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teologia sistematica tentativa 2 - 70 pontos

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Se tentamos abstrair um modelo conceitual da pessoa de Cristo do Novo Testamento, testemunha em toda a sua variedade e com suas diversas imagens, frases, ideias e complexas terminologias, é claro que devemos afirmar que ele foi tanto um ser humano real como a encarnação da divindade, cuja atividade salvadora foi a própria realização de Deus. Ele não estava simplesmente fazendo o trabalho de Deus. Deus estava trabalhando por meio dele. Foi deixado à igreja para tornar inteligível, preciso e consistente o significado da encarnação.
A tarefa de tornar inteligível, preciso e consistente o significado da encarnação foi deixada à igreja:
I. Porque tornou-se necessária, à medida que as pessoas faziam perguntas.
II. Porque tornou-se necessária, à medida que surgiam versões do Evangelho que ameaçavam o testemunho de Jesus como o Cristo.
III. Para dar um testemunho claro e combater as teorias destrutivas da pessoa de Cristo.
IV. Porque a igreja considerou necessário declarar com a maior precisão possível o que significava confessar que Jesus era o Senhor.
I, II e III.
II, III e IV.
I e II.
I, II, III e IV.
I e III.

Jesus é concebido como meramente humano. Ele foi obediente e fez o que é bom. Portanto, foi adotado como filho de Deus. Esta adoção é baseada em sua vida exemplar. Este modelo ocorreu principalmente nos círculos dos cristãos judeus. Com este modelo eles procuraram deixar claro a diferença entre a divindade e a humanidade. Jesus foi um ser humano, não Deus. Sua filiação pode ser comparada à dos reis do Antigo Testamento (Salmos 2 e 110). Uma ideia similar foi, depois, defendida por Teodóto (Roma, cerca de 190): Para ele, Jesus é nosso exemplo.
Quanto aos exemplos de pessoas que tentaram falar de Jesus de forma contemporânea culturalmente, mas que não fizeram justiça para com a crise que envolve a proclamação do seu nome, a qual modelo se refere a descrição acima?
Nestorianismo.
Gnosticismo.
Adocionismo moderado.
Adocionismo.
Arianismo.

Devemos distinguir entre uma Cristologia que parte “desde cima” e uma que parta “desde baixo”. Para a primeira (de cima) a encarnação fica no centro. A outra coloca o centro, a vida e o ministério de Jesus. A Cristologia de Barth é do primeiro tipo. A Teologia da Libertação, do segundo tipo, nas cristologias que partem “de cima para baixo”, a doutrina da Trindade é pressuposto básico – encarnação tem a primazia como revelação de Deus.
Aqui, a pergunta é: De que maneira a segunda pessoa da Trindade assumiu a natureza humana? Segundo Pannenberg, há três razões pelas quais este método não nos serve:
I. Essa Cristologia pressupõe a divindade de Jesus. Em vez de pressupô-la, devemos indagar primeiramente como o aparecimento de Jesus na história nos levou ao reconhecimento de sua divindade.
II. Essa Cristologia dá exagerada importância ao homem Jesus e às relações entre Jesus e o judaísmo da época.
III. Teríamos que estar na posição de Deus para seguir o caminho do Filho de Deus no mundo. Nós realmente, só pensamos a partir do contexto de nossa situação humana historicamente determinada. Portanto, nosso ponto de partida deve ser o homem Jesus.
Apenas III.
Apenas I.
Apenas II.
II e III.
I e III.

Tem sido a igreja essa comunidade de perdão, amor e aceitação? Temos de começar vivendo o que essa fé requer de nós; fé em Deus só é possível quando vivemos pela fé. Fé caminha junto com obediência. Se não houver obediência não pode haver fé. Devemos afirmar sempre numa clássica linguagem teológica, sobre a justificação pela fé: Nós não somos feitos justos com Deus pelas obras, e também não somos feitos justos com Ele sem boas obras. Não pode haver fé cristã sem vida cristã!
É correto o que se afirma em:
I. A justificação diz-nos sobre a graça de Deus agindo sobre o ser humano, fazendo tudo a quem nada merece.
II. A justificação diz-nos como Deus, pelo seu Espírito, trabalha em nós. Abandonando o pecado e vivendo uma nova vida.
III. Pela justificação somos livres da auto justificação, que quebrou nossa relação com Deus, com nossos semelhantes e com nós mesmos.
I e III.
I e II.
Apenas II.
II e III.
Apenas III.

Essa santidade é custosa. E só é possível quando cristãos são diferentes do mundo, no mundo, quando eles abertamente fazem o que outros não fazem; quando eles publicamente se recusam a se conformarem automaticamente aos sistemas ideológicos, às práticas comerciais e, propõe responsabilidades e integridade moral.
A que modelo de santidade se refere a descrição acima?
A santidade que é fora do mundo.
A santidade que é contra o mundo.
A santidade que é transformadora do mundo.
A santidade que é pelo mundo.
A santidade que é diferente do mundo.

A cena agora é um lugar religioso com um altar com sangue onde são oferecidos sacrifícios. Seres humanos são culpados diante de Deus e condenados à punição. Um sacerdote é o mediador entre Deus e os homens. Faz sacrifícios pela expiação. Sangue é derramado, vida é oferecida. Mas esse sacerdote é diferente, não oferece a vida de outros animais, mas a sua própria vida. Derrama seu sangue para trazer paz entre Deus e os homens. É, em si mesmo, o cordeiro, como representante. Daí o homem pôde ser reconciliado.
Qual analogia utilizada para interpretar o significado da morte de Jesus na cruz a descrição acima se refere?
A analogia militar.
A analogia sacrificial substitutiva.
A analogia espiritual.
A analogia financial.
A analogia legal.

Qual é o Jesus que interessa à Cristologia? O do passado ou o do presente? A questão é esta: a Cristologia deve começar com o próprio Jesus ou com a comunidade cristã? É possível, no entanto, distinguir a figura de Jesus e de sua mensagem, de testemunhas particulares do Novo Testamento. O que não mais é possível segundo descobertas da crítica bíblica recente é unicamente a tentativa de explorar a sequência da apresentação nos evangelhos como se fora uma cronologia da vida e do ministério de Jesus. Ir ao Jesus histórico, além do kerygma, é possível. E mais, necessário. Devemos voltar ao Jesus histórico para ter uma base para fé. Mas devemos perguntar: Qual é o fator decisivo da vida de Jesus para a fé?
Com base no excerto do texto acima, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Devemos ir ao próprio Jesus histórico para ver a unidade que está por detrás de todos os testemunhos do Novo Testamento.
II. A unidade do Novo Testamento só se manifesta quando for visto em relação com “uma fonte histórica” e não meramente como um “texto de pregação”.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Os cristãos têm confessado desde o princípio que Deus nos tem encontrado em Jesus Cristo, deste modo vemos e compreendemos quem Deus na verdade é. Embora Deus tenha falado de muitos modos através da história, pelos profetas, tem nos falado agora, pelo Seu Filho, que é a imagem e o caráter de seu ser (Hebreus 1). As mais antigas “cristologias” são “alta cristologia” (desde cima). Uma alta cristologia significa enfatizar a divindade de Cristo, enquanto uma baixa cristologia acentua a humanidade de Cristo (desde baixo).
Com base nesse fragmento de texto, infere-se que uma cristologia desde cima:
Começa pensando sobre a pessoa divina de Cristo e progride na direção de falar do mais baixo do ser da pessoa de Jesus, o homem.
Começa pensando sobre a pessoa humana de Jesus e progride na direção de falar do mais alto do ser da pessoa de Jesus, o Cristo.
É desenvolvida na perspectiva da revelação de Deus para o mundo.
É desenvolvida na perspectiva da vinda de Deus para o mundo.
É aquela que pertence ao material mais recente do Novo Testamento.

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Questões resolvidas

Se tentamos abstrair um modelo conceitual da pessoa de Cristo do Novo Testamento, testemunha em toda a sua variedade e com suas diversas imagens, frases, ideias e complexas terminologias, é claro que devemos afirmar que ele foi tanto um ser humano real como a encarnação da divindade, cuja atividade salvadora foi a própria realização de Deus. Ele não estava simplesmente fazendo o trabalho de Deus. Deus estava trabalhando por meio dele. Foi deixado à igreja para tornar inteligível, preciso e consistente o significado da encarnação.
A tarefa de tornar inteligível, preciso e consistente o significado da encarnação foi deixada à igreja:
I. Porque tornou-se necessária, à medida que as pessoas faziam perguntas.
II. Porque tornou-se necessária, à medida que surgiam versões do Evangelho que ameaçavam o testemunho de Jesus como o Cristo.
III. Para dar um testemunho claro e combater as teorias destrutivas da pessoa de Cristo.
IV. Porque a igreja considerou necessário declarar com a maior precisão possível o que significava confessar que Jesus era o Senhor.
I, II e III.
II, III e IV.
I e II.
I, II, III e IV.
I e III.

Jesus é concebido como meramente humano. Ele foi obediente e fez o que é bom. Portanto, foi adotado como filho de Deus. Esta adoção é baseada em sua vida exemplar. Este modelo ocorreu principalmente nos círculos dos cristãos judeus. Com este modelo eles procuraram deixar claro a diferença entre a divindade e a humanidade. Jesus foi um ser humano, não Deus. Sua filiação pode ser comparada à dos reis do Antigo Testamento (Salmos 2 e 110). Uma ideia similar foi, depois, defendida por Teodóto (Roma, cerca de 190): Para ele, Jesus é nosso exemplo.
Quanto aos exemplos de pessoas que tentaram falar de Jesus de forma contemporânea culturalmente, mas que não fizeram justiça para com a crise que envolve a proclamação do seu nome, a qual modelo se refere a descrição acima?
Nestorianismo.
Gnosticismo.
Adocionismo moderado.
Adocionismo.
Arianismo.

Devemos distinguir entre uma Cristologia que parte “desde cima” e uma que parta “desde baixo”. Para a primeira (de cima) a encarnação fica no centro. A outra coloca o centro, a vida e o ministério de Jesus. A Cristologia de Barth é do primeiro tipo. A Teologia da Libertação, do segundo tipo, nas cristologias que partem “de cima para baixo”, a doutrina da Trindade é pressuposto básico – encarnação tem a primazia como revelação de Deus.
Aqui, a pergunta é: De que maneira a segunda pessoa da Trindade assumiu a natureza humana? Segundo Pannenberg, há três razões pelas quais este método não nos serve:
I. Essa Cristologia pressupõe a divindade de Jesus. Em vez de pressupô-la, devemos indagar primeiramente como o aparecimento de Jesus na história nos levou ao reconhecimento de sua divindade.
II. Essa Cristologia dá exagerada importância ao homem Jesus e às relações entre Jesus e o judaísmo da época.
III. Teríamos que estar na posição de Deus para seguir o caminho do Filho de Deus no mundo. Nós realmente, só pensamos a partir do contexto de nossa situação humana historicamente determinada. Portanto, nosso ponto de partida deve ser o homem Jesus.
Apenas III.
Apenas I.
Apenas II.
II e III.
I e III.

Tem sido a igreja essa comunidade de perdão, amor e aceitação? Temos de começar vivendo o que essa fé requer de nós; fé em Deus só é possível quando vivemos pela fé. Fé caminha junto com obediência. Se não houver obediência não pode haver fé. Devemos afirmar sempre numa clássica linguagem teológica, sobre a justificação pela fé: Nós não somos feitos justos com Deus pelas obras, e também não somos feitos justos com Ele sem boas obras. Não pode haver fé cristã sem vida cristã!
É correto o que se afirma em:
I. A justificação diz-nos sobre a graça de Deus agindo sobre o ser humano, fazendo tudo a quem nada merece.
II. A justificação diz-nos como Deus, pelo seu Espírito, trabalha em nós. Abandonando o pecado e vivendo uma nova vida.
III. Pela justificação somos livres da auto justificação, que quebrou nossa relação com Deus, com nossos semelhantes e com nós mesmos.
I e III.
I e II.
Apenas II.
II e III.
Apenas III.

Essa santidade é custosa. E só é possível quando cristãos são diferentes do mundo, no mundo, quando eles abertamente fazem o que outros não fazem; quando eles publicamente se recusam a se conformarem automaticamente aos sistemas ideológicos, às práticas comerciais e, propõe responsabilidades e integridade moral.
A que modelo de santidade se refere a descrição acima?
A santidade que é fora do mundo.
A santidade que é contra o mundo.
A santidade que é transformadora do mundo.
A santidade que é pelo mundo.
A santidade que é diferente do mundo.

A cena agora é um lugar religioso com um altar com sangue onde são oferecidos sacrifícios. Seres humanos são culpados diante de Deus e condenados à punição. Um sacerdote é o mediador entre Deus e os homens. Faz sacrifícios pela expiação. Sangue é derramado, vida é oferecida. Mas esse sacerdote é diferente, não oferece a vida de outros animais, mas a sua própria vida. Derrama seu sangue para trazer paz entre Deus e os homens. É, em si mesmo, o cordeiro, como representante. Daí o homem pôde ser reconciliado.
Qual analogia utilizada para interpretar o significado da morte de Jesus na cruz a descrição acima se refere?
A analogia militar.
A analogia sacrificial substitutiva.
A analogia espiritual.
A analogia financial.
A analogia legal.

Qual é o Jesus que interessa à Cristologia? O do passado ou o do presente? A questão é esta: a Cristologia deve começar com o próprio Jesus ou com a comunidade cristã? É possível, no entanto, distinguir a figura de Jesus e de sua mensagem, de testemunhas particulares do Novo Testamento. O que não mais é possível segundo descobertas da crítica bíblica recente é unicamente a tentativa de explorar a sequência da apresentação nos evangelhos como se fora uma cronologia da vida e do ministério de Jesus. Ir ao Jesus histórico, além do kerygma, é possível. E mais, necessário. Devemos voltar ao Jesus histórico para ter uma base para fé. Mas devemos perguntar: Qual é o fator decisivo da vida de Jesus para a fé?
Com base no excerto do texto acima, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Devemos ir ao próprio Jesus histórico para ver a unidade que está por detrás de todos os testemunhos do Novo Testamento.
II. A unidade do Novo Testamento só se manifesta quando for visto em relação com “uma fonte histórica” e não meramente como um “texto de pregação”.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.

Os cristãos têm confessado desde o princípio que Deus nos tem encontrado em Jesus Cristo, deste modo vemos e compreendemos quem Deus na verdade é. Embora Deus tenha falado de muitos modos através da história, pelos profetas, tem nos falado agora, pelo Seu Filho, que é a imagem e o caráter de seu ser (Hebreus 1). As mais antigas “cristologias” são “alta cristologia” (desde cima). Uma alta cristologia significa enfatizar a divindade de Cristo, enquanto uma baixa cristologia acentua a humanidade de Cristo (desde baixo).
Com base nesse fragmento de texto, infere-se que uma cristologia desde cima:
Começa pensando sobre a pessoa divina de Cristo e progride na direção de falar do mais baixo do ser da pessoa de Jesus, o homem.
Começa pensando sobre a pessoa humana de Jesus e progride na direção de falar do mais alto do ser da pessoa de Jesus, o Cristo.
É desenvolvida na perspectiva da revelação de Deus para o mundo.
É desenvolvida na perspectiva da vinda de Deus para o mundo.
É aquela que pertence ao material mais recente do Novo Testamento.

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23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 1/9
Pontuação desta tentativa: 70 de 70
Enviado 23 out em 13:36
Esta tentativa levou 4 minutos.
7 / 7 ptsPergunta 1
O Evangelho de João começa com um discurso cristológico desde
uma perspectiva da eternidade. O que em metodologia teológica
chamamos de Teologia desde cima. No princípio era o verbo; O verbo
estava com Deus; O verbo era Deus; O verbo se fez carne; O verbo
habitou entre nós; e mais, o verbo revelou Deus. Há uma ligação entre
este princípio cristológico com Gênesis. Temos aqui a afirmação de
que Jesus Cristo era Deus.
Com base no excerto do texto acima, avalie as seguintes asserções e
a relação proposta entre elas. Qual é a correta?
 
As afirmações sobre a criação ou as divindades são todas mitológicas. 
 
Quem fez certo foi o iluminismo que acabou dizendo que tudo foi feito
por acaso.
 
O deus de Aristóteles não poderia pensar na história, pois teria que
pensar em mudança. João propõe uma verdadeira heresia filosófica, ao
falar que Ele criou todas as coisas. Nem os platônicos, nem os estóicos
poderiam aceitar isso.
 
A filosofia afirmava que o Demiurgo, um deus inferior que havia criado
a matéria. E essa era a verdade que valia e vale. O que foi
surpreendente nesse discurso foi afirmar que todas as coisas foram
feitas por outro.
 
Um dia quem sabe a ciência em evolução vai descobrir que tudo não
existe, apenas é imaginação de um deus louco.
Comentários: A assertiva mais correta é que afirma sobre João
ter enfrentado as ideologias da época e afirmado o verbo divino
como o criador de todas as coisas.
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 2/9
7 / 7 ptsPergunta 2
Se tentamos abstrair um modelo conceitual da pessoa de Cristo do
Novo Testamento, testemunha em toda a sua variedade e com suas
diversas imagens, frases, ideias e complexas terminologias, é claro
que devemos afirmar que ele foi tanto um ser humano real como a
encarnação da divindade, cuja atividade salvadora foi a própria
realização de Deus. Ele não estava simplesmente fazendo o trabalho
de Deus. Deus estava trabalhando por meio dele. Foi deixado à igreja
para tornar inteligível, preciso e consistente o significado da
encarnação.
A tarefa de tornar inteligível, preciso e consistente o significado da
encarnação foi deixada à igreja:
I. Porque tornou-se necessária, à medida que as pessoas faziam
perguntas.
II. Porque tornou-se necessária, à medida que surgiam versões do
Evangelho que ameaçavam o testemunho de Jesus como o Cristo.
III. Para dar um testemunho claro e combater as teorias destrutivas da
pessoa de Cristo.
IV. Porque a igreja considerou necessário declarar com a maior
precisão possível o que significava confessar que Jesus era o
Senhor.
 
É correto apenas o que se afirma em:
 I, II e III. 
 II, III e IV. 
 I e II. 
 I, II, III e IV. 
 I e III. 
Comentários: A alternativa correta é a que contempla as
respostas I, II, III e IV, porque todas elas são complementos da
tarefa deixada à igreja de tornar inteligível, preciso e consistente
o significado da encarnação de Jesus Cristo.
7 / 7 ptsPergunta 3
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 3/9
Jesus é concebido como meramente humano. Ele foi obediente e fez o
que é bom. Portanto, foi adotado como filho de Deus. Esta adoção é
baseada em sua vida exemplar. Este modelo ocorreu principalmente
nos círculos dos cristãos judeus. Com este modelo eles procuraram
deixar claro a diferença entre a divindade e a humanidade. Jesus foi
um ser humano, não Deus. Sua filiação pode ser comparada à dos reis
do Antigo Testamento (Salmos 2 e 110). Uma ideia similar foi, depois,
defendida por Teodóto (Roma, cerca de 190): Para ele, Jesus é nosso
exemplo.
Quanto aos exemplos de pessoas que tentaram falar de Jesus de
forma contemporânea culturalmente, mas que não fizeram justiça para
com a crise que envolve a proclamação do seu nome, a qual modelo
se refere a descrição acima?
 Gnosticismo. 
 Adocionismo moderado. 
 Nestorianismo. 
 Adocionismo. 
 Arianismo. 
Comentários: Adocionismo é o modelo de heresia ao qual se
refere a descrição do enunciado. Adocionismo moderado,
arianismo, nestorianismo e gnosticismo, ainda que também
sejam modelos de heresia, não correspondem à referida
descrição e são, portanto, alternativas incorretas.
7 / 7 ptsPergunta 4
Devemos distinguir entre uma Cristologia que parte “desde cima” e
uma que parta “desde baixo”. Para a primeira (de cima) a encarnação
fica no centro. A outra coloca o centro, a vida e o ministério de Jesus.
A Cristologia de Barth é do primeiro tipo. A Teologia da Libertação, do
segundo tipo, nas cristologias que partem “de cima para baixo”, a
doutrina da Trindade é pressuposto básico – encarnação tem a
primazia como revelação de Deus. Aqui, a pergunta é: De que maneira
a segunda pessoa da Trindade assumiu a natureza humana? Segundo
Pannenberg, há três razões pelas quais este método não nos serve:
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 4/9
I. Essa Cristologia pressupõe a divindade de Jesus. Em vez de
pressupô-la, devemos indagar primeiramente como o aparecimento
de Jesus na história nos levou ao reconhecimento de sua
divindade.
II. Essa Cristologia dá exagerada importância ao homem Jesus e às
relações entre Jesus e o judaísmo da época.
III. Teríamos que estar na posição de Deus para seguir o caminho do
Filho de Deus no mundo. Nós realmente, só pensamos a partir do
contexto de nossa situação humana historicamente determinada.
Portanto, nosso ponto de partida deve ser o homem Jesus.
 
É correto apenas o que se afirma em
 Apenas III. 
 Apenas I. 
 Apenas II. 
 II e III. 
 I e III. 
Comentários: É correto apenas o que se afirma em I e III. O
que se afirma em II está errado, porque, em sua formulação,
essa Cristologia não dá importância ao homem Jesus nem às
relações entre ele e o judaísmo da época.
7 / 7 ptsPergunta 5
Tem sido a igreja essa comunidade de perdão, amor e aceitação?
Temos de começar vivendo o que essa fé requer de nós; fé em Deus
só é possível quando vivemos pela fé. Fé caminha junto com
obediência. Se não houver obediência não pode haver fé. Devemos
afirmar sempre numa clássica linguagem teológica, sobre a justificação
pela fé: Nós não somos feitos justos com Deus pelas obras, e também
não somos feitos justos com Ele sem boas obras. Não pode haver fé
cristã sem vida cristã!
I. A justificação diz-nos sobre a graça de Deus agindo sobre o ser
humano, fazendo tudo a quem nada merece.
II. A justificação diz-nos como Deus, pelo seu Espírito, trabalha
em nós. Abandonando o pecado e vivendo uma nova vida.
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 5/9
III. Pela justificação somos livres da auto justificação, que
quebrou nossa relação com Deus, com nossos semelhantes e
com nós mesmos.
 
É correto o que se afirma em:
 II e III. 
 I e III. 
 I e II. 
 Apenas III. 
 Apenas II. 
Comentários: É correto o que se afirma em I e III. De acordo
com o conteúdo da disciplina, a justificação diz-nos sobre a
graça de Deus agindo sobre o ser humano, fazendo tudo a
quem nada merece, e nos livra da auto justificação, que
quebrou nossa relação com Deus, com nossos semelhantes e
com nós mesmos. A opção II não corresponde à justificação,
mas à santificação, e não serve como resposta a esta questão.
7 / 7 ptsPergunta 6
Essa santidade é custosa. E só é possível quando cristãos são
diferentes do mundo, no mundo, quando eles abertamente fazem o
que outros não fazem; quando eles publicamente se recusam a se
conformarem automaticamente aos sistemas ideológicos, às práticas
comerciais e, propõe responsabilidadese integridade moral.
A que modelo de santidade se refere a descrição acima?
 A santidade que é fora do mundo. 
 A santidade que é contra o mundo. 
 A santidade que é transformadora do mundo. 
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 6/9
 A santidade que é pelo mundo. 
 A santidade que é diferente do mundo. 
Comentários: A opção correta é a santidade que é contra o
mundo, isto é, um modelo de santidade que significa um
protesto contra o caminho proclamado no mundo. As demais
alternativas são distorções do enunciado do conteúdo da
disciplina e, portanto, estão erradas.
7 / 7 ptsPergunta 7
A cena agora é um lugar religioso com um altar com sangue onde são
oferecidos sacrifícios. Seres humanos são culpados diante de Deus e
condenados à punição. Um sacerdote é o mediador entre Deus e os
homens. Faz sacrifícios pela expiação. Sangue é derramado, vida é
oferecida. Mas esse sacerdote é diferente, não oferece a vida de
outros animais, mas a sua própria vida. Derrama seu sangue para
trazer paz entre Deus e os homens. É, em si mesmo, o cordeiro, como
representante. Daí o homem pôde ser reconciliado.
Qual analogia utilizada para interpretar o significado da morte de Jesus
na cruz a descrição acima se refere?
 A analogia espiritual. 
 A analogia financial. 
 A analogia legal. 
 A analogia militar. 
 A analogia sacrificial substitutiva. 
Comentários: A resposta correta para esta questão é a
analogia sacrificial substitutiva. Segundo essa analogia, o
derramamento do sangue de Jesus, mostra seu radical e
ilimitado amor por culpados e o custo pago para ajudá-los.
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 7/9
7 / 7 ptsPergunta 8
Qual é o Jesus que interessa à Cristologia? O do passado ou o do
presente? A questão é esta: a Cristologia deve começar com o próprio
Jesus ou com a comunidade cristã? É possível, no entanto, distinguir a
figura de Jesus e de sua mensagem, de testemunhas particulares do
Novo Testamento. O que não mais é possível segundo descobertas da
crítica bíblica recente é unicamente a tentativa de explorar a sequência
da apresentação nos evangelhos como se fora uma cronologia da vida
e do ministério de Jesus. Ir ao Jesus histórico, além do kerygma, é
possível. E mais, necessário. Devemos voltar ao Jesus histórico para
ter uma base para fé. Mas devemos perguntar: Qual é o fator decisivo
da vida de Jesus para a fé?
Com base no excerto do texto acima, avalie as seguintes asserções e
a relação proposta entre elas.
I. Devemos ir ao próprio Jesus histórico para ver a unidade que está
por detrás de todos os testemunhos do Novo Testamento.
PORQUE
II. A unidade do Novo Testamento só se manifesta quando for visto em
relação com “uma fonte histórica” e não meramente como um “texto de
pregação”.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
 
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição
verdadeira.
 As asserções I e II são proposições falsas. 
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma
justificativa da I.
 
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição
falsa.
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma
justificativa da I.
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 8/9
Comentários: As asserções I e II são proposições verdadeiras,
e a II é uma justificativa da I, exatamente conforme o que foi
exposto no conteúdo da disciplina.
7 / 7 ptsPergunta 9
Os cristãos têm confessado desde o princípio que Deus nos tem
encontrado em Jesus Cristo, deste modo vemos e compreendemos
quem Deus na verdade é. Embora Deus tenha falado de muitos modos
através da história, pelos profetas, tem nos falado agora, pelo Seu
Filho, que é a imagem e o caráter de seu ser (Hebreus 1). As mais
antigas “cristologias” são “alta cristologia” (desde cima). Uma alta
cristologia significa enfatizar a divindade de Cristo, enquanto uma
baixa cristologia acentua a humanidade de Cristo (desde baixo).
Com base nesse fragmento de texto, infere-se que uma cristologia
desde cima:
 
É aquela que pertence ao material mais recente do Novo Testamento. 
 
Começa pensando sobre a pessoa divina de Cristo e progride na
direção de falar do mais baixo do ser da pessoa de Jesus, o homem.
 É desenvolvida na perspectiva da vinda de Deus para o mundo. 
 
Começa pensando sobre a pessoa humana de Jesus e progride na
direção de falar do mais alto do ser da pessoa de Jesus, o Cristo.
 É desenvolvida na perspectiva da revelação de Deus para o mundo. 
Comentários: A alternativa correta é a que se refere à
cristologia desde cima como aquela desenvolvida na
perspectiva da vinda de Deus para o mundo. Começar
pensando sobre a pessoa humana de Jesus e progride na
direção de falar do mais alto do ser da pessoa de Jesus, o
Cristo, é cristologia desde cima. As demais alternativas são
alterações incorretas do conteúdo deste tema.
23/10/2021 12:36 Atividade Avaliativa [AVA2]: TEOLOGIA SISTEMATICA II
https://unifil.instructure.com/courses/18015/quizzes/34719 9/9
7 / 7 ptsPergunta 10
Há um grupo de pessoas que assume a seguinte assertiva
pneumatológica: “Eu quero uma fé que possa reconciliar cristãos com
outros... parar com as guerras e as querelas, discussões e
desavenças. Levando a igreja a ser uma comunidade unida...”. As que
vemos nestas três ênfases estão a falar do Espírito Santo agindo em
três direções: Vitalidade, autoridade e solidariedade, ou seja, vida,
verdade e comunidade. Fato é que todas são importantes na vida e na
fé cristã, devem ser vistas em conjunto. A ênfase num ponto pode e
tem muitas vezes gerado dolorosas divisões na igreja.
I. Quem enfatiza a vitalidade, tende a uma fé mais de coração,
incentivando experiências emocionais. São impacientes com
cristãos intelectuais. Ficam com uma religião muito interna,
subjetiva e tem a ser individualistas.
II. Aqueles que enfatizam a autoridade tendem a ter uma religião
somente de cabeça, doutrina ortodoxa. Lutam contra a heresia, são
impacientes com meras emoções, subjetivismo e ativismo vazio.
Querem uma doutrina mais objetiva.
III. Aqueles que defendem a solidariedade tendem a querer a unidade
a todo custo. Tudo é permitido, desde que não desestabilize a
unidade da igreja. Verdade é importante, mas devemos aceitar
todos os membros mesmo com diferenças.
 
É correto apenas o que se afirma em
 I e II. 
 II e III. 
 I, II III. 
 I e III. 
 Apenas III. 
Comentários: É correto o que se afirma em I, II e III. Todas as
opções estão em concordância com o enunciado do conteúdo
da disciplina.