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Material sobre a classificação de Los Angeles da esofagite erosiva. Explica importância e histórico (proposta em 1994, publicada em 1999), descreve os graus A–D com critérios de extensão das lesões e observa que alterações mínimas não são contempladas.

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Esofagite erosiva - Los Angeles - março 2016
Por Admin - Endoscopia Terapêutica - https://endoscopiaterapeutica.com.br
O uso de uma classificação para a graduação da esofagite erosiva é importante pois muda o prognóstico e
o tratamento do paciente e guia o médico na investigação da fisiopatologia da doença do refluxo
gastroesofágico.
A classificação de Los Angeles foi publicada em 1999 pela Organização mundial de gastroenterologia e
primeiramente proposta em 1994 no congresso mundial de gastroenterologia em Los Angeles. É a
classificação de esofagite erosiva mais utilizada e mais validada em estudos científicos devido a sua
simplicidade para reprodução entre diferentes observadores.
As alterações mínimas da TEG (opacidade, edema, vermelhidão, etc) não são contempladas nesta
classificação devido a baixa concordância interobservadores.
 Confira abaixo graus da Esofagite erosiva – Los Angeles
 
GRAU A - uma (ou mais) solução de continuidade da mucosa confinada às pregas mucosas, não
maiores que 5 mm cada;
 
GRAU B - pelo menos uma solução de continuidade da mucosa com mais de 5 mm de
comprimento, confinada às pregas mucosas e não contíguas entre o topo de duas pregas;
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Esofagite erosiva - Los Angeles - março 2016
Por Admin - Endoscopia Terapêutica - https://endoscopiaterapeutica.com.br
 
GRAU C - pelo menos uma solução de continuidade da mucosa confluente entre o topo de duas
(ou mais) pregas mucosas, ocupando menos que 75% da circunferência do esôfago;
GRAU D - uma ou mais quebra de mucosa que envolve ao menos 75% da circunferência do
esôfago
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Esofagite erosiva - Los Angeles - março 2016
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