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O uso doa instrumentos rotatórios reduz a resistência à
avulsão dentária. Essa resistência nos molares decíduos
pode ser representada pelo dente permanente que se situa
encarcerado entre as suas raízes. 
 
Um dos cuidados que se tem que tomar quando se decide
pelo uso de brocas é o condicionamento correto da criança,
pois, se ela estiver agitada e se movimentando, as
possibilidades de iatrogenias em tecidos moles ou duros,
causadas pelo corte da broca, são grandes. Sendo assim 
 pode ser utilizada em conjunto técnicas combinadas
Uso dos elevadores dentais
 É necessário saber tudo sobre o caso clinico
incluindo as técnicas cirúrgicas que serão
utilizadas.
Sendo assim determinar qual a necessidade
do paciente diante do caso clinico
apresentado, determinando se a cirurgia será
a conduta terapêutica mais adequada, pois
para a maioria das situações clinicas a
cirurgia será utilizada apenas um último caso.
dando prioridades as condutas terapêuticas
conservadoras 
É preferível a utilização de fórceps infantis para a remoção
de dentes decíduos, pois seu tamanho menor facilita as
manobras técnicas.
Assim, tem-se que, para os dentes com apenas uma raiz,
devem-se empregar movimentos pendulares e de rotação;
já para os dentes multirradiculares, é preciso empregar
movimentos de lateralidade e/ou pendulares.
A parte ativa do fórceps deverá prender corretamente a
coroa dental, para que a força aplicada ao cabo seja
convenientemente transmitida ao dente, possibilitando sua
luxação.
Vale lembrar que os instrumentais cirúrgicos podem
despertar apreensão, portanto a mesa clínica deve ficar
fora do alcance visual do paciente.
Técnica Cirúrgica
Uso de instrumentos rotatórios
Necessidade de Exodontia
A exodontia é, de longe, o procedimento cirúrgico mais
frequentemente praticado em Odontologia. Como para
outros procedimentos cirúrgicos, os seus objetivos são:
limitar o dano causado pela doença ou pelo traumatismo,
de forma a evitar sequelas de ordem local e sistêmica;
favorecer a correção do déficit anatomofuncional
existente, contribuindo para a reabilitação funcional em
aplicação conjunta com outros recursos de terapêutica.
EXODONTIA EM 
DENTES
DECIDUOS
PASSO A PASSO.
Os elevadores dentais foram projetados com diferentes
pontas ativas.
Os mais utilizados em Odontopediatria são os de Seldin reto
e curvo, e os apicais. São indicados para luxar dentes,
expandir a cortical vestibular e remover raízes residuais
fraturadas, ou que foram seccionadas para facilitar a
cirurgia.
O domínio da técnica para seu uso é muito importante para
que não 
se corra o risco de causar danos aos dentes adjacentes ou
mesmo 
aos permanentes sucessores. Por isso, o apoio deve ser feito
em tecido ósseo
(A) Exodontia de dente decíduo que abrigava dente
permanente
(B) A Conduta deve ser: incisão e divulsão da mucosa
gengival
(C) Osteotomia do rebordo ósseo alveolar justaposto ao
colo do dente decíduo e divisão do dente, acompanhando
a bifurcação radicular. 
(D) Remoção em separado de cada porção dentária
seccionada 
A maioria das remoções de dentes decíduos evolui sem
complicações. Estas ocorrem, quase sempre, quando não se 
efetuou uma análise correta da oportunidade cirúrgica.
Os analgésicos podem ser prescritos na posologia
adequada e, de preferência, VO. Os tampões de gaze
usados sob pressão têm ação efetiva sobre o mecanismo
da auto - hemostasia, promovendo a formação do
esperado coágulo sanguíneo. Os pais ou os responsáveis
pela criança devem ser orientados quanto ao tipo de
alimento, líquido e frio, que, de preferência, o paciente deve
receber nas primeiras 24 h do pós-operatório, bem como de
comunicarem quaisquer fatos que ocorram e julgarem
decorrentes ou vinculados 
à exodontia praticada.
Estudo para Realizar o plano de Cirurgia
para o caso clinico.
1° Atendimento.
3°Atendimento
Acompanhamento
 pós-operatório
A anestesia local em Odontopediatria é semelhante
àquela utilizada em adultos, sofrendo pequenas
modificações em razão de algumas características
peculiares das crianças. Assim, o osso mais poroso e
menos calcificado facilita a difusão da solução
anestésica por meio da compacta óssea alveolar,
resultando em boa anestesia em
menos tempo.
Entretanto, vale ressaltar que a ação anestésica efetiva
depende em grande parte de técnica precisa, que visa a
depositar a solução anestésica o mais próximo da
inervação que se quer anestesiar.
A técnica anestésica será escolhida em razão da
intervenção clínica a ser realizada. Para isso, é
necessário ter em mente a distribuição periférica do
nervo trigêmeo.
 
Curetagem 
Deve-se curetar sempre que, após a exodontia, se constatar a
presença intra-alveolar de lesão patológica, passível de ser
removida por curetagem. Se houver lesão, esta deverá ser
totalmente removida por cuidadosa curetagem em virtude da
presença do sucessor permanente.
Geralmente, indica-se a sutura quando a passagem da agulha
não venha a causar esgarçamento do tecido gengival e não
possa lesar as porções mais superficiais o germe do sucessor.
Também se indica a sutura nos casos de exodontias múltiplas,
pois contribui para a imobilidade dos tecidos, dificultando a
ocorrência de hemorragia no pós-operatório, e favorece o
reparo mais rápido da ferida cirúrgica.
O fio de sutura geralmente mais utilizado na boca é o de seda
preta, com diâmetro 3-0 ou 4-0. A seda é um material não
absorvível, de fácil visualização, bem tolerado pelos tecidos
moles e também pela língua, além de não desatar com
facilidade. 
As suturas devem ser retiradas após 5 a 7 dias, pois, após esse
período, elas perdem a sua utilidade e poderão
aumentar a contaminação da submucosa.
Sequencia de execução 
Referencia Bibiografica
 Livro Odontopediatria - 9° edição
Antonio Carlos Guedes Pinto
Uso de Anestésicos 
Sutura
Anestesia tópica e local.
Curetagem e sutura se necessário.
Execução do Procedimento cirúrgico.
Prescrição de medicação - 
 alimentação e repouso.
Anamnese - Profilaxia -Radiografia
Prescrição de medicação se necessário.
2°Atendimento
Retirar suturas e avalição da
recuperação do paciente.
Dicentes:
Geisiane Rodrigues Paula Ferreira - 9° período
Julia Tanaka Poncha - 6° Período
Luara nunes Moraes - 10° Período
L
uar
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G
eisi
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J
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