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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DEPARTAMENTO DE ECONOMIA EAE 308 – Macroeconomia II 2º Semestre de 2021 Prof. Fernando Rugitsky Lista de Exercícios 3 [1] Considere uma pequena economia aberta descrita pelas seguintes equações: [ ] [ , ] [ , ] [ , ] em que , , , , , , e denotam, respectivamente, os valores domésticos agregados do consumo, do produto, da arrecadação tributária, do investimento, do gasto público, das exportações líquidas, da oferta nominal de moeda e da demanda por moeda. Por sua vez, é a taxa nominal de juros doméstica e é a taxa de câmbio real, dada por , em que é a taxa de câmbio nominal (preço da moeda local em termos de moeda estrangeira), é o nível de preço doméstico e é o nível de preço internacional. Supõe- se que todos esses componentes da taxa de câmbio real, assim como a oferta nominal de moeda doméstica, são exógenos. Além disso, supõe-se (i) a existência de perfeita mobilidade de capital (sendo que é a taxa nominal de juros internacional, cujo valor é exógeno), (ii) perfeita substitutibilidade entre ativos financeiros locais e internacionais, (iii) que a soma dos componentes autônomos da demanda agregada é estritamente positiva e (iv) que o regime cambial vigente é o de taxa de câmbio fixa. [a] Qual o efeito de uma pequena queda na oferta de moeda (doméstica) sobre o nível de equilíbrio de curto prazo do produto doméstico? Pode-se concluir que a variação (absoluta) nesse nível, se alguma, depende da extensão do efeito acelerador (dada por )? Justifique sua resposta em termos gráficos (no espaço ) e econômicos. [b] De que maneira, se alguma, os resultados obtidos no item anterior seriam alterados se, tudo o mais constante, a condição de Marshall-Lerner não fosse satisfeita? [2] Considere uma pequena economia aberta descrita pelas seguintes equações: ( )C C Y= 0 '( ) / 1C Y dC dY< = < ( , )I I r Y= / 0rI I r= ¶ ¶ < / 0YI I Y= ¶ ¶ > / /s d s dM P M P= ( , )d dM M Y r= / 0d dYM M Y= ¶ ¶ > / 0 d d rM M r= ¶ ¶ < 0G T= = ( , )NX NX Y e= / 0YNX NX Y= ¶ ¶ < / 0NX NXe e= ¶ ¶ < C Y T I G NX sM dM r e /d fEP P E dP fP fr /YI I Y= ¶ ¶ ,Y r 2 [ , ] [ , ] [ , ] [ ] [ ] em que , , , , , , e denotam, respectivamente, os valores domésticos agregados do consumo, do produto, da arrecadação tributária, do investimento, do gasto público, das exportações líquidas, da oferta nominal de moeda e da demanda por moeda. Por sua vez, é a taxa nominal de juros doméstica e é a taxa de câmbio real, dada por , em que é a taxa de câmbio nominal (preço da moeda estrangeira em termos de moeda local), é o nível de preço internacional e é o nível de preço doméstico. Supõe- se que todos esses componentes da taxa de câmbio real, assim como a arrecadação tributária e a oferta nominal de moeda doméstica, são exógenos. Além disso, supõe-se (i) perfeita mobilidade de capital (sendo que é a taxa nominal de juros internacional, de valor exógeno), (ii) perfeita substitutibilidade entre ativos financeiros locais e internacionais, (iii) que a soma dos componentes autônomos da demanda agregada é estritamente positiva e (iv) que o regime cambial é o de taxa de câmbio flexível. [a] Qual o impacto de uma pequena elevação na oferta de moeda (doméstica) sobre o equilíbrio de curto prazo do produto doméstico? Justifique sua resposta em termos gráficos (no espaço ) e econômicos. [b] De que maneira, se alguma, os resultados obtidos no item anterior seriam alterados se, tudo o mais constante, ? [3] Suponha uma macroeconomia com os níveis de investimento, I, gastos do governo, G, e arrecadação tributária, T, todos constantes e exogenamente determinados (ou seja, , 𝐼 = 𝐼,̅ 𝐺 = �̅� e 𝑇 = 𝑇& , respectivamente). O consumo, por sua vez, é representado por 𝐶 = 𝑐! + 𝑐"(𝑌 − 𝑇) , em que 𝑐! denota o consumo autônomo, 0 < 𝑐" < 1, a propensão marginal a consumir e Y, a produção agregada. Ademais, as exportações líquidas são representadas por 𝐸𝐿 = 𝑋& −𝑚𝑌, em que 𝑋& é o montante (exógeno e constante) de exportações e 0 < 𝑚 < 1 é a propensão marginal a importar. Suponha que os valores dos parâmetros e variáveis exógenas são tais que o produto de equilíbrio é sempre estritamente positivo. [a] Qual a expressão que representa o valor de equilíbrio da produção agregada? Qual é o valor do multiplicador dos gastos autônomos (ou exógenos)? [b] Calcule o multiplicador do orçamento equilibrado, 𝑘#$ (ou seja, aquele referente a uma elevação simultânea e de mesma magnitude nos valores exógenos da arrecadação tributária ( , )C C Y T= 0 / 1YC C Y< = ¶ ¶ < / 0TC C T= ¶ ¶ < ( , )I I r T= / 0rI I r= ¶ ¶ < / 0TI I T= ¶ ¶ < / /s d s dM P M P= ( , )d dM M Y r= / 0d dYM M Y= ¶ ¶ > / 0 d d rM M r= ¶ ¶ < ( )G G e= '( ) / 0G dG de e= ¹ T T= ( )NX NX e= '( ) / 0NX dNX de e= > C Y T I G NX sM dM r e /f dEP P E fP dP fr ,Y r / 0rI I r= ¶ ¶ = 3 e do gasto público). De que maneira, se alguma, esse multiplicador depende da propensão marginal a importar? [c] Refaça o item [b] supondo agora que o montante de exportações varia positivamente com o volume de gastos do governo de acordo com a expressão 𝑋 = 𝑥! + 𝑥"𝐺 , em que 𝑥! representa o componente autônomo das exportações e 𝑥" é um parâmetro. Existe um valor de 𝑥" que faz com o multiplicador do orçamento equilibrado, 𝑘#$, seja igual a um? Justifique sua resposta tanto em termos algébricos e econômicos. [4] Considere uma macroeconomia descrita pelas seguintes equações comportamentais: 𝐶 = 𝑐! + 𝑐"(𝑌 − 𝑇) 𝐼 = 𝑑! + 𝑑"𝜃 𝐺 = �̅� 𝑇 = 𝑇& 𝐸𝐿 = 𝑋& + 𝑏𝜃 −𝑚𝑌 em que C, Y, T, I, G e EL denotam, respectivamente, os níveis agregados do consumo, do produto, da receita tributária, do investimento privado, do gasto público e das exportações líquidas. No caso destas, 𝑋& é o montante (exógeno) de exportações, 0 < 𝑚 < 1 é a propensão marginal a importar e 𝜃 é a taxa de câmbio real, cujo nível é exógeno. Por sua vez, 𝑏, 𝑐% e 𝑑! são parâmetros estritamente positivos, com 0 < 𝑐" < 1. Além disso, suponha 𝑑" ≠ 0. [a] Calcule o impacto de uma variação (marginal) no valor exógeno das exportações, 𝑋&, sobre o produto de equilíbrio. Justifique sua resposta em termos algébricos, calculando 𝜕𝑌∗/𝜕𝑋&, e econômicos, descrevendo a cadeia de causação correspondente. [b] Calcule o impacto de uma variação (marginal) no valor exógeno da taxa de câmbio real, 𝜃, sobre o produto de equilíbrio. Justifique sua resposta em termos algébricos, calculando 𝜕𝑌∗/𝜕𝜃, e econômicos, descrevendo a cadeia de causação correspondente. [5] Considere uma pequena economia aberta descrita pelas seguintes equações: Com exceção da taxa de juros doméstica, , e da taxa de juros internacional, , todas as variáveis estão expressas em logaritmo. Em termos de definição das variáveis envolvidas, é o produto real doméstico, é o gasto público (exógeno), é a taxa de câmbio nominal (preço da moeda estrangeira em unidades da moeda doméstica), é o nível de preço internacional (exógeno e constante), é o nível de preço doméstico (exógeno e constante), ])([ 211111 yxppexgriycy df --+++-= µf rypm d 21 !! -=- fr r s= + r fr y g e fp dp 4 é a oferta nominal de moeda doméstica (exógena e constante) e é a taxa de depreciação cambial esperada (exógena e, no curto prazo descrito pelo modelo, nula). Todos os parâmetros estruturais são positivos, sendo que . Por fim, supõe-se a vigência de um regime de câmbio flexível e que a mobilidade de capital é perfeita. [a] Represente graficamente, no espaço ( , ), o conjunto de pontos, , que satisfaz a condição de equilíbrio no mercado monetário – ou seja, represente o produto real doméstico no eixo horizontal. Faça o mesmo em relação ao conjunto de pontos, , que satisfaz a condição de equilíbrio no mercado de bens doméstico. Qual a justificativa econômica para a inclinaçãodesses conjuntos? [b] Qual o efeito de uma pequena elevação no gasto público sobre o valor de equilíbrio do produto doméstico, ? Justifique sua resposta tanto em termos algébricos, computando , como econômicos. [c] Voltando aos dados originais do exercício, qual o efeito de uma pequena redução no gasto público sobre o valor de equilíbrio da taxa de câmbio nominal, ? Justifique sua resposta em termos gráficos e econômicos. [d] De que forma, se alguma, os resultados obtidos nos itens [b] e [c] seriam alterados caso a demanda por moeda doméstica dependesse da taxa de câmbio nominal? Justifique sua resposta em termos gráficos e econômicos. [e] Considere novamente a especificação original da demanda por moeda doméstica. Mas, suponha agora que o gasto público é endógeno à taxa de câmbio nominal: , sendo que e . Qual o efeito de uma pequena elevação na oferta nominal de moeda doméstica sobre o valores de equilíbrio do produto doméstico e da taxa de câmbio nominal? Justifique sua resposta em termos algébricos, computando e , e econômicos. [6] Considere uma pequena economia aberta descrita pelas seguintes equações: [ , ] [ ] [ , ] , em que , , , , , , e denotam, respectivamente, os valores domésticos agregados do consumo, do produto, da arrecadação tributária, do investimento, do gasto público, das exportações líquidas, da oferta nominal de moeda e da demanda por moeda. Por m s 1 10 1c i< + < y e LM IS *y * /y g¶ ¶ *e ( )g g e= (0) 0g > '( ) 0g e < */y m¶ ¶ * /e m¶ ¶ ( , )C C Y T= 0 / 1YC C Y< = ¶ ¶ < / 0TC C T= ¶ ¶ < ( )I I r= '( ) / 0I r dI dr= < / /s d s dM P M P= ( , )d dM M Y r= / 0d dYM M Y= ¶ ¶ > / 0 d d rM M r= ¶ ¶ < G G= T T= NX a be= + 0a > 0b > C Y T I G NX sM dM 5 sua vez, é a taxa nominal de juros doméstica e é a taxa de câmbio real, dada por , em que é a taxa de câmbio nominal (preço da moeda estrangeira em termos de moeda local), é o nível de preço internacional e é o nível de preço doméstico. Supõe- se (i) perfeita mobilidade de capital (sendo que denota a taxa nominal de juros internacional, de valor exógeno), (ii) perfeita substitutibilidade entre ativos financeiros domésticos e internacionais, (iii) que a soma dos componentes autônomos da demanda agregada é estritamente positiva, (iv) que a arrecadação tributária, a oferta nominal de moeda doméstica e o gasto público são exógenos tanto no curto como no médio prazo, (v) que os salários nominais e o nível de preço doméstico, embora estejam dados no curto prazo, variam para além do curto prazo conforme descrito em sala de aula e (vi) que, no equilíbrio de médio prazo, as taxas de inflação doméstica e internacional são iguais. Suponha que a economia se encontra inicialmente em equilíbrio tanto de curto como de médio prazo e ignore por completo o longo prazo. Qual o efeito em termos de equilíbrio de curto e médio prazos de um aumento no componente autônomo das exportações líquidas, (resultante, por exemplo, de uma diversificação da pauta exportadora)? Justifique sua resposta tanto em termos gráficos (no espaço ) como econômicos. [7] Considere uma macroeconomia descrita pelas seguintes equações: 𝐶 = 𝑐! + 𝑐"(𝑌 − 𝑇) [consumo agregado] 𝐼 = 𝑎! − 𝑎"𝑟 [investimento agregado] 𝐺 = �̅� [gastos do governo] 𝑇 = 𝑡𝑌 [arrecadação tributária] 𝑁𝑋 = 𝑥! + 𝑥"𝑌∗ − 𝑥'𝑌 + 𝑥(𝜃 [exportações líquidas] 𝑟 = 𝑟∗ [condição de integração financeira internacional] em que 𝑌, 𝑌∗, 𝑟, 𝑟∗, �̅� e 𝜃 denotam, respectivamente, o produto doméstico, o produto estrangeiro, a taxa real de juros doméstica, a taxa real de juros estrangeira, o nível dos gastos do governo determinado exogenamente e a taxa real de câmbio (definida como ) ∗* ) , em que 𝑃∗, 𝑃 e 𝑒 denotam, respectivamente, o nível de preços estrangeiro, o nível de preços doméstico e a taxa de câmbio nominal, definida como unidades de moeda doméstica por unidade de moeda estrangeira). Por sua vez, 𝑐!, 𝑐", 𝑎!, 𝑎", 𝑡, 𝑥!, 𝑥", 𝑥' e 𝑥( são parâmetros estritamente positivos, sendo que 0 < 𝑥' < 𝑐" < 1, 0 < 𝑡 < 1 e 1 − 𝑐"(1 − 𝑡) + 𝑥' > 0. [a] Levando em consideração os mercados de bens e os mercados financeiros integrados internacionalmente, qual é o impacto de variação marginal da taxa real de juros estrangeira sobre o produto? Justifique sua resposta algebricamente, computando 𝜕𝑌/𝜕𝑟∗ e analisando seu sinal. r e /f dEP P E fP dP fr a ,Y e 6 [b] Represente graficamente, supondo a versão simples do modelo Mundell-Fleming, o impacto de uma queda da taxa real de juros estrangeira sobre uma economia com regime de câmbio fixo e sobre uma com regime de câmbio flutuante, supondo que ambas estavam inicialmente em equilíbrio. E descreva a cadeia de causação econômica em cada um dos casos. [c] O resultado obtido no item [a], acima, verificou-se independentemente do regime de câmbio adotado, no item [b]? Explique em termos econômicos. [d] Supondo que a economia com regime de câmbio fixo estivesse inicialmente no equilíbrio de longo prazo (tal qual definido pelo modelo AD-ERU-BT), descreva economicamente e represente graficamente a transição do curto para o médio prazo, na sequência da redução mencionada da taxa real de juros estrangeira. [8] Em um artigo publicado em 2005, Fabio Giambiagi e Fernando Montero argumentam que a manutenção da taxa, então observada, de poupança no Brasil requeria, entre outras medidas, a “redução, na composição do PIB, das despesas com previdência social, que representam transferências de recursos para uma fração da população cuja propensão a consumir é próxima de 100%, pelo estágio do ciclo de vida em que se encontram.” Suponha que uma reforma da previdência seja aprovada nos próximos meses, no Brasil, e que ela tenha como resultado uma elevação da taxa de poupança, seja pelo impacto sobre a poupança pública seja pelo impacto sobre a propensão média a consumir (como sugerido por Giambiagi e Montero). [a] Supondo, inicialmente, que o impacto da reforma ocorra apenas pela elevação da poupança pública (redução de gastos, assumindo arrecadação tributária constante), explique seus impactos no curto e no médio prazo recorrendo aos modelos Mundell-Fleming e AD- ERU-BT, enfatizando a cadeia de causação econômica e representando-os graficamente. Suponha, para tanto, que a economia estava inicialmente no equilíbrio completo (de longo prazo) e que o regime de câmbio adotado é o flutuante, além de ela apresentar os demais pressupostos dos modelos mencionados (ser uma pequena economia aberta, com perfeita mobilidade de capitais e títulos perfeitamente substituíveis). [b] Assumindo que o investimento dependa apenas da taxa de juros, o que ocorre com o nível e com a composição da poupança, quando o novo equilíbrio de curto prazo for atingido (isto é, antes de preços se ajustarem), após a reforma da previdência? (Continue supondo que a reforma não impactou a propensão média a consumir.) 7 [9] Considere uma macroeconomia descrita pelo modelo de economia aberta AD-ERU-BT, tal qual apresentado no manual de Carlin e Soskice. [a] Derive graficamente a relação ERU no plano (𝑦, 𝜃), a partir do equilíbrio do mercado de trabalho. [b] Suponha que um aumento da concorrência no mercado de bens desloque a curva de fixação de preços (PS) para cima. Assumindo que, no início, a economia estava no equilíbrio de longo prazo, e que o regime cambial adotado é o regime de câmbio fixo, descreva verbalmente a transição para o novo equilíbrio de médio prazo. Além disso, represente graficamente tal transição tanto no gráfico do mercado de trabalho, quanto no plano (𝑦, 𝜃). [c] Do ponto de vista da composição da demanda agregada, o que se alterou entre o equilíbrio inicial e o equilíbrio de médio prazo final? [d] Se o regime cambial fosse o regime de câmbio flutuante, o equilíbrio de médio prazo final seria diferente? E a transição para esse novo equilíbrio?[e] O equilíbrio de médio prazo final é um equilíbrio de longo prazo? Explique. Caso ele não seja, que mecanismos podem levar a economia de um equilíbrio de médio prazo como esse para um equilíbrio de longo prazo? [10] [a] Suponha que uma onda de incerteza em relação a capacidade de uma economia pagar seu endividamento externo leve a um aumento do câmbio nominal esperado. Assumindo que o regime cambial adotado seja o regime de câmbio flutuante, responda: (i) o que ocorre com o câmbio nominal efetivo ao longo do tempo? (ii) qual é a trajetória da economia até o novo equilíbrio de curto prazo, segundo o modelo Mundell-Fleming? Responda verbalmente e represente a sua resposta graficamente, tanto no plano (𝑦, 𝑖) quanto no plano (𝑒, 𝑖). [b] Alcançado o novo equilíbrio de curto prazo mencionado no item [d] do exercício 1, descreva verbalmente e represente graficamente (recorrendo ao modelo AD-ERU-BT) a transição para o equilíbrio de médio prazo, para o caso do regime de câmbio fixo. Supondo que a economia tenha iniciado em um equilíbrio de longo prazo, o equilíbrio final será também um equilíbrio de longo prazo?