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D P O CD P O C
É a inflamação da mucosa brônquica, caracterizada por produção
excessiva de secreção da mucosa na árvore brônquica.Tosse
produtiva que dura 3 meses em cada 2 anos consecutivos, em
paciente que tem outras causas excluídas.
Bronquite:Bronquite:Bronquite:Sistema Respiratório:Sistema Respiratório:Sistema Respiratório:
A passagem do ar atmosférico através das vias respiratórias
até alcançar os alvéolos pulmonares;
A passagem do oxigênio alveolar para o sangue;
O transporte do oxigênio pelo sangue e sua distribuição por
todo o organismo;
A passagem do CO2 do sangue para os alvéolos pulmonares;
A expulsão do ar para fora dos pulmões.
DPOC Condição pulmonar heterogênea caracterizada por
sintomas respiratórios crônicos (dispneia, tosse,
produção de escarro, exacerbações*) devido a
anormalidades das vias aéreas (bronquite, bronquiolite)
e/ou alvéolos (enfisema) que causam progressiva
obstrução do fluxo aéreo.Habitualmente progressiva –
prevalência após 40 anos. Prevenível e tratável!
Enfisema:Enfisema:Enfisema:
 Distensão anormal dos espaços aéreos distais aos bronquíolos
terminais, com destruição das paredes alveolares. É o estágio final
de um processo que progrediu por muitos anos, onde ocorre a
perda da elasticidade pulmonar.A função pulmonar, na maioria
dos casos, está irreversivelmente comprometida.
A obstrução aérea é causada por inflamação da mucosa brônquica,
produção excessiva de muco, perda da retração elástica das vias aéreas,
colapso dos bronquíolos e redistribuição do ar para os alvéolos funcionais.
 hipoxemia;
* casos graves – eliminação do dióxido de carbono.
comprometida – aumento da tensão de dióxido de carbono no
sangue arterial (hipercapnia) – acidose respiratória.
 COR PULMONARE:COR PULMONARE: 
A hipoxemia crônica leva à vasoconstrição crônica e produz
proliferação de músculo liso em pequenas artérias
pulmonares. À medida que a resistência aumenta, a
pressão arterial pulmonar aumenta e há elevação da pós-
carga do coração direito. Para manter o débito, o VD
hipertrofia e dilata. 
Ritmo de galope no ventrículo direito (B3 ou B4), o qual
se intensifica durante inspiração, distensão de veias
jugulares hepatomegalia e edema dos membros
inferiores.
*Tosse produtiva, dispneia, taquicardia,aperto no peito.
Asma:
Fator de risco p desenvolver bronquite. 
Fatores de riscoFatores de riscoFatores de risco
-exposição à fumaça do fumo (fumante, tabagista
passivo)*,
- poluição do ar ambiente;
- infecções respiratórias;
- exposição ocupacional;
- anormalidades genéticas.
Hipertensão arterial pulmonar
 dispnéia (em repouso, pode ser grave);
- tosse (uso de músculos acessórios);
- aumento no trabalho respiratório;
- perda de peso (interferência na alimentação);
- intolerância os esforços/exercícios.
-Ruídos Adventícios(sibilos,roncos,estertores:sons anormais
percebidos na ausculta pulmonar);
-Baqueateamento dos dedos – aumento do volume das pontas
dos dedos das mãos e perda do ângulo de emergência da unha)
Espirometria
Provas de função pulmonar
Gasometria
Farmacológico:
Manifestações clínicas:Manifestações clínicas:Manifestações clínicas:
Exame físicoExame físicoExame físico
Broncoespasmos como sibilos, roncos, uso da musculatura acessória,
fala entrecortada, movimento paradoxal do tórax inferior. Encontramos
ainda a taquipneia, expansibilidade e frêmito tóraco-vocal diminuídos.
Os murmúrios vesiculares à ausculta também estão reduzidos
DiagnósticoDiagnósticoDiagnóstico
DPOC - TRATAMENTODPOC - TRATAMENTODPOC - TRATAMENTO
A hipersecreção pode desenvolver PNEUMONIA!
 anamnese e exame físico: Quando começou a tosse? É Tabagista?
Posição dos 3 pontos, respiração curta e abdominal, emagrecido,
dispneia severa. QUADRO DE ENFISEMA!
Paciente em DPOC não vai saturar + de 88%. 
Espirometria forçada que demonstre a presença de um VEF1 (Vol
Expiratório Forçado)/CVF(Capac Vital Força Exp) < 0,7 pós-
broncodilatador é obrigatória para estabelecer o diagnóstico de DPOC.
Após o diagnóstico: 
Avaliar a função respiratória e determinar o grau da anormalidade.
(testes da função pulmonar)
Gasometria de controle arterial e ajuste de oxigenoterapia. 
Oximetria capilar. 
Exames radiográficos do tórax. (Raio-X e TOMOGRAFIA). 
Educação em saúde; (paciente e família)
Reabilitação pulmonar;
Abordagem nutricional;
Oxigenioterapia domiciliar; (contínua ou intermitente) 
 exercícios respiratórios (tosse assistida, respiração profunda,
drenagem postural, entre outros);
Medidas e enfrentamento de estresse.
BRONCODILATADOR + CORTICOIDE
A combinação destes dois
medicamentos juntos dilata os
brônquios pela atuação em
diferentes sítios farmacológicos
 Brometo de ipratrópio e Fenoterol é
um broncodilatador utilizado na
prevenção e tratamento de sintomas
em situações de obstrução crónica
das vias respiratórias com limitação
reversível do fluxo de ar, tais como
asma brônquica e doença pulmonar
obstrutiva crónica (DPOC).
Objetivo: Aliviar os sintomas;
Qualidade de vida;
Progressão da doença – mortalidade.
Prevenir e tratar exacerbações.
O que eu posso fazer para melhorar a qualidade de vida desse paciente? 
Leve
Mod
erad
a
Grav
e
Mui
to g
rave
Cuidados contínuos de transiçãoCuidados contínuos de transiçãoCuidados contínuos de transição
Visitas domiciliares – orientações, verificar
administração correta de medicamentos e
oxigênio, se indicado, e realizem os
exercícios. 
Participação em programas de reabilitação
pulmonar e os de cessação do tabagismo;
Pontos importantes para a assistência:Pontos importantes para a assistência:Pontos importantes para a assistência:
O enfermeiro deve advertir o pct que é extremamente
perigoso fumar durante o uso ou próximo ao oxigênio. 
 A oxigenoterapia é variável; seu objetivo é alcançar
um nível aceitável de oxigênio, sem queda no PH. 
- orientar para deixar de fumar (intervenção terapêutica mais importante). O tabagismo deprime a atividade macrófaga das
células e afeta o mecanismo ciliar de limpeza do trato respiratório, cuja função é manter as passagens respiratórias livres
de irritantes inalados, bactérias e outras matérias estranhas. O tabagismo também causa um crescente acúmulo de muco,
que produz mais irritação, infecção e dano para o pulmão.
- orientar para vacinação;
- evitar contato com alta concentração de pólen no ar e poluição ambiental;
- evitar exposição a extremos de temperatura (elevadas com alto grau de umidade ou frio intenso);
- resgate da auto-estima e da sensação de limitação e de impotência (valorização, esperança, bem-estar);
- monitorizar ritmo respiratório (dispnéia e hipoxemia);
- atentar para efeitos colaterais da medicação;
- atentar para sinais de infecção (bacteriana ou virótica), que agravam o quadro e aumentam os riscos de falência
respiratória;
 -oximetria de pulso;
- cuidados específicos na intubação e ventilação mecânica;
- em estado grave - alterações cognitivas, dispnéia, taquipnéia e taquicardia.
Sinais de complicaçõesSinais de complicaçõesSinais de complicações
aumento dos sintomas como dispneia, tosse, aumento da
expectoração, fadiga e aumento da sibilância.
O aumento do quadro de hipóxia pode resultar em confusão
ou diminuição do nível de consciência.
A Gasometria arterial podem resultar em PaO2 diminuída,
PaCO2 aumentada, HCO3 aumentada (bicarbonato) – e
diminuição do pH.
ExamesExames
Osso = branco.
Ar = preto. 
Radiografia torácicaRadiografia torácicaRadiografia torácica
Sinais de hiperinsuflação como retificação das cúpulas
diafragmáticas, aumento dos espaços intercostais, aprisionamento
aéreo no espaço retroesternal e aumento do diâmetro ântero-
posterior do tórax.
Gasometria arterialGasometria arterialGasometria arterial
Essencial para avaliação de hipoxemia, hipercapnia e do
estado ácidobásico. pCO2 > 45 mmHg com bicarbonato
elevado sugere insuficiência respiratória crônica. 
Alteração do pH
– pH > a 7,35 => indica quadro crônico compensado
– pH < a 7,35 => indica quadro agudo descompensado
Alteração da PaCO2
– se a PaCO2 > 50mmHg com pH < 7,2 => indica
descompensação aguda, e deve-se considerarfadiga da
musculatura respiratória e suporte ventilatório não-invasivo e/ou
intubação orotraqueal e ventilação mecânica.
– se a PaCO2 > 50 mmHg com pH > 7,3 => indica quadro
crônico compensado, e deve-se considerar períodos de suporte
ventilatório não-invasivo para repouso, dieta para DPOC e
tratamento medicamentoso. 
Alterações da PaO2
– PaO2 < 60mmHg em ar ambiente e tiver sinais de cor
pulmonale, deverá ser mantida oxigenoterapia contínua com
cateter de O2 e/ou máscara de Venturi com FiO2 adequada para
manter SpO2 > 90%. Os sinais e sintomas da hipoxemia são
inespecíficos e incluem edema de membros inferiores, arritmias
cardíacas, dispnéia e sonolência. A suplementação com oxigênio
é necessária e o objetivo é manter a PaO2 no mínimo em
55mmHg, que corresponde a uma saturação da hemoglobina
acima de 87%. Em geral, um cateter de O2 com fluxo de 1 a
2l/min é suficiente.
HemogramaHemogramaHemograma
Avaliar a gravidade de
uma exacerbação e
pode exibir policitemia
(hematócrito >55%),
anemia e leucocitose.
Solicitar glicemia, cálcio, sódio, potássio,
CO2. bicarbonato, cloro e creatinina. 
Planejamento de enfermagemPlanejamento de enfermagemPlanejamento de enfermagem 
Padrão respiratório ineficaz relacionado ao aumento do
trabalho respiratório;
Desobstrução ineficaz das vias aéreas relacionado por aumento
da produção de secreções;
Troca de gases prejudicada relacionada à destruição das vias
aéreas;
Intolerância à atividade relacionada ao desequilíbrio entre o
suprimento e a demanda de oxigênio; e
Conhecimento deficiente relacionado ao manejo de doenças
crônicas.
Resultados esperadosResultados esperadosResultados esperados
O paciente apresenta uma troca de gases ideal que deverá ser
demonstrada por ciclos de respirações de 12 a 20 por minuto,
oximetria de pulso em níveis terapêuticos durante o repouso e
esforço e gases sanguíneos mais próximos da normalidade.
O paciente apresenta um aumento da tolerância à atividade que
será evidenciado por capacidade e energia aprimoradas para
deambular 7 metros sem sentir falta de ar.
Finalmente, antes de receber alta, verbalizará uma
compreensão da DPOC;
O paciente conseguirá demonstrar como usar seu inalador;
Após a alta, o paciente evitará fatores que piorem o quadro da
DPOC e vai compreender o tratamento a longo prazo da doença.
 
PrescriçãoPrescriçãoPrescrição
Monitorar padrão respiratório constantemente, observando a
amplitude de respiração, profundidade e uso de músculos
acessórios;
Administrar, conforme prescrição médica, a terapia de
oxigênio suplementar em 2L, via cânula nasal, com
monitoramento contínuo de suas saturações por meio da
oximetria de pulso;
Administrar medicamentos que foram solicitados. 
Durante a administração desses medicamentos, envolve a
análise do paciente ao utilizar o inalador, se o mesmo está
utilizando a técnica corretamente;
Ensino da importância da utilização correta da medicação após
a alta e da cessação do tabagismo;
Orientação para a adoção de medidas para diminuir o risco de
infecções, incluindo lavagem das mãos e vacinação;
Além disso, atuar junto ao fisioterapeuta no ensino de técnicas
e exercícios para ajudar a aliviar o trabalho respiratório e
conservar energia para desempenhar as atividades de vida
diária;
Monitorização constante dos sinais vitais.
https://www.abcdaenfermagem.com.br/saturacao-de-oxigenio/

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