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ESPLENECTOMIA UNIG Grupo de estudo rotina anestésica e c irúrgica Prof.: Gustavo Santana e Rômulo Ferreira Aluna: Ana Carol ine Mel lo Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Guantanamo_veterinary_clinic_operating_room.jpg https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/ Esplenectomia INTRODUÇÃO Esplen = Esplênico / baço Ectomia = Retirada • Consiste na remoção do Baço por um ato cirúrgico podendo ser parcial ou total. Anatomia do Baço Ø Localização: situado no quadrante abdominal cranial esquerdo, caudal ao diafragma dentro da parte cranial do abdome. *variação gástrica; Ø Face parietal e face visceral; Ø Fixação: Ligamento gastroesplênico, omento, curvatura maior do estômago; Ø Vascularização e inervação: Artéria Esplênica (ramo da A. Celíaca), Veia Esplênica, Plexo celíaco. FONTE: Cirurgia de Pequenos Animais - Theresa Welch Fossum - 4ª Edição. Funções do Baço Ø Armazenamento de Sangue Ø Sistema imune Ø Hemocaterese (fagocitose das Hemácias envelhecidas) Ø Hematopoiético (Formação, desenvolvimento e maturação Cél. Sanguíneas) FONTE: Cirurgia de Pequenos Animais - Theresa Welch Fossum - 4ª Edição. Indicações • Congestão: torção gástrica e /ou esplênica, insuficiência cardíaca de lado direito; • Trauma; • Hemorragia: por doença secundária; • Doenças imunomediata; • Infiltração: por infecção; • Neoplasia. Técnica Esplenectomia total 1. Posicionar o animal em decúbito dorsal; 2. Celiotomia na linha média abdominal – Pré-retro-umbilical*; 3. Exposição do baço (compressas e/ou afastadores); 4. Ligaduras duplas e separadas no vasos hilares (Fio absorvível), corte transversal ao hilo esplênico; 5. Celiorrafia. FONTE: Cirurgia de Pequenos Animais - Theresa Welch Fossum - 4ª Edição. Técnica Esplenectomia parcial 1. Posic ionar o animal em decúbito dorsal; 2. Cel iotomia na l inha média abdominal – Pré-retro- umbil ical*; 3. Exposição do baço (compressas e /ou afastadores); 4. Definição da porção a ser removida; 5. Ligamento duplo e ressecção dos vasos hi lares regionais; 6. Observar a extensão de isquemia, usar como um guia para a ressecção; 7. Colocar pinças (vasculares ou gastrointestinais) sobre a porção achatada e dividir o baço entre as pinças, (ordenhando em direção da área isquêmica); 8. Real izar sutura na superf íc ie de corte entre o baço e a pinça adjacente (padrão contínuo usando sutura absorvível 3- 0 ou 4-0; 9. Pode-se colocar duas camadas de sutura de colchoeiro se sobrepondo à l inha de demarcação; 10.Cel iorrafia. FONTE: Cirurgia de Pequenos Animais - Theresa Welch Fossum - 4ª Edição. Caso Clínico Ruana, Boxer, fêmea, 11anos, presença de massa em baço e mama M1 esquerda. Fonte: Acervo pessoal Pesava 800g Fonte: Acervo pessoal Fonte: Acervo pessoal Caso Clínico Ruana, Boxer, fêmea, 11anos, presença de massa em baço e mama M1 esquerda. • Sinais Clínicos: Prostação; Caquexia, Anorexia. • Procedimento realizado no dia 3/9/2020; • Histopatologia: Hemangiossarcoma; • Eutanásia realizada no dia 3/11/2020. Bibliografia • Cirurg ia de Pequenos Animais - Theresa Welch Fossum - 4ª Edição. • Casoso de rot ina c i rúg ica – Andr igo Barboza de Nard i • Anatomia dos Animais Domést icos Texto e At las Co lor ido -König. Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA Obrigado!! https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Guantanamo_veterinary_clinic_operating_room.jpg https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/