Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
METODOLOGIA CIENTÍFICA
PROF. MARITZA URBINA
Lucas Gabriel Silva Santos
Luiz Ricardo Monte Barros Lima da Rocha
Vinicius Alex Marinho da Silva
Pesquisa Experimental e Não-experimental
Maceió, Alagoas - 2022
Lucas Gabriel Silva Santos
Luiz Ricardo Monte Barros Lima Da Rocha
Vinicius Alex Marinho da Silva
Pesquisa Experimental e Não-experimental
Relatório da atividade desenvolvida
pelos estudantes do componente
curricular Metodologia Científica, a
respeito dos métodos que podem
ser utilizados em uma pesquisa
científica.
Orientador: Profa. Dra. Maritza M.
Urbina.
Maceió, Alagoas - 2022
1
A CONCEPÇÃO E AS PARTICULARIDADES DA PESQUISA EXPERIMENTAL E
NÃO-EXPERIMENTAL
RESUMO
Diversos são os tipos de pesquisa existentes no ramo científico, duas das mais
prestigiadas são chamadas de pesquisa experimental e não-experimental.
Buscando compreender os conceitos e particularidades de cada uma, se fez
necessário inicialmente conhecer a definição das idéias de população, censo,
amostra, hipóteses e variáveis, sendo essas concepções inerentes e vitais para
entender o delineamento de uma pesquisa experimental e não-experimental.
Palavras-chaves: Pesquisa Experimental; Pesquisa Não-Experimental; Hipóteses;
Variáveis; Amostra.
2
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO 5
CONCEITOS INICIAIS 6
POPULAÇÃO 6
CENSO 6
AMOSTRAGEM 6
MÉTODO DE AMOSTRAGEM PROBABILÍSTICO 7
AMOSTRAGEM ALEATÓRIA SIMPLES 7
AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA 7
AMOSTRAGEM POR CONGLOMERADOS 7
AMOSTRAGEM ESTRATIFICADA 7
MÉTODO DE AMOSTRAGEM NÃO PROBABILÍSTICO 8
AMOSTRAGEM POR CONVENIÊNCIA 8
AMOSTRAGEM INTENCIONAL 8
AMOSTRAGEM POR COTAS 8
VARIÁVEIS 8
O QUE É VARIÁVEL? 8
TIPOS DE VARIÁVEL 8
VARIÁVEL DEPENDENTE 9
VARIÁVEL INDEPENDENTE 9
IDENTIFICAÇÃO DE VARIÁVEIS 9
RELAÇÃO CAUSAL 9
VARIÁVEL MODERADORA 10
VARIÁVEL DE CONTROLE 10
VARIÁVEL EXTRÍNSECA 10
VARIÁVEL INTERVENIENTE 11
VARIÁVEL ANTECEDENTE 12
HIPÓTESES 12
HIPÓTESE NULA X HIPÓTESE ALTERNATIVA 12
TESTE DE HIPÓTESE 13
ANÁLISE DE CORRELAÇÃO DE VARIÁVEIS 13
O QUE É ANÁLISE DE VARIÁVEIS? 13
MÉDIA 14
MEDIANA 14
MODA 14
MÁXIMO E MÍNIMO 14
VARIÂNCIA E DESVIO 14
O QUE É CORRELAÇÃO? 14
COVARIÂNCIA 14
COEFICIENTE DE VARIAÇÃO 14
3
PESQUISA EXPERIMENTAL 14
O QUE É PESQUISA EXPERIMENTAL? 14
CARACTERÍSTICAS 15
DESENHO EXPERIMENTAL 15
TIPOS DE DESENHO 15
PROJETO PRÉ-EXPERIMENTAL 15
PROJETO QUASE EXPERIMENTAL 15
PROJETO EXPERIMENTAL VERDADEIRO 16
ETAPAS DA PESQUISA EXPERIMENTAL 16
FORMULAÇÃO DO PROBLEMA 16
FORMULAÇÃO DA HIPÓTESE 16
DEFINIÇÃO DO PLANO EXPERIMENTAL 16
TIPO DO PLANO 16
DETERMINAÇÃO DE SUJEITOS 16
DETERMINAÇÃO DO AMBIENTE 16
CONTROLE DE VARIÁVEIS 16
COLETA DE DADOS 17
INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS 17
O QUE É PESQUISA NÃO EXPERIMENTAL? 18
CARACTERÍSTICAS 18
TIPOS DE PESQUISA NÃO-EXPERIMENTAL 18
TRANSVERSAL 18
DESCRITIVO 18
CAUSAL 18
LONGITUDINAL 18
TENDÊNCIA 19
EVOLUÇÃO DO GRUPO 19
PAINEL 19
QUANDO UTILIZAR A PESQUISA NÃO-EXPERIMENTAL? 19
VANTAGENS E DESVANTAGENS 19
4
1. INTRODUÇÃO
Pesquisa experimental é qualquer pesquisa realizada com uma abordagem
científica, onde um conjunto de variáveis é mantido constante, enquanto o outro
conjunto de variáveis é medido como o assunto do experimento.
O exemplo mais simples de uma investigação experimental é um teste de
laboratório. Sempre que a pesquisa é realizada sob condições cientificamente
aceitáveis, ela é qualificada como uma investigação experimental.
Uma verdadeira investigação experimental é considerada bem-sucedida somente
quando o pesquisador confirma que uma mudança na variável dependente se deve
à manipulação da variável independente.
É importante para uma investigação experimental estabelecer a causa e o efeito de
um fenômeno, o que significa que deve ficar claro que os efeitos observados em um
experimento são devidos à causa.
A pesquisa não experimental é o tipo de pesquisa que não possui uma variável
independente. Em vez disso, o pesquisador observa o contexto em que o fenômeno
se desenvolve e o analisa para obter informações.
Ao contrário da pesquisa experimental, em que as variáveis permanecem
constantes, pesquisas não experimentais são realizadas durante o estudo. Mas, o
pesquisador não consegue controlar, manipular ou alterar os sujeitos, ele se baseia
em interpretações ou observações para chegar a uma conclusão. Isso significa que
o método não deve se basear em correlações, pesquisas ou estudos de caso, e não
pode demonstrar uma relação de causa e efeito.
5
2. CONCEITOS INICIAIS
2.1. POPULAÇÃO
É o universo do estudo, é definido sendo o grupo que está sendo considerado
durante a realização de uma pesquisa. Por exemplo, se você está interessado no
tempo médio que uma pessoa entre 60 e 80 anos leva para se recuperar de uma
doença x depois de consumir certo tipo de medicamento y, a população do estudo
será composta por pessoas entre 60 e 80 anos de idade com a doença que usa este
medicamento. A população do estudo não está limitada apenas à população
humana. É um conjunto de aspectos que têm algo em comum. Eles podem ser
objetos, animais, células, etc. que possuem muitas características dentro de um
grupo.
2.2. CENSO
Usualmente, as pesquisas realizadas utilizando todos os elementos de uma
população é chamada de censo. O Censo, geralmente, é utilizado quando a
população é pequena, quando há a necessidade de resultados exatos, ou quando
as variáveis são fáceis de serem medidas e observadas. Por ex: O censo, do IBGE,
que visita todos os domicílios brasileiros, para se conhecer a situação de vida de
cada um. Censos não podem ser realizados a todo instante devido não só a
questões econômicas como também a disponibilidade de material humano. Em
contraposição a esta impossibilidade, surge o conceito de amostragem.
2.3. AMOSTRAGEM
Entende-se por amostragem o ato de analisar uma parte do evento com objetivo de
saber como uma população se comporta sem analisá-la como um todo. Em outras
palavras, entende-se a amostra como sub-conjunto da população. A amostragem é,
particularmente, interessante quando se tem quatro fatores: população grande ou
infinita, alto custo, a pesquisa exige teste destrutivo, necessidade rapidez.
2.4. MÉTODO DE AMOSTRAGEM PROBABILÍSTICO
Consiste em método de amostragem probabilístico, aquelas amostragens em que a
seleção é aleatória de tal forma que cada elemento da população tem uma
probabilidade conhecida de fazer parte da amostra. Esse método se divide em
quatro sub-grupos: amostragem aleatória simples, amostragem sistemática,
amostragem estratificada e amostragem por conglomerados.
6
2.4.1. AMOSTRAGEM ALEATÓRIA SIMPLES
É o processo mais básico. É fundamentada no princípio de que todos os membros
de uma população possuem a mesma probabilidade de serem incluídos na amostra,
isto é, neste tipo de amostragem ocorre a rotulação dos elementos da população e o
sorteio dos indivíduos que farão parte da amostra.
2.4.2. AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA
Neste método, a população deve ser ordenada de forma que os elementos sejam
identificados pela posição. Para cumprir tal preceito, alguns passos precisam ser
realizados:
1. Calcular a razão R= N/n, onde N é o tamanho da população e n é o tamanho
da amostra.
2. Sortear um número de 01 a R
3. Obter a amostra: número sorteado, número sorteado + R, número sorteado +
2R, número sorteado + 3R,...
2.4.3. AMOSTRAGEM POR CONGLOMERADOS
Este esquema é utilizado quando há uma subdivisão da população em grupos que
sejam semelhantes entre si, mas com fortes discrepâncias dentro dos grupos. Por
exemplo: Durante a produção das vacinas contra a Covid-19, as farmacêuticas
utilizaram a amostragem por conglomerado, na qual foram escolhidos alguns países
específicos para participar da pesquisa.
2.4.4. AMOSTRAGEM ESTRATIFICADA
Consiste em dividir a população em subgrupos mais homogêneos (estratos), de tal
forma que haja uma homogeneidade dentro dos estratos e uma heterogeneidade
entre os estratos. A definição dos estratos podem ocorrer de acordo com renda,
sexo, idade, etc.
2.5. MÉTODO DE AMOSTRAGEM NÃO PROBABILÍSTICO
É aquela em quea seleção dos elementos da população para compor a amostra
depende ao menos em parte do julgamento do pesquisador ou do entrevistador no
campo.
2.5.1 AMOSTRAGEM POR CONVENIÊNCIA
7
O menos rigoroso dos métodos, o pesquisador seleciona os elementos ao qual
possui acesso prévio.
2.5.2 AMOSTRAGEM INTENCIONAL
Selecionar um subgrupo da população com base nas informações disponíveis,
porém esse grupo precisa ser considerado representativo de toda a população.
2.5.3 AMOSTRAGEM POR COTAS
Classifica a população e determina a proporção da população para cada classe. É
utilizada quando não existe um banco de dados da população que permita a
realização do sorteio necessário na amostragem aleatória.
2.6. VARIÁVEIS
2.6.1. O QUE É VARIÁVEL?
O termo variável diz respeito a uma característica de interesse a ser estudada em
cada elemento. Sejam elas qualidades, atributos, valores, entre outras medidas e
causas que o investigador quer mensurar. As pesquisadoras Eva Maria Lakatos e
Maria de Andrade Marconi, autoras do livro “Fundamentos de Metodologia
Científica”, definem variável como sendo: “uma classificação ou medida; uma
quantidade que varia; um conceito operacional que contém ou apresenta valores; ou
ainda, um aspecto, propriedade ou fator, discernível em um objeto de estudo e
passível de mensuração.”
Universalmente, o nicho da ciência é constituído de três níveis: observação,
hipóteses e teorias. As variáveis aparecem na passagem da observação para
hipótese, ou da hipótese para a observação.
2.6.2. TIPOS DE VARIÁVEL
Existem vários tipos de variáveis em uma investigação, que dependem do seu nível
de operacionalidade, da relação que possuem com outras variáveis, e do tipo de
escala que permite que sejam medidos.
2.6.2.1. VARIÁVEL DEPENDENTE
Consiste naqueles valores (fenômenos e fatores) a serem explicados ou
descobertos em virtude de serem influenciados ou afetados pela variável
independente. Em outras palavras, pode ser definido como aquilo que foi medido na
8
pesquisa. Por exemplo: índice de colesterol e glicemia de um determinado grupo de
pacientes
2.6.2.2. VARIÁVEL INDEPENDENTE
É aquela que influencia, determina, ou afeta outra variável, é fator determinante,
condição ou causa para determinado resultado, efeito ou consequência. Ou seja, é
aquela que é controlada para se ver seus efeitos na variável dependente. Por
exemplo: a quantidade de alimentos ultraprocessados consumidos em uma
pesquisa que analisa o índice de colesterol e glicemia em um determinado grupo de
pacientes.
2.6.2.3. IDENTIFICAÇÃO DE VARIÁVEIS
Para se identificar o tipo de variáveis presentes em uma pesquisa, deve-se pensar
na variável independente como a causa e na variável dependente como o efeito. Por
exemplo: Um cientista está testando o efeito da luz e da escuridão no
comportamento das mariposas, ligando e desligando uma luz. A variável
independente (X) é a quantidade de luz e variável dependente (Y) é a reação da
mariposa, pois uma mudança na variável quantidade de luz irá afetar a variável
comportamento da mariposa.
2.6.2.4. RELAÇÃO CAUSAL
Além da relação causa-efeito supracitada, existem outras relações que podem ser
visualizadas para se identificar as variáveis dependente e independentes em uma
pesquisa.
Relação Ordem Temporal: A sequência temporal é devidamente importante: a
variável anterior no tempo é a independente e a que se segue é a dependente,
partindo do princípio lógico de que o acontecido depois não pode ter tido influência
no que ocorreu antes.
Fixidez ou alterabilidade das variáveis: Existem algumas variáveis, muito utilizadas
nas ciências biológicas e sociais, que são consideradas fixas ou não sujeitas à
influência. Entre elas, sexo, raça, idade, ordem de nascimento, nacionalidade.
2.6.2.5. VARIÁVEL MODERADORA
É um fator, fenômeno ou propriedade, que também é condição, causa, estímulo ou
fator determinante para que ocorra determinado resultado, efeito ou consequência.
Em outras palavras, a variável moderadora descreve uma relação entre duas
variáveis dependentes, porém situando-se em nível secundário no que diz respeito
9
a variável independente. Basicamente, a variável moderadora (M) irá contar ao
pesquisador se ela mesma influencia e modifica a relação entre a variável
independente e dependente. Por exemplo, você prefere ketchup ou molho de soja?
Obviamente, a resposta depende de qual alimento você está comendo. Se você
está comendo sushi, você provavelmente prefere molho de soja. Se for um
hambúrguer com batatas fritas, você provavelmente vai querer ketchup.
2.6.2.6. VARIÁVEL DE CONTROLE
É aquele fator, fenômeno ou propriedade que o investigador neutraliza ou anula
propositadamente em uma pesquisa, com a finalidade de impedir que interfira na
análise da relação entre as variáveis independente e dependente. Sua importância é
majoritária quando se investiga situações mais complexas, quando é reconhecido
que um efeito não tem apenas uma causa, mas pode sofrer influência de vários
fatores. Por exemplo:
Variável Dependente (Y): número de treinos práticos
Variável Dependente (Y): desempenho de habilidades
Variáveis de Controle ( C ): idade (C1); grau de inteligência (C2)
2.6.2.7. VARIÁVEL EXTRÍNSECA
Um investigador que está interessado em verificar a relação entre duas variáveis,
deve sempre se questionar se a suposta relação é real ou acidental. Quando a
relação é acidental, diz-se que houve uma relação espúria. Na maioria dos casos,
numa relação espúria, em vez de assimetria entre as variáveis, o que ocorre é uma
relação simétrica. De outro modo, em vez de uma variável exercer influência sobre a
outra, elas são indicadores alternativos do mesmo conceito e estão fortemente
associadas.
Por exemplo: Encontrou-se uma correlação entre a profundidade do sono e a
espécie de humor que a pessoa tinha no dia seguinte. Entretanto, uma análise mais
aprofundada revelou que o resultado era falso, pois a facilidade de sono é que era
determinada pela espécie de humor com que o indivíduo ia pra cama, e que a má
disposição permanecia de um dia pro outro. Então, em vez da relação direta entre
profundidade do sono (X) - Tipo de humor no dia seguinte (Y), tem-se:
10
Ou seja, a variável extrínseca é utilizada como fator de teste escolhido para
determinar se houve interpretação errada entre a variável independente e a variável
dependente.
2.6.2.8. VARIÁVEL INTERVENIENTE
A variável interveniente (W) é aquela que, numa sequência causal, se coloca entre a
variável independente (X) e a dependente (Y), tendo como função ampliar, diminuir
ou anular a influência de X sobre Y. Ela é, portanto, encarada como consequência
da variável independente e determinante da variável dependente. Para se afirmar a
veracidade de uma variável interveniente, há a necessidade de se estabelecer três
correlações:
❖ A relação original, entre a variável independente e a variável dependente;
❖ A relação entre a variável independente e a variável interveniente, sendo que
a variável interveniente atua como dependente;
❖ A relação entre a variável interveniente e a variável dependente, onde a
interveniente atua como independente;
Por ex: encontrando-se uma relação entre morar na área rural ou urbana e dar
ênfase, na educação das crianças, ao elemento "obediência", é possível levantar a
hipótese de que os habitantes do campo valorizam a obediência em virtude de o seu
tipo de vida conferir importância aos valores tradicionais; o apego à tradição
significa aceitação, sem críticas, das normas e regras sociais em vigor; a
transmissão dessas normas e regras requer, por sua vez, que se dê ênfase à
obediência, na educação dos filhos.
Para demonstrar o tradicionalismo como variável interveniente, as três relações
supracitadas precisam ser estabelecidas, sendo elas para esse exemplo:
➢ A relação entre a residência urbana-rural e o realce na obediência;
➢ A relação entre a residência urbana-rural e o tradicionalismo;
➢ A relação entre tradicionalismo e a ênfase na obediência;
Tendo essas três relações explícitas, a variável é intervenientee a relação original
entre a variável independente e a variável dependente terá que sumir.
11
2.6.2.9. VARIÁVEL ANTECEDENTE
A variável antecedente (Z) tem por finalidade explicar a relação X - Y; coloca-se na
cadeia causal antes da variável independente, indicando uma influência eficaz e
verdadeira; não "afasta" a relação X - Y, mas esclarece as influências que
precederam essa relação, conforme representação esquemática:
Para se confirmar a existência de uma variável antecedente, três condições devem
ser estabelecidas:
● As três variáveis precisam estar relacionadas;
● Quando controla-se a variável antecedente, a relação entre a variável
independente e dependente não deve desaparecer;
● Quando controla-se a variável independente, deve desaparecer a relação
entre as variáveis antecedente e dependente;
2.7. HIPÓTESES
As pesquisas científicas se iniciam com a colocação de um problema solucionável.
Em seguida, se faz necessário demonstrar uma possível solução a esse problema,
por meio de uma proposição que possa ser considerada verdadeira ou falsa. Diante
disso, entende-se hipótese como a proposição testável que pode vir a ser declarada
solução da problemática.
2.7.1. HIPÓTESE NULA X HIPÓTESE ALTERNATIVA
Simbolizado por Ho, a hipótese nula declara que não há relação entre dois
fenômenos de interesse. Também indica que não há mudança de opinião, as coisas
permanecem como são. Ou seja, a hipótese nula representa como as coisas estão
no momento sem alteração (o que se quer testar geralmente é a hipótese
alternativa). Se quer testar se uma média é maior que a outra, por exemplo, testar
se numa turma a nota das meninas é maior que a nota dos meninos. Na sua
hipótese nula você vai assumir que a nota dos dois são iguais.
Simbolizada por H1 ou Ha, a Hipótese Alternativa descreve uma relação entre duas
variáveis, geralmente o que você quer testar. Ao contrário da hipótese nula, na
alternativa você nunca coloca o sinal de = (igual) pois está se testando uma
mudança, ou se uma coisa é maior que a outra, ou menor, ou diferente de alguma
12
forma. Então quando estiver escrevendo, na terminologia matemática, ela sempre
vai ter um sinal de maior, de menor ou de diferente. Nunca igual. Nunca se rejeita ou
deixa de rejeitar a alternativa: você sempre faz em função da hipótese nula.
2.7.2. TESTE DE HIPÓTESE
Teste de hipóteses, "teste de significância ou teste estatístico", cuja finalidade
principal é verificar se um valor hipotético representa uma situação específica.
É um método que auxilia na tomada de decisões sobre um ou mais grupos com
base em informações obtidas de uma amostra (permite examinar se os dados da
amostra fornecem evidências que apoiam ou não uma hipótese estatística
formulada).
Baseia-se no uso de uma amostra aleatória extraída de uma população de interesse
para testar afirmações sobre um parâmetro ou característica dessa população.
O teste não é apenas uma comparação matemática simplificada entre dois ou mais
valores, mas exige saber se os valores obtidos da amostra representam uma
simples variação amostral da situação atual.
Uma hipótese estatística é uma suposição a respeito do parâmetro populacional
(essa suposição pode ou não ser verdadeira). O teste de hipóteses refere-se aos
procedimentos formais utilizados pelos estatísticos para aceitar ou rejeitar essas
hipóteses.
3. ANÁLISE DE CORRELAÇÃO DE VARIÁVEIS
3.1. O QUE É ANÁLISE DE VARIÁVEIS?
É uma técnica usada para investigar conjuntos de dados e resumir suas principais
características. Também chamada de análise exploratória, ela permite determinar a
melhor forma de controlar as fontes de dados para obter as respostas que você
precisa, tornando mais fácil para os cientistas descobrirem padrões, detectar
anomalias, testar uma hipótese ou verificar suposições.
3.1.1. MÉDIA
A média corresponde à soma dos valores de um grupo de valores, dividida
pelo número de valores do grupo. Pode ser entendida como o ponto de
equilíbrio das frequências.
3.1.2. MEDIANA
Dado um conjunto de informações numéricas, o valor central corresponde à
13
mediana desse conjunto. Dessa forma, é importante que esses valores sejam
colocados em ordem, seja crescente ou decrescente.
3.1.3. MODA
o número mais frequente, ou seja, o número que aparece o maior número de
vezes.
3.1.4. MÁXIMO E MÍNIMO
Máximos e mínimos locais são chamados extremos locais ou ainda, extremos
relativos. Ou seja, são os maiores e menores valores de uma função em um
dado intervalo. Ainda podemos podemos tirar daí a amplitude entre esses
valores e entender a variabilidade.
3.1.5. VARIÂNCIA E DESVIO
A variância é útil para determinar o afastamento da média que os dados de
um conjunto analisado apresentam. Já o desvio padrão é uma medida que
expressa o grau de dispersão de um conjunto de dados.
3.2. O QUE É CORRELAÇÃO?
Correlação significa uma semelhança ou relação entre duas coisas, pessoas ou
ideias. É uma semelhança ou equivalência que existe entre duas hipóteses,
situações ou objetos diferentes. No campo da estatística e da matemática a
correlação se refere a uma medida entre duas ou mais variáveis que se relacionam.
3.2.1. COVARIÂNCIA
A covariância mede a relação linear entre duas variáveis
3.2.2. COEFICIENTE DE VARIAÇÃO
A função do coeficiente de correlação é determinar qual é a intensidade da
relação que existe entre conjuntos de dados ou variáveis conhecidas.
4. PESQUISA EXPERIMENTAL
4.1. O QUE É PESQUISA EXPERIMENTAL?
A pesquisa experimental é um meio de coletar provas para verificar a relação de
causalidade entre variáveis. Portanto, é uma busca de causa e efeito e procura
saber "o que causa o quê?". Assim, o pesquisador interfere na realidade, manipula
um ou mais variáveis envolvidas, com a finalidade de observar as reações e as
modificações ocorridas no objeto de pesquisa. Em um experimento perfeito qualquer
modificação da variável experimental modifica a variável dependente.
14
4.2. CARACTERÍSTICAS
As principais características da pesquisa experimental são: Termos uma Idéia de
relação causa-efeito, acreditarmos que existe uma relação entre a construção da
causa e a construção do efeito, termos formulações de hipóteses a serem testadas,
termos vários tratamentos (variáveis independentes), executarmos o experimento e
observamos a saída (variáveis dependentes).
4.3. DESENHO EXPERIMENTAL
O desenho de pesquisa é definido como os métodos e técnicas escolhidos por um
pesquisador, possuem a finalidade de que o problema de pesquisa seja tratado
eficientemente. O desenho de um tópico de pesquisa é usado para explicar o tipo de
pesquisa e também seu subtipo (delineamento experimental, problema de pesquisa.
4.3.1. TIPOS DE DESENHO
4.3.1.1. PROJETO PRÉ-EXPERIMENTAL
Essa é a forma mais simples de projeto de pesquisa experimental. Um grupo,
ou vários grupos de pessoas, são mantidos sob observação após fatores com
causa e efeito serem considerados.
4.3.1.2. PROJETO QUASE EXPERIMENTAL
A palavra “quase” indica semelhança; um projeto de pesquisa
quase-experimental é semelhante à pesquisa experimental, eles são quase
os mesmos, a diferença entre os dois é a atribuição de um grupo de controle.
Neste projeto de pesquisa, uma variável independente é manipulada, mas os
participantes de um grupo não são aleatoriamente designados. A variável
independente é manipulada antes de calcular a variável dependente e,
portanto, o problema da direcionalidade é eliminado. Quase-pesquisa é
usada em configurações de campo onde a atribuição aleatória é irrelevante
ou não é necessária. O problema da direcionalidade é quando uma variável X
e Y estão relacionadas porém, não porque X causa Y e Y causa X mas sim
porque outra variável Z causa X e Y criando uma falsa impressão de
causalidade entre X e Z
4.3.1.3. PROJETO EXPERIMENTAL VERDADEIRO
Este desenho é a forma mais acurada de desenho de pesquisa experimental,
já que se baseia em análises estatísticas para provar ou refutar uma
hipótese. É o único tipo de planejamento experimental que pode estabelecer
uma relação de causa e efeito dentrode um ou vários grupos.
4.4. ETAPAS DA PESQUISA EXPERIMENTAL
15
4.4.1. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
O problema de pesquisa é uma pergunta que busca aprofundar um tema
selecionado através de uma resposta cientificamente válida. Após selecionar
e delimitar precisamente o tema, o desenvolvimento da pesquisa será
orientado para encontrar respostas empíricas para o problema.
4.4.2. FORMULAÇÃO DA HIPÓTESE
Nada mais é do que uma relação de alternativas de reflexão e de
experimentação. Depois de analisados os dados, a hipótese pode ser
confirmada ou rejeitada/refutada. Se o resultado for diferente do que ele
imaginava. Nesse ponto, dá-se início a um novo ciclo, onde um novo estudo
pode ser feito para tentar confirmar uma outra ou a mesma hipótese.
4.4.3. DEFINIÇÃO DO PLANO EXPERIMENTAL
4.4.3.1. TIPO DO PLANO
Nessa etapa, para formulação do plano experimental, deve-se
escolher quantas e quais variáveis serão levadas em consideração e
manipuladas durante o trabalho.
4.4.4. DETERMINAÇÃO DE SUJEITOS
Durante o planejamento faz-se necessário determinar o objeto de estudo ou a
população a ser pesquisada. Afinal, o objetivo de toda pesquisa é generalizar
os resultados obtidos para a população
4.4.5. DETERMINAÇÃO DO AMBIENTE
As pesquisas experimentais podem ter como ambiente o campo, a rua, ou o
laboratório. Dependendo do ambiente o controle das variáveis pode mudar.
Por exemplo, a gama de variáveis e o controle delas no campo é reduzido, já
que os dados são coletados na realidade.
4.5. CONTROLE DE VARIÁVEIS
4.6. COLETA DE DADOS
A coleta de dados é a fase da pesquisa em que se põe em prática tudo aqui que foi
planejado: aplicação de certas condições e observação do que foi produzido. Isto é,
é um processo de apuração de informações para comprovar uma problemática
pré-estabelecida. As coletas de dados são realizadas a partir dos chamados
instrumentos de coleta de dados.
16
4.6.1. INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS
Observação: Como o próprio nome já deixa explícito, é feito através do treinamento
de observadores, que são as pessoas responsáveis por fazer as considerações
necessárias durante a coleta de dados. Existem duas maneiras de se coletar dados
por observação: a primeira é aquela a qual o observador faz suas considerações em
relação ao assunto abordado na coleta, chamada de observação participante, e a
segunda é aquela qual não existe interferência do observador durante a coleção dos
dados, ou seja, ele atua somente como analisador.
Entrevista: É a técnica baseada em um diálogo que ocorre entre o pesquisador e o
entrevistado.
Questionários: No qual há o desenvolvimento de perguntas a partir de uma
problemática levantada.
Análise de materiais e documentos: Caracterizado pelo tratamento com materiais já
existentes, isto é, livros, artigos e documentos, para em seguida comparar as
semelhanças e diferenças de outrora com o tempo atual.
4.7. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS
São processos diferentes, porém complementares. Na análise, o pesquisador
procura estabelecer as relações que existem entre os fenômenos estudados.
Normalmente utiliza-se técnicas estatísticas para se aprofundar o universo de
resultados, sejam elas gráficos, histogramas, etc.
Na interpretação, busca-se um significado mais amplo e atrelado a outros
conhecimentos. Um ponto importante dessa etapa é interpretar os dados utilizando
conhecimentos teóricos, já que buscar essa inter-relação teoria-prática atribui valor
à pesquisa.
4.8. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DE PESQUISA
Na etapa final, o pesquisador deverá apresentar o resultado de sua pesquisa, quais
foram os efeitos provenientes do seu trabalho e a conclusão final de sua
investigação.
5. PESQUISA NÃO-EXPERIMENTAL
5.1. O QUE É PESQUISA NÃO EXPERIMENTAL?
17
A pesquisa não experimental é o tipo de pesquisa que não possui uma variável
independente. Em vez disso, o pesquisador observa o contexto em que o fenômeno
se desenvolve e o analisa para obter informações.
5.2. CARACTERÍSTICAS
A maioria dos estudos baseia-se em eventos ocorridos anteriormente e são
analisados posteriormente; Neste método, experimentos controlados não são
realizados por razões éticas ou morais; Nenhuma amostra de estudo é criada, pelo
contrário, as amostras ou participantes já existem e se desdobram em seu
ambiente; O pesquisador não intervém diretamente no ambiente da amostra; Este
método estuda os fenômenos exatamente como eles ocorreram.
5.3. TIPOS DE PESQUISA NÃO-EXPERIMENTAL
5.3.1. TRANSVERSAL
Esse tipo de projeto de pesquisa não experimental é usado para observar e registrar
os dados em um momento específico e, por sua própria natureza, único. Dessa
forma, a análise realizada concentra-se nos efeitos de um fenômeno que ocorre em
determinado momento.
5.3.1.1. DESCRITIVO
O objetivo é investigar os incidentes e seus valores, nos quais uma ou mais
variáveis aparecem. Uma vez que os dados são obtidos, uma descrição é
simplesmente feita.
5.3.1.2. CAUSAL
Esses projetos tentam estabelecer os relacionamentos entre várias variáveis que
ocorrem em um determinado momento. Essas variáveis não são descritas uma a
uma, mas tentam explicar como estão relacionadas.
5.3.2. LONGITUDINAL
Nesse tipo de projeto os pesquisadores tentam analisar as mudanças pelas quais
determinadas variáveis sofrem ao longo de um período de tempo.
5.3.2.1. TENDÊNCIA
Eles estudam as mudanças que ocorrem em algumas populações em geral.
18
5.3.2.2. EVOLUÇÃO DO GRUPO
Os sujeitos estudados são grupos ou subgrupos menores.
5.3.2.3. PAINEL
Possui grupos específicos que são medidos em todos os momentos. Essas
investigações são úteis para analisar as alterações individuais em conjunto com o
grupo, permitindo saber qual elemento produziu as alterações em questão.
5.4. QUANDO UTILIZAR A PESQUISA NÃO-EXPERIMENTAL?
Quando a pergunta de pesquisa pode ser sobre uma variável em vez de um
relacionamento estatístico em duas variáveis; Em uma pesquisa em que a pergunta
de pesquisa tem uma relação estatística não causal entre as variáveis; Quando a
pergunta de pesquisa tem uma relação causal, mas a variável independente não
pode ser manipulada; Em uma investigação exploratória ou ampla, onde uma
experiência particular é enfrentada.
5.5. VANTAGENS E DESVANTAGENS
5.5.1. VANTAGENS
É muito flexível durante o processo de pesquisa; A causa do fenômeno é conhecida
e o efeito que ela tem é investigado; O pesquisador pode definir as características
do grupo de estudo.
5.5.2. DESVANTAGENS
Os grupos não são representativos de toda a população; Erros podem ocorrer na
metodologia.
19
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DESENHO DE PESQUISA, Questione Pro, 2017. Disponível em:
<https://www.questionpro.com/blog/pt-br/desenho-de-pesquisa/#:~:text=O%20desen
ho%20de%20pesquisa%20%C3%A9,pesquisa%20usando%20uma%20metodologia
%20espec%C3%ADfica..>. Acesso em: 25 de Maio de 2022.
O QUE É E COMO DEFINIR AS HIPÓTESES DO SEU ESTUDO, Fastformat,
2018. DIsponível
em:<https://blog.fastformat.co/o-que-e-e-como-definir-hipotese/#:~:text=Deve%20se
r%20simples%20e%20concisa,Seja%20o%20mais%20exato%20poss%C3%ADvel.
>. Acesso em: 24 de maio de 2022.
O QUE É PESQUISA EXPERIMENTAL, Mettzer, 2019. Disponível em:
<https://blog.mettzer.com/pesquisa-experimental/>. Acesso em: 22 de Maio de 2022.
DESENHO DE PESQUISA, Questione Pro, 2017. Disponível em:
<https://www.questionpro.com/blog/pt-br/desenho-de-pesquisa/#:~:text=O%20desen
ho%20de%20pesquisa%20%C3%A9,pesquisa%20usando%20uma%20metodologia
%20espec%C3%ADfica..>. Acesso em: 25 de Maio de 2022.
MÉTODO DE ABORDAGEM, Metodologia científica, 2018. Disponível em:
<https://www.metodologiacientifica.org/metodo-de-abordagem/> Acesso em: 13 de
Maio de 2022.
TIPOS DE PESQUISA, Mettzer, 2019. DIsponível
em:<https://blog.mettzer.com/tipos-de-pesquisa/#:~:text=Tipos%20de%20pesquisa
%20cient%C3%ADfica%20quanto%20%C3%A0%20abordagem&text=A%20primeir
a%20classifica%C3%A7%C3%A3o%20de%20uma%20pesquisa%20deve%20ser%
20em%20rela%C3%A7%C3%A3o,e%20dos%20objetivos%20da%20pesquisa.>.
Acesso em: 24 de Maio de 2022.
DE PAULA, Tainah.Técnicas de Amostragem. CAPCS UERJ. Universidade
Estadual do Rio de Janeiro, 2019. Disponível em:
<http://www.capcs.uerj.br/tecnicas-de-amostragem/>
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do Trabalho
Científico. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2018. ZANOTTO, Flávia P. Passo a passo da
construção da hipótese de pesquisa. Escrever Ciência, 2019. Disponível em:
<https://www.escreverciencia.com/post/2019/03/11/passo-a-passo-da-constru%C3%
A7%C3%A3o-da-hip%C3%B3tese-de-pesquisa>
20
DE CÁSSIA, CARLA. Métodos de Pesquisa: Fundamento de Metodologia Científica.
Blog Estágio na Obra, 2013. Disponível em:
<http://estagionaobra.blogspot.com/2013/11/hoje-na-aula_7712.html> ZANOTTO,
Flávia P. Hipótese de pesquisa nula e alternativa. Escrever Ciência, 2019.
Disponível em:
<https://www.escreverciencia.com/post/hip%C3%B3teses-de-pesquisa-nulas-e-alter
nativas>
PESQUISA ex-post-facto: conceito, características e metodologia. In: TUMELERO,
Naina. Pesquisa ex-post-facto: conceito, características e metodologia. [S. l.], 2019.
Disponível em: https://blog.mettzer.com/pesquisa-ex-post-facto/. Acesso em: 31
maio 2022.
21

Mais conteúdos dessa disciplina