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ESTUDO TÉCNICO DE SUCATEAMENTO DE PNEUS RADIAIS E DIAGONAIS FROTA DE CARGA - REV 01(1)

Estudo técnico sobre sucateamento de pneus radiais e diagonais em frotas de carga. Apresenta análise detalhada de pneus sucateados, identifica causas (fabricação, reforma, operação/manutenção, reparos) e aponta percentuais médios de sucateamento por causa.

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Q P C CONSULTORIA INDUSTRIAL & REPRESENTAÇÕES 
Site : www.qpcconsultoria.com.br E- mail : qpc@qpcconsultoria.com.br 
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RUA DÁRIO MURARI, 16 SALA – 01 CEP- 13.215-350 JUNDIAÍ – SP 
TEL. : (011) 4522-7284 / 4497-0145 FAX. (011) 4522-7284 
 
 
ESTUDO TÉCNICO DE SUCATEAMENTO DE PNEUS RADIAIS e 
DIAGONAIS FROTA DE CARGA 
 
Sabemos que cuidados com os pneus em uma frota são de relevante importância 
na composição de custos variáveis. Além de reconstruídos para obtermos custos 
por quilômetro rodados o mais reduzido possível; não podemos esquecer que os 
mesmos sofrem danos em suas diversas regiões ( banda de rodagem / lateral e 
ombros ) e que sem o conhecimento altamente técnico de produtos e tecnologia de 
reparação, inevitavelmente levam o pneu ao sucateamento prematuramente. 
 
Existem também outros fatores importantes que reduzem de forma rápida a 
estrutura do pneu ocasionando desgastes e fadigas prematuras; os quais estarão 
comprometendo sua recapabilidade e inevitável sucateamento. Estas variáveis irão 
se apresentar mais adiante. 
 
Por um período de quatro anos e meio foi desenvolvido um estudo em frotas 
(campo) para análise técnica de sucateamento de pneus e consequentemente uma 
quantificação em Reais (R$) para análise de valores destas perdas. 
 
Sabíamos da importância desta pesquisa, pois estávamos de frente com um 
componente do veículo que representa o 2º maior custo de uma frota; quando o não 
o 1º custo. (caso de empresas locadoras de equipamentos – tipo carreta) 
 
O objetivo era determinar efetivamente as principais causas que levam um pneu a 
ser sucateado, pois a quantidade é expressiva com relação aos pneus novos, 
rodando e reconstruídos em operação na frota de veículos de carga. 
 
Normalmente numa planilha de custo operacional, o pneu é acompanhado por 
laudo técnico do motivo da recusa; ex.: estado da carcaça, se o dano pode ser 
reparado com manchões ou não, problemas no talão, fadiga da carcaça, se a 
reconstrução esta comprometida, separação de cintas ou lonas, baixa pressão, 
impacto, sobrecarga, etc. 
 
Neste trabalho, definimos quais a variáveis técnicas que levam um pneu ao 
sucateamento, analisados em 1ª, 2ª e 3ª vida; bem como sua data de fabricação, 
verificado no DOT. 
 
Nosso estudo foi focado exclusivamente em pneus sucateados (área de sucata da 
frota) onde realizamos análises técnicas detalhadas na estrutura do pneu para 
conclusão apurada dos motivos da inutilização. 
 
As variáveis mais importantes por nós consideradas foram às seguintes: 
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1 - Sucateamento por falhas de fabricação (Defeitos de Manufatura) 
2 - Sucateamento por Reconstrução do Pneu. (Reforma). 
3 - Sucateamento por falhas ocorridas operacionalmente e na manutenção do 
veículo. (Dirigibilidade, Distribuição de Carga, Manutenção do Veículo, Geometria 
do Veículo e da Carreta, Balanceamento Pneus + Rodas, Montagem e 
Desmontagem dos Pneus, Lubrificação de Talões e Rodas, Inflação do Pneu, etc.). 
4 - Sucateamento por falhas de consertos de Danos Vazados ocasionados por 
corpos estranhos os quais denominamos “pequenos danos”. (Pregos, Parafusos, 
etc.). 
5 - Sucateamento por falhas de consertos de Danos Vazados ocasionados por 
corpos estranhos onde temos que aplicar reparos comumente chamados de 
manchões. (Escolha do reparo, perfil da escareação, aplicação do coxim do reparo 
em zona de flexão do pneu, compactação da borracha de ligação do enchimento 
com pressão insuficiente - ocasionando porosidade, estanqueidade do reparo, 
flexão do reparo, resistência do reparo, etc.). 
6 - Sucateamento por falhas de análise técnica ou o produto (reparo) não atender a 
tecnologia atual dos pneus radiais, principalmente os de baixo perfil. 
 
Todo o estudo foi baseado nestas mais importantes variáveis, que após análise 
técnica em todos os pneus sucateados, chegamos ao seguinte resultado médio: 
 
1 - Pneu sucateado por FALHA de FABRICAÇÃO 
 De 0,85 % a 1,20 % - Média adotada: 1, 025 % 
 
2 - Pneus sucateados por RECONSTRUÇÂO (REFORMADOS) 
 De 0,70 % a 0,82 % - Média adotada: 0,76 %. 
 
3 - Pneus sucateados por OPERAÇÃO e MANUTENÇÃO 
 De 1,94 % a 2,64 % - Média adotada: 2,29 %. 
 
4 - Pneus sucateados por REPARO de FURO DE PREGO 
 De 2,89 % a 3,46 % - Média adotada: 3,18 %. 
 
5 - Pneus sucateados por REPAROS EM DANOS VAZADOS 
(MANCHÕES) 
 De 11,52 % a 12, 74 % - Média adotada: 12,13 %. 
 
6 - Pneus sucateados por ANÁLISE TÉCNICA 
 De 8,75 % a 11,45 % - Média adotada: 10,10 %. 
 
 
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Representando graficamente teremos : 
 
 
 
 
 
 
 
 
Podemos agora concluir que os maiores problemas de sucateamento de pneus 
estão no processo de consertos e reparos. 
 
Isto é perfeitamente explicável. Temos nas últimas décadas uma evolução técnica 
de forma construtiva dos pneus novos, dos veículos de carga, nas reconstrutoras de 
pneus (recapagens e recauchutagens); mas ainda temos problemas nos consertos 
e reparos de pneus; pois estes necessitam de integral dependência do profissional, 
pois não existem equipamentos para a execução de consertos e reparos. Estes 
dependem 100 %do profissional envolvido. 
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As normas são bem explícitas: “A reconstrução dos pneus e seus respectivos 
consertos e reparos, deverão devolver as características originais dos pneus 
novos” 
Os consertos e reparos deverão ser permanentes, ou seja, acompanhar a vida 
útil da carcaça. 
Portanto o alto conhecimento de estrutura do pneu, o processo de 
reconstrução completa e o processo de reparos e consertos e normas 
aplicadas de ensaios e testes são primordiais numa “Gestão de Pneus na 
Frota”. 
 
Podemos então concluir que em média de 12 % a 14 % dos pneus sucateados 
poderiam estar rodando reduzindo de forma substancial as perdas e 
consequentemente com altos valores monetários sendo desperdiçados. 
 
 
EXEMPLO DE REDUÇÃO DE PERDAS NA FROTA 
 
Vamos analisar uma frota de 50 cavalos mecânicos e 50 carretas de 3 eixos para 
podermos quantificar uma média em Reais (R$) estas perdas. 
 
Adotado pneu 295/80 R 22,5 – Valor de Compra = R$ 1.100,00 
 
Esta frota tem 900 pneus rodando (aqui estamos desconsiderando pneus em 
estoque e na reformadora) 
 
Com esta quantidade de pneus rodando, calculamos (existe fórmula para isto) que 
esta frota reforma em média, de 90 a 100 pneus por mês. 
 
Para esta apresentação adotaremos 95 pneus reformados/mês. 
 
SUCATEAMENTO POR FURO DE PREGO 
 
Vamos quantificar quantos pneus são sucateados por reparo de furo de prego : 
 
 
Pneus rodando 900 
Percentual de pneus que furam por mês: média de 10% que é = a 90 pneus 
Pneus sucateados por furo de prego por mês: 3% (Gráfico) = 3 pneus 
 
Vamos quantificar quantospneus são sucateados por reparo de furo de prego: 
Pneus rodando 900 
Percentual de pneus que furam por mês: média de 10% que é = a 90 pneus 
Pneus sucateados por furo de prego por mês: 3% (Gráfico) = 3 pneus 
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Perdas em R$ na 1ª Vida (Valor do Pneu = R$ 1.100,00) 
25% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 275 00 = R$ 825,00. 
50% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 550 00 = R$ 550,00. 
75% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 825 00 = R$ 275,00. 
100% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 1.100,00= R$ 0,0000 
Média R$ 550,00 
Média de perda/mês = R$ 550,00 x 3 pneus = R$ 1.650,00 
Média de perda/ano = R$ 1650,00 x 12 = R$ 19.800,00 
 
Perdas em R$ na 2ª Vida (Valor do pneu R$ 733,32 + Reforma R$ 350,00 = R$ 
1083,32) 
25% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 270,83 = R$ 812,49 
50% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 541,66 = R$ 541,66 
75% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 812,49 = R$ 270,83 
100% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 1.083,32 =R$ 0,0000 
Média R$ 541,66 
Média de perda/mês = R$ 541,66 x 3 pneus = R$ 1.624,98 
Média de perda/ano = R$ 1075,05 x 12 = R$ 19.499,76 
 
Perdas em R$ na 3ª Vida (Valor do pneu R$ 366,70 + Reforma R$ 350,00 = 
R$716,70) 
25% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 179,18 = R$ 537,52. 
50% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 358,36 = R$ 358,34 
75% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 537,54 = R$ 179,18 
100% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 716,70 = R$ 0,000 
 
Média de perda/mês = R$ 358,35 x 3 pneus = R$ 1.075,05 
Média de perda/ano = R$ 1075,05 x 12 = R$ 12.900,60 
 
SUCATEAMENTO POR REPARO COM MANCHÕES 
 
Vamos quantificar quantos pneus são sucateados por reparo com manchões: 
Iremos quantificar os reparos em relação à média de pneus reformados / mês. 
Pneus reformado em média / mês: 95 pneus 
 
Normalmente 80 % a 90 % dos pneus reformados recebem consertos com reparos 
denominado manchão. Adotaremos 85 %. 
 
No nosso exemplo de 95 pneus reformados / mês teremos: 
Percentual de pneus reparados / mês: média de 85% que é = a 80 pneus 
Pneus sucateados por reparo com manchões/mês: 12,13% (Gráfico) =10 pneus. 
 
Perdas em R$ na 1ª Vida (Valor do Pneu = R$ 1.100,00) 
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25% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 275 00 = R$ 825,00. 
50% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 550 00 = R$ 550,00. 
75% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 825 00 = R$ 275,00. 
100% do Pneu Rodado= R$ 1.100,00 – R$ 1.100,00= R$ 0,0000 
Média R$ 550,00 
 
Média de perda/mês = R$ 550,00 x 10 pneus = R$ 5.500,00 
Média de perda/ano = R$ 5.500,00 x 12 = R$ 66.000,00 
 
Perdas em R$ na 2ª Vida (Valor do pneu R$ 733,32 + Reforma R$ 350,00 = R$ 
1.083,32) 
25% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 270,83 = R$ 812,49 
50% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 541,66 = R$ 541,66 
75% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 812,45 = R$ 270,87 
100% do Pneu Rodado= R$ 1.083,32 – R$ 1.083,32 =R$ 0,0000 
 
Média R$ 541,66 
Média de perda/mês = R$ 541,67 x 10 pneus = R$ 5.416,73 
Média de perda/ano = R$ 5.416,73 x 12 = R$ 64.927,20 
 
Perdas em R$ na 3ª Vida (Valor do pneu R$ 366,70 + Reforma R$ 350,00 = 
R$716,70) 
25% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 179,18 = R$ 537,52. 
50% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 358,36 = R$ 358,34 
75% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 537,54 = R$ 179,18 
100% do Pneu Rodado= R$716,70 – R$ 716,70 = R$ 0,000 
Média de perda/mês = R$ 358,35 x 10 pneus = R$ 3.583,50 
Média de perda/ano = R$ 3.583,50 x 12 = R$ 43.002,00 
 
SUCATEAMENTO POR ANÁLISE TÉCNICA 
 
Pneus reformado em média / mês: 95 pneus 
Pneus sucateados por Análise Técnica : 10,10% (Gráfico) que é = a 9 pneus. 
 
Em 1ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 550,00 x 9 pneus = R$ 4950,00 
Média de perda/ano = R$ 4.950,00 x 12 = R$ 59.400,00 
 
Em 2ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 541,66 x 9 pneus = R$ 4.874,94 
Média de perda/ano = R$ 4.874,94 x 12 = R$ 58.499,28 
 
Em 3ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 358,35 x 9 pneus = R$ 3.225,15 
Média de perda/ano = R$ 3.225,15 x 12 = R$ 38.701,80 
 
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SUCATEAMENTO POR REFORMA 
 
Pneus reformado em média / mês: 95 pneus 
Pneus sucateados por Análise Técnica: 0,76% (Gráfico) =1 pneus. 
 
Em 1ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 550,00 x 1 pneu = R$ 550,00 
Média de perda/ano = R$ 550,00 x 12 = R$ 6.600,00 
 
Em 2ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 541,66 x 1 pneu = R$ 541,66 
Média de perda/ano = R$ 541,66 x 12 = R$6.499,92 
 
Em 3ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 358,35 x 1 pneu = R$ 358,35 
Média de perda/ano = R$ 358,35 x 12 = R$ 4.300,20 
 
SUCATEAMENTO POR OPERAÇÃO e MANUTENÇÃO 
 
Pneus EM OPERAÇÃO (rodando): 900 pneus 
Pneus sucateados por Operação e Manutenção: 2,29 % (Gráfico) que é = 20 pneus. 
 
Em 1ª Vida 
 
Média de perda/mês = R$ 550,00 x 20 pneus = R$ 11.000,00 
Média de perda/ano = R$ 11000,00 x 12 = R$ 132.000,00 
 
Em 2ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 541,66 x 20 pneus = R$ 10.833,20 
Média de perda/ano = R$ 7167,00 x 12 = R$ 129.998,40 
 
Em 3ª Vida 
Média de perda/mês = R$ 358,35 x 20 pneus = R$ 7167,00 
Média de perda/ano = R$ 7.167,00 x 12 = R$ 86.004,00 
 
Nota importante: Neste item a Geometria veicular e balanceamento e controle de 
pressão são primordiais pelos seguintes motivos : 
 
Um veículo devidamente alinhado, não só reduz a perda prematura dos pneus com 
também temos uma economia média de combustível (diesel) de 2%. 
O controle efetivo da pressão de trabalho do pneu pode alcançar até 15% de 
desempenho a mais do pneu com uma redução de até 0,9 % no consumo de 
combustível. 
 
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PERDAS DE VALORES EM COMBUSTÍVEL 
 
Por geometria veicular do conjunto – cavalo + carreta 
Reduz em média 2 % de consumo de óleo diesel 
 
No nosso exemplo temos uma frota de 50 cavalos rodando uma media mensal de 
15 000 km (adotado), portanto: 
O consumo deste cavalo é em média 2,5 litros / km, teremos um consumo para 15 
000 km rodados de 6000 litros de diesel. 
 
Preço médio / litro do óleo diesel: R$ 1,96 
Valor total de combustível por cavalo mecânico = R$ 1,96 x 6000 litros = 
R$11.760,00 por cavalo, então para 50 cavalos = R$ 11.760,00 x 50 = R$ 
588.000,00 
 
PERDA DE COMBUSTÍVEL POR CONTROLE EFETIVO DE PRESSÃO DO PNEU 
 
Mensal: 0,9 % de R$ 588.000,00 = R$ 5.292,00 
Anual: R$ 5.292,00 x 12 = R$ 63.504,00 
 
SUCATEAMENTO POR FABRICAÇÃO 
 
Sem elaboração de cálculos por motivos de garantia recebida pelo fabricante. 
Perda zero (0). 
 
 
 
RESUMO DE PERDAS TOTAIS NA FROTA CONCLUSÃO 
 
É MUITO IMPORTANTE QUE OS PROFISSIONAIS DE FROTA TENHA 
PARÂMETROS DE COMO ANALISAR ONDE ESTÃO OCORRENDO PERDASSIGNIFICATIVAS, POIS ESTAS CORREÇÕES PODEM SER ELABORADAS SEM 
GRANDES INVESTIMENTOS, POIS NÃO ESTAMOS REDUZINDO CUSTOS, 
MAS SIM ELIMINANDO PERDAS MONETÁRIAS ALTAMENTE SIGNIFICATIVAS. 
PENSEM NISSO. 
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