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Alunos: Hugo Machado 172.198 – Juliano Moreira 172.172 – Wesley Rocha 172.176 – Diego Benites 172.205 – Jean Toniasso 172.226 – Guilherme de Oliveira 172.163
PROTOCOLO DE ATENDIMENTO COM POMPAGE E TRAÇÃO
Inicialmente será realizado as manobras de pompage, levando o seguimento até o limite da elasticidade fisiológica, mantendo a tensão por 15 a 20 segundos (tempo em que o paciente realizará 3 expirações) e retornando lentamente para a posição inicial. 
A manobra será realizada 10 vezes em casa estrutura
1. Pompage na cervical – Com o paciente em DD, o terapeuta irá solicitar uma inspiração profunda e durante a expiração irá realizar uma tensão com as mãos em direção cranial, até sentir o limite da barreira da elasticidade dos tecidos. 
2. Pompage no esternocleiodomastóideo – Paciente em DD, terapeuta em pé com uma das mãos no osso esterno e outra no ventre do ECOM. Durante as expirações o tensionamento deve ser levado até o seu limite.
3. Pompage trapézio – Paciente em DD, terapeuta em pé com uma mão na região occipital e outra no ombro realizando o tensionamento.
4. Pompage peitoral maior – Paciente em DD com o braço abduzido entre 100 a 120°, uma das mãos do terapeuta irá na região axilar e outra na próxima do mamilo. As mãos devem estar em sentido cruzado e manter a tensão do segmento.
5. Pompage região torácica e lombar– Paciente em DV, o terapeuta irá posicionar a mão cranial em direção caudal e mão caudal em região caudal em direção cranial. Durante a expiração do paciente as mãos devem tracionar levemente e manter até o limite.
6. Pompage quadríceps – Paciente em DV, o terapeuta irá solicitar a flexão do joelho e irá posicionar uma das mãos no quadríceps. Na expiração, realizará o tensionamento do segmento e mantendo até o limite.
7. Pompage tríceps sural – Paciente em DV, o terapeuta irá posicionar a mão cranial em direção caudal e mão caudal em região caudal em direção cranial. Durante a expiração do paciente as mãos devem tracionar levemente e manter até o limite.
Para as manobras de tração, o protocolo seguirá da seguinte forma:
1. Tração cervical – Paciente em DD, terapeuta em pé com as mãos abaixo do osso occipital e realizará a tração em sentido cranial deixando que o peso do corpo auxilie o movimento.
2. Tração do ombro – Paciente em DD com uma leve abdução do ombro, terapeuta ao lado do tronco do paciente com uma mão abaixo da axila com o polegar voltado anteriormente e outra no úmero. Com a mão que está na axila o movimento de tração será realizado lateralmente.
3. Tração do cotovelo – Paciente em DD com flexão de cotovelo por volta de 45°, o terapeuta com posicionará as mãos com os dedos na região anterior do antebraço próximo ao cotovelo, deixando os polegares nas laterais. O movimento de tração deve retirar o olecrano da sua fossa.
4. Tração do punho – Paciente sentado com o punho da borda da maca e o terapeuta em pé, sentado ou lado da maca. Uma mão próxima aos processos estiloides fixando o rádio e a ulna sobre a maca e a outra sobre os ossos do carpo. A tração deve ser realizada na direção distal com relação ao braço.
5. Tração de quadril – Paciente em DV com uma leve rotação lateral de quadril com o joelho estendido. O terapeuta ficará em pé próximo aos pés do paciente com as mãos próximas dos maléolos e realizará a tração em direção ao seu corpo, o tendo como ajuda de força.
6. Tração de joelho – Paciente sentado no final da maca com as pernas suspensas e o terapeuta sentado a frente do paciente com as mãos próximas dos maléolos e realizará a força da tração em direção ao chão.
7. Tração do tornozelo – Paciente em DD, com os MMII estendidos e os pés fora da maca. O terapeuta ficará em pé no final da maca com as mãos juntas no dorso do pé do paciente e os polegares na região plantar dos pés. A tração será realizada trazendo os pés em direção ao corpo do terapeuta.

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