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Tecnologia de Abate de Animais de Açougue GCA133 – TECNOLOGIA DE CARNES E PESCADOS PROFA. ALCINÉIA DE LEMOS SOUZA RAMOS Abate de Bovinos Operações Pré-Abate Embarque e Transporte ◦ Jejum e Dieta Hídrica ◦ Densidade ◦ 390 a 410 kg/m2 Recepção, Seleção e Espera ◦ Inspeção do Lote ◦ GTA (atestado de sanidade) ◦ Desembarque imediato ◦ Inspeção ante mortem ◦ Animais não-aptos para a matança normal ◦ Curral de Sequestro (bretes) ◦ Currais de Observação ◦ Abatedouro Sanitário Operações Pré-Abate Recepção, Seleção e Espera ◦ Descanso (24 h) ◦ Recuperação do glicogênio muscular ◦ Jejum e Dieta Hídrica ◦ Esvaziamento do trato gastrointestinal ◦ Hidratação do corpo do animal ◦ Condução ao Boxe de Atordoamento ◦ Banho por aspersão ◦ Reduz a excitação dos animais (acalma) ◦ Limpeza parcial externa dos animais ◦ Vasoconstrição sanguínea periférica Encaminhamento ao Boxe de Atordoamento Chuveiros, onde os animais sofrem um primeiro banho por aspersão de água potável hiperclorada 15 mg/L a 3 atm de pressão (5 minutos) A seringa possui a forma de V e piso com 50 cm de largura; Operações de Abate Insensibilização ◦ Visa tornar o animal inconsciente de modo que este possa ser abatido de forma eficiente, sem lhe causar dor e angústia ◦ Objetivos ◦ Evitar o sofrimento desnecessário ◦ Evitar acidentes e estresse ◦ Aumentar a eficiência da sangria ◦ O equipamento utilizado para insensibilização deverá ser capaz de garantir a manutenção dos animais em estado de inconsciência até a morte por sangria. Insensibilização Métodos autorizados ◦ Mecânicos ◦ Concussão cerebral: disfunção cerebral temporária; perda da consciência ◦ Percussivo Penetrativo: Pistola de dardo cativo penetrante ◦ Percussivo Não Penetrativo: Pistola de dardo cativo não penetrante P in o d e D is pa ro G a til h o C ar tu ch o d e E xp lo sã o D ar d o a) (d) (c) (b) • Área de vômito • Colarinho • Pendura Sangria Objetivos ◦ Morte do animal ◦ Remoção máxima do sangue Deve ser feita o mais rápido possível após a insensibilização ◦ Máx. 60 segundos Duração de 3 minutos Tempo para morte vai depender de quais vasos forem cortados ◦ O ideal é cortar os vasos no peito do animal ◦ Próximo ao coração Corte da barbela e musculatura, seguido da secção dos grandes vasosDuas facas Estimulação Elétrica ◦ Finalidade de melhorar qualidade de carne ◦ Permitido após comprovação da morte do animal (terço final da calha de sangria) ◦ Equipamento elétrico na calha de sangria Brasil 70V por 2 min Aplicada 5 min post mortem Esfola Desarticulação das patas Serragem dos chifres Remoção do couro ◦ Mecânica Esfola Ablação e oclusão do reto Desarticulação da cabeça ◦ Identificação ◦ Liberação do esôfago da traqueia ◦ Amarrilho Evisceração Pré-serragem do esterno Remoção das vísceras ◦ Mesa rolante Serragem das carcaças Operações de Abate Inspeção post mortem ◦ Toalete ◦ Lavagem da carcaça ◦ Água clorada ◦ 38-40ºC a 3 atm ◦ Pesagem ◦ Carimbagem Operações de Abate Resfriamento ◦ Fatores a controlar ◦ Temperatura, ◦ Umidade Relativa do ar e ◦ Velocidade da Circulação do ar ◦ Evitar: ◦ Queima pelo frio ◦ Perda por Gotejamento ◦ Fungos e leveduras Desossa e Cortes ◦ 24h post mortem ◦ Temperatura da carne < 7oC ◦ Sala climatizada: T < 10ºC