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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
CADERNO DE CAMPO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III:
NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
MANAUS/ AM
2022
PATRÍCIA SOUZA DA SILVA
CADERNO DE CAMPO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: 
NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA
Este caderno de campo foi solicitado pela professora Maria do Perpetuo Socorro Moraes, e faz parte de processo avaliativo para a obtenção de nota no curso de licenciatura em pedagogia na disciplina Estágio Supervisionado III – Educação Especial e Inclusiva, Turma PED191N0, matutino.
 MANAUS/ AM
 2022 
SUMÁRIO
1 CADERNO DE CAMPO....................................................................................4
2 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES APRECIADAS EM SALA.............................5
2.1 Atividade Proposta do dia 02/02/2022.........................................................................5
2.2 Atividade Proposta do dia 09/02/2022.........................................................................5
2.3 Atividade Proposta do dia 16/02/2022.........................................................................6
2.4 Atividade Proposta do dia 09/03/2022.........................................................................7
2.5 Atividade Proposta do dia 23/03/2022.........................................................................8
2.6 Atividade Proposta do dia 06/04/2022.........................................................................8
2.7 Atividade Proposta do dia 23/04/2022.........................................................................9
2.8 Atividade Proposta do dia 27/04/2022.......................................................................10
2.9 Atividade Proposta do dia 04/05/2022.......................................................................10
2.10 Atividade Proposta do dia 11/05/2022.......................................................................11
3 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES APRECIADAS EM SALA DE REFERÊNCIA COM O ALUNO.........................................................................................................12
3.1 Atividade Proposta do dia 02/05/2022.......................................................................12
3.2 Atividade Proposta do dia 03/05/2022.......................................................................13
3.3 Atividade Proposta do dia 04/05/2022.......................................................................14
3.4 Atividade Proposta do dia 05/05/2022.......................................................................16
3.5 Atividade Proposta do dia 06/05/2022.......................................................................17
4. REFERENCIAS.....................................................................................................19
Instituição de ensino: Centro Universitário Fametro 
Local de estágio: Centro Educacional Escolar
Orientadora: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes
Curso: Licenciatura em Pedagogia 
Aluno(a): Patrícia Souza da Silva 
1. CADERNO DE CAMPO
Neste presente caderno de campo, fazem presentes os registros das observações no estágio supervisionado III – Educação Básica e Inclusiva com a orientado pela professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais, a fim de relacionar a teoria e a prática dentro do ambiente prático, o estágio ocorreu na escola de tempo integral Centro Educacional, e a observação foi realizada com o aluno da inclusão autista A. M. do 2° período integral do Ensino Infantil. Além de conter as aulas ministrada na instituição de ensino CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO.
O contato no estágio com as vivências dos alunos nos jogos e brincadeiras no no Ensino Infantil, 1° e 2° períodos, faz se necessário para que o mesmo perceba a importância da observação e coleta de registro em cada detalhe e interação das crianças, a partir desse olhar o estagiário conseguirá trazer em seu bojo experiências significativas que levará consigo ao exercer sua função de educador. Podendo intervir em um possível momento em sala de aula com a criança, tornando assim um aprendizado significativo. 
A atividade de estágio curricular em educação especial e inclusiva é uma atividade que se constitui de análise crítica da realidade educacional, das ações desenvolvidas no meio, dos procedimentos e recursos pedagógicos utilizados e adaptados às necessidades educativas dos educandos com necessidades educacionais especiais, estabelecendo um olhar amplo e sensível aos inseridos no cotidiano escolar da educação especial e inclusiva. 
O estágio em educação especial e inclusiva é um marco de suma importância na construção da identidade profissional, tanto do educador que atua há anos na área da educação especial, quanto para o educador que está iniciando a sua carreira profissional. O estágio curricular permite avaliar os diversos contextos educativos, uma vez que permitem inúmeras reflexões em torno dos aspectos didático-pedagógicos, administrativos, políticos, psicológicos, filosóficos, curriculares entre outros que compõem a instituição escolar. 
Diante disso, a realização das descrições das atividades através do caderno de campo, trazendo observações significativas para aprendizado acadêmico do estágio no primeiro e segundo períodos dos anos iniciais, no estágio de Educação Especial e Inclusiva.
2. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES APRECIADAS EM SALA
2.1 Atividade Proposta do dia 02/02/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Introdução e Diagnóstico 
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 02 de fevereiro, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. Apresentou a disciplina e fez uma introdução, quais os itens seriam analisados e estudados nesse período, explicou sobre o intuito do Estágio em campo, o objetivo de estarmos diante a realidade da Educação inclusiva. Em seguida passou um exercício diagnóstico e finalizou assim o primeiro dia de aula. 
A avaliação diagnóstica auxiliar na criação de um ambiente de maior motivação, favorecendo o aprendizado. Seja de maneira presencial ou remota, a aplicação da avaliação diagnóstica é válida e recomendada para identificar o quão eficaz está sendo o aprendizado e quais os conteúdos que estão sendo pouco assimilados. (SANTOS; CRUZ, 1999, p.13-14) Analisa-se que muitas das aquisições positivas na vida de tais alunos se deram através de atividades lúdicas, isto é, do brincar. A influência do brinquedo é destacada por Vygotsky (1989).
2.2 Atividade Proposta do dia 09/02/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Documentações para a realização do estágio e Ementas.
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 09 de fevereiro, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A professora falou sobre a ementa e o plano de aprendizagem da disciplina, além de nos orientar sobre as documentações do Estágio. Em seguida falou sobre o PPC – Projeto Político do Curso. Finalizou falando sobre a diferença entre Educação Inclusiva e a Educação Especial.
O Projeto Político Pedagógico é o instrumento por excelência para melhor desenvolver o plano de trabalho eleito e definido por um coletivo escolar; ele reflete a singularidade do grupo que o produziu, suas escolhas e especificidades. Nas escolas inclusivas, a qualidade do ensino não se confunde com o que é ministrado nas escolas-padrão, consideradas como as que melhor conseguem expressar um ideal pedagógico inquestionável, medido e definido objetivamente e que se apresentam como modelo a ser seguido e aplicado em qualquer contexto escolar. 
As escolas-padrão cabem na mesma lógica que define as escolas dos diferentes, em que as iniciativas paramelhorar o ensino continuam elegendo algumas escolas e valorando-as positivamente, em detrimento de outras. Cada escola é única e precisa ser, como os seus alunos, reconhecida e valorizada nas suas diferenças.
2.3 Atividade Proposta do dia 16/02/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Organização do desenvolvimento do semestre
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 16 de fevereiro, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A professora falou sobre a organização do desenvolvimento do semestre, falou sobre a aula expositiva; dialogada; Tempestade de ideias; Mapa Conceitual; Aula expositiva interativa, além das composições das notas e dos trabalhos que seriam feitos para compor essa nota. 
O estágio em educação especial e inclusiva forneceu-me um grande aprendizado e uma sólida formação por conta da participação real ao contexto educativo “especial”, por haver a reflexão da realidade ali exposta, onde se analisa os processos de inclusão x exclusão e da capacidade de conquistarmos á modificabilidade cognitiva humana, independentemente das limitações específica de cada pessoa. Em forma de conclusão do trabalho de estágio curricular, pode-se afirmar que as contribuições trazidas pelo trabalho foram gradativamente significativas á minha futura formação docente. 
Verificou-se que a inclusão social é possível, e através dela se obtêm maiores oportunidades e capacidade de estabelecer laços e se desenvolver fisicamente e cognitivamente todas as pessoas com necessidades especiais. Um processo dinâmico de participação das pessoas num contexto relacional, legitimando sua interação nos grupos sociais. A integração implica em reciprocidade. E sob o enfoque escolar é processo gradual e dinâmico que pode tomar distintas formas de acordo com as necessidades e habilidades dos alunos (BRASIL, 1994, p. 18).
2.4 Atividade Proposta do dia 09/03/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Documentações para a realização do estágio e Ementas.
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 09 de março, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. Às 08:30 da manhã iniciou a aula da disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. Neste dia a aula foi voltada para as apresentações do mapa mental. Neste dia a aula foi voltada para a continuação das apresentações.
Os alunos apresentam os conceitos de educação especial e educação inclusiva são complementares, sendo que se refere a um movimento que compreende a educação como um direito humano, fundamental para a vida em sociedade e base para um país mais justo com sua população, principalmente com aqueles que possuem limitações específicas, preocupando–se em atender todas as pessoas a despeito de suas características, desvantagens ou dificuldades e habilitar todas as escolas para o atendimento na sua comunidade, concentrando–se naqueles que têm sido mais excluídos das oportunidades educacionais.
 Declaração de Salamanca (1994), A declaração ainda acrescenta: Todas as crianças têm direito fundamental à educação e deve ser dada a oportunidade de obter e manter um nível adequado de conhecimento. Cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhes são próprias. Os sistemas educativos devem ser projetados e os programas aplicados de modo que tenha em vista toda a gama dessas diferentes características e necessidades. 
As pessoas com necessidades educativas especiais devem ter acesso à escola regular que deverão integrá-las numa pedagogia centrada na criança, capaz de atender a essas necessidades. As escolas regulares, com essa orientação integradora, representam os meios mais eficazes de combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade integradora e alcançando educação para todos, além de proporcionar uma educação efetiva à maioria das crianças e melhorar tanto a eficiência como a relação custo-benefício de todo o sistema educativo. (UNESCO, 1994).
2.5 Atividade Proposta do dia 23/03/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Apresentação do Plano de aula
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 23 de março, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A aula foi voltada para as apresentações do plano de aula. Este dia a aula foi denominada como dia “D”, foi destinada para executar o plano de intervenção na escola.
A metodologia de intervenção constituiu-se na elaboração e aplicação de atividades realizadas com o grupo de crianças as quais contemplaram música, poesia, oficinas e brincadeiras. Também se repensou a organização do grupo para a realização das atividades buscando-se a interação com as crianças das outras turmas, ampliando-se as possibilidades de convivência e consequentemente de aprendizagens.
A Legislação educacional da instituição busca atender de maneira ética, concreta e eficiente as necessidades educacionais de seus educandos. Com base nisto, verifica-se os documentos legislativos específicos para a educação especial. A Declaração de Salamanca (1994, p. 43), ressalta que, o princípio fundamental de uma escola inclusiva está em que todos devem aprender juntos. Cabe à escola “reconhecer e responder às necessidades diversas de seus alunos acomodando ambos os estilos e ritmos de aprendizagem e assegurando uma educação de qualidade a todos através de um currículo apropriado”.
2.6 Atividade Proposta do dia 06/04/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Documentações para a realização do estágio e Ementas.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: 
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 16 de fevereiro foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A aula foi de forma online, e nos foi orientado sobre o projeto de pesquisa.
As pessoas com necessidades educativas especiais devem ter acesso à escola regular que deverão integrá-las numa pedagogia centrada na criança, capaz de atender a essas necessidades. As escolas regulares, com essa orientação integradora, representam os meios mais eficazes de combater as atitudes discriminatórias, criando comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade integradora e alcançando educação para todos, além de proporcionar uma educação efetiva à maioria das crianças e melhorar tanto a eficiência como a relação custo-benefício de todo o sistema educativo. (UNESCO, 1994).
2.7 Atividade Proposta do dia 23/04/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Correção do Plano de Intervenção.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: 
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 16 de fevereiro foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. Esta aula foi voltada para a correção do plano de intervenção, momento em que foi dada atenção a cada aluno sobre explicações da transcrição do documento.
A metodologia indica o que fazer; isto é, orienta, de forma geral, a atividade a ser realizada e se desdobra no planejamento das ações concretas do projeto.Faz-se necessário, no entanto, também saber o como fazer, ou seja, a maneira mais adequada de realizar cada ação, concebendo-se as técnicas que serão utilizadas. A técnica assegura, efetivamente, a instrumentação específica das ações em cada momento do projeto. É, portanto, fundamental definir os instrumentos a serem utilizados para a implementação das ações do projeto. 
É importante pensar que, conforme o tema e o objetivo definidos para intervenção, irá se conformar uma metodologia mais adequada para a realidade escolhida. O professor deve sempre estudar e analisar as suas propostas práticas de trabalho, não ser apenas, como diz Zabala (1998, p.15) O professor deverá ser capaz de condicionar a sua prática educacional a uma dimensão processual e de estudo, além de estar sempre trabalhando com a perspectiva de adotar estratégias de ensino ao trabalho prático para obtenção de uma aprendizagem significativa.
2.8 Atividade Proposta do dia 27/04/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Orientação para trabalho acadêmico.
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 27 de abril, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A professora nos orientou sobre o trabalho em grupo e logo após nos repassou o artigo Orientação Para Trabalhos Acadêmicos.
O artigo científico consiste na apresentação sintética dos resultados de pesquisas ou estudos realizados a respeito de uma questão; contém ideias novas ou abordagens que complementam estudos já feitos, observando a sua apresentação em tamanho reduzido, o que o limita de se constituir em matéria para dissertação, tese ou livro. Concluído um trabalho de pesquisa documental, bibliográfico ou de campo, para que os resultados sejam conhecidos, faz-se necessária à sua publicação. 
O trabalho científico proporciona não só a ampliação de conhecimentos, como também a compreensão de certas questões. Segundo a NBR 6022 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003), que estabelece as regras para artigo em publicação periódica, artigo científico é a parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.
2.9 Atividade Proposta do dia 04/05/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Apresentação de trabalho academico.
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 04 de maio, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A aula foi voltada para as apresentações das síndromes e transtornos do grupo I, II e III. O grupo I falou sobre o autismo, metodologia de apresentação a partir das seguintes indagações: Quais são as possibilidades de intervenção no ambiente de aprendizagem? O que é autismo? Quais são os sinais de alerta do autismo? O grupo II falou sobre dispraxia e discalculia, que trabalhou: Diagnóstico, se há cura; tratamento etc.
Problemas de linguagem (pronúncia/articulação) e/ou deficiente conhecimento e utilização do vocabulário são apontados como causas de tipo linguístico. Relativamente às de tipo afetivo-emocional, as autoras apontam, entre outras, baixos níveis de motivação e atenção, que poderão fazer com que a criança cometa erros ortográficos. Por último, as causas de tipo pedagógico remetem para métodos de ensino desadequados: por exemplo, quando o professor se limite à utilização frequente do ditado, que não se ajusta às necessidades individuais dos alunos e não respeita os seus ritmos de aprendizagem.
Para Torres & Fernández (2001), por outro lado, as causas da disortografia estão relacionadas com aspetos perceptivos, intelectuais, linguísticos e pedagógicos. As causas de tipo perceptivo estão associadas a deficiências na percepção, na memória visual e auditiva e nível especial-temporal, o que traz consequências na correta orientação das letras e na discriminação de grafemas com traços semelhantes. Quanto às causas de tipo intelectual, estão associadas a um défice ou imaturidade intelectual.
2.10 Atividade Proposta do dia 11/05/2022
Turma: Turma PED191N0, matutino. 
Tema: Apresentação de trabalho acadêmico.
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 11de maio, foi dado início as aulas no Centro Universitário FAMETRO, no curso de Licenciatura em Pedagogia, em Manaus. A disciplina de Estágio Supervisionado III – Na Educação Básica e Inclusiva, sob a regência da professora Maria do Perpétuo Socorro Bandeira Morais. A professora deu continuidade para as apresentações do grupo III e IV.O grupo III falou sobre: TDAH e Transtornos Emocionais, discorreu a apresentação com os seguintes questionamentos: O que é? causas e sintomas. O grupo IV falou sobre: Transtorno de conduta e dislexia. O grupo V: falou sobre Disgrafia, Disortografia, Afasia e Dislalia.
Com a inclusão dos alunos com Necessidades Educativas Especiais nos estabelecimentos de ensino regular, que o sistema educativo passou a ser caracterizado por uma população heterogénea. Como tal, tornou-se necessário que as escolas dispusessem de um conjunto de recursos (espaços físicos, professores especializados e outros técnicos) que permitissem um sistema de apoio adequado a estas crianças. 
O grande desafio que se coloca às escolas: encontrar, para cada indivíduo com dificuldades, as respostas adequadas às suas necessidades específicas, mobilizando saberes de diferentes disciplinas, envolvendo vários profissionais, organizando os recursos que se sabe existirem. Portanto, não só os docentes, mas também os psicólogos, os psicopedagogos e todos os outros profissionais que diariamente interagem com estas crianças, estejam preparados para realizar uma intervenção adequada às necessidades dos seus alunos. 
O papel dos pais, em articulação com os outros profissionais, é de fulcral importância no desenvolvimento dos seus educandos. Sacramento (2008), resta acrescentar o facto de que o diagnóstico de discalculia é sempre uma descrição do atual período de desenvolvimento, aplicável por um período máximo de um ano. Como a criança está em constante desenvolvimento, as dificuldades que existem no ano anterior podem ser minimizadas no ano seguinte. Se o aluno receber a intervenção adequada, a possibilidade de desenvolvimento das capacidades matemáticas é grande. 
3. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES APRECIADAS EM SALA DE REFERÊNCIA COM O ALUNO
3.1 Atividade Proposta do dia 02/05/2022
Turma: 1° e 2° período, vespertino.
Tema: Apresentação da escola e observar a turma.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: 
Professor: Maria do Pérpetuo Socorro Moraes.
No dia 02 de maio, o estágio supervisionado III - Educação Inclusiva, ocorreu no Centro Educacional Escolar, rua Varsóvia, 7, QD/24 CJ Campos Elíseos, Planalto, Manaus/AM. que tem a razão social CENTRO EDUCACIONAL ESCOLAR LTDA, está presente no segmento de Escolas e Cursos e foi fundada em 05 de dezembro de 2019. Início das atividades principais voltadas à Educação Infantil, Pré-escola e atividades secundárias em Educação Infantil, Creche e Ensino Fundamental. 
O estágio ocorreu no 1° e 2° período da Educação Infantil, integral. A análise inicial foi do espaço, composto por 04 salas de aula, 03 banheiros, 01 refeitório, 01 videoteca, 01 espaço da leitura, 01 berçário, 01 piscina, 01 pátio para as brincadeiras, 01 lactário, 01 diretoria, 01 gestão pedagógica, um ambiente limpo, acolhedor e livre de perigos ajuda os pequenos a desenvolver a autonomia e as diversas linguagens. A turma é composta por 10 alunos, sendo 06 autistas, 03 alunos eram autistas não verbal e 03 eram autistas verbais. 
O aluno que foi acompanhado, foi o Arthur Miguel, 05 anos, que possuo o CID 10 - F84, Transtornos globais do desenvolvimento. A aula teve o inícioas 13h e término às 17hs. No primeiro momento a discente forma equipes de três em cada mesa, e entrega folhas para desenhar e pintar algo criativo, enquanto a professora prepara as atividades da turma, os alunos com especificidades realizam a mesma atividade. A professora, passou a atividade do livro de português, “ligue as figuras as consoantes”. Os alunos concluíram a atividade com uma cantiga divertida de roda.
Em seguida, tiveram o momento do intervalo para lanchar, retornando a sala brincam e realizam montagens de brinquedos com o “jogo do lego” em sala. Em seguida, com o livro de matemática, realizando a atividade do contorno dos números. O desenvolvimento das habilidades motoras. A Educação Infantil é a etapa encarregada de promover esse desenvolvimento por meio de atividades lúdicas e orientadas, observando as potencialidades e dificuldades que as crianças apresentam no processo. 
O autismo refere-se a um grupo de transtornos caracterizados por uma tríade de prejuízos qualitativos, quanto à interação social, à comunicação e a comportamentos, que poderão variar em menor ou maior agravo para a criança que apresente comportamentos restritivos, repetitivos e estereotipados. É um transtorno com perturbações significativas no desenvolvimento do sujeito e começa a manifestar-se antes dos três anos de idade. A palavra autismo é de origem grega (autos), que significa por si mesmo. 
3.2 Atividade Proposta do dia 03/05/2022
Turma: 1° e 2° período, vespertino.
Tema: Língua portuguesa – Alfabeto: vogais, consoante “N” e sons das letras.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: Reconhecer todas as letras do alfabeto, diferenciar vogais e consoantes, relacionar as letras e seus sons. As atividades que estimulam a expressão oral são muito importantes. A fala é um instrumento de comunicação fundamental entre as pessoas. É importante alternar as atividades orais, de modo a motivar os alunos a enfrentar os desafios. 
A aula do dia 03 de maio, na turma do 1° e 2° período do Ensino Infantil, iniciou com 9 alunos. No primeiro momento a discente forma equipes de três em cada mesa, e entrega o jogo do lego para desenvolverem algo de sua criatividade, enquanto a professora prepara as atividades da turma, os alunos com especificardes realizam a mesma atividade participando na inclusão. 
Em outro momento a professora entrega as atividades propostas da tarde, contornos da consoante “N”. Em seguida, após os alunos concluírem a atividade, realizam a atividade de contorno com a tinta azul na consoante, no caderno de desenho, a professora vai de aluno a aluno com a tinta azul e o pincel para que ele reproduza a cor traçando a consoante. Em seguida, a professora anuncia o momento da aula de culinária, realizada na cozinha todos participam da receita do bolo, bastante divertida e contagiante, sentem o prazer de cozinhar o que eles mais gostam, o bolo.
Após esse momento, chega o momento de irem lanchar, retornando a sala, fazem a brincadeira de roda com a cantiga, e a brincadeira de imitação dos animais, cada um participa da brincadeira sugerindo nomes de animais, de forma lúdica todos participam e ampliam os vocabulário, com nomes de animais. As brincadeiras e cantigas vão até o horário de espera dos pais para ir pra casa.
Os benefícios do uso do Lego na infância são maravilhosos, visto que, seus benefícios contribuem para o desenvolvimento intelectual das crianças. O lego é sinônimo de motivação, criatividade, imaginação e sem dúvidas de pensar, pois a criança é desafiada a criar algo, que vem de encontro das manifestações de criação do que a criança imagina fazer. Por meio, dessa atividade lúdica a professora pode fazer inúmeras observações e conhecer melhor cada criança. 
Friedman (2012, p.47) abordar que “o brincar espontâneo abre a possibilidade de observar e escutar as crianças nas suas linguagens mais autênticas, esse brincar incentiva a criatividade e constitui meios essenciais de estimular o desenvolvimento infantil e as diversas aprendizagens”. Dessa forma, essa prática educativa utilizando o lego é um exemplo cotidiano de brincar espontâneo e que tem como resultado amplas aprendizagens significativas. Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando o conceito de contextualização como “a inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à pluralidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº 7/20106. (BRASIL, p. 11, 2011).
3.3 Atividade Proposta do dia 04/05/2022
Turma: 1° e 2° período, vespertino. 
Tema: Língua portuguesa – Alfabeto: vogais, consoante “E” e sons das letras.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: Desenvolver habilidades orais e da escrita; associar a vogal “E” à objetos e animais; desenvolver a coordenação motora fina, grossa e ampla.
A aula do dia 04 de maio, na turma do 1° e 2° período do Ensino Infantil, iniciou com 10 alunos. No primeiro momento a discente forma equipes de quatro em cada mesa, e entrega folhas em branco lápis de cor e lápis preto para desenhar de acordo com sua criatividade, enquanto a professora prepara as atividades da turma, os alunos com especificidades realizam a mesma atividade participando na inclusão. Em outro momento a professora entrega as atividades propostas da tarde, contornos da consoante “E”. Os alunos concluem a atividade.
O próximo momento seria da realização da atividade de contorno com o lápis de cor, no caderno de atividades, a professora acompanha o desenvolvimento de cada um, em seguida corrige e em alguns, pega na mão ajudando os que de especificidade autismo não verbal, facilitando o traçado da vogal. Em seguida, a professora anuncia o momento do lanche, todos fazem uma fila e vão em direção ao refeitório, retornando à sala, após o lanche, fazem a brincadeira de roda com a cantiga, e a brincadeira de imitação dos animais. As brincadeiras e cantigas vão até o horário de espera dos pais para ir para casa.
As salas de Educação Infantil precisam ser um convite ao mundo letrado, possibilitando o contato com os diferentes portadores textuais, mas isso não significa apenas cobrir as paredes com coisas escritas, pois isso por si só não promove um comportamento leitor. Como bem nos informa Soares (2004) a criança que ainda não se alfabetizou, mas já folheia livros, finge lê-los, brinca de escrever, ouve histórias que lhe são lidas, está rodeada de material escrito e percebe seu uso e função. Essa criança é ainda “analfabeta”, porque não aprendeu a ler e a escrever, mas já penetrou no mundo do letramento, já é de certa forma, letrada.
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, todas as tarefas que, tradicionalmente o professor realizava fora da sala e na ausência das crianças, como preparar convites para reuniões de pais, escrever uma carta para uma criança que está se ausentando, ler um bilhete deixado pelo professor do outro período etc, podem ser partilhadas com as crianças ou integrarem atividades de exposição dos diversos usos da escrita e da leitura.
3.4 Atividade Proposta do dia 05/05/2022
Turma: 1° e 2° período, vespertino. 
Tema: Educação física no ensino infantil e a inclusão
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: Objetivo geral proporcionar a esse aluno a identificação das diferenças e semelhanças entre os conteúdos tratados: o jogo e a dança, o jogo da bola, e, a partir daí, que o aluno possa estabelecer relações diretas com o seu dia a dia e aos valores sociais estabelecidos.
A aula do dia 05 de maio, na turma do 1° e 2° período do Ensino Infantil, iniciou com 8 alunos. No primeiro momento a discente forma equipes de quatro em cada mesa, para aguardar o momento que o professor de educação física os levaria ao parque para realizar as atividades. Em seguida, o professor de educação física, prepara uma música bem divertida, para exercitar a dança nos pequeninos, todos participam, em algum momento, apenas 01 aluno que possuem um grau de autismo mais elevado, não gosta de barulhos, vai para a área de lactário se embalar na rede para acalmar-se. 
A turma segue para a área do parquinho,onde realizam a atividade com a bola. Os alunos de um em um, exercitam a perna e coordenação motora, chutando direto no cone, atividade realizada com todos os alunos, inclusive com os alunos que possuem autismo. Em seguida, professora anuncia o momento do lanche, todos fazem uma fila e vão em direção ao refeitório, retornando a sala, após o lanche, a professora conta uma história e algumas cantigas e a brincadeira de imitação dos animais. Após esse momento, todos desenham e pitam, até o horário de espera dos pais para ir para casa.
A Educação Física é fundamental para o processo de inclusão, pois desenvolve a educação como um todo, associando a mente e o corpo, melhorando as habilidades físicas, motoras, sociais e morais dos alunos. Esse processo de inclusão além de ser trabalhado nas escolas, deve ser trabalhado com pais de alunos com deficiência para que eles possam participar de maneira ativa e consciente da vida escolar de seus filhos, e deve ser trabalhado também com os professores que devem estar capacitados para receber alunos com deficiência em suas aulas
Segundo Palla e Castro (2014), é fundamental que o professor de Educação Física tenha atitudes positivas em relação ao ensino, pois ele é o principal facilitador desse processo de ensino/aprendizagem de habilidades motoras e esportivas de alunos com e sem deficiência, nos diferentes ambientes e contextos, ressaltando ainda a importância do professor ter conhecimentos básicos relativos ao seu aluno como: tipo de deficiência, idade em que apareceu a deficiência, se foi repentina ou gradativa, se é transitória ou permanente, as funções e estruturas que estão prejudicadas. 
É importante também, que esse educador esteja ciente dos diferentes aspectos do desenvolvimento humano: biológico (físicos, sensoriais, neurológicos); cognitivo; motor; interação social e afetivo-emocional (CIDADE e FREITAS, 1997). Ainda de acordo com Oliveira (2002), vários avanços na educação contribuíram para que a Educação Física deixe de ser seletiva, porém, muitos profissionais ainda se preocupam com o corpo e suas capacidades fisiológicas.
3.5 Atividade Proposta do dia 06/05/2022
Turma: 1° e 2° período, vespertino. 
Tema: Plano de intervenção em Educação Especial e Inclusiva.
Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: (EI03EO01) O eu, o outro e o nós, demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. (EI03EO05) O eu, o outro e o nós, demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros com os quais convive. (EI03EF01) Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação, expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita, de fotos, desenhos e outras formas de expressão.
A aula do dia 06 de maio, na turma do 1° e 2° período do Ensino Infantil, iniciou com 9 alunos. No primeiro momento a discente forma equipes de três em cada mesa, e entrega o jogo do lego para desenvolverem algo de sua criatividade. Em seguida, inicia-se a aula do plano de intervenção. A proposta a ser trabalhar são os cinco sentidos na educação infantil com métodos de inclusão. Primeiramente, com a explicação aos alunos sobre os cinco sentidos: tato, audição, visão, olfato e paladar. Em uma roda de conversa, apresente-se às crianças os cinco sentidos e os órgãos que utilizamos para sentir cada um deles. 
Em EVA os cartões dos órgãos (orelha, olhos, nariz, língua e mão) serão demostrados para explicar para a turma a função de cada um deles. Um painel com os órgãos e sentidos será exposto no quadro, que será de revistas ou jornais. Para aguçar o sentido do paladar, pode fazer uma brincadeira com as frutas para que eles possam trabalhar os diferentes tipos e sabores de frutas. E com os olhos vendados dê uma fruta de cada tipo a para as crianças experimentarem. Ao final, descrevem o que provaram, e com perguntas "era gostoso?", "era doce ou salgado?", etc. 
Os sons podem ser trabalhados, através da caixa de som, e variedades de sons como, a chuva, avião, trovão, trem, carro, buzina etc. Por conseguinte, será orientado as crianças a ficarem de olhos fechados e em silêncio ouvirem os diferentes sons. Neste momento, questiona-se as crianças sobre que som é este que estão ouvindo? Que sentido é esse? Quem gosta de barulho? Quem prefere menos barulhos? O porquê que todos vão adorar responder.
Para aguçar o sentido da visão, a brincadeira da cobra-cega com a turma. Com as frutas e objetos diversos, por exemplo perfume doce, sabonete, frutas cortadas como laranja ou banana etc. Organiza-se as crianças em uma roda e, com os olhos vendados, e vai passando os materiais para que elas identifiquem os cheiros. Depois será demostrado imagens dos materiais utilizados e peça que ordenem de acordo com os cheiros sentidos.  Por fim, realiza-se a atividade educativa proposta na ficha e as crianças serão orientadas a ligarem cada um dos desenhos (sorvete, televisão, violão com som, perfume e luvas) ao órgão do sentido correspondente.
A aula do plano de intervenção encerra com a música dos cinco sentidos. A avaliação dessa aula deve ser feita através da participação nas atividades propostas em sala de aula. Em um outro momento, a professora anuncia o momento do lanche, todos fazem uma fila e vão em direção ao refeitório, retornando a sala, após o lanche, a professora conta uma história e algumas cantigas e a brincadeira de imitação dos animais. Após esse momento, todos desenham e pitam, até o horário de espera dos pais para ir para casa.
Montessori (1987) afirmava que “os sentidos abrem o caminho para o conhecimento. Os materiais para a educação dos sentidos são oferecidos como uma espécie de chave para abrir uma porta à exploração das coisas exteriores como uma chama que nos permite avistar uma quantidade maior de coisas e mais detalhes que na escuridão (no estado inculto) não se poderiam ver.” (p. 202-203). 
O jogar e o brincar educativo são recursos que ensinam, desenvolvem e educam de forma prazerosa, potencializam a exploração e a construção do conhecimento desempenhando um papel de grande relevância na aprendizagem da criança. Portanto, o educador necessita tomar consciência de que seu trabalho é organizar situações de ensino que possibilitem ao aluno tomar consciência do significado, da importância do conhecimento a ser adquirido e de que para aprender torna-se necessário um conjunto de ações a serem executadas com métodos adequados, de forma que se torne uma atividade que estimule sua auto estruturação.
Utilizar jogos como meio educacional é um avanço para a educação, pois temos que tomar consciência da importância de trazer o jogo e as brincadeiras para dentro da escola e de usá-lo como instrumento de desenvolvimento e aprendizagem, servindo como uma ferramenta de auxílio no planejamento de aulas, visando contribuir para melhoria do processo educacional, buscando facilitar o ensino aprendizagem contribuindo não só com alunos, professores, equipe pedagógica, mas com a comunidade em geral.
Assim, decorre da natureza o objeto de estudo, da intencionalidade do investigador, do enquadramento teórico e dos saberes que se pretendem alcançar. O presente plano de intervenção, orienta-se pelos princípios da investigação sobre a própria prática, através de uma abordagem de natureza qualitativa. As metodologias qualitativas favorecem uma maior aproximação e colaboração e, especificamente, as crianças e a inclusão que, que é objeto da investigação, permitem “gerar resultados e teorias compreensíveis e empiricamente credíveis, tanto para as pessoas que estão a ser estudadas como para outras” (Maxwell, 1996, p. 20).
4. REFERENCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Informação e documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
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BRASIL. Ministério da Educaçãoe do Desporto. Política Nacional de Educação Especial. Brasília, DF: Secretaria de Educação Especial, 1994.
Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil/Ministério da Educação e do Desposto, Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998. 3V.:il.
CIDADE, R. E.; FREITAS, P. S. Noções sobre Educação Física e Esporte para Pessoas Portadoras de deficiência. 1. ed. Uberlândia: Ed. Santana, 1997.
DECLARAÇÃO de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. (1994, Salamanca). Brasília: CORDE, 1997.
FRIEDMANN, Adriana. O brincar na Educação Infantil: observação, adequação e inclusão. São Paulo: Moderna, 2012.
FERRARI, P. Autismo Infantil – o que é e como tratar. São Paulo: Paulinas, 2012.
MAXWELL, J. (1996) Qualitative research design: An interactive approach. Thousand Oaks, CA: Sage Publications.
MONTESSORI, M. (1987). Mente absorvente. Rio de Janeiro:Nórdica.
OLIVEIRA, F. F. Dialogando sobre educação, educação física e inclusão escolar. Revista Digital EFDesportes - Buenos Aires, v. 8, n. 51, p. 1-9, 2002.
PALLA, A. C.; CASTRO, E. M. Atitudes de professores e estudantes de educação física em relação ao ensino de alunos com deficiência em ambientes inclusivos. Revista da Sobama, v. 9, n. 1, p. 25-34, 2014.
SACRAMENTO, I. (2008). Dificuldades de Aprendizagem em Matemática-Discalculia. Acedido a 30 de dezembro de 2011 em http://www.artigonal.com/educacao-artigos/dificuldadesde-aprendizagem-em-matematica-discalculia-860624.html.
SANTOS, S.M.P.; CRUZ, D.R.M. O lúdico na formação do educador. In. SANTOS, Santa Marli Pires (Org.). O lúdico na formação do educador. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1999. p.11-17.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
STRAUSS, A., & CORBIN, J. (1990) Basics of qualitative research. London: Sage. Das perplexidades em torno de um hamster...In Katz, Ruivo, Silva, & Vasconcelos, Qualidade e Projeto em Educação Pré- Escolar (pp. 123-158). Lisboa, Ministério da Educação.
UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília, CORDE, 1994.
VYGOTSKY, LEVI. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

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