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ADOÇÃO
Referências: 
Weber e Pereira (in: Carvalho)
Paiva (in: Shine)
Estatuto da Criança e do Adolescente
Prof. Rosana Ragazzoni Mangini
2019
Contextualização – Da adoção clássica à adoção moderna
1828 – Primeira Legislação sobre 
adoção. Só podiam adotar os 
maiores de 50 anos e que não 
tivessem filhos legítimos
- Séc. XVIII: Roda dos Expostos 
(trabalho doméstico e 
assistencialismo)
1965: quase os mesmos direitos 
do filho legítimo (exceção no 
direito sucessório)
Constituição Federal - 1988
Estatuto da Criança e do 
Adolescente (1990) --
Excepcionalidade e 
irrevogabilidade da adoção
- Podem adotar os maiores de 
18 anos, independente do 
estado civil – diferença de 16 
anos entre adotante e adotado
- A adoção atribui a condição de 
filho ao adotado, com os 
mesmos direitos e deveres
- Consentimento (pais ou 
responsável) dispensado em 
relação à criança ou adolescente 
cujos pais sejam desconhecidos 
ou tenham sido destituídos 
do poder familiar
- Necessidade de consentimento 
do adotando maior de 12 anos
- Estágio de convivência. 
Vinculação Afetiva
Allteração do prenome
- Direito de conhecer sua origem 
biológica ... acesso irrestrito ao 
processo, após os 18 anos
- Cadastro Nacional/Regional de 
Adoção
Perfil
Os candidatos:
Disposição para assumir 
a história e a origem do 
filho adotado
Investimento afetivoPostura educativa 
maleável
Motivação pessoal 
próxima das 
necessidades do 
adotando
Os profissionais 
(identificar):
Identificar dificuldades 
emocionais que possam 
influenciar no bem estar 
do adotando
Identificar se o adotante 
se interessa em assumir 
a paternidade com todos 
os riscos que o processo 
representa
Identificar as 
idealizações que o 
adotante tem em relação 
ao adotado
Dados - perfis
Adotantes
• Em sua maioria:
• casados
• brancos
• formação universitária
• religião espírita e 
protestante
Preferência em relação
ao adotando
• 53% entre 0 e 3 anos
• 40% indiferente em 
relação à cor de pele, 
mas quando há 
escolha a maioria 
prefere branca ou 
parda clara
• 52% não têm 
preferência sobre o 
sexo, mas quando há 
escolha, a maioria 
prefere meninas
Motivação para a 
adoção
• Desejo de escolher o 
sexo biológico da 
criança
• Necessidade de 
companhia
• Aumentar o número 
de filhos
• Exercer a 
parentalidade sem 
estar em uma relação 
afetiva estável
• Infertilidade 
Grupos de Apoio e Pesquisa realizada sobre adotantes
Grupos de Apoio e Preparação 
para a adoção: promoção de 
reflexão, troca de experiências, 
esclarecimento de dúvidas e 
suporte emocional. Suporte para 
lidar com as inseguranças e 
angústias do processo
Satisfação com a vida: 
julgamento global sobre a 
própria vida. Presença de filhos 
aumenta satisfação com a vida 
em relação às mulheres. 
Otimismo: expectativas quanto a 
resultados, eventos aversivos 
considerados passageiros. Maior 
índice de otimismo em relação 
aos adotantes sem filhos
Autoestima: avaliação pessoal 
sobre o próprio valor e 
importância. Não há diferenças 
significativas entre homens e 
mulheres e entre pessoas com 
ou sem filhos
Pesquisa realizada sobre adotantes
Satisfação conjugal:
Satisfação na interação com o cônjuge, 
aspectos práticos do relacionamento 
(amor, respeito e compreensão)
Mais satisfeitos: proximidade, coesão, prática 
religiosa, condição financeira, comunicação, 
resolução de conflitos
Quanto maior o número de filhos, 
menor a satisfação conjugal 
(modificação na interação do casal, 
novos papeis e atribuições)
Não há diferenças significativas entre 
pessoas com e sem filhos biológicos, desde 
que a mulher tenha optado por não ter 
filhos
Altruísmo (empatia)
Para Rangel: adoção não é um ato puramente 
altruísta há interesses pessoais e valorização 
social p Maior entre pessoas religiosas
O Trabalho PSI
A atitude dos profissionais 
não deve se restringir à 
avaliação, deve também: 
esclarecer dúvidas, dissipar 
temores, informar sobre o 
processo
Cuidados com a 
desqualificação da família 
de origem. Estereótipos. 
Criança ideal
Investigação sobre a 
motivação (manifesta e 
latente) para a adoção. 
Capacidade de exercício das 
funções parentais
Prioridade dos interesses 
da criança.
Discutir sobre a revelação 
(ponto crítico, temores, 
ressignificação)
O Trabalho Psi
Preparação para a adoção 
# seleção de candidatos
Tempo de espera = 
insegurança/expectativas
Assessoria pré e pós 
adoção. Potencializar 
capacidades e apoiar 
quanto à revelação
Utilizar estratégias de 
grupos de discussão, 
vivências.... Informação 
sobre procedimentos
Discutir idéias e 
sentimentos sobre o 
processo de adoção, 
evitando que dúvidas e 
ansiedade interfiram no 
vínculo a ser formado

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