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Diagnóstico H/A Imunofluorescência direta (IFD) + prova biológica ETIOLOGIA Lyssavirus, da família Rhabdoviridae com oito genótipos. S.C Humanos Hiperestesia, paralisia muscular, hipersensibilidade aos estímulos sensoriais, miofasciculações e dificuldade de coordenação motora, seja voluntária ou involuntária. Transmissão H/A Através da inoculação do vírus presente na saliva do animal infectado, em geral por mordida, e mais raramente por arranhaduras ou lambeduras de mucosas ou pele com solução de continuidade. Doença de notificação compulsória. S.C Animais Fase Prodrômica: Mudanças comportamentais: escondem- se em lugares escuros, agitação intensa Fase Excitativa: Sinais de agressividade, salivação abundante, movimentos de pedalagem, nistagmo, sem febre, alteração na tonalidade (bitonal)do latido, paralisia das cordas vocais. Fase Paralítica: Paralisia da glote aumento da salivação, convulsão morte em até 10 dias Caninos O vírus aparece na saliva até 2-5 dias antes dos sintomas. Incubação em Humanos: Variável - dias até 2 anos Depende do local da mordida e quantidade de vírus inoculado. Antropozoonose Período Prodrômico: horas à 3 dias Período de Estado: 2 à 10 dias. Bovinos Incubação: 25 a 100 dias Após os primeiros sintomas: morte em até 10 dias. Se isolam do grupo, pelo eriçado, depressão, dificuldade para deglutir, parada ruminal, perda da articulação do boleto, pupilas dilatadas, sonolência, acessos de fúria raros, incoordenação motora, caem e não levantam mais, paralisia. Não há tratamento Destruir furnas de morcegos hematófagos Isolar o animal suspeito por 10 dias Destruir os cadáveres Na Raiva urbana os vetores são os caninos. Na Raiva silvestre os vetores são o morcego hematófago e os animais selvagens (canídeos).