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REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezasseis dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para Empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA TRINDADE, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: Sr. Pierre Blancart, maior, solteiro, natural de Voiron França, residente na Avenida Amílcar Cabral, de nacionalidade Francesa. Verifiquei a identidade do outorgante, pela exibição do passaporte n.º09PV15012, de onze de Dezembro de dois mil e nove, emitido pela autoridade competente de França. E por ele foi declarado: Que pela presente escritura, resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada,denominada Alberga Sodade Unipessoal, Lda que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: SOCIEDADE UNIPESSOAL POR QUOTAS Artigo 1º Denominação e sede A sociedade adopta a denominação de Alberga Sodade Unipessoal,Lda., que terá a sua sede Avenida Amílcar Cabral, Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo abrir e manter filiais,delegações,sucursais,agências ou qualquer outra forma de representação dentro do País, de acordo com a vontade do sócio. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 2º Duração A sua duração é por tempo indeterminado e o seu começo é partir da data da sua constituição. Artigo 3º Objecto Social O seu objecto social é o exercício actividades na área de restauração, bar e residencial, podendo entretanto, dedicarse a qualquer outro ramo de actividade que o sócio acorde e seja permitido por lei. Artigo 4º Capital Social O capital social é de STD 20.000.000,00 (Vinte Milhões de Dobras), integralmente subscrito e realizado em dinheiro e representado por uma quota única de igual valor nominal, pertencente ao sócio único, o Sr. Pierre Blancart. Artigo 5º Cessão de Quotas A cessão de quota é livre, mas quando feita a favor de terceiros fica dependente do consentimento da sociedade. Artigo 6º Gerência e representação A Gerência e a Administração da Sociedade, em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passivamente, incumbe ao sócio Pierre Blancart, que desde já fica nomeado gerente, que definirá a duração do seu mandato e se a gerência será remunerada ou não. A sociedade obrigase com a assinatura do gerente em actos cujo valor material ou cujo valor das obrigações assumidas não exceda o limite de 20.000.000,00 (Vinte Milhões de dobras). Artigo 7º Aplicação de Resultados O destino dos lucros líquidos anuais da sociedade, evidenciados pelos documentos de prestação de contas do exercício, será legalmente definido pelo sócio único Pierre Blancart. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 8º Disposições Finais É nomeado gerente, a iniciar imediatamente funções: 1. O sócio Pierre Blancart. 2. O mandato do gerente, ora nomeado, terá a duração fixada pela própria sociedade Pode o sócio único nomear uma nova gerência, no final do tempo previsto no n.º anterior. 3. A sociedade inicia neste data a sua actividade, pelo que a gerência fica desde já autorizada a celebrar todos os negócios jurídicos e a praticar todos os actos jurídicos no âmbito do seu objecto social. 4. A gerência fica obrigada a tomar imediatamente todas as medidas e praticar todos os actos jurídicos necessários para que a sociedade assuma todas as obrigações e posições jurídicas, activas e passivas, emergentes dos contratos, acordos e actos jurídicos. Artigo 9º Dissolução 1.A sociedade não se dissolve por interdição, inabilitação ou falecimento do sócio. 2.A respectiva quota transmitese aos herdeiros do falecido que designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos pelo mesmo ou ao representante do interdito. 3.A sociedade dissolvese nos casos legalmente previstos ou ainda por deliberação do sócio. Artigo 10º Foro Fica eleito o foro de São Tomé e Príncipe para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato e dos casos omissos Artigo 11º Casos Omissos Nos casos omissos regularão as disposições legais das sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada e a deliberação do sócio. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de treze de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ____________________ _____________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos sete dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,compareceram,como outorgantes: Primeiro:FELIPE EDGAR LOPES MOREIRA,maior,divorciado, natural do Brasil,residente na Avenida Marginal 12 de Julho, Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa. Segundo:JORGE HUMBERTO LOPES MOREIRA,maior,solteiro, natural de Angola,residente na Rua D. Afonso Henriques,3506 Maia – Portugal,de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade dos outorgantes, primeiro, por conhecimento pessoal e segundo pela exibição do seu passaporte nº J507945. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação ARGON,LDA., que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação e Sede Um – A Sociedade adopta a designação de “Argon, Indústria, Comércio e Serviços, Limitada.”,abreviadamente designada por “Argon,Lda.” e tem a sua sede na Avenida Marginal 12 de Julho, N.º 1019, Distrito de Água Grande, São Tomé, São Tomé e Príncipe. Dois – Por simples deliberação da Assembleia Geral, a sede social poderá ser transferida para outro local do País e/ou abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local, mesmo no estrangeiro. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Segundo Duração A sociedade durará por tempo ilimitado, iniciando a sua actividade nesta data. Artigo Terceiro Objecto Social O objecto da Sociedade consiste no exercício das seguintes actividades:prestação de serviços;indústria em geral; comércio;importação e exportação. Artigo Quarto CapitalSocial O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD.500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras), e está dividido em quinhentas quotas iguais de STD 1.000.000,00 (Um Milhão de Dobras) cada, distribuídos entre os sócios na seguinte ordem e proporção:Felipe Edgar Lopes Moreira, com duzentas e cinquenta quotas, correspondentes a cinquenta por cento, e equivalente a STD 250.000.000,00 (Duzentos e Cinquenta Milhões de Dobras);Jorge Humberto Lopes Moreira, com duzentas e cinquenta quotas, correspondentes a cinquenta por cento, e equivalente a STD 250.000.000,00 (Duzentos e Cinquenta Milhões de Dobras). Artigo Quinto Prestações Suplementares Mediante deliberação da Assembleia Geral, poderão ser exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite das suas quotas. Artigo Sexto Participação noutras Sociedades A Sociedade poderá participar em quaisquer outras Sociedades, legalmente constituídas, independentemente do respectivo objecto social, de origem nacional ou estrangeira. Artigo Sétimo Cessão de Quotas Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da Sociedade. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais sócios beneficiam direito de preferência. Artigo Oitavo Amortização de Quotas Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida ou insolvente, ou quando qualquer sócio, directa ou indirectamente, impeça a regular operação da Sociedade, promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no presente estatuto. Dois – Nos casos previstos no número anterior, o valor da contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a amortizar, excepto no caso de acordo negociado. Artigo Nono Balanço e Lucros Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do mês de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outros. Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes e representados na reunião em que tal matéria constar da ordem de trabalhos. Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na proporção das suas quotas. Quatro – Os prejuízos, se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas. Artigo Décimo Gerência Um – A Administração da Sociedade, bem como a sua representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já nomeados sócios gerentes os dois sócios. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é suficiente a assinatura de qualquer um dos sócios gerentes. Três – Fica expressamente vedado ao gerente obrigar a Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos ou documentos estranhos aos negócios sociais. Artigo Décimo primeiro Assembleia Geral e Deliberações Um – As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo menos com quinze dias de antecedência. Dois – Os sócios podem delegar num outro o seu direito de voto, em cartas por eles assinadas. Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. Artigo Décimo segundo Exoneração dos Sócios e Dissolução Um Qualquer sócio pode exonerarse da Sociedade, devendo comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode adquirir a quota nas previstas no número dois do artigo sétimo. Dois – Por morte ou interdição de qualquer dos sócios a sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por consenso, caso em que ela continuará com os sócios remanescentes e capazes e os herdeiros dos falecidos ou falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, enquanto a respectiva quota permanecer indivisa. Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a partilha será efectuada conforme for acordado. Quatro – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender será o activo social licitado no seu todo com obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igualdade de condições. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Décimo terceiro Disposições Transitórias A gerência fica desde já autorizada a proceder ao levantamento de parte ou totalidade do capital social depositado, a fim de custear as despesas de constituição, instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias. Artigo Décimo quarto Omissões Em todo caso omisso regularão as disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de Sete Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos oito dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: Nilson Mateus da Cruz, maior, solteiro, natural de Santana S.Tomé, residente em Riboque SantanaDistrito de Cantagalo, de nacionalidade Santomense, que outorga na qualidade de procurador do Sr. Rooney Petter dos Santos Nunes Narciso, maior, solteiro, natural de Conceição São Tomé, residente em Budo Budo – Distrito de Água Grande, bilhete de identidade nº 89900, de nacionalidade santomense, com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de doze de Outubro de dois mil e dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do bilhete de identidade número 100352 emitido aos vinte e nove de Agosto de dois mil e oitopelo Centro de Identificação Civil e Criminal de S.Tomé e Príncipe. E por ele, na qualidade que representa, foi declarado: Que pela presente escritura o seu representado resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada sob denominação EASY CONSTRUÇÕES UNIPESSOAL,LDA., que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Primeira Secção Denominação, Sede, Duração e Objecto Social Artigo Primeiro Denominação A Sociedade denominase “Easy Construções Unipessoal, Lda”. Artigo Segundo Sede A Sociedade tem sede na cidade capital – São Tomé, mas concretamente em BudoBudo. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Terceiro Duração A Sociedade é constituída por um tempo indeterminado. Artigo Quarto Objecto social 1 – A sociedade dedicarseá serviços no domínio da Construção Civil, nomeadamente: construção de edifícios, estudos, projectos e fiscalização. 2 − Para além do previsto no número um, a sociedade poderá ainda dedicarse a outras actividades desde que seja no ramo da construção civil. Artigo Quinto Capital Social O seu capital social é no valor de 100.000.000,00 (Cem Milhões de Dobras), integralmente realizado. Artigo Sexto Aumento do Capital O capital da sociedade pode ser aumentado uma ou mais vezes, através de novas entradas em dinheiro ou em espécie, ou por incorporação de reservas. Segunda Secção Administração e Fiscalização da Sociedade Artigo Sétimo A gestão da sociedade cabe ao propietário ou á pessoa a quem o mesmo delegar poderes para tal. A sociedade é representada em juízo e fora dele pelo seu gestor ou na pessoa devida e legalmente mandatada para o efeito. A sociedade pode no seu interesse emitir qualquer modalidade de obrigações e outros títulos de dívida nos termos da lei. O gestor pode celebrar quaisquer negócios jurídicos por conta da sociedade e no âmbito do seu objecto, nomeadamente, contratos de arrendamento para instalação da sede social, de trabalho ou de prestação de serviços necessários à actividade social. Secção Única Resolução de Conflitos e Dissolução da Sociedade REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Oitavo Resolução de Conflitos 1 A Easy Construções pode no futuro vir a ser alienado para um terceiro, nela interessado. 2 Para a resolução de qualquer litígio entre a sociedade e qualquer outra pessoa singular ou colectiva, primeiro tentarseá solução por via amigável ou pacífica, arbitragem, ou por via extrajudicial. 3 Caso não se chegue a acordo para solução amigável do litígio, é competente para o solucionar, o Tribunal Judicial da Comarca de São Tomé. Artigo Nono Dissolução da Sociedade A sociedade dissolvese nos termos legais, por qualquer uma das formas previstas no Código Civil, Código Comercial e Código das Sociedades Comerciais. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de quatro de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ______________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e nove dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária,compareceram como outorgantes: Primeiro:CARLOS ALBERTO DOS SANTOS COSTA,divorciado, natural de Cachoeira Vila Franca de Xira – Portugal, residente na Avenida Marginal 12 de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Santomense. Segunda:MARIA HELENA DOS SANTOS FIGUEIREDO,solteira, natural de Castelo Branco Portugal,residente na Avenida Marginal 12 de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição do seu bilhete de identidade n.º 127781 emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal e segunda pela exibição do seu certificado de residência nº 277/95. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «CARAVELA – Comércio Geral, Importação e Exportação,Lda.»,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação, sede e duração A sociedade adopta a denominação de «CARAVELA Comércio Geral, Importação e Exportação,Lda»,tem a sua sede na cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo por deliberação da Assembleia de Sócios, abrir, manter ou encerrar sucursais, agências, delegações ou quaisquer outras formas de 1 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas representação em qualquer parte do território nacional ou no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado. Artigo Segundo Objecto A sociedade dedicarseá fundamentalmente ao exercício de actividade de importação, exportação e comércio, bem como, quaisquer outras actividades que, coadunando com o objecto, sejam permitidas por lei. Artigo Terceiro Capital social Um O capital social inicial é de STD. 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de Dobras), integralmente realizado em dinheiro, e encontrase dividido em duas quotas sendo a primeira no valor de setenta e cinco milhões de Dobras, correspondentes a cinquenta por cento do capital social, pertencente ao sócio Carlos Alberto dos Santos Costa, a segunda no valor de setenta e cinco milhões de Dobras, correspondentes a cinquenta por cento do capital social, pertencente a sócia Maria Helena dos Santos Figueiredo. Dois É inteiramente proibida à cessão de quotas sem autorização da sociedade,tomada por deliberação da Assembleia de Sócios, tendo os mesmos direito de preferência na alienação. Três – Todas as deliberações concernentes aos aumentos do capital social serão consensualmente tomadas pela Assembleia de sócios. Artigo Quarto Gerência Um Enquanto a Assembleia de Sócios não deliberar de outra forma, fica desde já nomeado gerente, o sócio Carlos Alberto dos Santos Costa, para um mandato de três anos. Dois O mandato de gerência é rescindível a todo o tempo por deliberação da Assembleia de Sócios, mesmo conferido por prazo certo. Três A sociedade poderá nomear procuradores nos termos e para os efeitos do Código Comercial. 2 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Quatro A sociedade será representada em juízo ou fora dele, activa e passivamente pelo sócio gerente, e do mesmo modo nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a sociedade, sendo quenesses casos basta a assinatura do sócio gerente para a vinculação da mesma. Artigo Quinto Fiscalização de contas As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a Assembleia de Sócios deliberar. Artigo Sexto Assembleia de sócios Haverá duas reuniões ordinárias anuais, uma até o dia trinta e um de Março para aprovação do inventário, relatório e contas do exercício findo e respectiva proposta de afectação de resultados e outra, no último trimestre de cada ano, para aprovação do plano de trabalhos do exercício seguinte. Artigo Sétimo Distribuição dos dividendos Os resultados apurados em cada exercício terão o seguinte destino: a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal; a) para outros fundos que a Assembleia de Sócios delibere criar, as percentagens por ela aprovadas; b) a parte restante será distribuída pelos sócios, na proporção das respectivas quotas, a menos que os sócios estejam de acordo que se proceda de outro modo. Artigo Oitavo Resolução de conflitos Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito dos presentes estatutos, serão resolvidos amigavelmente e, só depois de esgotados todos os meios de conciliação deverão ser submetidos à arbitragem ou finalmente ao tribunal, sendo competente o foro de São Tomé. 3 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Nono Dissolução e liquidação Para os fins dos presentes estatutos a dissolução farseá em conformidade com o estatuído no artigo centésimo vigésimo e seguintes do Código Comercial. Artigo Décimo Legislação aplicável Na parte não expressamente prevista no presente pacto social, a sociedade regerseá pelas disposições legais aplicáveis às sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de Dezaseis de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ 4 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte dois dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, na presença de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do Guiché Único para criação de empresas, compareceram como outorgantes: Primeiro:Wilder da Mata de Alva Costa, de trinta anos de idade,solteiro, natural de Luanda Angola, residente no Bairro de Quinta Sto António S. Tomé,Bilhete de Identidade nº 77678, de nacionalidade Santomense. Segundo:Ursangila Triste de Ceita Paquete,de vinte e nove anos de idade,solteira, natural de Lobata S. Tomé,residente na Vila MariaDistrito de Água Grande,Bilhete de Identidade nº81843, de nacionalidade Santomense. Terceiro:Tiziano Pisoni,de cinquenta anos de idade,casado , natural de BerganoItália,residente em Avenida da Independência SãoTomé,certificado de residência nº218,de nacionalidade Italiana. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação «CEFE Consultoria, Estudos, Fiscalização, Engenharia, Limitada» que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação, Sede e Duração Um A Sociedade adopta a denominação de CEFE (Consultoria, Estudos, Fiscalização, Engenharia, Limitada), tem a sua sede na rua Barão de Água Izé, São Tomé, Distrito de Água Grande. Dois A gerência da sociedade fica autorizada a deslocar a sede social dentro do mesmo Distrito ou em outros Distritos. Três A sociedade por deliberação da Assembleia dos sócios poderá assim, criar, manter ou onerar quaisquer outras filiais, sucursais, agências, delegações ou quaisquer outras formas de representação no País ou no Estrangeiro. Quatro A duração da Sociedade é por tempo indeterminado, contandose o seu inicio a partir desta data. Artigo Segundo Objecto Um A Sociedade tem por objecto social: a) A prestação de serviços de estudos, consultoria e fiscalização no âmbito da engenharia civil; b) A prestação de serviços para identificação, gestão, implementação e avaliação de projectos sociais, ambientais e de desenvolvimento rural; c) A Construção Civil e Obras Públicas, assistência técnica e arquitectura; g) A prestação de serviços e a contratação e subcontratação de pessoal em todo o tipo de actividades; h) O exercício de outra actividades, desde que as mesmas não sejam incompatíveis com os fins que determinam a sua constituição Dois Para a prossecução do seu objectivo a sociedade poderá estabelecer acordos de associação com outras sociedades ou agentes económicos, nacionais ou estrangeiros, assim como participar no capital social de outras empresas, bem como em sociedades com objectos diferentes e regularizadas por lei especial. Artigo Terceiro Capital Social Um O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de quatrocentos e cinquenta milhões de dobras e correspondente, a três quotas no valor de cento e cinquenta milhões de dobras cada, pertencente a cada um dos sócios respectivamente, Ursangila Triste de Ceita Paquete, Wilder da Mata de Alva Costa, Tiziano Pisoni. Dois Por deliberação dos sócios o capital social poderá ser livremente elevado. Três Os sócios poderão deliberar que lhes sejam exigidas prestações suplementares sendo para tal votação por maioria. Artigo Quarto Gerência Um A gerência, administração e representação da Sociedade em juízo e fora, activa e passivamente será exercida pelos três sóciosgerentes, que exercerão tais funções com dispensa de caução, sem remuneração, conforme a deliberação. Dois A Sociedade fica obrigada e responsabilizada com a assinatura de dois gerentes ou seus respectivos procuradores, e em todos os actos de mero expediente, bastará a assinatura de qualquer um deles. Três A Sociedade poderá constituir mandatários com poderes especiais para a prática de certos actos, atribuindo tais poderes através de procuração. Artigo Quinto Cessão de Quotas Um A cessação de quotas total ou parcial entre os sócios é livre, mas a cessação a favor de pessoas individuais e colectivas estranhas, depende do consentimento da Sociedade, gozando esta, em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito de preferência. Dois A Sociedade poderá contrair empréstimos junto de instituições bancárias, afim de satisfazer algumas necessidades que dela surgir. Artigo Sexto Amortização de Quotas A amortização das quotas será permitida nos seguintes casos: a) Acordo com o titular; b) Interdição ou violação do sócio; c) Arresto, arrolamento ou penhora da quota, ou quando a mesma for arrematada, adjudicada ou vendidaem processo judicial, administrativo ou fiscal; d) Quando o sócio violar qualquer das obrigações que lhe derivam do pacto social, da lei ou de deliberação social validamente proferida. Será sempre considerada violação grave a violação ilícita dos deveres de sigilo por parte dos sócios que desempenham funções de gerência ou de fiscalização; e) Partilha judicial ou extrajudicial de quota, na parte em que não for adjudicada ao seu titular, f) Quando a quota for legada ou cedida gratuitamente a não sócios; Artigo Sétimo Assembleia Geral Um A Assembleia–Geral reúne em sessão ordinária no mínimo uma ou duas vez por ano, durante e primeiro trimestre e extraordinariamente sempre que tornar necessário e conveniente, devendo as mesmas serem convocadas por escrito e com antecedência de oito dias. Dois As decisões deliberadas na Assembleia–Geral serão tomadas por escrito e devem ser assinadas por todos os presentes nos actos. Artigo Oitavo Distribuição de Dividendos Os resultados apurados em cada exercício após o balanço terão o seguinte destino: a) Cinco por cento, para o fundo de reserva legal, até que este atinja o montante do capital social; b) Para outros fins e em percentagem que os sócios venham a liberar por unanimidade em Assembleia Geral; c) A parte restante será distribuída pelos sócios na proporção das respectivas quotas, a menos que todos estejam de acordo que se proceda de outro modo. Artigo Nono Falecimento ou Interdição dos Sócios A Sociedade não se dissolve por falecimento, interdição ou inabilitação de qualquer um dos sócios. A respectiva quota transitase aos herdeiros do falecido que designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos pelo mesmo ou pelo representante do interdito. Artigo Décimo Dissolução e Liquidação Um Para fins do presente estatuto a dissolução farseá em conformidade com o estatuto e outras disposições legais previstas na Lei. Dois Exceptuandose o caso de falência, a liquidação da Sociedade será deliberada pela Assembleia Geral que nomeará liquidatários unanimemente aceite pelos sócios, seguindo os trâmites legais. Três O prazo para a liquidação é de sessenta dias a contar da data do inicio do processo. Quatro Em caso de partilha serão aplicadas as normas relativas as partilhas entre os coherdeiros. Artigo Décimo Primeiro Casos Omissos Os casos omissos serão regulados segundo as disposições legais, previstas para as sociedades por quotas de responsabilidade limitada mediante deliberações da Assembleia Geral. Artigo Décimo Segundo Foro Para todas as questões emergentes dos estatutos ou de quaisquer fórum emergentes entre os sócios ou entre estes e a sociedade, será exclusivamente competente o Tribunal Judicial de São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgoram. Instruí este acto a certidão passada pela secção dos Registos da Direcção Geral dos Registos e Notariado, datado de sete de Julho de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos quinze dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada,Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: VÍTOR GIL PERDIGÃO DA SILVA, maior, divorciado, natural de Santa Isabel – Lisboa, residente na estrada de S. Gabriel – cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do seu passaporte número L291351 emitido pela Autoridade Civil de Lisboa aos dezanove de Abril de dois mil e dez. E por ele, foi declarado: Que pela presente escritura resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada sob denominação COLDI UNIPESSOAL, LDA., que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO A sociedade adopta a denominação COLDI – SOCIEDADE LUSO – SÃO TOMENSE DE INVESTIMENTOS,UNIPESSOAL LDA., tem a sua sede nesta cidade capital S.Tomé, podendo a gerência transferir a mesma para qualquer parte do território nacional, e poderá constituir filiais, abrir ou encerrar instalações, estabelecimentos ou qualquer forma de representação, no país ou no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado. Artigo 2º OBJECTO Um Constitui objecto fundamental da COLDI, a exploração de unidades hoteleiras e restauração, a engenharia de manutenção e operação industrial, a prestação de serviços de manutenção industrial e terciária, comércio de máquinas e equipamentos REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas industriais, importação e exportação de bens de consumo, a construção civil e metalomecânica, a elaboração de projectos de engenharia,assessoria e consultoria, formação profissional, actividades de publicidade e marketing, soluções industriais. Dois – Secundariamente poderá dedicarse a qualquer outra actividade comercial e de serviços, bem como adquirir participações em sociedades com objecto diferente, daquele que exerce, ou em sociedades reguladas por leis especiais, e integrar agrupamentos complementares de empresas. Artigo 3º CAPITAL SOCIAL Um O capital social, integralmente realizado em numerário, a depositar no prazo legal estabelecido para o efeito, é de Dbs: 367.500.000,00 (trezentos e sessenta e sete milhões, e quinhentas mil dobras) em uma única quota no valor nominal de Dbs: 367.500.000,00 pertencente ao sócio, Victor Gil Perdigão da Silva. Dois – O capital social poderá ser aumentado por deliberação do sócio único. Artigo 4º PRESTAÇÕES SUPLEMENTARES Único Por deliberação da sociedade, podem ser exigidas prestações suplementares. Artigo 5º CESSÃO DE QUOTAS Um A cessão de quotas a estranhos depende do prévio consentimento da sociedade. Artigo 6º GERÊNCIA Um A administração e representação da sociedade é exercida pelo sócio, pelo gerente, ou por ambos. Dois A sociedade obrigase com a assinatura do sócio, do gerente, ou em conjunto. Três A sociedade deliberará se a gerência é remunerada. Quatro – A gestão normal da sociedade no seu dia a dia, poderá ser assumida por um gerente. Artigo 7º REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA Fica desde já nomeado gerente o sócio VICTOR GIL PERDIGÃO DA SILVA. Artigo 8º RESOLUÇÃO DE CASOS OMISSOS Os casos omissos deverão ser resolvidos de acordo com a legislação aplicável, em São Tomé e Príncipe, às sociedades unipessoais por quotas ou por deliberação da sociedade. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada poreste serviço, datada de treze de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezassete dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram,como outorgantes: Primeiro:GERMIAS CONCEIÇÃO DE SOUSA,de trinta e cinco anos de idade,solteiro, natural de Conceição – S.Tomé, residente na Rua Palma Carlos,Distrito de Água Grande, Bilhete de Identidade nº 69225, de nacionalidade Santomense, Segundo:HELDER TOMAZ FERNANDES,de trinta e dois anos de idade, solteiro, natural de Madalena – S. Tomé, residente em Bobo Forro, Distrito de MéZóchi, Bilhete de identidade nº 73134,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura,resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação COMÉRCIO E MONTAGEM DE MOTORES E ACESSÓRIOS, LIMITADA, «CMAV, Lda» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação, Sede e Duração A sociedade adopta a denominação Comercio e Montagem de Motores e Acessórios Limitada, «CMAV,LDA.», tem a sede em Ponta Mina, nesta Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo por deliberação da assembleia geral abrir, manter ou encerrar sucursais, delegações ou quaisquer outras formas de representação em qualquer parte do território nacional ou no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado. Artigo Segundo Objecto Social REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas O seu objecto consiste em actividade de comercialização, montagem de motores, vendas de acessórios de viaturas, importação e exportação, bem como todas outras actividades que coadunem com o seu objecto e que não seja proibida por lei. Artigo Terceiro Capital Social Um O Capital Social integralmente subscrito e realizado em dinheiro é de 500.000.000,00(QUINHENTOS MILHÕES DE DOBRAS) e está dividido em duas quotas iguais, sendo uma de duzentos e cinquenta milhões de dobras, equivalente cinquenta por cento do capital social pertencente ao sócio GERMIAS CONCEIÇÃO DE SOUSA e outra de duzentos e cinquenta milhões de dobras, equivalente a cinquenta por cento do capital social pertencente ao sócio HELDER TOMAZ FERNANDES. Dois Não são exigíveis prestações suplementares, mas os sócios poderão fazer suplementos á sociedade quando esta deles careça, nos montantes e condições que forem acordados entre os mesmos. Três Em todos os assuntos de capital, os sócios terão direito de preferência, nas condições acordadas pelas partes. Artigo Quarto Cessão de Quotas A cessão de quotas total ou parcial entre os sócios é livre, mas a cessão a favor de pessoas individuais, colectivas ou estranhas, dependem do consentimento da sociedade, gozando esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito de preferência. Artigo Quinto Gerência Um A gerência e administração da sociedade bem como a sua representação em juízo e fora dele, activa e passivamente, fica a cargo de ambos os sócios, Geremias Conceição de Sousa e Helder Tomaz Fernandes que desde já ficam nomeados gerentes. Dois – Na ausência ou impedimento de um dos gerentes o outro assume plenamente o complexo de poderes e deveres atribuídos á gerência. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Três – A sociedade poderá constituir além dos seus sócios, quaisquer outros gerentes ou mandatários com poderes gerais ou limites de gerência, ou ainda para quaisquer outros fins de interesse social, mandatários esses que validamente obrigarão a sociedade nos limites dos poderes que lhes hajam sido conferidos. Quatro Fica vedado aos gerentes, obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos aos negócios sociais, tais como letras de favor, fianças e abonações em documentos semelhantes. Cinco O sócio gerente pode delegar os seus poderes de gerência a outro. Artigo Sexto Assembleia Geral Um As reuniões da assembleia geral serão convocadas com pelo menos quinze dias de antecedência. Dois Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de voto, em carta por eles assinados. Tres Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. Artigo sétimo Lucros Líquidos Um Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão apurados, depois de deduzidas as percentagens que for estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outros. Dois Os lucros líquidos que resultam dos balanços, serão distribuídos pelos sócios, se a assembleia geral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes em que tal matéria constar da ordem de trabalhos. Três A distribuição dos lucros pelos sócios, será feita na proporção das suas quotas. Quatro Os prejuízos se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios na proporção das suas quotas. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo oitavo Dissolução Um No caso de falecimento ou interdição de qualquer dos sócios, a sociedade continuará a sua existência Jurídica com os representantes legais do sócio falecido ou interdito. Dois A assembleia geral será convocada por qualquer gestor, com a antecedência mínima de oito dias e com indicação precisa da ordem dos trabalhos. Três A convocatória para a aprovação do inventário do relatório de contas e do plano anual de actividades, deverá ser acompanhada de cópias desses documentos. Artigo décimo Conflitos Para todas as questões emergentes do presente estatuto, quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o foro da Comarca de São Tomé, com renúncia a qualquer outro. Artigo décimo Primeiro Casos Omissos Em todo o omisso regularão as normas vigentes aplicáveis em São Tomé e Príncipe e o regulamento interno. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado de quatorze de Setembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constuição de Sociedade Aos oito dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram,como outorgantes: Primeiro:Armindo Viegas da Conceição José da Costa, de quarenta e oito anos de idade, casado, natural de ÁguaGrande S.Tomé,residente na Rua Patrice Lumumba, Bilhete de Identidade Nº 30259, de nacionalidade Santomense. Segundo:Dulce Maria Dias Vaz de Almeida da Costa, de trinta e oito anos de idade,casada,natural de Madalena S.Tomé,residente na Rua Patrice Lumumba, Bilhete de Identidade Nº 76013, de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, primeiro por conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 30259 de trinta e um de 2008 e do segundo outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade, n.º 76013 de trinta de Dezembro de 2005, emitido pelo centro de identificação civil e criminal . E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1.º Denominação A sociedade adopta a firma “C.Y.G, Lda” e regese pelo presente contrato de sociedade e estatutos e demais legislação aplicável. Artigo 2.º Sede e Duração A sociedade tem a sede em S.Tomé e a sua duração é por tempo indeterminado.Por mera decisão da Administração pode a sociedade deslocar a sua sede, criar, transferir REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ou encerrar estabelecimentos, filiais, sucursais, agências, delegações ou outras formas de representação permanente no país ou no estrangeiro. Artigo 3.º Objecto Social 1. A sociedade tem por objecto exclusivo a actividade todas as actividades financeiras previstas para as casas de câmbio, previstas na NAP 24/2009 2 NAP 19/2009 emitidas pelo Banco central em 31 de Dezembro de 2009. 2. A sociedade pode, mediante decisão da Gerência, tomar participações em outras sociedades de responsabilidade limitada, já constituídas ou a constituir, ainda que com objecto diferente do seu, em agrupamentos complementares de empresas, consórcios ou outras formas de agrupamento não societário de empresas. Artigo 4.º Capital Social 1. O Capital social é cento e cinquenta milhões de dobras, encontrandose integralmente subscrito e realizado, e dividese em duas quotas correspondentes à participação de cada sócio. 2. A participação social do sócio Armindo Viegas da Conceição José da Costa é cento e quarenta e dois milhões e quinhentas mil dobras, que equivale a noventa e cinco por cento do capital social(95%). 3. A participação social da sócia Dulce Maria Dias Vaz de Almeida da Costa é de sete milhões e quinhentas mil dobras e corresponde a cinco por cento do capital social(5%). Artigo 5.º Prestações Suplementares Mediante prévia deliberação poderão ser exigidas prestações suplementares de capital. Artigo 6.º Administração e Vinculação 1. Além das atribuições gerais derivadas de lei e deste contrato, compete à Administração: REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas a) representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e passivamente, podendo confessar, desistir, transigir ou comprometerse em arbitragem; b) constituir mandatário para a prática de actos ou categorias de actos determinados; c) adquirir, onerar e alienar participações em sociedades constituídas ou a constituir, nos termos do contrato de sociedade; 2. A gestão dos negócios sociais compete a Administração, composta por sócios ou não. 3. Fica desde já designado como Administrador o sócio Armindo Viegas da Conceição José da Costa. 4. A sociedade fica representada e vinculase: a) pela assinatura do administrador ou procurador com poderes para o efeito; b) pela assinatura de um ou mais mandatários constituídos, nos precisos termos dos respectivos instrumentos de mandato. Artigo 7.º Fiscalização de Contas As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a Assembleia dos sócios deliberar. Artigo 8.º Cessão e divisão de Quotas 1. A cessão total ou parcial de quotas é livre entre os sócios. 2. A cessão de quotas total ou parcial a terceiros depende do consentimento dos sócios que gozam do direito de preferência. 3. Para efeitos do disposto nos números anteriores, o sócio cedente comunicará por carta registada dirigida à sociedade ou a outros sócios qual a quota ou parte da quota a ceder, o preço, as condições de pagamento e a identidade do cessionário. 4. A Assembleia Geral deliberará sobre o consentimento da cessão, no prazo de vinte dias a contar da data da recepção da carta, comunicando ao sócio cedente o sentido da deliberação. 5. Os sócios exercerão o seu direito de preferência mediante comunicação à sociedade no prazo de 20 dias. 6. Considerase consentida a cessão se no prazo de quinze dias não for exercido o direito de preferência. Artigo 9.º Amortização de Quotas REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 1. A sociedade pode deliberar amortizar quotas nos seguintes casos: A)Interdição, inabilitação, falência, insolvência ou entrada em liquidação da quota de qualquer sócio; B)Quando as quotas forem objecto de penhora, arresto, arrolamento,apreensão ou qualquer outro procedimento semelhante;por acordo com o respectivo titular. C)No caso de morte de sócio a quem não sucedem herdeiros legitimários;quando em partilha a quota for adjudicada a quem não seja sócio;por exoneração ou exclusão de um sócio; 2. A contrapartida da amortização será igual ao valor das quotas que resultar do balanço especial elaborado para o efeito, podendo o seu pagamento ser fraccionado nos termos a deliberar pela Assembleia Geral. 3. Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente sejam criadas uma ou várias quotas destinadas a serem alienadas a um ou algum dos sócios ou terceiro. Artigo 10.º Assembleia Geral 1. A Assembleiageral constituída por todos os sócios, reúne se ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre que tal se mostre necessário para a discussão e deliberação de assuntos relativos à vida da sociedade. 2.Todos os sócios têm direito de tomar parte na Assembleia Geral, regendose os direitos de votos nos termos definidos nos números seguintes. 3. As quotas dadas em caução, penhor, arrestadas, penhoradas ou por qualquer forma sujeitas a depósito ou administração judicial, não conferem ao respectivo credor, depositário ou administrador judicial, o direito de assistir ou tomar parte nas Assembleias Gerais. 4. Os sócios apenas se poderão fazer representar pelo Administrador, pelo seu cônjuge, ascendente, descendente ou por outro sócio; 5. São privados do direito a voto o sócio que se encontrar em mora na realização da sua entrada. 6. As AssembleiasGerais serão convocadas por carta registada com a antecedência mínima de quinze dias. 7. As Assembleias Gerais convocadas para deliberar acerca do aumento do capital social, limitação ou suspensão do direito de preferência dos sócios, só poderão funcionar em primeira convocatória se se encontrarem, presentes ou devidamente REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas representados, sócios que representem, pelo menos, três quartas partes do capital social. 8. Em segunda convocação, a Assembleia pode deliberar seja qual for o número de sócios presentes ou devidamente representados e o capital social por eles representado. 9. As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria dos votos emitidos, salvo disposição da lei ou do contrato de sociedade. Artigo 11.º Lucros, reservas e dividendos 1. Os resultados líquidos constantes do balanço social terão a aplicação que a Assembleiageral determinar, deduzidos dos valores que por lei devam destinarse à formação ou reintegração da reserva legal. 2. A Assembleiageral ponderará, em cada ano social, a conveniência e a oportunidade de serem constituídas, reforçadas ou diminuídas outras reservas. 3. A Assembleiageral deliberará anualmente, por maioria simples, sobre a percentagem do lucro de exercício a ser distribuída como dividendo. 4. Serão autorizados adiantamentos sobre os lucros no decurso do exercício, até ao máximo permitido por lei. 5. Poderão ser atribuídas gratificações ao administrador ou administradores, nos termos a deliberar em Assembleia geral. Artigo 12.º Dissolução e liquidação 1. A sociedade dissolverseá nos casos previstos na lei ou mediante deliberação tomada em Assembleiageral, expressamente convocada para esse efeito, por maioria de três quartos do capital social. 2. A liquidação da sociedade será feita extrajudicialmente, nos termos da lei e das deliberações tomadas em Assembleia geral. 3. Serão liquidatários o administrador ou os administradores em exercício à data da dissolução da sociedade, salvo se a Assembleiageral dispuser diversamente na deliberação de dissolução. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 13.º Casos Omissos Os casos omissos serão regulados pelas disposições aplicáveis ás Sociedades por Quotas de Responsabilidade Limitada e pelas normas que regulam a constituição e funcionamento das casas de câmbio. Artigo 14.º Resolução de Litígios Para todos os litígios entre a sociedade e os seus sócios ou entre estes,nessa qualidade, será competente o Tribunal Judicial de S. Tomé, com expressa renúncia a qualquer outro Artigo 15.º. Disposições Transitórias 1. As despesas de constituição da sociedade serão da conta da sociedade. 2. A sociedade assume o cumprimento de todos os contratos realizados até à data da sua constituição para a prossecução da actividade societária. 3. A Administração fica desde já autorizada a efectuar o levantamento do capital social para os fins que julgar convenientes e que se revelem necessários à prossecução das actividades compreendidas no objecto social. Assim disseram e outorgaram. Instrui este acto a certidão passada por este serviço, datado de três de Setembro de dois mil e dez, donde se ve não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos quatro dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, compareceu, como outorgante: O Senhor RUI MANUEL TRINDADE SÉCA,de nacionalidade Santomense,casado com Alice de Almeida Viegas Séca,em regime de comunhão de bens adquiridos,maior,natural de ConceiçãoS.Tomé, residente na Chácara – Distrito de Água – Grande, cidade de São Tomé, que outorga por si e em representação do Senhor HELDER JOSÉ DA COSTA, de nacionalidade Santomense, solteiro, maior, natural da Conceição S.Tomé, residente em PotóPotó – Distrito de Água Grande ,Cidade de São Tomé,com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de 20 de Outubro de 2010, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento pessoal. E por ele foi dito: Que pela presente escritura ele e seu representado, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação AKCS SOCIEDADE DE ADVOGADOS & ASSOCIADOS,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: DO OBJECTO DO CONTRATO Cláusula 1ª. O objecto social será a sociedade de advogados que aqui se encontra constituída, a qual terá como razão social a denominação de AKCS – SOCIEDADE DE ADVOGADOS & ASSOCIADOS, que desde já elegem a Cidade de São Tomé, no edifício de Caritas, Caixa Postal nº1131, no Distrito de Água Grande, como sede de seu escritório. DAS FILIAIS E PARCERIAS Cláusula 2ª. A Sociedade, por deliberação de todos os sócios, pode efectuar a abertura e encerramento de filial em qualquer ponto do território nacional, desde que previamente comunicada à Ordem dos Advogados de STP, da respectiva localidade que dará provimento à inscrição suplementar da mesma e o seu responsável. Cláusula 3ª. Desde já,se ressalva que um dos sócios ficará sempre responsável pelas actividades da filial, sendo que na sua ausência, todos deverão manifestarse a respeito da constituição de novo responsável. Cláusula 4º. A Sociedade, por deliberação de todos os sócios, pode também criar parcerias à nível nacional ou Internacional com qualquer outra Sociedade de Advogados, assim como se inscrever nas organizações Internacionais da classe. DO OBJECTIVO DA SOCIEDADE Cláusula 5ª. A presente sociedade tem por objectivo, prestar todos os serviços inerentes à profissão de advocacia e Consultorias jurídicolegais, de forma conjunta ou individualmente, realizando desta forma, colaboração profissional recíproca. Cláusula 6ª. Os serviços inerentes à advocacia e reservados no Estatuto dos Advogados serão exercidos individualmente ou em conjunto pelos sócios, mesmo que os honorários se revertam em benefício do património social desta sociedade. DAS RESPONSABILIDADES Cláusula 7ª. Os sócios que a este subscrevem e os que porventura surjam no decorrer da existência desta sociedade, responderão solidariamente por todas as obrigações que constituir a sociedade perante terceiros. Cláusula 8ª. Havendo danos causados à clientes, os sócios ficarão responsáveis solidária, pessoal e ilimitadamente pelas acções e omissões praticadas pelos mesmos no exercício da advocaciae no uso desta Razão Social, independentemente de possíveis punições disciplinares da Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe. Cláusula 9ª. Caso venha a praticar quaisquer actos omissivos ou expressos em prejuízo da sociedade, o sócio, ficará sujeito à ressarcir aos terceiros ou aos outros sócios na medida do prejuízo provocado. DO CAPITAL SOCIAL Cláusula 10ª. O capital da presente sociedade, a ser realizado, é de STD 150.000.000,00 (CENTO E CINQUENTA MILHÕES DE DOBRAS), dividindose num total de 2 (duas) quotas, no valor de STD 75.000.000,00 (SETENTA E CINCO MILHÕES DE DOBRAS) cada uma, cabendo ao sócio HELDER JOSÉ DA COSTA, 50% (cinquenta por cento) e o sócio RUI MANUEL TRINDADE SÉCA, 50% (cinquenta por cento) de quotas que totaliza o valor de STD 75.000.000,00 (SETENTA E CINCO MILHÕES DE DOBRAS). DO CAPITAL SOCIAL E SUA UTILIZAÇÃO Cláusula 11ª. Caso haja utilização do capital social, os sócios suportarão a reposição na medida de suas quotas. 2. Apurandose os prejuízos, os sócios se reunirão para discutir o rateio, bem como a realização da reposição e os pagamentos devidos. DA GERÊNCIA E ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE Cláusula 12ª. Os sócios HELDER JOSÉ DA COSTA e RUI MANUEL TRINDADE SÉCA exercerão o cargo de gerência e administração, e usarão o título de SóciosGerentes. DA ASSINATURA CONJUNTA Cláusula 13ª. Nos actos de representação da sociedade haverá a necessidade da formalização das assinaturas e a ciência dos SóciosGerentes, ou através de procurador devidamente constituído, para actuarem em nome da mesma, quando for: a) Onerar, vender, ceder ou transferir bens imóveis e direitos ligados à sociedade, somandose a estes todos os outros actos que repercutem directamente nos bens e na gestão interna da sociedade; b) Nomear procurador. DOS ACTOS A SEREM PRATICADOS Cláusula 14ª. Os SóciosGerentes, independentemente da assinatura de todos os outros, poderão praticar os actos de representação em geral, somandose estes, aqueles que são realizados perante repartições públicas, em juízo ou fora dele; realizar os actos inerentes aos empregadores em geral; emitir recibos, facturas e assinar livros razões; enfim, praticar todos os actos inerentes à manutenção ordinária da sociedade. DOS ACTOS COMUNS Cláusula 15ª. Os actos que não estiverem inclusos nas duas Cláusulas anteriores, ou seja, os actos comuns ao exercício da advocacia, poderão ser praticados por quaisquer outros sócios, ou procuradores nomeados para tal fim. DA NULIDADE DOS ACTOS Cláusula 16ª. Serão considerados sem efeito, ou seja, nulos e ineficazes, os actos que qualquer componente da sociedade, no uso de sua razão social, vier a praticar em desacordo com as finalidades específicas da mesma, bem como realizar empréstimos, avais e fianças mesmo que se porventura for revertido em favor da mesma. DAS RETIRADAS PRO LABORE Cláusula 17ª. As retiradas pro labore serão feitas de acordo com a fixação comum entre os sócios, as quais entrarão no cômputo das despesas gerais, sendo que qualquer uma destas retiradas poderão ser feitas sem que haja comunicação à empresa de Contabilidade, que desde já ficará responsável pelo controle financeiro desta sociedade. DA ACTIVIDADE SOCIAL E DO BALANÇO ANUAL Cláusula 18ª. O ano civil será aplicado ao exercício social da presente sociedade, sendo que os integrantes da mesma juntamente com a empresa responsável pela contabilidade farão, ao final de cada ano, um balanço geral, que após ser feito todo levantamento e deduções previstas em lei, os lucros líquidos, caso hajam, serão rateados entre os sócios, na medida das respectivas cotas. 2. Os resultados obtidos sejam, positivos ou negativos, individuais ou em conjunto, serão revertidos directamente para sociedade, e atribuídos conforme participação de cada sócio. Cláusula 19ª. Findase o primeiro exercício social ao término do ano civil, aos 31 de Dezembro de 2010. DAS REUNIÕES Cláusula 20ª. Serão feitas reuniões mensais todos os primeiros dias úteis de cada mês, as quais terão como pauta principal, as deliberações a respeito da destinação dos resultados obtidos. Os casos omissos deverão ser resolvidos em reuniões extraordinárias, ressalvando que, em todas elas será lavrada uma acta, a qual conterá todas as disposições nesta acordadas, bem como dia e assinaturas dos participantes, caso em que o que nestas ficar decidido, fará regra para os outros participantes da sociedade. DOS CASOS DE FALECIMENTO E/OU SAÍDA DE UM DOS COMPONENTES DA SOCIEDADE Cláusula 21ª. Havendo falecimento de um dos integrantes da sociedade, incapacidade, insolvência, dissensão, retirada ou qualquer outra modificação da forma societária, não constituíra descontinuidade ou dissolução da presente sociedade. Cláusula 22ª. Após ocorrência de um dos factos elencados acima, e decididos pela continuidade da sociedade; ao sócio que se retirar da sociedade caberá receber os valores devidos, oriundos da elaboração de um balanço especial. Cláusula 23ª. Decidindo pela não continuidade da sociedade, a mesma será dissolvida obedecendo aos trâmites legais, sendo nomeado um liquidatário sócio ou terceiro indicado pela maioria detentora de capital social. DOS ACTOS DE DISSOLUÇÃO E REPASSE DAS QUOTAS SOCIAIS Cláusula 24ª. O sócio que manifestar interesse em sair da sociedade, deverá oferecer primeiramente suas quotas aos outros sócios, via notificação escrita interna, em condições idênticas, sendo que os mesmos manifestarão seu direito de preferência expressamente, dentro de 30 (trinta) dias. Cláusula 25ª. Caso não ocorra a manifestação prevista na Cláusula acima, restará ao interessado vender, ceder ou transferir suas cotas a quem se interessar, desde que esteja regularmente inscrito na Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe e tenha reputação ilibada. Cláusula 26ª. Não ocorrendo o exercício do direito de preferência no prazo estipulado na Cláusula 24ª, entenderseá que os outros sócios aceitam tacitamente a entrada de terceiro. Cláusula 27ª. Consubstanciada a compra, será feito o repasse das quotas da sociedade com a posterior alteração contratual, a qual constará os dados do novo adquirente, suas quotas e respectivos valores. Como acto de formalidade, será feita uma reunião com todos os integrantes da sociedade com suas respectivas assinaturas em acta. DO PRAZO Cláusula 28ª. A presente sociedade será de prazo indeterminado. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Cláusula 29ª. Tudo que neste contrato não foi tratado será resolvido através das reuniões ordinárias e extraordinárias, e de forma supletiva com a legislação em vigor, podendo inclusive fazer adendas às cláusulas do presente. Cláusula 30ª. Os honorários recebidos pelos sócios que fazem parte da sociedade, reverterão em benefício da sociedade, salvo se exercerem a profissão também, de forma particular. Cláusula 31ª. Os sócios participantes desta sociedade declaram, por ser verdade, que não exercem qualquer tipo de função pública que não impeçam o exercício da advocacia. Declaram também,que não estão impedidos ou suspensos por determinação da Ordem dos Advogados de São Tomé e Príncipe,bem como não participam de qualquer outra sociedade,ou respondem penalmente por crime. DO FORO Cláusula 32ª. Para dirimir quaisquer controvérsias oriundas do presente Estatuto, as partes elegem o foroda comarca de São Tomé. Assim disse e outorgou. Instruí este acto o documento já referido no contexto desta escritura e a certidão passada por este serviço, datada de vinte e cinco de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e três dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram como outorgantes: Primeiro: Sr. Manikson Afonso do Espirito Trigueiros,de vinte nove anos de idade,solteiro,natural de ConceiçãoS.Tomé, residente em Palha,Distrito de ÁguaGrande,Bilhete de Identidade n.º 80938, de nacionalidade Santomense,na qualidade de mandatário do Sr. LUC BOEDT,com poderes específicos conforme a Acta da Assembleia Geral Especifica dos Accionistas,para representar o sócio STP INVEST,S.A,sociedade anónima,com sede na Antuérpia (Bélgica),que exerce as actividades duma sociedade holding no sentido lato da palavra,como consta da Certidão de Registo n.º0819.386.516, de 07 de Outubro de 2009. Segundo: Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe, representado neste acto pela Directora do Tesouro a Sra. Ana Maria da Conceição da Silveira, de quarenta e nove anos de idade, solteira, natural de Conceição – S.Tomé, residente na Chacára, Distrito de Água Grande,Bilhete de Identidade n.º 23894, de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição do Bilhete de Identidade, n.º 80938, de vinte e um de Agosto de dois mil e dez e o Bilhete de Identidade ,n.º23938, de vinte e sete de Outubro de dois mil e quatro, todos emitidos pelo centro de identificação civil e criminal de São Tomé e Príncipe. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denonimação AGRIPALMA,LDA, que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Um Denominação Social e Duração Um A Sociedade adopta a denominação AGRIPALMA, LDA. Dois É uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada, criada por tempo indeterminado. Artigo Dois Sede Social A sociedade tem a sua sede na cidade de São Tomé e uma delegação na cidade de S. António, na região Autónoma do Príncipe, que podem ser transferida por decisão da Assembleia Geral. Artigo Três Objecto Social A sociedade tem por objecto o exercício de actividades agrícolas, pecuárias , agroindustriais, e em especial: a) A plantação e vulgarização de palmares; b) A produção e exportação de óleo de palma, refinado ou não; c) O fabrico de produtos derivados de óleo de palma; d) A plantação de palmares em terrenos de pequenos e médios agricultores; e) O incentivo e a promoção da diversificação agrícola e o desenvolvimentode pecuária; f) A exploração de actividades agroindustriais sob regime franco; g) A participação directa ou indirecta em outras actividades directa ou indirectamente conexas com o seu objecto social. Artigo Quatro Capital Social Um O capital social integralmente realizado em dinheiro e bens, é de STD 183.328.300.000,00(Cento e oitenta três mil milhões,trezentos e vinte oito milhões e trezentas mil dobras) representado por duas quotas, uma de 161.328.904.000,00( Cento e sessenta e um mil milhões,trezentos e vinte oito milhões e novecentos e quatro mil dobras) pertecente ao sócio STP INVEST S.A.e outra de 21.999.396.000,00(Vinte um mil milhões,novecentos e noventa nove milhões e trezentas noventa e seis mil dobras) pertecente ao sócio Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois A quota do Governo da República de São Tomé e Príncipe são realizados em espécie com os terrenos e infra estruturas que constituem o património da Empresa de Óleos Vegetais Emolve e parcelas de terreno situadas na Empresa Agro Pecuária Porto Alegre, Empresa Ribeira Peixe Sede e Empresa Agro Pecuária Sundy – Ilha do Principe. Artigo Cinco Cessão e Divisão de Quotas Um A cessão total ou parcial de quotas entre os sócios é livre, mas a cessão parcial ou total a terceiros depende do consentimento da sociedade, reunida em Assembleia Geral, gozando esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito de preferência. Dois A comunicação da cessão das quotas, deve ser feita, por escrito, à Sociedade bem como aos sócios, especificando a quota e a sua parte a vender, o preço, as condições de pagamento. Três A Assembleia Geral deliberará sobre o consentimento da cessão no prazo de trinta dias após a recepção da comunicação do sócio Quatro Os sócios devem exercer o seu direito de preferência no prazo de trinta dias, depois da recepção da comunicação, sob pena da cessão se considerar aceite. Artigo Seis Amortização de Quotas A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos: a) Por acordo de sócios; b) Por penhora, arresto, ou qualquer outro acto que implique a arrematação ou a adjudicação de qualquer quota; c) Por partilha, ou extrajudicial, na parte em que não foi adjudicada ao seu titular. Artigo Sete Obrigações Ligadas às Quotas Pelas dívidas da sociedade responde o património da sociedade, os sócios na proporção da sua participação no capital social. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Oito Administração Um A gerência, administração e representação da Sociedade em juízo e fora dele, activa e a passivamente será feita pelo Presidente do Conselho de Gerência composto de três membros. Dois Dois dos membros do Conselho de Gerência, sendo um o Presidente, será proposto pelo sócio STP INVEST S.A. e um pelo sócio Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe. Três Os gerentes são nomeados nas suas funções pela Assembleia Geral que pode revogar o seu mandato em qualquer momento. Quatro A duração do mandato dos gerentes é de três anos e termina com a reunião da Assembleia Geral Ordinária que delibera sobre o relatório de contas do exercício do ano em que expira o mandato desses Gerentes. Cinco – Não existe um limite máximo de mandatos dos gerentes. Artigo Nove Reunião do Conselho de Gerência Um Os gerentes são convocados pelo Presidente por todos os meios, incluindo verbalmente, para as sessões do Conselho de Gerência. Dois O Conselho de Gerência reúnese na sua sede ou em qualquer outro lugar indicado na convocação, em São Tomé e Príncipe ou noestrangeiro. Três – O Director Geral pode igualmente pedir ao Presidente que convoque o Conselho de Gerência com base numa ordem do dia determinada. Quatro As decisões do Conselho de Gerência são tomadas por maioria simples e são lavradas em actas e autenticadas de conformidade com a lei. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Dez Poderes do Conselho de Gerência Um O conselho de Gerência define as orientações das actividades da sociedade e assegura a sua implementação, sob reserva dos poderes expressamente atribuídos à Assembleia Geral e dentro dos limites do objecto social, ele se ocupa de qualquer questão atinente ao bom funcionamento da sociedade e regula, através de suas deliberações, os assuntos que a sociedade diz respeito. Dois – O Conselho de Gerência poderá delegar num Director Geral por si nomeado todos os poderes que lhe são atribuídos por lei e pelos presentes estatutos, bem como nomeará os quadros superiores previstos no seu organigrama. Três – O Conselho de Gerência determina a duração do mandato do Director Geral e fixa a sua remuneração. Quatro O Director Geral é investido dos mais amplos poderes para agir em quaisquer circunstâncias em nome da sociedade, sob reserva das limitações de poderes enumeradas na acta que o nomeia. Ele exerce estes poderes dentro do limite do objecto social e sob reserva dos que a lei atribui expressamente à Assembleia Geral e ao Conselho de Gerência. Artigo Onze Assembleia Geral Um – As decisões dos sócios são tomadas em Assembleia Geral. Dois A Assembleia Geral dos sócios é ordinária ou extraordinária. Três A Assembleia Geral Ordinária reunése pelo menos uma vez por ano, nos três meses que precedem ou que sucedem o encerramento do exercício, para deliberar sobre o relatório da contas deste exercício,e deverá: a) Aprovar o relatório de contas do exercício findo e o orçamento do próximo exercício; b) Nomear ou renovar o mandato dos membros do Conselho de Gerência; c) Deliberar sobre outras questões inscritas na ordem do dia da reunião. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Quatro – As Assembleias Gerais e Extraordinárias são convocadas sempre que o Presidente do Conselho de Gerência, o Director geral ou o órgão de fiscalização as julguem necessárias. Artigo Doze Convocação e Reunião da Assembleia Geral Um As Assembleias Gerais são convocadas trinta dias antes da data de sua realização, por carta, fax ou correio electrónico, dirigido a cada um dos sócios, ou por anúncio publicando num jornal do lugar da sua sede social. Dois Excepto nos casos de modificação dos estatutos ou dissolução da sociedade, os sócios poderão tomar as suas decisões fora de qualquer reunião da Assembleia, através de resoluções escritas, cuja validade será submetida à assinatura de todos sócios. Três – A ordem do dia das Assembleias Gerais são fixadas por quem as convoca. Quatro – Qualquer sócio tem direito de participar nas Assembleias Gerais e nas deliberações, pessoalmente ou por seu representante, mediante prova da sua identidade. Artigo Treze Fiscalização Um A fiscalização das actividades da sociedade será exercida por um fiscal único designado pela Assembleia Geral. Dois O fiscal único terá as competências conferidas pela lei ao Conselho Fiscal. Três Antes de sua aprovação pelos sócios, as contas da sociedade serão auditadas por uma sociedade de auditoria designada pela Assembleia Geral. Artigo Catorze Exercício Social Um Cada exercício social, tem a duração de um ano civil. Começa no dia 1 de janeiro e expira á 31 de dezembro de cada ano. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois O primeiro exercício social, termina a 31 de dezembro de 2010. Artigo Quinze Contas Um No encerramento de cada exercício, o Conselho de Gerência analisa as contas apresentadas pelo fiscal único, elabora um relatório que submete á aprovação da Assembleia Geral de sócios, conjuntamente com o relatório do auditor. Dois Os documentos referidos estarão à disposição dos sócios, na sede da sociedade, durante os quinze dias que precedem a reunião da Assembleia Geral. Artigo Dezasseis Distribuição de Resultados Os resultados apurados em cada exercício serão distribuidos da seguinte forma: a) Cinco por cento, pelo menos para o fundo de reserva legal, até que atinja um décimo do capital social; b) Para outros fundos que a Assembleia Geral deliberar e nas percentagens por ela aprovadas; c) A parte restante será distribuída pelos sócios, na proporção das respectivas quotas, ao menos que todos estejam de acordo que de outro modo se proceda. Artigo Dezasete Dissolução e Liquidação Um A sociedade estará em liquidação a partir do momento da sua dissolução por qualquer causa que seja, excepto os casos de fusão ou de cisão. A liquidação é feita por um ou vários liquidatários nomeados pela Assembleia Geral Ordinária ou, na falta disso, por decisão judicial. A liquidação efectuase de acordo com as disposições legais aplicáveis. Dois – O produto da liquidação, após o pagamento do passivo e dos encargos sociais e o reembolso aos sócios do montante nominal não amortizado da sua quota, é repartido entre os sócios, nas mesmas proporções de sua participação no capital. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Dezoito Resolução de Litígios Durante a vida social, e também durante a sua liquidação, todos os litígios entre a sociedade e os sócios, entre a sociedade e terceiros, entre os sócios, com respeito aos assuntos da sociedade ou relativamente à interpretação ou a execução das cláusulas estatutárias, regerseão pelas disposições legais aplicáveis às sociedades por quota de responsabilidade limitada, e apresentados exclusivamente ao órgão jurisdicional competente. Artigo Dezanove Disposições Finais Todos os casos omissos nos presentes estatutos serão regulados pelas deliberações dos sócios lavradas em actas e pelas disposições legais aplicáveis. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada pela Direcção Geral dos Registos e Notariado, datada de oito de outubro de dois mil e Nove, donde se vê não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora _________________________ ________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dez dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, na presença de Ilma Vaz da TrindadeSalvaterra, Directora do Guiché Único para criação de empresas, compareceram como outorgantes: Primeiro: João da Silva Afonso, de cinquenta e seis anos de idade, casado, natural de Conceição – S. Tomé , residente na Rua Padre Martinho Pinto da Rocha S. Tomé,Bilhete de Identidade nº15819, de nacionalidade Santomense. Segundo:Eulália Salvador da Cruz Cunha,de cinquenta anos de idade,solteira, natural de Conceição S. Tomé,residente na Avenida 12 de JulhoTomé,Bilhete de Identidade nº21648 de nacionalidade Santomense. Terceiro:Joaquim Salvador Afonso,de cinquenta e dois anos de idade,solteiro,natural de Conceição, residente em Sal MarçalDistrito de ÁguaGrande,Bilhete de Identidade nº33222, de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação«Construção Civil, Importação, Exportação & ManutençãoECIEM,Lda.» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação e Sede A sociedade adopta a denominação «”CONSTRUÇAO CIVIL, IMPORTAÇÃO, EXPORTAÇAO & MANUTENÇÃOECIEM,LDA.,com sede nesta Cidade de São Tomé, podendo por deliberação da assembleia geral abrir, manter ou encerrar sucursais, delegações ou REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas quaisquer outras formas de representação em qualquer parte do território nacional ou no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado. Artigo Segundo Objecto Social O seu objecto consiste no exercício das actividades na construção civil, manutenção, importação e exportação, venda de materiais de construção civil, prestação de serviços podendo explorar qualquer outro ramo para o qual não seja necessário autorização especial. Artigo Terceiro Capital Social Um O Capital Social integralmente subscrito e realizado em dinheiro é de duzentos milhões de dobras, e está dividido em três quotas, sendo de cinquenta por cento pertencente ao sócio Joaquim Salvador Afonso, e duas de vinte e cinco por centos pertencente aos sócios Eulália Salvador da Cruz Cunha e João da Silva Afonso. Dois O capital social poderá ser aumentado uma ou mais vezes, mediante deliberação da assembleia geral aprovado por maioria simples dos votos representativos do capital social. Artigo Quarto Cessão de Quotas Um A cessão de quotas, no todo ou em parte depende do consentimento da sociedade, excepto em caso de sucessão por morte ou de doação a favor de herdeiros carece de consentimento da sociedade. Dois Em caso de cessão onerosa de quotas, os sócios beneficiam de direito de preferência. Artigo Quinto Gerência Um A gerência e administração da sociedade em juízo e fora dele, activa e passivamente, fica a cargo do sócio, João da Silva Afonso, que desde já fica nomeado gerente. Dois Para que a sociedade fique validamente obrigada, é suficiente a assinatura de um dos gerentes. Três Fica vedado ao gerente, obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos aos negócios sociais, tais como letras de favor, fianças e abonações em documentos semelhantes. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Quatro O sócio gerente pode delegar os seus poderes de gerência através de Assembleia Geral. Artigo Sexto Assembleia Geral Um As reuniões da assembleia geral serão convocadas com pelo menos quinze dias de antecedência. Dois Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de voto, em carta por eles assinados. Três Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. Artigo sétimo Lucros Líquidos Um Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão apurados, depois de deduzidas as percentagens que for estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outros. Dois Os lucros líquidos que resultam dos balanços, só serão distribuídos pelos sócios, se a assembleia geral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes em que tal matéria constar da ordem de trabalhos. Três A distribuição dos lucros pelos sócios , será feita na proporção das suas quotas. Quatro Os prejuízos se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios na proporção das suas quotas. Artigo oitavo Dissolução Um Por morte ou interdição de qualquer dos sócios, a sociedade poderá não de dissolver, se assim for entendido por consenso, caso em que ela continuará com o sócio sobrevivo e capaz e os herdeiros do falecido ou representantes legais do interdito, devendo estes nomear. Dois Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e nos demais casos, ambos, serão liquidatários e a partilha será efectuada conforme for acordado. Três Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender, será o activo social licitado no seu todo, com obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igualdade de condições. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Quatro A operação da licitação e adjudicação será conduzida por uma comissão mediadora de três sócios, sendo um designado por entidade pública competente e dois outros designados por cada um dos sócios ou seu legítimos representantes. Artigo décimo Conflitos Para todas as questões emergentes do presente estatuto, quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer entre eles e a própria sociedade, fica estipulado o foro da Comarca de São Tomé, com renuncia a qualquer outro. Artigo décimo Primeiro Casos Omissos Nos omissos regularão as deliberações sociais, desde que tomadas em forma legal e as disposições legais vigentes e aplicáveis em São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 02/09/2010, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura das outorgantes Assinatura da Directora _______________________ _____________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos Doze dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram, como outorgantes: Primeiro:SHENG QIN,maior,solteiro,natural do Anhui China ,de nacionalidade Chinesa, acidentalmente em São Tomé. Segundo:JIANPING LIN,maior,solteiro,natural de Zhejiang China,de nacionalidade chinesa,acidentalmente em SãoTomé. Terceiro:YANAN ZHOU,maior,solteira, natural de Shandong China,nacionalidade chinesa,acidentalmente em São Tomé. Quatro:ZHANBO WANG,maior,solteiro,natural de Shaanxi China,nacionalidade chinesa,acidentalmente de São Tomé. Verifiquei a identidade dos outorgantes,pela exibição dos seus bilhetes de identidades n.º(s)G27806187,G18073007, G42636321 e G33913749, emitidos pelas autoridades competentes de BeijingChina. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação EMBONDEIRO INVESTIMENTS, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação e Sede Um – Pela presente é constituída uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada,denominada “Embondeiro Investiments Comércio Geral, Importação e Exportação, Lda.”, abreviadamente desiganada por “Embondeiro Investiments, Lda.” e tem a sua sede em Ponta Mina, Distrito de Água Grande, Cidade de São Tomé. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – Por simples deliberação da Assembleia Geral, a sede social poderá ser transferida para outro local do País e/ou abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local, mesmo no estrangeiro. Artigo Segundo Duração A sociedade durará por tempo ilimitado, iniciando a sua actividade nesta data. Artigo Terceiro Objecto Social 1. O objecto da Sociedade consiste no exercício das seguintes actividades: Comércio Geral; importação e exportação; Construção Civil. 2. Podendo entretanto, dedicarse a qualquer outro ramo de comércio, indústria ou serviços em que os sócios acordem e seja permitido por lei. Artigo Quarto Capital Social O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD 150.000.000,00 (Cento e Cinquenta Milhões de Dobras),e representado por 4 ( quatro) quotas, sendo a primeira no valor nominal de STD.90.000.000,00(Noventa Milhões de dobras)correspondente a sessenta por cento (60%), pertencente ao sócio SHENG QIN , a segunda no valor nominal de STD 30.000.000,00(Trinta Milhões de dobras) correspondente a vinte por cento ( 20%), pertencente ao sócio JIANPING LIN, a terceira no valor nominal de 27.000.000,00 (Vinte e sete milhões de dobras),correspondente a dezoito por cento (18%),pertencente a sócia YANAN ZHOU e a quarta no valor nominal de 3.000.000,00 (Três milhões de dobras), correspondente a dois por cento (2%),pertencente ao sócio ZHANBO WANG ,respectivamente. Artigo Quinto Prestações Suplementares REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Mediante deliberação da Assembleia Geral, poderão ser exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite das suas quotas. Artigo Sexto Participação noutras Sociedades A Sociedade poderá participar em quaisquer outras Sociedades, legalmente constituídas, independentemente do respectivo objecto social, de origem nacional ou estrangeira. Artigo Sétimo Cessão de Quotas Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da Sociedade. Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais sócios beneficiam direito de preferência. Artigo Oitavo Amortização de Quotas Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida ou insolvente, ou quando qualquer sócio, directa ou indirectamente, impeça a regular operação da Sociedade, promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no presente estatuto. Dois – Nos casos previstos no número anterior, o valor da contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a amortizar, excepto no caso de acordo negociado. Artigo Nono Balanço e Lucros Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do mês de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outros. Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes e representados na reunião em que tal matéria constar da ordem de trabalhos. Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na proporção das suas quotas. Quatro – Os prejuízos, se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas. Artigo Décimo Gerência Um – A Administração da Sociedade, bem como a sua representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já nomeado sócio gerente o sócio SHENG QIN e Vice Gerente o sócio JIANPING LIN. Dois – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é suficiente a assinatura de qualquer um dos sócios gerentes. Três – Fica expressamente vedado ao gerente obrigar a Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos ou documentos estranhos aos negócios sociais. Artigo Décimo primeiro Assembleia Geral e Deliberações Um – As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo menos com quinze dias de antecedência. Dois – Os sócios podem delegar num outro o seu direito de voto, em cartas por eles assinadas. Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Décimo segundo Exoneração dos Sócios e Dissolução Um Qualquer sócio pode exonerarse da Sociedade, devendo comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode adquirir a quota nas previstas no número dois do artigo sétimo. Dois – Por morte ou interdição de qualquer dos sócios a sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por consenso, caso em que ela continuará com os sócios remanescentes e capazes e os herdeiros dos falecidos ou falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, enquanto a respectiva quota permanecer indivisa. Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a partilha será efectuada conforme for acordado. Quatro – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender será o activo social licitado no seu todo com obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igualdade de condições. Artigo Décimo terceiro Disposições Transitórias A gerência fica desde já autorizada a proceder ao levantamento de parte ou totalidade do capital social depositado,a fim de custear as despesas de constituição, instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias. Artigo Décimo quarto Omissões Em todo caso omisso regularão as disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Décimo quinto Foro Competente Toda a controvérsia relativa à validade, interpretação ou aplicação dos presentes Estatutos, é da competência exclusiva da jurisdição de São Tomé e Principe. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de onze Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ ________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constuição de Sociedade Aos quinze dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,compareceram,como outorgantes: Primeiro:Carlos Delfim Seabra Oliveira Santiago das Neves, de nacionalidade Santomense,natural de Lobata – São Tomé e Príncipe,solteiro,nascido aos 5 de Outubro de 1987,Licenciado em Gestão, Bilhete de Identidade nº 98127, emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé a 1 de Agosto de 2007 e válido até 31 de Junho de 2012, residente em Quinta de Santo António, São Tomé, São Tomé e Príncipe, que outorga por si e em representação dos senhores Pedro Miguel da Rocha Esteves Rodrigues, de nacionalidade portuguesa, natural de MiragaiaPorto, casado sob o Regime de Comunhão Geral de bens adquiridos, nascido aos 29 de Março de 1972, Mestre em Relações Internacionais e Cooperação Económica, de passaporte nº G533656, emitido pelo Governo Civil de Porto aos 10 de Janeiro de 2003 e válido até 10 de Janeiro de 2013, Residente em Campo de Golfe de Ponte de Lima, Portugal,e António Manuel Esteves Rodrigues, de nacionalidade portuguesa, natural de Lindoso Ponte da Barca,casado sob o Regime de Comunhão Geral de Bens, nascido aos 16 de Fevereiro de 1948, Empresário de Construção Civil e Investimentos, de Passaporte n.º J771618, emitido pelo Governo Civil de Porto aos 08 de Janeiro de 2009 e válido até 08 de Janeiro de 2014, residente em Gueifães Maia, Portugal. Segundo:Delfim Santiago Neves,de nacionalidade Santomense, natural de Conceição – São tomé e Príncipe,casado sob o regime de bens adquiridos, nascido aos 05 de Junho de 1965, Empresário, de bilhete de identidade número 40777, emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé aos 08 de janeiro de 2009 e valido até 07 de Janeiro de 2019, residente em Quinta de Santo António, São Tomé, São Tomé e Príncipe. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Verifiquei a identidade dos outorgantes, primeiro por conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 98127 de um de Agosto de 2007, emitido pelo centro de identificação civil e criminal de São Tomé e Príncipe e segundo outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade, n.º 40777 de oito de Janeiro de 2009, emitido pelo centro de identificação civil e criminal de São Tomé e Príncipe. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1.º (Denominação, natureza, sede e duração) A sociedade adopta a denominação CENTRO EMPRESARIAL EQUADOR, LDA, pessoa colectiva de direito sãotomense, que terá a sua sede na Cidade Capital, Distrito de Água Grande, podendo abrir e manter filiais, delegações, agências, sucursais ou qualquer outra forma de representação em qualquer parte do território nacional ou no estrangeiro por decisão dos sócios, quando e onde entenderem. Artigo 2.º (Objecto) 1) CENTRO EMPRESARIAL EQUADOR é uma empresa direccionada para comercialização, engarrafamento e distribuição de gás e seus derivados; a prestação de serviços nas áreas da produção e comercialização de componentes automóveis; Produção e comercialização de equipamentos e maquinaria a gás; Recolha, tratamento e valorização de resíduos sólidos; Projectos de desenvolvimento sustentável e de exploração de recursos naturais; Desenvolvimento e execução de programas de reciclagem; Exploração, transformação e produção de inertes, materiais e demais produtos associados ao ramo da construção civil; Importação e exportação, e projectos especiais. 2) Estabelece também contactos com os governos doadores internacionais e sector privado das mais variadas áreas por todo o Continente Europeu, Americano e Africano, com vista à obtenção de subvenções e/ou fundos que REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas correspondam as necessidades financeiras para a execução dos projectos. 3) Participação em consórcios internacionais por deliberação dos sócios, observando as limitações presentes no pacto social e das disposições legais vigentes. Artigo 3.º (Capital social) a) O capital social integralmente realizado em dinheiro é de Dbs.1.000.000.000,00(Mil milhões de Dobras) correspondente à soma de quatro quotas iguais,sendo a primeira de Dbs.250.000.000 (Duzentos e cinquenta milhões de dobras), correspondente a (25%) e pertencente a Carlos Delfim Seabra Oliveira Santiago das Neves, a segunda de Dbs.250.000.000 (Duzentos e cinquenta milhões de dobras), correspondente a (25%) e pertencente a Pedro Miguel da Rocha Esteves Rodrigues, a terceira de Dbs.250.000.000 (Duzentos e cinquenta milhões de dobras), correspondente a (25%) e pertencente a António Manuel Esteves Rodrigues e a quarta de Dbs.250.000.000(Duzentos e cinquenta milhões de dobras), correspondente a (25%) e pertencente a Delfim Santiago Neves. b) Por vontade expressa dos sócios e desde que deliberado em Assembleiageral, poderá o capital social da sociedade ser aumentado. c) Os sócios poderão ceder ou alienar por qualquer título a sua respectiva quota a terceiro com o prévio consentimento dos demais sócios, ficando assegurada a estes a preferência na aquisição, em igualdade de condições, e na proporção das quotas que possuírem, observando o seguinte: a) Os sócios deverão ser comunicados por escrito para se manifestarem a respeito da preferência no prazo de 30 (trinta) dias; b) Findo o prazo para o exercício da preferência, sem que os sócios se manifestem ou havendo sobras, poderão as quotas ser cedidas ou alienadas a terceiro. d) A admissão do (s) novo (s) sócio (s)é subordinada ao consentimento expresso de todos os sócios. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 4.º (Duração) A sociedade iniciará as suas actividades no acto do registo do presente contrato de constituição ante o órgão competente, sendo por prazo indeterminado o seu tempo de duração e encerrandose o seu exercício social em 31 de Dezembro de cada ano. Artigo 5.º (Do lucro e partilha de responsabilidade) Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidos as reservas legais e quaisquer outras reservas legais ou especiais que os sócios entendam constituir, serão divididos entre os sócios na proporção das suas respectivas participações no capital social, bem como as perdas, se for o caso disso. A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pelo capital social integral. Artigo 6.º (Gerência) 1) A gerência da Sociedade é representado pelos quatros sócios. 2) A gerência da Sociedade e a sua representação em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, serão exercidas pelos Sócios Gerentes. 3) A Sociedade só se obriga validamente mediante a assinatura dos quatro sócios. 4) Compete à gerência exercer os poderes normais de administração social, nomeadamente vincular a sociedade em documentos, actos, contractos e recibos de quitação dos respectivos dinheiros e créditos. Artigo 7.º (Das deliberações) As deliberações sociais são tomadas por votos exprimindo a maioria do capital e deverão constar de actas ou documentos escritos e devidamente assinados pelos sócios presentes ou representados. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 8º (Assembleias Gerais) Os sócios reúnemse em Assembleia Geral no ultimo mês do ano, sem prejuízo das convocatórias para reuniões sempre que se justificarem as exigências e as necessidades das circunstâncias. Os sócios poderão fazerse representar nas Assembleias Gerais por outros sócios e estranhos desde que estejam previamente indicados e aceites pela totalidade dos sócios. Artigo 9º (Dissolução) a) A Sociedade não se dissolve por interdição, inabilitação ou falecimento de qualquer dos sócios. b) A respectiva quota transmitese aos herdeiros do falecido que designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos pelo mesmo ou ao representante do interdito. c) A Sociedade dissolvese nos casos legalmente previstos ou ainda por deliberação dos sócios em Assembleia Geral. Artigo10º (Do foro) Fica eleito o foro de São Tomé e Príncipe para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato e dos casos omissos. Artigo 11.º (Casos omissos) Os casos omissos neste contrato serão resolvidos de harmonia com as deliberações surgidas da Assembleia Geral, em observância dos preceitos do Código Civil e dos outros dispositivos legais aplicáveis. Assim disseram e outorgaram. Instrui este acto a certidão passada por este serviço, datado de quinze de Setembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e nove dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral,perante mim Licenciada,Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceram como outorgantes: Primeiro:João Carlos da Costa Melo Menezes,maior,divorciado, natural de São Tomé e Príncipe,residente em Cruz Quebradada FundaOeirasPortugal,de nacionalidade Portuguesa. Segundo:Luís Filipe de Jesus Borges Amaral,maior,solteiro, natural de S. Sebastião da PedreiraLisboa,residente no Hotel Miramar S.Tomé,de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade dos outorgantes,pela exibição dos seus passaportes nº H590709,emitido em 02 de Maio de 2006 e nº L308493, emitido em 27 de Abril de 2010 pelo Governo Civil de Lisboa. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «EUROCOMÉRCIO,LDA.» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: ARTIGO PRIMEIRO Tipo e Firma A partir desta data, regerseá pelos preceitos das legislações aplicáveis e de acordo com os presentes estatutos a sociedade por quotas com a denominação Eurocomércio, Lda. ARTIGO SEGUNDO Sede 1 – A Sociedade tem a sua sede na Cidade da Água Grande, São Tomé. 2 – A sede social poderá ser transferida por simples deliberação da gerência para qualquer outro local dentro do território nacional. 3 – Por deliberação da gerência, a sociedade pode criar sucursais, agências, delegações ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro. ARTIGO TERCEIRO Objecto e Duração 1 – A sociedade tem por objectos: Serviços de restauração e bar; A realização de serviços para a promoção de espectáculos, actividades recreativas, desportivas, de entretenimento e afins, actividades culturais, nomeadamente protecção e recuperação do património cultural e histórico, comercialização e distribuição de produtos culturais, serviços orientados para o turismo e lazer, tais como, aproveitamento turístico de património local, circuitos turísticos locais e externos, animação e informação turística, iniciativas no domínio do turismo, turismo rural e ecológico; A realização de serviços na área dos transportes, nomeadamente na adaptação de transportes tradicionais motorizados e não motorizados para fins turísticos, cooperação dos serviços de transportes com actividades culturais ou outras, navegação interior e fluvial e de mar e actividades complementares; Realização de serviços de apoio às empresas tais como, comercialização e distribuição de produtos, restauração colectiva, multimédia, audiovisual e publicidade; Importação e exportação de bebidas e similares. 2 A sua existência jurídica será por tempo indeterminado e o seu começo contase, para todos os efeitos, a partir da data da sua constituição. ARTIGO QUARTO Capital Social 1 O capital social integralmente realizado é de cem milhões de dobras e encontrase dividido em duas quotas: a) O sócio João Carlos da Costa Melo Menezes com noventa por cento equivalente a noventa milhões de dobras e Luís Filipe de Jesus Borges Amaral com dez por cento equivalente a dez milhões de dobras, respectivamente. b) Não são exigíveis prestações suplementares, mas os sócios poderãofazer suprimentos á Sociedade quando esta deles careça nos montantes e nas condições que forem acordados entre a gerência e o sócio que se dispuser a fazê los. 2 Em todos os aumentos de capital, os sócios que desejarem exercer esse direito, terão preferência na respectiva subscrição, na proporção do capital que então possuírem. 3 É proibido a cessão de quotas sem autorização da Sociedade, tomada por deliberação da Assembleia de sócios, por maioria simples dos votos correspondentes a todo o capital, reservado a Sociedade, para si o direito de preferência, em primeiro lugar e aos sócios não cedentes, em segundo, em igualdade de preços e condições. 4 Se algum sócio não quiser exercer o direito de preferência previsto no número antecedente, o respectivo direito acresce ao dos restantes sócios que pretendam exercido. 5 Em caso de uma eventual simulação de preço oferecido, os titulares do direito de preferência têm o direito de exercer a preferência na base do valor do último balanço aprovado. 6 A remuneração a atribuir aos sócios e aos procuradores será a que for determinada por deliberação da Assembleia de sócios, e a sua actualização de outra deliberação deste mesmo órgão. ARTIGO QUINTO Fiscalização de Contas As contas serão aditadas sempre que e por quem a Assembleia de sócios nomear. ARTIGO SEXTO Assembleia de Sócios 1 Haverá duas reuniões ordinárias anuais, uma para aprovação do inventário, relatório e contas do exercício finco e respectiva proposta de afectação de resultados e outra no último trimestre de cada ano, para aprovação do plano de trabalhos do exercício seguintes. 2 As Assembleias de sócios serão convocadas, ordinária e extraordinariamente, por iniciativa dos sócios, em qualquer dos casos com uma antecedência mínima de cinco dias e com indicação precisa da ordem dos trabalhos. 3 As convocatórias para provocação do inventário, do relatório e das contas deverão ser acompanhada de cópia desses documentos. ARTIGO SÉTIMO Aplicação de Resultados O destino dos lucros líquidos anuais da sociedade, evidenciados pelos documentos de prestação de contas do exercício, será legalmente definido pela Assembleia de sócios. ARTIGO OITAVO Dissolução e Liquidação 1 Para os fins do presente estatuto, a dissolução farseá em conformidade como estatuído no artigo 120º e seguintes do Código Comercial vigente. 2 Por morte ou interdição de qualquer sócio a Sociedade não se dissolve, mas continuará com os sócios vivos ou capazes e o representante legal do interdito. 3 Quantos aos herdeiros do sócio falecido a Sociedade reservase o direito de, se lhe interessar a continuação destes na Sociedade, estes nomearão um de entre si que a todos nela os represente, caso contrário procederá a respectiva amortização de quota, com pagamento de valor dela apurado num balanço expressamente dado para o efeito em prestações trimestrais iguais, não podendo ser toda via inferiores a dez por cento do montante global que cabe ao sócio falecido ou interdito. 4 Exceptuando o caso de falência, a liquidação da Sociedade será deliberada pela Assembleia de sócios, através da nomeação de liquidatários unanimemente aceites pelos sócios, seguindo trâmites do artigo cento e um e seguintes do Código Comercial vigente. 5 O prazo para a liquidação serão de sessenta dias a contar da data do início deste processo. 6 Em caso de partilha serão aplicadas as normais relativas às partilhas entre os coherdeiros. ARTIGO NONO Gerência e Representação 1 A sociedade é gerida pelo sócio Luís Filipe de Jesus Borges Amaral, que definirá se a gerência será remunerada ou não. 2 A sociedade obrigase com a assinatura do Gerente em actos cujo valor material ou cujo valor das obrigações assumidas não exceda o limite de 50 milhões de dobras. 3 – O mandato do Gerente, ora nomeado, terá a duração fixada pela própria sociedade. 4 – Pode a Sociedade nomear uma nova Gerência, no final do tempo previsto no n.° anterior. 5 A sociedade inicia nesta data a sua actividade, pelo que a Gerência fica desde já autorizada a celebrar todos os negócios jurídicos e a praticar todos os actos jurídicos no âmbito do seu objecto social. 6 A Gerência fica obrigada a tomar imediatamente todas as medidas e praticar todos os actos jurídicos necessários para que a sociedade assuma todas as obrigações e posições jurídicas, activas e passivas, emergentes dos contratos, acordos e actos jurídicos. ARTIGO DÉCIMO Mandatário A sociedade poderá nomear mandatários ou procuradores da mesma para a prática de determinados actos ou categorias de actos, dando tais poderes através de procuração. ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO Resolução de Conflitos Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito do presente estatuto, serão resolvidos amigavelmente e só depois de esgotados todos os meios de conciliações deverão ser submetida á arbitragem ou finalmente ao Tribunal, sendo competente o foro de S. Tomé. ARTIGO OITAVO Legislação Aplicáveis Na parte não expressamente prevista no presente pacto social, a Sociedade regerseá pelas disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Disposições Finais O Presente Estatuto pode ser modificado sempre que as circunstâncias assim o permitirem. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e oito de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ _____________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte três dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA TRINDADE SALVATERRA,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu, como outorgante: DELFIM SANTIAGO DAS NEVES, maior, natural de Conceição São Tomé, Distrito de Água Grande, casado com Valentina José Seabra Oliveira das Neves, em regime de comunhão de bens adquiridos, Bilhete de Identidade nº40777,emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal, aos 08 de Janeiro de 2009,residente em Quinta de Santo António, Cidade de São Tomé, São Tomé e Príncipe. Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento pessoal. E por ele foi declarado: Que resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada, sob denominação SAFU UNIPESSOAL, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1.º (Denominação, Natureza e Sede) A sociedade adopta a denominação SAFU UNIPESSOAL,LDA. – Sociedade Investimento, Turismo e Hotelaria, pessoa colectiva de direito sãotomense, que terá a sua sede na Cidade Capital, Distrito de Água Grande, podendo abrir e manter filiais, delegações, agências, sucursais ou qualquer outra forma de representação em qualquer parte do território nacional ou no estrangeiro por decisão do sócio, quando e onde entender. Artigo 2.º (Objecto) 1)A Sociedade tem por objecto importação, exportação, gestão financeira, administraçãoimobiliária, hotelaria e prestação de serviços. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2)Participação ou fusão em qualquer outra sociedade, pelo objecto similar e em outros afins que a mesma queira implementar. Artigo 3.º (Capital social) 1) O capital social integralmente realizado em dinheiro é de Dbs.1.000.000.000,00(Mil milhões de Dobras) pertencente a Delfim Santiago das Neves. 2) Por vontade expressa do sócio, poderá o capital social da sociedade ser aumentado. 3)O sócio poderá ceder ou alienar por qualquer título parte ou total da sua quota a terceiro. Artigo 4.º (Duração) A sociedade iniciará as suas actividades no acto do registo do presente contrato de constituição ante o órgão competente, sendo por prazo indeterminado o seu tempo de duração e encerrandose o seu exercício social em 31 de Dezembro de cada ano. Artigo 5.º (Do lucro e partilha de responsabilidade) 1) Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidas as reservas legais e quaisquer outras reservas legais ou especiais que o sócio entenda constituir, será de forma integral de direito do sócio, bem como as perdas, se for o caso disso. 2) A responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pelo capital social integral. Artigo 6.º (Gerência) 1) A gerência da Sociedade é representada pelo sócio Delfim Santiago Das Neves, a quem confere os poderes de sócio gerente. 2) A gerência da Sociedade e a sua representação em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, serão exercidas pelo Sócio Gerente. 3) A Sociedade só se obriga validamente mediante a assinatura do sócio gerente. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 4) Compete à gerência exercer os poderes normais de administração social, nomeadamente vincular a sociedade em documentos, actos, contractos e recibos de quitação dos respectivos dinheiros e créditos. Artigo 7.º (Das deliberações) As deliberações sociais são tomadas por votos exprimindo a maioria do capital e deverão constar nas actas ou documentos escritos e devidamente assinado pelo sócio. Artigo 8º (Dissolução) 1) A Sociedade não se dissolve por interdição, inabilitação ou falecimento do sócio. 2) A respectiva quota transmitese aos herdeiros do falecido que designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos pelo mesmo ou ao representante do interdito. 3) A Sociedade dissolvese nos casos legalmente previstos ou ainda por deliberação do sócio. Artigo9º (Do foro) Fica eleito o foro de São Tomé e Príncipe para o exercício e o cumprimento dos direitos e obrigações resultantes deste contrato e dos casos omissos. Artigo 10.º (Casos omissos) Os casos omissos neste contrato serão resolvidos de harmonia, em observância dos preceitos do Código Civil e dos outros dispositivos legais aplicáveis. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado de dezanove de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezoito dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: Paulo César Tavares Pichel,maior,solteiro,natural S. Cristóvão e S. Lourenço – Lisboa,acidentalmente em São Tomé,de nacionalidade Portuguesa,que outorga na qualidade de procurador da GEOFOR INTERNACIONAL,S.A.,sociedade anónima,com sede social em Barkly Wharf,5.ºpiso em Caudan Waterfront,Port LouisIlhas Maurícias e do Senhor Jean Rémy Martin,maior,casado com Nabinolow DIOMANDE,natural de Bordeaux França,residente na Route Du Crum 631,St. Cricq Villeneuve 40190 França,de Nacionalidade Francesa, com poderes necessários para este acto,conforme as procurações, datadas de quatro de Novembro do ano dois mil e dez,devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade do outorgante,pela exibição do Bilhete de Identidade,n.º9887943,de nove de Dezembro de dois mil e quatro,emitido pelos Serviços de Identificação Civil de Portugal. E por ele na qualidade que representa foi dito:Que pela presente escritura,resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada,sob denominação «GEOFOR SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, LDA.», que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação, sede e duração Um – A sociedade adopta a denominação «GEOFOR SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, LIMITADA»,abreviadamente,«GEOFOR STP, LDA»tem a sua sede em Campo de Milho – Cidade de S.Tomé,podendo abrir filiais sucursais,delegações e agências ou outras formas de representação em território nacional ou no estrangeiro. Dois – A sua duração é por tempo indeterminado contandose o seu início a partir desta data. Artigo Segundo Objecto Social Um A sociedade tem por objecto, projectos e execução de furagem, extracção de água e fundações, representação, podendo ainda dedicarse à realização de quaisquer actividades afins ou conexas com o seu objecto. Dois A sociedade pode adquirir participações em sociedades com objecto diferente daquele que exerce, ou em sociedades reguladas por leis especiais, e integrar agrupamentos complementares de empresas. Artigo Terceiro Capital social Um – O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD.245. 000.000,00 (Duzentos e quarenta e cinco milhões de dobras) e dividida em duas quotas, sendo uma de STD.220.500.000,00 (Duzentos e vinte milhões e quinhentas mil dobras)equivalente a 90% do Capital Social, pertencente ao sócio GEOFOR INTERNACIONAL e outra de STD.24.500.000,00(Vinte e quatro milhões e quinhentas mil dobras) equivalente a 10% do Capital Social, pertencente ao sócio JEAN REMY MARTIN. Dois – Não haverá prestações suplementares porém, os sócios poderão fazer à sociedade os suprimentos de que esta carecer, nos termos em que a assembleiageral deliberar. Três – O capital social poderão ser aumentado ou reduzido mediante deliberação da assembleiageral. Artigo Quarto Divisão e Cessão de quotas Um – A cessão de quotas a estranhos depende do prévio consentimento da sociedade. Dois – Na aquisição de quotas gozam do direito de preferência a sociedade e os sócios sucessivamente. Terceiro – Em caso de exercício do direito de preferência, o valor de transmissão não poderá ser superior ao que resultar do último balanço aprovado. Quarto – A Sociedade deve responderao pedido de autorização de cedência da quota no prazo máximo de noventa dias, Quinto – Fica desde já autorizado a divisão de quotas a favor de herdeiros dos sócios ou adjudicatórios no caso de liquidação dos sócios que sejam sociedade. Artigo Quinto Amortização de quotas Um – A sociedade poderá querendo amortizar qualquer quota nas seguintes condições: a) Por acordo do seu titular; b) Por insolvência ou falência do sócio – titular; c) Por arresto, arrolamento ou penhora da quota; d) Por venda ou adjudicação judicial. Dois – A amortização fazse pelo valor da quota resultante do último balanço aprovado acrescida da parte que lhe corresponder no fundo e da reserva. Artigo Sexto Administração e Gerência Um – A administração e a gerência da sociedade, sua representação são exercidas por um gerente eleito em assembleia geral. Dois – A sociedade obrigase com a intervenção do gerente. Três – O gerente e seu mandatário não podem obrigar a sociedade em actos e documentos estranhos aos negócios da sociedade, designadamente em letras de favor, fianças e abonos. Artigo Sétimo Assembleiageral Salvos casos em que a lei exija expressamente outra forma, a assembleiasgerais serão convocadas por meio de cartas registadas, aos sócios com a antecedência mínima de 30 dias, podendo reunir na sede ou em qualquer local indicado na convocatória. Artigo Oitavo Balanço, prestações de contas e aplicações de resultados Um – O ano social coincide com o ano civil. Dois – O balanço e conta de resultados de cada exercício serão enceradas com referencias a trinta e um de Dezembro e carecem de aprovação da assembleiageral que para o efeito deve reunir – se até trinta e um de Março do ano seguinte. Três – A assembleiageral deliberarão ouvidas a gerência sobre a aplicação dos lucros líquidos apurados depois de deduzidos os impostos ou feitas outras deduções legais e as que a assembleia deliberar. Artigo Nono Dissolução e liquidação de sociedade Um – A sociedade só se dissolve nos casos fixados na lei. Dois – Declarada a dissolução da sociedade, procederão a sua liquidação gozando os liquidatários nomeados pela assembleia geral, dos mais amplos poderes para o efeito. Três – Dissolvendose por acordo dos sócios, todos eles serão liquidatários e concluída a liquidação e pagos todos os encargos em produto liquido é repartido pelos sócios em proporção das suas quotas. Artigo Décimo Disposições finais Um – Em caso de litígios entre a sociedade e um ou mais sócios ou quando qualquer sócio requeira liquidação judicial, o assunto deverá ser submetido a assembleiageral para apreciação, antes da sua submissão a instância judicial. Dois – Em tudo quanto fica omisso, regularão as disposições da lei de onze de Abril de mil novecentos e um e as demais disposições legais aplicáveis. Três A Sociedade não se responsabilizarão por qualquer divida contraída por qualquer um dos sócios. Assim disse e outorgou. Instrui este acto os documentos já referido no contexto desta escritura,e a certidão passada por este serviço, datada de vinte seis de Outubro de 2010, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Está Conforme. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ___________________________ _____________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos trinta dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada ILMA VAZ DA TRINDADE SALVATERRA,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: Dulce da Conceição Silva Fernandes Bragança Gomes, casada,natural de Conceição – São Tomé,residente na Praia Francesa,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense,que outorga na qualidade de mandatária dos Senhores Kwame Fernandes Bragança Gomes,maior,solteiro,natural do Distrito de Lobata, residente na Praia Francesa,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense,Paulo da Mata Jesus Leite, maior,solteiro,natural Água GrandeS.Tomé,residente no Bairro Quinta de Sto António,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense,Paulo Alberto Dias Trigueiros,maior,solteiro,natural de Conceição – São Tomé,residente em Trindade Distrito de Mezóchi,de nacionalidade Santomense, conforme as procurações anexas datadas de vinte quatro,dezasseis e dezassete de Agosto do corrente ano, devidamente legalizadas que me foram presente e arquivo. Verifiquei a identidade da outorgante, pela exibição do B.I. nº 13761,emitido em 09 de Dezembro de 2003 pelo Centro de Identificação Civil e Criminal. E por ela, na qualidade que representa, foi declarado: Que pela presente escritura,os sócios resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denominação GLOBAL ASSETS MANAGEMENT – Gestão e Investimentos, limitada que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: CAPÍTULO I Denominação, sede e locais de representação, duração e objecto Artigo Primeiro A sociedade adopta a denominação GLOBAL ASSETS MANAGEMENT – Gestão e Investimentos, Limitada. Artigo Segundo Um – A sociedade tem a sua sede na cidade de S. Tomé, no Distrito de Água Grande. Dois – Por deliberação dos sócios, a sede da sociedade poderá ser transferida para outro local dentro do mesmo Distrito ou para Distritos limítrofes. Três – Os sócios poderão deliberar sobre a abertura de sucursais, agências, delegações ou outras formas de representação no território nacional ou no estrangeiro, onde e pelo tempo que entender e se mostre necessário ou conveniente à prossecução dos negócios sociais. Artigo Terceiro A sociedade durará por tempo indeterminado. Artigo Quarto Um – O objecto social da sociedade consiste no exercício de gestão empresarial, administração e gestão de quaisquer participações próprias e alheias de quaisquer bens móveis e imóveis bem como a sua compra para revenda, a realização de todas as operações e actividades sobre os referidos bens, importação e exportação de quaisquer produtos e serviços, prestação de serviços de consultoria na área de comércio internacional, realização de estudos, de prospecção de mercados para produtos e serviços e mediação de negócios. Dois – A sociedade pode exercer outras actividades relacionadas com o seu objecto, com carácter subsidiário ou complementar, desde que não proibidas por lei, bem como adquirir participações em agrupamentos de empresas, ou em entidades com a mesma natureza jurídica, e adquirir acções ou quotas em sociedades com objecto diferente do seu ou reguladas por leis especiais, desde que permitido pela lei em vigor na República de São Tomé e Príncipe. CAPÍTULO II Capital social e quotas Artigo Quinto Um O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de Dbs. 180.000.000,00 (Cento e oitenta milhões de Dobras) e está representado e dividido em três quotas, sendo uma de Dbs. 89.100.000,00 (Oitenta e nove milhões e cem mil de Dobras), representando 49,5% do capital social, pertencente ao sócio KwameFernandes Bragança Gomes, outra de Dbs. 89.100.000,00 (Oitenta e nove milhões e cem mil de Dobras), representando 49,5% do capital social pertencente ao sócio Paulo da Mata Jesus Leite e a última de Dbs. 1.800.000,00 (Um milhão oitocentas mil dobras) representando 1% do capital social pertencente ao sócio Paulo Aberto Dias Trigueiros. Dois O capital social poderá ser elevado por uma ou mais vezes quando o aumento for deliberado em assembleiageral. Três Na subscrição de quaisquer novas quotas terão sempre preferência os sócios na proporção das quotas que no momento possuírem. Artigo Sexto Não são exigíveis prestações suplementares de capital, mas qualquer dos sócios poderá fazer suprimentos à sociedade, nas condições que serão fixadas pela assembleiageral. Artigo Sétimo Um É livre a cessão de quotas entre os sócios, mas a pessoas estranhas à sociedade fica dependente de autorização da assembleiageral. Dois Só poderão efectuarse cessões de quotas a estranhos se a sociedade, em primeiro lugar, e os sócios, em segundo, não preferirem optar pelo valor do último balanço aprovado. Três Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na proporção das respectivas quotas. Artigo Oitavo Um A sociedade poderá adquirir quotas, como também poderá amortizálas: a) Por acordo com o respectivo titular; b) No caso de a quota ser penhorada ou arrestada ou se existir risco de uma alienação judicial ou, de qualquer modo, deixar de estar na livre disponibilidade do seu titular; c) Em caso de, por efeito de partilha em vida do sócio, seja por motivo de divórcio ou outro, a quota ou parte dela ser adjudicada a pessoa que não seja sócio; d) No caso de falecimento ou interdição de qualquer sócio. Dois A amortização considerase efectuada seja pela assinatura do correspondente recibo, seja pelo depósito num estabelecimento bancário. Três O preço da amortização ou da aquisição será o apurado num balanço especialmente elaborado para o efeito. CAPÍTULO III Órgãos Sociais Artigo Nono Um A administração e representação da sociedade perante terceiros, em juízo ou fora dele, compete a um ou mais Gerentes, com ou sem remuneração e com ou sem dispensa de caução, conforme for deliberado pela Assembleia Geral. Dois A sociedade obrigase pela intervenção e assinatura de um Gerente, ou de um ou mais procuradores, no âmbito dos poderes constantes da respectiva procuração. Três As deliberações da gerência serão tomadas por maioria simples dos votos emitidos. Quatro A gerência tem a faculdade de nomear mandatários ou procuradores da Sociedade, conferindolhes poderes necessários à prática de determinados actos ou categorias de actos, podendo fixar lhes o âmbito e duração do mandato. Quinto – O gerente nomeado, com ou sem dispensa de prestar caução, com ou sem remuneração pelo exercício do respectivo cargo, conforme for deliberado em Assembleiageral, não poderá assinar em nome da Sociedade quaisquer actos ou contratos que digam respeito à negócios estranhos à Sociedade, tais como letras de favor, abonações e actos semelhantes ou assumir obrigações ou responsabilidades estranhas aos interesses da Sociedade. Artigo Décimo Um Salvo se a lei impuser forma especial, as Assembleias Gerais serão convocadas, através de carta simples dirigida aos sócios com aviso de recepção, expedida com a antecedência mínima de quinze dias, contendo a convocatória a indicação expressa da respectiva ordem do dia. Dois Os sócios têm o direito de se fazer representar nas Assembleias Gerais por quem entenderem, por meio de simsociedade, em primeiro lugar, e os sócios, em segundo, não preferirem optar pelo valor do último balanço aprovado. Três Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na proporção das respectivas quotas. Artigo Décimoprimeiro Para além do estipulado na lei ou no pacto social, estão sujeitas a deliberação dos sócios, as seguintes matérias: a) A chamada e a restituição de prestações suplementares, a celebração de contratos de suprimento e a exigência de prestações acessórias; b)Nomeação e a destituição de Gerentes; c)Aprovação do relatório de gestão e das contas do exercício, a atribuição de lucros e o tratamento dos prejuízos; d)Exoneração de responsabilidade dos Gerentes; e)Propositura de acções pela sociedade contra Gerentes ou membros do órgão de fiscalização, e bem assim a desistência e transacção nessas acções; f)Alteração do pacto social; g)Fusão, cisão, transformação e dissolução da sociedade; h)Amortização de quotas, aquisição, alienação e oneração de quotas próprias; i)Exclusão de sócios; j)Alienação ou oneração de bens imóveis, a alienação, a oneração e a locação de estabelecimento. CAPITULO IV Balanço anual, distribuição de lucros e dissolução da sociedade Artigo Décimo Segundo Um Os exercícios sociais corresponderão aos anos civis, pelo que anualmente será dado um balanço que, reportandose a trinta e um de Dezembro, deverá estar escrito e assinado até finais de Março imediato. Dois – Os lucros líquidos apurados no final de cada exercício, após a dedução de cinco a dez por cento para o fundo de reserva legal e quaisquer outros que venham a ser criados, serão distribuídos pelos sócios na proporção das suas quotas. Três – Nos termos e dentro dos limites legalmente estabelecidos, podem ser feitos aos sócios adiantamentos sobre os lucros no decurso do exercício. Artigo décimo Terceiro A sociedade dissolvese nos casos indicados na lei, e a liquidação será feita pelos gerentes, salvo deliberação diferente da assembleiageral que, em todo o caso, fixará o prazo e as condições dessa liquidação. Artigo Décimo Quarto Em tudo o omisso regularão as disposições da Lei sobre a sociedade por quotas e demais legislação aplicável. Assim disse e outorgou. Instruí este acto as procurações assinadas pelos sócios conferindo poderes de representação, a declaração anexa a procuração e a certidão passada por este serviço, datada de vinte e dois de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dez dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciado, Gregório Cardoso Santiago, por impedimento de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu, como outorgantes: Primeiro:IVO TAVARES MORENO, maior, solteiro, natural de Conceição Distrito de Água Grande S.Tomé, bilhete de identidade nº 148998 passado pelo centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em vinte e cinco de janeiro de dois mil e dez, residente em Riboque – São Tomé, que outorgapor si e na qualidade de procurador dos Senhores FRANCISCO JAVIER LOZANO CHIMENO,maior,divorciado,natural de Aitona, Espanha– República de Espanhã,residente em Espanha, passaporte nº AC066727 passado pelas autoridades Espanholas aos doze de Janeiro de dois mil e cinco, de nacionalidade Espanhola e FRANCISCO JAVIER RAMOS SANTIAGO,maior, casado com Asuncion Guerra sob o regime de separação de bens, passaporte nº Q762676 passado pelas autoridades Espanholas aos vinte e seis de Março de dois mil e três, natural de Santa Maria de Guia Palmas, onde reside, de nacionalidade espanhola, conforme a procuração datada de dezanove de Novembro de dois mil e dez, devidamente legalizada. Segundo: JOSÉ EUGÉNIO DA SILVA PATRÍCIO, maior, solteiro, natural de Lisboa – Portugal,bilhete de identidade número 137296 passado pelo centro de identificação civil e criminal de São Tomé em trinta e um de Março de dois mil e oito, residente em Vila Dolores, de nacionalidade santomense que outorga na qualidade de procurador do Sr. EDUARDO FERREIRA TAVARES, maior, casado com Margarida Tavares, sob o regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Santo Amaro, Distrito de Lobata, bilhete de Identidade número 12028, emitido pelo 1 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em seis de Janeiro de dois mil e dez, de nacionalidade santomense, conforme a procuração datada de cinco de Novembro de dois mil e dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Terceiro:SILÚ DE CEITA DOS SANTOS,maior,solteiro, natural de Lobata,bilhete de identidade número 78112,emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé, em vinte e sete de Julho de dois mil e nove,residente na Avenida da conceição, Distrito de Água Grande,de nacionalidade santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos seus bilhetes de identidade. E por eles, foi declarado: Que pela presente escritura os representados do primeiro e do segundo outorgante e o terceiro outorgante resolveram,entre si,constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada,sob denominação «GOOD EVENTS STP, LDA» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro (Denominação, sede e duração) A Sociedade adopta a denominação de “Good Events STP,Lda.”, e tem a sua Sede na Cidade de S.Tomé, podendo no entanto, estabelecer delegações e escritórios noutros pontos do País ou no estrangeiro, sendo a sua duração por tempo indeterminado. Artigo Segundo (Objecto) Good Events STP Lda.,dedicarseá fundamentalmente a: Um – Concepção, construção, colocação e gestão de papeleiras e outdoors e mobiliário urbano; Dois– Organização de festas,competições desportivas e desportos náuticos e aquáticos; Três –Promoção de produtos culturais nacionais nas praias; Quatro Aluguer de pequenos barcos de recreio e motas; 2 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Único – Mediante acordo dos Sócios, a Sociedade poderá dedicarse a qualquer outro ramo de actividade incluindo comercial de importação e exportação, consoante legislação nacional e, participar no capital social de outras Sociedades cujos objectivos a sejam semelhantes ou não. Artigo Terceiro (Capital social) Um – O Capital Social inicial é de cento e cinquenta milhões de dobras (150.000.000,00 STD), integralmente realizado em dinheiro, dividido em cinco quotas, assim distribuídas: Duas no valor de setenta e cinco milhões de dobras, equivalente a 50% do capital social, subdividida em duas partes iguais pertencentes aos sócios Ivo Tavares Moreno e Francisco Javier Lozano Chimeno; Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 20% do capital social pertencente ao sócio Francisco Javier Santiago Ramos. Duas quotas no valor de quarenta e cinco milhões de dobras, equivalente a 30% do capital, subdividida em duas partes iguais pertencentes ao sócio Eduardo Ferreira Tavares e Silú de Ceita dos Santos. Dois – A cessão de quotas à terceiros só poderá ser efectuada por deliberação dos Sócios em Assembleiageral, tendo os mesmos sempre, o direito de preferência. Três – As deliberações concernentes ao aumento do Capital Social serão consensualmente tomadas pela Assembleia de Sócios convocada para o efeito. Artigo Quarto (Gerência) Um – A gerência da sociedade é exercida por três dos sócios indigitados na Assembleia de Sócios, por um período de um (1) ano renovável por iguais períodos em Assembleia dos Sócios, remunerados ou não, podendo deliberar de outra forma, caso a necessidade operacional da Sociedade o justifique 3 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – A Sociedade será representada em juízo ou fora dele, activa e passivamente pelos Sócios Gerentes, e do mesmo modo, nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a Sociedade, sendo que, nesses casos é exigida a assinatura conjunta do sócio Ivo Tavares Moreno, para o efeito, devidamente autenticada com o carimbo em uso na Sociedade. Três – Os Gerentes poderão delegar em outros sócios ou em pessoas estranhas à Sociedade todos ou parte dos seus poderes de gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato em nome da Sociedade, ouvido a Assembleia dos Sócios convocada para o efeito. Quatro – Exceptuando a assinatura do sócio Ivo Tavares Moreno que não carece de outras, os cheques da Sociedade só poderão ser movimentados mediante as assinaturas conjuntas dos dois sócios gerentes. Artigo Quinto (Fiscalização de contas) As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a Assembleia de Sócios deliberar. Artigo Sexto (Assembleia de sócios) Um Haverá uma reunião ordinária anual, a realizarse até o dia trinta e um de Março, para aprovação dos inventários, relatório e contas, relativos ao exercício do ano findo, bem como respectiva proposta de afectação de resultados e, Dois Sempre que se torne necessário tratar de assuntos de interesse da Sociedade, sob solicitação de, pelo menos três Sócios, a Assembleia reunirá extraordinariamente. Artigo Sétimo (Distribuição dos dividendos) Os resultados apurados em cada exercício findo terão o seguinte destino: a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal; 4 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas b) A parte restante será distribuída pelos Sócios, na proporção das respectivas quotas e, na mesma proporção serão suportados os prejuízos se os houver. Artigo Oitavo (Resolução de conflitos) Um – Os eventuais litígios que possam surgir a respeito do presente estatuto, serão resolvidos amigavelmente ou por arbitragem unanimemente aceite pelos sócios. Dois – Só depois de esgotados todos os meios de conciliação, deverão ser submetidos ao tribunal, sendo competente o foro de S.Tomé. Três – Na parte não prevista no presente estatuto, a sociedade regerseá pelas disposições aplicáveis às sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Artigo Nono (Dissolução e liquidação)Um – Para os fins dos presente Estatuto a dissolução da Sociedade farseá nos casos previstos na Lei ou em conformidade com a deliberação unânime dos sócios em Assembleiageral. Dois – A Assembleia geral que deliberar sobre a dissolução da sociedade, determinará o prazo para a liquidação e nomeará os respectivos liquidatários. Três – A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição de qualquer dos sócios, continuando com herdeiros ou representantes legais do falecido ou interdito. Artigo Décimo (Legislação aplicável) Na parte não expressamente prevista neste Estatuto, a Sociedade regerseá pelas disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a procuração conferindo poderes de representação aos Srs. Ivo Tavares Moreno e José Eugénio da 5 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Silva Patrício, bem como a certidão passada por este serviço, datada de oito de Dezembro de dois mil e dez, donde se ve não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ 6 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos sete dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,compareceram como outorgantes: Primeiro:Erliney Ângelo do Espirito Santo Ribeiro,de nacionalidade Santomense,natural de Lobata – São Tomé, solteiro,nascido aos 24 de Setembro de 1987,residente em Vila Dolores,Distrito de águaGrande,São Tomé e Príncipe. Segundo:Hirondina Quaresma do Nascimento,de nacionalidade Santomense, natural de Conceição São Tomé,solteira,nascido aos 21 de Outubro de 1963,residente em Campo de Milho, Distrito de ÁguaGrande, São Tomé e Príncipe. Terceiro:Fernando Afonso Ribeiro,de nacionalidade Santomense,natural de Trindade – São Tomé,solteiro,nascido aos 09 de Outubro de 1958,residente em Campo de Milho,Distrito de Água Grande, São Tomé e Príncipe. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro por conhecimento pessoal e pelo Bilhete de Identidade nº 96975 de 24 de Setembro de 2010, emitido pelo centro de identificação civil e criminal, o segundo outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade, nº 33430 de 07 de Fevereiro de 2007, emitido pelo centro de identificação civil e criminal e o terceiro outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade, nº 38138 de 18 de Novembro de 2002, emitido pelo centro de identificação civil e criminal. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura,resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denominação «GRUPO RIBEIRÃO,LDA.» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO PRIMEIRO (Natureza, Denominação e Sede) 1. A Sociedade por quotas de responsabilidade limitada, adopta a denominação de “GRUPO RIBEIRÃO, Lda” e tem a sua sede na cidade capital de São Tomé. 2. Por simples deliberação da AssembleiaGeral, a sede social poderá ser transferida para outro local do País, assim como poderão ser abertas ou encerradas filiais, sucursais, delegações, escritórios ou outras formas de representação, em qualquer outro local, mesmo no estrangeiro. ARTIGO SEGUNDO (Integração de novos Sócios) A Sociedade pode integrar novos sócios, sejam eles pessoas singulares ou colectivas. ARTIGO TERCEIRO (Duração e Início) A Sociedade durará por tempo ilimitado, iniciando a sua actividade na data da sua constituição. ARTIGO QUARTO (Objecto Social) A Sociedade tem como objecto, o Comércio Geral, como importação e exportação, Construções, Investimentos, agricultura, pecuária, indústria, pesca, hotelaria e prestação de serviços. ARTIGO QUINTO (Capital Social) O capital social é de Dbs: 500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras),integralmente subscrito e realizado, correspondendo à soma de três quotas,sendo uma de Dbs: 200.000.000,00(Duzentos Milhões de Dobras)representando Quarenta por Cento,pertencente ao sócio Erliney Ângelo Do Espirito Santo Ribeiro,outro igualmente de Dbs: 200.000.000,00(Duzentos Milhões de Dobras),representando também Quarenta por Cento,pertencente à sócia Hirondina Quaresma Do Nascimento,e outra de Dbs:100.000.000,00 (Cem Milhões de Dobras),representando vinte por Cento,pertencente ao sócio Fernando Afonso Ribeiro. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO SEXTO (Transmissão de Quota) 1. A cessão de quotas, no todo ou em parte, depende do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da Sociedade. 2. Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais sócios beneficiam de direito de preferência. ARTIGO SÉTIMO (Amortização de Quotas) 1. A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas situações previstas na lei e nos casos em que as quotas sejam empenhadas, arroladas, arrestadas, penhoradas ou incluídas em massa falida ou insolvente, ou quando qualquer sócio, directa ou indirectamente, impeça a regular operação da Sociedade, ou promova o seu descrédito. 2. Nos casos previstos no número anterior, o valor de contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a amortizar. ARTIGO OITAVO (Balanço e Lucros) 1. Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do mês de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão apurados, depois de deduzir a percentagem que fôr estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outro, previamente acordados pela AssembleiaGeral. 2. Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão distribuídos aos sócios, se a AssembleiaGeral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes e representados na reunião em que tal matéria constar da Ordem de Trabalhos. 3. A distribuição dos lucros pelos sócios, será feita na proporção das suas quotas. 4. Os prejuízos, se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO NONO (Gerência) 1. É nomeado Gerente, o Sócio Erliney Ângelo Do EspiritoSanto Ribeiro. 2. Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é suficiente a assinatura do Gerente. 3. A Sociedade poderá constituir procuradores mesmo que já sejam Gerentes – para a prática de determinados actos e contratos ou para a prática de actos, negócios e contratos específicos, casos em que a Sociedade ficará obrigada nos termos estabelecidos nos mandatos. ARTIGO DÉCIMO (Assembleia Geral e Deliberações) 1. As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas com pelo menos quinze dias de antecedência. 2. Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de voto, em carta por ele assinada. 3. Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO (Dissolução) 1. Por morte ou interdição de qualquer dos sócios, a Sociedade poderá não se dissolver, se assim fôr entendido por consenso, caso em que ela continuará com os sócios sobrevivos e capazes e os herdeiros dos falecidos ou falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, devendo estes nomear um que a todos represente na Sociedade, enquanto a respectiva quota permanecer indivisa. 2. Se a Sociedade fôr dissolvida por acordo dos sócios e nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a partilha será efectuada conforme fôr acordado. 3. Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender, será o activo social licitado no seu todo, com obrigação do pagamento do passivo, e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igualdade de condições. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 4. A operação da licitação e adjudicação será conduzida por uma Comissão mediadora de quatro membros, sendo um designado por entidade pública competente e três outros designados por cada um dos sócios ou seus legítimos representantes. ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO (Conflito) Para todas as questões emergentes do presente Estatuto, quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer entre eles e a própria Sociedade, fica estipulado o foro da Comarca de São Tomé, com renúncia expressa a qualquer outro. ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO (Casos Omissos) No omisso, regularão as deliberações sociais, desde que tomadas em forma legal, à luz das disposições legais vigentes e aplicáveis em São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgaram. Instrui este acto a certidão passada por este serviço, datado de sete de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: NUNO MIGUEL CORREIA PAULINO VIEGAS E SANTOS,maior, solteiro, natural Alhos Vedros MOITA Portugal,residente acidentalmente em São Tomé,de nacionalidade Portuguesa,que outorga na qualidade de mandatário da sociedade HBD STP INVESTIMENTOS TURISTISCO UNIPESSOAL,LDA., sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada, com sede em Monte da Amendoinha,Cardosal,Loulé,Distrito de Faro,concelho de Loulé, na freguesia Querença 8100 115,de capital de cinquenta mil euros, matriculada sob o número 509617778,com averbamento Insc.1AP.106/20101129 15:55:49 UTC na conservatória do registo comercial de Lisboa. Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do seu passaporte número L260095 emitido pelo Governo Civil de Faro. E por ele, na qualidade que representa,foi declarado: Que pela presente escritura, a sua representada resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada sob denominação HBD RESORTS OPERATIONS UNIPESSOAL,LDA.,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º (Tipo e Firma) A Sociedade adopta o tipo de sociedade por quotas e a firma HBD Resorts Operations Unipessoal, Lda. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 2º (Sede) 1. A Sociedade tem a sua sede no Príncipe, na República Democrática de São Tomé e Príncipe. 2. Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser deslocada dentro do território nacional, podendo ainda ser criadas sucursais, filiais, agências ou outras formas de representação no território nacional ou no estrangeiro. Artigo 3º (Objecto) 1.A Sociedade tem por objecto as seguintes actividades: a)Gestão de estabelecimentos turísticos; b)Exploração de unidades hoteleiras e similares, restauração, bares e discotecas; c)Administração de imóveis, incluindo o arrendamento dos mesmos; d)Promoção e actividade imobiliária, incluindo actividade imobiliária turística. 2. A Sociedade poderá ainda, por deliberação da Assembleia Geral, participar em Agrupamentos Complementares de Empresa e, bem assim, subscrever ou adquirir acções ou quotas em sociedades de responsabilidade limitada, na República Democrática de São Tomé e Príncipe ou no estrangeiro, qualquer que seja o objecto e ainda que sujeitas a leis especiais. Artigo 4º (Capital Social) 1. O capital social, integralmente realizado em numerário, é de STD 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentas mil Dobras), pertencente à Sócia Única, HBD STP – Investimentos Turísticos, Unipessoal, Lda. 2. Aos Sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até a um montante equivalente a dez vezes o capital social. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 5º (Cessão de Quotas) 1. A cessão de quotas, total ou parcial, entre Sócios é livre, mas se feita a terceiros depende do consentimento da Sociedade em primeiro lugar e do(s) Sócio(s) não cedente(s) em segundo, o(s) qual(is) tem(rão) direito de preferência. 2. É proibida a constituição de penhor ou qualquer outro ónus ou encargo sobre quotas, para garantia de obrigações assumidas pelos Sócios, excepto quando resulte de acordo entre todos os Sócios. Artigo 6º (Amortização de Quotas) A Sociedade poderá amortizar a quota, mesmo que tal implique a redução do capital social, quando estas hajam sido penhoradas, arroladas, arrestadas ou, por qualquer forma, judicialmente apreendidas, ou, ainda, nos casos de insolvência de qualquer Sócio, ou quando, fora dos casos previstos na lei, for cedida sem consentimento da Sociedade ou dos Sócios. Artigo 7º (Gerência) 1. A Sociedade terá um ou mais gerentes, remunerados ou não, conforme deliberado em Assembleia Geral. 2. A Sociedade obrigasecom a intervenção de um gerente, excepto em actos de valor superior a 25.000,00 (vinte e€ cinco mil euros), caso em que será exigível prévia deliberação da Assembleia Geral. Artigo 8º (Assembleias Gerais) 1. As Assembleias Gerais serão convocadas por carta registada aos Sócios, com a antecedência mínima prevista na lei. 2. Os Sócios podem livremente designar quem os represente nas Assembleias Gerais. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão de registo da empresa HBD STP Investimentos Turísticos Unipessoal Limitada, a Acta de Assembleia Geral que deliberou a criação da empresa HBD RESORTS OPERATIONS UNIPESSOAL LIMITADA, a procuração conferindo poderes de representação e a certidão passada por REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas este serviço, datada de vinte de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora _________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu, como outorgante: NUNO MIGUEL CORREIA PAULINO VIEGAS E SANTOS,maior, solteiro, natural Alhos Vedros MOITA Portugal,residente acidentalmente em São Tomé,de nacionalidade Portuguesa,que outorga na qualidade de mandatário da sociedade HBD STP INVESTIMENTOS TURISTISCO UNIPESSOAL, LDA.,sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada, com sede em Monte da Amendoinha Cardosal, Loulé, Distrito de Faro, concelho de Loulé, na freguesia Querença 8100 115, de capital de cinquenta mil euros, matriculada sob o número 509617778, com averbamento Insc. 1AP.106/20101129 15:55:49 UTC na conservatória do registo comercial de Lisboa. Verifiquei a identidade do outorgante pela exibição do seu passaporte número L260095 emitido pelo Governo Civil de Faro. E por ele, na qualidade que representa,foi declarado: Que pela presente escritura a sua representada resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada sob denominação HBD TOURISM INVESTMENTS UNIPESSOAL, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º (Tipo e Firma) A Sociedade adopta o tipo de sociedade por quotas e a firma HBD TOURISM INVESTMENTS UNIPESSOAL, LDA. Artigo 2º (Sede) REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Um A Sociedade tem a sua sede no Príncipe, na República Democrática de São Tomé e Príncipe. Dois Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser deslocada dentro do território nacional, podendo ainda ser criadas sucursais, filiais, agências ou outras formas de representação no território nacional ou no estrangeiro. Artigo 3º (Objecto) Um A Sociedade tem por objecto as seguintes actividades: Consultadoria e prestação de serviços diversos na área turística e do entretenimento; Formação e certificação profissional, incluindo o desenvolvimento de cursos específicos na área de hotelaria e turismo; Dois A Sociedade poderá ainda, por deliberação da Assembleia Geral, participar em Agrupamentos Complementares de Empresa e, bem assim, subscrever ou adquirir acções ou quotas em sociedades de responsabilidade limitada, na República Democrática de São Tomé e Príncipe ou no estrangeiro, qualquer que seja o objecto e ainda que sujeitas a leis especiais. Artigo 4º (Capital Social) Um O capital social, integralmente realizado em numerário, é de STD 24.500.000,00 (vinte e quatro milhões e quinhentas mil Dobras), pertencente à Sócia Única, HBD STP – Investimentos Turísticos, Unipessoal, Lda. Dois Aos Sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até a um montante equivalente a dez vezes o capital social. Artigo 5º (Cessão de Quotas) Um A cessão de quotas, total ou parcial, entre Sócios é livre, mas se feita a terceiros depende do consentimento da REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Sociedade em primeiro lugar e do(s) Sócio(s) não cedente(s) em segundo, o(s) qual(is) tem(rão) direito de preferência. Dois É proibida a constituição de penhor ou qualquer outro ónus ou encargo sobre quotas, para garantia de obrigações assumidas pelos Sócios, excepto quando resulte de acordo entre todos os Sócios. Artigo 6º (Amortização de Quotas) A Sociedade poderá amortizar a quota, mesmo que tal implique a redução do capital social, quando estas hajam sido penhoradas, arroladas, arrestadas ou, por qualquer forma, judicialmente apreendidas, ou, ainda, nos casos de insolvência de qualquer sócio, ou quando, fora dos casos previstos na lei, for cedida sem consentimento da sociedade ou dos sócios. Artigo 7º (Gerência) Um A Sociedade terá um ou mais gerentes, remunerados ou não, conforme deliberado em Assembleia Geral. Dois A Sociedade obrigase com a intervenção de um gerente, excepto em actos de valor superior a 25.000,00 (vinte e€ cinco mil euros), caso em que será exigível prévia deliberação da Assembleia Geral. Artigo 8.º (Assembleias Gerais) Um As Assembleias Gerais serão convocadas por carta registada aos Sócios, com a antecedência mínima prevista na lei. Dois Os Sócios podem livremente designar quem os represente nas Assembleias Gerais. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão de registo da empresa HBD STP – Investimentos Turísticos Unipessoal Limitada, a Acta da Assembleia Geral que deliberou a criação da empresa HBD REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Tourism Investments Unipessoal, Limitada, a procuração conferindo poderes de representação e a certidão passada por este serviço, datada de vinte de Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora _________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte três dias do mês de Novembro do ano dois mil edez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária compareceram, como outorgantes: Primeiro:Hélio Manuel Alves Ventura,maior,casado com Ana Lúcia Medeiros em regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Campo GrandeLisboa,portador do passaporte nº J882218,emitido em 14 de Abril de 2009,residente na Avenida Marginal 12 de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Portuguesa. Segundo:Vera Lúcia da Costa Barreto,maior,solteira,natural de Caldas da RainhaPortugal,portadora do B.I nº 1552277,residente em Budo Budo,Distrito de ÁguaGrande,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição do seu passaporte nº J882218,emitido em 14 de Abril de 2009 pelo Governo Civil de Lisboa e segundo pela exibição do B.I nº 155277,emitido em 18 de Outubro de 2010 pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de S.Tomé e Príncipe. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação Hélio & Vera,Limitada que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Um A Sociedade adopta a denominação de Hélio & Vera, Limitada e tem a sua sede na Cidade de S. Tomé. Dois – Por deliberação dos sócios a sociedade poderá mudar o local da sede dentro do mesmo Distrito ou para qualquer outro Distrito e bem assim abrir sucursais, agências, delegações ou outras formas de representação no território nacional ou no estrangeiro. Artigo Segundo Um O seu objecto social consiste na importação e exportação, comércio e serviços, representações, realização de actividades conexas, sem exclusão de qualquer outro ramo de comércio ou indústria que entenda explorar, para o qual obtenha os necessários alvarás, licenças ou autorizações. Dois A sociedade poderá ainda associarse com outras pessoas jurídicas, para nomeadamente, formar novas sociedades, agrupamentos complementares de empresas, consórcios e associações em participação, bem como subscrever e participar no capital social de outras sociedades constituídas ou a constituir. Artigo Terceiro A sua duração é por tempo indeterminado e, para todos os efeitos, o seu início se contará a partir da data da celebração da presente escritura pública. Artigo Quarto UmO capital social,integralmente realizado em dinheiro, é de STD 150.000.000,00(cento e cinquenta milhões de Dobras)e encontra se dividido em duas quotas,uma de STD 75.000.000,00(setenta e cinco milhões de Dobras),pertencente ao sócio Hélio Manuel Alves Ventura,e outra de STD 75.000.000,00(setenta e cinco milhões de Dobras),pertencente à sócia Vera Lúcia da Costa Barreto. DoisO capital social poderá ser elevado por uma ou mais vezes quando o aumento for deliberado em assembleia geral. TrêsNa subscrição de quaisquer novas quotas terão sempre preferência os sócios na proporção das quotas que no momento possuírem. Artigo Quinto Não são exigíveis prestações suplementares de capital, mas qualquer dos sócios poderá fazer suprimentos à sociedade, nas condições que serão fixadas pela assembleiageral. Artigo Sexto Um É livre a cessão de quotas entre os sócios, mas a pessoas estranhas à sociedade fica dependente de autorização da assembleia geral. Dois Só poderão efectuarse cessões de quotas a estranhos se a sociedade, em primeiro lugar, e os sócios, em segundo, não preferirem optar pelo valor do último balanço aprovado. Três Havendo mais de um sócio a pretender exercer o direito de preferência, a quota a ceder será dividida entre os preferentes na proporção das respectivas quotas. Artigo Sétimo Um A sociedade poderá adquirir quotas, como também poderá amortizálas: a) Por acordo com o respectivo titular; b) No caso de a quota ser penhorada ou arrestada ou se existir risco de uma alienação judicial ou, de qualquer modo, deixar de estar na livre disponibilidade do seu titular; c)Em caso de, por efeito de partilha em vida do sócio, seja por motivo de divórcio ou outro, a quota ou parte dela ser adjudicada a pessoa que não seja sócio; d) No caso de falecimento ou interdição de qualquer sócio. Dois A amortização considerase efectuada seja pela assinatura do correspondente recibo, seja pelo depósito num estabelecimento bancário. Três O preço da amortização ou da aquisição será o apurado num balanço especialmente elaborado para o efeito. Artigo Oitavo Um A administração e representação da sociedade perante terceiros, em juízo ou fora dele, activa e passivamente compete a um ou mais gerentes nomeados, com ou sem remuneração e com ou sem dispensa de caução, conforme for deliberado pela Assembleiageral. Dois A sociedade obrigase pela intervenção e assinatura do Gerente, ou de um ou mais procuradores, no âmbito dos poderes constantes da respectiva procuração. Três A gerência tem a faculdade de nomear mandatários ou procuradores, conferindolhes poderes necessários à prática de determinados actos ou categorias de actos, podendo fixarlhes o âmbito e duração do mandato. Quatro Fica expressamente proibido ao gerente usar a firma social em actos ou contratos estranhos à sociedade, designadamente fianças, abonações, letras de favor e actos semelhantes, sob pena de responder perante a sociedade pelas perdas e danos a que der causa. Artigo Nono A convocação da assembleiageral será feita por carta simples expedida, pelo menos, com 15 dias de antecedência do dia designado para a sua realização, podendo os sócios fixar, de comum acordo, um período mais curto, sempre que for necessário. Artigo Décimo Anualmente será dado um balanço que, reportandose a trinta e um de Dezembro, deverá estar escrito e assinado até finais de Março imediato. Artigo Décimo Primeiro Os lucros líquidos no final de cada exercício, após dedução dos valores legais para constituição do fundo de reserva, terão o destino que for deliberado em assembleiageral em consonância com as disposições legais aplicáveis. Artigo Décimo Segundo A sociedade dissolvese nos casos indicados na lei, e a liquidação será feita pelos gerentes, salvo deliberação diferente da assembleiageral que, em todo o caso, fixará o prazo e as condições dessa liquidação. Artigo Décimo Terceiro Em tudo o omisso regularão as disposições legais aplicáveis na matéria. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado aos vinte dois de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos sete dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guichet Único para empresas, sito na Avenida AmilcarCabral, cidade de Sao Tomé, perante mim Licenciada ILMA VAZ DA TRINDADE, Directora do referido serviço, compareceu, como outorgante: MARIA LUÍZA DE MELO DIAS TRIGUEIROS,de 55 anos de idade, casada, natural de Trindade, Distrito de MéZóchi – São Tomé, residente em Trindade, Bilhete de Identidade nº 22040, de nacionalidade São Tomense. Verifiquei a identidade da outorgante, por conhecimento pessoal e pela exibição do seu Bilhete de Identidade, n.º 22040, de vinte e cinco de Junho de dois mil e sete, emitido pelo centro de identificação civil e criminal. E por ela foi declarado: Que resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: ARTIGO PRIMEIRO Tipo e Firma A partir desta data, regerseá pelos preceitos da legislação aplicável e de acordo com os presentes estatutos a sociedade unipessoal por quotas com a denominação Oriente Unipessoal, Lda. ARTIGO SEGUNDO Sede 1 – A Sociedade tem a sua sede na, Rua Bom D’Jau, Nº 94 A, Cidade da Trindade, São Tomé e Príncipe. 2 – A sede social poderá ser transferida por simples deliberação da gerência para qualquer outro local dentro do território nacional. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 3 – Por deliberação da gerência, a sociedade pode criar sucursais, agências, delegações ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro. ARTIGO TERCEIRO Objecto e Duração 1 – A sociedade tem por objecto o exercício de actividades agroindustriais, alimentares e de bebidas, indústrias subsidiárias daquelas, incluindo as do frio, ou com elas conexas e actividades comerciais, podendo ainda dedicarse a qualquer outro ramo do Comércio ou Indústria que seja permitido por Lei. 2 – A sua existência jurídica será por tempo indeterminado e o seu começo contase, para todos os efeitos, a partir da data da sua constituição. ARTIGO QUARTO Capital Social O capital social é de cento e cinquenta milhões de dobras, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, representado por uma quota única de igual valor nominal, pertencente à sócia única, a Sra. Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros. ARTIGO QUINTO Gerência e Representação 1 A sociedade é gerida por uma gerente que é a sócia única, que definirá a duração do seu mandato e se a gerência é remunerada ou não. 2 A sociedade obrigase com as assinaturas da Gerente em actos cujo valor material ou cujo valor das obrigações assumidas não exceda o limite de 50 milhões de dobras. ARTIGO SEXTO Aplicação de Resultados O destino dos lucros líquidos anuais da sociedade, evidenciados pelos documentos de prestação de contas do exercício, será legalmente definido pela sócia única, a Sr.ª Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros. ARTIGO SÉTIMO Disposições Finais 1– É nomeada Gerente, a iniciar imediatamente funções: Maria Luísa de Melo Dias Trigueiros REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2 – O mandato da Gerente, ora nomeada, terá a duração fixada pela própria sociedade. 3 – Pode a sócia única nomear uma nova Gerência, no final do tempo previsto no n.° anterior. 4 A sociedade inicia nesta data a sua actividade, pelo que a Gerência fica desde já autorizado a celebrar todos os negócios jurídicos e a praticar todos os actos jurídicos no âmbito do seu objecto social. 5 A Gerência fica obrigado a tomar imediatamente todas as medidas e praticar todos os actos jurídicos necessários para que a sociedade assuma todas as obrigações e posições jurídicas, activas e passivas, emergentes dos contratos, acordos e actos jurídicos. ARTIGO OITAVO Casos Omissos 1 Nos casos omissos regularão as disposições legais das sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada e a deliberação da sócia. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada pela secção dos Registos da Direcção Geral dos Registos e Notariado, datado de sete de Julho de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada naquela secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura da Outorgante Assinatura da Directora ________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Ao um dia do mês de Dezembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceu,como outorgante: ADALZIRA DIAS BARBOSA NETO,maior,solteira,natural de Neves, residente na Avenida da Independência,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade da outorgante,pela exibição do seu bilhete de identidade n.º52928,emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal. E por ela foi declarado: Que resolveu constituir uma Sociedade Unipessoal por Quotas sob a denominação«CAJAMANGA UNIPESSOAL,LDA.» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro (Denominação e sede) A sociedade adopta a denominação«CAJAMANGA UNIPESSOAL,LDA.»com sede na cidade de S. Tomé, Distrito de Água Grande, podendo a gerência, mediante simples deliberação, transferir a sede para outro local dentro do território nacional, abrir filiais, sucursais, agências e outras formas de representação permanente no País ou no estrangeiro, desde que permitida por lei. Artigo Segundo (Objecto e Duração) Um A sociedade tem por objecto comércio geral, vendas de vestuários, calçados, utensílios de modas, cosméticos, produtos de decoração, acessórios, importação e exportação, bem como todas as actividades necessárias para a realização do seu objecto social. Dois – A sociedade tem a duração por tempo indeterminado e a sua existência contase a partir da data de sua constituição. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Terceiro (Capital Social) O capital social integralmente subscrito e realizado em dinheiro é de STD.20.000.000,00(vinte milhões de dobras) representado por uma única quota de cem por cento pertencente a sócia Adalzira Dias Barbosa Neto. Artigo Quarto Prestações Suplementares Mediante decisão da gerência poderá ser exigido a prestação suplementar ao capital. Artigo Quinto (Participação em outras Sociedades) A Sociedade poderá participar em quaisquer outras Sociedades, legalmente constituídas, independentemente do respectivo objecto social e nacionalidade, desde que não seja proibida por lei. Artigo Sexto (Gerência e Administração) Um – A Gerência e a Administração da Sociedade, em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passivamente, incumbe a sócia Adalzira Dias Barbosa Neto, quedesde já fica nomeada gerente, a qual definirá a duração do seu mandato e se a gerência será remunerada ou não. Dois – A sociedade poderá constituir além da sócia única, quaisquer outros gerentes ou mandatários com poderes gerais ou limites de gerência, ou ainda para quaisquer outros fins de interesse social, mandatários esses que validamente obrigarão a sociedade nos limites dos poderes que lhes hajam sido conferidos. Três Fica vedado aos gerentes, obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos aos negócios sociais, tais como letras de favor, fianças e abonações em documentos semelhantes. Quatro – Compete a gerência, para além das funções que for definida pela sócia: a) Manter, instalar, encerrar ou transferir bens móveis ou imóveis dálos ou tomálos de locação, bem como, quanto aos imóveis, tomálos de trespasse ou trespassalos; REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas b) Representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e passivamente, propôr e seguir acções, confessalas e delas desistir, transigir e comprometerse em árbitros; c) Adquirir, alienar ou, por qualquer forma, onerar quaisquer bens ou direitos, móveis ou imóveis, sujeitos ou não a registo; d) Manter, instalar, encerrar ou transferir estabelecimentos, fábricas, laboratórios, depósitos e armazéns, dálos ou tomá los de arrendamento, bem como tomálos de trespasse ou trespassálos; e) Negociar em quaisquer instituições de crédito, nomeadamente bancos e casas bancárias, todas e quaisquer operações de financiamento activas ou passivas, que entenda necessárias, designadamente contraindo empréstimos, nos termos, condições e forma que reputar convenientes; f) Sem prejuízo da sua competência normal, mandatar qualquer representante em operações relativas ao seu objecto social, definindo a extensão do respectivo mandato; g) Desempenhar as demais funções previstas neste contrato e na lei. Cinco – A sociedade obrigase pela assinatura de um ou dois gerentes, pela assinatura dos mandatários, nos termos definidos pela gerência de acordo com alínea f) do número anterior ou pela assinatura de um ou mais mandatários conjuntamente com o gerente, nos termos definidos nos respectivos mandatos. Artigo Sétimo (Resultados de Exercício e sua Aplicação) Os resultados líquidos constantes do balanço anual terão as aplicações que a sócia único determinar, deduzidas as parcelas que devam destinarse à constituição ou reforço de fundos de reserva. Artigo Oitavo (Cessão de Quotas) A cessão de quota é livre, mas quando feita a favor de terceiros dependerá do consentimento da sócia. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Nono (Casos Omissos) Nos casos omissos regularão as disposições legais das sociedades unipessoais por quotas de responsabilidade limitada e demais legislação vigente no país bem como a deliberação tomada pela sócia. Artigo Décimo (Foro Competente) Toda a controvérsia relativa à validade, interpretação ou aplicação do presente Estatuto, bem como demais litígios envolvendo a sociedade fica eleito o foro da comarca de São Tomé como forro competente. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e quatro de novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura da Outorgante Assinatura da Directora ________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e nove dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral,cidade de Sao Tomé,perante mim Licenciada ILMA VAZ DA TRINDADE,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: Jean Marie Ecrepont,maior,casado com Jocelyne Wuntarty Warsidi em regime de separação de bens,natural de Tourcoing França,residente em Praia LagartoSão Tomé, portador do passaporte nº072204417, de nacionalidade Francesa. Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento pessoal e pela exibição do seu passaporte nº 072204417,emitido em vinte e cinco de Março de dois mil e oito pelas autoridades Francesas em São Tomé. E por ele foi declarado: Que pela presente escritura, resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro A sociedade adopta a firma “J.M.E.CONSULTANTS,UNIPESSOAL”,LDA. Artigo Segundo A sociedade tem a sua sede na Avenida Kwame N'KrumahSão Tomé. Artigo Terceiro A sua duração é por tempo indeterminado contandose o seu início a partir desta data. Artigo Quarto A sociedade tem por objecto o estudo, elaboração e seguimento de projectos no domínio de Agricultura e Pecuária, Agroturismo e Ecoturismo. Artigo Quinto 1 O capital social é de STD 100.000.000,00(Cem milhões de dobras),representado por uma quota de igual valor nominal, pertencente ao sócio,Jean Marie Ecrepont. 2 O capital social encontrase integralmente realizado em dinheiro. Artigo Sexto 1A gerência e a representação da sociedade pertence ao sócio Jean Marie Ecrepont,desde já nomeado gerente. 2Para obrigar a sociedade é suficiente a assinatura do gerente. 3A sociedade pode constituir mandatário mediante a outorga de procuração adequada para o efeito. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de 12/10/2010, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora ________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e quatro dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceram como outorgantes: Primeiro:LALITO FERNANDES DOS SANTOS DIAS,maior, solteiro,natural de Lucapa,residente na Rua Pascoal Amado, Distrito de Água Grande,de nacionalidade santomense. Segundo:MANUEL LÁZARO DOS SANTOS DIAS,maior,casado com Maria Esperança Vitorino dosSantos Dias,sob regime de comunhão de bens adquiridos,natural de Santana,residente na Rua pascoal Amado,Distrito de Água Grande,de nacionalidade santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos seus bilhetes de identidade nºs 132381 e 15935 passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em dezanove de Março de dois mil e sete e vinte e seis de Março de dois mil e dez respectivamente. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação LALITO, Sociedade Lda que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º DENOMINAÇÃO – SEDE – FORMA DE REPRESENTAÇÃO Um – A sociedade adopta a denominação de LALITO,Sociedade Lda, com sede em Rua morta, cidade de São Tomé. Dois – Esta denominação deverá figurar em todos os actos e documentos provenientes da sociedade e destinados aos REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas terceiros, sobretudo as correspondências, as facturas, os anúncios e as diversas publicações. Três – Hotelaria e turismo. Quatro – A sociedade poderá ainda desenvolver quaisquer actividades permitidas por lei que concorram para o normal desenvolvimento das suas actividades principais, bem como, mediante deliberação dos sócios em Assembleiageral, adquiri participações no capital de outras sociedades nacionais ou estrangeiras. Cinco – Prestação de Serviços. Artigo 2º OBJECTO SOCIAL Um – A Sociedade tem por objectivo o incremento de actividades ligadas a restauro, vendas de bebidas e refeições ao público, merendas, cocktail e afins; Dois – Importação e exportação de bens e serviços de restaurante e bar; Três – Hotelaria e Turismo, a sociedade poderá ainda desenvolver quaisquer actividades permitidas por Lei que concorram para normal desenvolvimento das actividades principais bem como, mediante deliberação dos sócios em Assembleiageral, participações no capital de outras sociedades nacionais ou estrangeiras. Artigo 3º DURAÇÃO A sociedade é constituída por um período de tempo indeterminado. Artigo 4º CAPITAL SOCIAL UM – O capital social integralmente em dinheiro é fixado em STD 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões dobras), sendo os 80% (oitenta porcento) das quotas subscritas pelo sócio Lalito Fernandes dos Santos Dias e 20% (vinte porcento) das quotas subscritas a favor do sócio Manuel Lazaro dos Santos Dias. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – Mediante previa deliberação da Assembleiageral, o capital social poderá ser aumentado uma ou mais vezes, através de novas entradas, em direito ou em espécies, ou por incorporação de reservas, assim como poderá ser aumentado uma ou mais vezes, através de novas entradas, em dinheiro ou em espécies, ou por incorporação de reservas, assim como poderá também ser reduzido. Três – A redução do capital social poderão ser efectuada por redução proporcional do valor das quotas, pelo seu reagrupamento ou pela sua extinção. Artigo 5º PRESTAÇÕES SUPLIMENTARES E SUPRIMENTOS Mediante previa deliberação, por maioria representativa de dois terços do capital social, poderão ser exigidas prestações suplementares de capital. Sem necessidade de que ela necessitar, mediante as celebrações de contratos de suprimentos, dos quais constarão as respectivas condições de remuneração e de reembolso. Artigo 6º CESSÃO E DIVISÃO DE QUOTAS Um – A Cessão de quotas é livre entre os sócios. Dois – A Cessão de quotas, total ou parcial a terceiros carecem do consentimento da sociedade dado em deliberação com os votos favoráveis correspondentes à totalidade do capital social. Três – Os sócios gozarão do direito de preferência na cessão de quotas, total ou parcial a terceiros. Quarto – Para o efeitos do disposto nos números anteriores o sócio cedente deverá comunicar por cartas registadas dirigidas a sociedades e aos restantes sócios, qual a quota ou parte de quota a ceder, o preço de cessão, as respectivas condições de pagamento e a identidade do cessionário. Cinco – A Assembleiageral delibera sobre o consentimento da cessão, no prazo de trinta dias após a recepção da comunicação REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas do Sócio cedente, caso este não se encontre presente na deliberação. Seis – A cessão considerase consentida, se a sociedade não se pronunciar e os sócios não exercerem o seu direito de preferência nos prazos respectivos. Artigo 7º AMORTIZAÇÃO DAS QUOTAS Um – A sociedade poderá amortizar qualquer quota por acordo com seu titular e ainda nos seguintes casos: a) Arrolamento, arresto ou penhora da quota; b) Falência ou insolvência do sócio titular de quota, ou outra forma de dissolução da pessoa colectiva titular da quota; c) Venda, adjudicação ou oneração da quota a terceiros, judicial ou extrajudicialmente, quando realizada sem prévio consentimento da sociedade ou com violação do direito de preferência dos restantes sócios. Dois – Ressalvada a hipótese de acordo, em que prevalecerá o que for ajustado à amortização farseá pelo valor de quota, segundo o último balanço aprovado, a pagar em duas prestações semestrais iguais e sucessivas, sem juros, vencendose os primeiro três meses após a fixação definida da contrapartida. Três – A Assembleiageral deliberam sobre a amortização e respectivas condições ou confirma o acordo negociado, por maioria absoluta dos votos dos sócios presentes ou representados. Artigo 8º ASSEMBLEIAGERAL Um – A AssembleiaGeral, constituída por todos os sócios, reúnese ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre que tal se mostre necessários, para discussão e deliberação sobre quaisquer assuntos relativos á vida da sociedade. Dois – As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pela gerência, por iniciativa própria ou por solicitação dos sócios que representem, pelo menos, dez porcento do capital social, mediante cartas registadas, dirigidas aos sócios, com a antecedência mínima de quinze dias, indicando a respectiva REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ordem de trabalhos, salvo quando a Lei exigir outras formalidades. Três – Sempre que a Lei não o impeça, os sócios poderão reunirse e deliberar sem precedência de quaisquer formalidade de convocatória, desde que estejam todos presentes e unanimemente concordem reunir e acordem a ordem de trabalhos, de reunião. Quatro – As reuniões decorrerão na sede social ou noutro local se todos sócios aceitarem. Cinco – Sem prejuízo dos casos em que a Lei exige um maior quórum, a AssembleiaGeral reúne em primeira convocatória, com a presença dos sócios que detenham dois terço do capital social e, em seguida convocatória, seja qual for o número de sócios presentes. Seis – Os sócios podem fazerse representar nas AssembleiasGerais por outro sócio a quem confiram poderes para o efeito, mediante simples carta dirigida ao Presidente da Assembleia Geral. Os sócios que forem pessoas colectivas poderão fazerse representar por pessoa, mediante idêntica comunicação. Artigo 9º COMPETÊNCIA DA ASSEMBLEIA GERAL Um – Sem prejuízo da demais competência atribuída por dissolução legal ou estatutária, a AssembleiaGeral deverá deliberar sobre os seguintes assuntos: a) Aprovação das quotas anuais da sociedade; b) Distribuição de dividendos e construção da sociedade; c) Qualquer alteração dos estatutos, incluindo o aumento, reintegração e redução do capital sócia, a fusão, cisão ou transformação da sociedade; d) Dissolução e liquidação da sociedade, bem como nomeação dos seus liquidatários e condições de exercício da liquidação; e) Consentimento da cissão de quotas e amortização das quotas; f) Nomeação e exoneração da gerência; Dois – Com excepção dos casos em que a Lei ou outras disposições destes estatutos imponham a maioria superior as deliberações são tomadas em maioria de votos. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 10º GERÊNCIA E VINCULAÇÃO DA SOCIEDADE Um – A gerência da sociedade é exercido pelo prazo de três anos renováveis por igual período no seu conjunto os quais ficam desde já designados com dispensa de caução. Dois – A representação da sociedade em juízo e fora dele, activa e passivamente, será exercida por qualquer dos sócios gerentes. Fica desde já nomeado o senhor, Lalito Fernandes dos Santos Dias, Gerente da Sociedade. Três – Sem prejuízo do disposto no número seguinte, a sociedade obrigam: a) Pela assinatura conjunta dos gerentes em todos os actos e contratos que envolvem assunto de responsabilidade; b) Pela assinatura de um gerente e do procurador ou procuradores mandados pela sociedade para efeito. Quarto – Os gerentes ou procuradores não poderão obrigar a sociedade em quaisquer actos ou contratos estranhos aos seus negócios, nomeadamente, em abonações, fianças, avales ou letras de favor. Artigo 11º OBRIGAÇÕES A sociedade poderá emitir qualquer modalidade de obrigações e outros títulos de dívida nos termos da Lei e nas demais condições que os sócios deliberarem. Um – O ano social coincide com o ano civil. Dois – Anualmente serão elaborados e submetidos a votação dos sócios, um inventário e um balanço, que deverão estar concluídos até o terceiro mês do ano subsequente aquele a que disserem respeito. Três – As contas sociais serão auditadas por quem a Assembleia nomear. Artigo 12º AFECTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS LUCROS Um – Os lucros apurados anualmente, sem prejuízo das reservas exigidas por Lei e de quaisquer outros fundos gerais e REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas especiais criadas pela sociedade, serão distribuídos entre os sócios, por deliberação de Assembleiageral, sob propostas da Gerência. Dois – Os lucros serão sempre distribuídos entre os sócios na proporção da respectiva participação no capital social. Artigo 13º DISSOLUÇÃO A sociedade dissolverseá nos casos previstos na Lei ou quando tal for deliberado pela Assembleiageral, por maioria representativa de dois terços do capital social. A assembleia que delibera a dissolução da sociedade determinara o prazo para a sua liquidação, nomeará os respectivos liquidatários, estabelecendo a sua remuneração e os seus poderes. Artigo 14º RESOLUÇÃO DE LITÍGIO Para todos os litígios entre a sociedade e os seus sócios ou entre estes, nessa qualidade serão resolvidas amigavelmente. Se o litígio persistir, ele poderá ser submetido aos Tribunais competentes de São Tomé e Príncipe. Artigo 15º DISPOSIÇÕES TRANSITORIAS E FINAIS A Gerência fica desde já autorizada a celebrar quaisquer negócios jurídicos por conta da sociedade no âmbito do respectivo objectivo, nomeadamente os contratos de arrendamento, de trabalho ou de prestação de serviços necessários a actividade social. A Gerência fica desde já, autorizada a efectuar o levantamento de capital social depositado para fim de, em nome de sociedade, fazer as despesas referidas no artigo anterior, bem como as da sua instalação, celebrando os negócios jurídicos que considerar conveniente, nos termos e condições adequadas a prossecução do objecto social. Assim disseram e outorgaram. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Instruí este acto a certidão passada por este serviço datado de vinte e dois de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte dois dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, na presença de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do Guiché Único para criação de empresas, compareceram como outorgantes: Primeiro:Emílio Manuel Soares do Nascimento , de trinta e quatro anos de idade, solteiro, natural de Ribeira AfonsoS.Tomé, residente em Guadalupe Distrito de Lobata S. Tomé,Bilhete de Identidade nº 69992, de nacionalidade Santomense. Segundo:Wilson Ryland dos Ramos Pires,de trinta e três anos de idade,casado,natural de Conceição S. Tomé,residente na Rua MortaGuadalupeS.Tomé,Bilhete de Identidade nº71650 de nacionalidade Santomense. Terceiro:Stéfane António Pereira Carvalho,de trinta e três anos de idade,solteiro,natural de ConceiçãoSão Tomé, residente em GuadalupeSão Tomé,Bilhete de Identidade nº72044 de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por eles foi declarado:Que pela prsente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação «Lobata Construção ,Lda.»que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação e Duração A Sociedade adopta a denominação de Lobata Construção,Lda cuja duração é de tempo indeterminado, contando o seu início a partir desta data. Artigo Segundo sede A Sociedade tem a sua sede na cidade de Guadalupe, a qual poderá ser transferida por simples deliberação dos sócios para qualquer outro local do Território Nacional, bem como criar outra representação no País ou Estrangeiro. Artigo Terceiro Objectivo 1A Sociedade tem como objectivo exercício de actividades de construção civil e Públicas, prestação de serviços , compras e vendas de materiais de construção civil ,importação e exportação e quaisquer outras actividades afinsao seu objectivo, mediante acordo dos sócios, para os quais não sejam exigida formalidades especiais de constituição. 2 – A Sociedade poderá adquirir participações, maioritárias ou minoritárias, no capital de outras sociedades em qualquer ramo de actividade bem como participar em agrupamento de empresas. Artigo Quarto Capital social 1 – O capital social é de STD 150.000.000,00 (Cento e Cinquenta Milhões de Dobras), dividido em três partes iguais, correspondendo cinquenta milhões de dobras a cada um dos sócios, respectivamente. 2 – O capital social será aumentado sempre que os sócios julgarem necessário e a Assembleia deliberar neste sentido. Artigo Quinto Transmissão de quotas A transmissão por qualquer dos sócios da totalidade ou parte das quotas a terceiros depende da autorização prévia daqueles, tendo a sociedade o direito de preferência. Artigo Sexto Gerência 1 – A sociedade será administrada por um gerente designado pela AssembleiaGeral da sociedade , sendolhe atribuído os mais amplos poderes de gestão e representação da sociedade em juízo e fora dele. 2 – A sociedade decidirá mediante a deliberação da Assembleia Geral , se o gerente será ou não remunerado e , em caso afirmativo, quais as respectivas condições. Artigo Sétimo Vinculação da sociedade 1 – A Sociedade ficará validamente obrigada e vinculada pela assinatura do gerente ou pela assinatura de dois sócios. 2 – O gerente poderá constituir mandatário ou procurador da sociedade para prática de determinados actos ou categorias de actos, sem necessidade de cláusula contratual expressa . 3 – O gerente não pode, sem consentimento dos sócios exercer por conta própria ou alheia, actividade concorrente com a da Sociedade. Artigo Oitavo Assembleia Geral 1 – As Assembleias gerais serão convocadas por qualquer gerente, por sua iniciativa ou a pedido dos sócios , com antecedência mínima de quinze dias. 2 – A Assembleia Geral anual reunirá nos três meses subsequentes ao termo de cada ano , para deliberar sobre o relatório de gestão e contas do exercícios. 3 – A Presidência de Assembleia Geral caberá a quem for eleito no inicio da reunião , sendo a mesa composta ainda por dois secretários que podem ou não ser sócios. Artigo Nono Deliberações 1 As deliberações sobre as matérias a citar infra, são tomadas em Assembleia Geral, por maioria absoluta de votos expressos: a)Aprovação do balanço Anual ; b)A divisão e amortização de quotas; c)A nomeação e a exoneração dos gerentes; d)Remuneração dos membros dos órgãos sociais da sociedade; e)Quaisquer alterações ao estatuto da sociedade; f)Fusão , dissolução ou liquidação da sociedade; g)Redução ou aumento do capital da sociedade; h)Consentimento da sociedade para cessão de quotas. 2A Entrada de novos sócios para a sociedade através de aumentos de capital dependerá da unanimidade dos sócios. Artigo Décimo Fiscalização 1 – A fiscalização da sociedade incumbe a um conselho fiscal, ou um fiscal único não sendo possível constituir o conselho, eleitos pela Assembleia Geral de entre as pessoas legalmente qualificadas para o efeito. 2 – O Conselho Fiscal é composto por dois membros eleitos e um suplente. 3 – Será Presidente e com voto de qualidade quem for eleito com o maior numero de votos. Artigo Décimo Primeiro Balanço anual 1 – Anualmente será dado balanço com referência a trinta e um de Dezembro e os lucros líquidos terão a seguinte aplicação: a) Dez por cento para constituição e reintegração da reserva legal, até um quinto do Capital Social. b) Os Restante para dividendos aos Sócios salvo se Assembleia Geral deliberar afectálo, total ou parcialmente a outras aplicações no interesse da Sociedade. Artigo Décimo Segundo Distribuição de lucros 1 Os Lucros distribuídos terão aplicação que for deliberada em Assembleia Geral, por maioria simples dos votos correspondente ao capital social. Artigo Décimo Terceiro Falecimento dos sócios 1 – Por falecimento de qualquer sócio, é conferido aos seus herdeiros o direito de se afastarem da sociedade, exigindo a amortização da quota do falecido. 2 – Os herdeiros da quota em situação de indivisão hereditária poderão nomear quem os represente na sociedade, até que a posição dos mesmos junto à sociedade seja definida. Artigo Décimo Quarto Dissolução da sociedade 1 – A Sociedade dissolvese nos termos estabelecidos pela legislação em vigor. 2 – Dissolvida a Sociedade os membros da Gerência em exercício passam a ser liquidatários ficando desde já autorizados a praticar os actos previstos na Lei Geral. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada 15/09/2010, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos doze dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,compareceram como outorgantes: Primeiro:Festus Okwudilli Mbadinauju,maior,solteiro,natural de Nigéria,nascido aos quinze de Julho de mil novecentos e setenta e dois,residente na ChácaraSão Tomé,passaporte Nº A00009537,de nacionalidade Nigeriana. Segundo:Cleofas da Costa Mapagera,maior,solteiro, natural de FátimaS.Tomé,nascido aos vinte e três de Março de mil novecentos e oitenta e cinco,residente em Água BôBô,Bilhete de Identidade Nº104182,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, primeiro por conhecimento pessoal e pelo passaporte NºA00009537 de vinte e dois de Abril de 2008 e do segundo outorgante por exibição do seu Bilhete de Identidade,Nº104182 de nove de Novembro de 2007, emitido pelo centro de identificação civil e criminal. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «MARAVILHAS LIMITADA»,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Um A sociedade adopta a denominação de MARAVILHAS LIMITADA, tem a sua sede em São Tomé e a sua duração é por tempo indeterminado, tendo o seu início a partir da publicação do presente estatuto. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – Guiché Único para Empresas Dois por simples deliberação da Assembleia geral,a sede social poderá ser transferida para outro local do país e abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local mesmo no estrangeiro. Artigo Segundo A sociedade tem por objecto a actividade o comércio geral, importação e exportação, podendo entretanto dedicarse a qualquer outra actividadedesde que os sócios acordem e sejam permitido por lei. Artigo Terceiro O capital social integralmente subscrito e realizado em dinheiro é de STD 100.000.000,00(Cem Milhões de Dobras) e encontrase dividido em duas partes sendo uma de 90.000.000.00. (Noventa Milhões de Dobras)correspondente a noventa por cento pertencente ao sócio Festus Okwudili Mbadinauju e 10.000.000.00(Dez milhões de Dobras) correspondente a dez por cento pertencente ao sócio Cleofas da Costa Mapagera. Artigo Quarto A gerência e a administração da sociedade em juízo e fora dele activa e passivamente fica a cargo do sócio Festus Okwudili Mbadinauju que desde já é nomeado gerente com despesa de caução. Artigo Quinto Para obrigar a sociedade em todos os seus actos e contratos,é necessário a assinatura do sócio gerente. Artigo Sexto O sócio gerente pode delegar os seus poderes de gerência por meio de procuração em pessoa estranha a sociedade. Artigo Sétimo Um Os actos de mero expediente ou de mera administração ordinária poderão ser praticados pelo gerente. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois É proibido o gerente obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos ao objecto da sociedade excepto, aqueles expedientes autorizado por este estatuto. Artigo Oitavo A cessão de quotas a estranhos carece de consentimento da sociedade, reservandose a esta em primeiro lugar e os sócios não cedentes,em segundo o direito de preferência. Artigo Nono A sociedade dissolvese nos termos previsto na legislação aplicável e ainda nos casos seguintes: a) Pela declaração de falência da sociedade. b)Por impossibilidade de realização do objectivo contractual. c)Por deliberação Unânime dos sócios em Assembleia geral. Artigo Décimo UmPor morte ou interdição de qualquer sócio a sociedade não dissolve, mas continuará com os sócios sobrevivo ou capazes e o representante legal do interdito. DoisQuantos aos herdeiros dos sócios falecidos a sociedade reserva o direito de : a)Se lhe interessar a continuação deles na sociedade,este nomearão um entre si que a todos nela represente. b)Se lhe não interessa a continuação deles na sociedade esta procederá a respectiva amortização da quota, com o pagamento do valor dela apurado num balanço expressamente efectuado para o efeito em prestações trimestrais iguais. Artigo Décimo Primeiro Os balanços serão anuais e encerrado em trinta e um de Dezembro de cada ano ,deverão estar aprovados até ao fim de Março seguinte. Artigo Décimo Segundo Os lucros liquidados apurados depois de deduzir a percentagem que for estabelecida para o fundo de reserva e quaisquer outrosserão distribuídos pelos sócios na proporção das quotas, na mesma proporção serão suportadas os prejuízos. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Décimo Terceiro Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito do presente estatuto serão resolvidas amigavelmente, e só depois esgotados meios de conciliação deverão ser submetidos ao tribunal sendo competente o foro de São Tomé e dos locais de existência das filiais, sucursais ou delegações. Artigo Décimo Quarto Na parte não especialmente prevista no presente estatuto a sociedade regerá pelas disposições legais aplicáveis as sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado de doze de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ _____________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, compareceram, como outorgantes: Primeiro:TUDOR IONITA, de quarenta e dois anos de idade, divorciado, natural de MDA, HINCESTI – Moldava, residente na Quinta de Santo António, Distrito de Água Grande, certificado de residência nº 093/2009, de nacionalidade Moldava, Segundo:ORLANDO DA SILVA VAQUEIRO DE CEITA, de trinta e dois anos de idade, solteiro, natural de conceição – S. Tomé, residente em Budo Budo, Distrito de Água Grande, Bilhete de identidade nº 75481, de nacionalidade Santomense. Terceiro:MARIANA IATENCO de trinta anos de idade, solteira, natural de MDA, Leova – Moldava, residente na Quinta de Santo António, Distrito de Água Grande, certificado de residência nº 091/2009, de nacionalidade Moldava. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação MARINADOR TRADE – Importação, Exportação e Comércio Geral, LIMITADA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro (Denominação e sede) A sociedade adopta a denominação “MARINADOR TRADE – Importação, Exportação e Comércio Geral, Lda.”, com sede no Bairro Quilombo, cidade de São Tomé, distrito de Água Grande, podendo a Gerência, mediante simples deliberação, transferila, bem como criar sucursais, agências, filiais ou outras formas de REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas representação permanente, no país ou no estrangeiro, sem dependência do consentimento dos outros órgãos sociais. Artigo Segundo (Objecto) A sociedade tem por objecto o exercício da actividade de importação, exportação e comércio, ou qualquer outra actividade permitida por lei mediante deliberação da Assembleiageral. Artigo Terceiro (Capital Social) Um – O capital social, subscrito e realizado em dinheiro, é de 1000.000.000,00 (Mil milhões de dobras), dividido em três quotas sendo: a) TUDOR IONITA, com 500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras)correspondente a cinquenta por cento do capital social; b) ORLANDO DA SILVA VAQUEIRO DE CEITA, com 250.000.000,00 (Duzentos e Cinquenta Milhões de Dobras) correspondente a vinte e cinco por cento do capital social e; c) MARIANA IATENCO, com 250.000.000,00 (Duzentos eCinquenta Milhões de Dobras) correspondente a vinte e cinco por cento do capital social. Artigo Quarto (Assembleia Geral) Um – A Assembleiageral é constituída por todos os sócios, e as suas deliberações, quando tomadas nos termos da lei e dos presentes estatutos, são de obrigatório cumprimento. Dois – Os sócios podem fazerse representar nas reuniões da Assembleiageral por um Gerente, pelo cônjuge, ascendente ou descendente, ou ainda por outro com direito a participar na Assembleia, o que deverão comunicar por meio de carta dirigida ao presidente da mesa, a quem cabe decidir da autenticidade da mesma. Três – A Assembleiageral só poderá validamente reunirse e deliberar em primeira convocatória se a ela estiverem REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas presentes ou representados pelo menos, cinquenta por cento do capital social. Quatro – No caso de uma assembleiageral, regularmente convocada, não poder funcionar por insuficiente representação de capitais, será feita nova convocação, podendo então a Assembleia funcionar com qualquer que seja o número de sócios presentes. Cinco – Na convocatória de uma Assembleia pode, desde logo, ser fixada a segunda data da reunião, para o caso da Assembleia não poder reunir por falta de quórum. Seis – A Assembleiageral reunirá ordinariamente durante o primeiro trimestre de cada ano e extraordinariamente quando a sua convocação for requerida pelo Conselho Fiscal ou por sócios que representam, pelo menos um quarto do capital social. Sete – As deliberações da Assembleiageral serão tomadas por maioria absoluta dos votos apurados em cada reunião, salvo quando a lei ou os presentes estatutos exigirem maioria qualificada. Oito – A mesa da Assembleiageral será composta por um presidente e um secretário, eleitos trienalmente pela Assembleiageral de entre os sócios ou outras pessoas, os quais serão sempre reelegíveis. Artigo Quinto (Gerência e Fiscalização) Um – A sociedade será gerida por um gerente, eleito em Assembleiageral de entre os sócios ou outras pessoas. Dois – Os gerentes serão eleitos por três anos e sempre reelegível e caucionará ou não o exercício do seu cargo conforme for deliberado pela Assembleiageral ou imposto por lei, sendo os encargos do contrato de seguro substitutivo da caução suportados pela sociedade, relativamente à parte que exceda o montante mínimo exigido por lei. Três – Para que assegure eficazmente a gestão dos negócios sociais, são conferidos a gerência os mais amplos poderes, cabendolhes nomeadamente, para além de outros que a REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assembleiageral, por simples deliberação, entenda atribuir lhe, e dos que a lei lhe confere. a) Manter, instalar, encerrar ou transferir bens móveis ou imóveis dálos ou tomálos de locação, bem como, quanto aos imóveis, tomálos de trespasse ou trespassalos; b) Representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e passivamente, propor e seguir acções, confessalas e delas desistir, transigir e comprometerse em árbitros; c) Adquirir, alienar ou, por qualquer forma, onerar quaisquer bens ou direitos, móveis ou imóveis, sujeitos ou não a registo; d)Manter, instalar, encerrar ou transferir estabelecimentos, fábricas, laboratórios, depósitos e armazéns, dálos ou tomálos de arrendamento, bem como tomálos de trespasse ou trespassálos; e)Negociar em quaisquer instituições de crédito, nomeadamente bancos e casas bancárias, todas e quaisquer operações de financiamento activas ou passivas, que entenda necessárias, designadamente contraindo empréstimos, nos termos, condições e forma que reputar convenientes; f) Sem prejuízo da sua competência normal, mandatar qualquer representante em operações relativas ao seu objecto social, definindo a extensão do respectivo mandato; g) Desempenhar as demais funções previstas neste contrato e na lei. Quatro – A sociedade obrigase pela assinatura de um ou dois gerentes, pela assinatura dos mandatários, nos termos definidos pela gerência de acordo com alínea f) do número anterior ou pela assinatura de um ou mais mandatários, conjuntamente com o gerente, nos termos definidos nos respectivos mandatos. Cinco – Para os actos e documentos de mero expediente bastará assinatura de um ou dois procuradores, no âmbito dos respectivos mandatos. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Seis – Para o previsto na alínea c) do número três e o número quatro do presente artigo, é obrigatória a assinatura de um ou mais sócios desde que representem cinquenta por cento do capital social. Artigo Sexto (Conselho Fiscal) A fiscalização da actividade social compete a um Conselho Fiscal, composto de dois membros efectivos, um dos quais será o respectivo presidente, eleitos trienalmente pela Assembleia geral, os quais serão sempre reelegíveis. Artigo Sétimo (Resultados de Exercício e sua Aplicação) Os resultados líquidos constantes do balanço anual terão as aplicações que, por maioria absoluta, a Assembleiageral determinar, deduzidas as parcelas que por lei devam destinar se à constituição ou reforço de fundos de reserva, não sendo obrigatória a distribuição de lucros. Artigo Oitavo (Disposições Finais) Um – As deliberações que importem alterações aos presentes estatutos ou aumentos de capital terão de ser aprovados por sócios que representem pelo menos setenta e cinco por cento dos votos emitidos. Dois – A sociedade só se dissolverá nos casos previstos na lei ou mediante deliberação tomada em Assembleiageral por maioria representativa de setenta e cinco por cento do capital social. Três – A liquidação do património em consequência da dissolução da sociedade será feita extrajudicialmente através de uma comissão liquidatária constituída pelo membro ou membros da Gerência em exercício, se a Assembleiageral de outro modo não deliberar. Quarto – Em todo o omisso regularão as normas legais vigentes aplicáveis em São Tomé e Príncipe. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado de quinze de Setembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos três dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceram como outorgantes: Primeiro:TIZIANO PISONI,maior,casado com Mariangela Reina em regime de separação de bens, natural de BerganoItália,certificado de residência nº218,residente na Avenida da Independência,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Italiana. Segundo:Mariangela Reina,maior,casada com Tiziano Pisoni em regime de separação de bens,natural de BerganoItália,certificado de resindência nº284,residente na Avenida da IndependênciaSão Tomé,de nacionalidade Italiana. Terceiro:Ursangila Triste de Ceita Paquete,maior,solteira, natural de LobataSão Tomé,residente em Vila Maria,Distrito de ÁguaGrande,de nacionalidade Santomense. Quarto:Maria do Livramento Moreno Rocha,maior,solteira,natural de ConceiçãoPríncipe,residente no Príncipe,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição do seus certificados de residência nº218 e nº284,emitidos em 22 de Julho de 2010 pelo serviço de Migração e Fronteiras e segundo pela exibição do B.I nº 81843 e nº103580,emitidos em 30 de Junho de 2008 e em 03 de Abril de 2006 pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de S.Tomé e Príncipe. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação «Mucumbli,Limitada» que regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação, Sede e Duração Um A Sociedade adopta a denominação de Mucumbli, Limitada, tem a sua sede na Rua Barão de Agua Izé, São Tomé, Distrito de Agua Grande. Dois A gerência da sociedade fica autorizada a deslocar a sede social dentro do mesmo Distrito ou em outros Distritos. Três A sociedade por deliberação da Assembleia dos sócios poderá assim, criar, manter ou onerar quaisquer outras filiais, sucursais, agências, delegações ou quaisquer outras formas de representação no País ou no Estrangeiro. Quatro A duração da Sociedade é por tempo indeterminado, contandose o seu inicio a partir desta data. Artigo Segundo Objecto Um A Sociedade tem por objecto social: a) Exploração agropecuária e prestação de serviços no sector agrícola, pecuário e veterinário; b) A importação e exportação, produção e venda ao público de animais e de produtos de origem animal, de produtos veterinários, agrícolas e pecuários, de plantas e ervas medicinais e importação de bens, equipamentos e produtos necessários à execução das tarefas constantes do objecto da sociedade; c) A prestação de serviços em âmbito turístico, tais como hotelaria, serviços de guias, excursões, aluguer de veículos e de bicicletas; d) A prestação de serviços para identificação, gestão, implementação e avaliação de projectos sociais, ambientais e de desenvolvimento rural; e) A implementação de projectos ecosustentáveis no domínio da reciclagem dos resíduos, das aguas e na utilização de energias renováveis; f) A Construção Civil e a realização de sistemas de abastecimento de água, saneamento e electrificação das colectividades; g) A prestação de serviços e a contratação e subcontratação de pessoal em todo o tipo de actividades; h) O exercício de outra actividades, desde que as mesmas não sejam incompatíveis com os fins que determinam a sua constituição Dois Para a prossecução do seu objectivo a sociedade poderá estabelecer acordos de associação com outras sociedades ou agentes económicos, nacionais ou estrangeiros, assim como participar no capital social de outras empresas, bem como em sociedades com objectos diferentes e regularizadas por lei especial. Artigo Terceiro Capital Social Um O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de quinhentos milhões de dobras, dividido em quatro quotas,sendo a primeira de 40% correspondente a Dbs:200.000.000,00(duzentos milhões de dobras), pertencente ao sócio Tiziano Pisoni,a segunda de 40% correspondente a Dbs:200.000.000,00(duzentos milhões de dobras), pertencente a sócia Mariangela Reina,a terceira de 10% correspondente a Dbs:50.000.000,00(cinquenta milhões de dobras), pertencente a sócia Ursangila Triste de Ceita Paquete e a quarta 10% correspondente a Dbs:50.000.000,00(cinquenta milhões de dobras), pertencente a sócia Maria do Livramento Moreno Rocha, respectivamente. Dois Por deliberação dos sócios o capital social poderá ser livremente elevado. Três Os sócios poderão deliberar que lhes sejam exigidas prestações suplementares sendo para tal votação por maioria. Artigo Quarto Gerência Um A gerência, administração e representação da Sociedade em juízo e fora, activa e passivamente, conforme for a deliberação em Assembleia Geral, caberá ao sócia Mariangela Reina, a qual desde já fica nomeada gerente. Dois A vinculação da Sociedade nos assuntos correntes será da responsabilidade da presente nomeada. Três Para vincular a Sociedade nos actos e movimento de contas bancárias, contractos despesas de gerência é obrigatória a assinatura de dois sócios a indicar na Assembleia Geral. Quatro A Sociedade poderá constituir mandatários com poderes especiais para a prática de certos actos, atribuindo tais poderes através de procuração. Artigo Quinto Cessão de Quotas Um A cessação de quotas total ou parcial entre os sócios é livre, mas a cessação a favor de pessoas individuais e colectivas estranhas, depende do consentimento da Sociedade, gozando esta, em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito de preferência. Dois A Sociedade poderá contrair empréstimos junto de instituições bancárias, a fim de satisfazer algumas necessidades que dela surgir. Artigo Sexto Amortização de Quotas A amortização das quotas será permitida nos seguintes casos: a) Acordo com o titular; b) Interdição ou violação do sócio; c) Arresto, arrolamento ou penhora da quota, ou quando a mesma for arrematada, adjudicada ou vendida em processo judicial, administrativo ou fiscal; d) Quando o sócio violar qualquer das obrigações que lhe derivam do pacto social, da lei ou de deliberação social validamente proferida. Será sempre considerada violação grave a violação ilícita dos deveres de sigilo por parte dos sócios que desempenham funções de gerência ou de fiscalização; e) Partilha judicial ou extrajudicial de quota, na parte em que não for adjudicada ao seu titular, f) Quando a quota for legada ou cedida gratuitamente a não sócios. Artigo Sétimo Assembleia Geral Um A Assembleiageral para as quais a lei não preveja condições, nem prazos especiais, serão convocadas por cartas registadas com avisos de recepção dirigidas aos sócios, pelo menos com oito dias de antecedência de data prevista da sua realização e ordem de trabalho. Dois A Assembleiageral reúne em sessão ordinária no mínimo uma ou duas vez por ano, durante e primeiro trimestre e extraordinariamente sempre que tornar necessário e conveniente, devendo as mesmas serem convocadas por escrito e com antecedência de oito dias. Três As decisões deliberadas na Assembleiageral serão tomadas por escrito e serem assinadas por todos os presentes nos actos. Artigo Oitavo Distribuição de Dividendos Os resultados apurados em cada exercício após o balanço terão o seguinte destino. a) Cinco por cento, para o fundo de reserva legal, atéque este atinja o montante do capital social; b) A parte restante será distribuída pelos sócios na proporção das respectivas quotas, a menos que todos estejam de acordo que se proceda de outro modo. Artigo Nono Falecimento ou Interdição dos Sócios A Sociedade não se dissolve por falecimento, interdição ou inabilitação de qualquer um dos sócios. A respectiva quota transitase aos herdeiros do falecido que designarão um representante legal sendo os seus direitos exercidos pelo mesmo ou pelo representante do interdito. Artigo Décimo Dissolução e Liquidação Um Para fins do presente estatuto a dissolução farseá em conformidade com o estatuto e outras disposições legais previstas na Lei. Dois Exceptuandose o caso de falência, a liquidação da Sociedade será deliberada pela Assembleia Geral que nomeará liquidatários unanimemente aceite pelos sócios, seguindo os trâmites legais. Três O prazo para a liquidação é de sessenta dias a contar da data do inicio do processo. Quatro Em caso de partilha serão aplicadas as normas relativas as partilha entre os coherdeiros. Artigo Décimo Primeiro Casos Omissos Os casos omissos serão regulados segundo as disposições legais, previstas para as sociedades por quotas de responsabilidade limitada mediante deliberações da Assembleia Geral. Artigo Décimo Segundo Foro Para todas as questões emergentes dos estatutos ou de quaisquer fóruns emergentes entre os sócios ou entre estes e a sociedade, será exclusivamente competente o Tribunal Judicial de São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada aos vinte quatro de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ________________________ ________________________ ________________________ ________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e quatro dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceram, como outorgantes: Primeiro:Obi Donatus Nwamezie,maior,solteiro,natural de Nigeria,residente no Bairro Quinta de Santo António,de nacionalidade Nigeriana. Segundo:Osita Cletus Ozorji,maior,casado com Margarety Cletus Ozorji,sob o regime de comunhão de bens adquirido, natural de Nigeria,residente no Bairro Quinta de Santo António,de nacionalidade Nigériana. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro pela exibição do seu passaporte nº A01884423 de dez de Maio de 2010 emitido pela autoridade de FESTAC LAGOS NIGÉRIA e do segundo outorgante pela exibição do seu passaporte n.º A02439473 de vinte e dois de Outubro de 2010, emitido pela autoridade de ABUJA HQRS NIGÉRIA. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação NNAMEZIE LIMITADA, que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1.º Designação, Sede e Duração Um A sociedade adopta a designação de Sociedade «NNAMEZIE, LIMITADA», tem a sua sede na Cidade de S. Tomé, Distrito de Água Grande, podendo criar representações no território nacional ou no estrangeiro por simples deliberação dos sócios. Dois– A duração da sociedade é por tempo indeterminado, contandose o seu início a partir desta data. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 2.º Objecto Social Um O objecto da sociedade consiste nas seguintes actividades: Importação e exportação;comércio Geral. DoisAlém destas actividades a sociedade poderá desenvolver outras no âmbito do seu objecto social deste que sejam permitidas por lei. Artigo 3.º Capital Social Um O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de Dbs: Duzentos Milhões de Dobras, encontrandose integralmente subscrito e realizado, e dividese em duas quotas correspondentes à participação de cada sócio. Dois A participação social do sócio Osita Cletus Ozorji, é de Cem Milhões de Dobras, que equivale a cinquenta por cento do capital social (50%) Três A participação social do sócio Obi Donatus Nwamezie, é de Cem Milhões de Dobras, que equivale a cinquenta por cento do capital social (50%) Quatro– A sociedade poderá adquirir participações sociais noutras sociedades nacionais ou estrangeiros. Cinco– Por simples deliberação dos sócios o capital social poderá ser aumentado uma ou mais vezes. Artigo 4º Gerência Um A administração da sociedade, remunerada ou não conforme for deliberado em assembleiageral, bem como a sua representação, cabe aos sócios OBI DONATUS NAWAMEZIE, e OSITA CLETUS OZORJI, que desde já ficam nomeados gerentes. Dois – Para vincular a sociedade em todos os seus actos e contratos, é obrigatórias as assinaturas dos gerentes ou dos seus mandatários com poderes necessários para o efeito. Três – Nos actos de mero expediente ou de mera administração, a sociedade abriga – se pela assinatura de qualquer um dos sócio. Artigo 5º Cessão de Quota A cessão de quotas a não sócios carece do consentimento da sociedade mais entre os sócios será livre. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 6º Amortização de Quota A amortização de quotas será permitida nos seguintes casos: Acordo com o titular; Interdição ou violação do sócio;arresto, arrolamento ou penhora da quota, ou quando a mesma for arrematada, adjudicada ou vendida em processo judicial, administrativo ou fiscal. Artigo 7º Assembleiageral As Assembleiasgerais serão convocadas por meio de cartas registadas dirigidas aos sócios, com a antecedência mínima de quinze dias, devendo constar do respectivo aviso o dia, hora e local e ordem de trabalhos. Artigo 8º Lucros Líquidos Os lucros distribuídos terão a aplicação que for deliberada em assembleiageral por maioria simples dos votos correspondentes ao capital social. Artigo 9º Falecimento de Sócios Um Por falecimento de qualquer sócio é conferido aos seus herdeiros o direito de se afastarem da sociedade, exigindo a amortização da quota do falecido. Dois – Os representantes de quota em situação de indivisão hereditária ou de contitularidade poderão nomear um de entre si ou um estranho que a todos o represente na sociedade sendo este advogado. Artigo 10º Dissolução e Liquidação Na hipótese de dissolução, a liquidação da sociedade será efectuada pelos sócios a data da dissolução adjudicando – se o activo social por licitação entre os sócios, depois de pagos os credores. Artigo 11º Casos Omissos Nos casos omissos regularão as disposições legais das sociedades por quotas de responsabilidade limitada e as deliberaçõesdos sócios. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e cinco de Agosto de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezassete dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: COSMA BOTELHO BAÍA JESUS RITA DE CEITA,maior,casada, natural de Guadalupe,Distrito de LobataS.Tomé,residente em Ponta Mina,de nacionalidade Santomense,que outorga na qualidade de procuradora da VALÉRIE FRANCOISE LYDIE JULIEN, maior,solteira,natural de Toulouse – França,residente em S. Marçal – Distrito de Água Grande,certificado de residência nº 168/2010 emitido pelo Serviço de Migração e Fronteira de São Tomé em cinco de Agosto de dois mil e dez,de nacionalidade francesa,com poderes necessários para este acto,conforme a procuração datada de treze de Dezembro de dois mil e dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade da outorgante pela exibição do seu bilhete de identidade número 96778 emitido em treze de Setembro de dois mil e dez pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por ela, na qualidade que representa, foi declarado: Que pela presente escritura a sua representada resolveu constituir uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada sob denominação NATUREZA E CRIAÇÃO UNIPESSOAL, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º A sociedade adopta a denominação de “Natureza e Criação Unipessoal, Lda.” e terá a sua sede na Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo a sede social ser transferida 1 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas por simples deliberação da gerência para outro local do País, bem como abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local, mesmo no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado, tendo o seu início a partir de hoje. Artigo 2º A Sociedade tem por objecto a prestação de serviços no fabrico de: a)Peças artesanais em areia, bambu, conchas, coco, pérolas, folha de bananeira, sementes, madeira; b)Objectos à base de tecidos africanos; c)Objectos naturais; d)Decoração de interior; e)Móveis de pequena dimensão para decoração de inte riores; f)Trabalhos no âmbito da floricultura. Artigo 3º 1. O capital social, integralmente realizado em dinheiro é de STD 50.000.000,00 (cinquenta milhões de dobras) 2. Quando o desenvolvimento da sociedade o justificar, o capi tal social poderá ser aumentado, mediante deliberação da As sembleia geral. Artigo 4º A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, compete a única sócia Valérie Françoise Lydie Julien. Podendo, a mesma, em Assembleia geral nomear outro gerente. Artigo 5º 1. O gerente poderá delegar todos ou parte dos seus poderes de gerência a outra pessoa desde que confira para o efeito o com petente mandato devidamente legalizado. 2 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2. Fica inteiramente vedado ao gerente ou aos seus mandatários o uso da firma social em negócios estranhos a sociedade ou em letras de favor, abonações, cartas de fianças, etc. Artigo 6º Por morte ou interdição da única sócia, a sociedade continuará com os herdeiros da falecida que deverão nomear de entre si um que a todos represente, ou o representante legal do sócio interdito, enquanto se mantiver indivisa a respectiva quota. Artigo 7º 1. O ano social é o civil, devendo o balanço anual encerrar a 31 de Dezembro. 2. Os lucros líquidos apurados depois de deduzidos pelo menos cinco por cento para o fundo de reserva legal e outras percen tagens que a sociedade delibere criar, serão suportados pela única sócia na proporção da sua quota e os prejuízos, se os houver, serão suportados na mesma proporção. Artigo 8º Em caso de penhora, arresto ou outra forma de apreensão judicial de qualquer quota, a sociedade poderá amortizála, pelo valor que a mesma tiver segundo o último balanço legalmente aprovado. Artigo 9º Na parte não expressamente prevista no presente estatuto a sociedade regerseá pelas deliberações sociais e pelas disposições legais aplicáveis, vigentes em São Tomé e Príncipe. Assim disse e outorgou. Instruí este acto a procuração passada á senhora Cosma Botelho Baía Jesus Rita de Ceita e a certidão passada por este serviço, datada de vinte e quatro de Setembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma 3 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura da Outorgante Assinatura da Directora ______________________ ______________________ 4 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezoito dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: Levy do Espirito Santo Nazaré, maior, casado, natural de Conceição Distrito de Água Grande S.Tomé, residente no Bairro Saton, portador de Bilhete de Identidade nº 58693, de nacionalidade Santomense, que outorga na qualidade de mandatário de Al Chenaoui Ahmad, maior, natural de Yaounde – Camarões, passaporte nº 06ht83301, de nacionalidade Centro Africana, com poderes específicos, conforme a procuração datada de 16 de Setembro de 2010 para representar os sócios Akoghe El Akhrass Zouher, maior, casado com Amira Kaeem, natural de Líbano, residente em Libreville, passaporte nº 8bc002012, de nacionalidade Gabonesa e Satellite Conexion, sociedade anónima de responsabilidade limitada, de capital de FCFA 5.000.000 (cinco milhões de francos CFA), com sede em Libreville – Gabão, registada sob o número RCCM 2007B05842, contribuinte número 786447D, caixapostal número 2122. Verifiquei a identidade do outorgante por conhecimento pessoal. E por ele, na qualidade que representa, foi declarado: Que pela presente escritura,os seus representados resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denominação NOUR VISION, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: ARTIGO 1º FORMA E DENOMINAÇÃO SOCIAL 1. A sociedade terá a designação de NOUR VISION, LDA, devendo em todos os actos e documentos emanados da sociedade a designação social deverá ser precedida ou seguida das REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas expressões “Sociedade de Responsabilidade Limitada” ou das iniciais Lda, da indicação do montante do capital social, do endereço da sede social e da menção da sua matrícula ou registo, e a sua duração é de 99 (noventa e nove anos) a contar da data da matrícula ou registo comercial, constituição definitiva, a qual poderá ser prorrogada, reduzida em caso de dissolução antecipada, conforme previsto nos estatutos. 2. A sociedade terá sua sede em S. Tomé, a qual poderá ser transferida para qualquer local da cidade, por simple dcisão de gerência, a qual neste caso fica autorizada a modificar os estatutos em consequência, ou transferida para qualquer outro lugar por deliberação colectiva extraordinária dos associados. Entretanto, a transferência da sede social para um terceiro país só pode ser tomada por decisão unânime dos sócios. ARTIGO 2º OBJECTO 1. A sociedade terá por objecto a exploração de todas as redes de telecomunicação analógica, numérica, por satélite e de todas as ligações e transmissões por via satélite, e bem assim: a)Conceber, estabelecer, desenvolver, explorar, gerir, vender e manter redes de telecomunicação, telefone móvel e celular, internet, intranet bem como interconexões entre redes. Distribuição de imagem satélite, sons e imagem televisiva. Fornecer todos os serviços de telecomunicação, de telefonia e radiodifusão sonora relativos a telefonia móvel ou celular bem como todas as prestações acessórias, complementares ou conexas. b)Comercializar e reparar todos os tipos de equipamentos de telecomunicação fixa ou móvel, satélites, parabólica informática, internet, terminais de emissão e de recepção em matéria de informática, de telefonia móvel ou celular. Realizar todas prestações de assessoria e de assistência relativas ao objecto da sociedade. c)E, de maneira geral, todas as operações comerciais, industriais, financeiras, mobiliárias ou imobiliárias directa ou indirectamente ligadas ao seu objecto social ou qualquer outro objecto similar ou conexo ou ainda susceptível de REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas facilitar a realização ou desenviolvimento do seu objecto social. d)A participação por todos os meios e sob as mais variadas formas e em qualquer país, em empresas criadas ou a se criar, directa ou indirectamente relaccionadas com o seu objecto social e)Participar parcial ou totalmente em qualquer objecto ou actividade da sociedade ou acto que facilite a sua realização. A participação directa ou indirecta da sociedade em todas as actividades ou operações industriais, comerciais ou financeiras, mobiliárias ou imobiliárias, sob qualquer forma, desde que tais actividades ou operações tenham ligação directa ou indirecta com o objecto social ou outros objectos similares, conexos ou complementares. f)Participar em todas as operações económicas que couberem no âmbito do objecto social ou objecto social similar, conexo ou complementar. ARTIGO 3º CAPITAL SOCIAL 1. O capital social representado pelas partes sóciais é de Cinco Milhões de Dólares (USD 5.000.000), equivalente a moeda nacional, dividido em 2 partes iguais, pertencentes aos sócios El Akhrass Zouher e a Sociedade Satellite Connexion. 2. O capital social pode ser aumentado de todas as formas mediante daliberação da assembleia geral, de armonia com o desenvolvimento dos negócios da sociedade, repartindose o aumento pelos sócios equitativamente ou pela forma que for acordada entre os sócios. 3. A cessão de quotas total ou parcial entre os sócios é livre, mas a cessão a favor de pessoas individuais ou colectivas estranhas, depende do consentimento da sociedade, gozando esta em primeiro lugar e os sócios em segundo lugar do direito de preferência. 4. Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares do capital proporcionais às respectivas quotas e poderão fazer suprimentos. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO 4º NOMEAÇÃO E PODERES DOS GERENTES 1. A sociedade é gerida e administrada por um ou mais gerentes, pessoas físicas, associados ou não, com ou sem limite de duração do seu mandato. A sociedade é administrada pelo Sr. El Akhrass Zouher, sócio designado e que aceita as referidas funções por tempo indeterminado. 2. Os subsequentes gerentes serão nomeados por decisão colectiva dos sócios na assembleia geral. 3. Nas relações com terceiros, os gerentes são investidos de poderes mais amplos possíveis para agir em todas as circunstâncias em nome dos sócios, salvo poderes conferidos por lei aos sócios. 4. A sociedade responde pelos actos dos gerentes mesmo quando diversos do objecto social, a menos que faça a prova que o terceiro tinha conhecimento de que o acto extravasava o objecto social ou que o mesmo não o podia ignorar tendo em conta as circunstâncias, não constituindo a mera publicação dos estatutos prova bastante para o efeito. 5. A oposição manifestada por um gerente aos actos de um outro gerente não produz efeitos em relação aos terceiros a menos que se faça prova de que os mesmos tiveram plenamente conhecimento. Porém, fica expressamente estipulado que quaisquer empréstimos que não se traduzam em meros descubertos bancários normais, todas as vendas, permuta de imóveis ou de estabelecimento comercial, todas as constituições de hipoteca sobre os imóveis sociais, a criação de todas as sociedades ou entradas para sociedades constituídas ou a constituir, não poderão ser realizadas senão mediante autorização da assembleia geral ordinária dos sócios. Tal limitação de poderes não é oponível a terceiros. 6. Os gerentes podem, sob a sua responsabilidade, constituir mandatários, sócios ou não, para um ou vários actos determinados. 7. Todos os gerentes podem se demitir das suas funções, mas apenas no fecho dos exercícios, mediante préaviso escrito aos sócios com pelo menos seis meses de antecedência, salvo acordo contrário dos sócios. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 8. Em caso de cessação de funções dos gerentes por qualquer razão, a gerência será assegurada pelo ou pelos restantes gerentes, se o gerente que cessa as suas funções era único, os sócios terão de nomear um ou vários gerentes, através de decisão adoptadapor maioria dos sócios. 9. Eles podem delegar os poderes que eles julgam convenientes, a um ou a vários directores, sócios ou nãosócios, para assegurar a direcção administrativa, técnica e comercial e associar com este ou estes directores contratados a quem estabelecem o âmbito das suas atribuições e poderes, a duração das suas funções e a importância das suas vantagens fixas ou variáveis. 10. O gerente deve consagrar todo o seu tempo e prestar todo o cuidado aos negócios da sociedade, não podendo aceitar qualquer emprego ou função numa outra sociedade, nem realizar qualquer operação que integre o seu objecto social. Todo sóciogerente ou não, nomeado pelos estatutos ou através de um acto posterior, pode ser demitido por uma decisão adoptada na assembleia geral. Em função das suas atribuições e em compensação da responsabilidade decorrente da gestão, cada um tem direito a um salário fixo, proporcional ou misto, cujo montante e modalidades de pagamento são determinados por decisão da assembleiageral ordinária da sociedade. ARTIGO 5º REVISORES DE CONTA A assembleia geral poderá nomear um ou vários revisores de conta para um mandato de três anos. ARTIGO 6.º DECISÕES 1. A vontade dos sócios exprimese através das decisões colegiais que obrigam os sócios, incluindo os ausentes, dissidentes e incapazes. 2. Estas decisões resultam, segundo decisão da gerência, de uma Assembleiageral ou de uma consulta pela via de carta; a realização de uma Assembleia é obrigatória no caso de aprovação das contas de cada exercício. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 3. Toda Assembleiageral é convocada pela gerência ou na impossibilidade por um mandatário designado pelo tribunal a pedido de qualquer sócio. 4. Qualquer um dos sócios pode solicitar a realização de uma Assembleia geral. 5. Durante período de liquidação, as assembleias são convocadas pelo ou pelos liquidatários. 6. As Assembleias gerais são realizadas na sede social ou em qualquer outro local indicado na convocatória. A convocatória é feita por carta registada com aviso de recepção endereçada a cada um dos sócios no seu domicílio conhecido, com pelo menos quinze dias úteis de antecedência. Esta carta conterá a ordem do dia da assembleia definida pelo autor da convocatória. 7. A Assembleia é presidida por um dos gerentes ou, se nenhum deles é sócio, pelo sócio presente que o aceite. A deliberação deverá constar de um processoverbal contendo as menções pelo acto uniforme estabelecido e assinado por cada um dos sócios presentes. São apenas submetidas à decisão as questões constantes da ordem do dia. 8. Em caso de consulta escrita, a gerência endereça a cada um dos sócios, no seu último domicílio conhecido por carta registada com aviso de recepção, o texto dos documentos necessários à informação dos sócios. 9. Os sócios dispõem de um prazo de quinze dias a contar da data de recepção do projecto de resolução para emitir o seu voto por escrito, sendo o voto, para cada resolução formulado pelas palavras “sim “ ou “não” . A resposta é enviada por carta registada. Todo sócio que não tenha respondido no prazo acima estipulado é considerado como se tivesse abstido. 10. Todo sócio tem direito de participar nas decisões, seja qual for a natureza e seja qual for a sua participação no capital social, com um número de voto igual à participação que ele possui, sem limitações. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 11. Todo sócio pode fazerse representar por um outro sócio devidamente mandatado ou pelo seu cônjuge, salvo se a sociedade não tem senão dois sócios. ARTIGO 7º EXERCÍCIO SOCIAL INVENTÁRIO O exercício social tem início no dia 1 de Janeiro e termina no dia 31 de Dezembro de cada ano. ARTIGO 8º AFECTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS 1. Os resultados líquidos do exercício, dedução feita dos custos gerais e outros encargos da sociedade incluindo todas as autorizações e provisões, constituem lucros líquidos. Sobre estes lucros líquidos diminuídos, eventualmente as perdas anteriores, constituem os fundos de reserva legal. Esta dedução deixa de ser obrigatória quando o respectivo fundo de reserva atinge uma soma igual a 20% do capital social, retoma o seu curso quando, por uma razão qualquer a respectiva reserva desceu abaixo deste plafond. Os lucros líquidos susceptíveis de distribuição é constituído pelo resultado do exercício, aumentado dos lucros anteriores, diminuindo das perdas anteriores e da dedução relativa a todas as reservas legais. 2. Após aprovação das contas e constatações do exercício de um benefício susceptível de distribuição, a Assembleia geral determina sobre proposta da gerência, qualquer soma que ela julga conveniente de impor sobre os benefícios para novamente adicionar ao exercício seguinte ou inscrever num ou vários fundos da reserva ordinária ou extraordinária, de que ela determina a afectação ou o emprego. 3. O excedente, em caso de existência é atribuído aos sócios sob a forma de dividendos, cujo pagamento deve ter lugar, num prazo máximo de nove meses após o encerramento do exercício, salvo prorrogação por decisão dos tribunais. Considerado indispensável pela lei decidir de outro modo, a distribuição dos valores retirados destas reservas; neste caso a decisão indica expressamente os códigos de reserva nos quais estas deduções estão afectadas. ARTIGO 9º ACTIVO INFERIOR Á METADE DO CAPITAL SOCIAL REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 1. Se, resultante das perdas financeiras constatadas nos estados financeiros síntese, os capitais próprios da sociedade inferiores for nem inferiores a metade do capital social, a gerência ou eventualmente a revisão de contas deve, nos quatro meses seguintes à aprovação das contas que constatou esta perda deve, consultar os sócios afim de decidir se há lugar á dissolução antecipada da sociedade. Se a dissolução não for pronunciada, o capital deve, no prazo de dois anos seguintes ao encerramento do exercício deficitário, ser reduzido de um montante ao menos igual a das perdas que não foram imputadas às reservas, se neste prazo, o activo liquido não for reconstituído á altura de um valor, ao menos igual á metade do capital social. 2. Na impossibilidade ou se o capital é reduzido a um valor inferior ao mínimo legal, todos os interessados podem solicitar judicialmente a dissolução da sociedade. ARTIGO 10º DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO 1. Em caso de dissolução antecipada seja qual for a razão a sociedade entra em liquidação. Todavia, esta dissolução não produz os seus efeitos face a terceiros senão a contar do dia em que foi feito o registo comercial. A personalidade da sociedade subsiste por razões de liquidação e até a conclusão desta. A menção “sociedade”, bem como o nome do ou dos liquidatários devem figurar sobre todas as actas e documentos que emanem da sociedade. 2. A liquidação é feita por um ou vários liquidatários nomeados pelos sócios representando a maioria do capital social, entre os sócios ou fora deles. O produto líquido da liquidação serve em primeiro lugar para reembolsar os valores das quotas que nãotenham ainda sido reembolsados. O excedente é distribuído entre os sócios, proporcionalmente ao número a participação de cada sócio no capital social. ARTIGO 11º CONTESTAÇÕES REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 1. Todos os litígios relativos a aplicação dos presentes estatutos, quer entre os sócios quer entre um deles e a sociedade, serão dirimidos pela via de arbitragem. Para o efeito, cada parte em litígio designará um árbitro e se uma das partes não fizer tal será feito á requerimento apresentado por uma das partes ao presidente do tribunal competente em função da localização da sede social. 2. Os árbitros assim designados elegerão um outro ao caso em que ele não elege a um acordo relativamente a uma sentença unânime no caso do primeiro arbitro não concordar com esta designação eles deverão apresentar um requerimento para este efeito ao presidente de jurisdição competente do local da sede social. 3.Todos os árbitros designados deste modo constituirão um tribunal que deliberará por unanimidade e por maioria. Eles decidirão quer em direito quer em equidade. A sua decisão será definitiva, não lhe cabendo qualquer recurso. Eles poderão agir como mediadores. Eles estabelecerão o montante dos seus honorários. 4. A sentença arbitral será executada conforme as normas previstas no código de processo civil. ARTIGO 12º FORMALIDADES 1. A sociedade não gozará de personalidade jurídica senão da data da sua inscrição no registo do comércio. 2. Todos os poderes serão conferidos a gerência para preencher as formalidades de publicidade prescritas pela legislação em rigor e especialmente para inscrever a sociedade no registo comercial. 3. Sempre que tal será compatível com as prescrições legais, os mesmos poderes serão conferidos ao portador de uma cópia dos presentes estatutos. Assim disse e outorgou. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Instruí este acto a Acta de Assembleia Geral que deliberou a criação da empresa Nour vision, a procuração substalecendo os poderes de representação e a certidão passada por este serviço, datado de dezassete de Novembro de dois mil e dez, donde se ve não existir matriculada neste secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora _________________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dois dias do mês de Novembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, compareceram, como outorgantes: Primeiro:MéChinhô Albano Costa Alegre,maior,solteiro, portador do B.I nº 76111,emitido em 13 de de Novembro de 2006,natural de LémbaSão Tomé,residente em Ponta Mina,Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense. Segundo:Nádia Catraio Costa Alegre, maior, solteira,portadora do B.I nº 73798,emitido em 19 de Julho de 2010, natural de Conceição São Tomé, residente em Luanda Angola, de nacionalidade Santomense,representada neste acto pelo Mê Chinhô Albano Costa Alegre,na qualidade de procurador com poderes específicos para a representar nos termos da procuração datada de 26 de Julho de 2010. Verifiquei a identidade dos outorgantes, primeiro, por conhecimento pessoal e segundo pela exibição do seu Bilhete de Identidade número 73798,passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tome. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «NOVAGRINOVA COMPANHIA AGROINDUSTRIAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE,LDA.», que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Capítulo I Artigo 1º A sociedade adopta a firma NOVAGRI – Nova Companhia Agro Industrial de São Tomé e Príncipe, Lda.” e regese pelo presente contrato de sociedade e estatutos e demais legislação aplicável. Artigo 2º 1. A sociedade tem sede na Estrada da Cadeia Central, nº 18B, Ponta Mina, em São Tomé. 2. Por mera decisão da Gerência pode a sociedade deslocar a sua sede, transferir ou encerrar estabelecimentos, filiais, sucursais, agências, delegações ou outras formas de representação permanente no país ou no estrangeiro. Artigo 3º 1. A sociedade tem por objecto a produção, transformação e comercialização de produtos locais, bem como à restauração e à prestação de serviços conexos com a sua actividade principal. 2. A sociedade pode, mediante decisão do Gerente, tomar participações em outras sociedades de responsabilidade limitada, já constituídas ou a constituir, ainda que com objecto diferente do seu, em agrupamentos complementares de empresas, consórcios ou outras formas de agrupamento não societário de empresas. Capítulo II Artigo 4º 1. O Capital social é de cem milhões de dobras, encontrandose integralmente subscrito e realizado, e dividese em quotas correspondentes à participação de cada sócio. 2. A participação social do sócio MéChinhô Albano Costa Alegre é de trinta e cinco milhões de dobras, integralmente realizada em dinheiro. 3. A participação social da sócia Nádia Catraio Costa Alegre é de sessenta e cinco milhões de dobras, integralmente realizada em dinheiro. Artigo 5º Em quaisquer aumentos de capital terão preferência os sócios que o forem à data da respectiva deliberação, salvo se a Assembleia Geral, SãoTomense no que se refere a aumentos com realização em dinheiro, deliberar diferentemente. Artigo 6º 1. A sociedade pode deliberar, amortizar quotas nos seguintes casos: a) Interdição, inabilitação, falência, insolvência ou em entrada em liquidação de accionista; b)Quando as quotas forem objecto de penhora, arresto, arrolamento, apreensão ou qualquer outro procedimento semelhante; c)Por acordo com o respectivo titular. 2. A contrapartida da amortização será igual ao valor das quotas que resultar do balanço especial elaborado para o efeito, podendo o seu pagamento ser fraccionado nos termos a deliberar pela Assembleia Geral. Artigo 7º As quotas apenas poderão ser transmitidas mediante prévio consentimento da sociedade. Capítulo III Órgãos sociais Secção I – Assembleia Geral Artigo 8º 1. Todos os sócios têm direito de tomar parte na Assembleia Geral, regendose os direitos de votos nos termos definidos nos números seguintes. 2. Os votos de cada sócio são directamente proporcionais às respectivas participações sociais. 3. As quotas dadas em caução, penhor, arrestadas, penhoradas ou por qualquer forma sujeitas a depósito ou administração judicial, não conferem ao respectivo credor, depositário ou administrador judicial, o direito de assistir ou tomar parte nas Assembleias Gerais. 3. Os membros dos órgãos sociais, mesmo que não sócios, poderãoestar presentes nas Assembleias Gerais e intervir nos trabalhos sem, contudo, terem direito a voto. 4. São privados do direito a voto os sócios que se encontrarem em mora na realização da sua entrada. Artigo 9º 1. Os sócios com direito a voto apenas se poderão fazer representar pelo Gerente, pelo seu cônjuge, ascendente, descendente ou por outro sócio. 2. Como instrumento de representação basta uma carta, com assinatura, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, a qual poderá ser entregue até à hora marcada para o início da reunião. Artigo 10º A Assembleia Geral é dirigida por uma mesa, constituída por um Presidente e um Secretário, sócio ou não, eleitos trienalmente pela própria Assembleia, podendo ser reeleitos por uma ou mais vezes. Artigo 11º 1. As Assembleias Gerais serão convocadas sempre que a lei o determine ou quando tal for requerido pelo Gerente, pelo Fiscal Único ou por sócios que representem, pelo menos, vinte por cento do capital social. 2. As Assembleias Gerais serão convocadas por carta registada com a antecedência mínima de quinze dias. 3. As Assembleias Gerais poderão funcionar, em primeira convocatória, quando estejam, presentes ou devidamente representados, sócios que representem a maioria absoluta do seu capital. 4. As Assembleias Gerais convocadas para deliberar acerca do aumento do capital social, limitação ou suspensão do direito de preferência dos sócios, só poderão funcionar em primeira convocatória se se encontrarem, presentes ou devidamente representados, sócios que representem, pelo menos, três quartas partes do capital social. 5. Em segunda convocação, a Assembleia pode deliberar seja qual for o número de sócios presentes ou devidamente representados e o capital social por eles representado. Artigo 12º 1. As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria dos votos emitidos, salvo disposição da lei ou do contrato de sociedade. 2. As deliberações previstas no número quatro do artigo décimo terceiro supra, deverão ser sempre aprovadas por um mínimo de dois terços dos votos emitidos. Secção II – Gerência Artigo 13º 1. A gestão dos negócios sociais compete a Gerência, composta por sócios ou não. 2. Fica desde já designado como Gerente, por quatro anos, o Senhor MéChinhô Costa Alegre. 3. Decorrido o primeiro quadriénio ou a qualquer tempo, competirá à Assembleia Geral a eleição do gerente, por períodos de quatro anos, podendo o mesmo ser reeleito. Artigo 14º Além das atribuições gerais derivadas de lei e deste contrato, compete à Gerência: a)Representar a sociedade em juízo ou fora dele, activa e passivamente, podendo confessar, desistir, transigir ou comprometerse em arbitragem; b) Constituir mandatário para a prática de actos ou categorias de actos determinados; c) Adquirir, onerar e alienar participações em sociedades constituídas ou a constituir, nos termos do disposto no artigo terceiro, número dois, do contrato de sociedade; d)Designar pessoas para representar a sociedade no exercício dos cargos sociais em empresas participadas ou associadas. Artigo 15º A sociedade fica representada e vinculase: a) pela assinatura do Gerente b) pela assinatura conjunta dos Gerentes, quando existirem; c) pela assinatura de um ou mais mandatários constituídos, nos precisos termos dos respectivos instrumentos de mandato. Secção III – Fiscalização Artigo 16º 1. A fiscalização da sociedade compete a um Fiscal Único e a um suplente. 2. Cabe à Assembleia Geral designar o Fiscal Único, nos termos nos números seguintes. 3. Uma vez decorrido o primeiro quadriénio, poderá a Assembleia Geral deliberar a instituição de Conselho Fiscal, composto por três membros efectivos e um suplente, sendo este e um daqueles revisores oficiais de contas ou sociedades de revisores oficiais de contas. 4. Compete à Assembleia Geral proceder à eleição dos órgãos de fiscalização da sociedade, em regime de Fiscal Único ou de Conselho Fiscal, por períodos de quatro anos, podendo os seus titulares, sócios ou não, ser reeleitos. 5. A Assembleia Geral que eleger os membros do Conselho Fiscal designará o respectivo Presidente. Artigo 17º 1. Os órgãos de fiscalização têm as atribuições que lhes são cometidas por lei. Secção IV Disposições comuns aos órgãos sociais Artigo 18º 1. As remunerações dos membros dos órgãos sociais, quando as houver, serão fixadas anualmente pela Assembleia Geral ou por uma comissão de vencimentos composta por três sócios por aquela nomeados. O presidente da Mesa da Assembleia Geral, caso seja sócio, será por inerência o seu Presidente. No caso de o não ser, a Assembleia Geral ou a comissão de vencimentos escolherá o Presidente. 2. As remunerações dos Gerentes podem comportar uma percentagem dos lucros de exercício, a fixar pela Assembleia Geral, fixandose em cinquenta por cento o seu limite global máximo. Capítulo IV Dissolução e liquidação Artigo 19º 1. A sociedade dissolverseá nos casos previstos na lei ou mediante deliberação tomada em Assembleia Geral, expressamente convocada para esse efeito, por maioria de três quartos do capital social. 2. A liquidação da sociedade será feita extrajudicialmente, nos termos da lei e da das deliberações tomadas em Assembleia Geral. 3. Serão liquidatários os Administradores ou o Administrador Único em exercício à data da dissolução da sociedade, salvo se a Assembleia Geral dispuser diversamente na deliberação de dissolução. Capítulo V Lucros e reservas Artigo 20º 1. Os resultados líquidos constantes do balanço social terão a aplicação que a Assembleia Geral determinar, deduzidos dos valores que por lei devam destinarse à formação ou reintegração da reserva legal. 2. A Assembleia Geral ponderará, em cada ano social, a conveniência e a oportunidade de serem constituídas, reforçadas ou diminuídas outras reservas. 3. A Assembleia Geral deliberará anualmente, por maioria simples, sobre a percentagem do lucro de exercício a ser distribuída como dividendo. 4. Serão autorizados adiantamentos sobre os lucros no decurso do exercício, até ao máximo permitido por lei. Capítulo VI Disposições gerais Artigo 21º As despesas de constituição da sociedade serão da conta da sociedade. Artigo 22º A sociedade assume o cumprimento de todos os contratos realizados até à data da sua constituição para a prossecução da actividade societária. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e sete de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos oito dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária,compareceram como outorgantes:Primeiro:TUDOR IONITA, de quarenta e dois anos de idade, divorciado,natural de MDA, HINCESTI – Moldava,residente na Quinta de Santo António,Distrito de Água Grande,certificado de residência nº 093/2009, de nacionalidade Moldava. Segundo:FÁBIO GASPAR MACHADO PEREIRA,maior,casado com Célia Maria Gentil da Costa Pereira sob regime de comunhão de bens adquirido,natural de Conceição – São Tomé,distrito de Água Grande,residente em Campo de Milho,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro,pela exibição do seu certificado de residência emitido pelos serviços de Migração e fronteira em vinte e dois de Abril de dois mil e dez, e segundo, pela exibição do seu bilhete de identidade nº 52818 passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por eles foi declarado: Que resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação INTECOSociedade Produtora e Engarrafadora de Bebidas,Lda.,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: CAPÍTILO I (Denominação, Forma, Sede, Duração e Objecto) ARTIGO 1º (Forma e Denominação) REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas A Sociedade adopta a forma de sociedade por quotas de responsabilidade limitada e a denominação “[INTECO – Sociedade Produtora e Engarrafadora de Bebidas, Lda.]”. ARTIGO 2º (Sede) 1. A sede da Sociedade é na Avenida Marginal 12 de Julho, n.º 1022A, São Tomé e Príncipe. 2. A Gerência poderá, a todo o tempo, deliberar que a sua sede seja transferida para qualquer outro local em São Tomé e Príncipe. 3. A Sociedade poderá criar e extinguir filiais, sucursais, delegações, escritórios de representação, agências ou outras formas de representação social, em São Tomé e Príncipe ou no estrangeiro. ARTIGO 3º (Duração) A Sociedade durará por um período de tempo indeterminado. ARTIGO 4º (Objecto) 1. O objecto social da sociedade consiste na produção de bebidas, engarrafamento, comercialização, exploração de fontes de água mineral, importação, exportação, comércio geral, exploração de contratos e concessões administrativas e actividades conexas. 2.A Sociedade poderá adquirir e gerir participações, maioritárias ou minoritárias, no capital de outras sociedades sãotomenses ou estrangeiras, em qualquer ramo de actividade bem como participar directa ou indirectamente em agrupamentos complementares de empresas ou em outras formas de associação de empresas. CAPÍTULO II (Capital Social) Artigo 5º (Capital) O Capital da Sociedade, integralmente realizado em dinheiro, é a quantia de 8.575.000.000,00 (Oito Mil Milhões, Quinhentos e Setenta e Cinco Milhões de Dobras), equivalente a 350.000,00 Euros, representado por 2 (duas) quotas distribuídas da forma seguinte: REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Uma quota na quantia de 4.287.500.000,00 (Quatro Mil Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Milhões e Quinhentas Mil Dobras), equivalente a 175.000,00 Euros representativa de 50% (cinquenta por cento) do capital social, pertencente ao sócio Fábio Pereira; e Outra quota na quantia de 4.287.500.000,00 (Quatro Mil Milhões, Duzentos e Oitenta e Sete Milhões e Quinhentas Mil Dobras),equivalente a 175.000,00 Euros, representativa de 50% (cinquenta por cento) do capital social, pertencente ao sócio Tudor Ionita. ARTIGO 6º (Prestações Suplementares) Mediante deliberação da Assembleia Geral, tomada por maioria de dois terços dos votos representativos do capital social, poderão ser exigidas aos sócios prestações suplementares. ARTIGO 7º (Aumento de capital) 1.O capital social da Sociedade pode ser aumentado, em dinheiro ou em espécie, mediante deliberação da Assembleia Geral, aprovada por maioria de dois terços dos votos representativos do capital social. 2. Em cada aumento de capital em dinheiro, os sócios têm direito de preferência na subscrição do montante do aumento, na proporção do valor das respectivas quotas à data da deliberação do aumento de capital. ARTIGO 8º (Cessão de Quotas) 1. A cessão de quotas, total ou parcial, a terceiros que não sejam sócios ou entre sócios e as suas Afiliadas, está sujeita ao consentimento prévio prestado por escrito da Sociedade. 2. O consentimento escrito da Sociedade depende: i) Da decisão dos sócios de exercerem ou não o direito de Preferência infra estabelecido, ii) De o cessionário assumir todas as obrigações do cedente perante a Sociedade; e iii) De o cessionário acordar por escrito em vincularse a todos os direitos e obrigações do cedente inerente à sua qualidade de sócio,incluindo as resultantes de quaisquer garantias prestadas ou outras obrigações relevantes, tais como acordos parassociais existentes,e outorgar quaisquer REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas documentos tidos por necessários ou convenientes para concluir tais compromissos. 3. Os sócios têm direito de preferência proporcional à expressão das suas quotas face à totalidade do capital social em relação à cessão, total ou parcial, de quotas a terceiros, excepto no caso de cessão de quotas entre sócios. 4. O sócio que pretenda ceder a sua quota deverá comunicar a sua intenção aos restantes sócios e a Sociedade, por meio de carta registada enviada para as moradas constantes do Artigo 23º, da qual constarão a identificação do potencial cessionário e todas as condições que hajam sido propostas ao cedente, designadamente o preço e as condições de pagamento. Se existirem propostas escritas formuladas pelo potencial cessionário, deverão ser juntas à referida carta registada cópias integrais e das mesmas. 5. Os restantes sócios deverão exercer o seu direito de preferência no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias a contar da data de recepção da carta registada referida no nº 5. Supra, ou a contar da decisão do perito avaliador referida no nº7. infra, através de comunicação escrita enviada ao cedente. A notificação por escrito à Sociedade e ao cedente deve estabelecer um prazo de formalização do negócio não superior a 60 (sessenta) dias após a data de recepção da carta registada referida no nº 5. supra. O preço da cessão da quota deverá ser pago na data da cessão ou noutra data que seja acordada. As quotas serão cedidas, mediante o seu pagamento, livres de quaisquer ónus ou encargos. No mesmo prazo de 45 (quarenta e cinco) dias, a Sociedade deverá pronunciarse sobre se presta o seu consentimento à cessão proposta igualmente através de comunicação escrita endereçada ao cedente e demais sócios. Caso a Sociedade recuse o seu consentimento à cessão da quota e esta tenha sido detida durante mais de 3 (três) anos pelo cedente, a recusa de consentimento da Sociedade deve ser acompanhada por uma proposta de aquisição ou de amortização da mesma. 6. Se o preço de compra oferecido pelo cessionário não for em dinheiro, ou algum sócio alegue que a transacção com o terceiro não foi feita em Dólares dos Estados Unidos da América ou não tiver sido celebrada de boa fé e em termos equitativos e as partes não cheguem a acordo quanto ao respectivo valor equivalente em dinheirono prazo de 30 dias REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas após a data de recepção da carta registada referida no nº 5. supra, a avaliação da quota objecto da cessão será decidida por um perito avaliador independente. Se as partes não chegarem a acordo quanto ao perito avaliador, este será seleccionado pela Assembleia Geral. As despesas dessa avaliação serão suportadas pelo sócio que solicitou a avaliação. A decisão do perito avaliador vinculará as partes. Os prazos estabelecidos no nº 6 supra não se iniciam sem que o perito tenha tomado uma decisão sobre a avaliação. 7. Durante o acima referido período de 45 (quarenta e cinco) dias, o cedente não poderá retirar sua oferta aos restantes sócios, ainda que o potencial cessionário retire a sua oferta para aquisição da quota. 8. Se nenhum dos sócios exercer o seu direito de preferência, nem a Sociedade manifestar por escrito a sua oposição à cessão proposta, no prazo previsto no nº 6. Supra, o cedente terá o direito de, nos 30 (trinta) dias subsequentes ao termo desse prazo, transmitir ao potencial cessionário identificado na carta referida no nº 5. supra a quota em causa, por um preço não inferior em termos e condições que não sejam mais favoráveis do que os constantes da citada carta registada. 9. Decorrido o prazo de 30 (trinta) dias sem que a quota tenha sido cedida, o não exercício do direito de preferência pelos sócios deixa de produzir quaisquer efeitos e o cedente deverá dar novamente cumprimento ao disposto nos números anteriores, caso pretenda transmitir a referida quota. ARTIGO 9º (Ónus e Encargos) 1. Os sócios não constituirão nem autorizarão que sejam constituídos quaisquer ónus, penhor ou outros encargos sobre as suas quotas, salvo se autorizados pela Sociedade, mediante deliberação da Assembleia Geral tomada pelo voto afirmativo de dois terços dos votos representativos do capital social. 2. O sócio que pretenda constituir quaisquer ónus, penhor ou outros encargos sobre a sua quota, deve notificar a Sociedade, por carta registada enviada para as moradas constantes do Artigo 22º, dos respectivos termos e condições, incluindo informação detalhada da transacção subjacente. 3. A reunião da Assembleia Geral será convocada no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data de recepção da carta registada. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO 10º (Amortização das Quotas) A Sociedade poderá amortizar qualquer quota por acordo com o seu titular e ainda nos seguintes casos: Arrolamento, arresto ou penhora da quota; Falência ou insolvência do sócio titular da quota, ou outra forma de dissolução da pessoa colectiva titular da quota; Inclusão da quota em massa falida; Inventário judicial, se a quota for adjudicada a interessados não sócios; Venda, adjudicação ou oneração da quota a terceiros, judicial ou extra judicialmente, quando realizada sem prévio consentimento da Sociedade ou com violação do direito de preferência dos restantes sócios. 2.Ressalvada a hipótese de acordo, em que prevalecerá o que for ajustado a amortização farseá pelo valor da quota, segundo o último balanço aprovado, a pagar em duas prestações semestrais iguais e sucessivas, sem juros, vencendose a primeira três meses após a fixação definitiva da contrapartida. 3. A Assembleia Geral delibera sobre a amortização e respectivas condições ou confirma o acordo negociado, por unanimidade dos votos dos sócios presentes ou representados. ARTIGO 11º (Emissão de obrigações e outros títulos de dívida) Por deliberação da Assembleia Geral, a sociedade poderá emitir qualquer título de dívida legalmente permitido, designadamente obrigações. CAPÍTULO III (Assembleia Geral e Gerência) Assembleia Geral ARTIGO 12º (Composição da Assembleia Geral) A Assembleia Geral é constituída por todos os sócios da Sociedade. ARTIGO 13º (Reuniões e Deliberações) 1. A Assembleia Geral reúnese ordinariamente pelo menos uma vez por ano, nos primeiros três (3) meses depois de findo o REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas exercício do ano anterior e extraordinariamente sempre que tal se mostre necessário. As reuniões terão lugar na sede da Sociedade, salvo quando todos os sócios acordarem na escolha de outro local. 2. As reuniões deverão ser convocadas pelo Presidente da Assembleia Geral ou, se este não o fizer, por qualquer sócio, por meio de carta registada com aviso de recepção e por meio de anúncio publicado no jornal de maior tiragem no lugar da sede da Sociedade, com a antecedência mínima de 15 (quinze) dias. Da convocatória deverá constar a ordem de trabalhos, o dia, a hora e o local da reunião. 3. As reuniões da Assembleia Geral poderão ter lugar sem que tenha havido convocatória, desde que todos os sócios estejam presentes ou representados e tenham prestado o seu consentimento para a realização da reunião e tenham acordado em deliberar sobre determinada matéria. 4. As reuniões da Assembleia gerais poderão ser dispensadas, excepto de se tratar de deliberações que importem modificação do contrato social ou dissolução da sociedade: a) Quando todos os sócios concordem, por escrito, na deliberação; b) Quando todos os sócios concordem, por escrito, em que por esta forma se delibere. 5. Os sócios podem aprovar deliberações segundo as formas previstas na lei, incluindo: a) Deliberações aprovadas em Assembleia Geral regularmente convocada nos termos estabelecidos no parágrafo 2 supra; b) Deliberações aprovadas em reunião universal da Assembleia Geral realizada sem convocatória nos termos estabelecidos no parágrafo 3 supra; c) Deliberações unânimes por escrito nos termos estabelecidos no parágrafo 4 supra; 6. A assembleia Geral só pode deliberar validamente se estiverem presentes ou representados todos os sócios da Sociedade. Qualquer sócio que esteja impossibilitado de comparecer a uma reunião poderá fazerse representar por outra pessoa, através de carta de representação endereçada ao Presidente da Assembleia Geral, a identificar o sócio representado e o âmbito dos poderes conferidos 7. As deliberações da assembleia Geral serão tomadas validamente por maioria simples dos votos emitidos em cada REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas reunião, salvo quando a lei aplicável ou os presentes Estatutos exijam uma maioria mais elevada. 8. Para além dos casos especificamente previstos neste estatuto, as seguintes deliberações da Assembleia Geral serão validamente tomadas por unanimidade dos votos: Vender, transferir ou de qualquer outra forma dispor, na totalidade ou em parte, qualquer bem, móvel ou imóvel, de que a Sociedade seja proprietária; ARTIGO 14º (Poderes da Assembleia Geral) A Assembleia Geral deliberará sobre as matérias que lhe estejam exclusivamente reservadas, por forçada da lei aplicável ou dos presentes Estatutos, nomeadamente: a) Aprovação do balanço anual; b) A chamada e reembolso de prestações suplementares; c) A divisão e a amortização de quotas; d)A nomeação e a exoneração dos gerentes; e) A propositura e a desistência de acções contra eles ou quaisquer sócios, e a representação da sociedade nas acções contra aqueles; f) Remuneração dos membros dos órgãos sociais da Sociedade; g) Quaisquer alterações aos estatutos da Sociedade; h) Fusão, transformação, dissolução ou liquidação da sociedade; i) Redução ou aumento do capital social da Sociedade; j) Consentimento da Sociedade para a acessão de quotas; k) A emissão de obrigações ou quaisquer outros títulos de dívida. GERÊNCIA ARTIGO 15º (Gerência) 1. A Sociedade é administrada por um número de dois gerentes, devendo cada um deles eleito por cada um dos Sócios por mandatos renováveis de quatro (4) anos, ou até que estes renunciem ao cargo ou a Assembleia Geral por unanimidade dos votos delibere proceder à sua substituição. 2. A gerência terá os poderes para gerir os negócios da Sociedade e executar o seu objecto social, mas deverá obter aprovação prévia da Assembleia Geral para praticar todos os REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas actos que estejam imperativamente sujeitos a deliberação prévia da Assembleia Geral nos termos da lei São Tomé e Príncipe e destes Estatutos. 3. A Sociedade decidirá mediante deliberação da Assembleia Geral, se os gerentes são remunerados e, em caso afirmativo, quais as respectivas condições. ARTIGO 16º (Forma de Obrigar) A Sociedade obrigase da seguinte forma: 1. Assinatura conjunta dos dois gerentes; ou 2. Assinatura de um ou mais procuradores, nos termos e no âmbito das respectivas procurações. CAPÍTULO IV (Exercício e Contas do Exercício) ARTIGO 17º (Exercício) O exercício anual da Sociedade corresponde ao ano civil. ARTIGO 18º (Contas do Exercício) 1. A Gerência deverá preparar e submeter à aprovação da Assembleia Geral o relatório anual de gestão e as contas de cada exercício anual da Sociedade. As contas do exercício deverão ser submetidas à Assembleia Geral dentro dos três (3) meses seguintes ao final de cada exercício. 2. Ao pedido de qualquer dos sócios, e a expensas da Sociedade, as contas do exercício serão examinadas por auditores independentes de reputação internacionalmente reconhecida, que sejam aceitáveis para todos os sócios, abrangendo todos os assuntos que, por regra, estão incluídos neste tipo de exames. Cada sócio terá direito a reunirse, isoladamente, com os referidos auditores e rever detalhadamente todo o processo de auditoria e documentação de suporte. ARTIGO 19º (Afectação e distribuição do lucros) 1. Os lucros líquidos apurados anualmente, sem prejuízo das reservas exigidas por Lei e de quaisquer outros fundos gerais ou especiais criados pela Sociedade, serão distribuídos entre os sócios, por deliberação unânime da Assembleia Geral, sob proposta da Gerência. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2.Os lucros serão sempre distribuídos entre os sócios na proporção da respectiva participação no capital social. CAPÍTULO V (Dissolução) ARTIGO 20º (Dissolução) A Sociedade dissolvese nos casos previstos na lei. CAPÍTULO VI (Disposições Finais) ARTIGO 21º (Fiscalização, Auditorias e Informação) ui1. Sem prejuízo de outros direitos e obrigações estabelecidos na lei aplicável, os sócios e os seus representantes devidamente autorizados, têm o direito de acesso integral e irrestrito aos gerentes, funcionários executivos e empregados da Sociedade e o direito de, a expensas suas: a) examinar e copiar, assistidos ou não por contabilistas independentes certificados, os livros, registos e contas da Sociedade, bem como as suas operações e actividades; b) que a Sociedade lhes forneça a informação financeira e respectiva documentação de suporte com o detalhe e frequência que sejam razoavelmente solicitados pelos sócios; c) que a Sociedade prepare as suas contas, na forma e datas que sejam razoavelmente solicitadas pelos sócios; d) inspeccionar os escritórios, propriedades e bens tangíveis da Sociedade. 2. O sócio deverá notificar a sociedade da realização do exame ou inspecção, mediante aviso escrito, com 2 (dois) dias de antecedência em relação ao dia do exame ou inspecção. 3. A Sociedade deverá prestar a sua total colaboração e facultar para o efeito o acesso aos seus livros e registos. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ARTIGO 22º (Contas Bancárias) 1. A Sociedade deve abrir e manter, em nome da Sociedade, uma ou mais contas separadas para todos os fundos da Sociedade, no banco ou nos bancos e com os signatários autorizados que sejam periodicamente determinadas pela Assembleia Geral. 2. A Sociedade não pode misturar fundos de quaisquer outras pessoas com os seus fundos próprios. A Sociedade deve depositar as suas contas bancárias todos os seus fundos, receitas brutas de operações, contribuições de capital, adiantamentos e recursos de empréstimos. Todas as despesas da Sociedade, reembolsos de empréstimos e distribuição dividendos aos sócios, devem ser pagos através das contas bancárias da Sociedade. 3. Nenhum pagamento poderá ser feito a partir das contas bancárias da Sociedade sem autorização por escrito da gerência. ARTIGO 23º (Comunicações) 1. Salvo estipulação diversa nos presentes Estatutos, todas as comunicações e notificações entre a Sociedade e os sócios e entre estes últimos deverão ser entregues pessoalmente ou remetidas por correio registado, para as moradas e à atenção das seguintes pessoas: a) Para a Sociedade: INTECO, Lda. Ao cuidado de Fábio Pereira/Tudor Ionita Morada: Avenida 12 de Julho, n.º 1022A b) Para a sócio: Fábio G. M. Pereira Morada: Campo de milho, n.º 208, C.P. 897 – S. Tomé c) Para a sócio: Tudor Ionita Morada: Bairo Quilombo – S.Tomé. 2. A sociedade e os sócios poderão alterar a qualquer momento os elementos constantes do nº 1. supra, sem necessidade de alterar os Estatutos da Sociedade, contando que para o efeito notifiquem os restantes sócios e a Sociedade na forma prescrita. 3. Qualquer novo sócio que venha a suceder, no todo ou em parte, a qualquer sócio fundador nas respectivas quotas, REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas deverá, no prazo de 8 (oito) dias a contar da outorgada respectiva escritura de cessão de quotas notificar a Sociedade e os demais sócios do seu endereço e da identidade de uma pessoa para efeitos deste Artigo 22º. ARTIGO 24º (Lei Aplicável) Os presentes Estatutos regemse pela lei de São Tomé e Príncipe, designadamente pela Lei das Sociedades por Quotas de 11 de Abril de 1901. ARTIGO 25º (Resolução de Litígios) Para todos os litígios entre a Sociedade e os seus sócios ou entre estes, nessa qualidade, será competente o tribunal Judicial da Comarca de São Tomé, com expressa renúncia a qualquer outro. ARTIGO 26º (Disposições transitórias) 1. A Gerência fica, desde já, autorizada a celebrar quaisquer negócios jurídicos por conta da Sociedade no âmbito do respectivo objecto,nomeadamente os contratos de arrendamento, de trabalho ou de prestação de serviços necessários à actividade social. 2. A Gerência fica, desde já, autorizada a efectuar o levantamento do capital social depositado para o fim de, em nome da Sociedade, fazer face às despesas referidas no artigo anterior, bem como às da sua instalação, celebrando os negócios jurídicos que considerar convenientes, nos termos e condições adequadas à prossecução do objecto social. 3. Os sócios abaixo indicados ficam desde já designados como gerentes para o quadriénio em curso de 2010 a 2013: GERÊNCIA Ficam desde já nomeados os dois sócios, Fábio Gaspar Machado Pereira e Tudor Ionita, como gerentes. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e três de Novembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e seis dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram como outorgantes: Primeiro:ADÉRITO SIMÕES PIEDADE,maior,casado sob o regime de separação de bens, natural de Ansião,residente em Paços de Arcos,Município de Oeiras – Portugal,de nacionalidade Portuguesa. Segundo:PAULO JORGE FREITAS DAS NEVES,maior, casado sob o regime de separação de bens, natural de São Jorge de Arroios Lisboa,residente em Urbanização Casal da Mata Rua A, Lote 109 2605012 – Pinheiros Dolores, Município de Lores, Lisboa, de nacionalidade Portuguesa. Terceiro:RAUL SERINA TEIXEIRA DE SOUSA ARAGÃO,maior, solteiro,natural de Conceição,residente em Santa Rem, Distrito de Água Grande,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,primeiro e segundo pela exibição dos seus passaportes nºs J797494 e H567298 respectivamente, passado pela autoridade portuguesa e terceiro, por conhecimento pessoal e pela exibição do seu bilhete de identidade nº 15254 passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura,resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação INTER GROUP, LDA que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 1º (Firma) A sociedade adopta a denominação "INTER GROUP, LIMITADA”, abreviadamente «IG» e regese pelos presentes estatutos e de acordo com a lei aplicável. Artigo 2º (Sede) 1. A sociedade tem a sua sede na Rua Campo de Milho, casa nº 120, em S. Tomé, República Democrática de São Tomé e Príncipe. 2. Por simples deliberação da gerência, a sede da sociedade poderá ser transferida para qualquer outro local e podem ser criadas sucursais, filiais, agências, delegações ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro. Artigo 3º (Objecto Social) 1. A sociedade tem por objecto, comércio geral, importação, exportação, representações comerciais, compra e venda de veículos automóveis, pesca, indústria, agricultura, turismo, realização de estudos, e projectos para a promoção e desenvolvimento de pequenas e médias empresas industriais, agroindustriais, gestão de empreendimentos, construção civil, engenharia e obras públicas, prestação de serviços, consultoria, segurança e segurança técnica, exploração mineira, exploração de indústria de camionagem e transportes públicos e petrolífera, sua comercialização, intermediação de negócios, negócios off shore e quaisquer outras actividades afins e outras permitidas por lei. 2. A sociedade pode adquirir participações em sociedades com objecto diferente daquele que exerce, ou em sociedades reguladas por leis especiais, e integrar agrupamentos complementares de empresas. Artigo 4º (Capital Social) 1. O capital social é de DBS 2.000.000.000,00 (Dois bilhões de dobras) e encontrase integralmente subscrito e realizado em numerário e representado pelas seguintes quotas: uma no valor nominal de Dbs, 680.000.000,00 (seiscentos e oitenta milhões de dobras, correspondente a 34% do capital social pertencente REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas ao sócio Adérito Simões Piedade, uma no valor nominal de Dbs. 660.000.000,00 (seiscentos e sessenta milhões de dobras), correspondente a 33% do capital, pertencente ao sócio Paulo Jorge Freitas das Neves e outra no valor nominal de Dbs. 660.000.000,00 (seiscentos e sessenta milhões de dobras), correspondente a 33% do capital social, pertencente ao sócio Raul Serina Teixeira de Sousa Aragão. ARTIGO 5.º (Gerência) 1. A administração e representação da sociedade são exercidas por gerentes eleitos em AssembleiaGeral. 2. A sociedade obrigase com a intervenção conjunta de dois gerentes. 3. Os gerentes podem delegar livremente os seus poderes. 4. A remuneração dos gerentes é fixada em AssembleiaGeral. Artigo 6.º AssembleiaGeral 1. A AssembleiaGeral da sociedade reúnese anualmente para apreciar e aprovar o relatório balanço e as contas de exercício e para tomar outras medidas que se tornarem necessárias. 2. Os sócios podem livremente designar quem os represente nas assembleiasgerais. Artigo 7.º Fiscalização A fiscalização pertence a um fiscal único eleito em AssembleiaGeral, que tem sempre um suplente. Artigo 8.º Prestações suplementares Por deliberação dos sócios em AssembleiaGeral estes podem autorizar prestações suplementares que se tornarem necessárias para a sociedade, a serem feitas pelos sócios que estiverem interessados. Artigo 9º Cessão de quotas A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 10º Amortização de quotas 1. A sociedade poderá amortizar a quota de qualquer sócio, com o consentimento do titular, quando esta for sujeita a arrolamento, arresto, penhora, quando for incluída em massa falida, ou quando fora dos casos previstos na lei, for cedida sem consentimento da sociedade. 2. Em caso de interdição ou morte do sócio a quota continua indivisível em nome dos herdeiros do sócio respectivo, que a representam na sociedade, salvo, se, no caso de morte, não houver herdeiros colaterais até ao sexto grau, circunstânciaem que haverá lugar a amortização da quota. 3. A quota amortizada figura no balanço como tal, podendo, porém, os sócios deliberar, nos termos legais, a correspondente redução do capital ou o aumento do valor das restantes quotas, ou, ainda, a criação de uma ou mais quotas de valor nominal compatível para alienação a sócio ou a terceiros. Artigo 11º Resultados do exercício Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que for deliberado em Assembleia Geral. Artigo 11.º Disposição transitória Enquanto de outra forma não for determinado pela Assembleia Geral, a gerência da Sociedade fica confiada aos sócios Paulo Jorge Freitas das Neves e Raul Serina Teixeira de Sousa Aragão. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e dois de Outubro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos seis dias do mês de Janeiro do ano dois mil e onze, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceram, como outorgantes: Primeiro:Cosma Botelho Baía Jesus Rita de Ceita, maior,casada,natural de Guadalupe,Distrito de Lobata – S.Tomé, residente em Ponta Mina,de nacionalidade Santomense,que outorga na qualidade de procuradora dos senhores Herlander Filipe Alves Madaleno, maior,solteiro, natural de Luanda Angola,de nacionalidade Angolana,e Mauro Eduardo Uemura, maior,casado com a Sra Deborah de Oliveira Uemura,sob o regime de comunhão parcial de bens,regime jurídico vigente no ordenamento jurídico brasileiro,natural de DiademaSão Paulo,residente acidentalmente em São Tomé, de nacionalidade Brasileira,residente acidentalmente em São Tomé,com poderes necessários para este acto,conforme as procurações datadas de seis de Dezembro do ano dois mil e dez, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Segundo:Adelino Barbosa Neto Amado Pereira,natural da Conceição São Tomé,portador do B.I. Nº 76214,residente em Boa Morte,Distrito de Água Grande,desta cidade,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes por conhecimento pessoal. E por eles foi declarado: Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «OCEAN POLLUTION CONTROLSÃO TOMÉ E PRÍNCIPE,LDA.»,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1.º A Sociedade adopta a denominação de Ocean Pollution Control – São Tomé e Príncipe, Limitada, e tem a sua sede na Cidade de São Tomé, Distrito de Água Grande, podendo a sede social ser transferida por simples deliberação da gerência para outro local do País, bem como abrir, filiais, sucursais ou delegações em qualquer local, mesmo no estrangeiro e a sua duração é por tempo indeterminado, tendo o seu início a partir de hoje. Artigo 2.º A Sociedade Ocean Pollution Control – São Tomé e Príncipe, Limitada, cujo prazo de duração é indeterminado, tem por objecto: • Reduzir a emissão de gás de efeito estufa (dióxido de carbono, metano e óxido nitroso); • Assegurar a inspecção, teste, avaliação, reparo e reabilitação de oleodutos e gasodutos, de modo a garantir a segurança das operações e minimizar os impactos de eventuais acidentes sobre as comunidades do entorno; • Gestão de emissões atmosféricas, efluentes líquidos e resíduos; • Avaliar e monitorar os ecossistemas; • Remediar as áreas impactadas e assegurar o atendimento de emergência; • Direccionar esforços para a reutilização e optimização da água nas refinarias, dando prioridade àquelas onde o cenário de disponibilidade hídrica aponta situações de escassez; • Inspecção e teste na indústria petrolífera; • Controlo de processos de exploração petrolífera; • Testes de qualidade e quantidade de crude e derivados. A Sociedade poderá dedicarse também as actividades conexas ou não com esses objectivos, desde que permitidas por lei. Artigo 3.º 1. O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 300.000.000.00 (trezentos milhões de Dobras), dividido em três quotas, sendo uma de 45 % no valor de 135.000.000.00 (cento e trinta e cinco milhões de Dobras), pertencente ao sócio Herlander Filipe Alves Madaleno, outra de 45% no valor de 135.000.000.00 (cento e trinta e cinco milhões de Dobras) pertencente ao sócio Mauro Eduardo Uemura e a última de 10% no valor de 30.000.000.00(trinta milhões de Dobras) pertencente ao sócio Adelino Barbosa Neto Amado Pereira. 2. Quando o desenvolvimento da sociedade o justificar, o capital social poderá ser aumentado, de acordo com o que for deliberado pela Assembleia Geral. Artigo 4.º A gerência da Sociedade, com ou sem remuneração, de acordo com o que for deliberado em Assembleia Geral, compete ao sócio e Mauro Eduardo Uemura, desde já designado gerente. Parágrafo único. Para obrigar a Sociedade em todos os seus actos e contratos, é necessária a assinatura do único sócio gerente. Artigo 5.º 1. O gerente poderá delegar todos ou parte dos seus poderes de gerência no outro sócio desde que confira para o efeito o competente mandato devidamente legalizado, ou a terceiros nos mesmos moldes e com a anuência do outro sócio; 2. Fica inteiramente vedado aos gerentes ou aos seus mandatários, usar a firma social em negócios estranhos a sociedade ou em letras de favor, abonações, cartas de fianças, etc. Artigo 6.º 1. Os actos de mero expediente ou de mera administração ordinária poderão ser praticados por um dos gerentes; 2. A abertura e movimentações das contas bancárias da sociedade, são considerados actos de mera administração ordinária, pelo que a assinatura individual de qualquer um dos gerentes, é suficiente para efectuar as movimentações, levantamentos, pedidos de saldo e extractos bancários. Artigo 7.º Por morte ou interdição de qualquer dos sócios, a sociedade continuará com os sócios sobrevivos ou capazes e os herdeiros do falecido deverão nomear de entre si, um que a todos represente, ou o representante legal do sócio interdito, enquanto se mantiver a indivisa a respectiva quota. Artigo 8.º 1. O ano social é o civil, devendo o balanço anual encerrar a 31 de Dezembro; 2. Os lucros líquidos apurados depois de deduzidos pelo menos cinco por cento para o fundo de reserva legal e outras percentagens que a sociedade delibere criar, serão divididos entre os sócios na proporção das suas quotas e os prejuízos se os houver, serão suportados na mesma proporção. Artigo 9.ºA cessão ou divisão de quotas entre os sócios ou entre estes e a sociedade é livre, mas a estranhos depende do consentimento da sociedade, reservandose a esta, em primeiro lugar, e aos sócios não cedentes, em segundo o direito de preferência. Artigo 10.º A Sociedade dissolvese nos termos previstos na legislação aplicável e ainda nos casos seguintes; • Pela declaração e falência da sociedade; • Por impossibilidade de realização do objectivo contratual; • Por deliberação unânime dos sócios em Assembleiageral. Artigo 11.º Em caso de penhora, arresto, ou outra forma de apreensão judicial de qualquer quota, a sociedade poderá amortizála, pelo valor que a mesma tiver segundo o último balanço legalmente aprovado. Artigo 12.º Os eventuais conflitos que possam surgir a respeito do presente estatuto, serão resolvidos amigavelmente, por arbitragem aceite pelos sócios. Só depois de esgotados todos os meios de conciliação, deverão ser submetidos ao Tribunal, sendo competente o foro de São Tomé e dos locais de existência das filiais, sucursais ou delegações. Artigo 13.º Na parte não expressamente prevista nos presentes estatutos, a sociedade regerseá pelas deliberações e pelas disposições legais aplicáveis, vigentes em São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgaram. Instrui este acto o documento já referido no contexto desta escritura e a certidão passada por este serviço, datada de sete Dezembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ _________________________ ______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dez dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé, perante mim Licenciado, Gregório Cardoso Santiago, por impedimento de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu, como outorgantes: Primeiro:IVO TAVARES MORENO,maior,solteiro,natural de Conceição Distrito de Água Grande S.Tomé,bilhete de identidade nº 148998,passado pelo centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em vinte e cinco de janeiro de dois mil e dez,residente em Riboque – São Tomé, de nacionalidade santomense que outorga por si e na qualidade de procurador dos Srs. FRANCISCO JAVIER LOZANO CHIMENO, maior, divorciado, natural de Aitona, EspanhaRepública de Espanhã residente em Espanhã, passaporte nº AC066727 passado pelas autoridades Espanholas aos doze de Janeiro de dois mil e cinco, de nacionalidade Espanhola, FRANCISCO JAVIER RAMOS SANTIAGO,maior, casado com Asuncion Guerra sob o regime de separação de bens adquiridos, passaporte nº Q762676 passado pelas autoridades Espanholas aos vinte e seis de Março de dois mil e três, natural de Santa Maria de Guia Palmas, onde reside, de nacionalidade espanhola, conforme a procuração datada de dezanove de Novembro de dois mil e dez, devidamente legalizada. Segundo:JOSÉ EUGÉNIO DA SILVA PATRÍCIO, maior, solteiro, natural de Lisboa – Portugal,bilhete de identidade número 137296 passado pelo centro de identificação civil e criminal de São Tomé em trinta e um de Março de dois mil e oito, residente em Vila Dolores, de nacionalidade santomense que outorga na qualidade de procurador do Sr. EDUARDO FERREIRA TAVARES, maior, casado com Margarida Tavares, sob o regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Santo Amaro, Distrito de Lobata, bilhete de Identidade número 12028, emitido pelo 1 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em seis de Janeiro de dois mil e dez, de nacionalidade santomense, conforme a procuração datada de cinco de Novembro de dois mil e dez, devidamente legalizada. Terceiro: JOSÉ LUIZ FERNANDES RITA,casado com Edna Marisa Lima Amado Vaz Rita sob o regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Luanda – Angola, bilhete de identidade número 80376 emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em vinte e três de Dezembro de dois mil e nove, residente na Avenida Amilcar Cabral–São Tomé, de nacionalidade santomense. Quarto:MARTINHO NEVES CASTELO DAVID,maior,solteiro, natural de Conceição, Distrito de Água Grande,bilhete de indentidade número 48645 emitido pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé em vinte e oito de Outubro de dois mil e oito, residente em O Que D'EL Rei,de nacionalidade santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes pela exibição dos seus bilhetes de identidade. E por eles, foi declarado: Que pela presente escritura, os representados do primeiro e segundo outorgante e o segundo, terceiro e quarto outorgante resolveram constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denominação «ECOFRUTO, Lda» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro (Denominação, sede e duração) A Sociedade adopta a denominação de “ECOFRUTO Lda.”, e tem a sua Sede na Cidade de S.Tomé, podendo no entanto, estabelecer delegações e escritórios noutros pontos do País ou no estrangeiro, sendo a sua duração por tempo indeterminado. Artigo Segundo (Objecto) A ECOFRUTO Lda. dedicarseá fundamentalmente a: 2 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Um – Exploração e exportação de produtos agrícolas; Dois – Processamento e transformação de produtos agrícolas, nomeadamente fabricação de compotas, doces, sumos, polpa e licores de frutas nacionais; Três – Actividades piscatória, transformação e exportação de pescado; Único – Mediante acordo dos Sócios, a Sociedade poderá dedicarse a qualquer outro ramo de actividade incluindo comercial de importação e exportação, consoante legislação nacional e, participar no capital social de outras Sociedades cujos objectivos a sejam semelhantes ou não. Artigo Terceiro (Capital social) Um – O Capital Social inicial é de cento e cinquenta milhões de dobras (150.000.000,00 STD), integralmente realizado em dinheiro, dividido em seis quotas, assim distribuídas: a) Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 20% do capital social pertencente ao sócio Ivo Tavares Moreno; b) Uma no valor de trinta milhões de dobras, equivalente a 20% do capital social pertencente ao sócio Francisco Javier Lozano Chimeno. c) Uma no valor de vinte e sete milhões de dobras, equivalente a 18% do capital social pertencente ao só cio Martinho Neves Castelo David. d) Uma no valor de vinte e dois milhões e quinhentas mil de dobras, equivalente a 15% do capital social perten cente ao sócio Francisco Javier Santiago Ramos. e) Uma no valor de vinte e dois milhões e quinhentas mil de dobras, equivalente a 15% do capital social perten cente ao sócio José Luís Fernandes Rita. f) Uma novalor de dezoito milhões de dobras, equivalente a12% do capital pertencente ao sócio Eduardo Ferreira Tavares. Dois – A cessão de quotas à terceiros só poderá ser efectuada por deliberação dos Sócios em Assembleiageral, tendo os mesmos sempre, o direito de preferência. 3 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Três – As deliberações concernentes ao aumento do Capital Social serão consensualmente tomadas pela Assembleia de Sócios convocada para o efeito. Artigo Quarto (Gerência) Um – A gerência da sociedade é exercida por dois dos sócios indigitados na Assembleia de Sócios, por um período de um (1) ano renovável por iguais períodos em Assembleia dos Sócios, remunerados ou não, podendo deliberar de outra forma, caso a necessidade operacional da Sociedade o justifique. Dois – A sociedade será representada em juízo ou fora dele, activa e passivamente pelos sócios gerentes, e do mesmo modo, nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a sociedade, sendo que nesses casos é exigida a assinatura conjunta do sócio Ivo Tavares Moreno, devendo ser do conhecimento e aval de, pelo menos mais um sócio, na reunião para o efeito, devidamente autenticada com o carimbo em uso na Sociedade. Três – Os Gerentes poderão delegar em pessoas estranhas à Sociedade todos ou parte dos seus poderes de gerência, conferindo para o efeito o respectivo mandato em nome da Sociedade, ouvido a Assembleia dos Sócios convocada para o efeito. Quatro – Exceptuando a assinatura do sócio Ivo Tavares Moreno que não carece de outras, os cheques da Sociedade só poderão ser movimentados mediante as assinaturas conjuntas dos dois sócios gerentes e do sócio Martinho Neves Castelo David. Artigo Quinto (Fiscalização de contas) As contas sociais serão auditadas sempre que e por quem a Assembleia de Sócios deliberar. Artigo Sexto (Assembleia de sócios) Um Haverá uma reunião ordinária anual, a realizarse até o dia trinta e um de Março, para aprovação dos inventário, 4 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas relatório e contas, relativos ao exercício do ano findo, bem como respectiva proposta de afectação de resultados e, Dois Sempre que se torne necessário tratar de assuntos de interesse da Sociedade, sob solicitação de, pelo menos três Sócios, a Assembleia reunirá extraordinariamente. Artigo Sétimo (Distribuição dos dividendos) Os resultados apurados em cada exercício findo terão o seguinte destino: a) Dez por cento, para o fundo de reserva legal; b) A parte restante será distribuída pelos Sócios, na proporção das respectivas quotas e, na mesma proporção serão suportados os prejuízos se os houver. Artigo Oitavo (Resolução de conflitos) Um – Os eventuais litígios que possam surgir a respeito do presente estatuto, serão resolvidos amigavelmente ou por arbitragem unanimemente aceite pelos sócios. Dois – Só depois de esgotados todos os meios de conciliação, deverão ser submetidos ao tribunal, sendo competente o foro de S.Tomé. Três – Na parte não prevista no presente estatuto, a sociedade regerseá pelas disposições aplicáveis às sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Artigo Nono (Dissolução e liquidação) Um – Para os fins dos presentes Estatutos a dissolução da Sociedade farseá nos casos previstos na Lei ou em conformidade com a deliberação unânime dos sócios em Assembleiageral. Dois – A Assembleia geral que deliberar sobre a dissolução da sociedade, determinará o prazo para a liquidação e nomeará os respectivos liquidatários. 5 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Três – A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição de qualquer dos sócios, continuando com herdeiros ou representantes legais do falecido ou interdito. Artigo Décimo (Legislação aplicável) Na parte não expressamente prevista neste Estatuto, a Sociedade regerseá pelas disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto as procurações conferindo poderes de representação aos Srs. Ivo Tavares Moreno e José Eugénio da Silva Patrício, bem como a certidão passada por este serviço, datada de oito de Dezembro de dois mil e dez, donde se ve não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ ______________________ 6 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos nove dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez, no Guiche Único para Empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral,na presença de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do Guiché Único para criação de Empresas, compareceram como outorgantes: Primeiro:Ana Carla Oliveira de Sousa Santos, de trinta e cinco anos de idade, casada, natural de MatosinhosPorto, residente na Avenida Marginal 12 de Julho, certificado de residencia nº137/2007 de nacionalidade Portuguesa; Segundo:Dora Patrícia Silva Claudino Almeida Peres da Silva , de trinta e seis anos de idade,casada, natural de S. Sebastião da PedreiraLisboa,residente temporária em São Tomé, passaporte nº J145187,de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade das outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação. E por elas foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quota de responsabilidade limitada sob a denominação «OFICINA DOS SONHOS,LIMITADA» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo I É constituída uma sociedade comercial denominada Oficina de Sonhos, Limitada, abreviadamente denominada por Oficina dos Sonhos. Artigo II A sociedade comercial Oficina de Sonhos, Limitada, é constituída por tempo indeterminado, contando a sua existência a partir da data de celebração da respectiva escritura pública de constituição. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo III A sociedade comercial Oficina de Sonhos, Limitada, tem a sua sede na cidade de São Tomé, Distrito de ÁguaGrande, podendo ser transferida para qualquer outro local, mediante decisão da gerência, aprovada pela maioria do capital social. Artigo IV 1. A sociedade comercial Oficina de Sonhos, Limitada, tem por objecto a realização de todas as actividades inerentes à Educação, o Ensino e às Actividades de Tempos Livres e outras ligadas ou conexas com estas, construindo e instalando estabelecimentosde ensino de qualquer nível, bem como creches e infantários. 2. A sociedade poderá igualmente dedicarse à gestão de estabelecimentos acima referidos e a comercialização de todos os equipamentos, incluindo os materiais escolares de qualquer natureza ou tipo. 3. A sociedade poderá finalmente participar em consórcios visando as actividades constantes do objecto da sociedade ou na constituição de sociedades com o mesmo objecto ou com ele relacionado. Artigo V 1. O capital social é de Cento e Cinquenta Milhões de Dobras (Dbs. 150 000 000,00),integralmente subscrito e realizado em dinheiro. 2. O referido capital social encontrase dividido em duas quotas de igual valor, pertencentes respectivamente as sócias Ana Carla Oliveira de Sousa Santos e de Dora Patrícia Silva Peres da Silva. 3. O capital social poderá ser aumentado por determinação da lei ou por deliberação da Assembleia Geral em uma ou mais vezes. Artigo VI Não são exigíveis prestações suplementares de capital, mas as sócias poderão fazer à sociedade suprimentos de que ela careça, mediante juros e condições unanimemente estipulados. Artigo VII REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas A cessão de quotas entre as sócias é livre, dependendo a cessão a terceiros do consentimento dos restantes sócios, aos quais é dada preferência na proporção das suas respectivas quotas. Artigo VIII 1. A gerência da sociedade e a sua representação em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passivamente, serão exercidas por ambas as sócias. 2. A sociedade obrigará validamente mediante a assinatura de ambas as sócias ou da pessoa em quem forem delegados poderes especiais para tal. 3. Em questões de mero expediente, bastará a assinatura de uma das sócias ou da pessoa a quem a gerência for confiada. Artigo IX Fica vedado aos gerentes obrigar a sociedade em actos e contratos diversos dos negócios sociais, tais como letras de favor, fianças ou obrigações semelhantes. Artigo X As deliberações sociais são tomadas por votos exprimindo a maioria do capital e deverão constar de actas ou documentos escritos e devidamente assinados pelas sócias presentes ou representados. Artigo XI Os lucros líquidos apurados, depois de deduzidas as reservas legais e quaisquer outras reservas especiais que as sócias entendam constituir,serão divididos entre as sócias na proporção das suas respectivas participações no capital social, bem como as perdas, se for caso disso. Artigo XII O exercício social corresponderá ao ano civil e os balanços sociais serão dados em trinta e um de Dezembro de cada ano, devendo o relatório e contas estar aprovados e assinados até trinta e um de Março do ano seguinte. Artigo XIII REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assembleias Gerais reunirão ordinariamente pelo menos uma vez por ano e extraordinariamente sempre que as sócias assim entenderem. As sócias poderão fazerse representar por terceiros, aos quais confira poderes especiais em carta dirigida ao Presidente da Assembleia. Artigo XIV Em todo o omisso, observarseão as deliberações das sócias regularmente tomadas e as disposições legais aplicáveis à matéria. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datado 03/09/20010, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura das outorgantes Assinatura da Directora _______________________ _____________________ _______________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos seis dias do mês de Outubro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amilcar Cabral, cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,compareceram como outorgantes: Primeiro:FELIPE EDGAR LOPES MOREIRA,maior,divorciado, natural do Brasil,residente na Avenida Marginal 12 de Julho, Distrito de Água Grande,de nacionalidade Portuguesa. Segundo:JORGE HUMBERTO LOPES MOREIRA,maior,solteiro, natural de Angola,residente na Rua D. Afonso Henriques,3506 Maia – Portugal,de nacionalidade Portuguesa. Terceiro:JUOCERLEE TAVARES GUADALUPE PEREIRA DE LIMA, maior,solteiro,natural de Lobata,residente na Av. Marginal 12 de Julho,Distrito de Água Grande, de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação: certificado de residência nº 155/2010, passaporte nº J507945 e bilhete de identidade nº 80590 passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação «OXYGEN,LDA» que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Primeiro Denominação e Sede Um – A Sociedade adopta a designação de “Oxygen, Indústria, Comércio e Serviços, Lda.”, abreviadamente designada por “Oxygen, Lda.” e tem a sua sede na Avenida Marginal 12 de Julho, N.º 1018, Distrito de Água Grande, São Tomé, São Tomé e Príncipe. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Dois – Por simples deliberação da Assembleia Geral, a sede social poderá ser transferida para outro local do País e/ou abrir filiais, sucursais ou delegações em qualquer outro local, mesmo no estrangeiro. Artigo Segundo Duração A sociedade durará por tempo ilimitado, iniciando a sua actividade nesta data. Artigo Terceiro Objecto Social O objecto da Sociedade consiste no exercício das seguintes actividades:prestação de serviços;indústria em geral; comércio;importação e exportação. Artigo Quarto Capital Social O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD 500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras), e está dividido em quinhentas quotas iguais de STD 1.000.000,00 (Um Milhão de Dobras) cada, distribuídos entre os sócios na seguinte ordem e proporção:Felipe Edgar Lopes Moreira, com duzentas e vinte e cinco quotas, correspondentes a quarenta e cinco por cento, e equivalente a STD 225.000.000,00 (Duzentos e Vinte e Cinco Milhões de Dobras);Jorge Humberto Lopes Moreira, com duzentas e vinte e cinco quotas, correspondentes a quarenta e cinco por cento, e equivalente a STD 225.000.000,00 (Duzentos e Vinte e Cinco Milhões de Dobras);Juocerlee Tavares Guadalupe Pereira de Lima, com cinqüenta quotas, correspondentes a dez por cento, e equivalente a STD 50.000.000,00 (Cinquenta Milhões de Dobras). Artigo Quinto Prestações Suplementares Mediante deliberação da Assembleia Geral, poderão ser exigidas aos sócios prestações suplementares, até ao limite das suas quotas. Artigo Sexto Participação noutras Sociedades A Sociedade poderá participar em quaisqueroutras Sociedades, legalmente constituídas, independentemente do respectivo objecto social, de origem nacional ou estrangeira. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo Sétimo Cessão de Quotas Um – A cessão de quotas, na totalidade ou em partes, depende do consentimento da Sociedade, excepto em caso de sucessão por morte, ou de doação a favor de herdeiros legítimos, casos em que nem mesmo a divisão de quotas carece de consentimento da Sociedade. Dois – Em caso de cessão onerosa de quotas, todos os demais sócios beneficiam direito de preferência. Artigo Oitavo Amortização de Quotas Um – A Sociedade poderá proceder à amortização das quotas nas situações previstas na Lei, por acordo negociado com o seu titular e ainda nos casos em que as quotas sejam empenhadas, arroladas, arrestadas penhoradas ou incluídas em massa falida ou insolvente, ou quando qualquer sócio, directa ou indirectamente, impeça a regular operação da Sociedade, promova o seu descrédito ou viole os princípios consagrados no presente estatuto. Dois – Nos casos previstos no número anterior, o valor da contrapartida da amortização será igual ao valor da quota a amortizar, excepto no caso de acordo negociado. Artigo Nono Balanço e Lucros Um – Os balanços serão anuais e encerrados a trinta e um do mês de Dezembro de cada ano e os lucros líquidos serão apurados, depois de deduzir a percentagem que for estabelecida para o fundo de reserva legal e quaisquer outros. Dois – Os lucros líquidos que resultem dos balanços, só serão distribuídos aos sócios, se a Assembleia Geral deliberar nesse sentido, por maioria simples dos votos presentes e representados na reunião em que tal matéria constar da ordem de trabalhos. Três – A distribuição dos lucros pelos sócios será feita na proporção das suas quotas. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Quatro – Os prejuízos, se os houver, serão igualmente suportados pelos sócios, na proporção das suas quotas. Artigo Décimo Gerência Um – A Administração da Sociedade, bem como a sua representação, serão exercidas pelos sócios. Ficando desde já nomeados sócios gerentes os dois sócios maioritários. Dois – Para que a Sociedade fique validamente obrigada, é suficiente a assinatura de qualquer um dos sócios gerentes. Três – Fica expressamente vedado ao gerente obrigar a Sociedade em letras de favor, avales, abonações, aquisições de participações sociais em outras Sociedades ou quaisquer actos ou documentos estranhos aos negócios sociais. Artigo Décimo primeiro Assembleia Geral e Deliberações Um – As reuniões da Assembleia Geral serão convocadas pelo menos com quinze dias de antecedência. Dois – Os sócios podem delegar num outro o seu direito de voto, em cartas por eles assinadas. Três – Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. Artigo Décimo segundo Exoneração dos Sócios e Dissolução Um Qualquer sócio pode exonerarse da Sociedade, devendo comunicar por escrito à Sociedade a sua pretensão, após o que caberá à Sociedade propor, nos prazos legais, a aquisição da quota ou deliberar sobre a sua amortização. A Sociedade pode adquirir a quota nas previstas no número dois do artigo sétimo. Dois – Por morte ou interdição de qualquer dos sócios a sociedade poderá não se dissolver, se assim for entendido por consenso, caso em que ela continuará com os sócios remanescentes e capazes e os herdeiros dos falecidos ou falecido ou representantes legais dos interditos ou interdito, devendo estes nomear um que a todos represente na sociedade, enquanto a respectiva quota permanecer indivisa. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Três – Se a sociedade for dissolvida por acordo dos sócios e nos demais casos legais, todos os sócios serão liquidatários e a partilha será efectuada conforme for acordado. Quatro – Na falta de acordo, se um dos sócios o pretender será o activo social licitado no seu todo com obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer, em igualdade de condições. Artigo Décimo terceiro Disposições Transitórias A gerência fica desde já autorizada a proceder ao levantamento de parte ou totalidade do capital social depositado, a fim de custear as despesas de constituição, instalação de sede social e outras que se mostrem necessárias. Artigo Décimo quarto Omissões Em todo caso omisso regularão as disposições legais aplicáveis às Sociedades por quotas de responsabilidade limitada. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada pela Direcção Geral dos Registos e Notariados, datada de vinte e cinco de Agosto de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Alteração Parcial do Pacto Social Divisão, Cessão de Quotas e Alteração do Tipo Societário Aos trinta dias do mês de Novembro do ano dois mil e onze, no Guiché Único para Empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, Cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço, exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: GUILHERME POSSER DA COSTA, advogado, com escritório na Avenida Kwame N’Krumah,Distrito de Água Grande, cédula profissional número O1, que outorga na qualidade de procurador da Sociedade SATOCAO UNIPESSOAL, LDA., Sociedade Unipessoal por quota de Responsabilidade Limitada, com sede na Avenida Kwame N’Krumah, Cidade de São Tomé, de capital de 2.450.000.000,00 (Dois mil milhões, quatrocentas e cinquenta milhões de Dobras), equivalente a 100.000 (Cem mil Euros), ao câmbio de 24.500,00 (Vinte quatro mil e quinhentas Dobras), contribuinte nº 517686964, registada neste Guiché Único de Empresas sob o número 51/010, conforme a deliberação da Assembleia Geral Extraordinaria datada de dezoito de Outubro do corrente ano devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade do outorgante, por conhecimento pessoal. E por ele, na qualidade que representa, foi dito: Que o seu representado, SATOCAO UNIPESSOAL, LDA., é uma Sociedade Unipessoal por quota de responsabilidade limitada, constituída por escritura de dezaseis de Dezembro do ano dois mil e dez, lavrada no Guiché Único para Empresas, e exarada sob o processo n.º75/2010. Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral da referida Sociedade datada de dezoito de Outubro de dois mil e onze, cuja acta me foi presente e arquivo, o sócio único, sociedade HARANA HOLDING (CYPRUS) LIMITED, decidiu dar em cessão partes de sua quota a favor de Stéphane Granier Defere, REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE(UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Philippe Perles e Arnaud Chouraki, alterando o tipo societário de Sociedade Unipessoal por Quota de responsabilidade limitada para a Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada, e consequentemente altera os artigos um, quatro e oito que passa a ter a seguinte e nova redacção. Artigo Um Denominação Social e Duração Um A Sociedade adopta a denominação SATOCAO, LDA. Dois É uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada criada por tempo indeterminado. Artigo Quatro Capital Social Um – O capital social é de STD.2.450.000.000,00 (Dois mil milhões, quatrocentas e cinquenta milhões de dobras), equivalente a 100.000 (Cem mil Euros), ao câmbio de 24.500,00 (Vinte quatro mil e quinhentas dobras), distribuído em quatro quotas da seguinte forma: a) Uma quota no valor de STD.514.500.000,00 (quinhentos e catorze milhões e quinhentas mil Dobras), equivalente a 21% do capital social, pertencente a Stephane Granier; b) Um quota no valor nominal de STD.612.500.000,00 (seiscentos e doze milhões e quinhentas mil Dobras, corresponde a 25% do capital social, pertencente a Philippe Perles; c) Uma quota no valor de STD.122.500.000,00 (cento e vinte e dois milhões e quinhentas mil Dobras) equivalente a 5% do capital social, pertencente a Arnaud Chouraki; d) Uma quota no valor de STD.1.200.500.000,00 (mil milhões, duzentos milhões e quinhentas mil de Dobras), correspondente a 49% do capital social pertencente a Sociedade Harana Holding (Cyprus),Lda. Artigo Oito Administração Um INALTERADO. Dois Cinco dos membros do Conselho de Gerência, sendo um o Presidente, será proposto pelo sócio, a sociedade Harana Holding (Cyprus),Lda. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Três INALTERADO. Quatro INALTERADO. Cinco – INALTERADO. Assim o disse e outorgou: Instruí este acto os documentos já referidos no contexto desta escritura. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Está conforme. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora _________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Alteração Parcial do Pacto Social Cessão de Quotas e Admissão do Novo Sócio Aos dezanove dias do mês de Outubro do ano dois mil e doze,no Guiché Único para Empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral,Cidade de São Tomé,perante mim Licenciado Joel Vilhete d`Alva Teixeira, em substituição de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceram como outorgantes: Primeiro: João Tomás Fernandes Barbosa Neto, divorciado, natural de S.Tomé, residente na Vila de PantufoS.Tomé, de nacionalidade Santomense, que outorga na qualidade de procurador do Sr. Jorge Humberto Lopes Moreira, maior, solteiro, natural de Angola, residente na Rua D. Afonso Henriques,3506.3ºTraseiras, passaporte nº J507945, de nacionalidade Portuguesa, com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de dez de Outubro de dois mil e doze, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Segundo: MOHAMMAD EL KHATIB, solteiro,natural de Palestina, residente no Bairro Dolores, de nacionalidade Palestiniana. Terceiro: FELIPE EDGAR LOPES MOREIRA, divorciado, Natural de Brasil, residente na Av. Marginal 12 de Julho, de nacionalidade Portuguesa. Verifiquei a identidade dos outorgantes, pela exibição do seu Bilhete de Identidade nº 01269 de 11/02/1996 pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de S.Tomé do segundo e terceiro outorgantes pela exibição dos cartões de residência nºs 494 e 155, de 20/10/2010 e 23/07/2012, respetivamente emitido pelos Serviços de Migração e Fronteiras de S.Tomé. E por eles, foi dito:Que o primeiro e terceiro outorgantes são os únicos e actuais sócio da sociedade «ARGON, LDA.,» Sociedade por Quota de Responsabilidade Limitada,constituída por escritura pública de sete de Outubro do ano dois mil e dez no Guiché Único para Empresas, rgistada sob o número 16/20101007, com o cartão contribuinte nº517676985. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral da referida sociedade datada de dez de Outubro de dois mil e doze, cuja Acta nº 01/2012 me foi presente e arquivo, os sócios, resolveram proceder a cedência de quota e admissão de novo sócio, e, consequentemente altera o artigo quarto, que passa a ter a seguinte e nova redacção. Artigo Quarto Capital Social O capital social integralmente realizado em dinheiro é de STD 500.000.000,00 (Quinhentos Milhões de Dobras), e está dividido em quinhentas quotas iguais de STD 1.000.000,00 (Um Milhão de Dobras) cada, distribuídos entre os sócios na seguinte ordem e proporção: Felipe Edgar Lopes Moreira, com uma participação social de STD.167.500.000,00 (cento e sessenta e sete milhões e quinhentas mil Dobras) equivalente a 33,5% do capital social. Jorge Humberto Lopes Moreira, com uma participação social de STD.167.500.000,00 (cento e sessenta e sete milhões e quinhentas mil Dobras) equivalente a 33,5% do capital social. Mohammad El Khatib, com uma participação social de STD.165.000.000,00 (cento e sessenta e cinco milhões de Dobras) equivalente a 33% do capital social. Assim o disseram e outorgaram: Instruí este acto os documentos já referidos no contexto desta escritura. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Está conforme. Assinatura do Outorgante Assinatura da Directora _________________________ ________________________ _________________________ _________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Alteração Parcial do Pacto Social Aos vinte e quatro dias do mês de Janeiro do ano dois mil doze,no Guiché Único para Empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral, Cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceram como outorgantes: Primeiro:João da Silva Afonso,casado com Maria Luisa da Costa Rita Afonso,sob regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Conceição – S. Tomé, residente na Rua Padre Martinho Pinto da Rocha, de nacionalidade Santomense. Segundo:Eulália Salvador da Cruz Cunha Afonso,casada com Joaquim Salvador Afonso,sob regime de comunhão de bens adquiridos,natural de ConceiçãoS.Tomé,residente em Poto Poto S.Tomé,de nacionalidade Santomense. Terceiro:Joaquim Salvador Afonso,casado com Eulália Salvador da Cruz Cunha sob regime de comunhão de bens adquiridos,natural de Conceição, residente em Poto Poto S.Tomé, de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes,sendo o primeiro pela exibição do Bilhete de Identidade nº15819,de um de Fevereiro de dois mil e cinco,segundo pela exibição do Bilhetede Identidade nº 21648,de dezasseis de Janeiro de dois mil e doze,terceiro pela exibição do Bilhete de Identidade nº33222,de dezasseis de Janeiro de dois mil e doze, respectivamente todos emitidos pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por eles foi dito: Que são os únicos e actuais sócios da Sociedade “ECIEM, LDA.”, Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada,constituída por escritura pública de dez Setembro de dois mil e dez, lavrada no Guiché Único para Empresas, e exarada sob o processo nº 06/2010,matriculada sob o n.º Ap.N.º06/20100917 e cartão de contribuinte fiscal n.º517672467. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral da referida Sociedade datada de doze de Janeiro de dois mil e doze, cuja acta me foi presente e arquivo, os sócios decidiram proceder a alteração parcial do pacto social, mediante alteração do objecto social,e consequentemente altera o artigo segundo, que passa a ter a seguinte e nova redacção. Artigo 2º (Objecto Social) O seu objecto consiste no exercício das actividades na construção civil, manutenção,comercio geral, importação e exportação, venda de materiais de construção civil, prestação de serviços podendo explorar qualquer outro ramo para o qual não seja necessário autorização especial. Assim disseram e outorgaram: Instruí este acto os documentos já referidos no contexto desta escritura. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Está conforme. Assinatura dos Outorgantes Assinatura da Directora _________________________ ________________________ _________________________ _________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Alteração Parcial do Pacto Social Cessão Total de Quotas e Alteração do Tipo Societário Aos sete dias do mês de Junho do ano dois mil e onze,no Guiché Único para Empresas,sito na Avenida Amílcar Cabral, Cidade de São Tomé,perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária,compareceu como outorgante: GUILHERME POSSER DA COSTA,casado,natural de Conceição São Tomé,residente na Rua da Caixa,Distrito de Água Grande,que outorga na qualidade de procurador e em representação da Sociedade SATOCAO,LDA.,sociedade por quota de responsabilidade limitada,com sede na Avenida Kwame N’Krumah,Cidade de São Tomé,de capital de 2.450.000.000,00 (Dois mil milhões, quatrocentas e cinquenta milhões de Dobras),equivalente a £100.000(Cem mil Euros),ao câmbio de 24.500,00(Vinte quatro mil e quinhentas Dobras),contribuinte nº 517686964,registada neste Guiché Único de empresas sob o número 51/010, e da Sociedade HARANA HOLDING (CYPRUS),LDA.,sociedade por quota de responsabilidade limitada,com sede em Arch.Makariou II,284,Fortuna Court Block B,2ndFloor,P.C3105,Limassol Cyprus,registada sob o número HE261143,com poderes necessários para este acto,conforme a deliberação da Assembleia Geral Extraordinaria datada de vinte e cinco de Maio do corrente ano e a procuração de 6 de Abril do corrente ano devidamente legalizada que me foi presente e arquivo. Verifiquei a identidade do outorgante,por conhecimento pessoal e pela exibição do seu bilhete de identidade n.09960, de vinte e cinco de Julho de dois mil e cinco,passado pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé. E por ele,na qualidade que representa,foi dito:Que o seu representado SATOCAO,LDA.,é uma Sociedade por quotas de responsabilidade limitada,constituída por escritura de dezaseis de Dezembro do ano dois mil e dez,lavrada no Guiché Único para Empresas,e exarada sob o processo n.º75/2010. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Que de harmonia com a deliberação da Assembleia Geral dos sócios da referida Sociedade datada de três de Maio de dois mil e onze,cuja acta me foi presente e arquivo,os sócios resolveram de comum acordo proceder à cessão total de quotas a favor da Sociedade Harana Holding(Cyprus),Lda e alteração do tipo societário de sociedade por quotas de responsabilidade limitada para o tipo societário Sociedade Unipessoal por quotas de responsabilidade limitada,e consequentemente alteram os artigos um,quatro e oito que passa a ter a seguintes e nova redacção. Artigo Um Denominação Social e Duração Um A Sociedade adopta a denominação SATOCAO UNIPESSOAL, LDA. Dois É uma sociedade unipessoal por quotas de responsabilidade limitada criada por tempo indeterminado. Artigo Quatro Capital Social Um – O capital social é de 2.450.000.000,00(Dois mil milhões,quatrocentas e cinquenta milhões de dobras), equivalente a £100.000(Cem mil Euros),ao câmbio de 24.500,00(Vinte quatro mil e quinhentas dobras),representado por única quota de 2.450.000.000,00(Dois mil milhões,quatrocentas e cinquenta milhões de dobras)pertencente a Sociedade Harana Holding(Cyprus),Lda. Artigo Oito Administração Um INALTERADO. Dois Cinco dos membros do Conselho de Gerência, sendo um o Presidente,será proposto pelo sócio único,a sociedade HARANA HOLDING(CYPRUS)LDA. Três INALTERADO. Quatro INALTERADO. Cinco – INALTERADO. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Assim o disse e outorgou: Instruí este acto os documentos já referidos no contexto desta escritura. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Está conforme. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora _________________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e oito dias do mês de Setembro do ano dois mil e dez,no Guiché Único para empresas,sito na Avenida Amilcar Cabral,cidade de São Tomé, perante mim Licenciada Ilma Vaz da Trindade Salvaterra,Directora do referido serviço, compareceram como outorgantes: Primeiro:ELISANGELA GONÇALVES D'ALVA SALVATERRA NOVAIS DE CEITA,de trinta e quatro anos de idade,casada,natural de Conceição – São Tomé,residente em Campo de Milho,Distrito de ÁguaGrande,Bilhete de Identidade nº 118441,de nacionalidade Santomense. Segundo:LUIZ RODRIGUES NOVAIS DE CEITA,de quarenta e cinco anos de idade,casado,natural de Santa Isabel – Fernando Poó,residente em Campo de Milho,Distrito de ÁguaGrande, Bilhete de Identidade nº 45189,de nacionalidade Santomense. Verifiquei a identidade dos outorgantes, por conhecimento pessoal e pela exibição dos seus documentos de identificação bilhete de identidade. E por eles foi declarado:Que pela presente escritura, resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob a denominação«GRUPO B & E, LIMITADA»,que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1º Denominação e Sede A sociedade adopta a denominação de GRUPO B&E, LDA comsede em S. Tomé, Bairro Maria Emília, Distrito de Água Grande, podendo abrir filiais, sucursais, agências e outras formas de representação dentro do País ou no estrangeiro, de acordo com a vontade dos sócios e desde que a lei o permita. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Artigo 2º Duração A sua duração é por tempo indeterminado e o seu começo é a partir da data da sua constituição. Artigo 3º Objecto Social O seu objecto social é o exercício, gestão de investimentos, prestação de serviços, comercio geral, importação e exportação e imobiliária, podendo entretanto, dedicarse a qualquer outro ramo de comércio ou indústria em que os sócios acordem e seja permitido por lei. Artigo 4º Capital Social O capital social é de STD 50.000.000,00 (Cinquenta Milhões de Dobras), integralmente realizado em dinheiro e representado por 2 (duas) quotas, sendo uma no valor nominal de STD 25.000.000,00 (Vinte e Cinco Milhões de Dobras) correspondente a 50% do capital, pertencente a sócia Elisangela Gonçalves D’Alva Salvaterra Novais de Ceita a outra quota no valor nominal de STD 25.000.000,00( Vinte e Cinco Milhões de Dobras) equivalente a 50% do capital, pertencente ao sócio Luiz Rodrigues Novais de Ceita, respectivamente. Artigo 5º Cessão de Quotas 1.A cessão de quotas entre os sócios é livre, mas quando feita a favor de terceiros fica dependente do consentimento da sociedade. 2.Em caso de cessão onerosa de quotas, os sócios beneficiam de direito de preferência. Artigo 6º Gerência 1. A gerência e a administração da Sociedade, em todos os seus actos e contratos, em juízo e fora dele, activa e passivamente, incumbe a sócia Elisangela Gonçalves D’Alva Salvaterra Novais de Ceita, que desde já fica nomeada gerente, com dispensa de caução, bastando a sua assinatura para obrigar validamente a sociedade. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2. O sócio gerente poderá delegar mesmo em pessoa estranha a sociedade todos ou parte dos seus poderes de gerência, conferindo para o efeito, o respectivo mandato, com o consentimento do outro sócio. 3. Fica vedado ao gerente obrigar a sociedade em actos e contratos estranhos aos negócios sociais da sociedade, tais como, letras de favor, fiança, abonações ou outros actos que lezem a sociedade. Artigo 7º Assembleia Geral 1. A Assembleiageral será convocada por simples carta registada dirigida aos sócios com pelo menos quinze dias de antecedência. 2.Os sócios podem delegar num outro, o seu direito de voto, em carta por eles assinado. 3.Todas as decisões devem constar de uma acta aprovada e assinada por todos os presentes. Artigo 8º Lucros Líquidos Os lucros líquidos apurados, depois de deduzida a percentagem legal para o fundo de reserva, e quaisquer outras percentagens para o fundo especiais criados em Assembleia geral, serão divididos pelos sócios na proporção das suas quotas, bem como as perdas se as houver. Artigo 9º Dissolução A sociedade não se dissolverá por morte ou interdição de qualquer sócio, continuando com os sobrevivos e os herdeiros ou representantes do sócio falecido ou interdito devendo estes nomear um que a todos represente enquanto a quota se mantiver indivisa. Artigo 10º Conflito 1. Em caso de dissolução da sociedade serão liquidatários os sócios, e à liquidação e partilha procederão nos termos da Legislação Comercial em vigor, na falta de acordo, e se algum deles o pretender, será licitado em globo com obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer em igualdade de condições. REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas 2.Para todas as questões emergentes do presente estatuto, quer entre os sócios, seus herdeiros ou representantes, quer entre eles e a própria sociedade,fica estipulado o foro da comarca de São Tomé, com renúncia a qualquer outro. Artigo 11º Casos Omissos Nos casos omissos regularão as deliberações sociais, desde que tomadas em forma legal e as disposições legais vigentes e aplicáveis em São Tomé e Príncipe. Assim disseram e outorgaram. Instruí este acto a certidão passada por este serviço, datada de vinte e dois de Setembro de dois mil e dez, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Este registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do(s) Outorgante(s) Assinatura da Directora ________________________ ______________________ ________________________ REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (UNIDADE – DISCIPLINA – TRABALHO) MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DA REFORMA DO ESTADO GUE – G uiché Ú nico para E mpresas Acto de Constituição de Sociedade Aos dezaseis dias do mês de Dezembro do ano dois mil e dez, no Guiché Único para empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, perante mim Licenciada de Ilma Vaz da Trindade Salvaterra, Directora do referido serviço,exercendo o cargo de notária, compareceu como outorgante: PHILIPPE PERLES,casado com Ariella Perles Herzog em regime de separação de bens, natural de Suiça, residente em São Tomé, Distrito de Água Grande,na qualidade de mandatário das Sociedades AFRINVEST HARMONY LIMITED, sociedade constituida na base da Lei da República de Cyprus, com sede em Arch.Makariou III,284 Avenue, Fortuna Court, Block B, 2nd floor, 3105, Limassol, e NOVEL MANAGEMENT SERVICES, SA, sociedade anónima, constituida na base das Leis Suiças, com sede em 46 Avenue Industrielle,1227 Carouge, Switzerland, com poderes específicos conforme as Actas do Conselho de Gerência Especifica e das procurações datadas de 20 de Novembro de 2010. Verifiquei a identidade do outorgante,pela exibição do Passaporte n.º F3393350, de nove de outubro de dois mil e dez, emitido em Genebra pelas Autoridades Suiça. E por ele, na qualidade que representa foi dito: Que pela presente escritura,os seus representados,resolveram entre si constituir uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada sob denonimação SATOCAO,LDA, que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo Um Denominação Social e Duração Um A Sociedade adopta a denominação SATOCAO, LDA. Dois É uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada criada por tempo indeterminado. Artigo Dois Sede Social A sociedade tem a sua sede na cidade de São Tomé na Avenida Kwame N’Krumah, que pode ser transferida, por decisão da Assembleia Geral. Artigo Três Objecto Social A sociedade exerce em São Tomé e Príncipe ou no Estrangeiro as actividades agroindustriais, e em especial: a) A plantação e vulgarização de cacaueiros; b) A produção e exportação de cacau comercial, Biologico e convencional, destinada a exportação, certificado com o selo na base de um comercio justo; c) Encorajamento e promoção da diversificação agricola d) Produção de outras culturas indiginas; e) Exploração de qualquer unidade de processamento de cacau ou outras plantas sob regime de zona franca; f) Participação directa ou indirecta em outras actividades di recta ou indirectamente conexas