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REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos dezasseis dias do mês de Dezembro do ano dois mil e 
dez, no Guiché Único para Empresas, sito na Avenida Amílcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA 
TRINDADE, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de 
notária, compareceu como outorgante:
Sr. Pierre Blancart, maior, solteiro, natural de Voiron­ 
França, residente na Avenida Amílcar Cabral, de nacionalidade 
Francesa. 
Verifiquei a identidade do outorgante, pela exibição do 
passaporte n.º09PV15012, de onze de Dezembro de dois mil e 
nove, emitido pela autoridade competente de França.
E   por   ele   foi   declarado:   Que   pela   presente   escritura, 
resolveu   constituir   uma   sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada,denominada  Alberga   Sodade 
Unipessoal,   Lda  que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos 
artigos seguintes:
 
SOCIEDADE UNIPESSOAL POR QUOTAS
Artigo 1º
Denominação e sede
A   sociedade   adopta   a   denominação   de  Alberga   Sodade 
Unipessoal,Lda.,  que terá a sua sede Avenida Amílcar Cabral, 
Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo abrir e 
manter filiais,delegações,sucursais,agências ou qualquer outra 
forma de representação dentro do País, de acordo com a vontade 
do sócio.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo 2º
Duração 
A sua duração é por tempo indeterminado e o seu começo é 
partir da data da sua constituição.
Artigo 3º
Objecto Social
O seu objecto social é o exercício actividades na área de 
restauração, bar e residencial, podendo entretanto, dedicar­se 
a qualquer outro ramo de actividade que o sócio acorde e seja 
permitido por lei.
Artigo 4º
Capital Social
O capital social é de STD 20.000.000,00 (Vinte Milhões de 
Dobras),  integralmente   subscrito   e   realizado   em   dinheiro   e 
representado   por   uma   quota   única   de   igual   valor   nominal, 
pertencente ao sócio único, o Sr. Pierre Blancart.
Artigo 5º
Cessão de Quotas
A cessão de quota é livre, mas quando feita a favor de 
terceiros fica dependente do consentimento da sociedade.
Artigo 6º
Gerência e representação
A Gerência e a Administração da Sociedade, em todos os 
seus   actos   e   contratos,   em   juízo   e   fora   dele,   activa   e 
passivamente, incumbe ao sócio Pierre Blancart, que desde já 
fica nomeado gerente, que definirá a duração do seu mandato e 
se a gerência será remunerada ou não.
A   sociedade   obriga­se   com   a   assinatura   do   gerente   em 
actos   cujo   valor   material   ou   cujo   valor   das   obrigações 
assumidas não exceda o limite de 20.000.000,00 (Vinte Milhões 
de dobras).
Artigo 7º
Aplicação de Resultados
O   destino   dos   lucros   líquidos   anuais   da   sociedade, 
evidenciados   pelos   documentos   de   prestação   de   contas   do 
exercício, será legalmente definido pelo sócio único Pierre 
Blancart.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo 8º
Disposições Finais
É nomeado gerente, a iniciar imediatamente funções:
1. O sócio Pierre Blancart.
2. O mandato do gerente, ora nomeado, terá a duração 
fixada   pela   própria   sociedade   Pode   o   sócio   único 
nomear uma nova gerência, no final do tempo previsto 
no n.º anterior.
3. A sociedade inicia neste data a sua actividade, pelo 
que a gerência fica desde já autorizada a celebrar 
todos os negócios jurídicos e a praticar todos os 
actos jurídicos no âmbito do seu objecto social.
4. A gerência fica obrigada a tomar imediatamente todas 
as   medidas   e   praticar   todos   os   actos   jurídicos 
necessários   para   que   a   sociedade   assuma   todas   as 
obrigações e posições jurídicas, activas e passivas, 
emergentes dos contratos, acordos e actos jurídicos.
Artigo 9º
Dissolução
1.A   sociedade   não   se   dissolve   por   interdição, 
inabilitação ou falecimento do sócio.
2.A   respectiva   quota   transmite­se   aos   herdeiros   do 
falecido que designarão um representante legal sendo os seus 
direitos   exercidos   pelo   mesmo   ou   ao   representante   do 
interdito.
3.A sociedade dissolve­se nos casos legalmente previstos 
ou ainda por deliberação do sócio.
Artigo 10º
Foro
Fica   eleito   o   foro   de   São   Tomé   e   Príncipe   para   o 
exercício   e   o   cumprimento   dos   direitos   e   obrigações 
resultantes deste contrato e dos casos omissos
Artigo 11º
Casos Omissos
Nos   casos   omissos   regularão   as   disposições   legais   das 
sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada 
e a deliberação do sócio.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de treze de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do Outorgante    Assinatura da Directora  
____________________            _____________________
  
          
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos sete dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas,sito na   Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,  Directora   do   referido   serviço,compareceram,como 
outorgantes:
Primeiro:FELIPE   EDGAR   LOPES   MOREIRA,maior,divorciado, 
natural do Brasil,residente na Avenida Marginal 12 de Julho, 
Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa.
Segundo:JORGE   HUMBERTO   LOPES   MOREIRA,maior,solteiro, 
natural de  Angola,residente na Rua D. Afonso Henriques,3506­ 
Maia – Portugal,de nacionalidade Portuguesa.
Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   primeiro,   por 
conhecimento pessoal e segundo pela exibição do seu passaporte 
nº J507945.
 
E   por   eles  foi  declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada  sob   a   denominação  ARGON,LDA.,  que   se   regerá   nos 
termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação e Sede
Um  –   A   Sociedade   adopta   a   designação   de  “Argon, 
Indústria, Comércio e Serviços, Limitada.”,abreviadamente 
designada por “Argon,Lda.” e tem a sua sede na Avenida 
Marginal 12 de Julho, N.º 1019, Distrito de Água Grande, 
São Tomé, São Tomé e Príncipe.
Dois –  Por simples deliberação da Assembleia Geral, a  
sede social poderá ser transferida para outro local do  
País   e/ou   abrir   filiais,   sucursais   ou   delegações   em  
qualquer outro local, mesmo no estrangeiro.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo Segundo
Duração
A   sociedade   durará   por   tempo   ilimitado,   iniciando   a   sua 
actividade nesta data.
Artigo Terceiro
Objecto Social
O   objecto   da   Sociedade   consiste   no   exercício   das   seguintes 
actividades:prestação   de   serviços;indústria   em   geral; 
comércio;importação e exportação.
Artigo Quarto
CapitalSocial
O capital social integralmente realizado em dinheiro é de 
STD.500.000.000,00  (Quinhentos   Milhões   de   Dobras),   e   está 
dividido em quinhentas quotas iguais de STD  1.000.000,00  (Um 
Milhão   de   Dobras)   cada,   distribuídos   entre   os   sócios   na 
seguinte   ordem   e   proporção:Felipe   Edgar   Lopes   Moreira,   com 
duzentas e cinquenta quotas, correspondentes a cinquenta por 
cento,   e   equivalente   a   STD  250.000.000,00   (Duzentos   e 
Cinquenta Milhões de Dobras);Jorge Humberto Lopes Moreira, com 
duzentas e cinquenta quotas, correspondentes a cinquenta por 
cento,   e   equivalente   a   STD  250.000.000,00   (Duzentos   e 
Cinquenta Milhões de Dobras).
Artigo Quinto
Prestações Suplementares
Mediante   deliberação   da   Assembleia   Geral,   poderão   ser 
exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite 
das suas quotas.
Artigo Sexto
Participação noutras Sociedades
A Sociedade poderá participar em quaisquer outras Sociedades, 
legalmente   constituídas,   independentemente   do   respectivo 
objecto social, de origem nacional ou estrangeira.
Artigo Sétimo
Cessão de Quotas
Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende 
do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por 
morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em 
que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da 
Sociedade. 
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
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Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais 
sócios beneficiam direito de preferência.
Artigo Oitavo
Amortização de Quotas
Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas 
situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu 
titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, 
arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida 
ou   insolvente,   ou   quando   qualquer   sócio,   directa   ou 
indirectamente,   impeça   a   regular   operação   da   Sociedade, 
promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no 
presente estatuto.
Dois  – Nos casos previstos no número anterior, o valor da 
contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a 
amortizar, excepto no caso de acordo negociado.
Artigo Nono 
Balanço e Lucros
Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do 
mês   de   Dezembro   de   cada   ano   e   os   lucros   líquidos   serão 
apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida 
para o fundo de reserva legal e quaisquer outros.
Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão 
distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse 
sentido,   por   maioria   simples   dos   votos   presentes   e 
representados na reunião em que tal matéria constar da ordem 
de trabalhos.
Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na 
proporção das suas quotas.
Quatro  –   Os   prejuízos,   se   os   houver,   serão   igualmente 
suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas.
Artigo Décimo
Gerência
Um  –   A   Administração   da   Sociedade,   bem   como   a   sua 
representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já 
nomeados sócios gerentes os dois sócios. 
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
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Dois  – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é 
suficiente a assinatura de qualquer  um dos sócios gerentes. 
Três  –   Fica   expressamente   vedado   ao   gerente   obrigar   a 
Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de 
participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos 
ou documentos estranhos aos negócios sociais.
Artigo Décimo ­ primeiro
Assembleia Geral e Deliberações
Um –  As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo 
menos com quinze dias de antecedência. 
Dois –  Os sócios podem delegar num outro o seu direito de 
voto, em cartas por eles assinadas.
Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
Artigo Décimo ­ segundo
Exoneração dos Sócios e Dissolução
Um  ­ Qualquer sócio pode exonerar­se da Sociedade, devendo 
comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que 
caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da 
quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode 
adquirir   a   quota   nas   previstas   no   número   dois   do   artigo 
sétimo.
Dois  –   Por   morte   ou   interdição   de   qualquer   dos   sócios   a 
sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por 
consenso,   caso   em   que   ela   continuará   com   os   sócios 
remanescentes   e   capazes   e   os   herdeiros   dos   falecidos   ou 
falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, 
devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, 
enquanto a respectiva quota permanecer indivisa.
Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e 
nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e 
a partilha será efectuada conforme for acordado.
Quatro  – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender 
será o activo social licitado no seu todo com obrigação do 
pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço 
oferecer, em igualdade de condições.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo Décimo­ terceiro
Disposições Transitórias
A   gerência   fica   desde   já   autorizada   a   proceder   ao 
levantamento   de   parte   ou   totalidade   do   capital   social 
depositado,   a   fim   de   custear   as   despesas   de   constituição, 
instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias.
Artigo Décimo­ quarto
Omissões
Em   todo   caso   omisso   regularão   as   disposições   legais 
aplicáveis   às   Sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de Sete  Outubro  de dois mil e dez, donde se vê não 
existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________
     ________________________ 
     
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto  de Constituição de Sociedade
Aos oito dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar   Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de 
notária, compareceu como  outorgante:
    Nilson Mateus da Cruz, maior, solteiro, natural de Santana ­ 
S.Tomé, residente em Riboque Santana­Distrito de Cantagalo, de 
nacionalidade Santomense, que outorga na qualidade de procurador 
do Sr.  Rooney Petter dos Santos Nunes Narciso, maior, solteiro, 
natural   de   Conceição   ­   São   Tomé,   residente   em   Budo   Budo   – 
Distrito   de   Água   Grande,   bilhete   de   identidade   nº   89900,   de 
nacionalidade santomense, com poderes necessários para este acto, 
conforme a procuração datada de doze de Outubro de dois mil e 
dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo.
  Verifiquei   a   identidade   do   outorgante   pela   exibição   do 
bilhete de identidade número 100352 emitido aos vinte e nove de 
Agosto de dois mil e oitopelo Centro de Identificação Civil e 
Criminal de S.Tomé e Príncipe.
E por  ele, na qualidade que representa, foi  declarado: Que 
pela presente escritura o seu representado resolveu constituir 
uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada 
sob denominação  EASY CONSTRUÇÕES UNIPESSOAL,LDA.,  que se regerá 
nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Primeira Secção 
Denominação, Sede, Duração e Objecto Social
Artigo Primeiro
Denominação
   A Sociedade denomina­se “Easy Construções Unipessoal, Lda”. 
Artigo Segundo
Sede
      A   Sociedade   tem   sede   na   cidade   capital   –   São   Tomé,   mas 
concretamente em Budo­Budo.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo Terceiro
Duração
   A Sociedade é constituída por um tempo indeterminado.
Artigo Quarto
Objecto social
1 – A sociedade dedicar­se­á serviços no domínio da Construção 
Civil, nomeadamente: construção de edifícios, estudos, projectos 
e fiscalização.
2 − Para além do previsto no número um, a sociedade poderá ainda 
dedicar­se   a   outras   actividades   desde   que   seja   no   ramo   da 
construção civil.
Artigo Quinto
Capital Social
   O seu capital social é no valor de 100.000.000,00 (Cem Milhões 
de Dobras), integralmente realizado.
Artigo Sexto
Aumento do Capital
     O capital da sociedade pode ser aumentado uma ou mais vezes, 
através de novas entradas em dinheiro ou em espécie, ou por 
incorporação de reservas.
Segunda Secção 
Administração e Fiscalização da Sociedade
Artigo Sétimo
A gestão da sociedade cabe ao propietário ou á pessoa a quem o 
mesmo delegar poderes para tal.
A sociedade é representada em juízo e fora dele pelo seu gestor 
ou na pessoa devida e legalmente mandatada para o efeito.
A sociedade pode no seu interesse emitir qualquer modalidade de 
obrigações e outros títulos de dívida nos termos da lei.
O gestor pode celebrar quaisquer negócios jurídicos por conta da 
sociedade e no âmbito do seu objecto, nomeadamente, contratos de 
arrendamento para instalação da sede social, de trabalho ou de 
prestação de serviços necessários à actividade social.
Secção Única
Resolução de Conflitos e Dissolução da Sociedade
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Artigo Oitavo
Resolução de Conflitos
1­ A Easy Construções pode no futuro vir a ser alienado para um 
terceiro, nela interessado.
2­   Para   a   resolução   de   qualquer   litígio   entre   a   sociedade   e 
qualquer outra pessoa singular ou colectiva, primeiro tentar­se­á 
solução   por   via   amigável   ou   pacífica,   arbitragem,   ou   por   via 
extrajudicial.
3­ Caso não se chegue a acordo para solução amigável do litígio, 
é competente para o solucionar, o Tribunal Judicial da Comarca de 
São Tomé.
Artigo Nono
Dissolução da Sociedade
A sociedade dissolve­se nos termos legais, por qualquer uma
das formas previstas no Código Civil, Código Comercial e
Código das Sociedades Comerciais.
Assim disse e outorgou.
Instruí   este   acto   a   certidão   passada   por   este   serviço, 
datada de quatro de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir   matriculada   neste   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir 
em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora 
  ______________________        ______________________ 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e nove dias do mês de Dezembro do ano dois mil 
e dez, no Guiché Único para empresas, sito na  Avenida Amilcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, exercendo o 
cargo de notária,compareceram como  outorgantes:
Primeiro:CARLOS   ALBERTO   DOS   SANTOS   COSTA,divorciado, 
natural     de   Cachoeira   ­   Vila   Franca   de   Xira   –   Portugal, 
residente   na   Avenida   Marginal   12   de  Julho,Distrito   de   Água 
Grande, de nacionalidade Santomense.
Segunda:MARIA   HELENA   DOS   SANTOS   FIGUEIREDO,solteira, 
natural  de    Castelo  Branco   ­   Portugal,residente  na  Avenida 
Marginal 12 de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade 
Portuguesa.
Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,primeiro   pela 
exibição do seu bilhete de identidade n.º 127781 emitido pelo 
Centro   de   Identificação   Civil   e   Criminal   e   segunda   pela 
exibição do seu certificado de residência nº 277/95.
 
E   por   eles  foi  declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada  sob   a   denominação  «CARAVELA   –   Comércio   Geral, 
Importação   e   Exportação,Lda.»,que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes:
Artigo Primeiro
Denominação, sede e duração
A   sociedade   adopta   a   denominação   de   «CARAVELA   ­   Comércio 
Geral, Importação e Exportação,Lda»,tem a sua sede na cidade 
de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo por deliberação 
da Assembleia de Sócios, abrir, manter ou encerrar sucursais, 
agências,   delegações   ou   quaisquer   outras   formas   de 
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representação em qualquer parte do território nacional ou no 
estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado.
Artigo Segundo
Objecto
A   sociedade   dedicar­se­á   fundamentalmente   ao   exercício   de 
actividade de importação, exportação e comércio, bem como, 
quaisquer outras actividades que, coadunando com o objecto, 
sejam permitidas por lei.
Artigo Terceiro
Capital social
Um ­ O capital social inicial é de STD. 150.000.000,00 (cento 
e cinquenta milhões de Dobras), integralmente realizado em 
dinheiro,   e   encontra­se   dividido   em   duas   quotas   sendo   a 
primeira   no   valor   de  setenta   e   cinco   milhões   de   Dobras, 
correspondentes   a   cinquenta   por   cento   do   capital   social, 
pertencente   ao   sócio  Carlos   Alberto   dos   Santos   Costa,   a 
segunda   no   valor   de  setenta   e   cinco   milhões   de   Dobras, 
correspondentes   a   cinquenta   por   cento   do   capital   social, 
pertencente a sócia Maria Helena dos Santos Figueiredo.
Dois  ­   É   inteiramente   proibida   à   cessão   de   quotas   sem 
autorização   da   sociedade,tomada   por   deliberação   da 
Assembleia de Sócios, tendo os mesmos direito de preferência 
na alienação.
Três  – Todas as deliberações concernentes aos aumentos do 
capital social serão consensualmente tomadas pela Assembleia 
de sócios.
Artigo Quarto
Gerência
Um ­ Enquanto a Assembleia de Sócios não deliberar de outra 
forma, fica desde já nomeado gerente, o sócio Carlos Alberto 
dos Santos Costa, para um mandato de três anos.
Dois  ­ O mandato de gerência é rescindível a todo o tempo 
por deliberação da Assembleia de Sócios, mesmo conferido por 
prazo certo.
Três ­ A sociedade poderá nomear procuradores nos termos e 
para os efeitos do Código Comercial.
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Quatro  ­   A   sociedade   será   representada   em   juízo   ou   fora 
dele, activa e passivamente pelo sócio gerente, e do mesmo 
modo nos actos e contratos que envolvam responsabilidades 
para a sociedade, sendo quenesses casos basta a assinatura 
do sócio gerente para a vinculação da mesma.
Artigo Quinto
Fiscalização de contas
As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a 
Assembleia de Sócios deliberar.
Artigo Sexto
Assembleia de sócios
Haverá duas reuniões ordinárias anuais, uma até o dia trinta 
e   um   de   Março   para   aprovação   do   inventário,   relatório   e 
contas do exercício findo e respectiva proposta de afectação 
de resultados e outra, no último trimestre de cada ano, para 
aprovação do plano de trabalhos do exercício seguinte.
Artigo Sétimo
Distribuição dos dividendos
Os resultados apurados em cada exercício terão o seguinte 
destino:
a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal;
a) para outros fundos que a Assembleia de Sócios delibere 
criar, as percentagens por ela aprovadas;
b) a   parte   restante   será   distribuída   pelos   sócios,   na 
proporção   das   respectivas   quotas,   a   menos   que   os 
sócios estejam de acordo que se proceda de outro modo.
Artigo Oitavo
Resolução de conflitos
Os   eventuais   conflitos   que   possam   surgir   a   respeito   dos 
presentes   estatutos,   serão   resolvidos   amigavelmente   e,   só 
depois de esgotados todos os meios de conciliação deverão 
ser submetidos à arbitragem ou finalmente ao tribunal, sendo 
competente o foro de São Tomé.
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Artigo Nono
Dissolução e liquidação
Para os fins dos presentes estatutos a dissolução far­se­á 
em conformidade com o estatuído no artigo centésimo vigésimo 
e seguintes do Código Comercial.
Artigo Décimo
Legislação aplicável
Na   parte   não   expressamente   prevista   no   presente   pacto 
social,   a   sociedade   reger­se­á   pelas   disposições   legais 
aplicáveis   às   sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada.
 
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de Dezaseis de Novembro de dois mil e dez, donde se vê 
não   existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos vinte dois dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché  Único para empresas, sito na  Avenida Amílcar Cabral, 
na   presença   de  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra,   Directora   do 
Guiché   Único   para   criação   de   empresas,   compareceram     como 
outorgantes:
         Primeiro:Wilder da Mata de Alva Costa, de trinta   anos de 
idade,solteiro, natural de Luanda ­Angola, residente no Bairro de 
Quinta Sto António­ S. Tomé,Bilhete de Identidade   nº 77678, de 
nacionalidade Santomense.
       Segundo:Ursangila Triste de Ceita Paquete,de vinte e   nove 
anos de idade,solteira, natural de Lobata­ S. Tomé,residente   na 
Vila Maria­Distrito de Água Grande,Bilhete de Identidade nº81843, 
de nacionalidade Santomense.
    Terceiro:Tiziano   Pisoni,de   cinquenta   anos   de   idade,casado   , 
natural   de   Bergano­Itália,residente   em   Avenida   da   Independência 
São­Tomé,certificado   de   residência   nº218,de   nacionalidade 
Italiana.
    Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   por   conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação.
      E   por     eles   foi     declarado:Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si     constituir   uma   sociedade     por   quota   de 
responsabilidade   limitada   sob   a   denominação   «CEFE   ­Consultoria, 
Estudos, Fiscalização, Engenharia, Limitada» que regerá nos termos 
constantes dos artigos seguintes:
Artigo Primeiro
Denominação, Sede e Duração
Um­   A   Sociedade   adopta   a   denominação   de  CEFE   (Consultoria, 
Estudos, Fiscalização, Engenharia, Limitada), tem a sua sede na 
rua Barão de Água Izé, São Tomé, Distrito de Água Grande.
Dois­ A gerência da sociedade fica autorizada a deslocar a sede 
social dentro do mesmo Distrito ou  em outros Distritos.
Três­ A sociedade por deliberação da Assembleia dos sócios poderá 
assim,   criar,   manter   ou   onerar   quaisquer   outras   filiais, 
sucursais,   agências,   delegações   ou   quaisquer   outras   formas   de 
representação no País ou no Estrangeiro.
Quatro­   A   duração   da   Sociedade   é   por   tempo   indeterminado, 
contando­se o seu inicio a partir desta data.
Artigo Segundo
Objecto
Um­ A Sociedade tem por objecto social: 
a) A   prestação   de   serviços   de   estudos,   consultoria   e 
fiscalização no âmbito da engenharia civil;
b) A   prestação   de   serviços   para   identificação,   gestão, 
implementação e avaliação de projectos sociais, ambientais e 
de desenvolvimento rural;
c) A Construção Civil e Obras Públicas, assistência técnica e 
arquitectura;
g) A prestação de serviços e a contratação e subcontratação de 
pessoal em todo o tipo de actividades; 
h) O   exercício   de   outra   actividades,   desde   que   as   mesmas   não 
sejam   incompatíveis   com   os   fins   que   determinam   a   sua 
constituição
Dois­ Para a prossecução do seu objectivo a sociedade poderá 
estabelecer acordos de associação com outras sociedades ou agentes 
económicos, nacionais ou estrangeiros, assim como participar no 
capital   social   de   outras   empresas,   bem   como   em   sociedades   com 
objectos diferentes e regularizadas por lei especial.
Artigo Terceiro
Capital Social
Um­ O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de 
quatrocentos  e cinquenta  milhões  de dobras  e  correspondente,  a 
três quotas no valor de cento e cinquenta milhões de dobras cada, 
pertencente a cada um dos sócios respectivamente, Ursangila Triste 
de Ceita Paquete, Wilder da Mata de Alva Costa, Tiziano Pisoni.
Dois­ Por deliberação dos sócios o capital social poderá ser 
livremente elevado.
Três­   Os   sócios   poderão   deliberar   que   lhes   sejam   exigidas 
prestações suplementares sendo para tal votação por maioria.
Artigo Quarto
Gerência 
Um­ A gerência, administração e representação da Sociedade em 
juízo   e   fora,   activa   e   passivamente   será   exercida   pelos   três 
sócios­gerentes,   que   exercerão   tais   funções   com   dispensa   de 
caução, sem remuneração, conforme a deliberação.
Dois­   A   Sociedade   fica   obrigada   e   responsabilizada   com   a 
assinatura de dois gerentes ou seus respectivos procuradores, e em 
todos   os   actos   de   mero   expediente,   bastará   a   assinatura   de 
qualquer um deles.
Três­   A   Sociedade   poderá   constituir   mandatários   com   poderes 
especiais para a prática de certos actos, atribuindo tais poderes 
através de procuração.
Artigo Quinto
Cessão de Quotas
Um­ A cessação de quotas total ou parcial entre os sócios é 
livre, mas a cessação a favor de pessoas individuais e colectivas 
estranhas, depende do consentimento da Sociedade, gozando esta, em 
primeiro   lugar   e   os   sócios   em   segundo   lugar   do   direito   de 
preferência.
Dois­   A   Sociedade   poderá   contrair   empréstimos   junto   de 
instituições   bancárias,   afim   de   satisfazer   algumas   necessidades 
que dela surgir.
Artigo Sexto
Amortização de Quotas
A amortização das quotas será permitida nos seguintes casos:
a)  Acordo com o titular;
b) Interdição ou violação do sócio;
c) Arresto, arrolamento ou penhora da quota, ou quando a mesma 
for arrematada, adjudicada ou vendidaem processo judicial, 
administrativo ou fiscal;
d)  Quando o sócio violar qualquer das obrigações que lhe derivam 
do pacto social, da lei ou de deliberação social validamente 
proferida.   Será   sempre   considerada   violação   grave   a   violação 
ilícita   dos   deveres   de   sigilo   por   parte   dos   sócios   que 
desempenham funções de gerência ou de fiscalização;
e)  Partilha judicial ou extrajudicial de quota, na parte em que 
não for adjudicada ao seu titular,
f)  Quando   a   quota   for   legada   ou   cedida   gratuitamente   a   não 
sócios;
Artigo Sétimo
Assembleia Geral
Um­ A Assembleia–Geral reúne em sessão ordinária no mínimo uma ou 
duas   vez   por   ano,   durante   e   primeiro   trimestre   e 
extraordinariamente   sempre   que   tornar   necessário   e   conveniente, 
devendo as mesmas serem convocadas por escrito e com antecedência 
de oito dias.
Dois­ As decisões deliberadas na Assembleia–Geral serão tomadas 
por   escrito   e   devem   ser   assinadas   por   todos   os   presentes   nos 
actos.
Artigo Oitavo
Distribuição de Dividendos
Os resultados apurados em cada exercício após o balanço terão o 
seguinte destino:
a) Cinco por cento, para o fundo de reserva legal, até que este 
atinja o montante do capital social;
b)  Para outros  fins e  em  percentagem  que  os sócios  venham  a 
liberar por unanimidade em Assembleia Geral;
c) A parte restante será distribuída pelos sócios na proporção 
das respectivas quotas, a menos que todos estejam de acordo que 
se proceda de outro modo.
Artigo Nono
Falecimento ou Interdição dos Sócios
A   Sociedade   não   se   dissolve   por   falecimento,   interdição   ou 
inabilitação de qualquer um dos sócios.
A   respectiva   quota   transita­se   aos   herdeiros   do   falecido   que 
designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos 
pelo mesmo ou pelo representante do interdito.
Artigo Décimo 
Dissolução e Liquidação
Um­   Para   fins   do   presente   estatuto   a   dissolução   far­se­á   em 
conformidade com o estatuto e outras disposições legais previstas 
na Lei.
Dois­   Exceptuando­se   o   caso   de   falência,   a   liquidação   da 
Sociedade   será   deliberada   pela   Assembleia   Geral   que   nomeará 
liquidatários   unanimemente   aceite   pelos   sócios,   seguindo   os 
trâmites legais.
Três­ O prazo para a liquidação é de sessenta dias a contar da 
data do inicio do processo.
Quatro­ Em caso de partilha serão aplicadas as normas relativas 
as partilhas entre os co­herdeiros.
Artigo Décimo Primeiro
Casos Omissos
Os casos omissos serão regulados segundo as disposições legais, 
previstas   para   as   sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada mediante deliberações da Assembleia Geral.
Artigo Décimo Segundo
Foro
Para todas as questões emergentes dos estatutos ou de quaisquer 
fórum emergentes entre os sócios ou entre estes e a sociedade, 
será exclusivamente competente o Tribunal Judicial de São Tomé e 
Príncipe.
  Assim disseram e outorgoram.
Instruí este acto a certidão passada pela secção dos Registos 
da Direcção Geral dos Registos e Notariado, datado de sete de 
Julho   de   dois   mil   e   dez,   donde   se   vê   não   existir   matriculada 
naquela secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que 
por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me 
foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora  
________________________           ______________________
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos quinze dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché Único para empresas,sito na  Avenida Amílcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada,Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de 
notária,compareceu como  outorgante:
    VÍTOR GIL PERDIGÃO DA SILVA, maior, divorciado, natural de 
Santa Isabel – Lisboa, residente na estrada de S. Gabriel – 
cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, de nacionalidade 
Portuguesa.
  Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do seu 
passaporte   número   L291351  emitido   pela   Autoridade   Civil   de 
Lisboa aos dezanove de Abril de dois mil e dez.
E   por   ele,   foi   declarado:   Que   pela   presente   escritura 
resolveu   constituir   uma  sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   denominação  COLDI   UNIPESSOAL, 
LDA.,  que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos   artigos 
seguintes:
Artigo 1º
DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO
A sociedade adopta a denominação COLDI – SOCIEDADE LUSO – SÃO 
TOMENSE DE INVESTIMENTOS,UNIPESSOAL LDA., tem a sua sede nesta 
cidade capital­ S.Tomé, podendo a gerência transferir a mesma 
para   qualquer   parte   do   território   nacional,   e   poderá 
constituir   filiais,   abrir   ou   encerrar   instalações, 
estabelecimentos ou qualquer forma de representação, no país 
ou no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado.
Artigo 2º
OBJECTO
Um­ Constitui objecto fundamental da COLDI, a exploração de 
unidades hoteleiras e restauração, a engenharia de manutenção 
e operação industrial, a prestação de serviços de manutenção 
industrial  e  terciária, comércio  de máquinas  e equipamentos 
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
industriais,   importação   e   exportação   de   bens   de   consumo,   a 
construção civil e metalomecânica, a elaboração de projectos 
de engenharia,assessoria e consultoria, formação profissional, 
actividades de publicidade e marketing, soluções industriais.
Dois  –   Secundariamente     poderá   dedicar­se   a   qualquer   outra 
actividade   comercial   e   de   serviços,   bem   como   adquirir 
participações em sociedades com objecto diferente, daquele que 
exerce,   ou   em   sociedades   reguladas   por   leis   especiais,   e 
integrar agrupamentos complementares de empresas.
Artigo 3º
CAPITAL  SOCIAL
Um ­ O capital social, integralmente realizado em numerário, a 
depositar no prazo legal estabelecido para o efeito, é de Dbs: 
367.500.000,00   (trezentos   e   sessenta   e   sete   milhões,   e 
quinhentas mil dobras) em uma única quota no valor nominal de 
Dbs: 367.500.000,00 pertencente ao sócio, Victor Gil Perdigão 
da Silva.
Dois  – O capital social poderá ser aumentado por deliberação 
do sócio único.
Artigo 4º
PRESTAÇÕES SUPLEMENTARES
Único  ­   Por   deliberação   da   sociedade,   podem   ser   exigidas 
prestações suplementares.
Artigo 5º
CESSÃO DE QUOTAS
Um  ­   A   cessão   de   quotas   a   estranhos   depende   do   prévio 
consentimento da sociedade.
Artigo 6º
GERÊNCIA
Um  ­ A administração e representação da sociedade é exercida 
pelo sócio, pelo gerente, ou por ambos.
Dois  ­ A sociedade obriga­se com a assinatura   do sócio, do 
gerente, ou em conjunto.
Três ­ A sociedade deliberará se a gerência é remunerada.
Quatro – A gestão normal da sociedade no seu dia a dia, poderá 
ser assumida por um gerente.
Artigo 7º
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DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA
Fica desde já nomeado gerente o sócio VICTOR GIL PERDIGÃO DA 
SILVA.
Artigo 8º
RESOLUÇÃO DE CASOS OMISSOS
Os   casos   omissos   deverão   ser   resolvidos   de   acordo   com   a 
legislação aplicável, em São Tomé e Príncipe, às sociedades 
unipessoais por quotas ou por deliberação da sociedade.
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a certidão passada poreste serviço, 
datada de treze de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir matriculada  nesta  secção  nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora 
 ________________________      ______________________ 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos dezassete dias do mês de Setembro do ano dois mil e 
dez,no   Guiché   Único  para   empresas,   sito  na   Avenida   Amilcar 
Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada  Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido   serviço, 
compareceram,como  outorgantes:
Primeiro:GERMIAS   CONCEIÇÃO   DE   SOUSA,de   trinta   e   cinco 
anos   de   idade,solteiro,   natural   de   Conceição   –   S.Tomé, 
residente na Rua Palma Carlos,Distrito de Água Grande, Bilhete 
de Identidade nº 69225, de nacionalidade Santomense,
Segundo:HELDER TOMAZ FERNANDES,de trinta e dois  anos de 
idade, solteiro, natural de  Madalena – S. Tomé, residente em 
Bobo   Forro,  Distrito   de  Mé­Zóchi,   Bilhete   de   identidade  nº 
73134,de nacionalidade Santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação.
E   por   eles  foi  declarado:Que   pela   presente 
escritura,resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por 
quotas de responsabilidade limitada sob a denominação COMÉRCIO 
E MONTAGEM DE MOTORES E ACESSÓRIOS, LIMITADA, «CMAV, Lda» que 
se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação, Sede e Duração
A   sociedade   adopta   a   denominação  Comercio   e   Montagem   de 
Motores   e   Acessórios   Limitada,  «CMAV,LDA.»,  tem   a   sede   em 
Ponta Mina, nesta Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, 
podendo por deliberação da assembleia geral abrir, manter ou 
encerrar sucursais, delegações ou quaisquer outras formas de 
representação em qualquer parte do território nacional ou no 
estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado. 
                                               
Artigo Segundo
Objecto Social
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O   seu   objecto   consiste   em   actividade   de   comercialização, 
montagem   de   motores,   vendas   de   acessórios   de   viaturas, 
importação e exportação, bem como todas outras actividades que 
coadunem com o seu objecto e que não seja proibida por lei.
Artigo Terceiro
Capital Social
Um  ­ O Capital Social integralmente subscrito e realizado em 
dinheiro é de 500.000.000,00(QUINHENTOS MILHÕES DE DOBRAS)   e 
está dividido em duas quotas iguais, sendo uma de duzentos e 
cinquenta  milhões de dobras, equivalente cinquenta por cento 
do capital social pertencente ao   sócio  GERMIAS CONCEIÇÃO DE 
SOUSA   e  outra   de   duzentos   e   cinquenta   milhões   de  dobras, 
equivalente   a   cinquenta   por   cento   do   capital   social 
pertencente ao sócio HELDER TOMAZ FERNANDES.
Dois  ­   Não   são   exigíveis   prestações   suplementares,   mas   os 
sócios poderão fazer suplementos á sociedade quando esta deles 
careça, nos montantes e condições que forem acordados entre os 
mesmos.
Três  ­   Em   todos   os   assuntos   de   capital,   os   sócios   terão 
direito de preferência, nas condições acordadas pelas partes.
 
Artigo Quarto
Cessão de Quotas
A cessão de quotas total ou parcial entre os sócios é livre, 
mas a cessão a favor de pessoas individuais, colectivas ou 
estranhas,   dependem   do   consentimento   da   sociedade,   gozando 
esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito 
de preferência.
Artigo Quinto
Gerência
Um ­ A gerência e administração  da sociedade  bem  como a sua 
representação   em juízo e fora dele, activa e passivamente, 
fica  a cargo de ambos os sócios, Geremias Conceição de Sousa 
e Helder Tomaz Fernandes que desde já ficam nomeados gerentes.
Dois – Na ausência ou impedimento de um dos  gerentes o outro 
assume plenamente o complexo de poderes e deveres atribuídos á 
gerência.
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Três  – A sociedade poderá constituir além dos seus sócios, 
quaisquer outros gerentes ou mandatários com poderes gerais ou 
limites de gerência, ou ainda para quaisquer outros fins de 
interesse social, mandatários esses que validamente obrigarão 
a   sociedade   nos   limites   dos   poderes   que   lhes   hajam   sido 
conferidos.
Quatro  ­   Fica   vedado   aos   gerentes,   obrigar   a   sociedade   em 
actos e contratos estranhos aos negócios sociais, tais como 
letras   de   favor,   fianças   e   abonações   em   documentos 
semelhantes.
Cinco ­ O  sócio gerente pode delegar os seus poderes de 
gerência a outro. 
 Artigo Sexto
Assembleia Geral
Um ­ As reuniões da assembleia geral serão convocadas com pelo 
menos quinze dias de antecedência.
Dois ­ Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de 
voto, em carta por eles assinados.
Tres­ Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
 Artigo sétimo
 Lucros Líquidos
Um ­ Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um de 
Dezembro   de   cada   ano   e   os   lucros   líquidos   serão   apurados, 
depois de deduzidas as  percentagens que for estabelecida para 
o fundo de reserva legal  e quaisquer outros.
Dois ­ Os lucros líquidos que resultam dos balanços,   serão 
distribuídos   pelos   sócios,   se   a   assembleia   geral   deliberar 
nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes em que 
tal matéria constar da ordem de trabalhos.
Três ­ A distribuição dos lucros pelos sócios, será feita na 
proporção das suas quotas.
Quatro ­ Os prejuízos se os houver, serão igualmente 
suportados pelos sócios na proporção das suas quotas.
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Artigo oitavo
Dissolução 
Um­  No caso  de falecimento  ou   interdição  de qualquer  dos 
sócios, a sociedade continuará a sua existência Jurídica com 
os representantes legais do sócio falecido ou interdito.
Dois ­  A assembleia geral será convocada por qualquer gestor, 
com a antecedência mínima de oito dias e com indicação precisa 
da ordem dos trabalhos.
Três ­ A convocatória para  a aprovação do inventário do 
relatório de contas e do plano anual de actividades, deverá 
ser acompanhada de cópias desses documentos.
Artigo décimo
 Conflitos
Para todas as questões emergentes do presente estatuto, quer 
entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer entre 
eles e a própria sociedade, fica estipulado o foro da Comarca 
de São Tomé, com renúncia a qualquer outro.
Artigo décimo Primeiro
Casos Omissos
Em todo o omisso regularão as normas vigentes aplicáveis em 
São Tomé e Príncipe e o regulamento interno.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de quatorze de Setembro de dois mil e dez, donde se vê 
não   existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________________________________ 
 
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Acto  de Constuição de Sociedade
Aos oito dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no   Guiché   Único   para   empresas,sito   na     Avenida   Amilcar 
Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido   serviço, 
compareceram,como  outorgantes:
       Primeiro:Armindo Viegas da Conceição José da Costa, de 
quarenta e oito anos de idade, casado, natural de Água­Grande­
S.Tomé,residente na Rua Patrice Lumumba, Bilhete de Identidade 
Nº 30259, de nacionalidade Santomense.
         Segundo:Dulce Maria Dias Vaz de Almeida da Costa, de 
trinta   e   oito   anos   de   idade,casada,natural   de   Madalena­
S.Tomé,residente na Rua Patrice Lumumba, Bilhete de Identidade 
Nº 76013, de nacionalidade Santomense.
 
  Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   primeiro   por 
conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 30259 de 
trinta e um de 2008 e do segundo outorgante por exibição do 
seu Bilhete de Identidade, n.º 76013 de trinta de Dezembro de 
2005, emitido  pelo centro de identificação civil e criminal .
E por  eles foi  declarado: Que pela presente escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes 
dos artigos seguintes: 
Artigo 1.º
Denominação
  A   sociedade   adopta   a   firma  “C.Y.G,   Lda”  e   rege­se   pelo 
presente contrato de sociedade e estatutos e demais legislação 
aplicável.
Artigo 2.º
Sede e Duração
 A sociedade tem a sede em S.Tomé e a sua duração é por 
tempo   indeterminado.Por   mera   decisão   da   Administração 
pode a sociedade deslocar a sua sede, criar, transferir 
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ou   encerrar   estabelecimentos,   filiais,   sucursais, 
agências,   delegações   ou   outras   formas   de   representação 
permanente no país ou no estrangeiro.
Artigo 3.º
Objecto Social
 1. A sociedade tem por objecto exclusivo a actividade todas 
as actividades financeiras previstas para as casas de câmbio, 
previstas na NAP 24/2009 2 NAP 19/2009 emitidas pelo Banco 
central em 31 de Dezembro de 2009.
  2.  A   sociedade   pode,   mediante   decisão   da   Gerência,   tomar 
participações   em   outras   sociedades   de   responsabilidade 
limitada,   já   constituídas   ou   a   constituir,   ainda   que   com 
objecto diferente do seu, em agrupamentos complementares de 
empresas,   consórcios   ou   outras   formas   de   agrupamento   não 
societário de empresas.
Artigo 4.º
Capital Social
1.   O   Capital   social  é   cento   e   cinquenta   milhões   de 
dobras,   encontrando­se   integralmente   subscrito   e 
realizado, e divide­se em duas quotas correspondentes à 
participação de cada sócio.
2.   A   participação   social   do   sócio   Armindo   Viegas   da 
Conceição José da Costa é cento e quarenta e dois milhões 
e quinhentas mil dobras, que equivale a noventa e cinco 
por cento do capital social(95%).
3. A participação social da sócia Dulce Maria Dias Vaz 
de Almeida da Costa é de sete milhões  e quinhentas 
mil   dobras  e   corresponde   a  cinco   por   cento   do 
capital social(5%).
Artigo 5.º
Prestações Suplementares
  Mediante prévia deliberação poderão ser exigidas prestações 
suplementares de capital.
Artigo 6.º
Administração e Vinculação 
  1.   Além   das   atribuições   gerais   derivadas   de   lei   e   deste 
contrato, compete à Administração:
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a) representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e 
passivamente,  podendo  confessar, desistir,  transigir ou 
comprometer­se em arbitragem;
b) constituir   mandatário   para   a   prática   de   actos   ou 
categorias de actos determinados;
c) adquirir,   onerar   e   alienar   participações   em   sociedades 
constituídas ou a constituir, nos termos do contrato de 
sociedade;
  2.  A gestão dos negócios sociais compete a Administração, 
composta por sócios ou não.
 3. Fica desde já designado como Administrador o sócio Armindo 
Viegas da Conceição José da Costa.
 4. A sociedade fica representada e vincula­se:
a) pela   assinatura   do   administrador   ou   procurador   com 
poderes para o efeito;
b) pela assinatura de um ou mais mandatários constituídos, 
nos   precisos   termos   dos   respectivos   instrumentos   de 
mandato.
Artigo 7.º
Fiscalização de Contas
  As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a 
Assembleia dos sócios deliberar.
Artigo 8.º
Cessão e divisão de Quotas
  1.  A cessão total ou parcial  de quotas é livre entre os 
sócios.
 2. A cessão de quotas total ou parcial a terceiros depende do 
consentimento dos sócios que gozam do direito de preferência.
 3. Para efeitos do disposto nos números anteriores, o sócio 
cedente comunicará por carta registada dirigida à sociedade ou 
a outros sócios qual a quota ou parte da quota a ceder, o 
preço,   as   condições   de   pagamento   e   a   identidade   do 
cessionário.
  4.  A Assembleia Geral deliberará sobre o consentimento da 
cessão, no prazo de vinte dias a contar da data da recepção da 
carta, comunicando ao sócio cedente o sentido da deliberação.
 5. Os sócios exercerão o seu direito de preferência mediante 
comunicação à sociedade no prazo de 20 dias.
6. Considera­se consentida a cessão se no prazo de quinze 
dias não for exercido o direito de preferência.
Artigo 9.º
Amortização de Quotas
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 1. A sociedade pode deliberar amortizar quotas nos seguintes 
casos:
  A)Interdição, inabilitação, falência, insolvência ou entrada 
em liquidação da quota de qualquer sócio;
  B)Quando   as   quotas   forem   objecto   de   penhora,   arresto, 
arrolamento,apreensão   ou   qualquer   outro   procedimento 
semelhante;por acordo com o respectivo titular.
  C)No caso de morte de sócio a quem não sucedem herdeiros 
legitimários;quando em partilha a quota for adjudicada a quem 
não seja sócio;por exoneração ou exclusão de um sócio;
  2.  A contrapartida da amortização será igual ao valor das 
quotas   que   resultar   do   balanço   especial   elaborado   para   o 
efeito, podendo o seu pagamento ser fraccionado nos termos a 
deliberar pela Assembleia Geral.
 3. Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no 
balanço   e   que,   posteriormente   sejam   criadas   uma   ou   várias 
quotas destinadas a serem alienadas a um ou algum dos sócios 
ou terceiro.
Artigo 10.º
Assembleia Geral
 1. A Assembleia­geral constituída por todos os sócios, reúne­
se ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre 
que tal se mostre necessário para a discussão e deliberação de 
assuntos relativos à vida da sociedade.
  2.Todos os sócios têm direito de tomar parte na Assembleia 
Geral, regendo­se os direitos de votos nos termos definidos 
nos números seguintes.
 3. As quotas dadas em caução, penhor, arrestadas, penhoradas 
ou   por   qualquer  forma   sujeitas   a   depósito   ou   administração 
judicial, não conferem ao respectivo credor, depositário ou 
administrador judicial, o direito de assistir ou tomar parte 
nas Assembleias Gerais.
  4.  Os   sócios   apenas   se   poderão   fazer   representar   pelo 
Administrador,   pelo   seu   cônjuge,   ascendente,   descendente   ou 
por outro sócio;
 5. São privados do direito a voto o sócio que se encontrar em 
mora na realização da sua entrada.
 6. As AssembleiasGerais serão convocadas por carta registada 
com a antecedência mínima de quinze dias.
 7. As Assembleias Gerais convocadas para deliberar acerca do 
aumento do capital social, limitação ou suspensão do direito 
de preferência dos sócios, só poderão funcionar em primeira 
convocatória   se   se   encontrarem,   presentes   ou   devidamente 
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representados,   sócios   que   representem,   pelo   menos,   três 
quartas partes do capital social.
  8.  Em segunda convocação, a Assembleia pode deliberar seja 
qual   for   o   número   de   sócios   presentes   ou   devidamente 
representados e o capital social por eles representado.
  9.  As   deliberações   da   Assembleia   Geral   são   tomadas   por 
maioria   dos   votos   emitidos,   salvo   disposição   da   lei   ou   do 
contrato de sociedade.
Artigo 11.º
Lucros, reservas e dividendos
 1. Os resultados líquidos constantes do balanço social terão 
a aplicação que a Assembleia­geral determinar, deduzidos dos 
valores   que   por   lei   devam   destinar­se   à   formação   ou 
reintegração da reserva legal.
  2.  A   Assembleia­geral   ponderará,   em   cada   ano   social,   a 
conveniência   e   a   oportunidade   de   serem   constituídas, 
reforçadas ou diminuídas outras reservas.
  3.  A   Assembleia­geral   deliberará   anualmente,   por   maioria 
simples,   sobre   a   percentagem   do   lucro   de   exercício   a   ser 
distribuída como dividendo.
 4. Serão autorizados adiantamentos sobre os lucros no decurso 
do exercício, até ao máximo permitido por lei.
5. Poderão ser atribuídas gratificações ao administrador ou 
administradores,   nos   termos   a   deliberar   em   Assembleia­
geral.
Artigo 12.º
Dissolução e liquidação
 1. A sociedade dissolver­se­á nos casos previstos na lei ou 
mediante deliberação tomada em Assembleia­geral, expressamente 
convocada para esse efeito, por maioria de três quartos do 
capital social.
  2.  A liquidação da sociedade será feita extrajudicialmente, 
nos termos da lei e das deliberações tomadas em Assembleia­
geral.
3. Serão liquidatários o administrador ou os administradores 
em exercício à data da dissolução da sociedade, salvo se 
a Assembleia­geral dispuser diversamente na deliberação 
de dissolução.
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Artigo 13.º
Casos Omissos
 Os casos omissos serão regulados pelas disposições aplicáveis 
ás Sociedades por Quotas de Responsabilidade Limitada e pelas 
normas que regulam a constituição e funcionamento das casas de 
câmbio.
Artigo 14.º
Resolução de Litígios
 Para todos os litígios entre a sociedade e os seus sócios ou 
entre   estes,nessa   qualidade,   será   competente   o   Tribunal 
Judicial de S. Tomé, com expressa renúncia a qualquer outro 
Artigo 15.º.
Disposições Transitórias
 1. As despesas de constituição da sociedade serão da conta da 
sociedade.
  2.  A sociedade assume o cumprimento de todos os contratos 
realizados até à data da sua constituição para a prossecução 
da actividade societária.
  3.  A  Administração   fica desde  já  autorizada  a efectuar   o 
levantamento   do   capital   social   para   os   fins   que   julgar 
convenientes e que se revelem necessários à prossecução das 
actividades compreendidas no objecto social.
Assim disseram e outorgaram.
Instrui este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de três de Setembro de dois mil e dez, donde se ve não 
existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
   ______________________ ______________________ 
 ______________________
 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos quatro dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar   Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada  Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,  Directora   do   referido   serviço,   compareceu,   como 
outorgante:
  O  Senhor  RUI   MANUEL   TRINDADE   SÉCA,de   nacionalidade 
Santomense,casado com Alice  de Almeida Viegas Séca,em regime de 
comunhão   de   bens   adquiridos,maior,natural   de   Conceição­S.Tomé, 
residente  na Chácara – Distrito de Água – Grande, cidade de São 
Tomé, que outorga por si e em representação do Senhor HELDER JOSÉ 
DA COSTA, de nacionalidade Santomense, solteiro, maior, natural da 
Conceição­   S.Tomé,   residente     em   Potó­Potó   –   Distrito   de   Água 
Grande ,Cidade de São Tomé,com poderes necessários para este acto, 
conforme a procuração datada de 20 de Outubro de 2010, devidamente 
legalizada que me foi presente e arquivo.
Verifiquei   a   identidade   do   outorgante,   por   conhecimento 
pessoal.
 
E por ele  foi  dito: Que pela presente escritura ele e seu 
representado,   resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por 
quotas   de   responsabilidade   limitada  sob   a   denominação  AK­CS­
SOCIEDADE   DE   ADVOGADOS   &   ASSOCIADOS,que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes: 
DO OBJECTO DO CONTRATO
Cláusula 1ª.
     O objecto social será a sociedade de advogados que aqui se 
encontra constituída, a qual terá como razão social a denominação 
de  AK­CS   –   SOCIEDADE   DE   ADVOGADOS   &   ASSOCIADOS,   que   desde   já 
elegem a Cidade de São Tomé, no edifício de Caritas, Caixa Postal 
nº1131, no Distrito de Água Grande, como sede de seu escritório.
 DAS FILIAIS E PARCERIAS
Cláusula 2ª.
    A Sociedade, por deliberação de todos os sócios, pode efectuar 
a   abertura   e   encerramento   de   filial   em   qualquer   ponto   do 
território nacional, desde que previamente comunicada à Ordem dos 
Advogados de STP, da respectiva localidade que dará provimento à 
inscrição suplementar da mesma e o seu responsável.
Cláusula 3ª.
  Desde já,se ressalva que um dos sócios ficará sempre responsável 
pelas   actividades   da   filial,   sendo   que   na   sua   ausência,   todos 
deverão   manifestar­se   a   respeito   da   constituição   de   novo 
responsável.
Cláusula 4º.
     A Sociedade, por deliberação de todos os sócios, pode também 
criar  parcerias à  nível nacional  ou Internacional  com  qualquer 
outra   Sociedade   de   Advogados,   assim   como   se   inscrever   nas 
organizações Internacionais da classe.
 
 
DO OBJECTIVO DA SOCIEDADE
Cláusula 5ª.
      A   presente   sociedade   tem   por   objectivo,   prestar   todos   os 
serviços   inerentes   à   profissão   de   advocacia   e   Consultorias 
jurídico­legais, de forma conjunta ou individualmente, realizando 
desta forma, colaboração profissional recíproca. 
Cláusula 6ª.
    Os serviços inerentes à advocacia e reservados no Estatuto dos 
Advogados   serão   exercidos   individualmente   ou   em   conjunto   pelos 
sócios,   mesmo   que   os   honorários   se   revertam   em   benefício   do 
património social desta sociedade.
DAS RESPONSABILIDADES
Cláusula 7ª.
    Os sócios que a este subscrevem e os que porventura surjam no 
decorrer da existência desta sociedade, responderão solidariamente 
por   todas   as   obrigações   que   constituir   a   sociedade   perante 
terceiros.
Cláusula 8ª.
    Havendo   danos   causados   à   clientes,   os   sócios   ficarão 
responsáveis solidária, pessoal e ilimitadamente pelas acções e 
omissões praticadas pelos mesmos no exercício da advocaciae no 
uso desta Razão Social, independentemente de possíveis punições 
disciplinares da Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe.
Cláusula 9ª.
   Caso venha a praticar quaisquer actos omissivos ou expressos em 
prejuízo da sociedade, o sócio, ficará sujeito à ressarcir aos 
terceiros ou aos outros sócios na medida do prejuízo provocado.
DO CAPITAL SOCIAL
Cláusula 10ª. 
   O capital da presente sociedade, a ser realizado, é de  STD 
150.000.000,00 (CENTO E CINQUENTA MILHÕES DE DOBRAS), dividindo­se 
num   total   de   2   (duas)   quotas,   no   valor   de  STD   75.000.000,00 
(SETENTA E CINCO MILHÕES DE DOBRAS) cada uma, cabendo ao sócio 
HELDER JOSÉ DA COSTA, 50% (cinquenta por cento) e o sócio  RUI 
MANUEL   TRINDADE   SÉCA,   50%   (cinquenta   por   cento)   de   quotas   que 
totaliza o valor de STD 75.000.000,00 (SETENTA E CINCO MILHÕES DE 
DOBRAS).
DO CAPITAL SOCIAL E SUA UTILIZAÇÃO
Cláusula 11ª. 
    Caso haja utilização do capital social, os sócios suportarão a 
reposição   na   medida   de   suas   quotas.  
2. Apurando­se os prejuízos, os sócios se reunirão para discutir o 
rateio,   bem   como   a   realização   da   reposição   e   os   pagamentos 
devidos.
DA GERÊNCIA E ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE
Cláusula 12ª.
     Os sócios  HELDER JOSÉ DA COSTA  e  RUI MANUEL TRINDADE SÉCA 
exercerão o cargo de gerência e administração, e usarão o título 
de Sócios­Gerentes.
DA ASSINATURA CONJUNTA
Cláusula 13ª.
     Nos actos de representação da sociedade haverá a necessidade 
da formalização das assinaturas e a ciência dos Sócios­Gerentes, 
ou através de procurador devidamente constituído, para actuarem em 
nome da mesma, quando for:
    a) Onerar, vender, ceder ou transferir bens imóveis e direitos 
ligados à sociedade, somando­se a estes todos os outros actos que 
repercutem directamente nos bens e na gestão interna da sociedade;
    b) Nomear procurador.
DOS ACTOS A SEREM PRATICADOS
Cláusula 14ª.
   Os Sócios­Gerentes, independentemente da assinatura de todos os 
outros,   poderão   praticar   os   actos   de   representação   em   geral, 
somando­se estes, aqueles que são realizados perante repartições 
públicas, em juízo ou fora dele; realizar os actos inerentes aos 
empregadores em geral; emitir recibos, facturas e assinar livros 
razões;   enfim,   praticar   todos   os   actos   inerentes   à   manutenção 
ordinária da sociedade.
DOS ACTOS COMUNS
Cláusula 15ª. 
    Os   actos   que   não   estiverem   inclusos   nas   duas   Cláusulas 
anteriores, ou seja, os actos comuns ao exercício da advocacia, 
poderão   ser   praticados   por   quaisquer   outros   sócios,   ou 
procuradores nomeados para tal fim.
DA NULIDADE DOS ACTOS
Cláusula 16ª.
    Serão considerados sem efeito, ou seja, nulos e ineficazes, os 
actos que qualquer componente da sociedade, no uso de sua razão 
social,   vier   a   praticar   em   desacordo   com   as   finalidades 
específicas   da   mesma,   bem   como   realizar   empréstimos,   avais   e 
fianças mesmo que se porventura for revertido em favor da mesma.
DAS RETIRADAS PRO LABORE
Cláusula 17ª. 
    As retiradas pro labore serão feitas de acordo com a fixação 
comum entre os sócios, as quais entrarão no cômputo das despesas 
gerais, sendo que qualquer uma destas retiradas poderão ser feitas 
sem que haja comunicação à empresa de Contabilidade, que desde já 
ficará responsável pelo controle financeiro desta sociedade.
DA ACTIVIDADE SOCIAL E DO BALANÇO ANUAL
Cláusula 18ª.
     O ano civil será aplicado ao exercício social da presente 
sociedade,   sendo   que   os   integrantes   da   mesma   juntamente   com   a 
empresa responsável pela  contabilidade  farão,  ao  final  de  cada 
ano, um balanço geral, que após ser feito todo levantamento e 
deduções previstas em lei, os lucros líquidos, caso hajam, serão 
rateados   entre   os   sócios,   na   medida   das   respectivas   cotas.  
2.   Os   resultados   obtidos   sejam,   positivos   ou   negativos, 
individuais   ou   em   conjunto,   serão   revertidos   directamente   para 
sociedade,   e   atribuídos   conforme   participação   de   cada   sócio.  
Cláusula 19ª.
    Finda­se o primeiro exercício social ao término do ano civil, 
aos 31 de Dezembro de 2010.
DAS REUNIÕES
 Cláusula 20ª. 
    Serão feitas reuniões mensais todos os primeiros dias úteis de 
cada mês, as quais terão como pauta principal, as deliberações a 
respeito da destinação dos resultados obtidos. Os casos omissos 
deverão   ser   resolvidos   em   reuniões   extraordinárias,   ressalvando 
que, em todas elas será lavrada uma acta, a qual conterá todas as 
disposições   nesta   acordadas,   bem   como   dia   e   assinaturas   dos 
participantes, caso em que o que nestas ficar decidido, fará regra 
para os outros participantes da sociedade. 
DOS CASOS DE FALECIMENTO E/OU SAÍDA DE UM DOS COMPONENTES DA 
SOCIEDADE
Cláusula 21ª. 
    Havendo   falecimento   de   um   dos   integrantes   da   sociedade, 
incapacidade, insolvência, dissensão, retirada ou qualquer outra 
modificação da forma societária, não constituíra descontinuidade 
ou dissolução da presente sociedade.
 Cláusula 22ª. 
    Após ocorrência de um dos factos elencados acima, e decididos 
pela   continuidade   da   sociedade;   ao   sócio   que   se   retirar   da 
sociedade   caberá   receber   os   valores   devidos,   oriundos   da 
elaboração de um balanço especial.
 Cláusula 23ª. 
     Decidindo pela não continuidade da sociedade, a mesma será 
dissolvida   obedecendo   aos   trâmites   legais,   sendo   nomeado   um 
liquidatário sócio ou terceiro indicado pela maioria detentora de 
capital social. 
DOS ACTOS DE DISSOLUÇÃO E REPASSE DAS QUOTAS SOCIAIS
Cláusula 24ª.
    O sócio que manifestar interesse em sair da sociedade, deverá 
oferecer   primeiramente   suas   quotas   aos   outros   sócios,   via 
notificação escrita interna, em condições idênticas, sendo que os 
mesmos   manifestarão   seu   direito   de   preferência   expressamente, 
dentro de 30 (trinta) dias. 
Cláusula 25ª.
       Caso não ocorra a manifestação prevista na Cláusula acima, 
restará ao interessado vender, ceder ou transferir suas cotas a 
quem   se   interessar,   desde   que   esteja   regularmente   inscrito   na 
Ordem   dos   Advogados   de   São   Tomé   e   Príncipe   e   tenha   reputação 
ilibada.
Cláusula 26ª.
     Não ocorrendo o exercício do direito de preferência no prazo 
estipulado  na  Cláusula  24ª, entender­se­á  que  os  outros sócios 
aceitam tacitamente a entrada de terceiro.
 
Cláusula 27ª.
     Consubstanciada a compra, será feito o repasse das quotas da 
sociedade com a posterior alteração contratual, a qual constará os 
dados do novo adquirente, suas quotas e respectivos valores. Como 
acto   de   formalidade,   será   feita   uma   reunião   com   todos   os 
integrantes da sociedade com suas respectivas assinaturas em acta.
DO PRAZO
 
 Cláusula 28ª. 
     A presente sociedade será de prazo indeterminado.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Cláusula 29ª.
    Tudo que neste contrato não foi tratado será resolvido através 
das reuniões ordinárias e extraordinárias, e de forma supletiva 
com   a   legislação   em   vigor,   podendo   inclusive   fazer   adendas   às 
cláusulas do presente.
Cláusula 30ª.
    Os   honorários   recebidos   pelos   sócios   que   fazem   parte   da 
sociedade,   reverterão   em   benefício   da   sociedade,   salvo   se 
exercerem a profissão também, de forma particular.
Cláusula 31ª.
    Os   sócios   participantes   desta   sociedade   declaram,   por   ser 
verdade, que não exercem qualquer tipo de função pública que não 
impeçam o exercício da advocacia. Declaram também,que não estão 
impedidos ou suspensos por determinação da Ordem dos Advogados de 
São   Tomé   e   Príncipe,bem   como   não   participam   de   qualquer   outra 
sociedade,ou   respondem   penalmente   por   crime.
DO FORO
Cláusula 32ª.
    Para   dirimir   quaisquer   controvérsias   oriundas   do   presente 
Estatuto, as partes elegem o foroda comarca de São Tomé.
 
     Assim disse e outorgou.
Instruí este acto o documento já referido no contexto desta 
escritura e a certidão passada por este serviço, datada de vinte 
e cinco de  Outubro  de dois mil e dez, donde se vê não existir 
matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou 
outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com 
aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora  
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e três dias do mês de Setembro do ano dois mil 
e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido   serviço, 
compareceram como outorgantes:
Primeiro: Sr.  Manikson Afonso do Espirito Trigueiros,de 
vinte nove anos de idade,solteiro,natural de Conceição­S.Tomé, 
residente   em   Palha,Distrito   de   Água­Grande,Bilhete   de 
Identidade n.º 80938, de nacionalidade Santomense,na qualidade 
de   mandatário   do  Sr.   LUC   BOEDT,com   poderes   específicos 
conforme   a   Acta   da   Assembleia   Geral   Especifica   dos 
Accionistas,para representar o sócio  STP INVEST,S.A,sociedade 
anónima,com   sede   na   Antuérpia   (Bélgica),que   exerce   as 
actividades   duma   sociedade   holding   no   sentido   lato   da 
palavra,como consta da Certidão de Registo n.º0819.386.516, de 
07 de Outubro de 2009.
Segundo:  Governo da República Democrática de São Tomé e 
Príncipe, representado neste acto pela Directora do Tesouro a 
Sra.  Ana Maria da Conceição da Silveira, de quarenta e nove 
anos   de   idade,   solteira,   natural   de   Conceição   –   S.Tomé, 
residente   na   Chacára,   Distrito   de   Água   Grande,Bilhete   de 
Identidade n.º 23894, de nacionalidade  Santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição do Bilhete de Identidade, n.º 80938, 
de vinte e um de Agosto de dois mil e   dez e o Bilhete de 
Identidade ,n.º23938, de vinte e sete de Outubro de dois mil e 
quatro, todos emitidos pelo centro de identificação civil e 
criminal de São Tomé e Príncipe.
E   por     eles   foi     declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma   sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada   sob   denonimação  AGRIPALMA,LDA,   que   se   regerá   nos 
termos constantes dos artigos seguintes: 
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Artigo Um
Denominação Social e Duração
Um­ A Sociedade adopta a denominação AGRIPALMA, LDA.
Dois­   É   uma   sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada, criada por tempo indeterminado.
Artigo Dois
Sede Social
A sociedade tem a sua sede na cidade de São Tomé e uma 
delegação   na   cidade   de   S.   António,   na   região   Autónoma   do 
Príncipe, que podem ser transferida por decisão da Assembleia 
Geral.
Artigo Três
Objecto Social
A sociedade tem por objecto o exercício de actividades 
agrícolas, pecuárias , agro­industriais, e em especial:
a) A plantação e vulgarização de palmares;
b) A produção e exportação de óleo de palma, refinado ou 
não;
c) O fabrico de produtos derivados de óleo de palma;
d) A   plantação   de   palmares   em   terrenos   de   pequenos   e 
médios agricultores;
e) O incentivo e a promoção da diversificação agrícola e o 
desenvolvimentode pecuária;
f) A exploração de actividades agro­industriais sob regime 
franco;
g) A   participação   directa   ou   indirecta   em   outras 
actividades directa ou indirectamente conexas com o seu 
objecto social.
Artigo Quatro
Capital Social
Um­ O capital social integralmente realizado em dinheiro 
e bens, é de  STD 183.328.300.000,00(Cento e oitenta três mil 
milhões,trezentos e vinte oito milhões e trezentas mil dobras) 
representado por duas quotas, uma de 161.328.904.000,00( Cento 
e sessenta e um mil milhões,trezentos e vinte oito milhões e 
novecentos e quatro mil dobras) pertecente ao sócio STP INVEST 
S.A.e   outra   de  21.999.396.000,00(Vinte   um   mil 
milhões,novecentos e noventa nove milhões e trezentas noventa 
e seis mil dobras) pertecente ao sócio Governo da República 
Democrática de São Tomé e Príncipe.
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Dois­   A   quota   do   Governo   da   República   de   São   Tomé   e 
Príncipe são realizados em espécie com os terrenos e infra­
estruturas   que   constituem   o  património   da   Empresa   de   Óleos 
Vegetais ­ Emolve e parcelas de terreno situadas na Empresa 
Agro Pecuária Porto Alegre, Empresa Ribeira   Peixe­ Sede e 
Empresa Agro Pecuária Sundy – Ilha do Principe.
Artigo Cinco
Cessão e Divisão de Quotas
Um­ A cessão total ou parcial de quotas entre os sócios é 
livre, mas a cessão parcial ou total a terceiros depende do 
consentimento   da   sociedade,   reunida   em   Assembleia   Geral, 
gozando esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do 
direito de preferência.
Dois­ A comunicação da cessão das quotas, deve ser feita, 
por escrito, à Sociedade bem como aos sócios, especificando a 
quota   e   a   sua   parte   a   vender,   o   preço,   as   condições   de 
pagamento.
Três­ A Assembleia Geral deliberará sobre o consentimento 
da   cessão   no   prazo   de   trinta   dias   após   a   recepção   da 
comunicação do sócio
Quatro­   Os   sócios   devem   exercer   o   seu   direito   de 
preferência no prazo de trinta dias, depois da recepção da 
comunicação, sob pena da cessão se considerar aceite.
Artigo Seis
Amortização de Quotas
A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes 
casos:
a) Por acordo de sócios;
b) Por penhora, arresto, ou qualquer outro acto que implique 
a arrematação ou a adjudicação de qualquer quota;
c) Por partilha, ou extrajudicial, na parte em que não foi 
adjudicada ao seu titular.
Artigo Sete
Obrigações Ligadas às Quotas
Pelas   dívidas   da   sociedade   responde   o   património   da 
sociedade,   os   sócios   na   proporção   da   sua   participação   no 
capital social.
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Artigo Oito
Administração
Um­   A   gerência,   administração   e   representação   da 
Sociedade em juízo e fora dele, activa e a passivamente será 
feita pelo Presidente do Conselho de Gerência composto de três 
membros.
Dois­ Dois dos membros do Conselho de Gerência, sendo um 
o Presidente, será proposto pelo sócio STP INVEST S.A. e um 
pelo   sócio   Governo   da   República   Democrática   de   São   Tomé   e 
Príncipe.
Três­   Os   gerentes   são   nomeados   nas   suas   funções   pela 
Assembleia Geral que pode revogar o seu mandato em qualquer 
momento.
Quatro­ A duração do mandato dos gerentes é de três anos 
e termina com   a reunião da Assembleia Geral Ordinária que 
delibera sobre o relatório de contas do exercício do ano em 
que expira o mandato desses Gerentes.
Cinco   –   Não   existe   um   limite   máximo   de   mandatos   dos 
gerentes.
Artigo Nove
Reunião do Conselho de Gerência
Um­ Os gerentes são convocados pelo Presidente por todos 
os meios, incluindo verbalmente, para as sessões do Conselho 
de Gerência.
Dois­ O Conselho de Gerência reúne­se na sua sede ou em 
qualquer outro lugar indicado na convocação, em São Tomé e 
Príncipe ou noestrangeiro.
Três   –   O   Director   Geral   pode   igualmente   pedir   ao 
Presidente que convoque o Conselho de Gerência com base numa 
ordem do dia determinada.
Quatro­ As decisões do Conselho de Gerência são tomadas 
por maioria simples e são lavradas em actas e autenticadas de 
conformidade com a lei.
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Artigo Dez
Poderes do Conselho de Gerência 
Um ­ O conselho de Gerência define as orientações das 
actividades da sociedade e assegura a sua implementação, sob 
reserva   dos   poderes   expressamente   atribuídos   à   Assembleia 
Geral e dentro dos limites do objecto social, ele se ocupa de 
qualquer questão atinente ao bom funcionamento da  sociedade e 
regula,   através   de   suas   deliberações,   os   assuntos   que   a 
sociedade diz respeito.
Dois   –   O   Conselho   de   Gerência     poderá   delegar   num 
Director­ Geral por si nomeado todos os poderes que lhe são 
atribuídos   por   lei   e   pelos   presentes   estatutos,   bem   como 
nomeará os quadros superiores previstos no seu organigrama.
Três   –   O   Conselho   de   Gerência   determina   a   duração   do 
mandato do Director Geral e fixa a sua remuneração.
Quatro­   O   Director   Geral   é   investido   dos   mais   amplos 
poderes   para   agir   em   quaisquer   circunstâncias   em   nome   da 
sociedade, sob reserva das limitações de poderes enumeradas na 
acta que o nomeia. Ele exerce estes poderes dentro do limite 
do   objecto   social   e   sob   reserva   dos   que   a   lei   atribui 
expressamente à Assembleia Geral e ao Conselho de Gerência.
Artigo Onze
Assembleia Geral
Um – As decisões dos sócios são tomadas em Assembleia 
Geral.
Dois­   A   Assembleia   Geral   dos   sócios   é   ordinária   ou 
extraordinária.
Três­ A Assembleia Geral Ordinária reuné­se pelo menos 
uma vez por ano, nos três meses que precedem ou que sucedem o 
encerramento do exercício, para deliberar sobre o relatório da 
contas deste exercício,e  deverá:
a) Aprovar o relatório de contas do exercício findo e o 
orçamento do próximo exercício;
b) Nomear ou renovar o mandato dos membros do Conselho de 
Gerência;
c) Deliberar sobre outras questões inscritas na ordem do 
dia da reunião.
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Quatro   –   As   Assembleias   Gerais   e   Extraordinárias   são 
convocadas sempre que o Presidente do Conselho de Gerência, o 
Director   geral   ou   o   órgão   de   fiscalização   as   julguem 
necessárias.
Artigo Doze
Convocação e Reunião da Assembleia Geral
Um­   As   Assembleias   Gerais   são   convocadas   trinta   dias 
antes da data de sua realização, por carta, fax ou correio 
electrónico, dirigido a cada um dos sócios, ou por anúncio 
publicando num jornal do lugar da sua sede social.
Dois­ Excepto nos casos de modificação dos estatutos ou 
dissolução   da   sociedade,   os   sócios   poderão   tomar   as   suas 
decisões fora de qualquer reunião da Assembleia, através de 
resoluções escritas, cuja validade será submetida à assinatura 
de todos sócios.
Três – A ordem do dia das Assembleias Gerais são fixadas 
por quem as convoca.
Quatro   –  Qualquer   sócio   tem   direito   de   participar   nas 
Assembleias Gerais e nas deliberações, pessoalmente ou por seu 
representante, mediante prova da sua identidade.
Artigo Treze
Fiscalização
Um­   A   fiscalização   das   actividades   da   sociedade   será 
exercida por um fiscal único designado pela Assembleia Geral.
Dois­ O fiscal único terá as competências conferidas pela 
lei ao Conselho Fiscal.
Três­ Antes de sua aprovação pelos sócios, as contas da 
sociedade   serão   auditadas   por   uma   sociedade   de   auditoria 
designada pela Assembleia Geral.
Artigo Catorze
Exercício Social
Um­ Cada exercício social, tem a duração de um ano civil. 
Começa no dia 1 de janeiro e expira  á 31 de dezembro de cada 
ano.
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Dois­   O   primeiro   exercício   social,   termina   a   31   de 
dezembro de 2010.
Artigo Quinze
Contas
Um­   No   encerramento   de   cada   exercício,   o   Conselho   de 
Gerência   analisa   as   contas   apresentadas   pelo   fiscal   único, 
elabora  um   relatório   que   submete   á  aprovação   da  Assembleia 
Geral de sócios, conjuntamente com o relatório do auditor.
Dois­ Os documentos referidos estarão à disposição dos 
sócios,   na   sede   da   sociedade,   durante   os   quinze   dias   que 
precedem a reunião da Assembleia Geral.
Artigo Dezasseis
Distribuição de Resultados
Os   resultados   apurados   em   cada   exercício   serão 
distribuidos da seguinte forma:
a) Cinco por cento, pelo menos para o fundo de reserva 
legal, até que atinja um décimo do capital social;
b) Para outros fundos que a Assembleia Geral deliberar e 
nas percentagens por ela aprovadas;
c) A   parte   restante   será   distribuída   pelos   sócios,   na 
proporção das respectivas quotas, ao menos que todos 
estejam de acordo que de outro modo se proceda.
Artigo Dezasete
Dissolução e Liquidação
Um­ A sociedade estará em liquidação a partir do momento 
da   sua   dissolução   por   qualquer   causa   que   seja,   excepto   os 
casos de fusão ou de cisão. A liquidação é feita por um ou 
vários liquidatários nomeados pela Assembleia Geral Ordinária 
ou,   na   falta   disso,   por   decisão   judicial.   A   liquidação 
efectua­se de acordo com as disposições legais aplicáveis.
Dois   –   O   produto   da   liquidação,   após   o   pagamento   do 
passivo e dos encargos sociais e o reembolso aos sócios do 
montante   nominal   não   amortizado   da   sua   quota,   é   repartido 
entre os sócios, nas mesmas proporções de sua participação no 
capital.
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Artigo Dezoito
Resolução de Litígios
Durante a vida social, e também durante a sua liquidação, 
todos   os   litígios   entre   a   sociedade   e   os   sócios,   entre   a 
sociedade   e   terceiros,   entre   os   sócios,   com   respeito   aos 
assuntos da sociedade ou relativamente à interpretação ou a 
execução   das   cláusulas   estatutárias,   reger­se­ão   pelas 
disposições   legais   aplicáveis   às   sociedades   por   quota   de 
responsabilidade   limitada,   e   apresentados   exclusivamente   ao 
órgão jurisdicional competente.
Artigo Dezanove
Disposições Finais
Todos   os   casos   omissos   nos   presentes   estatutos   serão 
regulados pelas deliberações dos sócios lavradas em actas e 
pelas disposições legais aplicáveis.
  Assim disseram e outorgaram.
Instruí   este   acto   a   certidão   passada   pela   Direcção   ­ 
Geral dos Registos e Notariado, datada de oito de outubro  de 
dois mil e Nove, donde se vê não existir matriculada neste 
secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por 
tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me 
foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura dos Outorgantes          Assinatura da Directora 
    _________________________ 
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos dez dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché  Único para empresas, sito na  Avenida Amílcar Cabral, 
na presença de  Ilma Vaz da TrindadeSalvaterra, Directora do 
Guiché   Único   para   criação   de   empresas,   compareceram     como 
outorgantes:
     Primeiro: João da Silva Afonso, de cinquenta e seis anos 
de idade, casado, natural de Conceição – S. Tomé , residente 
na   Rua   Padre   Martinho   Pinto   da   Rocha­   S.   Tomé,Bilhete   de 
Identidade  nº15819, de nacionalidade Santomense.
    Segundo:Eulália Salvador da Cruz Cunha,de cinquenta   anos 
de idade,solteira, natural de Conceição­ S. Tomé,residente na 
Avenida   12   de   Julho­Tomé,Bilhete   de   Identidade   nº21648   de 
nacionalidade Santomense.
    Terceiro:Joaquim Salvador Afonso,de cinquenta  e dois anos 
de   idade,solteiro,natural   de   Conceição,   residente   em   Sal 
Marçal­Distrito de Água­Grande,Bilhete de Identidade nº33222, 
de nacionalidade Santomense.
     Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação.
     E por   eles foi   declarado:Que pela presente escritura, 
resolveram entre si   constituir uma sociedade   por quota de 
responsabilidade limitada sob a denominação«Construção Civil, 
Importação, Exportação & Manutenção­ECIEM,Lda.» que se regerá 
nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação  e Sede
         A sociedade adopta a denominação  «”CONSTRUÇAO CIVIL, 
IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇAO & MANUTENÇÃO­ECIEM,LDA.,com sede nesta 
Cidade   de   São   Tomé,   podendo   por   deliberação   da   assembleia 
geral   abrir,   manter   ou   encerrar   sucursais,   delegações   ou 
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quaisquer outras formas de representação em qualquer parte do 
território nacional ou no estrangeiro e a sua duração é por 
tempo indeterminado. 
                                               
Artigo Segundo
Objecto Social
      O seu objecto consiste no exercício das actividades na 
construção civil, manutenção, importação  e exportação, venda 
de   materiais     de   construção   civil,   prestação   de   serviços 
podendo   explorar qualquer outro ramo   para o qual não seja 
necessário autorização especial.
Artigo Terceiro
Capital Social
  Um­ O Capital Social integralmente subscrito e realizado em 
dinheiro é de duzentos milhões de dobras, e está dividido em 
três quotas, sendo de cinquenta por cento pertencente ao sócio 
Joaquim Salvador Afonso, e duas de vinte e cinco por centos 
pertencente aos sócios  Eulália Salvador da Cruz Cunha e João 
da Silva Afonso.
  Dois­   O   capital   social   poderá   ser   aumentado   uma   ou   mais 
vezes, mediante deliberação da assembleia geral aprovado por 
maioria simples dos votos representativos do capital social.
Artigo Quarto
Cessão de Quotas
  Um­   A   cessão   de   quotas,   no   todo   ou   em   parte   depende   do 
consentimento da sociedade, excepto em caso de sucessão por 
morte   ou   de   doação   a   favor   de   herdeiros     carece   de 
consentimento da sociedade.
  Dois­   Em   caso   de   cessão   onerosa   de   quotas,   os   sócios 
beneficiam de direito de preferência.
Artigo Quinto
Gerência
  Um ­ A gerência e administração   da sociedade   em juízo e 
fora dele, activa e passivamente, fica a cargo do sócio, João 
da Silva Afonso, que desde já  fica  nomeado gerente.
  Dois ­ Para que a sociedade fique validamente obrigada, é 
suficiente a assinatura de um dos gerentes.
 Três ­ Fica vedado ao gerente, obrigar a sociedade em actos e 
contratos estranhos aos negócios sociais, tais como letras de 
favor, fianças e abonações em documentos semelhantes.
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  Quatro  ­  O   sócio gerente pode delegar os seus poderes de 
gerência através de Assembleia Geral. 
                                          
Artigo Sexto
Assembleia Geral
 Um­ As reuniões da assembleia geral serão convocadas com pelo 
menos quinze dias de antecedência.
  Dois­ Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de 
voto, em carta por eles assinados.
 Três­ Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
 
Artigo sétimo
Lucros Líquidos
  Um­ Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um de 
Dezembro   de   cada   ano   e   os   lucros   líquidos   serão   apurados, 
depois de deduzidas as  percentagens que for estabelecida para 
o fundo de reserva legal  e quaisquer outros.
 Dois­ Os lucros líquidos que resultam dos balanços, só serão 
distribuídos   pelos   sócios,   se   a   assembleia   geral   deliberar 
nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes em que 
tal matéria constar da ordem de trabalhos.
 Três­ A distribuição dos lucros pelos sócios , será feita na 
proporção das suas quotas.
Quatro­  Os   prejuízos   se   os   houver,   serão   igualmente 
suportados pelos sócios na proporção das suas quotas.
Artigo oitavo
Dissolução 
  Um­   Por   morte   ou   interdição   de   qualquer   dos   sócios,   a 
sociedade poderá não de  dissolver, se assim for entendido por 
consenso, caso em que ela continuará com o sócio sobrevivo e 
capaz e os herdeiros do falecido ou representantes legais do 
interdito, devendo estes nomear.
 Dois­ Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e 
nos demais casos, ambos, serão liquidatários e a partilha será 
efectuada conforme for acordado.
  Três­ Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender, será 
o   activo   social   licitado   no   seu   todo,   com   obrigação   do 
pagamento do passivo   e adjudicado ao sócio que melhor preço 
oferecer, em igualdade de condições.
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 Quatro­ A operação da licitação e adjudicação será  conduzida 
por uma comissão mediadora de três sócios, sendo um designado 
por entidade pública competente e dois outros designados por 
cada um dos sócios ou seu legítimos representantes. 
Artigo décimo
 Conflitos
     Para todas as questões emergentes do presente estatuto, 
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer 
entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o foro da 
Comarca de São Tomé, com renuncia a qualquer outro.
Artigo décimo Primeiro
Casos Omissos
     Nos  omissos regularão as deliberações sociais, desde que 
tomadas   em   forma   legal   e   as   disposições   legais   vigentes   e 
aplicáveis em São Tomé e Príncipe.
 
     Assim disseram e outorgaram.
     Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada 02/09/2010, donde se vê não existir matriculada nesta 
secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por 
tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me 
foi presente e arquivo.
     
    Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura das outorgantes           Assinatura da Directora
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos Doze dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, 
no   Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido   serviço, 
compareceram, como  outorgantes:
Primeiro:SHENG QIN,maior,solteiro,natural do Anhui­ China 
,de nacionalidade Chinesa, acidentalmente em São Tomé. 
Segundo:JIANPING   LIN,maior,solteiro,natural   de   Zhejiang­ 
China,de nacionalidade chinesa,acidentalmente em SãoTomé.
Terceiro:YANAN ZHOU,maior,solteira, natural de  Shandong­
China,nacionalidade chinesa,acidentalmente em São Tomé.
Quatro:ZHANBO   WANG,maior,solteiro,natural   de   Shaanxi­ 
China,nacionalidade chinesa,acidentalmente de São Tomé.
Verifiquei a identidade dos outorgantes,pela exibição dos 
seus   bilhetes   de   identidades   n.º(s)G27806187,G18073007, 
G42636321 e G33913749, emitidos pelas autoridades competentes 
de Beijing­China.
 
E   por   eles  foi  declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada sob a denominação EMBONDEIRO INVESTIMENTS, LDA que se 
regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação e Sede
Um – Pela presente é constituída uma sociedade por quotas de 
responsabilidade limitada,denominada “Embondeiro Investiments­ 
Comércio Geral, Importação e Exportação, Lda.”, abreviadamente 
desiganada   por   “Embondeiro   Investiments,   Lda.”  e   tem   a  sua 
sede   em Ponta Mina, Distrito de Água Grande, Cidade de São 
Tomé.
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Dois –  Por simples deliberação da Assembleia Geral, a sede 
social poderá ser transferida para outro local do País e/ou 
abrir   filiais,   sucursais   ou   delegações   em   qualquer   outro 
local, mesmo no estrangeiro.
Artigo Segundo
Duração
A   sociedade   durará   por   tempo   ilimitado,   iniciando   a   sua 
actividade nesta data.
Artigo Terceiro
Objecto Social
1.   O   objecto   da   Sociedade   consiste   no   exercício   das 
seguintes actividades:
Comércio Geral;
importação e exportação;
Construção Civil.
2. Podendo entretanto, dedicar­se a qualquer outro ramo 
de comércio, indústria ou serviços em que os sócios acordem e 
seja permitido por lei.
Artigo Quarto
Capital Social
O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD 
150.000.000,00  (Cento   e   Cinquenta   Milhões   de   Dobras),e 
representado  por   4  (  quatro)  quotas,   sendo  a  primeira  no 
valor   nominal   de  STD.90.000.000,00(Noventa   Milhões   de 
dobras)correspondente a sessenta por cento  (60%), pertencente 
ao sócio   SHENG QIN   , a segunda   no valor nominal de  STD 
30.000.000,00(Trinta Milhões de dobras) correspondente a vinte 
por cento   ( 20%),    pertencente ao sócio    JIANPING    LIN, a 
terceira   no   valor   nominal   de  27.000.000,00  (Vinte   e   sete 
milhões   de   dobras),correspondente   a   dezoito   por   cento 
(18%),pertencente   a   sócia  YANAN   ZHOU  e   a   quarta   no   valor 
nominal   de  3.000.000,00  (Três   milhões   de   dobras), 
correspondente   a   dois   por   cento  (2%),pertencente   ao   sócio 
ZHANBO WANG ,respectivamente.
Artigo Quinto
Prestações Suplementares
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Mediante   deliberação   da   Assembleia   Geral,   poderão   ser 
exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite 
das suas quotas.
Artigo Sexto
Participação noutras Sociedades
A Sociedade poderá participar em quaisquer outras Sociedades, 
legalmente   constituídas,   independentemente   do   respectivo 
objecto social, de origem nacional ou estrangeira.
Artigo Sétimo
Cessão de Quotas
Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende 
do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por 
morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em 
que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da 
Sociedade. 
Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais 
sócios beneficiam direito de preferência.
Artigo Oitavo
Amortização de Quotas
Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas 
situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu 
titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, 
arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida 
ou   insolvente,   ou   quando   qualquer   sócio,   directa   ou 
indirectamente,   impeça   a   regular   operação   da   Sociedade, 
promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no 
presente estatuto.
Dois  – Nos casos previstos no número anterior, o valor da 
contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a 
amortizar, excepto no caso de acordo negociado.
 
Artigo Nono 
Balanço e Lucros
Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do 
mês   de   Dezembro   de   cada   ano   e   os   lucros   líquidos   serão 
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apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida 
para o fundo de reserva legal e quaisquer outros.
Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão 
distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse 
sentido,   por   maioria   simples   dos   votos   presentes   e 
representados na reunião em que tal matéria constar da ordem 
de trabalhos.
Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na 
proporção das suas quotas.
Quatro  –   Os   prejuízos,   se   os   houver,   serão   igualmente 
suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas.
Artigo Décimo
Gerência
Um  –   A   Administração   da   Sociedade,   bem   como   a   sua 
representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já 
nomeado sócio ­ gerente o sócio  SHENG QIN  e Vice Gerente o 
sócio JIANPING LIN. 
Dois  – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é 
suficiente a assinatura de qualquer  um dos sócios gerentes. 
Três  –   Fica   expressamente   vedado   ao   gerente   obrigar   a 
Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de 
participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos 
ou documentos estranhos aos negócios sociais.
Artigo Décimo ­ primeiro
Assembleia Geral e Deliberações
Um –  As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo 
menos com quinze dias de antecedência. 
Dois –  Os sócios podem delegar num outro o seu direito de 
voto, em cartas por eles assinadas.
Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
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Artigo Décimo ­ segundo
Exoneração dos Sócios e Dissolução
Um  ­ Qualquer sócio pode exonerar­se da Sociedade, devendo 
comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que 
caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da 
quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode 
adquirir   a   quota   nas   previstas   no   número   dois   do   artigo 
sétimo.
Dois  –   Por   morte   ou   interdição   de   qualquer   dos   sócios   a 
sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por 
consenso,   caso   em   que   ela   continuará   com   os   sócios 
remanescentes   e   capazes   e   os   herdeiros   dos   falecidos   ou 
falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, 
devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, 
enquanto a respectiva quota permanecer indivisa.
Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e 
nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e 
a partilha será efectuada conforme for acordado.
Quatro  – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender 
será o activo social licitado no seu todo com obrigação do 
pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço 
oferecer, em igualdade de condições.
Artigo Décimo ­ terceiro
Disposições Transitórias
A   gerência   fica   desde   já   autorizada   a   proceder   ao 
levantamento   de   parte   ou   totalidade   do   capital   social 
depositado,a   fim   de   custear   as   despesas   de   constituição, 
instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias.
Artigo Décimo ­ quarto
Omissões
Em   todo   caso   omisso   regularão   as   disposições   legais 
aplicáveis   às   Sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada.
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Artigo Décimo ­ quinto
Foro Competente
Toda a controvérsia relativa à validade, interpretação ou 
aplicação dos presentes Estatutos, é da competência exclusiva 
da jurisdição de São Tomé e Principe.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de onze  Novembro  de dois mil e dez, donde se vê não 
existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
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Acto  de Constuição de Sociedade
   Aos quinze dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora   do   referido   serviço,compareceram,como 
outorgantes:
   Primeiro:Carlos Delfim Seabra Oliveira Santiago das Neves, 
de   nacionalidade   Santomense,natural  de   Lobata   –  São  Tomé   e 
Príncipe,solteiro,nascido aos 5 de Outubro de 1987,Licenciado 
em Gestão, Bilhete de Identidade nº 98127, emitido pelo Centro 
de Identificação Civil e Criminal de São Tomé a 1 de Agosto de 
2007 e válido até 31 de Junho de 2012, residente em Quinta de 
Santo António, São Tomé, São Tomé e Príncipe, que outorga por 
si   e   em   representação   dos   senhores  Pedro   Miguel   da   Rocha 
Esteves   Rodrigues,   de   nacionalidade   portuguesa,   natural   de 
Miragaia­Porto, casado sob o Regime de Comunhão Geral de bens 
adquiridos,   nascido   aos   29   de   Março   de   1972,   Mestre   em 
Relações Internacionais e Cooperação Económica, de passaporte 
nº  G533656,  emitido  pelo  Governo  Civil  de Porto  aos  10 de 
Janeiro de 2003 e válido até 10 de Janeiro de 2013, Residente 
em Campo de Golfe de Ponte de Lima, Portugal,e António Manuel 
Esteves   Rodrigues,  de  nacionalidade   portuguesa,   natural   de 
Lindoso ­ Ponte da Barca,casado sob o Regime de Comunhão Geral 
de Bens,  nascido aos 16 de Fevereiro de 1948, Empresário de 
Construção Civil e Investimentos, de Passaporte n.º J771618, 
emitido pelo Governo Civil de Porto aos 08 de Janeiro de 2009 
e válido até 08 de Janeiro de 2014, residente em Gueifães ­ 
Maia, Portugal.
    Segundo:Delfim Santiago Neves,de nacionalidade Santomense, 
natural de Conceição – São tomé e Príncipe,casado sob o regime 
de   bens   adquiridos,   nascido   aos   05   de   Junho   de   1965, 
Empresário,   de   bilhete   de   identidade   número   40777,   emitido 
pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé aos 
08 de janeiro de 2009 e valido até 07 de Janeiro de 2019, 
residente em Quinta de Santo António, São Tomé, São Tomé e 
Príncipe.
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  Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   primeiro   por 
conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 98127 de 
um de Agosto de 2007, emitido   pelo centro de identificação 
civil e criminal de São Tomé e Príncipe e segundo outorgante 
por exibição do seu Bilhete de Identidade, n.º 40777 de oito 
de   Janeiro   de   2009,   emitido     pelo   centro   de   identificação 
civil e criminal de São Tomé e Príncipe.
E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes 
dos artigos seguintes: 
Artigo 1.º
(Denominação, natureza, sede e duração)
A sociedade adopta a denominação  CENTRO EMPRESARIAL EQUADOR, 
LDA,  pessoa colectiva de direito são­tomense, que terá a sua 
sede na Cidade Capital, Distrito de Água Grande, podendo abrir 
e manter filiais, delegações, agências, sucursais ou qualquer 
outra forma de representação em qualquer parte do território 
nacional ou no estrangeiro por decisão dos sócios, quando e 
onde entenderem.
Artigo 2.º 
(Objecto)
1) CENTRO   EMPRESARIAL   EQUADOR  é   uma   empresa   direccionada 
para   comercialização,   engarrafamento   e   distribuição   de 
gás e seus derivados;  a prestação de serviços nas áreas 
da produção e comercialização de componentes automóveis; 
Produção e comercialização de equipamentos e maquinaria a 
gás;   Recolha,   tratamento   e   valorização   de   resíduos 
sólidos;   Projectos   de   desenvolvimento   sustentável   e   de 
exploração   de   recursos   naturais;   Desenvolvimento   e 
execução   de   programas   de   reciclagem;   Exploração, 
transformação e produção de inertes, materiais e demais 
produtos   associados   ao   ramo   da   construção   civil; 
Importação e exportação, e projectos especiais.
2) Estabelece   também   contactos   com   os   governos   doadores 
internacionais e sector privado das mais variadas áreas 
por todo o Continente Europeu, Americano e Africano, com 
vista   à   obtenção   de   subvenções   e/ou   fundos   que 
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correspondam as necessidades financeiras para a execução 
dos projectos. 
3) Participação em consórcios internacionais por deliberação 
dos sócios, observando as limitações presentes no pacto 
social e das disposições legais vigentes.
Artigo 3.º 
(Capital social)
a) O capital social integralmente realizado em dinheiro é de 
Dbs.1.000.000.000,00(Mil   milhões   de   Dobras) 
correspondente   à   soma   de   quatro   quotas   iguais,sendo   a 
primeira de Dbs.250.000.000 (Duzentos e cinquenta milhões 
de dobras), correspondente a (25%) e pertencente a Carlos 
Delfim Seabra Oliveira Santiago das Neves, a segunda de 
Dbs.250.000.000 (Duzentos e cinquenta milhões de dobras), 
correspondente a (25%) e pertencente a Pedro Miguel da 
Rocha   Esteves   Rodrigues,   a   terceira   de  Dbs.250.000.000 
(Duzentos e cinquenta milhões de dobras), correspondente 
a (25%) e pertencente a António Manuel Esteves Rodrigues 
e   a   quarta   de  Dbs.250.000.000(Duzentos   e   cinquenta 
milhões de dobras), correspondente a (25%) e pertencente 
a Delfim Santiago Neves. 
b) Por vontade expressa dos sócios e desde que deliberado em 
Assembleia­geral,   poderá   o   capital   social   da   sociedade 
ser aumentado.
 
c) Os sócios poderão ceder ou alienar por qualquer título a 
sua   respectiva   quota   a   terceiro   com   o   prévio 
consentimento   dos   demais   sócios,   ficando   assegurada   a 
estes   a   preferência   na   aquisição,   em   igualdade   de 
condições,   e   na   proporção   das   quotas   que   possuírem, 
observando o seguinte:
a) Os sócios deverão ser comunicados por escrito para se 
manifestarem   a  respeito  da   preferência   no   prazo  de   30 
(trinta) dias; 
b) Findo o prazo para o exercício da preferência, sem que 
os   sócios   se   manifestem  ou   havendo   sobras,   poderão   as 
quotas ser cedidas ou alienadas a terceiro.
d) A admissão do (s) novo (s) sócio (s)é subordinada ao 
consentimento expresso de todos os sócios. 
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Artigo 4.º 
(Duração)
A sociedade iniciará as suas actividades no acto do registo do 
presente   contrato   de   constituição   ante   o   órgão   competente, 
sendo   por   prazo   indeterminado   o   seu   tempo   de   duração   e 
encerrando­se o seu exercício social em 31 de Dezembro de cada 
ano.
Artigo 5.º 
(Do lucro e partilha de responsabilidade)
Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidos as reservas 
legais e quaisquer outras reservas legais ou especiais que os 
sócios entendam constituir, serão divididos entre os sócios na 
proporção   das   suas   respectivas   participações   no   capital 
social, bem como as perdas, se for o caso disso.
A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas 
quotas, mas todos respondem solidariamente pelo capital social 
integral. 
Artigo 6.º 
(Gerência) 
1) A   gerência   da   Sociedade   é   representado   pelos   quatros 
sócios.
2) A gerência da Sociedade e a sua representação em todos os 
seus   actos   e   contratos,   em   juízo   e   fora   dele,   serão 
exercidas pelos Sócios Gerentes.
3) A   Sociedade   só   se   obriga   validamente   mediante   a 
assinatura dos quatro sócios.
4) Compete   à   gerência   exercer   os   poderes   normais   de 
administração  social,  nomeadamente  vincular a sociedade 
em documentos, actos, contractos e recibos de quitação 
dos respectivos dinheiros e créditos.
Artigo 7.º
(Das deliberações)
As   deliberações  sociais  são  tomadas  por  votos   exprimindo   a 
maioria do capital e deverão constar de actas ou documentos 
escritos   e   devidamente   assinados   pelos   sócios   presentes   ou 
representados.
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Artigo 8º
(Assembleias Gerais)
Os sócios reúnem­se em Assembleia Geral no ultimo mês do ano, 
sem  prejuízo   das   convocatórias   para  reuniões   sempre  que  se 
justificarem   as   exigências   e   as   necessidades   das 
circunstâncias. 
Os sócios poderão fazer­se representar nas Assembleias Gerais 
por outros sócios e estranhos desde que estejam previamente 
indicados e aceites pela totalidade dos sócios.
Artigo 9º
(Dissolução)
a) A Sociedade não se dissolve por interdição, inabilitação 
ou falecimento de qualquer dos sócios.
b) A respectiva quota transmite­se aos herdeiros do falecido 
que   designarão   um   representante   legal   sendo   os   seus 
direitos   exercidos   pelo   mesmo   ou   ao   representante   do 
interdito.
c) A Sociedade dissolve­se nos casos legalmente previstos ou 
ainda por deliberação dos sócios em Assembleia Geral.
Artigo10º
(Do foro)
Fica eleito o foro de São Tomé e Príncipe para o exercício e o 
cumprimento   dos   direitos   e   obrigações   resultantes   deste 
contrato e dos casos omissos. 
Artigo 11.º
(Casos omissos)
Os casos omissos neste contrato serão resolvidos de harmonia 
com   as   deliberações   surgidas   da   Assembleia   Geral,   em 
observância   dos   preceitos   do   Código   Civil   e   dos   outros 
dispositivos legais aplicáveis. 
Assim disseram e outorgaram.
Instrui este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de quinze de Setembro de dois mil e dez, donde se vê 
não   existir   matriculada   neste   secção   nenhuma   sociedade   com 
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esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
  Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e nove dias do mês de Dezembro do ano dois mil e 
dez,no   Guiché     Único   para   empresas,sito   na     Avenida   Amílcar 
Cabral,perante   mim   Licenciada,Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra, 
Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de   notária, 
compareceram  como outorgantes:
     Primeiro:João Carlos da Costa Melo Menezes,maior,divorciado, 
natural   de   São   Tomé   e   Príncipe,residente   em   Cruz   Quebrada­da 
Funda­Oeiras­Portugal,de nacionalidade Portuguesa.
    Segundo:Luís   Filipe   de   Jesus   Borges   Amaral,maior,solteiro, 
natural   de   S.   Sebastião   da   Pedreira­Lisboa,residente   no   Hotel 
Miramar ­S.Tomé,de nacionalidade Portuguesa.
   Verifiquei a identidade dos outorgantes,pela exibição dos seus 
passaportes nº H590709,emitido em 02 de Maio de 2006 e nº L308493, 
emitido em 27 de Abril de 2010 pelo  Governo Civil de Lisboa.
 
       E  por    eles  foi    declarado:Que   pela  presente  escritura, 
resolveram   entre   si     constituir   uma  sociedade     por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação   «EUROCOMÉRCIO,LDA.» 
que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
ARTIGO PRIMEIRO
Tipo e Firma
   A partir desta data, reger­se­á pelos preceitos das legislações 
aplicáveis e de acordo com os presentes estatutos a sociedade por 
quotas com a denominação Eurocomércio, Lda. 
ARTIGO SEGUNDO
Sede
1 – A Sociedade tem a sua sede na Cidade da Água Grande, São Tomé.
2 – A sede social poderá ser transferida por simples deliberação 
da   gerência   para   qualquer   outro   local   dentro   do   território 
nacional. 
3 – Por deliberação da gerência, a sociedade pode criar sucursais, 
agências, delegações ou outras formas locais de representação, no 
território nacional ou no estrangeiro.
ARTIGO TERCEIRO
Objecto e Duração
1 – A sociedade tem por objectos:
Serviços de restauração e bar;
A  realização   de   serviços   para   a   promoção   de   espectáculos, 
actividades recreativas, desportivas, de entretenimento e afins, 
actividades   culturais,   nomeadamente   protecção   e   recuperação   do 
património cultural e histórico, comercialização e distribuição de 
produtos culturais, serviços orientados para o turismo e lazer, 
tais como, aproveitamento turístico de património local, circuitos 
turísticos   locais   e   externos,   animação   e   informação   turística, 
iniciativas no domínio do turismo, turismo rural e ecológico;
A realização de serviços na área dos transportes, nomeadamente na 
adaptação   de   transportes   tradicionais   motorizados   e   não 
motorizados   para   fins   turísticos,   cooperação   dos   serviços   de 
transportes   com   actividades   culturais   ou   outras,   navegação 
interior e fluvial e de mar e actividades complementares;
Realização   de   serviços   de   apoio   às   empresas   tais   como, 
comercialização e distribuição de produtos, restauração colectiva, 
multimédia, audiovisual e publicidade;
Importação e exportação de bebidas e similares.
2 ­ A sua existência jurídica será por tempo indeterminado e o seu 
começo conta­se, para todos os efeitos, a partir da data da sua 
constituição.
ARTIGO QUARTO
Capital Social
1 ­ O capital social integralmente realizado é de cem milhões de 
dobras e encontra­se dividido em duas quotas:
a)  O sócio  João Carlos da Costa Melo Menezes  com noventa 
por   cento   equivalente   a  noventa   milhões   de   dobras  e  Luís 
Filipe de Jesus Borges Amaral com dez por cento equivalente a 
dez milhões de dobras, respectivamente.
b)  Não   são   exigíveis   prestações   suplementares,   mas   os 
sócios   poderãofazer  suprimentos   á   Sociedade   quando   esta 
deles   careça   nos   montantes   e   nas   condições   que   forem 
acordados entre a gerência e o sócio que se dispuser a fazê­
los.
2  ­  Em   todos   os   aumentos   de   capital,   os   sócios   que   desejarem 
exercer esse direito, terão preferência na respectiva subscrição, 
na proporção do capital que então possuírem.
3  ­ É proibido a cessão de quotas sem autorização da Sociedade, 
tomada   por   deliberação   da   Assembleia   de   sócios,   por   maioria 
simples dos votos correspondentes a todo o capital, reservado a 
Sociedade, para si o direito de preferência, em primeiro lugar e 
aos sócios não cedentes, em segundo, em igualdade de preços e 
condições.
4  ­ Se algum sócio não quiser exercer o direito de preferência 
previsto no número antecedente, o respectivo direito acresce ao 
dos restantes sócios que pretendam exercido.
5  ­  Em   caso   de   uma   eventual   simulação   de   preço   oferecido,   os 
titulares do direito de preferência têm o direito de exercer a 
preferência na base do valor do último balanço aprovado.
6 ­ A remuneração a atribuir aos sócios e aos procuradores será a 
que for determinada por deliberação da Assembleia de sócios, e a 
sua actualização de outra deliberação deste mesmo órgão.
ARTIGO QUINTO
Fiscalização de Contas
  As contas serão aditadas sempre que e por quem a Assembleia de 
sócios nomear.
ARTIGO SEXTO
Assembleia de Sócios
1 ­ Haverá duas reuniões ordinárias anuais, uma para aprovação do 
inventário, relatório  e contas  do  exercício finco  e respectiva 
proposta de afectação de resultados e outra no último trimestre de 
cada   ano,   para   aprovação   do   plano   de   trabalhos   do   exercício 
seguintes.
2  ­   As   Assembleias   de   sócios   serão   convocadas,   ordinária   e 
extraordinariamente, por iniciativa dos sócios, em qualquer dos 
casos com uma antecedência mínima de cinco dias e com indicação 
precisa da ordem dos trabalhos.
3 ­ As convocatórias para provocação do inventário, do relatório e 
das contas deverão ser acompanhada de cópia desses documentos.
ARTIGO SÉTIMO
Aplicação de Resultados
   O destino dos lucros líquidos anuais da sociedade, evidenciados 
pelos   documentos   de   prestação   de   contas   do   exercício,   será 
legalmente definido pela Assembleia de sócios. 
ARTIGO OITAVO
Dissolução e Liquidação
1 ­ Para os fins do presente estatuto,  a dissolução far­se­á em 
conformidade como estatuído no artigo 120º e seguintes do Código 
Comercial vigente.
2 ­ Por morte ou interdição de qualquer sócio a Sociedade não se 
dissolve,   mas   continuará   com   os   sócios   vivos   ou   capazes   e   o 
representante legal do interdito.
3 ­ Quantos aos herdeiros do sócio falecido a Sociedade reserva­se 
o direito de, se lhe interessar a continuação destes na Sociedade, 
estes nomearão um de entre si que a todos nela os represente, caso 
contrário   procederá   a   respectiva   amortização   de   quota,   com 
pagamento  de  valor  dela apurado num balanço expressamente  dado 
para o efeito em prestações trimestrais iguais, não podendo ser 
toda via inferiores a dez por cento do montante global que cabe ao 
sócio falecido ou interdito.
4 ­ Exceptuando o caso de falência, a liquidação da Sociedade será 
deliberada   pela   Assembleia   de   sócios,   através   da   nomeação   de 
liquidatários unanimemente aceites pelos sócios, seguindo trâmites 
do artigo cento e um e seguintes do Código Comercial vigente.
5 ­ O prazo para a liquidação serão de sessenta dias a contar da 
data do início deste processo.
6  ­ Em caso de partilha serão aplicadas as normais relativas às 
partilhas entre os co­herdeiros.
ARTIGO NONO
Gerência e Representação
1  ­ A sociedade é gerida pelo sócio Luís Filipe de Jesus Borges 
Amaral, que definirá se a gerência será remunerada ou não.
2  ­ A sociedade obriga­se com a assinatura do Gerente em actos 
cujo valor material ou cujo valor das obrigações assumidas não 
exceda o limite de 50 milhões de dobras.
3 – O mandato do Gerente, ora nomeado, terá a duração fixada pela 
própria sociedade.
4 – Pode a Sociedade nomear uma nova Gerência, no final do tempo 
previsto no n.° anterior.
5  ­ A sociedade inicia nesta data a sua actividade, pelo que a 
Gerência fica desde já autorizada a celebrar todos os negócios 
jurídicos e a praticar todos os actos jurídicos no âmbito do seu 
objecto social.
6  ­   A   Gerência   fica   obrigada   a   tomar   imediatamente   todas   as 
medidas e praticar todos os actos jurídicos necessários para que a 
sociedade assuma todas as obrigações e posições jurídicas, activas 
e passivas, emergentes dos contratos, acordos e actos jurídicos. 
ARTIGO DÉCIMO 
Mandatário
    A sociedade poderá nomear mandatários ou procuradores da mesma 
para a prática de determinados actos ou categorias de actos, dando 
tais poderes através de procuração.
ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
Resolução de Conflitos
  Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito do presente 
estatuto, serão resolvidos amigavelmente e só depois de esgotados 
todos os meios de conciliações deverão ser submetida á arbitragem 
ou finalmente ao Tribunal, sendo competente o foro de S. Tomé.
ARTIGO OITAVO
Legislação Aplicáveis
 Na parte não expressamente prevista no presente pacto social, a 
Sociedade   reger­se­á   pelas   disposições   legais   aplicáveis   às 
Sociedades por quotas de responsabilidade limitada.
Disposições Finais
   O   Presente   Estatuto   pode   ser   modificado   sempre   que   as 
circunstâncias assim o permitirem.
     
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 
de  vinte e oito de Dezembro  de dois mil e dez, donde se vê não 
existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em 
erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura dos Outorgantes           Assinatura da Directora 
                        
   ______________________   _____________________ 
   ______________________
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte três dias do mês de Novembro do ano dois mil e 
dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar 
Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA 
TRINDADE SALVATERRA,Directora do referido serviço,exercendo o 
cargo de notária,compareceu, como outorgante:
DELFIM SANTIAGO DAS NEVES, maior, natural de Conceição ­ 
São Tomé, Distrito de Água Grande, casado com  Valentina José 
Seabra   Oliveira   das   Neves,   em   regime   de   comunhão   de   bens 
adquiridos, Bilhete de Identidade nº40777,emitido pelo Centro 
de   Identificação   Civil   e   Criminal,   aos   08   de   Janeiro   de 
2009,residente em Quinta de Santo António, Cidade de São Tomé, 
São Tomé e Príncipe.
Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento 
pessoal.
E   por   ele  foi   declarado:   Que   resolveu   constituir   uma 
sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada, 
sob denominação SAFU UNIPESSOAL, LDA que se regerá nos termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo 1.º
(Denominação, Natureza e Sede)
A sociedade adopta a denominação  SAFU UNIPESSOAL,LDA. – 
Sociedade Investimento, Turismo e Hotelaria,  pessoa  colectiva 
de direito são­tomense, que terá a sua sede na Cidade Capital, 
Distrito   de   Água   Grande,   podendo   abrir   e   manter   filiais, 
delegações,   agências,   sucursais   ou   qualquer   outra   forma   de 
representação em qualquer parte do território nacional ou no 
estrangeiro por decisão do sócio, quando e onde entender.
Artigo 2.º 
(Objecto)
1)A   Sociedade   tem   por   objecto   importação,   exportação, 
gestão   financeira,   administraçãoimobiliária,   hotelaria   e 
prestação de serviços.
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
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2)Participação ou fusão em qualquer outra sociedade, pelo 
objecto   similar   e   em   outros   afins   que   a   mesma   queira 
implementar.
Artigo 3.º 
(Capital social)
1) O capital social integralmente realizado em dinheiro é 
de  Dbs.1.000.000.000,00(Mil   milhões   de   Dobras) 
pertencente a Delfim Santiago das Neves.
2) Por vontade expressa do sócio, poderá o capital social 
da sociedade ser aumentado.
3)O   sócio   poderá   ceder   ou   alienar   por   qualquer   título 
parte ou total da sua quota a terceiro.
Artigo 4.º 
(Duração)
A   sociedade   iniciará   as   suas   actividades   no   acto   do 
registo   do   presente   contrato   de  constituição   ante   o   órgão 
competente,   sendo   por   prazo   indeterminado   o   seu   tempo   de 
duração   e   encerrando­se   o   seu   exercício   social   em   31   de 
Dezembro de cada ano.
Artigo 5.º 
(Do lucro e partilha de responsabilidade)
1) Os   lucros   líquidos   apurados,   depois   de   deduzidas   as 
reservas legais e quaisquer outras reservas legais ou 
especiais que o sócio entenda constituir, será de forma 
integral de direito do sócio, bem como as perdas, se 
for o caso disso.
2) A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de 
suas quotas,  mas todos respondem solidariamente  pelo 
capital social integral. 
Artigo 6.º 
(Gerência) 
1) A   gerência   da   Sociedade   é   representada   pelo   sócio 
Delfim Santiago Das Neves, a quem confere os poderes de 
sócio gerente.
2) A gerência da Sociedade e a sua representação em todos 
os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, serão 
exercidas pelo Sócio Gerente.
3) A   Sociedade   só   se   obriga   validamente   mediante   a 
assinatura do sócio gerente.
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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4) Compete   à   gerência   exercer   os   poderes   normais   de 
administração social, nomeadamente vincular a sociedade 
em documentos, actos, contractos e recibos de quitação 
dos respectivos dinheiros e créditos.
Artigo 7.º
(Das deliberações)
As deliberações sociais são tomadas por votos exprimindo 
a maioria do capital e deverão constar nas actas ou documentos 
escritos e devidamente assinado pelo sócio.
Artigo 8º
(Dissolução)
1) A   Sociedade   não   se   dissolve   por   interdição, 
inabilitação ou falecimento do sócio.
2) A   respectiva   quota   transmite­se   aos   herdeiros   do 
falecido que designarão um representante legal sendo os 
seus direitos exercidos pelo mesmo ou ao representante 
do interdito.
3) A Sociedade dissolve­se nos casos legalmente previstos 
ou ainda por deliberação do sócio.
Artigo9º
(Do foro)
Fica   eleito   o   foro   de  São   Tomé   e   Príncipe   para   o 
exercício   e   o   cumprimento   dos   direitos   e   obrigações 
resultantes deste contrato e dos casos omissos. 
Artigo 10.º
(Casos omissos)
Os   casos   omissos   neste   contrato   serão   resolvidos   de 
harmonia, em observância dos preceitos do Código Civil e dos 
outros dispositivos legais aplicáveis. 
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de dezanove de Novembro de dois mil e dez, donde se vê 
não existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Assinatura do Outorgante      Assinatura da Directora 
________________________          _______________________
  
          
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos dezoito dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral,cidade 
de   São   Tomé,perante   mim   Licenciada  Ilma   Vaz   da   Trindade 
Salvaterra,Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária,compareceu como outorgante:
Paulo   César   Tavares   Pichel,maior,solteiro,natural   S. 
Cristóvão  e S.  Lourenço –  Lisboa,acidentalmente em  São  Tomé,de 
nacionalidade Portuguesa,que outorga na qualidade de procurador da 
GEOFOR   INTERNACIONAL,S.A.,sociedade   anónima,com   sede   social   em 
Barkly   Wharf,5.ºpiso   em   Caudan   Waterfront,Port   Louis­Ilhas 
Maurícias e do  Senhor Jean Rémy Martin,maior,casado com Nabinolow 
DIOMANDE,natural de Bordeaux ­ França,residente na Route Du Crum 
631,St. Cricq Villeneuve 40190­ França,de Nacionalidade Francesa, 
com poderes necessários para este acto,conforme as procurações, 
datadas de quatro de Novembro do ano dois mil e dez,devidamente 
legalizada que me foi presente e arquivo.
 
Verifiquei   a   identidade   do   outorgante,pela   exibição   do 
Bilhete de Identidade,n.º9887943,de nove de Dezembro de dois mil e 
quatro,emitido pelos Serviços de Identificação Civil de Portugal.
E   por   ele   na   qualidade   que   representa   foi   dito:Que   pela 
presente   escritura,resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade 
por   quotas   de   responsabilidade   limitada,sob   denominação   «GEOFOR 
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, LDA.», que se regerá nos termos constantes 
dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação, sede e duração
Um – A sociedade adopta a denominação «GEOFOR SÃO TOMÉ  E 
PRÍNCIPE, LIMITADA»,abreviadamente,«GEOFOR STP, LDA»tem a sua sede 
em   Campo   de   Milho   –   Cidade   de   S.Tomé,podendo   abrir   filiais 
sucursais,delegações e agências ou outras formas de representação 
em território nacional ou no estrangeiro.
Dois – A sua duração é por tempo indeterminado contando­se o 
seu início a partir desta data.
Artigo Segundo
Objecto Social
Um ­ A sociedade tem por objecto, projectos e execução de 
furagem,   extracção   de   água   e   fundações,   representação,   podendo 
ainda dedicar­se à realização de quaisquer actividades afins ou 
conexas com o seu objecto.
Dois ­ A sociedade pode adquirir participações em sociedades 
com   objecto   diferente   daquele   que   exerce,   ou   em   sociedades 
reguladas   por   leis   especiais,   e   integrar   agrupamentos 
complementares de empresas. 
Artigo Terceiro
Capital social
Um – O capital social integralmente realizado em dinheiro é 
de  STD.245. 000.000,00 (Duzentos e quarenta e cinco milhões de 
dobras) e dividida em duas quotas, sendo uma de STD.220.500.000,00 
(Duzentos e vinte milhões e quinhentas mil dobras)equivalente a 
90% do Capital Social, pertencente ao sócio GEOFOR INTERNACIONAL e 
outra de STD.24.500.000,00(Vinte e quatro milhões e quinhentas mil 
dobras) equivalente a 10% do Capital Social, pertencente ao sócio 
JEAN REMY MARTIN.
Dois – Não haverá prestações suplementares porém, os sócios 
poderão fazer à sociedade os suprimentos de que esta carecer, nos 
termos em que a assembleia­geral deliberar.
Três – O capital social poderão ser aumentado ou reduzido 
mediante deliberação da assembleia­geral.
Artigo Quarto
Divisão e Cessão de quotas
Um   –   A   cessão   de   quotas   a   estranhos   depende   do   prévio 
consentimento da sociedade.
Dois – Na aquisição de quotas gozam do direito de preferência 
a sociedade e os sócios sucessivamente.
Terceiro – Em caso de exercício do direito de preferência, o 
valor de transmissão não poderá ser superior ao que resultar do 
último balanço aprovado.
Quarto – A Sociedade deve responderao pedido de autorização 
de cedência da quota no prazo máximo de noventa dias, 
Quinto – Fica desde já autorizado a divisão de quotas a favor 
de herdeiros dos sócios ou adjudicatórios no caso de liquidação 
dos sócios que sejam sociedade.
Artigo Quinto
Amortização de quotas
Um – A sociedade poderá querendo amortizar qualquer quota nas 
seguintes condições:
a) Por acordo do seu titular;
b) Por insolvência ou falência do sócio – titular;
c) Por arresto, arrolamento ou penhora da quota;
d) Por venda ou adjudicação judicial.
Dois – A amortização faz­se pelo valor da quota resultante do 
último balanço aprovado acrescida da parte que lhe corresponder no 
fundo e da reserva.
Artigo Sexto
Administração e Gerência
Um   –   A   administração   e   a   gerência   da   sociedade,   sua 
representação são exercidas por um gerente eleito em assembleia­
geral.
Dois – A sociedade obriga­se com a intervenção do gerente.
Três   –   O   gerente   e   seu   mandatário   não   podem   obrigar   a 
sociedade   em   actos   e   documentos   estranhos   aos   negócios   da 
sociedade, designadamente em letras de favor, fianças e abonos.
Artigo Sétimo
Assembleia­geral
Salvos casos em que a lei exija expressamente outra forma, a 
assembleias­gerais serão convocadas por meio de cartas registadas, 
aos sócios com a antecedência mínima de 30 dias, podendo reunir na 
sede ou em qualquer local indicado na convocatória.
Artigo Oitavo
Balanço, prestações de contas e aplicações de resultados
Um – O ano social coincide com o ano civil.
Dois  –  O  balanço e conta de resultados  de cada  exercício 
serão   enceradas   com   referencias   a   trinta   e   um   de   Dezembro   e 
carecem de aprovação da assembleia­geral que para o efeito deve 
reunir – se até trinta e um de Março do ano seguinte.
Três   –   A   assembleia­geral   deliberarão   ouvidas   a   gerência 
sobre a aplicação dos lucros líquidos apurados depois de deduzidos 
os impostos ou feitas outras deduções legais e as que a assembleia 
deliberar.
Artigo Nono
Dissolução e liquidação de sociedade
Um – A sociedade só se dissolve nos casos fixados na lei.
Dois – Declarada a dissolução da sociedade, procederão a sua 
liquidação   gozando   os   liquidatários   nomeados   pela   assembleia­
geral, dos mais amplos poderes para o efeito.
Três – Dissolvendo­se por acordo dos sócios, todos eles serão 
liquidatários e concluída a liquidação e pagos todos os encargos 
em produto liquido é repartido pelos sócios em proporção das suas 
quotas.
Artigo Décimo
Disposições finais
Um – Em caso de litígios entre a sociedade e um ou mais 
sócios ou quando qualquer sócio requeira liquidação judicial, o 
assunto deverá ser submetido a assembleia­geral para apreciação, 
antes da sua submissão a instância judicial.
Dois – Em tudo quanto fica omisso, regularão as disposições 
da   lei   de   onze   de   Abril   de   mil   novecentos   e   um   e   as   demais 
disposições legais aplicáveis.
Três   ­   A   Sociedade   não   se   responsabilizarão   por   qualquer 
divida contraída por qualquer um dos sócios.
Assim disse e outorgou.
Instrui este acto os documentos já referido no contexto desta 
escritura,e  a certidão passada por este serviço, datada de  vinte 
seis de Outubro de 2010, donde se vê não existir matriculada nesta 
secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal 
forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi 
presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Está Conforme.
Assinatura do Outorgante            Assinatura da Directora 
   ___________________________             _____________________
   
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos trinta dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas,sito na  Avenida Amilcar Cabral,cidade 
de   São   Tomé,perante   mim   Licenciada  ILMA   VAZ   DA   TRINDADE 
SALVATERRA,Directora   do   referido  serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária, compareceu como  outorgante:
Dulce   da   Conceição   Silva   Fernandes   Bragança   Gomes, 
casada,natural   de   Conceição   –   São   Tomé,residente   na   Praia 
Francesa,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense,que 
outorga na qualidade de mandatária dos Senhores  Kwame Fernandes 
Bragança   Gomes,maior,solteiro,natural   do   Distrito   de   Lobata, 
residente   na   Praia   Francesa,Distrito   de   Água   Grande,de 
nacionalidade   Santomense,Paulo   da   Mata   Jesus   Leite, 
maior,solteiro,natural   Água   Grande­S.Tomé,residente   no   Bairro 
Quinta   de   Sto   António,Distrito   de   Água   Grande,de   nacionalidade 
Santomense,Paulo Alberto Dias Trigueiros,maior,solteiro,natural de 
Conceição – São Tomé,residente em Trindade Distrito de Mezóchi,de 
nacionalidade Santomense, conforme as procurações anexas datadas 
de vinte quatro,dezasseis e  dezassete de Agosto do corrente ano, 
devidamente legalizadas que me foram presente e arquivo.
Verifiquei a identidade da outorgante, pela exibição  do B.I. 
nº   13761,emitido   em   09   de   Dezembro   de   2003   pelo   Centro   de 
Identificação Civil e Criminal.
     E por ela, na qualidade que representa, foi  declarado: Que 
pela presente escritura,os sócios resolveram entre si constituir 
uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade   limitada  sob 
denominação  GLOBAL   ASSETS   MANAGEMENT   –   Gestão   e   Investimentos, 
limitada  que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos   artigos 
seguintes: 
CAPÍTULO I
Denominação, sede e locais de representação,
duração e objecto
Artigo Primeiro
     A sociedade adopta a denominação  GLOBAL ASSETS MANAGEMENT – 
Gestão e Investimentos, Limitada.
Artigo Segundo
Um – A sociedade tem a sua sede na cidade de S. Tomé, no Distrito 
de Água Grande.
Dois – Por deliberação dos sócios, a sede da sociedade poderá ser 
transferida   para   outro   local   dentro   do   mesmo   Distrito   ou   para 
Distritos limítrofes.
Três – Os sócios poderão deliberar sobre a abertura de sucursais, 
agências,   delegações   ou   outras   formas   de   representação   no 
território   nacional   ou   no   estrangeiro,   onde   e   pelo   tempo   que 
entender e se mostre necessário ou conveniente à prossecução dos 
negócios sociais.
Artigo Terceiro
A sociedade durará por tempo indeterminado.
Artigo Quarto
Um – O objecto social da sociedade consiste no exercício de gestão 
empresarial,   administração   e   gestão   de   quaisquer   participações 
próprias e alheias de quaisquer bens móveis e imóveis bem como a 
sua compra para revenda, a realização de todas as operações e 
actividades sobre os referidos bens, importação e exportação de 
quaisquer   produtos   e   serviços,   prestação   de   serviços   de 
consultoria   na   área   de   comércio   internacional,   realização   de 
estudos,   de   prospecção   de   mercados   para   produtos   e   serviços   e 
mediação de negócios. 
Dois  – A sociedade pode exercer outras actividades relacionadas 
com o seu objecto, com carácter subsidiário ou complementar, desde 
que   não   proibidas   por   lei,   bem   como   adquirir   participações   em 
agrupamentos de empresas, ou em entidades com a mesma natureza 
jurídica, e adquirir acções ou quotas em sociedades com objecto 
diferente   do   seu   ou   reguladas   por   leis   especiais,   desde   que 
permitido pela lei em vigor na República de São Tomé e Príncipe.
CAPÍTULO II
Capital social e quotas
Artigo Quinto
Um ­ O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 
Dbs. 180.000.000,00  (Cento e oitenta milhões de Dobras) e está 
representado   e   dividido   em   três   quotas,   sendo   uma   de  Dbs. 
89.100.000,00  (Oitenta   e   nove   milhões   e   cem   mil   de   Dobras), 
representando 49,5% do capital social, pertencente ao sócio KwameFernandes Bragança Gomes, outra de  Dbs. 89.100.000,00  (Oitenta e 
nove milhões e cem mil de Dobras), representando 49,5% do capital 
social pertencente ao sócio Paulo da Mata Jesus Leite e a última 
de  Dbs.   1.800.000,00  (Um   milhão   oitocentas   mil   dobras) 
representando   1%   do   capital   social   pertencente   ao   sócio  Paulo 
Aberto Dias Trigueiros. 
Dois ­ O capital social poderá ser elevado por uma ou mais vezes 
quando o aumento for deliberado em assembleia­geral.
Três  ­   Na   subscrição   de   quaisquer   novas   quotas   terão   sempre 
preferência   os   sócios   na   proporção   das   quotas   que   no   momento 
possuírem.
Artigo Sexto
Não   são   exigíveis   prestações   suplementares   de   capital,   mas 
qualquer   dos   sócios   poderá   fazer   suprimentos   à   sociedade,   nas 
condições que serão fixadas pela assembleia­geral.
Artigo Sétimo
Um  ­ É livre a cessão de quotas entre os sócios, mas a pessoas 
estranhas   à   sociedade   fica   dependente   de   autorização   da 
assembleia­geral.
Dois ­ Só poderão efectuar­se cessões de quotas a estranhos se a 
sociedade,   em   primeiro   lugar,   e   os   sócios,   em   segundo,   não 
preferirem optar pelo valor do último balanço aprovado.
Três ­ Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de 
preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na 
proporção das respectivas quotas.
Artigo Oitavo
Um  ­   A   sociedade   poderá   adquirir   quotas,   como   também   poderá 
amortizá­las:
    a) Por acordo com o respectivo titular;
    b) No caso de a quota ser penhorada ou arrestada ou se existir 
risco de uma alienação judicial ou, de qualquer modo, deixar de 
estar na livre disponibilidade do seu titular;
    c) Em caso de, por efeito de partilha em vida do sócio, seja 
por   motivo   de   divórcio   ou   outro,   a   quota   ou   parte   dela   ser 
adjudicada a pessoa que não seja sócio;
    d) No caso de falecimento ou interdição de qualquer sócio.
Dois  ­ A amortização considera­se efectuada seja pela assinatura 
do correspondente recibo, seja pelo depósito num estabelecimento 
bancário.
Três ­ O preço da amortização ou da aquisição será o apurado num 
balanço especialmente elaborado para o efeito.
CAPÍTULO III
Órgãos Sociais
Artigo Nono
Um ­ A administração e representação da sociedade perante terceiros, 
em juízo ou fora dele, compete a um ou mais Gerentes, com ou sem 
remuneração e com ou sem dispensa de caução, conforme for deliberado 
pela Assembleia Geral.
Dois  ­ A sociedade obriga­se pela intervenção e assinatura de um 
Gerente,   ou   de   um   ou   mais   procuradores,   no   âmbito   dos   poderes 
constantes da respectiva procuração.
Três ­ As deliberações da gerência serão tomadas por maioria simples 
dos votos emitidos.
Quatro  ­   A   gerência   tem   a   faculdade   de   nomear   mandatários   ou 
procuradores   da   Sociedade,   conferindo­lhes   poderes   necessários   à 
prática de determinados actos ou categorias de actos, podendo fixar­
lhes o âmbito e duração do mandato.
Quinto – O gerente nomeado, com ou sem dispensa de prestar caução, 
com   ou   sem   remuneração   pelo   exercício   do   respectivo   cargo, 
conforme for deliberado em Assembleia­geral, não poderá   assinar 
em   nome   da   Sociedade   quaisquer   actos   ou   contratos   que   digam 
respeito à negócios estranhos à Sociedade, tais como letras de 
favor,   abonações   e   actos   semelhantes   ou   assumir   obrigações   ou 
responsabilidades estranhas aos interesses da Sociedade.
                           Artigo Décimo
Um ­ Salvo se a lei impuser forma especial, as Assembleias Gerais 
serão convocadas, através de carta simples dirigida aos sócios com 
aviso de recepção, expedida com a antecedência mínima de quinze 
dias, contendo a convocatória a indicação expressa da respectiva 
ordem do dia.
Dois  ­   Os   sócios   têm   o   direito   de   se   fazer   representar   nas 
Assembleias Gerais por quem entenderem, por meio de simsociedade, em 
primeiro lugar, e os sócios, em segundo, não preferirem optar pelo 
valor do último balanço aprovado.
Três ­ Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de 
preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na 
proporção das respectivas quotas.
Artigo Décimo­primeiro
   Para além do estipulado na lei ou no pacto social, estão sujeitas 
a deliberação dos sócios, as seguintes matérias:
     a) A chamada e a restituição de prestações suplementares, a 
celebração de contratos de suprimento e a exigência de prestações 
acessórias;
     b)Nomeação e a destituição de Gerentes;
     c)Aprovação do relatório de gestão e das contas do exercício, a 
atribuição de lucros e o tratamento dos prejuízos;
     d)Exoneração de responsabilidade dos Gerentes;
         e)Propositura de acções pela sociedade contra Gerentes ou 
membros   do   órgão   de   fiscalização,   e   bem   assim   a   desistência   e 
transacção nessas acções;
     f)Alteração do pacto social;
     g)Fusão, cisão, transformação e dissolução da sociedade;
         h)Amortização de quotas, aquisição, alienação e oneração de 
quotas próprias;
     i)Exclusão de sócios;
j)Alienação   ou   oneração   de   bens   imóveis,   a   alienação,   a 
oneração e a locação de estabelecimento.
CAPITULO IV
Balanço anual, distribuição de lucros 
e dissolução da sociedade
Artigo Décimo Segundo
Um ­ Os exercícios sociais corresponderão aos anos civis, pelo que 
anualmente será dado um balanço que, reportando­se a trinta e um de 
Dezembro,   deverá   estar   escrito   e   assinado   até   finais   de   Março 
imediato.
Dois – Os lucros líquidos apurados no final de cada exercício, após 
a dedução de cinco a dez por cento para o fundo de reserva legal e 
quaisquer outros que venham a ser criados, serão distribuídos pelos 
sócios na proporção das suas quotas.
Três  – Nos termos e dentro dos limites legalmente estabelecidos, 
podem ser feitos aos sócios adiantamentos sobre os lucros no decurso 
do exercício.
Artigo décimo Terceiro
      A   sociedade   dissolve­se   nos   casos   indicados   na   lei,   e   a 
liquidação será feita pelos gerentes, salvo deliberação diferente 
da   assembleia­geral   que,   em   todo   o   caso,   fixará   o   prazo   e   as 
condições dessa liquidação.
Artigo Décimo Quarto
       Em tudo o omisso regularão as disposições da Lei sobre a 
sociedade por quotas e demais legislação aplicável.
      Assim disse e outorgou.
         Instruí este acto as procurações assinadas pelos sócios 
conferindo   poderes   de   representação,   a   declaração   anexa   a 
procuração e a certidão passada por este serviço, datada de vinte 
e dois  de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir 
matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou 
outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com 
aquela que me foi presente e arquivo.
  Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora  
________________________           ______________________
     
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto  de Constituição de Sociedade
Aos dez dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas, sito na   Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciado, Gregório Cardoso 
Santiago, por impedimento de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, 
Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, 
compareceu, como  outorgantes:
     Primeiro:IVO TAVARES MORENO, maior, solteiro, natural de 
Conceição   Distrito   de   Água   Grande   ­   S.Tomé,   bilhete   de 
identidade   nº   148998   passado   pelo   centro   de   Identificação 
Civil e Criminal de São Tomé em vinte e cinco de janeiro de 
dois mil e dez, residente em Riboque – São Tomé, que outorgapor si e na qualidade de procurador dos Senhores  FRANCISCO 
JAVIER   LOZANO   CHIMENO,maior,divorciado,natural   de   Aitona, 
Espanha– República de Espanhã,residente em Espanha, passaporte 
nº  AC066727  passado pelas autoridades Espanholas aos doze de 
Janeiro   de   dois   mil   e   cinco,   de   nacionalidade   Espanhola  e 
FRANCISCO JAVIER RAMOS SANTIAGO,maior,  casado   com Asuncion 
Guerra   sob   o   regime   de   separação   de   bens,   passaporte   nº 
Q762676 passado pelas autoridades Espanholas aos vinte e seis 
de Março de dois mil e três, natural de Santa Maria de Guia ­ 
Palmas, onde reside, de nacionalidade espanhola, conforme a 
procuração datada de  dezanove de Novembro de dois mil e dez, 
devidamente legalizada.
Segundo: JOSÉ EUGÉNIO DA SILVA PATRÍCIO, maior, solteiro, 
natural   de   Lisboa   –   Portugal,bilhete   de   identidade   número 
137296 passado pelo centro de identificação civil e criminal 
de   São   Tomé  em   trinta   e  um   de   Março  de   dois  mil  e   oito, 
residente   em   Vila   Dolores,   de   nacionalidade   santomense   que 
outorga  na   qualidade   de  procurador   do   Sr.  EDUARDO   FERREIRA 
TAVARES, maior, casado com Margarida Tavares, sob o regime de 
comunhão de bens adquiridos, natural de Santo Amaro, Distrito 
de Lobata, bilhete de Identidade número 12028, emitido pelo 
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em seis 
de Janeiro de dois mil e dez, de nacionalidade santomense, 
conforme a procuração datada de cinco de Novembro de dois mil 
e dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo.
Terceiro:SILÚ DE CEITA DOS SANTOS,maior,solteiro, natural 
de   Lobata,bilhete   de   identidade   número   78112,emitido   pelo 
Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé, em vinte 
e sete de Julho de dois mil e nove,residente na Avenida da 
conceição,   Distrito   de   Água   Grande,de   nacionalidade 
santomense.
  Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos 
seus bilhetes de identidade.
E por  eles, foi  declarado: Que pela presente escritura 
os   representados   do   primeiro   e   do   segundo   outorgante   e   o 
terceiro   outorgante   resolveram,entre   si,constituir   uma 
sociedade   por   quotas   de   responsabilidade   limitada,sob 
denominação  «GOOD EVENTS STP, LDA»  que se regerá nos termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
(Denominação, sede e duração)
A Sociedade adopta a denominação de “Good Events STP,Lda.”, e 
tem   a   sua   Sede   na   Cidade   de   S.Tomé,   podendo   no   entanto, 
estabelecer delegações e escritórios noutros pontos do País ou 
no estrangeiro, sendo a sua duração por tempo indeterminado. 
Artigo Segundo
(Objecto)
Good Events STP Lda.,dedicar­se­á fundamentalmente a:
Um   –   Concepção,   construção,   colocação   e   gestão   de 
papeleiras e outdoors e mobiliário urbano;
Dois–   Organização   de   festas,competições   desportivas   e 
desportos náuticos e aquáticos;
Três   –Promoção   de   produtos   culturais   nacionais   nas 
praias;
Quatro ­ Aluguer de pequenos barcos de recreio e motas;
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Único – Mediante acordo dos Sócios, a Sociedade poderá 
dedicar­se   a   qualquer   outro   ramo   de   actividade   incluindo 
comercial   de   importação   e   exportação,   consoante   legislação 
nacional e, participar no capital social de outras Sociedades 
cujos objectivos a sejam semelhantes ou não. 
Artigo Terceiro
(Capital social)
Um – O Capital Social inicial é de cento e cinquenta milhões 
de   dobras   (150.000.000,00   STD),  integralmente   realizado   em 
dinheiro, dividido em cinco quotas, assim distribuídas:
Duas   no   valor   de   setenta   e   cinco   milhões   de   dobras, 
equivalente   a   50%   do   capital   social,   subdividida   em   duas 
partes   iguais   pertencentes   aos   sócios  Ivo   Tavares   Moreno   e 
Francisco Javier Lozano Chimeno;
Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 20% do 
capital social pertencente ao sócio Francisco Javier Santiago 
Ramos.
Duas quotas no valor de quarenta e cinco milhões de dobras, 
equivalente   a   30%   do   capital,   subdividida   em   duas   partes 
iguais pertencentes ao sócio  Eduardo Ferreira Tavares e Silú 
de Ceita dos Santos.
Dois – A cessão de quotas à terceiros só poderá ser efectuada 
por   deliberação   dos   Sócios   em   Assembleia­geral,   tendo   os 
mesmos sempre, o direito de preferência. 
Três   –  As   deliberações   concernentes   ao   aumento   do   Capital 
Social serão consensualmente tomadas pela Assembleia de Sócios 
convocada para o efeito.
Artigo Quarto
(Gerência)
Um  – A gerência da sociedade é exercida por três dos sócios 
indigitados na Assembleia de Sócios, por um período de um (1) 
ano renovável por iguais períodos em Assembleia dos Sócios, 
remunerados ou não,  podendo deliberar de outra forma, caso a 
necessidade operacional da Sociedade o justifique
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Dois  – A  Sociedade será representada em juízo ou fora dele, 
activa e passivamente pelos Sócios Gerentes, e do mesmo modo, 
nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a 
Sociedade,   sendo   que,   nesses   casos   é   exigida   a   assinatura 
conjunta   do   sócio   Ivo   Tavares   Moreno,   para   o   efeito, 
devidamente autenticada com o carimbo em uso na Sociedade.
Três  – Os Gerentes  poderão   delegar  em outros   sócios  ou em 
pessoas estranhas à Sociedade todos ou parte dos seus poderes 
de gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato em 
nome da Sociedade, ouvido a Assembleia dos Sócios convocada 
para o efeito.
Quatro – Exceptuando a assinatura do sócio Ivo Tavares Moreno 
que não carece de outras, os cheques da Sociedade só poderão 
ser movimentados mediante as assinaturas conjuntas dos dois 
sócios gerentes.
Artigo Quinto
(Fiscalização de contas)
As  contas  sociais  serão  auditadas  sempre   que e por  quem a 
Assembleia de Sócios deliberar.
Artigo Sexto
(Assembleia de sócios)
Um ­ Haverá uma reunião ordinária anual, a realizar­se até o 
dia   trinta   e   um   de   Março,   para   aprovação   dos   inventários, 
relatório e contas, relativos ao exercício do ano findo, bem 
como respectiva proposta de afectação de resultados e,
Dois  ­ Sempre que se torne necessário tratar de assuntos de 
interesse da Sociedade, sob solicitação de, pelo menos três 
Sócios, a Assembleia reunirá extraordinariamente. 
Artigo Sétimo
(Distribuição dos dividendos)
Os   resultados   apurados   em   cada   exercício   findo   terão   o 
seguinte destino:
a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal;
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b)   A  parte   restante   será   distribuída   pelos   Sócios,   na 
proporção das respectivas quotas  e, na mesma proporção serão 
suportados os prejuízos se os houver. 
Artigo Oitavo
(Resolução de conflitos)
Um  – Os eventuais litígios que possam surgir a respeito do 
presente   estatuto,   serão   resolvidos   amigavelmente   ou   por 
arbitragem unanimemente aceite pelos sócios.
Dois – Só depois de esgotados todos os meios de conciliação, 
deverão ser submetidos ao tribunal, sendo competente o foro de 
S.Tomé.
Três – Na parte não prevista no presente estatuto, a sociedade 
reger­se­á   pelas   disposições   aplicáveis   às   sociedades   por 
quotas de responsabilidade limitada.
Artigo Nono
(Dissolução e liquidação)Um  –   Para   os   fins   dos   presente   Estatuto   a   dissolução   da 
Sociedade   far­se­á   nos   casos   previstos   na   Lei   ou   em 
conformidade   com   a   deliberação   unânime   dos   sócios   em 
Assembleia­geral.
Dois – A Assembleia ­ geral que deliberar sobre a dissolução 
da sociedade, determinará o prazo para a liquidação e nomeará 
os respectivos liquidatários.
Três – A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição 
de   qualquer   dos   sócios,   continuando   com   herdeiros   ou 
representantes legais do falecido ou interdito.
Artigo Décimo
(Legislação aplicável)
Na   parte   não   expressamente   prevista   neste   Estatuto,   a 
Sociedade   reger­se­á   pelas   disposições   legais   aplicáveis   às 
Sociedades por quotas de responsabilidade limitada.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí   este   acto   a   procuração   conferindo   poderes   de 
representação aos Srs. Ivo Tavares Moreno e  José Eugénio da 
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Silva Patrício, bem como a certidão passada por este serviço, 
datada de oito de Dezembro de dois mil e dez, donde se ve não 
existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
   ______________________ ______________________ 
   ______________________              
      
   ______________________   
   ______________________
  
   
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Acto  de Constituição de Sociedade
   Aos sete dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora   do   referido   serviço,compareceram   como 
outorgantes:
    Primeiro:Erliney   Ângelo   do   Espirito   Santo   Ribeiro,de 
nacionalidade   Santomense,natural   de   Lobata   –   São   Tomé, 
solteiro,nascido aos 24 de Setembro de 1987,residente em Vila 
Dolores,Distrito de água­Grande,São Tomé e Príncipe.
  Segundo:Hirondina   Quaresma   do   Nascimento,de   nacionalidade 
Santomense, natural de Conceição ­ São Tomé,solteira,nascido 
aos   21   de   Outubro   de   1963,residente   em   Campo   de   Milho, 
Distrito de Água­Grande, São Tomé e Príncipe.
  Terceiro:Fernando   Afonso   Ribeiro,de   nacionalidade 
Santomense,natural de Trindade – São Tomé,solteiro,nascido aos 
09 de Outubro de 1958,residente em Campo de Milho,Distrito de 
Água ­Grande, São Tomé e Príncipe.
  Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,primeiro   por 
conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 96975 de 
24 de Setembro de 2010, emitido  pelo centro de identificação 
civil e criminal, o segundo outorgante por exibição do seu 
Bilhete de Identidade, nº  33430  de 07 de Fevereiro de 2007, 
emitido   pelo centro de identificação civil e criminal e o 
terceiro outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade, 
nº 38138 de 18 de Novembro de 2002,  emitido  pelo centro de 
identificação civil e criminal.
    E   por   eles   foi   declarado:   Que   pela   presente 
escritura,resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por 
quotas   de   responsabilidade   limitada  sob   denominação  «GRUPO 
RIBEIRÃO,LDA.» que se regerá nos termos constantes dos artigos 
seguintes: 
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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ARTIGO PRIMEIRO
(Natureza, Denominação e Sede)
1. A   Sociedade   por   quotas   de   responsabilidade   limitada, 
adopta a denominação de “GRUPO RIBEIRÃO, Lda” e tem a sua 
sede na cidade capital de São Tomé.
2. Por   simples   deliberação   da   Assembleia­Geral,   a   sede 
social poderá ser transferida para outro local do País, 
assim   como   poderão   ser   abertas   ou   encerradas   filiais, 
sucursais,   delegações,   escritórios   ou   outras   formas   de 
representação,   em   qualquer   outro   local,   mesmo   no 
estrangeiro.
ARTIGO SEGUNDO
(Integração de novos Sócios)
A   Sociedade   pode   integrar   novos   sócios,   sejam   eles 
pessoas singulares ou colectivas.
ARTIGO TERCEIRO
(Duração e Início)
A Sociedade durará por tempo ilimitado, iniciando a sua 
actividade na data da sua constituição.
ARTIGO QUARTO
(Objecto Social)
A   Sociedade   tem   como   objecto,   o   Comércio   Geral,   como 
importação   e   exportação,   Construções,   Investimentos, 
agricultura, pecuária, indústria, pesca, hotelaria e prestação 
de serviços.
ARTIGO QUINTO
(Capital Social)
      O   capital   social   é   de   Dbs:   500.000.000,00   (Quinhentos 
Milhões   de   Dobras),integralmente   subscrito   e   realizado, 
correspondendo   à   soma   de   três   quotas,sendo   uma   de   Dbs: 
200.000.000,00(Duzentos   Milhões   de   Dobras)representando 
Quarenta   por   Cento,pertencente   ao   sócio   Erliney   Ângelo   Do 
Espirito   Santo   Ribeiro,outro   igualmente   de   Dbs: 
200.000.000,00(Duzentos   Milhões   de   Dobras),representando 
também   Quarenta   por   Cento,pertencente   à   sócia   Hirondina 
Quaresma   Do   Nascimento,e   outra   de   Dbs:100.000.000,00   (Cem 
Milhões de Dobras),representando vinte por Cento,pertencente 
ao sócio Fernando Afonso Ribeiro.
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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ARTIGO SEXTO
(Transmissão de Quota)
1. A   cessão   de   quotas,   no   todo   ou   em   parte,   depende   do 
consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão 
por morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, 
casos  em  que nem  mesmo  a  divisão  de quotas   carece  de 
consentimento da Sociedade.
2. Em   caso   de   cessão   onerosa   de   quotas,   todos   os   demais 
sócios beneficiam de direito de preferência.
ARTIGO SÉTIMO
(Amortização de Quotas)
1. A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas 
situações previstas na lei e nos casos em que as quotas 
sejam   empenhadas,   arroladas,   arrestadas,   penhoradas   ou 
incluídas   em   massa   falida   ou   insolvente,   ou   quando 
qualquer   sócio,   directa   ou   indirectamente,   impeça   a 
regular   operação   da   Sociedade,   ou   promova   o   seu 
descrédito.
2. Nos   casos   previstos   no   número   anterior,   o   valor   de 
contrapartida da amortização será igual ao valor da quota 
a amortizar.
ARTIGO OITAVO
(Balanço e Lucros)
1. Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do 
mês de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão 
apurados,   depois   de   deduzir   a   percentagem   que   fôr 
estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer 
outro, previamente acordados pela Assembleia­Geral.
2. Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão 
distribuídos aos sócios, se a Assembleia­Geral deliberar 
nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes e 
representados na reunião em que tal matéria constar da 
Ordem de Trabalhos.
3. A   distribuição   dos   lucros   pelos  sócios,  será   feita   na 
proporção das suas quotas.
4.  Os prejuízos, se os houver, serão igualmente suportados 
pelos sócios, na proporção das suas quotas.
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ARTIGO NONO
(Gerência)
1. É   nomeado   Gerente,   o   Sócio   Erliney   Ângelo   Do   EspiritoSanto Ribeiro.
2. Para   que   a   Sociedade   fique   validamente   obrigada,   é 
suficiente a assinatura do Gerente.
3. A Sociedade poderá constituir procuradores  mesmo que já 
sejam Gerentes – para a prática de determinados actos e 
contratos   ou   para   a   prática   de   actos,   negócios   e 
contratos específicos, casos em que a Sociedade ficará 
obrigada nos termos estabelecidos nos mandatos.
ARTIGO DÉCIMO
(Assembleia Geral e Deliberações)
1. As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas com pelo 
menos quinze dias de antecedência.
2. Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de voto, 
em carta por ele assinada.
3. Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
(Dissolução)
1. Por   morte   ou   interdição   de   qualquer   dos   sócios,   a 
Sociedade poderá não se dissolver, se assim fôr entendido 
por consenso, caso em que ela continuará com os sócios 
sobrevivos   e   capazes   e   os   herdeiros   dos   falecidos   ou 
falecido   ou   representantes   legais   dos   interditos   ou 
interdito, devendo estes nomear um que a todos represente 
na   Sociedade,   enquanto   a   respectiva   quota   permanecer 
indivisa.
2. Se a Sociedade fôr dissolvida por acordo dos sócios e nos 
demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários 
e a partilha será efectuada conforme fôr acordado.
3. Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender, será o 
activo   social   licitado   no   seu   todo,   com   obrigação   do 
pagamento do passivo, e adjudicado ao sócio que melhor 
preço oferecer, em igualdade de condições.
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4. A operação da licitação e adjudicação será conduzida por 
uma   Comissão   mediadora   de   quatro   membros,   sendo   um 
designado por entidade pública competente e três outros 
designados   por   cada   um   dos   sócios   ou   seus   legítimos 
representantes.
ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO
(Conflito)
Para todas as questões emergentes do presente Estatuto, 
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer 
entre eles e a própria Sociedade, fica estipulado o foro da 
Comarca de São Tomé, com renúncia expressa a qualquer outro.
ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
(Casos Omissos)
No omisso, regularão as deliberações sociais, desde que 
tomadas em forma legal, à luz das disposições legais vigentes 
e aplicáveis em São Tomé e Príncipe.
 
Assim disseram e outorgaram.
Instrui este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de sete de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
  Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
   ______________________ ______________________ 
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos vinte dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché Único para empresas,sito na  Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de 
notária,compareceu como  outorgante:
       NUNO   MIGUEL   CORREIA   PAULINO   VIEGAS   E   SANTOS,maior, 
solteiro, natural Alhos Vedros ­ MOITA ­ Portugal,residente 
acidentalmente   em   São   Tomé,de   nacionalidade   Portuguesa,que 
outorga   na   qualidade   de   mandatário   da   sociedade  HBD   STP 
INVESTIMENTOS TURISTISCO UNIPESSOAL,LDA., sociedade unipessoal 
por quotas de responsabilidade limitada, com sede em Monte da 
Amendoinha,Cardosal,Loulé,Distrito de Faro,concelho de Loulé, 
na   freguesia   Querença   8100   115,de   capital   de   cinquenta   mil 
euros,   matriculada   sob   o   número   509617778,com   averbamento 
Insc.1­AP.106/20101129   15:55:49   UTC   na   conservatória   do 
registo comercial de Lisboa.
  Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do 
seu passaporte número L260095 emitido pelo Governo Civil de 
Faro.
E por   ele, na qualidade que representa,foi   declarado: 
Que   pela   presente   escritura,   a   sua   representada   resolveu 
constituir   uma  sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   denominação  HBD   RESORTS 
OPERATIONS UNIPESSOAL,LDA.,que se regerá nos termos constantes 
dos artigos seguintes: 
Artigo 1º
(Tipo e Firma)
A Sociedade adopta o tipo de sociedade por quotas e a firma 
HBD Resorts Operations Unipessoal, Lda.
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Artigo 2º
(Sede)
1.   A   Sociedade   tem   a   sua   sede   no   Príncipe,   na  República 
Democrática de São Tomé e Príncipe.
2.   Por   simples   deliberação   da   gerência,   pode   a   sede   ser 
deslocada dentro do território nacional, podendo ainda ser 
criadas   sucursais,   filiais,   agências   ou   outras   formas   de 
representação no território nacional ou no estrangeiro. 
Artigo 3º
(Objecto)
1.A Sociedade tem por objecto as seguintes actividades: 
   a)Gestão de estabelecimentos turísticos;
  b)Exploração   de   unidades   hoteleiras   e   similares, 
restauração, bares e discotecas;
   c)Administração de imóveis, incluindo o arrendamento dos 
mesmos; 
   d)Promoção e actividade imobiliária, incluindo actividade 
imobiliária turística.
2. A Sociedade poderá ainda, por deliberação da Assembleia 
Geral, participar em Agrupamentos Complementares de Empresa 
e,   bem   assim,   subscrever   ou   adquirir   acções   ou   quotas   em 
sociedades   de   responsabilidade   limitada,   na   República 
Democrática   de   São   Tomé   e   Príncipe   ou   no   estrangeiro, 
qualquer   que   seja   o   objecto   e   ainda   que   sujeitas   a   leis 
especiais. 
Artigo 4º
(Capital Social)
1. O capital social, integralmente realizado em numerário, é 
de STD 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentas mil 
Dobras), pertencente à Sócia Única, HBD STP – Investimentos 
Turísticos, Unipessoal, Lda.
2. Aos Sócios poderão ser exigidas prestações suplementares 
de   capital   até   a   um   montante   equivalente   a   dez  vezes   o 
capital social.
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Artigo 5º
(Cessão de Quotas)
1.   A   cessão   de   quotas,   total   ou   parcial,   entre   Sócios   é 
livre, mas se feita a terceiros depende do consentimento da 
Sociedade em primeiro lugar e do(s) Sócio(s) não cedente(s) 
em segundo, o(s) qual(is) tem(rão) direito de preferência.
2. É proibida a constituição de penhor ou qualquer outro ónus 
ou   encargo   sobre   quotas,   para   garantia   de   obrigações 
assumidas   pelos   Sócios,   excepto   quando   resulte   de   acordo 
entre todos os Sócios.
Artigo 6º
(Amortização de Quotas)
A Sociedade poderá amortizar a quota, mesmo que tal implique 
a   redução   do   capital   social,   quando   estas   hajam   sido 
penhoradas,   arroladas,   arrestadas   ou,   por   qualquer   forma, 
judicialmente   apreendidas,   ou,   ainda,   nos   casos   de 
insolvência   de   qualquer   Sócio,   ou   quando,   fora   dos   casos 
previstos na lei, for cedida sem consentimento da Sociedade 
ou dos Sócios.
Artigo 7º
(Gerência)
1. A Sociedade terá um ou mais gerentes, remunerados ou não, 
conforme deliberado em Assembleia Geral.
2. A Sociedade obriga­secom a intervenção de um gerente, 
excepto em actos de valor superior a   25.000,00 (vinte e€  
cinco   mil   euros),   caso   em   que   será   exigível   prévia 
deliberação da Assembleia Geral.
Artigo 8º
(Assembleias Gerais)
1. As Assembleias Gerais serão convocadas por carta registada 
aos Sócios, com a antecedência mínima prevista na lei.
2. Os Sócios podem livremente designar quem os represente nas 
Assembleias Gerais.
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a certidão de registo da empresa HBD 
STP ­ Investimentos Turísticos Unipessoal Limitada, a Acta de 
Assembleia   Geral   que   deliberou   a   criação   da   empresa   HBD 
RESORTS   OPERATIONS   UNIPESSOAL   LIMITADA,   a   procuração 
conferindo poderes de representação e a certidão passada por 
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este serviço, datada de vinte de Dezembro de dois mil e dez, 
donde   se   vê   não   existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma 
sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma 
semelhante   possa   induzir   em   erro,   com   aquela   que   me   foi 
presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora 
 _________________________ _______________________ 
      
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos vinte dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, 
no   Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amilcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,  exercendo 
o cargo de notária, compareceu, como  outorgante:
       NUNO   MIGUEL   CORREIA   PAULINO   VIEGAS   E   SANTOS,maior, 
solteiro, natural Alhos Vedros ­ MOITA ­ Portugal,residente 
acidentalmente   em   São   Tomé,de   nacionalidade   Portuguesa,que 
outorga   na   qualidade   de   mandatário   da   sociedade  HBD   STP 
INVESTIMENTOS TURISTISCO UNIPESSOAL, LDA.,sociedade unipessoal 
por quotas de responsabilidade limitada, com sede em Monte da 
Amendoinha   Cardosal,   Loulé,   Distrito   de   Faro,   concelho   de 
Loulé, na freguesia Querença 8100 115, de capital de cinquenta 
mil euros, matriculada sob o número 509617778, com averbamento 
Insc.   1­AP.106/20101129   15:55:49   UTC   na   conservatória   do 
registo comercial de Lisboa.
  Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do 
seu passaporte número L260095 emitido pelo Governo Civil de 
Faro.
E por   ele, na qualidade que representa,foi   declarado: 
Que   pela   presente   escritura   a   sua   representada   resolveu 
constituir   uma  sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   denominação  HBD   TOURISM 
INVESTMENTS   UNIPESSOAL,   LDA  que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo 1º
(Tipo e Firma)
A Sociedade adopta o tipo de sociedade por quotas e a firma 
HBD  TOURISM INVESTMENTS UNIPESSOAL, LDA.
Artigo 2º
(Sede)
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Um­   A   Sociedade   tem   a   sua   sede   no   Príncipe, na República 
Democrática de São Tomé e Príncipe.
Dois­ Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser 
deslocada   dentro   do   território   nacional,   podendo   ainda   ser 
criadas   sucursais,   filiais,   agências   ou   outras   formas   de 
representação no território nacional ou no estrangeiro. 
Artigo 3º
(Objecto)
Um­ A Sociedade tem por objecto as seguintes actividades: 
  ­ Consultadoria e prestação de serviços diversos na área 
turística   e   do   entretenimento;   Formação   e   certificação 
profissional,   incluindo   o   desenvolvimento   de   cursos 
específicos na área de hotelaria e turismo;
Dois­ A Sociedade poderá ainda, por deliberação da Assembleia 
Geral, participar em Agrupamentos Complementares de Empresa 
e,   bem   assim,   subscrever   ou   adquirir   acções   ou   quotas   em 
sociedades   de   responsabilidade   limitada,   na   República 
Democrática   de   São   Tomé   e   Príncipe   ou   no   estrangeiro, 
qualquer   que   seja   o   objecto   e   ainda   que   sujeitas   a   leis 
especiais. 
Artigo 4º
(Capital Social)
Um­ O capital social, integralmente realizado em numerário, é 
de STD 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentas mil 
Dobras), pertencente à Sócia Única, HBD STP – Investimentos 
Turísticos, Unipessoal, Lda.
Dois­   Aos   Sócios   poderão   ser   exigidas   prestações 
suplementares de capital até a um montante equivalente a dez 
vezes o capital social.
Artigo 5º
(Cessão de Quotas)
Um­   A   cessão   de   quotas,   total   ou   parcial,   entre   Sócios  é 
livre, mas se feita a terceiros depende do consentimento da 
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Sociedade em primeiro lugar e do(s) Sócio(s) não cedente(s) 
em segundo, o(s) qual(is) tem(rão) direito de preferência.
Dois­ É proibida a constituição de penhor ou qualquer outro 
ónus ou encargo sobre quotas, para garantia de obrigações 
assumidas   pelos   Sócios,   excepto   quando   resulte   de   acordo 
entre todos os Sócios.
Artigo 6º
(Amortização de Quotas)
A Sociedade poderá amortizar a quota, mesmo que tal implique 
a   redução   do   capital   social,   quando   estas   hajam   sido 
penhoradas,   arroladas,   arrestadas   ou,   por   qualquer   forma, 
judicialmente   apreendidas,   ou,   ainda,   nos   casos   de 
insolvência   de   qualquer   sócio,   ou   quando,   fora   dos   casos 
previstos na lei, for cedida sem consentimento da sociedade 
ou dos sócios.
Artigo 7º
(Gerência)
Um­ A Sociedade terá um ou mais gerentes, remunerados ou não, 
conforme deliberado em Assembleia Geral.
Dois­ A Sociedade obriga­se com a intervenção de um gerente, 
excepto em actos de valor superior a   25.000,00 (vinte e€  
cinco   mil   euros),   caso   em   que   será   exigível   prévia 
deliberação da Assembleia Geral.
Artigo 8.º
(Assembleias Gerais)
Um­  As   Assembleias   Gerais   serão   convocadas   por   carta 
registada aos Sócios, com a antecedência mínima prevista na 
lei.
Dois­ Os Sócios podem livremente designar quem os represente 
nas Assembleias Gerais.
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a certidão de registo da empresa HBD 
STP – Investimentos Turísticos Unipessoal Limitada, a Acta da 
Assembleia   Geral   que   deliberou   a   criação   da   empresa   HBD 
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Tourism   Investments   Unipessoal,   Limitada,   a   procuração 
conferindo poderes de representação e a certidão passada por 
este serviço, datada de vinte de Dezembro de dois mil e dez, 
donde   se   vê   não   existir   matriculada   neste   secção   nenhuma 
sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma 
semelhante   possa   induzir   em   erro,   com   aquela   que   me   foi 
presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora 
 _________________________ _______________________ 
      
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Acto  de Constituição de Sociedade
   Aos vinte três dias do mês de Novembro do ano dois mil edez, 
no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada  Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,   Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária compareceram, como  outorgantes:
   Primeiro:Hélio Manuel Alves Ventura,maior,casado com Ana Lúcia 
Medeiros   em   regime   de   comunhão   de   bens   adquiridos,   natural   de 
Campo Grande­Lisboa,portador do passaporte nº J882218,emitido em 
14   de   Abril   de   2009,residente   na   Avenida   Marginal   12   de 
Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa.
   Segundo:Vera Lúcia da Costa Barreto,maior,solteira,natural de 
Caldas da Rainha­Portugal,portadora do B.I nº 1552277,residente em 
Budo Budo,Distrito de Água­Grande,de nacionalidade Santomense.
   Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição 
do seu passaporte nº J882218,emitido em 14 de Abril de 2009 pelo 
Governo   Civil   de   Lisboa   e   segundo   pela   exibição   do   B.I   nº 
155277,emitido   em   18   de   Outubro   de   2010   pelo   Centro   de 
Identificação Civil e Criminal de S.Tomé e Príncipe.
      E  por    eles   foi    declarado:  Que   pela  presente  escritura, 
resolveram   entre   si   constituir   uma   sociedade     por   quota   de 
responsabilidade limitada sob a denominação Hélio & Vera,Limitada 
que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
                 
Artigo Primeiro
   Um ­A Sociedade adopta a denominação de Hélio & Vera, Limitada 
e tem a sua sede na Cidade de S. Tomé.
   Dois  – Por deliberação dos sócios a sociedade poderá mudar o 
local da sede dentro do mesmo Distrito ou para qualquer outro 
Distrito   e   bem   assim   abrir   sucursais,   agências,   delegações   ou 
outras   formas   de   representação   no   território   nacional   ou   no 
estrangeiro. 
Artigo Segundo
   Um ­ O seu objecto social consiste na importação e exportação, 
comércio   e   serviços,   representações,   realização   de   actividades 
conexas,   sem   exclusão   de   qualquer   outro   ramo   de   comércio   ou 
indústria que entenda explorar, para o qual obtenha os necessários 
alvarás, licenças ou autorizações.
   Dois ­ A sociedade poderá ainda associar­se com outras pessoas 
jurídicas,   para   nomeadamente,   formar   novas   sociedades, 
agrupamentos complementares de empresas, consórcios e associações 
em   participação,   bem   como   subscrever   e   participar   no   capital 
social de outras sociedades constituídas ou a constituir.
Artigo Terceiro
    A   sua   duração   é   por   tempo   indeterminado   e,   para   todos   os 
efeitos, o seu início se contará a partir da data da celebração da 
presente escritura pública.
Artigo Quarto
    Um­O capital social,integralmente realizado em dinheiro, é de 
STD 150.000.000,00(cento e cinquenta milhões de Dobras)e encontra­
se   dividido   em   duas   quotas,uma   de   STD  75.000.000,00(setenta   e 
cinco milhões de Dobras),pertencente ao sócio  Hélio Manuel Alves 
Ventura,e outra de STD  75.000.000,00(setenta e cinco milhões de 
Dobras),pertencente à sócia Vera Lúcia da Costa Barreto.  
   Dois­O capital social poderá ser elevado por uma ou mais vezes 
quando o aumento for deliberado em assembleia geral.
   Três­Na   subscrição   de   quaisquer   novas   quotas   terão   sempre 
preferência   os   sócios   na   proporção   das   quotas   que   no   momento 
possuírem.
Artigo Quinto
    Não   são   exigíveis   prestações   suplementares   de   capital,   mas 
qualquer   dos   sócios   poderá   fazer   suprimentos   à   sociedade,   nas 
condições que serão fixadas pela assembleia­geral.
Artigo Sexto
  Um­ É livre a cessão de quotas entre os sócios, mas a pessoas 
estranhas à sociedade fica dependente de autorização da assembleia 
geral.
  Dois ­ Só poderão efectuar­se cessões de quotas a estranhos se a 
sociedade,   em   primeiro   lugar,   e   os   sócios,   em   segundo,   não 
preferirem optar pelo valor do último balanço aprovado.
  Três ­ Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de 
preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na 
proporção das respectivas quotas.
Artigo Sétimo
   Um  ­A   sociedade   poderá   adquirir   quotas,   como   também   poderá 
amortizá­las:
       a) Por acordo com o respectivo titular;
         b) No caso de a quota ser penhorada ou arrestada ou se 
existir   risco   de   uma   alienação   judicial   ou,   de   qualquer   modo, 
deixar de estar na livre disponibilidade do seu titular;
      c)Em caso de, por efeito de partilha em vida do sócio, seja 
por   motivo   de   divórcio   ou   outro,   a   quota   ou   parte   dela   ser 
adjudicada a pessoa que não seja sócio;
      d) No caso de falecimento ou interdição de qualquer sócio.
  Dois ­ A amortização considera­se efectuada seja pela assinatura 
do correspondente recibo, seja pelo depósito num estabelecimento 
bancário.
  Três ­ O preço da amortização ou da aquisição será o apurado num 
balanço especialmente elaborado para o efeito.
Artigo Oitavo
   Um  ­   A   administração   e   representação   da   sociedade   perante 
terceiros, em juízo ou fora dele, activa e passivamente compete a 
um ou mais gerentes nomeados, com ou sem remuneração e com ou sem 
dispensa de caução, conforme for deliberado pela Assembleia­geral.
   Dois  ­ A sociedade obriga­se pela intervenção e assinatura do 
Gerente, ou de um ou mais procuradores, no âmbito dos poderes 
constantes da respectiva procuração.
   Três  ­ A gerência tem a faculdade de nomear mandatários ou 
procuradores,   conferindo­lhes   poderes   necessários   à   prática   de 
determinados actos ou categorias de actos, podendo fixar­lhes o 
âmbito e duração do mandato.
   Quatro  ­ Fica expressamente proibido ao gerente usar a firma 
social em actos ou contratos estranhos à sociedade, designadamente 
fianças, abonações, letras de favor e actos semelhantes, sob pena 
de responder perante a sociedade pelas perdas e danos a que der 
causa.
Artigo Nono
    A convocação da assembleia­geral será feita por carta simples 
expedida, pelo menos, com 15 dias de antecedência do dia designado 
para a sua realização, podendo os sócios fixar, de comum acordo, 
um período mais curto, sempre que for necessário.
Artigo Décimo
  Anualmente será dado um balanço que, reportando­se a trinta e um 
de Dezembro, deverá estar escrito e assinado até finais de Março 
imediato.
Artigo Décimo Primeiro
  Os lucros líquidos no final de cada exercício, após dedução dos 
valores   legais   para   constituição   do   fundo   de   reserva,   terão   o 
destino que for deliberado em assembleia­geral em consonância com 
as disposições legais aplicáveis.
Artigo Décimo Segundo
  A   sociedade   dissolve­se   nos   casos   indicados   na   lei,   e   a 
liquidação será feita pelos gerentes, salvo deliberação diferente 
da   assembleia­geral   que,   em   todo   o   caso,   fixará   o   prazo   e   as 
condições dessa liquidação.
Artigo Décimo Terceiro
   Em tudo o omisso regularão as disposições legais aplicáveis na 
matéria.
    Assim disseram e outorgaram.
    Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado 
aos vinte dois de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em 
erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
    Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades 
legais.
Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora  
________________________           ______________________
     ________________________
    
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos sete dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no  Guichet    Único  para  empresas,   sito na   Avenida  AmilcarCabral, cidade de Sao Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA 
TRINDADE,   Directora   do   referido   serviço,   compareceu,   como 
outorgante:
MARIA LUÍZA DE MELO DIAS TRIGUEIROS,de 55 anos de idade, 
casada, natural de Trindade, Distrito de Mé­Zóchi – São Tomé, 
residente   em   Trindade,   Bilhete   de   Identidade   nº   22040,   de 
nacionalidade São Tomense. 
Verifiquei a identidade da outorgante, por conhecimento 
pessoal   e   pela   exibição   do   seu   Bilhete   de   Identidade,   n.º 
22040, de vinte e cinco de Junho de dois mil e sete, emitido 
pelo centro de identificação civil e criminal.
E por   ela foi   declarado: Que resolveu constituir uma 
sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada 
que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
ARTIGO PRIMEIRO
Tipo e Firma
A partir desta data, reger­se­á pelos preceitos da legislação 
aplicável e de acordo com os presentes estatutos a sociedade 
unipessoal por quotas com a denominação Oriente Unipessoal, 
Lda. 
ARTIGO SEGUNDO
Sede
1  – A Sociedade tem a sua sede na, Rua Bom D’Jau, Nº 94 A, 
Cidade da Trindade, São Tomé e Príncipe.
2  –   A   sede   social   poderá   ser   transferida   por   simples 
deliberação da gerência para qualquer outro local dentro do 
território nacional. 
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3  –   Por   deliberação   da   gerência,   a   sociedade   pode   criar 
sucursais,   agências,   delegações   ou   outras   formas   locais   de 
representação, no território nacional ou no estrangeiro.
ARTIGO TERCEIRO
Objecto e Duração
1 – A sociedade tem por objecto o exercício de actividades 
agro­industriais,   alimentares   e   de   bebidas,   indústrias 
subsidiárias   daquelas,   incluindo   as   do   frio,   ou   com   elas 
conexas e actividades comerciais, podendo ainda dedicar­se a 
qualquer   outro   ramo   do   Comércio   ou   Indústria   que   seja 
permitido   por   Lei.
2 – A sua existência jurídica será por tempo indeterminado e o 
seu começo conta­se, para todos os efeitos, a partir da data 
da sua constituição.
ARTIGO QUARTO
Capital Social
O capital social é de cento e cinquenta milhões de dobras, 
integralmente subscrito e realizado em dinheiro, representado 
por   uma   quota   única   de   igual   valor   nominal,   pertencente   à 
sócia única, a Sra. Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros.
ARTIGO QUINTO
Gerência e Representação
1 ­ A sociedade é gerida por uma gerente que é a sócia única, 
que   definirá   a   duração   do   seu   mandato   e   se   a   gerência   é 
remunerada ou não.
2  ­ A sociedade obriga­se com as assinaturas   da Gerente em 
actos   cujo   valor   material   ou   cujo   valor   das   obrigações 
assumidas não exceda o limite de 50 milhões de dobras. 
ARTIGO SEXTO
Aplicação de Resultados
O   destino   dos   lucros   líquidos   anuais   da  sociedade, 
evidenciados   pelos   documentos   de   prestação   de   contas   do 
exercício, será legalmente definido pela sócia única, a Sr.ª 
Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros. 
 
ARTIGO SÉTIMO
Disposições Finais
1– É nomeada Gerente, a iniciar imediatamente funções:
­ Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros
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2 – O mandato da Gerente, ora nomeada, terá a duração fixada 
pela própria sociedade.
3 –  Pode a sócia única nomear uma nova Gerência, no final do 
tempo previsto no n.° anterior.
4 ­ A sociedade inicia nesta data a sua actividade, pelo que a 
Gerência fica desde já autorizado a celebrar todos os negócios 
jurídicos e a praticar todos os actos jurídicos no âmbito do 
seu objecto social.
5  ­ A Gerência fica obrigado a tomar imediatamente todas as 
medidas e praticar todos os actos jurídicos necessários para 
que   a   sociedade   assuma   todas   as   obrigações   e   posições 
jurídicas,   activas   e   passivas,   emergentes   dos   contratos, 
acordos e actos jurídicos. 
ARTIGO OITAVO
Casos Omissos
1   ­   Nos   casos   omissos   regularão   as   disposições   legais   das 
sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada 
e a deliberação da sócia.
Assim disse e outorgou.
Instruí   este   acto   a   certidão   passada   pela   secção   dos 
Registos da Direcção Geral dos Registos e Notariado, datado de 
sete de Julho  de dois mil e dez, donde se vê não existir 
matriculada   naquela   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura da Outorgante       Assinatura da Directora 
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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Acto de Constituição de Sociedade
Ao um dia do mês de Dezembro do ano dois mil e dez,no Guiché 
Único para empresas,sito na  Avenida Amilcar Cabral,cidade de São 
Tomé,perante   mim   Licenciada  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra, 
Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de   notária, 
compareceu,como  outorgante:
 ADALZIRA DIAS BARBOSA NETO,maior,solteira,natural de Neves, 
residente na Avenida da Independência,Distrito de Água Grande,de 
nacionalidade Santomense.
Verifiquei a identidade da outorgante,pela exibição do seu 
bilhete   de   identidade   n.º52928,emitido   pelo   Centro   de 
Identificação Civil e Criminal.
E   por   ela  foi  declarado:   Que   resolveu     constituir   uma 
Sociedade   Unipessoal  por   Quotas  sob   a   denominação«CAJAMANGA 
UNIPESSOAL,LDA.» que se regerá nos termos constantes dos artigos 
seguintes:
Artigo Primeiro
(Denominação e sede)
A   sociedade   adopta   a   denominação«CAJAMANGA 
UNIPESSOAL,LDA.»com sede na cidade de S. Tomé, Distrito de Água 
Grande,   podendo   a   gerência,   mediante   simples   deliberação, 
transferir a sede para outro local dentro do território nacional, 
abrir   filiais,   sucursais,   agências   e   outras   formas   de 
representação  permanente  no País ou no estrangeiro, desde que 
permitida por lei.
Artigo Segundo
(Objecto e Duração)
Um ­ A sociedade tem por objecto comércio geral, vendas de 
vestuários, calçados, utensílios de modas, cosméticos, produtos 
de decoração, acessórios, importação e exportação, bem como todas 
as   actividades   necessárias   para   a   realização   do   seu   objecto 
social.
Dois – A sociedade tem a duração por tempo indeterminado e a 
sua existência conta­se a partir da data de sua constituição.
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Artigo Terceiro
(Capital Social)
O   capital   social   integralmente   subscrito   e   realizado   em 
dinheiro   é   de   STD.20.000.000,00(vinte   milhões   de   dobras) 
representado por uma única quota de cem por cento pertencente a 
sócia Adalzira Dias Barbosa Neto. 
Artigo Quarto
Prestações Suplementares
Mediante decisão da gerência poderá ser exigido a prestação 
suplementar ao capital. 
Artigo Quinto 
(Participação em outras Sociedades)
A   Sociedade   poderá   participar   em   quaisquer   outras 
Sociedades,   legalmente   constituídas,   independentemente   do 
respectivo  objecto social  e nacionalidade,  desde que não seja 
proibida por lei.
Artigo Sexto
(Gerência e Administração)
Um – A Gerência e a Administração da Sociedade, em todos os 
seus   actos   e   contratos,   em   juízo   e   fora   dele,   activa   e 
passivamente,  incumbe a sócia  Adalzira  Dias Barbosa Neto, quedesde já fica nomeada gerente, a qual definirá a duração do seu 
mandato e se a gerência será remunerada ou não.
Dois  – A sociedade poderá constituir além da sócia única, 
quaisquer outros gerentes ou mandatários com poderes gerais ou 
limites   de   gerência,   ou   ainda   para   quaisquer   outros   fins   de 
interesse social, mandatários esses que validamente obrigarão a 
sociedade nos limites dos poderes que lhes hajam sido conferidos.
Três  ­  Fica  vedado   aos   gerentes,   obrigar   a  sociedade   em 
actos   e   contratos   estranhos   aos   negócios   sociais,   tais   como 
letras de favor, fianças e abonações em documentos semelhantes.
Quatro – Compete a gerência, para além das funções que for 
definida pela sócia: 
a)   Manter,   instalar,   encerrar   ou   transferir   bens   móveis   ou 
imóveis dá­los ou tomá­los de locação, bem como, quanto aos 
imóveis, tomá­los de trespasse ou trespassa­los;
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b) Representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e 
passivamente,   propôr   e   seguir   acções,   confessa­las   e   delas 
desistir, transigir e comprometer­se em árbitros;
c) Adquirir, alienar ou, por qualquer forma, onerar quaisquer 
bens   ou   direitos,   móveis   ou   imóveis,   sujeitos   ou   não   a 
registo;
d) Manter, instalar, encerrar ou transferir estabelecimentos, 
fábricas, laboratórios, depósitos e armazéns, dá­los ou tomá­
los   de   arrendamento,   bem   como   tomá­los   de   trespasse   ou 
trespassá­los;
e) Negociar em quaisquer instituições de crédito, nomeadamente 
bancos   e   casas   bancárias,   todas   e   quaisquer   operações   de 
financiamento   activas   ou   passivas,   que   entenda   necessárias, 
designadamente contraindo empréstimos, nos termos, condições e 
forma que reputar convenientes;
f) Sem prejuízo da sua competência normal, mandatar qualquer 
representante  em operações  relativas ao seu objecto social, 
definindo a extensão do respectivo mandato;
g) Desempenhar as demais funções previstas neste contrato e na 
lei.
Cinco – A sociedade obriga­se pela assinatura de um ou dois 
gerentes, pela assinatura dos mandatários, nos termos definidos 
pela gerência de acordo com alínea f) do número anterior ou pela 
assinatura de um ou mais mandatários conjuntamente com o gerente, 
nos termos definidos nos respectivos mandatos.
Artigo Sétimo
(Resultados de Exercício e sua Aplicação)
Os resultados líquidos constantes do balanço anual terão as 
aplicações que a sócia único determinar, deduzidas as parcelas 
que   devam   destinar­se  à   constituição   ou   reforço   de   fundos   de 
reserva.
Artigo Oitavo
(Cessão de Quotas)
A  cessão   de quota  é livre,  mas  quando  feita  a  favor  de 
terceiros dependerá do consentimento da sócia. 
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Artigo Nono
(Casos Omissos)
Nos   casos   omissos   regularão   as   disposições   legais   das 
sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada e 
demais legislação vigente no país bem como a deliberação tomada 
pela sócia.
Artigo Décimo
(Foro Competente)
Toda a controvérsia relativa à validade, interpretação ou 
aplicação   do   presente   Estatuto,   bem   como   demais   litígios 
envolvendo a sociedade fica eleito o foro da comarca de São Tomé 
como forro competente.
Assim disse e outorgou.
Instruí   este   acto   a   certidão   passada   por   este   serviço, 
datada de vinte e quatro de novembro de  dois mil e dez, donde se 
vê não existir  matriculada nesta secção  nenhuma sociedade com 
esta   denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura da Outorgante        Assinatura da Directora 
________________________            ______________________
  
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e nove  dias do mês de Novembro do ano dois mil e 
dez,no   Guiché   Único   para   empresas,sito   na     Avenida   Amílcar 
Cabral,cidade   de   Sao   Tomé,perante   mim   Licenciada  ILMA   VAZ   DA 
TRINDADE,Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária,compareceu como  outorgante:
Jean  Marie   Ecrepont,maior,casado   com   Jocelyne   Wuntarty 
Warsidi   em   regime   de   separação   de   bens,natural   de   Tourcoing­
França,residente   em     Praia   Lagarto­São   Tomé,   portador   do 
passaporte nº072204417, de nacionalidade Francesa. 
Verifiquei   a   identidade   do   outorgante,   por   conhecimento 
pessoal e pela exibição do seu passaporte nº 072204417,emitido em 
vinte   e   cinco   de   Março   de   dois   mil   e   oito   pelas   autoridades 
Francesas em São Tomé.
E   por     ele   foi     declarado:   Que   pela   presente   escritura, 
resolveu   constituir   uma  sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes dos 
artigos seguintes:
        
                        Artigo Primeiro
    A sociedade adopta a firma “J.M.E.CONSULTANTS,UNIPESSOAL”,LDA.
                         Artigo Segundo
    A sociedade tem a sua sede na Avenida Kwame N'Krumah­São Tomé.
                     
                         Artigo Terceiro
  A sua duração é por tempo indeterminado contando­se o seu início 
a partir desta data.
                         
Artigo Quarto
    A sociedade tem por objecto o estudo, elaboração e seguimento 
de projectos no domínio de Agricultura e Pecuária, Agro­turismo e 
Ecoturismo.
                        
 Artigo Quinto
    1­   O   capital   social   é   de   STD  100.000.000,00(Cem   milhões   de 
dobras),representado   por   uma   quota   de   igual   valor   nominal, 
pertencente ao sócio,Jean Marie Ecrepont.
    2­   O   capital   social   encontra­se   integralmente   realizado   em 
dinheiro.
                         Artigo Sexto
    1­A gerência e a representação da sociedade pertence ao sócio 
Jean Marie Ecrepont,desde já nomeado gerente.
      2­Para   obrigar   a   sociedade   é   suficiente   a   assinatura   do 
gerente.
    3­A sociedade pode constituir mandatário mediante a outorga de 
procuração adequada para o efeito.
      Assim disse e outorgou.
     Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 
de  12/10/2010, donde se vê não existir matriculada nesta secção 
nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma 
semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e 
arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora  
________________________           ______________________
    
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e quatro dias do mês de Novembro do ano dois 
mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na   Avenida 
Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma 
Vaz   da   Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido 
serviço,exercendo   o   cargo   de   notária,compareceram   como 
outorgantes:
Primeiro:LALITO   FERNANDES   DOS   SANTOS   DIAS,maior, 
solteiro,natural   de   Lucapa,residente   na   Rua   Pascoal   Amado, 
Distrito de Água Grande,de nacionalidade santomense.
Segundo:MANUEL   LÁZARO   DOS   SANTOS   DIAS,maior,casado   com 
Maria   Esperança   Vitorino   dosSantos   Dias,sob   regime   de 
comunhão   de   bens   adquiridos,natural   de   Santana,residente   na 
Rua   pascoal   Amado,Distrito   de   Água   Grande,de   nacionalidade 
santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos 
seus bilhetes de identidade nºs 132381 e 15935  passado pelo 
Centro   de   Identificação   Civil   e   Criminal   de   São   Tomé  em 
dezanove de Março de dois mil e sete e vinte e seis de Março 
de dois mil e dez respectivamente.
E   por   eles  foi  declarado:Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada sob a denominação  LALITO, Sociedade 
Lda que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo 1º
DENOMINAÇÃO – SEDE – FORMA DE REPRESENTAÇÃO
Um – A sociedade adopta a denominação de LALITO,Sociedade Lda, 
com sede em Rua morta, cidade de São Tomé.
Dois – Esta denominação deverá figurar em todos os actos e 
documentos   provenientes   da   sociedade   e   destinados   aos 
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terceiros,   sobretudo   as   correspondências,   as   facturas,   os 
anúncios e as diversas publicações.
Três – Hotelaria e turismo.
Quatro   –   A   sociedade   poderá   ainda   desenvolver   quaisquer 
actividades  permitidas   por   lei   que   concorram   para   o  normal 
desenvolvimento   das   suas   actividades   principais,   bem   como, 
mediante deliberação dos sócios em Assembleia­geral, adquiri 
participações   no   capital   de   outras   sociedades   nacionais   ou 
estrangeiras.
Cinco – Prestação de Serviços.
Artigo 2º 
OBJECTO SOCIAL
Um – A Sociedade tem por objectivo o incremento de actividades 
ligadas a restauro, vendas de bebidas e refeições ao público, 
merendas, cocktail e afins;
Dois   –   Importação   e   exportação   de   bens   e   serviços   de 
restaurante e bar;
Três   –   Hotelaria   e   Turismo,   a   sociedade   poderá   ainda 
desenvolver   quaisquer   actividades   permitidas   por   Lei   que 
concorram   para   normal   desenvolvimento   das   actividades 
principais   bem   como,   mediante   deliberação   dos   sócios   em 
Assembleia­geral,   participações   no   capital   de   outras 
sociedades nacionais ou estrangeiras.
Artigo 3º
 DURAÇÃO
A   sociedade   é   constituída   por   um   período   de   tempo 
indeterminado.
Artigo 4º
 CAPITAL SOCIAL
UM – O capital social integralmente em dinheiro é fixado em 
STD  150.000.000,00  (cento e cinquenta milhões dobras), sendo 
os   80%   (oitenta  porcento)   das   quotas   subscritas  pelo   sócio 
Lalito Fernandes dos Santos Dias  e 20% (vinte porcento) das 
quotas subscritas a favor do sócio  Manuel Lazaro dos Santos 
Dias. 
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Dois   –   Mediante   previa   deliberação   da   Assembleia­geral,   o 
capital social poderá ser aumentado uma ou mais vezes, através 
de   novas   entradas,   em   direito   ou   em   espécies,   ou   por 
incorporação de reservas, assim como poderá ser aumentado uma 
ou mais vezes, através de novas entradas, em dinheiro ou em 
espécies, ou por incorporação de reservas, assim como poderá 
também ser reduzido. 
Três – A redução do capital social poderão ser efectuada por 
redução   proporcional   do   valor   das   quotas,   pelo   seu 
reagrupamento ou pela sua extinção.
Artigo 5º
 PRESTAÇÕES SUPLIMENTARES E SUPRIMENTOS
Mediante   previa   deliberação,   por   maioria   representativa   de 
dois terços do capital social, poderão ser exigidas prestações 
suplementares de capital.
Sem necessidade de que ela necessitar, mediante as celebrações 
de   contratos   de   suprimentos,   dos   quais   constarão   as 
respectivas condições de remuneração e de reembolso.
Artigo 6º
 CESSÃO E DIVISÃO DE QUOTAS
Um – A Cessão de quotas é livre entre os sócios.
Dois   –   A   Cessão   de   quotas,   total   ou   parcial   a   terceiros 
carecem do consentimento da sociedade dado em deliberação com 
os votos favoráveis correspondentes à totalidade do capital 
social.
Três – Os sócios gozarão do direito de preferência na cessão 
de quotas, total ou parcial a terceiros.
Quarto – Para o efeitos do disposto nos números anteriores o 
sócio cedente deverá comunicar por cartas registadas dirigidas 
a sociedades e aos restantes sócios, qual a quota ou parte de 
quota a ceder, o preço de cessão, as respectivas condições de 
pagamento e a identidade do cessionário.
Cinco – A Assembleia­geral delibera sobre o consentimento da 
cessão, no prazo de trinta dias após a recepção da comunicação 
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do   Sócio   cedente,   caso   este   não   se   encontre   presente   na 
deliberação.
Seis – A cessão considera­se consentida, se a sociedade não se 
pronunciar   e   os   sócios   não   exercerem   o   seu   direito   de 
preferência nos prazos respectivos.
Artigo 7º
 AMORTIZAÇÃO DAS QUOTAS
Um – A sociedade poderá amortizar qualquer quota por acordo 
com seu titular e ainda nos seguintes casos:
a) Arrolamento, arresto ou penhora da quota;
b) Falência ou insolvência do sócio titular de quota, ou outra 
forma de dissolução da pessoa colectiva titular da quota;
c)   Venda,   adjudicação   ou   oneração   da   quota   a   terceiros, 
judicial   ou   extrajudicialmente,   quando   realizada   sem   prévio 
consentimento   da   sociedade   ou   com   violação   do   direito   de 
preferência dos restantes sócios.
Dois – Ressalvada a hipótese de acordo, em que prevalecerá o 
que for ajustado à amortização far­se­á pelo valor de quota, 
segundo o último balanço aprovado, a pagar em duas prestações 
semestrais   iguais   e   sucessivas,   sem   juros,   vencendo­se   os 
primeiro três meses após a fixação definida da contrapartida.
Três   –   A   Assembleia­geral   deliberam   sobre   a   amortização   e 
respectivas   condições   ou   confirma   o   acordo   negociado,   por 
maioria   absoluta   dos   votos   dos   sócios   presentes   ou 
representados.
Artigo 8º
 ASSEMBLEIA­GERAL
  Um – A Assembleia­Geral, constituída por todos os sócios, 
reúne­se ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente 
sempre   que   tal   se   mostre   necessários,   para   discussão   e 
deliberação   sobre   quaisquer   assuntos   relativos   á   vida   da 
sociedade.
Dois – As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pela 
gerência, por iniciativa própria ou por solicitação dos sócios 
que representem, pelo menos, dez porcento do capital social, 
mediante   cartas   registadas,   dirigidas   aos   sócios,   com   a 
antecedência   mínima   de   quinze   dias,   indicando   a   respectiva 
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ordem   de   trabalhos,   salvo   quando   a   Lei   exigir   outras 
formalidades.
Três   –   Sempre   que   a   Lei   não   o   impeça,   os   sócios   poderão 
reunir­se e deliberar sem precedência de quaisquer formalidade 
de   convocatória,   desde   que   estejam   todos   presentes   e 
unanimemente concordem reunir e acordem a ordem de trabalhos, 
de reunião.
Quatro – As reuniões decorrerão na sede social ou noutro local 
se todos sócios aceitarem.
Cinco – Sem prejuízo dos casos em que a Lei exige um maior 
quórum, a Assembleia­Geral reúne em primeira convocatória, com 
a   presença   dos   sócios   que   detenham   dois   terço   do   capital 
social e, em seguida convocatória, seja qual for o número de 
sócios presentes.
Seis – Os sócios podem fazer­se representar nas AssembleiasGerais por outro sócio a quem confiram poderes para o efeito, 
mediante simples carta dirigida ao Presidente da Assembleia 
Geral. Os sócios que forem pessoas colectivas poderão fazer­se 
representar por pessoa, mediante idêntica comunicação.
Artigo 9º
 COMPETÊNCIA DA ASSEMBLEIA GERAL
Um   –   Sem   prejuízo   da   demais   competência   atribuída   por 
dissolução   legal   ou   estatutária,   a   Assembleia­Geral   deverá 
deliberar sobre os seguintes assuntos:
a) Aprovação das quotas anuais da sociedade;
b) Distribuição de dividendos e construção da sociedade;
c)   Qualquer   alteração   dos   estatutos,   incluindo   o   aumento, 
reintegração e redução do capital sócia, a fusão, cisão ou 
transformação da sociedade;
d) Dissolução e liquidação da sociedade, bem como nomeação dos 
seus liquidatários e condições de exercício da liquidação;
e) Consentimento da cissão de quotas e amortização das quotas;
f) Nomeação e exoneração da gerência;
Dois   –   Com   excepção   dos   casos   em   que   a   Lei   ou   outras 
disposições destes estatutos imponham a maioria superior as 
deliberações são tomadas em maioria de votos.
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Artigo 10º
 GERÊNCIA E VINCULAÇÃO DA SOCIEDADE
Um – A gerência da sociedade é exercido pelo prazo de três 
anos renováveis por igual período no seu conjunto os quais 
ficam desde já designados com dispensa de caução.
Dois  – A representação  da sociedade  em  juízo  e  fora dele, 
activa e passivamente, será exercida por qualquer dos sócios 
gerentes.
Fica desde já nomeado o senhor,  Lalito Fernandes dos Santos 
Dias, Gerente da Sociedade.
Três   –   Sem   prejuízo   do   disposto   no   número   seguinte,   a 
sociedade obrigam:
a) Pela assinatura conjunta dos gerentes em todos os actos e 
contratos que envolvem assunto de responsabilidade;
b)   Pela   assinatura   de   um   gerente   e   do   procurador   ou 
procuradores mandados pela sociedade para efeito.
Quarto – Os gerentes ou procuradores não poderão obrigar a 
sociedade em quaisquer actos ou contratos estranhos aos seus 
negócios,   nomeadamente,   em   abonações,   fianças,   avales   ou 
letras de favor.
Artigo 11º
 OBRIGAÇÕES
A sociedade poderá emitir qualquer modalidade de obrigações e 
outros   títulos   de   dívida   nos   termos   da   Lei   e   nas   demais 
condições que os sócios deliberarem.
Um – O ano social coincide com o ano civil.
Dois – Anualmente serão elaborados e submetidos a votação dos 
sócios,   um   inventário   e   um   balanço,   que   deverão   estar 
concluídos até o terceiro mês do ano subsequente aquele a que 
disserem respeito.
Três – As contas sociais serão auditadas por quem a Assembleia 
nomear.
Artigo 12º
 AFECTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS LUCROS
Um – Os lucros apurados anualmente, sem prejuízo das reservas 
exigidas   por   Lei   e   de   quaisquer   outros   fundos   gerais   e 
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especiais criadas pela sociedade, serão distribuídos entre os 
sócios, por deliberação de Assembleia­geral, sob propostas da 
Gerência.
Dois – Os lucros serão sempre distribuídos entre os sócios na 
proporção da respectiva participação no capital social.  
  
Artigo 13º
 DISSOLUÇÃO
A   sociedade   dissolver­se­á   nos   casos   previstos   na   Lei   ou 
quando tal for deliberado pela Assembleia­geral, por maioria 
representativa de dois terços do capital social.
A   assembleia   que   delibera   a   dissolução   da   sociedade 
determinara   o   prazo   para   a   sua   liquidação,   nomeará   os 
respectivos liquidatários, estabelecendo a sua remuneração e 
os seus poderes.
Artigo 14º
 RESOLUÇÃO DE LITÍGIO
Para todos os litígios entre a sociedade e os seus sócios ou 
entre estes, nessa qualidade serão resolvidas amigavelmente.
Se o litígio persistir, ele poderá ser submetido aos Tribunais 
competentes de São Tomé e Príncipe.
Artigo 15º
 DISPOSIÇÕES TRANSITORIAS E FINAIS
A   Gerência   fica   desde   já   autorizada   a   celebrar   quaisquer 
negócios   jurídicos   por   conta   da   sociedade   no   âmbito   do 
respectivo   objectivo,   nomeadamente   os   contratos   de 
arrendamento,   de   trabalho   ou   de   prestação   de   serviços 
necessários a actividade social.
A Gerência fica desde já, autorizada a efectuar o levantamento 
de   capital   social   depositado   para   fim   de,   em   nome   de 
sociedade, fazer as despesas referidas no artigo anterior, bem 
como as da sua instalação, celebrando os negócios jurídicos 
que considerar conveniente, nos termos e condições adequadas a 
prossecução do objecto social.      
Assim disseram e outorgaram.
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Instruí   este   acto   a   certidão   passada   por   este   serviço 
datado de vinte e dois de Novembro de dois mil e dez, donde se 
vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte dois dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché  Único para empresas, sito na  Avenida Amílcar Cabral, 
na   presença   de  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra,   Directora   do 
Guiché   Único   para   criação   de   empresas,   compareceram     como 
outorgantes:
Primeiro:Emílio   Manuel   Soares   do  Nascimento  ,   de  trinta   e 
quatro anos de idade, solteiro, natural de Ribeira Afonso­S.Tomé, 
residente  em  Guadalupe­ Distrito  de Lobata­ S.  Tomé,Bilhete de 
Identidade  nº 69992, de nacionalidade Santomense.
Segundo:Wilson Ryland dos Ramos Pires,de trinta e três   anos 
de idade,casado,natural de Conceição­ S. Tomé,residente   na Rua 
Morta­Guadalupe­S.Tomé,Bilhete   de   Identidade   nº71650   de 
nacionalidade Santomense.
Terceiro:Stéfane António Pereira Carvalho,de trinta   e três 
anos   de   idade,solteiro,natural   de   Conceição­São   Tomé,   residente 
em     Guadalupe­São   Tomé,Bilhete   de   Identidade   nº72044   de 
nacionalidade Santomense.
      Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,por   conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação.
      E   por     eles   foi     declarado:Que   pela   prsente   escritura, 
resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por   quota   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação   «Lobata   Construção 
,Lda.»que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes:
Artigo Primeiro
 Denominação e Duração
A Sociedade adopta a denominação de   Lobata Construção,Lda  cuja 
duração é de tempo indeterminado, contando o seu início a partir 
desta data.
Artigo Segundo
 sede
A Sociedade tem a sua sede na cidade de Guadalupe, a qual poderá 
ser transferida por simples deliberação dos sócios para qualquer 
outro   local   do   Território   Nacional,   bem   como   criar   outra 
representação no País ou Estrangeiro.
Artigo Terceiro 
Objectivo
1­A   Sociedade   tem   como   objectivo   exercício   de   actividades   de 
construção civil e Públicas, prestação de serviços , compras e 
vendas de materiais de construção civil ,importação e exportação e 
quaisquer   outras   actividades   afinsao   seu   objectivo,   mediante 
acordo dos sócios, para os quais não sejam exigida formalidades 
especiais de constituição.
2  – A  Sociedade poderá  adquirir participações,  maioritárias ou 
minoritárias, no capital de outras sociedades em qualquer ramo de 
actividade bem como participar em agrupamento de empresas.
Artigo Quarto
Capital social
1 – O capital social é de  STD 150.000.000,00  (Cento e Cinquenta 
Milhões   de   Dobras),   dividido   em     três   partes   iguais, 
correspondendo cinquenta milhões de dobras a cada um dos sócios, 
respectivamente. 
2 – O capital social será aumentado sempre que os  sócios julgarem 
necessário e a Assembleia deliberar neste sentido.
Artigo Quinto
Transmissão de quotas
A transmissão por qualquer dos sócios da totalidade ou parte das 
quotas a terceiros depende da autorização prévia daqueles, tendo a 
sociedade  o direito de preferência.
Artigo Sexto
 Gerência
1 – A sociedade será administrada por um gerente designado pela 
Assembleia­Geral da sociedade , sendo­lhe atribuído os mais amplos 
poderes   de gestão e representação da sociedade em juízo e fora 
dele.
2 – A sociedade decidirá mediante a deliberação da Assembleia­
Geral   ,   se   o   gerente   será   ou   não   remunerado   e   ,   em   caso 
afirmativo, quais as respectivas condições.
Artigo Sétimo
Vinculação da sociedade
1   –   A   Sociedade   ficará   validamente   obrigada   e   vinculada   pela 
assinatura do gerente ou pela assinatura de dois sócios.
2   –   O   gerente   poderá   constituir   mandatário   ou   procurador   da 
sociedade   para   prática   de   determinados   actos   ou   categorias   de 
actos, sem necessidade de cláusula contratual expressa .
3 – O gerente não pode, sem consentimento dos sócios exercer por 
conta   própria   ou   alheia,   actividade   concorrente   com   a   da 
Sociedade.
Artigo Oitavo
Assembleia Geral
1 – As Assembleias gerais serão convocadas por qualquer gerente, 
por sua iniciativa ou a pedido dos sócios ,   com antecedência 
mínima de quinze dias.
2 – A Assembleia Geral anual reunirá nos três meses subsequentes 
ao termo de cada ano , para deliberar sobre o relatório de gestão 
e contas do exercícios.
3 – A Presidência de Assembleia Geral caberá a quem for eleito no 
inicio   da   reunião   ,   sendo   a   mesa   composta   ainda     por   dois 
secretários que podem ou não ser sócios.
Artigo Nono
Deliberações
1 ­ As deliberações sobre as matérias a citar infra, são tomadas 
em Assembleia Geral, por maioria absoluta de votos expressos:
    a)Aprovação do balanço Anual ;
    b)A divisão e amortização de quotas;
    c)A nomeação e a  exoneração dos gerentes; 
    d)Remuneração dos membros dos órgãos sociais da sociedade;
    e)Quaisquer alterações ao estatuto da sociedade;
    f)Fusão , dissolução ou liquidação da sociedade;
    g)Redução ou aumento do capital da sociedade;
    h)Consentimento da sociedade para cessão de quotas.
2­A Entrada de novos sócios para a sociedade através de aumentos 
de capital dependerá da unanimidade dos sócios.
Artigo Décimo
Fiscalização
1 – A fiscalização da sociedade incumbe a um conselho fiscal, ou 
um fiscal único não sendo possível constituir o  conselho, eleitos 
pela Assembleia Geral  de entre as pessoas legalmente qualificadas 
para o efeito.
2 – O Conselho Fiscal é composto por dois membros  eleitos e um 
suplente.
3 – Será Presidente e com voto de qualidade quem for eleito com o 
maior  numero de votos.
Artigo Décimo Primeiro
Balanço anual
1 – Anualmente será dado balanço com referência a trinta e um de 
Dezembro e os lucros líquidos terão a seguinte aplicação:
a) Dez  por  cento  para  constituição  e  reintegração   da  reserva 
legal, até um quinto do Capital Social.
b) Os Restante para dividendos aos Sócios  salvo se  Assembleia 
Geral   deliberar   afectá­lo,   total   ou   parcialmente   a   outras 
aplicações no interesse da Sociedade.
Artigo Décimo Segundo
Distribuição de lucros
1 ­ Os Lucros distribuídos  terão aplicação que for deliberada em 
Assembleia Geral, por maioria simples dos votos correspondente ao 
capital social.
Artigo Décimo Terceiro
Falecimento dos sócios
1   –   Por   falecimento   de   qualquer   sócio,   é   conferido   aos   seus 
herdeiros o direito de   se afastarem da sociedade, exigindo a 
amortização da quota do falecido.
2 – Os herdeiros da quota em situação de indivisão hereditária 
poderão nomear quem os represente na sociedade, até que a posição 
dos mesmos junto à sociedade seja definida.
Artigo Décimo Quarto
Dissolução da sociedade    
1   –   A   Sociedade   dissolve­se   nos   termos   estabelecidos   pela 
legislação em vigor.
2 – Dissolvida a Sociedade os membros da Gerência em exercício 
passam   a   ser   liquidatários     ficando   desde   já   autorizados   a 
praticar os actos previstos na Lei Geral.
     Assim disseram e outorgaram.
     Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 
15/09/2010,   donde   se   vê   não   existir   matriculada   nesta   secção 
nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma 
semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e 
arquivo.
    Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades 
legais.
Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora  
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Acto  de Constituição de Sociedade
 Aos doze dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no 
Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar   Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada  Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora   do   referido   serviço,compareceram   como 
outorgantes:
    Primeiro:Festus Okwudilli Mbadinauju,maior,solteiro,natural de 
Nigéria,nascido aos quinze de Julho de mil novecentos e setenta e 
dois,residente   na   Chácara­São   Tomé,passaporte   Nº   A00009537,de 
nacionalidade Nigeriana.
      Segundo:Cleofas da Costa Mapagera,maior,solteiro, natural de 
Fátima­S.Tomé,nascido aos vinte e três de Março de mil novecentos 
e  oitenta  e cinco,residente em  Água BôBô,Bilhete  de Identidade 
Nº104182,de nacionalidade Santomense.
 
    Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   primeiro   por 
conhecimento pessoal e pelo passaporte NºA00009537   de vinte e 
dois de Abril de 2008 e do segundo outorgante por exibição do seu 
Bilhete   de   Identidade,Nº104182   de   nove   de   Novembro   de   2007, 
emitido  pelo centro de identificação civil e criminal.
E por   eles foi   declarado: Que pela  presente escritura, 
resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação  «MARAVILHAS 
LIMITADA»,que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos   artigos 
seguintes: 
 Artigo Primeiro
     Um­ A sociedade adopta a denominação de MARAVILHAS LIMITADA, 
tem  a   sua   sede   em   São   Tomé   e   a   sua   duração   é   por   tempo 
indeterminado,   tendo   o   seu   início   a   partir   da   publicação   do 
presente estatuto.
 
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 (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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 GUE – Guiché Único para Empresas 
                    
        Dois­   por   simples   deliberação   da   Assembleia   geral,a   sede 
social poderá ser transferida para outro local do país e abrir 
filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local mesmo no 
estrangeiro.
                        Artigo Segundo
       A sociedade tem por objecto a actividade o comércio geral, 
importação e exportação, podendo entretanto dedicar­se a qualquer 
outra actividadedesde que os sócios acordem e sejam permitido 
por lei.   
                  
                        Artigo Terceiro
      O   capital   social   integralmente   subscrito   e   realizado   em 
dinheiro   é   de   STD  100.000.000,00(Cem   Milhões   de   Dobras)   e 
encontra­se dividido em duas partes sendo  uma de  90.000.000.00.
(Noventa   Milhões   de   Dobras)correspondente   a  noventa   por   cento 
pertencente   ao   sócio  Festus   Okwudili   Mbadinauju  e 
10.000.000.00(Dez  milhões  de  Dobras)  correspondente  a   dez por 
cento pertencente ao sócio Cleofas da Costa Mapagera.   
                       Artigo Quarto
    A gerência e a administração da sociedade em juízo e fora dele 
activa   e   passivamente   fica   a   cargo   do   sócio  Festus   Okwudili 
Mbadinauju que desde já é nomeado gerente com despesa de caução.
                       Artigo Quinto
    Para obrigar a sociedade em todos os seus actos e contratos,é 
necessário a assinatura do sócio gerente.
                       Artigo Sexto
    O sócio gerente pode delegar os seus poderes de gerência por 
meio de procuração em pessoa estranha a sociedade.
                        Artigo Sétimo
    Um­   Os   actos   de   mero   expediente   ou   de   mera   administração 
ordinária poderão ser praticados pelo gerente.
   
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
                 (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
 GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
                      
    Dois­   É   proibido   o   gerente   obrigar   a   sociedade   em   actos   e 
contratos   estranhos   ao   objecto   da   sociedade   excepto,   aqueles 
expedientes autorizado por este estatuto.
                       Artigo Oitavo
    A   cessão   de   quotas   a   estranhos   carece   de   consentimento   da 
sociedade, reservando­se a esta em primeiro lugar e os sócios não 
cedentes,em segundo o direito de preferência.
  
                       Artigo Nono
    A   sociedade   dissolve­se   nos   termos   previsto   na   legislação 
aplicável e ainda nos casos seguintes:
         
     a) Pela declaração de falência da sociedade.
     b)Por impossibilidade de realização do objectivo contractual.
     c)Por deliberação Unânime dos sócios em Assembleia geral.
  
                      Artigo Décimo 
     Um­Por morte ou interdição de qualquer sócio a sociedade não 
dissolve, mas continuará com os sócios sobrevivo ou capazes e o 
representante legal do interdito.
     Dois­Quantos aos herdeiros dos sócios falecidos a sociedade 
reserva o direito de :
         a)Se lhe interessar a continuação deles na sociedade,este 
nomearão um entre si que a todos nela represente.
         b)Se lhe não interessa a continuação deles na sociedade 
esta procederá a respectiva amortização da quota, com o pagamento 
do valor dela apurado num balanço expressamente efectuado para o 
efeito em prestações trimestrais iguais. 
                    Artigo Décimo Primeiro
   Os balanços serão anuais e encerrado em trinta e um de Dezembro 
de cada ano ,deverão estar aprovados até ao fim de Março seguinte.
                    Artigo Décimo Segundo
   Os lucros liquidados apurados depois de deduzir a percentagem 
que   for   estabelecida   para   o   fundo   de   reserva   e   quaisquer 
outrosserão distribuídos pelos sócios na proporção das quotas, na 
mesma proporção serão suportadas os prejuízos. 
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                    (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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                     Artigo Décimo Terceiro                 
   Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito do presente 
estatuto   serão   resolvidas   amigavelmente,   e   só   depois   esgotados 
meios   de   conciliação   deverão   ser   submetidos   ao   tribunal   sendo 
competente o foro de São Tomé e dos locais   de existência das 
filiais, sucursais ou delegações.
                     Artigo Décimo Quarto
    Na   parte   não   especialmente   prevista   no   presente   estatuto   a 
sociedade regerá pelas disposições legais aplicáveis as sociedades 
por quotas de responsabilidade limitada.
    Assim disseram e outorgaram.
    Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado 
de  doze de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir 
matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou 
outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com 
aquela que me foi presente e arquivo.
    Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades 
legais.
   Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
    ______________________ _____________________________ 
 ______________________
   
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no   Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amilcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,  Directora   do   referido   serviço, 
compareceram, como  outorgantes:
Primeiro:TUDOR IONITA, de quarenta e dois anos de idade, 
divorciado, natural de MDA, HINCESTI – Moldava, residente na 
Quinta de Santo António, Distrito de Água Grande, certificado 
de residência nº 093/2009, de nacionalidade Moldava,
Segundo:ORLANDO DA SILVA VAQUEIRO DE CEITA, de trinta e 
dois anos de idade, solteiro, natural de  conceição – S. Tomé, 
residente em Budo ­ Budo, Distrito de Água Grande, Bilhete de 
identidade nº 75481, de nacionalidade Santomense.
Terceiro:MARIANA   IATENCO  de   trinta   anos   de   idade, 
solteira,   natural   de   MDA,   Leova   –   Moldava,   residente     na 
Quinta de Santo António, Distrito de Água Grande, certificado 
de residência nº 091/2009, de nacionalidade Moldava.
Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação.
E   por   eles  foi  declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada  sob   a   denominação  MARINADOR   TRADE   –   Importação, 
Exportação e Comércio Geral,  LIMITADA  que se regerá nos termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
(Denominação e sede)
A sociedade adopta a denominação “MARINADOR TRADE – Importação, 
Exportação e Comércio Geral, Lda.”, com sede no Bairro Quilombo, 
cidade   de   São   Tomé,   distrito   de   Água   Grande,   podendo   a 
Gerência, mediante simples deliberação, transferi­la, bem como 
criar   sucursais,   agências,   filiais   ou   outras   formas   de 
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representação   permanente,   no   país   ou   no   estrangeiro,   sem 
dependência do consentimento dos outros órgãos sociais.
Artigo Segundo
(Objecto)
A   sociedade   tem   por   objecto   o   exercício   da   actividade   de 
importação,   exportação   e   comércio,   ou   qualquer   outra 
actividade   permitida   por   lei   mediante   deliberação   da 
Assembleia­geral.
Artigo Terceiro
(Capital Social)
Um – O capital social, subscrito e realizado em dinheiro, é de 
1000.000.000,00  (Mil   milhões   de   dobras),   dividido   em   três 
quotas sendo:
a) TUDOR IONITA, com  500.000.000,00  (Quinhentos Milhões de 
Dobras)correspondente   a   cinquenta   por   cento   do   capital 
social;
b) ORLANDO DA SILVA VAQUEIRO DE CEITA, com  250.000.000,00 
(Duzentos e Cinquenta Milhões de Dobras) correspondente a 
vinte e cinco por cento do capital social e;
c) MARIANA IATENCO, com 250.000.000,00 (Duzentos eCinquenta 
Milhões  de   Dobras)   correspondente   a  vinte   e  cinco   por 
cento do capital social.
Artigo Quarto
(Assembleia Geral)
Um – A Assembleia­geral é constituída por todos os sócios, e 
as suas deliberações, quando tomadas nos termos da lei e dos 
presentes estatutos, são de obrigatório cumprimento.
Dois – Os sócios podem fazer­se representar nas reuniões da 
Assembleia­geral por um Gerente, pelo cônjuge, ascendente ou 
descendente, ou ainda por outro com direito a participar na 
Assembleia, o que deverão comunicar por meio de carta dirigida 
ao presidente da mesa, a quem cabe decidir da autenticidade da 
mesma.
Três – A Assembleia­geral só poderá validamente reunir­se e 
deliberar   em   primeira   convocatória   se   a   ela   estiverem 
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presentes ou representados pelo menos, cinquenta por cento do 
capital social.
Quatro   –   No   caso   de   uma   assembleia­geral,   regularmente 
convocada, não poder funcionar por insuficiente representação 
de   capitais,   será   feita   nova   convocação,   podendo   então   a 
Assembleia funcionar com qualquer que seja o número de sócios 
presentes.
Cinco – Na convocatória de uma Assembleia pode, desde logo, 
ser   fixada   a   segunda   data   da   reunião,   para   o   caso   da 
Assembleia não poder reunir por falta de quórum.
Seis   –   A   Assembleia­geral   reunirá   ordinariamente   durante   o 
primeiro trimestre de cada ano e extraordinariamente quando a 
sua   convocação   for   requerida   pelo   Conselho   Fiscal   ou   por 
sócios   que   representam,   pelo   menos   um   quarto   do   capital 
social.
Sete – As deliberações da Assembleia­geral serão tomadas por 
maioria  absoluta   dos   votos   apurados  em   cada  reunião,   salvo 
quando   a   lei   ou   os   presentes   estatutos   exigirem   maioria 
qualificada.
Oito   –   A   mesa   da   Assembleia­geral   será   composta   por   um 
presidente   e   um   secretário,   eleitos   trienalmente   pela 
Assembleia­geral   de   entre   os   sócios   ou   outras   pessoas,   os 
quais serão sempre reelegíveis.
Artigo Quinto
(Gerência e Fiscalização)
Um   –   A   sociedade   será   gerida   por   um   gerente,   eleito   em 
Assembleia­geral de entre os sócios ou outras pessoas.
Dois   –   Os   gerentes   serão   eleitos   por   três   anos   e   sempre 
reelegível   e   caucionará   ou   não   o   exercício   do   seu   cargo 
conforme for deliberado pela Assembleia­geral ou imposto por 
lei, sendo os encargos do contrato de seguro substitutivo da 
caução suportados pela sociedade, relativamente à parte que 
exceda o montante mínimo exigido por lei.
Três – Para que assegure eficazmente a gestão dos negócios 
sociais,   são   conferidos  a   gerência   os   mais   amplos   poderes, 
cabendo­lhes   nomeadamente,   para   além   de   outros   que   a 
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Assembleia­geral,  por simples  deliberação,  entenda  atribuir­
lhe, e dos que a lei lhe confere.
a) Manter, instalar, encerrar ou transferir bens móveis ou 
imóveis dá­los ou tomá­los de locação, bem como, quanto aos 
imóveis, tomá­los de trespasse ou trespassa­los;
b) Representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e 
passivamente, propor e seguir acções, confessa­las e delas 
desistir, transigir e comprometer­se em árbitros;
c)   Adquirir,   alienar   ou,   por   qualquer   forma,   onerar 
quaisquer bens ou direitos, móveis ou imóveis, sujeitos ou 
não a registo;
d)Manter, instalar, encerrar ou transferir estabelecimentos, 
fábricas,   laboratórios,   depósitos   e   armazéns,   dá­los   ou 
tomá­los de arrendamento, bem como tomá­los de trespasse ou 
trespassá­los;
e)Negociar   em   quaisquer   instituições   de   crédito, 
nomeadamente   bancos   e   casas   bancárias,   todas   e   quaisquer 
operações de financiamento activas ou passivas, que entenda 
necessárias,   designadamente   contraindo   empréstimos,   nos 
termos, condições e forma que reputar convenientes;
f) Sem prejuízo da sua competência normal, mandatar qualquer 
representante em operações relativas ao seu objecto social, 
definindo a extensão do respectivo mandato;
g) Desempenhar as demais funções previstas neste contrato e 
na lei.
Quatro – A sociedade obriga­se pela assinatura de um ou dois 
gerentes,   pela   assinatura   dos   mandatários,   nos   termos 
definidos   pela   gerência   de   acordo   com   alínea   f)   do   número 
anterior   ou   pela   assinatura   de   um   ou   mais   mandatários, 
conjuntamente   com   o   gerente,   nos   termos   definidos   nos 
respectivos mandatos.
Cinco – Para os actos e documentos de mero expediente bastará 
assinatura   de   um   ou   dois   procuradores,   no   âmbito   dos 
respectivos mandatos.
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Seis – Para o previsto na alínea c) do número três e o número 
quatro do presente artigo, é obrigatória a assinatura de um ou 
mais   sócios   desde   que   representem   cinquenta   por   cento   do 
capital social.
Artigo Sexto
(Conselho Fiscal)
A   fiscalização   da   actividade   social   compete   a   um   Conselho 
Fiscal, composto de dois membros efectivos, um dos quais será 
o respectivo presidente, eleitos trienalmente pela Assembleia­
geral, os quais serão sempre reelegíveis.
Artigo Sétimo
(Resultados de Exercício e sua Aplicação)
Os resultados líquidos constantes do balanço anual terão as 
aplicações   que,   por   maioria   absoluta,   a   Assembleia­geral 
determinar, deduzidas as parcelas que por lei devam destinar­
se à constituição ou reforço de fundos de reserva, não sendo 
obrigatória a distribuição de lucros.
Artigo Oitavo
(Disposições Finais)
Um   –   As  deliberações   que   importem   alterações   aos   presentes 
estatutos ou aumentos de capital terão de ser aprovados por 
sócios que representem pelo menos setenta e cinco por cento 
dos votos emitidos.
Dois – A sociedade só se dissolverá nos casos previstos na lei 
ou mediante deliberação tomada em Assembleia­geral por maioria 
representativa de setenta e cinco por cento do capital social.
Três   –   A   liquidação   do   património   em   consequência   da 
dissolução da sociedade será feita extrajudicialmente através 
de   uma   comissão   liquidatária   constituída   pelo   membro   ou 
membros  da   Gerência  em   exercício,   se   a  Assembleia­geral  de 
outro modo não deliberar.
Quarto – Em todo o omisso regularão as normas legais vigentes 
aplicáveis em São Tomé e Príncipe.
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Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datado de  quinze  de Setembro de dois mil e dez, donde se vê 
não   existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
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Acto  de Constituição de Sociedade
     Aos três  dias do mês de  Dezembro  do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade 
de   São   Tomé,   perante   mim   Licenciada  Ilma   Vaz   da   Trindade 
Salvaterra,   Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária, compareceram como  outorgantes:
    Primeiro:TIZIANO   PISONI,maior,casado   com   Mariangela   Reina   em 
regime de separação de bens, natural de Bergano­Itália,certificado 
de residência nº218,residente na Avenida da Independência,Distrito 
de Água Grande, de nacionalidade Italiana.
   Segundo:Mariangela   Reina,maior,casada   com   Tiziano   Pisoni   em 
regime de separação de bens,natural de Bergano­Itália,certificado 
de   resindência   nº284,residente   na   Avenida   da   Independência­São 
Tomé,de nacionalidade Italiana.
  Terceiro:Ursangila   Triste   de   Ceita   Paquete,maior,solteira, 
natural   de   Lobata­São   Tomé,residente   em   Vila   Maria,Distrito   de 
Água­Grande,de nacionalidade Santomense.
    Quarto:Maria do Livramento Moreno Rocha,maior,solteira,natural 
de   Conceição­Príncipe,residente   no   Príncipe,de   nacionalidade 
Santomense.
   Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição 
do seus certificados de residência nº218 e nº284,emitidos em 22 de 
Julho de 2010 pelo serviço de Migração e Fronteiras   e segundo 
pela exibição do B.I nº 81843 e nº103580,emitidos em 30 de Junho 
de 2008 e em 03 de Abril de 2006 pelo Centro de Identificação 
Civil e Criminal de S.Tomé e Príncipe.
      E   por     eles   foi     declarado:Que   pela   presente   escritura 
resolveram   entre   si   constituir   uma   sociedade   por   quota   de 
responsabilidade   limitada   sob   a   denominação   «Mucumbli,Limitada» 
que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação, Sede e Duração
Um­ A Sociedade adopta a denominação de Mucumbli, Limitada, tem a 
sua sede na Rua Barão de Agua Izé, São Tomé, Distrito de Agua 
Grande.
Dois­ A gerência da sociedade fica autorizada a deslocar a sede 
social dentro do mesmo Distrito ou em outros Distritos.
Três­ A sociedade por deliberação da Assembleia dos sócios poderá 
assim,   criar,   manter   ou   onerar   quaisquer   outras   filiais, 
sucursais,   agências,   delegações   ou   quaisquer   outras   formas   de 
representação no País ou no Estrangeiro.
Quatro­   A   duração   da   Sociedade   é   por   tempo   indeterminado, 
contando­se o seu inicio a partir desta data.
Artigo Segundo
Objecto
Um­ A Sociedade tem por objecto social: 
a) Exploração   agro­pecuária   e   prestação   de   serviços   no 
sector agrícola, pecuário e veterinário;
b) A importação e exportação, produção e venda ao público de 
animais   e   de   produtos   de   origem   animal,   de   produtos 
veterinários,   agrícolas   e   pecuários,   de   plantas   e   ervas 
medicinais   e   importação   de   bens,   equipamentos   e   produtos 
necessários à execução das tarefas constantes do objecto da 
sociedade; 
c)  A   prestação   de   serviços   em   âmbito   turístico,   tais   como 
hotelaria, serviços de guias, excursões, aluguer de veículos 
e de bicicletas;
d)  A   prestação   de   serviços   para   identificação,   gestão, 
implementação e avaliação de projectos sociais, ambientais e 
de desenvolvimento rural;
e)  A implementação de projectos eco­sustentáveis no domínio da 
reciclagem   dos   resíduos,   das   aguas   e   na   utilização   de 
energias renováveis;
f) A   Construção   Civil   e   a   realização   de   sistemas   de 
abastecimento   de   água,   saneamento   e   electrificação   das 
colectividades;
g) A prestação de serviços e a contratação e subcontratação de 
pessoal em todo o tipo de actividades; 
h) O   exercício   de   outra   actividades,   desde   que   as   mesmas   não 
sejam   incompatíveis   com   os   fins   que   determinam   a   sua 
constituição
Dois­ Para a prossecução do seu objectivo a sociedade poderá 
estabelecer acordos de associação com outras sociedades ou agentes 
económicos, nacionais ou estrangeiros, assim como participar no 
capital   social   de   outras   empresas,   bem   como   em   sociedades   com 
objectos diferentes e regularizadas por lei especial.
Artigo Terceiro
Capital Social
Um­ O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de 
quinhentos milhões de dobras, dividido em quatro quotas,sendo  a 
primeira   de   40%   correspondente   a  Dbs:200.000.000,00(duzentos 
milhões de dobras), pertencente ao sócio Tiziano Pisoni,a segunda 
de   40%   correspondente   a  Dbs:200.000.000,00(duzentos   milhões   de 
dobras), pertencente a sócia  Mariangela Reina,a terceira de 10% 
correspondente a  Dbs:50.000.000,00(cinquenta milhões de dobras), 
pertencente a sócia Ursangila Triste de Ceita Paquete e a quarta 
10%   correspondente   a  Dbs:50.000.000,00(cinquenta   milhões   de 
dobras),  pertencente  a sócia  Maria  do  Livramento Moreno  Rocha, 
respectivamente.
Dois­ Por deliberação dos sócios o capital social poderá ser 
livremente elevado.
Três­   Os   sócios   poderão   deliberar   que   lhes   sejam   exigidas 
prestações suplementares sendo para tal votação por maioria.
Artigo Quarto
Gerência 
Um­ A gerência, administração e representação da Sociedade em 
juízo e fora, activa e passivamente, conforme for a deliberação em 
Assembleia Geral, caberá ao sócia Mariangela Reina, a qual desde 
já fica nomeada gerente. 
Dois­ A vinculação da Sociedade nos assuntos correntes será da 
responsabilidade da presente nomeada.
Três­ Para vincular a Sociedade nos actos e movimento de contas 
bancárias,   contractos   despesas   de   gerência   é   obrigatória   a 
assinatura de dois sócios a indicar na Assembleia Geral.
Quatro­  A  Sociedade  poderá   constituir  mandatários  com  poderes 
especiais para a prática de certos actos, atribuindo tais poderes 
através de procuração.
Artigo Quinto
Cessão de Quotas
Um­ A cessação de quotas total ou parcial entre os sócios é 
livre, mas a cessação a favor de pessoas individuais e colectivas 
estranhas, depende do consentimento da Sociedade, gozando esta, em 
primeiro   lugar   e   os   sócios   em   segundo   lugar   do   direito   de 
preferência.
Dois­   A   Sociedade   poderá   contrair   empréstimos   junto   de 
instituições bancárias, a fim de satisfazer algumas necessidades 
que dela surgir.
Artigo Sexto
Amortização de Quotas
A amortização das quotas será permitida nos seguintes casos:
a)  Acordo com o titular;
b) Interdição ou violação do sócio;
c) Arresto, arrolamento ou penhora da quota, ou quando a mesma 
for arrematada, adjudicada ou vendida em processo judicial, 
administrativo ou fiscal;
d)  Quando o sócio violar qualquer das obrigações que lhe derivam 
do pacto social, da lei ou de deliberação social validamente 
proferida. Será sempre considerada violação grave a violação 
ilícita   dos   deveres   de   sigilo   por   parte   dos   sócios   que 
desempenham funções de gerência ou de fiscalização;
e)  Partilha judicial ou extrajudicial de quota, na parte em que 
não for adjudicada ao seu titular,
f)  Quando   a   quota   for   legada   ou   cedida   gratuitamente   a   não 
sócios.
Artigo Sétimo
Assembleia Geral
Um­ A Assembleia­geral para as quais a lei não preveja condições, 
nem prazos especiais, serão convocadas por cartas registadas com 
avisos de recepção dirigidas aos sócios, pelo menos com oito dias 
de antecedência de data prevista da sua realização e ordem de 
trabalho.
Dois­ A Assembleia­geral reúne em sessão ordinária no mínimo uma 
ou   duas   vez   por   ano,   durante   e   primeiro   trimestre   e 
extraordinariamente   sempre   que   tornar   necessário   e   conveniente, 
devendo as mesmas serem convocadas por escrito e com antecedência 
de oito dias.
Três­ As decisões deliberadas na Assembleia­geral serão tomadas 
por escrito e serem assinadas por todos os presentes nos actos.
Artigo Oitavo
Distribuição de Dividendos
Os resultados apurados em cada exercício após o balanço terão o 
seguinte destino.
a) Cinco por cento, para o fundo de reserva legal, atéque este 
atinja o montante do capital social;
b) A parte restante será distribuída pelos sócios na proporção 
das respectivas quotas, a menos que todos estejam de acordo que se 
proceda de outro modo.
Artigo Nono
Falecimento ou Interdição dos Sócios
A   Sociedade   não   se   dissolve   por   falecimento,   interdição   ou 
inabilitação de qualquer um dos sócios.
A   respectiva   quota   transita­se   aos   herdeiros   do   falecido   que 
designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos 
pelo mesmo ou pelo representante do interdito.
Artigo Décimo
Dissolução e Liquidação
Um­   Para   fins   do   presente   estatuto   a   dissolução   far­se­á   em 
conformidade com o estatuto e outras disposições legais previstas 
na Lei.
Dois­   Exceptuando­se   o   caso   de   falência,   a   liquidação   da 
Sociedade   será   deliberada   pela   Assembleia   Geral   que   nomeará 
liquidatários   unanimemente   aceite   pelos   sócios,   seguindo   os 
trâmites legais.
Três­ O prazo para a liquidação é de sessenta dias a contar da 
data do inicio do processo.
Quatro­ Em caso de partilha serão aplicadas as normas relativas 
as partilha entre os co­herdeiros.
Artigo Décimo Primeiro
Casos Omissos
Os casos omissos serão regulados segundo as disposições legais, 
previstas   para   as   sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada mediante deliberações da Assembleia Geral.
Artigo Décimo Segundo
Foro
Para todas as questões emergentes dos estatutos ou de quaisquer 
fóruns emergentes entre os sócios ou entre estes e a sociedade, 
será exclusivamente competente o Tribunal Judicial de São Tomé e 
Príncipe.
    Assim disseram e outorgaram.
    Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 
aos vinte  quatro  de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não 
existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em 
erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
    Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades 
legais.
Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora  
________________________           ________________________
     ________________________
    ________________________
   
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos vinte e quatro dias do mês de Dezembro do ano dois 
mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na   Avenida 
Amilcar  Cabral,  cidade   de   São   Tomé,  perante  mim  Licenciada 
Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra,   Directora   do   referido 
serviço,   exercendo   o   cargo   de   notária,   compareceram,   como 
outorgantes:
Primeiro:Obi   Donatus   Nwamezie,maior,solteiro,natural   de 
Nigeria,residente   no   Bairro   Quinta   de   Santo   António,de 
nacionalidade Nigeriana.
Segundo:Osita   Cletus   Ozorji,maior,casado   com   Margarety 
Cletus   Ozorji,sob   o   regime   de   comunhão   de   bens   adquirido, 
natural   de   Nigeria,residente   no   Bairro   Quinta   de   Santo 
António,de nacionalidade Nigériana.
  
Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,primeiro   pela 
exibição do seu passaporte nº A01884423 de dez de Maio de 2010 
emitido pela autoridade de FESTAC LAGOS ­ NIGÉRIA e do segundo 
outorgante   pela exibição do seu passaporte n.º A02439473 de 
vinte e dois de Outubro de 2010, emitido  pela autoridade de 
ABUJA HQRS ­ NIGÉRIA.
E por  eles foi  declarado: Que pela presente escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada sob a denominação NNAMEZIE LIMITADA, 
que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes:
Artigo 1.º
Designação, Sede e Duração
Um­ A sociedade adopta a designação de Sociedade «NNAMEZIE, 
LIMITADA», tem a sua sede na Cidade de S. Tomé, Distrito de 
Água   ­   Grande,   podendo   criar   representações   no   território 
nacional ou no estrangeiro por simples deliberação dos sócios. 
Dois–   A   duração   da   sociedade   é   por   tempo   indeterminado, 
contando­se o seu início a partir desta data.
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Artigo 2.º
Objecto Social
Um­ O objecto da sociedade consiste nas seguintes actividades: 
Importação e exportação;comércio Geral.
Dois­Além   destas   actividades   a   sociedade   poderá   desenvolver 
outras   no   âmbito   do   seu   objecto   social   deste   que   sejam 
permitidas por lei. 
Artigo 3.º
Capital Social
Um­ O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de 
Dbs: Duzentos Milhões de Dobras,  encontrando­se integralmente 
subscrito   e   realizado,   e   divide­se   em   duas   quotas 
correspondentes à participação de cada sócio. 
Dois­  A participação social do sócio  Osita Cletus Ozorji,  é 
de  Cem Milhões de Dobras, que equivale a cinquenta por cento 
do capital social (50%) 
Três­  A participação social do sócio Obi Donatus Nwamezie, é 
de  Cem Milhões de Dobras, que equivale a cinquenta por cento 
do capital social (50%)
Quatro–  A   sociedade   poderá   adquirir   participações   sociais 
noutras sociedades nacionais ou estrangeiros.
Cinco–  Por   simples   deliberação   dos   sócios   o  capital  social 
poderá ser aumentado uma ou mais vezes.
Artigo 4º
Gerência
Um  ­A administração da sociedade, remunerada ou não conforme 
for   deliberado   em   assembleia­geral,   bem   como   a   sua 
representação, cabe aos sócios OBI DONATUS NAWAMEZIE, e OSITA 
CLETUS OZORJI, que desde já ficam nomeados gerentes.
Dois  – Para vincular a sociedade em todos os seus actos e 
contratos, é obrigatórias as assinaturas dos gerentes ou dos 
seus mandatários com poderes necessários para o efeito.
Três – Nos actos de mero expediente ou de mera administração, 
a sociedade abriga – se pela assinatura de qualquer um dos 
sócio.
Artigo 5º
Cessão de Quota 
A cessão de quotas a não sócios carece do consentimento da 
sociedade mais entre os sócios será livre.
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Artigo 6º
Amortização de Quota
A amortização de quotas será permitida nos seguintes casos:
Acordo com o titular; Interdição ou violação do sócio;arresto, 
arrolamento   ou   penhora   da   quota,   ou   quando   a   mesma   for 
arrematada,   adjudicada   ou   vendida   em   processo   judicial, 
administrativo ou fiscal.
Artigo 7º
Assembleia­geral
As   Assembleias­gerais   serão   convocadas   por   meio   de   cartas 
registadas dirigidas aos sócios, com a antecedência mínima de 
quinze dias, devendo constar do respectivo aviso o dia, hora e 
local e ordem de trabalhos.
Artigo 8º
Lucros Líquidos
Os lucros distribuídos terão a aplicação que for deliberada em 
assembleia­geral por maioria simples dos votos correspondentes 
ao capital social. 
Artigo 9º
Falecimento de Sócios
Um  ­ Por falecimento de qualquer sócio é conferido aos seus 
herdeiros o direito de se afastarem da sociedade, exigindo a 
amortização da quota do falecido.
Dois  – Os representantes de quota em situação de indivisão 
hereditária ou de contitularidade poderão nomear um de entre 
si ou um estranho que a todos o represente na sociedade sendo 
este advogado.
Artigo 10º
Dissolução e Liquidação
Na   hipótese   de   dissolução,   a   liquidação   da   sociedade   será 
efectuada pelos sócios a data da dissolução adjudicando – se o 
activo social por licitação entre os sócios, depois de pagos 
os credores.   
Artigo 11º
Casos Omissos
  Nos   casos   omissos   regularão   as   disposições   legais   das 
sociedades   por   quotas   de   responsabilidade   limitada   e   as 
deliberaçõesdos sócios.
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Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de vinte e cinco de Agosto de dois mil e dez, donde se 
vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
                        
   ______________________   ______________________ 
   ______________________
      
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos dezassete dias do mês de Dezembro do ano dois mil e 
dez,no   Guiché   Único  para   empresas,sito   na     Avenida   Amilcar 
Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada  Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o 
cargo de notária,compareceu como  outorgante:
       COSMA   BOTELHO   BAÍA   JESUS   RITA   DE   CEITA,maior,casada, 
natural   de   Guadalupe,Distrito   de   Lobata­S.Tomé,residente   em 
Ponta   Mina,de   nacionalidade   Santomense,que   outorga   na 
qualidade de procuradora da  VALÉRIE FRANCOISE LYDIE JULIEN, 
maior,solteira,natural   de   Toulouse   –   França,residente   em   S. 
Marçal – Distrito de Água Grande,certificado de residência nº 
168/2010 emitido pelo Serviço de Migração e Fronteira de São 
Tomé em cinco de Agosto de dois mil e dez,de nacionalidade 
francesa,com   poderes   necessários   para   este   acto,conforme   a 
procuração   datada  de treze  de Dezembro  de dois  mil  e  dez, 
devidamente legalizada que me foi presente e arquivo.
  Verifiquei a identidade da outorgante pela exibição do 
seu bilhete de identidade número 96778 emitido em treze de 
Setembro de dois mil e dez pelo Centro de Identificação Civil 
e Criminal de São Tomé.
E por  ela, na qualidade que representa, foi  declarado: 
Que   pela   presente   escritura   a   sua   representada   resolveu 
constituir   uma  sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade limitada  sob denominação  NATUREZA E CRIAÇÃO 
UNIPESSOAL,   LDA  que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos 
artigos seguintes: 
Artigo 1º
A   sociedade   adopta   a   denominação   de  “Natureza   e   Criação 
Unipessoal, Lda.”  e  terá a sua sede na Cidade de São Tomé, 
Distrito de Água Grande, podendo a sede social ser transferida 
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por simples deliberação da gerência para outro local do País, 
bem como abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer 
outro local, mesmo no estrangeiro e a sua duração é por tempo 
indeterminado, tendo o seu início a partir de hoje.
                    
Artigo 2º
A Sociedade tem por objecto a prestação de serviços no fabrico 
de: 
a)Peças artesanais em areia, bambu, conchas, coco, 
pérolas, folha de bananeira, sementes, madeira;
b)Objectos à base de tecidos africanos;
c)Objectos naturais;
d)Decoração de interior;
e)Móveis de pequena dimensão para decoração de inte­
riores;
f)Trabalhos no âmbito da floricultura.
Artigo 3º
1. O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de 
STD 50.000.000,00 (cinquenta milhões de dobras)
2. Quando o desenvolvimento da sociedade o justificar, o capi­
tal social poderá ser aumentado, mediante deliberação da As­
sembleia­ geral.
Artigo 4º
A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, compete a 
única sócia Valérie Françoise Lydie Julien. Podendo, a mesma, 
em Assembleia­ geral nomear outro gerente.
Artigo 5º
1. O gerente poderá delegar todos ou parte dos seus poderes de 
gerência a outra pessoa desde que confira para o efeito o com­
petente mandato devidamente legalizado.
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2. Fica inteiramente vedado ao gerente ou aos seus mandatários 
o uso da firma social em negócios estranhos a sociedade ou em 
letras de favor, abonações, cartas de fianças, etc.
Artigo 6º
Por morte ou interdição da única sócia, a sociedade continuará 
com os herdeiros da falecida que deverão nomear de entre si um 
que   a   todos   represente,   ou   o   representante   legal   do   sócio 
interdito, enquanto se mantiver indivisa a respectiva quota.
Artigo 7º
1. O ano social é o civil, devendo o balanço anual encerrar a 
31 de Dezembro.
2. Os lucros líquidos apurados depois de deduzidos pelo menos 
cinco por cento para o fundo de reserva legal e outras percen­
tagens que a sociedade delibere criar, serão suportados pela 
única sócia na proporção da sua quota e os prejuízos, se os 
houver, serão suportados na mesma proporção.
Artigo 8º
Em   caso   de   penhora,   arresto   ou   outra   forma   de   apreensão 
judicial de qualquer quota, a sociedade poderá amortizá­la, 
pelo   valor   que   a   mesma   tiver   segundo   o   último   balanço 
legalmente aprovado.
Artigo 9º
Na   parte   não   expressamente   prevista  no   presente  estatuto   a 
sociedade   reger­se­á   pelas   deliberações   sociais   e   pelas 
disposições   legais   aplicáveis,   vigentes   em   São   Tomé   e 
Príncipe.
Assim disse e outorgou.
Instruí este acto a procuração passada á senhora Cosma 
Botelho Baía Jesus Rita de Ceita e a certidão passada por este 
serviço, datada de  vinte e quatro de Setembro  de dois mil e 
dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma 
sociedade   com   esta   denominação   ou   outra   que   por   tal   forma 
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semelhante   possa   induzir   em   erro,   com   aquela   que   me   foi 
presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
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  ______________________       ______________________ 
      
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos dezoito dias do mês de Novembro do ano dois mil e 
dez, no Guiché Único para empresas, sito na  Avenida Amilcar 
Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o 
cargo de notária, compareceu como  outorgante:
      Levy do Espirito Santo Nazaré, maior, casado, natural de 
Conceição   Distrito   de   Água   Grande   ­   S.Tomé,   residente   no 
Bairro Saton, portador de Bilhete de Identidade nº 58693, de 
nacionalidade   Santomense,   que   outorga   na   qualidade   de 
mandatário de  Al Chenaoui Ahmad,  maior,  natural de Yaounde – 
Camarões,   passaporte   nº   06ht83301,   de   nacionalidade   Centro 
Africana,   com   poderes   específicos,  conforme   a   procuração 
datada de 16 de Setembro de 2010 para representar os sócios 
Akoghe   El   Akhrass   Zouher,  maior,   casado   com   Amira   Kaeem, 
natural   de   Líbano,   residente   em   Libreville,   passaporte   nº 
8bc002012,  de   nacionalidade   Gabonesa  e  Satellite   Conexion, 
sociedade anónima de responsabilidade limitada, de capital de 
FCFA 5.000.000 (cinco milhões de francos CFA), com sede em 
Libreville – Gabão, registada sob o número RCCM 2007B05842, 
contribuinte número 786447D, caixapostal número 2122.
  Verifiquei   a   identidade   do   outorgante   por   conhecimento 
pessoal.
E por  ele, na qualidade que representa, foi  declarado: 
Que pela presente escritura,os seus representados resolveram 
entre   si   constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada sob denominação NOUR VISION, LDA que 
se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
ARTIGO 1º
 FORMA E DENOMINAÇÃO SOCIAL
1. A sociedade terá a designação de NOUR VISION, LDA, devendo 
em   todos   os   actos   e   documentos   emanados   da   sociedade   a 
designação   social   deverá   ser   precedida   ou   seguida   das 
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expressões   “Sociedade   de   Responsabilidade   Limitada”   ou   das 
iniciais Lda, da indicação do montante do capital social, do 
endereço   da   sede   social   e   da   menção   da   sua   matrícula   ou 
registo, e a sua duração é de 99 (noventa  e nove anos) a 
contar da data da matrícula ou registo comercial, constituição 
definitiva, a qual poderá ser prorrogada, reduzida em caso de 
dissolução antecipada, conforme previsto nos estatutos.
2. A sociedade terá sua sede em S. Tomé, a qual poderá ser 
transferida para qualquer local da cidade, por simple dcisão 
de gerência, a qual neste caso fica autorizada a modificar os 
estatutos em consequência, ou transferida para qualquer outro 
lugar por deliberação colectiva extraordinária dos associados. 
Entretanto, a transferência da sede social para um terceiro 
país só pode ser tomada por decisão unânime dos sócios.
   ARTIGO 2º 
OBJECTO
1. A sociedade terá por objecto a exploração de todas as redes 
de   telecomunicação   analógica,   numérica,   por   satélite   e   de 
todas   as   ligações   e   transmissões   por   via   satélite,   e   bem 
assim:
  a)Conceber,   estabelecer,   desenvolver,   explorar,   gerir, 
vender   e   manter  redes   de   telecomunicação,   telefone   móvel   e 
celular,   internet,   intranet   bem   como   interconexões   entre 
redes.
Distribuição de imagem satélite, sons e imagem televisiva.
Fornecer todos os serviços de telecomunicação, de telefonia e 
radiodifusão sonora relativos a telefonia móvel ou celular bem 
como   todas   as   prestações   acessórias,   complementares   ou 
conexas.
  b)Comercializar e reparar todos os tipos de equipamentos 
de   telecomunicação   fixa   ou   móvel,   satélites,   parabólica 
informática, internet, terminais de emissão e de recepção em 
matéria de informática, de telefonia móvel ou celular.
Realizar   todas   prestações   de   assessoria   e   de   assistência 
relativas ao objecto da sociedade.
    c)E,   de   maneira   geral,   todas   as   operações   comerciais, 
industriais, financeiras, mobiliárias ou imobiliárias directa 
ou indirectamente ligadas ao seu objecto social ou qualquer 
outro   objecto   similar   ou   conexo   ou   ainda   susceptível   de 
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facilitar   a   realização   ou   desenviolvimento   do   seu   objecto 
social.
  d)A   participação   por   todos   os   meios   e   sob   as   mais 
variadas formas e em qualquer país, em empresas criadas ou a 
se criar, directa ou indirectamente relaccionadas com o seu 
objecto social 
  e)Participar parcial ou totalmente em qualquer objecto ou 
actividade da sociedade ou acto que facilite a sua realização.
A participação directa ou indirecta da sociedade em todas as 
actividades   ou   operações   industriais,   comerciais   ou 
financeiras, mobiliárias ou imobiliárias, sob qualquer forma, 
desde que tais actividades ou operações tenham ligação directa 
ou   indirecta   com   o   objecto   social   ou   outros   objectos 
similares, conexos ou complementares.
  f)Participar   em   todas   as   operações   económicas   que 
couberem   no   âmbito   do   objecto   social   ou   objecto   social 
similar, conexo ou complementar.
ARTIGO 3º
 CAPITAL SOCIAL
1. O capital social representado pelas partes sóciais é de 
Cinco Milhões de Dólares (USD 5.000.000), equivalente a moeda 
nacional, dividido em 2 partes iguais, pertencentes aos sócios 
El Akhrass Zouher e a Sociedade Satellite Connexion.
2.  O  capital  social  pode  ser  aumentado   de todas  as formas 
mediante   daliberação   da  assembleia   geral,   de   armonia   com   o 
desenvolvimento   dos   negócios   da   sociedade,   repartindo­se   o 
aumento  pelos   sócios   equitativamente   ou  pela   forma   que   for 
acordada entre os sócios.
3.   A   cessão   de   quotas   total   ou   parcial   entre   os   sócios   é 
livre,   mas   a   cessão   a   favor   de   pessoas   individuais   ou 
colectivas estranhas, depende do consentimento da sociedade, 
gozando esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do 
direito de preferência.
4. Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares do 
capital proporcionais às respectivas quotas e poderão fazer 
suprimentos.
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ARTIGO 4º 
NOMEAÇÃO E PODERES DOS GERENTES
1.   A   sociedade   é   gerida   e   administrada   por   um   ou   mais 
gerentes,   pessoas   físicas,   associados   ou   não,   com   ou   sem 
limite de duração do seu mandato. A sociedade é administrada 
pelo Sr.  El Akhrass Zouher, sócio designado e que aceita as 
referidas funções por tempo indeterminado.
2.   Os   subsequentes   gerentes   serão   nomeados   por   decisão 
colectiva dos sócios na assembleia geral.
3. Nas relações com terceiros, os gerentes são investidos de 
poderes   mais   amplos   possíveis   para   agir   em   todas   as 
circunstâncias em nome dos sócios, salvo poderes conferidos 
por lei aos sócios.
4. A sociedade responde pelos actos dos gerentes mesmo quando 
diversos do objecto social, a menos que faça a prova que o 
terceiro   tinha   conhecimento   de   que   o   acto   extravasava   o 
objecto social ou que o mesmo não o podia ignorar tendo em 
conta as circunstâncias, não constituindo a mera publicação 
dos estatutos prova bastante para o efeito.
5. A oposição manifestada por um gerente aos actos de um outro 
gerente não produz efeitos em relação aos terceiros a menos 
que   se   faça   prova   de   que   os   mesmos   tiveram   plenamente 
conhecimento.   Porém,   fica   expressamente   estipulado   que 
quaisquer empréstimos que não se traduzam em meros descubertos 
bancários normais, todas as vendas, permuta de imóveis ou de 
estabelecimento comercial, todas as constituições de hipoteca 
sobre os imóveis sociais, a criação de todas as sociedades ou 
entradas   para   sociedades   constituídas   ou   a   constituir,   não 
poderão   ser   realizadas   senão   mediante   autorização   da 
assembleia   geral   ordinária   dos   sócios.   Tal   limitação   de 
poderes não é oponível a terceiros.
6. Os gerentes podem, sob a sua responsabilidade, constituir 
mandatários,   sócios   ou   não,   para   um   ou   vários   actos 
determinados.
7. Todos os gerentes podem se demitir das suas funções, mas 
apenas no fecho dos exercícios, mediante pré­aviso escrito aos 
sócios com pelo menos seis meses de antecedência, salvo acordo 
contrário dos sócios.
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8. Em caso de cessação de funções dos gerentes por qualquer 
razão,   a   gerência   será   assegurada   pelo   ou   pelos   restantes 
gerentes, se o gerente que cessa as suas funções era único, os 
sócios   terão   de   nomear   um   ou   vários   gerentes,   através   de 
decisão adoptadapor maioria dos sócios.
9. Eles podem delegar os poderes que eles julgam convenientes, 
a   um   ou   a   vários   directores,   sócios   ou   não­sócios,   para 
assegurar   a   direcção   administrativa,   técnica   e   comercial   e 
associar   com   este   ou   estes   directores   contratados   a   quem 
estabelecem o âmbito das suas atribuições e poderes, a duração 
das suas funções e a importância das suas vantagens fixas ou 
variáveis.
10. O gerente deve consagrar todo o seu tempo e prestar todo o 
cuidado   aos   negócios   da   sociedade,   não   podendo   aceitar 
qualquer emprego ou função numa outra sociedade, nem realizar 
qualquer operação que integre o seu objecto social.
Todo sócio­gerente ou não, nomeado pelos estatutos ou através 
de   um   acto   posterior,   pode   ser   demitido   por   uma   decisão 
adoptada na assembleia geral.
Em   função   das   suas   atribuições   e   em   compensação   da 
responsabilidade decorrente da gestão, cada um tem direito a 
um   salário   fixo,   proporcional   ou   misto,   cujo   montante   e 
modalidades   de   pagamento   são   determinados   por   decisão   da 
assembleia­geral ordinária da sociedade.
ARTIGO 5º
 REVISORES DE CONTA
A assembleia geral poderá nomear um ou vários revisores de 
conta para um mandato de três anos.
ARTIGO 6.º DECISÕES
1.   A   vontade   dos   sócios   exprime­se   através   das   decisões 
colegiais   que   obrigam   os   sócios,   incluindo   os   ausentes, 
dissidentes e incapazes.
2. Estas decisões resultam, segundo decisão da gerência, de 
uma Assembleia­geral ou de uma consulta pela via de carta; a 
realização   de   uma   Assembleia   é   obrigatória   no   caso   de 
aprovação das contas de cada exercício.
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3.   Toda   Assembleia­geral   é   convocada   pela   gerência   ou   na 
impossibilidade por um mandatário designado pelo tribunal a 
pedido de qualquer sócio.
4. Qualquer um dos sócios pode solicitar a realização de uma 
Assembleia geral.
5.   Durante   período   de   liquidação,   as   assembleias   são 
convocadas pelo ou pelos liquidatários.
6. As Assembleias gerais são realizadas na sede social ou em 
qualquer outro local indicado na convocatória. A convocatória 
é feita por carta registada com aviso de recepção endereçada a 
cada um dos sócios no seu domicílio conhecido, com pelo menos 
quinze dias úteis de antecedência. 
Esta carta conterá a ordem do dia da assembleia definida pelo 
autor da convocatória.
7. A Assembleia é presidida por um dos gerentes ou, se nenhum 
deles é sócio, pelo sócio presente que o aceite. A deliberação 
deverá constar de um processo­verbal contendo as menções pelo 
acto uniforme estabelecido e assinado por cada um dos sócios 
presentes.   São   apenas   submetidas   à   decisão   as   questões 
constantes da ordem do dia.
8. Em caso de consulta escrita, a gerência endereça a cada um 
dos   sócios,   no   seu   último   domicílio   conhecido   por   carta 
registada   com   aviso   de   recepção,   o   texto   dos   documentos 
necessários à informação dos sócios.
9. Os sócios dispõem de um prazo de quinze dias a contar da 
data de recepção do projecto de resolução para emitir o seu 
voto por escrito, sendo o voto, para cada resolução formulado 
pelas palavras “sim “ ou “não” .
A resposta é enviada por carta registada. Todo sócio que não 
tenha respondido no prazo acima estipulado é considerado como 
se tivesse abstido.
10. Todo sócio tem direito de participar nas decisões, seja 
qual for   a natureza e seja qual for a sua participação no 
capital social, com um número de voto igual à participação que 
ele possui, sem limitações.
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11. Todo sócio pode fazer­se representar por um outro sócio 
devidamente   mandatado   ou   pelo   seu   cônjuge,   salvo   se   a 
sociedade não tem senão dois sócios.
ARTIGO 7º
 EXERCÍCIO SOCIAL INVENTÁRIO
O exercício social tem início no dia 1 de Janeiro e termina no 
dia 31 de Dezembro de cada ano.
ARTIGO 8º
 AFECTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS
1.   Os   resultados   líquidos   do   exercício,   dedução   feita   dos 
custos gerais e outros encargos da sociedade incluindo todas 
as autorizações e provisões, constituem lucros líquidos.
Sobre   estes   lucros   líquidos   diminuídos,   eventualmente   as 
perdas anteriores, constituem os fundos de reserva legal.
Esta   dedução   deixa   de   ser   obrigatória   quando   o   respectivo 
fundo   de   reserva   atinge   uma   soma   igual   a   20%   do   capital 
social, retoma o seu curso quando, por uma razão qualquer a 
respectiva reserva desceu abaixo deste plafond.
Os lucros líquidos susceptíveis de distribuição é constituído 
pelo resultado do exercício, aumentado dos lucros anteriores, 
diminuindo das perdas anteriores e da dedução relativa a todas 
as reservas legais. 
2. Após aprovação das contas e constatações do exercício de um 
benefício   susceptível   de   distribuição,   a   Assembleia   geral 
determina sobre proposta da gerência, qualquer soma que ela 
julga conveniente de impor sobre os benefícios para novamente 
adicionar   ao   exercício   seguinte  ou   inscrever   num   ou  vários 
fundos   da   reserva   ordinária   ou   extraordinária,   de   que   ela 
determina a afectação ou o emprego.
3. O excedente, em caso de existência é atribuído aos sócios 
sob a forma de dividendos, cujo pagamento deve ter lugar, num 
prazo máximo de nove meses após o encerramento do exercício, 
salvo prorrogação por decisão dos tribunais.
Considerado indispensável pela lei decidir de outro modo, a 
distribuição dos valores retirados destas reservas; neste caso 
a decisão indica expressamente os códigos de reserva nos quais 
estas deduções estão afectadas.
ARTIGO 9º
 ACTIVO INFERIOR Á METADE DO CAPITAL SOCIAL
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1.   Se,   resultante   das   perdas   financeiras   constatadas   nos 
estados financeiros síntese, os capitais próprios da sociedade 
inferiores for nem inferiores a metade do capital social, a 
gerência ou eventualmente a revisão de contas deve, nos quatro 
meses   seguintes   à   aprovação   das   contas   que   constatou   esta 
perda deve, consultar os sócios afim de decidir se há lugar á 
dissolução antecipada da sociedade. Se a dissolução não for 
pronunciada, o capital deve, no prazo de dois anos seguintes 
ao encerramento do exercício deficitário, ser reduzido de um 
montante ao menos igual a das perdas que não foram imputadas 
às   reservas,   se   neste   prazo,   o   activo   liquido   não   for 
reconstituído á altura de um valor, ao menos igual á metade do 
capital social.
2. Na impossibilidade ou se o capital é reduzido a um valor 
inferior   ao   mínimo   legal,   todos   os   interessados   podem 
solicitar judicialmente a dissolução da sociedade.   
ARTIGO 10º
 DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO
1. Em caso de dissolução antecipada seja qual for a razão a 
sociedade entra em liquidação.
Todavia, esta dissolução não produz os seus efeitos face a 
terceiros senão a contar do dia em que foi feito o registo 
comercial. A personalidade da sociedade subsiste por razões de 
liquidação e até a conclusão desta.
A menção “sociedade”, bem como o nome do ou dos liquidatários 
devem figurar sobre todas as actas e documentos que emanem da 
sociedade.
2.   A   liquidação   é   feita   por   um   ou   vários   liquidatários 
nomeados   pelos   sócios   representando   a   maioria   do   capital 
social, entre os sócios ou fora deles.
O produto líquido da liquidação serve em primeiro lugar para 
reembolsar os valores das quotas que nãotenham ainda sido 
reembolsados.   O   excedente   é   distribuído   entre   os   sócios, 
proporcionalmente ao número a participação de cada sócio no 
capital social.
ARTIGO 11º
 CONTESTAÇÕES
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1.   Todos   os   litígios   relativos   a   aplicação   dos   presentes 
estatutos,   quer   entre   os   sócios   quer   entre   um   deles   e   a 
sociedade, serão dirimidos pela via de arbitragem.
Para o efeito, cada parte em litígio designará um árbitro e se 
uma   das   partes   não   fizer   tal   será   feito   á   requerimento 
apresentado   por   uma   das   partes   ao   presidente   do   tribunal 
competente em função da localização da sede social.
2. Os árbitros assim designados elegerão um outro ao caso em 
que ele não elege a um acordo relativamente a uma sentença 
unânime no caso do primeiro arbitro não concordar com esta 
designação eles deverão apresentar um requerimento para este 
efeito ao presidente de jurisdição competente do local da sede 
social.
3.Todos   os   árbitros   designados   deste   modo   constituirão   um 
tribunal que deliberará por unanimidade e por maioria. Eles 
decidirão quer em direito quer em equidade. A sua decisão será 
definitiva, não lhe cabendo qualquer recurso.
Eles   poderão   agir   como   mediadores.   Eles   estabelecerão   o 
montante dos seus honorários.
4.   A   sentença   arbitral   será   executada   conforme   as   normas 
previstas no código de processo civil.
ARTIGO 12º
 FORMALIDADES
1. A sociedade não gozará de personalidade jurídica senão da 
data da sua inscrição no registo do comércio.
2. Todos os poderes serão conferidos a gerência para preencher 
as formalidades de publicidade prescritas pela legislação em 
rigor e especialmente para inscrever a sociedade no registo 
comercial.
3. Sempre que tal será compatível com as prescrições legais, 
os mesmos poderes serão conferidos ao portador de uma cópia 
dos presentes estatutos.         
 
Assim disse e outorgou.
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Instruí   este   acto   a   Acta   de   Assembleia   Geral   que 
deliberou   a   criação   da   empresa   Nour   vision,   a   procuração 
substalecendo os poderes de representação e a certidão passada 
por este serviço, datado de dezassete de Novembro de dois mil 
e   dez,   donde   se   ve   não   existir   matriculada   neste   secção 
nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal 
forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi 
presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura do Outorgante       Assinatura da Directora 
 _________________________ _______________________ 
      
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos dois dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar   Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada  Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,  Directora   do   referido   serviço,   compareceram,   como 
outorgantes:
Primeiro:Mé­Chinhô   Albano   Costa   Alegre,maior,solteiro, 
portador     do   B.I   nº   76111,emitido   em   13   de   de   Novembro   de 
2006,natural de Lémba­São Tomé,residente em Ponta Mina,Distrito de 
Água Grande,de nacionalidade Santomense.
Segundo:Nádia Catraio Costa Alegre, maior, solteira,portadora 
do   B.I   nº   73798,emitido   em   19   de   Julho   de   2010,   natural   de 
Conceição­ São Tomé, residente em Luanda­ Angola, de nacionalidade 
Santomense,representada   neste acto pelo  Mê­ Chinhô Albano  Costa 
Alegre,na qualidade de procurador com poderes específicos para a 
representar nos termos   da procuração datada de 26 de Julho de 
2010.
    Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,   primeiro,   por 
conhecimento pessoal e segundo pela exibição do seu Bilhete de 
Identidade número 73798,passado pelo Centro de Identificação Civil 
e Criminal de São Tome.
 
E   por   eles  foi  declarado:Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação   «NOVAGRI­NOVA 
COMPANHIA  AGRO­INDUSTRIAL  DE  SÃO  TOMÉ  E PRÍNCIPE,LDA.»,  que  se 
regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Capítulo I
Artigo 1º
    A   sociedade   adopta   a   firma  NOVAGRI   –   Nova   Companhia   Agro­
Industrial de São Tomé e Príncipe, Lda.” e rege­se pelo presente 
contrato de sociedade e estatutos e demais legislação aplicável.
Artigo 2º
1. A sociedade tem sede na  Estrada da Cadeia Central, nº 18­B, 
Ponta Mina, em São Tomé.
2. Por mera decisão da Gerência pode a sociedade deslocar a sua 
sede, transferir ou encerrar estabelecimentos, filiais, sucursais, 
agências, delegações ou outras formas de representação permanente 
no país ou no estrangeiro.
Artigo 3º
1.   A   sociedade   tem   por   objecto   a   produção,   transformação   e 
comercialização de produtos locais, bem como à restauração e à 
prestação de serviços conexos com a sua actividade principal.
2.   A   sociedade   pode,   mediante   decisão   do   Gerente,   tomar 
participações em outras sociedades de responsabilidade limitada, 
já constituídas ou a constituir, ainda que com objecto diferente 
do seu, em agrupamentos complementares de empresas, consórcios ou 
outras formas de agrupamento não societário de empresas.
Capítulo II
Artigo 4º
1. O Capital social é de  cem milhões de dobras, encontrando­se 
integralmente   subscrito   e   realizado,   e   divide­se   em   quotas 
correspondentes à participação de cada sócio.
2. A participação social do sócio Mé­Chinhô Albano Costa Alegre é 
de trinta e cinco milhões de dobras, integralmente realizada em 
dinheiro.
3. A participação social da sócia Nádia Catraio Costa Alegre é de 
sessenta  e cinco  milhões  de dobras, integralmente  realizada em 
dinheiro.
Artigo 5º
     Em quaisquer aumentos de capital terão preferência os sócios 
que   o   forem   à   data   da   respectiva   deliberação,   salvo   se   a 
Assembleia   Geral,   São­Tomense   no   que   se   refere   a   aumentos   com 
realização em dinheiro, deliberar diferentemente.
Artigo 6º
1.   A   sociedade   pode   deliberar,   amortizar   quotas   nos   seguintes 
casos:
      a)   Interdição,   inabilitação,   falência,   insolvência   ou   em 
entrada em liquidação de accionista;
      b)Quando   as   quotas   forem   objecto   de   penhora,   arresto, 
arrolamento, apreensão ou qualquer outro procedimento semelhante;
      c)Por acordo com o respectivo titular.
2. A contrapartida da amortização será igual ao valor das quotas 
que resultar do balanço especial elaborado para o efeito, podendo 
o   seu   pagamento   ser   fraccionado   nos   termos   a   deliberar   pela 
Assembleia Geral.
Artigo 7º
  As   quotas   apenas   poderão   ser   transmitidas   mediante   prévio 
consentimento da sociedade.
Capítulo III
Órgãos sociais
Secção I – Assembleia Geral
Artigo 8º
1. Todos os sócios têm direito de tomar parte na Assembleia Geral, 
regendo­se os direitos de votos nos termos definidos nos números 
seguintes.
2.   Os   votos   de   cada   sócio   são   directamente   proporcionais   às 
respectivas participações sociais.
3. As quotas dadas em caução, penhor, arrestadas, penhoradas ou 
por qualquer forma sujeitas a depósito ou administração judicial, 
não conferem ao respectivo credor, depositário ou administrador 
judicial, o direito de assistir ou tomar parte nas Assembleias 
Gerais.
3. Os membros dos órgãos sociais, mesmo que não sócios, poderãoestar presentes nas Assembleias Gerais e intervir nos trabalhos 
sem, contudo, terem direito a voto.
4. São privados do direito a voto os sócios que se encontrarem em 
mora na realização da sua entrada.
Artigo 9º
1.   Os   sócios   com   direito   a   voto   apenas   se   poderão   fazer 
representar   pelo   Gerente,   pelo   seu   cônjuge,   ascendente, 
descendente ou por outro sócio.
2.   Como   instrumento   de   representação   basta   uma   carta,   com 
assinatura, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, a 
qual   poderá   ser   entregue   até   à   hora   marcada   para   o   início   da 
reunião.
Artigo 10º
   A Assembleia Geral é dirigida por uma mesa, constituída por um 
Presidente  e  um Secretário, sócio  ou  não,  eleitos  trienalmente 
pela própria Assembleia, podendo ser reeleitos por uma ou mais 
vezes.
Artigo 11º
1.   As   Assembleias   Gerais   serão   convocadas   sempre   que   a   lei   o 
determine ou quando tal for requerido pelo Gerente, pelo Fiscal 
Único ou por sócios que representem, pelo menos, vinte por cento 
do capital social.
2. As Assembleias Gerais serão convocadas por carta registada com 
a antecedência mínima de quinze dias.
3.   As   Assembleias   Gerais   poderão   funcionar,   em   primeira 
convocatória,   quando   estejam,   presentes   ou   devidamente 
representados, sócios que representem a maioria absoluta do seu 
capital.
4.   As   Assembleias   Gerais   convocadas   para   deliberar   acerca   do 
aumento do capital social, limitação ou suspensão do direito de 
preferência   dos   sócios,   só   poderão   funcionar   em   primeira 
convocatória   se   se   encontrarem,   presentes   ou   devidamente 
representados, sócios que representem, pelo menos, três quartas 
partes do capital social.
5. Em segunda convocação, a Assembleia pode deliberar seja qual 
for o número de sócios presentes ou devidamente representados e o 
capital social por eles representado.
Artigo 12º
1. As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria dos 
votos   emitidos,   salvo   disposição   da   lei   ou   do   contrato   de 
sociedade.
2. As deliberações previstas no número quatro do artigo décimo 
terceiro supra, deverão ser sempre aprovadas por um mínimo de dois 
terços dos votos emitidos.
Secção II – Gerência
Artigo 13º
1. A gestão dos negócios sociais compete a Gerência, composta por 
sócios ou não.
2. Fica desde já designado como Gerente, por quatro anos, o Senhor 
Mé­Chinhô Costa Alegre.
3. Decorrido o primeiro quadriénio ou a qualquer tempo, competirá 
à Assembleia Geral a eleição do gerente, por períodos de quatro 
anos, podendo o mesmo ser reeleito.
Artigo 14º
   Além das atribuições gerais derivadas de lei e deste contrato, 
compete à Gerência:
    a)Representar   a   sociedade   em   juízo   ou   fora   dele,   activa   e 
passivamente,   podendo   confessar,   desistir,   transigir   ou 
comprometer­se em arbitragem;
   b) Constituir mandatário para a prática de actos ou categorias 
de actos determinados;
    c)   Adquirir,   onerar   e   alienar   participações   em   sociedades 
constituídas ou a constituir, nos termos do disposto no artigo 
terceiro, número dois, do contrato de sociedade;
     d)Designar pessoas para representar a sociedade no exercício 
dos cargos sociais em empresas participadas ou associadas.
Artigo 15º
   A sociedade fica representada e vincula­se:
     a) pela assinatura do Gerente
     b) pela assinatura conjunta dos Gerentes, quando existirem;
     c)  pela assinatura de um ou mais mandatários constituídos, 
nos precisos termos dos respectivos instrumentos de mandato.
Secção III – Fiscalização
Artigo 16º
1. A fiscalização da sociedade compete a um Fiscal Único e a um 
suplente.
2. Cabe à Assembleia Geral designar o Fiscal Único, nos termos nos 
números seguintes.
3. Uma vez decorrido o primeiro quadriénio, poderá a Assembleia 
Geral  deliberar a  instituição  de  Conselho  Fiscal,  composto  por 
três membros efectivos e um suplente, sendo este e um daqueles 
revisores oficiais de contas ou sociedades de revisores oficiais 
de contas.
4. Compete à Assembleia Geral proceder à eleição dos órgãos de 
fiscalização   da   sociedade,   em   regime   de   Fiscal   Único   ou   de 
Conselho   Fiscal,   por   períodos   de   quatro   anos,   podendo   os   seus 
titulares, sócios ou não, ser reeleitos.
5. A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho Fiscal 
designará o respectivo Presidente.
Artigo 17º
1.   Os   órgãos   de   fiscalização   têm   as   atribuições   que   lhes   são 
cometidas por lei.
Secção IV 
Disposições comuns aos órgãos sociais
 
Artigo 18º
1.   As   remunerações   dos   membros   dos   órgãos   sociais,   quando   as 
houver, serão fixadas anualmente pela Assembleia Geral ou por uma 
comissão   de   vencimentos   composta   por   três   sócios   por   aquela 
nomeados.   O   presidente   da   Mesa   da   Assembleia   Geral,   caso   seja 
sócio, será por inerência o seu Presidente. No caso de o não ser, 
a   Assembleia   Geral   ou   a   comissão   de   vencimentos   escolherá   o 
Presidente.
2. As remunerações dos Gerentes podem comportar uma percentagem 
dos lucros de exercício, a fixar pela Assembleia Geral, fixando­se 
em cinquenta por cento o seu limite global máximo.
Capítulo IV
Dissolução e liquidação
Artigo 19º
1.   A   sociedade   dissolver­se­á   nos   casos   previstos   na   lei   ou 
mediante   deliberação   tomada   em   Assembleia   Geral,   expressamente 
convocada para esse efeito, por maioria de três quartos do capital 
social.
2. A liquidação da sociedade será feita extrajudicialmente, nos 
termos da lei e da das deliberações tomadas em Assembleia Geral.
3. Serão liquidatários os Administradores ou o Administrador Único 
em   exercício   à   data   da   dissolução   da   sociedade,   salvo   se   a 
Assembleia   Geral   dispuser   diversamente   na   deliberação   de 
dissolução.
Capítulo V
Lucros e reservas 
Artigo 20º
1. Os resultados líquidos constantes do balanço social terão a 
aplicação que a Assembleia Geral determinar, deduzidos dos valores 
que   por   lei   devam   destinar­se   à   formação   ou   reintegração   da 
reserva legal.
2.   A   Assembleia   Geral   ponderará,   em   cada   ano   social,   a 
conveniência e a oportunidade de serem constituídas, reforçadas ou 
diminuídas outras reservas.
3.  A Assembleia Geral deliberará anualmente, por maioria simples, 
sobre a percentagem do lucro de exercício a ser distribuída como 
dividendo.
4.  Serão autorizados adiantamentos sobre os lucros no decurso do 
exercício, até ao máximo permitido por lei.
Capítulo VI
Disposições gerais
Artigo 21º
    As   despesas   de   constituição   da   sociedade   serão   da   conta   da 
sociedade.
Artigo 22º
    A   sociedade   assume   o   cumprimento   de   todos   os   contratos 
realizados até à data da sua constituição para a prossecução da 
actividade societária.
       Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 
de vinte   e sete de  Outubro  de dois mil e dez, donde se vê não 
existir   matriculada   nesta   secção   nenhuma   sociedade   com   esta 
denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em 
erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora  
________________________           ______________________
     ________________________ 
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(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Acto de Constituição de Sociedade
Aos oito dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora do referido serviço, exercendo o cargo de 
notária,compareceram como  outorgantes:Primeiro:TUDOR IONITA, de quarenta e dois anos de idade, 
divorciado,natural   de   MDA,   HINCESTI   –   Moldava,residente   na 
Quinta de Santo António,Distrito de Água Grande,certificado de 
residência nº 093/2009, de nacionalidade Moldava.
Segundo:FÁBIO   GASPAR   MACHADO   PEREIRA,maior,casado   com 
Célia Maria Gentil da Costa Pereira sob regime de comunhão de 
bens   adquirido,natural   de   Conceição   –   São   Tomé,distrito   de 
Água   Grande,residente   em   Campo   de   Milho,de   nacionalidade 
Santomense.
Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,primeiro,pela 
exibição   do   seu   certificado   de   residência   emitido   pelos 
serviços de Migração e fronteira em vinte e dois de Abril de 
dois mil e dez, e segundo, pela exibição do seu bilhete de 
identidade nº 52818 passado pelo Centro de Identificação Civil 
e Criminal de São Tomé.
E   por   eles  foi  declarado:   Que   resolveram   entre   si 
constituir   uma  sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada  sob   a   denominação  INTECO­Sociedade   Produtora   e 
Engarrafadora   de   Bebidas,Lda.,que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes: 
CAPÍTILO I
(Denominação, Forma, Sede, Duração e Objecto)
ARTIGO 1º
(Forma e Denominação)
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A   Sociedade   adopta   a   forma   de   sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada e a denominação “[INTECO – Sociedade 
Produtora e Engarrafadora de Bebidas, Lda.]”.
ARTIGO 2º
(Sede)
1. A sede da Sociedade é na Avenida Marginal 12 de Julho, n.º 
1022A, São Tomé e Príncipe.
2. A Gerência poderá, a todo o tempo, deliberar que a sua sede 
seja   transferida   para   qualquer   outro   local   em   São   Tomé   e 
Príncipe.
3. A Sociedade poderá criar e extinguir filiais, sucursais, 
delegações, escritórios de representação, agências ou outras 
formas de representação social, em São Tomé e Príncipe ou no 
estrangeiro.
      ARTIGO 3º
(Duração)
A Sociedade durará por um período de tempo indeterminado.
 ARTIGO 4º
(Objecto)
1.   O   objecto   social   da   sociedade   consiste   na   produção   de 
bebidas, engarrafamento, comercialização, exploração de fontes 
de   água   mineral,   importação,   exportação,   comércio   geral, 
exploração   de   contratos   e   concessões   administrativas   e 
actividades conexas.
  2.A   Sociedade   poderá   adquirir   e   gerir   participações, 
maioritárias ou minoritárias, no capital de outras sociedades 
são­tomenses ou estrangeiras, em qualquer ramo de actividade 
bem como participar directa ou indirectamente em agrupamentos 
complementares de empresas ou em outras formas de associação 
de empresas.
CAPÍTULO II
(Capital Social)
Artigo 5º
(Capital)
O Capital da Sociedade, integralmente realizado em dinheiro, é 
a quantia de 8.575.000.000,00 (Oito Mil Milhões, Quinhentos e 
Setenta e Cinco Milhões de Dobras), equivalente a 350.000,00 
Euros, representado por 2 (duas) quotas distribuídas da forma 
seguinte:
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Uma quota na quantia de 4.287.500.000,00 (Quatro Mil Milhões, 
Duzentos e Oitenta e Sete Milhões e Quinhentas Mil Dobras), 
equivalente   a   175.000,00   Euros   representativa   de   50% 
(cinquenta por cento) do capital social, pertencente ao sócio 
Fábio Pereira; e
Outra   quota   na   quantia   de  4.287.500.000,00  (Quatro   Mil 
Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Milhões e Quinhentas Mil 
Dobras),equivalente a 175.000,00 Euros, representativa de 50% 
(cinquenta por cento) do capital social, pertencente ao sócio 
Tudor Ionita.
ARTIGO 6º
(Prestações Suplementares)
Mediante deliberação da Assembleia Geral, tomada por maioria 
de dois terços dos votos representativos do capital social, 
poderão ser exigidas aos sócios prestações suplementares.
ARTIGO 7º
(Aumento de capital)
1.O capital social da Sociedade pode ser aumentado, em dinheiro 
ou   em   espécie,   mediante   deliberação   da   Assembleia   Geral, 
aprovada por maioria de dois terços dos votos representativos 
do capital social.
2.   Em   cada   aumento   de   capital   em   dinheiro,   os   sócios   têm 
direito de preferência na subscrição do montante do aumento,
na   proporção   do   valor   das   respectivas   quotas   à   data   da 
deliberação do aumento de capital. 
ARTIGO 8º
(Cessão de Quotas)
1. A cessão de quotas, total ou parcial, a terceiros que não 
sejam sócios ou entre sócios e as suas Afiliadas, está sujeita 
ao consentimento prévio prestado por escrito da Sociedade.
2. O consentimento escrito da Sociedade depende: 
i) Da decisão dos sócios de exercerem ou não o direito de 
Preferência infra estabelecido, 
ii) De o cessionário assumir todas as obrigações do cedente 
perante a Sociedade; e 
iii) De o cessionário acordar por escrito em vincular­se a 
todos   os   direitos   e   obrigações   do   cedente   inerente   à   sua 
qualidade   de   sócio,incluindo   as   resultantes   de   quaisquer 
garantias prestadas ou outras obrigações relevantes, tais como 
acordos   parassociais   existentes,e   outorgar   quaisquer 
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documentos tidos por necessários ou convenientes para concluir 
tais compromissos. 
3.   Os   sócios   têm   direito   de   preferência   proporcional   à 
expressão das suas quotas face à totalidade do capital social 
em relação à cessão, total ou parcial, de quotas a terceiros, 
excepto no caso de cessão de quotas entre sócios.
4. O sócio que pretenda ceder a sua quota deverá comunicar a 
sua intenção aos restantes sócios e a Sociedade, por meio de 
carta registada enviada para as moradas constantes do Artigo 
23º,   da   qual   constarão   a   identificação   do   potencial 
cessionário e todas as condições que hajam sido propostas ao 
cedente, designadamente o preço e as condições de pagamento. 
Se   existirem   propostas   escritas   formuladas   pelo   potencial 
cessionário,   deverão   ser   juntas   à   referida   carta   registada 
cópias integrais e das mesmas.
5.   Os   restantes   sócios   deverão   exercer   o   seu   direito   de 
preferência no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da 
data de recepção da carta registada referida no nº 5. Supra, 
ou a contar da decisão do perito avaliador referida no nº7. 
infra, através de comunicação escrita enviada ao cedente. A 
notificação   por   escrito   à   Sociedade   e   ao   cedente   deve 
estabelecer um prazo de formalização do negócio não superior a 
60 (sessenta) dias após a data de recepção da carta registada 
referida no nº 5. supra. O preço da cessão da quota deverá ser 
pago na data da cessão ou noutra data que seja acordada. As 
quotas serão cedidas, mediante o seu pagamento, livres de 
quaisquer ónus ou encargos. No mesmo prazo de 45 (quarenta e 
cinco) dias, a Sociedade deverá pronunciar­se sobre se presta 
o seu consentimento à cessão proposta igualmente através de 
comunicação   escrita   endereçada   ao   cedente   e   demais   sócios. 
Caso a Sociedade recuse o seu consentimento à cessão da quota 
e esta tenha sido detida durante mais de 3 (três) anos pelo 
cedente,   a   recusa   de   consentimento   da   Sociedade   deve   ser 
acompanhada por uma proposta de aquisição ou de amortização da 
mesma.  
6. Se o preço de compra oferecido pelo cessionário não for em 
dinheiro,   ou   algum   sócio   alegue   que   a   transacção   com   o 
terceiro   não   foi   feita   em   Dólares   dos   Estados   Unidos   da 
América ou não tiver sido celebrada de boa fé e em termos 
equitativos   e   as   partes   não   cheguem   a   acordo   quanto   ao 
respectivo valor equivalente em dinheirono prazo de 30 dias 
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após a data de recepção da carta registada referida no nº 5. 
supra, a avaliação da quota objecto da cessão será decidida 
por   um   perito   avaliador   independente.   Se   as   partes   não 
chegarem   a   acordo   quanto   ao   perito   avaliador,   este   será 
seleccionado   pela   Assembleia   Geral.   As   despesas   dessa 
avaliação   serão   suportadas   pelo   sócio   que   solicitou   a 
avaliação. A decisão do perito avaliador vinculará as partes. 
Os prazos estabelecidos no nº 6 supra não se iniciam sem que o 
perito tenha tomado uma decisão sobre a avaliação.
7. Durante o acima referido período de 45 (quarenta e cinco) 
dias, o cedente não poderá retirar sua oferta aos restantes 
sócios, ainda que o potencial cessionário retire a sua oferta 
para aquisição da quota. 
8. Se nenhum dos sócios exercer o seu direito de preferência, 
nem a Sociedade manifestar por escrito a sua oposição à cessão 
proposta, no prazo previsto no nº 6. Supra, o cedente terá o 
direito de, nos 30 (trinta) dias subsequentes ao termo desse 
prazo,   transmitir   ao   potencial   cessionário   identificado   na 
carta referida no nº 5. supra a quota em  causa, por um preço 
não   inferior   em   termos     e   condições   que   não   sejam   mais 
favoráveis do que os constantes da citada carta registada.
9. Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias sem que a quota tenha 
sido cedida, o não exercício do direito de preferência pelos 
sócios deixa de produzir quaisquer efeitos e o cedente deverá 
dar novamente cumprimento ao disposto nos números anteriores, 
caso pretenda transmitir a referida quota.
ARTIGO 9º
(Ónus e Encargos)
1.   Os   sócios  não   constituirão   nem   autorizarão   que   sejam 
constituídos quaisquer ónus, penhor ou outros encargos sobre 
as suas quotas, salvo se autorizados pela Sociedade, mediante 
deliberação da Assembleia Geral tomada pelo voto afirmativo de 
dois terços dos votos representativos do capital social.  
2. O sócio que pretenda constituir quaisquer ónus, penhor ou 
outros encargos sobre a sua quota, deve notificar a Sociedade, 
por   carta   registada   enviada   para   as   moradas   constantes   do 
Artigo   22º,   dos   respectivos   termos   e   condições,   incluindo 
informação detalhada da transacção subjacente. 
3. A reunião da Assembleia Geral será convocada no prazo de 30 
(trinta) dias a contar da data de recepção da carta registada.
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ARTIGO 10º
(Amortização das Quotas)
A Sociedade poderá amortizar qualquer quota por acordo com o 
seu titular e ainda nos seguintes casos:
Arrolamento, arresto ou penhora da quota;
Falência ou insolvência do sócio titular da quota, ou outra 
forma de dissolução da pessoa colectiva titular da quota; 
Inclusão da quota em massa falida;
Inventário judicial, se a quota for adjudicada a interessados 
não sócios;
Venda, adjudicação ou oneração da quota a terceiros, judicial 
ou   extra   judicialmente,   quando   realizada   sem   prévio 
consentimento   da   Sociedade   ou   com   violação   do   direito   de 
preferência dos restantes sócios.
2.Ressalvada a hipótese de acordo, em que prevalecerá o que 
for   ajustado   a   amortização   far­se­á   pelo   valor   da   quota, 
segundo o último balanço aprovado, a pagar em duas prestações 
semestrais   iguais   e   sucessivas,   sem   juros,   vencendo­se   a 
primeira   três   meses   após   a   fixação   definitiva   da 
contrapartida.
 
3.   A   Assembleia   Geral   delibera   sobre   a   amortização   e 
respectivas   condições   ou   confirma   o   acordo   negociado,   por 
unanimidade dos votos dos sócios presentes ou representados.
ARTIGO 11º
(Emissão de obrigações e outros títulos de dívida)
Por deliberação da Assembleia Geral, a sociedade poderá emitir 
qualquer título de dívida legalmente permitido, designadamente 
obrigações.
CAPÍTULO III
(Assembleia Geral e Gerência)
Assembleia Geral
ARTIGO 12º
(Composição da Assembleia Geral)
A   Assembleia   Geral   é   constituída   por   todos   os   sócios   da 
Sociedade.
ARTIGO 13º
(Reuniões e Deliberações)
1. A Assembleia Geral reúne­se ordinariamente pelo menos uma 
vez por ano, nos primeiros três (3) meses depois de findo o 
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exercício do ano anterior e extraordinariamente sempre que tal 
se   mostre   necessário.   As   reuniões   terão   lugar   na   sede   da 
Sociedade, salvo quando todos os sócios acordarem na escolha 
de outro local.
2.   As   reuniões   deverão   ser   convocadas   pelo   Presidente   da 
Assembleia Geral ou, se este não o fizer, por qualquer sócio, 
por meio de carta registada com aviso de recepção e por meio 
de anúncio publicado no jornal de maior tiragem no lugar da 
sede da Sociedade, com a antecedência mínima de 15 (quinze) 
dias. Da convocatória deverá constar a ordem de trabalhos, o 
dia, a hora e o local da reunião.
3. As reuniões da Assembleia Geral poderão ter lugar sem que 
tenha havido convocatória, desde que todos os sócios estejam 
presentes   ou   representados   e   tenham   prestado   o   seu 
consentimento para a realização da reunião e tenham acordado em 
deliberar sobre determinada matéria.
4. As reuniões da Assembleia gerais poderão ser dispensadas, 
excepto de se tratar de deliberações que importem modificação 
do contrato social ou dissolução da sociedade:
  a)   Quando   todos   os   sócios   concordem,   por   escrito,   na 
deliberação;
  b) Quando todos os sócios concordem, por escrito, em que por 
esta forma se delibere.
5. Os sócios podem aprovar deliberações segundo as formas
previstas na lei, incluindo:
a) Deliberações aprovadas em Assembleia Geral regularmente 
convocada nos termos estabelecidos no parágrafo 2 supra;
b) Deliberações aprovadas em reunião universal da Assembleia 
Geral realizada sem convocatória nos termos estabelecidos no 
parágrafo 3 supra;
c) Deliberações unânimes por escrito nos termos estabelecidos 
no parágrafo 4 supra;
6.   A   assembleia   Geral   só   pode   deliberar   validamente   se 
estiverem   presentes   ou   representados   todos   os   sócios   da 
Sociedade.   Qualquer   sócio   que   esteja   impossibilitado   de 
comparecer a uma reunião poderá fazer­se representar por outra 
pessoa,   através   de   carta   de   representação   endereçada   ao 
Presidente   da   Assembleia   Geral,   a   identificar   o   sócio 
representado e o âmbito dos poderes conferidos
7.   As   deliberações   da   assembleia   Geral   serão   tomadas 
validamente   por   maioria   simples   dos   votos   emitidos   em   cada 
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reunião,   salvo   quando   a   lei   aplicável   ou   os   presentes 
Estatutos exijam uma maioria mais elevada.
8.   Para   além   dos   casos   especificamente   previstos   neste 
estatuto, as seguintes deliberações da Assembleia Geral serão 
validamente tomadas por unanimidade dos votos:
Vender, transferir ou de qualquer outra forma dispor, na 
totalidade ou em parte, qualquer bem, móvel ou imóvel, de 
que a Sociedade seja proprietária;
ARTIGO 14º
(Poderes da Assembleia Geral)
A   Assembleia   Geral   deliberará   sobre   as   matérias   que   lhe 
estejam   exclusivamente   reservadas,   por   forçada   da   lei 
aplicável ou dos presentes Estatutos, nomeadamente:
a) Aprovação do balanço anual;
b) A chamada e reembolso de prestações suplementares;
c) A divisão e a amortização de quotas;
d)A nomeação e a exoneração dos gerentes;
e) A propositura e a desistência de acções contra eles ou 
quaisquer   sócios,   e   a   representação   da   sociedade   nas 
acções contra aqueles;
f) Remuneração dos membros dos órgãos sociais da Sociedade;
g) Quaisquer alterações aos estatutos da Sociedade;
h) Fusão,   transformação,   dissolução   ou   liquidação   da 
sociedade;
i) Redução ou aumento do capital social da Sociedade;
j) Consentimento da Sociedade para a acessão de quotas;
k) A emissão de obrigações ou quaisquer outros títulos de 
dívida.
GERÊNCIA
ARTIGO 15º
(Gerência)
1. A Sociedade é administrada por um número de dois gerentes, 
devendo   cada   um   deles   eleito   por   cada   um   dos   Sócios   por 
mandatos   renováveis   de   quatro   (4)   anos,   ou   até   que   estes 
renunciem ao cargo ou a Assembleia Geral por unanimidade dos 
votos delibere proceder à sua substituição.
2.   A   gerência   terá   os   poderes   para   gerir   os   negócios   da 
Sociedade e executar o seu objecto social, mas deverá obter 
aprovação prévia da Assembleia Geral para praticar todos os 
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actos   que   estejam   imperativamente   sujeitos   a   deliberação 
prévia   da   Assembleia   Geral   nos   termos   da   lei   São   Tomé   e 
Príncipe e destes Estatutos. 
3.   A   Sociedade   decidirá   mediante   deliberação   da   Assembleia 
Geral, se os gerentes são remunerados e, em caso afirmativo, 
quais as respectivas condições.
ARTIGO 16º
(Forma de Obrigar)
A Sociedade obriga­se da seguinte forma:
1. Assinatura conjunta dos dois gerentes; ou
2. Assinatura   de   um   ou   mais   procuradores,   nos   termos   e   no 
âmbito das respectivas procurações.
CAPÍTULO IV
(Exercício e Contas do Exercício)
ARTIGO 17º
(Exercício)
O exercício anual da Sociedade corresponde ao ano civil.
ARTIGO 18º
(Contas do Exercício)
1.   A   Gerência   deverá   preparar   e   submeter   à   aprovação   da 
Assembleia Geral o relatório anual de gestão e as contas de 
cada exercício anual da Sociedade.
As   contas   do   exercício   deverão   ser   submetidas   à   Assembleia 
Geral dentro dos três (3) meses seguintes ao final de cada 
exercício.
2.   Ao   pedido   de   qualquer   dos   sócios,   e   a   expensas   da 
Sociedade,   as   contas   do   exercício   serão   examinadas   por 
auditores   independentes   de   reputação   internacionalmente 
reconhecida,   que   sejam   aceitáveis   para   todos   os   sócios, 
abrangendo todos os assuntos que, por regra, estão incluídos 
neste tipo de exames. Cada sócio terá direito a reunir­se, 
isoladamente,   com   os   referidos   auditores   e   rever 
detalhadamente todo o processo de auditoria e documentação de 
suporte.
ARTIGO 19º
(Afectação e distribuição do lucros)
1. Os lucros líquidos apurados anualmente, sem prejuízo das 
reservas exigidas por Lei e de quaisquer outros fundos gerais 
ou especiais criados pela Sociedade, serão distribuídos entre 
os sócios, por deliberação unânime da Assembleia Geral, sob 
proposta da Gerência.
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2.Os   lucros   serão   sempre   distribuídos   entre   os   sócios   na 
proporção da respectiva participação no capital social.
CAPÍTULO V
(Dissolução)
ARTIGO 20º
(Dissolução)
A Sociedade dissolve­se nos casos previstos na lei.
CAPÍTULO VI
(Disposições Finais)
ARTIGO 21º
(Fiscalização, Auditorias e Informação)
ui1.   Sem   prejuízo   de   outros   direitos   e   obrigações 
estabelecidos   na   lei   aplicável,   os   sócios   e   os   seus 
representantes   devidamente   autorizados,   têm   o   direito   de 
acesso integral e 
irrestrito aos gerentes, funcionários executivos e empregados 
da Sociedade e o direito de, a expensas suas:
a) examinar e copiar,  assistidos  ou não por contabilistas 
independentes certificados, os livros, registos e contas 
da Sociedade, bem como as suas operações e actividades;
b) que a Sociedade lhes   forneça a informação financeira e 
respectiva   documentação   de   suporte   com   o   detalhe   e 
frequência   que   sejam   razoavelmente   solicitados   pelos 
sócios;
c) que a Sociedade prepare as suas contas, na forma e datas 
que sejam razoavelmente  solicitadas pelos sócios;
d) inspeccionar   os   escritórios,   propriedades   e   bens 
tangíveis da Sociedade.
2. O sócio deverá notificar a sociedade da realização do exame 
ou inspecção, mediante aviso escrito, com 2 (dois) dias de 
antecedência em relação ao dia do exame ou inspecção.
3.   A   Sociedade   deverá   prestar   a   sua   total   colaboração   e 
facultar para o efeito o acesso aos seus livros e registos.
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ARTIGO 22º
(Contas Bancárias)
1. A Sociedade deve abrir e manter, em nome da Sociedade, uma 
ou mais contas separadas para todos os fundos da Sociedade, no 
banco ou nos bancos e com os signatários autorizados que sejam 
periodicamente determinadas pela Assembleia Geral.
2. A Sociedade não pode misturar fundos de quaisquer outras 
pessoas   com   os   seus   fundos   próprios.   A   Sociedade   deve 
depositar   as   suas   contas   bancárias   todos   os   seus   fundos, 
receitas   brutas   de   operações,   contribuições   de   capital, 
adiantamentos e recursos de empréstimos. Todas as despesas da 
Sociedade, reembolsos de empréstimos e distribuição dividendos 
aos sócios, devem ser pagos através das contas bancárias da 
Sociedade.
3.   Nenhum   pagamento   poderá   ser   feito   a   partir   das   contas 
bancárias   da   Sociedade   sem   autorização   por   escrito   da 
gerência.
ARTIGO 23º
(Comunicações)
1. Salvo estipulação diversa nos presentes Estatutos, todas as 
comunicações e notificações entre a Sociedade e os sócios e 
entre   estes   últimos   deverão   ser   entregues   pessoalmente   ou 
remetidas por correio registado, para as moradas e à atenção 
das seguintes pessoas:
a) Para a Sociedade: INTECO, Lda.
Ao cuidado de Fábio Pereira/Tudor Ionita
Morada: Avenida 12 de Julho, n.º 1022A
b) Para a sócio: Fábio G. M. Pereira 
Morada: Campo de milho, n.º 208, C.P. 897 – S. Tomé
c) Para a sócio: Tudor Ionita
Morada: Bairo Quilombo – S.Tomé.
2. A sociedade e os sócios poderão alterar a qualquer momento 
os elementos constantes do nº 1. supra, sem necessidade de 
alterar os Estatutos da Sociedade, contando que para o efeito 
notifiquem   os   restantes   sócios   e   a   Sociedade   na   forma 
prescrita.
3. Qualquer novo sócio que venha a suceder, no todo ou em 
parte,   a   qualquer   sócio   fundador   nas   respectivas   quotas, 
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deverá,   no   prazo   de   8   (oito)   dias   a   contar   da   outorgada 
respectiva escritura de cessão de quotas notificar a Sociedade 
e os demais sócios do seu endereço e da identidade de uma 
pessoa para efeitos deste Artigo 22º.
ARTIGO 24º
(Lei Aplicável)
Os   presentes   Estatutos   regem­se   pela   lei   de   São   Tomé   e 
Príncipe, designadamente pela Lei das Sociedades por Quotas de 
11 de Abril de 1901.
ARTIGO 25º
(Resolução de Litígios)
Para todos os litígios entre a Sociedade e os seus sócios ou 
entre   estes,   nessa   qualidade,   será   competente   o   tribunal 
Judicial   da   Comarca   de   São   Tomé,   com   expressa   renúncia   a 
qualquer outro.
ARTIGO 26º
(Disposições transitórias)
1. A Gerência fica, desde já, autorizada a celebrar quaisquer 
negócios jurídicos por conta da Sociedade no âmbito do 
respectivo objecto,nomeadamente os contratos de arrendamento, 
de   trabalho   ou   de   prestação   de   serviços   necessários   à 
actividade social.
2.   A   Gerência   fica,   desde   já,   autorizada   a   efectuar   o 
levantamento do capital social depositado para o fim de, em 
nome da Sociedade, fazer face às despesas referidas no artigo 
anterior,   bem   como   às   da   sua   instalação,   celebrando   os 
negócios jurídicos que considerar convenientes, nos termos e 
condições adequadas à prossecução do objecto social.
3.  Os sócios  abaixo indicados ficam desde já designados como 
gerentes para o quadriénio em curso de 2010 a 2013:
GERÊNCIA
Ficam desde já nomeados os dois  sócios, Fábio Gaspar Machado 
Pereira e Tudor Ionita, como gerentes.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de vinte e três de Novembro de dois mil e dez, donde se 
vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com 
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esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________
     ________________________ 
     
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e seis dias do mês de Outubro do ano dois mil e 
dez, no Guiché Único para empresas, sito na  Avenida Amilcar 
Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada  Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora   do   referido   serviço, 
compareceram como  outorgantes:
Primeiro:ADÉRITO SIMÕES PIEDADE,maior,casado sob o regime 
de separação de bens, natural de Ansião,residente em Paços de 
Arcos,Município   de   Oeiras   –   Portugal,de   nacionalidade 
Portuguesa.
Segundo:PAULO JORGE FREITAS DAS NEVES,maior, casado sob o 
regime de separação de bens, natural de São Jorge de Arroios ­ 
Lisboa,residente em Urbanização Casal da Mata Rua A, Lote 109 
2605­012 – Pinheiros Dolores, Município de Lores, Lisboa, de 
nacionalidade Portuguesa.
Terceiro:RAUL   SERINA   TEIXEIRA   DE   SOUSA   ARAGÃO,maior, 
solteiro,natural de Conceição,residente em Santa Rem, Distrito 
de Água Grande,de nacionalidade Santomense.
Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes,primeiro   e 
segundo   pela   exibição   dos   seus   passaportes   nºs   J797494   e 
H567298 respectivamente, passado pela autoridade portuguesa e 
terceiro,   por   conhecimento   pessoal   e   pela   exibição   do   seu 
bilhete   de   identidade   nº   15254  passado   pelo   Centro   de 
Identificação Civil e Criminal de São Tomé.
E   por   eles  foi  declarado:   Que   pela   presente 
escritura,resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por 
quotas de responsabilidade limitada  sob a denominação  INTER 
GROUP, LDA  que se regerá nos termos constantes dos artigos 
seguintes: 
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Artigo 1º
(Firma)
A   sociedade   adopta   a   denominação   "INTER   GROUP,   LIMITADA”, 
abreviadamente «IG» e rege­se pelos presentes estatutos e de 
acordo com a lei aplicável.
Artigo 2º
(Sede)
1. A sociedade tem a sua sede na Rua Campo de Milho, casa nº 
120, em S. Tomé, República Democrática de São Tomé e Príncipe.
2. Por simples deliberação da gerência, a sede da sociedade 
poderá ser transferida para qualquer outro local e podem ser 
criadas   sucursais,   filiais,   agências,   delegações   ou   outras 
formas locais de representação, no território nacional ou no 
estrangeiro.
Artigo 3º
(Objecto Social)
1. A sociedade tem por objecto, comércio geral, importação, 
exportação,   representações   comerciais,   compra   e   venda   de 
veículos automóveis, pesca, indústria,  agricultura, turismo, 
realização   de   estudos,   e   projectos   para   a   promoção   e 
desenvolvimento   de   pequenas   e   médias   empresas   industriais, 
agro­industriais, gestão de empreendimentos, construção civil, 
engenharia   e   obras   públicas,   prestação   de   serviços, 
consultoria,   segurança   e   segurança   técnica,   exploração 
mineira, exploração de indústria de camionagem e transportes 
públicos e petrolífera, sua comercialização, intermediação de 
negócios, negócios off shore e quaisquer outras actividades 
afins e outras permitidas por lei.
2. A sociedade pode adquirir participações em sociedades com 
objecto   diferente   daquele   que   exerce,   ou   em   sociedades 
reguladas   por   leis   especiais,   e   integrar   agrupamentos 
complementares de empresas.
Artigo 4º
(Capital Social)
1. O capital social é de DBS 2.000.000.000,00 (Dois bilhões de 
dobras) e encontra­se integralmente subscrito e realizado em 
numerário e representado pelas seguintes quotas: uma no valor 
nominal de Dbs, 680.000.000,00 (seiscentos e oitenta milhões 
de dobras, correspondente a 34% do capital social pertencente 
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ao sócio Adérito Simões Piedade, uma no valor nominal de Dbs. 
660.000.000,00   (seiscentos   e   sessenta   milhões   de   dobras), 
correspondente a 33% do capital, pertencente ao sócio Paulo 
Jorge   Freitas   das   Neves   e   outra   no   valor   nominal   de   Dbs. 
660.000.000,00   (seiscentos   e   sessenta   milhões   de   dobras), 
correspondente a 33% do capital social, pertencente ao sócio 
Raul Serina Teixeira de Sousa Aragão. 
ARTIGO 5.º
(Gerência)
1. A administração e representação da sociedade são exercidas 
por gerentes eleitos em Assembleia­Geral.
2. A sociedade obriga­se com a intervenção conjunta de dois 
gerentes.
3. Os gerentes podem delegar livremente os seus poderes.
4. A remuneração dos gerentes é fixada em Assembleia­Geral. 
Artigo 6.º
Assembleia­Geral
1. A Assembleia­Geral da sociedade reúne­se anualmente para 
apreciar   e   aprovar   o   relatório   balanço   e   as   contas   de 
exercício   e   para   tomar   outras   medidas   que   se   tornarem 
necessárias.
2. Os sócios podem livremente designar quem os represente nas 
assembleias­gerais.
Artigo 7.º
Fiscalização
A   fiscalização   pertence   a   um   fiscal   único   eleito   em 
Assembleia­Geral, que tem sempre um suplente.
Artigo 8.º
Prestações suplementares
Por   deliberação   dos   sócios   em   Assembleia­Geral   estes   podem 
autorizar prestações suplementares que se tornarem necessárias 
para a sociedade, a serem feitas pelos sócios que estiverem 
interessados.
Artigo 9º
Cessão de quotas
A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da 
sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de 
seguida, se defere aos sócios não cedentes.
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Artigo 10º
Amortização de quotas
1. A sociedade poderá amortizar a quota de qualquer sócio, com 
o   consentimento   do   titular,   quando   esta   for   sujeita   a 
arrolamento, arresto, penhora, quando for incluída em massa 
falida, ou quando fora dos casos previstos na lei, for cedida 
sem consentimento da sociedade.
2. Em caso de interdição ou morte do sócio a quota continua 
indivisível em nome dos herdeiros do sócio respectivo, que a 
representam na sociedade, salvo, se, no caso de morte, não 
houver herdeiros colaterais até ao sexto grau, circunstânciaem que haverá lugar a amortização da quota.
3. A quota amortizada figura no balanço como tal, podendo, 
porém,   os   sócios   deliberar,   nos   termos   legais,   a 
correspondente redução do capital ou o aumento do valor das 
restantes quotas, ou, ainda, a criação de uma ou mais quotas 
de   valor   nominal   compatível   para   alienação   a   sócio   ou   a 
terceiros.
Artigo 11º
Resultados do exercício
Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a 
percentagem para reserva legal, será dado o destino que for 
deliberado em Assembleia Geral.
Artigo 11.º
Disposição transitória
Enquanto de outra forma não for determinado pela Assembleia­
Geral, a gerência da Sociedade fica confiada aos sócios Paulo 
Jorge   Freitas   das   Neves  e  Raul   Serina   Teixeira   de   Sousa 
Aragão.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de vinte e dois de Outubro de dois mil e dez, donde se 
vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos seis dias do mês de Janeiro do ano dois mil e onze, no 
Guiché   Único   para   empresas,   sito   na     Avenida   Amílcar   Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciada  Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,  Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de 
notária, compareceram, como  outorgantes:
Primeiro:Cosma   Botelho   Baía   Jesus   Rita   de   Ceita, 
maior,casada,natural   de   Guadalupe,Distrito   de   Lobata   –   S.Tomé, 
residente em Ponta Mina,de nacionalidade Santomense,que outorga na 
qualidade   de   procuradora   dos   senhores  Herlander   Filipe   Alves 
Madaleno,   maior,solteiro,   natural   de   Luanda   ­   Angola,de 
nacionalidade Angolana,e  Mauro Eduardo Uemura, maior,casado com a 
Sra Deborah de Oliveira Uemura,sob o regime de comunhão parcial de 
bens,regime   jurídico   vigente   no   ordenamento   jurídico 
brasileiro,natural   de   Diadema­São   Paulo,residente   acidentalmente 
em São Tomé, de nacionalidade Brasileira,residente acidentalmente 
em  São  Tomé,com poderes necessários para  este  acto,conforme as 
procurações datadas de seis de Dezembro do ano dois mil e dez, 
devidamente legalizada que me foi presente e arquivo.
  Segundo:Adelino Barbosa Neto Amado Pereira,natural da Conceição­
São   Tomé,portador   do   B.I.   Nº   76214,residente     em   Boa 
Morte,Distrito   de   Água   Grande,desta   cidade,de   nacionalidade 
Santomense.
      Verifiquei   a   identidade   dos   outorgantes   por   conhecimento 
pessoal.
E   por   eles  foi  declarado:   Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si   constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação   «OCEAN   POLLUTION 
CONTROL­SÃO   TOMÉ   E   PRÍNCIPE,LDA.»,que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo 1.º
A Sociedade adopta a denominação de Ocean Pollution Control – 
São Tomé e Príncipe, Limitada, e tem a sua sede na Cidade de São 
Tomé,   Distrito   de   Água   Grande,   podendo   a   sede   social   ser 
transferida por simples deliberação da gerência para outro local 
do   País,   bem   como   abrir,   filiais,   sucursais   ou   delegações   em 
qualquer local, mesmo no estrangeiro e a sua duração é por tempo 
indeterminado, tendo o seu início a partir de hoje.
Artigo 2.º
      A Sociedade Ocean Pollution Control – São Tomé e Príncipe, 
Limitada, cujo prazo de duração é indeterminado, tem por objecto:
• Reduzir   a   emissão   de   gás   de   efeito   estufa   (dióxido   de 
carbono, metano e óxido nitroso);
• Assegurar   a   inspecção,   teste,   avaliação,   reparo   e 
reabilitação de oleodutos e gasodutos, de modo a garantir a 
segurança das operações e minimizar os impactos de eventuais 
acidentes sobre as comunidades do entorno;
• Gestão   de   emissões   atmosféricas,   efluentes   líquidos   e 
resíduos;
• Avaliar e monitorar os ecossistemas;
• Remediar  as  áreas  impactadas   e  assegurar   o  atendimento  de 
emergência;
• Direccionar   esforços   para   a   reutilização   e   optimização   da 
água nas refinarias, dando prioridade àquelas onde o cenário 
de disponibilidade hídrica aponta situações de escassez;
• Inspecção e teste na indústria petrolífera;
• Controlo de processos de exploração petrolífera;
• Testes de qualidade e quantidade de crude e derivados.
    A Sociedade poderá dedicar­se também as actividades conexas ou 
não com esses objectivos, desde que permitidas por lei.
Artigo 3.º
1. O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 
300.000.000.00  (trezentos   milhões   de   Dobras),   dividido   em 
três quotas, sendo uma de 45 % no valor de  135.000.000.00 
(cento e trinta e cinco milhões de Dobras), pertencente ao 
sócio Herlander Filipe Alves Madaleno, outra de 45% no valor 
de 135.000.000.00 (cento e trinta e cinco milhões de Dobras) 
pertencente ao sócio Mauro Eduardo Uemura e a última de 10% 
no   valor   de   30.000.000.00(trinta   milhões   de   Dobras) 
pertencente ao sócio Adelino Barbosa Neto Amado Pereira.
2. Quando o desenvolvimento da sociedade o justificar, o capital 
social   poderá   ser   aumentado,   de   acordo   com   o   que   for 
deliberado pela Assembleia Geral.
Artigo 4.º
      A gerência da Sociedade, com ou sem remuneração, de acordo 
com o que for deliberado em Assembleia Geral, compete ao sócio e 
Mauro Eduardo Uemura, desde já designado gerente.
     Parágrafo único.  Para obrigar a Sociedade em todos os seus 
actos   e   contratos,   é   necessária   a   assinatura   do   único   sócio 
gerente.
Artigo 5.º
1. O gerente poderá delegar todos ou parte dos seus poderes de 
gerência no outro sócio desde que confira para o efeito o 
competente mandato devidamente legalizado, ou a terceiros nos 
mesmos moldes e com a anuência do outro sócio;
2. Fica   inteiramente   vedado   aos   gerentes   ou   aos   seus 
mandatários,   usar   a   firma   social   em   negócios   estranhos   a 
sociedade   ou   em   letras   de   favor,   abonações,   cartas   de 
fianças, etc.
Artigo 6.º
1. Os   actos   de   mero   expediente   ou   de   mera   administração 
ordinária poderão ser praticados por um dos gerentes;
2. A abertura e movimentações das contas bancárias da sociedade, 
são considerados actos de mera administração ordinária, pelo 
que a assinatura individual de qualquer um dos gerentes, é 
suficiente   para   efectuar   as   movimentações,   levantamentos, 
pedidos de saldo e extractos bancários.
Artigo 7.º
      Por morte ou interdição de qualquer dos sócios, a sociedade 
continuará com os sócios sobrevivos ou capazes e os herdeiros do 
falecido deverão nomear de entre si, um que a todos represente, ou 
o representante legal do sócio interdito, enquanto se mantiver a 
indivisa a respectiva quota.
Artigo 8.º
1. O ano social é o civil, devendo o balanço anual encerrar a 31 
de Dezembro;
2. Os lucros líquidos apurados depois de deduzidos pelo menos 
cinco   por   cento   para   o   fundo   de   reserva   legal   e   outras 
percentagens que a sociedade delibere criar, serão divididos 
entre os sócios na proporção das suas quotas e os prejuízos 
se os houver, serão suportados na mesma proporção.
Artigo 9.ºA cessão ou divisão de quotas entre os sócios ou entre estes 
e a sociedade é livre, mas a estranhos depende do consentimento da 
sociedade, reservando­se a esta, em primeiro lugar, e aos sócios 
não cedentes, em segundo o direito de preferência.
Artigo 10.º
         A Sociedade dissolve­se nos termos previstos na legislação 
aplicável e ainda nos casos seguintes;
• Pela declaração e falência da sociedade;
• Por impossibilidade de realização do objectivo contratual;
• Por deliberação unânime dos sócios em Assembleia­geral.
Artigo 11.º
      Em   caso   de   penhora,   arresto,   ou   outra   forma   de   apreensão 
judicial de qualquer quota, a sociedade poderá amortizá­la, pelo 
valor   que   a   mesma   tiver   segundo   o   último   balanço   legalmente 
aprovado.
Artigo 12.º
        Os   eventuais   conflitos   que   possam   surgir   a   respeito   do 
presente estatuto, serão resolvidos amigavelmente, por arbitragem 
aceite pelos sócios. Só depois de esgotados todos os meios de 
conciliação, deverão ser submetidos ao Tribunal, sendo competente 
o   foro   de   São   Tomé   e   dos   locais   de   existência   das   filiais, 
sucursais ou delegações.
Artigo 13.º
     Na parte não expressamente prevista nos presentes estatutos, 
a   sociedade   reger­se­á   pelas   deliberações   e   pelas   disposições 
legais aplicáveis, vigentes em São Tomé e Príncipe.
      Assim disseram e outorgaram.
Instrui este acto o documento já referido no contexto desta 
escritura e  a certidão passada por este serviço, datada de sete 
Dezembro  de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada 
nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que 
por tal forma semelhante possa induzir em erro.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes               Assinatura da Directora 
   ______________________        _________________________ 
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos dez dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas, sito na   Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé, perante mim Licenciado, Gregório Cardoso 
Santiago, por impedimento de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, 
Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, 
compareceu, como  outorgantes:
Primeiro:IVO   TAVARES   MORENO,maior,solteiro,natural   de 
Conceição   Distrito   de   Água   Grande   ­   S.Tomé,bilhete   de 
identidade   nº   148998,passado   pelo   centro   de   Identificação 
Civil e Criminal de São Tomé em vinte e cinco de janeiro de 
dois   mil   e   dez,residente   em   Riboque   –   São   Tomé,   de 
nacionalidade santomense que outorga por si e na qualidade de 
procurador dos Srs.  FRANCISCO JAVIER LOZANO CHIMENO, maior, 
divorciado, natural de Aitona, Espanha­República de Espanhã­ 
residente   em   Espanhã,   passaporte   nº  AC066727  passado   pelas 
autoridades   Espanholas   aos   doze   de   Janeiro   de   dois   mil   e 
cinco,   de   nacionalidade   Espanhola,  FRANCISCO   JAVIER   RAMOS 
SANTIAGO,maior,  casado   com Asuncion Guerra sob o regime de 
separação de bens adquiridos, passaporte nº Q762676 passado 
pelas autoridades Espanholas aos vinte e seis de Março de dois 
mil e três, natural de Santa Maria de Guia ­ Palmas, onde 
reside,   de   nacionalidade   espanhola,   conforme   a   procuração 
datada de  dezanove de Novembro de dois mil e dez, devidamente 
legalizada.
Segundo:JOSÉ EUGÉNIO DA SILVA PATRÍCIO, maior, solteiro, 
natural   de   Lisboa   –   Portugal,bilhete   de   identidade   número 
137296 passado pelo centro de identificação civil e criminal 
de   São   Tomé  em   trinta   e  um   de   Março  de   dois  mil  e   oito, 
residente   em   Vila   Dolores,   de   nacionalidade   santomense   que 
outorga  na   qualidade   de  procurador   do   Sr.  EDUARDO   FERREIRA 
TAVARES, maior, casado com Margarida Tavares, sob o regime de 
comunhão de bens adquiridos, natural de Santo Amaro, Distrito 
de Lobata, bilhete de Identidade número 12028, emitido pelo 
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Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em seis 
de Janeiro de dois mil e dez, de nacionalidade santomense, 
conforme a procuração datada de cinco de Novembro de dois mil 
e dez, devidamente legalizada.
Terceiro: JOSÉ LUIZ FERNANDES RITA,casado com Edna Marisa 
Lima   Amado   Vaz   Rita   sob   o   regime   de   comunhão   de   bens 
adquiridos, natural de Luanda – Angola, bilhete de identidade 
número   80376   emitido   pelo   Centro   de   Identificação   Civil   e 
Criminal  de São Tomé em vinte e três de Dezembro de dois mil 
e   nove,   residente   na   Avenida   Amilcar   Cabral–São   Tomé,   de 
nacionalidade santomense.
Quarto:MARTINHO   NEVES   CASTELO   DAVID,maior,solteiro, 
natural   de   Conceição,   Distrito   de   Água   Grande,bilhete   de 
indentidade número 48645 emitido pelo Centro de Identificação 
Civil e Criminal de São Tomé em vinte e oito de Outubro de 
dois mil e oito, residente em O Que D'EL Rei,de nacionalidade 
santomense.
  Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos 
seus bilhetes de identidade.
E por eles, foi declarado: Que pela presente escritura, 
os representados do primeiro e segundo outorgante e o segundo, 
terceiro   e   quarto   outorgante   resolveram   constituir   uma 
sociedade   por   quotas   de   responsabilidade   limitada  sob 
denominação  «ECO­FRUTO,   Lda»  que   se   regerá   nos   termos 
constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
(Denominação, sede e duração)
A Sociedade adopta a denominação de “ECO­FRUTO Lda.”, e tem a 
sua Sede na Cidade de S.Tomé, podendo no entanto, estabelecer 
delegações   e   escritórios   noutros   pontos   do   País   ou   no 
estrangeiro, sendo a sua duração por tempo indeterminado. 
Artigo Segundo
(Objecto)
A ECO­FRUTO Lda. dedicar­se­á fundamentalmente a:
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   Um – Exploração e exportação de produtos agrícolas; 
   Dois – Processamento e transformação de produtos agrícolas, 
nomeadamente   fabricação   de   compotas,   doces,   sumos,   polpa   e 
licores de frutas nacionais;
  Três – Actividades piscatória, transformação e exportação de 
pescado; 
  Único – Mediante acordo dos Sócios, a Sociedade poderá 
dedicar­se   a   qualquer   outro   ramo   de   actividade   incluindo 
comercial   de   importação   e   exportação,   consoante   legislação 
nacional e, participar no capital social de outras Sociedades 
cujos objectivos a sejam semelhantes ou não. 
Artigo Terceiro
(Capital social)
Um – O Capital Social inicial é de cento e cinquenta milhões 
de   dobras   (150.000.000,00   STD),  integralmente   realizado   em 
dinheiro, dividido em seis quotas, assim distribuídas:
a) Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 
20% do capital social pertencente ao sócio Ivo Tavares 
Moreno;
b) Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 
20% do capital social pertencente ao sócio  Francisco 
Javier Lozano Chimeno.
c) Uma   no   valor   de   vinte   e   sete   milhões   de   dobras, 
equivalente a 18% do capital social pertencente ao só­
cio Martinho Neves Castelo David.
d) Uma no valor de vinte e dois milhões e quinhentas mil 
de dobras, equivalente a 15% do capital social perten­
cente ao sócio Francisco Javier Santiago Ramos.
e) Uma no valor de vinte e dois milhões e quinhentas mil 
de dobras, equivalente a 15% do capital social perten­
cente ao sócio José Luís Fernandes Rita.
f) Uma novalor de dezoito milhões de dobras, equivalente 
a12% do capital pertencente ao sócio  Eduardo Ferreira 
Tavares.
Dois – A cessão de quotas à terceiros só poderá ser efectuada 
por   deliberação   dos   Sócios   em   Assembleia­geral,   tendo   os 
mesmos sempre, o direito de preferência. 
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Três  –  As   deliberações   concernentes   ao   aumento   do   Capital 
Social serão consensualmente tomadas pela Assembleia de Sócios 
convocada para o efeito.
Artigo Quarto
(Gerência)
Um  – A gerência da sociedade é exercida por dois dos sócios 
indigitados na Assembleia de Sócios, por um período de um (1) 
ano renovável por iguais períodos em Assembleia dos Sócios, 
remunerados ou não,  podendo deliberar de outra forma, caso a 
necessidade operacional da Sociedade o justifique.
Dois  – A sociedade será representada em juízo ou fora dele, 
activa e passivamente pelos sócios gerentes, e do mesmo modo, 
nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a 
sociedade,   sendo   que   nesses   casos   é   exigida   a   assinatura 
conjunta   do   sócio   Ivo   Tavares   Moreno,   devendo   ser   do 
conhecimento e aval de, pelo menos mais um sócio, na reunião 
para o efeito, devidamente autenticada com o carimbo em uso na 
Sociedade.
Três  –   Os   Gerentes   poderão   delegar   em   pessoas   estranhas   à 
Sociedade   todos   ou   parte   dos   seus   poderes   de   gerência, 
conferindo   para   o   efeito   o   respectivo   mandato   em   nome   da 
Sociedade,   ouvido   a  Assembleia   dos   Sócios   convocada  para   o 
efeito.
Quatro – Exceptuando a assinatura do sócio Ivo Tavares Moreno 
que não carece de outras, os cheques da Sociedade só poderão 
ser movimentados mediante as assinaturas conjuntas dos dois 
sócios gerentes e do sócio Martinho Neves Castelo David. 
Artigo Quinto
(Fiscalização de contas)
As  contas  sociais  serão  auditadas  sempre   que e por  quem a 
Assembleia de Sócios deliberar.
Artigo Sexto
(Assembleia de sócios)
Um ­ Haverá uma reunião ordinária anual, a realizar­se até o 
dia   trinta   e   um   de   Março,   para   aprovação   dos   inventário, 
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relatório e contas, relativos ao exercício do ano findo, bem 
como respectiva proposta de afectação de resultados e,
Dois  ­ Sempre que se torne necessário tratar de assuntos de 
interesse da Sociedade, sob solicitação de, pelo menos três 
Sócios, a Assembleia reunirá extraordinariamente. 
Artigo Sétimo
(Distribuição dos dividendos)
Os   resultados   apurados   em   cada   exercício   findo   terão   o 
seguinte destino:
a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal;
b)   A  parte   restante   será   distribuída   pelos   Sócios,   na 
proporção das respectivas quotas  e, na mesma proporção serão 
suportados os prejuízos se os houver. 
Artigo Oitavo
(Resolução de conflitos)
Um  – Os eventuais litígios que possam surgir a respeito do 
presente   estatuto,   serão   resolvidos   amigavelmente   ou   por 
arbitragem unanimemente aceite pelos sócios.
Dois – Só depois de esgotados todos os meios de conciliação, 
deverão ser submetidos ao tribunal, sendo competente o foro de 
S.Tomé.
Três – Na parte não prevista no presente estatuto, a sociedade 
reger­se­á   pelas   disposições   aplicáveis   às   sociedades   por 
quotas de responsabilidade limitada.
Artigo Nono
(Dissolução e liquidação)
Um  –  Para os  fins dos  presentes  Estatutos  a dissolução  da 
Sociedade   far­se­á   nos   casos   previstos   na   Lei   ou   em 
conformidade   com   a   deliberação   unânime   dos   sócios   em 
Assembleia­geral.
Dois – A Assembleia ­ geral que deliberar sobre a dissolução 
da sociedade, determinará o prazo para a liquidação e nomeará 
os respectivos liquidatários.
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Três – A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição 
de   qualquer   dos   sócios,   continuando   com   herdeiros   ou 
representantes legais do falecido ou interdito.
Artigo Décimo
(Legislação aplicável)
Na   parte   não   expressamente   prevista   neste   Estatuto,   a 
Sociedade   reger­se­á   pelas   disposições   legais   aplicáveis   às 
Sociedades por quotas de responsabilidade limitada.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto as procurações conferindo poderes de 
representação aos Srs. Ivo Tavares Moreno e  José Eugénio da 
Silva Patrício, bem como a certidão passada por este serviço, 
datada de oito de Dezembro de dois mil e dez, donde se ve não 
existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta 
denominação   ou   outra   que   por   tal   forma   semelhante   possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
 Assinatura dos Outorgantes       Assinatura da Directora 
   ______________________ ______________________ 
   ______________________              
      
   ______________________ 
   ______________________                 
   ______________________                 
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Acto  de Constituição de Sociedade
Aos nove dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, 
no   Guiche     Único   para   Empresas,   sito   na     Avenida   Amilcar 
Cabral,na   presença   de  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra, 
Directora   do   Guiché   Único   para   criação   de   Empresas, 
compareceram  como outorgantes:
     Primeiro:Ana Carla Oliveira de Sousa Santos, de trinta e 
cinco   anos   de   idade,   casada,   natural   de   Matosinhos­Porto, 
residente   na   Avenida   Marginal   12   de   Julho,   certificado   de 
residencia  nº137/2007  de nacionalidade Portuguesa;
         Segundo:Dora Patrícia Silva Claudino Almeida Peres da 
Silva , de trinta e seis  anos de idade,casada, natural de S. 
Sebastião da Pedreira­Lisboa,residente temporária em São Tomé, 
passaporte nº J145187,de nacionalidade Portuguesa.
     Verifiquei a identidade das outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos  seus documentos de identificação.
     E por   elas foi declarado:Que pela presente escritura, 
resolveram entre si   constituir uma  sociedade   por quota de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação   «OFICINA   DOS 
SONHOS,LIMITADA»  que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos 
artigos seguintes: 
Artigo I
     É constituída uma sociedade comercial denominada Oficina 
de Sonhos, Limitada, abreviadamente denominada por Oficina dos 
Sonhos.
Artigo II
        A   sociedade   comercial  Oficina   de   Sonhos,   Limitada,   é 
constituída por tempo indeterminado, contando a sua existência 
a partir da data de celebração da respectiva escritura pública 
de constituição.
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Artigo III
  A sociedade comercial Oficina de Sonhos, Limitada, tem a sua 
sede na cidade de São Tomé, Distrito de Água­Grande,  podendo 
ser transferida para qualquer outro local, mediante decisão da 
gerência, aprovada pela maioria do capital social.
Artigo IV
1. A sociedade comercial Oficina de Sonhos, Limitada, tem por 
objecto   a   realização   de   todas   as   actividades   inerentes   à 
Educação, o Ensino e às Actividades de Tempos Livres e outras 
ligadas   ou   conexas   com   estas,   construindo   e   instalando 
estabelecimentosde ensino de qualquer nível, bem como creches 
e infantários.
2.   A   sociedade   poderá   igualmente   dedicar­se   à   gestão   de 
estabelecimentos acima referidos e a comercialização de todos 
os equipamentos, incluindo os materiais escolares de qualquer 
natureza ou tipo. 
3.   A   sociedade   poderá   finalmente   participar   em   consórcios 
visando as actividades constantes do objecto da sociedade ou 
na constituição de sociedades com o mesmo objecto ou com ele 
relacionado.
Artigo V
1. O capital social é de Cento e Cinquenta Milhões de Dobras 
(Dbs. 150 000 000,00),integralmente subscrito e realizado em 
dinheiro.  
2.   O   referido   capital   social   encontra­se   dividido   em   duas 
quotas de igual valor, pertencentes respectivamente as sócias 
Ana Carla Oliveira de Sousa Santos e de Dora Patrícia  Silva 
Peres da Silva.
3. O capital social poderá ser aumentado por determinação da 
lei  ou por  deliberação  da Assembleia   Geral  em uma ou  mais 
vezes.
Artigo VI
   Não são exigíveis prestações suplementares de capital, mas 
as sócias poderão fazer à sociedade suprimentos de que ela 
careça, mediante juros e condições unanimemente estipulados.
  
Artigo VII
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     A cessão de quotas entre as sócias é livre, dependendo a 
cessão a terceiros do consentimento dos restantes sócios, aos 
quais   é  dada   preferência   na  proporção   das   suas   respectivas 
quotas.
Artigo VIII
1. A gerência da sociedade e a sua representação em todos os 
seus   actos   e   contratos,   em   juízo   e   fora   dele,   activa   e 
passivamente, serão exercidas por ambas as sócias.
2. A sociedade obrigará validamente mediante a assinatura de 
ambas as sócias ou da pessoa em quem forem delegados poderes 
especiais para tal.
3. Em questões de mero expediente, bastará a assinatura de uma 
das sócias ou da pessoa a quem a gerência for confiada. 
 Artigo IX
   Fica vedado aos gerentes obrigar a sociedade em actos e 
contratos diversos dos negócios sociais, tais como letras de 
favor, fianças ou obrigações semelhantes.
Artigo X
   As deliberações sociais são tomadas por votos exprimindo a 
maioria do capital e deverão constar de actas ou documentos 
escritos   e   devidamente   assinados   pelas   sócias   presentes   ou 
representados.
Artigo XI
  Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidas as reservas 
legais   e   quaisquer   outras   reservas   especiais   que   as  sócias 
entendam   constituir,serão   divididos   entre   as   sócias   na 
proporção   das   suas   respectivas   participações   no   capital 
social, bem como as perdas, se for caso disso.
Artigo XII
 O exercício social corresponderá ao ano civil e os balanços 
sociais serão dados em trinta e um de Dezembro de cada ano, 
devendo o relatório e contas estar aprovados e assinados até 
trinta e um de Março do ano seguinte.
Artigo XIII
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 Assembleias Gerais reunirão ordinariamente pelo menos uma vez 
por   ano   e   extraordinariamente   sempre   que   as   sócias   assim 
entenderem.
As   sócias   poderão   fazer­se   representar   por   terceiros,   aos 
quais   confira   poderes   especiais   em   carta   dirigida   ao 
Presidente da Assembleia.
Artigo XIV
  Em todo o omisso, observar­se­ão as deliberações das sócias 
regularmente   tomadas   e   as   disposições   legais   aplicáveis   à 
matéria.
       Assim disseram e outorgaram.
       Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datado 03/09/20010, donde se vê não existir matriculada nesta 
secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por 
tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me 
foi presente e arquivo.
     
             Este registo fica arquivado depois de cumprido as 
formalidades legais.
 Assinatura das outorgantes           Assinatura da Directora
_______________________               _____________________ 
                                     
_______________________
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos seis dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no 
Guiché Único para empresas, sito na   Avenida Amilcar Cabral, 
cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora   do   referido   serviço,compareceram   como 
outorgantes:
Primeiro:FELIPE   EDGAR   LOPES   MOREIRA,maior,divorciado, 
natural do Brasil,residente na Avenida Marginal 12 de Julho, 
Distrito de Água Grande,de nacionalidade Portuguesa.
Segundo:JORGE   HUMBERTO   LOPES   MOREIRA,maior,solteiro, 
natural de  Angola,residente na Rua D. Afonso Henriques,3506­ 
Maia – Portugal,de nacionalidade Portuguesa.
Terceiro:JUOCERLEE   TAVARES   GUADALUPE   PEREIRA   DE   LIMA, 
maior,solteiro,natural de Lobata,residente  na Av. Marginal 12 
de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes,por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação: 
certificado de residência nº 155/2010, passaporte nº J507945 e 
bilhete   de   identidade   nº  80590   passado   pelo   Centro   de 
Identificação Civil e Criminal de São Tomé.
E   por   eles  foi  declarado:Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade limitada  sob a denominação  «OXYGEN,LDA»  que 
se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: 
Artigo Primeiro
Denominação e Sede
Um – A Sociedade adopta a designação de “Oxygen, Indústria, 
Comércio   e   Serviços,   Lda.”,   abreviadamente   designada   por 
“Oxygen, Lda.” e tem a sua sede na Avenida Marginal 12 de 
Julho, N.º 1018, Distrito de Água Grande, São Tomé, São Tomé e 
Príncipe.
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Dois –  Por simples deliberação da Assembleia Geral, a sede 
social poderá ser transferida para outro local do País e/ou 
abrir   filiais,   sucursais   ou   delegações   em   qualquer   outro 
local, mesmo no estrangeiro.
Artigo Segundo
Duração
A   sociedade   durará   por   tempo   ilimitado,   iniciando   a   sua 
actividade nesta data.
Artigo Terceiro
Objecto Social
O objecto da Sociedade consiste no exercício das seguintes 
actividades:prestação   de   serviços;indústria   em   geral; 
comércio;importação e exportação.
Artigo Quarto
Capital Social
O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD 
500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras), e está dividido 
em quinhentas quotas iguais de STD 1.000.000,00 (Um Milhão de 
Dobras) cada, distribuídos entre os sócios na seguinte ordem e 
proporção:Felipe Edgar Lopes Moreira, com duzentas e vinte e 
cinco quotas, correspondentes a quarenta e cinco por cento, e 
equivalente  a   STD  225.000.000,00  (Duzentos   e   Vinte   e   Cinco 
Milhões de Dobras);Jorge Humberto Lopes Moreira, com duzentas 
e vinte e cinco quotas, correspondentes a quarenta e cinco por 
cento, e equivalente a STD 225.000.000,00 (Duzentos e Vinte e 
Cinco Milhões de Dobras);Juocerlee Tavares Guadalupe Pereira 
de   Lima,   com   cinqüenta   quotas,   correspondentes   a   dez   por 
cento, e equivalente a STD 50.000.000,00 (Cinquenta Milhões de 
Dobras).
Artigo Quinto
Prestações Suplementares
Mediante   deliberação   da   Assembleia   Geral,   poderão   ser 
exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite 
das suas quotas.
Artigo Sexto
Participação noutras Sociedades
A Sociedade poderá participar em quaisqueroutras Sociedades, 
legalmente   constituídas,   independentemente   do   respectivo 
objecto social, de origem nacional ou estrangeira.
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Artigo Sétimo
Cessão de Quotas
Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende 
do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por 
morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em 
que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da 
Sociedade. 
Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais 
sócios beneficiam direito de preferência.
Artigo Oitavo
Amortização de Quotas
Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas 
situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu 
titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, 
arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida 
ou   insolvente,   ou   quando   qualquer   sócio,   directa   ou 
indirectamente,   impeça   a   regular   operação   da   Sociedade, 
promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no 
presente estatuto.
Dois  – Nos casos previstos no número anterior, o valor da 
contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a 
amortizar, excepto no caso de acordo negociado.
 
Artigo Nono 
Balanço e Lucros
Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do 
mês   de   Dezembro   de   cada   ano   e   os   lucros   líquidos   serão 
apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida 
para o fundo de reserva legal e quaisquer outros.
Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão 
distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse 
sentido,   por   maioria   simples   dos   votos   presentes   e 
representados na reunião em que tal matéria constar da ordem 
de trabalhos.
Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na 
proporção das suas quotas.
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Quatro  –   Os   prejuízos,   se   os   houver,   serão   igualmente 
suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas.
Artigo Décimo
Gerência
Um  –   A   Administração   da   Sociedade,   bem   como   a   sua 
representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já 
nomeados sócios gerentes os dois sócios maioritários. 
Dois  – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é 
suficiente a assinatura de qualquer  um dos sócios gerentes. 
Três  –   Fica   expressamente   vedado   ao   gerente   obrigar   a 
Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de 
participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos 
ou documentos estranhos aos negócios sociais.
Artigo Décimo ­ primeiro
Assembleia Geral e Deliberações
Um –  As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo 
menos com quinze dias de antecedência. 
Dois –  Os sócios podem delegar num outro o seu direito de 
voto, em cartas por eles assinadas.
Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
Artigo Décimo ­ segundo
Exoneração dos Sócios e Dissolução
Um  ­ Qualquer sócio pode exonerar­se da Sociedade, devendo 
comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que 
caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da 
quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode 
adquirir   a   quota   nas   previstas   no   número   dois   do   artigo 
sétimo.
Dois  –   Por   morte   ou   interdição   de   qualquer   dos   sócios   a 
sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por 
consenso,   caso   em   que   ela   continuará   com   os   sócios 
remanescentes   e   capazes   e   os   herdeiros   dos   falecidos   ou 
falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, 
devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, 
enquanto a respectiva quota permanecer indivisa.
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Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e 
nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e 
a partilha será efectuada conforme for acordado.
Quatro  – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender 
será o activo social licitado no seu todo com obrigação do 
pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço 
oferecer, em igualdade de condições.
Artigo Décimo­ terceiro
Disposições Transitórias
A   gerência   fica   desde   já   autorizada   a   proceder   ao 
levantamento   de   parte   ou   totalidade   do   capital   social 
depositado,   a   fim   de   custear   as   despesas   de   constituição, 
instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias.
Artigo Décimo­ quarto
Omissões
Em   todo   caso   omisso   regularão   as   disposições   legais 
aplicáveis   às   Sociedades   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada pela Direcção Geral 
dos Registos e Notariados, datada de vinte e cinco de Agosto 
de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta 
secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por 
tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me 
foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________
     ________________________ 
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Alteração Parcial do Pacto Social 
 Divisão, Cessão de Quotas e Alteração do Tipo Societário
  Aos trinta dias do mês de Novembro do ano dois mil e 
onze, no  Guiché Único para Empresas, sito na Avenida Amílcar 
Cabral, Cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo 
o cargo de notária, compareceu como outorgante:
 
GUILHERME POSSER DA COSTA,  advogado,  com escritório na 
Avenida  Kwame   N’Krumah,Distrito   de   Água   Grande,   cédula 
profissional número O1, que outorga na qualidade de procurador 
da   Sociedade  SATOCAO   UNIPESSOAL,   LDA.,   Sociedade   Unipessoal 
por quota de Responsabilidade Limitada, com sede na Avenida 
Kwame   N’Krumah,   Cidade   de   São   Tomé,   de   capital   de 
2.450.000.000,00  (Dois mil milhões, quatrocentas e cinquenta 
milhões de Dobras), equivalente a 100.000 (Cem mil Euros), ao 
câmbio de 24.500,00 (Vinte quatro mil e quinhentas Dobras), 
contribuinte   nº   517686964,   registada   neste   Guiché   Único   de 
Empresas   sob   o   número   51/010,   conforme   a   deliberação   da 
Assembleia Geral Extraordinaria datada de dezoito de Outubro 
do corrente ano devidamente legalizada que me foi presente e 
arquivo.
Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento 
pessoal.
E por ele, na qualidade que representa, foi dito: Que o 
seu  representado,  SATOCAO UNIPESSOAL, LDA., é uma Sociedade 
Unipessoal por quota de responsabilidade limitada, constituída 
por escritura de dezaseis de Dezembro do ano dois mil e dez, 
lavrada   no   Guiché   Único   para   Empresas,   e   exarada   sob   o 
processo n.º75/2010.
Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral da 
referida Sociedade datada de dezoito de Outubro de dois mil e 
onze,  cuja  acta  me foi  presente  e arquivo,  o sócio  único, 
sociedade  HARANA   HOLDING   (CYPRUS)   LIMITED,   decidiu   dar   em 
cessão partes de sua quota a favor de Stéphane Granier Defere, 
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Philippe Perles e Arnaud Chouraki, alterando o tipo societário 
de Sociedade Unipessoal por Quota de responsabilidade limitada 
para a Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada, e 
consequentemente altera os artigos um, quatro e oito que passa 
a ter a seguinte e nova redacção.
Artigo Um
Denominação Social e Duração
  Um­ A Sociedade adopta a denominação SATOCAO, LDA.
    Dois­   É   uma   sociedade   por   quotas   de   responsabilidade 
limitada criada por tempo indeterminado.
Artigo Quatro 
Capital Social
Um  – O  capital social é de  STD.2.450.000.000,00  (Dois mil 
milhões,   quatrocentas   e   cinquenta   milhões   de   dobras), 
equivalente a 100.000 (Cem mil Euros), ao câmbio de 24.500,00 
(Vinte quatro mil e quinhentas dobras), distribuído em quatro 
quotas da seguinte forma: 
a) Uma quota no valor de STD.514.500.000,00 (quinhentos e 
catorze milhões e quinhentas mil Dobras), equivalente a 
21% do capital social, pertencente a Stephane Granier;
b) Um   quota   no   valor   nominal   de  STD.612.500.000,00 
(seiscentos   e   doze   milhões   e   quinhentas   mil   Dobras, 
corresponde   a   25%   do   capital   social,   pertencente   a 
Philippe Perles;
c) Uma quota no valor de STD.122.500.000,00 (cento e vinte 
e dois milhões e quinhentas mil Dobras) equivalente a 
5% do capital social, pertencente a Arnaud Chouraki;
d) Uma   quota   no   valor   de  STD.1.200.500.000,00  (mil 
milhões, duzentos milhões e quinhentas mil de Dobras), 
correspondente a 49% do capital social pertencente a 
Sociedade Harana Holding (Cyprus),Lda. 
Artigo Oito
Administração
Um­ INALTERADO.
Dois­ Cinco dos membros do Conselho de Gerência, sendo um 
o   Presidente,   será   proposto  pelo   sócio,  a   sociedade  Harana 
Holding (Cyprus),Lda. 
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Três ­ INALTERADO.
Quatro ­ INALTERADO.
Cinco – INALTERADO. 
Assim o disse e outorgou:
Instruí este acto os documentos já referidos no contexto 
desta escritura.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Está conforme.
Assinatura do Outorgante             Assinatura da Directora
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Alteração Parcial do Pacto Social
 Cessão de Quotas e Admissão do Novo Sócio 
 Aos dezanove dias do mês de Outubro do ano dois mil e doze,no 
Guiché Único para Empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral,Cidade de 
São Tomé,perante mim  Licenciado  Joel Vilhete d`Alva Teixeira,  em 
substituição   de  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra,Directora   do 
referido   serviço,exercendo   o   cargo   de   notária,compareceram   como 
outorgantes:
Primeiro:  João   Tomás   Fernandes   Barbosa   Neto,   divorciado, 
natural   de     ­   S.Tomé,   residente   na   Vila   de   Pantufo­S.Tomé,   de 
nacionalidade Santomense, que outorga na qualidade de procurador do 
Sr.  Jorge  Humberto   Lopes   Moreira,   maior,   solteiro,   natural   de 
Angola,   residente   na   Rua   D.   Afonso   Henriques,3506.3ºTraseiras, 
passaporte   nº J507945, de nacionalidade Portuguesa,  com poderes 
necessários para este acto, conforme a procuração datada de dez de 
Outubro   de   dois   mil   e   doze,   devidamente   legalizada   que   me   foi 
presente e arquivo. 
     Segundo:  MOHAMMAD   EL   KHATIB,  solteiro,natural   de   Palestina, 
residente no Bairro Dolores, de nacionalidade Palestiniana.
       Terceiro:  FELIPE EDGAR LOPES MOREIRA,  divorciado, Natural de 
Brasil,  residente  na  Av.  Marginal  12  de Julho,  de  nacionalidade 
Portuguesa. 
   Verifiquei a identidade dos outorgantes, pela exibição do seu 
Bilhete   de   Identidade   nº   01269   de   11/02/1996  pelo  Centro   de 
Identificação   Civil   e   Criminal   de   S.Tomé   do   segundo   e   terceiro 
outorgantes pela exibição dos cartões de residência nºs 494 e 155, 
de 20/10/2010 e 23/07/2012, respetivamente emitido pelos Serviços de 
Migração e Fronteiras de S.Tomé.
 
E por eles, foi dito:Que o primeiro e terceiro outorgantes são os 
únicos e actuais sócio da sociedade  «ARGON,  LDA.,»  Sociedade por 
Quota de Responsabilidade Limitada,constituída por escritura pública 
de sete de Outubro do ano dois mil e dez no Guiché Único para 
Empresas,   rgistada   sob   o   número  16/20101007,   com   o   cartão 
contribuinte nº517676985.
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Que   de   harmonia   com   a   deliberação   da   Assembleia   Geral   da 
referida sociedade datada de dez de Outubro de dois mil e doze, cuja 
Acta nº 01/2012 me foi presente e arquivo, os sócios, resolveram 
proceder   a   cedência   de   quota   e   admissão   de   novo   sócio,   e, 
consequentemente altera o artigo quarto, que passa a ter a seguinte 
e nova redacção.
Artigo Quarto
Capital Social
O   capital   social   integralmente   realizado   em   dinheiro   é   de   STD 
500.000.000,00  (Quinhentos Milhões de Dobras), e está dividido em 
quinhentas quotas iguais de STD 1.000.000,00 (Um Milhão de Dobras) 
cada, distribuídos entre os sócios na seguinte ordem e proporção:
Felipe   Edgar   Lopes   Moreira,    com  uma   participação   social   de 
STD.167.500.000,00 (cento e sessenta e sete milhões e quinhentas mil 
Dobras) equivalente a 33,5% do capital social.
 
Jorge   Humberto   Lopes   Moreira,  com  uma   participação   social   de 
STD.167.500.000,00 (cento e sessenta e sete milhões e quinhentas mil 
Dobras) equivalente a 33,5% do capital social.
Mohammad   El   Khatib,  com  uma   participação   social   de 
STD.165.000.000,00  (cento   e   sessenta   e   cinco   milhões   de   Dobras) 
equivalente a 33% do capital social.
     Assim o disseram e outorgaram:
Instruí este acto os documentos já referidos no contexto desta 
escritura.
Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades 
legais.
Está conforme.
 Assinatura do Outorgante              Assinatura da Directora
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Alteração Parcial do Pacto Social 
  Aos vinte e quatro dias do mês de Janeiro do ano dois 
mil doze,no Guiché Único para Empresas,sito na Avenida Amílcar 
Cabral, Cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o 
cargo de notária,compareceram como outorgantes:
 
Primeiro:João da Silva Afonso,casado com Maria Luisa da 
Costa Rita Afonso,sob regime de comunhão de bens adquiridos, 
natural   de   Conceição   –   S.   Tomé,   residente   na   Rua   Padre 
Martinho Pinto da Rocha, de nacionalidade Santomense.
     Segundo:Eulália Salvador da Cruz Cunha Afonso,casada com 
Joaquim   Salvador   Afonso,sob   regime   de   comunhão   de   bens 
adquiridos,natural de Conceição­S.Tomé,residente em Poto Poto­
S.Tomé,de nacionalidade Santomense.
  Terceiro:Joaquim Salvador Afonso,casado com Eulália Salvador 
da   Cruz   Cunha  sob   regime   de   comunhão   de   bens 
adquiridos,natural   de   Conceição,   residente   em   Poto   Poto­
S.Tomé, de nacionalidade Santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes,sendo o primeiro 
pela   exibição   do   Bilhete   de   Identidade   nº15819,de   um   de 
Fevereiro de dois mil e cinco,segundo pela exibição do Bilhetede Identidade nº 21648,de dezasseis de Janeiro de dois mil e 
doze,terceiro  pela   exibição   do   Bilhete   de   Identidade 
nº33222,de   dezasseis   de   Janeiro  de   dois   mil   e   doze, 
respectivamente   todos   emitidos   pelo   Centro   de   Identificação 
Civil e Criminal de São Tomé.
E por eles foi dito: Que são os únicos e actuais sócios 
da   Sociedade   “ECIEM,   LDA.”,  Sociedade   por   Quotas   de 
Responsabilidade Limitada,constituída por escritura pública de 
dez  Setembro de dois mil e dez, lavrada no Guiché Único para 
Empresas, e exarada sob o processo nº 06/2010,matriculada sob 
o   n.º  Ap.N.º06/20100917  e   cartão   de   contribuinte   fiscal 
n.º517672467.
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Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral da 
referida Sociedade datada de  doze de Janeiro de dois mil e 
doze, cuja acta me foi presente e arquivo, os sócios decidiram 
proceder   a   alteração   parcial   do   pacto   social,   mediante 
alteração do objecto social,e consequentemente altera o artigo 
segundo, que passa a ter a seguinte e nova redacção.
 Artigo 2º
(Objecto Social)
       O seu objecto consiste no exercício das actividades na 
construção   civil,   manutenção,comercio   geral,   importação   e 
exportação, venda de materiais  de construção civil, prestação 
de serviços podendo  explorar qualquer outro ramo  para o qual 
não seja necessário autorização especial.
Assim disseram e outorgaram:
Instruí este acto os documentos já referidos no contexto 
desta escritura.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Está conforme.
Assinatura dos Outorgantes           Assinatura da Directora
_________________________         ________________________
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Alteração Parcial do Pacto Social 
 Cessão Total de Quotas e Alteração do Tipo Societário
 Aos sete dias do mês de Junho do ano dois mil e onze,no 
Guiché   Único   para   Empresas,sito   na   Avenida   Amílcar   Cabral, 
Cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade 
Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de 
notária,compareceu como outorgante:
 
GUILHERME POSSER DA COSTA,casado,natural de Conceição ­ 
São Tomé,residente na Rua da Caixa,Distrito de Água Grande,que 
outorga   na   qualidade   de   procurador   e   em   representação   da 
Sociedade SATOCAO,LDA.,sociedade por quota de responsabilidade 
limitada,com   sede   na   Avenida   Kwame   N’Krumah,Cidade   de   São 
Tomé,de   capital   de  2.450.000.000,00  (Dois   mil   milhões, 
quatrocentas   e   cinquenta   milhões   de   Dobras),equivalente   a 
£100.000(Cem   mil   Euros),ao   câmbio   de   24.500,00(Vinte   quatro 
mil e quinhentas Dobras),contribuinte  nº 517686964,registada 
neste   Guiché   Único   de   empresas   sob   o   número   51/010,   e   da 
Sociedade HARANA HOLDING (CYPRUS),LDA.,sociedade  por quota de 
responsabilidade   limitada,com   sede   em   Arch.Makariou 
II,284,Fortuna   Court   Block   B,2ndFloor,P.C­3105,Limassol­ 
Cyprus,registada sob o número HE261143,com poderes necessários 
para   este   acto,conforme   a   deliberação   da   Assembleia   Geral 
Extraordinaria datada de vinte e cinco de Maio do corrente ano 
e   a   procuração   de   6   de   Abril   do   corrente   ano   devidamente 
legalizada que me foi presente e arquivo.
Verifiquei   a   identidade   do   outorgante,por   conhecimento 
pessoal e pela exibição do seu bilhete de identidade n.09960, 
de   vinte e cinco de Julho de dois mil e cinco,passado pelo 
Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. 
E por ele,na qualidade que representa,foi dito:Que o seu 
representado  SATOCAO,LDA.,é   uma   Sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada,constituída   por   escritura   de 
dezaseis de Dezembro do ano dois mil e dez,lavrada no Guiché 
Único para Empresas,e exarada sob o processo n.º75/2010.
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Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral dos 
sócios da referida Sociedade datada de três de Maio de dois 
mil   e   onze,cuja   acta   me   foi   presente   e   arquivo,os   sócios 
resolveram de comum acordo proceder à cessão total de quotas a 
favor da Sociedade  Harana Holding(Cyprus),Lda  e alteração do 
tipo societário de sociedade por quotas de responsabilidade 
limitada   para   o   tipo   societário   Sociedade   Unipessoal   por 
quotas de responsabilidade limitada,e consequentemente alteram 
os artigos um,quatro e oito que passa a ter a seguintes e nova 
redacção.
Artigo Um
Denominação Social e Duração
Um­ A Sociedade adopta a denominação SATOCAO UNIPESSOAL, 
LDA.
Dois­   É   uma   sociedade   unipessoal   por   quotas   de 
responsabilidade limitada criada por tempo indeterminado.
Artigo Quatro 
Capital Social
  Um  –   O  capital   social   é   de  2.450.000.000,00(Dois   mil 
milhões,quatrocentas   e   cinquenta   milhões   de   dobras), 
equivalente   a   £100.000(Cem   mil   Euros),ao   câmbio   de 
24.500,00(Vinte quatro  mil e quinhentas dobras),representado 
por   única   quota   de  2.450.000.000,00(Dois   mil 
milhões,quatrocentas e cinquenta milhões de dobras)pertencente 
a Sociedade Harana Holding(Cyprus),Lda.
Artigo Oito
Administração
Um­ INALTERADO.
Dois­ Cinco dos membros do Conselho de Gerência, sendo um 
o Presidente,será proposto pelo sócio único,a sociedade HARANA 
HOLDING(CYPRUS)LDA. 
Três ­ INALTERADO.
Quatro ­ INALTERADO.
Cinco – INALTERADO. 
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO
GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 
Assim o disse e outorgou:
Instruí este acto os documentos já referidos no contexto 
desta escritura.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Está conforme.
Assinatura do(s) Outorgante(s)        Assinatura da Directora
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos vinte e oito dias do mês de Setembro do ano dois mil 
e dez,no Guiché Único para empresas,sito na   Avenida Amilcar 
Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da 
Trindade   Salvaterra,Directora  do   referido   serviço, 
compareceram como  outorgantes:
Primeiro:ELISANGELA GONÇALVES D'ALVA SALVATERRA NOVAIS DE 
CEITA,de   trinta   e   quatro   anos   de   idade,casada,natural   de 
Conceição – São Tomé,residente em Campo de Milho,Distrito  de 
Água­Grande,Bilhete de Identidade nº 118441,de nacionalidade 
Santomense.
Segundo:LUIZ   RODRIGUES  NOVAIS   DE   CEITA,de   quarenta   e 
cinco anos de idade,casado,natural de  Santa Isabel – Fernando 
Poó,residente   em   Campo   de   Milho,Distrito  de   Água­Grande, 
Bilhete de Identidade nº 45189,de nacionalidade Santomense.
Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento 
pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação­
bilhete de identidade.
E   por   eles  foi  declarado:Que   pela   presente   escritura, 
resolveram   entre   si  constituir   uma  sociedade   por   quotas   de 
responsabilidade   limitada  sob   a   denominação«GRUPO   B   &   E, 
LIMITADA»,que   se   regerá   nos   termos   constantes   dos   artigos 
seguintes: 
Artigo 1º
Denominação e Sede
A sociedade adopta a denominação de GRUPO B&E, LDA comsede em S. Tomé, Bairro Maria Emília, Distrito de Água Grande, 
podendo abrir filiais, sucursais, agências e outras formas de 
representação dentro do País ou no estrangeiro, de acordo com 
a vontade dos sócios e desde que a lei o permita.
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Artigo 2º
Duração
A sua duração é por tempo indeterminado e o seu começo é 
a partir da data da sua constituição.
Artigo 3º
Objecto Social
O   seu   objecto   social   é   o   exercício,   gestão   de 
investimentos,   prestação   de   serviços,   comercio   geral, 
importação   e   exportação   e   imobiliária,   podendo   entretanto, 
dedicar­se a qualquer outro ramo de comércio ou indústria em 
que os sócios acordem e seja permitido por lei.
Artigo 4º
Capital Social
O   capital   social   é   de   STD  50.000.000,00  (Cinquenta 
Milhões   de   Dobras),   integralmente   realizado   em   dinheiro   e 
representado por 2 (duas) quotas, sendo uma no valor nominal 
de   STD   25.000.000,00   (Vinte   e   Cinco   Milhões   de   Dobras) 
correspondente   a   50%   do   capital,   pertencente   a   sócia 
Elisangela   Gonçalves   D’Alva   Salvaterra   Novais   de   Ceita    a 
outra quota no valor nominal de STD 25.000.000,00( Vinte e 
Cinco   Milhões   de   Dobras)   equivalente   a   50%   do   capital, 
pertencente   ao   sócio  Luiz   Rodrigues   Novais   de   Ceita, 
respectivamente.
Artigo 5º
Cessão de Quotas
1.A cessão de quotas entre os sócios é livre, mas quando 
feita a favor de terceiros fica dependente do consentimento da 
sociedade.
2.Em   caso   de   cessão   onerosa   de   quotas,   os   sócios 
beneficiam de direito de preferência.
Artigo 6º
Gerência
1. A gerência e a administração da Sociedade, em todos os 
seus   actos   e   contratos,   em   juízo   e   fora   dele,   activa   e 
passivamente,   incumbe   a   sócia   Elisangela   Gonçalves   D’Alva 
Salvaterra Novais de Ceita, que desde já fica nomeada gerente, 
com dispensa de caução, bastando a sua assinatura para obrigar 
validamente a sociedade.
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2.   O   sócio   gerente   poderá   delegar   mesmo   em   pessoa 
estranha   a   sociedade   todos   ou   parte   dos   seus   poderes   de 
gerência, conferindo para o efeito, o respectivo mandato, com 
o consentimento do outro sócio.
3. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos e 
contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais 
como, letras de favor, fiança, abonações ou outros actos que 
lezem a sociedade. 
Artigo 7º
Assembleia Geral
1. A Assembleia­geral será convocada por simples carta 
registada dirigida aos sócios com pelo menos quinze dias de 
antecedência.
2.Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de 
voto, em carta por eles assinado.
3.Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e 
assinada por todos os presentes.
Artigo 8º
Lucros Líquidos
Os   lucros   líquidos   apurados,   depois   de   deduzida   a 
percentagem legal para o fundo de reserva, e quaisquer outras 
percentagens   para   o   fundo   especiais   criados   em   Assembleia­
geral,   serão   divididos   pelos   sócios   na   proporção   das   suas 
quotas, bem como as perdas se as houver.
Artigo 9º
Dissolução
A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição de 
qualquer sócio, continuando com os sobrevivos e os herdeiros 
ou representantes do sócio falecido ou interdito devendo estes 
nomear um que a todos represente enquanto a quota se mantiver 
indivisa.
Artigo 10º
Conflito
1. Em caso de dissolução da sociedade serão liquidatários 
os sócios, e à liquidação e partilha procederão nos termos da 
Legislação Comercial em vigor, na falta de acordo, e se algum 
deles o pretender, será licitado em globo com obrigação do 
pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço 
oferecer em igualdade de condições.
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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2.Para todas as questões emergentes do presente estatuto, 
quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer 
entre eles e a própria sociedade,fica estipulado o foro da 
comarca de São Tomé, com renúncia a qualquer outro.
Artigo 11º
Casos Omissos
Nos   casos   omissos   regularão   as   deliberações   sociais, 
desde  que     tomadas  em forma  legal  e as  disposições  legais 
vigentes e aplicáveis em São Tomé e Príncipe.
Assim disseram e outorgaram.
Instruí este acto a certidão passada por este serviço, 
datada de vinte e dois de Setembro de dois mil e dez, donde se 
vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com 
esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa 
induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo.
Este   registo   fica   arquivado   depois   de   cumprido   as 
formalidades legais.
Assinatura do(s) Outorgante(s)  Assinatura da Directora 
________________________           ______________________
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REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE
(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO)
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Acto de Constituição de Sociedade
Aos dezaseis dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, 
no Guiché  Único para empresas, sito na  Avenida Amílcar Cabral, 
perante   mim   Licenciada   de  Ilma   Vaz   da   Trindade   Salvaterra, 
Directora   do   referido   serviço,exercendo   o   cargo   de   notária, 
compareceu  como outorgante:
     PHILIPPE PERLES,casado com Ariella Perles Herzog em regime de 
separação   de   bens,   natural   de   Suiça,   residente   em   São   Tomé, 
Distrito   de   Água   ­   Grande,na   qualidade   de   mandatário   das 
Sociedades  AFRINVEST   HARMONY   LIMITED,  sociedade   constituida   na 
base da Lei da República de Cyprus, com sede em Arch.Makariou 
III,284 Avenue, Fortuna Court, Block B, 2nd floor, 3105, Limassol, 
e NOVEL MANAGEMENT SERVICES, SA, sociedade anónima, constituida na 
base das Leis Suiças, com sede em 4­6 Avenue Industrielle,1227 
Carouge, Switzerland, com poderes específicos conforme as Actas do 
Conselho de Gerência Especifica e das procurações datadas de 20 de 
Novembro de 2010.
Verifiquei   a   identidade   do   outorgante,pela   exibição   do 
Passaporte n.º F3393350, de nove de outubro de dois mil e   dez, 
emitido em Genebra pelas Autoridades Suiça.
E por  ele, na qualidade que representa foi dito: Que  pela 
presente   escritura,os   seus   representados,resolveram   entre   si 
constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada 
sob denonimação  SATOCAO,LDA, que se regerá nos termos constantes 
dos artigos seguintes: 
Artigo Um
Denominação Social e Duração
Um­ A Sociedade adopta a denominação SATOCAO, LDA.
Dois­ É uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada 
criada por tempo indeterminado.
Artigo Dois
Sede Social
A sociedade tem a sua sede na cidade de São Tomé na Avenida 
Kwame   N’Krumah,   que   pode   ser   transferida,   por   decisão   da 
Assembleia Geral.
Artigo Três
Objecto Social
A sociedade exerce em São Tomé e Príncipe ou no Estrangeiro 
as actividades agro­industriais, e em especial:
a) A plantação e vulgarização de cacaueiros;
b) A produção e exportação de cacau comercial, Biologico e 
convencional, destinada a exportação,   certificado com o 
selo na base de um comercio justo;
c) Encorajamento e promoção da diversificação agricola 
d) Produção de outras culturas indiginas;
e) Exploração de qualquer unidade de processamento de cacau ou 
outras plantas sob regime de zona franca;
f) Participação directa ou indirecta em outras actividades di­
recta ou indirectamente conexas

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