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Síndrome do Desconforto Respiratório
Deficiência do surfactante alveolar associada à imaturidade estrutural dos pulmões,
complicada pela má-adaptação do RN à vida extra-uterina e pela imaturidade de múltiplos
órgãos.
Classificação: leve, moderada e grave.
Resulta: acúmulo de líquidos nos pulmões e redução do oxigênio no sangue a níveis
excessivamente baixos.
MONTAGEM DO LEITO
•Incubadora aquecida
• Monitor com cabos
(SAT, PA, T⁰, ECG)
• Termômetro
• Lixeira (lixo infectante)
• Descartex
• Prancheta com pasta em ¨L¨
• Poltrona/ cadeira para a mãe
• Ambú e máscara acoplados e testados
• Fluxômetro / PVC
• Aspirador (Sonda n°6 e n°8)
• Baby Puff
• Válvulas de O₂ e Ar
•CPAP
•Respirador mecânico
•Circuitos para montagem do respirador/CPAP
RECEPÇÃO DO RN
• Instalar oxímetro de pulso em MSD
• Instalar dispositivos ventilatórios de acordo com a necessidade e avaliação da equipe
multi
• Realizar inspeção no RN
• Verificar temperatura de admissão
RN: 36,5°C-37,5°C
Incubadora: aquecida
• Verificar SSVV:
PA 4 membros(busca de cardiopatias)
FR: FR normal varia de 40 a 60 movimentos por minutos com pausas respiratórias curtas
(cerca de 5 segundos) nos RN prematuros.
Configura-se apnéia quando o tempo de parada respiratória é maior que 20 segundos ou
menor, mas associada à cianose ou bradicardia.
FC: prematuros:120-160 bpm
SAT: <37 semanas COALA: 91-95%(alarmes): 90-85%
>37 semanas: parâmetro de 95% como min para normalidade
Projeto COALA: Nem falta nem excesso de 02!
O2 e excesso favorece o desenvolvimento de: ROP, lesões pulmonares, ECN, DBP,
colapso alveolar e atelectasia, lesão de DNA, Lesão e afeta desenvolvimento cerebral e
aumenta tempo internação. HPIV e LPV.
Ajuste dos alarmes no monitor em 88% (limite inferior) e 95% (limite superior), conforme
consta nas plaquinhas.
Utilização de placas em todos leitos(<37 sem.)
Disseminar para toda a equipe que os ajustes na FiO2 devem ser feitos
constantemente e com mudanças pequenas, ou seja, 1-2% a cada vez, explicando que
desmames ou aumentos bruscos têm efeitos colaterais como hipóxia e hiperóxia
Nos pacientes lábeis aconselhamos a realização de ajustes pequenos na FiO2 – seja
para cima ou para baixo. Mudar a FiO2 de 1 em 1% a cada 2-5 min até atingir a zona
alvo mesmo que, para isso, demoramos mais do que o normal.
Estabelecer as faixas de saturação de O2 e alarmes para casos específicos como
pacientes com hipertensão pulmonar grave, cardiopatia cianótica ou recém-nascidos
prematuros com mais de 36 semanas de IG corrigida e discutir, para cada caso, essas
faixas de saturação de O2 com com toda equipe. Quando decidido, confeccionar uma
plaquinha diferente e colocar no monitor do recém-nascido com a zona alvo e alarmes
específicos do caso.
Lembrar o excesso não é benéfico assim como a falta!
OBS: •Alarmes do monitor: manter ligados entre 88-95%; (atenção abaixo de 91%!)
•Reduzir fração de oxigênio sempre que saturação maior que 95% e após autorização
médica e da fisioterapia.
T°: 36,5°C-37,5°C
SINAIS DE DESCONFORTO RESPIRATÓRIO
• Queda de saturação abaixo de 89%
• Gemência
• Cianose
• Batimento de asa de nariz
• Retração de fúrcula, diafragmática e intercostal
Escala BSA para desconforto respiratório
É feita a soma, sendo que o zero indica ausência de retrações, e 10, o grau máximo de
retrações torácicas. Uma nota acima de 4 indica dificuldade respiratória moderada-grave.
Em caso de pontuação superior a 8, estamos diante de uma insuficiência respiratória
grave, necessitando de conduta urgente devido à iminência da instalação de uma falência
respiratória.
Nunca acima do
pescoço, evitando
uma
flexão e
dificuldade da
passagem de ar!
•Observar
presença de
cianose ao redor da boa ou extremidades e palidez cutânea,
• Ocorrência de obstrução de vias aereas superiores
• Pausa respiratória ou apnéia(acima de 20 segundos)
CONDUTAS
• Reposicionar RN com coxim subescapular evitando flexão da cabeça
•Pausa respiratória ( até 20 seg)- reverter prontamente com estímulo tátil
•Apnéia > 20 seg ou cianose com bradicardia,
•Remover secreções, vômito ou leite em vias aéreas superiores por aspiração
-Em caso de vômito: limpar com gaze inicialmente, se não houver melhora ou sinais de
dificuldade respiratória aspirar, sempre do mais limpo para mais sujo( primeiro o TOT,
segundo a VAS (cavidade nasal) e terceiro a cavidade oral).
Se caso em CPAP e necessario retiraada para aspiração nasal ultilizar cateter de O2 a
5l/min posicionado em encubadora proximo ao bebe até recolocação do CPAP..
-Utilizar soro fisiológico, se necessário somente, para solidificar secreções.
-Aspirar com sonda 6, e se traqueostomia n° 2,5 até 3 utilizar sonda n°4 para evitar
lesões.
•Realização VPP ( ventilação por pressão positiva) com ambú e máscara e/ou baby puff
-Baby Puff preferível por poder controlar pressão inspiratória positiva e pressão
expiratória final positiva.
•Ajustar oxímetro de pulso em MSD verificando simetria de onda no monitor
•Utilizar fluxômetro graduado
•Limitar oferta de oxigênio para atingir saturação alvo
CPAP- Continuous Positive Airway Pressure
Pacientes menores de 28 dias de vida ou idade gestacional
corrigida internados no H.C.M.
Suporte respiratório que fornece pressão positiva contínua
através de uma interface (PRONGA) melhorando o desconforto
respiratório com incremento da oxigenação e ventilação
INDICAÇÃO:
● TODOS as Rn menores de 34 semanas ou 1.500g com
qualquer sinal de desconforto respiratório. Iniciar o mais
precoce possível; .
● Rn menor de 32 semanas nas UTI Neonatal; . desconforte
respiratório moderado ou grave (BSA>5) ou falha do
Halo/Hood = SDR, SAM, TTRn, Pneumonia, PCA,
atelectasias;
● pós extubação em todos os menores de 1500g ou 34
semanas de idade corrigida;
● apnéia da prematuridade
- Efeitos Fisiológicos do CPAP:
1- Respiratório: . estabiliza e aumenta os diâmetros das vias aéreas superiores (previne
oclusão e reduz a resistência); . reduz trabalho respiratório; . otimiza atividade do
diafragma; . previne colapso alveolar e melhora complacência ( aumenta volume minuto e
reduz trabalho); . aumenta capacidade residual funcional; . conserva função do
surfactante; . redistribui líquido alveolar;
Atenção:
2- Cardiovascular: . aumenta a pressão intratorácica = redução do retorno venoso e
débito cardíaco (DC); . altera resistência vascular pulmonar se hipo ou hiperinsuflação;
3- Outros: . reduz perfusão renal (queda do DC); . distensão gástrica.
Atenção para evitar precipitações nos tubos que favorecem o aumento do índice de PAV.
• Aparelho Baby Pap com:
- Blender
- Fluxômetro
- Mangueira de O₂ e Ar compr.
- Frasco graduado de bolhas
com regulador de pressão
- Aquecedor de copo (110 v)
MATERIAIS – CPAP
•Kit com 2 traquéias
•Gaze
•PRONGA
•Equipo macro
•Touca
• Frasco de AD 500ml
•Velcro (macio e áspero)
• Copo CPAP (metal)
•Tegaderm
•Umidificador ou Bico
CPAP: sempre com umidificador
● T° de 36,8 a 37,3° com AD estéril instalada 250ml equipo macrogotas (troca equipo
96/96H) e jarra de bolhas com 5 a 6cm de AD.
● Nunca colocar bronca no nariz do RN, ao menos que já tenha avaliado todo o bom
funcionamento do CPAP.
● Pontas da pronga nunca em contato com o fim do septo para evitar lesões.
● Cuidados com fixação: Não solar pontas das prongas durante
fixação evitando que desestabilize o alinhamento. Touca do
tamanho e colocação correta.
● Cabeceira elevada 30°.
● Fluxômetro do CPAP a 8l/min.
● Fixação com velcro no busto e fixação da pronga na touquinha com
auxílio de alfinetes e elásticos.
. Vigilância contínua de TODA a equipe a cada 2 horas: avaliar posição e fixação da
pronga, perfusão do septo, pressão do ventilador e borbulhamento do líquido no
recipiente, nível do líquido (evaporação e temperatura); . manter umidificação e esvaziar
periodicamente a água condensada no circuito;
Distensão abdominal associada a CPAP:
Inserir de sonda gástrica n°6 para diminuição da pressão de ar na região do estômago,
abrindo e eliminando o ar 30min antes de sua utilização, e realizando sua testagem com
1ml de ar, mas retirando o mesmoapós confirmação do correto local(prender com fita na
incubadora evitando retorno de conteúdos gástricos, se necessário utilizar saco coletor na
ponta da sonda).Avaliar conteúdo gástrico aspirado, se característica de leite materno
avaliar junto a enfermeira e prosseguir, se anormalidades como sangue ou conteúdo
escuro, anormal, interromper a consulta médica de como irá prosseguir.
POP : CPAP em criança com jejum, indicado sonda n°8, mas sempre prezando evitando o
risco de perfuração. Seguir auscultando RHA, testagem da sonda e aspiração de ar de
2-4 h ou manter aberta!
DIETA E CPAP
- A fixação da SOG deverá ser fixada no queixo da criança.
OBSERVAÇÃO POP: se dieta por gavagem(gravitacional), administrar dieta, fechar a
sonda, esperar 15-20 min antes da abertura para retirada de ar.
Sonda nunca deve permanecer preenchida com leite.
Dieta gavagem: correr em 30 minutos(não exceder 1ml/hora em menores de 28
semanas), no máximo 35 min(*pop:40min), sempre que possível administrar segurando e
observando, pois se administração com seringa fixada corre risco de o RN puxar e
deslocar sonda.
Avaliar RHA.
SNG: medição da segunda marcação da ponta da sonda na pontinha do nariz, lavando
até o lóbulo da orelha seguindo até a ponta do apêndice xifóide. (Se SNE seguir até
cicatriz umbilical).
Cuidados com sonda: sempre auscultar
OBS:
● Sondas alimentação: fita amarela
● Cateteres Venosos: fita azul
● Cateteres Arteriais: fita vermelha
Identificação de cateteres com fita contendo: Data de inserção do cateter; data curativo e
número do cateter.
Contra indicações CPAP Ventilação mecânica invasiva somente se :
-Rn incapaz de manter respiração
espontânea efetiva;
-distúrbio hemodinâmico grave;
-hérnia diafragmática; .
ABDOMINAL:
-enterocolite necrosante;
-doença obstrutiva gastrintestinal alta;
defeito de fechamento de parede
abdominal (gastrosquise, onfalocele[nunca
posicionar Decúbito ventral])
FACE:
anormalidades craniofaciais (atresia de
coanas, fissura palatina);
- Apnéia recorrentes
-Falha do CPAP inicial
-Alterações na gasometria arterial
-Sat<90% com FiO2>50%
-Persistência do desconforto respiratório
Uso de surfactante exógeno:
RN<37 semanas
Normalmente <31 sem com SDR com confirmação radiológica que estão em O2 e VM.
Profilático: 15min de vida em RN <31 sem na SP
● Dose inicial: 100 mg/Kg
Se lesões extensas ou uso tardio considerar 150 a 200 mg/Kg
Preferir Naturais
Administração de corticoide antenatal(24-37 sem com risco de parto prematuro em
7 dias seguintes), junto com o uso do CPAP precoce e a terapia de
surfactante(avaliar) : Tem melhor efeito e sucesso na terapia, prevenindo SDR
-Administração via traqueal
● (aspirar 10 a 15 min antes de administrar)
● administrar com canula duplo lúmen e na ausência canula de aspiração traqueal
n°5
● Instalar em 30 a 60 seg
● Verificar antes a posição da cânula e se após administração houver queda da
saturação e diminuição da frequência cardíaca: interrompe, verificar novamente e
utiliza ventilador manual a 1000% de oxígeno para estabilizar
● Parâmetros ventilador na administração:
●
Cuidados apos:
Não aspirar na priemira hora exceto se sinais de obstrução
Monitorização parâmetros respiratorios e cardiacos
● Parâmetros ventiladorapós administração:
-Diminui risco de mortalidade
-Melhora a oxigenação e complacência pulmonar
-Indicada RN de alto risco para desenvolver SDR
ORIENTAÇÃO AOS PAIS
•Abordar os pais no hall de entrada
•Apresentar-se ao familiar
• Explicar sobre condição do RN antes de entrar
• Orientar sobre toque terapêutico
•Acompanhar primeira visita ao RN junto aos pais explicando a função de cada dispositivo
Sara Paulino dos Anjos Cartão:24035 Enfermeira Assistencial UTI NEO -
HCM
Enterocolite necrosante
Síndrome clínico-patológica definida como inflamação e necrose de coagulação idiopática
do intestino do recém-nascido.
Fatores de Risco:
1.Asfixia Perinatal
2.Amniorrexe Prematura(ruptura de membranas antes do início do parto)
3.Prematuridade
4.Hipotermia
5.Hipóxia
6.Hipotensão
7.Cateterismo umbilical (CUIDADOS COM MANIPULAÇÃO, evitando sempre a
contaminação do cateter).
8.Malformações digestivas
Atentar:
•Sangue nas fezes;
•Distensão abdominal(Atenção quando uso de CPAP)
•Abdômen endurecido, sensível ao toque;
•Mudança na cor da pele abdominal(hiperemiada, acinzentada ou azulada)
•Vômitos, com aspecto bilioso;
•Intolerância alimentar;
•Hipotensão;
•Sinais de infecção, como apnéia, instabilidade térmica, letargia e irritabilidade.
•Alteração da perfusão periférica.
TRATAMENTO
•Jejum Oral
•SOG Aberta
•Reposição das perdas
•Tratamento da hipotensão arterial
•Iniciar ATB se comprometimento intestinal
•Abordagem cirúrgica se necessário
COMPLICAÇÕES
•Sepse
•Estenose(estreitamento)
•Má absorção
•Fístulas (comunicação anormal entre duas estruturas)
•Abscessos
•Colestase (diminuição ou interrupção do fluxo biliar)
•Síndrome do intestino curto(após ressecção extensa de alças necróticas): leva a má
absorção dos nutrientes.
FATOR EFICIENTE NA DIMINUIÇÃO DO RISCO E PREVENÇÃO:
COLOSTROTERAPIA
*também diminui sepse tardia e PAV
Educação com a mãe é se suma importância para a promoção da colostroterapia.
Não há contraindicação.
Realizar 1 ml de leite cru de preferência pois maiores benefícios imunobiológicos e
nutritivos, com auxílio de seringa depositando em gotas no quanto de cada lado da boca
do RN.
O COLOSTRO é rico em citocinas e outros agentes imunológicos que fornecem proteção
bacteriostática, bactericidas, antiviral, anti-inflamatória e imunomoduladora contra
infecções, impedindo a ação de germes patogênicos. Rico em fatores de defesa, onde
também estão presentes os fatores de crescimento ou tróficos , promovem ação trófica
sobre os enterócitos (camada superficial do intestino delgado). Possui substâncias pré e
probióticas, que determinam a colonização do trato gastrointestinal com uma flora
saprófita, que passa a competir com a flora patogênica da unidade.
Pode ser utilizada de 3 maneiras, entre elas:
1.a higiene oral feita com colostro;
2.a lavagem gástrica feita com colostro;
3.a administração orofaríngea de gotas colostrais.
Como realizar:
01.Colocar gorro e mascara;
02.Lavar as mãos;
03.Sentar-se confortavelmente, realizar massagem com movimentos circulares, da
região areolar até a base da mama;
04.Segurar a mama com a mão e colocar o recipiente próximo a ela;
05.Colocar o polegar acima do mamilo e o indicador abaixo do mamilo, na transição
aréola-mama;
06.Pressionar a mama um pouco para trás, na direção do tórax;
07.Pressionar os seios lactíferos, entre o indicador e o polegar abaixo da aréola;
08.Pressionar e soltar;
09.A princípio o leite pode não vir, com repetidas pressões, ele começa a pingar;
10.Pressionar e soltar (não deve doer, se doer a técnica está incorreta);
11. Ordenhar uma mama pelo menos 3-5 min., até que o leite flua lentamente, ordenhe
o outro lado e repita o processo em ambos os lados;
12.Usar cada uma das mãos para cada um dos lados, e mudar quando cansar;
13.Após ordenha, aplicar no canto da bochecha 0,2 ml a 0,5 ml, dividindo esse
volume entre os dois lados.
14.Caso consiga apenas gotas de colostro na ordenha, utilize o cotonete umedecido
com o colostro e após passe no canto da bochecha dos dois lados.
15.Repita de 3/3 horas pelo menos por 48 horas ou conforme prescrição médica.
Obs: não realizar colostroterapia no RN SE JÁ HOUVER O DIAGNÓSTICO de
enterocolite.
Controle da Dor e Manuseio em Procedimentos Dolorosos
•Bainhas de mielina nas celulas neurais a partir da 30ª semana, o que reflete na sensação
dolorosa prolongada e intensa em <30sem.
•Alterações da FC, FR, PA, saturação, perfusão periférica,temperatura
•Apnéia
•Alterações hormonais (resposta ao stress)
•Alteração do fluxo sanguíneo cerebral
•Alterações comportamentais
● Diminuição do limiar de sensibilidade à dor.
● Hiperalgesia
● Percepção alterada de estímulos não nocivos como se fossem dolorosos.
● Sensibilização
Altera todas as funções do neurodesenvolvimento.
Prevenção:
● Ambiente calmo e minimizar o máximo de ruídos.OBS:
Redução da luminosidade, favorece uma melhora na qualidade do sono,
diminuição do estresse e estimulação ao ganho de peso.
● Posição do Recém nascido: se atentar para posturas flexoras e extensoras
● Manipulação Mínima
Protocolo Manipulação Mínima
● Manipular a cada 8 horas (8 às 16, 24 e 08 horas);
● Neste momento realizar todos os procedimentos, exemplo: examinar
(todas as equipes) troca de fralda, rodízio oxímetro, aspirar se necessário,
testar sonda, trocar fixação de CPAP, tubo, sonda;
● Manter alinhamento do pólo cefálico;
● Manter cabeceira 30°;
● Cobrir toda incubadora/berço com lençol para controle de luminosidade;
● Realizar controle de ruídos;
● Não utilizar SF 0,9% para aspirar TOT, aspirar apenas se necessário,
avaliar o RN;
● Realizar higiene oral com cotonete utilizando colostro da mãe
(colostroterapia);
● Exceção: apenas se intercorrência manipular o RN fora dos horários
estipulados;
● Neste período não pesar.
Posição: preferencial Dorsal, mas nunca Frontal!
● Uso mínimo de Fitas Adesivas
● Controle da dor em procedimentos
● Estimular contato com pais(Método Canguru)
● Tratar RN com gentileza e habilidade na manipulação.
● Quais procedimentos requerem analgesia?
Procedimentos dolorosos que podemos utilizar as medidas para controle da dor:
•Punção arterial, venosa, lombar, suprapúbica
•Ventilação mecânica
•Pós-operatório
•Intubação
•Inserção/remoção de dreno torácico
•Troca de curativos
•Passagem de PICC e duplo lúmen
Medidas Não Farmacológicas
● Contenção gentil
*em procedimentos expor somente o membro alvo do procediemento”.
*apoiar tronco evitando movimentos bruscos
NUNCA:Cruzar o membro a ser puncionado pelo tórax ou quadril do RN, isso favorece o
aumento da pressão exercida sobre o membro a ser puncionado, podendo levar a lesões
físicas como fraturas.
Não contenção do RN e o desalinhamento do corpo para a realização do procedimento,
além do apoio no tronco de forma equivocada, gerando pontos de maior pressão na
região torácica
● Sucção não nutritiva
● Uso de solução de glicose 25%(casos muito doloros ou bebês agressivos/agitados
no momento do procedimento)*RN pode ser lateralizado, porém o alinhamento do
corpo deve ser mantido
✔São a primeira escolha e devem sempre estar presentes isoladas ou combinadas
durante a realização do procedimento.
✔O leite materno ordenhado também pode ser utilizado no lugar da glicose.
✔Procedimentos como a punção de calcâneo para coleta do teste do pezinho podem ser
realizados com o RN em posição canguru ou até mesmo, sob amamentação.
Medidas Farmacológicas
✔Devem ser utilizados após a falha do uso das medidas não farmacológicas ou nos
pacientes nos quais existe a impossibilidade da aplicação destas.
✔Envolve a utilização de analgésicos, por via oral ou endovenosa, após a avaliação do
RN em conjunto com a equipe médica.
Avaliar dor pela Escala de NIPS
Sempre avaliar, junto aos SSVV.
Em casos de procedimentos: realizar antes e após.
RELATAR NA EVOLUÇÃO!!!! 5° sinal vital
POSICIONAMENTO TERAPÊUTICO
Benefícios
➔ melhor ventilação pulmonar
➔ sincronia respiratória e toracoabdominal
➔ desenvolvimento motor
➔ estímulos proprioceptivos, táteis, visuais e gravitacionais
➔ Prevenir vícios e assimetrias posturais e deformidades cranianas(utilização da
rosquinha[também prevenindo LPP em occipital)
➔ Reduz a necessidade de dias em ventilação pulmonar mecânica e incidência de
HPIV, garantindo a estabilidade autonômica e as habilidades de autorregulação
Riscos e Resultados do Mau posicionamento:
● Problemas na respiração, sucção e deglutição
● Refluxo gastroesofágico
● Broncoaspiração
● Agitação
● Lesões
● Apneia
● Extubação acidental
● Fixação em posturas que não facilitam o desenvolvimento sensório motor
● Dificuldade no desmame ventilatório e de oxigênio
● Perda de sonda, acessos venoso e cateteres
Supino Prona – Padrão flexor LATERAL
•Facilidade de acesso e de
visualização de bebê
•Hiperextensão de pescoço
•Elevação do ombro
•Aumenta e distribui a
pressão abdominal
•Melhora a área de
justaposição
•Evitar a hiperextensão do
pescoço e tronco
•Promover a auto –
organização e a simetria
•Retração da escápula
•Achatamento da cabeça
•Maior efeito da gravidade
•Não promove flexão
•Mais estressante
•Otimiza a função
diafragma
•Reduz o esforço
respiratório
•Aumenta a estabilidade da
parede torácica
•Anti refluxo
Prona
•Reduz episódios de refluxo
gastroesofágico
•Promove a estabilidade de
caixa torácica
•Melhora a função dos
músculos respiratórios
•Atenua a respiração
irregular – sono REM
•Proporciona sono quieto
•Promover a organização e
diminuir a irritabilidade
•Maior tempo de sono,
menor FC e padrão
respiratório mais estável
•Melhorar as respostas
flexoras dos membros e de
linha média
•Favorecer a atividade
visual e a coordenação
visual motora
•Promover estabilidade
postural
•Melhorar esvaziamento
gástrico
•Permitir o contato entre
mãos e o levar a mão à
boca
•Tem sido a postura mais
recomendada para bebês
na UTI, pois encoraja
movimentos contra a
gravidade e o
desenvolvimento do tônus
postural com maior flexão e
simetria
Posicionamento anti refluxo
•Cabeceira 30 graus
•Decúbito lateral esquerdo
(evita refluxo devido a anatomia do estômago)
•Não sentar
•Canguru
Reconciliação Medicamentosa
Reconciliar em prescrição hospitalar os medicamentos de uso contínuo do paciente para
evitar ou minimizar erros de transcrição, omissão, duplicidade terapêutica e interações
medicamentosas.
Na admissão de paciente: - Questionar o cliente ou responsável se realiza uso de
medicamento contínuo.
Em casos dentro da UTI NEONATAL - devemos questionar sempre quando o bebê
vem de casa, de outro setor, ou uma re-internação.
Se a resposta for NEGATIVA: Relatar em prontuário – Evolução de Enfermagem.
Ex: Reconciliação medicamentosa: não se aplica.
Se a resposta for POSITIVA
Listar todos os medicamentos que utiliza, incluindo nome, dosagem, frequência e via de
administração.
Se as medicações de uso contínuo estiverem com o cliente, deve-se recolher os
mesmos e armazenar na gaveta do setor, dando orientações ao responsável como será
administrado a partir de sua entrada no hospital.
Em seguida comunicar à equipe médica e farmacêutico para validar as medicações. Se
houver recusa do cliente/responsável o enfermeiro deverá aplicar o termo de recusa
consentimento informado
➔ O enfermeiro deve pegar a lista de medicações e comparar a mesma com a
prescrição médica de admissão, transferência entre unidade e alta hospitalar. Em
transferência de setor, registrar o cuidado para medicação que precisam ser
reconciliados.

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