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GERAL: 
o Paciente sentado, membros superiores 
ao longo do tórax, mão sobre as coxas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INSPEÇÃO 
o Alterações na pele e mucosas – cianose 
o Alterações nas unhas e pontas dos dedos – 
baqueteamento digital ou sinais de 
depósitos de nicotina 
o Fala – lábios semi-cerrados ou intercortada 
o Forma e simetria do tórax: diâmetros 
antero-posterior e o lateral é 1:2 
o Formas: tórax em barril (globoso ou 
sugestivo de obstrução crônica de fluxo 
aéreo), pectus carinatum (cardiopatias 
congênitas), pectus escavatum (congênito e 
sem nenhuma repercussão clínica) 
o Observar desvios da traqueia 
o Inspeção de mamas: abaulamentos, 
retrações, alterações na coloração e aspecto 
da pele 
o Observar padrão respiratório: dispneia, 
taquipneia (acima de 25 irpm), bradipneia 
 
 
(abaixo de 8 irpm), respiração de Cheyne-
Stokes, Kusmaul 
o Posições respiratórias: ortopneia (melhora 
ventilação sentado), platipneia (melhora 
dispneia deitado), trepopneia (melhor 
dispneia lado afetado) 
o Sinais de esforço ventilatório: presença de 
tiragens, bateamento de asas nasais, uso da 
musc. Acessória. 
o Sinais de circulação colateral 
o Determinar FR e saturação do oxigênio: de 
8-24 irpm 
 
 
 
 
 
 
 
 
PALPAÇÃO 
o Identificar regiões dolorosas, depressões, 
abaulamentos, crepitações, elasticidade da 
caixa torácica. 
o Observar desvios da traqueia e mobilidade 
o Turgencia de jugulares 
o Avaliar expansibilidade torácica: lobo 
superior, anterior e posterior 
o Examinar frêmito tóraco-vocal: frêmito 
aumenta quando há consolidação do 
parênquima, em obstruções o frêmito não se 
transmite – atelectasias, pneumotórax. E 
diminuído em casos de derrames pleurais. 
 
 
 
 
 
 
 
PERCUSSÃO 
• Avaliar os sons decorrentes da percussão 
torácica: claro pulmonar (parênquima normal), 
submaciço, maciço (quando o ar é retirado dos 
pulmões e substituído por líquidos ou 
consolidação), timpânico (excesso de ar – 
pneumotórax, hiperinsulflações) e correlacionar os 
achados com as manifestações clínicas 
apresentadas pelo paciente. 
• Identificar os achados que indicam a presença 
de derrame pleural (FTV diminuído, percussão 
maciça), pneumotórax (FTV abolido e percussão 
timpânica), consolidações pulmonares (FTV 
aumentado, percussão submacicez a maciço). 
 
 
 
 
 
 
AUSCULTA 
o O trânsito de ar nas vias aéreas na inspiração e 
expiração é capaz de produzir três tipos de 
sons normais da respiração: bronquial, 
broncovesicular e vesicular. 
o Identificar os sons da ausculta respiratória: 
brônquicos (estetoscópio no pescoço ao nível 
da traqueia), broncovesicular (audível nas 
regiões infra e supra claviculares e supra-
escapulares, corresponde as regiões apicais 
dos pulmões) e vesicular (audível em todo 
restante do tórax, a inspiração possui duração 
maior que a expiração, som suave, constituído 
por notas de baixa frequência). 
o Sons respiratórios vesiculares: se originam nas 
porções periféricas do pulmão perto de onde o 
estetoscópio é colocado. 
o Sons vesiculares: originam em vias aéreas mais 
proximais e maiores. 
o Sons da respiração brônquica: originam-se nas 
vias aéreas proximais maiores. 
 
 
o Identificar os ruídos adventícios: sons que 
contaminam os sons da respiração, podendo ser 
contínuos ou descontínuos: 
a) descontínuos – (podem ser originados devido 
vibrações provocadas pela reabertura súbita de 
brônquios previamente colapsados). Ao fim da 
inspiração significam reabertura de pequenas vias 
aéreas previamente colapsadas. Por sua vez um 
ruído descontinuo ins e expiratório pode ser 
reabertura brônquica acontecendo nas duas fases 
do ciclo. Crepitações podem ser proto, meso, tele-
inspiratórias ou expiratórios. 
b) contínuos – (também dito de musicais, nascem 
das vibrações da parede brônquicas trazidas ao 
ponto de oclusão e impulsionadas por um jato de 
ar sob uma velocidade crítica). Os sons contínuos 
ins e expiratórios traduzem uma obstrução fixa e 
permanente. Os roncos são sons contínuos de 
tonalidade grave. São causados por vibrações das 
paredes opostas das vias aéreas estreitadas. 
 
 
o Presença de atrito pleural: ruídos predominante 
expiratórios, ruído descontinuo e explosivos. 
Assemelham-se atrito de couro. 
o Estridores: é um som alto e musical de passo 
definido e constante (geralmente cerca de 400 Hz) 
que indica obstrução das vias aéreas superiores. 
É idêntico acústicamente a sibilos em todos os 
sentidos, exceto por duas características: O 
estridor é confinado à inspiração e sempre mais 
alto sobre o pescoço (laringe). 
Observação: Atualmente, foi eliminado da 
terminologia respiratória a palavra estertor.

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