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Manual do 
Professor
Ensino Fundamental – Anos Iniciais
Componente curricular: Ciências
Ciências
Rogério G. Nigro
2
o
ano
CAPA_APIS_PNLD_CIE_2ºANO-MP.indd 1 12/18/17 3:48 PM
Rogério G. Nigro
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática 
pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP
Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências
Ex-professor na rede particular de Ensino Fundamental e Médio
Assessor de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio
3a edição
São Paulo, 2017
Atualizado de acordo com a BNCC.
Ensino Fundamental – Anos Iniciais
Componente curricular: Ciências
Manual 
do 
Professor
Ciências
o
ano2
2APISCie_Gov19At_INICIAIS_001_Front_PROF.indd 1 11/11/19 11:55 AM
II
Direção geral: Guilherme Luz
Direção editorial: Luiz Tonolli e Renata Mascarenhas
Gestão de projeto editorial: Tatiany Renó
Gestão e coordenação de área: Isabel Rebelo Roque 
e Tatiana Leite Nunes
Edição: Gustavo Eiji Kaneto, Mayra Sayuri Hatakeyama Sato, 
Regina Melo Garcia e Sabrina Nishidomi (editores), Larissa Zattar (assist.)
Gerência de produção editorial: Ricardo de Gan Braga
Planejamento e controle de produção: Paula Godo, 
Roseli Said e Marcos Toledo
Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga (ger.), Kátia Scaff Marques (coord.), 
Rosângela Muricy (coord.), Ana Curci, Ana Paula C. Malfa, Arali Gomes, 
Célia Carvalho, Cesar G. Sacramento, Daniela Lima, 
Gabriela M. Andrade, Luciana B. Azevedo, Maura Loria, 
Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Paula T. Jesus, 
Raquel A. Taveira e Tayra Alfonso
Arte: Daniela Amaral (ger.), André Gomes Vitale (coord.) 
e Alexandre Miasato Uehara (edição de arte) 
Diagramação: Alexandre Miasato Uehara (edit. arte)
Iconografia: Sílvio Kligin (ger.), Roberto Silva (coord.) 
e Douglas Cometti (pesquisa iconográfica) 
Licenciamentos de conteúdos de terceiros: Cristina Akisino (coord.) 
e Luciana Sposito (licenciamento de textos)
Tratamento de imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin
Design: Gláucia Correa Koller (ger. e proj. gráfico) 
e Talita Guedes da Silva (proj. gráfico)
Ilustração de capa: ArtefatoZ
Todos os direitos reservados por Editora Ática S.A.
Avenida das Nações Unidas, 7221, 3o andar, Setor A
Pinheiros – São Paulo – SP – CEP 05425-902
Tel.: 4003-3061
www.atica.com.br / editora@atica.com.br
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Nigro, Rogério G.
 Ápis ciências, 2º ano : ensino fundamental, anos
iniciais / Rogério G. Nigro. -- 3. ed. -- São Paulo :
Ática, 2017.
 Suplementado pelo manual do professor.
 Bibliografia.
 ISBN 978-85-08-18781-2 (aluno)
 ISBN 978-85-08-18782-9 (professor)
 1. Ciências (Ensino fundamental) I. Título.
17-10620 CDD-372.35
Índices para catálogo sistemático:
1. Ciências : Ensino fundamental 372.35
Índice para catálogo sistemático:
1. Ciências: Ensino fundamental 372.35
2017
Código da obra CL 713466
CAE 728823 (AL) / 728781 (PR)
3a edição
1a impressão
Atualizado de acordo com a BNCC.
Impressão e acabamento
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 2 6/11/20 12:21 PM
Apresentação
IIIMANUAL DO PROFESSOR 
Este é o Manual do Professor desta coleção de Ciências. Ele tem como 
objetivo auxiliá-lo no seu dia a dia em sala de aula. Afinal, quantas vezes você 
já pensou em melhorar suas aulas, mas não soube exatamente o que e como 
fazer? 
Uma dica inicial é prestar atenção à forma como você interage com os alu-
nos. Por exemplo, você costuma fazer perguntas dirigidas a eles? As questões 
elaboradas estimulam a imaginação dos alunos? E quando essas perguntas 
são feitas você oferece tempo suficiente para que elas sejam respondidas? 
O bom uso do tempo é algo precioso em nossas aulas; afinal, além de 
promover domínio dos assuntos que serão trabalhados em sala de aula, é 
importante também possibilitar aos alunos que desenvolvam certos “hábitos 
de mente” – como a crítica baseada nas evidências observadas – e que adqui-
ram atitudes compatíveis com as dos cientistas – como a curiosidade e a ho-
nestidade no tratamento das informações.
Em síntese, o curso de Ciências deve possibilitar aos alunos lidar com o que 
acontece ao nosso redor e conosco, assim como um cientista faria. Essa visão 
científica é fundamental, pois possibilita muitas coisas, como o desenvolvimen-
to de empatia pela natureza. É por isso que é tão importante que, no contex-
to escolar, sejam criadas situações nas quais os alunos “façam ciência” em 
sala de aula.
O pequeno cientista que existe dentro de cada criança deve ser instigado, 
bem cultivado e provocado para sair do estado de dormência e germinar. 
Então, professor, procure colocar isso em prática nas suas aulas.
Espero que esta coleção o ajude nessa tarefa.
Boa sorte e boas aulas!
O autor
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 3 12/9/17 3:00 PM
IV MANUAL DO PROFESSOR 
SUMçRIO
 Orientações gerais
I. Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .V
Um novo mundo, uma nova ciência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .V
Ciências na escola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .V
II. Fundamentos teóricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .VII
Novas metodologias para o ensino de Ciências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .VII
Como aproximar as concepções dos alunos do conhecimento que se quer ensinar? . . . .VII
Conteúdos procedimentais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . VIII
Conteúdos atitudinais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII
Conteúdos conceituais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV
A BNCC na coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XVII
O planejamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXI
O V do planejamento: uma modificação do V do conhecimento para 
o planejamento de unidades didáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXI
A avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXII
Momentos da avaliação e a coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXIII
A avaliação de atitudes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXIII
III. Estrutura geral da coleção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXV
Início do livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXV
Apresentação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXV
Conheça seu livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXV
Sumário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXVI
As unidades didáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXVI
Capítulos organizados como módulos didáticos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVII
Estrutura do capítulo didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXVII
Início do capítulo organizado como módulo didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXVIII
Desenvolvimento do capítulo didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXIX
Fim do capítulo didático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXXI
Fim da unidade didática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXXI
Fim do livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXXI
Material Digital do Professor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .XXXI
IV. Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XXXII
 Reprodução do Livro do Estudante 
com orientações específicas .......................................................................................1
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VMANUAL DO PROFESSOR
I. Introdu•‹o
Um novo mundo, uma nova ciência
É possível que, quando você tinha aulas de Ciências 
na escola, muitos dos recursos tecnológicos atuais já 
fossem bastante usados. Para alguns de nós, porém, 
essa foi uma época em que poucas pessoas possuíam 
computador. Alguns equipamentos domésticos, como 
o forno de micro-ondas, ainda não eram tão populares 
quanto hoje. Nos escritórios, quem imaginaria que os 
documentos poderiam ser transmitidos via e-mail ou 
telefone celular? Naquele tempo, falava-se muito na 
necessidade de construir mais hidrelétricas e na pers-
pectiva de exploração das riquezas minerais da natu-
reza, mas não se ouvia quase nada sobre proteção ao 
meio ambiente.
Se naquela época todos se empolgavam com o 
desenvolvimento, com a ciência e com a tecnologia, 
atualmente a maioria das pessoas não tem uma opi-
nião tão ingênua em relação a esses temas. Afinal, 
estamos mais cientes das consequências do desen-
volvimento científico e tecnológico: discutimos o efei-
to estufa e o aquecimento global; preocupamo-nos 
com a destruição da camada de ozônio e com o uso 
de alimentos transgênicos; intrigamo-nos com a po-
lêmica da clonagem de mamíferos; questionamos se 
a fortuna despendida no programa de exploração do 
planeta Marte não seria mais bem gasta no combate 
à fome do mundo.
Portanto, muita coisa mudou desde a época em 
que alguns de nós iam à escola. O conhecimento cien-
tífico e tecnológico avançou e as ideias dos cidadãos 
a respeito da ciência e da sociedade também se trans-
formaram.
Assim, é de se esperar que as crianças de hoje, ao 
estudar Ciências na escola, aprendam algo que as aju-
de a viver melhor, a construir um mundo no qual ciên-
cia e tecnologia se conciliem com o bem-estar, com a 
proteção ao meio ambiente e com a melhoria da qua-
lidade de vida.
Cabe então perguntar: Se nossos alunos tiverem 
aulas de Ciências da mesma maneira que nós tivemos, 
será que esses objetivos serão atingidos?
Ciências na escola
Quando conversamos com outros professores e pais 
de alunos sobre as aulas de Ciências que tiveram na 
escola, alguns se recordam do quanto se empolgavam 
com o estudo dos planetas do Sistema Solar e dos 
cometas. Outros lembram como era interessante des-
cobrir que a pressão atmosférica pode esmagar obje-
tos. Outros falam entusiasmados da descoberta do 
poder de atração dos ímãs sobre materiais ferromag-
néticos. Outros se lembram dos exóticos seres vivos 
que apareciam nos livros. Outros...
Mas isso não acontece com todos os professores e 
pais. Quando questionados sobre as aulas de Ciências 
que tiveram, muitos somente se recordam de momen-
tos tediosos, nos quais o professor e os alunos ficavam 
sentados, lendo livros.
Isso está de acordo com uma análise que muitos 
estudiosos do ensino de Ciências fazem: antigamente, 
nas aulas de Ciências, o professor simplesmente lia o 
“livro dos conhecimentos científicos” com os alunos, 
que tinham de decorar tudo para fazer a prova.
Se analisarmos bem, essa maneira de ensinar era, 
em parte, coerente com a visão de ciência e tecnologia 
que se tinha. Afinal, na época, por causa dos avanços 
tecnológicos e científicos, o mundo e a escola viviam 
uma espécie de “euforia tecnológica”. Um dos elemen-
tos que caracterizavam essa “euforia” era a atenção 
voltada somente para os aspectos positivos da ciência 
e da tecnologia.
Assim, o que a ciência apresentava era tido como 
verdade absoluta e, dessa maneira, os objetivos para 
o ensino de Ciências daquela época somente poderiam 
ser: ensinar a verdade que estava escrita nos livros de 
Ciências e valorizar a ciência como algo que possibili-
tava ao ser humano dominar a natureza e até mesmo 
explorar o Universo.
É certo que, nos dias de hoje, já não se concebe o 
conhecimento científico como verdade absoluta. Mui-
to menos o ensino de Ciências deve ser visto como a 
memorização do “livro dos conhecimentos” ou como 
o ensino de algum método rígido de observação, for-
mulação de hipóteses, elaboração de experimentos 
e conclusões.
Atualmente temos acesso à informação mais facil-
mente do que antes. Há mais jornais, mais revistas, mais 
canais de televisão. Também há a internet, algo que 
alguns de nós nem imaginavam que existiria e que po-
deriam usar como fonte de pesquisa.
Consequentemente, o ensino de Ciências atual de-
ve se preocupar não apenas em trazer informações 
 Orientações gerais
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 5 12/9/17 3:00 PM
VI MANUAL DO PROFESSOR
novas para os alunos, mas também em trabalhar com 
o que eles já sabem. Daí surgem questões como:
• O que mais devemos ensinar se não somente infor-
mações?
• Como trabalhar com o que as crianças já sabem?
• Como proporcionar um ensino-aprendizagem de 
Ciências que não se dê somente por transmissão-
-recepção?
Essas questões devem ser levadas em conta quan-
do se deseja planejar e implementar um curso de 
Ciências adequado aos dias de hoje. Como vários 
professores-pesquisadores estão envolvidos em for-
mular respostas a essas questões, algumas novas 
ideias vêm surgindo. Por exemplo, a Base Nacional 
Comum Curricular (BNCC), cuja versão homologada 
foi lançada em dezembro de 2018, propõe, para Ciên-
cias, três unidades temáticas que se correlacionam: 
Matéria e energia; Vida e evolução; Terra e Universo.
Na unidade temática Matéria e energia, nos anos 
iniciais, enfatiza-se “a construção das primeiras no-
ções sobre os materiais, seus usos e suas proprieda-
des" e "estimula-se ainda a construção de hábitos 
saudáveis e sustentáveis” (BNCC, p. 325). Valoriza-se 
a “construção coletiva de propostas de reciclagem e 
reutilização de materiais” (BNCC, p. 325) e também 
o reconhecimento da importância da água. 
Na unidade temática Vida e evolução, “as caracte-
rísticas dos seres vivos são trabalhadas a partir das 
ideias, representações, disposições emocionais e afe-
tivas que os alunos trazem para a escola” (BNCC, p. 326). 
É dada a devida importância às relações entre os seres 
vivos e o entorno. 
Finalmente, a unidade temática Terra e Universo, 
nos anos iniciais, objetiva “aguçar ainda mais a curiosi-
dade das crianças pelos fenômenos naturais e desen-
volver o pensamento espacial a partir das experiências 
cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a 
elas relacionados.” (BNCC, p. 328).
De forma coerente com as ideias de tratamento não 
isolado ou fragmentado dos conteúdos de aprendiza-
gem, a BNCC (p. 329) aponta: “Essas três unidades 
temáticas devem ser consideradas sob a perspectiva 
da continuidade das aprendizagens e da integração 
com seus objetos de conhecimento ao longo dos anos 
de escolarização. Portanto,é fundamental que elas não 
se desenvolvam isoladamente.”. 
Sendo assim, devemos destacar que, em um curso 
de Ciências, é aconselhável procurarmos ensinar não 
somente proposições de diferentes disciplinas científi-
cas (Astronomia, Biologia, Física, Geologia, Meteoro-
logia, Química, etc.), mas também novas temáticas 
integradoras relacionadas às Ciências da Natureza, tais 
como Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), educação 
para a saúde e educação ambiental.
Podemos dizer, simplificadamente, que:
• a abordagem de Ciência, Tecnologia e Sociedade 
para o ensino de Ciências envolve o estudo da gê-
nese do conhecimento científico, das consequên-
cias da aplicação do conhecimento científico para 
a sociedade e do modo como a sociedade e a tec-
nologia influem no desenvolvimento científico;
• a educação para a saúde objetiva a melhoria da 
saúde da população; vai além do estudo das doen-
ças e seus tratamentos e do estudo do corpo hu-
mano, procurando atingir aspectos fundamentais, 
como o equilíbrio pessoal e o respeito na relação 
com os demais (atitudes dos alunos para consigo 
mesmos e para com o outro);
• a educação ambiental relaciona-se ao ensino-apren-
dizagem sobre o ambiente (os seres vivos, os ele-
mentos não vivos e suas interações), no ambiente 
(quando vamos a campo fazer estudos) e para o 
ambiente (com a finalidade de conservação e trans-
formação do ambiente, objetivando a melhoria da 
qualidade de vida).
A conservação do meio ambiente e o equilíbrio 
pessoal relacionam-se profundamente com nosso es-
tilo de vida (que é um dos fatores determinantes do 
bem-estar em relação a nós mesmos e à natureza). Isso 
implica que, como professores de Ciências, devemos 
nos preocupar em fazer com que o ensino de Ciências 
na escola leve os alunos a refletir sobre seu estilo de 
vida, a criticá-lo e até a modificá-lo. Sendo assim, fica 
claro que os objetivos do ensino de Ciências vão além 
do processo de ensino e aprendizagem de certas pro-
posições conceituais. Eles buscam formar o cidadão, 
no sentido mais amplo.
Estes livros de Ciências do 1o ao 5o ano do Ensino 
Fundamental foram planejados para dar essa nova for-
mação científica ao aluno, futuro cidadão consciente 
das relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade, da 
necessidade de cuidar do ambiente e da sua própria 
saúde física e psíquica.
Esperamos com esta obra dar a nossa contribuição 
para a existência de um mundo melhor no futuro. Um 
mundo que as nossas crianças vão construir.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral OK.indd 6 10/11/19 6:03 PM
VIIMANUAL DO PROFESSOR
II. Fundamentos te—ricos
Novas metodologias para o ensino de Ciências
Como dito anteriormente, era uma prática comum nas 
aulas de Ciências o professor ler o “livro dos conhecimen-
tos científicos” com os alunos, que tinham de decorar 
tudo antes de fazer a prova. Essa maneira de ensinar era 
conhecida como “ensino por transmissão-recepção”.
Como assinala Pozo (1997), “é claro que a aprendi-
zagem, hoje, não pode ser somente uma atividade re-
produtiva e acumulativa. Temos capacidade para lembrar 
o significado de uma frase de um livro mais do que da 
frase em si. E o significado que cada leitor dá para a 
mesma frase é diferente. Sendo assim, como podemos 
querer que os alunos repitam ou reproduzam frases exa-
tamente tal como foram ditas ou lidas?”.
Essas ideias nos fazem pensar sobre as limitações 
do ensino por transmissão-recepção. Mas como ensinar 
as crianças de modo que não se limitem simplesmente 
a memorizar informações? Como incentivá-las a dar 
significado àquilo com que tomam contato em aula?
De acordo com Phillips e Norris (1999), poderíamos 
dizer que, sozinhos, os estudantes não tendem a inte-
grar o seu conhecimento prévio às informações novas 
que recebem, de forma que se aproximem dos conhe-
cimentos científicos. Eles necessitam da orientação 
precisa e eficiente do professor para não aceitar pron-
tamente as afirmações que lhes são oferecidas (nos 
textos, pela televisão, etc.) nem fazer como era feito no 
passado: “memorizar o que o livro diz”.
Portanto, devemos estar atentos para o fato de que 
os alunos possuem concepções prévias sobre os assun-
tos que serão estudados e, como professores, temos 
de possibilitar uma interação entre esse conhecimento 
da criança e o conhecimento que se deseja ensinar. 
Mas como fazer isso?
Como aproximar as concepções dos alunos 
do conhecimento que se quer ensinar?
Uma possível resposta é apresentar aos estudantes 
situações que criem um conflito cognitivo, ou seja, si-
tuações para as quais as explicações ou previsões dos 
alunos não resolvam satisfatoriamente um problema ou 
estejam em desacordo com fatos observados.
Os conflitos cognitivos impõem um desequilíbrio, 
que pode ser encarado como o início do caminho pa-
ra que uma concepção prévia seja remodelada, ocor-
rendo assim uma mudança conceitual nos estudantes. 
Entretanto, isso não basta para que os alunos modifi-
quem suas concepções, aproximando-as das científicas. 
Muitas vezes, diante de um conflito, eles podem for-
mular ideias e explicações que não são concordantes 
com aquilo que estabelece a ciência formal.
E o que pode ser feito para propiciar que as concep-
ções dos alunos, no ambiente escolar, sejam remodeladas, 
de forma que se aproximem do co nhecimento científico?
Atualmente, cada vez mais se acredita que um pos-
sível caminho seja não somente colocar os alunos em 
situações de conflito cognitivo, mas também oferecer-
-lhes oportunidades para que façam “investigações” em 
sala de aula. Logicamente, as investigações em sala de 
aula não devem ser confundidas com aquelas dos cien-
tistas que trabalham nas fronteiras do conhecimento.
Observe o quadro a seguir, que traz uma ideia ge-
ral de algumas atividades relacionadas à prática de 
investigações em sala de aula (National Research 
Council, 1996 apud Aleixandre, 1998).
ALGUMAS ATIVIDADES 
RELACIONADAS À PRÁTICA DE 
INVESTIGAÇÕES EM SALA DE AULA
• Realizar observações.
• Fazer perguntas, propor e resolver problemas.
• Examinar livros e outras fontes.
• Planejar investigações.
• Revisar e reprensar o que já se sabe à luz de novas 
informações.
• Obter evidências experimentais.
• Reconhecer, analisar e interpretar dados.
• Propor explicações e predições.
• Comunicar os resultados e as conclusões.
Um dos argumentos que justificam a implementa-
ção do ensino de Ciências como investigação é o fato 
de que o conhecimento produzido pelo senso comum, 
diferentemente do conhecimento científico, é fruto de 
uma maneira superficial de interpretar o mundo. Por-
tanto, para que as concepções dos alunos avancem 
além do senso comum e se aproximem das científicas, 
é necessário ocorrer uma superação dessa “metodo-
logia de superficialidade” com que se interpreta o mun-
do natural (Gil-Pérez, 1991).
ASPECTOS DA METODOLOGIA 
DE SUPERFICIALIDADE
• Tendência a generalizar acriticamente, com base nas 
observações.
• Observações são geralmente não controladas.
• Leva a respostas rápidas e seguras, baseadas em 
evidências do “senso comum”.
• Raciocínios costumam seguir uma sequência causal e 
linear.
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VIII MANUAL DO PROFESSOR
Conteúdos procedimentais
Os conteúdos procedimentais referem-se ao “saber 
fazer”, ou seja, envolvem o ensino-aprendizagem de 
ações específicas. Por isso, podemos dizer que estão 
relacionados à aprendizagem de técnicas, métodos e 
destrezas.
Sem dúvida, muitas ações específicas podem ser 
ensinadas aos alunos. Mas você sabe quais delas se 
relacionam diretamente com o ensino de Ciências?
De forma geral, podemos dizer que os conteúdos 
procedimentais a serem ensinados-aprendidos em 
Ciências não são unicamente aqueles relacionados à 
aprendizagem do método experimental ou à do mé-
todo científico, mas incluem métodos para o trabalho 
de investigação, técnicas gerais de estudo, estratégias 
que possibilitam e facilitam a comunicação, estabele-cimento de relações entre conceitos, destrezas ma-
nuais, entre outros.
Alguns professores costumam sentir dificuldade 
de identificar quais ações específicas estão sendo 
ensinadas nos cursos de Ciências que ministram. Isso 
ocorre com certa frequência, pois, na prática, ainda 
não é costume explicitar os conteúdos procedimen-
tais que são objetivo do processo de ensino e apren-
dizagem.
Para nos ajudar nesse trabalho, é muito útil conhe-
cer alguns procedimentos relacionados aos métodos 
investigativos, como os apresentados a seguir (Pro 
Bueno, 1995). Com base nesta lista, podemos analisar 
as atividades propostas aos alunos e avaliar: Essas ati-
vidades estão a serviço da aprendizagem de quais pro-
cedimentos?
MÉTODOS 
INVESTIGATIVOS
TÉCNICAS 
DE ESTUDO
ESTRATÉGIAS DE 
COMUNICAÇÃO
DESTREZAS 
MANUAIS
POR EXEMPLO
CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS 
(EM CIæNCIAS)
ASPECTOS RELACIONADOS À SUPERAÇÃO 
DA METODOLOGIA DE SUPERFICIALIDADE
• Supera evidências do senso comum.
• Introduz formas de pensamento mais rigorosas, 
críticas e criativas.
• Obriga a imaginar novas possibilidades (a título de 
hipótese).
• Obriga a contrastar diferentes hipóteses em 
situações controladas.
Sendo assim, o nosso papel como professores de 
Ciências, além de apresentar informações novas aos 
alunos, deve ser o de propor-lhes problemas e criar 
condições para que adquiram autonomia para resolvê-
-los. Afinal, fazendo isso eles estarão ao mesmo tem-
po enfrentando situações de conflito cognitivo, 
remodelando suas concepções e aprendendo a supe-
rar a metodologia de superficialidade com que tratam 
o mundo.
Portanto, o ensino de Ciências como investigação 
(também denominado por alguns autores ensino de 
Ciências por indagação) possibilita atingir vários obje-
tivos de aprendizagem.
ALGUNS OBJETIVOS DO ENSINO 
DE CIÊNCIAS COMO INVESTIGAÇÃO
• Aprender a organizar, interpretar, criticar e dar 
sentido à informação.
• Aprender a conviver com a diversidade e a 
relatividade de ideias e teorias e com a multiplicidade 
de interpretações da informação.
• Não conceber os conhecimentos como verdades 
absolutas.
• Estimular os alunos a continuar aprendendo ao sair 
da escola.
• Favorecer o “aprender a aprender” e o 
desenvolvimento da autonomia dos alunos.
Uma informação básica para quem quer implemen-
tar o ensino de Ciências como investigação é pensar 
em ensinar os alunos a “aprender a aprender”. E para 
isso é extremamente importante propor-se a ensinar 
outros conteúdos, além daqueles de natureza concei-
tual. Ou seja, somos adeptos da ideia de que, para que 
uma mudança na metodologia do ensino ocorra efeti-
vamente nos cursos de Ciências, é necessário que haja 
também uma mudança nos conteúdos a serem ensina-
dos-aprendidos.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 8 12/9/17 3:00 PM
IXMANUAL DO PROFESSOR
O processo de ensino e aprendizagem 
de conteúdos procedimentais
Suponha que você forneceu aos alunos textos in-
formando que, para realizar uma investigação, devemos 
fazer observações, pesquisas bibliográficas, experimen-
tos, elaborar conclusões, etc. Será que isso é suficiente 
para que os alunos aprendam e sejam capazes de exe-
cutar essas ações?
Talvez não seja tão simples assim. Afinal, não é por 
memorização ou por saber quais são alguns possíveis 
passos de uma investigação científica que uma criança 
aprende procedimentos que a capacitam a realizar uma 
investigação. Então, o que devemos fazer para que os 
alunos aprendam procedimentos?
Inicialmente precisamos considerar que, para apren-
der conteúdos relacionados ao “saber fazer”, não basta 
“falar sobre” como se faz: é preciso “fazer” de fato! Isto 
é, para aprender procedimentos os alunos devem reali-
zar ações.
Não é novidade o fato de os alunos, em diferentes 
escolas do país, terem o costume de realizar certas ações, 
como observar, classificar, levantar hipóteses, realizar 
montagens experimentais, etc. Isso é muito positivo e 
pode ser considerado o primeiro passo a ser dado para 
possibilitar o ensino-aprendizagem de procedimentos.
Entretanto, não podemos supor que os alunos, à 
medida que realizam ações, aprendem automaticamen-
te procedimentos. Devemos, na verdade, planejar es-
tratégias específicas que tornem possível aos alunos 
aprender procedimentos.
Para fazer isso, além de oferecer aos alunos opor-
tunidades de realizar ações, precisamos planejar estra-
tégias que favoreçam a repetição de um procedimento. 
E mais ainda: é aconselhável que, ao repetir a execução 
de uma ação específica, o aluno o faça em contextos 
diferentes e significativos (assim aprende a utilizar de-
terminado procedimento, em vez de só reproduzi-lo 
previsível e mecanicamente).
Algumas outras sugestões ainda podem ser dadas: 
para os alunos terem uma referência de “como se faz”, 
devem conhecer situações-modelo, ou entrar em contato 
com alguém que esteja executando o procedimento que 
será ensinado-aprendido. Esse é o momento de estimular 
os alunos a refletir sobre as ações realizadas repetidas 
vezes, orientando-os a descobrir as maneiras de modificar 
e melhorar a execução de um procedimento.
CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS PARA A REALIZAÇÃO DE UMA INVESTIGAÇÃO
HABILIDADES DE INVESTIGAÇÃO
• Observação de objetos e fenômenos: registro qualitativo dos dados e descrição das observações.
• Medição de objetos e transformações: registro quantitativo dos dados; seleção de instrumentos de medida 
adequados; estimativa de uma medida e da precisão de um instrumento.
• Classificação de objetos e sistemas: utilização de critérios para classificar; planificação e aplicação de chaves de 
categorização.
• Reconhecimento de problemas: identificação do motivo pelo qual se estuda determinado problema; consciência do 
contexto do problema.
• Formulação de hipóteses: estabelecimento de ideias que possam ser testadas para resolver um problema; dedução de 
previsões com base em uma pesquisa ou em conhecimento teórico.
• Identificação e controle de variáveis: delimitação das variáveis relevantes e irrelevantes em um problema; 
estabelecimento de relações de dependência entre as variáveis.
• Montagens experimentais: seleção de testes ou experiências adequados para testar uma hipótese; estabelecimento 
de uma estratégia de resolução adequada.
• Técnicas de investigação: conhecimento de processos experimentais que podem ser úteis para o trabalho de 
laboratório; conhecimento de estratégias de investigação básicas para a resolução de problemas.
• Análise de dados: organização (quadros e tabelas) e representação de dados (gráficos); processamento dos dados e 
explicação do seu significado; formulação de tendências ou relações entre as variáveis.
• Estabelecimento de conclusões: organização de resultados experimentais e avaliação crítica deles e do processo de 
obtenção; elaboração de informes científicos sobre o processo (relatório científico).
DESTREZAS MANUAIS
• Manejo de material e realização de montagens: manipulação adequada do material, respeitando normas de 
segurança; manipulação correta dos instrumentos de medida.
• Construção de aparatos: realização de montagens previamente especificadas; reprodução ou invenção de aparatos, 
máquinas e modelos analógicos.
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X MANUAL DO PROFESSOR
A sua mediação também se faz importante em 
outros aspectos. Como sabemos que os alunos não 
aprendem um procedimento de uma só vez, é acon-
selhável pensar na gradação de dificuldades de de-
terminado procedimento que o aluno está apren dendo. 
Explicando: no início da aprendizagem, devem-se 
realizar ações mais simples, evoluindo gra da tivamente 
para ações mais complexas. A progressão viabiliza a 
aprendizagem e permite que, aos poucos, os alunos 
aprendam e tenham maior autonomia para executar 
os procedimentos. No quadro abaixo apresentamos 
algumas ideias relacionadas ao sequenciamento de 
ALGUMAS IDEIAS RELACIONADASAO SEQUENCIAMENTO
DE CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS EM CIÊNCIAS
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
1o ao 3o ano 4o e 5o ano
Com a ajuda do professor, 
formular estratégias de 
resolução e respostas a 
alguns problemas simples.
Com a ajuda do professor ou 
autonomamente, formular 
estratégias de resolução 
e respostas a alguns 
problemas. 
Observar utilizando 
estratégias simples, fazer 
observações de aspectos 
qualitativos.
Observar utilizando 
estratégias mais complexas, 
fazer algumas observações 
de aspectos quantitativos, 
fazer medições com 
aparelhos simples.
Descrever, comparar, buscar 
regularidades, classificar 
utilizando poucas variáveis 
e enfocando mais aspectos 
qualitativos. 
Descrever, comparar, buscar 
regularidades, classificar 
utilizando mais variáveis e 
enfocando mais aspectos 
quantitativos. 
Reconhecer dados, elaborar 
listagens.
Reconhecer e tabular dados.
Interpretar fenômenos 
aplicando conhecimentos 
simples.
Interpretar fenômenos 
aplicando conhecimentos 
mais complexos. 
Realizar pesquisas 
bibliográficas simples: utilizar 
poucas fontes e textos com 
poucas informações.
Realizar pesquisas 
bibliográficas complexas: 
utilizar fontes variadas 
e textos com mais 
informações.
Completar esquemas 
simples.
Completar e começar a 
elaborar partes de esquemas 
complexos.
conteúdos procedimentais para os anos iniciais do 
Ensino Fundamental.
Uma reflexão final pode ainda ser feita no que se 
refere ao ensino-aprendizagem de procedimentos: 
é certo que livros didáticos e textos informativos so-
bre temas relacionados a Ciências podem ser eficazes 
para a criança “saber sobre” alguns assuntos. Mas 
como esses materiais podem contribuir para a crian-
ça aprender a “saber fazer”?
Nas páginas seguintes você conhecerá melhor 
esta coleção e saberá a resposta que ela oferece a 
essa questão.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 10 12/9/17 3:00 PM
XIMANUAL DO PROFESSOR
OBSERVAR E DESCREVER
COMPARAR
114 UNIDADE 4 
3 Analise os objetos do mural que está nesta página e na próxima. Depois, 
preencha o quadro indicando de que material esses objetos eram feitos 
antigamente e de que material costumam ser feitos hoje em dia.
Objetos que usamos no dia a diaObjetos que usamos no dia a diaObjetos que usamos no dia a dia
Do que era feito antigamente?
Boneca Pano
Carrinho Madeira, ferro
Pião Madeira
Ferro de passar Ferro
Fôrma de gelo Metal
Roupa Algodão
Panela Ferro
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Em geral, os brinquedos 
antigamente eram feitos 
de quais materiais?
E hoje em dia, os 
brinquedos são feitos 
de quais materiais?
Elementos representados em tamanhos 
não proporcionais entre si.
114 UNIDADE 4 
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Em geral, os brinquedos eram feitos 
de madeira (caminhão e pião) e pano 
(boneca).
Em geral, os brinquedos 
são feitos principalmente 
de plástico.
 Boneca.
 Carrinho.
 Ferro de passar.
 Panela.
 Roupa.
 Fôrma 
de gelo.
 Pião.
115 CAPÍTULO 8
4 Troque ideias com os colegas e responda às dúvidas das crianças que 
aparecem nesta página e na página anterior.
Do que Ž feito hoje em dia?
Plástico, pano, borracha
Plástico, ferro
Plástico
Plástico predominantemente
Plástico
Lycra, náilon e outros sintéticos
Alumínio, aço
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Elementos representados em tamanhos 
não proporcionais entre si.
115 CAPÍTULO 8
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Provavelmente, 
a madeira 
pegaria fogo.
 Roupa.
 Fôrma de gelo.
 Ferro de passar.
 Boneca.
 Carrinho.
 Pião.
 Panela.
Será que alguma vez já tentaram 
usar madeira para fazer panelas? 
O que será que aconteceria?
135 CAPÍTULO 9
 Observe as imagens e complete as fichas que começaram a ser feitas para 
comparar versões antigas e atuais de algumas invenções.
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Máquina de costura
Antiga Atual
Como funcionava :
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Como funciona :
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Relógio
Antigo Atual
Como funcionava :
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Como funciona :
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Os elementos representados nesta 
dupla de páginas não estão na 
mesma propor•ão de tamanho.
 
 
 
 
A energia do movimento provocado 
por uma pessoa ao acionar o pedal da 
máquina fazia com que as peças da 
máquina se movimentassem
Os relógios eram movidos a corda. 
Em um relógio a corda, à medida que 
a corda vai se ”afrouxando”, a energia 
vai sendo transferida para as peças 
do relógio, que se movem
As máquinas de costura são elétricas. 
É a eletricidade que faz mover um 
motor, que, por sua vez, faz mover as 
peças da máquina
Os relógios costumam ser movidos a 
eletricidade. A eletricidade pode ser 
proveniente de baterias
 CAPÍTULO 1 11
Vamos investigar os hábitos de um ser vivo?
Como fazer
1. Escolha o ser vivo que você vai observar: um 
peixinho, um cão, um gato, um passarinho, etc.
Atividade pr‡tica
2. Crie uma “caderneta de campo”: um 
bloco de notas no qual você fará as 
anotações daquilo que observar.
3. Comece a preencher a caderne-
ta: primeiro, faça um desenho 
bem detalhado do ser vivo.
4. Faça várias observações durante o 
dia e anote tudo o que observar. 
Sempre indique a data e o horário 
da sua observação.
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 O que os animais comem?
Você sabe o que diferentes seres vivos encontrados no Pantanal (o tuiuiú, 
o jacaré, o tamanduá-bandeira, a onça-pintada, a sucuri, o curimbatá, etc.) 
comem?
Existem seres vivos que comem principalmente plantas e existem aqueles 
que se alimentam de outros animais. Alguns seres vivos, porém, podem ter uma 
dieta variada, incluindo vegetais e carne de animais.
Leia a entrevista a seguir e fique sabendo como os cientistas fazem para 
observar os seres vivos e, assim, desvendar do que se alimentam.
Com a palavra...
Como é o seu trabalho?
Eu observo macacos-prego na Mata Atlântica. Durante o dia 
vou seguindo os macacos e anotando o que observo. 
De que maneira você observa animais na natureza?
Após localizar os animais, o importante é não assustá-los, man-
ter uma boa distância e evitar encará-los. Uma vez que o animal 
aceita a sua presença, dizemos que ocorreu a “habituação”. Isso
às vezes pode demorar muito tempo.
Que observações você faz?
Fazemos observações diretas, que são aquelas em que vemos
os animais comendo folhas e frutos e algumas fêmeas amamen-
tando. Outras vezes, as observações são indiretas, quando per-
cebemos sinais de que os macacos mexeram nas plantas e arran-
caram algumas de suas partes, notamos restos de frutos caídos e 
observamos restos de sementes nas fezes dos animais.
O que você já descobriu sobre os hábitos alimentares dos
macacos-prego?
Os macacos-prego têm uma dieta bastante variada. Eles comem
frutos, flores, insetos, pequenas aves, esquilos, rãs, ovos, etc.
E quem caça os macacos-prego?
Os macacos-prego podem ser presas de gaviões, onças e serpentes. 
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 Quando está traba-
lhando, a bióloga Patri-
cia Izar tem de ficar 
muito quietae atenta a 
tudo o que percebe na 
mata.
 Macaco-prego alimentando-se 
sobre galho de árvore. 
cerca de 40 cm 
(sem contar a 
cauda)
Vamos descobrir do que os seres vivos se alimentam.
12 UNIDADE 1 
Fabio Colombini/Acervo do fotógrafo
 Observe que esta sequência favorece a aprendizagem de conteúdos procedimentais, como observação e 
descrição de objetos e fenômenos: é dada a oportunidade de as crianças realizarem uma ação (fazer os desenhos 
em caderneta de campo) e o modelo de ação (como os biólogos fizeram).
 Momento no qual o aluno exerce a ação de fazer comparações. Observe que nas atividades do 2o ano (A) 
as comparações são mais pontuais e qualitativas. Nas atividades do 4o ano (B) aumenta a complexidade das 
comparações, que deixam de ser tão pontuais.
Exemplos de trabalho com procedimentos na coleção
A B
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XII MANUAL DO PROFESSOR
CLASSIFICAR LEVANTAR HIPÓTESE
ANALISAR DADOS
 Um momento no qual surge a oportunidade 
de os alunos realizarem a ação de classificar.
 Momento no qual os alunos têm a oportunidade de analisar dados. No primeiro caso (A), eles organizam os dados 
em quadros e tabelas. No segundo (B), as ilustrações são o veículo de expressão da explicação do conceito e de 
formulação de algumas tendências.
 Momento no qual o aluno é convidado a 
levantar uma hipótese: “Será que a luz vai 
atravessar todos os corpos?”.
18 UNIDADE 1 
4 Observe os animais apresentados até agora. 
Agrupe-os de acordo com os critŽrios sugeridos.
Critério 1
Animais com asas
Coruja, borboleta, pato, libélula, 
joaninha, abelha, pica-pau,
mosca, mosquito. 
 
 
Animais sem asas
Serpente, aranha-de-jardim, caracol, 
minhoca, lesma, esquilo, cachorro, 
formiga, ser humano, cágado, camarão,
jacaré, água-viva, lagartixa, 
sapo, joaninha, peixe, polvo, anta.
Critério 2
Animais com antenas
Besouro, joaninha, borboleta, formiga, 
camarão, mosquito, abelha, libélula, 
mosca.
 
 
Animais sem antenas
Serpente, minhoca, lesma, caracol, 
peixe, aranha-de-jardim, jacaré, esquilo,
pica-pau, água-viva, pato, cágado, 
ser humano, cachorro, lagartixa, sapo,
anta, polvo, coruja.
 
Critério 3
Animais com pernas
Besouro, carrapato, aranha-de-jardim, 
borboleta, cachorro, formiga, jacaré, 
abelha, mosquito, mosca, libélula, 
joaninha, cágado, pica-pau, pato,
ser humano, camarão, esquilo,
lagartixa, sapo, anta, coruja.
Animais sem pernas
Serpente, minhoca, lesma, caracol, 
peixe, água-viva. 
 
 
 
 
critŽrio:
o que serve de base para escolher, 
comparar, organizar, classificar 
alguma coisa.
sapo, joaninha, peixe, polvo, anta.sapo, joaninha, peixe, polvo, anta.
joaninha, abelha, pica-pau,joaninha, abelha, pica-pau,
mosca, mosquito. mosca, mosquito. 
joaninha, cágado, pica-pau, pato,joaninha, cágado, pica-pau, pato,
ser humano, camarão, esquilo,ser humano, camarão, esquilo,
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Besouro, carrapato, aranha-de-jardim, Besouro, carrapato, aranha-de-jardim, 
borboleta, cachorro, formiga, jacaré, borboleta, cachorro, formiga, jacaré, 
abelha, mosquito, mosca, libélula, 
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tamanhos não proporcionais entre si.
 CAPÍTULO 7 99
Vamos investigar o que acontece quando a luz incide em 
diferentes corpos?
Como fazer
1. Forme dupla com um colega. Vocês devem ficar a três passos 
de distância um do outro.
2. Enquanto um de vocês segura a lanterna, o outro vai segurar 
diferentes materiais, que serão iluminados. Comecem ilumi-
nando a folha de papel vegetal. O que vocês observam?
incidir:
cair, bater, atingir 
ou refletir-se sobre 
uma superf’cie.
Atividade prática
Atenção
Não olhe diretamente
para a luz da lanterna
e não a aponte
para os olhos dos
colegas. 
Material
 Cartolina
 Celofane incolor
 Lanterna
 Papel vegetal
3. Depois, iluminem a cartolina. O que vocês observam de diferente?
4. Por fim, iluminem o celofane incolor e verifiquem o que acontece. Troquem ideias com 
os colegas: A luz atravessa igualmente todos os corpos?
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59 CAPÍTULO 4 59 CAPÍTULO 4
 Observe algumas atividades físicas ilustradas nesta página. Troque ideias com 
um colega e numere as atividades físicas em ordem crescente, ou seja, da que 
gastamos menos energia para a que gastamos mais energia.
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28 UNIDADE 1 
 VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE
COMO VOCÊ ERA DOIS ANOS ATRÁS? MUITO DIFERENTE DE HOJE? 
VEJA COMO MARCELA ERA EM DOIS MOMENTOS DE SUA VIDA.
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 MARCELA AOS 5 ANOS. MARCELA AOS 7 ANOS.
AS FOTOGRAFIAS MOSTRAM A MENINA NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO 
DE 5 E DE 7 ANOS.
COM 5 ANOS MARCELA TINHA 1,15 METRO DE ALTURA E CALÇAVA 29. 
ELA TINHA 20 QUILOS E GOSTAVA MUITO DE BRINCAR DE
ESCONDE-ESCONDE.
HOJE MARCELA TEM 7 ANOS. ELA TEM 1,25 METRO DE ALTURA, 
27 QUILOS E CALÇA 32. ATUALMENTE, ELA GOSTA MUITO DE BRINCAR 
DE PULAR CORDA.
MARCELA ESTÁ MUDANDO À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. ELA ESTÁ SE 
DESENVOLVENDO. ISSO ACONTECE COM DIFERENTES SERES VIVOS.
1 PREENCHA O QUADRO ABAIXO COM AS INFORMA‚ÍES DO TEXTO:
MARCELA 5 ANOS 7 ANOS
ALTURA 1,15 metro 1,25 metro
PESO 20 quilogramas 27 quilogramas
NÚMERO DO CALÇADO 29 32
VAMOS ESTUDAR O DESENVOLVIMENTO E 
A REPRODUÇÃO DE ALGUNS SERES VIVOS.
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XIIIMANUAL DO PROFESSOR
Conteúdos atitudinais
Quando se fala de atitudes que os alunos devem 
ter, é costume pensar, primeiro, em comportamentos 
como atenção na aula, respeito pelo professor, pon-
tualidade na entrega de tarefas, etc.
No entanto, se o professor simplesmente exigir tais 
comportamentos dos alunos, sem que eles tenham a 
oportunidade de atribuir-lhes um valor pessoal, não 
estará trabalhando conteúdos atitudinais, mas sim im-
pondo aos alunos determinadas atitudes.
Portanto, os conteúdos atitudinais não se referem ex-
clusivamente a comportamentos a serem manifestados 
pelos alunos. Eles se referem, de forma geral, ao senti-
mento ou ao valor que os alunos atribuem a determinados 
fatos, normas, regras, comportamentos ou atitudes.
Como alguns conteúdos atitudinais são amplos e 
gerais, eles podem (e devem) ser trabalhados em todas 
as disciplinas curriculares existentes na escola. Valorizar 
a solidariedade, o respeito, a ajuda ao próximo são 
alguns exemplos desse tipo. Entretanto, existem outros 
conteúdos atitudinais que se referem mais especifica-
mente à área de Ciências. Tais conteúdos costumam 
ser classificados em dois tipos:
a. atitudes dos alunos em relação à ciência;
b. atitudes científicas.
As atitudes dos alunos em relação à ciência
Essas atitudes se referem ao posicionamento pes-
soal dos alunos em relação aos fatos, conceitos e mé-
todos caracteristicamente científicos e também em 
relação aos profissionais que fazem ciência.
Um exemplo desse tipo de atitude pode ser ava-
liado pelo grau de interesse que os alunos têm pelos 
assuntos da ciência (que, em uma escala de valores, 
poderiam ser considerados desde chatos até inte-
ressantes, ou desde dispensáveis até essenciais). 
Outro exemplo é o valor que os alunos dão aos cien-
tistas (por exemplo, considerar os cientistas segundo 
o estereótipo de pessoas excêntricas e introvertidas, 
ou pessoas normais e interessantes). Outro exemplo 
ainda é o posicionamento do aluno quanto às 
conquistas e inovações tecnológicas, tais como: va-
cinas, armas nucleares, poluição, fertilização in vitro, 
entre outras (Vázquez e Manassero, 1995; Bell e 
Lederman, 2003).
Sabemos que trabalhar com os alunos algumas 
questões– como “O que os cientistas fazem?”, “Quão 
seguros podemos estar a respeito das afirmações 
científicas?” e “Em que os cientistas se baseiam para 
fazer certas afirmações?” – pode ser de grande utili-
dade no ensino da relação entre ciência e sociedade 
(Osborne e colaboradores, 1998 e 2003). Devemos 
reparar que trabalhar tais questões com os alunos 
envolve não somente o ensino-aprendizagem de con-
teúdos conceituais e procedimentais, mas também 
aqueles relacionados às atitudes dos alunos em rela-
ção à ciência.
As atitudes científicas
As atitudes científicas são aquelas relacionadas es-
pecificamente à conduta dos alunos diante de proble-
mas, observações e debates. Para desenvolver atitudes 
científicas é importante trabalhar a valorização de ca-
racterísticas pessoais relacionadas ao trabalho científi-
co. Essas características são, entre outras, racionalidade, 
objetividade, curiosidade, pensamento crítico, humil-
dade e criatividade.
O processo de ensino e aprendizagem 
de conteúdos atitudinais
Devemos salientar que a aprendizagem de atitudes 
científicas, atitudes em relação à ciência e outros con-
teúdos atitudinais mais gerais depende, e muito, do 
comportamento do professor. Vendo como o professor 
age, o aluno tem a oportunidade de analisar as suas 
atitudes e avaliar se são coerentes, adequadas e se 
servem de modelo a ser seguido.
Assim, saber escutar os alunos, valorizar a expres-
são de suas ideias, preocupar-se em organizar a clas-
se de forma que um aluno possa escutar e entender 
as ideias dos demais, evidenciar e mostrar que acre-
dita em algumas vantagens de usar um método cien-
tífico, exigir, promover e buscar a coerência nas 
respostas dos seus alunos, valorizar a objetividade e 
as respostas criativas são algumas atitudes que po-
tencializam a aprendizagem de conteúdos atitudinais.
Deve-se notar que as atitudes do professor em di-
ferentes situações podem originar momentos nos quais 
são vivenciados vínculos afetivos entre ele e seus alu-
nos, dos alunos entre si e do professor e dos alunos 
com o conhecimento. Isso, além de favorecer um clima 
extremamente salutar em sala de aula, propicia a cons-
trução de uma relação muito positiva das crianças com 
o conhecimento.
Portanto, a aprendizagem de conteúdos atitudi-
nais relaciona-se bastante a aspectos como as rela-
ções afetivas e pessoais que se estabelecem e a 
maneira pela qual as atividades são conduzidas. Isso 
exige que nós, professores de Ciências, tenhamos 
sempre muita coerência de comportamentos em nos-
sa atuação docente.
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XIV MANUAL DO PROFESSOR
 Momento que favorece o desenvolvimento 
de atitudes científicas, como a curiosidade, 
a persistência e a criatividade para resolver 
um problema.
48 UNIDADE 2 
2 Observe os pratos de comida a seguir. Depois preencha o quadro, indicando 
os alimentos de origem animal e de origem vegetal que formam cada prato.
3 Você concorda com o que a 
criança diz ou discorda dela? 
Explique a sua resposta.
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Alimentos de origem animal Alimentos de origem vegetal
Refeição A
Ovo.
 
Arroz, feijão, cenoura,
vagem, ervilha,
beterraba.
Refeição B
Bife, linguiça, frango.
 
 
Batata frita.
 
 
Refeição C
Alguns tipos de macarrão
contêm ovos em sua constituição,
que são de origem animal. Além
disso, o queijo ralado sobre o
molho é feito à base de leite, que
também é de origem animal. 
Molho de tomate; farinha 
utilizada para fazer o macarrão,
a qual é produzida com 
grãos de vegetais 
(geralmente trigo).
 
A B C
Converse com os coleg
as: Qual 
desses pratos de refeiç
ão se 
parece mais com o que
 vocês 
costumam comer no d
ia a dia? 
Converse com os coleg
as: Qual 
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Na natureza, 
todos os seres vivos têm 
uma dieta bem variada e 
comem tanto alimentos de 
origem animal quanto de 
origem vegetal.
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molho é feito à base de leite, quemolho é feito à base de leite, que
também é de origem animal.também é de origem animal.
Molho de tomate; farinha Molho de tomate; farinha 
utilizada para fazer o macarrão,utilizada para fazer o macarrão,
a qual é produzida com a qual é produzida com 
grãos de vegetais grãos de vegetais 
(geralmente trigo).(geralmente trigo).
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56 UNIDADE 2 
 Cobrir o solo com uma lona plástica ajuda a conter um desmoronamento? 
Que tal, com um colega, fazer os testes e desvendar esse problema?
• Usem uma mistura de areia com terra como a que vocês fizeram na Ativida-
de pr‡tica (p. 53).
• Façam duas minimontanhas do mesmo tamanho, utilizando essa mistura 
de areia com terra.
• Cubram somente uma das minimontanhas com uma lona plástica.
• Utilizem regadores para simular fortes chuvas caindo sobre essas minimon-
tanhas. Posicionem cada um dos regadores aproximadamente à mesma 
altura de cada uma das minimontanhas.
2
3 Converse com os colegas e o professor e ajude a esclarecer as dúvidas destas 
crianças.
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Por que 
os dois regadores têm 
de estar aproximadamente na 
mesma altura em relação às 
minimontanhas?
Por que não 
cobrimos as duas 
minimontanhas com 
lona plástica?
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Exemplos de trabalho com atitudes na coleção
 Momento no qual é possível trabalhar as atitudes em relação à ciência. Uma primeira leitura do capítulo 8 
do 2o ano (A) pode passar uma visão de que a utilização de muitos materiais traz apenas benefícios para o ser 
humano. Já ao ler o capítulo 9 do 5o ano (B), percebemos que há consequências dessa utilização tanto para o 
ser humano quanto para o ambiente, sendo necessário reciclar diversos materiais.
 Por que reciclar?
Você sabia que vários materiais utilizados pelo ser humano, como o vidro, o 
alumínio, o plástico e o papel são recicláveis? Até mesmo o óleo de cozinha pode 
ser reaproveitado! E os eletroeletrônicos não devem ser jogados no lixo comum, 
pois podem contaminar o ambiente com substâncias tóxicas. A reciclagem de 
lixo é muito importante, não só para se economizar recursos da natureza. Leia a 
entrevista abaixo e reflita sobre outros valores associados a essa atividade.
Com a palavra...
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O que vocês fazem em uma cooperativa de 
reciclagem de lixo?
Nós recolhemos o lixo reciclável da casa das pessoas 
e trazemos tudo para nosso centro de triagem. Aqui temos 
uma grande esteira, onde o lixo é colocado. Separamos 
o lixo: uma pessoa junta as garrafas PET, outra pessoa, as 
embalagens de iogurte; uma pessoa separa as revistas e 
os jornais, outra pessoa as latinhas de alumínio, etc.
E para onde vai todo esse lixo que vocês separam?
As garrafas PET são vendidas para uma fábrica que as utiliza na fabricação de fibras 
– que podem ser usadas para fazer roupas, por exemplo. As latinhas de alumínio são 
vendidas para a indústria, que reaproveita o metal delas para fazer novas latinhas. Os 
papéis são comprados e reaproveitados por fabricantes de papel. 
Em sua opinião, por que o trabalho de vocês é importante?
Damos muito valor ao lixo. Para nós, o lixo pode ser utilizado novamente como 
matéria-prima. E o dinheiro que obtemos ao vender esses materiais gera renda para 
nós, membros da cooperativa. A reciclagem é importante não somente para “poupar” 
recursos do ambiente, mas também para gerar emprego, proporcionar renda e me-
lhorar a qualidade de vida das pessoas.
O que as crianças podem fazer para contribuir com a reciclagem do lixo?
Todos podem contribuir ajudando a separar o lixo reciclável: afinal, todos somos 
responsáveis pelo destinodo lixo que geramos! Para cada quilograma de lixo produ-
zido em casa, estimamos que cerca de 300 gramas são de produtos que contêm papel, 
metal, plástico e vidro, que podem ser encaminhados para centros de triagem como 
o nosso. São sacos e mais sacos de lixo que não serão mais pegos pelo lixeiro comum 
e, no final das contas, que não vão ficar ocupando espaço nos aterros sanitários. 
Vamos estudar mais a fundo a reciclagem do lixo.
 Jair do Amaral é gestor de 
uma cooperativa de reciclagem.
136 UNIDADE 4 112 UNIDADE 4 
 Diferentes objetos, diferentes materiais
Você já viu um carro feito de 
papel? E uma blusa de vidro?
O mais provável é que não!
Para fazer objetos como uma 
panela, uma caneca e outros 
itens de cozinha que vão ao 
fogo, temos de usar um material 
resistente ao calor e que não 
queime. Alguns exemplos são 
o barro (argila) e o alumínio. 
Outros materiais podem ser 
usados para fazer diferentes 
objetos. Por exemplo, o cobre é 
flexível e conduz eletricidade, 
por isso pode ser usado para 
fazer fios elétricos. A borracha é 
elástica, por isso é muito usada 
em pneus e como amortecedora 
em tênis de corrida. Outro 
exemplo é o vidro, um material 
ideal para fazer copos, janelas, 
vitrines e garrafas, por exemplo, 
em razão de sua transparência. 
Já com plásticos resistentes 
podemos fazer jarras, copos, 
brinquedos e uma infinidade 
de outras coisas.
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Elementos representados 
em tamanhos não 
proporcionais entre si.
Vamos analisar de que são feitos
diferentes objetos do nosso dia a dia.
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 Uma panela de barro e uma caneca de alumínio são 
objetos que podem ir ao fogo.
 A transparência do vidro 
permite que enxerguemos os 
produtos através das vitrines.
 O plástico é um 
material bem 
resistente a choques.
 Amortecedores de borracha podem ser usados nos tênis 
para proteger os pés. Já os fios de cobre são muito usados 
em aparelhos eletrônicos. 
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 Na coleção, os bilhetes amarelos e as seções Mural 
da turma, Atividade prática e Para iniciar oferecem 
oportunidades para os alunos compartilharem a 
aprendizagem com os colegas e criam condições 
para a prática do respeito às ideias dos outros.
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XVMANUAL DO PROFESSOR
Conteúdos conceituais
Os conteúdos conceituais remetem ao conhecimen-
to construído pela humanidade ao longo de sua histó-
ria. Eles se referem a fatos, conceitos e princípios.
Os fatos são aquelas informações bastante pontuais 
e restritas, como nomes e datas particulares. Apren-
dem-se fatos usando preponderantemente a memória.
Os conceitos são representados por palavras que 
possuem um significado específico e podem produzir 
uma imagem mental quando as ouvimos. Eles se refe-
rem a uma série de características, propriedades, atri-
butos e regularidades de um objeto ou acontecimento. 
Por exemplo, quando ouvimos a palavra solo, já possuí-
mos uma ideia do que ela significa. Nossas experiências 
anteriores, sejam escolares ou não, fazem com que, ao 
escutarmos o nome (a palavra) que representa um con-
ceito, atribuamos a ele um significado.
Algumas palavras podem ser usadas para ligar con-
ceitos. Por exemplo, em “vertebrados possuem crânio”, 
as palavras vertebrados e crânio são conceitos, já a 
palavra possuem é um elemento de ligação, que ajuda 
a estabelecer verbalmente a relação entre conceitos, 
formando assim as proposições conceituais.
VERTEBRADOS
CRÂNIO
possuem proposição 
conceitual
conceito
conceito
elemento de 
ligação
Definir de antemão quais serão as proposições con-
ceituais que trabalharemos ao longo de uma unidade 
didática é bastante útil, já que deixamos claro quais con-
teúdos conceituais desejamos que os alunos aprendam.
Mas não podemos nos esquecer de que não é em 
uma unidade didática que se encerra a aprendizagem 
de um conceito. Ele pode ser ampliado em diferentes 
anos escolares, à medida que novas proposições con-
ceituais venham a ser objeto da aprendizagem.
Nunca podemos dar por concluída a construção do 
significado de um conceito. Tal significado é modifica-
do ao longo de toda a nossa vida conforme desenvol-
vemos as relações deste com outros conceitos.
O processo de ensino e aprendizagem 
de conteúdos conceituais
É comum, na nossa atividade didática, confundir-
mos proposições conceituais com fatos. No entanto, 
os fatos apelam para a memória e as proposições con-
ceituais dizem respeito a aprender significativamente.
Aprender significativamente envolve relacionar no-
vas ideias e informações com conceitos e proposições 
que já se conhecem. Ou seja, o aluno já pensa ou sabe 
algo e, quando aprende, incorpora o novo à estrutura 
de seus conhecimentos (Ronca, 1980; Campanario, 
2004). A aprendizagem é um processo pessoal, apesar 
de determinado conteúdo de aprendizagem poder ser 
de domínio público.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS 
DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
• Amplia o conhecimento de uma pessoa sobre os 
conceitos relacionados.
• Favorece que a informação aprendida seja retida por 
mais tempo.
• Facilita a aprendizagem futura (afinal, conceitos 
aprendidos significativamente hoje podem 
servir, no futuro, de fatores de inclusão para uma 
aprendizagem de conceitos relacionados).
Quando a criança aprende de forma significativa, 
ela pode aprender também que o que a ciência ou o 
livro didático dizem não é a “verdade absoluta”. Afinal, 
eles também foram produzidos por pessoas que deram 
significados ao que estudaram.
A aprendizagem significativa é o conceito principal 
da teoria de aprendizagem de David Ausubel. Segundo 
as ideias desse autor, a estrutura cognitiva de um indi-
víduo é constituída por conceitos mais inclusivos, con-
ceitos menos inclusivos e pelas relações entre eles. 
Trata-se de uma estrutura dinâmica que se reorganiza 
constantemente durante a aprendizagem significativa 
(Novak e Gowin, 1984; Ausubel, 2000).
Essa trama de conceitos pode ser representada 
em mapas conceituais, que explicaremos a seguir.
 Uma representação esquemática das ideias de Ausubel, 
evidenciando a estrutura de conceitos mais e menos 
inclusivos. As setas indicam que para atingir a aprendizagem 
deve-se “descer” e “subir” nas estruturas conceituais 
hierárquicas à medida que a nova informação é apresentada. 
(Adaptado de Moreira e Buchweitz, 1987).
Conceitos mais gerais, 
mais inclusivos
Conceitos 
intermediários
Conceitos 
específicos, 
pouco 
inclusivos
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XVI MANUAL DO PROFESSOR
Conhecendo mapas conceituais
Simplificadamente, podemos considerar que os 
mapas conceituais são “um recurso esquemático para 
representar um conjunto de significados conceituais 
incluídos em uma estrutura de proposições”.
Como exemplo muito simples, tomemos os conceitos 
vertebrados, crânio e coluna vertebral. Com eles pode-
mos estabelecer a seguinte proposição conceitual: “Ver-
tebrados possuem crânio e coluna vertebral”. Esses 
conceitos e essa proposição conceitual podem ser repre-
sentados em um mapa conceitual:
Observe que os conceitos foram representados em 
quadros e ligados por setas e elementos de ligação, 
formando a proposição conceitual.
VERTEBRADOS
COLUNA VERTEBRALCRÂNIO
possuem
 Nesta coleção, a estratégia de mapear conceitos e fazer mapas conceituais também é usada como um recurso 
que ajuda os alunos a atribuir significado ao que leem em um texto. Isso ocorre quando se pede que elaborem 
esquemas e mapas conceituais para pequenos trechos de texto (A), ou quando se pede que utilizem mapas 
conceituais para sintetizarem o que aprenderam (B).
Os mapas conceituais foram desenvolvidos no fim 
da década de 1970 com base em trabalhos do pesqui-
sador estadunidense Joseph Novak. Elee seus colabo-
radores estudaram mudanças na compreensão de 
conceitos científicos que os estudantes desenvolviam 
durante a sua vida escolar. Devemos destacar que No-
vak trabalhou bastante com crianças de 6 a 8 anos 
(1o a 3o ano) e usou com êxito mapas conceituais no 
ensino primário (Novak, 1990; Novak, 2002).
Exemplos de atividades com mapas conceituais
Nesta coleção, o aluno poderá exercitar a dis-
tinção entre conceitos e elementos de ligação e a 
representação, por meio de esquemas e mapas con-
ceituais, das relações entre os conceitos que estiver 
estudando.
A ideia é que ele fique apto a construir seus próprios 
mapas conceituais e possa usá-los como instrumento 
em sua aprendizagem. Salientamos que as atividades 
envolvendo esquemas e mapas conceituais têm a com-
plexidade ampliada gradativamente da primeira à últi-
ma unidade didática de cada livro da coleção.
114 UNIDADE 3 
 Um grupo de alunos começou a realizar pesquisas para descobrir de onde os 
metais são extraídos. Veja nesta página e na seguinte o que eles escreveram 
sobre isso. Dê um título para cada texto produzido por eles para o mural.
2
 Com base na leitura do primeiro texto do mural, complete os esquemas
abaixo.
3
Sugestão de título: Você sabe de onde vem o alumínio das latinhas de bebidas?
Na natureza encontramos a bauxita, 
o principal minério do qual se extrai 
o alumínio. Esse minério é primeiro 
lavado e triturado; depois, é refinado, 
para dele se extrair o alumínio.
O alumínio é fornecido em lingotes ou 
chapas para as fábricas de latas, 
de panelas, de partes automotivas, de 
portas e janelas, etc .
O alumínio de diferentes objetos pode 
ser reciclado. Latinhas de alumínio 
descartadas, por exemplo, podem ser 
usadas para se obter o alumínio utilizado 
na fabricação de novas latinhas .
A reciclagem do alumínio é uma 
forma de obtenção desse metal muito 
mais barata do que a mineração e o 
refinamento da bauxita .
MINÉRIO
bauxita
exemplo
alumínio reciclagem
BAUXITA ALUMÍNIO
é de onde se obtém pode ser encaminhado para
 Escavadeira trabalhando em mina de bauxita em Paragominas (Pará), 2012.
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2016.
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29 CAPÍTULO 2
serpentes
exemplos
RÉPTEIS
 tartarugas
jacarés lagartos
1 Complete os esquemas que começaram a ser feitos. Para isso, utilize os termos 
do banco de palavras.
 animais vertebrados crânio coluna vertebral 
2 Releia o quinto parágrafo do texto e preencha os esquemas.
nascem de
RÉPTEIS
 ovos
têm
animais vertebrados
ESQUELETO
tem
coluna vertebralcrânio
ESQUELETO
3 Que tal você ser o escritor? Continue a escrever o texto para 
a Enciclopédia digital das crianças citando exemplos de 
mamíferos que você já conhece.
Compare os exemplos
 
que você escreveu 
com os dos colegas: 
Que mamíferos vocês 
citaram?
Compare os exemplos
 
10:15
Mamíferos
Os mamíferos são animais vertebrados 
que têm pelos e amamentam seus filhotes. 
Resposta pessoal.
 
 
Enciclopédia digital das crianças
Início
Conteúdo
Ajuda
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XVIIMANUAL DO PROFESSOR
67 CAPÍTULO 5
Coração – possui paredes formadas por músculos. Dentro dele, existem quatro cavidades cheias de 
sangue. As duas cavidades de cima são chamadas de átrios; as duas de baixo são chamadas de ven-
trículos. Ao contrair, o coração empurra o sangue para fora dele, funcionando como uma bomba. Há 
válvulas que abrem e fecham, fazendo o sangue fluir apenas em um sentido.
Vasos sanguíneos – o sangue fica dentro de 
“tubos”, que percorrem todo o corpo. São os 
vasos sanguíneos. As artérias são vasos san-
guíneos por onde o sangue sai do coração. As 
veias são vasos sanguíneos por onde o sangue 
segue o caminho de retorno ao coração.
Artéria aorta – é um grande vaso sanguíneo 
do nosso corpo. Ela tem várias ramificações: 
algumas vão para a cabeça; outras para os 
braços, abdômen e pernas.
Sangue – possui diversos elementos e trans-
porta substâncias, como os nutrientes obtidos 
da digestão dos e o oxigênio obtido da respiração. O sangue circula pelo corpo 
abastecendo-o com essas substâncias. Pelo sangue também são transportadas 
substâncias que podem ser eliminadas do corpo, como o gás carbônico.
Circulação – o sangue sai do coração e segue para todas as partes do corpo. 
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
e circula pelo corpo.
 Termine os esquemas que começaram a ser feitos, para sintetizar algumas das 
informações dos fragmentos de texto.
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passa pela
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TRAQUEIA
transporta
SANGUE
SUBSTÂNCIAS
NUTRIENTES
exemplos
Oxigênio
circula pelo
CORPO
Sangue
possui
ALVÉOLOS
Pulmão
bombeia o
SANGUE
Coração
sangue. As duas cavidades de cima são chamadas de átrios; as duas de baixo são chamadas de ven-
trículos. Ao contrair, o coração empurra o sangue para fora dele, funcionando como uma bomba. Há 
válvulas que abrem e fecham, fazendo o sangue fluir apenas em um sentido.
Vasos sanguíneos
“tubos”, que percorrem todo o corpo. São os 
vasos sanguíneos. As artérias são vasos san-
guíneos por onde o sangue sai do coração. As 
veias são vasos sanguíneos por onde o sangue 
segue o caminho de retorno ao coração.
Artéria aorta
do nosso corpo. Ela tem várias ramificações: 
algumas vão para a cabeça; outras para os 
braços, abdômen e pernas.
Sangue
porta substâncias, como os nutrientes obtidos 
da digestão dos e o oxigênio obtido da respiração. O sangue circula pelo corpo 
abastecendo-o com essas substâncias. Pelo sangue também são transportadas 
substâncias que podem ser eliminadas do corpo, como o gás carbônico.
Circulação
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
vasos sanguíneos. As artérias são vasos san-
guíneos por onde o sangue sai do coração. As 
veias são vasos sanguíneos por onde o sangue 
segue o caminho de retorno ao coração.
Artéria aorta
do nosso corpo. Ela tem várias ramificações: 
algumas vão para a cabeça; outras para os 
braços, abdômen e pernas.
Sangue
porta substâncias, como os nutrientes obtidos 
da digestão dos e o oxigênio obtido da respiração. O sangue circula pelo corpo 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
e circula pelo corpo.
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SangueSangue
da digestão dos e o oxigênio obtido da respiração. O sangue circula pelo corpo 
abastecendo-o com essas substâncias. Pelo sangue também são transportadas 
substâncias que podem ser eliminadas do corpo, como o gás carbônico.
Circulação
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
da digestão dos e o oxigênio obtido da respiração. O sangue circula pelo corpo 
abastecendo-o com essas substâncias. Pelo sangue também são transportadas 
substâncias que podem ser eliminadas do corpo, como o gás carbônico.
Circulação
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
circula pelo
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
e circula pelo corpo.
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SangueSangue
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
e circula pelo corpo.
Depois, retorna ao coração, onde é novamente bombeado. Em cerca de um 
minuto, todo o sangue de um adulto (algo entre 5 a 6 litros) passa pelo coração 
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1 COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES 
MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE
2 LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA.
PODE SER
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A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE 
PERSONAGEM?
Não tomar banho.
B) NO CADERNO, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, 
DE FORMA BEM-HUMORADA, UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE 
MUDAR OU UM HÁBITO QUE VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR.
3 ANALISE A IMAGEM E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE SENTIDOS 
ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS? Resposta pessoal.
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
BA
 Alguns exemplos de atividades com mapas conceituais na coleção. No início (A), a tarefa é bastante facilitada, 
contando o aluno com o auxílio de “dicas” oferecidas pelo banco de palavras. Posteriormente (B), a tarefa tem 
um grau de dificuldade maior.
A BNCC na coleção
As propostas de organização dos conteúdos nesta 
coleção contemplam os objetos de conhecimento e as 
habilidades indicados na BNCC e os ampliam, de forma 
coerente com a ideia desse documento oficial que indi-
ca que “[...] é preciso enfatizar que os critérios de orga-
nização das habilidades do Ensino Fundamental na 
BNCC [...] expressam um arranjo possível (dentre outros). 
Portanto, os agrupamentos propostos não devem ser 
tomados como modelo obrigatório para o desenho dos 
currículos.” (BNCC, p. 31).
Enfatizamos também que, de forma coerente com 
a BNCC, por trás das propostas de organização dos 
conteúdos apresentadas está a ideia de promover o 
letramento científico, o qual, segundo esse docu-
mento oficial, “[...] envolve a capacidade de compre-
ender e interpretar o mundo (natural, social e 
tecnológico), mas também de transformá-lo com 
base nos aportes teóricos e processuais da ciência.” 
(BNCC, p. 312).
Por fim, devemos destacar alguns pontos:
• Ao longo deste Manual, são identificados concei-
tos, procedimentos, valores e atitudes abordados 
na obra. 
• A elaboração de perguntas a serem apresentadas 
aos alunos ao longo das atividades e, sobretudo, 
no início dos capítulos é coerente com a ideia indi-
cada na BNCC para a área de Ciências, que “[...] 
pressupõe organizar as situações de aprendizagem 
partindo de questões que sejam desafiadoras e, 
reconhecendo a diversidade cultural, estimulem o 
interesse e a curiosidade científica dos alunos [...]” 
(BNCC, p. 322).
• Em vários momentos desta coleção, principalmen-
te nos anos iniciais, você encontrará atividades 
que favorecem o ensino-aprendizagem da leitura 
e da escrita. Isso é coerente com as orientações 
da BNCC, que indicam que “[...] em especial nos 
dois primeiros anos da escolaridade básica, em 
que se investe prioritariamente no processo de 
alfabetização das crianças, as habilidades de Ci-
ências buscam propiciar um contexto adequado 
para a ampliação dos contextos de letramento.” 
(BNCC, p. 331).
Nas páginas seguintes detalhamos em que unida-
des dos diferentes volumes desta coleção são contem-
plados os objetos de conhecimento e as habilidades 
estabelecidos na BNCC. Para cada unidade temática 
da BNCC, apresentamos um quadro que revela a pro-
gressão das habilidades ano a ano. Para facilitar a vi-
sualização, cada ano escolar é apresentado em uma 
cor diferente.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral OK.indd 17 10/11/19 6:04 PM
XVIII MANUAL DO PROFESSOR
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XXIMANUAL DO PROFESSOR
O planejamento
Quando preparam seus planejamentos, o que os 
professores fazem? As pesquisas de Sánchez e Valcárcel 
(1999) indicam que a maioria dos professores, ao fazer 
seus planejamentos, primeiro toma decisões sobre os 
conteúdos conceituais que serão ensinados/aprendidos, 
depois seleciona atividades de aprendizagem e, por 
fim, elabora notas pessoais sobre o que será feito.
Considerando o que foi exposto nas páginas ante-
riores, fica claro que nos planejamentos de hoje em dia 
os professores devem especificar não somente os con-
teúdos conceituais, mas também aqueles procedimen-
tais e atitudinais que serão objetivo de aprendizagem.
Além disso, o que mais podem conter nossos pla-
nejamentos para que constituam instrumentos que nos 
auxiliem verdadeiramente no ensino-aprendizagem?
Considerando a ideia básica de Ausubel – “[...] o 
fator mais importante que influencia na aprendizagem 
é o que o estudante já sabe” (Novak, 1990) –, fica claro 
que, nos nossos planejamentos, devemos também es-
pecificar o queos alunos pensam ou já sabem sobre o 
que será estudado, ou seja, precisamos discriminar 
quais são as concepções prévias dos estudantes e/ou 
como faremos para descobri-las.
Mais ainda: como os alunos devem exercitar uma 
atividade cognitiva mais intensa do que a mera memo-
rização de conteúdos, é importante explicitar no pla-
nejamento quais serão os problemas que enfrentarão 
e as possíveis indagações durante a realização das es-
tratégias didáticas.
Já que é prática comum entre os professores tomar 
notas dos seus planejamentos (Sánchez e Valcárcel, 1999), 
pareceu-nos uma ideia interessante desenvolver um re-
curso que os ajude a fazer anotações mais completas, 
especificando todos esses importantes elementos em 
um “diagrama de planejamento”. Chamamos esse dia-
grama de V do planejamento e o explicamos a seguir.
O V do planejamento: uma modificação do 
V do conhecimento para o planejamento de 
unidades didáticas
Segundo o exposto anteriormente, um instrumental 
a serviço do planejamento de unidades didáticas deve 
conter respostas às seguintes questões:
• Que estratégias didáticas utilizaremos?
• Quais são os conteúdos que vamos trabalhar?
• O que os alunos já sabem sobre esses conteúdos?
• Quais serão os problemas com que os alunos se 
depararão durante o processo?
• O que os estudantes aprenderão?
Como cada professor pode apresentar respostas dife-
rentes a essas questões, não há um planejamento prees-
tabelecido. Os planejamentos são construções pessoais e, 
portanto, um instrumental desenvolvido para ajudar na 
elaboração deles deve também fazer o professor “aprender 
a aprender” a construí-los. Dessa maneira, adaptamos, 
para o planejamento de unidades didáticas, um diagrama 
que já possui essas características heurísticas 1 : o V do 
conhecimento (também conhecido como V de Gowin).
Um diagrama do tipo V do conhecimento reflete tam-
bém a dinâmica investigativa da sala de aula: estudamos 
objetos e acontecimentos (no vértice do V), utilizando os 
referenciais teóricos que temos (no lado esquerdo do V). 
Questões (no topo do V) nos estimulam a indagar sobre 
os acontecimentos e objetos, provocando uma interação 
entre o que já sabemos e o que produzimos (observa-
ções, registros, transformações dos dados experimentais 
– que aparecem no lado direito do V) e, assim, gera-se 
conhecimento (Novak e Gowin, 1984; Izquierdo, 1994).
Segundo Novak e Gowin (1984), o V do conhecimen-
to pode ser utilizado como um instrumento didático 
“quando os estudantes não têm clareza sobre os novos 
conceitos que aprendem”. Pois, nesses casos, os alunos 
“precisam de ajuda para reconhecer: quais aconteci-
1 O termo heur’stico pode ser descrito como um instrumento flexível, empregado para organizar a informação, dando sentido a uma 
situação ou a um problema (Helms e Carlone, 1999).
 V do conhecimento.
Marco teórico conceitual: Perguntas Marco metodológico:
filosofia, teorias, sistemas 
conceituais
afirmações sobre 
conhecimento,
emissão de
julgamentos,
registros,
transformações
Acontecimentos/objetos
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 21 12/9/17 3:00 PM
XXII MANUAL DO PROFESSOR
mentos ou objetos estão sendo observados, quais con-
ceitos que eles já conhecem podem se relacionar com 
esses acontecimentos e objetos e, finalmente, que tipo 
de registros devem ser feitos”.
Por analogia, podemos dizer que um diagrama do 
tipo V do planejamento é de grande utilidade quando 
os professores estão indecisos ao planejar uma unidade 
didática, pois eles precisam de ajuda para reconhecer:
• as estratégias que serão utilizadas;
• o que os alunos já sabem;
• os problemas que os estudantes enfrentarão;
• os conteúdos que serão aprendidos.
Assim, para fazer um diagrama do tipo V do plane-
jamento, parte-se das estratégias usadas em aula (no 
vértice do V), as quais devem ser analisadas conside-
rando os conhecimentos prévios dos alunos e os con-
ceitos mais gerais que o professor pretende ensinar (no 
lado esquerdo do V). Problemas ou situações-problema 
(no topo do V) constituem os elementos que provoca-
rão a intensa atividade cognitiva dos alunos durante a 
realização das estratégias didáticas. Ao serem execu-
tadas as estratégias e enfrentados os problemas, atin-
ge-se o produto final do processo: os conteúdos de 
aprendizagem (no lado direito do V).
Muitos professores acreditam que o aluno deve 
“aprender a aprender” e, para isso, precisa conhecer e 
usar os métodos e as atitudes supostamente científicos. 
Necessita também ter uma postura ativa em sua apren-
dizagem, enfrentando problemas, buscando soluções 
e relacionando o que já sabe com aquilo que aprende.
No entanto, de modo geral, no planejamento es-
colar não se estabelece claramente o que será feito 
para que isso tudo ocorra. Nesse caso, o V do plane-
jamento se revela um instrumento de grande utilidade 
no trabalho do professor, à medida que o auxilia a 
explicitar o que será feito, o que já se sabe e o que 
será aprendido.
 V do planejamento: uma adaptação do V do conhecimento para o planejamento de 
unidades didáticas.
Conceitos principais
Questões para avaliação dos 
conhecimentos prévios
Estratégias didáticas
Problemas
Conteúdos de 
aprendizagem
A avaliação
Você já se perguntou em que momentos fazer uma 
avaliação? Como planejá-la? Para que ela serve? As res-
postas mais comuns são: a avaliação é feita no fim do 
processo de ensino e aprendizagem, no formato de uma 
prova escrita (com questões fáceis e difíceis) e serve para 
classificar os alunos – os bons respondem inclusive às 
Uma palavra a mais sobre o V do conhecimento
Os diagramas do tipo V do conhecimento foram desenvolvidos pelo pesquisador norte-americano Bob 
Gowin no fim da década de 1970. Gowin e seus colaboradores perceberam que eles são um importante re-
curso que auxilia estudantes e educadores a se aprofundar na estrutura e no significado do conhecimento.
Explicando: a utilização do V de Gowin permite que se compreenda mais facilmente que o conhecimen-
to não está pronto, mas é construído. Isso ocorre conforme o estudante, ao fazer um diagrama desse tipo, 
se depara com questões, como as seguintes: “Que conhecimento foi produzido?”; “O que já se sabia antes?”; 
“Que acontecimentos e/ou objetos foram investigados?”; “Quais foram as perguntas que se buscou solu-
cionar nas investigações?”.
questões difíceis, e os que não estão bem têm dificulda-
de até com as fáceis (Campbell e Evans, 2000).
No entanto, a avaliação não pode ser considerada um 
elemento isolado, que visa unicamente a classificar os alu-
nos. As situações de avaliação devem permear todo o pro-
cesso de ensino-aprendizagem e por meio delas buscamos 
responder a perguntas como (Nigro e Campos, 2001):
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XXIIIMANUAL DO PROFESSOR
Momentos da avaliação e a coleção
A avaliação pode ser utilizada em diferentes mo-
mentos, cumprindo diferentes finalidades (Bell, B. 
2007). 
Logo no início de um capítulo didático, podemos 
dizer que a avaliação serve para verificar os conheci-
mentos prévios dos alunos. Essa avaliação inicial é 
muito importante, pois fornece subsídios fundamen-
tais para que seja executado algum plano didático. 
Afinal, sem saber como os alunos concebem determi-
nado conteúdo de aprendizagem ou o que já sabem 
sobre ele, como poderemos propor tarefas que pro-
movam uma aprendizagem significativa?
Na coleção, há diversos momentos favoráveis à 
avaliação dos conhecimentos prévios dos alunos, como 
nas aberturas de unidade ou de capítulo. 
Também no decorrer do processo de ensino e 
aprendizagem pode-se avaliar o que está ocorrendo: 
“Os alunos estão aprendendo?”, “As tarefas propostas 
estão adequadas?”, “O que pode ser feito daqui para 
a frente?”. Ao realizar uma avaliação dessa natureza 
dizemos que estamos fazendo uma avaliação forma-
tiva processual, ou seja, uma avaliação docaminho de 
aprendizagem seguido até o momento.
As avaliações formativas são fundamentais para 
saber se mantemos o planejamento inicial ou se de-
vemos alterá-lo para promover aprendizagens mais 
efetivas entre a maioria dos alunos.
Após a realização de uma unidade de ensino tam-
bém pode ser feita uma avaliação, nesse caso consi-
derada diagnóstica final. Se tudo correu bem, a 
maioria dos alunos deve fazer essa avaliação com tran-
quilidade.
Para os alunos, a avaliação diagnóstica final in-
dica se eles aprenderam o que se esperava e em 
que pontos precisam de reforços. Já para o profes-
sor, os resultados obtidos podem fornecer informa-
ções que o retroalimentarão quando for planejar um 
trabalho semelhante a ser realizado com outros 
alunos. 
Na coleção, várias das atividades propostas no 
final dos capítulos podem ser usadas para fazer uma 
avaliação diagnóstica.
A avaliação de atitudes
Você já se perguntou como avaliar as atitudes dos 
alunos em relação a algum tema, como, por exemplo, 
o trabalho em grupo?
Atualmente, as formas mais comuns de avaliação 
de atitudes são as feitas por meio de escalas do tipo 
Likert.
• Quais são as concepções dos alunos sobre deter-
minado assunto?
• Ocorreu aprendizagem significativa?
• Que estratégias devem ser adotadas para promover 
a aprendizagem significativa dos conteúdos?
• De que ajuda cada aluno precisa para avançar?
Assim, o professor e o aluno devem avaliar constan-
temente a coerência das explicações que dão, os pro-
cedimentos que escolhem, as atitudes que adotam, e, 
em função dessas avaliações, devem tomar decisões 
sobre o processo de ensino-aprendizagem.
Portanto, a avaliação tem o papel de “motor” das 
mudanças do ensino-aprendizagem. Afinal, “se o aluno 
não avalia o significado daquilo que aprende, podemos 
dizer que ele aprendeu algo? E se o professor não ava-
lia as necessidades dos alunos, poderá propiciar algu-
ma tarefa efetiva?” (Sanmartí, 2007).
Encarar a avaliação dessa maneira envolve uma mu-
dança efetiva em nossa postura de professores: deve-
mos fazer avaliações em diferentes momentos de uma 
unidade de ensino, devemos planejá-las e usá-las para 
obter informações que retroalimentem o curso e deve-
mos considerar que nossos objetivos foram atingidos 
quando a maioria dos alunos consegue se sair bem!
Considerando isso, apresentamos a seguir os para-
digmas que norteiam a avaliação no ensino de Ciências 
(Rodríguez-Barreiro, 1992).
PARADIGMAS PARA 
A AVALIAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS
A avalia•‹o deve:
• estar integrada ao ensino-aprendizagem;
• propiciar informação (para professor e aluno) sobre 
iniciativas para modificar o trabalho;
• ser percebida, por alunos e professores, como 
instrumento de ajuda;
• ser usada pelo professor como instrumento 
investigativo para retroalimentar o seu curso;
• não ser classificatória, isto é, preocupada em 
classificar os alunos em “bons” ou “ruins”;
• contemplar vários aspectos da aprendizagem, e não 
só a memorização;
• procurar discernir progressos dos alunos;
• ser um instrumento que busca refletir a qualidade da 
aprendizagem;
• objetivar que a maioria dos alunos se saia bem;
• ser diferenciada conforme seus objetivos: na 
avaliação inicial, busca-se reconhecer as ideias 
dos alunos; na avaliação formativa, busca-se 
retroalimentar o ensino-aprendizagem; na avaliação 
somativa, busca-se fazer o diagnóstico final;
• ser instrumento a serviço da melhora do ensino.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 23 12/9/17 3:00 PM
XXIV MANUAL DO PROFESSOR
Nas escalas do tipo Likert, os alunos devem atribuir um valor (de 1 a 5, por exemplo, conforme o grau de con-
cordância que tenham – de completo desacordo a de total acordo) a um conjunto de enunciados sobre o tema em 
questão (no caso, o trabalho em grupo). Um exemplo de escala do tipo Likert, para a avaliação de atitudes relacio-
nadas ao trabalho em grupo, é apresentado a seguir (Bolívar, 1998).
ESCALA DE ATITUDES DO TIPO LIKERT SOBRE O TRABALHO EM GRUPO
01
Quando estou em um grupo de companheiros e amigos, sempre tento que façam o que 
quero.
1 2 3 4 5
02 Falar em grupo não serve para nada porque ninguém presta atenção. 1 2 3 4 5
03
Quando estou em grupo, tento convencer os outros se acho que eles estão 
equivocados.
1 2 3 4 5
04 É importante escutar os outros quando fazemos coisas em grupo. 1 2 3 4 5
05
Não gosto de fazer trabalhos em grupo porque nunca entro em acordo com os meus 
companheiros.
1 2 3 4 5
06 Se estou em grupo e os demais querem que eu faça algo, acato a decisão do grupo. 1 2 3 4 5
07
Quando se decide algo em grupo, levo em consideração a decisão, ainda que não esteja 
de acordo.
1 2 3 4 5
08 Quando trabalho em grupo, eu mesmo prefiro estabelecer as regras. 1 2 3 4 5
09 Trabalho em grupo só quando o professor me obriga. 1 2 3 4 5
10 Quando estou em um grupo e alguém me diz algo de que não gosto, fico nervoso. 1 2 3 4 5
11
Quando estou em um grupo em discussão, deixo os outros terminarem de falar antes de 
dizer algo.
1 2 3 4 5
12 Quando estou em um grupo, não fico calado e digo o que penso. 1 2 3 4 5
13
Quando estou em um grupo, tento falar com os outros para entrarmos em algum 
acordo.
1 2 3 4 5
14 Os grupos funcionam melhor quando todos concordam com as normas. 1 2 3 4 5
15 Gosto de cooperar com os meus companheiros de grupo. 1 2 3 4 5
16 É mais agradável trabalhar em grupo. 1 2 3 4 5
17 Fazer coisas em grupo é uma chateação, prefiro trabalhar sozinho. 1 2 3 4 5
18 É perda de tempo escutar os outros quando estou em grupo. 1 2 3 4 5
19 Defendo as coisas que diz o meu grupo, ainda que não esteja de acordo. 1 2 3 4 5
20 Quando estou em um grupo, fico aborrecido por ter de escutar o que os outros dizem. 1 2 3 4 5
21 É melhor trabalhar em grupo, pois se aprende melhor. 1 2 3 4 5
Adaptado de: BOLÍVAR, A. La evaluación de valores y actitudes. Madrid: Anaya, 1998.
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 24 12/9/17 3:00 PM
XXVMANUAL DO PROFESSOR
III. Estrutura geral da cole•‹o
Esta coleção é composta de cinco livros, do 1o ao 5o ano do Ensino Fundamental. De modo geral, ca-
da livro está estruturado conforme descrito a seguir.
Início do livro
No início do volume você encontrará a Apresentação, o 
minimanual Conheça seu livro e o Sumário.
Apresentação
Traz sempre um pequeno texto, cujo objetivo é dar ao aluno 
uma visão geral do que vai ser estudado durante o ano.
É interessante ler essa apresentação com os alunos no pri-
meiro dia de aula e pedir que escrevam, em uma folha à parte e 
datada: o que, segundo o texto, vai ser estudado em Ciências, o 
que eles já sabem sobre esses assuntos e o que gostariam de 
saber.
No fim do bimestre, do semestre ou do ano letivo, peça aos 
alunos que realizem essa tarefa novamente, em outra folha data-
da. Dessa forma, eles poderão ler e comparar as respostas e, 
assim, tornar-se mais conscientes de seu aprendizado, além de 
terem a oportunidade de expressar suas emoções em relação ao 
curso de Ciências que fizeram e de manifestar sua motivação 
para prosseguir o estudo.
Conheça seu livro
Aqui é apresentada a organização dos cinco livros que compõem esta coleção: a abertura das unidades, os 
capítulos, as seções, os destaques e avisos, além dos textos e das atividades.
APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO
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CRESCER E SE MODIFICAR, BRINCAR E SE 
EMOCIONAR, APRENDER SOBRE NOSSO 
MUNDO E SABER ALGUMAS COISAS 
QUE ACONTECEM COM ELE, IR PRA LÁ, 
VIR PRA CÁ, VIAJAR PRA BEM LONGE… 
ISSO TUDO VOCÊ VAI VER NESTE SEU 
PRIMEIRO LIVRO DE CIÊNCIAS.
VOCÊ VAI DESCOBRIR TAMBÉM 
QUE ESTE LIVRO É MUITO MAIS 
DO QUE VOCÊ PODERIA 
IMAGINAR!
O AUTOR
3
CONHEÇA SEU LIVRO
4
ESTE BILHETE SEMPRE 
TRAZ UM RECADO 
ESPECIAL PARA VOCÊ.
SE APARECER UMA PALAVRA 
OU EXPRESSÃO COM FUNDO 
VERDE, CONSULTE O 
GLOSSÁRIO NO FIM DO LIVRO.
ATIVIDADE 
PRÁTICA
AQUI VOCÊ PÕE 
EM PRÁTICA A 
ATIVIDADE 
PROPOSTA E SE 
DIVERTE COM 
OS COLEGAS.
COM A PALAVRA...
ENTREVISTASCOM 
DIFERENTES 
PROFISSIONAIS FARÃO 
VOCÊ PERCEBER QUE 
O CONHECIMENTO 
TAMBÉM PODE SER 
ADQUIRIDO ALÉM 
DOS LIVROS.
VEJA A SEGUIR COMO SEU LIVRO DE CIÊNCIAS ESTÁ ORGANIZADO. 
DEPOIS, COM UM COLEGA, FOLHEIE O LIVRO E DESCUBRA TUDO O 
QUE ESTÁ APRESENTADO NESTAS PÁGINAS.
UNIDADES
ESTE LIVRO É DIVIDIDO 
EM QUATRO UNIDADES. 
NO INÍCIO DE CADA UMA 
HÁ UMA IMAGEM SOBRE 
O ASSUNTO A SER 
ESTUDADO.
42 UNIDADE 2 
 SEUS DENTES, SUA IDADE
POR QUE OS DENTES DAS CRIAN‚AS CAEM?
EMBAIXO DO DENTE DE LEITE DA CRIANÇA 
EXISTE OUTRO DENTE. À MEDIDA QUE ESSE
OUTRO DENTE CRESCE, O DENTE DE LEITE VAI 
“AMOLECENDO” (DESPRENDENDO-SE DA 
GENGIVAVV )AA ATÉ CAIR E DAR LUGAR AO OUTRO. 
QUANTO TEMPO DURA O DENTE QUE 
SUBSTITUI O DENTE DE LEITE?
ELE FICARÁ CONOSCO PELO RESTO DA
VIDA, POR ISSO É CHAMADO DE DENTE
PERMANENTE. EM GERAL, UM ADULTO TEM
32 DENTES PERMANENTES, E UMA CRIANÇA 
QUE AINDA NÃO COMEÇOU A TROCAR OS 
SEUS DENTES TEM 20 DENTES DE LEITE.
O QUE DEVEMOS FAZER PARA CUIDAR DOS NOSSOS DENTES?
TEMOS DE ESCOVAR OS DENTES ADEQUADAMENTE. ALÉM DISSO, É
IMPORTANTE LIMPAR MUITO BEM O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO,
POIS AÍ PODE SE ACUMULAR MUITA SUJEIRA. PARA ISSO, DEVEMOS USAR O 
FIO DENTAL.
EXISTE ALGUM RECADO IMPORTANTE QUE VOCÊ GOSTARIA DE NOS PASSAR?
SIM, O PRIMEIRO É: EVITE COMER BALAS, DOCES E OUTRAS GULOSEIMAS. 
ELES SÃO GOSTOSOS, MAS CONTRIBUEM PARA QUE OCORRAM VÁRIOS 
PROBLEMAS NOS DENTES. O SEGUNDO RECADO É: VISITE UM DENTISTA 
REGULARMENTE. ELE PODE AJUDÁ-LO A MANTER OS DENTES LIMPOS E A 
PREVENIR PROBLEMAS DENTÁRIOS.
COM A PALAVRAÉ
 A DOUTORA SÔNIA MARIA ALVES 
RECOMENDA: VISITE O DENTISTA 
REGULARMENTE.
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MASTIGAR OS ALIMENTOS ANTES DE ENGOLIR É O PRIMEIRO PASSO DA 
DIGESTÃO. E PARA ISSO PRECISAMOS DOS NOSSOS DENTES. QUE TAL 
CONHECER UM POUCO MELHOR OS SEUS DENTES?
PARA COMEÇAR, ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DA 
ENTREVISTA COM UMA DENTISTA. VEJA O QUE ELA TEM A NOS DIZER.
VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES E APRENDER 
A CUIDAR DELES.
CAPÍTULOS
SÃO 8 CAPÍTULOS NO TOTAL. 
CADA UM DELES É COMO UMA 
HISTÓRIA, COM INÍCIO, 
DESENVOLVIMENTO E FINALIZAÇÃO, 
NA FORMA DE ATIVIDADES.
PARA INICIAR
AQUI VOCÊ E OS COLEGAS 
CONVERSAM SOBRE O QUE 
VÃO ESTUDAR E PODEM DAR 
OPINIÕES SOBRE OS 
TEMAS. QUEREMOS OUVIR 
O QUE VOCÊS TÊM A DIZER!UNIDADE 1 22
SERES VIVOS SE 
DESENVOLVEM
CAPÍTULO
2
O QUE É VIVO NESSE AQUÁRIO?
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES VIVOS, SUA 
REPRODU‚ÌO E SEU DESENVOLVIMENTO.
 ● FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É VIVO E OUTRA DO 
QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA.
 ● EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO DO QUE NÃO 
TEM VIDA?
 ● COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO 
E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO 
ADULTOS?
PARA INICIAR
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11 CAPÍTULO 1
QUE TAL CONSTRUIRMOS UM AMBIENTE “ARTIFICIAL”?
COMO FAZER
1. CUBRA O FUNDO DO RECIPIENTE 
COM TERRA.
ATENÇÃO
LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A TERRA. 
SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS.
ATIVIDADE PRÁTICA
MATERIAL
 ÁGUA
 FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS 
 RECIPIENTE PLÁSTICO 
(BACIA OU BANDEJA)
 REVISTAS OU JORNAIS 
 SACO PLÁSTICO
 TERRA
 TESOURA DE PONTAS 
ARREDONDADAS
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2. RECORTE UM PEDAÇO DE PLÁSTICO 
E ACOMODE-O NA TERRA PARA 
CRIAR UM LAGO. COLOQUE 
UM POUCO DE ÁGUA.
QUE TAL COLOCA
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HUMANOS NESSE 
AMBIENTE?
QUE TAL COLOCA
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3. FINQUE ALGUMAS FOLHAS E 
PEDAÇOS DE PLANTAS NA TERRA, 
POSICIONANDO-OS COMO ACHAR 
MELHOR.
4. RECORTE IMAGENS DOS ANIMAIS 
QUE VÃO “MORAR” NESSE 
AMBIENTE E COLOQUE-AS DENTRO 
DO RECIPIENTE.
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Sol, céu 
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Unidade
 Nesta imagem, o que é visível no céu?
 Qual é o provável horário que essa 
cena retrata: será que é manhã, 
tarde ou noite? 
 Como é o formato e a posição das 
sombras que aparecem na imagem?
5
O QUE ESTUDAMOS
AQUI VOCÊ CONFERE O QUE ESTUDOU, 
RELEMBRANDO OS TEMAS TRABALHADOS 
NOS CAPÍTULOS DA UNIDADE. 
ESTE É O MOMENTO DE REFLETIR SOBRE 
O QUE APRENDEU E SOBRE A FORMA DE 
AGIR, PENSAR E SENTIR NO DIA A DIA.
VOCABULçRIO: PARA FACILITAR A 
COMPREENSÃO DOS TEXTOS, O 
SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS 
SERÁ APRESENTADO NA PRÓPRIA PÁGINA.
UNIDADE 2 O UE ESTUDAMOS66 67
O UE ESTUDAMOS
... APRENDEU 
A CUIDAR DOS 
MACHUCADOS. 
... EXPLOROU 
OS SENTIDOS 
DO CORPO 
HUMANO.
... COMPREENDEU 
DIVERSOS CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER 
COM O CORPO.
 FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE 
VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
 DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES?
 E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE MACHUCAR?
 O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE SEUS PAIS 
TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO?
... ESTUDOU OS DENTES 
E COMPREENDEU A 
IMPORTÂNCIA DE 
MANTÊ-LOS SEMPRE LIMPOS.
... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO 
MAIS VELHO E, PORTANTO, JÁ É 
MAIS RESPONSÁVEL POR 
DESENVOLVER HÁBITOS QUE 
PROMOVEM SAÚDE. 
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RELEMBRE O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR SOBRE O 
QUE VOCÊ APRENDEU NESTA UNIDADE QUE ANTES NÃO SABIA.
VOCæ...
NESTA UNIDADE:
 APRENDEMOS QUE MUDAMOS COM O PASSAR DO TEMPO E QUE DEVEMOS 
CUIDAR DE NÓS MESMOS.
 ENTENDEMOS QUE DEVEMOS PREVENIR ACIDENTES E TER HÁBITOS 
SAUDÁVEIS PARA CUIDAR DA NOSSA SAÚDE.
 ESTUDAMOS QUE ESTRUTURAS DO NOSSO CORPO SE RELACIONAM À 
PERCEPÇÃO DO MUNDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS.
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MURAL DA TURMA
QUE TAL COMPARTILHAR SUAS 
PRODUÇÕES COM OS COLEGAS? 
ESSE É O OBJETIVO DO MURAL.
5756 CAPÍTULO 4UNIDADE 2 
4 LEIA AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, QUE COMEÇAM 
NESTA PÁGINA E CONTINUAM NA PÁGINA SEGUINTE.
5 AGORA, RESPONDA:
A) EM QUAL DESSAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU FERIMENTOS 
SUPERFICIAIS? EXPLIQUE COMO FOI ESSE FERIMENTO.
 
B) EM QUAL DAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU UM FERIMENTO MAIS 
GRAVE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.
 
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6 NOS TRECHOS ABAIXO, AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS CONTAM 
COMO AS CRIANÇAS TRATARAM DE SEUS MACHUCADOS.
7 AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE:
A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA 
HISTÓRIA?
B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA 
HISTÓRIA?
8 MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM 
QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE 
MACHUCOU. CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO.
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VAMOS VER DE NOVO?
AQUI VOCÊ RETOMA O QUE FOI 
ESTUDADO NO CAPÍTULO POR MEIO 
DE TEXTOS, ESQUEMAS E ATIVIDADES.
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VAMOS VER DE NOVO?
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DEVE RECEBER
DENTE
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 NOSSA DENTIÇÃO MUDA À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA.
 DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE E VISITAR O DENTISTA 
REGULARMENTE.
 DEVEMOSDESENVOLVER HÁBITOS QUE FAVOREÇAM NOSSA SAÚDE, 
COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE, POR EXEMPLO.
 POSSUÍMOS DIFERENTES SENTIDOS: TATO, GUSTAÇÃO, OLFATO, VISÃO 
E AUDIÇÃO.
1 COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES 
MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE
2 LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA.
PODE SER PROMOVIDA POR
PODEM SE RELACIONAR, 
POR EXEMPLO, COM A(O)
ENVOLVE, POR EXEMPLO, CUIDADO COM OS
SER HUMANO
DESCANSO
SAÚDE
HÁBITOS
SENTIDOS
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TATO AUDIÇÃO
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PODE SER
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A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE 
PERSONAGEM?
 
B) NO CADERNO, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, 
DE FORMA BEM-HUMORADA, UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE 
MUDAR OU UM HÁBITO QUE VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR.
3 ANALISE A IMAGEM E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE SENTIDOS 
ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS?
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
TECENDO SABERES
NESTA SEÇÃO VOCÊ VERÁ COMO 
TUDO O QUE APRENDEU PODERÁ 
AJUDAR NO ESTUDO DE OUTRAS 
ÁREAS DO CONHECIMENTO.
TECENDO SABERES
UNIDADE 4 122 TECENDO SABERES 123
1 Leia o texto e troque ideias com os colegas: Qual será o presente que o 
narrador do texto quer ganhar? 
Um presente de papel
Eu queria um presentinho,
um presente de Natal.
Não precisa ser de plástico,
muito menos de metal.
Um presente em que eu embarque,
em que eu possa viajar.
[...]
Com ele eu não fico só,
e com ele eu posso sorrir.
Posso até ficar com medo,
mas eu vou me divertir.
[...]
Vou pedir para o meu pai
— finjo que é Papai Noel —
O presente que eu quero
É um presente de papel!
[...]
Pedro Bandeira. Mais respeito, eu sou 
criança! São Paulo: Moderna, 2009.
Identifique nas imagens da dobradura figuras 
geométricas como o 
triângulo e o quadrado.
Identifique nas imagens 
5 Converse com seus pais ou responsáveis e com os colegas e responda:
a) De que seus pais ou responsáveis costumavam brincar quando tinham a 
sua idade?
b) Você e os colegas costumam brincar das mesmas brincadeiras que seus 
pais ou responsáveis brincavam?Hag
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2 No diagrama de letras, identifique os materiais citados no texto da página anterior.
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C N L E J L C J U U E D Y O I B Z
Assim também aprendo
3 No caderno, acrescente um ou dois versos ao texto da página anterior, 
citando um material elaborado que estudamos nesta unidade: o vidro.
4 Que tal fazer e dar de 
presente para seus 
amigos um origâmi? 
Pegue um pedaço 
quadrado de papel e 
siga o passo a passo!
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ASSIM TAMBÉM APRENDO
QUE TAL APRENDER UM POUCO MAIS 
COM JOGOS E ATIVIDADES DIVERTIDAS? 
ESSE É O OBJETIVO DESTA SEÇÃO.
6160 CAPÍTULO 4UNIDADE 2 
4 VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS AJUDAR 
A DESENVOLVER HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA O NOSSO BEM-ESTAR. 
• FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: 
• BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS 
RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) E 
OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, NÃO 
ESCOVAR OS DENTES).
• BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM 
O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2.
• MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS LOCAIS 
INDICADOS NO TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
FEIJÃO COLORIDO
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PARA MARCAR AS 
CASAS NO 
TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
• SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER QUANTAS 
CASAS ANDAR NA TRILHA.
• AO CHEGAR NO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO 
DE HÁBITOS.
• SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA. 
SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA.
• SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO 
JOGADOR: ELE DEVERÁ FAZER UMA MÍMICA PARA REPRESENTAR 
ESSE HÁBITO. 
• VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO.
5 COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. 
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BARALHO 
DE 
NÚMEROS
BARALHO
 
DE 
HÁBITOS
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XXVI MANUAL DO PROFESSOR
Sumário
Nele estão indicados os títulos das unidades e dos capítulos, assim como a localização de seções como Vamos 
ver de novo?, Tecendo saberes e O que estudamos. Também são indicados o Glossário e a Bibliografia.
As unidades didáticas
Os conteúdos conceituais são apresentados em quatro unidades didáticas. As unidades do 1o ao 3o ano contam, 
cada uma, com dois capítulos; nos volumes do 4o e do 5o ano, há unidades didáticas com dois ou três capítulos. 
34
SOMOS HUMANOS2
UNIDADE
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SOMOS HUMANOS
 DE QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO? 
QUE PARTES DO CORPO DELAS ESTÃO EM 
MOVIMENTO NESSAS BRINCADEIRAS? 
 QUAIS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AS 
PESSOAS QUE ANDAM DE BICICLETA ESTÃO 
USANDO?
 O QUE VOCÊ ACHA QUE AS DIFERENTES 
CRIANÇAS REPRESENTADAS NESTA IMAGEM 
ESTÃO SENTINDO? VOCÊ JÁ SE SENTIU 
COMO ALGUMA DELAS?
35
DESENVOLVIMENTO E 
CORPO HUMANO 382
UNIDADE
6
SUMÁRIO
AMBIENTE E 
SERES VIVOS 81
UNIDADE
CAPÍTULO 1
DIFERENTES AMBIENTES 10
PARA INICIAR 10
ATIVIDADE PRÁTICA 11
OBSERVANDO AMBIENTES 12
MÃOS À OBRA 16
A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS 18
VAMOS VER DE NOVO? 20
CAPÍTULO 2
SERES VIVOS SE DESENVOLVEM 22
PARA INICIAR 22
ATIVIDADE PRÁTICA 23
PLANTAS SE DESENVOLVEM 24
VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE 28
VAMOS VER DE NOVO? 32
TECENDO SABERES ..................... 34
O QUE ESTUDAMOS .................... 36
CAPÍTULO 3
VOCÊ ESTÁ FICANDO MAIS VELHO 40
PARA INICIAR 40
ATIVIDADE PRÁTICA 41
SEUS DENTES, SUA IDADE 42
SEUS HÁBITOS, SUA IDADE 44
SENTIR E PERCEBER 46
VAMOS VER DE NOVO? 50
CAPÍTULO 4
FERIMENTOS E CUIDADOS 52
PARA INICIAR 52
ATIVIDADE PRÁTICA 53
QUANDO NOS MACHUCAMOS... 54
CUIDE-SE! 58
VAMOS VER DE NOVO? 62
TECENDO SABERES ..................... 64
O QUE ESTUDAMOS .................... 66
SOL, CÉU 
E NUVENS 683
UNIDADE
INVENÇÕES, 
TERMÔMETROS 
E MATERIAIS 964
UNIDADE
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CAPÍTULO 5
OBSERVAR O CÉU 70
PARA INICIAR 70
ATIVIDADE PRÁTICA 71
RELÓGIO DE SOL 72
NUVENS NO CÉU 76
VAMOS VER DE NOVO? 78
CAPÍTULO 6
COMO ESTARÁ O TEMPO? 80
PARA INICIAR 80
ATIVIDADE PRÁTICA 81
O TEMPO ANUNCIADO 82
METEOROLOGIA 86
VAMOS VER DE NOVO? 90
TECENDO SABERES ..................... 92
O QUE ESTUDAMOS .................... 94
CAPÍTULO 7
INVENÇÕES: QUENTE E FRIO 98
PARA INICIAR 98
ATIVIDADE PRÁTICA 99
TERMÔMETRO: UM INSTRUMENTO 
DE MEDIDA 100
ÁGUA QUE NÃO É LÍQUIDA 104
VAMOS VER DE NOVO? 108
CAPÍTULO 8
INVENÇÕES: OBJETOS 
E MATERIAIS 110
PARA INICIAR 110
ATIVIDADE PRÁTICA 111
DIFERENTES OBJETOS, 
DIFERENTES MATERIAIS 112
MATERIAIS ELABORADOS 116
VAMOS VER DE NOVO? 120
TECENDO SABERES ..................... 122
O QUE ESTUDAMOS .................... 124
GLOSSÁRIO 126
BIBLIOGRAFIA 128
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XXVIIMANUAL DO PROFESSOR
Capítulos organizados como módulos didáticos
Para viabilizar o ensino-aprendizagem, nesta obra procuramos desenvolver capítulos como se fossem módu-
los didáticos completos, e não aulas ou atividades isoladas. Podemos dizer, portanto, que cada capítulo didático 
se parece com uma história.
Características de um capítulo didático
• Apresenta-se como uma narrativa, com começo, meio e fim.
• Apresenta contextos familiares aos alunos.
• Motiva os alunos a se envolver pessoalmente com o conteúdo (e a se empenhar em solucionar as indagações 
propostas).
• Contém uma sériede mensagens complexas, implícitas e explícitas, percebidas pelos alunos.
Cada capítulo apresenta grande autonomia e pode, portanto, ser visto como uma “história” dentro de um 
livro com várias outras “histórias” (ou seja, um livro com vários outros capítulos didáticos). Isso possibilita com-
patibilizar a obra com o seu trabalho da maneira que julgar mais adequada.
A seguir apresentamos detalhadamente a estrutura de cada capítulo didático. Os volumes do 1o ao 3o ano 
têm oito capítulos didáticos; no 4o e no 5o ano, cada volume tem dez capítulos didáticos, planejados especifica-
mente para o ensino de Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Estrutura do capítulo didático
Assim como uma história, cada capítulo didático possui um início, um desenvolvimento e um fim. Observe o 
quadro a seguir e conheça as partes que, de modo geral, constituem o início, o desenvolvimento e o fim de 
cada capítulo didático e também o fim das unidades didáticas desta coleção.
CAPÍTULO DIDÁTICO FIM DA 
UNIDADE DIDÁTICAInício Desenvolvimento Fim
• Figura inicial e questão inicial
• Para iniciar
• Atividade prática
• Problemas
• Assim também aprendo
• Mural da Turma
• Com a palavra...
• Desafio
• Vamos ver de 
novo?
• Tecendo saberes
• O que estudamos
Conheça a seguir as características de cada parte de um capítulo didático. 
 CAPÍTULO 7
 
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1 COM A AJUDA DO PROFESSOR, RELEIA O TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR 
E CIRCULE AS PALAVRAS QUE SE REFEREM AO TEMPO QUE PASSA. SÃO 
AS MESMAS INDICADAS NO BANCO DE PALAVRAS ABAIXO.
SEMANA DIAS ONTEM AMANHÃ DOMINGO
2 COM A AJUDA DO PROFESSOR, LEIA 
AS MANCHETES DE JORNAL QUE 
INFORMAM SOBRE O TEMPO 
METEOROLÓGICO. CIRCULE O 
PERÍODO DO DIA CITADO EM CADA 
TEXTO: MANHÃ, TARDE OU NOITE.
FOLHA DO CIDADÌO
VENTOS FORTES A TARDE TODA. A TEMPERATURA DEVE CAIR
DIçRIO DE NOTêCIA
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CHUVAS CAUSAM 
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DA NOITE
JORNAL DA CIDADE
TEMPERATURAS ALTAS NO 
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3 AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E CRIE ORALMENTE UMA 
MANCHETE. PEÇA A AJUDA DO PROFESSOR PARA ESCREVÊ-LA E AFIXÁ-LA 
NO MURAL DA CLASSE. LEMBRE-SE DE INDICAR O PERÍODO DO DIA EM 
QUE O EVENTO NOTICIADO OCORREU: MANHÃ, TARDE OU NOITE.
DESAFIO
95
 O TEMPO QUE PASSA
VAMOS EXPLORAR OS DIFERENTES 
PERÍODOS DO DIA E AS DATAS DO ANO.
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 [...]
— MAMÃE, O QUE É SEMANA? — 
JOÃO SEMPRE PERGUNTAVA.
— SEMANA SÃO SETE DIAS —
ELA SEMPRE EXPLICAVA.
MAS JOÃO SE CONFUNDIA.
MAS JOÃO SE ATRAPALHAVA.
— ONTEM, DOMINGO, AMANHÃ.
ANIVERSÁRIO, NATAL...
NOS DEDOS JOÃO CONTAVA:
— FALTA PÁSCOA E CARNAVAL...
— NADA DISSO, MEU QUERIDO.
SÃO SETE, TUDO SEGUIDO...
A MÃE ACHAVA ENGRAÇADO.
E JOÃO FICAVA BRAVO, POR SER TÃO ATRAPALHADO.
[...]
MACHADO, ANA MARIA. UM DIA DESSES... 
SÃO PAULO: ÁTICA, 2016.
94
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 27 12/9/17 3:01 PM
XXVIII MANUAL DO PROFESSOR
UNIDADE 3 
PELOS MARES
CAPÍTULO
5
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR O MAR: QUE SERES VIVOS PODEM 
SER ENCONTRADOS NELE? COMO O SER HUMANO TEM EXPLORADO 
ESSE AMBIENTE?
 ● VOCÊ GOSTA DO MAR?
 ● O QUE VOCÊ ACHA QUE PODEMOS ENCONTRAR NO MAR?
 ● TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS: COMO VOCÊ ACHA QUE O SER 
HUMANO TEM CUIDADO DOS MARES?
PARA INICIAR
O QUE PODEMOS ENCONTRAR NO MAR?
Jag_cz/Shutterstock
1 METRO
62
Início do capítulo organizado como módulo didático
Imagem inicial e questão inicial – Todos os capítulos didáticos têm uma imagem e uma questão iniciais.
Conversar com os alunos sobre essa imagem e as possíveis respostas à questão inicial é uma estratégia que 
potencialmente:
• motiva-os;
• instiga-os a estudar os assuntos do capítulo;
• fortalece os vínculos com o professor e com o material didático.
Em diferentes momentos do capítulo didático, você pode convidar os alunos a rever a imagem inicial e redis-
cutir as respostas que deram para a questão apresentada. Isso favorece o envolvimento dos alunos com o capí-
tulo e a reflexão sobre o próprio aprendizado: 
– O que eu comentei antes, ao ver essa imagem, é o mesmo que eu comento agora?
– Antes, quando íamos começar a estudar o capítulo didático, eu via nessa imagem o mesmo que vejo agora?
– A resposta que eu dei antes, para a questão inicial, é a mesma que dou agora? O que mudou?
Para iniciar – Sempre no início do capítulo, e imediatamente depois da imagem e da questão iniciais, essa seção: 
• incentiva os alunos a falar sobre assuntos relacionados aos conteúdos conceituais que serão estudados, ex-
pressando assim suas ideias de forma consciente;
• cria condições para que as ideias cientificamente aceitas sejam apresentadas somente como uma das possi-
bilidades, valorizando o conhecimento prévio dos alunos;
• pode motivar os alunos;
• ajuda a criar contextos para as informações novas que serão apresentadas no decorrer do capítulo;
• começa a apresentar os conteúdos conceituais em contextos familiares e próximos dos alunos.
NÚMERO DO CAPÍTULO TÍTULO DO CAPÍTULO
QUESTÃO INICIAL
IMAGEM INICIAL
PARA INICIAR
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 28 12/9/17 3:01 PM
XXIXMANUAL DO PROFESSOR
53 CAPÍTULO 4
QUE TAL MONTAR A PEÇA “POSTO DE SAÚDE” COM OS COLEGAS?
COMO FAZER
1. DECIDAM QUEM SERÃO AS 
PERSONAGENS PRINCIPAIS E 
POR QUE VÃO PROCURAR O 
POSTO DE SAÚDE.
ATIVIDADE PRÁTICA
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2. CAPRICHEM NA MONTAGEM 
DO CENÁRIO QUE 
REPRESENTARÁ O POSTO
DE SAÚDE.
3. ENCENEM O ATENDIMENTO 
FEITO PELO MÉDICO, 
ENFERMEIRO OU AGENTE 
DE SAÚDE. 
4. ENCERREM A PEÇA TEATRAL 
COM UM RECADO SOBRE A 
IMPORTÂNCIA DOS POSTOS
DE SAÚDE.
Na seção Para iniciar, procuramos criar certa “atmosfera”, com o propósito de atrair o aluno para o capítulo 
didático a ser desenvolvido. De maneira geral, os temas giram em torno de assuntos do cotidiano, que são reto-
mados durante o desenvolvimento da unidade. 
Você pode considerar as perguntas da seção Para iniciar um instrumento para avaliar as concepções prévias 
dos alunos. Já para estes, elas têm, inicialmente, a finalidade de levá-los a tomar conhecimento daquilo que vão 
estudar. 
É aconselhável que, de tempos em tempos, você peça aos 
alunos que revejam o que escreveram ou discutiram como 
respostas às questões desse item e então reflitam se, depois 
de terem realizado determinado trabalho ou sequência de 
atividades, responderiam da mesma forma a tais perguntas.
Permitir aos alunos comparar suas concepções antes e 
depois do estudo de um capítulo didático possibilita que eles 
tenham uma dimensão de como evoluíram e avaliem a sua 
própria aprendizagem, refletindo sobre as mudanças concei-
tuais e também sobre as atitudes e os procedimentos que 
desenvolveram durante a execução de algumas atividades.
Atividade prática – Nessa seção, os alunos são incentivados 
a fazer uma exploração inicial dos assuntos que serão estuda-
dos. Aqui, mais especificamente, consideramos atividades prá-
ticas aquelas que não são desenvolvidas apenas com uso de 
lápis e papel. Por isso, essa seção apresenta uma grande diver-
sidade de atividades, podendo haver a sugestão da execução 
de demonstrações práticas, de experimentos descritivos, de 
entrevistas, de jogos. Trata-se, portanto, de uma excelente 
oportunidade para fortalecer o convívio entre os alunos, valo-
rizar a diversidade de opiniões e, de modo geral, estimular uma 
primeira aproximação com os temas que serão abordados.
Desenvolvimento do capítulo didático
Os capítulos equivalem a ciclos investigativos. São espaços reservados ao desenvolvimento do trabalho com 
conceitos, proposições conceituais, procedimentos e atitudes.
Depois da página inicial, em cada capítulo há:
• problemas a serem resolvidos pelo aluno ou pelo grupo de alunos;
• apresentação de fatos, eventos e fenômenos por meio de textos, entrevistas e ilustrações;
• propostas de atividades.
Atividades,textos e imagens – A obra usa muitas imagens (fotografias, desenhos, esquemas, tabelas, qua-
dros, gráficos), às quais o texto faz referência direta, incentivando a observação, a comparação e a análise por 
parte do aluno-leitor.
Os textos, geralmente curtos e de diferentes fontes, possibilitam ao aluno-leitor o acesso a novas informações 
e/ou a elaboração de sínteses. Eles costumam vir acompanhados de ilustrações e fotografias, um “descanso 
visual” que torna a apresentação dos textos mais suave e motiva os alunos a lê-los. Esclarecemos que procuramos 
sempre citar as referências do material consultado.
As atividades propostas nesta coleção foram desenvolvidas de modo a favorecer um aprendizado significa-
tivo. Ao solicitar aos alunos que as executem, é importante explicitar o contexto em que essas atividades se 
encaixam e a serviço da resolução de qual problema elas estão. Portanto, deve-se evitar que as atividades sejam 
feitas isoladamente em relação ao seu contexto, sem que os alunos percebam claramente por que as realizam.
As notas em torno das páginas do Livro do Aluno neste Manual fornecem vários subsídios para a condu-
ção das atividades, além de indicar sugestões de atividades complementares. 
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 29 12/9/17 3:01 PM
XXX MANUAL DO PROFESSOR
Em vários momentos do livro, em meio a textos, imagens e entrevistas, explicitamos para o aluno-leitor 
os possíveis passos investigativos que podem ser seguidos para encontrar respostas às indagações feitas. 
Porém, ressaltamos que o professor e o aluno devem encarar essas explicitações como sugestões de inves-
tigação, como uma forma possível – portanto, não a única – de lidar com as informações conhecidas, de 
buscar novos conhecimentos e de abordar os problemas propostos.
Com a palavra... – Apresenta entrevistas, que cumprem vá-
rios papéis neste livro. Elas:
• possibilitam ao aluno entrar em contato com um profissional 
especialista no assunto que está estudando; 
• facilitam ao aluno obter informações novas;
• apresentam algumas sínteses de parte do conteúdo traba-
lhado no capítulo;
• permitem que os alunos identifiquem, no dia a dia de alguns 
profissionais, os conceitos que estão sendo estudados.
Por meio das entrevistas, os alunos vão adquirindo a noção 
de que o conhecimento não está somente nos livros; afinal, di-
ferentes profissionais sempre têm algo a nos ensinar. Com isso 
eles poderão, aos poucos, se sentir motivados a conversar com 
as pessoas, a descobrir mais sobre as suas profissões e a valori-
zá-las (pois perceberão que sempre se pode aprender algo com 
alguém).
Mural da turma – Seção em que os alunos são convidados 
a colocar as suas produções em um espaço coletivo: o mural da 
classe. A construção desse mural incentiva-os a compartilhar 
suas produções e a socializar aquilo que estão aprendendo. A remodelação de murais durante uma unidade 
didática também serve de instrumento para avaliar o aprendizado da turma.
Em casos específicos, as notas neste Manual fornecem mais orientações sobre a construção e o uso do mural.
16 UNIDADE 1 
Como podemos classificar os animais em diferentes grupos? 
Existem cientistas que se dedicam a isso: são os siste-
matas. Eles são especializados na classificação de seres 
vivos. Leia a entrevista a seguir e conheça um pouco do 
trabalho desse profissional.
 Criando critérios e agrupando
Com a palavra...
Como é o trabalho de classificar animais?
É muito gostoso trabalhar com a classifi-
cação de animais: nós observamos como eles 
vivem, o que comem e como comem, por 
exemplo. Depois de estudá-los em seu am-
biente natural, nós os levamos para o labo-
ratório, onde fazemos uma descrição mais 
completa para poder classificá-los.
Como você organiza as suas observações?
Todo animal estudado tem uma ficha de 
descrição com nome, fotos ou desenhos que
faço dele, detalhes da sua coloração, de on-
algumas medidas do animal, como o tamanho 
do corpo.
Você pode falar um pouco mais sobre os 
animais que estuda?
Eu faço pesquisas com um grupo de ani-
mais marinhos chamados cnidários, mais
conhecidos pelas pessoas como águas-vi-
vas. Esses animais vivem no mar e são bas-
tante diferentes daqueles que estamos 
acostumados a ver: eles têm o corpo mole 
e cheio de tentáculos. Para se deslocar na 
água, lançam jatos de água com o movimen-
to do corpo.
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 Antonio Carlos Marques é sistemata e 
desenvolve pesquisas com águas-vivas.
 A água-viva é um cnidário, um dos grupos 
estudados pelos sistematas.
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Vamos agrupar alguns animais e conhecer o trabalho de 
cientistas que fazem a classificação dos seres vivos.
classificação:
distribuição de eventos, 
objeto, seres vivos, 
entre outros, em 
classes, obedecendo a 
critérios estabelecidos.
30 UNIDADE 1 
1 MURAL DA TURMA Com os colegas, faça na sala de aula um mural para mos-
trar a diversidade dos vertebrados. Veja, nesta página e na próxima, como 
começou a ficar o trabalho de uma turma.
4
Diversidade de vertebrados
 Esqueleto de bacalhau.
coluna vertebral
crânio
 Esqueleto de girafa.
coluna vertebral
crânio
 Esqueleto de coelho.
 Esqueleto de pinguim.
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 Esqueleto de pinguim.
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Esqueletos, Atlas Visuais 
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Elementos representados em 
tamanhos não proporcionais 
entre si.
31 CAPÍTULO 2
5 Escreva o nome das partes dos esqueletos apontadas pelas setas, como foi 
feito para o esqueleto do ser humano apresentado na página 28. Depois, com-
plete o quadro abaixo.
Animal
Morcego Ovelha Pinguim Tucano
Tem penas? n‹o Não Sim Sim
Tem pelos? Sim Sim Não Não
Põe ovos? Não Não Sim Sim
Amamenta 
os filhotes? Sim Sim Não Não
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 Esqueleto de pomba.
 Esqueleto de serpente.
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 Esqueleto de pomba.
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Quais destes seres 
vivos têm mais 
semelhanças entre si?
Quais destes seres 
coluna vertebral
 
coluna vertebral
 
2APISCie_GOV19_MP_p002_032_Parte Geral.indd 30 12/9/17 3:01 PM
XXXIMANUAL DO PROFESSOR
Fim do capítulo didático
Vamos ver de novo? – No fim de cada capítulo há um 
conjunto de itens e um mapa conceitual que resumem os 
conceitos estudados. Há também atividades para rever o 
que foi ensinado/aprendido.
Usando as ideias de J. D. Novak e D. B. Gowin (1984), 
podemos dizer que os mapas conceituais diferenciam-se 
de outros tipos de esquema na medida em que:
• expõem conceitos e proposições fundamentais em uma 
linguagem concisa;
• mostram as relações entre as ideias principais de modo 
simples e vistoso, aproveitando a capacidade humana 
para a representação visual;
• acentuam visualmente tanto as relações hierárquicas entre conceitos e proposições como as relações cruzadas 
entre grupos de conceitos e proposições.
Assim, os mapas conceituais apresentados aqui constituemum recurso visual eficaz para sintetizar os conceitos 
trabalhados.
Algumas atividades usam a elaboração desses esquemas. Outras exigem do aluno mais do que a simples memo-
rização: elas demandam diversas habilidades e capacidades desenvolvidas no decorrer de cada ciclo investigativo.
Fim da unidade didática
Tecendo saberes – Essa seção explora alguns temas que foram estudados em Ciências e propõe atividades 
que favorecem relações com outras disciplinas. Isso estimula a interdisciplinaridade e ajuda os alunos a perceber 
que diferentes disciplinas podem estar relacionadas.
O que estudamos – Essa seção destaca os principais 
tópicos da unidade didática e traz questões que podem 
ser utilizadas na autoavaliação e na reflexão de valores e 
atitudes relacionados ao conteúdo estudado.
Fim do livro 
No fim do livro há ainda um Glossário que apresenta 
algumas expressões e termos técnicos das ciências. Incen-
tivar os alunos a consultar o Glossário é um meio de levá-los 
a desenvolver o hábito de pesquisar (em dicionários, por 
exemplo) o significado dos termos encontrados nos textos 
que leem.
Material Digital do Professor
Complementa o trabalho desenvolvido no material impresso, com o objetivo de organizar e enriquecer o 
trabalho docente, contribuindo para sua contínua atualização e oferecendo subsídios para o planejamento e o 
desenvolvimento de suas aulas. Neste material, você encontrará: 
• orientações gerais para o ano letivo; 
• quadros bimestrais com os objetos de conhecimento e as habilidades que devem ser trabalhadas em cada 
bimestre;
• sugestões de atividades que favoreçam o trabalho com as habilidades propostas para cada ano;
• orientações para a gestão da sala de aula;
• proposta de projetos integradores para o trabalho com os diferentes componentes curriculares.
UNIDADE 4 114
O UE ESTUDAMOS
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RELEMBRE O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE O QUE 
VOCæ APRENDEU NESTA UNIDADE QUE ANTES NÌO SABIA.
VOCæ...
NESTA UNIDADE:
 CONHECEMOS CONDIÇÕES DO TEMPO, COMO A CHUVA E O VENTO.
 VIMOS PERÍODOS DO TEMPO QUE PASSA, COMO OS DIAS DA SEMANA E OS 
MESES DO ANO. 
 APRENDEMOS QUE EXISTEM SERES VIVOS DE HÁBITOS NOTURNOS E DE 
HÁBITOS DIURNOS.
 ESTUDAMOS MEIOS DE TRANSPORTE QUE AJUDAM O SER HUMANO A SE 
LOCOMOVER E ATÉ A IR AO ESPAÇO.
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... ANALISOU BOLETINS 
DO TEMPO, COMO OS 
QUE SAEM EM JORNAIS.
... CONHECEU ALGUNS 
PERÍODOS DO TEMPO 
QUE PASSA.
 O UE ESTUDAMOS 115
... EXPLOROU DIFERENTES 
MEIOS DE TRANSPORTE.
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FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E 
O QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
 O QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE APRENDER QUANDO ESTUDOU OS BOLETINS DO 
TEMPO?
 QUAL DOS MEIOS DE TRANSPORTE MOSTRADOS CHAMOU MAIS SUA ATENÇÃO? 
POR QUÊ?
 CONSIDERANDO TUDO O QUE VOCÊ ESTUDOU EM CIÊNCIAS DURANTE ESTE ANO, 
QUE ASSUNTOS VOCÊ FICOU COM VONTADE DE INVESTIGAR E EXPLORAR MAIS A 
FUNDO?
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... CONHECEU A HISTÓRIA 
DE ALGUNS MEIOS DE 
TRANSPORTE...
... E DESCOBRIU QUE ALGUNS 
DELES PODEM LEVÁ-LO PARA 
FORA DO PLANETA TERRA.
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... ESTUDOU SERES DE HÁBITOS 
NOTURNOS E DE HÁBITOS DIURNOS.
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... ESTUDOU SERES DE HÁBITOS 
NOTURNOS E DE HÁBITOS DIURNOS.
VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 3 78
Neste capítulo você aprendeu que:
 Â No céu podemos ver, entre outros elementos, o Sol e as nuvens.
 Â Durante o dia, o Sol pode ser visto em diferentes posições no céu.
 Â Observando a posição e o formato das sombras, podemos ter uma ideia da 
posição do Sol no céu e de que horas são.
 Â Existem três tipos básicos de nuvens: cúmulo, cirro e estrato. 
é onde podemos ver
promove o surgimento de
são usadas no
CÉU
SOL
SOMBRAS
RELÓGIO DE SOL
NUVENS
CÚMULO
CIRRO
ESTRATO
CIRRO
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 CAPÍTULO 5 79
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B 10 h 30 A 12 h C 17 h
A B C
1 Encontre, no diagrama, o nome dos três tipos de nuvem que estudamos neste 
capítulo.
 
Assim também aprendo
2 Analise as imagens e troque ideias com os colegas. Associe cada imagem 
com o horário mais provável que ela representa.
F T Z M J U L U G D R B U M A Z Y F G H
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XXXII MANUAL DO PROFESSOR
IV. Bibliografia
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AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Investigando o corpo humano. 
3. ed. São Paulo: Scipione, 2004.
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(1o e 2o ciclos do Ensino Fundamental). Secretaria de Educação 
Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1996.
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(3o e 4o ciclos do Ensino Fundamental). Secretaria de Educação 
Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997. 
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Coleção Ciência Divertida. São Paulo: Melhoramentos, 1999.
Coleção Ciência e Natureza. São Paulo: Time Life/Abril Livros, 1995.
Coleção Enciclopédia da Vida Selvagem Larousse. Barcelona: Al-
taya, 1997.
Coleção Guia Prático de Ciências. São Paulo: Globo, 1994.
Coleção Jovem Cientista. São Paulo: Globo, 1996.
Coleção Minha Primeira Enciclopédia. São Paulo: Ática, 2002.
Coleção Mundo Incrível. São Paulo: Globo, 1998.
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WOOD, R. W. When?: experiments for the young scientist. New 
York: TAB Books, 1995.
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TAB Books, 1995.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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Rogério G. Nigro
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática 
pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP
Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências
Ex-professor na rede particular de Ensino Fundamental e Médio
Assessor de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio
3a edição
São Paulo, 2017
Atualizado de acordo com a BNCC.
Ensino Fundamental – Anos Iniciais
Componente curricular: Ciências
Ciências
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Direção geral: Guilherme Luz
Direção editorial: Luiz Tonolli e Renata Mascarenhas
Gestão de projeto editorial: Tatiany Renó
Gestão e coordenação de área: Isabel Rebelo Roque 
e Tatiana Leite Nunes
Edição: Gustavo Eiji Kaneto, Mayra Sayuri Hatakeyama Sato, 
Regina Melo Garcia e Sabrina Nishidomi (editores), Larissa Zattar (assist.)
Gerência de produção editorial: Ricardo de Gan Braga
Planejamento e controle de produção: Paula Godo, 
Roseli Said e Marcos Toledo
Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga (ger.), Kátia Scaff Marques (coord.), 
Rosângela Muricy (coord.), Ana Curci, Ana Paula C. Malfa, Arali Gomes, 
Célia Carvalho, Cesar G. Sacramento, Daniela Lima, 
Gabriela M. Andrade, Luciana B. Azevedo, Maura Loria, 
Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Paula T. Jesus, 
Raquel A. Taveira e Tayra Alfonso
Arte: Daniela Amaral (ger.), André Gomes Vitale (coord.), 
Alexandre Miasato Uehara (edição de arte) 
 e Christine Getschko (abertura de unidades)
Diagramação: Alexandre Miasato Uehara (edit. arte)
Iconografia: Sílvio Kligin (ger.), Roberto Silva (coord.) 
e Douglas Cometti (pesquisa iconográfica) 
Licenciamentos de conteúdos de terceiros: Cristina Akisino (coord.) 
e Luciana Sposito (licenciamento de textos)
Tratamento de imagem: Cesar Wolf e Fernanda Crevin
Ilustrações: Giz de Cera, Hagaquezart Estúdio, Ideário Lab, 
Léo Fanelli, Jorge Zaiba, Kami Queiroz, Mouses Sagiorato
Cartografia: Eric Fuzii (coord.) e Robson Rosendo da Rocha
Design: Gláucia Correa Koller (ger. e proj. gráfico) 
e Talita Guedes da Silva (proj. gráfico)
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Todos os direitos reservados por Editora Ática S.A.
Avenida das Nações Unidas, 7221, 3o andar, Setor A
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Nigro, Rogério G.
 Ápis ciências, 2º ano : ensino fundamental, anos
iniciais / Rogério G. Nigro. -- 3. ed. -- São Paulo :
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 Suplementado pelo manual do professor.
 Bibliografia.
 ISBN 978-85-08-18781-2 (aluno)
 ISBN 978-85-08-18782-9 (professor)
 1. Ciências (Ensino fundamental) I. Título.
17-10620 CDD-372.35
Índice para catálogo sistemático:
1. Ciências: Ensino fundamental 372.35
2017
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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PROVAR, QUERER, GOSTAR… 
ASSIM É APRENDER A SENTIR, 
A VER, A OUVIR, A TOCAR, A CRIAR... 
UM POUQUINHO DE CADA VEZ, 
UM POUQUINHO A VIDA TODA.
AMBIENTES E SERES VIVOS, 
NOSSO CORPO E O MUNDO 
QUE NOS CERCA. TUDO ISSO 
VOCÊ ENCONTRA NESTE LIVRO, 
QUE TAMBÉM É UMA SEMENTE.
UMA SEMENTE QUE DEPENDE
DE VOCÊ PARA BROTAR 
E PARA DAR BONS FRUTOS.
PROVAR, QUERER, GOSTAR: 
AGORA, É SÓ COMEÇAR!
O AUTOR.
PROVAR, QUERER, GOSTAR… 
ASSIM É APRENDER A SENTIR, 
A VER, A OUVIR, A TOCAR, A CRIAR... 
UM POUQUINHO DE CADA VEZ, 
UM POUQUINHO A VIDA TODA.
AMBIENTES E SERES VIVOS, 
NOSSO CORPO E O MUNDO 
QUE NOS CERCA. TUDO ISSO 
VOCÊ ENCONTRA NESTE LIVRO, 
QUE TAMBÉM É UMA SEMENTE.
UMA SEMENTE QUE DEPENDE
DE VOCÊ PARA BROTAR 
E PARA DAR BONS FRUTOS.
PROVAR, QUERER, GOSTAR: 
AGORA, É SÓ COMEÇAR!
O AUTOR.
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APRESENTAÇÃO
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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CONHEÇA SEU LIVRO
4
ESTE BILHETE SEMPRE 
TRAZ UM RECADO 
ESPECIAL PARA VOCÊ.
SE APARECER UMA PALAVRA 
OU EXPRESSÃO COM FUNDO 
VERDE, CONSULTE O 
GLOSSÁRIO NO FIM DO LIVRO.
ATIVIDADE 
PRÁTICA
AQUI VOCÊ PÕE 
EM PRÁTICA A 
ATIVIDADE 
PROPOSTA E SE 
DIVERTE COM 
OS COLEGAS.
COM A PALAVRA...
ENTREVISTASCOM 
DIFERENTES 
PROFISSIONAIS FARÃO 
VOCÊ PERCEBER QUE 
O CONHECIMENTO 
TAMBÉM PODE SER 
ADQUIRIDO ALÉM 
DOS LIVROS.
VEJA A SEGUIR COMO SEU LIVRO DE CIÊNCIAS ESTÁ ORGANIZADO. 
DEPOIS, COM UM COLEGA, FOLHEIE O LIVRO E DESCUBRA TUDO O 
QUE ESTÁ APRESENTADO NESTAS PÁGINAS.
UNIDADES
ESTE LIVRO É DIVIDIDO 
EM QUATRO UNIDADES. 
NO INÍCIO DE CADA UMA 
HÁ UMA IMAGEM SOBRE 
O ASSUNTO A SER 
ESTUDADO.
42 UNIDADE 2 
 SEUS DENTES, SUA IDADE
POR QUE OS DENTES DAS CRIAN‚AS CAEM?
EMBAIXO DO DENTE DE LEITE DA CRIANÇA 
EXISTE OUTRO DENTE. À MEDIDA QUE ESSE
OUTRO DENTE CRESCE, O DENTE DE LEITE VAI 
“AMOLECENDO” (DESPRENDENDO-SE DA 
GENGIVAVV )AA ATÉ CAIR E DAR LUGAR AO OUTRO. 
QUANTO TEMPO DURA O DENTE QUE 
SUBSTITUI O DENTE DE LEITE?
ELE FICARÁ CONOSCO PELO RESTO DA
VIDA, POR ISSO É CHAMADO DE DENTE
PERMANENTE. EM GERAL, UM ADULTO TEM
32 DENTES PERMANENTES, E UMA CRIANÇA 
QUE AINDA NÃO COMEÇOU A TROCAR OS 
SEUS DENTES TEM 20 DENTES DE LEITE.
O QUE DEVEMOS FAZER PARA CUIDAR DOS NOSSOS DENTES?
TEMOS DE ESCOVAR OS DENTES ADEQUADAMENTE. ALÉM DISSO, É
IMPORTANTE LIMPAR MUITO BEM O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO,
POIS AÍ PODE SE ACUMULAR MUITA SUJEIRA. PARA ISSO, DEVEMOS USAR O 
FIO DENTAL.
EXISTE ALGUM RECADO IMPORTANTE QUE VOCÊ GOSTARIA DE NOS PASSAR?
SIM, O PRIMEIRO É: EVITE COMER BALAS, DOCES E OUTRAS GULOSEIMAS. 
ELES SÃO GOSTOSOS, MAS CONTRIBUEM PARA QUE OCORRAM VÁRIOS 
PROBLEMAS NOS DENTES. O SEGUNDO RECADO É: VISITE UM DENTISTA 
REGULARMENTE. ELE PODE AJUDÁ-LO A MANTER OS DENTES LIMPOS E A 
PREVENIR PROBLEMAS DENTÁRIOS.
COM A PALAVRAÉ
 A DOUTORA SÔNIA MARIA ALVES 
RECOMENDA: VISITE O DENTISTA 
REGULARMENTE.
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MASTIGAR OS ALIMENTOS ANTES DE ENGOLIR É O PRIMEIRO PASSO DA 
DIGESTÃO. E PARA ISSO PRECISAMOS DOS NOSSOS DENTES. QUE TAL 
CONHECER UM POUCO MELHOR OS SEUS DENTES?
PARA COMEÇAR, ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DA 
ENTREVISTA COM UMA DENTISTA. VEJA O QUE ELA TEM A NOS DIZER.
VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES E APRENDER 
A CUIDAR DELES.
CAPÍTULOS
SÃO 8 CAPÍTULOS NO TOTAL. 
CADA UM DELES É COMO UMA 
HISTÓRIA, COM INÍCIO, 
DESENVOLVIMENTO E FINALIZAÇÃO, 
NA FORMA DE ATIVIDADES.
PARA INICIAR
AQUI VOCÊ E OS COLEGAS 
CONVERSAM SOBRE O QUE 
VÃO ESTUDAR E PODEM DAR 
OPINIÕES SOBRE OS 
TEMAS. QUEREMOS OUVIR 
O QUE VOCÊS TÊM A DIZER!UNIDADE 1 22
SERES VIVOS SE 
DESENVOLVEM
CAPÍTULO
2
O QUE É VIVO NESSE AQUÁRIO?
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES VIVOS, SUA 
REPRODU‚ÌO E SEU DESENVOLVIMENTO.
 ● FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É VIVO E OUTRA DO 
QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA.
 ● EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO DO QUE NÃO 
TEM VIDA?
 ● COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO 
E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO 
ADULTOS?
PARA INICIAR
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11 CAPÍTULO 1
QUE TAL CONSTRUIRMOS UM AMBIENTE “ARTIFICIAL”?
COMO FAZER
1. CUBRA O FUNDO DO RECIPIENTE 
COM TERRA.
ATENÇÃO
LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A TERRA. 
SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS.
ATIVIDADE PRÁTICA
MATERIAL
 ÁGUA
 FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS 
 RECIPIENTE PLÁSTICO 
(BACIA OU BANDEJA)
 REVISTAS OU JORNAIS 
 SACO PLÁSTICO
 TERRA
 TESOURA DE PONTAS 
ARREDONDADAS
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2. RECORTE UM PEDAÇO DE PLÁSTICO 
E ACOMODE-O NA TERRA PARA 
CRIAR UM LAGO. COLOQUE 
UM POUCO DE ÁGUA.
QUE TAL COLOCA
R TAMBÉM 
IMAGENS DE SERE
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HUMANOS NESSE 
AMBIENTE?
QUE TAL COLOCA
R TAMBÉM 
3. FINQUE ALGUMAS FOLHAS E 
PEDAÇOS DE PLANTAS NA TERRA, 
POSICIONANDO-OS COMO ACHAR 
MELHOR.
4. RECORTE IMAGENS DOS ANIMAIS 
QUE VÃO “MORAR” NESSE 
AMBIENTE E COLOQUE-AS DENTRO 
DO RECIPIENTE.
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68 69
Sol, céu 
e nuvens3
Unidade
 Nesta imagem, o que é visível no céu?
 Qual é o provável horário que essa 
cena retrata: será que é manhã, 
tarde ou noite? 
 Como é o formato e a posição das 
sombras que aparecem na imagem?
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5
O QUE ESTUDAMOS
AQUI VOCÊ CONFERE O QUE ESTUDOU, 
RELEMBRANDO OS TEMAS TRABALHADOS 
NOS CAPÍTULOS DA UNIDADE. 
ESTE É O MOMENTO DE REFLETIR SOBRE 
O QUE APRENDEU E SOBRE A FORMA DE 
AGIR, PENSAR E SENTIR NO DIA A DIA.
VOCABULçRIO: PARA FACILITAR A 
COMPREENSÃO DOS TEXTOS, O 
SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS 
SERÁ APRESENTADO NA PRÓPRIA PÁGINA.
UNIDADE 2 O UE ESTUDAMOS66 67
O UE ESTUDAMOS
... APRENDEU 
A CUIDAR DOS 
MACHUCADOS. 
... EXPLOROU 
OS SENTIDOS 
DO CORPO 
HUMANO.
... COMPREENDEU 
DIVERSOS CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER 
COM O CORPO.
 FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE 
VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
 DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES?
 E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE MACHUCAR?
 O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE SEUS PAIS 
TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO?
... ESTUDOU OS DENTES 
E COMPREENDEU A 
IMPORTÂNCIA DE 
MANTÊ-LOS SEMPRE LIMPOS.
... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO 
MAIS VELHO E, PORTANTO, JÁ É 
MAIS RESPONSÁVEL POR 
DESENVOLVER HÁBITOS QUE 
PROMOVEM SAÚDE. 
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RELEMBRE O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR SOBRE O 
QUE VOCÊ APRENDEU NESTA UNIDADE QUE ANTES NÃO SABIA.
VOCæ...
NESTA UNIDADE:
 APRENDEMOS QUE MUDAMOS COM O PASSAR DO TEMPO E QUE DEVEMOS 
CUIDAR DE NÓS MESMOS.
 ENTENDEMOS QUE DEVEMOS PREVENIR ACIDENTES E TER HÁBITOS 
SAUDÁVEIS PARA CUIDAR DA NOSSA SAÚDE.
 ESTUDAMOS QUE ESTRUTURAS DO NOSSO CORPO SE RELACIONAM À 
PERCEPÇÃO DO MUNDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS.
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MURAL DA TURMA
QUE TAL COMPARTILHAR SUAS 
PRODUÇÕES COM OS COLEGAS? 
ESSE É O OBJETIVO DO MURAL.
5756 CAPÍTULO 4UNIDADE 2 
4 LEIA AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, QUE COMEÇAM 
NESTA PÁGINA E CONTINUAM NA PÁGINA SEGUINTE.
5 AGORA, RESPONDA:
A) EM QUAL DESSAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU FERIMENTOS 
SUPERFICIAIS? EXPLIQUE COMO FOI ESSE FERIMENTO.
 
B) EM QUAL DAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU UM FERIMENTO MAIS 
GRAVE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.
 
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6 NOS TRECHOS ABAIXO, AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS CONTAM 
COMO AS CRIANÇAS TRATARAM DE SEUS MACHUCADOS.
7 AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE:
A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA 
HISTÓRIA?
B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA 
HISTÓRIA?
8 MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM 
QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE 
MACHUCOU. CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO.
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VAMOS VER DE NOVO?
AQUI VOCÊ RETOMA O QUE FOI 
ESTUDADO NO CAPÍTULO POR MEIO 
DE TEXTOS, ESQUEMAS E ATIVIDADES.
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VAMOSVER DE NOVO?
UNIDADE 2 50 51
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DEVE RECEBER
DENTE
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 NOSSA DENTIÇÃO MUDA À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA.
 DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE E VISITAR O DENTISTA 
REGULARMENTE.
 DEVEMOS DESENVOLVER HÁBITOS QUE FAVOREÇAM NOSSA SAÚDE, 
COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE, POR EXEMPLO.
 POSSUÍMOS DIFERENTES SENTIDOS: TATO, GUSTAÇÃO, OLFATO, VISÃO 
E AUDIÇÃO.
1 COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES 
MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE
2 LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA.
PODE SER PROMOVIDA POR
PODEM SE RELACIONAR, 
POR EXEMPLO, COM A(O)
ENVOLVE, POR EXEMPLO, CUIDADO COM OS
SER HUMANO
DESCANSO
SAÚDE
HÁBITOS
SENTIDOS
GUSTAÇÃO
TATO AUDIÇÃO
OLFATO VISÃO
ALIMENTAÇÃO
HIGIENE
DENTES
PODE SER
DENTE
DEVE CUIDAR DA POSSUI
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A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE 
PERSONAGEM?
 
B) NO CADERNO, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, 
DE FORMA BEM-HUMORADA, UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE 
MUDAR OU UM HÁBITO QUE VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR.
3 ANALISE A IMAGEM E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE SENTIDOS 
ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS?
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
TECENDO SABERES
NESTA SEÇÃO VOCÊ VERÁ COMO 
TUDO O QUE APRENDEU PODERÁ 
AJUDAR NO ESTUDO DE OUTRAS 
ÁREAS DO CONHECIMENTO.
TECENDO SABERES
UNIDADE 4 122 TECENDO SABERES 123
1 Leia o texto e troque ideias com os colegas: Qual será o presente que o 
narrador do texto quer ganhar? 
Um presente de papel
Eu queria um presentinho,
um presente de Natal.
Não precisa ser de plástico,
muito menos de metal.
Um presente em que eu embarque,
em que eu possa viajar.
[...]
Com ele eu não fico só,
e com ele eu posso sorrir.
Posso até ficar com medo,
mas eu vou me divertir.
[...]
Vou pedir para o meu pai
— finjo que é Papai Noel —
O presente que eu quero
É um presente de papel!
[...]
Pedro Bandeira. Mais respeito, eu sou 
criança! São Paulo: Moderna, 2009.
Identifique nas imagens da dobradura figuras 
geométricas como o 
triângulo e o quadrado.
Identifique nas imagens 
5 Converse com seus pais ou responsáveis e com os colegas e responda:
a) De que seus pais ou responsáveis costumavam brincar quando tinham a 
sua idade?
b) Você e os colegas costumam brincar das mesmas brincadeiras que seus 
pais ou responsáveis brincavam?Hag
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2 No diagrama de letras, identifique os materiais citados no texto da página anterior.
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C N L E J L C J U U E D Y O I B Z
Assim também aprendo
3 No caderno, acrescente um ou dois versos ao texto da página anterior, 
citando um material elaborado que estudamos nesta unidade: o vidro.
4 Que tal fazer e dar de 
presente para seus 
amigos um origâmi? 
Pegue um pedaço 
quadrado de papel e 
siga o passo a passo!
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ASSIM TAMBÉM APRENDO
QUE TAL APRENDER UM POUCO MAIS 
COM JOGOS E ATIVIDADES DIVERTIDAS? 
ESSE É O OBJETIVO DESTA SEÇÃO.
6160 CAPÍTULO 4UNIDADE 2 
4 VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS AJUDAR 
A DESENVOLVER HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA O NOSSO BEM-ESTAR. 
• FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: 
• BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS 
RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) E 
OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, NÃO 
ESCOVAR OS DENTES).
• BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM 
O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2.
• MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS LOCAIS 
INDICADOS NO TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
FEIJÃO COLORIDO
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PARA MARCAR AS 
CASAS NO 
TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
• SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER QUANTAS 
CASAS ANDAR NA TRILHA.
• AO CHEGAR NO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO 
DE HÁBITOS.
• SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA. 
SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA.
• SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO 
JOGADOR: ELE DEVERÁ FAZER UMA MÍMICA PARA REPRESENTAR 
ESSE HÁBITO. 
• VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO.
5 COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. 
ASSIM TAMBƒM APRENDO
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LARGADA CHEGADA
BARALHO 
DE 
NÚMEROS
BARALHO
 
DE 
HÁBITOS
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
DESENVOLVIMENTO E 
CORPO HUMANO 382
UNIDADE
6
SUMÁRIO
AMBIENTE E 
SERES VIVOS 81
UNIDADE
CAPÍTULO 1
DIFERENTES AMBIENTES 10
PARA INICIAR 10
ATIVIDADE PRÁTICA 11
OBSERVANDO AMBIENTES 12
MÃOS À OBRA 16
A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS 18
VAMOS VER DE NOVO? 20
CAPÍTULO 2
SERES VIVOS SE DESENVOLVEM 22
PARA INICIAR 22
ATIVIDADE PRÁTICA 23
PLANTAS SE DESENVOLVEM 24
VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE 28
VAMOS VER DE NOVO? 32
TECENDO SABERES ..................... 34
O QUE ESTUDAMOS .................... 36
CAPÍTULO 3
VOCÊ ESTÁ FICANDO MAIS VELHO 40
PARA INICIAR 40
ATIVIDADE PRÁTICA 41
SEUS DENTES, SUA IDADE 42
SEUS HÁBITOS, SUA IDADE 44
SENTIR E PERCEBER 46
VAMOS VER DE NOVO? 50
CAPÍTULO 4
FERIMENTOS E CUIDADOS 52
PARA INICIAR 52
ATIVIDADE PRÁTICA 53
QUANDO NOS MACHUCAMOS... 54
CUIDE-SE! 58
VAMOS VER DE NOVO? 62
TECENDO SABERES ..................... 64
O QUE ESTUDAMOS .................... 66
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SOL, CÉU 
E NUVENS 683
UNIDADE
INVENÇÕES, 
TERMÔMETROS 
E MATERIAIS 964
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CAPÍTULO 5
OBSERVAR O CÉU 70
PARA INICIAR 70
ATIVIDADE PRÁTICA 71
RELÓGIO DE SOL 72
NUVENS NO CÉU 76
VAMOS VER DE NOVO? 78
CAPÍTULO 6
COMO ESTARÁ O TEMPO? 80
PARA INICIAR 80
ATIVIDADE PRÁTICA 81
O TEMPO ANUNCIADO 82
METEOROLOGIA 86
VAMOS VER DE NOVO? 90
TECENDO SABERES ..................... 92
O QUE ESTUDAMOS .................... 94
CAPÍTULO 7
INVENÇÕES: QUENTE E FRIO 98
PARA INICIAR 98
ATIVIDADE PRÁTICA 99
TERMÔMETRO: UM INSTRUMENTO 
DE MEDIDA 100
ÁGUA QUE NÃO É LÍQUIDA 104
VAMOS VER DE NOVO? 108
CAPÍTULO 8
INVENÇÕES: OBJETOS 
E MATERIAIS 110
PARA INICIAR 110
ATIVIDADE PRÁTICA 111
DIFERENTES OBJETOS, 
DIFERENTES MATERIAIS 112
MATERIAIS ELABORADOS 116
VAMOS VER DE NOVO? 120
TECENDO SABERES ..................... 122
O QUE ESTUDAMOS .................... 124
GLOSSÁRIO 126
BIBLIOGRAFIA 128
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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AMBIENTE E 
SERES VIVOS1
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SERES VIVOS
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 Objetivos da unidade
Conteúdos conceituais
Conceitos
Ambiente, animal, ambiente mo-
dificado, floresta, campo agrope-
cuário, cidade, ser vivo, tempo, 
desenvolvimento, reprodução, ser 
humano, plantas, germinação.
Conteúdos procedimentais
• Observar e comparar objetos e 
fenômenos (observar fotografias 
e ilustrações de ambientese 
identificar diferenças entre as 
fases da vida de um ser vivo).
• Identificar variáveis (identificar 
como a ação do ser humano 
pode modificar o ambiente).
• Conhecer e praticar habilidades 
relacionadas à comunicação 
(montar mural, fazer listagens, 
fazer legendas para imagens).
• Descrever objetos e transforma-
ções (mudanças em seres vivos 
com o passar do tempo; desen-
volvimento de plantas sob dife-
rentes condições).
• Reconhecer e analisar os dados 
observados (no desenvolvimen-
to do pé de feijão).
• Formular e verificar hipóteses 
(sobre o que pode influir na ger-
minação de plantas).
• Argumentar a favor de opiniões 
(justificar hipóteses sobre como 
ficará um ambiente ou um ser 
vivo no futuro).
• Realizar manejo de material (na ati-
vidade de estudo de germinação).
Conteúdos atitudinais
• Interessar-se por objetos e fenô-
menos do ambiente (interessar-
-se por conhecer os ambientes, 
como eles se modificam e como 
podem ser cuidados).
• Colaborar quando solicitado (ao 
trazer imagens de diferentes am-
bientes).
• Valorizar suas próprias ideias (ao 
explicar como podemos cuidar 
do ambiente).
• Procurar conhecer/aceitar a opi-
nião de outras pessoas (ao tomar 
contato com as produções dos 
colegas).
• Empenhar-se nas atividades de 
grupo (ao fazer o mural; ao dis-
cutir hipóteses sobre mudanças 
ocorridas ao longo do tempo).
• Estimular o respeito pelas coisas 
da natureza (ao refletir sobre como 
o ambientes têm sido cuidados).
 Habilidades da BNCC abordadas
BNCC EF02CI04 Descrever características de plantas e animais (tamanho, forma, cor, fase da 
vida, local onde se desenvolvem etc.) que fazem parte de seu cotidiano e relacioná-las ao 
ambiente em que eles vivem.
BNCC EF02CI05 Investigar a importância da água e da luz para a manutenção da vida de plan-
tas em geral.
BNCC EF02CI06 Identificar as principais partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) 
e a função desempenhada por cada uma delas, e analisar as relações entre as plantas, o am-
biente e os demais seres vivos.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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 QUAL AMBIENTE AS CRIANÇAS 
ESTÃO REPRESENTANDO NO 
TANQUE DE AREIA?
 EM SUA OPINIÃO, O LOCAL ONDE AS 
CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO É UM 
AMBIENTE BEM CUIDADO?
 COMO SERIA ESSE LUGAR SE NÃO 
EXISTISSEM TANTAS PLANTAS?
 Orientações didáticas
A imagem de abertura possibi-
lita uma visão de alguns elementos 
representativos do que será estu-
dado na unidade. Apreciá-la, pro-
curando por todos os detalhes 
ilustrados, contribui para começar 
a focar a atenção dos alunos nos 
temas que serão estudados. 
Para ajudar na exploração dessa 
imagem, você pode pedir aos alu-
nos, primeiro, que atentem ao que 
mais lhes chama a atenção. Na se-
quência, eles devem começar a fo-
car em outros elementos gerais da 
imagem. Por fim, os alunos podem 
procurar por detalhes que estavam 
passando despercebidos. 
Em grupos pequenos os alunos 
podem compartilhar e listar todos 
os elementos da ilustração que 
identificaram. Ao fazer isso devem 
trocar ideias, começando assim a 
evocar seus conhecimentos ante-
riores sobre os assuntos que serão 
trabalhados nos capítulos a seguir. 
As perguntas aqui apresentadas 
podem ser usadas neste momento, 
como elementos facilitadores desse 
trabalho de levantamento de co-
nhecimentos prévios. Os alunos 
podem estar organizados em du-
plas ou trios para discutir as respos-
tas que dariam a elas.
Ao final da unidade, um novo 
olhar para essa imagem de aber-
tura possibilita aos alunos evoca-
rem sua memória e relembrarem o 
que já sabiam antes, no começo 
dos estudos da unidade, e também 
a relembrarem quais eram as ex-
pectativas que tinham em relação 
ao que iriam estudar. Essa possibi-
lidade de revisitarem esse momen-
to cognitivo anterior tem o poten-
cial de torná-los mais conscientes 
de suas aprendizagens.
 Questões para sensibilização
• Pergunte aos alunos: “Que ambiente poderíamos ‘construir’ 
em um tanque de areia?”; “O que devemos representar nes-
se ambiente?“. Aprofunde particularmente as discussões em 
torno dos campos agropecuários, como o que aparece re-
presentado na imagem de abertura: “O que existe no cam-
po que são construções do ser humano?“.
• O ambiente parece bem cuidado por não haver lixo espalha-
do, ser arborizado, etc. Estimule o debate: “Como é o entor-
no em que vivemos?“; “Como temos cuidado dele?“.
• Faça uma roda de conversa questionando: “Quem conhece 
algum local com poucas plantas? Como é esse lugar?”; 
“Como seriam diferentes locais do nosso dia a dia sem plan-
tas?”. A partir da troca de ideias, procure listar comentários 
levantados pelos alunos. Por exemplo: “Teria menos sombra 
(o que tornaria o ambiente mais quente)”; “O ar poderia ficar 
menos ‘fresco’, mais seco”; “O solo exposto geraria mais 
poeira”; etc. Esteja atento se algum aluno indica que tam-
bém existe o lado estético: plantas podem tornar um am-
biente visualmente agradável para muitas pessoas.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 10
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 1 10
DIFERENTES AMBIENTES
CAPÍTULO
1
NESTE CAPÍTULO VAMOS EXPLORAR ESSE E OUTROS AMBIENTES, 
COMO FLORESTAS E CIDADES.
 PAISAGEM COM TOURO, DE TARSILA DO AMARAL, 1925 (ÓLEO 
SOBRE TELA, DE 50 cm × 65,2 cm).
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PARA INICIAR
 ● COMO É O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE? COLE UMA FOTOGRAFIA OU 
FAÇA UM DESENHO DELE EM UMA FOLHA AVULSA.
 ● QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE O LUGAR ONDE 
VOCÊ VIVE E O LUGAR RETRATADO NA PINTURA? E 
QUAIS SÃO AS SEMELHANÇAS?
 ● EM OUTRA FOLHA AVULSA, COLE UMA FOTOGRAFIA OU FAÇA UM 
DESENHO DE UM LUGAR DIFERENTE QUE VOCÊ CONHEÇA.
VOCÊ JÁ DESENHOU UM AMBIENTE PARECIDO COM ESSE?
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ANIMAIS 
ENCONTRAD
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NESSES LUGA
RES.
CITE PLANTA
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 Objetivos do capítulo
Neste capítulo vamos descrever 
alguns ambientes (campo agrope-
cuário e floresta) e enfatizar as di-
ferenças entre campo agropecuá-
rio, floresta e cidade. Também 
incentivaremos a discussão sobre 
cuidados com o ambiente. Durante 
as atividades, promova o desenvol-
vimento do respeito pelo ambien-
te. Promova também a tomada de 
atitudes, a partir da realização de 
campanhas na escola e na comuni-
dade, como a ação apresentada na 
atividade 2, página 17. Incentive a 
reflexão sobre como o ser humano 
modifica o ambiente segundo seus 
interesses e suas necessidades – 
por exemplo, “às vezes, derrubam-
-se árvores e elimina-se a vegeta-
ção nativa para fazer casas, 
plantações, estradas, etc.”. 
 Orientações didáticas
Peça aos alunos que observem 
atentamente a imagem e faça per-
guntas para que eles manifestem 
seus conhecimentos prévios: “Que 
elementos existem no ambiente 
representado?”; “Vocês conhe-
cem ambientes como esse? E di-
ferentes desse? Como eles são?”. 
Mostre outras imagens de campo 
agropecuário com animais e crie 
um clima de brincadeira, pedindo 
que tentem localizar os animais 
nas imagens.
Na seção Para iniciar promove-
mos uma avaliação dos conhe-
cimentos prévios dos alunos a 
respeito de temas que serão estu-
dados no capítulo. É importante 
manter um registro das respostas 
iniciais dos alunos, a fim de que 
este possa ser retomado e revisto 
no final do capítulo. Isso facilita a 
comparação entre o que se sabia 
e o que se aprendeu, o que ajuda 
os alunos a se tornar conscientes 
de suas aprendizagens.
Incentive os alunos a descrever 
o ambiente em que vivem, pergun-
tando: “O lugar é parecido com o 
campo agropecuário da imagem 
ou diferente dele? Por quê?”. Veri-fique se eles fazem uma descrição 
detalhada do ambiente. Caso con-
trário, motive-os nesse sentido.
Na terceira atividade da seção 
Para iniciar, verifique quais ambien-
tes os alunos ilustram. Cuide para 
que seja representada a maior di-
versidade possível de ambientes e 
promova o compartilhamento dos 
desenhos e das fotografias.
Repare que ainda empregamos o termo 
“lugar” de forma genérica. Ao longo da uni-
dade, procure reforçar o uso do termo “am-
biente” e, na entrevista da página 16, conver-
se com eles sobre a explicação dada para 
esse termo.
Incentive os alunos a refletir sobre a trans-
formação dos ambientes: “O que pode mudar 
no ambiente com o tempo? O que provoca 
essas mudanças?”; “Como o ser humano 
pode modificar um ambiente?”; “Como cui-
dar do ambiente?”; “Temos cuidado do am-
biente da nossa escola? Como?”. 
Neste momento, procure também avaliar o 
que os alunos já sabem: Eles se sensibilizam ao 
saber que um ambiente é malcuidado? Reco-
nhecem o que poderia ser feito para não ocor-
rerem situações como essa? No dia a dia, que 
atitudes eles tomam para cuidar dos ambientes 
em que vivem (como o da escola, por exemplo)?
P2_2APISCie_GOV19_MP_p001_037_Parte Especifica_Unidade 1.indd 10 10/9/19 4:51 PM
11UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
11 CAPÍTULO 1
QUE TAL CONSTRUIRMOS UM AMBIENTE “ARTIFICIAL”?
COMO FAZER
1. CUBRA O FUNDO DO RECIPIENTE 
COM TERRA.
ATENÇÃO
LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A TERRA. 
SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS.
ATIVIDADE PRÁTICA
MATERIAL
 ÁGUA
 FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS 
 RECIPIENTE PLÁSTICO 
(BACIA OU BANDEJA)
 REVISTAS OU JORNAIS 
 SACO PLÁSTICO
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2. RECORTE UM PEDAÇO DE PLÁSTICO 
E ACOMODE-O NA TERRA PARA 
CRIAR UM LAGO. COLOQUE
UM POUCO DE ÁGUA.
QUE TAL COLOCA
R TAMBÉM 
IMAGENS DE SERE
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HUMANOS NESSE 
AMBIENTE?
QUE TAL COLOCA
R TAMBÉM 
3. FINQUE ALGUMAS FOLHAS E 
PEDAÇOS DE PLANTAS NA TERRA, 
POSICIONANDO-OS COMO ACHAR 
MELHOR.
4. RECORTE IMAGENS DOS ANIMAIS 
QUE VÃO “MORAR” NESSE 
AMBIENTE E COLOQUE-AS DENTRO 
DO RECIPIENTE.
 Orientações didáticas
Você pode organizar os alunos 
em trios para a realização desta 
atividade. Inicialmente pode pedir 
que façam desenhos para indicar 
o que pretendem representar atra-
vés da maquete que farão. Nessa 
fase de planejamento, questione: 
“O ambiente que será representa-
do será parecido com o quê? Uma 
cidade ou um campo agropecuá-
rio? Ou será uma floresta? Ou um 
deserto? Haverá água nesse am-
biente? Nesse ambiente serão re-
presentados muitos ou poucos 
vegetais? Existirão construções 
feitas pelo ser humano?”.
Na fase de elaboração da ma-
quete em si, auxilie os alunos ofe-
recendo-lhes diferentes materiais 
e ajudando-os a manipulá-los. 
Caso seja possível, solicite a cola-
boração de alguns pais ou respon-
sáveis, que poderão ajudar as 
crianças nos detalhes finais das 
maquetes. 
Fazer maquetes em sala de aula 
possibilita a aprendizagem de di-
ferentes conteúdos. Leia o texto 
complementar abaixo, que usou a 
estratégia de fazer maquetes para 
trabalhar questões ambientais re-
lacionadas ao abastecimento de 
água no Vale do Paraíba (SP).
Texto complementar
500 anos de transformações – Uma ferramenta 
para a educação ambiental
[...]
Assim como num quebra-cabeça, na maquete, há um movimen-
to de retirada de peças (representando a derrubada da Mata Atlân-
tica) e colocação de outras (representando a fundação das cidades, 
por exemplo, e a criação de barragens) que evidenciam a transfor-
mação da paisagem desde a chegada dos colonizadores até os dias 
atuais. Sendo assim, o produto não funciona de forma estática, o que 
possibilita ao professor criar com maior dinamismo. Um ponto forte 
da maquete é que esta não se trata de uma ferramenta didática vol-
tada exclusivamente aos professores de uma única disciplina [...], 
professores das diversas disciplinas podem inseri-la em seu progra-
ma de aula. [...]
500 anos de transformações – Uma ferramenta para a educação 
ambiental. Vale Verde. Disponível em: <www.valeverde.org.br/
index.php?pagina=projeto-maquete-ambiental-do-vale-do-paraiba>. 
Acesso em: out. 2017.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 12
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
12 UNIDADE 1 
 OBSERVANDO AMBIENTES
VOCÊ SABE O QUE PODEMOS ENCONTRAR EM 
DIFERENTES AMBIENTES?
ALGUMAS PESSOAS MORAM NO CAMPO AGROPECUÁRIO. 
NESSE AMBIENTE PODEMOS ENCONTRAR ANIMAIS COMO:
GALINHA , PORCO , VACA E OVELHA .
TAMBÉM HÁ EQUIPAMENTOS E MÁQUINAS AGRÍCOLAS, COMO:
ENXADA , RASTELO , TRATOR E CAMINHÃO .
ALGUMAS PESSOAS MORAM NA FLORESTA. NELA PODEMOS ENCONTRAR, 
POR EXEMPLO: MUITAS ÁRVORES , DIFERENTES ANIMAIS E 
TAMBÉM HABITAÇÕES HUMANAS.
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EM CADA LA
CUNA 
DO TEXTO, E
SCREVA 
O NOME DO
 QUE 
ESTÁ ILUSTR
ADO.
EM CADA LA
CUNA 
VAMOS OBSERVAR ATENTAMENTE CAMPOS 
AGROPECUÁRIOS, FLORESTAS E CIDADES. 
ELEMENTOS REPRESENTADOS 
EM TAMANHOS NÃO 
PROPORCIONAIS ENTRE SI.
 Orientações didáticas
Auxilie os alunos na leitura do 
texto. É possível que, neste mo-
mento, eles ainda apresentem di-
ficuldades na leitura de textos lon-
gos. Você pode propor a leitura 
coletiva, em voz alta ou, ainda, 
escolher um aluno por vez para ler 
cada trecho do texto: você aponta 
para alguém e, ao final do seu tre-
cho, aponta para outro, que dá 
prosseguimento à leitura. Neste 
caso, repita a leitura até que todos 
tenham lido pelo menos um trecho.
Esteja atento ao fato de que, 
ao longo deste livro, nem sem-
pre há proporção entre as ilus-
trações. Chame também a 
atenção dos alunos para o uso 
de cores fantasia. Muitas vezes 
a representação de um objeto 
ou ser vivo não corresponde à 
realidade. Diversas representa-
ções em Ciências utilizam co-
res fantasia para facilitar a vi-
sualização e a compreensão do 
que está sendo apresentado.
 Atividade complementar
Incentive os alunos a fazerem o 
Mural dos ambientes. Cada aluno 
pode trazer imagens de diferentes 
ambientes e apresentá-las para os 
colegas. Podem ser representados 
tanto ambientes “grandes” (uma 
cidade, uma floresta, um parque) 
quanto ambientes “pequenos” (um 
jardim, uma sala de aula, um terrá-
rio). Depois de todas as imagens 
serem fixadas no mural, os alunos 
podem fazer legendas para elas 
apontando elementos do ambien-
te retratado. Podem também fazer 
pequenas frases descritivas para as 
imagens.
Visitação
Jardim Bot‰nico
Agende uma visita ao Jardim Botânico da cidade ou região em que você vive. 
Alternativamente, pode ser feita uma visita a um parque. Para essa visita, oriente os alunos 
a usarem protetor solar e bonés ou chapéus. Durante o estudo em campo, auxilie-os a 
explorarem ao máximo todos os componentes presentes nesse ambiente, orientando-os a 
fazer registros por meio de desenhos, anotações escritas e fotografias. 
Sugest‹o de...
2APISCie_GOV19_MP_p001_037_Parte Especifica_Unidade 1.indd 12 12/9/17 3:02 PM
13UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
13 CAPÍTULO 1
 CASA 
RIBEIRINHA NA 
FLORESTA 
AMAZÔNICA, NO 
AMAPÁ, EM 2015.
1 ESCREVA O QUE AS SETAS APONTAM NAS IMAGENS ABAIXO. 
USE O BANCO DE PALAVRAS. 
 PLANTAÇÃO ESTRADA RIO CANOA CONSTRUÇÃO CRIAÇÃO DE ANIMAIS 
PLANTAÇÃO
CRIAÇÃO DE ANIMAISCONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO
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 PAISAGEM 
RURAL COM 
PLANTAÇÃO DE 
CANA-DE-AÇÚCAR 
E CRIAÇÃO DE 
GADO EM 
PITANGUEIRAS 
(PARANÁ), 
EM 2015.
 Orientações didáticas
Atividade 1
Explore as imagens com os alu-
nos. Nelas, vemos dois ambientes 
diferentes: um campo agropecuá-
rio e uma floresta. Ajude os alunos 
a identificar os sinais da presença 
humana nos dois ambientes: há 
construções, plantação, estrada, 
criação de animais e canoa.
Pode surgir a discussão de que 
em áreas de floresta ocupadas 
pelo ser humano às vezes há plan-
tação, gado, etc., ou seja, são cam-
pos agropecuários no meio da 
floresta. Da mesma forma, podem 
existir campos – áreas rurais – pró-
ximos das cidades – áreas urbanas.
Entre os diferentes tipos de flo-
resta, escolhemos representar aqui 
a Floresta Amazônica e suas popu-
lações ribeirinhas. Se julgar conve-
niente, aproveite a oportunidade 
para trabalhar o tema “ocupação 
humana das florestas”.
 Atividade complementar
Peça aos alunos que comparem 
o lugar onde moram com os am-
bientes mostrados nas fotografias 
desta página.
Texto complementar
Impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal
Nas últimas três décadas, o Pantanal vem sofrendo agressões 
pelo homem, praticadas não somente na planície, mas principalmen-
te nos planaltos adjacentes. Atualmente, os impactos ambientais e 
socioeconômicos no Pantanal são muito evidentes, decorrentes da 
inexistência de um planejamento ambiental que garanta a sustenta-
bilidade dos recursos naturais desse importante bioma.
[...] A remoção da vegetação nativa nos planaltos para implemen-
tação de lavouras e de pastagens, sem considerar a aptidão das terras, 
e a adoção de práticas de manejo e conservação de solo, além da 
destruição de habitats, são fatores que aceleraram os processos ero-
sivos nas bordas do Pantanal.
[...] Todo esse conjunto de problemas atuais e potenciais decor-
rentes da atividade humana nos planaltos e na planície demonstra que 
as ações a serem implementadas em uma bacia hidrográfi ca devem ser 
alicerçadas em estudos integrados, onde as relações de causa e efeito 
necessitam estar bem delineadas e aceitas pela sociedade.
Impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal. Embrapa 
Pantanal. Disponível em: <www.embrapa.br/pantanal/impactos-
ambientais-e-socioeconomicos-no-pantanal>. Acesso em: out. 2017.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 14
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
14 UNIDADE 1 
3 CONVERSE COM OS COLEGAS E FAÇAM UMA LISTA DO QUE PODE SER 
ENCONTRADO EM UM CAMPO AGROPECUÁRIO. 
Animais (ex.: vacas, galinhas); equipamentos e máquinas 
agrícolas (ex.: enxada, trator); plantação; estrada; postes com 
fiação elétrica; árvores; casas; pessoas.
 
 
 
Giz de Cera/Arquivo da editora
2 OBSERVE AS ILUSTRAÇÕES DE DOIS DIFERENTES AMBIENTES NESTA 
PÁGINA E NA PÁGINA SEGUINTE.
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CÊ NO 
CAMPO AGR
OPECUÁRIO.
 
O QUE VOCÊ
 ESTARIA 
FAZENDO? D
EPOIS, 
TERMINE DE
 PINTAR 
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 Orientações didáticas
Atividade 2
Explore as imagens com os alu-
nos. Nesta página vemos um cam-
po agropecuário com vários sinais 
da presença humana, como a plan-
tação, a criação de animais e o ma-
quinário agrícola.
Na página seguinte vemos uma 
cidade com outros elementos que 
marcam a presença dos seres huma-
nos, como veículos, edifícios e rua.
Atividade 3
Peça a alguns alunos que leiam 
em voz alta suas respostas, para 
que os outros verifiquem se os ele-
mentos mencionados são os mes-
mos que estão presentes em suas 
listas.
As imagens desta página e da 
página seguinte mostram um típico 
cenário de campo agropecuário e 
um de cidade. No entanto, nem 
sempre conseguimos fazer uma 
distinção tão clara das “fronteiras” 
entre esses ambientes.
Exemplos que ilustram a integra-
ção entre elementos desses am-
bientes são as hortas urbanas. Leia 
o texto a seguir para ficar sabendo 
mais sobre esse assunto.
Converse com os alunos sobre 
exemplos de seres vivos que po-
dem ser encontrados em um cam-
po agropecuário e de relações que 
eles estabelecem com o ambiente. 
Por exemplo: a vaca se alimenta do 
pasto que cresce no solo, as gali-
nhas podem comer minhocas que 
encontram ao ciscar a terra, as hor-
taliças dependem da luz do Sol e 
da água absorvida do solo para se 
desenvolverem.
Texto complementar
Semear e colher: conheça algumas 
experiências de hortas urbanas 
no Nordeste brasileiro
[...] Sabendo da necessidade em se intensi-
fi car a produção de alimentos no Brasil de forma 
sustentável, valorizando a produção familiar e 
em esquemas cooperativistas, a Rede Solivida, 
por meio do projeto Semear e Colher, realizou, 
nos últimos 2 anos, diversas experiências com 
resultados [...] que têm mudado a vida de muitos 
cidadãos brasileiros habitantes das zonas urba-
nas. [...]
A primeira horta urbana do Ceará possui 
7 500 m² e está localizada no município de Jua-
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15UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
15 CAPÍTULO 1
4 AGORA, FAÇA UMA LISTA DO QUE PODE SER 
ENCONTRADO EM UMA CIDADE. 
Animais (cachorros, gatos, ratos, passarinhos, etc.), 
árvores e diferentes plantas, prédios, meios de 
transporte (como ônibus e carros), semáforos, 
pessoas, ruas pavimentadas, postes com fiação elétrica, etc.
 
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LIVROS
CONTOS DE 
ANIMAIS. LUÍS DA 
CÂMARA CASCUDO. 
SÃO PAULO: GLOBAL, 
2013.
O RATO DO 
CAMPO E O RATO 
DA CIDADE. RUTH 
ROCHA. SÃO PAULO: 
SALAMANDRA, 2010.
SUGESTÍES DEÉ
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ANIMAIS 
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 Orientações didáticas
Atividade 4
Repita a estratégia utilizada na 
atividade anterior e escolha alguns 
alunos para lerem suas respostas.
Estimule os alunos a pensar em 
exemplos de seres vivos que po-
dem ser encontrados nas cidades, 
como plantas (diferentes tipos de 
árvores, plantas ornamentais, etc.), 
animais de estimação, ratos, bara-
tas, pombas, etc. Explore com os 
alunos a relação entre esses seres 
vivos e o ambiente. Por exemplo: 
ratos podem viver em tubulações 
de esgoto, árvores promovem lo-
cais mais frescos e sombreados, 
pombas podem fazer ninhos sob o 
telhado de residências, etc.
 Atividade complementar
1. Você pode pedir aos alunos 
que façam também uma lista do 
que pode ser encontrado em uma 
floresta. Por exemplo: animais 
(quati, tartaruga, preguiça, arara, 
macaco); habitação humana; meios 
de transporte (canoas); árvores; 
pessoas; rios; etc. Chame atenção 
para o fato de ser comum a ocor-
rência de maior diversidade de 
animais e plantas na floresta.
2. Pergunte aos alunos: “O cam-
po agropecuário é um ambiente 
modificado pelo ser humano?”.
Verifique se a turma apresenta 
opiniões divergentes. Se achar 
conveniente, proponha um debate 
entre os diferentes grupos, no qual 
você deverá ser o mediador. Espe-
ra-se que a maioria argumente a 
favor da ideia de que o campo 
agropecuário é um ambiente mo-
dificado pelo ser humano. Os alu-
nos podem indicar que nele encon-
tram-se modificações introduzidas 
pelo ser humano, como constru-
ções, criação de seres vivos, etc. 
Verifique se eles identificam como 
sinais de modificações humanas 
em um ambiente a ocorrência de 
construções, de plantações e de 
criações de animais.
zeiro do Norte [...]. A ideia no início contou com 
resistência da vizinhança. Aos poucos, ainicia-
tiva foi conquistando os moradores do bairro e 
mesmo quem antes não apoiava o projeto agora 
compra alimentos fresquinhos na horta.
A horta é gerida por 40 famílias que mo-
ram nos bairros adjacentes e que por meio do 
projeto conseguem complementar a renda fa-
miliar. Os produtos da horta são vendidos a um 
preço acessível, democratizando o acesso a 
produtos orgânicos. [...]
Semear e colher: conheça algumas experiências 
de hortas urbanas no Nordeste brasileiro. Rede 
Solivida. Disponível em: <http://redesolivida.org/
en/2017/05/15/semear-e-colher-conheca-algumas-
experiencia-de-hortas-urbanas-no-nordeste-
brasileiro>. Acesso em: out. 2017.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 16
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 MÌOS Ë OBRA
VOCÊ SABIA QUE TAMBÉM PODE AJUDAR A CUIDAR DO AMBIENTE? 
PARA ENTENDER COMO FAZER ISSO, CONHEÇA UM POUCO SOBRE O 
TRABALHO DE UM AMBIENTALISTA. 
VEJA O QUE ELE TEM A DIZER SOBRE CUIDADOS COM O AMBIENTE.
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ENTORNO: 
TUDO O 
QUE EXISTE 
AO REDOR, 
EM TORNO 
DE ALGO.
VOCÊ PODE EXPLICAR O QUE É AMBIENTE?
EU DEFINO O AMBIENTE COMO 
TODO O ENTORNO. O AMBIENTE É 
FORMADO POR TODOS OS SERES 
VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS 
(COMO A TERRA, O AR, A ÁGUA) 
QUE EXISTEM NAS VIZINHANÇAS DE 
ALGUMA COISA OU EM VOLTA DE ALGUM 
LUGAR E QUE SE RELACIONAM.
COMO O SER HUMANO INTERFERE 
NOS AMBIENTES?
POR EXEMPLO, QUANDO FORMAMOS UMA PLANTAÇÃO EM UMA 
ÁREA DE FLORESTA, PROVOCAMOS MODIFICAÇÕES NESSE AMBIENTE. 
QUANDO LANÇAMOS ESGOTOS SEM TRATAMENTO DIRETAMENTE EM 
UM RIO, POLUÍMOS AS ÁGUAS E MUDAMOS ESSE AMBIENTE.
EXISTEM OUTRAS MANEIRAS DE INTERFERIR NOS AMBIENTES?
FELIZMENTE, NÃO É SÓ DE MANEIRA NEGATIVA QUE INTERFERIMOS 
NOS AMBIENTES. PODEMOS TAMBÉM CONTRIBUIR PARA A PROTEÇÃO E 
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS NATURAIS.
E COMO AS CRIANÇAS PODEM AJUDAR 
A PROTEGER OS DIVERSOS AMBIENTES?
CUIDANDO DO AMBIENTE DE CASA E DA ESCOLA E 
ENVIANDO CARTAS E E-MAILS AOS GOVERNANTES E A 
ENTIDADES COMO A SOS MATA ATLÂNTICA, PARA 
DENUNCIAR AGRESSÕES AO AMBIENTE.
A AÇÃO DE ENTIDADES 
E DE PESSOAS COMO 
FABRÍZIO CONTRIBUI 
PARA PRESERVAR AS 
ÁREAS QUE AINDA 
RESTAM DA MATA 
ATLÂNTICA.
 FABRÍZIO G. VIOLINI É 
AGRÔNOMO E TRABALHA
NA FUNDAÇÃO SOS MATA 
ATLÂNTICA.
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VAMOS APRENDER COMO PODEMOS 
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VOCÊ PODE EXPLICAR O QUE É AMBIENTE?
EU DEFINO O AMBIENTE COMO 
TODO O ENTORNO. O AMBIENTE É 
FORMADO POR TODOS OS SERES 
VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS 
(COMO A TERRA, O AR, A ÁGUA) 
QUE EXISTEM NAS VIZINHANÇAS DE 
ALGUMA COISA OU EM VOLTA DE ALGUM 
LUGAR E QUE SE RELACIONAM.
COMO O SER HUMANO INTERFERE 
NOS AMBIENTES?
POR EXEMPLO, QUANDO FORMAMOS UMA PLANTAÇÃO EM UMA 
ÁREA DE FLORESTA, PROVOCAMOS MODIFICAÇÕES NESSE AMBIENTE. 
QUANDO LANÇAMOS ESGOTOS SEM TRATAMENTO DIRETAMENTE EM 
UM RIO, POLUÍMOS AS ÁGUAS E MUDAMOS ESSE AMBIENTE.
EXISTEM OUTRAS MANEIRAS DE INTERFERIR NOS AMBIENTES?
FELIZMENTE, NÃO É SÓ DE MANEIRA NEGATIVA QUE INTERFERIMOS 
NOS AMBIENTES. PODEMOS TAMBÉM CONTRIBUIR PARA A PROTEÇÃO E 
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS NATURAIS.
E COMO AS CRIANÇAS PODEM AJUDAR 
A PROTEGER OS DIVERSOS AMBIENTES?
CUIDANDO DO AMBIENTE DE CASA E DA ESCOLA E CUIDANDO DO AMBIENTE DE CASA E DA ESCOLA E 
ENVIANDO CARTAS E E-MAILS AOS GOVERNANTES E A E-MAILS
ENTIDADES COMO A SOS MATA ATLÂNTICAMATA ATLÂNTICA, PARA 
DENUNCIAR AGRESSÕES AO AMBIENTE.
A AÇÃO DE ENTIDADES 
E DE PESSOAS COMO 
FABRÍZIO CONTRIBUI 
PARA PRESERVAR AS 
ÁREAS QUE AINDA 
RESTAM DA MATA 
ATLÂNTICA.
A AÇÃO DE ENTIDADES 
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NA FUNDAÇÃO SOS MATA 
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16
 Orientações didáticas
Converse com os alunos sobre a 
definição de ambiente apresenta-
da pelo entrevistado. Neste mo-
mento, você pode aproveitar para 
aprofundar a definição desse ter-
mo, chamando a atenção para o 
fato de que tanto seres vivos quan-
to elementos não vivos fazem par-
te do ambiente.
Questione também se os alunos 
acham que o ser humano pode cui-
dar melhor do ambiente onde vive 
e também de outros ambientes. 
Relembre-os do que viram até ago-
ra no capítulo e comente que um 
primeiro passo está em atitudes 
simples, como jogar o lixo em lo-
cais apropriados.
Após a leitura da entrevista, você 
pode aproveitar para investigar um 
pouco mais os conhecimentos dos 
alunos: “Você já viu um ambiente 
malcuidado? Onde?”; “Quando 
você vê um monte de lixo acumu-
lado em um ambiente, o que você 
pensa? E como se sente?”.
 Atividade complementar
Estimule os alunos a pesquisar 
e conversar sobre notícias relacio-
nadas a impactos no ambiente: 
poluição das águas, problemas 
sanitários, condições do ar, do 
trânsito e de mobilidade nas gran-
des cidades, etc. Incentive-os a 
produzir e compartilhar desenhos 
e relatos relacionados ao cuidado 
com o ambiente, por exemplo: “lu-
gar” do lixo; respeito aos outros 
seres vivos; etc. Você pode elabo-
rar, com os alunos, uma listagem 
de atitudes relacionadas aos cui-
dados com o ambiente e incluí-la 
no Mural da turma.
Sites
S.O.S. Mata Atlântica. Disponível em: <www.sosma.org.br>. Acesso em: out. 2017. 
ONG que promove a conservação da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica 
por meio de projetos de conservação ambiental e monitoramento do bioma, entre outros. 
Instituto Socioambiental (ISA). Disponível em: <www.socioambiental.org>. Acesso em: 
nov. 2017.
Organização que busca propor soluções a questões com foco na defesa de bens e direitos 
sociais relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos. 
Sugest›es de...
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17UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
17 CAPÍTULO 1
1 CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A ENTREVISTA DA PÁGINA 
ANTERIOR. DEPOIS, PREENCHA O QUADRO ABAIXO COM EXEMPLOS DE: 
INTERFERÊNCIA HUMANA NO AMBIENTE COMO CUIDAR DO AMBIENTE
Resposta pessoal.
 
Resposta pessoal.
 
2 OS QUADRINHOS DESTA HISTÓRIA ESTÃO FORA DE ORDEM. 
NUMERE-OS NA ORDEM CORRETA, DE 1 A 4, PARA MOSTRAR 
O QUE ACONTECEU NO PASSEIO DAS CRIANÇAS. 
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4
ATENÇÃO
PARA RECOLHER O 
LIXO DEVEMOS USAR 
LUVAS PROTETORAS.
ASSIM TAMBÉM APRENDO
 Orientações didáticas
Atividade 1
Na primeira coluna, espera-se 
que os alunos respondam que o ser 
humano interfere nos ambientes 
de diversas formas. Algumas inter-
ferências são consideradas negati-
vas, como o desmatamento de 
uma floresta para formar uma plan-
tação ou construir habitações, ou 
o lançamento de esgoto sem tra-
tamento nos rios, etc. Outras inter-
ferências podem ser consideradas 
positivas, como proteger e recupe-
rar áreas naturais.
Na segunda coluna, espera-se 
que os alunos respondam que po-
demos cuidar do ambiente com 
atitudes simples, como manter os 
lugares limpos, jogar o lixo em lo-
cal apropriado e cuidar bem do 
ambiente de casa e da escola. 
Além disso, podemos participar de 
ações que contribuam para a pro-
teção e recuperação de áreas na-
turais enviando cartas e e-mails aos 
governantes e a instituições que 
trabalham com a preservação da 
diversidade e de áreas naturais, 
dando opiniões, denunciando 
agressões aos animais e ao am-
biente, etc.
Atividade 2
Alguns alunos podem ter mais 
dificuldade para realizar esta ativi-
dade. Auxilie-os perguntando: “As 
crianças chegaram e viram muita 
sujeira. O que elas fizeram?”. Faça 
a correção de forma coletiva, apro-
veitando parafalar sobre os cuida-
dos que devemos ter com o am-
biente. Questione-os: “Será que 
esta história poderia ter outro 
fim?”; “O que aconteceria se as 
crianças não tivessem se organiza-
do para recolher o lixo?”. Quando 
terminarem a atividade, peça-lhes 
que escrevam os possíveis diálo-
gos dos personagens. Esta ativida-
de incentiva os alunos a desenvol-
ver e escrever histórias.
 Atividade complementar
Você pode incentivar os alunos a se en-
volverem com a seguinte campanha: Va-
mos tornar a escola um ambiente ainda 
mais agradável!
1. Organize os alunos em grupos. Peça que 
façam um passeio pela escola e identifi-
quem lugares que precisem de cuidados.
2. Os alunos podem verificar, por exemplo, 
onde e como está sendo armazenado o 
lixo no local. A quantidade de lixeiras é 
suficiente? Onde as pessoas jogam o lixo?
3. Cada grupo deve fazer cartazes alertan-
do sobre os problemas identificados e 
sobre o que pode ser feito para evitá-los.
4. Os cartazes podem ser fixados nas pare-
des, em locais visíveis. Converse previa-
mente com a direção sobre a fixação de 
cartazes nas dependências da escola. 
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 18
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
18 UNIDADE 1 
 A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS
O QUE VOCÊ TEM 
FEITO PARA CUIDAR DO 
SEU ENTORNO?
UMA BOA IDEIA É 
PLANTAR. PODE SER UM 
OU OUTRO VASINHO 
COMO ENFEITE, PODE 
SER UM CANTEIRO DE 
ERVAS, PODE SER UM 
JARDIM OU ATÉ MESMO 
UMA ÁREA MAIOR.
AS PLANTAS SÃO 
IMPORTANTES DE 
VÁRIAS MANEIRAS. 
CONHEÇA ALGUMAS 
DELAS EXPLORANDO 
ESTA PÁGINA E A 
PÁGINA SEGUINTE.
DEPOIS, QUE TAL 
PÔR A MÃO NA MASSA? 
COM O PROFESSOR E 
OS COLEGAS, PLANTEM 
MAIS VEGETAIS NOS 
LUGARES QUE VOCÊS 
FREQUENTAM!
VAMOS PLANTAR? AFINAL AS PLANTAS 
SÃO MUITO IMPORTANTES.
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 AS PLANTAS SERVEM DE 
ALIMENTO 
PARA VÁRIOS SERES VIVOS. 
UMA ÁREA COM PLANTAS 
QUE PRODUZEM NÉCTAR 
E FRUTOS ATRAI VÁRIAS 
AVES, INSETOS E 
OUTROS ANIMAIS.
Murray Cooper/Minden Pictures/Getty Images
50 cm
TROQUE IDEIAS COM 
OS COLEGAS. DÊ A SUA 
OPINIÃO SOBRE AS 
DÚVIDAS DESTAS 
CRIANÇAS.
TROQUE IDEIAS COM 
UTILIZE O BANCO DE 
PALAVRAS DA PÁGINA 19 
PARA COMPLETAR AS 
LEGENDAS DESTA PÁGINA.
UTILIZE O BANCO DE 
 CANTEIROS COM FLORES TÊM CORES 
E CHEIROS QUE TORNAM QUALQUER LOCAL 
MAIS BONITO E AGRADÁVEL.
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Respostas pessoais.
COMO NOSSA 
ESCOLA PODERIA 
FICAR SE TIVESSE 
MAIS PLANTAS?
EM QUE 
LUGARES 
DA MINHA CASA 
EU POSSO 
PLANTAR?
 Orientações didáticas
Após a leitura do mural, solicite 
aos alunos que deem mais exem-
plos da importância das plantas no 
ambiente e para os seres humanos. 
Você pode, por exemplo, comentar 
sobre chás de uso terapêutico. Além 
deles, há muitos remédios industria-
lizados que contêm substâncias me-
dicinais extraídas das plantas.
Aproveite para sugerir aos alu-
nos que façam vasinhos ou cantei-
ros com ervas para chá e temperos. 
Esses vasinhos podem ser coloca-
dos na sala de aula ou nas suas 
imediações. Além de tornar o lugar 
mais bonito, essas plantas podem 
ser usadas no dia a dia.
Texto complementar
A importância das matas ciliares
A água é uma substância essencial à sobre-
vivência de todos os seres vivos, e sua produção 
e manutenção está diretamente relacionada à 
fl oresta. Precisamos entender melhor o papel 
das fl orestas para sabermos por que preservá-
-las, pois a nossa sobrevivência e de todos os 
outros seres vivos depende disso.
A mata ciliar funciona como os cílios para 
os nossos olhos. Os cílios limpam e lubrifi cam 
os olhos e também permitem que estes se fechem 
diante de uma luz muito forte ou de uma amea-
ça qualquer (cisco de poeira, por exemplo).
Da mesma maneira, a mata ciliar [...] prote-
ge os rios e córregos, impedindo que sujeiras 
sólidas, como terra, restos de inseticidas, herbi-
cidas, fungicidas e adubos cheguem aos rios, às 
lagoas e aos córregos.
Ao longo deste livro, o ta-
manho (comprimento, em es-
cala métrica abreviada) dos 
seres vivos representados está 
indicado junto às fotografias, 
em quadros ou integrados às 
legendas, sempre que for ne-
cessário para a compreensão 
de escala. Algumas vezes, as 
imagens mostram seres vivos 
parecidos, mas de espécies 
diferentes. Por isso, os tama-
nhos indicados podem nem 
sempre ser iguais.
Além das informações apresen-
tadas no mural desta página e da 
página seguinte, você também 
pode conversar com os alunos so-
bre a importância das plantas para 
a qualidade da água utilizada no 
abastecimento humano. Para saber 
mais sobre esse assunto, leia o tex-
to complementar a seguir.
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19UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
19 CAPÍTULO 1
1 ANALISE AS SITUAÇÕES APRESENTADAS NO MURAL QUE OCUPA ESTA 
PÁGINA E A ANTERIOR. COMPLETE AS LEGENDAS USANDO OS TERMOS 
DO BANCO DE PALAVRAS.
SOMBRAS ABRIGO ALIMENTO CORES QUALIDADE NUTRIENTES CHEIROS
 FOLHAS E GALHOS QUE CAEM SOBRE O SOLO 
AJUDAM A ENRIQUECÊ-LO COM NUTRIENTES . 
ALÉM DISSO, A CAMADA DE FOLHAS QUE CAEM CRIA 
UM AMBIENTE IDEAL PARA MUITOS INSETOS, ARANHAS, 
TATUZINHOS E OUTROS ANIMAIS PEQUENOS.
 ÁRVORES FORMAM SOMBRAS
NAS RUAS DAS CIDADES. ISSO CONTRIBUI, ENTRE 
OUTRAS COISAS, PARA AMENIZAR A TEMPERATURA 
NOS CENTROS URBANOS.
 AS PLANTAS MELHORAM A 
QUALIDADE DO AR. POR 
EXEMPLO, EM LUGARES COM MUITAS 
PLANTAS, A UMIDADE DO AR É MAIOR. 
ISSO ACONTECE PORQUE AS PLANTAS 
ABSORVEM ÁGUA DO SOLO E, ATRAVÉS 
DAS FOLHAS, A “DEVOLVEM” AO 
AMBIENTE.
AS PLANTAS SÃO IMPORTANTES!AS PLANTAS SÃO IMPORTANTES!
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 PLANTAS TAMBÉM PODEM SERVIR DE 
ABRIGO . POR EXEMPLO, VÁRIAS 
AVES FAZEM NINHO EM ÁRVORES.
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10 cm
10 cm
ACABE DE PINTAR 
ESTA CENA COM 
CORES BEM 
BONITAS!
ACABE DE PINTAR 
 Orientações didáticas
Com relação à legenda do can-
to inferior esquerdo desta página, 
esclarecemos que as plantas “per-
dem” água para o ambiente por 
um processo chamado evapo-
transpiração.
 Atividade complementar
Se possível, leve os alunos até o 
jardim da escola, se houver, ou a 
uma praça próxima da escola para 
observarem as plantas e sua rela-
ção com os demais seres vivos. 
Procure perceber o que mais cha-
ma a atenção dos alunos em rela-
ção às plantas: suas cores, suas 
formas, possíveis interações com 
animais, a paisagem que ajudam a 
compor, etc. Lembre-se de que 
atividades fora da escola devem 
ser comunicadas com antecedên-
cia para os pais ou responsáveis, 
bem como para a direção da esco-
la. Oriente os alunos a usarem pro-
tetor solar, boné ou chapéu e leva-
rem água para hidratação.
[...]
Além disso, a fl oresta, por ter um ciclo de 
vida longo (mais de 7 anos) e um sistema radi-
cular profundo (até 10 m de profundidade), 
captura os nutrientes advindos das chuvas e do 
ar. As copas das árvores protegem melhor o 
solo dos impactos da chuva, depositam restos 
[...] (folhas, galhos, frutos e sementes) na super-
fície do solo, protegendo-o melhor que qual-
quer cultura agrícola dos impactos da chuva, 
além de reciclar os nutrientes e, deste modo, 
recuperarem solos degradados. O sistema ra-
dicular possui boa arquitetura para estruturar 
o solo, e, assim, evita os desmoronamentos ou 
deslizes de terra nas encostas.
A importância das matas ciliares. Embrapa 
Meio Ambiente. Disponível em: <https://goo.gl/
sy9wC8>. Acesso em: dez. 2012.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 20
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 1 20
PODE INTERFERIR NO
POR EXEMPLO
TÊM
SER HUMANO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 O SER HUMANO PODE MORAR EM DIFERENTES AMBIENTES.
 FLORESTAS, CAMPOS AGROPECUÁRIOS E CIDADES SÃO EXEMPLOS 
DE AMBIENTES.
 CUIDAR DE ÁREAS VERDES É UM EXEMPLO DE INTERFERÊNCIA POSITIVA 
NO AMBIENTE.
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AMBIENTE
CAMPO AGROPECUÁRIO
PLANTAÇÕES
PLANTAS
 ÁREAS VERDES 
CIDADEFLORESTA
LIXOCONSTRUÇÕES
NELE PODEMOS ENCONTRAR, POR EXEMPLO
POR EXEMPLO
 Orientações didáticas
Nesta seção, apresentamos uma 
síntese das principais proposições 
conceituais trabalhadas no capítulo. 
Além de elencar tais proposições 
uma a uma, apresentamos um mapa 
conceitual como um recurso esque-
mático que facilita a visualização 
destas proposições pelos alunos. 
Como apresentado anteriormen-
te, usando as ideias de J. D. Novak 
e D. B. Gowin (1984), podemos dizer 
que os mapas conceituais diferen-
ciam-se de outros tipos de esque-
ma na medida em que:
• expõem os conceitos e as pro-
posições fundamentais em uma 
linguagem simples e concisa;
• mostram as relações entre as 
ideias principais de modo sim-
ples e vistoso, aproveitando a 
capacidade humana para a re-
presentação visual;
• acentuam visualmente tanto as 
relações hierárquicas entre con-
ceitos e proposições como as 
relações cruzadas entre grupos 
de conceitos e proposições.
Assim, os mapas conceituais 
constituem um bom recurso visual 
para sintetizar os principais concei-
tos e proposições trabalhados em 
cada capítulo.
Você pode organizar os alunos 
em grupos e solicitar que produ-
zam um mapa conceitual alternati-
vo ao apresentado aqui. Para isso, 
eles podem manipular os conceitos 
apresentados, mudando a hierar-
quia entre eles, alterando as liga-
ções com setas, etc. Podem, inclu-
sive, acrescentar conceitos que 
julguem importantes e que gosta-
riam de relacionar com os demais 
conceitos apresentados. 
Atividade complementar
Pesquise na internet fotografias de loca-
lidades: como eram antigamente e como 
são hoje. Exponha essas fotografias aos alu-
nos, propondo uma troca de ideias: O que 
mostra cada imagem? O que mudou de uma 
imagem para a outra? Durante a atividade, 
incentive o debate: De modo geral, o que 
acontece durante o desenvolvimento das 
cidades? O número de construções aumen-
ta ou diminui? E o número de áreas verdes? 
O que mais muda com o passar do tempo?
Você poderá encontrar fotografias antigas 
de diferentes localidades do Brasil no site 
disponível em: <https://noticias.bol.uol.com.
br/fotos/bol-listas/2015/08/09/100-fotos-que-
vao-fazer-voce-querer-ter-vivido-no-brasil
de-antigamente.htm> (acesso em: out. 2017).
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21UNIDADE 1 | CAPÍTULO 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
21
1 OBSERVE A MAQUETE DE 
UMA CIDADE QUE AS 
CRIANÇAS ESTÃO 
CONSTRUINDO. COMO 
ELA PODERIA SER 
APERFEIÇOADA? O QUE 
AS CRIANÇAS PODERIAM 
INCLUIR? COMO FARIAM? 
CONVERSE COM OS 
COLEGAS. Resposta pessoal.
 VOCÊ CONCORDA OU NÃO COM O QUE DIZ CADA CRIANÇA? EXPLIQUE 
SUA RESPOSTA.
Resposta pessoal.
 
 
3 ESCREVA SUA MENSAGEM 
NO ESPAÇO DESTINADO À 
PROPAGANDA DO PONTO 
DE ÔNIBUS.
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AS PLANTAS 
SÃO IMPORTANTES PARA 
O AMBIENTE.
AMBIENTE É SEMPRE 
ALGO MUITO GRANDE, 
COMO UMA FLORESTA 
OU UMA CIDADE.
Resposta pessoal.
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2 OBSERVE A ILUSTRAÇÃO ABAIXO.
 Orientações didáticas
Aqui apresentamos algumas ati-
vidades que ajudam a avaliar a 
aprendizagem dos alunos. Para 
serem respondidas, as questões 
aqui propostas demandam diver-
sas habilidades e capacidades, 
desenvolvidas no decorrer de cada 
ciclo investigativo.
Sugerimos que essas atividades 
sejam feitas individualmente. De-
pois de respondidas, os alunos 
podem ser organizados em duplas 
para comparar as respostas, verifi-
car as divergências e chegar a um 
consenso. 
Essa é uma poderosa estratégia 
de avaliação, na medida em que 
cada aluno deve expor aos colegas 
o que aprendeu, possibilitando que 
repensem o que consideram e expli-
citem as dúvidas que ainda têm. 
Atividade 1
Os alunos podem citar constru-
ções, como pontes, viadutos, se-
máforos, hospitais, comércio; 
meios de transporte, como carros, 
caminhões, motos e bicicletas; 
além de parques e praças e de rios, 
córregos e lagos.
Atividade 2
Espera-se que os alunos concor-
dem com a criança da esquerda e 
discordem da outra.
Comente que as plantas tornam 
o ambiente mais bonito e agradá-
vel, servem de alimento e abrigo 
para muitos seres vivos, contri-
buem para a fertilidade do solo e 
a qualidade do ar, etc.
Complemente informando que o 
ambiente é o entorno, e pode ser 
grande – como o bairro ou a cidade 
– ou bem menor – como o quarto, a 
casa, a escola, um aquário, etc.
Atividade 3
Você pode sugerir aos alunos 
alguns temas a serem abordados 
na resposta, como: cuidados com 
o lixo, com as áreas verdes, com os 
mananciais de onde obtemos água 
para o consumo, etc.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 22
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 1 22
SERES VIVOS SE
DESENVOLVEM
CAPÍTULO
2
O QUE ƒ VIVO NESSE AQUçRIO?
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES VIVOS, SUA 
REPRODU‚ÌO E SEU DESENVOLVIMENTO.
 ● FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É VIVO E OUTRA DO 
QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA.
 ● EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO DO QUE NÃO
TEM VIDA?
 ● COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO 
E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO 
ADULTOS?
PARA INICIAR
HomeStudio/Fishman64/Dobermaraner/StudioByTheSea/Shutterstock
 Objetivos do capítulo
Neste capítulo, vamos estudar o 
desenvolvimento de algumas plan-
tas e animais (inclusive do ser hu-
mano). Procure favorecer a con-
cepção de que tudo o que é vivo 
tem o potencial de se desenvolver 
e se reproduzir. Abordaremos tam-
bém quais são as principais partes 
da estrutura de uma planta e quais 
as condições necessárias para o 
bom desenvolvimento das plantas 
em geral.
 Orientações didáticas
Incentive os alunos a refletir so-
bre a imagem apresentada nesta 
abertura: “Conseguimos diferen-
ciar o que é vivo do que não é vivo 
em um ambiente?”. Aproveite a 
oportunidade para avaliar o que os 
alunos já sabem e que argumentos 
usam para justificar que algo é vivo. 
Entre as características dos seres 
vivos, muitos podem citar o movi-
mento. É comum também relacio-
narem a vida com animais, com os 
quais estão mais familiarizados, 
mas não com plantas.
Para trabalhar os dois primei-
ros itens da seção Para iniciar, 
proponha novos questionamen-
tos: “Os seres vivos surgem de 
onde?”; “O que entendemos por 
desenvolvimento de um ser 
vivo?”; “Como você acha que es-
tará o aquário da fotografia após 
algum tempo?”. Provavelmente, 
será possível constatar mudanças 
nos seres vivos presentes no 
aquário, bem como o apareci-
mento de novos seres vivos a par-
tir da reprodução dos preexisten-
tes. Proponha a eles que façam 
esse exercício de imaginação e, 
se possível, peça que o registrem 
por meio de um desenho.
No terceiro item, avalie o que os 
alunos já sabem: Já observaram 
algum vegetal se desenvolver?; O 
que sabem sobre o desenvolvi-
mento dos animais?; Conhecem 
insetos que na fase inicial do de-
senvolvimento possuem o corpo 
bem diferentede quando adultos 
(como borboletas e moscas)?
É aconselhável que, de tempos 
em tempos, você peça aos alunos 
que revejam o que discutiram nes-
te momento inicial e então reflitam 
se, depois de terem realizado de-
terminado trabalho ou sequência 
de atividades, responderiam da 
mesma forma ao que foi perguntado aqui. 
Isso possibilita a avaliação da própria apren-
dizagem e a dimensão de sua evolução.
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23UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 2 23
ATENÇÃO
LAVE BEM AS 
MÃOS APÓS MEXER 
COM A TERRA. SE 
POSSÍVEL, USE LUVAS 
PROTETORAS.
VAMOS PLANTAR GRÃOS DE FEIJÃO E 
ACOMPANHAR SEU DESENVOLVIMENTO?
COMO FAZER
1. COLOQUE TERRA UMEDECIDA EM 
UM VASO. 
ATIVIDADE PRÁTICA
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COLE UM PAPEL NO 
VASO INDICANDO A 
DATA DA SEMEADURA.
COLE UM PAPEL NO 
2. PLANTE OS FEIJÕES NA TERRA, 
A CERCA DE 1 CENTÍMETRO DE 
PROFUNDIDADE. 
MATERIAL
 ÁGUA
 GRÃOS DE FEIJÃO
 TERRA
 VASO OU POTE PLÁSTICO
3. COLOQUE O VASO EM LOCAL 
ILUMINADO. MOLHE A TERRA 
SEMPRE QUE NOTAR QUE ESTÁ 
SECANDO. 
4. OBSERVE O DESENVOLVIMENTO DO 
PÉ DE FEIJÃO DURANTE ALGUNS 
DIAS. FAÇA DESENHOS E 
ANOTAÇÕES NO CADERNO. 
LIVRO
JOÃO E O PÉ DE 
FEIJÃO. IRMÃOS GRIMM. 
SÃO PAULO: SCIPIONE, 
2009. (COLEÇÃO CONTO 
ILUSTRADO).
SUGESTÌO DEÉ
 Orientações didáticas
Nesta atividade levamos os alu-
nos a observar o desenvolvimento 
do feijoeiro desde a semeadura até 
o aparecimento de folhas, flores e 
vagens. Por isso, os feijões devem 
ser colocados diretamente na terra, 
e não em outros substratos, como 
um algodão úmido, o que seria ade-
quado para observar somente o 
desenvolvimento inicial do feijoeiro.
Você pode organizar a turma em 
grupos e fornecer aos alunos gar-
rafas PET transparentes para servi-
rem de vaso. Faça furos no fundo 
das garrafas e, depois, recorte-as 
com o auxílio de uma tesoura. So-
mente adultos devem realizar esse 
procedimento.
Peça aos alunos que façam suas 
observações pelo menos no 3o, 7o, 
12o, 30o dia e, se possível, no 
60o dia. Nos anos iniciais do Ensino 
Fundamental são mais indicadas 
observações qualitativas e eviden-
tes (se o pé tem ou não tem folha; 
se está maior ou menor; etc.) – daí 
as observações nesses intervalos 
de tempo.
Você pode transformar o acom-
panhamento do desenvolvimento 
do pé de feijão em uma atividade 
investigativa. Uma ideia é solicitar 
aos alunos que testem hipóteses 
sobre o que influencia o desenvol-
vimento dessas plantas. Por exem-
plo, quantidade de luz e de água. 
Cada um desses fatores pode ser 
testado isoladamente, em amos-
tras cultivadas em sementeiras.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 24
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
24 UNIDADE 1 
 PLANTAS SE DESENVOLVEM
VOCÊ JÁ VIU UMA PLANTA SE DESENVOLVENDO? 
AS PLANTAS SÃO SERES VIVOS E SE MODIFICAM COM 
O PASSAR DO TEMPO.
O GRÃO DE FEIJÃO É UMA SEMENTE. DENTRO DELE 
EXISTE O EMBRIÃO DE UM NOVO SER VIVO.
EM CONDIÇÕES ADEQUADAS OCORRE A 
GERMINAÇÃO DO FEIJÃO. CERCA DE 10 DIAS DEPOIS, 
JÁ É FÁCIL IDENTIFICAR ALGUMAS PARTES DA PLANTA.
 ● AS RAÍZES FIXAM A PLANTA NO SOLO, DE ONDE 
PODEM SER CAPTADOS NUTRIENTES E ÁGUA.
 ● O CAULE AINDA NÃO É MUITO RÍGIDO, MAS JÁ 
SUSTENTA ALGUMAS FOLHAS.
 ● AS FOLHAS COMEÇAM A SE ABRIR. SÃO ELAS 
QUE CAPTAM A MAIOR PARTE DOS RAIOS DE 
LUZ DE QUE A PLANTA PRECISA.
QUANDO A PLANTA RECEBE ÁGUA, LUZ E 
NUTRIENTES DE MANEIRA ADEQUADA, ELA 
CONTINUA A SE DESENVOLVER. COM CERCA 
DE 60 DIAS, HÁ MUITAS FOLHAS NO FEIJOEIRO, 
ALÉM DE FLORES E VAGENS.
 ● AS FLORES ESTÃO RELACIONADAS 
À REPRODUÇÃO DAS PLANTAS.
 ● AS VAGENS SÃO OS FRUTOS DO FEIJOEIRO. 
DENTRO DELAS SE FORMAM OS GRÃOS DE 
FEIJÃO QUE USAMOS NA ALIMENTAÇÃO. 
SE PLANTARMOS UM GRÃO DE FEIJÃO, 
UMA NOVA PLANTA VAI SE DESENVOLVER. 
É O COMEÇO DE UMA NOVA VIDA!
VAMOS VER COMO ALGUMAS PLANTAS SE 
DESENVOLVEM COM O PASSAR DO TEMPO.
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 FEIJOEIRO 
60 DIAS APÓS 
O PLANTIO.
 FEIJOEIRO 10 DIAS 
APÓS O PLANTIO.
 GRÃO DE FEIJÃO 
PARTIDO AO MEIO.
EMBRIÃO
FOLHAS
CAULE
RAÍZES
FLORES
VAGEM
FOLHAS
CAULE
RAÍZES
ELEMENTOS REPRESENTADOS
EM TAMANHOS NÃO
PROPORCIONAIS ENTRE SI.
 Orientações didáticas
Antes de iniciar a leitura do tex-
to, incentive a troca de experiên-
cias: “Quem já viu um feijão se 
desenvolver?”; “E quem já viu uma 
outra planta se desenvolver, desde 
quando era uma sementinha?”. 
Após a leitura do texto, promova 
o desafio: “Que tal escrevermos 
um texto como esse para contar 
como é o desenvolvimento de ou-
tra planta?”. Fomente um debate 
para ajudar os alunos a explorar 
ainda mais a leitura e a interação 
com o texto: “O que aconteceria 
se o último parágrafo do texto se 
tornasse o primeiro? O texto con-
tinuaria fazendo sentido?”; “Se vo-
cês fossem reposicionar os pará-
grafos, como eles ficariam no texto: 
qual seria o primeiro, qual seria o 
segundo, etc.?”.
Se possível, aproveite as obser-
vações que os alunos estão fazen-
do na Atividade prática sobre o 
desenvolvimento do pé de feijão 
durante alguns dias e incentive 
comparações com as imagens aqui 
apresentadas.
Um esclarecimento em relação à 
flor e à vagem mostradas na foto-
grafia: elas variam de acordo com 
o tipo de feijão plantado.
Áudio
Pesquisa Brasil
Em um episódio do podcast, a pesquisadora Rafaela Forzza (Jardim Botânico do Rio de 
Janeiro) explica as implicações da descoberta que aponta o Brasil como o país com a maior 
diversidade de plantas do mundo. Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/
05/03/podcast-rafaela-forzza/>. Acesso em: out. 2017.
Sugest‹o de...
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25UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
25 CAPÍTULO 2
1 O QUE EXISTE DENTRO DAS VAGENS DE UM FEIJOEIRO? CONVERSE 
COM OS COLEGAS E RESPONDA ABAIXO.
Grãos de feijão.
2 LEIA AS ANOTAÇÕES FEITAS EM UM CADERNO. MARQUE COM UM X AS 
QUE NÃO SÃO CORRETAS.
 DENTRO DA SEMENTE DO FEIJÃO ENCONTRA-SE O EMBRIÃO. 
X
 EXISTEM FLORES NO PÉ DE FEIJÃO DE 10 DIAS.
X
 OS PÉS DE FEIJÃO DE 60 DIAS AINDA NÃO TÊM VAGENS. 
 OS GRÃOS DE FEIJÃO SÃO USADOS NA ALIMENTAÇÃO. 
3 DESENHE UM PÉ DE FEIJÃO COM 60 DIAS. REPRESENTE E INDIQUE COM 
SETAS AS ESTRUTURAS DESSE VEGETAL CITADAS NA PÁGINA ANTERIOR.
 
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Desenho do aluno.
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flor
vagem
caule
raiz
 Orientações didáticas
Atividade 1
Se possível, leve para a sala de 
aula vagens de diferentes plantas 
(ervilha, soja, fava, tamarindo, ou 
mesmo de plantas não comestí-
veis, como pau-brasil, pata-de-va-
ca, sibipiruna, etc.) e apresente-as 
aos alunos. Essas vagens podem 
ser abertas para que eles identifi-
quem as sementes dentro delas.
Atividade 2
Peça aos alunos que observem 
as imagens exibidas na página 24: 
no pé de feijão de 10 dias ainda não 
é possível ver flores, e o pé de feijão 
de 60 dias já apresenta vagem.
Atividade 3
Espera-se que os alunos dese-
nhem um pé de feijão já desenvol-
vido, com folhas em abundância, 
algumas flores e vagens. Verifique 
se posicionaram as setas correta-
mente, de acordo com a ilustração 
de referência.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 26
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
26 UNIDADE 1 
4 OS ALUNOS ESTÃO MONTANDO UM MURAL SOBRE A INFLUÊNCIA DA 
LUZ E DA ÁGUA NA VIDA DAS PLANTAS. COMPLETE OS TEXTOS NESTA 
PÁGINA E NA PRÓXIMA. 
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INFLUÊNCIA DA ÁGUA
O CRAVO DA ESQUERDA FOI REGADO DE MODO ADEQUADO, TODOS OS 
DIAS. JÁ O CRAVO DA DIREITA NÃO FOI MAIS REGADO.
VERIFICAMOS QUE A PLANTA QUE FOI REGADA DE MANEIRA ADEQUADA 
continuou com as folhas esverdeadas e firmes .
JÁ A PLANTA QUE DEIXOU DE SER REGADA foi ficando com as folhas 
ressecadas e descoloridas, até que morreu .
1º- DIA 3º- DIA
14º- DIA7º- DIA
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INVESTIGANDO FATORES QUE 
 Orientações didáticas
Atividade 4
Repare que aqui os alunos pra-
ticam a escrita de relatórios, ainda 
que de acordo com o estágio de 
alfabetização em que se encon-
tram. Esse procedimento é recor-
rente em vários outros momentos 
desta coleção e vai ganhando com-
plexidade com o desenvolvimento 
dos anos escolares.
Incentive os alunos a variar as 
condições de luminosidade e irri-
gação no desenvolvimento dos pés 
de feijão da Atividade prática. 
A ideia é que analisem os resulta-
dos que obtêm, discutindo-os com 
os colegas e comparando-os com 
os apresentados nesta e na próxi-
ma página. De maneira geral, dife-
rentes plantas sofrem estiolamento 
quando se desenvolvem em condi-
ções de luminosidade não adequa-
das. Uma planta estiolada possui o 
caule mais alongado e esbranqui-
çado do que uma planta que pas-
sou por condições normais de de-
senvolvimento.
 Atividade complementar 
Grupos de alunos podem fazer 
pesquisas sobre o desenvolvimen-
to de diferentes plantas. Podem 
também cultivar plantas diferentes 
do pé de feijão. As imagens do de-
senvolvimento de diferentes plan-
tas obtidas podem ser compartilha-
das no Mural da turma, oferecendo 
uma visão do desenvolvimento de 
diferentes vegetais.
Texto complementar
Renove o trabalho com os pés 
de feijão
Para muitos professores, as aulas de Ciências 
não podem dispensar a atividade de semeadura de 
feijões, usando como base um pedaço de algodão 
úmido. Tradicionalmente, tem-se por objetivo ape-
nas que as crianças observem o passo a passo da 
germinação. Mas essa atividade, com alguns pe-
quenos “toques”, pode aproximá-las do que seria, 
de fato, fazer ciências em sala de aula. Assim, con-
vide os alunos a separarem mais de um grão para 
germinar. Sim, porque os cientistas costumam 
trabalhar não com “uma” semente, mas com uma 
“amostra” de sementes, para terem uma ideia mais 
exata do processo que observam. Depois de ger-
minados, os pés de feijão devem ser transferidos 
para vasos com terra ou jardineiras, para poderem 
completar o desenvolvimento posterior à germi-
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27UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
27 CAPÍTULO 2
5 CONVERSE COM OS COLEGAS: QUAIS SÃO ALGUNS CUIDADOS QUE 
DEVEMOS TER PARA QUE AS PLANTAS SE DESENVOLVAM BEM?
INFLUÊNCIA DA LUZ
A PLANTA DA ESQUERDA RECEBEU ILUMINAÇÃO ADEQUADA.
JÁ A PLANTA DA DIREITA FOI DEIXADA NO ESCURO DURANTE O INÍCIO 
DO SEU DESENVOLVIMENTO.
CONSTATAMOS QUE AS MUDAS QUE RECEBERAM ILUMINAÇÃO 
ADEQUADA ficaram com as folhas esverdeadas e com o caule de aspecto rígido
e de tamanho adequado para uma muda .
TAMBÉM CONSTATAMOS QUE AS MUDAS QUE NÃO RECEBERAM LUZ 
ficaram com as folhas amareladas e com o caule bem comprido, de aspecto frágil e 
de coloração pálida .
 MUDAS DE AGRIÃO 
QUE GERMINARAM 
COM LUZ (À ESQUERDA) 
E NO ESCURO 
(À DIREITA).
 INFLUENCIAM NA VIDA DAS PLANTAS INVESTIGANDO FATORES QUE INFLUENCIAM NA VIDA DAS PLANTAS 
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As plantas devem receber água, luz e nutrientes em quantidades adequadas.
nação. Os alunos devem ajudar nessa tarefa im-
portante, pois ela demonstra uma ação comum 
entre os cientistas: eles podem alterar as condi-
ções em que fazem uma investigação, na medida 
em que esta avança, para continuar realizando as 
observações. Em seguida, convide as crianças a 
fazer observações periódicas do processo de de-
senvolvimento do feijão ao longo de vários dias. 
[...] Por fi m, incentive as crianças a fazer desenhos 
daquilo que observam. Em outras palavras, esses 
desenhos funcionarão, na verdade, como regis-
tros – um típico procedimento científi co. [...] Diga, 
por exemplo: “Imagine alguém de sua casa. Es-
sa pessoa não está aqui vendo o que observa-
mos, nem passou perto dos nossos feijões. Você 
precisa, então, produzir um bom registro, a pon-
to de ela conseguir ter uma boa ideia do que 
você observa”.
NIGRO, R. G. Ci•ncias – Soluções para dez 
desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011. 96 p.
 Orientações didáticas
Atividade 5
Neste caso do agrião, trata-se 
da germinação de sementes com 
e sem luz. Os alunos talvez estra-
nhem o fato de as plantas que não 
recebem luz crescerem mais. Co-
mente que, apesar de mais com-
pridas, essas plantas são mais frá-
geis. Se a condição de pouca 
luminosidade persistir, as plantas 
não vão sobreviver. Pode ser que 
os alunos conheçam broto de fei-
jão (moyashi, em japonês) ou broto 
de alfafa, usados na alimentação; 
esses produtos são obtidos pela 
germinação das sementes sob bai-
xa luminosidade.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 28
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
28 UNIDADE 1 
 VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE
COMO VOCÊ ERA DOIS ANOS ATRÁS? MUITO DIFERENTE DE HOJE? 
VEJA COMO MARCELA ERA EM DOIS MOMENTOS DE SUA VIDA.
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 MARCELA AOS 5 ANOS. MARCELA AOS 7 ANOS.
AS FOTOGRAFIAS MOSTRAM A MENINA NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO 
DE 5 E DE 7 ANOS.
COM 5 ANOS MARCELA TINHA 1,15 METRO DE ALTURA E CALÇAVA 29. 
ELA TINHA 20 QUILOS E GOSTAVA MUITO DE BRINCAR DE
ESCONDE-ESCONDE.
HOJE MARCELA TEM 7 ANOS. ELA TEM 1,25 METRO DE ALTURA, 
27 QUILOS E CALÇA 32. ATUALMENTE, ELA GOSTA MUITO DE BRINCAR 
DE PULAR CORDA.
MARCELA ESTÁ MUDANDO À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. ELA ESTÁ SE 
DESENVOLVENDO. ISSO ACONTECE COM DIFERENTES SERES VIVOS.
1 PREENCHA O QUADRO ABAIXO COM AS INFORMA‚ÍES DO TEXTO:
MARCELA 5 ANOS 7 ANOS
ALTURA 1,15 metro 1,25 metro
PESO 20 quilogramas 27 quilogramas
NÚMERO DO CALÇADO 29 32
VAMOS ESTUDAR O DESENVOLVIMENTO E 
A REPRODUÇÃO DE ALGUNS SERES VIVOS.
 Orientações didáticas
O termo “quilo“ é uma redução 
de “quilograma“ de uso bastante 
comum. Neste momento, optamos 
por usar o termo mais familiar para 
o aluno.
As informações sobre altura e 
peso apresentadas no texto são 
coerentes com dados médios reco-
mendados pela Organização Mun-
dial da Saúde (OMS), obtidos em 
<www.who.int/growthref/en/>. 
Acesso em: out. 2017.
Ao longo de todo o seu desen-
volvimento, as crianças têm diver-
sos direitos garantidos por meio do 
Estatuto da Criança e do Adoles-
cente. O texto complementar abai-
xo lista alguns desses direitos.
Atividade 1
Repare que aqui os alunos são 
convidados a apresentar os dados 
numéricos citados no texto no for-
mato de um quadro. Destacamos 
que, em diversos momentos desta 
coleção, os alunos são incentivados 
a ler e a construir quadros de dados.
Esclarecemos que, embora quilo-
grama seja uma unidade de medida 
de massa, optamos pelo uso do ter-
mo “peso”, mais corriqueiro, para 
facilitar o entendimento do aluno.
Texto complementar
Estatuto da Criança e do Adolescente
[...]
Ao fi nal do século XX, com a constituição de 1988, em seu artigo 
227; o Governo Federal lançou o Estatutoda Criança e do Adoles-
cente, um conjunto de leis com o objetivo de defender os direitos dos 
pequenos.
Apresentamos aqui algumas partes do mesmo:
No capítulo I do Estatuto, o Direito à Vida e o Direito à Saúde 
são enfatizados, fi ca especifi cado que uma mulher grávida deve 
receber do Estado atendimento médico e dentário, além de apoio 
alimentar. Além disso, deverá ter condições adequadas para poder 
amamentar. O bebê deverá receber atendimento de médico pediatra, 
receber socorro médico emergencial, quando necessário, e trata-
mento com vacinas.
O Direito à Liberdade vem disposto no Capítulo II do Estatuto, 
tanto a criança quanto o adolescente têm o Direito de Ir e Vir. Para 
fazer viagens sem a presença dos pais devem ter autorização do res-
pectivo Juizado. Quanto à religião, a criança e o adolescente têm o 
2APISCie_GOV19_MP_p001_037_Parte Especifica_Unidade 1.indd 28 12/9/17 3:03 PM
29UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
29 CAPÍTULO 2
2 OS SERES HUMANOS MUDAM À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. NUMERE 
AS FOTOGRAFIAS EM UMA SEQUÊNCIA QUE INDIQUE O 
DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO.
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4 5
2
3
3 CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS E RESPONDA: 
• QUAL ERA O SEU TAMANHO AO NASCER? 
• QUANTOS QUILOS VOCÊ TINHA AO NASCER? 
• COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A ANDAR? 
• COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A FALAR? 
COMPARTILHE 
SUAS 
RESPOSTAS CO
M
OS COLEGAS.
COMPARTILHE 
SUAS 
Respostas pessoais.
direito de fazer a escolha. Além disso, têm direito a brincar, fazer 
esportes e se divertir. Cabe ao adolescente o direito ao voto.
Nos outros capítulos do Estatuto da Criança e do Adolescente, 
destacamos algumas partes que consideramos importantes como: 
direito à proteção a tratamento desumano e violento, liberdade de 
expressão, ser criado e educado pela família, receber educação em 
escola pública perto de casa, ser respeitado nos seus valores culturais 
e artísticos.
Para os defi cientes, cabe um artigo onde é destacado que devem 
receber tratamento médico e educacional especiais, a fi m de suprir 
suas necessidades e suas difi culdades.
O trabalho para menores de quatorze anos é estritamente proi-
bido, salvo se a criança ou adolescente estiverem na condição de 
aprendiz, desde que não atrapalhe seu horário de estudo, que não 
seja em lugares que lhes proporcionem qualquer tipo de perigo nem 
que prejudique sua saúde. Os trabalhos noturnos são proibidos.
[...]
BARROS, J. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasil Escola. 
Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/dia-das-criancas/
estatuto-crianca-adolescente.htm>. Acesso em: out. 2017. 
 Orientações didáticas
Atividade 3
Esteja atento para os casos de 
alunos que sejam adotados ou ór-
fãos, pois eles podem ter dificulda-
de em obter as informações solici-
tadas na atividade. Para os casos 
em que a informação seja desco-
nhecida, você pode especular so-
bre uma provável resposta junta-
mente com eles.
 Atividade complementar
Oriente os alunos a levarem para 
a sala de aula fotografias de diferen-
tes fases da vida deles (recém-nas-
cido, bebê, com 1 ano, etc.). Desen-
volva com eles uma linha do tempo, 
colocando as fotografias em ordem 
cronológica. Questione-os sobre as 
mudanças que ocorreram com eles 
ao longo do tempo. Para finalizar 
esta atividade, uma sugestão é tirar 
uma fotografia da turma e entregá-
-la como recordação.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 30
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
30 UNIDADE 1 
 
 
 
4 ESCREVA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM ABAIXO 
DESCREVENDO OS SERES VIVOS QUE APARECEM. USE OS 
TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS PARA EXPLICAR EM 
QUE FASE DA VIDA ESTÃO. Respostas pessoais.
 FILHOTE ADULTO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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25 cm
3 cm
CITE O TAMANHO, 
A COLORAÇÃO E 
O FORMATO DO 
CORPO DO SER 
VIVO.
CITE O TAMANHO, 
65 cm
 Orientações didáticas
Atividade 4
Converse com os alunos: “O que 
escreveremos na legenda para a 
foto das lagartas: elas são adultos 
ou filhotes?”. Avalie quais alunos 
conhecem o ciclo de vida de inse-
tos holometábolos (como borbole-
tas, besouros, moscas, abelhas, 
etc.). Deixe que os alunos expli-
quem o que sabem: de ovos nas-
cem larvas (as lagartas, no caso das 
borboletas e mariposas), as quais 
se desenvolvem, formam pupas, 
passam por metamorfose e, final-
mente, se tornam adultos.
Aproveite a oportunidade para 
explicar aos alunos que há espé-
cies de seres vivos nas quais os 
adultos alimentam os filhotes e 
cuidam deles. No caso dos mamí-
feros, o alimento é o leite produzi-
do pela própria mãe. Já em outras 
espécies de seres vivos não há o 
cuidado parental. Os filhotes ficam 
por própria conta e risco desde o 
nascimento. 
Áudio
Al™, Ci•ncia?
Em um episódio do podcast, a pesquisadora Louise Alissa explica e compara o desen-
volvimento de diferentes animais. Disponível em: <http://alociencia.com.br/podcast/
017-cuidado-parental/>. Acesso em: out. 2017.
Sugest‹o de...
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31UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
31 CAPÍTULO 2
5 AS CARTAS ABAIXO, DO BARALHO ADULTOS E FILHOTES, ESCONDEM 
ALGUNS SERES VIVOS. 
A) LIGUE OS PONTOS E DESCUBRA O CONTORNO DESSES SERES VIVOS.
B) INDIQUE O NOME DE CADA SER VIVO.
C) CONVERSE COM OS COLEGAS PARA ENTÃO PREENCHER, EM CADA 
CARTA, O CAMPO “ONDE PODE SER ENCONTRADO”.
NOME: mico (ou macaco; mico-estrela)
ONDE PODE SER ENCONTRADO: florestas 
.e bosques
NOME: peixe (acará ou cará)
ONDE PODE SER ENCONTRADO: rios, 
.também é criado em aquários
NOME: minhoca
ONDE PODE SER ENCONTRADO: terra
. 
NOME: formiga
ONDE PODE SER ENCONTRADO: terra, 
.troncos de árvore
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ELEMENTOS REPRESENTADOS
EM TAMANHOS NÃO
PROPORCIONAIS ENTRE SI.
 Orientações didáticas
Convide os alunos a fazerem 
pesquisas sobre o desenvolvimen-
to de diferentes animais. Eles po-
dem expor os resultados de suas 
pesquisas em uma roda de conver-
sa e compartilhá-los no Mural da 
turma. Você pode incentivar os 
alunos a fazer sínteses dessas pes-
quisas no formato de fichas.
Ao final, os alunos podem ser 
desafiados a localizar as informa-
ções obtidas nas pesquisas para 
responder a algumas questões (por 
exemplo: “Como são chamados os 
filhotes de rãs?”; “Como as serpen-
tes se reproduzem?”; “Onde ficam 
os filhotes de gambá assim que 
nascem?”, etc.).
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 32
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 1 32
RAIZ
CAULE
FOLHA SEMENTE
FLOR
FRUTO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 OS SERES VIVOS PODEM SE REPRODUZIR.
 OS SERES VIVOS SE DESENVOLVEM.
 ANIMAIS E PLANTAS SÃO EXEMPLOS DE SERES VIVOS.
 SEMENTE,RAIZ, CAULE, FOLHAS, FLORES E FRUTOS SÃO NOMES DE 
ESTRUTURAS DE PLANTAS.
 ÁGUA E LUZ, ENTRE OUTROS FATORES, SÃO IMPORTANTES PARA O 
DESENVOLVIMENTO VEGETAL.
PASSA POR
SER VIVO
PLANTA
ÁGUA LUZ
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PODE POSSUIR
PRECISA DE
REPRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO
PASSA POR
POR EXEMPLO
PRECISA DE
 Orientações didáticas
Nesta seção, após detalharmos 
as ideias mais inclusivas estudadas 
no capítulo, apresentamos um re-
sumo visual das proposições con-
ceituais trabalhadas na forma de um 
mapa conceitual. Ajude os alunos 
na leitura desses esquemas, identi-
ficando os conceitos mais inclusivos 
na parte superior de cada um. Dife-
rencie esses conceitos daqueles 
abaixo, mais subordinados. 
Você pode pedir aos alunos que 
aproveitem esse momento para 
fazer uma breve revisão do que es-
tudaram. Usando o mapa concei-
tual como referência, eles podem 
rever o capítulo, página a página, 
procurando identificar e assinalar 
os momentos em que cada concei-
to foi apresentado. As páginas em 
que cada conceito foi identificado 
podem ser listadas ao lado de cada 
caixa de texto pertinente no mapa 
conceitual.
Ao folhearem e reverem o capítu-
lo dessa maneira, os alunos podem 
conversar em duplas e tentar eleger 
uma imagem que viram e que pode 
ser usada para representar visual-
mente o conceito que está escrito 
no mapa. Uma opção é fazer, em 
uma folha avulsa, um mapa concei-
tual ilustrado, reproduzindo com 
desenhos as imagens que conside-
raram significativas. 
 Atividade complementar
Divida a turma em grupos e, em 
seguida, oriente os alunos a esco-
lherem um animal ou uma planta 
para representarem o ciclo de vida. 
Essa representação pode ser feita 
com desenhos ou colagem. Auxi-
lie-os durante a pesquisa e na orga-
nização das fases do desenvolvi-
mento do animal ou da planta 
escolhido pelo aluno. Caso perceba 
que eles estão tendo dificuldades, 
retorne às páginas 24 e 28 do Livro 
do Estudante. Se as dúvidas persis-
tirem, refaça com eles a atividade 2 
da página 29.
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33UNIDADE 1 | CAPÍTULO 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 2 33
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1 RESPONDA: O QUE É O DESENVOLVIMENTO DE UM SER VIVO?
Desenvolvimento pode ser entendido como o conjunto de transformações que 
ocorrem em um ser vivo à medida que o tempo passa. 
2 VOCÊ CONCORDA COM 
O QUE DISSE O MENINO? 
CONVERSE COM OS 
COLEGAS E EXPLIQUE 
SUA RESPOSTA.
3 COMPLETE A CRUZADINHA COM O NOME DOS SERES VIVOS QUE 
APARECEM NO CAPÍTULO. VEJA ABAIXO INFORMAÇÕES DE CADA 
UM DELES.
A) COM CERCA DE 60 DIAS, ESSE SER VIVO JÁ PRODUZ PEQUENAS FLORES.
B) SÃO SERES VIVOS QUE PODEM SER PLANTADOS PELO SER HUMANO. 
C) ESTRUTURA QUE MANTÉM A PLANTA PRESA AO SOLO.
D) UM ANIMAL, QUANDO ACABA DE NASCER.
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QUANDO 
COMEMOS FEIJÃO, 
ESTAMOS COMENDO 
AS SEMENTES DE UM 
SER VIVO. Mo
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Resposta pessoal.
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ELEMENTOS REPRESENTADOS
EM TAMANHOS NÃO
PROPORCIONAIS ENTRE SI.
 Orientações didáticas
Aqui são apresentadas questões 
que contribuem para uma avalia-
ção da aprendizagem do que foi 
estudado no capítulo. Ao respon-
derem-nas os alunos devem expli-
citar o entendimento pessoal dos 
conceitos, além de comparar e 
contrastar situações e hipóteses e 
empregar procedimentos e habili-
dades cognitivas específicos (como 
observação, análise, síntese, argu-
mentação, etc.).
Após os alunos formularem res-
postas individuais para essas ques-
tões, é interessante organizá-los 
em duplas para compartilhar as 
respostas dadas, refletir sobre as 
diferenças entre elas e também so-
bre a individualidade de cada alu-
no. Afinal, diversas questões aqui 
apresentadas possibilitam que os 
alunos deem respostas que podem 
ser consideradas corretas, mas que 
são muito distintas entre si.
Atividade 1
Aproveite a oportunidade para 
retomar com os alunos as discus-
sões que ocorreram no início deste 
capítulo, sobre o que diferencia o 
que é vivo daquilo que não tem 
vida. Destacamos que ao longo 
deste capítulo exploramos o de-
senvolvimento como o principal 
fator de diferenciação.
Atividade 2
Espera-se que os alunos concor-
dem com a afirmação da criança, 
já que o pé de feijão é um vegetal 
(e, portanto, um ser vivo) cujas se-
mentes são os feijões.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
TECENDO SABERES
UNIDADE 1 34
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 LEIA O TEXTO ABAIXO E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. 
DEPOIS, FAÇA AS ATIVIDADES A SEGUIR.
1
 ESCREVA ALGUMAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM O QUE VOCÊ 
SENTIU AO LER ESSE TEXTO.
Resposta pessoal.
 CIRCULE NO TEXTO: EM VERMELHO AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A 
ALIMENTOS; EM AZUL AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A SENTIMENTOS; 
EM LARANJA AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A SONS; E EM PRETO O 
NOME DOS SERES VIVOS CITADOS.
2
3
FAZENDA
FAZENDA É UMA PALAVRA VERDE,
TEM DOCE COM GOSTO DE FRUTA
E, TAMBÉM, TORRESMO, 
LEITE, RAPADURA E SAUDADE.
A PALAVRA FAZENDA TEM CHEIRO
DE FLORES, HORTELÃ, EUCALIPTO,
CAPIM-GORDURA E CURRAL.
TEM BARRO, TEM BERROS, LATIDOS,
MUGIDOS, GRITOS, MODAS DE VIOLA
E CANTO DE GALO E DE PÁSSAROS.
A PALAVRA FAZENDA DEIXA HISTÓRIAS,
CALOS NAS MÃOS E CARÍCIAS NA TERRA.
ELIAS JOSÉ E ELISABETH TEIXEIRA. PEQUENO 
DICIONÁRIO POÉTICO-HUMORÍSTICO 
ILUSTRADO. SÃO PAULO: PAULINAS, 2015.
Respostas no quadro da página seguinte.
 Orientações didáticas
Nesta seção, os conhecimentos 
e as habilidades que os alunos têm 
aprendido em diferentes discipli-
nas escolares são usados para se 
reforçar ou expandir a aprendiza-
gem de um tema que estudaram 
em Ciências durante a unidade. 
Deve estar claro, portanto, que as 
“fronteiras” delineadas pelas dife-
rentes áreas de conhecimento não 
são aqui eliminadas. O mais apro-
priado seria dizer que estas “fron-
teiras imaginárias” são cruzadas 
pelo aluno ao realizar diferentes 
atividades em torno de um tema 
mais centralizador.
Um tema estudado em Ciências 
durante a unidade é eleito como o 
centro das atenções na seção Te-
cendo saberes. Esse tema é reto-
mado por meio de um texto, ele-
mento principal oferecido aos 
alunos. Uma das intenções disso é 
favorecer o ensino de Língua Por-
tuguesa, deslocando-o para outras 
áreas de conhecimento. É deixar 
uma mensagem implícita para os 
alunos: o domínio da linguagem e 
o uso de textos é absorvido e rele-
vante para todas as áreas de co-
nhecimento, e não um assunto 
inerte e restrito unicamente às au-
las de Língua Portuguesa. 
Atividades mais orientadas, fo-
cadas em diferentes disciplinas 
curriculares, são apresentadas a 
seguir. Isso tem o potencial de cha-
mar a atenção dos alunos para o 
fato de as diferentes áreas do co-
nhecimento poderem se integrar, 
no tratamento de informações e 
temas centralizadores. Trata-se de 
uma maneira de apontar, portanto, 
para a relevância e contribuição do 
domínio de habilidades que vêm 
sendo desenvolvidas nas demais 
disciplinas.
Atividade 3
Alimentos: doce, fruta, torres-
mo, leite, rapadura, hortelã. Senti-
mentos: saudade. Sons: berros, 
latidos, mugidos, gritos, modas de 
viola, canto. Seres vivos: hortelã, 
eucalipto, capim-gordura, galo, 
pássaros. Os alunos ainda podem 
indicar que fruta e flores são par-
tes de seres vivos.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 1 – MANUAL DO PROFESSORReprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 TECENDO SABERES 35
 COM BASE NA LEITURA DO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR, COMPLETE 
O QUADRO ABAIXO:
PALAVRAS QUE 
SE REFEREM A
PALAVRAS ENCONTRADAS
NÚMERO DE 
PALAVRAS 
ENCONTRADAS
ALIMENTOS
doce, fruta, torresmo, leite, rapadura, hortelã 6
SENTIMENTOS
saudade 1
SONS
 6
SERES VIVOS
hortelã, eucalipto, capim-gordura, galo, pássaros 5
 SE CADA SOM CITADO NESSE POEMA VALESSE DOIS PONTOS, 
QUANTOS PONTOS ESSE TEXTO SOMARIA?
12 pontos.
 MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM POEMA, COMO 
O QUE VOCÊ LEU, SOBRE ALGUM DOS AMBIENTES QUE ESTUDAMOS, 
COMO A FLORESTA OU O CAMPO AGROPECUÁRIO. ESCOLHA PALAVRAS 
QUE “SOMEM MAIS PONTOS” AO SEU POEMA. NÃO SE ESQUEÇA DE 
FAZER UM DESENHO PARA ILUSTRÁ-LO. Resposta pessoal.
 AS PALAVRAS ABAIXO FORAM CITADAS NO POEMA QUE LEMOS NA PÁGINA 
ANTERIOR. COMPLETE O QUADRO COM O PLURAL DESSAS PALAVRAS.
4
berros, latidos, mugidos, gritos, modas de 
viola, canto
5
66
7
SINGULAR PLURAL
GALO
galos
FLOR
flores
CURRAL
currais
MÃO
mãos
PÁSSARO
pássaros
 Orientações didáticas
Atividade 4
Incentive os alunos a fazerem lei-
turas vasculhando termos no texto. 
Eles podem começar procurando 
por nomes de seres vivos citados. 
Depois, por nomes de alimentos. 
Sugerimos que sondem termos que 
expressam sons e sentimentos ao 
final. Após terem feito a atividade 
individualmente, os alunos podem 
compartilhar as respostas que de-
ram e fazer as correções e comple-
mentações necessárias.
Atividade 6
Incentive os alunos a comparti-
lhar as poesias produzidas. Tam-
bém a escreverem textos conjun-
tamente. O objetivo é que sejam 
citados bastantes nomes de seres 
vivos, de ambientes, etc., a fim de 
que o texto obtenha mais pontos.
 Atividade complementar
A partir da atividade 7 desta pá-
gina, convide os alunos a explorar 
palavras no texto e reescrever par-
tes dele, representando não so-
mente o plural de certas palavras, 
mas também alguma modificação 
do termo que expresse algo ligei-
ramente diferente. Por exemplo, 
“carícias” pode se tornar “carinho-
so”; “cheiro” pode se tornar “chei-
roso”; etc.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 1
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
O UE ESTUDAMOS
UNIDADE 1 36
... APRENDEU COMO PODE 
CUIDAR DO AMBIENTE.
NESTA UNIDADE:
 ESTUDAMOS QUE ALGUNS AMBIENTES PODEM SER MODIFICADOS PELO SER 
HUMANO. 
 ENTENDEMOS QUE ALGUNS AMBIENTES TÊM SIDO MALCUIDADOS PELOS 
SERES HUMANOS.
 APRENDEMOS QUE NOS AMBIENTES EXISTEM SERES VIVOS QUE SE 
REPRODUZEM E SE MODIFICAM COM O PASSAR DO TEMPO.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RELEMBRE O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E O PROFESSOR SOBRE 
O QUE VOCæ APRENDEU NESTA UNIDADE QUE ANTES NÌO SABIA.
VOCæ...
REGISTRE SUAS
 IDEIAS 
NO CADERNO.
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... OBSERVOU CAMPOS AGROPECUÁRIOS, FLORESTAS E CIDADES. 
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 Orientações didáticas
Esta seção representa um con-
traponto à abertura da unidade. 
Além de diferirem no momento 
didático (aqui estamos no final dos 
estudos de um bimestre), temos 
aqui as principais ideias e proposi-
ções trabalhadas explicitadas (en-
quanto na imagem de abertura 
tudo estava mais implícito nos de-
talhes visuais da cena apresentada).
Inicialmente, é interessante que 
os alunos folheiem o livro e revejam 
todas as páginas da unidade, for-
mulando uma lista de itens que 
expressam o que estudaram. Essa 
lista pode ser comparada entre co-
legas, os quais podem chegar a um 
consenso e elaborar uma lista con-
junta. A lista final elaborada pelos 
alunos pode ser comparada com a 
breve síntese apresentada no boxe 
inicial da seção.
Grupos de dois ou três alunos 
podem analisar os itens apresenta-
dos a seguir, os quais estão acom-
panhados de imagens. Podem re-
ver as páginas do livro e identificar 
os trechos nos quais aquela ideia e 
aquela imagem são apresentadas. 
Ao lado das imagens, podem ano-
tar esses números de páginas, 
completando assim o resumo que 
é apresentado. 
Os alunos podem também dis-
cutir se trocariam, ou não, as ima-
gens que foram apresentadas. 
Caso decidam pela troca, deverão 
indicar qual imagem consideram 
melhor para ser a substituta, defen-
dendo seu ponto de vista (por 
exemplo, “A imagem resume me-
lhor aquela ideia.”, ou “A imagem 
é mais bonita.”, ou “A imagem foi 
mais significativa para mim por-
que...”).
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 1 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 O UE ESTUDAMOS 37
... APRENDEU QUE 
PLANTAR PODE 
SER UMA MANEIRA 
DE CUIDAR DO 
SEU ENTORNO.
... ESTUDOU O 
DESENVOLVIMENTO E A 
REPRODUÇÃO DE 
ALGUNS ANIMAIS.
... ENTENDEU COMO 
ALGUMAS PLANTAS SE 
DESENVOLVEM COM 
O PASSAR DO TEMPO.
 FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O 
QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
 QUAIS ANIMAIS E PLANTAS VOCÊ MAIS GOSTOU DE ESTUDAR?
 COMO VOCÊ SE SENTE QUANDO ESTÁ EM UM AMBIENTE BEM CUIDADO? E EM UM 
AMBIENTE MALCUIDADO? 
 A PARTIR DE AGORA, O QUE VOCÊ VAI FAZER PARA AJUDAR A CUIDAR DO 
AMBIENTE DE CASA E DO AMBIENTE DA ESCOLA?
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 Orientações didáticas
As questões no boxe final da se-
ção possibilitam uma discussão 
mais ampla entre os alunos, uma 
vez que exigem que eles articulem 
o conhecimento aprendido com 
suas impressões, sensações e va-
lores. Trata-se de questões que 
nitidamente demandam a expres-
são da individualidade do aluno. 
Elas devem ser vistas como um 
instrumento para valorizar cada 
criança como única. 
É interessante usar tais questões 
para promover debates abertos, ao 
final da unidade. Devido ao grau 
de pessoalidade exigido, as situa-
ções nas quais os alunos compar-
tilham as respostas que deram 
podem representar momentos nos 
quais reflexões profundas podem 
ser atingidas. Essa reflexão cons-
ciente sobre o quanto tudo aquilo 
que estudaram e aprenderam foi 
significativo fecha o estudo da uni-
dade didática.
Aqui, particularmente, os alunos 
podem compartilhar suas impres-
sões sobre os animais e as plantas 
estudados, destacando não somen-
te o que aprenderam sobre o de-
senvolvimento deles, mas também 
aquilo que mais os tocou ou impres-
sionou. Podem, ainda, voltar a dis-
cutir o que poderia ser mais bem 
cuidado na escola e manifestar o 
que reconhecem que podem fazer, 
em casa e na escola, para ajudar a 
manter o entorno bem cuidado.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
38
2
UNIDADE
DESENVOLVIMENTO
E CORPO HUMANOE CORPO HUMANO
 Objetivos da unidade
Conteúdos conceituais
Conceitos 
Desenvolvimento, ser humano, 
criança, adulto, dente, dente per-
manente, dente de leite, tato, olfa-
to, gustação, visão, audição, curati-
vo, osso, fratura, hábitos de higiene, 
radiografia, posto de saúde.
Conteúdos procedimentais
• Observar objetos e fenômenos 
(observar os dentes dos colegas 
e a recuperação de machucados 
e fraturas).
• Descrever objetos e fenômenos 
(descrever como ocorre a recupe-
ração de machucados e fraturas).
• Praticar habilidades relacionadas 
à comunicação (conversar sobre 
mudanças que ocorrem confor-
me se vai ficando mais velho; 
fazer entrevista; desenvolver mu-
ral sobre hábitos de higiene).• Praticar habilidades relacionadas à 
leitura de histórias em quadrinhos.
• Desenvolver habilidades relacio-
nadas à comunicação e à criati-
vidade (na elaboração de uma 
peça de teatro e de um mural 
sobre acidentes, ferimentos e 
cuidados).
• Observar, analisar e comparar 
imagens (fotos, radiografias e 
ilustrações diversas) e quadros 
(quadro de vacinação).
• Desenvolver habilidades de ar-
gumentação na troca de ideias 
com os colegas.
• Desenvolver habilidade de re-
presentação de ideias por meio 
de imagens (criação de ilustra-
ções e histórias em quadrinhos).
Conteúdos atitudinais
• Desenvolver hábitos relaciona-
dos ao cuidado com o corpo.
• Empenhar-se nas atividades de 
grupo (ao observar os dentes 
dos colegas).
• Desenvolver novos hábitos e 
predispor-se a alterar os antigos 
hábitos relacionados ao cuidado 
com o corpo (escovar os dentes 
corretamente, evitar tomar sol 
em horário não adequado, evitar 
acidentes).
• Assumir erros e acertos (ao com-
parar a maneira como escova os 
dentes com o que diz o cartaz).
• Desenvolver e valorizar atitudes científicas 
(como o rigor nas observações dos resulta-
dos da atividade do pulso coberto com fita).
 Habilidade da BNCC abordada
BNCC EF02CI03 Discutir os cuidados necessá-
rios à prevenção de acidentes domésticos 
(objetos cortantes e inflamáveis, eletricidade, 
produtos de limpeza, medicamentos etc.).
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 QUANTOS ANOS VOCÊ ACHA QUE 
TEM A MENINA QUE ESTÁ NA 
CAMA? JUSTIFIQUE A RESPOSTA. 
 TODOS NESSA IMAGEM PARECEM 
ESTAR BEM DE SAÚDE? EXPLIQUE 
A RESPOSTA.
 NA SUA OPINIÃO, O QUE A 
CRIANÇA ESTÁ SENTINDO? 
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 Orientações didáticas
O principal objetivo das imagens 
de abertura de unidade é focar a 
atenção dos alunos para o tema a 
ser estudado.
Inicialmente cada aluno pode 
explorar a imagem individualmen-
te, procurando por todos os deta-
lhes possíveis. 
Em seguida, você pode organi-
zar os alunos em trios para que 
compartilhem as observações fei-
tas. É o momento de trocarem 
ideias sobre o que mais lhes cha-
mou a atenção, que detalhe pas-
sou quase despercebido, quem já 
viu ou vivenciou algo parecido, etc.
Uma possibilidade é solicitar que 
cada aluno do trio escolha uma das 
questões desta página e pense na 
resposta. Os outros dois colegas 
deverão tentar adivinhar qual será 
a resposta dada. 
Por fim, depois que todos derem 
suas respostas, o trio pode formular, 
em uma folha avulsa, uma resposta 
coletiva para cada questão. As res-
postas produzidas podem ser com-
partilhadas no mural e aí ficarem até 
o final da unidade, quando o trio de 
alunos poderá se juntar novamente, 
revê-las e se autoavaliar: “O que 
pensávamos no início da unidade? E 
o que pensamos depois dos estudos 
que fizemos?”.
 Questões para sensibilização
• Incentive os alunos a procurar, na imagem, evidências que 
indicam a provável idade da menina. Repare que ela possui 
uma “janelinha” no local dos dentes da frente, o que indica 
que tem idade aproximada de sete anos, quando costumam 
ocorrer as primeiras trocas de dentes.
• A menina da imagem parece “estar de cama”, ou seja, doen-
te. Converse com os alunos sobre o que pode ter aconteci-
do. Como ela aparece com o braço engessado, é possível 
que tenha sofrido algum acidente. Aproveite a oportunida-
de para começar a discutir acidentes que podem causar a 
quebra dos ossos e como estes podem ser evitados.
• Estimule os alunos a conversar não só sobre o que sentimos 
quando estamos doentes ou bem de saúde, mas também 
sobre o que percebemos por meio dos sentidos. Ressalte 
o fato de serem indicados traços na imagem que sugerem 
a percepção do olfato associado ao lanche que é trazido 
para o quarto.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 340
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 40
VOCÊ ESTÁ FICANDO 
MAIS VELHO
CAPÍTULO
3
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES, ALGUNS 
HçBITOS QUE PROMOVEM SAòDE E TAMBƒM NOSSOS SENTIDOS.
 ● VOCÊ JÁ PERDEU ALGUM DENTE? E DEPOIS DISSO APARECEU UM NOVO 
DENTE NO LUGAR?
 ● O QUE VOCÊ FAZ PARA CUIDAR DOS SEUS DENTES? E DO SEU CORPO?
 ● FAÇA DUAS LISTAS DE PALAVRAS: UMA PARA DESCREVER O QUE 
VOCÊ PERCEBE AO TOCAR ALGO; OUTRA PARA OS CHEIROS 
QUE VOCÊ SENTE.
PARA INICIAR
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VOCÊ JÁ FICOU COM UMA “JANELINHA” ENTRE OS DENTES?
 Objetivos do capítulo
Neste capítulo vamos explorar o 
tema do desenvolvimento humano 
focando a mudança de dentição 
que ocorre na infância. Também 
abordaremos hábitos e atitudes 
relacionados à higiene e que são 
importantes para a saúde, particu-
larmente a higiene bucal, e ainda 
estudaremos os sentidos humanos.
 Orientações didáticas
Explore a imagem de abertura. 
Questione por que a criança está 
sem alguns dentes e permita que 
os alunos formulem respostas va-
riadas. A ideia aqui é favorecer a 
manifestação de uma diversidade 
de opiniões. Alguns podem afirmar 
que está ocorrendo troca de den-
tes, mas muitos podem não dar 
essa resposta.
Incentive os alunos a conversar 
sobre outras questões a fim de 
contextualizar o tema de estudo 
deste capítulo: “O que são hábitos 
de higiene?”; “Que coisas não éra-
mos capazes de fazer quando mais 
novos e já fazemos hoje em dia?”; 
“Já somos responsáveis por nós 
mesmos ou temos de ter um adul-
to por perto, lembrando-nos do 
que devemos fazer?”.
Na seção Para iniciar promove-
mos uma avaliação dos conheci-
mentos prévios dos alunos a 
respei to de temas que serão estu-
dados no capítulo. É importante 
manter um registro das respostas 
iniciais dos alunos, a fim de que 
este possa ser retomado e revisto 
no final do capítulo. Isso facilita a 
comparação entre o que se sabia 
e o que se aprendeu, o que ajuda 
os alunos a se tornar conscientes 
de suas aprendizagens. Alguns de-
les talvez já saibam que existem 
dentes de leite e dentes perma-
nentes. Faça perguntas que des-
pertem a curiosidade dos alunos, 
por exemplo: “Uma criança tem o 
mesmo número de dentes que um 
adulto?”; “Os adultos trocam de 
dentes como as crianças?”; “Nos-
sos dentes são todos iguais?”; 
“Para cuidar dos dentes, basta es-
cová-los?”; “E para cuidar do nosso 
corpo, o que podemos fazer?”.
Esteja atento para a possibilida-
de de algum aluno ainda não ter 
trocado nenhum dente. Nesse 
caso, explique que há um período 
na infância, dos 6 aos 13 anos, em que ocor-
re a troca de dentes. Com algumas crianças 
isso acontece mais cedo; com outras, mais 
tarde. Comente que as crianças que ainda 
não trocaram nenhum dente logo começarão 
a trocar.
Para ampliar as discussões sobre o que 
acontece quando ficamos mais velhos, se jul-
gar oportuno, converse sobre a adolescência. 
Pergunte se os alunos sabem o que quer dizer 
“adolescente” e estimule-os a refletir sobre 
as diferenças entre a dentição de um adoles-
cente e a de uma criança de 3 anos.
Por fim, estimule a troca de ideias sobre o 
que percebemos por meio dos sentidos. Res-
salte a importância de desenvolvermos voca-
bulário para expressar nossas percepções: 
“Que termos usamos para nomear os odores 
que sentimos?”; “E para nomear o que senti-
mos ao tocar diferentes coisas?”.
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41UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 3 41
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VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTESE OS DENTES DE UM COLEGA?
COMO FAZER
ATIVIDADE PRÁTICA
2. CONTE QUANTOS DENTES VOCÊ TEM.
3. OBSERVE OS DENTES DE UM 
COLEGA E COMPARE-OS COM 
OS SEUS.
4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS 
SOBRE OS DENTES DE CADA 
UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ 
CAÍRAM? QUAIS APARECERAM 
RECENTEMENTE?
1. FIQUE DIANTE DE UM ESPELHO 
E OBSERVE OS SEUS DENTES. 
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 Orientações didáticas
Organize uma roda de conversa 
e incentive os alunos a comparti-
lhar as observações feitas. O im-
portante é que percebam as dife-
renças e as semelhanças que 
existem entre eles: alguns já troca-
ram vários dentes, outros não tro-
caram nenhum.
Sugira aos alunos que façam de-
senhos para representar os dentes 
observados e a contagem que fi-
zeram destes.
Site
Dentista tira as principais 
dœvidas sobre a escova•‹o. 
Record News. Disponível em: 
<www.youtube.com/watch?
v=WRYvDaiQeOw>. Acesso 
em: out. 2017.
O odontologista Flávio Farias 
tira dúvidas sobre tipo de es-
cova, fio dental, enxaguante 
bucal, etc.
Sugest‹o de...
Texto complementar
Agenesia dentária
A agenesia dentária, também defi nida co-
mo ausência congênita, é caracterizada pela 
redução numérica de elementos dentários. [...]. 
É uma das anomalias dentárias mais frequentes 
no ser humano [...] e resulta de distúrbios du-
rante os estágios de iniciação e proliferação na 
formação dentária [...]. Pode ser classifi cada 
como hipodontia, oligodontia ou anodontia. O 
termo hipodontia é usado para descrever age-
nesias de um a seis dentes, excluídos os tercei-
ros molares, oligodontia para a ausência de 
mais de seis dentes e anodontia para a ausência 
completa de dentes [...].
LIU, K. N. C. Agenesias dentárias: revisão 
de literatura. Porto Alegre: UFRGS, 2011. 
Disponível em: <www.lume.ufrgs.br/bitstream/
handle/10183/49000/000828639.pdf>. Acesso em: 
nov. 2017.
Seres humanos adultos ge-
ralmente têm 32 dentes per-
manentes (8 incisivos, 4 cani-
nos, 8 pré-molares e 12 
molares). As crianças têm 20 
dentes de leite (8 incisivos, 4 
caninos e 8 molares). Em geral, 
o primeiro dente permanente 
a aparecer é o primeiro molar, 
que nasce por volta dos 6 anos 
de idade. 
Comente com os alunos sobre 
as cáries, e como elas estão asso-
ciadas a alimentos ricos em carboi-
dratos (açúcar, massas, arroz, etc.). 
Mostre imagens de dentes com e 
sem cáries, de forma que o aluno 
aprenda a identificá-las. 
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 342
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
42 UNIDADE 2 
 SEUS DENTES, SUA IDADE
POR QUE OS DENTES DAS CRIANÇAS CAEM?
EMBAIXO DO DENTE DE LEITE DA CRIANÇA 
EXISTE OUTRO DENTE. À MEDIDA QUE ESSE 
OUTRO DENTE CRESCE, O DENTE DE LEITE VAI 
“AMOLECENDO” (DESPRENDENDO-SE DA 
GENGIVA) ATÉ CAIR E DAR LUGAR AO OUTRO. 
QUANTO TEMPO DURA O DENTE QUE 
SUBSTITUI O DENTE DE LEITE?
ELE FICARÁ CONOSCO PELO RESTO DA 
VIDA, POR ISSO É CHAMADO DE DENTE 
PERMANENTE. EM GERAL, UM ADULTO TEM 
32 DENTES PERMANENTES, E UMA CRIANÇA 
QUE AINDA NÃO COMEÇOU A TROCAR OS 
SEUS DENTES TEM 20 DENTES DE LEITE.
O QUE DEVEMOS FAZER PARA CUIDAR DOS NOSSOS DENTES?
TEMOS DE ESCOVAR OS DENTES ADEQUADAMENTE. ALÉM DISSO, É 
IMPORTANTE LIMPAR MUITO BEM O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO, 
POIS AÍ PODE SE ACUMULAR MUITA SUJEIRA. PARA ISSO, DEVEMOS USAR O 
FIO DENTAL.
EXISTE ALGUM RECADO IMPORTANTE QUE VOCÊ GOSTARIA DE NOS PASSAR?
SIM, O PRIMEIRO É: EVITE COMER BALAS, DOCES E OUTRAS GULOSEIMAS. 
ELES SÃO GOSTOSOS, MAS CONTRIBUEM PARA QUE OCORRAM VÁRIOS 
PROBLEMAS NOS DENTES. O SEGUNDO RECADO É: VISITE UM DENTISTA 
REGULARMENTE. ELE PODE AJUDÁ-LO A MANTER OS DENTES LIMPOS E A 
PREVENIR PROBLEMAS DENTÁRIOS. 
COM A PALAVRAÉ
 A DOUTORA SÔNIA MARIA ALVES 
RECOMENDA: VISITE O DENTISTA 
REGULARMENTE.
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MASTIGAR OS ALIMENTOS ANTES DE ENGOLIR É O PRIMEIRO PASSO DA 
DIGESTÃO. E PARA ISSO PRECISAMOS DOS NOSSOS DENTES. QUE TAL 
CONHECER UM POUCO MELHOR OS SEUS DENTES?
PARA COMEÇAR, ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DA 
ENTREVISTA COM UMA DENTISTA. VEJA O QUE ELA TEM A NOS DIZER.
VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES E APRENDER 
A CUIDAR DELES.
 Orientações didáticas
Após a leitura da entrevista, re-
tome algumas ideias principais do 
texto com os alunos. Pergunte a 
eles se os dentes permanentes du-
ram para sempre e converse sobre 
o que é preciso fazer para que os 
dentes fiquem fortes e saudáveis 
por bastante tempo.
De acordo com a dentista entre-
vistada, os pais ou responsáveis 
podem, pelo menos uma vez ao 
dia, ajudar as crianças de 7 ou 8 
anos a escovar os dentes e a passar 
o fio dental. Segundo ela, isso é 
justificável, pois crianças dessa fai-
xa etária geralmente não fazem 
uma escovação tão eficiente quan-
to crianças mais velhas, que já têm 
melhor coordenação motora.
Aproveite a oportunidade e ava-
lie, com os pais e a direção da es-
cola, se um trabalho preventivo, 
com a visita de um dentista à esco-
la, pode ser feito neste momento 
com os alunos da turma. O dentis-
ta pode ministrar uma palestra 
abordando os hábitos de higiene 
bucal. Oriente-o a usar linguagem 
apropriada para a faixa etária. No 
final da palestra, ele poderá ensinar 
aos alunos o jeito correto de esco-
var os dentes e passar o fio dental.
 Atividade complementar
Apresente aos alunos modelos 
de arcadas dentárias em gesso, ou 
dentaduras, e promova a análise 
dos tipos de dentes. Mostre ima-
gens com as indicações de dentes 
incisivos, caninos e molares na 
boca de uma criança.
Você também pode incentivar os 
alunos a fazer dentes de diferentes 
tipos usando massinha de modelar.
Texto complementar
Importância dos dentes decíduos (dentes de leite)
• Os dentes de leite são importantes para “guardar” o espaço e pre-
parar o caminho dos dentes permanentes, servindo de guia para que 
esses dentes se posicionem de forma correta.
• Para a criança se alimentar bem e com prazer e ter uma mastigação 
efi ciente dos alimentos sem desconforto, é necessário que seus den-
tes estejam em bom estado.
• A perda dos dentes de leite antes do tempo pode prejudicar, na crian-
ça que está aprendendo a falar, a pronúncia de algumas palavras. Além 
disso, a criança poderá se sentir diferente do restante do grupo de 
sua faixa etária, podendo causar algum problema emocional/social. 
Desenvolvimento dos dentes
• 5 a 6 meses – Época em que costuma aparecer o primeiro dente de 
leite. A criança pode apresentar alteração do sono, aumento da sa-
livação, coceira nas gengivas e irritabilidade.
• 10 a 12 meses – Época em que costuma aparecer o primeiro molar 
de leite (dente de trás).
• 3 a 6 anos – Aos 3 anos, a criança já tem todos os dentes de leite, 
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43UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
43 CAPÍTULO 3
1 O CARTAZ ABAIXO EXPLICA COMO ESCOVAR OS DENTES 
CORRETAMENTE. AJUDE A TERMINÁ-LO SEGUINDO ESTES PASSOS:
A) USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS PARA PREENCHER AS 
LACUNAS DO TEXTO.
GENGIVA ESCOVA DENTES BOCA
B) NOS ESPAÇOS EM BRANCO, FAÇA DESENHOS OU COLE IMAGENS 
PARA ILUSTRAR O CARTAZ.
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PARA TER DENTES FORTES E SAUDÁVEIS, É IMPORTANTE ESCOVÁ-LOS 
COM FREQUÊNCIA E VISITAR REGULARMENTE O DENTISTA. CONHEÇA 
AGORA OS PASSOS PARA UMA BOA ESCOVAÇÃO.
REPITA OS MESMOS 
MOVIMENTOS EM
TODAS AS PARTES 
DOS DENTES.
NÃO SE ESQUEÇA
DE ESCOVAR
CUIDADOSAMENTE 
TODOS OS DENTES
DO ÇUNDO.
COMO ESCOVAR OS DENTES
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Desenho do aluno.
Desenho do aluno.
COLOQUE A ESCOVA NA 
LINHA DA GENGIVA. 
ESCOVE COM
DELICADEÇA PARA NÃO 
MACHUCAR A 
GENGIVA .
COM A ESCOVA
LIGEIRAMENTE
INCLINADA, FAÇA
MOVIMENTOS DE CIMA 
PARA BAIXO NOS DENTES
DE CIMA. DEPOIS, 
ESCOVETODOS OS 
DENTES 
DE BAIXO FAÇENDO 
MOVIMENTOS DE BAIXO 
PARA CIMA.
ENXÁGUE BEM A 
BOCA .
 
PARA COMPLETAR UMA 
BOA HIGIENE, ESCOVE 
COM DELICADEZA A 
LÍNGUA TAMBÉM.
MANTENHA A SUA 
ESCOVA
 
SEMPRE LIMPA.
LEMBRE-SE DE PASSAR FIO DENTAL PARA LIMPAR OS ESPAÇOS ENTRE OS DENTES .
num total de 20 dentes.
• 6 a 18 anos – Em torno dos 6 anos, inicia-se a troca dos dentes de 
leite pelos dentes permanentes. O primeiro dente permanente a 
nascer é o 1° molar, que fi ca atrás do último dente de leite. Ele é um 
dente maior e deve permanecer na boca pelo resto da vida, assim 
como todos os dentes permanentes. A dentição permanente é com-
pletada em torno dos 18 anos, com um total de 32 dentes.
Dicas para a limpeza da boca/dentes
A partir do nascimento do primeiro dente é indispensável utilizar 
uma escova de dente pequena de cerdas macias, com o uso de pequena 
quantidade (menos de um grão de arroz) de creme dental com fl úor. 
Enquanto a criança possuir apenas dentes de leite, é sufi ciente escovar 
os dentes com creme dental duas vezes ao dia, e deve-se cuidar para 
que ela não engula a espuma que se forma durante a escovação. O 
creme dental deve ser mantido fora do alcance das crianças.
[...]
MINISTÉRIO da Saúde. Caderneta de saúde da criança: menina. 11. ed. 
2017. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/
caderneta_saude_crianca_menina_11ed.pdf>. Acesso em: out. 2017.
 Orientações didáticas
Atividade 1
Durante a correção, estimule o 
debate: “Você presta atenção em 
como escova os dentes?”; “Segundo 
o cartaz, como devemos escovar os 
dentes?”; “O que você deve mudar 
no seu jeito de escovar os dentes?”. 
Ao discutir as informações desse 
cartaz, os alunos vão explicitar o 
que aprenderam. O debate pode 
levar à reflexão sobre como esco-
vam os dentes e como deveriam 
escová-los. Com isso, cria-se uma 
condição favorável a uma possível 
mudança nos hábitos de escova-
ção. É importante que os alunos 
explicitem como e quando esco-
vam os dentes e percebam que 
devemos nos esforçar para desen-
volver uma boa escovação. Incen-
tive-os a praticar sempre uma boa 
escovação na escola também.
Ressalte, durante a troca de 
ideias em sala de aula, que a esco-
vação é uma forma de limpar os 
dentes. Para isso devemos usar 
escovas limpas, enxaguando-as 
bem depois de cada uso.
Se sentir que há necessidade, 
retome com os alunos, em diferen-
tes momentos do ano letivo, o car-
taz da escovação de dentes. Pro-
mova, assim, a escovação de 
dentes correta nos intervalos após 
o lanche e/ou a merenda escolar.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 344
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
44 UNIDADE 2 
 SEUS HÁBITOS, SUA IDADE
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NÃO QUERO TOMAR BANHO. 
ANA OOM. SÃO PAULO: FTD, 2014.
SUGESTÃO DEÉ
JÁ ACONTECEU DE VOCÊ FICAR UM DIA 
INTEIRO SEM ESCOVAR OS DENTES? VOCÊ 
SE ESQUECEU OU FICOU COM PREGUIÇA?
QUANDO SOMOS MAIS NOVOS, 
PRECISAMOS QUE OS ADULTOS NOS 
LEMBREM A TODO O MOMENTO 
DE CERTOS CUIDADOS:
— VÁ ESCOVAR OS DENTES!
— DEIXE DE COMER BOBAGENS, POIS 
ELAS PODEM ESTRAGAR OS SEUS DENTES.
MAS, À MEDIDA QUE FICAMOS MAIS 
VELHOS, PASSAMOS A NOS CUIDAR MAIS, 
DIA APÓS DIA, SEM QUE OS ADULTOS 
PRECISEM NOS LEMBRAR. 
SOZINHOS, NÓS ESCOVAMOS OS 
DENTES E TOMAMOS BANHO, PENTEAMOS 
OS CABELOS, CORTAMOS AS UNHAS, 
LAVAMOS AS MÃOS. TODOS ESSES HÁBITOS 
SÃO RELACIONADOS À HIGIENE DO CORPO.
MAS, ALÉM DESSES, EXISTEM OUTROS HÁBITOS 
IMPORTANTES PARA A NOSSA SAÚDE, COMO: 
IR AO DENTISTA REGULARMENTE, DORMIR UM 
NÚMERO ADEQUADO DE HORAS E NOS 
ALIMENTAR DE MANEIRA SAUDÁVEL.
QUAIS DESSES HÁBITOS VOCÊ JÁ TEM?
E DE QUAIS CUIDADOS OS ADULTOS AINDA 
PRECISAM LEMBRÁ-LO?
VAMOS REFLETIR SOBRE O QUE FAZEMOS 
PARA CUIDAR DO CORPO.
 Orientações didáticas
Antes da leitura do texto, os alu-
nos podem indicar em uma lista o 
que fazem para cuidar do corpo. 
Durante a leitura, convide-os a 
comparar as informações do texto 
com a lista.
Peça que identifiquem, no texto, 
hábitos de higiene, sublinhando-os 
com determinada cor. Em seguida, 
convide-os a sublinhar com outra 
cor os hábitos relacionados à pro-
moção do bem-estar.
 Atividade complementar
Após a leitura do texto desta 
página, estimule a seguinte refle-
xão pelos alunos: O que faço para 
cuidar da minha saúde?. 
Peça aos alunos que, individual-
mente, façam duas listas com hábi-
tos de higiene: na primeira, as coi-
sas que eles já fazem sozinhos; e na 
segunda, o que ainda precisam que 
alguém os lembre de fazer.
Aproveite também para conver-
sar sobre todos os cuidados men-
cionados no texto. Deixe os alunos 
à vontade para expor as expe-
riências deles. É comum, nessa 
idade, as crianças terem receio de 
ir ao dentista. Converse sobre a 
importância da regularidade das 
visitas a esse profissional da saúde, 
re tomando ideias do texto da pá-
gina 42.
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45UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
45 CAPÍTULO 3
1 COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, FAÇA UM DESENHO EM CADA 
QUADRO, CONFORME A LEGENDA.
2 LEIA A TIRINHA. ELA MOSTRA UMA PERSONAGEM QUE DESENVOLVEU 
UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO.
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3 AGORA, RESPONDA:
A) QUAL É O HÁBITO NÃO RECOMENDADO, CARACTERÍSTICO DESSA 
PERSONAGEM?
Comer demais, principalmente doces.
B) SERÁ QUE, ASSIM COMO ESSA PERSONAGEM, VOCÊ TEM ALGUM 
HÁBITO QUE NÃO DEVE SERVIR DE EXEMPLO PARA NINGUÉM?
Resposta pessoal. 
 EXEMPLO DE HÁBITO DE HIGIENE. EXEMPLO DE HÁBITO QUE FAZ BEM À 
SAÚDE EM GERAL.
Desenho do aluno. Desenho do aluno.
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
 Orientações didáticas
Atividade 1
São citados no texto os seguin-
tes exemplos de hábitos de higie-
ne: escovar os dentes, tomar ba-
nho, pentear os cabelos, cortar as 
unhas e lavar as mãos.
E os seguintes exemplos de há-
bitos que fazem bem à saúde em 
geral: ir ao dentista regularmente, 
dormir um número adequado de 
horas e alimentar-se de maneira 
saudável.
Atividade 3
A tirinha explora o hábito não 
recomendado de comer em exces-
so (a personagem Magali é famosa 
por comer desenfreadamente e só 
pensar em comida). Após ler a tiri-
nha, peça aos alunos que analisem 
os três pedidos feitos pela perso-
nagem Magali. Espera-se que eles 
percebam que há um excesso de 
doces. Se o hábito de comer mui-
tos doces for corriqueiro, alguns 
problemas de saúde podem surgir, 
como diabetes, obesidade e cáries 
nos dentes.
Ao trabalhar o item b, favoreça 
uma conversa franca entre os alu-
nos e faça um convite: “Vamos re-
parar no que fazemos no dia a dia 
e identificar atitudes e hábitos não 
recomendados (como deixar de 
escovar os dentes, não lavar as 
mãos antes das refeições, etc.)?”; 
“O que podemos fazer para mudar 
isso?”; “Podemos fazer essas mu-
danças por nós mesmos ou preci-
samos da ajuda de algum adulto?”.
Atividade complementar
Aproveite a oportunidade para trabalhar 
com os alunos a identificação de hábitos 
de personagens de histórias em quadri-
nhos. Eles podem levar para a sala de aula 
diferentes tirinhas e gibis para serem ana-
lisados: Quais são os hábitos dos persona-
gens? Quais desses hábitos se relacionam 
à promoção da saúde? Incentive os alunos 
também a produzir seus próprios quadri-
nhos, ilustrando personagens que tenham 
hábitos promotores de saúde.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 346
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
46 UNIDADE 2 
 SENTIR E PERCEBER
QUAL A SUA OPINIÃO: AGORA QUE 
VOCÊJÁ ESTÁ UM POUCO MAIS VELHO, 
CONSEGUE PERCEBER MELHOR O 
MUNDO A SUA VOLTA?
POR MEIO DOS NOSSOS SENTIDOS 
PERCEBEMOS O MUNDO QUE NOS 
CERCA. AQUILO QUE CHEIRAMOS COM O 
NARIZ SE REFERE AO SENTIDO DO OLFATO. 
O QUE VEMOS COM OS OLHOS SE REFERE AO 
SENTIDO DA VISÃO. JÁ O QUE PERCEBEMOS AO 
TOCAR EM ALGO SE REFERE AO TATO. AQUILO 
QUE AS ORELHAS OUVEM SE REFERE À 
AUDIÇÃO. E O QUE PROVAMOS COM A LÍNGUA 
SE REFERE À GUSTAÇÃO.
OS SENTIDOS NÃO FUNCIONAM 
SOZINHOS. POR EXEMPLO, SE VOCÊ 
ESTIVER DE NARIZ TAPADO E 
COLOCAR UM ALIMENTO NA BOCA, 
A PERCEPÇÃO DO GOSTO DO 
ALIMENTO FICARÁ ALTERADA. 
CONFORME FICAMOS MAIS 
VELHOS, VAMOS APRENDENDO A 
USAR PALAVRAS MAIS ADEQUADAS 
PARA EXPLICAR E DESCREVER O QUE 
PERCEBEMOS. POR EXEMPLO, UMA COISA 
QUE NOS IMPRESSIONA PODE SER LISA E TER 
CHEIRO DE MADEIRA, OUTRA COISA PODE 
SER BRILHANTE E BARULHENTA, ALGO PODE 
SER AMARGO E VERDE, ETC.
Ilustr
ações: Mouses Sagiorato/Arquivo da editora
VAMOS EXPLORAR 
NOSSOS SENTIDOS.
 Orientações didáticas
Aproveite a oportunidade para 
comentar com os alunos que o que 
percebemos do mundo à nossa vol-
ta faz referência mais diretamente 
aos nossos sentidos. Apesar de ser 
difícil explicar e definir tudo o que 
sentimos de maneira simplificada, 
podemos sintetizar nossas percep-
ções em cinco sentidos: tato, olfato, 
visão, gustação e audição.
 Atividade complementar
Você pode desenvolver a se-
guinte atividade prática para insti-
gar a curiosidade dos alunos sobre 
o olfato e a gustação.
• Prepare gelatinas de diferentes 
sabores e corte-as em quadradi-
nhos.
• Divida a turma em dois grupos: 
um que ficará de olhos vendados 
e nariz destampado ao experi-
mentar as gelatinas e outro que 
ficará de olhos vendados e nariz 
tampado.
• Organize os alunos para que eles 
não ouçam as respostas dos ou-
tros.
• Oriente-os a experimentarem as 
gelatinas e, em voz baixa, dize-
rem a você qual é o sabor de 
cada uma delas.
• Caso considere oportuno, você 
pode comentar com os alunos 
que os sentidos do olfato e da 
gustação atuam em conjunto na 
identificação dos diferentes sa-
bores dos alimentos.
• Anote os resultados numa folha 
e ao final copie-os no quadro 
de giz, para debatê-los com os 
alunos.
Texto complementar
Existe sexto sentido? 
Cientistas afirmam que 
gene nos dá “sensação extra”
Sempre se diz que os humanos têm cinco 
sentidos: tato, olfato, visão, audição e paladar. 
Mas pode ser que exista mais um sentido que 
nos ajude a interagir com o mundo a nossa vol-
ta. Um estudo [...] sugere que temos um gene 
chamado PIEZO2, que é responsável por nos 
ajudar a fazer o reconhecimento espacial do nos-
so corpo durante nossas ações e controla aspec-
tos específi cos do toque.
Seria como um sexto sentido que nos dá 
consciência corporal.
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47UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
47 CAPÍTULO 3
1 A CRUZADINHA DOS SENTIDOS FOI FEITA COM BASE NO TEXTO DA 
PÁGINA ANTERIOR. COMPLETE AS FRASES ABAIXO E, DEPOIS, USE AS 
MESMAS PALAVRAS PARA PREENCHER A CRUZADINHA.
1. AQUILO QUE “SINTO COM AS MINHAS MÃOS” SE REFERE AO 
SENTIDO DO TATO .
2. O QUE “VEJO COM MEUS OLHOS” SE REFERE AO SENTIDO DA 
VISÃO . 
3. O QUE “CHEIRO COM MEU NARIZ” SE REFERE AO SENTIDO DO 
OLFATO . 
4. O QUE “PROVO COM A MINHA LÍNGUA” SE REFERE AO SENTIDO DA 
GUSTAÇÃO .
5. O QUE “AS ORELHAS OUVEM” SE REFERE AO SENTIDO DA AUDIÇÃO .
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2 VAMOS FAZER UM DICIONÁRIO DO CORPO HUMANO? NO CADERNO, 
ESCREVA UMA DEFINIÇÃO PARA OS TERMOS REFERENTES AOS SENTIDOS 
DO NOSSO CORPO: VISÃO, AUDIÇÃO, TATO, GUSTAÇÃO E OLFATO.
DESAFIO
Para estudar o tal gene, pesquisadores 
acompanharam dois pacientes com uma desor-
dem neurológica única: ambos tinham proble-
mas de locomoção, equilíbrio e algumas insen-
sibilidades na pele.
Testes feitos nos laboratórios com os dois 
pacientes, um de 9 e outro de 19 anos, mostra-
ram que eles tinham mutações exatamente no 
gene PIEZO2, e que para superar as difi culdades 
fi caram ainda mais dependentes da visão e dos 
outros sentidos.
[...]
Existe sexto sentido? Cientistas afirmam que gene 
nos dá “sensação extra”. UOL Not’cias. 
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/saude/
ultimas-noticias/redacao/2016/10/23/existe-sexto-
sentido-cientistas-descobrem-gene-que-nos-da-
sensacao-extra.htm> Acesso em: nov. 2017.
 Orientações didáticas
Atividade 2
Aqui não é esperado que o aluno 
apresente uma definição científica 
dos sentidos. Espera-se apenas 
que ele consiga escrever que a vi-
são está relacionada ao ato de ver, 
ou é o sentido pelo qual podemos 
ver; a audição está relacionada ao 
ato de ouvir, ou é o sentido pelo 
qual podemos ouvir; o olfato rela-
ciona-se ao ato de sentir cheiros, 
ou é o sentido pelo qual podemos 
cheirar; a gustação está relaciona-
da ao ato de perceber gostos, ou é 
o sentido pelo qual podemos sentir 
gostos; o tato está relacionado ao 
ato de perceber as características 
das coisas pelo toque, ou é o sen-
tido de perceber sensações pelo 
toque.
 Atividade complementar
A fim de sensibilizar os alunos 
para as nossas sensações, particu-
larmente por meio do tato, você 
pode propor a atividade com uma 
“Caixa misteriosa“:
• Consiga uma caixa de papelão 
grande. Ponha vários objetos 
dentro dela, mas não coloque 
objetos que podem ser perigo-
sos, como tesoura ou mesmo 
lápis com ponta. Depois, feche 
a caixa.
• Na tampa da caixa, faça uma 
abertura pela qual passe somente 
a mão do aluno. Para dificultar a 
visão de dentro da caixa, coloque 
um pano em volta da abertura. 
• Chame alguns alunos para usar 
o tato e adivinhar que objetos 
estão na caixa. Durante a ativi-
dade, incentive-os a dizer o que 
estão sentindo.
• Em seguida, peça a outros alu-
nos que repitam a atividade, mas 
usando uma luva. Será que eles 
vão conseguir identificar os ob-
jetos mais facilmente ou será 
que terão mais dificuldade?
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 348
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
48 UNIDADE 2 
3 FAÇA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM DESTA PÁGINA. EM SEU TEXTO 
DESCREVA QUE SENSAÇÕES VOCÊ ASSOCIA AO QUE É MOSTRADO. USE 
OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 
SALGADO LISO ÁSPERA RUGOSO QUEIMADO FLORAL
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 Sugestão de resposta: Os lírios 
têm um cheiro floral.
 Sugestão de resposta: 
O vidro é liso. 
 Sugestão de resposta: A lixa de 
unha é áspera. 
 Sugestão de resposta: O tronco da 
árvore é rugoso. 
 Sugestão de resposta: 
O macarrão tem gosto salgado. 
 Sugestão de resposta: As torradas 
estão cheirando queimado.
 Orientações didáticas
Atividade 3
Repare se em seus textos os alu-
nos usam um termo adequado para 
descrever as propriedades dos ob-
jetos percebidas pelo tato (por 
exemplo, o tronco da árvore é ru-
goso, a lixa é áspera, o vidro é liso).
Procure ampliar esses exemplos. 
Convide os alunos a juntar-se em 
duplas, pensar em momentos do 
dia a dia e formular listas de sensa-
ções relacionadas a eles. Isso pode 
servir de preparação para a ativi-
dade da página seguinte. Incenti-
ve-os a compartilhar, discutir e 
pedir ajuda a diferentes pessoas: 
“Que palavra seria melhor para 
descrever cada uma das sensações 
relacionadas a esses momentos do 
nosso dia a dia?”.Atividade complementar
Ofereça aos alunos o poema a 
seguir. A partir da leitura promova 
a discussão: Que palavras usamos 
para descrever os cheiros que sen-
timos?
Cheiros
Qual será o motivo, de fato,
Por que os poetas não falam do olfato?
Eu amo os cheiros – cheiro de mato,
De café fresco, de doce e pudim,
Cebolas fritas, tostadas assim –
Cheiro de boas comidas, enfi m...
E de um cachimbo a fumaça cheirosa,
E do perfume do cravo e da rosa,
De uma fogueira a fragrância olorosa;
Do cheiro bom de tinta de impressão,
De maresia na arrebentação,
Cheiro gostoso de chuva no chão;
Odor de menta, de cânfora e chá,
Perfume duma árvore de Natal,
São bons! Mas pra mim, eu vou 
[confessar:
Cheiro é de navio: melhor não há!
MORLEY, C. Caldeirão 
de poemas. (BELINKY, T., trad.). 
São Paulo: Companhia das 
Letrinhas, 2003.
Texto complementar
Seres humanos têm tanto olfato 
quanto cães, revela estudo
Os seres humanos têm um olfato que não dei-
xa a desejar em nada a outros mamíferos, incluin-
do cães e ratos, cujo faro tem tanto prestígio [...].
Os pesquisadores afi rmam que a suposta in-
ferioridade dos humanos para distinguir uma 
ampla gama de aromas é um mito que se arrasta 
desde o século XIX.
“Há uma antiga crença cultural, segundo a 
qual para que uma pessoa seja racional e razoável, 
suas ações não podem estar dominadas pelo sen-
tido do olfato, percebido como puramente ani-
mal”, disse o professor adjunto de Psicologia 
John McGann, da Universidade de Rutgers [...].
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49UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
49 CAPÍTULO 3
4 A HISTÓRIA EM QUADRINHOS ABAIXO, SOBRE O TEMA “SENTIDOS”, 
ESTÁ INCOMPLETA. TERMINE AS FRASES DOS QUADRINHOS 1, 2 E 3. 
DEPOIS, CRIE DESENHOS E FRASES PARA OS DOIS ÚLTIMOS 
QUADRINHOS.
PELA MANHÃ ACORDO COM O SOM DO 
DESPERTADOR .
NO CAFÉ DA MANHÃ, SINTO O CHEIRO 
DE PÃO/LEITE/FRUTAS .
SINTO NA BOCA O GOSTO DOCE DA
MAÇÃ .
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 Resposta pessoal.
 
 Resposta pessoal.
 
Desenho do aluno. Desenho do aluno.
332
1
 Orientações didáticas
Atividade 4
Verifique se os alunos terminam 
a história indicando os sentidos da 
visão e do tato, representando as-
sim os cinco sentidos explorados 
até o momento.
Alguns exemplos que você pode 
citar caso os alunos apresentem 
dificuldade são: usar a visão para 
ler a lição na escola ou para brincar, 
e usar o tato para sentir a tempe-
ratura da água no banho.
“O bulbo olfativo humano, que transmite 
sinais para outras áreas do cérebro para ajudar 
na identifi cação de odores, está tão desenvolvi-
do quanto em outros mamíferos e tem um nú-
mero similar de neurônios”, explicou.
[...]
Depois de realizar uma série de estudos, 
os pesquisadores determinaram que os seres 
humanos podem distinguir até um bilhão de 
odores diferentes, muito mais do que os apro-
ximadamente 10 mil mencionados nos Ma-
nuais de Psicologia.
Seres humanos têm tanto olfato como os cães, 
revela estudo. G1. Disponível em: <https://
g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/seres-
humanos-tem-tanto-olfato-quanto-os-caes-revela-
estudo.ghtml>. Acesso em: nov. 2017.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 350
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 2 50
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 NOSSA DENTIÇÃO MUDA À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA.
 DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE E VISITAR O DENTISTA 
REGULARMENTE.
 DEVEMOS DESENVOLVER HÁBITOS QUE FAVOREÇAM NOSSA SAÚDE, 
COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE, POR EXEMPLO.
 POSSUÍMOS DIFERENTES SENTIDOS: TATO, GUSTAÇÃO, OLFATO, VISÃO 
E AUDIÇÃO.
PODE SER PROMOVIDA POR
PODEM SE RELACIONAR, 
POR EXEMPLO, COM A(O)
ENVOLVE, POR EXEMPLO, CUIDADO COM OS
SER HUMANO
DESCANSO
SAÚDE
HÁBITOS
SENTIDOS
GUSTAÇÃO
TATO AUDIÇÃO
OLFATO VISÃO
ALIMENTAÇÃO
HIGIENE
DENTES
DEVE CUIDAR DA POSSUI
 Orientações didáticas
Nesta seção apresentamos uma 
síntese das principais proposições 
conceituais trabalhadas no capítulo. 
Além de elencar tais proposições 
uma a uma, apresentamos um mapa 
conceitual como um recurso esque-
mático que facilita a visualização 
destas proposições pelos alunos. 
Como apresentado anteriormen-
te, usando as ideias de J. D. Novak 
e D. B. Gowin (1984), podemos dizer 
que os mapas conceituais diferen-
ciam-se de outros tipos de esque-
ma na medida em que:
• expõem os conceitos e as pro-
posições fundamentais em uma 
linguagem simples e concisa;
• mostram as relações entre as 
ideias principais de modo sim-
ples e vistoso, aproveitando a 
capacidade humana para a re-
presentação visual;
• acentuam visualmente tanto as 
relações hierárquicas entre con-
ceitos e proposições como as 
relações cruzadas entre grupos 
de conceitos e proposições.
Assim, os mapas conceituais 
constituem um bom recurso visual 
para sintetizar os principais concei-
tos e proposições trabalhados no 
capítulo.
Você pode organizar os alunos 
em grupos e solicitar que produ-
zam um mapa conceitual alternati-
vo ao apresentado aqui. Para isso, 
eles podem manipular os conceitos 
apresentados, mudando a hierar-
quia entre eles, alterando as liga-
ções com setas, etc. Podem, inclu-
sive, acrescentar conceitos que 
julguem importantes e que gosta-
riam de relacionar com os demais 
conceitos apresentados. 
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51UNIDADE 2 | CAPÍTULO 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
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DEVE RECEBER
DENTE
ESCOVAÇÃOÇÃÇÃ
1 COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES 
MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE
2 LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA.
PODE SER
DENTE
DENTE DE LEITE DENTE PERMANENTE
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A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE 
PERSONAGEM?
Não tomar banho.
B) NO CADERNO, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, 
DE FORMA BEM-HUMORADA, UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE 
MUDAR OU UM HÁBITO QUE VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR.
3 ANALISE A IMAGEM E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE SENTIDOS 
ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS? Resposta pessoal.
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
 Orientações didáticas
Aqui apresentamos algumas ati-
vidades que ajudam a avaliar a 
aprendizagem dos alunos. Para 
serem respondidas, as questões 
propostas demandam diversas ha-
bilidades e capacidades, desenvol-
vidas no decorrer de cada ciclo 
investigativo.
Sugerimos que essas ativida-
des sejam feitas individualmente. 
Depois de respondidas, os alunos 
podem ser organizados em du-
plas para comparar as respostas, 
verificar as divergências e chegar 
a um consenso. 
Essa é uma poderosa estratégia 
de avaliação, na medida em que 
cada aluno deve expor aos colegas 
o que aprendeu, possibilitando que 
repensem o que consideram e ex-
plicitem as dúvidas que ainda têm. 
Atividade 3
Alguns exemplos de respostas 
que podem ser dadas: Audição: 
buzina do vendedor de sorvete, 
barulho das ondas; visão: pessoas 
olhando umas para as outras; gus-
tação e olfato: homem comendo 
milho; tato: crianças tocando a 
areia, crianças passando a mão na 
testa.
 Atividade complementar
Explique aos alunos que os de-
ficientes auditivos podem se comu-
nicar fazendo sinais com o corpo, 
principalmente com as mãos eos 
dedos. Imprima e apresente aos 
alunos o alfabeto em Libras; ele 
pode ser encontrado no Portal do 
Professor no site do MEC (disponí-
vel em: <http://portaldoprofessor.
mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?
aula=43998>, acesso em: out. 2017). 
Se possível, mostre algum vídeo 
com exemplos de palavras e frases 
em Libras.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 52
FERIMENTOS E CUIDADOS
CAPÍTULO
4
NESTE CAPÍTULO VAMOS ESTUDAR COMO PODEMOS CUIDAR 
MELHOR DE NÓS MESMOS: TRATANDO DOS MACHUCADOS E EVITANDO 
ACIDENTES.
 ● O QUE VOCÊ ACHA QUE PODE FAZER PARA EVITAR ACIDENTES 
E DIMINUIR AS CHANCES DE SE MACHUCAR?
 ● QUANDO ALGUÉM SOFRE ARRANHÕES E FERIMENTOS LEVES, 
O QUE PODEMOS FAZER PARA TRATAR ESSES MACHUCADOS?
 ● VOCÊ JÁ FOI A UM POSTO DE SAÚDE? VOCÊ SABE EM QUE SITUAÇÕES 
AS PESSOAS VÃO A UM POSTO DE SAÚDE?
PARA INICIAR
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VOCæ SABE CUIDAR DO SEU CORPO?
 Objetivos do capítulo
Neste capítulo vamos estudar 
alguns ferimentos que os alunos 
podem sofrer, como arranhões e 
fraturas ósseas. Também veremos 
como os acidentes podem ser evi-
tados e abordaremos hábitos reco-
mendados para promover a saúde. 
Entre eles, ressaltaremos a vacina-
ção como uma forma de prevenção 
de doenças.
 Orientações didáticas
Explore a imagem inicial deste 
capítulo perguntando aos alunos: 
“O que a placa adverte?”; “O aviso 
é uma boa maneira de evitar aci-
dentes?”; “Vocês já viram algum 
aviso parecido?”.
Aproveite a oportunidade para 
conversar com os alunos: “Vocês já 
se machucaram andando de bicicle-
ta, skate ou patins?”; “Vocês esta-
vam usando equipamentos de pro-
teção?”; “Como foi o machucado?”; 
“Teria sido diferente se estivessem 
usando (ou não) esses equipamen-
tos?”; “Quem costuma usar equipa-
mentos de proteção, como capace-
tes?”; “Em que situações?”.
Incentive os alunos a conversar 
sobre questões que os ajudarão a 
focar o tema deste capítulo: “Qual 
foi a última vez que vocês se ma-
chucaram?”; “Como foi o machu-
cado?”; “O que vocês fizeram para 
cuidar dele?”; “Vocês costumam se 
machucar?”; “Qual é o machucado 
mais frequente que ocorre com 
vocês?”.
E ainda: “Vocês se lembram de 
já ter ido a um posto de saúde?”; 
“Vocês sabem explicar o que é fei-
to nos postos de saúde?”; “De ma-
neira geral, o que podemos fazer 
para cuidar da saúde?”.
É aconselhável que, de tempos 
em tempos, você peça aos alunos 
que revejam o que discutiram nes-
te momento inicial e então reflitam 
se, depois de terem realizado de-
terminado trabalho ou sequência 
de atividades, responderiam da 
mesma forma ao que foi pergun-
tado aqui. Isso possibilita a avalia-
ção da própria aprendizagem e a 
dimensão de sua evolução.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
53 CAPÍTULO 4
QUE TAL MONTAR A PEÇA “POSTO DE SAÚDE” COM OS COLEGAS?
COMO FAZER
1. DECIDAM QUEM SERÃO AS 
PERSONAGENS PRINCIPAIS E 
POR QUE VÃO PROCURAR O 
POSTO DE SAÚDE.
ATIVIDADE PRÁTICA
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2. CAPRICHEM NA MONTAGEM 
DO CENÁRIO QUE 
REPRESENTARÁ O POSTO
DE SAÚDE.
3. ENCENEM O ATENDIMENTO 
FEITO PELO MÉDICO, 
ENFERMEIRO OU AGENTE 
DE SAÚDE. 
4. ENCERREM A PEÇA TEATRAL 
COM UM RECADO SOBRE A 
IMPORTÂNCIA DOS POSTOS
DE SAÚDE.
Texto complementar
[...] Diante da constante busca de criar novas formas de ensino, 
que favoreçam o envolvimento ativo do aluno no processo de apren-
dizagem, utilizamos o Role-Playing Game (RPG) que numa tradução 
simples seria próximo de “jogo de interpretação de papeis” [...].
O Role-Playing Game (RPG) é um jogo de contar histórias, sendo 
que os ouvintes se tornam agentes ativos movimentando as persona-
gens criadas por eles mesmos. É um tipo de jogo no qual os jogadores 
assumem papéis de personagens e criam narrativas colaborativamen-
te. [...] Aplicado num ambiente escolar é um jogo muito peculiar, de 
caráter socializador, cooperativo e interdisciplinar, ou seja, não há 
disputa entre adversários, mas colaboração para a vivência de aven-
turas em um mundo imaginário. O RPG tem seu uso amplamente 
incentivado pelo Ministério da Educação (MEC) como método de 
ensino. É usado para aguçar a cooperação e o raciocínio lógico dos 
estudantes. [...]
OLIVEIRA NETO, A. A.; BENITE-RIBEIRO, S. Um modelo de role-
-playing game (RPG) para o ensino dos processos da digestão. Revista 
eletr™nica do curso de pedagogia do Campus Jata’ Ð UFG, 8(2). 2012. 
Disponível em: <www.revistas.ufg.br/rir/article/view/22340/19245>. 
Acesso em: nov. 2017.
 Orientações didáticas
Antes de realizar a atividade, dê 
tempo para que os alunos discu-
tam: “O que existirá no posto de 
saúde da peça teatral?”; “Por que 
as pessoas vão procurar esse pos-
to de saúde?”; “O que informam os 
cartazes que poderão ser encon-
trados lá?”; etc.
Ao fazer uma encenação em sala 
de aula os alunos se envolvem em 
uma atividade que pode se desen-
volver, até vir a assumir as caracte-
rísticas de um role-play. Leia o tex-
to complementar abaixo e comece 
a se aprofundar no potencial peda-
gógico dessa estratégia na escola.
 Atividade complementar
Você pode convidar um agente 
de saúde para que os alunos pos-
sam entrevistá-lo. Aconselhe-o a 
utilizar linguagem adequada para a 
faixa etária. Auxilie os alunos na ela-
boração de questões para o entre-
vistado, levando em consideração 
suas curiosidades e dúvidas. É inte-
ressante que cada aluno fique res-
ponsável por um questionamento, 
para que todos da turma partici-
pem. Oriente-os a falar um de cada 
vez, respeitando a vez dos colegas.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
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54 UNIDADE 2 
 QUANDO NOS MACHUCAMOS...
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 FERIDA RECENTE. FERIDA APÓS UMA SEMANA. FERIDA APÓS UM MÊS.
AGORA VEJA AS RADIOGRAFIAS AO LADO, 
DE UM OSSO DO BRAÇO QUE FOI QUEBRADO 
E DA SUA RECUPERAÇÃO.
À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, AS 
FERIDAS E OS MACHUCADOS CICATRIZAM, E 
ATÉ UM OSSO QUEBRADO PODE SE 
RECUPERAR.
NO CASO DE FERIMENTOS SUPERFICIAIS, 
COMO UM CORTE, É IMPORTANTE SEMPRE 
MANTER A ÁREA LIMPA, PARA EVITAR QUE O 
MACHUCADO PIORE.
JÁ PARA CASOS DE FRATURA ÓSSEA, É 
PRECISO IR AO MÉDICO E, MUITAS VEZES, 
IMOBILIZAR A ÁREA ATINGIDA. 
SE VOCÊ SOFRER UM FERIMENTO, AVISE UM ADULTO PARA ELE 
AVALIAR SE É NECESSÁRIO PROCURAR UM POSTO DE SAÚDE. TAMBÉM 
NÃO PASSE NENHUM PRODUTO NO MACHUCADO SEM ANTES 
CONVERSAR COM UM ADULTO.
 FRATURA 
RECENTE.
 FRATURA 
APÓS UM MÊS.
PROVAVELMENTE VOCÊ JÁ SOFREU ALGUM ARRANHÃO OU PEQUENO 
FERIMENTO. MAS JÁ SOFREU UM MACHUCADO MAIS GRAVE, COMO 
QUEBRAR UM OSSO, POR EXEMPLO?
OBSERVE A SEGUIR FOTOGRAFIAS QUE MOSTRAM A RECUPERAÇÃO 
DE UM PEQUENO CORTE NA PELE.
VAMOS APRENDER A CUIDAR DOS MACHUCADOS.
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Orientações didáticas
Como atividade pré-leitura, 
peça aos alunos que analisem as 
imagens que ilustram o texto. A 
partir disso, promova a troca de 
ideias e a elaboração das primeiras 
hipóteses de leitura: “O que será 
que o texto abordará?”; “O que 
será que vamos aprender com a 
leitura?”. Procure registrar as ideias 
dos alunos no quadro de giz.
Faça a leitura coletiva do texto. 
Peça que as crianças avaliem: Nos-
sas hipóteses de leitura foram con-
firmadas? Há algo que o texto in-
forma e que não prevíamos? E ocontrário: há algo que supúnhamos 
que o texto comentaria, mas que 
ele não trata?.
Atividade complementar
Incentive os alunos a levar para 
a sala de aula diferentes radiogra-
fias que possam ter em casa. Em 
grupos eles podem compartilhar 
as radiografias que levarem. Na 
medida do possível, deverão iden-
tificar as partes do corpo e os ossos 
que aparecem nas imagens e, 
quando for o caso, as fraturas ós-
seas visíveis. 
O texto complementar abaixo 
explica um pouco mais sobre o 
que são os raios X e como são fei-
tas as radiografias.
Texto complementar
Raios X
O raio X é um tipo de radiação eletromagnética com frequências 
superiores à radiação ultravioleta, ou seja, maiores que 1018 Hz. A 
descoberta do raio X e a primeira radiografi a da história ocorreram 
em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Rötgen, fato esse que lhe 
rendeu o prêmio Nobel de Física em 1901.
[...] A denominação “raio X” foi usada por Conrad porque ele não 
conhecia a natureza da luz que tinha acabado de descobrir, ou seja, 
para ele, tratava-se de um raio desconhecido.
[...]
Os raios X são obtidos por meio de um aparelho chamado de tubo 
de Coolidge, um tubo oco que contém um cátodo em seu interior. Quan-
do esse cátodo é aquecido por uma corrente elétrica, [...] ele emite 
grande quantidade de elétrons [...]. Quando eles se chocam com o 
ânodo, transferem energia para os elétrons que estão nos átomos dos 
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
55 CAPÍTULO 4
1 REVEJA, NA PÁGINA ANTERIOR, AS FOTOGRAFIAS DO DEDO 
MACHUCADO. AGORA, COMPLETE O TEXTO ABAIXO, EXPLICANDO 
COMO O CORTE CICATRIZOU.
 A MENINA MACHUCOU O DEDO.
 LOGO DEPOIS DE SE MACHUCAR, A PELE DO DEDO DA MENINA ESTAVA
 
 . 
 MAS, DEPOIS DE UMA SEMANA, A PELE DO DEDO ESTAVA 
 
 .
 DEPOIS DE UM MÊS, A PELE DO DEDO ESTAVA 
 
 .
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
 RADIOGRAFIA DE MÃO. RADIOGRAFIA 
DE BRAÇO.
 RADIOGRAFIA DE PERNA.
3 TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA: QUANDO VOCÊ, OU 
OUTRA CRIANÇA, SE MACHUCA, POR QUE É IMPORTANTE AVISAR UM 
ADULTO? Resposta pessoal.
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2 OBSERVE A SEGUIR AS RADIOGRAFIAS DE DIFERENTES PARTES DO 
CORPO. IDENTIFIQUE A IMAGEM QUE APRESENTA UM OSSO 
QUEBRADO E MARQUE-A COM UM X.
B
ânodos. Os elétrons com energia são acelerados 
e emitem ondas eletromagnéticas, os raios X. [...]
Por meio de estudos sobre os raios X, Rötgen 
verifi cou que eles têm a propriedade de atraves-
sar materiais de baixa densidade, como os mús-
culos do corpo humano, e são absorvidos por 
materiais com densidades mais elevadas, como 
os ossos. [...] Hoje o raio X possui vasto campo 
de aplicação, pois são utilizados, por exemplo, 
no tratamento de câncer, na pesquisa sobre a 
estrutura cristalina dos sólidos, na indústria e 
em muitos outros campos da ciência e da tecno-
logia.
[...]
SILVA, M. A. Raios X. Brasil Escola. Disponível 
em: <http://brasilescola.uol.com.br/fisica/raios-x.
htm>. Acesso em: out. 2017.
Orientações didáticas
Atividade 1
Espera-se que os alunos descre-
vam o aspecto do machucado da 
seguinte forma: quando recente, é 
visível o corte na pele e o sangue 
sobre o machucado; quando o ma-
chucado está cicatrizando, poucos 
dias depois de ter ocorrido, é visí-
vel uma “casquinha” sobre o corte 
e não há mais sangue; após um 
mês, o corte está cicatrizado, mas 
ainda há uma pequena alteração 
na cor da pele da área afetada.
Atividade 2
Nas imagens A e B os ossos da 
mão e do braço, respectivamente, 
estão intactos. Na imagem C, os 
dois ossos da perna estão fratura-
dos. Chame a atenção dos alunos 
para o fato de que essas imagens 
são radiografias.
Atividade 3
Espera-se que os alunos con-
cluam que é sempre importante 
avisar um adulto sobre qualquer 
ferimento para que ele avalie se é 
necessário procurar atendimento 
médico ou um posto de saúde.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
56 UNIDADE 2 
4 LEIA AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, QUE COMEÇAM 
NESTA PÁGINA E CONTINUAM NA PÁGINA SEGUINTE.
5 AGORA, RESPONDA:
A) EM QUAL DESSAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU FERIMENTOS 
SUPERFICIAIS? EXPLIQUE COMO FOI ESSE FERIMENTO.
Na primeira história. A menina sofreu um arranhão no joelho ao cair da bicicleta.
B) EM QUAL DAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU UM FERIMENTO MAIS 
GRAVE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.
Na segunda história. O menino sofreu uma fratura no braço.
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 Resposta pessoal.
 Resposta pessoal.
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 Orientações didáticas
Atividade 4
Antes de iniciar a atividade, in-
centive os alunos a relatar aos cole-
gas histórias de como já se 
machuca ram. Após alguns relatos, 
promova o seguinte debate: 
“Como esses acidentes poderiam 
ter sido evi tados?”.
Atividade 5
No item a, espera-se que os alu-
nos percebam que a menina sofreu 
apenas arranhões no joelho ao cair 
da bicicleta.
No item b, espera-se que os alu-
nos percebam que o menino, ao 
cair do skate, sofreu um ferimento 
mais grave: uma fratura.
Converse com os alunos: “Como 
esses acidentes poderiam ter sido 
evitados?”. Enfatize a importância 
do uso de equipamentos de segu-
rança ao praticar qualquer tipo de 
esporte. O uso desses equipamen-
tos não impede a ocorrência de 
ferimentos, mas pode diminuir sua 
gravidade.
Texto complementar
O que fazer em caso de emergência na escola?
Não devemos esperar um problema para tomar atitudes. Aciden-
tes e emergências médicas vão acontecer e a escola deve estar prepa-
rada. Uma providência é pedir às famílias um atestado médico para 
saber se a criança precisa de uma atenção especial. É importante tam-
bém deixar à vista de todos o telefone do Serviço de Atendimento 
Móvel de Urgência (Samu) e disponibilizar na escola um kit de pronto 
atendimento. Se possível, recomenda-se que professores e funcionários 
tenham treinamento em primeiros socorros. Caso a escola não conte 
com um profi ssional de saúde, cabe a um dos adultos tomar as primei-
ras providências. Em situações mais graves, é importante que ele entre 
em contato com o Samu e peça orientações. Enquanto o socorro não 
chega, aconselha-se afastar os curiosos da criança acidentada, desa-
pertar sua roupa, desamarrar os sapatos e mantê-la calma. Não se 
deve removê-la nem medicá-la, e os responsáveis precisam ser avisados.
RAMOS, H. O que fazer em caso de emergência na escola? Nova 
Escola. Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/719/o-que-
fazer-em-caso-de-emergencia-na-escola>. Acesso em: out. 2017.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
57 CAPÍTULO 4
6 NOS TRECHOS ABAIXO, AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS CONTAM 
COMO AS CRIANÇAS TRATARAM DE SEUS MACHUCADOS.
7 AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE:
A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA 
HISTÓRIA?
B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDAHISTÓRIA?
8 MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM 
QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE 
MACHUCOU. CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO.
7. a) Após o machucado ser lavado com água e sabão, foi aplicado gelo sobre o local 
e feito um curativo. Trata-se de um caso de ferimento leve, 
provavelmente uma pequena escoriação na pele.
Foi necessário que um adulto levasse o menino ao hospital para 
tirar uma radiografia e engessar o braço. Trata-se de um ferimento 
mais grave do que o sofrido pela menina da primeira tirinha.
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 Orientações didáticas
Atividade 8
Auxilie os alunos na organização 
de suas produções no mural. Pla-
neje momentos em que outras tur-
mas possam apreciar as histórias 
em quadrinhos produzidas.
Site
A preven•‹o de acidentes com crian•as nas escolas. Jornal 
Futura. Canal Futura. Disponível em: <www.youtube.com/
watch?v=UAvrkX0QZog>. Acesso em: out. 2017.
O vídeo, de pouco mais de 3 minutos de duração, apresen-
ta uma matéria sobre a importância e os modos de prevenir 
acidentes com crianças nas escolas.
Livro
Manual de prevenção de acidentes e primeiros socorros nas 
escolas. 2. ed. rev. Secretaria da Saúde, Coordenação de 
Atenção Básica. São Paulo: SMS, 2010. Disponível em: 
<http://pesquisa.bvsalud.org/sms/resource/pt/sms-328>. 
Acesso em: out. 2017.
Manual sobre prevenção de acidentes no ambiente escolar e 
em seu entorno e sobre primeiros socorros em caso de acidente.
Sugestões de... 
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
58 UNIDADE 2 
 CUIDE-SE!
QUANDO NOS MACHUCAMOS, O QUE 
DEVEMOS FAZER?
TEMOS DE PROCURAR UM SERVIÇO MÉDICO.
MAS, SE FOR UM FERIMENTO LEVE, COMO PEQUENOS 
ARRANHÕES, O MAIS RECOMENDADO É LAVAR 
MUITO BEM O LOCAL COM ÁGUA E SABÃO. SE 
OCORRER INCHAÇO − QUE É O QUE NÓS CHAMAMOS 
DE EDEMA −, TEMOS DE USAR COMPRESSA DE GELO.
PARA QUE SERVE O GELO NESSES CASOS?
O GELO SERVE PARA DIMINUIR O INCHAÇO E TAMBÉM PARA ALIVIAR A 
SENSAÇÃO DE DOR. MAS, SE O EDEMA NÃO DIMINUIR MESMO COM A 
APLICAÇÃO DE GELO, TEMOS DE IR AO MÉDICO.
O QUE TEMOS DE FAZER PARA NÃO NOS MACHUCAR?
TODAS AS CRIANÇAS GOSTAM DE BRINCAR. GERALMENTE, NÃO TÊM 
NOÇÃO DO PERIGO E ACABAM SE ARRISCANDO. POR ISSO, AS CRIANÇAS 
TÊM DE OUVIR QUANDO OS ADULTOS LHES ALERTAM SOBRE OS RISCOS QUE 
ESTÃO CORRENDO! NÃO PODEM MEXER COM ELETRICIDADE E COM FACAS 
NA COZINHA; NÃO PODEM BRINCAR NA PISCINA SEM TER UM ADULTO POR 
PERTO; NÃO DEVEM ANDAR DESCALÇAS EM LOCAIS NÃO APROPRIADOS; 
NÃO DEVEM ANDAR NO CARRO SEM O CINTO DE SEGURANÇA, ENTRE 
OUTRAS PRECAUÇÕES.
QUE OUTRAS ORIENTAÇÕES VOCÊ GOSTARIA DE DAR PARA AS CRIANÇAS?
CRIANÇAS NÃO PODEM FICAR MEXENDO COM O QUE NÃO É APROPRIADO:
PRODUTOS PERIGOSOS, FOGO, REMÉDIOS. EVITAR MACHUCAR-SE É UM JEITO
DE CUIDAR DA SAÚDE; ASSIM COMO CUIDAR DA ALIMENTAÇÃO, TER HÁBITOS
DE HIGIENE E TOMAR VACINAS PARA EVITAR CERTAS DOENÇAS.
COM A PALAVRAÉ
 MARIA DO SOCORRO LIMA 
ƒ ENFERMEIRA APOSENTADA.
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UM JEITO DE CUIDAR DA SAÚDE É EVITAR SE MACHUCAR. OUTRO 
JEITO É TOMAR VACINAS. ESSAS SÃO DICAS DE UMA EXPERIENTE 
ENFERMEIRA. ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DA 
ENTREVISTA E VEJA O QUE MAIS ESSA PROFISSIONAL TEM A NOS DIZER! 
VAMOS APRENDER MAIS SOBRE CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER COM O CORPO.
 Atividade complementar
Leia para os alunos o texto a se-
guir, sobre vacinação.
Texto complementar
Vacinas ainda são uma das armas 
mais eficazes para prevenir doenças
A vacinação é uma das medidas mais impor-
tantes de prevenção contra doenças. É muito 
melhor e mais fácil prevenir uma enfermidade do 
que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem.
[...] Quanto mais pessoas de uma comuni-
dade fi carem protegidas, menor é a chance de 
que qualquer uma delas – vacinada ou não – 
seja contaminada.
No Brasil, existe o Programa Nacional de 
Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Em 
40 anos de existência, o PNI se destacou por ser 
um dos melhores programas de imunização do 
mundo e vem atuando na ampliação da preven-
ção, no combate [...] e erradicação de doenças, 
além de disponibilizar diversas vacinas à popu-
lação. São oferecidos, gratuitamente, 42 tipos de 
imunobiológicos utilizados na prevenção e/ou 
tratamento de doenças, incluindo 25 vacinas. [...]
Você se lembra da última 
vacina que tomou? 
Quando uma criança preci-
sa ser vacinada, em geral é 
levada ao posto de saúde mais 
próximo de sua casa. Nos pos-
tos de saúde as pessoas tam-
bém recebem informações 
sobre os cuidados que devem 
ter com a higiene e com a ali-
mentação e podem tratar de 
problemas de saúde. 
A vacinação é uma forma de 
prevenção contra determina-
das doenças. Isso quer dizer 
que pessoas vacinadas têm 
menos chance de desenvolver 
a doença para a qual recebe-
ram a vacina. 
Toda criança deve ter uma 
carteira de vacinação na qual 
são anotadas as vacinas que 
ela já tomou, desde o nasci-
mento, e também a data em 
que recebeu cada vacina. Con-
verse com seus pais ou res-
ponsáveis e, com eles, consul-
te a sua carteira de vacinação.
No documento do Ministé-
rio da Saúde disponível em 
<http://bvsms.saude.gov.br/
bvs/publicacoes/caderneta_
saude_crianca_menina_11ed.
pdf> (acesso em: nov. 2017), é 
possível verificar informações 
sobre o calendário nacional de 
vacinação da criança e tam-
bém ter acesso a um cartão 
para registro das vacinas.
Se possível, mostre uma carteira 
de vacinação e explique como ela 
é preenchida. Mostre também o 
calendário nacional de vacinação, 
determinado pelo Ministério da 
Saúde e que indica a idade reco-
mendada para cada tipo de vacina. 
Em ambos os casos, reforce com 
os alunos a leitura e organização 
de tabelas.
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UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
59 CAPÍTULO 4
1 SEGUNDO AS ORIENTAÇÕES DA ENFERMEIRA, QUE CUIDADOS 
DEVEMOS TER PARA NÃO NOS MACHUCAR?
Não mexer com eletricidade nem com facas na cozinha; não brincar na piscina sem 
a presença de um adulto; não andar descalço em locais não apropriados e usar cinto 
de segurança no carro.
2 COMPLETE AS LEGENDAS DAS IMAGENS, EXPLICANDO QUE CUIDADOS 
AS PESSOAS ESTÃO TOMANDO PARA EVITAR SE MACHUCAR. UTILIZE OS 
TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
 FIOS ELÉTRICOS FAIXA DE PEDESTRES PROTEÇÃO CINTO DE SEGURANÇA
3 CONVERSE COM OS COLEGAS: POR QUE TOMAR VACINAS TAMBÉM É 
UMA MANEIRA DE CUIDAR DE NÓS MESMOS?
Porque nos ajuda a evitar 
certas doenças.
 SEMPRE ATRAVESSE A RUA COM UM ADULTO 
NA faixa de pedestres .
 AO ANDAR DE BICICLETA, PATINS OU SKATE,
USE EQUIPAMENTOS DE proteção .
 NO CARRO, SENTE-SE NO BANCO DE TRÁS E 
USE O cinto de segurança .
 SOLTE PIPA EM LOCAIS ABERTOS E BEM 
LONGE DOS fios elétricos .
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Atualmente, 96% das vacinas oferecidas no 
Sistema Único de Saúde (SUS) são produzidas no 
Brasil ou estão em processo de transferência. Is-
so porque o país tem um parque produtor de 
vacinas e imunobiológicos. [...]
É importante destacar que as vacinas não são 
necessárias apenas na infância. Os idosos preci-
sam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, 
e as mulheres em idade fértil devem tomar vaci-
nas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem 
enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou 
logo após o parto (tétano),podem causar doenças 
graves ou até a morte de seus bebês. Os profi s-
sionais de saúde, as pessoas que viajam muito e 
outros grupos de pessoas, com características 
específi cas, também têm recomendações para 
tomarem certas vacinas. [...]
Vacinas ainda são uma das armas mais eficazes 
para prevenir doenças. Disponível em: Portal 
Fiocruz. <https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/
dia-nacional-da-vacinacao-brasil-oferece-42-tipos-
de-imunobiologicos-para-prevencao-e>. 
Acesso em: out. 2017.
 Orientações didáticas
Atividade 2
Converse com os alunos sobre a 
importância da atenção ao atraves-
sar a rua sempre na faixa de pedes-
tres e, no caso das crianças, acom-
panhadas de um adulto. Alerte-os 
também sobre a necessidade de 
usar equipamentos de proteção na 
prática de esportes. Os dispositi-
vos de segurança para bebês e 
crianças em carros são regulamen-
tados pelo Código Nacional de 
Trânsito, que estabelece o uso 
obrigatório de três tipos de cadei-
rinha, todos encaixados no banco 
traseiro dos veículos. São eles:
• Berço portátil porta-bebê: co-
nhecido como bebê-conforto, é 
recomendado para crianças de 
até 1 ano; fica de frente para o 
porta -malas do veículo.
• Cadeirinha auxiliar: indicada 
para crianças de 1 a 4 anos de 
idade, a cadeirinha é fixada ao 
banco do veículo com o cinto de 
segurança. 
• Assento de elevação: recomenda-
do para crianças entre 4 e 7 anos 
e meio, esse dispositivo posiciona 
a criança na altura de utilização do 
cinto de segurança do veículo. 
A partir dos 7 anos e meio, a 
criança deve usar o banco traseiro 
e o cinto de segurança do veículo, 
obrigatório para todas as idades. 
Todos esses dispositivos de segu-
rança devem estar em conformida-
de com o Código de Proteção e 
Defesa do Consumidor e apresentar 
o selo de certificação do Inmetro.
Atividade 3
Alguns esclarecimentos sobre 
vacinações:
• Anualmente, o Ministério da Saú-
de promove campanhas de vaci-
nação contra a gripe. Em geral, 
as campanhas têm como públi-
co-alvo preferencial as crianças 
de 6 meses a 5 anos de idade, as 
gestantes, as mulheres puérpe-
ras, os trabalhadores da saúde, 
povos indígenas e pessoas com 
60 anos ou mais de idade.
• No caso da vacinação contra po-
liomielite, até os 4 anos de idade 
é aplicada a vacina inativada po-
liomielite (injetável). Já após os 
4 anos de idade, é aplicada a 
vacina oral poliomielite. 
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
60 UNIDADE 2 
4 VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS AJUDAR 
A DESENVOLVER HÁBITOS SAUDÁVEIS PARA O NOSSO BEM-ESTAR. 
• FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: 
• BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS 
RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) E 
OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, NÃO 
ESCOVAR OS DENTES).
• BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM 
O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2.
• MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS LOCAIS 
INDICADOS NO TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
FEIJÃO COLORIDO
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PARA MARCAR AS
 
CASAS NO 
TABULEIRO.
USE GRÃOS DE 
ASSIM TAMBƒM APRENDO
Lave as mãos antes das
refeições.
Tenha uma alimentação 
saudável.
Durma um número de 
horas adequado.
LARGADA
BARALHO
 
DE 
HçBITOS
 Orientações didáticas
Aproveite o momento lúdico da 
seção Assim também aprendo para 
promover uma síntese dos assun-
tos estudados nesta unidade. In-
centive os alunos a trocarem opi-
niões e a folhearem o livro, a fim de 
retomarem ideias e informações 
que podem usar na confecção das 
cartas do jogo.
No momento da confecção das 
cartas é interessante conversar sobre 
os hábitos de higiene adotados pe-
los alunos. Reafirme que hábitos de 
higiene promovem o nosso bem-es-
tar e é recomendável adotá-los.
Ajude os alunos a fazer o baralho 
de hábitos com o maior número 
possível de cartas. Alguns exem-
plos de hábitos recomendados 
são: escovar os dentes após as re-
feições e antes de dormir; usar pro-
tetor solar quando ficar exposto ao 
sol; manter atualizada a carteira de 
vacinação; praticar atividade física 
regularmente; dormir um número 
de horas adequado por dia; manter 
o bom humor até em situações 
consideradas desagradáveis; enca-
rar de forma positiva os aconteci-
mentos do dia a dia; evitar comer 
doces em excesso; etc. 
Texto complementar
Jogos: quando, como e por que usar
Os alunos conhecem diferentes jogos e apren-
dem os conteúdos. Você tem em mãos uma ferra-
menta lúdica e instigante. Saiba como incluí-la na 
rotina da turma.
Diante de um jogo, crianças e adolescentes 
dão o melhor de si: planejam, pensam em estra-
tégias, agem, analisam e antecipam o passo do 
adversário, observam o erro dele, torcem, come-
moram — ou lamentam — e propõem uma nova 
partida. Todo esse interesse faz dele um valioso 
recurso, que pode ser incluído nas aulas [...]. 
[...]
Para crianças e jovens, o principal atrativo é 
o caráter lúdico, conceito por vezes mal compre-
endido, mas que indica que a prática é divertida 
e pressupõe uma relação interessante entre os 
participantes. Porém não fi cam de fora o compro-
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
61 CAPÍTULO 4
• SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER QUANTAS 
CASAS ANDAR NA TRILHA.
• AO CHEGAR NO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO 
DE HÁBITOS.
• SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA.
SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA.
• SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO 
JOGADOR: ELE DEVERÁ FAZER UMA MÍMICA PARA REPRESENTAR 
ESSE HÁBITO. 
• VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO.
5 COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. 
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Pratique atividades 
físicas.
Use protetor solar.
 
Consulte um médico 
regularmente.
CHEGADA
BARALHO 
DE 
NòMEROS
 Atividade complementar
Ao final do capítulo, se possível, 
organize em pequenos grupos 
uma visita ao posto de saúde mais 
próximo da escola. Mostre que há 
diferentes cartazes para promover 
a saúde da população. 
Você também pode pedir aos 
alunos que tragam suas carteiras 
de vacinação para analisá-las. Con-
verse com os alunos e pergunte: 
“Onde vocês tomaram vacinas?”; 
“Que vacinas vocês já tomaram?”; 
“Que idade vocês tinham?”; “Falta 
tomar alguma vacina? Qual?”.
Livro
Ciência lúdica: brincando e 
aprendendo com jogos sobre 
Ciências. Lira-da-Silva R. M. 
(Org.). Salvador: Edufba, 2008.
Sugestão de... 
misso, o esforço, o trabalho e até a frustração. O 
prazer que proporciona é ligado à superação, à 
satisfação de ganhar ou de ser melhor que antes. 
“A motivação é intrínseca. E há sempre a possi-
bilidade de repetir a experiência”, diz Lino de 
Macedo, docente aposentado do Instituto de Psi-
cologia da USP e especialista no tema. 
[...]
Tendo essa vivência durante a trajetória es-
colar, crianças e adolescentes estarão preparados 
para muitas situações de sua vida — e para as 
próximas partidas.
[...]
SANTOMAURO, B. Jogos: quando, como e por 
que usar. Nova escola. Disponível em: 
<https://novaescola.org.br/conteudo/3440/
jogos-quando-como-e-por-que-usar>. 
Acesso em: nov. 2017.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 2 62
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
 À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, FERIDAS, MACHUCADOS E ATÉ MESMO 
FRATURASPODEM SER CURADOS.
 PODEMOS VER OS OSSOS DO CORPO POR MEIO DE RADIOGRAFIAS.
 PREVENIR ACIDENTES E USAR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO SÃO 
MANEIRAS DE CUIDAR DO NOSSO CORPO.
 HÁBITOS DE HIGIENE, BOA ALIMENTAÇÃO E TOMAR VACINAS 
CONTRIBUEM PARA NOSSA SAÚDE.
DEVE CUIDAR DA
PODE SER 
PROMOVIDA POR
POR EXEMPLO, 
TOMAR
POR EXEMPLO
PODEM SER
PREVENIDOS COM
PODE SER VISTA EM
SER HUMANO
VACINAS
HÁBITOS
MACHUCADOS SAÚDE
FRATURA ÓSSEA EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO
RADIOGRAFIA
PODE SOFRER
 Orientações didáticas
Nesta seção, após detalharmos 
as ideias mais inclusivas estudadas 
no capítulo, apresentamos um re-
sumo visual das proposições con-
ceituais trabalhadas na forma de 
um mapa conceitual. Ajude os alu-
nos na leitura desses esquemas, 
identificando os conceitos mais 
inclusivos na parte superior de cada 
um. Diferencie esses conceitos da-
queles abaixo, mais subordinados. 
Você pode pedir aos alunos que 
aproveitem esse momento para fa-
zer uma breve revisão do que estu-
daram. Usando o mapa conceitual 
como referência, eles podem rever 
o capítulo, página a página, procu-
rando identificar e assinalar o mo-
mento em que cada conceito foi 
apresentado. As páginas em que 
cada conceito foi identificado po-
dem ser listadas ao lado da caixa de 
texto pertinente no mapa conceitual.
Ao folhearem e reverem o capítu-
lo dessa maneira, os alunos podem 
conversar em duplas e tentar eleger 
uma imagem que viram e que pode 
ser usada para representar visual-
mente o conceito que está escrito 
no mapa. Uma opção é fazer, em 
uma folha avulsa, um mapa concei-
tual ilustrado, reproduzindo com 
desenhos as imagens que conside-
raram significativas. 
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 | CAPÍTULO 4 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 4 63
1 OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE A LEGENDA, EXPLICANDO O QUE 
ESTÁ SENDO FEITO PARA CUIDAR DO CORPO.
 QUANDO SOFREMOS UM FERIMENTO LEVE, O MELHOR A FAZER É 
 .
2 OBSERVE A ILUSTRAÇÃO ABAIXO E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
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A) QUAIS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA AS CRIANÇAS ESTÃO 
USANDO?
Capacete, cotoveleiras e joelheiras.
B) O QUE VOCÊ DIRIA PARA CONVENCER ALGUÉM A USAR ESSES 
EQUIPAMENTOS?
Resposta pessoal.
 
procurar um adulto para avaliar a situação. Caso seja leve, o ferimento deve ser 
bem lavado com água e sabão. Caso exista inchaço, é adequado fazer compressa 
de gelo sobre a área machucada. 
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 Orientações didáticas
Aqui são apresentadas questões 
que contribuem para uma avalia-
ção da aprendizagem do que foi 
estudado no capítulo. Ao respon-
derem-nas os alunos devem expli-
citar o entendimento pessoal dos 
conceitos, além de comparar e 
contrastar situações e hipóteses e 
empregar procedimentos e habili-
dades cognitivas específicos (como 
observação, análise, síntese, argu-
mentação, etc.).
Após os alunos formularem res-
postas individuais para essas ques-
tões, é interessante organizá-los em 
duplas para compartilhar as respos-
tas dadas, refletir sobre as diferen-
ças entre elas e também sobre a 
individualidade de cada aluno. Afi-
nal, diversas questões aqui apresen-
tadas possibilitam que os alunos 
deem respostas que podem ser 
consideradas corretas, mas que são 
muito distintas entre si. 
Atividade 2
No item b, espera-se que os alu-
nos argumentem que esses equi-
pamentos podem evitar ferimentos 
leves, arranhões, contusões e até 
fraturas.
 Atividade complementar
Crie uma roda de conversa com 
os alunos, retomando a discussão, 
sugerida no início deste capítulo, 
sobre o uso de equipamentos de 
seguraça ao realizar atividades 
físicas. Quais são estes equipamen-
tos? Para que atividades eles são 
recomendados? É realmente ne-
cessário usar estes equipamentos? 
Por quê? Deixe os alunos à vontade 
para expor suas experiências.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
TECENDO SABERES
UNIDADE 2 64
 ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DOS TEXTOS ABAIXO 
E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. DEPOIS, RESPONDA 
ÀS QUESTÕES DA PRÓXIMA PÁGINA.
ANTIGAMENTE EU TINHA UM NOME TÃO BONITO
ANTIGAMENTE ELA ERA MINHA MÃE
ANTIGAMENTE EU ERA A FILHA MAIS QUERIDA
ANTIGAMENTE EU VIVIA DE VERDADE
AGORA ESTOU AQUI TÃO SÓ
COBERTA PELO PÓ
[...]
ANTIGAMENTE. SANDRA PERES E ZÉ TATIT. EM: 
CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA 
CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000.
MAS QUE BOBINHA, BONECA DE ESTIMAÇÃO
VOCÊ VAI MORAR SEMPRE DENTRO DO MEU CORAÇÃO
VOCÊ É PRA MIM BEM MAIS QUE UM BRINQUEDO
VOCÊ É QUEM SABE TODOS OS MEUS SEGREDOS
MESMO QUE EU NUNCA BRINQUE CONTIGO
COMO ALGUNS ANOS ATRÁS
ATÉ QUE EU TENTO, MAS JÁ NÃO CONSIGO
POIS ME DISTRAIO DEMAIS
É QUE EU CRESCI
NÃO SEI POR QUÊ
NÃO VOU FINGIR
VOCÊ TEM QUE ENTENDER
[...]
TENTE ENTENDER. SANDRA PERES E ZÉ TATIT. 
EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: 
PALAVRA CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000.
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 Orientações didáticas
Na seção Tecendo saberes, a par-
tir de um tema trabalhado na unida-
de, apresentamos propostas de 
atividades relacionadas a diferentes 
disciplinas curriculares. Isso está de 
acordo com a percepção da impor-
tância de integrar diferentes áreas 
de conhecimento no tratamento da 
informação. Assume-se que tal tra-
tamento integrado fortalece o ensi-
no de várias disciplinas simultanea-
mente. 
Aqui a integração ocorre na me-
dida em que as diferentes áreas de 
conhecimento colaboram para a 
tessitura de uma trama que acolhe 
o tema em questão. Trata-se de uma 
tentativa de cruzar a fronteira entre 
disciplinas curriculares, as quais si-
multaneamente contribuem para 
que se possa lançar diferentes olha-
res sobre um tema centralizador. 
Tal integração pode fomentar a 
transferência de habilidades entre 
diferentes situações que se inter-
conectam. Pode, ainda, evitar que 
se estabeleçam barreiras muito rí-
gidas que separam as disciplinas 
escolares, prevenindo, assim, que 
as crianças falhem ou se sintam in-
capazes de estabelecer conexões 
entre estas. Enfim, representa uma 
tentativa de tornar a educação dis-
ciplinar mais relevante e significa-
tiva para as crianças.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 TECENDO SABERES 65
 CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA:
A) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO PRIMEIRO TEXTO? 
É a boneca.
B) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO SEGUNDO TEXTO? 
É a menina que costumava brincar com a boneca.
C) VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM BRINQUEDO DE QUE GOSTAVA MUITO, 
MAS PARA O QUAL AGORA JÁ NÃO DÁ TANTA IMPORTÂNCIA?
Resposta pessoal.
3 NO TEXTO ESTÃO DESTACADAS VÁRIAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM 
IDEIA DE TEMPO. ENCONTRE-AS NO DIAGRAMA DE LETRAS A SEGUIR.
 
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S E M A L K A N T I G A M E N T E J
D R Z I S O G N B V C T H M Z A S D
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4 TRANSCREVA ABAIXO AS PALAVRAS ENCONTRADAS NO DIAGRAMA DE 
LETRAS. ESCREVA APENAS UMA LETRA EM CADA QUADRINHO. EM 
SEGUIDA, INDIQUE QUANTAS LETRAS HÁ EM CADA PALAVRA. 
2
5 letras
11 LETRAS
6 letras
5 letras
5 letras
2 letras
A N T I G A M E N T E
A G O R A
S E M P R E
N U N C A
A T R Á S
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 Orientações didáticas
Atividade 2
Você pode promover uma roda 
de conversa na qual os alunos se-
jam incentivados a falar sobre brin-
quedos com os quais costumavam 
brincar bastante, mas já não brin-cam tanto. Durante a troca de 
ideias, estimule-os à reflexão: 
“Será que isso é um sinal de que 
estamos ficando mais velhos?”.
Atividade 3
Aproveite esta atividade para 
conversar com os alunos sobre 
quais são as palavras – citadas no 
texto da página anterior – usadas 
para expressar a sucessão ou o en-
cadeamento de eventos no tempo, 
ou a periodicidade de ocorrência 
de eventos. 
Se achar melhor, liste as palavras 
no quadro de giz conforme as 
crianças forem indicando-as, e a 
partir dessa lista desenvolva a ati-
vidade de encontrar palavras no 
diagrama de letras.
Além das palavras utilizadas no 
texto, oriente as crianças a fazer 
listas incluindo outras palavras que 
teriam essa função: jamais, fre-
quentemente, raramente, futura-
mente, etc.
Filme
Toy Story 3. Direção de Lee Unkrich. Produção: Darla K. Anderson e Nicole Paradis 
Grindl. EUA: Pixar Animation Studios, 2010.
O filme permite trabalhar as transformações que ocorrem na vida das crianças durante 
o seu crescimento.
Sugestão de... 
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 2 
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UNIDADE 2 66
O UE ESTUDAMOS
... ESTUDOU OS DENTES 
E COMPREENDEU A 
IMPORTÂNCIA DE 
MANTÊ-LOS SEMPRE LIMPOS.
... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO 
MAIS VELHO E, PORTANTO, JÁ É 
MAIS RESPONSÁVEL POR 
DESENVOLVER HÁBITOS QUE 
PROMOVEM SAÚDE. 
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RELEMBRE O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR SOBRE O 
QUE VOCÊ APRENDEU NESTA UNIDADE QUE ANTES NÃO SABIA.
VOCæ...
NESTA UNIDADE:
 APRENDEMOS QUE MUDAMOS COM O PASSAR DO TEMPO E QUE DEVEMOS 
CUIDAR DE NÓS MESMOS.
 ENTENDEMOS QUE DEVEMOS PREVENIR ACIDENTES E TER HÁBITOS 
SAUDÁVEIS PARA CUIDAR DA NOSSA SAÚDE.
 ESTUDAMOS QUE ESTRUTURAS DO NOSSO CORPO SE RELACIONAM À 
PERCEPÇÃO DO MUNDO ATRAVÉS DOS SENTIDOS.
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 Orientações didáticas
Esta seção foi criada para possi-
bilitar uma pausa nos estudos, ao 
final de cada unidade didática, e 
para que os alunos reflitam sobre 
tudo o que aprenderam desde a 
primeira aula da unidade, quando 
viram a imagem de abertura.
Os alunos podem ser convida-
dos a rever o que registraram na-
quele momento, podem relembrar 
o que pensavam e quais eram suas 
concepções no início da unidade. 
Assim, terão a oportunidade de 
avaliar o quanto aprenderam.
Os textos e as imagens desta 
seção constituem um recurso des-
tinado a facilitar a apreciação do 
que foi estudado e aprendido. As 
imagens merecem um destaque 
em particular, uma vez que têm a 
finalidade de evocar na mente dos 
alunos os trechos do livro e mo-
mentos da unidade em que estu-
daram determinado assunto. 
Você pode solicitar aos alunos 
que, em duplas, revejam e comen-
tem as páginas do livro relaciona-
das a cada fragmento de texto e 
imagem aqui apresentados. As 
crianças podem aproveitar essa 
oportunidade para trocar ideias 
sobre o que mais lhes chamou a 
atenção quando estavam estudan-
do aquele assunto, o que mais gos-
taram de aprender e o que mais 
tiveram dificuldade para entender.
Depois de rever todos os tópicos, 
os alunos podem ainda debater se 
têm sugestões de outras imagens 
que poderiam ser usadas para sin-
tetizar aquilo que aprenderam ou a 
que atribuíram maior destaque.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 2 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 O UE ESTUDAMOS 67
... APRENDEU 
A CUIDAR DOS 
MACHUCADOS. 
... EXPLOROU 
OS SENTIDOS 
DO CORPO 
HUMANO.
... COMPREENDEU 
DIVERSOS CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER 
COM O CORPO.
 FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE 
VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
 DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES?
 E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE MACHUCAR?
 O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE SEUS PAIS 
TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO?
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 Orientações didáticas
No final desta seção, oferecemos 
explicitamente um momento para 
os alunos expressarem como se sen-
tiram e para refletirem sobre valores 
e atitudes relacionados ao trabalho 
durante a unidade didática.
Você pode organizar os alunos 
nos mesmos trios em que analisa-
ram a imagem de abertura da uni-
dade. Agora o desafio será respon-
der às questões desta página. Uma 
ideia é que cada criança escolha 
uma questão e pense em como 
respondê-la. Em seguida, os outros 
dois membros do trio podem brin-
car de adivinhar qual é a resposta 
que o colega pensou. Finalmente, 
o primeiro aluno declara a respos-
ta e a compara com o que os cole-
gas disseram. 
Depois que todos explicitarem 
suas respostas para a questão que 
escolheram, em uma folha avulsa 
os alunos podem elaborar uma res-
posta coletiva para cada questão, 
sintetizando o que discutiram. As 
folhas com as respostas de cada 
trio podem ser compartilhadas no 
mural, oferecendo assim um pano-
rama do que os alunos aprende-
ram, das reflexões que fizeram e de 
como aquilo que estudaram duran-
te a unidade os tocou.
Aproveite a oportunidade para 
discutir com os alunos como eles 
têm cuidado dos dentes, desde o 
início do capítulo, e se eles perce-
bem que estão mais atentos e cau-
telosos a fim de prevenir acidentes. 
Pergunte também se eles se sen-
tem mais responsáveis por si mes-
mos e pelos cuidados com o corpo, 
não precisando que seus pais fi-
quem a todo momento lembran-
do-os de escovar os dentes, tomar 
banho, etc.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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Sol, céu 
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Unidade
 Objetivos da unidade
Conteúdos conceituais
Conceitos
Céu, Sol, sombra, relógio de sol, 
nuvem, cúmulo, cirro, estrato, tem-
po, chuva, temperatura, termôme-
tro, boletim meteorológico, previ-
são do tempo, meteorologista.
Conteúdos procedimentais
• Observar objetos e fenômenos 
(ao analisar imagens em diferen-
tes períodos do dia).
• Realizar manejo de material (ao 
montar modelo de guarda-sol 
para analisar a direção da som-
bra projetada).
• Praticar habilidades relacionadas 
à comunicação (fazer pequenos 
textos, frases e legendas para 
descrever ilustrações e ler e ana-
lisar entrevistas, fazer quadros 
sintetizando informações de bo-
letins meteorológicos ao longo 
do dia).
• Recolher e analisar dados (da 
medida de temperatura em di-
ferentes horários do dia).
• Organizar dados (ao preencher 
tabela com informações sobre 
temperatura ao longo do dia).
• Desenvolver a criatividade e a 
habilidade de comunicação (ao 
criar e apresentar boletim do 
tempo).
Conteúdos atitudinais
• Empenhar-se na realização das 
tarefas (ao observar desenhos 
feitos por outras crianças).
• Assumir erros e acertos (ao com-
parar a resposta que foi dada no 
início da unidade com a resposta 
dada depois de estudar o tema).
• Procurar conhecer e valorizar a 
opinião dos colegas (ao trocar 
ideias com os colegas sobre os 
fenômenos observados).
• Empenhar-se nas atividades de 
grupo (ao compartilhar dados 
com colegas, ao montar mural, 
ao fazer pesquisas).
• Desenvolver e valorizar atitudes 
científicas, como organização e 
rigor nas observações e análises 
(ao fazer observações dasnu-
vens, ao fazer observação das 
sombras em diferentes horários 
do dia e descrevê-las).
 Habilidade da BNCC abordada
BNCC EF02CI07 Descrever as posições do Sol 
em diversos horários do dia e associá-las ao 
tamanho da sombra projetada.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 3 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
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 Nesta imagem, o que é visível no céu?
 Qual é o provável horário que essa 
cena retrata: será que é manhã, 
tarde ou noite? 
 Como é o formato e a posição das 
sombras que aparecem na imagem?
 Orientações didáticas
A imagem de abertura possibi-
lita uma visão de alguns elementos 
representativos do que será estu-
dado na unidade. Apreciá-la, pro-
curando por todos os detalhes 
ilustrados, contribui para começar 
a focar a atenção dos alunos nos 
temas que serão estudados.
Para ajudar na exploração dessa 
imagem, você pode pedir aos alu-
nos, primeiro, que atentem ao que 
mais lhes chama a atenção. Na se-
quência, eles devem começar a fo-
car em outros elementos gerais da 
imagem não tão salientes a um pri-
meiro olhar desatento. Por fim, os 
alunos podem procurar por deta-
lhes que estavam passando desper-
cebidos.
Em grupos pequenos os alunos 
podem compartilhar e listar todos 
os elementos da ilustração que 
identificaram. Ao fazer isso devem 
trocar ideias, começando assim a 
evocar seus conhecimentos ante-
riores sobre os assuntos que serão 
trabalhados nos capítulos a seguir.
As perguntas aqui apresentadas 
podem ser usadas, neste momen-
to, como elementos facilitadores 
desse trabalho de levantamento 
de conhecimentos prévios. Os alu-
nos podem estar organizados em 
duplas ou trios para discutir as res-
postas que dariam a elas.
Ao final da unidade, um novo 
olhar para essa imagem de abertu-
ra possibilita aos alunos evocarem 
sua memória e relembrarem o que 
já sabiam antes, no começo dos 
estudos da unidade, e também a 
relembrarem quais eram as expec-
tativas que tinham em relação ao 
que iriam estudar. Essa possibilida-
de de revisitarem esse momento 
cognitivo anterior tem o potencial 
de torná-los mais conscientes de 
suas aprendizagens.
 Questões para sensibilização
• Convide os alunos a observarem detalhes do céu represen-
tado na cena, questionando: “O que é visível no céu?”. Além 
de aves, destaque a presença de nuvens e do Sol. Foque a 
atenção dos alunos nas nuvens: “Com que formato elas são 
representadas?”.
• Auxilie os alunos na análise das cores do céu e da posição do 
Sol no horizonte, que indicam que o horário retratado na cena 
deve ser ao amanhecer ou ao entardecer. Verifique a resposta 
dos alunos para a questão: “Que características indicam que 
a cena retratada não mostra o período da noite?”. Aproveite 
para auxiliar os alunos na leitura das temperaturas que apare-
cem na cena.
• Explore com os alunos as sombras representadas. Incenti-
ve-os a refletir sobre a posição delas em relação ao Sol. 
Como a cena mostra um horário durante o amanhecer ou o 
entardecer, as sombras têm formato alongado.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 570
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 3 70
Observar o céu
Capítulo
5
Em que hora do dia foram feitas essas fotografias?
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 ● Você já reparou no formato das nuvens? Como elas são?
 ● É possível que um corpo fique parado, imóvel, mas que sua sombra mude 
de posição? 
 ● Como podemos ter uma ideia de que horas são, mesmo sem ter nenhum 
relógio por perto?
Para iniciar
Neste cap’tulo vamos observar o cŽu e analisar as sombras.
 Objetivos do capítulo
Neste capítulo abordaremos a mu-
dança de posição das sombras du-
rante o dia, relacionando esse fenô-
meno à mudança de posição do Sol 
no céu. Também vamos conhecer o 
relógio de sol, uma engenhosa inven-
ção para medir o tempo. Além disso, 
exploraremos os três tipos básicos de 
nuvens: cúmulo, cirro e estrato.
Em termos do aprendizado da 
escrita e leitura, neste capítulo será 
explorado o uso de tabelas e intro-
duzida uma das unidades de medi-
da de temperatura, o grau Celsius 
(°C). Além disso, será incentivada a 
leitura das horas, tanto em relógio 
analógico quanto digital.
 Orientações didáticas
Durante a conversa inicial com os 
alunos, é importante incentivar a 
participação de todos, favorecendo 
que explicitem suas opiniões. Explo-
re as imagens de abertura do capí-
tulo: “Como estão as nuvens em 
cada uma delas?”. Os alunos perce-
bem as diferenças entre as sombras 
projetadas? Eles conseguem expli-
car por que em cada foto a sombra 
está em uma posição diferente?
Na seção Para iniciar promove-
mos uma avaliação dos conheci-
mentos prévios dos alunos a respei-
to de temas que serão estudados 
no capítulo. É importante manter 
um registro das respostas iniciais 
dos alunos, a fim de que este possa 
ser retomado e revisto no final do 
capítulo. Isso facilita a comparação 
entre o que se sabia e o que se 
aprendeu, o que ajuda os alunos a 
se tornar conscientes de suas apren-
dizagens. 
Os alunos imaginam que possam 
existir somente alguns tipos básicos 
de nuvens ou imaginam que o for-
mato delas pode ser muito ou infi-
nitamente variado? Caso considere 
interessante, instrua os alunos a 
fazer desenhos de nuvens que se 
lembram de já terem visto. Nesse 
momento inicial esses desenhos 
podem ser analisados: “Quais são 
as formas das nuvens desenha-
das?”. Posteriormente, os alunos 
podem reclassificar as nuvens re-
presentadas, considerando as 
informações apresentadas na pá-
gina 76.
Verifique ainda como eles expli-
cam a mudança de posição das 
sombras da criança nas imagens de abertura: 
Eles se imaginam na cena? Conseguem cogi-
tar o que poderia provocar a variação na po-
sição das sombras? Questione-os: “Como a 
sombra pode se mover, se a criança está pa-
rada na mesma posição?”.
Por fim, avalie que ideias os alunos sugerem 
para saber as horas. Eles acreditam que é 
possível saber que horas são, mesmo sem ter 
nenhum relógio por perto?
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71UNIDADE 3 | CAPÍTULO 5 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 5 71
Em que direção é projetada a sombra de 
um guarda-sol? 
Como fazer
Atividade prática
3. Faça um pequeno furo no centro da 
cobertura, encaixando-a na ponta do lápis. 
1. Com um pedaço de massa de modelar, 
fixe o lápis sobre uma folha de papel 
sulfite.
4. Ilumine seu modelo de guarda-sol 
com a lanterna e observe a sombra 
formada. Troque ideias com os 
colegas: Vocês acham que a 
sombra do guarda-sol no papel 
aparecerá no mesmo lado da 
lanterna ou no lado oposto a ela? 
No lado oposto à lanterna.
Para brincar, pinte seu
 
guarda-sol e acrescent
e 
alguns personagens 
embaixo dele!
Para brincar, pinte seu
 
Material
 Â Folhas de papel sulfite
 Â Lanterna
 Â Lápis
 Â Massa de modelar
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2. Recorte um círculo pequeno de outra 
folha. Ele será a cobertura do guarda-sol.
ATENÇÃO
Cuidado ao fazer o furo no papel. 
Caso não se sinta seguro em 
fazê-lo, peça ajuda a um adulto.
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 Orientações didáticas
Se você realizar a atividade prá-
tica como demonstração, faça uma 
votação antes de iluminar o mode-
lo com a lanterna: Quantos alunos 
acham que a sombra aparecerá do 
lado oposto? E quantos acham que 
elaaparecerá do mesmo lado da 
fonte de luz? Peça que justifiquem 
seus palpites. Em seguida, acenda 
a lanterna e mostre o que acontece.
As posições das sombras devem 
se assemelhar às indicadas nas 
imagens a seguir.
• Com a lanterna posicionada à 
esquerda do guarda-sol:
• Com a lanterna posicionada aci-
ma do guarda-sol:
• Com a lanterna posicionada à 
direita do guarda-sol:
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Atividade complementar
Organize os alunos em grupos e proponha 
que investiguem o que acontece com a luz 
quando ela incide sobre corpos opacos. Propo-
nha a troca de ideias e a confecção de um de-
senho que reflita as hipóteses iniciais dos alunos.
Verifique se, nessa etapa inicial da ativida-
de, os alunos desenham uma região de som-
bra por trás do corpo opaco. Para focar a 
atenção dos alunos no tema em estudo, per-
gunte: “Ao ser iluminado, como fica a parte 
de trás do corpo opaco? Clara ou escura?”.
Depois de os alunos iluminarem corpos 
opacos, peça que falem sobre os resultados 
obtidos. Por fim, eles podem refazer o de-
senho inicialmente produzido e refletir: 
“Ocorreu algo diferente do que esperáva-
mos?“.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 572
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
72 UNIDADE 3 
Você já reparou que, no início da manhã, o Sol está em uma posição no 
céu e que, no fim da tarde, ele está em outra posição? É por causa disso que 
as sombras produzidas pela luz do Sol mudam de aspecto e de posição com o 
passar das horas.
Entenda isso em detalhes:
 ● A luz do Sol ilumina os corpos.
 ● Atrás de um corpo opaco, como uma árvore, forma-se uma sombra.
 ● À medida que o Sol muda de posição no céu, a posição e o formato da 
sombra também mudam.
Foi com base nesses conhecimentos que o relógio de sol foi inventado na 
Antiguidade.
Trata-se de um instrumento simples: ele tem uma 
haste colocada sobre um mostrador de horas. Conforme 
o Sol ocupa diferentes posições no céu, a sombra da 
haste muda de posição, indicando que horas são.
 Rel—gio de sol
 Relógio de sol em Brasília, Distrito Federal, 
fotografado no período da manhã.
 O mesmo relógio de sol da fotografia ao lado, 
no período da tarde.
 Relógio de sol feito em 1781, em João Pessoa, 
Paraíba. Fotografia de 2014.
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Vamos conhecer o relógio de sol 
e aprender como ele funciona.
 Orientações didáticas
Lembramos que a mudança de 
posição do Sol no céu, ao longo 
do dia, ocorre porque a Terra gira 
em seu movimento de rotação. 
Esse conteúdo poderá ser desen-
volvido nos anos finais do Ensino 
Fundamental.
 Atividade complementar
Convide os alunos a responde-
rem: “Qual é o horário marcado no 
relógio de sol em cada uma das fo-
tografias?” Ajude os alunos a ler as 
horas nessas fotografias de relógio 
de sol. Peça que identifiquem a has-
te, a sombra e o mostrador de horas. 
Na fotografia à esquerda, o relógio 
marca 8 h 30 e, na fotografia à direi-
ta, o relógio marca quase 15 h.
Texto complementar
Histórico da marcação do tempo
A marcação do tempo sempre foi uma obsessão para o homem, 
desde a época em que fi ncar um mastro no chão e uns rabiscos em 
torno dele formaram o primeiro marcador de horas do mundo, o 
relógio de sol, provavelmente entre os povos da antiga Mesopotâmia, 
há mais de 3 mil anos. De lá para cá muita coisa mudou. Adotaram-se 
os relógios de água e de terra, como as famosas ampulhetas, até se 
chegar ao século 16, na Europa, nos relógios a pêndulo, com Galileu 
Galilei. Há pouco mais de 60 anos, a eletrônica proporcionou inova-
ções importantes para tornar esses aparelhos mais precisos. Os re-
lógios a quartzo [...] tornaram-se populares.
Depois foi a vez do relógio atômico, o mais preciso de todos, que 
só atrasa ou adianta um segundo em bilhões de anos. São esses equi-
pamentos que medem a hora mundial e servem para medir o tempo 
nas atividades espaciais e de telecomunicações [...].
OLIVEIRA, M. Frequência do tempo. Revista Pesquisa Fapesp. 
Ed. 85, jan. 2003. Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.
br/2003/01/01/frequencia-do-tempo>. Acesso em: out. 2017
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73UNIDADE 3 | CAPÍTULO 5 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
73 CAPÍTULO 5
1 As sombras podem nos surpreender! Foi isso o que 
aconteceu na história em quadrinhos a seguir. Leia 
com atenção e, depois, responda às questões.
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Vamos 
ficar no 
raso!
Está 
bem.
Leo, venha 
passar mais 
protetor.
Ué… Antes
não tinha sombra 
na canga…
Que 
lindo 
dia!
Ninguém 
mexeu em 
nada.
a) Você já viu uma sombra mudar de posição sem ninguém ter mexido em nada?
Resposta pessoal.
b) O que deve ter acontecido para que, com o passar do tempo, aparecesse 
uma sombra sobre a canga?
Com o passar do tempo, o Sol mudou de posição no céu, o que fez com que a 
posição e o formato da sombra também mudassem.
Quero nadar 
e depois 
tomar sol!
Atenção
Evite ficar exposto aos raios 
solares das 10 horas às 
15 horas. Use protetor solar 
sempre que sair ao sol.
 Orientações didáticas
Atividade 1
Você pode incentivar os alunos 
a se identificarem com os persona-
gens da história em quadrinhos. 
Questione: “Quem já foi à praia?”; 
“Você já passou por algo seme-
lhante?”; “O que aconteceu com a 
personagem da história?”.
Promova um debate: “O que 
pode ser percebido por meio da 
análise desta história?”; “Conforme 
o tempo passa, as sombras sempre 
estão nos mesmos lugares?”. Espe-
ra-se que os alunos relacionem a 
mudança da posição do Sol no céu 
com a mudança de posição da 
sombra.
Verifique se as justificativas dos 
alunos são baseadas em algo que 
já aprenderam a respeito das som-
bras. Promova a discussão: “Qual 
é a fonte de luz nessa situação da 
história em quadrinhos?”; “Qual é 
o corpo opaco?”; “Onde se projeta 
a sombra?”.
Dica de segurança
No caso de haver horário de 
verão na região onde os alu-
nos moram, deve-se conside-
rar mais recomendado evitar 
ficar exposto ao sol até as 
16 horas.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 574
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
74 UNIDADE 3 74 UNIDADE 3 
2 Analise as imagens da sombra de uma árvore observada pelas crianças em 
diferentes horários do dia, nesta página e na próxima. Depois, troque ideias 
com os colegas e faça o que se pede.
Manhã
7 h 30 10 h 30
Qual é a 
posição do Sol 
no céu no início 
da manhã?
Qual é a posição 
do Sol no céu no 
final da tarde?
Tanto no início da manhã 
quanto no fim da tarde, 
o Sol está relativamente 
“baixo” no céu. Ao meio-dia, 
o Sol está no “alto” do céu.
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Elementos representados
em tamanhos não
proporcionais entre si.
 Orientações didáticas
Atividade 2
Oriente os alunos a reparar na 
posição do “galo dos ventos” e a 
identificar para que lado é leste e 
para que lado é oeste nas ilustra-
ções. Verifique se constatam que 
o Sol no início da manhã está re-
presentado do lado leste.
 Atividade complementar
Continue explorando a monta-
gem da atividade prática feita no 
início do capítulo. Auxilie os alunos 
a traçar uma linhaque passa por 
baixo do guarda-sol, ligando o 
lado direito e o lado esquerdo do 
papel. Por fim, ajude-os a simular 
a mudança da posição do Sol no 
céu: devem iluminar o guarda-sol 
com a lanterna, colocando-a em 
duas posições diferentes. Utilize as 
extremidades da linha traçada sob 
o guarda-sol como referência para 
posicionar a lanterna. 
Os resultados observados de-
vem ser registrados no papel.
Durante essa atividade, converse 
com os alunos usando a expressão 
“lado oposto ao da fonte de luz”. 
Procure deixar a lanterna na mes-
ma posição do Sol, pela manhã e 
pela tarde, observada na escola. 
Compare então a posição da som-
bra do modelo de guarda-sol com 
a posição da sombra das árvores 
ou das pessoas na escola.
Esteja atento ao fato de que, 
ao longo deste livro, nem sem-
pre há proporção entre as ilus-
trações. Chame também a 
atenção dos alunos para o uso 
de cores fantasia. Muitas vezes 
a representação de um objeto 
ou ser vivo não corresponde à 
realidade. Diversas representa-
ções em Ciências utilizam co-
res fantasia para facilitar a vi-
sualização e a compreensão do 
que está sendo apresentado.
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75UNIDADE 3 | CAPÍTULO 5 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
75 CAPÍTULO 5
a) Represente as sombras que não foram desenhadas: a das 7 h 30 e a das 
13 h 30. Atenção ao seu provável tamanho e localização!
b) No caderno, esclareça as dúvidas das crianças.
13 h 30
Tarde
15 h 30
3 No caderno, faça um desenho 
parecido com as ilustrações, 
indicando a provável posição 
da sombra da árvore às 12 h.
Desafio
Qual seria 
a posição do 
Sol no céu ao 
meio-dia? 
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Elementos representados
em tamanhos não
proporcionais entre si.
Atividade complementar
Peça aos alunos que, em pequenos grupos, procurem foto-
grafias que mostrem as sombras de pessoas, casas, prédios, 
postes e árvores iluminados pelo Sol. Em seguida, selecionem 
algumas das imagens para afixar no mural da turma.
Solicite que discutam e façam uma legenda para cada ima-
gem, indicando o provável horário em que a fotografia foi ti-
rada. Durante as discussões, pergunte a eles: “Em que horário 
essas fotos devem ter sido tiradas?”; “Por que vocês acham 
que a fotografia foi tirada nesse horário?”; “Como está a po-
sição da sombra?”; “Parece ser uma sombra que observaríamos 
nesse horário?”.
 Orientações didáticas
Atividade 2
No item a, verifique se os alunos 
indicam que as sombras são proje-
tadas do lado oposto ao Sol. Por-
tanto, no período da manhã, a som-
bra projetada deve ser desenhada 
para o lado oeste e, no período da 
tarde, para o leste. Verifique ainda 
se desenham a sombra das 7 h 30 
alongada, o que é coerente com o 
fato de, nesse horário, o Sol ainda 
estar “baixo” no céu, e a das 13 h 30 
mais curta, afinal, o Sol está em po-
sição “mais alta” no céu.
No item b, verifique se os alunos 
consideram que tanto no início da 
manhã quanto no fim da tarde o 
Sol está relativamente “baixo” no 
céu. E que ao meio-dia ele se en-
contra mais “alto” no céu.
Aproveite a oportunidade e con-
vide os alunos a compartilhar suas 
respostas com os colegas.
Atividade 3
Neste Desafio, questione os alu-
nos sobre qual seria a posição da 
sombra ao meio-dia. Deixe-os à 
vontade para se expressarem. Em 
seguida, peça que desenhem no 
caderno, como pede a atividade. 
Espera-se que os alunos desenhem 
a sombra mais curta do que todas 
as demais e voltada para baixo, o 
que representaria a perspectiva do 
lado oposto ao Sol, o qual deve 
estar praticamente “em cima” da 
árvore.
Ao final desta atividade, no qua-
dro de giz, faça um esquema da 
trajetória do Sol ao longo do dia, 
justificando, dessa maneira, as po-
sições e os tamanhos das sombras.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 576
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
76 UNIDADE 3 
Cirro: “Parecem fi os de cabelo ou fi apos.”.
 
 
Cúmulo: “Parecem fl ocos de algodão.”. 
 
Estrato: “Parecem camadas de espuma.”.
 
 
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Siro46/Shutterstock
Thinkstock/Getty Images
Pakhnyushchy/Shutterstock
Vamos estudar o aspecto das nuvens no céu.
 Nuvens no cŽu
Você já parou para observar o céu?
As nuvens, por exemplo, estão constantemente mudando de posição e formato. 
Mas, se você for bem atento, poderá reconhecer alguns “padrões”. Observe, 
por exemplo, que existem três tipos básicos de nuvem:
 ● As nuvens do tipo cúmulo se parecem com flocos de algodão.
 ● As nuvens do tipo cirro se parecem com fios de cabelo ou fiapos.
 ● As nuvens do tipo estrato se parecem com camadas de espuma.
1 Identifique cada tipo de nuvem representado nas imagens desta página. Use 
as opções do banco de palavras abaixo para descrevê-las.
 
Parecem flocos de algodão. Parecem camadas de espuma. Parecem fios de cabelo ou fiapos.
 Orientações didáticas
As nuvens são compostas de mi-
núsculas partículas de água líquida 
ou cristais de gelo suspensas na 
atmosfera. Elas se formam a partir 
da condensação da água em esta-
do gasoso e, dependendo da tem-
peratura e da altura, a partir da 
transformação dessa água em cris-
tais de gelo.
Leia o texto complementar abai-
xo para saber mais sobre as nuvens.
Atividade 1
Apesar da grande variedade de 
formatos das nuvens, considera-
mos que existem três formas bási-
cas: semelhante a flocos de algo-
dão – nuvens do tipo cúmulo; 
semelhante a fios de cabelo ou 
fiapos – nuvens do tipo cirro; seme-
lhante a camadas de espuma – nu-
vens do tipo estrato. Comente com 
os alunos que algumas nuvens pos-
suem essas formas básicas, outras 
são uma “mescla” delas: por exem-
plo, nuvens cirros-estratos e nu-
vens estratos-cúmulos.
Texto complementar
Por que as nuvens de chuva são negras?
Primeiro, é preciso esclarecer que elas não são negras por intei-
ro. É a gente que percebe elas dessa forma, porque a base das nuvens 
de tempestade realmente é mais escura. A principal razão para esse 
breu é que as nuvens de chuva são bem espessas. [...] Como elas não 
recebem luminosidade, sua cor acaba sendo negra. [...] Outro ponto 
importante de esclarecer é que nem sempre uma nuvem negra é si-
nônimo de tempestade. [...] O curioso é que certas nuvens brancas 
também podem trazer torós. Isso acontece principalmente no litoral, 
onde o vapor d’água que forma as gotas de chuva se junta em torno 
de sais marinhos. [...]
Por que as nuvens de chuva são negras? Mundo Estranho. 19 ago. 
2016. Disponível em: <https://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/
por-que-as-nuvens-de-chuva-sao-negras>. Acesso em: out. 2017.
2APISCie_GOV19_MP_p068_095_Parte Especifica_Unidade 3.indd 76 12/9/17 3:05 PM
77UNIDADE 3 | CAPÍTULO 5 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
77 CAPÍTULO 5
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Desenho do aluno.
2 Leia a história em quadrinhos.
3 No espaço abaixo, faça um desenho de como você imagina que era o 
aspecto das nuvens que as crianças da história em quadrinhos observavam.
Fonte: SCHULZ, Charles M. Peanuts completo: 1959 a 1960. Tradução: 
Alexandre Boide. 2. ed. Porto Alegre: L&PM Editores, 2014. p. 254. Colorizada.
 Orientações didáticas
Atividade 3
Os alunos podem fazer diferentes 
desenhos de nuvens e os compar-
tilharem no mural da turma. Nesse 
momento esses desenhos podem 
ser analisados: “Quais são as formas 
das nuvens desenhadas?”. Poste-
riormente, os alunos podem reclas-
sificar asnuvens representadas, 
considerando as informações apre-
sentadas na página 76.
 Atividade complementar
Faça uma roda de conversa com 
os alunos, indagando-os sobre quais 
formatos de nuvens eles costumam 
ver no céu. Deixe-os à vontade para 
compartilhar suas experiências. Para 
instigar a imaginação dos alunos, 
pergunte se eles, ao observar as nu-
vens, já conseguiram identificar for-
mas reconhecíveis, como um pássa-
ro ou um cachorro.
Para finalizar esta atividade, 
oriente os alunos a desenhar no 
caderno as formas de nuvens que 
eles mais costumam ver. Em segui-
da, peça que eles as identifiquem 
como cúmulo, cirro ou estrato.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 578
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
VAMOS VER DE NOVO?
UNIDADE 3 78
Neste capítulo você aprendeu que:
 Â No céu podemos ver, entre outros elementos, o Sol e as nuvens.
 Â Durante o dia, o Sol pode ser visto em diferentes posições no céu.
 Â Observando a posição e o formato das sombras, podemos ter uma ideia da 
posição do Sol no céu e de que horas são.
 Â Existem três tipos básicos de nuvens: cúmulo, cirro e estrato. 
é onde podemos ver
promove o surgimento de
são usadas no
CÉU
SOL
SOMBRAS
RELÓGIO DE SOL
NUVENS
CÚMULO
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podem ser de três tipos básicos
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 Orientações didáticas
Nes ta seção, apresentamos uma 
síntese das principais proposições 
conceituais trabalhadas no capítulo. 
Além de elencar tais proposições 
uma a uma, apresentamos um mapa 
conceitual como um recurso esque-
mático que facilita a visualização 
dessas proposições pelos alunos. 
Como apresentado anterior-
mente, usando as ideias de J. D. 
Novak e D. B. Gowin (1984), pode-
mos dizer que os mapas concei-
tuais diferenciam-se de outros ti-
pos de esquema uma vez que:
• expõem os conceitos e as pro-
posições fundamentais em uma 
linguagem simples e concisa;
• mostram as relações entre as 
ideias principais de modo sim-
ples e vistoso, aproveitando a 
capacidade humana para a re-
presentação visual;
• acentuam visualmente tanto as 
relações hierárquicas entre con-
ceitos e proposições como as 
relações cruzadas entre grupos 
de conceitos e proposições.
Assim, os mapas conceituais 
constituem um bom recurso visual 
para sintetizar os principais concei-
tos e proposições trabalhados no 
capítulo.
Você pode organizar os alunos 
em grupos e solicitar que produzam 
um mapa conceitual alternativo ao 
apresentado aqui. Para isso, eles 
podem manipular os conceitos 
apresentados, mudando a hierar-
quia entre eles, alterando as liga-
ções com setas, etc. Podem, inclu-
sive, acrescentar conceitos que 
julguem importantes e que gosta-
riam de relacionar com os demais 
conceitos apresentados.
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79UNIDADE 3 | CAPÍTULO 5 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 5 79
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B 10 h 30 A 12 h C 17 h
A B C
1 Encontre, no diagrama, o nome dos três tipos de nuvem que estudamos neste 
capítulo.
 
Assim também aprendo
2 Analise as imagens e troque ideias com os colegas. Associe cada imagem 
com o horário mais provável que ela representa.
F T Z M J U L U G D R B U M A Z Y F G H
S Y A Q A Z B O X O S D H B V C J V J I
A O A L E N I I R O U V U K D R O P T N
B I U O N H E R O Y N B X O C S H P L C
U O X O S D H B T Y N V F K Ú K N O E N
D N E S T R A T O E B B O X M S D H B U
J P K A N L O C Y N B X O T U D U O E S
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R O A L E C I R R O H V U K O R O P E N
F T E M J U P U G D R B U M C Z Y F G H
T A A F E N I I R O H V U K M R O P E N
B I U O N O E R O Y N T X O C S H P L C
U Y A Q A Z B O X O S D H B V C J V J I
 Orientações didáticas
Aqui, apresentamos algumas ati-
vidades que ajudam a avaliar a 
aprendizagem dos alunos. Para 
serem respondidas, as questões 
propostas demandam diversas ha-
bilidades e capacidades, desenvol-
vidas no decorrer de cada ciclo 
investigativo.
Sugerimos que essas atividades 
sejam feitas individualmente. De-
pois de respondidas, os alunos 
podem ser organizados em duplas 
para comparar as respostas, verifi-
car as divergências e chegar a um 
consenso.
Essa é uma poderosa estratégia 
de avaliação, uma vez que cada 
aluno deve expor aos colegas o 
que aprendeu, possibilitando que 
repensem o que consideram e ex-
plicitem as dúvidas que ainda têm.
Atividade 2
Verifique se os alunos aplicam o 
que aprenderam sobre a mudança 
de tamanho e da posição das som-
bras durante o dia, em função da 
posição do Sol no céu, para deci-
frar o horário provável de cada 
cena. Na primeira ilustração, às 
12 h, o Sol está praticamente no 
“meio” do firmamento e as som-
bras são pequenas e localizadas 
sob os corpos. Na segunda ilustra-
ção, às 10 h 30, as sombras são 
curtas e o Sol está em uma posição 
“mais baixa” no céu, em relação às 
12 h. Na terceira ilustração, às 17 h, 
as sombras estão alongadas e o Sol 
está em uma posição “bem baixa” 
no céu.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 680
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE 3 80
Como estará o tempo?
Capítulo
6
Neste capítulo vamos estudar as condições do tempo. Também vamos ler 
uma entrevista com um meteorologista e analisar boletins meteorológicos.
 ● Como podemos saber se vai ou não chover?
 ● Você costuma prestar atenção nos boletins meteorológicos da internet, 
do rádio, da TV ou dos jornais? Você sabe o que eles nos informam?
 ● O que você sabe sobre o trabalho dos meteorologistas?
Para iniciar
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Será que vai chover?
 Objetivos do capítulo
Neste capítulo vamos explorar 
os boletins meteorológicos. A ideia 
é contribuir para que os alunos re-
lacionem as condições do tempo 
previstas com as diferenças de 
temperatura observadas em dife-
rentes períodos do dia.
 Orientações didáticas
A partir da análise da imagem 
inicial, comece a explorar o tema 
meteorologia com os alunos. Dis-
cuta com eles: “Vocês sabem quan-
do vai chover?”; “De que modo 
podemos saber como será o tem-
po?”; “Alguém já viu um boletim 
meteorológico no celular ou na te-
levisão?”; “O que os boletins me-
teorológicos informam?”.
Incentive os alunos a discutir 
questões que os ajudarão a focar 
no tema de estudo deste capítulo 
e a refletir sobre a imagem apre-
sentada nesta página de abertura: 
“Quem da sala de aula costuma 
acompanhar a previsão do tem-
po?”; “Quem não viu a previsão e 
já tomou chuva por ter saído de 
casa desprevenido, sem guarda-
-chuva?”; “E quem já passou frio, 
depois de uma virada do tempo?”. 
Procure incentivar o debate: “É im-
portante acompanharmos os bole-
tins meteorológicos e a previsão 
do tempo? Por quê?”; “O que esses 
boletins e as previsões nos infor-
mam?”; “Por falar nisso, alguém da 
classe sabe qual é a previsão do 
tempo para os próximos dias?”.
Este é um bom momento para 
avaliar as concepções dos alunos: 
Eles costumam estar atentos aos 
boletins meteorológicos? O que 
eles sabem sobre a previsão do 
tempo? Eles se dão conta das va-
riações do tempo meteorológico 
durante um dia? É aconselhável 
que, de tempos em tempos, você 
peça aos alunos que revejam o que 
discutiram neste momento inicial e 
então reflitam se, depois de terem 
realizado determinado trabalho ou 
sequência de atividades, respon-
deriam da mesma forma ao que foi 
perguntadoaqui. Isso possibilita a 
avaliação da própria aprendizagem 
e da dimensão de sua evolução.
Antes de iniciar este capítulo, 
você pode levar os alunos a uma 
área aberta da escola (pátio ou jar-
dim), onde eles possam analisar 
Dica de segurança
Durante a observação do tempo em 
ambiente externo, é fundamental que os 
alunos usem protetor solar, boné ou cha-
péu para se proteger do sol e bebam 
bastante água para se hidratar.
como está o tempo. De volta à sala de aula, 
oriente-os a montarem um boletim meteoro-
lógico com as informações observadas. Eles 
podem fazer isso de várias formas: montando 
um telejornal, uma locução de rádio ou um 
painel informativo. O importante é que eles 
usem a criatividade e as habilidades que pos-
suem para representar esses dados.
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81UNIDADE 3 | CAPÍTULO 6 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
 CAPÍTULO 6 81
Vamos brincar de previsão do tempo na TV?
Como fazer
Atividade prática
4. É hora da apresentação!
O apresentador lê o texto 
da previsão do tempo que 
os colegas estão 
segurando. Enquanto fala, 
os desenhos que foram 
feitos vão sendo 
mostrados.
1. Com um grupo de
colegas, façam desenhos
bem grandes que
mostrem como estará o
céu e o tempo durante o
dia e durante a noite.
2. Criem o texto que informa
como está o tempo e o
que está previsto.
Escrevam esse texto com
letras bem grandes.
3. Montem o cenário da
gravação: o apresentador 
se posiciona; alguns alunos
seguram o texto na frente 
do apresentador para que 
ele leia; outros seguram os 
desenhos que o 
apresentador mostrará.
Ilustrações: Giz de Cera/Arquivo da editora
 Orientações didáticas
Durante a encenação do progra-
ma de televisão, os alunos terão de 
explicitar o que sabem sobre os 
boletins meteorológicos. Aprovei-
te este momento para avaliar os 
conhecimentos prévios dos alunos 
sobre meteorologia.
Sites
INMET – Instituto Nacional de Meteorologia. Disponível em: <www.inmet.gov.br>. 
Acesso em: nov. 2017.
Traz informações sobre o tempo e o clima, além de notícias relacionadas.
CPTEC – Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos. Disponível em: <www.
cptec.inpe.br>. Acesso em: nov. 2017.
Traz, entre outras informações, previsão do tempo das cidades brasileiras.
Sugest›es de...
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 682
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
82 UNIDADE 3 
Você sabe quais são as condições do tempo? 
Quando falamos sobre o tempo, costumamos usar expressões como: “faz 
calor”, “está abafado”, “faz frio”, entre outras. 
Mas os boletins meteorológicos informam a condição do tempo de forma 
mais precisa. Para isso, eles relatam outros aspectos: qual é a temperatura em 
dado momento, qual é a quantidade de chuva que cai, etc.
Os boletins meteorológicos também podem informar a previsão do tempo, 
ou seja, como ficará o tempo no futuro. Por exemplo, é muito comum, no final 
do dia, os boletins meteorológicos informarem quais são as temperaturas 
máxima e mínima previstas para o dia seguinte. Isso nos ajuda, por exemplo, 
a escolher com que roupa sair de casa.
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São duas horas da 
tarde. O trânsito continua 
intenso. Agora está muito 
quente e abafado. 
Faz 35 ¼C.
Vamos analisar o que os boletins 
meteorológicos informam.
 O tempo anunciado
 Orientações didáticas
Antes de abordar o tema “meteo-
rologia” com os alunos, promova a 
análise da ilustração. Chame a aten-
ção dos alunos para o uso de cinto 
de segurança mesmo no banco 
traseiro, indicando isso na ilustra-
ção.
Converse com os alunos sobre a 
temperatura que está registrada no 
termômetro digital presente na rua 
e também sobre outros indicativos 
de um dia quente, como a presença 
do Sol radiante, do céu “limpo”, isto 
é, sem nuvens, de pessoas transpi-
rando e da fala: “São duas horas da 
tarde. O trânsito continua intenso. 
Agora está muito quente e abafado. 
Faz 35 ºC.”.
Neste momento, pergunte aos 
alunos se já passaram por situação 
semelhante à da ilustração, e se na 
região em que moram costuma fa-
zer muito calor. Em seguida, insti-
gue-os a adivinhar a temperatura 
do dia usando a sensação térmica. 
Verifique com os alunos a tempera-
tura do dia em um site de previsão 
do tempo ou aplicativo. Por fim, 
faça novos questionamentos, como: 
“Por que você indicou esta tempe-
ratura?”. 
Atividade complementar
Organize os alunos em pequenos grupos 
e incentive-os a falar sobre as condições do 
tempo no dia anterior. Peça para compara-
rem com as condições do tempo no dia de 
hoje. Por fim, solicite que comecem a utilizar 
símbolos para comparar as condições do 
tempo nesses dois dias.
Convide os alunos a fazerem uma ilustra-
ção diferente da apresentada para o texto. 
Organize-os em duplas e peça para discu-
tirem e elaborarem tal ilustração. As produ-
ções das diferentes duplas podem ser com-
partilhadas no mural da turma.
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83UNIDADE 3 | CAPÍTULO 6 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
83 CAPÍTULO 6
1 Com a ajuda do professor, leia esta tirinha.
 
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2 Troque ideias com os colegas e responda: O que é representado no primeiro 
quadrinho, que indica que o tempo está frio? No segundo quadrinho, o que 
indica que está calor?
 
3 Desenhe o que você estava fazendo ontem, em dois momentos diferentes. 
Represente como estava o tempo. Indique em cada relógio o horário do dia 
em que ocorreu a cena que você desenhou. 
No primeiro quadrinho, o vento e as roupas do personagem (blusa, calça e 
cachecol) indicam que está frio. Já no segundo, o Sol e as roupas do personagem 
(chinelo, bermuda e camiseta regata) indicam que está calor. 
 MURAL DA TURMA Em uma folha avulsa, faça um desenho para ilustrar as 
seguintes condições de tempo: frio, céu encoberto e brisa suave.
4
Respostas pessoais.
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Fonte: Banco de Imagens MSP. 
 Orientações didáticas
Atividade 1
Ao apresentar o personagem Do 
Contra, de Mauricio de Sousa, co-
mente que ele tem gostos contrá-
rios em relação à maioria das pes-
soas. Destaque essa diferença nos 
dois primeiros quadrinhos: no frio 
ele prefere tomar sorvete, enquan-
to, no calor, prefere beber líquidos 
quentes. A fala do personagem no 
terceiro quadrinho demonstra a 
insatisfação do personagem em 
não poder tomar uma atitude con-
trária, uma vez que a situação do 
tempo é considerada indefinida.
Atividade 2
Procure verificar que palavras e 
expressões os alunos usam para 
expressar o tempo meteorológico. 
Ressalte como, nos quadrinhos, as 
condições do tempo são represen-
tadas por meio de desenhos do 
Sol, de traços simbolizando ventos, 
etc. Incentive-os a enfrentar o de-
safio de representar, por meio de 
desenhos, o tempo meteorológico. 
Verifique como representam céus 
encobertos, pancadas de chuva, 
ventos suaves e ventanias, tempe-
raturas elevadas, temperaturas 
baixas, etc. Incentive-os a analisar 
os desenhos de diferentes histórias 
em quadrinhos, identificando 
como as condições meteorológi-
cas são representadas. Por fim, 
discuta também o que eles consi-
deram “tempo bom” e “tempo 
ruim”: “Sempre é bom quando faz 
sol e ruim quando chove?”. Depen-
dendo da região e da época do 
ano, as ideias de “tempo bom” e 
de “tempo ruim” podem variar.
Atividade 3
Verifique se, em seus desenhos, 
os alunos indicam se fazia sol, se 
estava nublado,se havia ou não 
ventos fortes, se indicam de algu-
ma maneira a temperatura, etc. 
Neste momento, pode ser solicita-
do aos alunos que escrevam uma 
legenda para cada um dos seus 
desenhos.
Atividade 4
Aproveite este momento para 
solicitar aos alunos que comparti-
lhem e comparem seu desenho 
com os colegas.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 684
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
84 UNIDADE 3 
Neste momento 
está amanhecendo: são
6 horas da manhã. Os 
termômetros marcam 
17 graus.
5 Nesta página e na seguinte, acompanhe os boletins meteorológicos 
anunciados durante o dia de Juliana.
Está 
fazendo 22 graus...
Parece que vai chover 
forte!
É meio-dia e 
os termômetros 
na cidade marcam 
28 graus. Deve 
chover no fim da 
tarde.
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 Orientações didáticas
Atividade 5
Incentive os alunos a falarem so-
bre as condições do tempo. Orien-
te-os a usar em suas frases as pa-
lavras temperatura, quente, frio e 
termômetro.
Auxilie os alunos na leitura das 
horas marcadas nos relógios. É 
possível que alguns deles ainda 
apresentem dificuldades para ler 
as horas em relógio analógico ou 
não reconheçam a marcação de 
16 horas como equivalente às qua-
tro horas da tarde.
Conforme a época do ano, a lo-
calização no Brasil e o horário de 
verão (você pode esclarecer aos 
alunos as razões alegadas para a 
adoção desse procedimento), o 
amanhecer e o anoitecer ocorrem 
em horários diferentes. Você pode 
pedir aos alunos que alterem os 
horários em função da época do 
ano e do lugar em que estão.
Sugira a leitura dos livros indica-
dos abaixo para suplementar esta 
atividade.
 Atividade complementar
Durante as férias escolares a ro-
tina das crianças muda. Oriente-as 
a montar duas histórias em quadri-
nho apresentando sua rotina diária 
nas férias de julho e nas de janeiro. 
Instrua-as a marcar os horários 
aproximados em que cada ativida-
de é realizada, descrevendo como 
é o tempo nessa época do ano; 
qual a estação do ano; quais rou-
pas costumam usar; se os dias são 
longos ou curtos; etc.
Livros
É hora! É hora! RAMOS, A. C. Editora Nova Fronteira, 2013.
Apresenta as horas de forma lúdica, relacionando cada horário a atividades da rotina 
infantil.
Hoje é amanhã? RAMOS, A. C. Editora Nova Fronteira, 2014.
Carol é uma criança que faz perguntas sobre tudo, inclusive sobre a passagem do tem-
po e as definições do que seria o hoje, o ontem e o amanhã. 
Sugest›es de...
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85UNIDADE 3 | CAPÍTULO 6 – MANUAL DO PROFESSOR 
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
85 CAPÍTULO 6
6 Complete o quadro com as informações sobre o tempo do dia de Juliana.
Horário Como estava o tempo Temperatura
6 da manhã Frio e ensolarado 17 graus
Meio-dia Ensolarado, quente e abafado. 28 graus
4 da tarde Céu acinzentado e com muitas nuvens. 22 graus
6 da tarde Chuvoso. 21 graus
9 da noite Um pouco mais frio que durante a tarde. 19 graus
São 9 horas da noite. 
Os termômetros registram 19 graus. 
Amanhã teremos temperatura 
mínima de 15 graus e máxima 
de 26 graus.
Está 
ficando tarde. 
Está na hora de 
dormir!
6 horas da tarde:
21 graus,
chuva forte em 
diferentes pontos 
da cidade.
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 Orientações didáticas
Se achar conveniente, convide 
os alunos a elaborar pequenos tex-
tos para descrever o que Juliana 
fazia nos diferentes horários do dia. 
Esses textos podem servir como 
legenda para as imagens que ilus-
tram o dia dessa menina.
Os alunos ainda não estão acos-
tumados a lidar com medidas e 
quantificar os fenômenos. Neste 
trabalho, eles continuam a fazer ob-
servações qualitativas (quente/frio), 
mas já começam a fazer algumas 
observações quantitativas. Lembra-
mos que nos boletins meteorológi-
cos as temperaturas são geralmen-
te indicadas em graus Celsius.
 Atividade complementar
Incentive os alunos a consultar 
boletins meteorológicos (no rádio, 
na internet, na televisão, etc.) e a 
anotar as informações sobre mu-
danças da temperatura em diferen-
tes horários. Incentive-os a trocar 
informações sobre em que horá-
rio(s) e em quais emissoras de rádio 
e televisão são divulgados boletins 
meteorológicos. Para facilitar o de-
senvolvimento do trabalho, orga-
nize os alunos em grupos com a 
missão de sintonizar determinada 
emissora, em determinado horário, 
e coletar as informações de qual é 
a temperatura em horários especí-
ficos do dia. Se não for possível 
que os alunos ouçam os boletins 
meteorológicos, peça-lhes que in-
diquem como está o tempo de 
acordo com a percepção de cada 
um: mais quente; mais frio; etc.
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MANUAL DO PROFESSOR – UNIDADE 3 | CAPÍTULO 686
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
86 UNIDADE 3 
 Meteorologia 
Você sabe quem são os profissionais que fazem os boletins meteorológicos?
Para conhecê-los, que tal conversar com um meteorologista? Veja o que 
ele tem a nos dizer.
O que fazem os meteorologistas?
Nós ficamos atentos às nuvens e aos 
ventos, medimos a temperatura, a pressão
atmosférica e a umidade do ar, interpretamos 
esses dados e fazemos as previsões.
O meteorologista também estuda e 
desenvolve modelos de como diferentes 
fatores (como temperatura, pressão, 
umidade) interferem no tempo e no clima.
Qual é a importância da previsão do 
tempo para as pessoas no dia a dia?
Por meio das previsões do tempo, você pode saber se há chance de chover ou 
não, se vai esfriar ou esquentar. Dessa maneira, você pode programar, por exemplo, 
se vai ou não viajar, que roupa vai usar, etc.
E qual é a importância da previsão do tempo para diferentes profissionais?
Os pilotos de avião, por exemplo, consultam a meteorologia para saber se vai 
haver turbulência, nevoeiro ou granizo durante o voo e nas operações de 
decolagem e aterrissagem.
O agricultor pode saber, por meio da meteorologia, se haverá água 
suficiente ou se terá de irrigar mais a plantação; e também se há previsão de 
geada, para então se prevenir e evitar maiores prejuízos na lavoura.
Até mesmo os agentes da defesa civil são avisados pelos meteorologistas se há 
previsão de frio muito intenso. Assim, podem oferecer abrigo a pessoas em situação 
de rua.
Com a palavra...
 Marcelo Schneider é meteorologista do 
Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
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Até mesmo os agentes da defesa civil são avisados pelos meteorologistas se há 
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umidade) interferem no tempo e no clima.
Qual é a importância da previsão do 
Vamos conhecer o que fazem os meteorologistas e 
refletir sobre a importância da previsão do tempo.
 Orientações didáticas
Após a leitura da entrevista, esti-
mule a troca de ideias entre os alu-
nos: “Quem costuma consultar a 
previsão do tempo?”; “Alguém gos-
taria de ser meteorologista quando 
crescer?”; “Como seria nosso dia a 
dia, se não pudéssemos consultar 
as previsões do tempo?”; etc.
Um esclarecimento: tempo 
e clima são conceitos distintos. 
Tempo se refere a variações 
pontuais da atmosfera que po-
dem ser analisadas pelos me-
teorologistas, como medidas 
de temperatura, umidade, 
ventos, chuvas, tipos de nu-
vem, etc. Clima se refere ao 
tempo que predomina em 
uma região por um longo pe-
ríodo. Assim, neste capítulo 
estamos trabalhando alguns 
fatores que indicam como está 
o tempo, e não como é o clima 
de uma região.
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