatórias, estando entre elas, àquelas relativas ao estágio supervisionado - denominado Treinamento Profissional - que contabilizam 645 h ou 20% da carga horária total do Curso, e o Trabalho de Conclusão do Curso, denominadoTrabalho Integralizador Multidisciplinar. Duas disciplinas destinadas a consolidar a integração dos saberes, denominadas Atividade Integradora A e Atividade Integradora B, também estão contemplados neste Núcleo Comum. No Núcleo de Formação Complementar é contemplado um elenco de disciplinas disponíveis para escolha do estudante, fechando a carga horária que lhe permitirá integralizar os créditos, seguindo uma trajetória definida de acordo com seu interesse pessoal de formação. A carga horária do Núcleo de Formação Complementar é dividida entre disciplinas de diferentes naturezas, definidas a seguir: a) Disciplinas optativas (OP): grupo de disciplinas listado na matriz curricular do curso que tratam de conteúdos que visam complementar os temas abordados nas disciplinas obrigatórias. O aluno pode, portanto, escolher quais as disciplinas que deseja cursar. Todavia, há uma carga horária mínima, definida para cada percurso preestabelecido (ver item seguinte), que deve ser cumprida para a integralização do curso. Assim, alunos que optam pelo percurso Saúde e Ambiente devem cursar 240h (16 créditos) de disciplinas definidas dentro do grupo G1 (disciplinas optativas específicas da formação complementar pré-estabelecida em Saúde e Meio Ambiente); se optarem por formação pré-estabelecida em Gestão e Administração, devem cumprir 240 h do grupo G2 (disciplinas optativas específicas da formação complementar pré- estabelecida em Gestão e Administração). As disciplinas optativas gerais do curso de Biomedicina são definidas dentro do grupo G9. b) Disciplinas de Formação Complementar Aberta (FCA): são disciplinas que não estão presentes no elenco de Optativas do Curso, ministradas em outras Unidades da UFMG e pertencentes a áreas afins à Biomedicina. As disciplinas desta modalidade são propostas pelo aluno de acordo com seu interesse pessoal, mas devem ser aprovadas pelo Colegiado, devendo somar 240h (16 créditos). 37 c) Disciplinas de Formação Livre (FL): são disciplinas que não constam da matriz curricular do curso e que são escolhidas livremente pelo aluno, ou seja, sem a necessidade de aprovação pelo Colegiado. Estas disciplinas geram a oportunidade do aluno complementar a sua formação, em qualquer campo do conhecimento, com base estritamente em seu interesse individual, sendo objeto de aproveitamento de créditos. Dentro desta modalidade o aluno poderá cumprir carga horária de 60 horas (4 créditos) em atividades acadêmicas curriculares de quaisquer cursos já existentes na UFMG, independentemente da conexão conceitual com a linha básica de atuação do curso. As atividades livres propiciam maior versatilidade na formação e podem ser úteis na definição do perfil do aluno, tanto para responder a um anseio de fundamentação acadêmica, como para atender demandas da sociedade. É importante destacar que o Núcleo de Formação Complementar viabiliza a operacionalização da flexibilidade curricular proposta pelas diretrizes institucionais, mantendo, ao mesmo tempo, a identidade da formação do Biomédico dentro de suas competências e habilidades. Neste sentido, a estrutura do Curso é organizada na forma de Percursos curriculares, conforme descrito e detalhado no item seguinte. 8.1. Percursos Curriculares Ao ingressar no curso, todos os alunos do Curso de Biomedicina estão vinculados à opção de percurso denominada Bacharelado com Formação Livre. A partir do 5o período, eles devem definir sua trajetória realizando a opção pelo Percurso Curricular. Independentemente do percurso escolhido, todos os alunos cursam todas as disciplinas obrigatórias e precisam cumprir uma carga horária de 60 horas em Formação Livre e também uma carga horária de 405 horas em disciplinas optativas. As disciplinas optativas estão classificadas em grupos para atender às diferentes opções de formação complementar, que são descritas abaixo: 1o - Bacharelado com Formação Livre: Este percurso provê uma formação padrão de Biomédico, destinada aos alunos que pretendem uma certificação sem desejar complementá-la com formações complementares. O aluno que 38 optar por se manter neste percurso cursa as disciplinas do Núcleo de Formação Específica Comum e cursa também disciplinas optativas para integralizar a carga horária total do curso. Ele as escolhe livremente dentre as oferecidas na grade curricular do Curso para integralizar um total de 405 horas. 2o- Bacharelado com Formação Complementar Aberta: Este percurso é voltado para o desenvolvimento da formação em áreas de atuação profissional não contempladas nas opções de formação complementar pré-estabelecidas do curso. Ele dá ao aluno a liberdade de complementar sua formação com uma carga horária de 240 horas em área relacionada à Biomedicina. O aluno, com o auxílio de um professor-orientador propõe um percurso de Formação Complementar Aberta composto por disciplinas da UFMG que não façam parte da matriz curricular do curso. Para garantir que a escolha do aluno mantenha afinidade com o Curso de Biomedicina, a proposta deve ser aprovada pelo Colegiado. Em síntese, o aluno que adota este percurso atende às disciplinas do Núcleo de Formação Específica Comum e escolhe 60 horas em disciplinas de Formação Livre, 165 horas dentre as disciplinas optativas G9 listadas na matriz curricular e também 240 horas em disciplinas de Formação Complementar Aberta. 3o- Bacharelado com Formação Complementar em Saúde e Meio Ambiente: Constitui uma das opções de formação complementar pré- estabelecida que pretende fornecer ao Biomédico o estudo aprofundado das questões relativas à interação entre seres vivos e meio ambiente e do papel desta interação na preservação das condições de saúde do ser humano. Em síntese, o aluno que opta por este percurso realiza as disciplinas do Núcleo de Formação Específica Comum, escolhe 60 horas em disciplinas de Formação Livre e 405 horas dentre as disciplinas optativas listadas na matriz curricular. Porém, destas ele deve, obrigatoriamente, cursar uma carga horária de 240 horas dentre as que pertencem ao grupo G1, Saúde e Meio Ambiente. 4o- Bacharelado com Formação Complementar em Gestão e Administração: Constitui outra proposta de formação complementar pré- estabelecida. Esta formação é oferecida no sentido de formar Biomédicos para ocuparem cargos de gestores a frente de laboratórios, indústrias e empresas ligadas às atividades biomédicas, incluindo Laboratórios de Análises Clínicas, 39 Toxicológicas, de Alimentos, Indústrias Alimentícias, Insumos Biológicos, Indústrias de Reagentes para diagnóstico laboratorial, Centros de Hemoterapia, etc. Da mesma forma que os demais percursos, demanda a realização de disciplinas do Núcleo de Formação Específica Comum, de 60 horas de disciplinas de Formação Livre e 405 horas de disciplinas optativas. Porém, no elenco de optativas oferecidas dentro da grade curricular do Curso, deve-se obrigatoriamente cursar uma carga horária definida (240h) dentro daquelas que pertencem ao grupo G2, Gestão e Administração. Em quaisquer dos percursos, o aluno deve cumprir 3210 horas, sendo, 2745 horas do Núcleo de Formação Específica Comum e 465h do Núcleo de Formação Complementar. A distribuição da carga horária em relação ao Núcleo de Formação, natureza de disciplinas e tipo de percurso está organizada conforme Tabela 2. Tabela 2 – Distribuição de carga horária no Curso de Biomedicina da UFMG, de acordo com o Percurso formativo e modalidade de disciplinas Percursos Núcleo Form. Espec. Comum Núcleo Formação Complementar TOTAL OB OP FCA FL CH C CH C CH C CH C CH C 1-Livre 2745h 183 405h 27 - - 60h 2 3210h 214 2- Aberta 2745h 183 165h 11 240h a 16 60h 2 3210h 214 3- Saúde e M. Ambiente 2745h 183 405h b 27 - - 60h 2 3210h 214 4- Gestão e Administração 2745h 183 405h c 27 - - 60h 23210h 214 OB: Disciplinas Obrigatórias CH: Carga Horária OP: Disciplinas Optativas C: Créditos FCA: Disciplinas de Formação Complementar Aberta FL: Disciplinas de Formação Livre a Elenco de disciplinas proposto sujeito à aprovação do Colegiado b Pelo menos 240h devem ser do grupo G1, Saúde e Meio Ambiente c Pelo menos 240 h devem ser do grupo G2, Gestão e Administração O elenco de disciplinas optativas disponibilizadas no Curso, com atividades variadas que vão desde a forma clássica de aulas téoricas, teórico-práticas ou 40 práticas, como as vivências como monitorias, projetos de pesquisa e/ou extensão, participação em congressos e eventos e estágios não-obrigatórios, estão listadas na Tabela 3. É importante reiterar que ao optar pelos Percursos de formação pré- estabelecidos em Saúde e Ambiente (Percurso 3) e em Gestão e Administração (Percurso 4), o aluno deve cumprir no mínimo 240 horas (16 créditos) de disciplinas com conteúdos inerentes à certificação (Tabelas 4 e 5). Tabela 3 - Disciplinas optativas do Curso de Biomedicina da UFMG, Grupo G9 Unidade da UFMG a Código Atividade Acadêmica Crédi- tos Carga Horária Aula Teórica Aula Prática Total FAFAR ACT008 Radiobiologia 3 30 15 45h ACT019 Virologia Clínica 2 10 20 30h ACT024 Top. Análises Clínicas e Toxicológicas C 3 45 0 45h ACT071 Toxicologia Ambiental 3 45 0 45h ACT075 Vivência Profissional Complementar 2 0 30 30h ACT073 Biotecnologia 3 30 15 45h ACT052 Tópicos em Biomedicina 1 15 0 15h ACT058 Sistemas de Gestão e Normatização da Qualidade no Laboratório Clínico 3 45 0 45h ACT074 Desenvolvimento embrionário e exames laboratoriais da gestante 2 15 15 30h ALM027 Bromatologia 5 54 21 75h FAS028 Epidemiologia 3 30 15 45h FAF092 Participação em Eventos 1 0 15 15h FAF080 Participação Projetos - Iniciação à Pesquisa 1 0 15 15h FAF084 Participação Projetos - Iniciação à Extensão 1 0 15 15h FAF088 Participação Projetos - Iniciação à Docência 1 0 15 15h ICB BIG053 Citogenética 3 45 0 45h MOF008 Embriologia Geral 2 30 15 30h ICEX QUI624 Química Analítica Instrumental F 6 0 15 90h FACE CIC010 Introdução à Contabilidade 4 0 15 60h ECN140 Introdução à Economia 4 60 0 60h CAD189 Teoria da Administração 4 60 0 60h CAD167 Administração Financeira 4 60 0 60h CAD009 Administração de Recursos Patrimoniais 4 60 0 60h CAD195 Administração da Produção e Operações 3 45 0 45h ENFER MAGEM ENA046 Riscos Ocupacionais em Saúde 2 30 0 30h ENA055 Gerenciamento de Resíduos de Saúde 3 30 15 45h 41 EE- DESA ESA008 Introdução às Ciências do Ambiente 2 30 0 30h ESA013 Qualidade da Água 4 45 15 60h UNI008 Saúde Ambiental 2 30 0 30h FALE LET223 Fundamentos de Libras 4 60 0 60h UNI003 Of. De LP: Leitura e Produção De Textos 4 60 0 60h Total 964 266 1335 a FAFAR: Faculdade de Farmácia, ICB: Instituto de Ciências Biológicas, ICEX: Instituto de Ciências Exatas, FACE: Faculdade de Ciências Econômicas, EE-DESA: Escola de Engenharia, Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, FALE: Faculdade de Letras b Percurso 1: Formação Livre, Percurso 2: Formação Aberta, Percurso 3: Formação em Saúde e Meio Ambiente, Percurso 4: Formação em Gestão e Administração Tabela 4 - Disciplinas optativas do Curso de Biomedicina disponibilizadas para formação complementar em Saúde e Ambiente, grupo G1 Tabela 5 - Disciplinas optativas do Curso de Biomedicina disponibilizadas para formação complementar Gestão e Administração, Grupo G2 Período Código Atividade Acadêmica Natureza Créditos Carga Horária ACT071 Toxicologia Ambiental OP 3 45h ACT073 Biotecnologia OP 3 45h ALM027 Bromatologia OP 5 75h ESA008 Introdução às Ciências do Ambiente OP 2 30h ESA013 Qualidade da Água OP 4 60h FAS028 Epidemiologia OP 3 45h UNI008 Saúde Ambiental OP 2 30h ENA046 Riscos Ocupacionais em Saúde OP 2 30h ENA055 Gerenciamento de Resíduos de Saúde OP 3 45h Total 27 405 Período Código Atividade Acadêmica Natureza Créditos Carga Horária ACT058 Sistemas de Gestão e Normatização da Qualidade no Laboratório Clínico OP 3 45h CIC010 Introdução à Contabilidade OP 4 60h CAD189 Teoria da Administração 4 60h CAD167 Administração Financeira OP 4 60h CAD009 Administração de Recursos Patrimoniais OP 4 60h CAD195 Administração da Produção e Operações OP 3 45h ENA046 Riscos Ocupacionais em Saúde OP 2 30h ENA055 Gerenciamento de Resíduos de Saúde OP 3 45h ECN140 Introdução à Economia OP 4 60h Total 31 465h 42 8.2. Representação do currículo de Biomedicina Versão 2018/1 PERÍODO ATIVIDADES E CARGA HORÁRIA CH Semestral 1º Introdução à Biomedicina (30h) Citologia e Histologia F (75h) Quimica Geral F (60h) Quimica Geral Experimental F (30h) Anatomia Humana Básica (45h) 240h 2º Biofísica B (30h) Bioquímica Celular F (75h) Química Inorgânica F (30h) Genética F (45h) Carga Optativa (120h) 300h 3º Fisiologia F (90h) Química Orgânica F (60h) Química Analítica F (105h) Imunologia Básica (45h) 300h 4º Biologia Molecular F (30h) Parasitologia Humana F (45h) Microbiologia Básica F (75h) Patologia Geral F (90h) Farmacologia F (60h) 300h 5º Biologia Molecular Aplicada (45h) Bioquímica Clínica I (90h) Citologia Clínica (60h) Imunologia Clínica (60h) Bioestatística Básica F (30h) Carga Optativa (15h) 300h 6º Bacteriologia Clínica (90h) Toxicologia Ambiental (60h) Bioquímica Clínica II (105h) Epidemiologia (45h) 300h 7º Bromatologia (75h) Micologia Clínica (60h) Radioisótopos em Diagnóstico (45h) Hematologia Clínica (120 h) Políticas de Saúde (30h) 300h 8º Ética e Legislação Biomédica (30h) Gestão da Quali- dade no Lab. Clínico (30h) Atividade Integradora (30h) Parasitologia Clínica (75h) Carga Optativa (90h) 300h 9o Estágio em Ciências Biomédicas I (225h) Formação livre (30h) Carga Optativa (45h) 300h 10o Estágio em Ciências Biomédicas II (210h) Formação livre (30h) Carga Optativa (60h) 300h 11o Estágio em Ciências Biomédicas III (210h) Monografia de Conclusão de Curso (30h) Carga Optativa (30h) 270h Carga Horária Total 3210h Núcleo Específico Comum (2745h= 183 créditos) Formação complementar (465h= 43 créditos) Disciplinas Obrigatórias Disciplinas Optativas Estágios obrigatórios Formação Livre 43 Optativas do Curso Percurso 1 - Formação Livre: 405 h de quaisquer das assinaladas Percurso 2- Formação Complementar Aberta: 165 h de quaisquer das assinaladas + 240h de outras no âmbito da UFMG (proposta sujeita a aprovação pelo Colegiado) Percurso 3 - Formação Complementar em Saúde e Ambiente: 240h das assinaladas + 165h das demais Percurso 4 - Formação Complementar em Gestão e Administração: 240h das assinaladas + 165h das demais Código Atividade Acadêmica Crédi- tos Percursos Carga Horária (h) 1 2 3 4 Aula Teórica Aula Prática Total ACT019 Virologia Clínica 2 10 20 30 ACT067 Toxicologia Forense 3 30 15 45 ACT090 Vivência Profissional Complementar 4 15 45 60 ACT073 Biotecnologia 3 30 15 45 ACT052 Tópicos em Biomedicina 1 15 0 15 ACT073 Biotecnologia 3 30 15 45 ACT058 Sistemas de Gestão e Normatização da Qualidade no Laboratório Clínico 3 45 0 45 ACT087 Reprodução Humana 2 15 15 30 ACT088 Tópicos em Biomedicina II 5 30 0 30 ACT089 Tópicos em Biomedicina III 3 45 0 45 ALM026 Introdução à Toxicologia dos Alimentos 2 30 0 30 FAF092 Participação em Eventos 1 0 15 15 FAF080 Participação Projetos - Iniciação à Pesquisa I 1 0 15 15 FAF081 Participação Projetos - Iniciaçãoà Pesquisa II 2 0 30 30 FAF082 Participação Projetos - Iniciação à Pesquisa III 3 0 45 45 FAF083 Participação Projetos - Iniciação à Pesquisa IV 4 0 60 60 FAF084 Participação Projetos - Iniciação à Extensão I 1 0 15 15 FAF085 Participação Projetos - Iniciação à Extensão II 2 0 30 30 FAF086 Participação Projetos - Iniciação à Extensão III 3 0 45 45 FAF087 Participação Projetos - Iniciação à Extensão IV 4 0 60 60 FAF088 Participação Projetos - Iniciação à Docência I 1 0 15 15 FAF089 Participação Projetos - Iniciação à Docência II 2 0 30 30 FAF090 Participação Projetos - Iniciação à Docência III 3 0 45 45 FAF091 Participação Projetos - Iniciação à Docência IV 4 0 60 60 FAF073 Tópicos em Estudos Avançados I 2 30 0 30 FAF074 Tópicos em Estudos Avançados II 4 60 0 60 FAS021 Uso da Informática para a Saúde Coletiva 2 15 15 30 44 Código Atividade Acadêmica Crédi- tos Percursos Carga Horária (h) 1 2 3 4 Aula Teórica Aula Prática Total FAS029 Estudos Ambientais Aplicados 2 15 15 30 BIG053 Citogenética 3 45 0 45 MOF008 Embriologia Geral 2 15 15 30 QUI624 Química Analítica Instrumental F 6 30 60 90 FIS093 Fundamentos de Física F 4 60 0 60 MAT130 Matemática 4 60 0 60 CIC010 Introdução à Contabilidade 4 0 15 60 CAD189 Teoria da Administração 4 60 0 60 CAD167 Administração Financeira 4 60 0 60 CAD009 Administração de Recursos Patrimoniais 4 60 0 60 CAD195 Administração da Produção e Operações 3 45 0 45 ENA147 Riscos Ocupacionais da Saúde dos Trabalhadores 2 30 0 30 ENA055 Gerenciamento de Resíduos de Saúde 3 45 0 45 ECN140 Introdução à Economia 4 60 0 60 ESA008 Introdução às Ciências do Ambiente 2 30 0 30 ESA013 Qualidade da Água 4 45 15 60 UNI008 Saúde Ambiental 2 30 0 30 LET223 Fundamentos de Libras 4 60 0 60 UNI003 Of. De LP: Leitura e Produção De Textos 4 60 0 60 Total 1980 8.3 Instrumentos Metodológicos Dentro da organização didático-pedagógica do Curso, as atividades acadêmicas são organizadas na forma de disciplinas cujas estratégias para ensino-aprendizagem são variadas e seguem as especificidades dos conteúdos: Aulas teóricas: A apresentação dos assuntos na forma de aula expositiva busca sistematizar o conhecimento de forma lógica, a fim de fornecer as suas bases teóricas. Aulas práticas: Grande parte do elenco de disciplinas oferecidas tem uma expressiva carga horária de prática laboratorial. A atividade profissional fim, que envolve a obtenção de dados, sua análise, validação de métodos, etc., depende da preparação de reagentes, manuseio destes e obtenção de resultados. O envolvimento do aluno com a prática laboratorial torna-se uma atividade fundamental na formação do biomédico. 45 Estudos de caso: A apresentação de casos problemas e interpretação com base nos conhecimentos teórico-práticos é outra estratégia adotada em algumas disciplinas, o que possibilita aos alunos inter-relacionar diferentes conteúdos para buscar o entendimento global das doenças, seus fatores determinantes e os meios de prevenção e controle. Grupos de discussão: A utilização de grupos de discussão também é adotada em algumas disciplinas, no entendimento de que o próprio aluno deve ser co- responsável por seu aprendizado, que é facilitado também pela troca de experiências e pontos de vista entre colegas. Apresentação de seminários: Algumas disciplinas utilizam a elaboração e apresentação de seminários por alunos, o que estimula não só a busca ativa de informações atualizadas como permite o desenvolvimento de habilidades de organização e comunicação. Estas estratégias são utilizadas nas disciplinas ministradas em sua forma clássica, em aulas presenciais, envolvendo a interação direta com o professor. Outras atividades acadêmicas também contempladas no currículo do curso são pormenorizadas nos itens seguintes. 8.4. Estágios supervisionados O Conselho Nacional de Educação e Câmara de Educação Superior, em sua Resolução CNE/CES 0104/2002 de 13/03/2009, menciona em seu item 4: “Estágio Curricular: A formação do biomédico deve garantir o desenvolvimento de estágios curriculares, sob supervisão docente. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá atingir 20% da carga horária total do Curso de Graduação em Biomedicina proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. O estágio curricular poderá ser realizado na Instituição de Ensino Superior e/ou fora dela, em instituição/empresa credenciada, com orientação docente e supervisão local, devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo de formação”. 46 Buscando seguir estas diretrizes, o Curso de Biomedicina da UFMG inclui carga horária total de 645 horas, correspondendo a 20,09% da carga horária total do curso. Estes estágios são atividades acadêmicas obrigatórias realizadas nos períodos mais avançados e visam dar ao aluno a oportunidade de vivenciar situações próprias do exercício profissional, sob a supervisão docente, em seus diferentes campos. As disciplinas recebem a denominação de Treinamento Profissional. A carga horária é dividida em três disciplinas, com as seguintes designações: - Estágio em Ciências Biomédicas I (225 h, 15 créditos) disciplina do 9º período - Estágio em Ciências Biomédicas II (210 h, 14 créditos) disciplina do 10º período - Estágio em Ciências Biomédicas III (210h, 14 créditos) disciplina do 11º período Os estágios deverão ter um professor Orientador, um supervisor no campo de estágio, Plano de Trabalho e Relatório Final, conforme requisitos apresentados na Resolução 02/2009 do CEPE/UFMG e com normas definidas pela Resolução 02/2016 do Colegiado de Biomedicina. Campos de estágio disponíveis para os alunos do Curso de Biomedicina, negociados pelo Curso, estão listados abaixo: 1. Laboratórios públicos da regional Norte e na região metropolitana de Belo Horizonte: convênio com a Secretaria de Saúde/Prefeitura de Belo Horizonte (SES/PBH). 2. Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Odilon Behrens, Belo Horizonte. 3. Semper, Hermes Pardini, Hospital Militar, Laboratório São Marcos, IPSEMG, Hospital Luxemburgo, Medcenter, Hospital Belo Horizonte, Hemominas, Laboratório Geraldo Lustosa e Clínica Pró-criar. Por meio das atividades nos locais do estágio, os alunos deverão desenvolver competências e habilidades inerentes ao exercício de sua profissão, adquirindo uma experiência preliminar no seu campo de atuação. 8.5. Atividades Complementares 47 As atividades complementares do Curso são constituídas de atividades variadas que o estudante pode realizar fora ou dentro da Universidade e que possam contribuir na sua formação como biomédico. Estas atividades são aproveitadas como créditos de disciplinas optativas para a integralização curricular, desde que obedeçam às normas específicas aprovadas pelo Colegiado. As atividades previstas são: a) Estágios optativos: Reconhecidos como atividade curricular optativa, na forma da disciplina Vivência Profissional Complementar, que integraliza 2 (dois) créditos, com normas definidas pela Resolução 01/2016 do Colegiado de Biomedicina. b) Participação em Congressos, Seminários, Encontros: Atividade reconhecida mediante comprovação pelo estudante, integralizando 01 (um) crédito na disciplina Participação em eventos, com normas definidas pela Resolução 06/2016 do Colegiado de Biomedicina. c) Participação em Projetos: A atuação comprovada em projetos é admitida para fins de integralização de créditos, nas disciplinas – Iniciação Científica I, Participação em Projetos – Iniciação em ExtensãoI e Participação em Projetos – Iniciação à Docência I. Cada modalidade integraliza 2 (dois) créditos, com normas definidas pela Resolução 01/2015 do Colegiado de Biomedicina. A participação do aluno em Programa de Educação Tutorial (PET) também inclui-se neste tipo de atividade. 8.6. Monografia de Conclusão de Curso A Monografia de Conclusão de Curso (MCC) é uma atividade interdepartamental a ser concluída no 11º período do Curso, com integralização de 2 (dois) créditos pela disciplina Trabalho Integralizador Multidisciplinar. A MCC constitui-se de um documento organizado na forma de uma revisão bibliográfica e/ou de um trabalho experimental redigido pelo estudante com intuito de prepará-lo para planejar, executar e apresentar os 48 resultados, seguindo normas de um trabalho científico, de modo a compilar conhecimentos adquiridos no curso com ênfase a um tema de seu interesse. O aluno será orientado a estabelecer o tema, bem como definir o orientador da MCC no período anterior (10º Período) à matrícula. Um professor Coordenador será designado para organizar a lista de orientadores e alunos, bem como as bancas e datas de apresentação do trabalho. O orientador deverá definir, junto ao aluno, o tema e as linhas gerais, assim como dar assistência para o desenvolvimento e da MCC. A avaliação será realizada na forma de apresentação com banca de avaliação, a ser designada pelo Coordenador da disciplina. Normas e os prazos para todas as atividades estão definidos sob a forma de Resolução 03/2015 aprovada pelo Colegiado do Curso de Biomedicina. 49 8.7. Ementário As ementas das disciplinas obrigatórias e optativas do Curso são apresentadas a seguir, sendo os conteúdos e bibliografias descritas nos anexos. 8.7.1. Atividades acadêmicas obrigatórias BIQ050 - BIOQUÍMICA CELULAR F: Relação de estrutura e função de biomoléculas. Mecanismos de catálise biológica. Biossíntese e degradação de biomoléculas. MOF009 - ANATOMIA HUMANA BÁSICA: Sistemas componentes do organismo humano: noções elementares. QUI203 - QUÍMICA GERAL F: Estrutura eletrônica dos átomos. Propriedades periódicas dos elementos. Ligações químicas. Íons e moléculas. Teoria dos orbitais moleculares. Teorias de ácidos e bases. Forças intermoleculares. QUI204 - QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL F: Medidas volumétricas, técnicas de manipulação e segurança, reações químicas, relações estequiométricas e preparo e análise de soluções. UNI030 - INTRODUÇÃO À BIOMEDICINA: A história e evolução da Biomedicina. Noções básicas sobre a atuação do biomédico e sobre a regulamentação da profissão. Diretrizes curriculares e o curso de Biomedicina da UFMG. Ato profissional e responsabilidade técnica. Campos de atuação e mercado de trabalho. BIQ058 - BIOLOGIA MOLECULAR F: Estrutura dos genes. Expressão e controle da expressão gênica. Aplicações da biologia molecular. BIQ602 - IMUNOLOGIA BÁSICA: Fundamentos de Imunologia. Respostas imunes inata e adquirida celular e humoral: células e moléculas envolvidas e mecanismos de ação. EST083 - BIOESTATÍSTICA BÁSICA F: A estatística nas ciências biomédicas. Análise descritiva e exploratória de dados. Introdução à probabilidade e aplicações. Modelos probabilísticos e aplicações. Introdução à inferência estatística: conceitos básicos. Comparação de dois grupos: inferência sobre médias e proporções. Análise de dados categorizados. MOF034 - CITOLOGIA E HISTOLOGIA F: Estruturas celulares, tecidos e sistemas orgânicos: aspectos fundamentais, correlação da organização morfológica com processos funcionais. BIG028 - GENÉTICA F: Bases genético-moleculares da herança. Base genética da variabilidade e de doenças. Recombinação e mutação. Estrutura, 50 função e expressão do genoma. Bases da variação e mecanismos de evolução. FIB034 - BIOFÍSICA B: Princípios físicos do sistema biológico. Biofísica de água, soluções e membranas. MIC120 - MICROBIOLOGIA BÁSICA - Biomedicina: Conhecimentos básicos de BACTÉRIAS, VÍRUS e FUNGOS, abordando: taxonomia, aspectos morfológicos estruturais, fisiológicos, genéticos e ecológicos, relação com hospedeiros incluindo aspectos das patogenias associadas, fundamentos de metodologias para o isolamento, identificação e controle dos mesmos; bem como os aspectos ambientais e biotecnológicos destes três grupos de micro- organismos. QUI205 - QUÍMICA INORGÂNICA F: Química de coordenação. Ligação química nos complexos. Espécies complexas em solução. Introdução aos mecanismos de reações nos complexos. Química dos elementos de interesse biológico. QUI207 - QUÍMICA ORGÂNICA I F: Estudo dos compostos de carbono: características, propriedades e nomenclatura; Introdução às reações orgânicas; Acidez-basicidade de compostos orgânicos; Estereoquímica, conformações, quiralidade e estereoisomerismo; Reações radicalares e reações iônicas: mecanismos de reação. FIB035 - FISIOLOGIA F: Funcionamento e regulação dos órgãos e sistemas humanos: fundamentos fisiológicos importantes para a prática farmacêutica. QUI208 - QUÍMICA ANALÍTICA F: Equilíbrios ácido-base, de complexação, de solubilidade, de oxirredução. Conceitos elementares para análise quantitativa. Métodos volumétricos: ácido-base, complexação, precipitação e oxirredução. PAR015 - PARASITOLOGIA HUMANA F: Agentes etiológicos de doenças parasitárias humanas, vetores e reservatórios. Aspectos morfológicos e taxonômicos dos agentes etiológicos. Reconhecimento morfológico das formas evolutivas. Ciclo biológico, transmissão, relação hospedeiro/parasito, patogenia, epidemiologia e profilaxia. ACT017 - BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA: Diagnóstico molecular de doenças de caracter genético ou identificação humana, clonagem e expressão de genes para o desenvolvimento de fármacos, vacinas e diagnóstico: principais técnicas e aplicações. ACT605 - IMUNOLOGIA CLÍNICA: Métodos de diagnósticos imunológicos: fundamentos, execução, interferências e problemas. Produção de reagentes para imunoensaios. Controle de qualidade de imunoensaios. FAR036 - FARMACOLOGIA BÁSICA Biomedicina: Aspectos básicos da farmacocinética, farmacodinâmica, fatores que interferem na ação de drogas, 51 farmacogenética, farmacologia molecular e ensaios biológicos. Relação estrutura química-atividade. Aspectos relacionados a substâncias endógenas e sua correlação com principais grupos de medicamentos. FAS012 - POLÍTICAS DE SAÚDE: Conceitos de saúde, processo saúde- doença. Modelos de atenção à saúde no contexto nacional e internacional. Evolução das políticas públicas de saúde no Brasil. Sistema Único de Saúde: princípios organizativos e doutrinários; leis que regem sua organização e financiamento. Níveis de atenção em saúde. Atenção Primária à Saúde. Estratégia de Saúde da Família. Políticas de saúde para grupos específicos. PAG 011 - PATOLOGIA GERAL F: Principais processos patológicos gerais e de algumas doenças importantes para o nosso meio: análise, demonstração e interpretação. Morfologia e correlação fisiopatológica, relação entre causa, desenvolvimento e conseqüências. ACT026 - ÉTICA E LEGISLAÇÃO BIOMÉDICA: Conceitos de ética. Direitos Humanos e princípios de dignidade humana e igualdade de direitos. Normas legais e administrativas que dispõem sobre a profissão biomédica no Brasil. Órgãos representativos e de fiscalização da profissão biomédica. Dimensão ética da conduta profissional a partir dos princípios, valores, deveres e direitos morais inscritos no Código de Ética da Profissão. ACT602 - CITOLOGIA CLÍNICA: Citologia do trato genital feminino. Métodos empregados em citopatologia. Análise e interpretação de esfregaços cérvico- vaginais. Correlação clínico-citológica. ACT613 - BIOQUÍMICA CLÍNICA I: Laboratório de análises clínicas: organização e padronização; fotometria; investigação laboratorial de anormalidades no metabolismo de carboidratos; lípides; proteínas;eletrólitos e minerais. Métodos bioquímicos utilizados no laboratório de análises clínicas: diagnóstico das diversas patologias com alterações nestes metabolismos. ACT601 - BIOQUÍMICA CLÍNICA II: Diagnóstico das diversas patologias relacionadas com alterações renais, hepáticas, endócrinas, ósseas, cardíacas e outras: métodos bioquímicos utilizados no laboratório de análises clínicas. ACT010 - BACTERIOLOGIA CLÍNICA: Infecções microbianas: etiologia, patologia, sintomatologia, profilaxia, epidemiologia e diagnóstico laboratorial. Atividade de antibióticos e quimioterápicos sobre os agentes infecciosos. ACT072ACT072 - MICOLOGIA CLÍNICA: Fungos como agentes de infecções humanas: principais características, interação com hospedeiro. Micoses superficiais, subcutâneas e profundas e respectivos diagnósticos. ACT016 - RADIOISÓTOPOS EM DIAGNÓSTICO: Radioisótopos em diagnósticos. Elementos sanguíneos radiomarcados. Alterações fisiopatológicas e radioisótopos. Diagnóstico de inflamação e infecção. Radioensaios. Ensaios imunoradiométricos. 52 ACT045 - HEMATOLOGIA CLÍNICA: Elementos sanguíneos: origem, evolução, morfologia, fisiologia e patologias. Exames hematológicos para diagnósticos clínicos: métodos e técnicas. ACT082 - ATIVIDADE INTEGRADORA: Interpretação clínica de exames laboratoriais, hematológicos, cropológicos, e bioquímicos. Trabalho de avaliação e análise de caso-problema referente às áreas do conhecimento. ACT606 - PARASITOLOGIA CLÍNICA: Fisiopatologia e diagnóstico clínico- laboratorial das principais parasitoses humanas. Indicação, fundamentos e análise crítica dos métodos usados no diagnóstico das parasitoses humanas. Execução das técnicas de diagnóstico das parasitoses humanas e interpretação clínica dos resultados. Novas perspectivas para o diagnóstico laboratorial das parasitoses humanas. ACT018 - GESTÃO DA QUALIDADE NO LABORATÓRIO CLÍNICO: Qualidade nas atividades de gestão e tomada de decisões em relação a procedimentos técnico-científicos e administrativos no laboratório clínico. Utilização de técnicas e atividades operacionais sistemáticas para a monitoração de processos. Aplicações de ações corretivas, preventivas e de melhoria contínua. Implementação de sistema da qualidade para garantir o atendimento aos requisitos da qualidade nas etapas pré, intra e pós-analítica. ACT083 – ESTÁGIO EM CIÊNCIAS BIOMÉDICAS I: Atividades de estágio curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. ACT084 - ESTÁGIO EM CIÊNCIAS BIOMÉDICAS II: Atividades de Estágio Curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. ACT086 – MONOGRAFIA DE CONCLUSÃO DE CURSO: Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico que integre diferentes áreas de conhecimento em análises clínicas e toxicológicas. ACT085 - ESTÁGIO EM CIÊNCIAS BIOMÉDICAS III: Atividades de Estágio Curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. ACT081 - TOXICOLOGIA AMBIENTAL: A Disciplina visa fornecer conhecimentos básicos e aplicados em Toxicologia Ambiental e sua relação com os processos produtivos que geram risco à saúde humana e proporcionar as ferramentas para identificar e qualificar os riscos químicos presentes no ambiente. Além de apresentar os principais contaminantes ambientais, contribuir para a formação de uma consciência crítica e social para questões ambientais e sustentáveis do ponto de vista da promoção à saúde. ALM 027- BROMATOLOGIA:: Alimentos e nutrientes: composição química e métodos físico-químicos de análise. Legislação e Vigilância sanitária 53 FAS028 - EPIDEMIOLOGIA: Conceitos e aplicações da epidemiologia como disciplina básica da saúde coletiva. Medidas de mortalidade e morbidade e os principais indicadores epidemiológicos e sua importância no planejamento das ações de saúde. Epidemiologia de doenças infecciosas e não infecciosas e transição epidemiológica. Testes diagnósticos e sua aplicação na saúde das populações. Principais delineamentos epidemiológicos. Análise crítica dos estudos epidemiológicos. Relação de causalidade nos estudos epidemiológicos. 54 8.7.2. Atividades acadêmicas optativas FAF092 - PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS: Atividades que demonstrem a participação do aluno em eventos científicos como: seminários, simpósios, congressos e cursos de curta duração organizados por instituições de Ensino Superior ou Sociedade Científica. FAF088 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À DOCENCIA I: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de ensino, no âmbito da UFMG. FAF089 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À DOCENCIA II: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de ensino, no âmbito da UFMG. FAF090 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À DOCENCIA III: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de ensino, no âmbito da UFMG. FAF091 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À DOCENCIA IV: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de ensino, no âmbito da UFMG. FAF080 - PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À PESQUISA I: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos de pesquisa para as quais tenha sido obtida bolsa de uma agência de fomento ou não. FAF081 - PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À PESQUISA II: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos de pesquisa para as quais tenha sido obtida bolsa de uma agência de fomento ou não. FAF082 - PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À PESQUISA III: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos de pesquisa para as quais tenha sido obtida bolsa de uma agência de fomento ou não. FAF083 - PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À PESQUISA IV: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos de pesquisa para as quais tenha sido obtida bolsa de uma agência de fomento ou não. FAF084 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À EXTENSÃO I: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de extensão. 55 FAF085 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À EXTENSÃO II: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de extensão. FAF086 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À EXTENSÃO III: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de extensão. FAF087 - DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À EXTENSÃO IV: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de extensão. ACT075 - VIVÊNCIA PROFISSIONAL COMPLEMENTAR: Atividades de estágio não curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. ACT019 - VIROLOGIA CLÍNICA: Estudo dos principais viroses humanas, incluindo aquelas viroses clássicas e aquelas consideradas atualmente como emergentes, patogenia, diagnóstico e epidemiologia dessas infecções. ACT073 – BIOTECNOLOGIA: Métodos de análise e purificação de proteínas. Clonagem, expressão e purificação de proteínas recombinantes. Análise Proteômica. Espectrometria de Massas. Produção de antisoros policlonais e monoclonais. Organismos geneticamente modificados, vacinas recombinantes e outras aplicações biotecnológicas. ACT052 - TÓPICOS EM BIOMEDICINA: Promoção de conhecimento atualizado de acordo com necessidades ou indicações do curso de Biomedicina. ACT088- TÓPICOS EM BIOMEDICINA II: Promoção de conhecimento atualizado de acordo com necessidades ou indicações do curso de Biomedicina. ACT089 - TÓPICOS EM BIOMEDICINA III: Promoção de conhecimento atualizado de acordo com necessidades ou indicações do curso de Biomedicina. ACT067 – TOXICOLOGIA FORENSE: Conceitos básicos em Toxicologia Forense; Amostras convencionais e não convencionais: características, coleta, transporte e armazenamento. Preparo de amostras e métodos analíticos. ACT058 - SISTEMAS DE GESTÃO E NORMATIZAÇÃO DA QUALIDADE NO LABORATÓRIO CLÍNICO: EMENTA: Normas regulamentares e a qualidade nas atividades de gestão e tomada de decisão referente aos procedimentos técnico-cientificos e administrativos no laboratório clínico. 56 ACT087 – REPRODUÇÃO HUMANA: Conhecimentos básicos das diferentes modificações sofridas pelo zigoto até alcançar os estágios de embrião e feto. Teratologia e uso de medicamentos durante a gestação. Exames laboratoriais importantes para gestantes. Alterações patológicas durante o desenvolvimento humano associadas a aspectos étnico-raciais relevantes. Criminalização do aborto, aborto e direitos humanos, uso ético de embriões. BIG053 – CITOGENÉTICA: Constituintes celulares ligados à hereditariedade. Estrutura cromossômica. Técnicas para estudos cromossômicos. Função cromossômica. Alterações cromossômicas numéricas e estruturais. Evolução cromossômica. CIC010 - INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE: Balanço patrimonial. Equação fundamental do patrimônio. Noções de débito e de crédito. Teoria geral das contas. Lançamentos em contabilidade e sistemas de escrituração. Balancete de verificação. Apuração de resultados. Demonstrações contábeis. CAD189 – TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO: Os primórdios da administração: revolução industrial, acumulação extensiva de capital e controle disciplinar do trabalho. Acumulação extensiva e a emergência do OCT: a idade de ouro do fordismo. As soluções emergenciais para administração do fordismo: relações humanas. A crise do fordismo e o modelo Japonês. A racionalidade instrumental; a abordagem sistêmica e contingencial e o institucionalismo. A administração e o caso brasileiro. CAD167 – ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA: Funções e técnicas de análise da administração financeira. Inter-relação com as demais áreas básicas da administração. CAD009 - ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS: Gestão de estoques e patrimônio, sistemas básicos de estocagem, transporte e manuseio de materiais. Compras: procedimentos e lote econômico, controle de patrimônio. CAD195 - ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES: A gestão de operações. Natureza e objeto da administração da produção. Tipos de processos produtivos e de arranjos físicos de instalações para a produção de bens e de serviços. Projeto detalhado de arranjo físico. PCP: plano de produção, programa-mestre de produção, MRP e atividades de programação e sequenciamento da produção. Gestão da qualidade e introdução à metodologia seis sigma. Métodos quantitativos aplicativos a operações: programação linear, teoria de filas e simulação. ENA147 – RISCOS OCUPACIONAIS DA SAÚDE DOS TRABALHADORES: A disciplina busca fornecer um referencial teórico que permite a articulação da categoria risco com os campos da Saúde do Trabalhador e da Epidemiologia, enfatizando de modo particular os riscos que envolvem o trabalhador da área da saúde, bem como os aspectos relacionados à prevenção, promoção, proteção e atenção. Com uma abordagem interdisciplinar enfoca o conceito de risco, vulnerabilidade e o estudo de políticas de proteção à saúde do trabalhador. 57 ENA055 - GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE: O gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em seus aspectos legais, técnicos e científicos. Manuseio, acondicionamento, coleta interna e externa, armazenamento, tratamento e disposição final de resíduos. Coleta seletiva. Programa de Gerenciamento de Serviços de Saúde. ECN140 - INTRODUÇÃO À ECONOMIA: Economia moderna capitalista do ponto de vista global: noção do funcionamento e dificuldades estruturais de uma economia subdesenvolvida. ESA008 - INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE: Noções de ecologia aplicada ao saneamento e meio ambiente. Noções de direito e legislação ambiental. Aspectos institucionais do saneamento e meio ambiente. Noções de saúde pública. Efeitos da poluição no ambiente e na saúde pública. Noções de ecoToxicologia Ambiental e bio-estatística. ESA013 - QUALIDADE DA ÁGUA: Elementos de química aquática. Parâmetros físico-químicos de qualidade da água (importância, métodos de medição, aplicações na engenharia sanitária e ambiental). Elementos de microbiologia e hidrobiologia. Parâmetros microbiológicos de qualidade da água (importância, métodos de medição, aplicações na engenharia sanitária e ambiental). LET223 - FUNDAMENTOS DE LIBRAS: Visão sócio-antropológica da Surdez. Aspectos históricos da Educação de Surdos e da formação da Libras. Relações entre surdos e ouvintes (educador, intérprete e família) e seu reflexo no contexto educacional. Noções básicas da estrutura lingüística da Libras e de sua gramática. Filosofias educacionais aplicadas aos Surdos e sua produção textual. Comunicação Básica em Libras. UNI003 - OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA/ LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS: Nesta oficina pretende-se desenvolver várias habilidades de escrita e de leitura de gêneros textuais importantes no âmbito acadêmico como esquema, resumo, resenha, projeto e relatório de pesquisa, bem como discutir e refletir vários aspectos da língua portuguesa, relevantes para a lide com esses textos. Serão produzidos textos de vários gêneros acadêmicos na modalidade escrita, visando o aprimoramento da textualidade e de aspectos da norma culta que se fizerem necessários. MOF008 - EMBRIOLOGIA GERAL: Aspectos fundamentais do desenvolvimento do embrião e de seus anexos embrionários: da formação dos gametas à morfologia externa do embrião. QUI624 - QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL F: Técnicas instrumentais aplicadas à análise química quantitativa. Eletroquímica: potenciometria e condutometria. Espectroscopia: absorção molecular nas regiões do ultravioleta e visível, espectrofluorimetria, emissão atômica por chama, absorção atômica. Cromatografia em fases gasosa e líquida. 58 UNI008 - DISCIPLINA: SAÚDE AMBIENTAL: Conceitos básicos de Epidemiologia. Processo saúde-doença. Perfil epidemiológico e situação sanitária do Brasil. Meio ambiente e saúde. Saneamento e saúde. Controle de vetores. Indicadores bioestatísticos. MAT130 – MATEMÁTICA: Números, equações e inequações. Funções, gráficos e curvas. Função de uma variável real: derivadas. Esboço de curvas. Integral. Equações diferenciais. Aplicações. FIS093 - FUNDAMENTOS DE FÍSICA F: Princípios fundamentais de mecânica, ondas, óptica, fluídos e fenômenos de transporte. FAF073 – TÓPICOS EM ESTUDOS AVANÇADOS I: Permite ao aluno de graduação cursar disciplinas da Pós Graduação, mediante aprovação daquele colegiado. FAF074 – TÓPICOS EM ESTUDOS AVANÇADOS II: Permite ao aluno de graduação cursar disciplinas da Pós Graduação, mediante aprovação daquele colegiado. 9. Avaliação da aprendizagem e apoio ao estudante A concepção avaliativa do Curso segue a tendência classificatória, porém com a inclusão de instrumentos avaliativos que propiciam a avaliação formativa e apreciativa do estudante. Instrumentos avaliativos de caráter classificatórios incluem provas teóricas, provas práticas e exercícios individuais ou em grupo. Instrumentos para avaliação apreciativa, que visam valorizar a produção do próprio aluno, incluem a apresentação de seminários e de trabalhos escritos. A avaliação formativa, que permite ao aluno questionar e refletir sobre o assunto, é também considerada na forma de instrumentos como grupos de discussão (GD) e análise de casos clínicos. A avaliação é conduzidapelo docente, que deve divulgar aos alunos como será realizado o processo no início de cada disciplina, sistematizar a pontuação e registrá-la no Sistema Acadêmico. As atividades de avaliação seguem as especificidades das disciplinas e perfazem um total de 100 (cem) pontos e para aprovação, o aluno deverá alcançar 60 (sessenta pontos) e frequência de 75%. O rendimento escolar ao 59 final do semestre para cada disciplina é convertido em conceito com a seguinte escala: Conceito A - Excelente = 90 (noventa) a 100 (cem) pontos; conceito B - Ótimo = 80 (oitenta) a 89 (oitenta e nove) pontos; conceito C - Bom = 70 (setenta) a 79 (setenta e nove) pontos; conceito D - regular = 60 (sessenta) a 69 (sessenta e nove) pontos; conceito E - Fraco = 40 (quarenta) a 59 (cinquenta e nove) pontos; e conceito F - Insuficiente = 0 (zero) a 39(trinta e nove) pontos. Para ser aprovado, o aluno necessita obter no mínimo conceito D e ser assíduo. A cada semestre é calculado o rendimento semestral global (RSG), que corresponde à média ponderada dos conceitos obtidos pelo aluno. O RSG é calculado a partir da conversão dos conceitos nos seguintes valores: conceito A = 5; conceito B = 4; conceito C = 3; conceito D = 2; conceito E = 1 e conceito F = 0. O produto destes valores multiplicado pelo seu respectivo número de créditos é somado entre as diferentes disciplinas e a soma é dividida pelo número total de créditos em que o estudante se matriculou no semestre. O do RSG pode ser utilizado como critério nas seleções de estudantes para projetos com concessão de bolsas; quando é menor ou igual a 1, o rendimento é considerado insuficiente. Na hipótese de se detectar alunos com dificuldade de aprendizagem, refletida por problemas durante o processo de ensino ou pelo baixo rendimento, os mesmos contam com apoio psicológico fornecido pela Fundação Universitária Mendes Pimentel (FUMP), fundação da UFMG que presta assistência aos estudantes. O encaminhamento é feito mediante demanda e anuência do estudante. Casos de alunos com deficiência visual são assessorados pelo Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CADV), setor integrante da Biblioteca “Prof. Antônio Luiz Paixão”, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH), que praticamente tem centralizado o atendimento aos estudantes deficientes visuais na UFMG. O CADV oferece assessoria de natureza didático-pedagógica aos estudantes e ao docente, a fim de adequar os trabalhos acadêmicos e avaliações de acordo com as necessidades específicas do estudante com deficiência visual. 60 Um programa de escuta dos estudantes foi criado em 25/08/2017. A Escuta FaFar tem como objetivo a) atender às demandas apresentadas pelos estudantes aos colegiados; b) disponibilizar um espaço para o estudante falar das dificuldades e sofrimentos no processo de formação acadêmico- educacional, c) oferecer aos estudantes orientações e dialogar sobre alternativas; d) transformar dados numéricos, previamente apresentados pela Prograd em seus Relatórios de Acompanhamento e Desempenho Acadêmico dos estudantes, em contextos individuais de pessoas que possuem histórias, singularidades e demandas. A escuta é realizada pela Assessoria Pedagógica juntamente com os colegiados de Farmácia e Biomedicina. 10 Políticas e programas de pesquisa e extensão Dentre os princípios norteadores das diretrizes pedagógicas da UFMG, constantes no Projeto Pedagógico Institucional (PPI)7, deve ser destacado "a integração permanente e efetiva entre os níveis e modalidades de ensino, pesquisa e extensão". Neste sentido, a UFMG disponibiliza aos estudantes a possibilidade de participação em projetos de ensino, de pesquisa e extensão, com a concessão de bolsas acadêmicas. Consubstanciado nesta política institucional, o currículo do Curso de Biomedicina viabiliza o aproveitamento de créditos decorrentes da realização destas atividades. Professores das unidades acadêmicas submetem propostas de projetos de acordo com os editais estabelecidos pelas instâncias competentes, abertos normalmente com periodicidade anual. Dentre estes programas, alguns tradicionais no âmbito da UFMG são citados abaixo: Programa de Iniciação Científica: Criado para promover a iniciação do aluno na produção do conhecimento e sua convivência cotidiana com o procedimento científico em suas técnicas, organização e métodos, tendo como objetivos despertar vocação científica e incentivar talentos, proporcionar ao aluno 7 PROJETO pedagógico institucional (PPI). In: MINAS GERAIS. Universidade Federal. Plano de Desenvolvimento Institucional: 2008-2012. Belo Horizonte, 2008. Disponível em: <http://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2013. http://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf 61 bolsista, orientado por um pesquisador qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, estimular e desenvolver o pensamento científico e a criatividade decorrente das condições criadas pelo confronto com os problemas de pesquisa e estimular os pesquisadores com reconhecida excelência na produção do conhecimento científico a incorporar estudantes de Graduação em seus trabalhos de pesquisa. Programa de Monitoria de Graduação: visa, essencialmente, a dar suporte às atividades acadêmicas curriculares vinculadas aos projetos pedagógicos dos cursos atendidos por cada departamento, buscando contribuir para a melhoria da qualidade das disciplinas envolvidas e, consequentemente, dos cursos como um todo, bem como iniciar o estudante nas atividades de docência no ensino superior. Programas de bolsas de extensão: por meio da concessão de bolsas aos alunos regularmente matriculados emcursos de graduação da UFMG, este programa visa apoiar o desenvolvimento de programas/projetos de extensão, estimulando a participação dos alunos nos mesmos, no sentido de ampliar e fortalecer a interação da universidade com a sociedade e contribuir na formação técnico- científica, pessoal e social do estudante. As bolsas concedidas por este programas constituem incentivo adicional à participação do aluno, representando auxílio valioso, especialmente para aqueles de baixa renda. A Iniciação Científica voluntária, sem a concessão de bolsa, também pode ser realizada e apresenta validade similar ao programa realizado pelos bolsistas, tanto nos seus objetivos quanto na possibilidade de assimilação de créditos no currículo. Um destaque importante deve ser dado à participação do Curso de Biomedicina no Projeto Pró-Saúde/Pet Saúde III. Este projeto é referente ao Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde e Programa de Educação pelo Trabalho, financiado pelo Ministério da Saúde (Edital nº 24, de 15/12/2011 – Pró-Saúde/Pet-Saúde), reunindo vários cursos da área da Saúde e ainda, a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. A concepção e implantação de projeto tem como pressuposto a consolidação 62 da integração ensino-serviço-comunidade e a educação pelo trabalho, de acordo com as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo em perspectiva a inserção das necessidades dos serviços como fonte de produção de conhecimento e pesquisa nas instituições de ensino. O Curso de Biomedicina participa com cota de bolsas para alunos da graduação e tutoria de professor do Curso, na Temática Saúde e Meio Ambiente. Ainda com referência à pesquisa, o Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia, responsável pela concepção do Curso de Biomedicina da UFMG, propôs em 2011 a criação do Programa de Pós-Graduação em Analises Clinicas e Toxicológicas (PPGACT). Esta Pós- Graduação implantada em 2013 dá subsídios à incorporação de maior número de alunos de graduação nos projetos de pesquisa, a fim de auxiliar os pós- graduandosem suas atividades. Desta forma, benefícios recíprocos são obtidos: de um lado para a Pós-Graduação, que pode absorver parte da demanda de formação Pós-Graduada proveniente do grupo de egressos do Curso de Biomedicina e de outro lado, para a Graduação, gerando quantitativamente mais oportunidades de inserção dos alunos em pesquisa. 11. Disciplinas Semipresenciais A modalidade semipresencial está prevista na legislação federal por meio da Portaria 4059/2004 do Ministério da Educação que estabelece que os cursos superiores presenciais poderão oferecer disciplinas na modalidade semipresencial até o limite de 20% de sua carga horária total. Na UFMG, a Resolução CEPE 06/2016 disciplina a oferta de atividades, permitindo que estas estejam previstas no Projeto Pedagógico dos Cursos de Graduação. Nesse sentido, as disciplinas do Curso de Biomedicina poderão ocorrer na modalidade a distância ou na semipresencial. As disciplinas que possuem a totalidade da carga horária ministrada na modalidade presencial e que preveem a utilização da Plataforma Moodle como suporte ou complementação das atividades presenciais são consideradas disciplinas exclusivamente presenciais. 63 Disciplinas a distância (EAD) são aquelas em que não estão previstas aulas presenciais. As interações ocorrem com o apoio das novas tecnologias da informação e da comunicação, em especial por meio das ferramentas da Plataforma Moodle de ensino virtual. As disciplinas a distância deverão ter avaliações presenciais, conforme a Portaria 4059/2004. As disciplinas semipresenciais têm previsão de atividades presenciais e de atividades a distância. Em função do sistema de atribuição de créditos adotado na UFMG em que cada 15 horas de aula correspondem a 01 crédito, a fração da disciplina ministrada na modalidade EAD deve corresponder a um múltiplo de 15 horas. Estas disciplinas deverão prever pelo menos uma avaliação presencial. A adoção das modalidades semipresencial ou EAD para as disciplinas do Curso de Biomedicina deverá ser informada ao Colegiado antes da oferta da disciplina para permitir que este órgão realize o controle sobre o percentual da carga horária do curso ministrado nestas modalidades, a fim de respeitar o limite legal. As avaliações realizadas em horário distinto do horário presencial estabelecido para as disciplinas em função da semipresencialidade ou da EAD deverão ser informadas com antecedência ao Colegiado para a organização do calendário de provas. 12. Instalações, laboratórios e Equipamentos A Faculdade de Farmácia da UFMG funciona no Campus da Pampulha, em um prédio de 14.000 m2, estruturado com planejamento para salas de aula, gabinetes de professores, laboratórios de aulas práticas e de pesquisa, auditório e espaço para cantina, além de equipamentos para garantir a acessibilidade e a segurança dos usuários. Em relação aos ambientes administrativos e de apoio docente, os seguintes espaços são disponibilizados: a) Sala da Congregação da Faculdade de Farmácia, onde são realizadas as reuniões do Conselho Diretor da Faculdade. 64 b) Sala de reuniões do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, onde são realizadas as reuniões do Colegiado de Biomedicina e do Núcleo Docente Estruturante. c) Sala do Colegiado do Curso de Biomedicina, equipada com dois computadores e mobiliário para arquivamento de documentos e atendimento aos alunos. d) Espaço de convívio compartilhado por Professores e técnico- administrativos e cantina. e) Auditório equipado com som e multimídia, onde são realizadas cerimônias acadêmicas. f) Gabinetes de trabalho individuais para professores em regime de dedicação exclusiva, com computadores e acesso à internet. g) Salas de aula com capacidade para 19 a 80 alunos, equipadas com projetores multimídia. Há ainda equipamentos multimídia móveis, disponibilizados mediante reserva e computadores pessoais móveis (Laptop) para cada professor da Faculdade de Farmácia. O Curso de Biomedicina tem grande parte da carga horária destinada a aulas práticas, o que demanda laboratórios especializados. Na Faculdade de Farmácia a edificação conta com espaços adaptados para as aulas práticas, constituindo Laboratórios de Ensino, conforme a seguir: a) Imunologia Clínica b) Parasitologia e Citologia Clínica c) Hematologia Clínica d) Bioquímica Clínica e) Bacteriologia Clínica f) Toxicologia Ambiental g) Radioisótopos Todos estes laboratórios são equipados com instrumentos para realização das aulas, como microscópios, centrífugas, equipamentos de medição, incubadoras, capelas de fluxo e de exaustão, de acordo com as especificidades 65 e necessidades da disciplina. Também possuem redes de água fria e quente, linhas de gases, ar comprimido, água pressurizada e sistemas de exaustão de gases. Os corredores são dotados de equipamentos de proteção coletiva como chuveiro e lava-olhos. Estes laboratórios de ensino são interligados ou próximos a laboratórios de pesquisa, permitindo um intercâmbio de atividades que contribui não só para a atualização de conteúdos das disciplinas, como também permite a integração do eixo ensino e pesquisa no ambiente acadêmico. Além disso, há uma sala com 15 computadores, a FARMA-NET, disponível para uso pelos alunos de Graduação. O prédio conta ainda com estrutura para portadores de necessidades especiais, no quesito mobilidade reduzida, permitindo que cadeirantes tenham acesso às suas dependências. Cabe ressaltar que as outras unidades da UFMG, responsáveis por disciplinas básicas do Núcleo de Formação Comum ou por disciplinas da formação complementar, também contam com salas de aulas e laboratórios de aulas práticas com estrutura adequada para garantir um ensino de qualidade. Em relação aos protocolos experimentais envolvendo seres humanos que são propostos e desenvolvidos na Faculdade de Farmácia são realizados de acordo com a Declaração de Helsinque e Lei Nº 466, de 2012; Resoluções Nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos: Diário Oficial da União, 13 de junho de 2013. Passam pela avaliação das Assembleias e Câmaras Departamentais e são submetidos a exame pelos membros do Comitê de Ética em Pesquisa-COEP. Este é o órgão institucional da UFMG que visa proteger o bem-estar dos indivíduos participantes em pesquisas realizadas no âmbito da Universidade. Os projetos de pesquisa que têm o ser humano, de forma individual ou coletiva, como fonte primária de informação direta ou indireta precisam ser submetidos à apreciação do COEP. Incluem-se nessa determinação partes do ser humano, como materiais biológicos ou dados já armazenados. Protocolos de pesquisa e procedimentos pedagógicos que envolvem animais 66 devem ser submetidos ao Comitê de Ética em Experimentação Animal (CETEA) da UFMG, também denominado Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA). Este comitê estabelece normas gerais para a utilização de animais para as atividades de pesquisa, aulas práticas, treinamento, etc. Este comitê também desenvolve orientações para procedimentos de pesquisa. 13. Biblioteca Os alunos da UFMG e, por conseguinte, do Curso de Biomedicina, têm à sua disposição um amplo acervo que compõe a Biblioteca Universitária - Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais (SB/UFMG). Este sistema é responsável pela coordenação técnica, administração e divulgação dos recursos informacionais das 25 bibliotecas, instaladas em área total de 37.834,70m². Em 2011, o acervo contabilizou 921.799 exemplares e o volume total de empréstimos domiciliares foi de 1.072.7258. As principais bibliotecas que atendem à área da Saúde e demais áreas básicas inseridas no Curso da Biomedicina são: a) Biblioteca Central da UFMG, b) Bibliotecada Faculdade de Farmácia da UFMG, c) Biblioteca do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, d) Biblioteca da Faculdade de Medicina da UFMG, e) Biblioteca do Departamento de Química /ICEx / UFMG. A Biblioteca da Faculdade de Farmácia, instalada na unidade sede do Curso de Biomedicina, apresenta 13428 exemplares, constituindo produtos de informação especializados nas áreas de Análises Clínicas e Toxicológicas. O funcionamento desta biblioteca setorial é de segunda a sexta-feira de 7:30h às 22:00h durante o período letivo, enquanto que a Biblioteca Central, cujo acervo 8 SISTEMA de Bibliotecas da UFMG - Relatorio Anual 201. Disponível em < https://www.bu.ufmg.br/sobre-o-sistema/relatorios> Acesso em 10 jan 2012. 67 abrange as diferentes áreas do Curso de Biomedicina, funciona também de 7:30h às 22:00h. A Biblioteca Central e as bibliotecas setoriais da UFMG oferecem, desta forma, um suporte valioso para as atividades acadêmicas, colocando ainda à disposição dos usuários serviços como: salas para estudo individual e em grupo, orientação do usuário na utilização do acervo, empréstimos de livros e periódicos, empréstimos entre bibliotecas, serviço de fotocópias, serviço informativo de pesquisa bibliográfica local, com possível intercambio entre centros de referência no pais e no exterior (redes e sistemas nacionais e internacionais), serviço informativo de pesquisa bibliográfica via internet, suporte técnico para serviços de normalização bibliográfica técnico-científica e catálogo de teses e dissertações defendidas na UFMG. Os serviços de reservas e renovação de livros estão automatizados, podendo ser feito via internet, assim como serviços de comutação bibliográfica no país e no exterior. O Portal de Periódicos da CAPES é outro meio relevante de acesso à informação, com mais de 26 mil títulos de periódicos com texto completo, disponibilizado nas instituições públicas de ensino superior por investimento do governo federal. Desta forma, os alunos e professores têm acesso a trabalhos de pesquisas nacionais e internacionais de importância, permitindo uma constante atualização de conteúdos. 68 14. Gestão do Curso, pessoal docente e técnico-administrativo A gestão do Curso de Biomedicina é realizada pelo Colegiado e pelo Núcleo Docente Estruturante, com atribuições divididas entre servidores técnico- administrativos e Professores da Faculdade de Farmácia. 14.1. Colegiado O Colegiado do Curso de Biomedicina é composto por sete membros, contando com professores doutores do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas e representantes de outras unidades/setores participantes do Curso, além de representação discente, conforme a Resolução 01/2010, de 23 de fevereiro de 2010, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFMG: a) Coordenador; b) Subcoordenador; c) um docente representante do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas; d) um docente representante do Instituto de Ciências Exatas; e) um docente representante do Instituto de Ciências Biológicas; f) um representante discente. De acordo com as normas da UFMG, os Colegiados apresentam como atribuições: a) orientação e coordenação das atividades do curso e proposição, ao Departamento ou estrutura equivalente, da indicação ou substituição de docentes; b) elaboração do currículo do curso, com indicação de ementas, créditos e pré-requisitos das atividades acadêmicas curriculares que o compõem; c) aprovação dos programas das atividades acadêmicas curriculares que compõem o curso; d) decisão sobre questões referentes a matrícula, reopção, dispensa e inclusão de atividades acadêmicas curriculares, transferência, 69 continuidade de estudos, obtenção de novo título e outras formas de ingresso, bem como das representações e recursos contra matéria didática, obedecida a legislação pertinente; e) coordenação e execução dos os procedimentos de avaliação do curso; f) representação junto ao órgão competente no caso de infração disciplinar; g) elaboração do plano de aplicação de verbas destinadas a este órgão. Conforme o Regimento Geral da UFMG9, as reuniões do Colegiado são convocadas pelo Coordenador ou pelo menos 1/3 (um terço) de seus membros com antecedência mínima de 48 horas, considerando os dias úteis, por meio eletrônico e por escrito, com menção ao assunto a ser tratado, salvo se for considerado reservado, a juízo de quem convocar. O comparecimento, inclusive da representação estudantil, a reuniões de órgãos colegiados é preferencial em relação a qualquer outra atividade administrativa, de ensino, pesquisa e extensão na Universidade. A Presidência do Colegiado será exercida pelo sub-coordenador na falta ou impedimento eventual do coordenador, e, na ausência daquele, pelo membro docente mais antigo no exercício do magistério na Universidade ou, em igualdade de condições, o mais idoso. As reuniões dos colegiados são conduzidas com uma parte de expediente, destinada à discussão e votação da ata e a comunicações, e outra relativa à ordem do dia, na qual serão considerados os assuntos da pauta, com discussão e votação da mesma. 14.2. Corpo docente O corpo docente do Curso de Biomedicina é composto por professores das diferentes unidades acadêmicas, sendo a maioria titulada como doutores e em regime de dedicação exclusiva (ANEXO C). 9 MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – Normas Institucionais . Disponível em: < https://www.ufmg.br/conheca/ni_index.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2013. https://www.ufmg.br/conheca/ni_index.shtml 70 Ao todo são 111 professores, sendo 106 (95,5%) doutores e 05 mestres (4,5%). Quanto ao regime de trabalho, 102 (92%) docentes atuam 40h em regime de dedicação exclusiva e 9 (8%) são professores em tempo parcial 20h. Mais de 60% do corpo docente apresenta 5 anos ou mais de magistério superior, sendo que aqueles com experiência mínima de 3 anos atingem quase 80%. 14.3. Funcionários técnico-administrativos A Faculdade de Farmácia conta com um corpo de funcionários técnico- administrativos para viabilizar o funcionamento da Unidade em seus três turnos. Ao todo, são 77 funcionários responsáveis por serviços gerais, atividades administrativas, de apoio docente e laboratorial na Faculdade de Farmácia. Especificamente no Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, que apresenta considerável parte dos encargos didáticos do Curso são 14 funcionários, além de mais dois que atuam no Colegiado. (ANEXO D). 14.4. Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Biomedicina foi implantado em atendimento à Resolução do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UFMG, CEPE 15/2011 (MINAS GERAIS, 2011) e Resolução do Conselho Nacional de Avaliação de Educação Superior (CONAES) nº. 1, de 17 de junho de 2010 (BRASIL, 2010). Conforme esta última Resolução, o NDE tem atribuições de contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do Curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as politicas públicas relativas à área de conhecimento do curso, além de zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais. 71 O NDE do Curso de Biomedicina, na sua composição atual conta com 5 membros, todos doutores e em regime de trabalho em tempo integral com dedicação exclusiva. A alteração na matriz curricular que passou a vigorar no 2º semestre de 2016 foi estudada, discutida e recomendada pelo NDE,resultando em diversas mudanças que visam o aprimoramento desta matriz. 14.5. Registros Acadêmicos Até o final do ano de 2012, todo o gerenciamento dos Registros Acadêmicos era realizado pelo programa PLENUS, de uso exclusivo do Colegiado e Seção de Ensino. Por meio deste sistema era possível o registro e matrícula dos alunos, acesso ao diário de classe, emissão de histórico escolar e consulta do extrato de integralização curricular. A versão impressa destes documentos é mantida na Seção de ensino. A partir de 2013, o PLENUS foi substituído por um novo Sistema Acadêmico da Graduação, que é a ferramenta utilizada tanto para a execução das atividades, quanto para o armazenamento e consulta de informações relacionadas ao ensino de graduação da UFMG. Assim, esse Sistema é compartilhado por toda a comunidade envolvida com a graduação: alunos, docentes e técnico- administrativos em educação. O novo Sistema Acadêmico da Graduação operacionaliza de forma mais rápida e eficiente o sistema de registro discente, demanda e oferta de disciplinas, matrícula e ocorrências acadêmicas e curriculares, permitindo ainda um retorno sistematizado de relatórios sobre situação acadêmica dos alunos. A comunidade acadêmica pode acessar este sistema utilizando-se de um espaço virtual único, o Portal minha UFMG, que apresenta versões personalizadas de acesso para alunos e professores. Além de disponibilizar informações acadêmicas, o Portal minha UFMG encontrar diversas outras opções para facilitar atividades durante o percurso acadêmico, como correio eletrônico, acesso ao Portal Capes, notícias, informações e outros serviços em ambiente Moodle, como o repositório dos objetos de ensino das disciplinas. 72 15. Avaliação do Curso O sistema de avaliação do curso prevê estratégias que permitam verificar o sucesso ou as dificuldades encontradas durante o percurso curricular. Na ocasião da criação do curso, foi nomeada uma Comissão de Acompanhamento da Implantação do Currículo, substituída atualmente pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE), o qual pode ser considerado o primeiro espaço para discussão e avaliação do curso. Assim, as formas de avaliação do Projeto incluem: I. Avaliação, acompanhamento e discussão do Projeto Pedagógico e de questões práticas no decorrer do Curso, realizadas pelo NDE. Propostas de melhorias ou alterações são encaminhadas ao Colegiado para deliberação. A alteração na matriz curricular que passa a vigorar no 2º semestre de 2016 foi estudada, discutida e recomendada pelo NDE, resultando em diversas mudanças que visam o aprimoramento desta matriz. II. Realização de seminário com objetivo de dar conhecimento da construção histórica do curso, criação e adequação das disciplinas e sua organização nos períodos, recursos materiais e humanos e a formação do profissional, buscando abrir um espaço de discussão entre os docentes para sugestões, troca de experiências e adequação de conteúdos entre disciplinas afins. III. Reuniões para discussão do currículo. Os alunos são incentivados a discutir as disciplinas e conteúdos programáticos e encaminhar as propostas para discussão no NDE. IV. Questionários e entrevistas a alunos e professores – A avaliação do curso pelos alunos será realizada por meio de aplicação de questionário com questões sobre a adequação da carga-horária das disciplinas cursadas e do período de oferta de cada uma delas, com espaço para relatar as dificuldades enfrentadas, proposição de sugestões e expressão de opinião sobre o docente e sobre a organização das disciplinas. A avaliação dos docentes ocorrerá por meio de entrevistas com os coordenadores de disciplinas em que serão incentivados a relatar as dificuldades enfrentadas e a apresentar propostas para a melhoria do curso. Os dados obtidos nos questionários serão 73 comparados aos obtidos nas entrevistas e submetidos à avaliação do NDE do curso para análise e encaminhamento ao Colegiado. Até o momento foram aplicados questionários às turmas de 1º período com o objetivo de conhecer seu perfil socioeconômico e de uso de tecnologia digital. Os resultados serão compilados e enviados para análise no NDE. Avaliação da inserção em Programas institucionais de pesquisa, ensino e extensão e outros. A inserção dos alunos em atividades de pesquisa, ensino e extensão será avaliada quantitativamente, como forma de mensurar a participação dos alunos de Biomedicina nestas atividades. Os dados servirão para dar subsídios a ações de estímulo de participação, como a divulgação junto aos alunos calouros no Curso. 74 REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Parecer CONAES n° 1, de 17 de junho de 2010b. Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Instrumento de avaliação de cursos de graduação do INEP: bacharelado e licenciatura. Brasília, 2008a. 20 f. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES nº 8/2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União, 3 set. 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/pces008_07.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES nº 02/2007 (BRASIL, 2007). Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Diário Oficial da União, 17 de setembro de 2007. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/rces002_07.pdf> Acesso em: 25 set. 2013. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CES 104/2002 de 13 de março de 2002. Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina. 2002. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 jan.. 2012. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES n° 2, de 18 de fevereiro de 2003. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Biomedicina. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 10 jan.. 2012. CAMPOS, D.A.E.L; LOUREIRO, E.C.B.; CECCHI, J.; ABRAHÃO, M.A. Trajetória dos Cursos de Graduação na área da Saúde 1991-2004 - Biomedicina. Disponível em < http://portal.saude.gov.br/portal/saude/ gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=39500 > Acesso em 07 dez 2012. RESOLUÇÕES - CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA. Disponível em < http://www.cfbiomedicina.org.br/resolucoes.php> Acesso em 15 fev. 2016. FACULDADE DE FARMÁCIA. História da Faculdade de Farmácia da UFMG. Disponível em < http://www.farmacia.ufmg.br/institucional1/historia.htm > Acesso em 07 dez 2012. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf http://www.cfbiomedicina.org.br/resolucoes.php 75 MINAS GERAIS, Universidade Federal. Programa De Apoio A Planos De Expansão E Reestruturação Das Universidades – REUNI. Disponível em < https://www.ufmg.br/reuni/wp-content/uploads/2007/11/reuni-proposta-da- ufmg.pdf> Acesso em 07 dez 2012. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Centro de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Resolução Complementar CEPE nº 01/2010. de 23 de fevereiro de 2010. Estabelece a composição do Colegiado do Curso de Biomedicina. 2010. Disponível em: <www.ufmg.br/sods/Sods/CEPE/ Documentos/Resolucoes-Comuns>. Acesso em: 10 jan. 2012. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – Plano de Desenvolvimento Institucional 2008-2012. Disponível em https://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf.Acesso em 07 dez. 2012. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – Normas Institucionais. Disponível em: < https://www.ufmg.br/conheca/ni_index.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2013. MINAS GERAIS. Universidade Federal. Conheça a UFMG – UFMG em números . Disponível em: <https://www.ufmg.br/conheca /nu_index.shtml>. Acesso em: 03 dez. 2012. PROJETO pedagógico institucional (PPI). In: MINAS GERAIS. Universidade Federal. Plano de Desenvolvimento Institucional: 2008-2012. Belo Horizonte, 2008. Disponível em: <http://www.ufmg.br/conheca/pdi_ufmg.pdf>. Acesso em: 10 dez. 2012. VIEIRA, L.M.; FERNANDES, A.P.S.M.; MELLO, R.T.; E FIGUEIREDO-FILHO, P.P. Projeto de criação do Curso de Biomedicina Noturno Versão II. Belo Horizonte, 2009. 59 f. Não publicado. 76 ANEXO A – Componentes curriculares obrigatórios do Curso de Biomedicina 1º PERÍODO DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CELULAR F CÓDIGO: BIQ050 DEPARTAMENTO: Bioquímica e Imunologia - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 75hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Relação de estrutura e função de biomoléculas. Mecanismos de catálise biológica. Biossíntese e degradação de biomoléculas. PROGRAMA TEÓRICO: - Aminoácidos e peptídeos - Proteínas: estrutura covalente e função biológica - Proteínas fibrosas - Proteínas globulares - Enzimas e atividade enzimática - Carboidratos: estrutura e função biológica - Lipídeos: estrutura função biológica - Transporte de elétrons e fosforilação oxidativa - Regulação do ATP - Ciclo do ácido cítrico - Glicólise: via central do catabolismo da glicose - Biossíntese dos carboidratos nos tecidos - Biossíntese dos lipídeos - Biossíntese dos aminoácidos e dos nucleotídeos - Oxidação dos ácidos graxos nos tecidos animais - Degradação oxidativa dos amioácidos: ciclo da uréia - Membranas biológicas e transportes - Integração metabólica BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BERG, Jeremy Mark.; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 1114 p. 2. BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: 3. Guanabara Koogan, 2004, 1059p. 3. LEHNINGER, Albert L. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1984, 725p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 519 p. 2. VIEIRA, Enio Cardillo; GAZZINELLI, Giovanni. Bioquímica celular. Rio de Janeiro: Atheneu, 1983. 339p. 3. VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquimica. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed: 2009. 4. CHAMPE, Pamela C.; HARVEY, Richard A.; FERRIER, Denise. Bioquímica Ilustrada. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 77 5. ALBERTS, Bruce; BRAY, Dennis; LEWIS, Julian; RAFF, Martin; ROBERTS, Keith; WATSON, James D. Molecular Biology of the Cell. 3rd ed. New York: Garland Science; 1994. DISCIPLINA: MATEMÁTICA CÓDIGO: MAT130 DEPARTAMENTO: MATEMÁTICA- ICEX PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA Números, equações e inequações. Funções, gráficos e curvas. Função de uma variável real: derivadas. Esboço de curvas. Integral. Equações diferenciais. Aplicações. PROGRAMA TEÓRICO - Números, equações e inequações: números naturais, inteiros, racionais e reais. Equações de 1o e 2ograus. Resolução de sistema de equações. Inequações de 1o e 2o graus. - Funções, gráficos e curvas: definições. Principais funções elementares. Funções trigonométricas (seno, cosseno, tangente). Funções exponenciais e logarítmicas. - Limite de funções, funções contínuas e derivadas: limite, continuidade, conceito e interpretação geométrica de derivada. Taxa de variação (velocidade). Regras de derivação. Derivadas de 2a ordem. Diferencial. - Esboço de curvas: máximos e mínimos. Região de crescimento e decrescimento. Esboço de polinômios de 2o e 3o graus, das funções logarítma e exponencial. Gráfico em sistema de coordenadas semilogarítmica e duplamente logarítmica. Aplicações. - Integral: Integral indefinida. Integral definida (interpretação geométrica). Métodos de integração (substituição simples e por partes). - Equações diferenciais: definições. Equações de variáveis separáveis. Equações lineares de 1a ordem. Aplicações. - BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GOLDSTEIN, Larry J; LAY, David C; SCHNEIDER, David I. Calculo e suas aplicações. São Paulo: Hemus, c1981. 521p. HOFFMANN, Laurence D.. Calculo: um curso moderno e suas aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnicos e Científicos, c1990. 2v 2. BATSCHELET, Edward. Introdução a matemática para biocientistas. Rio de Janeiro: Interciência; São Paulo: USP, 1978 596p. 3. AGUIAR, Alberto F. A.; XAVIER, Airton F. S.; RODRIGUES, José E. m. Cálculo para Ciências Médicas e Biológicas. São Paulo: Editora Harbra, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2001-2002. 2. STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006. 3. HUGHES-HALLETT, Deborah; GEASON, Andrew M.; LOCK, Patti G. FLATH, Daniel E. et al. Cálculo e Aplicações. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 1999. 4. ANTON, Howard.; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen Paul. Cálculo. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 78 DISCIPLINA: ANATOMIA HUMANA BÁSICA CÓDIGO: MOF009 DEPARTAMENTO: Morfologia – MOF - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Sistemas componentes do organismo humano: noções elementares. Responsabilidades profissionais frente aos direitos humanos. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução à Anatomia: Conceito de anatomia, divisão. Métodos de estudo e sistemas corpóreos. Anomalia e monstruosidade. Fatores gerais de variação. Nomenclatura anatômica. Divisão do corpo humano. Posição anatômica. Planos de delimitação e secção do corpo humano. Eixos do corpo humano. Termos de posição e direção. Princípios gerais de construção corpórea nos vertebrados. - Sistema Esquelético: conceito. Funções, tipos. Divisões. Ossos: número, classificação, tipos de substâncias, elementos descritivos da superfície. Periósteo. Nutrição. - Junturas: conceito. Classificação. Tipos: fibrosas, cartilaginosas, sinoviais. Principais movimentos realizados pelos segmentos do corpo - Sistema muscular: conceito. Tipos. Classificação funcional. Origem e inserção. Inervação e nutrição. Fáscia e mecânica muscular. Componentes anatômicos dos músculos esqueléticos. - Sistema Nervoso Central: conceito. Divisão. Meninges. Vesículas primordiais. Divisão anatômica. Ventrículos encefálicos e suas comunicações. Líquor. Disposição das substâncias cinzenta e branca. - Sistema nervoso periférico: terminações nervosas. Gânglios. Nervos cranianos e espinhais. - Sistema nervoso autônomo: conceito. Anatomia do sistema nervoso visceral eferente. Diferenças entre sistema nervoso simpático e parassimpático. Localização dos neurônios pré e pós ganglionares, destino e trajeto das fibras. Plexos viscerais. - Sistema circulatório: conceito. Divisão. Coração. Circulação sangüínea e linfática, tipos. Tipos de vasos sangüíneos. - Sistema respiratório: conceito. Divisão. Nariz: cavidade e seios paranasais. Faringe. Laringe, traquéia e brônquios, pleura e pulmões. - Sistema digestivo: conceito. Divisão. Boca. Glândulas salivares. Faringe. Esôfago. Diafragma. Peritônio. Estômago. Intestinos. Anexos do canal alimentar. - Sistema urinário: conceito. Rins. Ureter. Bexiga. Uretra. - Sistema Genital Masculino: conceito de reprodução. Testículos. Epidídimo. Ductos deferente e ejaculatório. Uretra. Glândulas anexas. Pênis. Escroto. - Sistema Genital Feminino: conceito. Comportamento do peritônio na cavidade pélvica; ovários e tubas uterinas. Útero e vagina. Órgãos genitais externos. Clitóris e bulbo do vestíbulo. Glândulas vestibulares maiores e menores. Ligamento redondo do útero. Mamas. - Sistema endócrino: conceito anatômicoe funcional. Glândulas endócrinas. - Sistema sensorial: conceito. Bulbo ocular. Anexos de olho. Ouvidos externo e médio. Órgão vestíbulo-coclear. Equilíbrio e ouvido interno. PROGRAMA PRÁTICO: Identificação de estruturas e detalhes dos componentes de todos os sistemas acima relacionados em peças anatômicas formalizadas, cadáveres 79 humanos inteiros formalizados e em algumas peças de outras espécies animais, também formalizadas, a título de comparação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. DANGELO, Jose Geraldo.; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia Humana Básica. 2. ed. Rio de Janeiro; São Paulo: Atheneu, 1988. 184p. 2. DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos, Rio de Janeiro: Atheneu. 1983. 3. DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar, Rio de Janeiro: Atheneu. 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de Anatomia Humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. 2v. 2. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard; PABST, Reinhard; WERNECK, Wilma Lins. Atlas de anatomia humana. 21. ed. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2000. (v. 1 e 2) 3. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 20. ed. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1995. (v. 1 e 2) 4. DANGELO, Jose Geraldo.; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. Rio de Janeiro; São Paulo: Atheneu, 1978. xv, 184 p. DISCIPLINA: QUÍMICA GERAL F CÓDIGO: QUI203 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Estrutura eletrônica dos átomos. Propriedades periódicas dos elementos. Ligações químicas. Íons e moléculas. Teoria dos orbitais moleculares. Teorias de ácidos e bases. Forças intermoleculares. PROGRAMA TEÓRICO: - Estrutura eletrônica dos átomos/Propriedades periódicas dos elementos (Ondas eletromagnéticas, teoria de Planck, efeito fotoelétrico, modelo atômico de Bohr, princípio da incerteza, Postulado de De Broglie, O átomo de hidrogênio segundo a mecânica ondulatória, átomos polieletrônicos, propriedades periódicas). - Ligações químicas/Íons e moléculas (Propriedades, Estabilidade e estruturas de substâncias iônicas, energia de rede, Ligação covalente, estrutura de Lewis, regra do octeto, Cargas formais, VSEPR, TLV). - Teoria dos orbitais moleculares (Superposição de orbitais atômicos, moléculas diatômicas, Molécula linear triatômica, Ligação em espécies planas do tipo AB3, Moléculas com deficiência de elétrons). - Soluções e conceitos de ácido/base (Modos de expressar a concentração de uma solução, Soluções e eletrólitos, Classificação e tipo de reações inorgânicas). - Forças intermoleculares (Gases, líquidos e sólidos, Sólidos cristalinos e amorfos, Redes cristalinas e células unitárias, Empacotamentos densos, Ligações e propriedades dos sólidos, Forças de coesão e mudança de estado). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BARROS, H.L.C.; Química Inorgânica - Uma Introdução; Belo Horizonte (1995). 2. BARROS, H.L.C.; “Química Geral - Forças Intermoleculares, Sólidos e Soluções (FISS)”; Belo Horizonte (1993); 80 3. RUSSELL, J.B.; “Química Geral”; McGraw Hill Ltda, Vol. 1 e 2 (1994). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BAILAR Jr, J.C.; MOELLER,T.; KLEINGBERG, J.; GUS,C.O.; CASTELLION,M.E. & METZ,C.; “Chemistry”; Academic Press - 3rd Edition, USA (1989). 2. KOTZ,J.C. & PURCELL,K.F.; “Chemistry and Chemical Reactivity”; Sounders College Publishing-2nd Edition, USA (1991). 3. KOTZ, J.C. & TREICHEL, P. “Química e Reações Químicas” Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., Vol. 1 e 2, 1996. 4. MAHAN,B.M. & MYERS,R.J.; “Química - Um Curso Universitário”; Ed. Edgard Blücher Ltda (1993). 5. MASTERTON,W.L. & HURLEY,C.N.; “Chemistry - Principles and Reactions”; Sounders College Publishing, USA (1989). 6. RUSSELL, J.B.; “Química Geral”; McGraw-Hill do Brasil Ltda Vol. único, (1982). 7. SLABAUGH, W.H. & PARSONS, T.D.; “Química Geral”; T.D. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. (1982). 8. ATKINS, P. & JONES, L. “Princípios de Química”, Ed. Bookman, 2000. DISCIPLINA: QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL F CÓDIGO: QUI204 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Medidas volumétricas, técnicas de manipulação e segurança, reações químicas, relações estequiométricas e preparo e análise de soluções. PROGRAMA PRÁTICO: - Introdução às técnicas de laboratório - Precisão de medidas e medidas de volume - Reações químicas - Estequiometria - Massa molar - Preparo e diluição de soluções - Padronização de soluções de ácidos e bases - Obtenção, dosagem e solubilidade de um composto inorgânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. VOGEL A I, Química Analítica Qualitativa. Trad. A Gimero, São Paulo, Mestre Jou, 1981 2. BARROS,H.L.C.; Química Inorgânica - Uma Introdução”; Belo Horizonte (1995). 3. RUSSELL,J.B.; “Química Geral”; McGraw Hill Ltda ,Vol. 1 e 2 (1994). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Apostila do Curso Prático de Química Geral Experimental 2. BARROS,H.L.C.; “Química Geral - Forças Intermoleculares, Sólidos e Soluções (FISS)”; Belo Horizonte (1993). 3. Química e Reações Químicas – John C. Kotz e Paul Treichel, Jr. – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. - 2 volumes (Inglês e Português). 81 4. Princípios de Química “Questionando a vida moderna e o meio ambiente” – Peter Atkins e Loretta Jones – Artmed Editora Ltda – 1 volume (Inglês e Português). 5. Química Geral - Darrell D. Ebbing – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. - 2 volumes (Inglês e Português). 6. Química, Ciência Central – Theodore L. Brown, H. Eugene LeMay, Jr. e Bruce E. Bursten - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. - 1 volume (Inglês e Português) DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À BIOMEDICINA CÓDIGO: UNI030 DEPARTAMENTO: Análises Clínicas e Toxicológicas - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA A história e evolução da Biomedicina. Noções básicas sobre a atuação do biomédico e sobre a regulamentação da profissão. Diretrizes curriculares e o curso de Biomedicina da UFMG. Ato profissional e responsabilidade técnica. Responsabilidades do profissional biomédico frente às questões étnico-raciais, educação ambiental e direitos humanos. Campos de atuação e mercado de trabalho. . PROGRAMA TEÓRICO - A criação dos cursos de Biomedicina. - A regulamentação dos cursos de Biomedicina. - As atuais diretrizes curriculares do curso de Biomedicina e outros documentos relacionados à formação profissional. - Resolução CNE/CES n°2/2003 - estrutura curricular geral do Curso de graduação em Biomedicina - Resolução CNE/CP 01/2004 - importância histórica da marginalização de grupos específicos no Brasil - Resolução CNE/CP 01/ 2012 - relevância do reconhecimento dos conceitos de igualdade e direitos humanos nos cursos de saúde - Resolução CNE/CP nº 2, 2012 - atividades da área da saúde e preocupação ambiental - O Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina da UFMG. - O papel dos Conselhos Regionais de Biomedicina. - A organização política e profissional da Profissão Biomédica (Associações, Sindicatos). Ato profissional e responsabilidade técnica. Campos de atuação e mercado de trabalho. - Atividades na área de Hematologia Clínica na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Imunologia Clínica na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Bacteriologia Clínica na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Micologia Clínica. - Atividades na área de Toxicologia Ambiental Legal. - Atividade na área de Biologia Legal. - Estímulos sonoros e mediadores neuroquímicos na gestação. - Atividades na área de hemoterapia e preparação de Hemocomponentes. - Atividades na área de Biologia Molecular na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Bioquímica Clínica.http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ces022003.pdf 82 - Atividades na área de Citologia Clínica na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Metabolismo e Saúde. - Atividades na área de radioisótopos na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Toxicologia Ambiental Clínica na Faculdade de Farmácia da UFMG. - Atividades na área de Toxicologia Ambiental Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina – Faculdade de Farmácia da UFMG, Belo Horizonte, 2009. 2. CFBM. Resoluções do Conselho Federal de Biomedicina. Coletânea. Disponível em: <http://www.cfbiomedicina.org.br/home.html>. Acesso em: 12 dez. 2005. 3. CFBM. Legislações Específicas – Art. 5º da Lei Nº 6.684, de 03/09/79 e Art. 4º do Decreto Nº 88.439, de 28 de Junho de 1983. Disponível em: <http://www.cfbiomedicina.org.br/home.html>. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CFBM. Código de Ética da Profissão de Biomédico. Aprovado pela Resolução do C.F.B.M. - /V° 0002/84 DE i 6/08/84 - D. O. U. 27/08/84, e de conformidade com o Regimento Interno Art. 54, 55, 60 - publicado 31/07/84. Disponível em: http://www.cfbiomedicina.org.br/home.html Sites: 2. http://www.cfbiomedicina.org.br/home.html 3. http://www.crbm1.com.br/ 4. http://www.crbm2.com.br 5. http://www.crbm3.org.br/ 6. http://www.abpm.com.br/ 2º Período DISCIPLINA: BIOLOGIA MOLECULAR F CÓDIGO: BIQ058 DEPARTAMENTO: Bioquímica e Imunologia- ICB PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Estrutura dos genes. Expressão e controle da expressão gênica. Aplicações da biologia molecular. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução - Histórico da Biologia Molecular - Estrutura do DNA e RNA - Técnicas de estudos de ácidos nucleicos - Replicação do DNA - Bases moleculares da variabilidade genética - Reparo e rearranjo do DNA - Transcrição e processamento do RNA - Técnicas de estudo de transcrição - Tradução e o código genético - Endereçamento de proteínas - Controle da expressão gênica em Procariontes 83 - Controle da expressão gênica em Eucariontes - Técnicas de estudo sobre expressão gênica BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. LEHNINGER, Albert L.; NELSON, David L. $q(David Lee); COX, Michael. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Sarvier, 2006. xxviii, 1202 p 2. STRYER, L. Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, 881p. 3. ALBERTS, Bruce. Biologia molecular da célula. 4. ed. -. Porto Alegre: Artmed, 2004. 1463 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ALBERTS, B; BRAY, D; LEWIS, J. MARTIN; R. ROBERTS, K.; WATSON, D.J. Biologia Molecular da Célula. 3. edição. Artes Médicas, 1997. 2. STRACHAN, T & READ, AP. Human Molecular Genetics. BIOS Scientific Publishers Limited. 1a. Edição. Oxford. 1998.STRYER, L. Bioquímica. 4ª Edição. Editora Guanabara Koogan. 3. NELSON, D.L. & COX, M.M. Lehninger Principles of Biochemistry. 3a Edição. Worth Publishers. 4. LEWIN, B. Genes VII. Oxford University Press 5. BROWN, T.A. Genomes. Bios Scientific Publishers 6. GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à genética. 7a Edição. Editora Guanabara Koogan DISCIPLINA: IMUNOLOGIA BÁSICA CÓDIGO: BIQ602 DEPARTAMENTO: Bioquímica e Imunologia – ICB PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Fundamentos de Imunologia. Respostas imunes inata e adquirida celular e humoral: células e moléculas envolvidas e mecanismos de ação. PROGRAMA TEÓRICO: - Sistema imunitário: Organização e funções - Respostas imunes: humoral e celular - Receptores de linfócitos T e B: TCR e Imunoglobulinas - Complexo principal de histocompatibilidade - Processamento e apresentação de antígenos proteicos - Desenvolvimento de linfócitos T e B e geração da diversidade do repertório imune - Ativação de linfócitos T e B - Regulação da resposta imune - Mecanismos efetores da imunidade humoral e celular: sistema de complemento e células efetoras - Métodos imunológicos laboratoriais - Resposta imune a agentes infecciosos - Imunoprofilaxia - Reações de hipersensibilidade tipos: I, II, III, IV. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ABBAS, A.K & LICHTMAN, A.H. Imunologia Celular e Molecular. 6a ed – 2007 84 2. JANEWAY, Charles A.. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 767 p. 3. JANEWAY JR., Charles A.; TRAVERS, Paul; WALPORT, Mark; SHLOMCHIK, Mark J. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. xxiii, 824 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. KUBY, J., KINDT, T.J, GOLDSBY, R.& OSBORNE, B.A. Imunologia de Kuby, 6a ed., 2007 2. DOAN, T., MELVOLD R., VISELLI, S. & WALTENBAUGH,C. Imunologia Ilustrada. Ed Artmed, 2008 3. ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H. Cellular and Molecular Immunology - 7a ed – 2012 4. Nature Reviews Immunology (disponível no Portal Capes www.periodicos.capes.gov.br) 5. Current Opinion in Immunology (disponível no Portal Capes (disponível no Portal Capes www.periodicos.capes.gov.br) DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA BÁSICA F CÓDIGO: EST083 DEPARTAMENTO: ESTATÍSTICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: A estatística nas ciências biomédicas. Análise descritiva e exploratória de dados. Introdução à probabilidade e aplicações. Modelos probabilísticos e aplicações. Introdução à inferência estatística: conceitos básicos. Comparação de dois grupos: inferência sobre médias e proporções. Análise de dados categorizados. PROGRAMA TEÓRICO: UNIDADE I: Introdução - Motivação para o estudo da bioestatística. Conceitos básicos. Exemplos de aplicações. Tipos de estudos: experimentais e observacionais. Tipos de variáveis: qualitativas (nominais e ordinais) e quantitativas (discretas e contínuas) UNIDADE II: Análise descritiva e exploratória de dados - Organização e apresentação de dados: distribuição de freqüência e gráficos; representação gráfica para dados agrupados (histograma, polígono de freqüência e ogiva); diagrama de pontos e ramo-e-folhas. Síntese numérica: medidas de tendência central, medidas de variabilidade, coeficiente de variação, escore padronizado, percentis. Detecção e tratamento de observações atípicas (“outliers”); o gráfico Box- plot. O diagrama de dispersão e correlação linear. UNIDADE III: Introdução à probabilidade - Conceitos básicos: definição clássica e frequentista. Probabilidade condicional. Aplicações: avaliação da qualidade de testes diagnósticos. UNIDADE IV: Modelos probabilísticos e aplicações - Conceitos básicos: variável aleatória, noções de modelos probabilísticos, distribuição de probabilidade para variável discreta e para variável contínua. Modelo binomial. Modelo de Poisson. Modelo normal ou Gaussiano. Construção de faixas de referência: método da curva de Gauss e método de percentis. UNIDADE V: Introdução à inferência estatística 85 - Estimação. Distribuição da média amostral: Teorema central do limite, distribuição t de Student; distribuição de uma proporção. Intervalos de confiança para uma média e uma proporção. UNIDADE VI: Comparação de dois grupos: teste t e teste z e intervalos de confiança correspondentes. - Testes de hipóteses: conceitos básicos. Inferência sobre médias: caso de duas amostras pareadas e caso de duas amostras independentes (amostras grandes e amostras pequenas). Inferência sobre duas proporções: caso de duas amostras pareadas e caso de duas amostras independentes (amostras grandes). Equivalência entre testes de hipóteses e intervalos de confiança. UNIDADE VII: Análise de dados categorizados - Teste qui-quadrado de homogeneidade e de independência para tabelas 2 2 e para tabelas r c (r3 e c3). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. SOARES, J. F., SIQUEIRA, A. L. Introdução à Estatística Médica. 2ª. Ed. Belo Horizonte: Cooperativa Médica da UFMG, 2002. 2. PAGANO, M., GAUVREAU, K. Princípios de Bioestatística.Pioneira Thomson Learning. São Paulo, 2004. 3. BUSSAB, W. O., MORETTIN, P. a. Estatística Básica. 6ª edição, Ed. Saraiva. São Paulo, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CALLEGARI-JAQUES, S. M. Bioestatística - princípios e aplicações, Ed. Artmed, Porto Alegre, 2003. 2. BERQUÓ, E. S., SOUZA, M. J. P., GOTLIEB, S. L. D. Bioestatística. 3ª edição, Editora Pedagógica e Universitária. São Paulo, 1981. 3. ARANGO, H. G., Bioestatística Teórica e Computacional. 3ª edição, Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2011. 4. REIS, E. A., REIS, I. A. Exercícios Resolvidos em Introdução à Bioestatística. Relatório Técnico – RTE-03/2000. Departamento de Estatística da UFMG, 2000. 5. REIS, E. A., REIS, I. A. Análise Descritiva de Dados. Tabelas e Gráficos. Relatório Técnico – RTE-04/2001. Departamento de Estatística da UFMG, 2001. 6. REIS, E. A., REIS, I. A. Associação entre Variáveis Qualitativas: Teste Qui- quadrado, Risco Relativo e Razão de Chances. Relatório Técnico – RTE- 05/2001. Departamento de Estatística da UFMG, 2001. 7. REIS, E. A., REIS, I. A. Análise Descritiva de Dados: Síntese Numérica. Relatório Técnico – RTE-02/2002. Departamento de Estatística da UFMG, 2002. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE FÍSICA F CÓDIGO: FIS093 DEPARTAMENTO: FÍSICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Princípios fundamentais de mecânica, ondas, óptica, fluídos e fenômenos de transporte. 86 PROGRAMA TEÓRICO: - Conceituação de Energia: pontos de vista mecânico, termodinâmico e cinético. Conservação da energia. Energia e processos biológicos. Calor e irradiação. - Fenômenos Ondulatórios: conceito de ondas, som e ultra-som, ópticas física e geométrica aplicadas a processos biológicos. - Fluídos e Fenômenos de Transporte: Hidrostática, Gases ideal e real, Pressão de vapor, Umidade, Fluídos ideal e real, Escoamento, Equação de Bernoulli. Propriedades moleculares de fluídos: coesão, adesão, tensão superficial e capilaridade. - Demonstrações: as demonstrações semanais com duração média de 50 minutos. Serão realizadas com os recursos da Sala de Demonstrações do DF-UFMG, permitindo ao aluno a visualização experimental dos fenômenos físicos estudados em aulas teóricas. Assim sendo, o programa de demonstrações segue o programa teórico e, portanto, pode ser descrito a seguir: Energia mecânica e conservação de energia. Calor e irradiação. Ondas mecânicas em fluídos e sólidos. Ondas sonoras, ressonância e percepção auditiva. Efeito Doppler. Reflexão e refração de ondas Interferência e difração de ondas Polarização da luz. Hidrostática e pressão atmosférica. Dinâmicas dos fluídos e vórtices. Forças de Bernoulli. Tensão superficial e capilaridade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. OKUNO, E., CALDAS, I., CHOW, C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. Editora Harbra. São Paulo, 1982. 2. DURAN, J.E.R. Biofísica: Fundamentos e Aplicações, Prentice Hall, São Paulo, 2003. 3. HALLIDAY, D. RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física, Editora LTC S.A BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. MARION, J.B. General Physics with Bioscience Essays. John Wiley & Sons. 1979. 2. KANE, J., STERNHEIM, M. Physics. John Wiley & Sons. 1988. 3. DURAN, J.E.R. Biofísica: Fundamentos e Aplicações, Prentice Hall, São Paulo, 2003; 4. Hugh D. Young e Roger A. Freedman (Sears e Zemanski). Física II - Termodinâmica e ondas, 12ª edição. 5. CORSO, Gilberto. Os conteúdos das disciplinas de biofísica e a física. Rev. Bras. Ensino Fís. [online]. 2009, vol.31, n.2, pp. 2703.1-2703.4. DISCIPLINA: CITOLOGIA E HISTOLOGIA F CÓDIGO: MOF034 DEPARTAMENTO: Morfologia - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Anatomia Humana Básica (MOF009) Carga Horária: 105hs Tipo: Obrigatória 87 EMENTA: Estruturas celulares, tecidos e sistemas orgânicos: aspectos fundamentais, correlação da organização morfológica com processos funcionais. PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO: - Introdução: apresentação da disciplina, distribuição de material didático, treinamento de manuseio de microscópio óptico. - Métodos de estudo: microscópio de luz e microscópio eletrônico, noções sobre técnicas histológicas e histoquímicas. - Aspectos morfofuncionais das organelas citoplasmáticas: membrana plasmática, complexo de Golgi, retículo endoplasmático, lisossoma, mitocôndrias e citoesqueleto. - Noções sobre núcleo interfásico e em divisão. - Integração das organelas celulares nos processos de síntese - Tecido epitelial de revestimento e glandular: especializações de membrana, classificação do epitélio de revestimento e do glandular. - Tecido nervoso: morfologia e histofisiologia dos neurônios e da neuróglia, substâncias branca e cinzenta, fibras nervosas, sinapse, nervos e gânglios nervosos. - Tecido conjuntivo: morfologia e histofisiologia das células do tecido conjuntivo, componentes intercelulares, variedades de tecido conjuntivo e tecidos de sustentação. - Tecido muscular: morfologia e histofisiologia das fibras musculares estriadas, esqueléticas, estriadas cardíacas e lisas. - Sistema circulatório: organização morfológica e histofisiologia do coração, artérias, capilares e veias. - Elementos figurados do sangue (esfregaço): morfologia e histofisiologia. - Órgãos hemocitopoéticos: organização morfológica e histofisiologia da medula óssea, timo, tonsilas, linfonodo e baço. - Sistema respiratório: organização morfológica e histofisiologia das vias aéreas e pulmão. - Sistema tegumentar: organização morfológica e histofisiologia da pele e anexos cutâneos. - Sistema urinário: organização morfológica e histofisiologia do rim e vias urinárias. - Sistema digestivo: organização morfológica e histofisiologia do tubo digestivo e das glândulas anexas. - Sistema endócrino: organização morfológica e histofisiologia da hipófise, tireóide, paratireóide, pâncreas, supra-renal e pineal. - Sistema genital masculino: organização morfológica e histofisiologia do testículo, das vias genitais, pênis e glândulas acessórias. - Sistema genital feminino: organização morfológica e histofisiologia do ovário, tuba uterina, útero, vagina, genitália externa. Relações hormonais e ciclo menstrual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO; J. Histologia básica. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 1999. 427p. 2. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO; J. Biologia celular e molecular. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 2000. 339p. 3. DE ROBERTIS; DE ROBERTIS,Jr. Bases da Biologia Celular e Molecular. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 1993. 307p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ALBERTS, B.; BRAY, A.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P.Fundamentos da Biologia Celular - uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda,1999. 757p. 2. BLOOM, W.; FAWCETT, D.M. Tratado de Histologia. 10.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1977. 940p. 88 3. CORMACK, D.H. Fundamentos de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 1996. 341p. 4. GARTNER,L.P.; HIATT,J.L. Atlas colorido de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 2002. 416p. 5. GARTNER,L.P.; HIATT,J.L. Tratado de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 2003. 456p. 6. GENESER,F. Atlas de Histologia. São Paulo: Ed. Médica Panamericana, 1987. 224p. 7. HAM, A.W.; CORMACK, D.H. Histologia. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A,1991. 570p. 8. KUHNEL, W. Atlas de citologia-histologia e anatomia macroscópica para teoria e prática. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A, 1989. 409p. 9. ROSS, H.M.; ROMREL, L.J. Histologia-Texto e Atlas. 2.ed. São Paulo: Ed. Médica Panamericana, 1993. 779p. 10. WEISS, L. & GREEP, R.O. Histologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A,1981.1016p. 11. WELSCH, U. Sobotta-Histologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S/A,1999. 256p. 12. WHEATHER, P.R.; BURKIH, H.G.; DANIELS,V.G. Histologia funcional. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan S/A,1982. 275 p. 3º Período DISCIPLINA: GENÉTICA F CÓDIGO: BIG028 DEPARTAMENTO: BIOLOGIA GERAL – ICB PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Bases genético-moleculares da herança. Base genética da variabilidade e de doenças. Recombinação e mutação. Estrutura, função e expressão do genoma. Bases da variação e mecanismos de evolução. Responsabilidades profissionais frente às questões étnico-raciais. PROGRAMA TEÓRICO: - Estrutura de genomas e variabilidade genética; - Bases cromossômicas da hereditariedade; - Citogenética clínica; - Alterações cromossômicas numéricas e estruturais; - Padrões de herança monogênica; - Determinação do sexo; - Herança ligada ao sexo; - Padrões atípicos de herança; - Herança dihíbrida; - Interações gênicas; - Herança de caracteres complexos; - Base molecular e bioquímica das doenças genéticas; - Hemoglobinopatias; - Erros inatos do metabolismo; - Farmacogenética; - Padrões de herança e variabilidade em microrganismos; - Mecanismos de resistência a drogas; 89 - Microrganismos como fábricas de produtos farmacêuticos; - Ligação gênica; - Mapeamento gênico; - Projeto Genoma Humano; - Variação genética – mutações e polimorfismos; - Variação genética em populações - O equilíbrio de Hardy-Weinberg; - Fatores evolutivos; - Tratamento de doenças genéticas; - Temas em aberto: genética e câncer, genética do desenvolvimento; - Genética e ética, genética do comportamento, diagnóstico pré-natal; - Outros; - Aspectos biológicos das diferenças e semelhanças étnicas, discutindo-se o conceito biológico de raça e relacionando com genótipos prevalentes em determinadas populações, além de promover discussão sobre questões éticas permeando a discussão histórica das ideias eugênicas e das lutas e conquistas das diversas etnias e populações mundiais. PROGRAMA PRÁTICO: - Cariotipagem - Análise de padrões de herança - Conjugação bacteriana - Populógrafo - Estudo e resolução de problemas genéticos - Uso de programas de informática interativos para simulação de processos genéticos - Grupos de discussão BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. NUSSBAUM, Robert L.; MCINNES, Roderick R.; WILLARD, Huntington F.; THOMPSON, Margaret W.; THOMPSON, James S. Thompson & Thompson: genética médica. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. xii, 525p. 2. JORDE, Lynn B. Genética médica. Rio de Janeiro: Elsevier, c2004 415 p. 3. GRIFFITHS, A.J.F.; GELBART, W.M.; MILLER, J.H.;LEWONTIN, R.C. Genética Moderna. 1a Edição. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, RJ. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. GRIFFITHS, A.J. F.; WESSLER, S. R.; LEWONTIN, R.C.; CARROLL, S. B. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. xxv, 712 p. 2. PENA, Sérgio Danilo Junho. Igualmente diferentes. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. 116 p. 3. DUDEK, Ronald W.; WILEY, John E; AZEVEDO, Maria de Fátima. Genética humana: básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 177 p. 4. Revista Ciência Hoje 5. Trends in Genetics (www.periodicos.capes.gov.br) 6. Genetics in Medicine (www.periodicos.capes.gov.br) 7. Genetics Research (www.periodicos.capes.gov.br) DISCIPLINA: BIOFÍSICA B CÓDIGO: FIB034 DEPARTAMENTO: FISIOLOGIA E BIOFÍSICA - ICB 90 PRÉ-REQUISITO(S): Química Geral F (QUI203) Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Princípios físicos do sistema biológico. Biofísica de água, soluções e membranas. PROGRAMA TEÓRICO: - Biofísica Básica: Fluidos biológicos. Propriedades da água. Concentração e preparo de soluções. Concentração osmolar. Equilíbrio ácido básico. Sistemas de tamponamento de líquidos fisiológicos. Conceitos e unidades de pressão osmótica. Difusão simples; osmose e tonicidade celular. - Biofísica das membranas biológicas: Movimentação de substâncias; eletrodifusão; Sistemas de transporte na membrana celular; gênese do potencial de membrana; Canais iônicos e eletrogênese. (Potenciais de equilíbrio eletroquímico; bioeletrogênese; canais iônicos e fluxos iônicos; bases iônicas; transmissão impulso nervoso). PROGRAMA PRÁTICO: - Soluções e pH - Tampão - Tonicidade - BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 1998. 387p. ISBN 8573780819 (broch.). 2. KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C. Química geral e reações químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2010. v. 3. BERNE, Robert M.; LEVY, Matthew N. Principios de fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1991. 574p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. SCHAUF, Charles L; MOFFET, David F; MOFFET, Stacia B. Fisiologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1993. 690p. 2. COSTANZO, Linda S. Fisiologia. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 319 p. 3. GANONG, William F. Fisiologia médica. 17. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1998. 578p. 4. AIRES, Margarida de Mello. Fisiologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1232 p. 5. OKUNO, Emico.; CALDAS, Ibere Luiz.; CHOW, Cecil. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, c1986. 490p. DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA BÁSICA Biomedicina CÓDIGO: MIC120 DEPARTAMENTO: Microbiologia - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 75hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Conhecimentos básicos de BACTÉRIAS, VÍRUS e FUNGOS, abordando: taxonomia, aspectos morfológicos estruturais, fisiológicos, genéticos e ecológicos, relação com hospedeiros incluindo aspectos das patogenias associadas, fundamentos 91 de metodologias para o isolamento, identificação, controle e descarte dos mesmos; bem como os aspectos ambientais e biotecnológicos destes três grupos de micro- organismos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO Introdução: Conceito e importância das bactérias, fungos e vírus. Ecologia e controle das bactérias, fungos e vírus. Controle de populações microbianas: métodos físicos e químicos Bacteriologia: Estudo morfológico, citológico, fisiológico e genético das bactérias. Aspectos básicos de bactérias Gram-positivas. Aspectos básicos de bactérias Gram-negativas. Antimicrobianos e infecções bacterianas. Relação Parasita-Hospedeiro. Paredes Bacterianas - BAAR Virologia: Propriedades gerais dos vírus. Patogênese das infecções vírus em seres humanas Antivirais – estudo dos Interferons e suas aplicações Imunologia das Viroses e vacinas Aspectos básicos das metodologias de diagnóstico de infecções virais. Micologia: Estudo morfológico, citológico e fisiológico dos fungos. Metodologia do isolamento e identificação dos fungos. Taxonomia dos fungos. Reprodução dos fungos. Patogênese das micoses. Fungos de interesse clínico, Industrial e Ambiental PROGRAMA PRÁTICO BACTERIOLOGIA 1. Ubiquidade de bactérias - Pesquisa de bactérias em suspensão no ar, solo e água. 2. Coloração pelo método de Gram - Morfologia de bactérias - Formas e agrupamentos celulares, - Estruturas celulares 3. Métodos de Desinfecção Bacterina - Desinfecção de superfícies - Desinfecção das mãos - Determinação quantitativa de bactérias. 4. Isolamento e caracterização de bactérias Gram-positivas (Staphylococcus spp.). - Isolamento em meio seletivo Ágar Hipertônico Manitol 5. - Testes de coagulase e DNase. 6. Antibiograma de bactérias Gram-positivas e Gram-negativas 7. Identificação de bastonetes Gram-negativos - Identificação bioquímica e fisiológica de Enterobacteriaceae. 92 VIROLOGIA 1. Quantificação de vírus bacteriano. - Ação de vírus em cultura de bactérias em meio sólido. - Contagem de UFP em uma cultura de bactérias 2. Interação de vírus e células eucariotas - Manutenção de cultivos celulares. - Discussão sobre células em cultivo primário, secundário e de células de linhagem contínua. - Efeitocitopático 3. Reação de hemaglutinação e inibição da hemaglutinação MICOLOGIA 1. Estudo de Fungos Filamentosos Oportunistas - Aspectos Microscópicos dos Fungos Anemófilos - Aspectos Macroscópicos dos Fungos Anemófilos - Microcultivo 2. Estudo Macro e Microscópico de Fungos Leveduriformes. - Morfologia colonial. - Zimograma - Auxanograma 3. Estudo de Agentes Etiológicos das Micoses Cutâneas. - Aspectos Macroscópicos - Aspectos Microscópicos 4. Estudo de Agentes Etiológicos de micoses cutâneas, sub-cutâneas, sistêmicas e oportunistas. - Aspectos Macroscópicos - Aspectos Microscópicos FORMAS DE AVALIAÇÃO: 1) Provas Teóricas 2) Prova prática ao final da disciplina para a avaliação dos três módulos. 2) Relatórios de práticas executadas. 3) Trabalho de pesquisa para apresentação oral ao final da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. Murray, P.R., Drey, W.L., Kobayashi, G.S., Thompson, J.H. Jr. Microbiologia Médica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan SA, última edição. 2. Lacaz, C.S., Porto, e Martins, J.E.C. Micologia Médica. São Paulo: Editora Sarvier, 2003. 3. Tortora, G.J, Funke, B.R., Case, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed. Última edição. 4. Peclzar, M.J.J., Chan, E.C.S., Krieg, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. Volumes I e II, 2 ed., São Paulo: Makron Books, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1) Brooks, G.F.; Carroll, K.C.; Butel; M.; Stephen A.; Mietzner, T.A. JAWETZ, MELNIK & ADELBERG´S Microbiologia Médica. Mc Grow Hill. Última edição. 2) Madigan, M.T.; Martinko, J.M. & Parker, J. Microbiologia de Brock. Pearson Prentice Hall. Última edição. http://www.grupoa.com.br/site/autor/Default.aspx?autorId=2264 http://www.grupoa.com.br/site/autor/Default.aspx?autorId=2265 http://www.grupoa.com.br/site/autor/Default.aspx?autorId=2267 http://www.grupoa.com.br/site/autor/Default.aspx?autorId=3800 93 3) Trabulsi, L.R. & Alterthum, F. Microbiologia. Atheneu. Última edição. 4) Mahon, C.R.; Lehman, D.C.; Manuselis, G.M. Text Book of Diagnostic Microbiology. Elsevier. Última edição. 5) Periódicos e revistas técnicas da área de Microbiologia básica e aplicada – Periódicos Capes DISCIPLINA: QUÍMICA INORGÂNICA F CÓDIGO: QUI205 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Química Geral F (QUI 203) Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Química de coordenação. Ligação química nos complexos. Espécies complexas em solução. Introdução aos mecanismos de reações nos complexos. Química dos elementos de interesse biológico. PROGRAMA TEÓRICO: - Complexos de Metais de Transição - Definição, nomenclatura, estereoquímica. - Ligação Química nos Complexos (TLV, TCC, EECC, 10 Dq, Complexos com NC = 4 e 6, TOM aplicada aos complexos). - Introdução aos Mecanismos de Reação nos Complexos (Substituição, adição, eliminação, efeito trans). - Introdução à Química Bioinorgânica (ácidos e bases – duros e macios, metaloporfirinas, transferência de elétrons, respiração e fotossíntese, enzimas). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BARROS, H. L. C. Química Inorgânica: uma introdução. Belo Horizonte: [s.n.], 1995. 509 p. 2. JONES, C. J; VARGAS, M. D. A química dos elementos dos blocos d e f. Porto Alegre: Bookman, 2002. 184 p. 3. ATKINS, P. W.; SHRIVER, D. F.; OVERTON, T. L.; ROURKE, J. P.; WELLER, M. T.; ARMSTRONG, F. A. Química Inorgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. 847 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BASOLO, F. & JONSON, R.; Química de los Compuestos de Coordinación, Reverté, 1980. 2. HUHEEY, J. E; KEITER, E. A.; KEITER, R. L. Inorganic Chemistry: principles of structure and reactivity. 4th ed. New York: 1993. 964p. 3. COTTON, F. A.; WILKINSON, G. Química Inorgânica. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1978. 601 p. 4. DOUGLAS, B. E.; MCDANIEL, D. H.; ALEXANDER, J. J. Concepts and models of inorganic chemistry. 3.ed. New York: J. Wiley, 1994. 928p. 5. QUÍMICA NOVA. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, 1978 – Bimestral. ISSN 0100-4042. DISCIPLINA: QUÍMICA ORGÂNICA I F CÓDIGO: QUI207 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Química Geral F (QUI203) Carga Horária: 60hs 94 Tipo: Obrigatória EMENTA: Estudo dos compostos de carbono: características, propriedades e nomenclatura; Introdução às reações orgânicas; Acidez-basicidade de compostos orgânicos; Estereoquímica, conformações, quiralidade e estereoisomerismo; Reações radicalares e reações iônicas: mecanismos de reação. PROGRAMA TEÓRICO: - Compostos de carbono e ligações químicas - Introdução às reações orgânicas: ácidos e bases - Alcanos e cicloalcanos. Conformações das moléculas - Estereoquímica. Moléculas Quirais - Reações Iônicas; Substituição nucleofílica e reações de eliminação de haletos de alquila - Alquenos e alquinos. Propriedades e Síntese - Alquenos e alquinos. Reações de adição - Reações radicalares BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. 2v. 2. SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005-2006. 2v. 3. ALLINGER, Norman L. Química Orgânica. 2ª ed. Rio de Janeiro: 1978, 961p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MORRISON, Robert Thornton; BOYD, Robert Neilson. Química orgânica. 14. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2005. xv, 1510 p. 2. Ácidos e bases em química orgânica, Ferreira, Vitor Francisco, Esteves, Pierre Mothé, Vasconcellos, Mário Luiz Araújo de, Costa, Paulo Roberto Ribeiro. Porto Alegre: Bookman; 2005. 3. McMurry, J. Química orgânica. Vol. 1 e 2. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997. 4. Bruice, P.Y. Química orgânica. Vol. 1 e 2. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 5. Clayden, J., Greeves, N., Warren, S., Wothers, P. Organic Chemistry. Oxford, Oxford University Press, 2001. 4º Período DISCIPLINA: FISIOLOGIA F CÓDIGO: FIB035 DEPARTAMENTO: Fisiologia e Biofísica - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Citologia e Histologia F (MOF034) e Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 90hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Funcionamento e regulação dos órgãos e sistemas humanos: fundamentos fisiológicos importantes para a prática farmacêutica. PROGRAMA TEÓRICO: - Neurofisiologia: - Transmissão sináptica javascript:nova_pesquisa( javascript:nova_pesquisa( javascript:nova_pesquisa( javascript:nova_pesquisa( 95 - Fisiologia dos receptores sensoriais - Fisiologia do músculo esquelético, liso e cardíaco - Fisiologia dos reflexos - Fisiologia da medula espinhal - Fisiologia dos núcleos da base - Organização da postura e do movimento - Fisiologia do sistema nervoso neurovegetativo e hipotálamo II- Sistema Gastrointestinal: - Estrutura funcional do trato gastrointestinal, controle neural e endócrino da motilidade gastrointestinal - Controle neural e endócrino da motilidade gastrointestinal - Secreção gastrointestinal, controle hormonal e nervoso - Tutorial sobre secreção gástrica - Digestão e Absorção de proteínas, lipídios e carboidratos III- Sistema Cardiovascular: - Anatomia, Potencial de ação; ECG - Contração Cardíaca; Ciclo cardíaco - Débito cardíaco; Hemodinâmica - Regulação neural da pressão arterial - Regulação humoral da pressão arterial IV- Sistema Respiratório: - Anatomia; Mecânica da ventilação - Transporte de gases; Regulação da ventilação V- Sistema endócrino: - Mecanismo de sinalização intracelular mediado por hormônio - Eixo Hipotálamo-hipófise; Prolactina; Hormônio de crescimento - Tireóide - Pâncreas endócrino - Glândula da adrenal, Metabolismo de cálcio - Sistema Reprodutor masculino e feminino VI- Sistema Renal: - Anatomia, vascularização do rim e as características da unidade funcional - nefron - Mecanismos de formação da urina: filtração e depuração renal; exercícios de depuração, RFG e Fluxo plasmático renal - Processos tubulares:Reabsorção e Secreção tubular. Exercícios de determinação de transporte máximo e de limiar plasmático renal - Mecanismos de concentração de urina; depuração osmolar, clearance de água livre. Exercícios para determinação de clearance osmolar e clearance de água livre PROGRAMA PRÁTICO: I- Neurofisiologia: - Preparação neuromuscular: contração muscular rã - Ações reflexas e labirinto de cobaia II- Sistema Digestivo: - TE, Controle da motilidade intestinal – Intestino isolado de coelho III- Sistema cardiovascular: - Pressão arterial, Pulso, Ausculta IV- Sistema Respiratório: 96 - Espirometria V- Sistema endócrino: - Aprendendo Fisiologia Endócrina com o rato virtual VI- Sistema renal: - Tutorial sobre reabsorção e secreção no túbulo proximal BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BERNE, R.M. & LEVY, M.N – Fisiologia. 6a edição, Elsevier Editora Ltda, 2009. 2. GANONG, W .F. - Fisiologia Médica. 22a edição, McGraw-Hill do Brasil Ltda, 2009. 3. GUYTON & HALL - Tratado de Fisiologia Médica. 11a edição, Elsevier Editora Ltda, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COSTANZO L. – Fisiologia. 3a edição, Elsevier Editora Ltda, 2007. 2. AIRES M.M. - Fisiologia. 3a edição, Guanabara Koogan, 2008 3. SILVERTHORN, D.U.- Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 5ª edição, Artmed, 2010. 4. TORTORA, G.J. Princípios de anatomia e fisiologia. 12a edição,Guanabara Koogan, 2010. 5. DELAMARCHE, P. Anatomia, Fisiologia e Biomecânica. Guanabara Koogan, 2006. DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA F CÓDIGO: QUI208 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEX PRÉ-REQUISITO(S): Química Inorgânica F (QUI205) Carga Horária: 105hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Equilíbrios ácido-base, de complexação, de solubilidade, de oxirredução. Conceitos elementares para análise quantitativa. Métodos volumétricos: ácido-base, complexação, precipitação e oxirredução. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução à Química Analítica: Princípios básicos; Soluções aquosas; Eletrólitos fortes e fracos; Reações químicas; Equilíbrio Químico e Constantes de Equilíbrio; Fatores que afetam o equilíbrio. - Equilíbrio Ácido-Base: Teoria protônica dos ácidos e bases em solução aquosa; Auto-ionização da água; Constantes de ionização de ácidos e bases; Força dos ácidos e bases; Escala de pH e pOH; Balanço de massas e balanço de cargas. - Cálculo de pH em soluções de ácidos e bases fortes; soluções muito diluídas. - Cálculo de pH em soluções de ácidos e bases monopróticos fracos. - Cálculo de pH em soluções de ácidos polipróticos e bases poliácidas (ácidos e bases polifuncionais). - Cálculo de pH em soluções de sais originados de ácidos fracos e bases fortes, de ácidos fortes e bases fracas e de ácidos fracos e bases fracas. - Cálculo de pH em soluções de anfóteros (anfólitos ou anfipróticos). - Soluções que contém um par ácido/base conjugado; soluções-tampão; Propriedades das soluções-tampão; critérios para o preparo de soluções-tampão. - Cálculo de pH de soluções-tampão; Exemplos. 97 - Titulometria Ácido-Base: Ponto de equivalência e ponto final da titulação; Indicadores ácido-base; Curvas de titulação; Titulação de ácido forte com base forte e vice-versa; Cálculos de pH em todas as etapas da titulação. - Titulação de ácido monoprótico fraco com base forte; Titulação de monobase fraca com ácido forte; Cálculos de pH durante a titulação. - Titulação de ácidos e bases polifuncionais; Titulação de sais de ácidos fracos ou de bases fracas; Cálculos de pH durante a titulação; Exemplos. - Equilíbrio de Complexação: Reações; Constante de Estabilidade parciais e globais; Distribuição das várias espécies complexas. - Efeito do pH sobre os equilíbrios de complexação; Constantes condicionais; Cálculos das concentrações das espécies. - Titulometria de Complexação: Complexometria com EDTA; Curvas de titulação; Efeito da presença de outros complexantes. - Indicadores metalocrômicos; Técnicas de titulação com EDTA; Cálculos das concentrações das espécies durante a titulação; Exemplos. - Equilíbrio de Solubilidade: Sais pouco solúveis; Produto de solubilidade e solubilidade; Previsão de precipitação; Cálculos de solubilidade. - Fatores que afetam a solubilidade dos precipitados: efeito do íon comum, do pH, da temperatura e da formação de complexo no excesso de reagente; Interações ácido-base e de complexação nos equilíbrios de solubilidade. - Titulometria de Precipitação: Argentimetria; Curvas de titulação; Cálculos das concentrações das espécies durante a titulação; Exemplos. - Equilíbrio de Oxirredução: Natureza das reações; Células galvânicas e eletrolíticas; Tipos de eletrodos; Equação de Nernst. - Fatores que afetam os potenciais eletródicos; Cálculo da força eletromotriz de uma célula; Constante de equilíbrio. - Titulometria de Oxirredução: Tipos de titulação; Curvas de titulação; Exemplos. - Titulometria de Oxirredução: Cálculos das concentrações das espécies durante a titulação; Indicadores redox; Exemplos. PROGRAMA PRÁTICO: - Introdução. Calibração de uma pipeta. Tratamento estatístico de dados - Volumetria Acido-base - Preparo e Padronização de NaOH - Determinação de ácido acético no vinagre - Preparo e Padronização de HCl - Determinação de AAS em comprimidos (indireto) - Volumetria de complexação - Determinação de Mg (OH)2 em leite magnésia - Determinação da dureza total da água - Determinação de Ca em medicamento - Volumetria de precipitação - Padronização de AgNO3 pelo método de Fajans - Padronização do NH4SCN - Determinação de iodeto em xarope por Vollhard - Volumetria de Oxirredução - Permanganimetria – Determinação de H2O2 - Padronização de Na2S2O3 - Iodometria- Determinação de hipoclorito em alvejante BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. SKOOG, Douglas A. Fundamentos de química analítica - 8ª Ed. Thomsom Learning, 2011. São Paulo. 98 2. MENDHAM, Jeniffer, VOGEL - Análise Química Quantitativa - 6ª Ed., BROCHURA Editora Ltc Editora Ano 2011. 3. HARRIS, Daniel C. Harris Análise Química Quantitativa - 7ª Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S. A. – Rio de Janeiro – RJ, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. OHLWEILER, Otto Alcides. Quimica analitica quantitativa. 3a ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1982. 2. BACCAN, Nivaldo. Química analítica quantitativa elementar. 3. ed., rev. ampl. e reestruturada. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. xiv, 308 p. 3. American Journal of Analytical Chemistry. 4. International Journal of Analytical and Bioanalytical Chemistry. 5. Annual Review of Analytical Chemistry. DISCIPLINA: PARASITOLOGIA HUMANA F CÓDIGO: PAR015 DEPARTAMENTO: Parasitologia - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Imunologia Básica (BIQ602) Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Agentes etiológicos de doenças parasitárias humanas, vetores e reservatórios. Aspectos morfológicos e taxonômicos dos agentes etiológicos. Reconhecimento morfológico das formas evolutivas. Ciclo biológico, transmissão, relação hospedeiro/parasito/ambiente, patogenia, epidemiologia e profilaxia. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO-PRÁTICO: - Parasitologia - Introdução à Parasitologia - Relação Parasito-hospedeiro - Protozoologia: introdução ao Protozoa. Gênero Leishmania, Leishmaniose Tegumentar Americana e Leishmaniose Visceral Americana. Gênero Trypanosoma, T. cruzi, doença de Chagas. Gênero Plasmodium, P. vivax, P. falciparum, P. malariae, P. ovale, malária. Toxoplasma gondii, toxoplasmose. Entamoeba histolytica, Entamoeba coli, amebíase. Giardia lamblia, giardíase. Balantidium coli, balantidíase. Trichomonas vaginalis, trichomoníase. Schistosoma mansoni, esquistossomose. Malacologia, Família Planorbidae, Gênero Biomphalaria: B. glabrata, B. tenagophila e B. straminea - Helmintologia: introdução aos Helminthes. Taenia saginata, Taenia solium, Teníase e cisticercose.Fasciola hepatica. Malacologia, Família Lymnaeidae, Gênero Lymnaea. Echinococcus granulosus, hidatidose. Hymenolepis nana, himenolepíase. Ascaris lumbricoides, ascaridíase, larva migrans visceral. Enterobius vermicularis, enterobíase. Trichiuris trichiura, trichiuríase. Família Ancylostomatídae, Necator americanus, Ancylostoma duodenale, ancilostomíase, larva migrans cutânea. Strongyloides stercoralis, estrongiloidíase. Wuchereria bancrofti, filaríose linfática. Onchocerca volvulus, oncocercose - Entomologia - Ordem Hemiptera: Família Reduvidae e Cimicidae - Ordem Diptera, Ordem Nematocera: Família Phlebotomidae, Simulidae Ceratopogonidae, Culicidae - Ordem Brachycera: Família Muscidae, Sarcophagidae, Caliphoridae - Ordem Siplhnaptera: Família Pediculidae 99 - Ordem Acari: Familia Ixodidae, Argasidae BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. NEVES, D.P. Parasitologia Humana. 10. Ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2000, 428 p. 2. REY, L. Parasitologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. 695 p. 3. VERONESI, R., Doenças infecciosas e parasitarias. 8ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. COURA, J. R.(Editor) Dinâmica das Doenças Infecciosas e Parasitárias (vol 1). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 2020p. 2. MARKELL, E. K.; JOHN,D. T.; KROTOSKI, W. A. Markell & Voge Parasitologia Medica. 8 ed.. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2003, 447 p. 5º Período DISCIPLINA: BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA CÓDIGO: ACT017 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Biologia Molecular F (BIQ058) Genética F (BIG028) Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Diagnóstico molecular de doenças de caracter genético ou identificação humana, clonagem e expressão de genes para o desenvolvimento de fármacos, vacinas e diagnóstico: principais técnicas e aplicações. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: - Revisão de conceitos básicos, fundamentais ao diagnóstico molecular e produção de insumos biotecnológicos: estrutura de genomas, mutações e variabilidade genética, expressão gênica - Extração de Ácidos Nucléicos, Eletroforese, Hibridação - PCR: Aspectos gerais, princípio do método, coleta de material, contaminação - Diagnóstico molecular de doenças de carater infeccioso - Diagnóstico Molecular de carater genéticas - Identificação humana - Clonagem Molecular - Proteínas recombinantes e suas aplicações na produção de novos fármacos e sistemas de diagnóstico - Vacinas recombinantes - Sequenciamento de DNA - Estudos funcionais do genoma: RT-PCR, Northern, Complementação gênica PROGRAMA PRÁTICO: - Extração de DNA. - PCR e Eletroforese - Expressão de Proteínas Recombinantes BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 100 1. BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 1059 p. 2. WATSON, James D.; BABA, ELIO HIDEO. O DNA recombinante. 2. ed. Ouro Preto: EDUFOP, 1997. 624 p. 3. STRACHAN, T.; READ, Andrew P. Human molecular genetics 3. 3rd ed. London; New York: Garland Press, c2004. xxv, 674 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. READ, Andrew P; DONNAI, D. Genética clínica: uma nova abordagem. São Paulo: Artmed, 2008. 425p 2. KREUZER, H. & MASSEY, A.. Engenharia Genética e Biotecnologia. 2a. ed. Artmed Editora S.A., 434p. 2002. 3. Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular. 4. BMB Reports. 5. Molecular Biology Reports. 6. Reports of Biochemistry and Molecular Biology. DISCIPLINA: IMUNOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT605 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Imunologia Básica – (BIQ 602) Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Métodos de diagnósticos imunológicos: fundamentos, execução, interferências e problemas. Produção de reagentes para imunoensaios. Controle de qualidade de imunoensaios. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução ao Curso de Imunologia Clínica/ Métodos Básicos de Diagnóstico em Imunosorologia: Reações Imunoenzimáticas - Métodos Básicos de Diagnóstico em Imunosorologia: Reações Imunoenzimáticas - Métodos Básicos de Diagnóstico em Imunosorologia: Reação de Imunofluorescência - Vacinologia - Imunodeficiencias - Autoimunidade e Doenças Autoimunes - Imunooncologia - Alergia - Imunologia das doenças endócrinas - Imunologia do idoso - Imunologia do sistema reprodutivo - Aspectos imunológicos da inflamação PROGRAMA PRÁTICO: - Parâmetros de validação de testes imunológicos - Reação Imunoenzimática- Diagnóstico sorológico da doença de Chagas - Reação de Imunofluorescência -Diagnóstico sorológico da doença de Chagas - Diagnóstico sorológico da toxoplasmose (HAI) - Reações de precipitação e suas aplicações clínicas – Reação de VDRL 101 - Reações de aglutinação e suas aplicações clínicas – PCR - PROVA TEÓRICO-PRÁTICA - Reações de aglutinação e suas aplicações clínicas – FR - Reações de aglutinação e suas aplicações clínicas – AEO - Antígenos tumorais (CA 125/15.3) - PSA - Diagnóstico sorológico da leishmaniose - Determinação da β-HCG - APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ROSE, N.R. et al. Manual of Clinical Laboratory Immunology. American Society for Microbiology, Washington DC, 4th edition, 1992. 2. ROITT, I. et al., Immunology. Mosby, Barcelona, Espanha, 1998 3. STITES, D.P. et al., Imunologia Médica. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, RJ. 9a ed., 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. PEAKMAN, M. & VERGANI, D. Imunologia Básica e Clínica. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, RJ. 1999. 2. FERREIRA, AW & ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. Editora Guanabara Koogan S.A. 1996. p. 1-302. 3. ANTUNES, L.J. & MATOS, K.T.F. Imunologia Médica. Ed. Livraria Atheneu, 1992, p. 1-401. 4. PEAKMAN, M. & VERGANI, D. Imunologia Básica e Clínica. Guanabara Koogan, 1999. 5. VAZ, A. J., TAKEI, K., BUENO, E. C. Imunoensaios. Fundamentos e Aplicações, 2007, p. 1-370. DISCIPLINA: FARMACOLOGIA BÁSICA F CÓDIGO: FAR024 DEPARTAMENTO: Farmacologia - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Fisiologia F (FIB035) Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Aspectos básicos da farmacocinética, farmacodinâmica, fatores que interferem na ação de drogas, farmacogenética, farmacologia molecular e ensaios biológicos. Relação estrutura química-atividade. Aspectos relacionados a substâncias endógenas e sua correlação com principais grupos de medicamentos. PROGRAMA TEÓRICO: I- Introdução ao estudo da Farmacologia: - História - Terminologia - Nomenclatura e sistemas de classificação das drogas II- Princípios gerais da ação das drogas - Alvos moleculares das drogas - receptores: hormonais, neurotransmissores, mensageiros 1 ario e 2 ário 102 - moléculas carreadoras b- Alvos celulares das drogas - (transdução): - canais iônicos ativados por receptores - receptores ligados à proteína G - receptores ligados ao DNA - receptores enzimáticos c- Princípios de neurotransmissão inerentes ao estudo farmacológico: - química e elétrica - neurotransmissores centrais e autonômicos: ACh, NE, DA, 5-HT, GABA, glutamato, NO, outros. d- Integração dos mecanismos celulares e moleculares: - tecidos e sistemas alvos das drogas: renal, cardiovascular, pulmonar, cerebral, TGI, SNAPer, SNMotor. III- Quantificação da ação das drogas - a- Interação droga-receptor (potência) - b- Modelos da ligação droga-receptor: reversível, sinergismo, antagonismo ( interações farmacodinâmicas) - c- Curvas dose-resposta: DL 50, DE 50 , IT. - d- Uso do método de probitos em ensaios biológicos. IV- Fatores que influenciam a ação das drogas - a- ADME (aspectos fisiológicos e bioquímicos dos processos farmacocinéticos, integrando com: 1- as características físico-químicas dos medicamentos;2- as interações farmacocinéticas nas fases da absorção, distribuição, biotransformação e excreção). - b-Vias de administração e cronobiologia (noções gerais). - c-Aspectos fisiopatológicos, faixa etária e características genéticas (noções gerais). V- Mensuração das respostas e aplicação das curvas dose-resposta - Resposta clínica e efeitos populacionais: eficácia e toxicidade, doses e janela terapêutica VI- Desenvolvimento de medicamentos: Estudos pré-clínicos e clínicos (noções gerais) PROGRAMA PRÁTICO: TÓPICOS PARA AULAS PRÁTICAS A - AULAS PRÁTICAS - Vias de administração de medicamentos: utilizando as diferentes vias (venosa, intramuscular, intraperitoneal, subcutânea, oral e retal) em animais de laboratório, estabelecer correlação entre o início e a duração do efeito com a via de administração. - Biotransformação e Eliminação de drogas: observar a diferença no efeito de uma droga em animais normais e pré-tratados com indutores enzimáticos (fenobarbital). Eliminação renal de um medicamento e sua identificação na urina. - Interação de drogas. Sinergismo e Antagonismo: observar as modificações no efeito de um medicamento quando associado a outro. - Pressão arterial em cão: com esta preparação, serão analisadas as substâncias autonômicas que alteram a pressão arterial e os efeitos de antagonistas e agonistas exógenos. - Preparação isolada “in vitro” - íleo de cobaia: nesta preparação serão experimentadas substâncias endógenas que alteram a motilidade expontânea e que apresentam qualquer outro efeito sobre o músculo liso. As curvas dose-resposta obtidas serão analisadas sob vários aspectos. B - GRUPOS DE DISCUSSÃO Absorção. - Distribuição e Excreção. 103 - Análise de curvas dose x resposta. - Farmacologia molecular. - Neurotransmissão colinérgica e adrenérgica - Neurotransmissão Central - Horários de Discussão e Estudo BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GOODMAN & GILMAN’S – As Bases Farmacológicas da Terapêutica. Ed. Artmed - 12a. edição (2012). 2. KATZUNG, B.G. - Farmacologia Básica e Clínica. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan - 10a. edição traduzida. 3. RANG, H.P. E DALE, M.M. - Farmacologia. Elsevier - 7a. edição traduzida (2012). 4. PENILDON, Silva Farmacologia - GUANABARA KOOGAN 8ª Ed. (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Título: Pharmacological reviews Variação: PHARMACOL REV Variação: PHARM REV ISSN: 0031-6997 2. Título: Pharmacology & toxicology Variação: PHARMACOL TOXICOL Variação: PHARM TOX Variação: PHARMACOLOGY AND TOXICOLOGY ISSN: 0901-9928 3. Título: Pharmacology & therapeutics Variação: PHARMACOL THERAPEUT Variação: PHARMACOL THER Variação: PHARM THERA Variação: PHARMACOLOGY AND THERAPEUTICS ISSN: 0163-7258 4. Título: Pharmacological research Variação: PHARMACOL RES Variação: PHARMAC RES ISSN: 1043-6618 5. Título: Pharmacological Reports Variação: PHARMACOL REP ISSN: 1734-1140 6. Título: Pharmacology & pharmacy ISSN: 2157-9423 7. Título: Pharmacology, biochemistry and behavior Variação: PHARMACOL BIOCHEM BEHAV Variação: PHARMACOL BIOCHEM BE Variação: PHARM BIO B 104 Variação: PHARMACOLOGY, BIOCHEMISTRY & BEHAVIOR ISSN: 0091-3057 8. Título: drug metabolism and pharmacokinetics Variação: DRUG METAB PHARMACOKINET Variação: DRUG METAB PHARMACOK ISSN: 1347-4367 9. Título: Journal of pharmacokinetics and pharmacodynamics Variação: J PHARMACOKINET PHARMACODYN Variação: JOURNAL OF PHARMACOKINETICS & PHARMACODYNAMICS Variação: J PHARMACOKINET PHAR ISSN: 1567-567X 10. Título: European journal of drug metabolism and pharmacokinetics Variação: EUR J DRUG METABOL PHARMACOKINET Variação: EUR J DRUG Variação: EUR J DRUG METAB PHARM Variação: EUR J DRUG METAB PH Variação: EUR J DRUG METAB PHARMACOKINET ISSN: 0378-7966 DISCIPLINA: POLÍTICAS DE SAÚDE CÓDIGO: FAS012 DEPARTAMENTO: FARMÁCIA SOCIAL - FAFAR PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Conceitos de saúde, processo saúde-doença. Modelos de atenção à saúde no contexto nacional e internacional. Evolução das políticas públicas de saúde no Brasil. Sistema Único de Saúde: princípios organizativos e doutrinários; leis que regem sua organização e financiamento. Níveis de atenção em saúde. Atenção Primária à Saúde. Estratégia de Saúde da Família. Políticas de saúde para grupos específicos. Responsabilidades do profissional biomédico frente às questões étnico- raciais e direitos humanos. PROGRAMA TEÓRICO: - Modelos assistenciais internacionais - Histórico dos modelos assistenciais em saúde. - Evolução das políticas públicas de saúde no Brasil: da colonização à república, a era Vargas, o período da redemocratização, o governo militar, década de 80 e 90. - A formulação do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo movimento de reforma sanitária brasileira - VIII Conferência Nacional de Saúde. - A saúde na Constituição Federal de 1988. - SUS - princípios doutrinários e organizativos. - Leis Orgânicas da Saúde - Lei 8.080/90 e Lei 8.142/90. - Programas de saúde pública. - Farmácia de Minas. - Na disciplina de Políticas de Saúde, do quinto período, é abordado o histórico das ações e serviços de saúde, considerando-se o acesso aos grupos menos 105 privilegiados da população e suas consequências atuais. A equidade é abordada, como diretriz do Sistema Único de Saúde, e são discutidos Programas de Saúde para grupos específicos, voltados para a população indígena, idosos, população ribeirinha, dentre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAMPOS, G., MINAYO, M. C. S., AKERMAN, M., DRUMOND JÚNIOR, M., CARVALHO, Y. M. (orgs.). Tratado de saúde coletiva 2ª ed. Rio de Janeiro: Hucitec, 2006. (Textos selecionados). 2. CARVALHO, S. R. Saúde coletiva e promoção da saúde 2ª ed. São Paulo: Hucitec, 2007. 3. BERTOLLI FILHO, C. História da saúde pública no Brasil 4ª ed. São Paulo: Ática, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. PAIM et al. O sistema de saúde brasileiro: histórico, avanços e desafios. The Lancet 2011 (online), p 11-31. 2. Emenda Constitucional n. 29, de 13/9/2000 - Altera os arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para assegurar os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. 3. Constituição Federal (artigos 196 a 200) 4. Lei 8.080, de 19/9/91990 - Lei orgânica da Saúde que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. 5. Lei 9.836, de 23/9/1999 (Acrescenta dispositivos à Lei no 8.080). 6. Lei 11.108, de 07/4/2005 (Altera a Lei no 8.080). 7. Lei 10. 424, de 15/4/2002 (Acrescenta capítulo e artigo à Lei no 8.080). 8. Lei 8.142, de 28/12/1990 - Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. 9. Portaria 2.203, de 05/11/1996 - Aprova a Norma Operacional Básica (NOB 01/96), que redefine o modelo de gestão do Sistema Único de Saúde. 10. Portaria 373, de 27/2/2002 - Aprovar, na forma do Anexo desta Portaria, a Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002. 11. Resolução 399, de 22/2/2006 - Divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS e aprova as diretrizes operacionais do referido pacto. 12. ALMEIDA, C. M. Reforma de Estado e Reforma de Sistema de Saúde: experiências internacionais e tendências de mudança. Ciência & Saúde Coletiva; v. 4 p. 263-286, 1999. 13. BOTTI, M. L.; SCOCHI, M. J. O aprender organizacional: relato de experiência em uma unidade básica de saúde. Saúde e Sociedade; v.15. p. 107-114, 2006. 14. Filme: Políticas de saúde no Brasil: um século de luta pelo direito à saúde (Ministério daSaúde, 2007). 15. Filme: Sycko. 2007 DISCIPLINA: PATOLOGIA GERAL F CÓDIGO: PAG 011 DEPARTAMENTO: PATOLOGIA GERAL- ICB PRÉ-REQUISITO(S): Fisiologia F (FIB035) Carga Horária: 90hs Tipo: Obrigatória 106 EMENTA: Principais processos patológicos gerais e de algumas doenças importantes para o nosso meio: análise, demonstração e interpretação. Morfologia e correlação fisiopatológica, relação entre causa, desenvolvimento e conseqüências. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução à patologia geral. - Degenerações e alterações. - Degenerações: conceito e classificação (água, proteínas, lípides, carboidratos) - Morte celular: necrose e apoptose. - Alterações do interstício - Calculoses (colelitíase e urolitíase) e pigmentação endógena (derivados da hemoglobina- bilirrubina e hemossiderina) - Distúrbios da Circulação. - Hiperemia - Edema - Hemorragia - Choque - Trombose - Embolia - Isquemia - Infarto 1. Inflamação. - Conceito e classificação ( Aguda e crônica). - Sinais cardinais da inflamação. - Fenômenos irritativos (Mediadores químicos – Classificação). - Fenômenos vasculares e exsudativos (líquido e células). - Células do exsudato inflamatório. - Manifestações sistêmicas da inflamação. - Inflamação crônica inespecífica e granulomatosa. - Fenômenos reparativos (regeneração e cicatrização). 2. Distúrbios do crescimento e da diferenciação celular. - Hipertrofia, hipotrofia, hiperplasia, hipoplasia, metaplasia e displasia. 3. Neoplasias - Conceito, classificação e nomenclatura. Diferenças entre tumores benignos e malignos. Biologia da célula neoplásica. A história natural dos tumores: lesões pré- malígnas. Instabilidade genética e progressão tumoral. - Invasão local e metástases. - Gradação e estadiamento de tumores. - Carcinogênese química, viral e por radiações. Epidemiologia dos tumores. - Efeitos locais e sistêmicos das neoplasias. Imunologia dos tumores. 4. Relação agressor-hospedeiro - Lesões induzidas por vírus, bactérias, fungos, protozoários e helmintos. - Lesões induzidas por agentes mecânicos, frio, calor, eletricidade, variações de pressão, radiações e substâncias químicas PROGRAMA PRÁTICO - Estudo morfológico (macroscopia e microscopia) das principais alterações patológicas espontâneas e experimentais estudadas na teoria BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FILHO, G.B., et al. Bogliolo - Patologia Geral, 2a. Ed. Guanabara Koogan, 1998. 312p. 2. FILHO , G.B. Bogliolo – Patologia. Ed. Guanabara Koogan, 2000. 1328p. 107 3. COTRAN, R.S. & ROBBINS - Patologia Estrutural e Funcional, 6ª Ed. Guanabara Koogan, 2000,1251p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. RUBIN, E. & FARBER, J.L. Patologia. 3ª Ed, Guanabara Koogan, 2002.1564p. 2. CHANDRASOMA,P. & TAYLOR,C.R. Patologia Básica, Ed.PHB, 1993. 911p. 3. WHEARTER, P.R. et al. Basic Histopathology - A Colour Atlas and Text. Ed.Churchill Livingstone,1991,225p. 4. CURRAN, C.R. Colour Atlas of Histopathology. Ed. Harvey Miller & Oxford University Press, 1985, 292p. 5. STEVENS, A. ; LOWE, J.Patologia . Editora Manole, 1996, 535p. 6. THOMAS, C. et al. Sandriter's Color Atlas and Textbook Macropathology. 4ª ed. Year Book Medical Publhishers, 1986. 7. UNDERWOOD, J.C.E. Patologia Geral e Especial. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1995, 745p. 6º Período DISCIPLINA: ÉTICA E LEGISLAÇÃO BIOMÉDICA CÓDIGO: ACT026 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA Conceitos de ética. Direitos Humanos e princípios de dignidade humana e igualdade de direitos. Normas legais e administrativas que dispõem sobre a profissão biomédica no Brasil. Órgãos representativos e de fiscalização da profissão biomédica. Dimensão ética da conduta profissional a partir dos princípios, valores, deveres e direitos morais inscritos no Código de Ética da Profissão. Responsabilidades do profissional biomédico frente às questões étnico-raciais e direitos humanos. CONTEÚDO Princípios de Direitos Humanos e igualdade de direitos Inter-relações da Ética com outros campos de conhecimento humano; Histórico da Bioética e principais modelos explicativos utilizados; Legislação sobre pesquisa científica utilizando seres humanos e animais de laboratório; Legislação sobre pesquisa científica em grupos específicos (Indígenas e Quilombolas); Comitês de Ética em Pesquisa; Exercício e Código de Ética da profissão de Biomédico; Papel do Biomédico na Saúde Pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Bioética para Profissionais de Saúde. Sergio Rego, Marisa Palácios & Rodrigo Siqueira-Batista. Editora Fiocruz. Rio de Janeiro, RJ. 2009. 160pp. Bioética. Darlei Dall´agnol. Editora Zahar, Rio de Janeiro, RJ. 2005. 108 Bioética: Princípios morais e Aplicações. Darlei Dall´agnol. 1a edição. Editora DP&A. 2004. O que é Bioética? Débora Diniz & Dirce Guilhem. Editora Brasiliense. São Paulo, SP. 2002. 69pp. Resolução No 198, de 21 de fevereiro de 2011. Regulamenta o novo Código de Ética do Profissional Biomédico. disponível em http://www.crbm1.gov.br/codigo.asp BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Site Bioética, do Prof José Roberto Goldim, da UFRS. Acessado em http://www.bioetica.ufrgs.br/bioetica.htm Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 - Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. LEI Nº 6.684, DE 3 DE SETEMBRO DE 1979 - Regulamenta as profissões de Biólogo e de Biomédico, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biologia e Biomedicina, e dá suas outras providências. Resolução CNS 196/96- Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisa envolvendo Seres Humanos. Resolução CNS 251/97- Normas de Pesquisa com novos fármacos, medicamentos, vacinas e testes diagnósticos envolvendo seres humanos Lei nº 11.794/2008- Lei de Procedimentos para o uso Científico de Animais Revista Bioética, acessada em http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica. DISCIPLINA: ATIVIDADE INTEGRADORA A CÓDIGO: ACT046 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Citologia e Histologia F (MOF034), Genética F (BIG028), Química Analítica F (QUI208) Carga Horária: 15hs Tipo: Obrigatória EMENTA Trabalho de avaliação e análise de caso-problema referente a áreas do conhecimento abordadas em período anterior. PROGRAMA TEÓRICO: Discussão sobre aspectos de interdisciplinaridade dos artigos escolhidos Apresentação de trabalhos na forma de seminários BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; SILVA FILHO, Jose Carneiro da. Biologia celular. 2. ed. Rio de Janeiro: 1977. 2. GRIFFTHS, Anthony J. F. Genética moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 3. SKOOG, Douglas A.; WEST, Donald M. Fundamentos de quimica analitica. Barcelona: 1970. 2v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Journal of Thrombosis and Trhombolysis. http://www.crbm1.gov.br/codigo.asp http://www.bioetica.ufrgs.br/bioetica.htm http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10889&Itemid= http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica 109 2. Annals of Hematology. 3. PLOS one. 4. Journal of Clinical Oncology. 5. Pharmacological Research. 6. Molecular Biology Reports. Acesso ao periódicos: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ DISCIPLINA: CITOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT602 DEPARTAMENTO: ANALISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Citologia e Histologia F (MOF034), Patologia Geral F (PAG011) Carga Horária: 60hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Citologia do trato genital feminino. Métodos empregados em citopatologia. Análise e interpretação de esfregaços cérvico-vaginais. Correlação clínico-citológica. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: - Aparelho reprodutor feminino - Aspectos anatômicosdo útero, tubas uterinas, ovários, vagina e vulva. - Histologia uterina, vaginal e dos ovários - Técnicas do exame oncótico - Princípios da coloração de Papanicolaou, artefatos e erros - Estudo das células normais dos esfregaços cérvico-vaginais - Células dos epitélios de revestimento vaginal, ectocervical, endocervical e endometrial - Estudo dos elementos não epiteliais dos esfregaços cérvico-vaginais - Flora vaginal, neutrófilos, histiócitos, linfócitos, plasmócitos, muco, e outros agentes - Efeito dos hormônios sobre o epitélio vaginal nas diferentes idades da mulher - Aspectos histológicos e citológicos na pré-puberdade, menacme, menopausa, gestação e lactação - Efeito dos hormônios sobre o epitélio vaginal nas diferentes fases do ciclo menstrual - Aspectos das fases estrogênicas e progestagênicas - Técnica do exame funcional - Índices de maturação, cariopicnose e eosinofílico - Processos inflamatórios do trato genital feminino - Causas, fatores predisponentes e aspectos histológicos - Alterações citológicas relacionadas com os processos inflamatórios e reacionais - Agentes específicos - Tricomoníase, candidíase, vaginose bacteriana, herpesvírus, actinomicose, leptothrix sp. - Atipias reacionais benignas - Hiperceratose, acantose, paraceratose, metaplasia escamosa jovem e madura - Infecção por HPV - Características clínicas, histopatológicas e citológicas - Carcinogênese cervical - Critérios citológicos de malignidade - Lesões escamosas intra-epiteliais cervicais - Aspectos histológicos e citológicos 110 - Carcinomas invasores - Diagnóstico diferencial: carcinoma de células escamosas e adenocarcinomas - Adenocarcinoma do endocérvice - Aspectos clínicos, histológicos e citopatológicos - Adenocarcinoma do endométrio - Aspectos clínicos, histológicos e citopatológicos - Classificações citológicas PROGRAMA PRÁTICO: - Técnica do exame oncótico – Processamento de exame colpocitológico - Aspectos citológicos dos elementos normais - Fases do ciclo menstrual - Treinamento em diagnóstico colpocitológico de exames normais - Alterações celulares inflamatórias - Alterações reacionais - Agentes específicos - Treinamento em diagnóstico colpocitológico dos processos inflamatórios - Critérios de malignidade - Infecção por HPV - Lesões escamosas intra-epiteliais cervicais - Neoplasias invasoras cervicais - Treinamento em diagnóstico colpocitológico dos processos pré-malignos e malignos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GOMPEL, C. & KOSS, L. Citologia Ginecológica e Suas Bases Anatomoclínicas. São Paulo: Editora Manole, 1997. 200p. 2. KURMAN, R. J. & SOLOMON, D. O Sistema Bethesda para o relato de diagnóstico citológico cérvico-vaginal. Rio de Janeiro: Revinter, 1997. 75p. 3. Kurman, Robert J. Solomon, Diane. Sistema Bethesda para o relato de diagnóstico citológico cervicovaginal: definições, critérios e notas explicativas para terminologia e amostra adequada , O / 1997 - Livros - Acervo 327133 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. TAKAHASHI, M. Atlas colorido de citologia do câncer. São Paulo: Editora Manole, 1982. 575 p. 2. HUSAIN, O.A.N. & BUTLER, E. B. Atlas colorido de citologia ginecológica. São Paulo: Artes Médicas, 1992. 128p. 3. SOOST, H.J. & BAUR, S. Diagnostico citologico en ginecologia. Barcelona: Ediciones Toray, 1983. 328p. 4. Manual de Gestão da Qualidade para Laboratório de Citopatologia - Instituto Nacional do Câncer - 2012 - www.inca.gov.br 5. Jornal Brasileiro de Patologia (Periódico) 6. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Periódico) DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CLÍNICA I CÓDIGO: ACT613 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Celular F (BIQ050) Carga Horária: 90hs Tipo: Obrigatória EMENTA 111 Laboratório de análises clínicas: organização e padronização; fotometria; investigação laboratorial de anormalidades no metabolismo de carboidratos; lípides; proteínas; eletrólitos e minerais. Métodos bioquímicos utilizados no laboratório de análises clínicas: diagnóstico das diversas patologias com alterações nestes metabolismos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO - Apresentação da disciplina e conteúdo programático/ Bioquímica Clínica e Laboratório Clínico - Biossegurança no Laboratório de Bioquímica Clínica. Reuso de Materiais versus descartáveis e impacto ambiental. Descarte adequado de resíduos no laboratório de Bioquímica Clínica. - Padronização do Procedimento Analítico - Espectrometria no visível: Branco, Padrão e Amostra controle - Palestra (Tema: Biossegurança no Laboratório Clínico) - Diabetes mellitus/Hipoglicemia/Estudo de casos - Lipídeos, Lipoproteínas e Dislipidemias/Estudo de casos - Aminoácidos, Proteínas e Nitrogenados não proteicos - Eletrólitos PROGRAMA PRÁTICO - Laboratório de Bioquímica Clínica - Amostra biológica, Padrão e Amostra controle - Determinação da glicemia - Determinação de Hemoglobina glicada A1c - Determinação de triglicérides - Determinação do colesterol total e HDL-col - Determinação de proteínas totais e albumina - Eletroforese de proteínas no soro - Determinação de ácido úrico - Determinação de ureia - Determinação de eletrólitos no soro - Prova Prática BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BURTIS, C.A. E ASHWOOD, E.R. TIETZ. Fundamentos de Química Clínica, 6ª ed., Rio de Janeiro, Elsevier, 2008. 2. ERICHSEN, E.S.; VIANA, L.G.; FARIA, R.M.D.; SANTOS, S.M.E. Medicina Laboratorial para o Clínico, Belo Horizonte, Coopmed, 2009. 3. DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas, 7 ª ed., São Paulo, Blucher, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. CAMPBELL, Mary K.; FARRELL, Shawn O. Bioquímica. São Paulo: Thomson, 2007. 3v. 2. MICHELACCI, Yara M; DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. americana. São Paulo: Blücher, 2007. 3. BISHOP, M.L.; DUBEN-ENGELKIRK, J.L.;FODY, E.P. (Ed.) clinical chemistry: principles, procedures, correlations. 4a. ed., Philadelphia: Lippincott Williams & Wikins, 2000. 4. DAVIDSON, M.B. Diabetes mellitus: diagnóstico e tratamento. 4a. ed., Rio de Janeiro: Editora Revinter, 2001. 5. MARSHALL W.J. Clinical Chemistry. 4a. ed., Edinburgh: Mosby, 2000. 112 7º Período DISCIPLINA: BIOQUÍMICA CLÍNICA II CÓDIGO: ACT601 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Clínica I (ACT613) Carga Horária: 90hs Tipo: Obrigatória EMENTA Diagnóstico das diversas patologias relacionadas com alterações renais, hepáticas, endócrinas, ósseas, cardíacas e outras: métodos bioquímicos utilizados no laboratório de análises clínicas. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO - Função Renal - Função Endócrina - Função Hepática - Enzimologia Clínica PROGRAMA PRÁTICO - Biossegurança no Laboratório de Bioquímica Clínica. Reuso de Materiais versus descartáveis e impacto ambiental. Descarte adequado de resíduos no laboratório de Bioquímica Clínica. - Respeito ao paciente em coletas e seu direito à confidencialidade de resultados. - Proteinúria - Clareamento de Creatinina - Urinálise (exame físico e químico) - Urinálise (sedimentoscopia I) - Urinálise (sedimentoscopia II) - Dosagem de Hormônio - Determinação das Atividades das Aminotransferases(Transaminases) - Dosagens das Bilirrubinas - Determinação da Atividade da Amilase - Enzimas pelo Método Cinético(CK/LDH) BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ELZA S,R;LUCIANA G,V& COLBS- Medicina laboratorial para o clínico-1º edição- Coopmed-2009. 2. Burtis, C.A; Edward R.Ashwood, E.R.; Tietz-fundamentos de Quimica Clinica-6º edição editora elservier,2008. 3. BURTIS, Carl A; ASHWOOD, Edward R. Tietz fundamentos de quimica clinica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996 836p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ADOLPH, L Diagnóstico enzimático das doenças do coração, fígadoe pâncreas. Basiléia, S.Karger, 1980, 128p. 2. BEVILACQUA, F; BENSOUSSON, E; JANSEN JM; CASTRO FS. Fisiopatologia Clínica. 3. BAULIEU, E.E; KELLY, P.A. Hormones- From molecules to diseases.1º edição Paris, Hermann Publisher in Arts and Sciences, 1990,78.p. 4. CALBREATH, D.F.clinical Chemistry. A fundamental textbook. 1º edição . Filadélfia,W.B. Sauders Company,1999,468 p. 113 5. JOH W.BAYNES,MAREK H.DOMINACZAK- Bioquímica Médica-2º edição-Editora Elsevier. 6. Clinical Chemistry – Journal of the American Association for Clinical Chemistry, Inc. 7. Revista da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas. 8. Apostila: Função Renal- Prof. Henrique Pimenta Barroso Magalhães. 9. Apostila:Urinálise-Prof.Henrique Pimenta Barroso Magalhães. 10. Apostila:Função Hepática- Profª. Jane Maciel de Almeida Baptista. 11. Apostila: Enzimologia Clínica- Profª. Jane Maciel de Almeida Baptista. 12. Roteiro de aulas práticas- Prof. Henrique Pimenta Barroso Magalhães / Profª Jane Maciel Almeida Baptista. 13. SOFTWARE:Urinálises Atlas Digital- Prof. Henrique Pimenta Barroso Magalhães, Profª. Jane Maciel de Almeida Baptista, Prof. Marinez de Oliveira Sousa, Biosoftware Sistemas Didáticos. DISCIPLINA: BACTERIOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT010 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Imunologia Clínica (ACT605) Carga Horária: 90hs Tipo: Obrigatória EMENTA Infecções microbianas: etiologia, patologia, sintomatologia, profilaxia, epidemiologia e diagnóstico laboratorial. Atividade de antibióticos e quimioterápicos sobre os agentes infecciosos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: - Diagnóstico bacteriológico das lesões supurativas – gênero Sthaplylococcus e Streptococcus; - Diagnóstico bacteriológico das infecções do trato respiratório superior e inferior - Tuberculose e Hanseníase; - DST - Doenças sexualmente transmissíveis de origem bacteriana: gonococcia; infecções por Chlamydia, Ureaplasma e Micoplasma, vaginoses bacterianas; úlceras; cancro mole; cancro duro; granuloma venéreo; - Bacteriologia de bastonetes Gram negativos: Enterobacterias e não fermentadores; - Bacteriologia de patógenos do trato gastrointestinal e do trato urinário; - Bacteriologia dos líquidos das punções de processos fechados, das peças cirúrgicas e secreções de lesões cirúrgicas; - Testes de susceptibilidade aos antimicrobianos. PROGRAMA PRÁTICO: - Normas de biossegurança na Bacteriologia Clínica. Reuso de Materiais versus descartáveis e impacto ambiental. Descarte adequado de resíduos bacteriológicos. - Normas de procedimentos, principais meios de cultura e técnicas de plantios. - Postura e conduta para coletas e respeito ao paciente - Diagnóstico laboratorial das estafilococcias e estreptococcias - Diagnóstico laboratorial dos Bastonetes Gram negativos - Teste de sensibilidade aos antibióticos (antibiograma) - Diagnóstico laboratorial da tuberculose, da hanseníase, das lesões ulcerativas e gonococcias, da uretrites e vaginites não gonococcias - Coprocultura - Hemocultura - Urocultura 114 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. JAWETZ, E.; MELNICK, J.; ADELBERG, E.; Microbiologia Médica. 22ª ed. Guanabara Koogan. 2004. 2. MURRAY, E. M.; ROSENTHAL, K.; KOBAYASHI, G.; PFALLER, M.Microbiologia Médica. 6ª ed. Mosby. 2010 3. OPLUSTILL, C P; ZOCCOLI, C M; TOBOUTI, NR; SINTO, S I. Procedimentos Básicos Em Bacteriologia Clínica. 2a ed Savier 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FERREIRA, A.W. & ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. 2ª ed, Guanabara Koogan, 2001. 2. Mims, C.A., Dockrell, H.M., Goering, R.V., Roitt I, Wakelin D, Zuckerman M, Microbiologia Médica. 3ª Edição Elsevier 2005. 3. KONEMAN, E. W. Koneman: diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 1465 p. 4. Journal of Clinical Microbiology (American Society of Microbiology) 5. -Diagnostic Microbiology and Infectious Disease (Science Direct) DISCIPLINA: MICOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT072 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Microbiologia Básica Biomedicina (MIC120) Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Fungos como agentes de infecções humanas: principais características, interação com hospedeiro. Micoses superficiais, subcutâneas e profundas e respectivos diagnósticos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: - Reino Fungi: interação com o hospedeiro humano - Morfologia e reprodução dos fungos - Princípios do diagnóstico micológico - Micoses superficiais causadas por leveduras - Micoses superficiais causadas por fungos micelianos - Micoses subcutâneas: esporotricose e cromoblastomicose - Micoses profundas: Paracoccidioidomicose - Micoses profundas: Histoplasmose e Coccidioidomicose - Micoses profundas: Criptococose e Candidose - Micoses oportunistas - Mecanismo de ação de drogas antifúngicas - - PROGRAMA PRÁTICO: - Biossegurança e descarte correto de materiais no laboratório de Micologia Clínica. Coleta de especimes clínicos Exame direto: vídeo - Isolamento: Cultivo em placas e tubos e a técnica de microcultivo: vídeo - Aspectos macro e microscópicos dos principais fungos de importância médica: vídeo - Manutenção de culturas: repique de fungos micelianos e leveduras - Identificação de fungos micelianos: microcultivo - Identificação de Candida spp.: zimograma e auxanograma - Micromorfologia de fungos de interesse médico: demonstração de lâminas - Antifungigrama: demonstração 115 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. LACAZ, CS; PORTO, E;COSTA, JE; HEINS-VACCARI, EM;MELO, NT. Tratado de Micologia Médica LACAZ. Editora Sarvier ,2002. 2. ZAITZ, C;CAMPBELL, I;MARQUES, SA;RUIZ, LRB; SOUZA, VM. Compêndio de Micologia Médica. Editora Medsi.1998. 3. SIDRIM, JJC & MOREIRA, JLB. Fundamentos Clínicos e Laboratoriais de Micologia Médica. Editora Guanabara Koogan -1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MURRAY, Patrick R. Manual of clinical microbiology. 9th ed. Washington, D.C.: ASM, 2007. 2 v. 8º Período DISCIPLINA: RADIOISÓTOPOS EM DIAGNÓSTICO CÓDIGO: ACT016 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Química Inorgânica F (QUI205) Carga Horária: 45hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Radioisótopos em diagnósticos. Elementos sanguíneos radiomarcados. Alterações fisiopatológicas e radioisótopos. Diagnóstico de inflamação e infecção. Radioensaios. Ensaios imunoradiométricos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: Bases Físicas das radiações Interação da radiação com a matéria Geradores de radioisótopos Métodos de marcação radioisotópica de compostos Radioisótopos no diagnóstico: f) Função cerebral g) Função tireoidiana h) Avaliação cardiológica . infarto do miocárdio . isquemia miocárdica i) Função respiratória j) Avaliação hepática k) Avaliação estática e dinâmica da função renal l) Avaliação da função óssea m) Avaliação da função gastrointestinal Elementos sanguíneos radiomarcados e suas aplicações clínicas: n) Hemácias o) Plaquetas p) Leucócitos Diagnóstico de processos inflamatórios e infecciosos Ensaios imunoradiométricos Radioterapia: cobaltoterapia e braquiterapia PROGRAMA PRÁTICO: Cuidados Gerais e Manuseio de Radioisótopos. Biossegurança e preocupação ambiental 116 Detectores Geradores de radioisótopos Estudos de Biodistribuição dos radiofármacos Marcação de hemácias com tecnécio-99m BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. SAHA, G.B. Fundamentals of Nuclear Pharmacy. v. 6. ed. Springer, Nova York. 2010. 409p. 2. THRALL, J.H.; ZIESSMAN, H.A. Medicina Nuclear. 2. ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2003. 408p. 3. THEOBALD, T. Sampson’s Textbook of Radiopharmacy. Pharmaceutical Press, London, 4ed, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:1. APOSTILA DE RADIOISÓTOPOS - patrocinada pela GE Healthcare Bio- Sciences. 2. ELGAZZAR, A.H.; A Concise Guide to Nuclear Medicine. 1. ed. Springer- Verlag New York, 2011. 158p. 3. SAHA,G. B. Physics and Radiobiology of Nuclear Medicine. v. 3.ed. Springer, Nova York. 2006. 320p. 4. TAUHATA, L., SALATI, I.P.A., PRINZIO, R.Di., et al. Radioproteção e Dosimetria: fundamentos - 4ª v. junho/2003 - Rio de Janeiro - IRD/CNEN 242p. 5. HIRONAKA, F., BUCHPIGUEL, C.A., SAPIENZA, M.T. Medicina Nuclear em Oncologia. Atheneu, São Paulo, 2008. 188p. 6. MORAES, A.F. Manual de Medicina Nuclear. Atheneu, São Paulo, 2007.102p. 7. THOM, A,F., SMANIO, P.E.P. Medicina Nuclear em Cardiologia da Metodologia à Clínica. Atheneu, São Paulo, 2007. 295p. 8. ZOLLE, I. Technetium-99m Pharmaceuticals. v. 1. ed. Springer, Berlin. 2010. 345p. 9. BUCERIUS J., AHMADZADEHFAR, H. BIERSACK , H., 99mTc-Sestamibi: Clinical Aplications. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2012. London New York. 10. FARMACOPÉIA Brasileira. 5.ed. Brasília: ANVISA, 2010. Radiofármacos, pt 9. 546p. (Radiofármacos capítulo 9, 373-385p). 11. BRITISH Pharmacopoeia. London: The Stationary Office, 2011. (Monografia Radiofármacos, volume IV). 12. UNITED STATES Pharmacopoeia – USP ed. 34, The National Formulary, ed. 29. The United States Pharmacopeial Convention, Rockville, 2011. 13. Nuclear Medicine and Biology. 14. European Journal of Nuclear Medicine and Molecular Imaging. DISCIPLINA: HEMATOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT045 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Fisiologia F (FIB0035) Carga Horária: 105hs Tipo: Obrigatória EMENTA 117 Elementos sanguíneos: origem, evolução, morfologia, fisiologia e patologias. Exames hematológicos para diagnósticos clínicos: métodos e técnicas. Responsabilidades do profissional biomédico frente às questões étnico-raciais e educação ambiental. PROGRAMA TEÓRICO: - Maturação e diferenciação das linhagens eritrocítica, leucocitária e plaquetária. - Fisiopatologia das linhagens eritrocitária e leucocitária. - Estudo dos mecanismos da coagulação, da anticoagulação e da fibrinólise. - Doenças hemorrágicas e trombóticas. - Estudo de casos clínicos hematológicos. PROGRAMA PRÁTICO - Biossegurança no Laboratório de Hematologia Clínica. Descarte adequado de resíduos e preocupação ambiental nos procedimentos hematológicos. - Respeito ao paciente em coletas e confidencialidade de resultados - Caracterização e identificação microscópica dos estágios maturativos, dos elementos celulares do sangue. - Determinação quantitativa de elementos sangüíneos por métodos manuais e automatizados. - Diagnóstico laboratorial das patologias das linhagens eritrocitária e leucocitária, abordando as principais doenças que sofrem influências genéticas, étnicas e raciais. - Diagnóstico laboratorial das condições de hipo e hipercoagulabilidade. - Classificação sangüínea e compatibilidade transfusional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CARVALHO, M.G.; SARMENTO, M.B. – Hematologia: Técnicas laboratoriais e interpretação. Belo Horizonte, 1988. 2. HOFBRAND, A.V.; PETTIT, J.E. – Hematologia clínica Ilustrada. São Paulo, 1988. 3. ZAGO, M.A.; FALCÃO, R.P.; PASQUINI, R. – Hematologia – Fundamentos e prática, Atheneu, São Paulo, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BAIN, B. – Blood cells a practical guide. 2a. Ed., Blackwell Science Ltd, U.K., 1995. 2. BERNARD, J. et al. – Hematologia 9a. Ed., Medsi, Rio de Janeiro, 2000. 3. DACIE, J. ; LEWIS, S. – Practical hematology. 6a. Ed. Churchil-Livinston, London,1984. 4. HAYHOE, F.G.; FLEMANS, R.J.- Atlas de citologia hematológica . 2ª Ed., Artes Médicas, São Paulo, 1990. 5. HILLMAN, R.S.; FINCH, C.A. - Manual da série vermelha. 7a. Ed.,Liv. Santos, São Paulo, 2001. 6. INFOBLOOD – Atlas de citologia hematológica “in software”, Belo Horizonte, 1998. 7. LORENZI, T.F. – Manual de hematologia – Propedeutica e clínica. 2a. Ed. Medsi, Rio de Janeiro, 1999. 8. RAPAPORT, S.I. – Hematologia 2a. Ed., Ed. Roca, São Paulo, 1990. 9. RAVEL, R. – Laboratório Clínico 6a. Ed., Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, 1997. 10. VERRASTRO, T.; LORENZI, T.F.; WENDEL NETO, S. – Hematologia e hemoterapia. Atheneu, São Paulo, 1996. 11. WILKENSTEIN, A.; SACHER, R.A.; KAPLAN, S.S.; ROBERTS, G. – Manual da série branca. 5a. Ed.,Liv. Santos, São Paulo, 2001. DISCIPLINA: ATIVIDADE INTEGRADORA B CÓDIGO: ACT047 118 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Citologia Clinica (ACT602) Carga Horária: 15hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Interpretação clínica de exames laboratoriais, hematológicos, cropológicos, e bioquímicos. Trabalho de avaliação e análise de caso-problema referente às áreas do conhecimento. CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO À MEDICINA LABORATORIAL - Etapa pré-analítica - Etapa analítica - Etapa pós-analítica 2. HEMATOLOGIA - Hematopoiese: Série Vermelha, Série Branca, Série Plaquetária. - As células sanguíneas: O filme sanguíneo, Métodos de coloração. - Aspectos morfológicos (série vermelha, branca, plaquetária). - Alterações morfológicas: Série vermelha,Série branca, Série plaquetária. - Doenças da série vermelha: Anemias carenciais, Hemoglobinopatias, Outras anemias Hemolíticas, Anemias secundárias, Aplasia medular, Poliglobulias. - Doenças da série branca: Alterações quantitativas, Alterações qualitativas, Anomalias,Leucemias agudas,Leucemias crônicas, Doenças linfoproliferativas. - Doenças da série plaquetária. Estudos dirigidos / Interpretação de exames laboratoriais / Casos clínicos 3. COPROLOGIA - Métodos laboratoriais empregados no diagnóstico de parasitoses intestinais. - Fundamento teórico, vantagens e desvantagens. Estudos dirigidos / Interpretação de exames laboratoriais / Casos clínicos 4. URINÁLISE - Introdução: Histórico e aplicação. - Fisiologia renal, formação da urina e composição da urina. - Coleta, preservação e preparo da amostra. - Materiais e equipamentos. - Análise física, química e microscópica. - Interpretação clínica da urinálise. Estudos dirigidos / Interpretação de exames laboratoriais / Casos clínicos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. BURTIS, Carl A; ASHWOOD, Edward R. Tietz fundamentos de química clinica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996. 836p. 2. ERICHSEN, Elza Santiago.; VIANA, Luciana de Gouvêa; FARIA, Rosa Malena Delbone de.; SANTOS, Silvana Maria Elói. Medicina laboratorial para o clínico. Belo Horizonte: COOPMED/ UFMG, 2009. xv, 783 p. 3. ZAGO, Marco Antonio; FALCÃO, Roberto Passetto; PASQUINI, Ricardo. Hematologia: fundamentos e prática. São Paulo: Atheneu, 2001. 1081p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. ANDRIOLO, A.; et al. Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial para coleta de sangue venoso. 2. ed., São Paulo: Manole. 130 p. 119 2. DE CARLI, Geraldo Attilio. Diagnóstico laboratorial das parasitoses humanas: métodos e técnicas. Rio de Janeiro: 1994 315 p. 3. HENRY, John Bernard; DAVEY, Frederick R. Diagnosticos clinicos e tratamento por metodos laboratoriais. 20 ed. São Paulo: Manole, 2008. 1734p. 4. LIMA, A. Oliveira. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e interpretação. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 600 p. 5. REY, Luís. Bases da parasitologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 391 p. DISCIPLINA: PARASITOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT 606 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Imunologia Clínica (ACT605) Carga Horária: 75hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Fisiopatologia e diagnóstico clínico-laboratorial das principais parasitoses humanas. Indicação, fundamentos e análise crítica dos métodos usados no diagnóstico das parasitoses humanas. Execução das técnicas de diagnóstico das parasitoses humanas e interpretação clínica dos resultados. Novas perspectivas para o diagnóstico laboratorialdas parasitoses humanas. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO: -Diagnóstico clínico-laboratorial dos seguintes parasitas humanos:Protozoários: Cryptosporidium parvum, Cyclospora cayetanensis, Endolimax nana, Entamoeba coli, Entamoeba dispar, Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, Iodamoeba butschlii, Isospora belli, Leishmania braziliensis, Leishmania chagasi, Plasmodium falciparum, Plasmodium malariae, Plasmodium vivax, Toxoplasma gondii, Trichomonas vaginalis, Trypanosoma cruzi. Helmintos: Ancylostoma duodenale, Ascaris lumbricoides, Cysticercus cellulosae, Echinococcus granulosus, Enterobius vermicularis, Hymenolepis diminuta, Hymenolepis nana, Necator americanus, Schistosoma mansoni, Taenia saginata, Taenia solium, Trichuris trichiura. - Novas perspectivas para o diagnóstico laboratorial das parasitoses intestinais humanas. PROGRAMA PRÁTICO: - Aspectos gerais de biossegurança no Laboratório de Parasitologia. Reuso de materiais versus descartáveis e impacto no ambiente. Descarte adequado de resíduos no Laboratório de Parasitologia. Respeito à dignidade do paciente nas coletas e confidencialidade de resultados - Reconhecimento de ovos, larvas, vermes adultos, trofozoítos, cistos, e oocistos utilizados no diagnóstico das parasitoses intestinais humanas. - Execução, análise crítica e interpretação dos seguintes métodos de exame parasitológico de fezes: - Direto - Hoffman, Pons e Janer ou Lutz - Faust e outros métodos de flutuação - Baermann – Moraes e Rugai - Kato e Kato-Katz 120 - Tamização - MIFC e métodos correlatos - Discussão e interpretação do método de Graham - Discussão e interpretação de kits para exame parasitológico de fezes - Execução e crítica dos métodos de coloração permanente utilizados para o diagnóstico de coccídios intestinais (Métodos derivados de Ziehl-Neelsen e Método da safranina) - Análise crítica e interpretação de procedimentos utilizados no diagnóstico parasitológico de malária, doença de Chagas, leishmanioses. - Análise crítica e interpretação dos resultados das reações imunológicas utilizadas para o diagnóstico das doenças parasitárias humanas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. DE CARLI, G. A. – Parasitologia Clínica; seleção de métodos e técnicas de laboratório para o diagnóstico das parasitoses humanas. Rio de Janeiro: Atheneu, 2001, 810pp. 2. NEVES, D. P. et al. – Parasitologia Humana. 12 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2012, 546 pp. 3. REY, L. – Parasitologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001, 856 pp. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. AMATO NETO, V. et al. Parasitologia: uma abordagem clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. xix, 434 p. 2. COURA, J. R.(Editor) Dinâmica das Doenças Infecciosas e Parasitárias (vol 1). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 2020pp. 3. MARIANO, Maria Lena Melo. Manual de parasitologia humana. Ilhéus, BA: Editus, 2004. 104 p. 4. MARKELL, E. K.; JOHN,D. T.; KROTOSKI, W. A. Markell & Voge Parasitologia Medica. 8 ed.. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2003, 447 pp. 5. NEVES, D.P. et al. Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. 494 p. 6. REY, L. – Bases da Parasitologia Médica. 2 ed.. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2002, 379 pp. 9º Período DISCIPLINA: TREINAMENTO PROFISSIONAL A CÓDIGO: ACT053 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Clínica (ACT601), Bacteriologia Clínica (ACT010), Hematologia Clínica (ACT045) Carga Horária: 75hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Atividades de estágio curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. BIBLIOGRAFIA: Conteúdo variado 121 DISCIPLINA: GESTÃO DA QUALIDADE NO LABORATÓRIO CLÍNICO CÓDIGO: ACT018 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Clínica II (ACT601) Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA: Qualidade nas atividades de gestão e tomada de decisões em relação a procedimentos técnicos-científicos e administrativos no laboratório clínico. Utilização de técnicas e atividades operacionais sistemáticas para a monitoração de processos. Aplicações de ações corretivas, preventivas e de melhoria contínua. Implementação de sistema da qualidade para garantir o atendimento aos requisitos da qualidade nas etapas pré, intra e pós-analítica. PROGRAMA TEÓRICO: - Princípios de Gestão e Garantia da Qualidade no Laboratório Clínico. - Padronização dos processos pré-analíticos, analíticos e pós-analíticos, instruções de trabalho e registros de equipamentos e instrumentos. - Norma NBR 14.500/2000 - Gestão da Qualidade no Laboratório Clínico - Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica - PALC. - Credenciamento do Sistema da Qualidade - Sociedade Brasileira de Análises Clínicas - DICQ. - Certificação e Acreditação - Norma ISO-9001/2000. - Programas de Controle da Qualidade Interno e Externo: controle interno da qualidade; fundamentos da estatística aplicada ao laboratório clínico; gráficos de controle de Levey-Jennings; gráfico multi-regra de Westgard; controle de processos analíticos e controle externo da qualidade. - Validação de Métodos - Métodos de Controle da Qualidade Interno em Citopatologia - Gestão e Garantia da Qualidade em Bioquímica Clínica - Gestão e Garantia da Qualidade em Hematologia Laboratorial - Gestão da Qualidade em Imunologia Clínica - Gestão da Qualidade no Exame Parasitológico de Fezes - Gestão e Garantia da Qualidade em Bacteriologia Clínica - Normas de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde (NR 32). - Plano de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde e impacto ambiental de resíduos químicos e biológicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. Comissão de Credenciamento do Sistema da Qualidade de Laboratório Clínico Sociedade Brasileira de Análises Clínicas - Manual para Credenciamento do Sistema da Qualidade de Laboratórios Clínicos, 1ª ed., Rio de Janeiro, 1988, 92 p. 2. MOTTA V. T.; CORRÊA A. J.; MOTTA L. R. Gestão da Qualidade no Laboratório Clínico; 2ª ed.; Porto Alegre, Ed. Médica Missau Ltda., 2001. 3. NOGUEIRA L.C.L Gerenciando pela Qualidade Total na Saúde, 2ª ed., Belo Horizonte, Editora de Desenvolvimento Gerencial, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Comissão de Acreditação de Laboratórios Clínicos - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica - Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos - Manual do Laboratório, 1ª ed., Rio de Janeiro, 1999, 30 p. 122 2. Comissão Técnica de Laboratórios de Ensaio - Instituto Nacional de Metrologia, Boas Práticas de Laboratórios e Listas de Verificação para Avaliação, 1ª ed., Rio de Janeiro, Qualitymark, 1997, 211 p. 3. MENDONÇA C.R.L. Boas Práticas em Laboratório Clínico, 1ª ed., Teresópolis, Eventos, 1998, 127 p. 4. MELLO J.B. ; CAMARGO M.O. Qualidade na Saúde, 1ª ed., Pinheiros Editora Best Seller, 1998, 435 p. 5. ROTH E. Como a Implantar a Quantidade em Laboratório Clínico, 1ª ed., Rio de Janeiro, Editora Futura, 1998, 420 p. 6. REBELO P. Qualidade em Saúde, 1ª ed., Rio de Janeiro, Quantitymark Editora Ltda, 1996, 179 p. 7. Labtest Diagnóstica. Usando Controles no Laboratório Clínico - Setor de Apoio ao Cliente, nº 13, Ano 19, 1998. 8. VIEIRA S. Estatística Experimental, 2ª ed., São Paulo, Atlas S. A. 1999, 185 p. 9. WERKEMA M. C. C. Ferramentas Estatísticas Básicas para Gerenciamento de Processos, Fundação Christiano Ottoni, Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, 1995. Normas: 1. ABNT ISO/IEC GUIA 25, 1993 - Requisitos Gerais para Capacitação de Laboratórios de Calibração e Ensaios, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 2. NBR ISO 8402 - Dez. 1994 - Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade e Terminologia, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 3. NBR 14.500 - julho 2000 - Gestão da Qualidadeno Laboratório Clínico, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 4. NBR ISO 9000 - Dez. 2000 - Sistema de Gestão da Qualidade Fundamental e Vocabulário, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 5. NBR ISO 9001 - Dez. 2000 - Sistema de Gestão da Qualidade - Requisitos, Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR ISO 9004 - Dez. - 2000 - Sistema de Gestão da Qualidade - Diretrizes para Melhorias de Desempenho, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 6. NBR ISO/IEC 17025 - Janeiro 2001 - Requisitos Gerais para Competência de Laboratório de Ensaio e Calibração, Associação Brasileira de Normas Técnicas. 7. Instituto Nacional de Metrologia - Normalização e Qualidade Industrial, Vocabulário de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia, 1995. 8. Clinical Laboratory Improvement Amendments of 1998 (CLIA 88), 42, CRF Part 405, Federal Register, 02/28/1992. 10º Período DISCIPLINA: TREINAMENTO PROFISSIONAL B CÓDIGO: ACT054 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Clínica (ACT601), Bacteriologia Clínica (ACT010), Hematologia Clínica (ACT045) Carga Horária: 300hs Tipo: Obrigatória EMENTA Atividades de Estágio Curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. BIBLIOGRAFIA: Conteúdo variado 123 11º Período DISCIPLINA: TRABALHO INTEGRALIZADOR MULTIDISCIPLINAR CÓDIGO: ACT032 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Hematologia Clínica (ACT045) Carga Horária: 30hs Tipo: Obrigatória EMENTA Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico que integre diferentes áreas de conhecimento em análises clínicas e toxicológicas. BIBLIOGRAFIA: Conteúdo variado DISCIPLINA: TREINAMENTO PROFISSIONAL C CÓDIGO: ACT055 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Bioquímica Clínica (ACT601), Bacteriologia Clínica (ACT010), Hematologia Clínica (ACT045) Carga Horária: 270hs Tipo: Obrigatória EMENTA Atividades de Estágio Curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. BIBLIOGRAFIA: Conteúdo variado 124 ANEXO B – Componentes curriculares optativos do Curso de Biomedicina DISCIPLINA: SISTEMAS DE GESTÃO E NORMATIZAÇÃO DA QUALIDADE NO LABORATÓRIO CLÍNICO CÓDIGO: ACT058 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS – ACT PRÉ-REQUISITO(S): Gestão da Qualidade no Laboratório Clínico (ACT018) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA: Normas regulamentares e a qualidade nas atividades de gestão e tomada de decisão referente aos procedimentos técnico-cientificos e administrativos no laboratório clínico. PROGRAMA TEÓRICO: - Apresentação da disciplina e do conteúdo programático. - Princípios de Gestão e Garantia da Qualidade no Laboratório Clínico. - Ferramentas da Qualidade e Gestão Estratégica para a Qualidade. - Programas de Controle da Qualidade Interno e Externo. - Normas ISO no Laboratório Clínico. - Aplicação da RDC 302 no Laboratório Clínico. - Instruções de Trabalho. - Validação de Métodos. - Controle de Qualidade em Citopatologia. - Controle de Qualidade em Bioquímica. - Controle da Qualidade Interno – Indicadores e gráficos. - Gestão da Qualidade no Exame Parasitológico de Fezes. - Gestão da Qualidade em Imunologia Clínica. - Gestão da Qualidade em Automação em Hematologia Clínica. - Gestão e Garantia da Qualidade em Bacteriologia Clínica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. MOTTA, Valter T; CORRÊA, José Abol; MOTTA, Leonardo R. Gestão da qualidade no laboratório clínico. 2. ed. Porto Alegre: Editora Médica Missau, 2001 244 p. 2. Mendonça C.R.L. Boas Práticas em Laboratório Clínico, 1ª ed., Teresópolis, Eventos, 1998, 127 p. 3. Comissão de Acreditação de Laboratórios Clínicos - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica - Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos - Manual do Laboratório, 1ª ed., Rio de Janeiro, 1999, 30 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Comissão de Credenciamento do Sistema da qualidade de Laboratório Clínico Sociedade Brasileira de Análises Clínicas - Manual para Credenciamento do Sistema da Qualidade de Laboratórios Clínicos, 1ª ed., Rio de Janeiro, 1988, 92 p. 2. Comissão Técnica de Laboratórios de Ensaio - Instituto Nacional de Metrologia, Boas Práticas de Laboratórios e Listas de Verificação para Avaliação, 1ª ed., Rio de Janeiro, Qualitymark, 1997, 211 p. 3. Revista Brasileira de Análises Clínicas 4. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial 5. Clinica Chimica Acta. 125 DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CÓDIGO: FAF092 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 15hs Tipo: Optativa EMENTA: Atividades que demonstrem a participação do aluno em eventos científicos como: seminários, simpósios, congressos e cursos de curta duração organizados por instituições de Ensino Superior ou Sociedade Científica. BIBLIOGRAFIA: Não se aplica DISCIPLINA: DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À DOCENCIA I CÓDIGO: FAF088 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 15hs Tipo: Optativa EMENTA: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de ensino, no âmbito da UFMG. BIBLIOGRAFIA: Não se aplica DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À PESQUISA I CÓDIGO: FAF080 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 15hs Tipo: Optativa EMENTA: Atividades supervisionada que demonstrem a participação do aluno em projetos de pesquisa para as quais tenha sido obtida bolsa de uma agência de fomento ou não. BIBLIOGRAFIA: Não se aplica DISCIPLINA: DISCIPLINA: PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS – INICIAÇÃO À EXTENSÃO I CÓDIGO: FAF084 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 15hs Tipo: Optativa 126 EMENTA: Atividades supervisionadas que demonstrem a participação do aluno em projetos ou programas de extensão. BIBLIOGRAFIA: Não se aplica DISCIPLINA: VIVÊNCIA PROFISSIONAL COMPLEMENTAR CÓDIGO: ACT075 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA Atividades de estágio não curricular cujo objetivo é proporcionar ao aluno a possibilidade de aplicar seus conhecimentos em situações da prática profissional. BIBLIOGRAFIA: Não se aplica DISCIPLINA: RADIOBIOLOGIA CÓDIGO: ACT008 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Química Inorgânica F (QUI205) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA: Radioatividade. Medidas da radioatividade. Radioisótopos na área de saúde. Efeitos biológicos das radiações ionizantes. Normas básicas de radioproteção. Aplicação das radiações ionizantes na área farmacêutica. PROGRAMA TEÓRICO: - Interação das radiações (alfa, beta, gama e raios X) com a matéria - Detectores de radiações - Efeitos biológicos das radiações - Efeitos somáticos e genéticos das radiações ionizantes - Proteção Radiológica - Riscos das radiações ionizantes - Aplicações das radiações ionizantes na área farmacêutica: - Conservação de alimentos - Esterilização de correlatos - Radiofármacos - Radioensaios - Emprego de elementos sanguíneos radiomarcados PROGRAMA PRÁTICO: - Cuidados gerais no manuseio de radiações - Determinação de meia-vida física de um radioisótopo - Detetor Geiger-Muller - Detetor de Cintilação - Radiofármacos - Radioensaios 127 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. HIRONAKA, F., BUCHPIGUEL, C.A., SAPIENZA, M.T. Medicina Nuclear em Oncologia. Atheneu, São Paulo, 2008. 188p. 2. THOM, A,F., SMANIO, P. E. P. Medicina Nuclear em Cardiologia da Metodologiaà Clínica. Atheneu, São Paulo, 2007.295p. 3. APOSTILA DE RADIOISÓTOPOS - patrocinada pela GE Healthcare Bio-Sciences. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. SAHA,G. B. Physics and Radiobiology of Nuclear Medicine. v. 3.ed. Springer, Nova York. 2006. 320p. 2. SAHA, G.B. Fundamentals of Nuclear Pharmacy. v.6. ed. Springer, Nova York. 2010409p. 3. THEOBALD, T. Sampson’s Textbook of Radiopharmacy. Pharmaceutical Press, London, 4ed, 2011. 4. TAUHATA, L., SALATI, I.P.A., PRINZIO, R.Di., et al. Radioproteção e Dosimetria: fundamentos - 4ª v. junho/2003 - Rio de Janeiro - IRD/CNEN 242p. 5. THRALL, J.H.; ZIESSMAN, H.A. Medicina Nuclear. 2. ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2003. 408p. 6. ZOLLE, I.Technetium-99m Pharmaceuticals. v. 1. ed. Springer, Berlin.2010. 345p. 7. BUCERIUS J., AHMADZADEHFAR, H. BIERSACK , H., 99M-Tc-Sestamibi: Clinical Aplications. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2012. London New York. DISCIPLINA: VIROLOGIA CLÍNICA CÓDIGO: ACT019 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Imunologia Clínica (ACT605) Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA: Estudo das principais viroses humanas, incluindo aquelas viroses clássicas e aquelas consideradas atualmente como emergentes, patogenia, diagnóstico e epidemiologia dessas infecções. PROGRAMA TEÓRICO: - Introdução ao curso de Virologia Clinica - Imunologia das Retroviroses - Hepatites Virais Específicas - Viroses Exantemáticas - Herpesvírus - Herpesvírus (mononucleose) PROGRAMA PRÁTICO: - Métodos de Diagnóstico em Virologia Clínica - Diagnóstico do HIV (Screening) - Diagnóstico do HIV (Confirmação) - Dengue - Determinação de anticorpos anti-HBsAg - HCV - Rubéola - VZV - HSV ou EBV 128 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. Fields BN, Knipe DM & Howley PM. Fields Virology. Lippincott-Raven, Philadelphia,New-York.2009. 460p. 2. Lennette EH & Smith TF. Laboratory Diagnosis of Viral Infections. Marcell Deckker, Inc., New-York, New-York. 2010. 342p. 3. Storch GA. Essentials of Diagnostic Virology. Churchill Livingstone. 2009. 256p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Mahy BWJ & Kangro HO. Virology Methods Manual. Academic Press Limited,London. 2011. 345p. 2. Florence G. Burleson, Thomas M. Chambers, Danny L. Wiedbrauk. Virology : A Laboratory Manual.2009. 237p. 3. Rose, N.R. et al. Manual of Clinical Laboratory Immunology. American Society for Microbiology, Washington DC. 1992. 4. Oliveira-Santos, N.S.; Romanos, M. T. V. Introdução à Virologia Humana. Guanabara Koogan, 1 ed. 2002. 5. Collier, L., Kellam, P. Human Virology. Oxford. 4 ed. 2011. 365p. DISCIPLINA: TÓPICOS EM ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS C CÓDIGO: ACT024 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA: Promoção de conhecimento atualizado de acordo com necessidades ou indicações do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas. PROGRAMA TEÓRICO: Conteúdo variado, sendo definido pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas a cada período de oferecimento. BIBLIOGRAFIA: Conteúdo variado, sendo definido pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas a cada período de oferecimento. DISCIPLINA: BIOTECNOLOGIA CÓDIGO: ACT073 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Biologia Molecular F (BIQ058) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA Métodos de análise e purificação de proteínas. Clonagem, expressão e purificação de proteínas recombinantes. Análise Proteômica. Espectrometria de Massas. Produção de antisoros policlonais e monoclonais. Organismos geneticamente modificados, vacinas recombinantes e outras aplicações biotecnológicas. PROGRAMA TEÓRICO: - Extração de Ácidos Nucléicos e proteinas, Eletroforese, - Northern, western e southern bloting - PCR: Aspectos gerais, princípio do método, contaminação e aplicações 129 - Sequenciamento de DNA - Clonagem Molecular - Produção de soros policlonais e monoclonais - Produção de Proteínas recombinantes e suas aplicações na produção de novos fármacos e sistemas de diagnóstico - Vacinas recombinantes - Organismos geneticamente modificados, e outras aplicações - Análises proteômicas - Espectometria de massas e suas aplicações biotecnológicas - Lei nacional de Biossegurança e CTNBio PROGRAMA PRÁTICO: - Clonagem de um gene para expressão: PCR, ligação, transformação. - Expressão de Proteínas Recombinantes: cinética de expressão, eletroforese. - Purificação de proteínas recombinantes purificação por cromatografia em coluna de afinidade de níquel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. WATSON & GILMAN. O DNA recombinante. 2. ed. Editora UFOP. Ouro Preto. 1997. 2. STRYER, L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 3. KREUZER, H. & MASSEY, A.. Engenharia Genética e Biotecnologia. 2a. ed. Artmed 4. Editora S.A., 434p., 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BROWN, T. A. Gene Cloning and DNA Analysis: An Introduction 5th Ed.. Blackwell Scientific, 2006. 2. SAMBROOK, J. & RUSSEL, D. W. Molecular Cloning – A Laboratory Manual 3rd ed. Cold Spring Harbor, Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2001. 3. Current Opinion in Biotechnology. 4. Biothecnologia, Ciência e Desenvolvimento. 5. Advances in Bioscience and Biotechnology. 6. BMC Biotechnology. 7. Biotechnology Techniques. DISCIPLINA: TÓPICOS EM BIOMEDICINA CÓDIGO: ACT052 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 15hs Tipo: Optativa EMENTA Promoção de conhecimento atualizado de acordo com necessidades ou indicações do curso de Biomedicina. PROGRAMA TEÓRICO: A ser definido pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas a cada período de oferecimento. BIBLIOGRAFIA: A ser definida pelo Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas a cada período de oferecimento. 130 DISCIPLINAREPRODUÇÃO HUMANA CÓDIGO: ACT087 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS - ACT PRÉ-REQUISITO(S): Citologia e Histologia - MOF034 Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA Conhecimentos básicos das diferentes modificações sofridas pelo zigoto até alcançar os estágios de embrião e feto. Teratologia e uso de medicamentos durante a gestação. Exames laboratoriais importantes para gestantes. Alterações patológicas durante o desenvolvimento humano associadas a aspectos étnico-raciais relevantes. Criminalização do aborto, aborto e direitos humanos, uso ético de embriões. PROGRAMA TEÓRICO - Aparelho Reprodutor Masculino e Espermatogênese - Aparelho Reprodutor feminino e Ovogênese - Fecundação, Clivagem e Implantação - Processo de fertilização in vitro e o uso ético de embriões - Formação do Disco Embrionário Bilaminar - Gastrulação e Neurulação - Dobramento do Embrião - Controle do Desenvolvimento Embrionário - Principais Eventos do Desenvolvimento Humano da 4ª a 8ª semana - Placenta e Membranas Fetais - Gêmeos e outras formas de gestações múltiplas - Anomalias Congênitas e susceptibilidade de desenvolvimento das mesmas por grupos étnico-raciais distintos. - Teratologia - Uso de medicamentos durante a gestação - Exames laboratoriais relacionados à gestação - Discussões sobre criminalização do aborto - Discussões sobre aborto e direitos humanos PROGRAMA PRÁTICO - Produção de modelos embriológicos pelos alunos com a utilização de material reciclável. Os modelos a serem produzidos serão referentes às várias fases do desenvolvimento embrionário, desde o estágio de gamelas, passando pela fase da fecundação, formação de mórula e gástrula, formação de folhetos embrionários e anexos embrionários. - Realização de exame de detecção de betaHCG - Realização de espermograma BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. MOORE E PERSAUD. Embriologia Clínica. 8ª Ed. Elsevier.2009 2. MOORE E PERSAUD. Embriologia Básica. 7ª Ed. Elsevier.20083. O’RAHILLY, R. Embriologia e Teratologia Humanas. 3ª ed. Editora Guanabara Koogan, 2005. 131 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LANGMAN: Embriologia Médica. 9ª ed. Editora Guanabara Koogan, 2005. 2. GILBERT, S. Developmental Biology. 8ª Ed. Sinauer Associates.2003 3. WOLPERT, et AL. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. 3ª Ed. Artmed. 2008. DISCIPLINA: BROMATOLOGIA CÓDIGO: ALM027 DEPARTAMENTO: ALIMENTOS - FAFAR PRÉ-REQUISITO(S): Química Analítica F (QUI208) Carga Horária: 75hs Tipo: Optativa EMENTA: Alimentos e nutrientes: composição química e métodos físico-químicos de análise. Legislação e Vigilância sanitária PROGRAMA TEÓRICO: - História da alimentação e evolução da Ciência da Alimentos. - Alimentos e nutrientes: conceitos, classificações e funções. - Composição dos alimentos – Obtenção dos dados: análise do alimento, tabelas de composição de alimentos. - Legislação e Vigilância Sanitária: Histórico, Evolução, Responsabilidades, Leis específicas e Rotulagem. - Nutrientes: importância e métodos de determinação o Água nos alimentos o Lípides nos alimentos o Minerais nos alimentos o Carboidratos nos alimentos o Fibra alimentar o Proteínas nos alimentos o Vitaminas nos alimentos PROGRAMA PRÁTICO: - Amostragem e preparo de amostras. - Determinação do teor de água - Determinação do teor de lípides - Determinação de Minerais - Resíduo mineral fixo; - Análise elementar. - Determinação de carboidratos - Determinação de fibra alimentar - Determinação de proteínas - Determinação de vitaminas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. AOAC (Official Methods of Analysis of AOAC Internacional) CUNNIFF, P. (ed) 16th ed. Arlington (USA): 1995. vol. I e II. 2. ARAUJO, Julio M. A. Química de Alimentos: teoria e prática. 5. ed. atual. e ampl. Viçosa Ed. UFV 2011 601p. 3. PREGNOLATTO, Waldomiro; PREGNOLATTO, Neus Pascuet; Instituto Adolfo Lutz. Normas analiticas do Instituto Adolfo Lutz. 3a ed. São Paulo: Instituto Adolfo Lutz, 1985- nv. 132 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BELITZ, H.D.; GROSCH, W. Química de los alimentos. Trad. Ronan Casares Lopes. Zaragoza: Acribia, 1985. 813 p. 2. CODEX ALIMENTARIUS. Roma. FAO/OMS, 1996. CD-ROM. 3. ENDEF (Estudo Nacional da Despesa Familiar). Tabela de composição de MATISSEK, R.; SCHNEPEL, F-M; STEINER, G. Análisis de los alimentos. Fundamentos. Métodos. Aplicaciones. Trad. Otilia López Buesa. Zaragoza: Acribia, 1998. 416p. 4. TABELA DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS – Faculdade de Ciências Farmacêuticas – USP. Disponível em: http:www.fcf.usp.br/tabela 5. IAL (Instituto Adolfo Lutz) Normas analíticas. Métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 3ª ed. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, v. 1, 1986. 533 p. 6. NIELSEN, S.S. Food Analysis. 2nd ed. Gaithersburg, Maryland: Aspen Publishers, 1998. 630 p. 7. POMERANZ, y.; MELOAN, C.E. Food Analysis: Theory and Practice. 2nd. N.Iprk: Chapman & Hall, 1994. 251 p. 8. U.S. DEPARTAMENT OF AGRICULTURE, Agriculture Research Service. 2002. USDA Nutrient Database of Standard Reference, release 15. Nutrient Data Laboratory Home. Disponível em: http://www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp DISCIPLINA: CITOGENÉTICA CÓDIGO: BIG053 DEPARTAMENTO: BIOLOGIA GERAL – ICB PRÉ-REQUISITO(S): Genética F (BIG028), Biologia Molecular F (BIG058), Citologia e Histologia F (MOF034) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA Constituintes celulares ligados à hereditariedade. Estrutura cromossômica. Técnicas para estudos cromossômicos. Função cromossômica. Alterações cromossômicas numéricas e estruturais. Evolução cromossômica. PROGRAMA TEÓRICO Aulas Teóricas: - História da citogenética - Heterocromatina/ Cromossomo metafásico - Ciclo celular: Mitose, meiose e gametogênese - Citogenética clínica - Bandeamento de alta resolução - Alterações cromossomicas estruturais - Alterações cromossômicas numéricas - Diagnóstico pré-natal - Genômica e genética do câncer Os alunos fazem apresentação de trabalho em grupo e discussão de artigos científicos sobre os métodos de bandeamento cromossômico. PROGRAMA PRÁTICO Aulas Práticas: - Alterações cromossômicas númericas (análise de lâminas com trissomias dos cromossomos 13, 18 e 21 e montagem do cariótipo humano) - Alterações cromossômicas estruturais (simulação com massas de modelar das questões propostas na aula prática) 133 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. GUERRA, Marcelo dos Santos. Introdução à citogenética geral. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, c1988. 2. THOMPSON, James S; THOMPSON, Margaret W. Genetica medica. Rio de Janeiro: Atheneu, 1972. 3. Guerra M. Introdução à Citogenética Geral. Editora Guanabara Koogan, 1988. 4. Guerra M. FISH: Conceitos e Aplicações na Citogenética. Editora da SBG, 2004. 5. Kasahara S. Práticas de Citogenética. Editora da SBG, 2003. 6. Kasahara S. Introdução à Pesquisa em Citogenética de Vertebrados. Editora da SBG, 2009. 7. Nussbaum RL, McInnes RR e Willard HF. Thompson & Thompson Genética Médica. Editora Guanabara Koogan, 2002. 8. Sumner, AT. Chromosomes: Organization and Function. Wiley-Blackwell, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Artigos selecionados: 1. The chromosome number in humains: a brief history. 2. Stanley M. Gartler. Nature Reviews/Genetics, 2006. 3. Human Cytogenetics: 46 Chromossomes, 46 years and counting 4. TRASK, B. J.Nature Reviews /Genetics, 2002 5. He new cytogenetics: Blurring the boundaries with molecular biology 6. SPEICHER, M.R.& CARTER, N.P.Nature Reviews/Genetics, 2005. 7. FISH, G.M.: Conceitos e aplicações na citogenética. Editora da SBG, 2004. 8. THOMPSON & THOMPSON. Genética Médica. Editora Saunders Elsevier, 2008. 9. SUMNER, A. T. Chromossomes: organization and function. Wiley-Blackwell, 2003. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE CÓDIGO: CIC010 DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA Balanço patrimonial. Equação fundamental do patrimônio. Noções de débito e de crédito. Teoria geral das contas. Lançamentos em contabilidade e sistemas de escrituração. Balancete de verificação. Apuração de resultados. Demonstrações contábeis. PROGRAMA TEÓRICO: Aulas expositivas com aplicação por meio de exemplos do conteúdo. A aplicação poderá ser via exemplos, explicações, exercícios e trabalhos em sala. 1 - Contabilidade - Conceito - Objeto - Campo de Aplicação - Finalidade 134 - Técnicas - Usuários da Contabilidade - Especializações - Princípios e Normas Contábeis 2 - Patrimônio - Conceitos, composição e grupos de contas - Equação Básica da Contabilidade. Situações, variações e fatos contábeis - Bens, direitos, obrigações e capital - Regras de lançamentos - Operações com mercadorias - Depreciação 3 – Noções de Débito e Crédito - O método dos balanços sucessivos - Mecanismo do débito e crédito - Contas do Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido - Método das partidas dobradas 4 – Escrituração Contábil - Formas de Lançamentos - Livros - Principais transações com enfoque na mutação patrimonial 5 – Demonstrações Contábeis - Balanço Patrimonial - Demonstração do Resultado do Exercício - Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - Demonstração dos fluxos de caixa 6. Indicadores Econômicos – Financeiros - Análise Horizontal e Vertical - Liquidez - Estrutura - Rentabilidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. IUDÍCIBUS, Sérgio de (Coord.) Contabilidade Introdutória. 11ª. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 2. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, Jose Carlos. Curso de Contabilidade para não contadores. 6ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009. 3. Szuster, Fernanda Rechtman et AL. Contabilidade Geral. 3ª edição. São Paulo: Atlas, 2011. 4. MARION, Jose Carlos. Contabilidade Básica. 10ª Ed. São Paulo: Atlas, 2009. 5. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. 27ª edição, São Paulo: Saraiva, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:1. IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de contabilidade para não contadores. 5ª ed. São Paulo: Atlas 2008. 2. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. 3. ALMEIDA, M. Cavalcanti. Curso Básico de contabilidade. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. 4. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 6ª edição, São Paulo: Saraiva, 2010. 135 5. Manual de Contabilidade Societária, aplicável a todas as sociedades, de acordo com as normas internacionais e CPC – FIPECAFI – 1ª Edição – Atlas 2010. 6. MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. 15ª ed São Paulo: Atlas, 2009. 7. SÁ, Antônio Lopes de. Fundamentos da Contabilidade Geral. 3ª Edição. Ed. Juruá. 2008. DISCIPLINA: Teoria da administração I CÓDIGO: CAD189 DEPARTAMENTO: CIENCIAS ADMINISTRATIVAS - FACE PRÉ-REQUISITO(S): Não há Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA: Os primórdios da administração.Escola Clássica. Escola das Relações Humanas. A crise do fordismo. Abordagem sistêmcia e contingencial. Administração e o caso brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I - Administração, Organização e Administradores Antecedentes históricos Administração: conceito e importância Objetivos, campos de aplicação, grandes áreas da administração O papel do gestor UNIDADE II - Perspectiva Clássica da Administração Taylor e a Administração Científica Ford e os princípios da produção em massa para a linha de montagem Fayol e os princípios da administração e sua contribuição para a gerência UNIDADE III - Enfoque Humanístico da Administração A perspectiva das relações humanas O enfoque comportamental UNIDADE IV - Organizações e o ambiente A perspectiva contigencial A perspectiva sistêmica BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHILD, J. Organização: princípios e prática contemporâneos. São Paulo: Saraiva, 2012. 2. MAXIMINIANO, A.C. Teoria geral da administração. São Paulo; Atlas, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BORBA, V. ET AL. Teoria da administração hospitalar e evolução do processo de gestão de hospitais. Rio de Janeiro, Qualitmark, 2006. 136 2. FAYOL, A. Administração geral e industrial. São Paulo; Atlas, 1990. 3. GONÇALVES, E.L. Administração de recursos humanos nas instituições de saúde. São Paulo, Pioneira, 1987. 4. KWASNICKA, E.L. Introdução à administração. São Paulo; Atlas, 1994. 5. MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. Rio de Janeiro, Guanabara, 2003. 6. MOTTA, F.C.P.; VASCONCELOS, I.F.G. Teoria geral da administração. São Paulo: Thomson, 2006. 7. MORGAN, G. Imagens das organizações. São Paulo: Atlas, 1996. 8. SPILLER, E.S ET AL. Gestão dos serviços em saúde. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2009. 9. TAYLOR, F.W. Princípios da Administração Científica. São Paulo: Atlas, 1990. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CÓDIGO: CAD167 DEPARTAMENTO: Ciências Administrativas - FACE PRÉ-REQUISITO(S): Não há Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA: Objetivos funções e técnicas de análise da administração financeira. Inter-relação com as demais áreas básicas da administração CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - Fundamentos básicos da administração financeira Administração financeira: objetivos, campo de atuação, pressupostos. Conflitos de agência e governança corporativa. O papel da Contabilidade na tomada de decisões financeiras. Visão financeira das contas contábeis. II - Administração do capital de giro Regime de caixa e regime de competência. Fluxo de caixa e administração das disponibilidades. Prazos médios e ciclo operacional e financeiro. Análise dinâmica de capital de giro. III. Valor do dinheiro no tempo Juros simples e juros compostos. Equivalência de capitais e valor do dinheiro no tempo. Conversão de taxas de juros. Séries periódicas uniformes. Tratamento da inflação. IV - Decisão de investimentos Conceitos e tipologias dos projetos de investimentos. Custos fixos e variáveis. Análise de ponto de equilíbrio. Alavancagem operacional. Principais técnicas de análises de investimentos. 137 Investimentos de capital. Principais técnicas de análise de projetos de investimento em ativos fixos. V - Decisão de financiamentos Modalidades de financiamentos por capital próprio e capital de terceiros. Custo de capital próprio: Modelos CAPM e de Gordon. Benefício fiscal e custo do capital de terceiros. Custo médio ponderado de capital. Alavancagem financeira e total. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ASSAF NETO, Alexandre. Finanças coorporativas e valor. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2005. 2. GITMAN Lawrence. J. Princípios de administração financeira. 12.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ROSS S. A.; WESTERFIELD R. W.; JORDAN B. D. Princípios de administração financeira. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 2. VIEIRA, M. V. Administração estratégica do capital de giro. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008. 3. ASSAF NETO Alexandre, SILVA Cesar Augusto Tibúrcio. Administração do capital de giro. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 4. BRIGHAM Eugene, HOUSTON, Joel. Fundamentos da moderna administração financeira. 1ª ed. Rio de Janeiro 5. FLEURIET, Michel, KHEDY, Ricardo, BLANC, Georges. A Dinâmica Financeira das Empresas Brasileiras: Um Método de Análise, Planejamento e Orçamento Financeiro. Belo Horizonte: Fundação Dom Cabral, 1972. 6. HOJI, Masakazu. Administração Financeira – uma Abordagem Prática. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. 7. LEMES, Junior, RIGO, Cláudio, CHEROBIM, Ana Paula. Administração Finaceira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campos, 2002. 8. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 10ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. 9. MATIAS, Alberto Borges. Finanças Corporativas de Curto Prazo – Volume 1. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. 10. MATIAS, Alberto Borges. Finanças Corporativas de Longo Prazo – Volume 2. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2007. 11. ROSS, Stephen, WESTERFIELD, Randolph, JAFFE, Jeffrey. Administração Financeira: Corporate Finance. 2a. ed. São Paulo: Atlas, 2002. VIEIRA, Marcos Vilellla. Administração Financeira do Capital de Giro. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2008. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS CÓDIGO: CAD009 DEPARTAMENTO: Ciências Administrativas - FACE PRÉ-REQUISITO(S): Não tem Carga horária:60h Tipo: Optativa EMENTA: 138 Gestão de estoques e patrimônio, sistemas básicos de estocagem, transporte e manuseio de materiais. Compras: procedimentos e lote econômico, controle de patrimônio. PROGRAMA TEÓRICO: Objetivo Geral: Oferecer ao aluno o embasamento teórico e conceitual necessário para que ele possa compreender, analisar criticamente e atuar nos problemas e atividades relacionados à gestão de materiais em organizações produtivas. Objetivos Específicos: Desenvolver uma visão geral do papel da gestão de materiais para as organizações. Apresentar ao aluno conceitos, abordagens, métodos e técnicas utilizados para gestão de materiais que busquem um nível adequado de serviço logístico e de custo. 1. LOGÍSTICA EMPRESARIAL 1.1. Administração de materiais e a logística empresarial. 1.2. A evolução da administração de materiais e o seu papel na competitividade das organizações. 1.3. Conceitos e atividades fundamentais à administração de materiais. 1.4. A função Compras 1.5. Desenvolvimento e avaliação dos fornecedores 2. PARÂMETROS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA GESTÃO DE MATERIAIS 2.1. Informações e estoques 2.2. Nível de serviço 2.3. Impactos financeiros dos materiais 3. SELEÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS 3.1. Especificação 3.2. Simplificação e padronização 3.3. Codificação 3.4. Classificação 4. PREVISÃO DA DEMANDA 4.1. Tipos de previsão 4.2. Medidas da acurácia da previsão 4.3. Diagramas de dispersão eséries temporais 4.4. Modelos de previsão 5. SISTEMAS DE REPOSIÇÃO DE ESTOQUES 5.1. Tipos de Estoque 5.2. Custos do Estoque 5.3. Sistemas de controle de estoques BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BARBIERI, J. C.; MACHLINE, C. Logística hospitalar: teoria e prática. São Paulo: Saraiva, Segunda Edição, 2009. 2. FRANCISCHINI, P. G.; GURGEL, F. A. Administração de Materiais e do Patrimônio. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 139 3. RENDER, B.; STAIR JR, R. M.; HANNA, M. Análise Quantitativa para Administração. Porto Alegre: Bookman, Décima Edição, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOWERSOX, D.J. CLOSS, D.J.; COOPER, M.B. Gestão Logística de cadeias de suprimentos. Porto Alegre: Bookman, 2006. 2. CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 3. DA SILVA, R. B. et al. Logística em Organizações de Saúde. Rio de Janeiro:Editora FGV, 2010. 4. DIAS, M. A. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. 5. SOUZA, G. P.; SAMOHYL, R. W.; DE MIRANDA, R. G. Métodos Simplificados de Previsão Empresarial, Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2008. 6. RAGSDALE, C. T. Modelagem e Análise de Decisão, São Paulo: Cengage Learning, 2009. 7. RUSSO, G. M. Guia prático de terceirização: como elaborar um projeto de terceirização eficaz. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CÓDIGO: CAD195 DEPARTAMENTO: Ciências Administrativas - FACE PRÉ-REQUISITO(S): CAD189 Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA: A gestão de operações. Natureza e objeto da administração da produção. Tipos de processos produtivos e de arranjos físicos de instalações para a produção de bens e de serviços. Projeto detalhado de arranjo físico. PCP: plano de produção, programa-mestre de produção, MRP e atividades de programação e sequenciamento da produção. Gestão da qualidade e introdução à metodologia seis sigma. Métodos quantitativos aplicativos a operações: programação linear, teoria de filas e simulação. PROGRAMA TEÓRICO: Objetivo: Analisar e relacionar a função produção dentro de uma visão sistêmica, desenvolvendo conceitos, métodos e técnicas, para conceber, operacionalizar e avaliar o processo produtivo, buscando a sua racionalização com as modernas técnicas de planejamento e controle da produção. 1. Sistemas de Produção e suas características 1.1. Conceito da Administração de Produção e Operações 1.2. Evolução da Administração de Produção e Operações 1.3. Interações do sistema de operações com outras funções da empresa. 1.4. Sistemas de produção, suas características e componentes 1.5. Objetivos e estratégias em produção e operações 2. Projeto e operação do sistema produtivo 2.1. Avaliação da localização de sistemas industriais e serviços 2.2. Dimensionamento da capacidade produtiva 140 2.3. Arranjo físico e fluxo 2.4. Objetivos e atividades do planejamento do controle de produção 2.5. Planejamento agregado e dimensionamento de recursos 2.6. Gestão da capacidade e demanda de serviços 3. Qualidade e produtividade em produção e operações 3.1. Conceitos chave no gerenciamento de processos 3.2. Medição e monitoramento da performance 3.3. Métodos e técnicas para o gerenciamento da qualidade 3.4. Simulação de processos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. FITZSIMMONS, J. A.; FITZSIMMONS, M. J. Administração de serviços: operações, estratégica e tecnologia da informação. 4. Ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 2. RITZMAN, L. P.; KRAJEWSKI, L.J. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Longman, 2001. 3. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R.; BETTS, A. Gerenciamento de operações e de processos. Porto Alegre: Bookman, 2007 (cap. 12 “Gerenciamento da Qualidade”, p.397-424) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 4. CORREA, H.L. Teoria Geral da Administração: abordagem histórica da produção e operações. São Paulo: Atlas, 2003. 157p. 5. CORREA, H.L.; CAON, M. Gestão de serviços: lucratividade por meio de operações e satisfação os clientes. São Paulo: Atlas, 2002. 479p. 6. CORREA, H.L.; GIANESI, I.G.; CAON, M. Planejamento, programação e controle de produção: MRP II/ERP: conceitos, uso e implantação. 4. Ed. rev. E ampl. São Paulo: Atlas, 2001. 402p. 7. FIGUEIREDO, K. F.; ESCOBAR, D. Gestão de capacidade em serviços. Rio de Janeiro: UFRJ/COPPEAD, 2004. 23p. (Relatórios COPPEAD; 369). 8. GONÇALVES, E.L. (org.) Gestão Hospitalar: administrando o Hospital Moderno. São Paulo. Saraiva, 2006. 9. JOHNSTON, R.; CLARK,G. Administração de operações de serviço. São Paulo: Atlas, 2002. 562p. ISBN 8522432104. 10. JOINT COMISSION RESOURCES, Gerenciando o Fluxo de Pacientes: estratégias e soluções para lidar com a superlotação hospitalar, Porto Alegre: Bookman,2008. 11. MALIK, A.M.; SCHIESARI, L.M.C. Qualidade na Gestão Local de Serviços e Ações de Saúde, v.3, São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1988 (Série Saúde e Cidadania) 12. MCLAUGHLIN, D.B.; HAYS,JM. Health Care Operations Management. Chicago: Health Administration Press, 2008. 13. MEDINA, A.C.;CHWIF, L. Modelagem e Simulação de Eventos Discretos: teoria e aplicações. 2ª ed., São Paulo: Editora dos Autores, 2007. 14. OZCAN, Y.A. Quantitative Methods in Health Care Management: techniques and applications. Jossey-Bass, 2005. 15. SILBERSTEIN, A.C.L. Um estudos de casos sobre aplicação de princípios enxutos em serviços de saúde no Brasil. Rio de Janeiro. UFRJ/COPPEAD, 141 Dissertação (mestrado) - UFRJ/COPPEAD/Programa de Pós-graduação em Administração, 2006. 16. SOUZA JUNIRO, P.R. Simulação do Fluxo de Pacientes nos Setores de Eemrgência do Hospital Universitário Antônio Pedro. Rio de Janeiro: UFRJ/COPPEAD, Dissertação (mestrado) - UFRJ/COPPE, 2007. DISCIPLINA: Riscos Ocupacionais em Saúde CÓDIGO: ENA046 DEPARTAMENTO: Escola de Enfermagem PRÉ-REQUISITO(S): Não há Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA: A disciplina “Riscos Ocupacionais em Saúde” busca fornecer um referencial teórico que permite a articulação da categoria risco com os campos da Saúde do Trabalhador e da Epidemiologia, enfatizando de modo particular os riscos que envolvem o trabalhador da área da saúde, bem como os aspectos relacionados à prevenção, promoção, proteção e atenção. Com uma abordagem interdisciplinar enfoca o conceito de risco, vulnerabilidade e o estudo de políticas de proteção à saúde do trabalhador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Objetivo geral: Abordar criticamente os diversos pressupostos da categoria risco no âmbito do trabalho contemporâneo em saúde a partir de um olhar interdisciplinar em bases legais, filosóficas, científicas, técnicas e políticas visando o exercício de uma gestão efetiva, crítica e emancipatória. Objetivos específicos: Identificar e compreender situações de risco no trabalho em saúde. Articular o conceito de risco ocupacional com as ações das áreas da vigilância em saúde do trabalhador e da promoção da saúde. Discutir as Normas Regulamentadoras (NR-7) e (NR-9). Discutir a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho 9Decreto 7602 de 07 de novembro de 2011). Discutir a Resolução 161 da Organização Internacional do Trabalho. Discutir a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Portaria 1.823 de 22 de agosto de 2012). Discutir a Portaria no 1.378, de 9 de julho de 2013 do ministério da Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CASTIEL, L. et l. Correndo o risco: uma introdução ao estudo do risco. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2010 2. OLIVEIRA, S. Proteção Jurídica à saúde do Trabalhador. São Paulo: LTr, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 142 1. MINAYO-GOMEZ, C. et al. Saúde do trabalhador na sociedade brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2011. 2. DIAS,E; LACERDA e SILVA, T. Saúde do trabalhador na atenção primária à saúde. Belo Horizonte: Coopmed, 2013. 3. CALAZANS, G. Riscos, vulnerabilidade e práticas de prevenção e promoção da saúde. In CAMPOS, Gastão W. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2006. 4. BRANT, L.; DIAS, E. Trabalho e construção do sujeito: o sofrimento no âmbito da gestão. In VIEIRA, A. et al. Trabalho e gestão: saúde e inclusão social. Belo Horizonte: Coopmed, 2012. 5. BRANT, L. MINAYO-GOMEZ, C. O sofrimento e seus destinos na gestão do trabalho. Ciência & Saúde Coletiva. v.10, n.4. Rio de Janeiro, 2005. 6. BRANT, L. DIAS, E. Trabalho e sofrimento em gestores de uma empresa pública em reestruturação. Cad. de Saúde Pública. Rio de janeiro, 20(4): 942-949, jul- ago, 2004. 7. CASTIEL, L. Dédalo e os Dédalos: identidade cultural, subjetividade e os riscos à saúde. P.79-95. In CZERESNIA, Dina. FREITAS, C. Machado (org). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendência. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. 8. CASTIEL, L. D; SILVA-VASCONCELLOS, P. Precariedades do Excesso. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. 9. LOPES, C. Risco: conceito fundamental em permanente discussão. Rev. Radis Comunicação em Saúde. Rio de Janeiro, (106), 12-15, 2011. DISCIPLINA: Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde CÓDIGO: ENA055 DEPARTAMENTO: Escola de Enfermagem PRÉ-REQUISITO(S): Não há Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA: O gerenciamento de resíduos de serviços de saúde em seus aspectos legais, técnicos e científicos. Manuseio, acondicionamento, coleta interna e externa, armazenamento, tratamento e disposição final de resíduos. Coleta seletiva. Programa de Gerenciamento de Serviços de Saúde. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Saúde e Meio Ambiente: binômio indissociável 1.1 – A geração de resíduos e o meio ambiente. 1.2 – A Saúde e a geração de Resíduos. 1.3 – O meio ambiente e os impactos da geração de resíduos de serviços de saúde. 1.4 – Consciência ecológica e os resíduos de serviços de saúde. 2- Resíduos sólidos: uma discussão ética. 2.1 – Gestão de resíduos de serviços de saúde com responsabilidade social. 3 – Aspectos legais dos resíduos de serviços de saúde. 3.1 – Regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. 4 – Os resíduos de serviços de saúde 4.1 – Geração 4.2 – Manuseio 143 4.3 – Acondicionamento 4.4 – Coleta interna 4.5 –Armazenamento interno 4.6 – Coleta externa 4.7 – Destino Final 5- Coleta seletiva 6- Programa de gerenciamento de Serviços de Saúde BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BIDONE, fra. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e valorização. Rio de Janeiro: ABES; São carlos, SP: RIMA, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar. Disponível em: http://www.ministeriodasaude.gov.br 2. BRITO, Maria Auxiliadora Gomes de Mello. Considerações sobre resíduos sólidos de serviços de saúde. Revista eletrônica de Enfermagem. Vol.2. nº 2 (2000). 3. DIAS, Sandra Maria Furiam; FIGUEIREDO, Larissa Cordeiro. A educação ambiental com o estratégia para a redução de geração de resíduos de serviços de saúde em um hospital de Feira de Santana. 20º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental. http://www.bvs.paho.org//busaids//brasil20//ivi- 018.pdf 4. FERREIRA, J.A. Resíduos sólidos e lixo hospitalar: uma discussão ética. Cadernos de Saúde Pública. Vol 11 nº 2. Rio de Janeiro. Abr/jun de 1995. 5. ONA – Organização Nacional de Acreditação - Manual Brasileiro de Acreditação – ONA – manual das organizações prestadoras de serviços de saúde – revisão 06/03/2006. 6. SILVA, C.E.; HOPPE, A.E. – Diagnóstico dos resíduos de serviços de saúde no interior do Rio Grande do Sul. Revista de Engenharia Sanitária e Ambiental – vol. 10. nº 2. Rio de janeiro. Abr/junh – 2005. 7. SILVA, R.F.S.; SOARES, M.L. Gestão dos Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde com responsabilidade social. VII SEMEAD – Relato de Experiência – Gestão Sócioambiental. Disponível em: http://www.bvsde.paho.org.bvsacd/cd51/silva.pdf 8. TAKAYANAGUI, Ângela Maria Magosso. Consciência ecológica e os resíduos de serviços de saúde. Revista Latinoamericana de Enfermagem. 1993. vol. 1, nº 2. p. 99-96. Ribeirão Preto. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA CÓDIGO: ECN140 DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS ECONÔMICAS - FACE PRÉ-REQUISITO(S): Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA: Economia moderna capitalista do ponto de vista global: noção do funcionamento e dificuldades estruturais de uma economia subdesenvolvida. PROGRAMA TEÓRICO: - Economia - conceitos básicos. 144 - Noções de contabilidade social. - Crescimento econômico: determinantes do nível e da taxa de crescimento do produto per capita no longo prazo. - Equilíbrio macroeconômico no longo prazo nas economias fechada e aberta. - Moeda, juros e inflação. - Regimes cambiais e eficácia relativa das políticas monetária e fiscal. - Flutuações macroeconômicas (modelo de demanda e oferta agregada, choques de demanda e oferta e papel estabilizador das políticas monetária e fiscal). - O trade off de curto prazo entre inflação e desemprego. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. KRUGMAN & WELLS. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 2. MANUAL de economia: equipe de professores da USP. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 606 p. 3. STIGLITZ, Joseph E.; WALSH, Carl E. Introdução à microeconomia: tradução da 3ª edição americana. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 387 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. PASSOS, C. R. M. e, NOGAMI, O. Princípios de Economia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. 2. VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro, teoria e exercícios, glossário com os 260 principais conceitos econômicos. São Paulo: Atlas, 2000. 425p. 3. MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia : edição compacta : tradução da 3ª edição norte-americana. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 575 p. 4. BASTOS, Vânia Lomonaco; SILVA, Maria Luiza Falcão. Para entender as economias do terceiro mundo. Brasília: Ed. UNB, 1995. 225p. 5. GIAMBIAGI, Fabio. Economia brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 425p. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE CÓDIGO: ESA008 DEPARTAMENTO: ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - ESA PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA Noções de ecologia aplicada ao saneamento e meio ambiente. Noções de direito e legislação ambiental. Aspectos institucionais do saneamento e meio ambiente. Noções de saúde pública. Efeitos da poluição no ambiente e na saúde pública. Noções de ecoToxicologia Ambiental e bio-estatística. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA NOÇÕES DE ECOLOGIA: - Ecossistemas - Fluxo de energia nos ecossistemas - Cadeias Alimentares - Fatores Limitantes - Fluxo de matéria nos ecossistemas - Ciclos biogeoquímicos - Noções de ecoToxicologia Ambiental e bio-estatística EFEITOS AMBIENTAIS DA POLUIÇÃO: 145 - Problemas de escala local, Problemas de escala regional e Problemas de escala global EFEITOS DA POLUIÇÃO SOBRE A SAÚDE PÚBLICA: - Noções de Saúde Pública - Noções de Epidemiologia DIREITO AMBIENTAL: - Instrumentos legais mais relevantes: - Acordos, tratados e convenções internacionais. - Legislação Federal - Legislação Estadual - Legislação Municipal ASPECTOS INSTITUCIONAIS DO SANEAMENTO E MEIO AMBIENTE: - Instituições relevantes na área de Meio Ambiente - Instituições relevantes na área de Saneamento - Gestão Pública dos Recursos Ambientais: - Gestão dos Recursos Hídricos - Gestão dos Recursos Naturais Renováveis - Gestão dos Recursos Naturais Não-Renováveis - Gestão Ambiental nas Organizações - Sistemas de Gestão Ambiental - Certificação Ambiental BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1.ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Interamericana, 1985. 434p. 2. MOTA, Suetonio ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL. Introdução a engenharia ambiental. Rio de Janeiro: ABES, 1997. xii, 280p. 3. CASTRO, Alaor de Andrade; BARROS, Raphael Tobias de Vasconcelos UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios. Belo Horizonte: Escola de Engenharia da UFMG, 1995. v. 4. BRANCO, Samuel Murgel; ROCHA, Aristides Almeida. Ecologia: educação ambiental: ciências do ambiente para universitários. São Paulo: CETESB, 1980. 206p. 5. COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO; FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getulio Vargas, 1988. 430p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SITES DA INTERNET (LEGISLAÇÃO): - http://www.UN.ORG/ . - ttp://www.epa.gov/. - http://www.dou.gov.br/. - http://bdtextual.senado.gov.br/. - http://www.bhnet.com.br/~feam/. - http://www.ibama.gov.br/ SITES DA INTERNET (NORMAS E PADRÕES): - http://www.abnt.org.br/. - http://www.vdi.de/. - http://www.iso.ch/. - http://www.inmetro.gov.br/. - http://www.din.de/ REVISTAS E PERIÓDICOS: - Revista da Associação Brasileira de Engenharia sanitária e Ambiental ( ABES). - Ciência e Cultura. Sociedade Brasieleira para o Progresso da Ciência (SBPC). 146 - Ciência Hoje. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). DISCIPLINA: QUALIDADE DA ÁGUA CÓDIGO: ESA013 DEPARTAMENTO: ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - ESA PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA Elementos de química aquática. Parâmetros físico-químicos de qualidade da água (importância, métodos de medição, aplicações na engenharia sanitária e ambiental). Elementos de microbiologia e hidrobiologia. Parâmetros microbiológicos de qualidade da água (importância, métodos de medição, aplicações na engenharia sanitária e ambiental). Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA CARACTERÍSITICAS FÍSICAS, FISICO-QUÍMICAS E QÚIMICAS DAS ÁGUAS. - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: - Temperatura, odor, sabor. - Cor, turbidez. CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS E QUÍMICAS - Noções sobre pH, exercícios - Acidez. Alcalimidade. Dureza - Ferro e manganês - Fluoretos. Cloretos, sulfatos - Oxigênio dissolvido. Oxigênio consumido demanda bioquímica de oxigênio. - Formas nitrogenadas. ORGANISMOS DE INTERESSE NA ENGENHARIA SANITÁRIA - Hidrobiologia sanitária - campo de ação - Importância da hidrobiologia: nas águas de abastecimento, na poluição, nas águas residuárias INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA - Distribuição e papel dos microorganismos – o ciclo da matéria, o ciclo do carbono e oxigênio, o ciclo do nitrogênio, o ciclo do enxofre. - Caracterização e classificação dos microorganismos. - Grupos de microorganismos - Bactérias, fungos, algas, protozoários e vírus. BACTERIOLOGIA DAS ÁGUAS – LABORATÓRIO - Análises bacteriológicas das águas - Métodos analíticos - Técnicas de laboratório - Interpretação dos resultados – padrões de patabilidade – portaria 1469/2000 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. SPERLING, M. “Introdução à Qualidade das águas e ao tratamento de esgosto”, ed. DESA/UFMG, 3a. Edição, 1999, 164p. 2. BRANCO, S.M. “Hidrologia aplicada à Engenharia Sanitária”, ed. São Paulo, CETESB, 1986. 3. SATANDARD METHODS FOR THE EXMINATION OF WATER AND WASTEWATER – APHA – AWWA-WPCF – 20a. edição, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 147 1. HELLER, Léo; PÁDUA, Valter Lúcio de. Abastecimento de água para consumo humano. 2. ed., rev. e atual. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. 2 v. 2. TSUTIYA, Milton Tomoyuki. Abastecimento de água. 3. ed. São Paulo: Escola Politécnica da USP, 2006. xiii, 643 p. 3. HARDENBERGH, W. A. (William Andrew). Abastecimento e purificação da água. Rio de Janeiro: 1955. 466p. 4. MOURÃO, Paulo Kruger Corrêa. Abastecimento de agua em Minas nos tempos da Colonia. Kriterion : Revista de Filosofia, Belo Horizonte , v. 9, n. 35/36, p.234-246, jan. 1956. 5. SANTOS, Nádia Antônia Pinheiro; MAILLARD, Philippe; MAGALHÃES JUNIOR, Antonio Pereira UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Uma abordagem metodológica para determinar a influência do uso e da cobertura do solo como fonte de poluição difusa na alteração da qualidade da água na Bacia do Rio das Velhas. 2005. xvi, 120 f.: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Geografia. DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA CÓDIGO: FAS028 DEPARTAMENTO: FARMÁCIA SOCIAL PRÉ-REQUISITO(S): Bioestatística Básica (EST083) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA: Conceitos e aplicações da epidemiologia como disciplina básica da saúde coletiva. Medidas de mortalidade e morbidade e os principais indicadores epidemiológicos e sua importância no planejamento das ações de saúde. Epidemiologia de doenças infecciosas e não infecciosas e transição epidemiológica. Testes diagnósticos e sua aplicação na saúde das populações. Principais delineamentos epidemiológicos. Análise crítica dos estudos epidemiológicos. Relação de causalidade nos estudos epidemiológicos. PROGRAMA TEÓRICO: - Bases conceituais e históricas de epidemiologia geral. - Indicadores de morbidade: incidência e prevalência. - Indicadores de mortalidade: mortalidade geral e por causas, mortalidade proporcional, mortalidade infantil, razão e curva de mortalidade proporcional, esperança de vida. - Estatística de saúde e Sistemas de Informação de Saúde. - Introdução aos delineamentos epidemiológicos observacionais (seccional, caso- controle, coorte) e experimentais (ensaio clínicos randomizados) - Modelos de saúde e doença. - Emergência de doenças e globalização. - Água e dejetos (lixo e esgoto) e suas relações com a saúde e doença. - Saneamento, meio-ambiente e saúde. - Características epidemiológicas das doenças e agravos à saúde prevalentes no Brasil. PROGRAMA PRÁTICO: - Laboratório de Epidemiologia: fundamentos conceituais e práticos da construção do conhecimento epidemiológico, indicadores, endemia e epidemia, e epidemiologia e controle de doenças prevalentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 148 1. Almeida Filho N, Rouquayrol MZ. Introdução à epidemiologia (4. ed). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 2. Beaglehole R., Bonita R., Kjellström T. Epidemiologia básica. 2.ed. São Paulo: Santos, 2001 3. Gordis, L. Epidemiologia. 4.ed. Revinter: Rio de Janeiro, 2010. 4. Medronho RA (Org.), Bloch KV, Kuiz RR, Werneck GL. Epidemiologia (2. ed). São Paulo: Atheneu, 2009. 5. Beneson, AS. Control of communicable diseases manual: an official report of the American Public Health Association. 16th. ed. Washington, DC: APHA, 1995. 6. Jorge, MHPM, Gotlieb, SLD. As condições de saúde no Brasil: retrospecto de 1979 a 1995. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, c2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. Laurenti, R. Estatísticas de saúde. 2. ed. rev. atual. São Paulo: EPU, 2005. 2. Baird, C. Química ambiental. Porto Alegre, RS: Bookman, 2002. 3. Pereira MG. Epidemiologia Teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 4. Barreto ML, Teixeira MG, Bastos FI, Ximenes RA, Barata RB, Rodrigues LC. Sucessos e fracassos no controle de doenças infecciosas no Brasil: o contexto social e ambiental, políticas, intervenções e necessidades de pesquisa. Lancet. 2011;377(9780):1877-89. 5. Schmidt MI, Duncan BB, Azevedo e Silva G, Menezes AM, Monteiro CA, Barreto SM, et al. Doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: carga e desafios atuais. Lancet. 2011 4;377(9781):1949-61. 6. Victora CG, Aquino EM, do Carmo Leal M, Monteiro CA, Barros FC, Szwarcwald CL. Saúde de mães e crianças no Brasil: progressos e desafios. Lancet. 2011 28;377(9780):1863-76. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE LIBRAS CÓDIGO: LET223 DEPARTAMENTO: LETRAS PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA Visão sócio-antropológicada Surdez. Aspectos históricos da Educação de Surdos e da formação da Libras. Relações entre surdos e ouvintes (educador, intérprete e família) e seu reflexo no contexto educacional. Noções básicas da estrutura lingüística da Libras e de sua gramática. Filosofias educacionais aplicadas aos Surdos e sua produção textual. Comunicação Básica em Libras. Responsabilidades profissionais frente aos direitos humanos. PROGRAMA PRÁTICO - Conceitos básicos sobre Libras e Educação de Surdos - Introdução à Educação de Surdos - Aspectos lingüísticos da Libras - Bilinguismo dos surdos - Inclusão educacional de surdos - Prática em Libras BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. CAPOVILLA, F. C., RAPHAEL, W. D. (editores). Dicionário enciclopédico trilíngue da língua de sinais brasileira. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. Bibliotecas FALE e FAE. 149 2. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. 2. ed. São Paulo: Plexus, 2002. 172 p. Biblioteca Faculdade de Medicina (Campus Saúde). 3. Quadros, Ronice Muller de & Karnopp, Lodenir. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Lingüísticos. Porto Alegre, Artmed, 2004. Bibliotecas FALE e FAFICH. 4. SKLIAR, Carlos. Atualidade da educação bilíngüe para surdo – projetos pedagógicos. Porto Alegre: Mediação, 1999. Biblioteca FAE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. Biblioteca FALE. 2. Integração Social e Educação de Surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993. Biblioteca FALE. 3. QUADROS, R.M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. Bibliotecas FALE e FAFICH. 4. SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada no mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1990. Bibliotecas FALE, FAFICH, FaE e Faculdade de Medicina (Campus Saúde). 5. SKLIAR, Carlos (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. Biblioteca Faculdade de Medicina (Campus Saúde). DISCIPLINA: OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS CÓDIGO: UNI003 DEPARTAMENTO: Faculdade de Letras PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 60hs Tipo: Optativa EMENTA Nesta oficina pretende-se desenvolver várias habilidades de escrita e de leitura de gêneros textuais importantes no âmbito acadêmico como esquema, resumo, resenha, projeto e relatório de pesquisa, bem como discutir e refletir vários aspectos da língua portuguesa, relevantes para a lide com esses textos. Serão produzidos textos de vários gêneros acadêmicos na modalidade escrita, visando o aprimoramento da textualidade e de aspectos da norma culta que se fizerem necessários. Conteúdo Programático (unidades e subunidades) PROGRAMA TEÓRICO Análise de aspectos relativos à textualidade de gêneros acadêmicos. Produção, análise e reescrita de gêneros acadêmicos. Leitura e produção de: - Esquema - Resumo - Resenha - Projeto de pesquisa - Relatório de pesquisa BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KARWOSKI, Acir Mário.; GAYDECZKA, Beatriz.; BRITO, Karim Siebeneicher. Gêneros textuais: reflexões e ensino. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006. 185 p. 2. COSCARELLI, Carla Viana; MITRE, Daniela. Oficina de leitura e produção de textos: livro do aluno. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007. 60 p. 150 3. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A Coesão textual. 8. ed. São Paulo: Contexto, 1996. 75p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. EMEDIATO, Wander. A fórmula do texto: redação, argumentação e leitura : técnicas inéditas de redação para alunos de graduação e ensino médio. 5. ed. São Paulo: Geração, 2008. 295 p. 2. MARTINS FILHO, Eduardo Lopes. Manual de redação e estilo o Estado de São Paulo. 2. ed. São Paulo: Maltese, 1992. 351p. 3. MEURER, José Luiz; MOTTA-ROTH, Désirée. Gêneros textuais e práticas discursivas: subsídios para o ensino da linguagem. Bauru, SP: EDUSC, c2002. 316p. 4. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaca; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1995. 107 p. 5. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 3. ed. São Paulo: Ática, 1986. 95 p. 6. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 12. ed. São Paulo: Ática, 1995. 95 p. 7. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 4. ed. São Paulo: Ática, 1987. 95 p. 8. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1995. 9. CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 1994. 76 p. 10. VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 133p. 11. FARACO, Carlos Alberto. Prática de texto: língua portuguesa para nossos estudantes. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992. 243 p. 12. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991. 96p. 13. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11. ed. rev. e atual. São Paulo: Ática, 2006. 104 p. 14. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 2. ed. São Paulo: 1993. 96p 15. LIBERATO, Yara; FULGÊNCIO, Lúcia. É possível facilitar a leitura: um guia para escrever claro. São Paulo: Contexto, 2007. 174 p. 16. KOCH, Ingedore Villaça; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. A coerência textual. 4. ed. São Paulo: 1992. 94p. 17. GARCIA, Othon M.. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 16.ed. Rio de Janeiro: 1995. 522p. 18. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaca; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1995. 107 p. DISCIPLINA: EMBRIOLOGIA GERAL CÓDIGO: MOF008 DEPARTAMENTO: MORFOLOGIA - ICB PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA Aspectos fundamentais do desenvolvimento do embrião e de seus anexos embrionários: da formação dos gametas à morfologia externa do embrião. 151 PROGRAMA - Gametogênese e processo de Fertilização em mamíferos - Fase de Segmentação/ clivagens / mórula - Fase de Blástula - formação do blastocisto - Tipos de Implantação e formação dos primeiros anexos (âmnio, Saco vitelino) - Fase de Gastrulação Formação do endoderma embrionário Formação do mesoderma embrionário Formação do ecoderma Formação da Notocorda Diferenciação de ectoderma de revestimento e Neural - Formação de cório e alantóide - Diferenciação dos folhetos embrionários (I) Mesoderma e Ectoderma - Fechamento Ventral, Curvatura céfalo caudal e formação do cordão umbilical - Diferenciação dos folhetos embrionários (II) Endoderma - Diferenciação dos folhetos embrionários (III) - Diferenciação do ectoderma Neural Tubo Neural e vesículs encefálicas - derivados Crista Neural - derivados - Ectoderma de revestimento - derivados - Desenvolvimento e destino de Arcos Branquiais e Bolsas Faríngeas - Morfogênese da face e cavidade oral - Placenta - Noções básicas da teratologia BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ALVES, M.S.D. & CRUZ, V.L.B. 2007. Embriologia. Roteiro teórico-prático. UFMG. Departamento de Morfologia. 8ª edição/revisada. 2. MOORE, K.L. & PERSUAD, T.V.N. 2004. Embriologia Básica. Editora Elsevier. 7ª edição. 3. ALVES, M.S.D.; CRUZ, V.L.B. Embriologia. Roteiro teórico-prático. 7a edição. Belo Horizonte: Imprensa Universitária da UFMG. 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MOORE, K.L.; PERSUAD, T.V.N. Embriologia Básica. Tradução da 6a edição americana. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. DISCIPLINA: QUÍMICA ANALÍTICA INSTRUMENTAL F CÓDIGO: QUI624 DEPARTAMENTO: QUÍMICA - ICEx PRÉ-REQUISITO(S): Química Analítica F (QUI208) Carga Horária: 90hs Tipo: Optativa EMENTA: Técnicas instrumentais aplicadas à análise química quantitativa. Eletroquímica: potenciometria e condutometria. Espectroscopia: absorção molecular nas regiões do ultravioleta e visível, espectrofluorimetria, emissão atômica por chama, absorção atômica. Cromatografia em fases gasosa e líquida. PROGRAMA TEÓRICO: 152 PARTE I- ELETROQUÍMICA- Introdução aos métodos eletroanalíticos - Potenciometria Conceitos fundamentais Eletrodos indicadores e de referência Potenciometria direta Titulações potenciométricas Aplicações - Condutometria Conceitos fundamentais Condutimetria direta Titulações condutométricas Aplicações - PARTE II- ESPECTROSCOPIA - Introdução aos métodos espectrofotométricos - Espectroscopia por absorção molecular nas regiões do ultravioleta e do visível Conceitos fundamentais Aspectos quantitativos: Lei de Beer Erros espectrofotométricos e interferências Instrumentação Aplicações - Espectrofluorimetria Conceitos fundamentais Instrumentação Interferências Aplicações - Espectroscopia por emissão atômica Conceitos fundamentais Fotometria de chama Instrumentação Interferências Aplicações - Espectroscopia por absorção atômica Conceitos fundamentais Instrumentação Interferências Aplicações PARTE III- CROMATOGRAFIA - Introdução aos métodos cromatográficos - Cromatografia em fase gasosa - Conceitos fundamentais - Instrumentação - Análise Qualitativa - Análise Quantitativa - Aplicações - Cromatografia em fase líquida - Conceitos fundamentais - Instrumentação - Análise Qualitativa - Análise Quantitativa - Aplicações 153 PROGRAMA PRÁTICO: INTRODUÇÃO: - Preparo de soluções para curvas de calibração - Diluições - Limite de Detecção e Faixa Ótima de Trabalho - Curvas de calibração pelos métodos de rotina e adição de padrão - Equações das curvas e índice de correlação - Tratamento estatístico dos dados - Expressão e Avaliação de resultados - Relatórios técnicos POTENCIOMETRIA: - Procedimentos para uso de um pHmetro/ potenciômetro - Uso e calibração de eletrodo de vidro combinado - Titulação ácido-base em meio aquoso (ácidos monopróticos e polipróticos) - Determinação das constantes de dissociação de ácidos fracos CONDUTIMETRIA: - Procedimentos para uso de um condutivímetro - Calibração de uma célula condutimétrica - Comparação da condutividade de diversas soluções - Determinação condutimétrica direta de uma solução de um eletrólito puro (cloreto de sódio em soro fisiológico) - Titulações condutométricas aplicadas (determinação de iodeto em xarope; ácido acetilsalicílico em analgésicos; hidróxido de magnésio em leite de magnésia) ESPECTROFOTOMETRIA POR ABSORÇÃO MOLECULAR: - Procedimentos para operação de um espectrofotômetro - Uso de filtros para calibração - Determinação do comprimento de onda máximo de absorção - Determinação quantitativa de um analito em matriz não absorvente (indicador ácido base em solução tamponada, indicador metalocrômico ou outro composto que possua grupamentos cromóforos) - Determinação quantitativa do analito em matriz absorvente (íon ferroso em antianêmicos comerciais) FOTOMETRIA DE CHAMA - Procedimentos para operação de um fotômetro de chama - Determinação quantitativa pelos métodos de rotina e adição de padrões (análise de sódio e potássio em soro para hidratação oral) ABSORÇÃO ATÔMICA - Procedimentos básicos para operação de um espectrofotômetro para absorção atômica por chama (demonstrativo) - Determinação quantitativa pelos métodos de rotina e adição de padrões (determinação de cobre em aguardente) CROMATOGRAFIA EM FASE GASOSA - Procedimentos básicos para operação de um cromatógrafo - Determinação quantitativa de um analito em amostras de fármacos comerciais CROMATOGRAFIA EM FASE LÍQUIDA - Procedimentos básicos para operação de um cromatógrafo - Determinação quantitativa de um analito em amostras de fármacos comerciais 154 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 2. HOLLER, F. James; SKOOG, Douglas A.; CROUCH, Stanley R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 1055 p. 3. Skoog, D. A.; West, D. M.; Holler, F. J.; Crouch, S. R. Fundamentos de Química Analítica. 8ª ed. Pioneira, Thomson Learning, São Paulo, 2006. 4. HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2005. 876 p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. SKOOG, Douglas A.; HOLLER, F. James; NIEMAN, Timothy A. Princípios de análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 836 p. 2. OHLWEILER, O.A. - Fundamentos de Análise Instrumental, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos. 1981. 486 p. 3. EWING, Galen Wood. Métodos instrumentais de análise química. São Paulo: E. Blucher, 1972. 2 v. 4. WILLARD, Hobart H; MERRITT JR., Lynne L; DEAN, John A. Instrumental methods of analysis. 5. ed. New York: D. Van Nostrand Company, 1974. 860p. 5. WILLARD, Hobart H. Instrumental methods of analysis. 7. ed. Belmont: Wadsworth, c1988. 895p. DISCIPLINA: SAÚDE AMBIENTAL CÓDIGO: UNI008 DEPARTAMENTO: ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - ESA PRÉ-REQUISITO(S): Não tem. Carga Horária: 30hs Tipo: Optativa EMENTA Conceitos básicos de Epidemiologia. Processo saúde-doença. Perfil epidemiológico e situação sanitária do Brasil. Meio ambiente e saúde. Saneamento e saúde. Controle de vetores. Indicadores bioestatísticos. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO Teoria: Saúde Ambiental 1 Relação Ambiente e Saúde 1.1 Apresentação do curso e Definições 1.2 Crise Ambiental e repercussão na saúde humana 1.3 Relação Ambiente urbano e Saúde 1.4 Doenças emergentes e re-emergentes 2 Epidemiologia 2.1 Conceitos básicos de epidemiologia 2.2 Processo Saúde-Doença. 2.3 Alguns indicadores epidemiológicos 3 Saneamento e Saúde 3.1 Tratamento de água 3.2 Tratamento de esgotos 3.3 Doenças de veiculação hídrica 3.4 Alguns indicadores de contaminação microbiológica da água 3.5 Resíduos sólidos e saúde 3.6 Situação sanitária do Brasil 4 Órgãos de Saúde 4.1 Relações dos órgãos de saúde no Brasil e competências de cada um 4.2 Ações e Programas 155 4.3 Controle de epidemias e de vetores PROGRAMA PRÁTICO Prática sobre indicadores microbiológicos de contaminação da água: determinação de coliformes totais e E. coli (collilert) e bactérias heterotróficas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. ALMEIDA FILHO, N, ROUQUAYROL, M Z. Introdução à epidemiologia. 3ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2002. 293p. 2. FREITAS, C. M.; PORTO, M. F. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006. 124 p. (coleção temas em saúde). 3. MINAYO, M.C.S., MIRANDA, A.C. (org.). Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2002. 344p. 4. HELLER, L. Saneamento e saúde. Brasília: OPAS, 1997. 97p. 5. BUSS, P. M.; PELLEGRINI FILHO, A.; A saúde e seus determinantes. In: PHYSIS: Revista Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1): 77-93, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. SANTOS, M. Saúde e ambiente no processo de desenvolvimento. Ciência & Saúde Coletiva, v.8, n.1, p.309-314. 2003. 2. PEREIRA, M.R. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 3. SNOW, J. Sobre a maneira de transmissão do cólera. 2ed. São Paulo - Rio de Janeiro: ABRASCO, 1999. 249p. 4. MARCOPITO, L.F., SANTOS, F.R.G., YUNIS, C. Epidemiologia geral: exercícios para discussão. São Paulo: Atheneu, 1992. 135p. 5. STEENLAND, K., SAVITZ, D.A. Topics in environmental epidemiology. Oxford, 1997. 363p. 6. TAMBELLINI, A.T., CÂMARA, V.M. A temática saúde e ambiente no processo de desenvolvimento do campo da saúde coletiva: aspectos históricos, conceituais e metodológicos. Ciência & Saúde Coletiva, v.3, n.2, p.73-84, 1998. 7. REZENDE, S.C., HELLER, L. O saneamento no Brasil: políticas e interfaces. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. 310p. 8. ALMEIDA FILHO, N. Transdisciplinaridade e saúde coletiva (texto e debate). Ciência & Saúde Coletiva, v.2, n.1/2, p.5-52, 1997. 9. RESOLUÇÃO CONAMA 357/05 - Dispõe sobre os padrões de qualidade dos recursos hídricos no Brasil. Sites na Internet: 1. http://portal.saude.gov.br/portal/ 2. http://www.ripsa.org.br/php/index.phh3. http://www.datasus.gov.br/ 4. http://www.opas.org.br/opas.cfm 5. http://www.who.int 6. http://regional.bvsalud.org/php/index.php 7. http://www.saude.mg.gov.br/ 8. http://www.cvs.saude.sp.gov.br 9. http://portal.anvisa.gov.br 10. http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/ 11. http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/biblioteca-da-ensp/ 12. http://www4.ensp.fiocruz.br/radis/ Revistas e Periódicos: 1. Cadernos de Saúde Pública (da ENSP/FIOCRUZ) 2. Revista de comunicação em Saúde Pública (ENSP) 156 3. Revista Saneamento Ambiental. 4. Revista Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5. Water Research DISCIPLINA: TOXICOLOGIA AMBIENTAL CÓDIGO: ACT071 DEPARTAMENTO: ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS PRÉ-REQUISITO(S): Farmacologia Básica F (FAR024) Carga Horária: 45hs Tipo: Optativa EMENTA Conhecimentos básicos e aplicados em Toxicologia Ambiental. Conceitos e definições sobre avaliação Toxicológica, fases da Intoxicação e aspectos toxicológicos de substâncias químicas, no campo da Toxicologia Ambiental ambiental, ocupacional e social. Responsabilidades profissionais frente às questões ambientais. PROGRAMA TEÓRICO - Introdução à Toxicologia Ambiental: conceitos; áreas de aplicação; avaliação da toxicidade; relação dose-resposta. - Toxicocinética: processos de absorção, distribuição, biotransformação e excreção; Toxicodinâmica: principais mecanismosde ação tóxica. - Avaliação do risco à saúde devido à exposição às substâncias tóxicas. - Aplicação da Toxicologia Ambiental na área de Saúde Ambiental e Ocupacional - Aplicação em Toxicologia Ambiental Analítica - Avaliação de risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. OGA, Seizi; CAMARGO, Márcia Maria de Almeida; BATISTUZZO, José Antonio de Oliveira. Fundamentos de Toxicologia Ambiental. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 677p. 2. CASARETT and DOULL’S. Toxicology: The Basic Science of Poisons., 7th ed. 2008. 3. PEÑA, C.; CARTER, D.; AYALA-FIERRO, F. Toxicologia Ambiental Ambiental. Southwest Hazardous. Waste Program. The University of Arizona, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. WORLD HEALTH ORGANIZATION – INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY (IPCS) – Environmental Health Criteria 214: Human exposure assessment, Geneva, 2000. 2. ROMBERG, L. Use of biomarkers in quantitative risk assessment. In: Use of biomarkers in assessing health and environmental impact of chemical pollutants. TRAVIS, CC (ed) ny: Plenum Press, 1993. 3. WORLD HELATH ORGANIZATION – INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY (IPCS) – Environmental Health Criteria 210: Principles for the assessment of risks to human health from exposure to chemicals, Geneva, 1999. 4. LAUWERYS, R.R. – Industrial Chemical Exposure – Guidelines for Biological Monitoring – 2ª ed., London: Lewis Publishers, 1993. 5. Toxicology Letters. 157 6. Environmental Toxicology. 158 ANEXO C – Relação dos Docentes do Curso de Biomedicina da Faculdade de Farmácia da UFMG TIPO NOME RJ RT DOCENTE ADRIANA OLIVEIRA COSTA EST DE DOCENTE ADRIANO DE PAULA SABINO EST DE DOCENTE ADRIANO MAX MOREIRA REIS EST DE DOCENTE ALESSANDRA REZENDE MESQUITA EST DE DOCENTE ANA PAULA LUCAS MOTA EST DE DOCENTE ANA PAULA SALLES MOURA FERNANDES EST DE DOCENTE ANDRE AUGUSTO GOMES FARACO EST DE DOCENTE ANDRE LUIS BRANCO DE BARROS EST DE DOCENTE ARMANDO DA SILVA CUNHA JUNIOR EST DE DOCENTE AUGUSTO AFONSO GUERRA JUNIOR EST DE DOCENTE BRUNO EDUARDO FERNANDES MOTA EST DE DOCENTE BRUNO BOTELHO SUBST DE DOCENTE CAMILA ARGENTA FANTE EST DE DOCENTE CARLOS ALBERTO TAGLIATI EST DE DOCENTE CARYNE MARGOTTO BERTOLLO EST DE DOCENTE CHRISTIAN FERNANDES EST DE DOCENTE CLARICE CHEMELLO EST DE DOCENTE CRISTIANE ALVES DA SILVA MENEZES EST DE DOCENTE CRISTIANE APARECIDA MENEZES DE PADUA EST DE DOCENTE CRISTINA DUARTE VIANNA SOARES EST DE DOCENTE CRISTINA MARIANO RUAS BRANDAO EST DE DOCENTE DJENANE RAMALHO DE OLIVEIRA EST DE DOCENTE ELAINE AMARAL LEITE EST DE DOCENTE EVELYN DE SOUZA OLIVEIRA LOPES EST 20 DOCENTE HENRIQUE PIMENTA BARROSO MAGALHAES EST DE DOCENTE IEDA DE FATIMA OLIVEIRA SILVA EST DE DOCENTE INAYARA CRISTINA ALVES LACERDA EST DE DOCENTE ISABELA DA COSTA CESAR EST DE DOCENTE IZABELA THAIS DA SILVA EST DE DOCENTE JOSÉ EDUARDO GONÇALVES EST DE DOCENTE JOSIANNE NICACIO SILVEIRA EST DE DOCENTE JULIANA ALVARES EST DE DOCENTE KARINA BRAGA GOMES BORGES EST DE DOCENTE LEILIANE COELHO ANDRE EST DE DOCENTE LIRLANDIA PIRES DE SOUSA EST DE DOCENTE LUCAS ANTONIO MIRANDA FERREIRA EST DE DOCENTE LUCILENE REZENDE ANASTÁCIO EST DE DOCENTE MARCIO DE MATOS COELHO EST DE DOCENTE MARIA APARECIDA VIEIRA TEIXEIRA GARCIA EST DE 159 DOCENTE MARIA AUXILIADORA PARREIRAS MARTINS EST DE DOCENTE MARIA BEATRIZ DE ABREU GLORIA EST DE DOCENTE MARIA DAS GRACAS BRAGA CECCATO EST DE DOCENTE MARIA DAS GRACAS CARVALHO EST DE DOCENTE MARIA GABRIELLE DE LIMA ROCHA EST DE DOCENTE MARINA GUIMARAES LIMA EST DE DOCENTE MARTA MARQUES GONTIJO DE AGUIAR EST DE DOCENTE MICHELINE ROSA SILVEIRA EST DE DOCENTE MONICA CRISTINA DE OLIVEIRA EST DE DOCENTE PATRICIA NESSRALLA ALPOIM EST DE DOCENTE PAULA AVILA FERNANDES EST 20 DOCENTE RACHEL OLIVEIRA CASTILHO EST DE DOCENTE RAQUEL LINHARES BELLO DE ARAUJO EST DE DOCENTE RAQUEL VIRGINIA ROCHA VILELA EST 20 DOCENTE RENATA ADRIANA LABANCA EST DE DOCENTE RENATA BARBOSA DE OLIVEIRA EST DE DOCENTE RENES DE RESENDE MACHADO EST DE DOCENTE RICARDO JOSE ALVES EST DE DOCENTE ROBERTO GONCALVES JUNQUEIRA EST DE DOCENTE RODRIGO MAIA DE PADUA EST DE DOCENTE ROSEANE BATITUCCI PASSOS DE OLIVEIRA EST DE DOCENTE SCHEILLA VITORINO CARVALHO DE SOUZA FERREIRA EST DE DOCENTE SERGIA MARIA STARLING MAGALHAES EST DE DOCENTE SILVANA DA MOTTA EST DE DOCENTE SIMONE ODILIA ANTUNES FERNANDES EST DE DOCENTE TANIA MARA PINTO DABES GUIMARAES EST DE DOCENTE VALBERT NASCIMENTO CARDOSO EST DE DOCENTE VICENTE DE PAULO COELHO PEIXOTO DE TOLEDO EST DE DOCENTE VINICIUS GONCALVES MALTAROLLO EST DE DOCENTE WANIA DA SILVA CARVALHO EST DE ANEXO D – Relação de Servidores Técnicos Administrativos da Faculdade de Farmácia TIPO NOME RJ TAE ADRIANA APARECIDA DA SILVA EST TAE ALINE GUIMARAES AMORIM EST TAE ANDERSON FELIPE PADUA DA SILVA EST TAE ANDERSON VALERIANO DE PAULA ALVES EST TAE ANDREIA ALMEIDA DE ALCANTARA EST TAE ANGELA MOREIRA MARQUES DOS SANTOS EST TAE ANNA CLAUDIA SOUZA E SILVA EST TAE ANTONIO LUCIO FRANCA DA SILVA EST TAE CANTIDIO LELIS PEREIRA EST 160 TAE CARLITO LANDES ANACLETO EST TAE CLAUDIA QUEIROZ DE ALMEIDA EST TAE CLAUDIA VALERIA DE OLIVEIRA EST TAE CLELIO JOSE DA SILVA EST TAE DANIELA DINIZ VIANA DE BRITO EST TAE DARLENE TEREZINHA SHULER EST TAE DENISE QUEIROZ SANTOS LOPES EST TAE DHIONNE CORREIA GOMES EST TAE EDILENE MATIAS DO AMARAL EST TAE EDIS TIAGO TEIXEIRA EST TAE EDNA APARECIDA DE SOUZA EST TAE EDUARDO DE CASSIO OLIVEIRA REIS EST TAE EDUARDO MOREIRA DE CASTRO EST TAE EDUARDO PORTES GONTIJO EST TAE ELAINE CRISTINA DA COSTA EST TAE ELIDA FERREIRA MARTINS EST TAE ELISABETH JOSE GONCALVES EST TAE ELITON MARCIO CHAGAS EST TAE ERNANE RIBEIRO DIAS EST TAE EUNICE DA PIEDADE EST TAE FELIPE JOAQUIM RIBEIRO GUEDES EST TAE FERNANDA CRISTINA REZENDE AZEVEDO EST TAE GABRIEL BARBOSA DE OLIVEIRA CDT TAE GERALDO JACINTO DA LUZ JUNIOR EST TAE GILMAR RODRIGUES MOREIRA EST TAE IOLANDA RIBERTO TORRES EST TAE IVANEI DA SILVA DE SOUZA EST TAE JANE LAGES REIS EST TAE JOAO PAULO MOREIRA EST TAE JOSE FRANCISCO DO NASCIMENTO EST TAE JOYCE COSTA MELGACO DE FARIA EST TAE JULIANA MACHADO BRETAS EST TAE JULIANO COSTA NEGRO DIAS EST TAE LENIR AUGUSTA DE CASTRO EST TAE LEONARDO BARBOSA LIMA GOUVEA EST TAE LIZIANE AROUCA DO CARMO MOREIRA EST TAE LÚCIA URBANO DE CARVALHO GUEDES EST TAE LUDIMILA FARIA DA SILVA EST TAE LUDMILA LIZZIANE DE SOUZA LIMA EST TAE MARCIA HELENA FERREIRA EST TAE MARCIO JACINTO DE OLIVEIRAEST TAE MARCOS DA COSTA LAGE EST TAE MARIA ADELAIDE FERNANDES EST TAE MARIA ANGELA FONTE BOA EST TAE MARIA DAS GRACAS NAZARE CARILLO EST 161 TAE MARIA JOSÉ COTA DE OLIVEIRA MARTINS EST TAE MARIA LUCIA BARBOSA CAMPOS DE MOURA EST TAE MARIA PAULA DE SOUZA ALMEIDA EST TAE MARILDA NOVAIS SILVA EST TAE MARILDA NUNES DOS SANTOS COURA EST TAE MARINA FELIPE GROSSI EST TAE MARINA FERREIRA CONTI EST TAE MARIZA DE JESUS COSTA EST TAE MARTON VICTOR ALVES EST TAE MATEUS ARAUJO CASTRO E SOUZA EST TAE MIRNA MACIEL D' AURIOL SOUZA EST TAE MOYZES LUIZ JARDIM EST TAE NAIALY FERNANDES ARAUJO REIS EST TAE NAIM RODRIGUES DE ARAUJO EST TAE NATALIA MENDES PEREIRA EST TAE NORBERTO DE SOUZA FERNANDES EST TAE PAMELA MARTINS ALEIXO EST TAE PATRICIA VEIGA ADRIANO EST TAE PRISCILA ALVES DE VASCONCELOS EST TAE RAMON GONCALVES PEREIRA EST TAE RAQUEL GERALDA ISIDORIO EST TAE REGINA MARIA DE FREITAS EST TAE RONALIA LEITE ALVARENGA EST TAE SANDRA HELENA ARAUJO EST TAE SILAS LOPES ROSADO EST TAE SUZANA NONATO DE CARVALHO EST TAE TANIA LOURDES GOUVEA EST TAE URSULA REGIANE MARTINS RODRIGUES EST TAE VALERIA SOARES JORGE EST TAE VANDA DE PAULA MADEIRA EST TAE VANDERLI PACHECO DA SILVA EST TAE VICENTE EUSTAQUIO ARAUJO SALES EST TAE VINICIUS VIANA PEREIRA EST 162 ANEXO E – Ofício de Solicitação de Ajuste Curricular 2018 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Farmácia Colegiado do Curso de Biomedicina _________________________________________________________ Belo Horizonte, 19 de Outubro de 2018 AJUSTE CURRICULAR - CURSO DE BIOMEDICINA - 2018 HISTÓRICO O Curso de Biomedicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi instituído em 2010, atendendo às demandas do Programa de Reestruturação das Universidades Federais (REUNI), dentro do Plano de Aceleração do Crescimento para a Educação previsto pelo Governo Federal. A idealização do Curso de Biomedicina partiu da iniciativa do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Farmácia. Em 2008, iniciou-se a elaboração da primeira versão do Projeto Pedagógico do Curso, buscando definir as competências e conteúdos necessários para a formação do profissional Biomédico e planejar a operacionalização das atividades didáticas. Estes esforços culminaram na implantação do Curso em 2010. Em 2013-01, foi implantada a primeira reforma curricular do Curso, visando o aprimoramento da matriz curricular e adequações de diretrizes do Ministério da Educação e Cultura - MEC, bem como para atender as premissas de flexibilização curricular do Projeto Pedagógico Institucional da UFMG. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Biomedicina, implantado no primeiro semestre de 2012, teve papel relevante na avaliação dessa nova matriz e atualmente, tem atuado no sentido de aperfeiçoar o currículo do Curso, atendendo novas demandas que vem surgindo à medida que os alunos alcançam a integralização curricular. Em 2015-02, realizamos um ajuste curricular para atender a uma das demandas, surgidas da constante análise do Curso e de propostas sugeridas pelos próprios alunos, de inclusão de disciplinas optativas, especialmente 163 devido à extinção de algumas, com prejuízo à integralização de Formações Complementares pré-estabelecidas e alterações de ementa e carga horária de outras, pelos Departamentos Ofertantes. Durante todo os anos de 2016 e 2017, o curso de Farmácia trabalhou na reforma da sua matriz curricular para se adequar às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de 2002 e às Diretrizes de Flexibilização da UFMG de 1998. O curso de Biomedicina compartilha muitas disciplinas e turmas com o curso de Farmácia, sendo necessário adequar disciplinas compartilhadas por ambos os cursos. Para isso, em 2017, submetemos um ajuste curricular para o curso de Biomedicina o que culminou com a criação de uma nova matriz curricular. Entretanto, compreendemos que o ajuste curricular é um processo contínuo, dessa forma, o Colegiado do Curso de Biomedicina aprovou alterações curriculares que estão sendo submetidas à análise por essa Câmara de Graduação, para as quais solicitamos o deferimento e implantação, se possível, em 2019-1. Essas alterações compreenderão alterações de carga horária de disciplinas obrigatórias, adição de disciplinas optativas, exclusão de disciplinas obrigatórias, criação de disciplinas obrigatórias e alteração de período para oferta de disciplinas. A seguir, explicitamos as justificativas para as alterações solicitadas: A) ALTERAÇÃO DE CARGA HORÁRIA 1. Diminuição da carga horária da disciplina obrigatória Microbiologia Básica - Biomedicina de 75 horas para 60 horas, das quais, 30 horas serão de aulas teóricas e 30 horas serão de aulas práticas. Essa diminuição, com anuência do Departamento de Microbiologia, se deu devido á falta de uso total de período de aulas práticas pelos alunos. 2. Diminuição da carga horária da disciplina obrigatória Bioquímica Clínica II de 105 horas para 90 horas, das quais, 45 horas serão de aulas teóricas e 45 horas serão de aulas práticas. Essa diminuição, com anuência do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas se deu pela falta de uso total de período de aulas práticas pelos alunos e para favorecer a demanda de aumento de horas aula de outras disciplinas profissionais. 3. Aumento da carga horária da disciplina obrigatória Parasitologia Humana F (PAR026) de 45 horas totais, sendo 15 horas teóricas e 30 horas práticas, para 60 horas totais, sendo 30 horas teóricas e 30 horas 164 práticas. Esse aumento foi uma solicitação dos professores da disciplina que alegaram que os conteúdos teórico/práticos demandam maior tempo para serem assimilados e que os alunos poderiam se beneficiar dessa alteração. B) ALTERAÇÃO DE PERÍODOS 4. A transição de disciplinas para outros períodos se fez necessária para melhor adequação da matriz curricular às demandas do curso de Biomedicina. Bioestatística Básica F (EST083) do quinto para o segundo período. Bromatologia (ALM027) do sétimo para o oitavo período Epidemiologia (FAS028) do sexto para o oitavo período Inclusão da disciplina Hematologia Clínica II (ACTXXX) no oitavo período Políticas de Saúde (FAS012) do sétimo para o nono período. Gestão da Qualidade no Laboratório Clínico (ACT018) do oitavo para o nono período. Parasitologia Clínica ACT606 do oitavo para o sétimo período C) INCLUSÃO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS 5. Inclusão da disciplina Análises de Líquidos Biológicos e Treinamento em Uroanálise como optativa do curso de Biomedicina. Solicitação do NDE com anuência do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, uma vez que esta é uma importante área de atuação do profissional Biomédico. A referida disciplina possui 45 horas/aula. 6. Inclusão da disciplina Princípios de Acupuntura como optativa do curso de Biomedicina. Solicitação do NDE com anuência do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, uma vez que esta é uma área de atuação do profissional Biomédico. A referida disciplina possui 30 horas/aula, todas, teóricas. 7. Inclusão da disciplina Introdução à Imagenologia como optativa do curso de Biomedicina. Solicitação do NDE com anuência do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, uma vez que esta é uma área de atuação do profissional Biomédico. A referida disciplina possui 15 horas/aula, todas, teóricas. 8. Inclusão da disciplina Citologia Clínica II como optativa do curso de Biomedicina. Solicitação do NDE com anuência do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, uma vez que esta é uma área de atuação do profissional Biomédico. A referida disciplina possui 30 horas/aula, todas, teóricas. 9. Inclusão da disciplina Saúde, Gênero e Sexualidade como optativa do curso de Biomedicina. Solicitaçãodo NDE com anuência do 165 Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas, uma vez que esta disciplina trata de assuntos pertinentes à sociedade como um todo e que devem ser tratados por profissionais da saúde. A referida disciplina possui 30 horas/aula, todas, teóricas. D) EXCLUSÃO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 10. Exclusão da disciplina Hematologia Clínica que deverá ser substituída pelas disciplinas Hematologia Clínica I e Hematologia Clínica II. Os coordenadores da disciplina de Hematologia Clínica entendem que o desmembramento do conteúdo, acompanhado do aumento da carga horária, será positivo para o aprendizado dos estudantes. E) CRIAÇÃO DE DISCIPLINAS 11. Criação das disciplinas Hematologia Clínica I e Hematologia Clínica II de 90 horas (sendo 45 horas teóricas e 45 horas práticas) e 30 horas (sendo 15 horas teóricas e 15 horas práticas), respectivamente. Essas disciplinas substituirão a disciplina Hematologia Clínica (105 horas) e permitirão a assimilação do conteúdo da hematologia de maneira mais adequada pelos estudantes. 166 ANEXO F – Matriz Curricular Proposta Após Ajuste 2018 PERÍODO ATIVIDADES E CARGA HORÁRIA CH Semestral 1º Introdução à Biomedicina (30h) Citologia e Histologia F (75h) Quimica Geral F (60h) Quimica Geral Experimental F (30h) Anatomia Humana Básica (45h) 240h 2º Biofísica B (30h) Bioquímica Celular F (75h) Química Inorgânica F (30h) Genética F (45h) Bioestatística Básica F (30h) Carga Optativa (90h) 300h 3º Fisiologia F (90h) Química Orgânica F (60h) Química Analítica F (105h) Imunologia Básica (45h) 300h 4º Biologia Molecular F (30h) Parasitologia Humana (60h) Microbiologia Básica F (60h) Patologia Geral F (90h) Farmacologia F (60h) 300h 5º Biologia Molecular Aplicada (45h) Bioquímica Clínica I (90h) Citologia Clínica (60h) Imunologia Clínica (60h) Carga Optativa (45h) 300h 6º Bacteriologia Clínica (90h) Toxicologia Ambiental (60h) Bioquímica Clínica II (90h) Carga Optativa (60h) 300h 7º Parasitologia Clínica (75h) Micologia Clínica (45h) Radioisótopos em Diagnóstico (45h) Hematologia Clínica I (90h) Carga Optativa (45h) 300h 8º Ética e Legislação Biomédica (30h) Atividade Integradora (30h) Bromatologia (75h) Epidemiologia (45h) Hematologia Clínica II (30h) Carga Optativa (60h) 270h 9o Estágio em Ciências Biomédicas I (225h) Políticas de Saúde (30h) Gestão da Quali- dade no Lab. Clínico (30h) Carga Optativa (15h) 300h 10o Estágio em Ciências Biomédicas II (210h) Formação livre (30h) Carga Optativa (60h) 300h 11o Estágio em Ciências Biomédicas III (210h) Formação livre (30h) Monografia de Conclusão de Curso (30h) Carga Optativa (30h) 300h Carga Horária Total 3210h