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Doenças restritivas
Menor complascência 
Pouco volume entrando: em compesação, faz mais ircurssôes, porém mais curtas
Hipoventilação – baixo volume
Taquipneia: ventila rápido, mas superficial.
Geralmente, encontra-se isso em pacientes restritos ao leito. 
Pacientes neurológicos geralmente são restritivos.
Expansão pulmonar
Depende da habilidade dos músculos respiratórios de gerar pressão negativa intrapleural eficiente e da integridade da caixa torácica
Musculatura acessória exp: Diafragma e intercostais externos
Redução da ventilação alveolar
Mecanismo agudo ou crônico que produz redução da renovação do ar alveolar (ventilação alveolar)
· Menos O2 arterial
· Mais acúmulo de CO2 arterial
Gerando maior trabalho respiratório.
É a retenção de CO2 que te “lembra” de respirar. Quando tem mais CO2, ele aumenta o trabalho. 
Gerando dispineia e cianose!
Causas:
· Alteração na distribuição de gás alveolar;
· Alteração intersticial (doenças restritivas, pus, abcessos tumores);
· Alteração pleural e/ou externa dos pulmões (obesidade, gravidez). 
Dentro da barriga da mãe, tem líquido nos alveolos. O bebê pode aspirar liquido – o que gera o soluço. O cordão é o responsável pela respiração do bebê.
Quando o bebê nasce e chora, gera pressão positiva, que facilita a absorção desse líquido e o bebê começa a respirar sozinho. Se o bebê não tem essa absorção, ele pode ter características restritivas.
Surfactante – comeca a ser produzido por volta de 20 semanas e o seu pico é nas 34 semanas. Então, se a criança nascer após as 34 semanas, talvez não seja necessário ventilação. Antes disso pode haver a necessidade de ventilação e aplicação de surfactante exógeno.
A saturação do RN não pode passar de 99%-100%
Pacientes que fazem uso de oxigênio por muito tempo podem ter características restritivas.
Alteração na distribuição de gás alveolar
· Manutenção de decúbito por tempo prolongado;
· Obstrução distal;
· Dificuldade em realizar inspiração profunda (desordens neurológicas, dedação, PO de cirurgia torácica ou abdominal superior e obesidade);
· Alteração intesticial: Edema pulmonar ou Fibrose pulmonar
· Alteração pleural e/ou externa: pneumotórax, derrame pleural, deformidades torácicas.
Base fisiológica da terapia de expansão pulmonar
PL = Palv - Ppl 
pressão transpulmonar = pressão alveolar – pressão pleural
parede do tórax: músculos inspiratórios
Eu faço as tecnicas e fortalecimento e a musculatura vai ativar.
- Quanto maior a pressão transpulmonar, maior a expansão alveolar.
Terapia de Expansão Pulmonar
Inspiração profunda: menor Ppl – quanto menor a pressão pleural, mais expande.
Exercício com pressão positiva VVAA: maior Palv
Posso trabalhar aumentando a pressão alveolar, ou diminuindo a pressão pleural.
Objetivos da terapia de Expansão pulmonar
· Melhorar a distribuição da ventilação.
· Melhorar / normalizar estabilização alveolar.
· Melhorar mobilidade torácica.
· Aumentar a capacidade residual funcional e capacidade pulmonar total.
· Melhorar o padrão respiratório.
· Prevenir complicações respiratórias.
· Reduzir dispinéia.
Resursos não instrumentais
· Manobras manuais
· Exercícios respiratórios
· Padrões musculares respiratórios
· Posicionamento corporal – depende da área onde está a secreção. Muito semelhante a drenagem postural.
· Ambu
Geralmente para a diminuição da pressão pleural, exceto o ambu
Recursos instrumentais
· Espirometria de incentivo (EI)
· Respiração com pressão positiva intermitente (RPPI) – reanimador de muller
· Terapia com pressão positiva nas VVAA – máscara de PEP (não auxilia a ins, mas restringe a exp)
Geralmente para a aumento da pressão alveolar
30/08/2022
Posicionamento corporal
· Todos os pacientes se beneficiam.
· Contraindicações: aumento de Pressão Intra Craniana, instabilidade hemodinâmica, condição externa ou do paciente que impeça o posicionamento exigido.
Contenção manual
Direcionamento de fluxo. Se eu tenho um hemitorax que está legal, posso conter a expansão deste, direcionando o fluxo de ar para o outro lado.
Adendo: não necessariamente, o lado mais comprometido dará conta. Melhor mudar de decúbito e colocar um travesseiro para conter.
Indicações: pct não colaborativo ou incapaz de realizar manobras ativas e posicionamento corporal não é possível
Contra-indicações: instabilidade do gradil costal e dor.
Exercícios respiratórios
Exercício com freno labial
- PEP rudimentar;
- retarda o colapso dinâmico (menor hiperinsuflação) e melhora as trocas gasosas;
- associado aos exercícios;
- Exercicio diafragmático
Melhora a ventilação, principalmente nas bases pulmonares.
- Técnica:
· pct sentado
· mão dominante sobre a região abdominal e mão naõ dominante sobre o esterno
· inpiração nasal lenta (sem atingir CPT), promovendo elevação da região abdominal.
- Variação:
· Decúbito lateral
· Perna inferior em flexão e superior estendida (promove maior movimentação da hemicúpula diafragmática inferior).
Exercício de expansão torácica localizada
- Apoio manual (propriocepção) na região torácica em que se deseja a expansão.
- Técnica:
· Apoio manual inferior (uni ou bilateral)/ apical/ posterior
· Inspiração nasal lenta, direcionando a expansão para o local de apoio.
· Pode-se autoaplicar com utilização de faixa costo-cinética
- contraindicações: pcts que não conseguem realizar
Padrões musculares respiratórios
 Inspiração profunda 
– insp lenta e profunda até atingir a CI. Expiração lenta até VC.
Inspiração fracionada 
– solicita-se que o pct fracione a insp de 2 a 3 tempos, curtas pausas respiratórias e a exp deve ser realizada até a capacidade residual funcional.
Soluços ou suspiros inspiratórios
· Inspirações breves e sucessivas
· Pausas insp: melhora redistribuição dos gases (equalização de pressões).
· Tecnica: estímulo manual abdominal
· Insp nasal, sucessivas e rápida, até atingir a CPT com pausas intermediárias.
· Expiração: suave e prolongada, com freno labial.
· Progredir até o número de suspiros conforme a evolução do pct.
Expiração abreviada
- Insp sucessivas acompanhadas por breves expirações até atingir a CPT;
- mais utilizada em idosos;
- Tecnica :
· Estímulo manual preferencialmente abdominal
· Insp nasal a pequeno volume + expiração breve + insp a médio volume + expiração breve + insp até atingir a CPT
· Expiração suave e prolongada associada a freno-labial.
Exercício desde o VR
Melhora da ventilação nos ápices
Muito usada em restritivos (ex. pct com pneumonia)
Técnica:
Sentado
Apoio manual no tórax superior (durante insp e exp)
Expiração prolongada até o VR
Inspiração nasal e profunda, dirigida para a expansão de tórax superior.
Sustentação máxima de insp (SMI)
- Técnica:
· Inspiração nasal e lenta até atingir a CI
· Sustentação da insp por 3 segundos
· Expiração sem esforço com freno-labial
Manobra de reexpansão pulmonar(MARP)
- Ou Manobra de compressão e descompressão torácica ou manobra de descompressão torácica ou descompressão torácica abrupta localizada ou manobra de pressão negativa.
- Gera uma descompressão abrupta que gera negativação da pressão pleural local – direcionamento de fluxo
- Técnica:
· Oriente o pct a exp prolongadamente. Aplicar compressão manual lenta ao final da exp.
· Solicite insp profunda. No início da insp, retire a compressão abruptamente. Pct faz um ““SOLUÇO””
INDICAÇÕES: pct não colaborativos ou incapazes de realizar as manobras ativas. Coadjuvante a outras técnicas.
Contra-indicações: instabilidade de gradil costal, dor, “”incapacidade de manter a glote aberta durante a manobra”” APENAS PARA AUMENTAR A EFETIVIDADE DA TÉCNICA.

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