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História da Mamografia Em 1913, Albert Salomon, um cirurgião, foi a primeira pessoa a descrever a utilidade da radiografia no estudo do câncer de mama. Em 1930 - Primeira mamografia na incidência médio-lateral in vivo, por Stafford Warren, em Nova York. 1950 – Raul Leborgne, a importância de um bom posicionamento e a necessidade da compressão para imobilizar e diminuir a espessura da mama, melhoria de qualidade da imagem. Foi a primeira pessoa a associar microcalcificações com câncer de mama 1960 - Robert Egan, descobre que baixo kV e o alto, mA/s aumentam a resolução da imagem. História da Mamografia no Brasil Está associada ao (IBCC), Hospital oncológico, e aos fundadores, Prof Dr João Carlos Sampaio Góes e Prof Dr João Carlos Sampaio Góes Jr. Primeira técnica de mamografia do Brasil, Norma Pandolfi. Foram eles que, em 1971,trouxeram o primeiro mamógrafo para o Brasil. Mamógrafo Aparelho dedicado ao exame de mamografia, utiliza radiação ionizante (raios-x) de baixa energia.Componentes que são: Tubo,filtros,colimador,braço em C, ponto focal,compressor,grade anti difusora.. Tubo; combinação de ânodo/filtro feito de Molibdênio (MO) para mamas frágil e flacidez,Ródio(RH) mamas densas ou tungstênio (W).densas/digital. O molibdênio(MO) proporciona menor técnica e ajuda na nitidez das imagens. Resolução espacial: qualidade em demonstrar pequenas estruturas e suas resoluções. Ponto Focal: É o local onde colidiu a corrente de elétrons e se forma a radiação (ânodo). Quanto menor o ponto focal melhor a resolução da imagem. está em torno de 0,3 a 0,4 mm e com magnificação o ponto focal chega de 0,1 a 0,2 mm. Filtros: Materiais responsáveis pela filtração dos raios-x de baixa energia. Exemplo: Mo, Rh e W Colimador: diminui o campo de visão para baixar a radiação secundária,regula o tamanho ea forma do feixe,com maior absorção da radiação secundária e assim um feixe homogêneo. Efeito Anódico:Distribuição da intensidade da radiação de acordo com a anatomia mamária. Catodo região mais densa e mais próxima a região torácica,anodo mais do lado da máquina Dispositivo de compressão: Consiste em uma placa compressora, também conhecida como pá compressora.Possui a função de imobilizar a mama, reduzir a espessura da mama e espalhar o tecido interno da mama, permitindo assim maior visualização. Limite de compressão 11 a 18 portaria 453 Fotocélula: Sistema responsável por direcionar o raio central no meio da mama. Controle de exposição automática: O (CEA), ou foto temporizador, determina automaticamente e fornece a exposição necessária para produzir um adequado contraste no filme sem esquecer da proteção do paciente. Grade antidifusora: Conjunto de faixas de chumbo finas e uniformemente espaçadas, feitas de material de baixa atenuação. Posicionada entre a mama e o receptor de imagem (chassi) para reduzir a radiação espalhada. Angulação do Anodo: A inclinação inclinação do anodo possui pela diminuição da dose. A inclinação acentuada possui a diminuição de dose absorvida na região torácica e inclusão de todo tecido mamário no feixe de exposição (feixe primário). PROCESSAMENTO DE IMAGEM Dois tipos de processamento: Manual (que utiliza processadora, químicos, filmes e écran); Digital (que dispõem de um aparelho com sistema digital, CR ou DR, um computador, uma impressora e filmes). Etapas de revelação:Primeiramente o filme é sensibilizado pela luz do écran (efeito de fluorescência) na sala de exames, quando é disparado a radiação, logo em seguida temos todo o procedimento na câmara escura: 1º Retirada do filme de dentro do chassi dentro da câmara escura; 2º Colocar o filme dentro da processadora, onde terá o contato com as soluções químicas; 3º O filme passará por um processo de transformação, de acordo com as etapas de revelação automática (revelação, fixação, lavagem e secagem). Filme: mamografia é semelhante ao de raios – x convencional, possuindo todas as camadas em sua composição (revestimento, emulsão, adesiva e a base), mas possui apenas uma camada de emulsão. Chassi: O chassi de mamografia possui apenas um écran,possuir apenas uma camada de emulsão. Processadora: também é conhecida como processadora dedicada a mamografia e sua projeção tem a finalidade de uniformidade e alto contraste nas imagens mamográficas: Contém:Rolos macios, para evitar arranhões no filme; Temperatura adequada, mais baixa; Tempo de revelação mais longo, em torno de 3 minutos. Formação da imagem:Os raios-X são produzidos por poucos segundos e dirigidos para a mama. Nessa interação podem atravessar a mama ou serem absorvidos ou desviados, na dependência de variáveis como a espessura da mama, a composição do parênquima e a presença de patologias. Os raios-X que atravessam a mama são detectados pelo filme (mamografia convencional), pela placa de fósforo (radiologia computadorizada – CR) ou pelo receptor digital (radiologia digital – DR). PROCESSAMENTO DE IMAGEM DIGITAL Uma imagem digital precisamos de um mamógrafo apropriado, a diferença está no processo de detecção da imagem, feita através de chassis diferenciado ou detectores. Imagem radiologia computadorizada: Utiliza um aparelho convencional ou telecomandado, chassi,scanner para processamento da imagem,estação de trabalho, DYE para impressão em filme ou em papel,armazenamento de exames em CD´s ou DVD´s,envio de imagem por redes PAC´s Bucky: equipamento tem uma entrada para um o chassi tem uma folha flexível de plástico com fósforo que absorvem os raios – x. PLATES E IP’S (Chassi) TAMANHOS 18X24 – 24X30 – 35X35 – 35X43 PC TERMINAL: Utilizado para registro do cliente o exame que ele realizara a identificação do plate. DR – RADIOGRAFIA DIGITAL IMAGEM DIGITAL: Não usa plate ou chassi, aquisição da imagem direto no receptor do aparelho, utiliza rede para envio das imagens. A impressão em filme ou impressora será em CD ou DVD. Vantagens da Radiografia Digital: 1) É mostrada no monitor podendo variar o nível de brilho e contraste 2) Possibilidade de redução da dose de radiação par a o paciente e para o operador 3) Processamento digital da imagem 4) Obtenção da imagem sem tempo de espera 5) Menor impacto ambiental PACS:PACS é um Sistema de Arquivamento e Comunicação voltada para o diagnóstico por imagem, que pode ser acessado em qualquer setor de imagens médicas em formato digital. O Sistema PACS em conjunto com o Sistema de Informações Radiológicas (RIS) e o Sistema de Informação Hospitalar (HIS), formam a base para um serviço de Radiologia. Dicom:É um protocolo de extensão das imagens médicas,que permite a visualização de imagens His: Sistema de informação hospitalar, temos informações do paciente desde o cadastro até todos os procedimentos que forem realizados na unidade hospitalar Ris:Sistema de informações radiológicas, permite obtermos informações sobre o paciente no setor de radiologia, do cadastramento até todos os exames em que foi submetido. Controle de Qualidade da mamografia. Significa o conjunto de testes para assegurar a qualidade da imagem em mamografia. Base os requisitos técnicos da mamografia estabelecidos na Portaria nº 453/98, ANVISA/ Ministério da Saúde (MS), "Diretrizes de Proteção Radiológica em Radiodiagnóstico Médico e Odontológico". PORTARIA FEDERAL Nº 453/98: proteção radiológica em radiodiagnóstico médico. obrigatoriedade da fiscalização e controle dos serviços de Mamografia pela Vigilância Sanitária. Conjunto de testes para assegurar a qualidade da imagem na mamografia. O INCA: 2006, um Programa de Qualidade em Mamografia (PQM) com a finalidade de assessorar os estados e municípios na implantação de ações de controle de qualidade das mamografias. CBR:Código Brasileiro de radiologia e diagnóstico por imagem. PORTARIA Nº 531/12: Fala um pouco sobre tudo,parâmetros técnicos,controle de qualidade,controle de exposição. OBJETIVO DO PNQM: Estabelecer mecanismos de monitoramento da qualidade em mamografia; O PNQM será executado pelo: Vigilância Sanitária, Secretaria de Atenção à Saúde Instituto Nacional de Câncer José Alencar,(INCA)e por todos os serviços de diagnóstico por imagem que realizam mamografia (públicos e privados). Segundo o anexo III, Os serviços de diagnóstico por imagem que realizam mamografia deverão atender aos seguintes requisitos de qualidade das imagens radiográficas: I – nas imagens, devem constar: a) a identificação do exame ; b) a identificação do serviço de diagnóstico por imagem; c) o registro do paciente; d) a data do exame; e) a abreviatura da incidência radiográfica; f) a lateralidade da mama; V – O exame deve ser composto por, no mínimo, duas incidências básicas de cada mama: a crânio-caudal e a médio-lateral oblíqua, VII – Nas mulheres com implantes mamários para cada mama, as duas incidências básicas e duas incidências com a manobra de deslocamento posterior da prótese (manobra de Eklund), salvo quando impossível a manobra. VIII – para a realização do exame, a mama deve ser comprimida com o objetivo de reduzir os efeitos de imagem causados pela sobreposição dos tecidos mamários, e não deve ser introduzido nenhum artefato de imagem originado durante a compressão da mama, inclusive dobra de tecido cutâneo; XII – a imagem radiográfica deve estar livre de artefatos de qualquer origem; XIII. na incidência crânio-caudal, também devem–se observar os seguintes critérios: 1. as mamas devem estar simétricas, havendo boa visibilidade dos quadrantes mediais e laterais... 2. O músculo peitoral deve ser visto em cerca de 30% dos exames; 3. a gordura retromamária deve ser vista em todos os exames, demonstrando que a parte glandular da mama foi radiografada... 4. a papila deve estar paralela ao filme e posicionada no raio de 12 horas. XIII. e) na incidência médio-lateral oblíqua, também devem se observar os seguintes requisitos: 1. as mamas devem estar simétricas; 2. o músculo grande peitoral deve ser visto, no mínimo, até a altura da papila, com borda anterior convexa; 3. o sulco inframamário deve ser visto na borda inferior da imagem; 4. a gordura retromamária deve ser vista em todos os exames, demonstrando que a parte glandular da mama foi radiografada. 5. a papila deve estar paralela ao filme, as estruturas vasculares devem ser vistas em regiões de parênquima denso e a mama não deve estar pêndula. EQUIPE DE CONTROLE DE QUALIDADE (ACR) e a lei de padrões de qualidade em mamografia,estabelecem um programa de Controle de Qualidade composto pelo: Radiologista; Tecnólogo em Radiologia; Físico Médico. RESPONSABILIDADES DO MÉDICO RADIOLOGISTA Realizar a câmara clara, indicando incidências adicionais e manobras para esclarecer o caso. Dar os laudos, seguindo a padronização do serviço. Supervisionar o trabalho das técnicas. Coordenar as ações de controle de qualidade. Verificação da manutenção dos aparelhos. Acompanhar a manutenção do mamógrafo e da processadora. RESPONSABILIDADES DO TÉCNICO EM RADIOLOGIA Mostrar o exame ao médico da câmara clara e liberar a paciente. Zelar pela manutenção da ordem no ambiente de trabalho. Verificar e/ou executar a limpeza do material - écrans (diária, antes do início dos exames, utilizando compressa cirúrgica), câmara escura (diária), processadora (semanal). Fazer e/ou repor os químicos na processadora. Acompanhar a manutenção do mamógrafo e da processadora. Comunicar ao médico responsável se houver mal funcionamento de qualquer aparelho. Zelar pela conservação do material - écrans, numerador,acessórios do mamógrafo. RESPONSABILIDADE DO FÍSICO MÉDICO Segundo a Portaria 453/98, o especialista em física de radiodiagnóstico é o responsável por todos os testes de controle de qualidade. Podendo ser: Anualmente ou Sempre que houver a troca de algum componente. Anatomia e Fisiologia das Mamas Desenvolvimento Mamário dividido em 5 fases. Embriogênese,mamogênese,lactogênese,lactação,Involução. Embriogênese:a partir da 18a a 19a semana intra-uterina; As mamas se formam por volta da sexta semana gestacional (fase embrionária), são pequenas estruturas denominadas de crista mamária.. A partir desses formam-se os brotos mamários secundários, dando origem aos ductos lactíferos e seus prolongamentos; devido a estímulos hormonais que chegam até o embrião pela circulação fetal. Logo após gestação e o nascimento, o recém-nascido tem a evolução dos mamilos a partir da fosseta mamária, elas permanecem inalteradas até a puberdade. *O desenvolvimento da mama na embriogênese (28 dias) até a puberdade é o mesmo desenvolvimento em homem e mulher em comum: ductos, a diferença é que o homem tem menos glândulas. Puberdade:Na puberdade e adolescência, a hipófise determina a liberação dos hormônios FSH e LH para estimular a maturação dos folículos de Graaf ovarianos.Estes, por sua vez, liberam estrogênio, que estimula o desenvolvimento dos ductos mamários, sendo o hormônio responsável pelo desenvolvimento da glândula até 2 a 3 anos após o início da puberdade. O volume e a elasticidade do tecido conectivo ao redor dos ductos aumentam, assim como a vascularização e a deposição de gorduras. A ação combinada de estrógeno e progesterona determina o desenvolvimento completo da glândula e a pigmentação da aréola. O primeiro evento da puberdade feminina, a telarca, aparece com a mama no estágio 2, em média aos 10 anos. As mamas atingem a formação completa aos 15 anos. As outras modificações das mamas dependerão do ciclo gravídico-puerperal. Gestação: Ocorrem modificações sob a ação dos hormônios. Crescimento do tecido mamário - início da gravidez (5ª a 8ª semanas) com aumento do volume das mamas, dilatação das veias superficiais, aumento da pigmentação da aréola e do mamilo. 13ª semana - aumento do fluxo sanguíneo (dilatação dos vasos). 20ª semana - epitélio alveolar cessa sua proliferação e inicia sua atividade secretora, que aumenta gradativamente até o final da gravidez. Crescimento contínuo da mama decorrente da progressiva dilatação alveolar, produzida pelo colostro e vascularização. Ao final do terceiro trimestre, observa-se colostro no interior dos lóbulos glandulares. Lactação: Desenvolvimento completo,amamentação: Após o parto, as mamas aumentam de volume e já estão com secreção de colostro. O fluxo sanguíneo aumenta, as células secretoras (glândulas mamárias) aumentam de tamanho, modificam sua forma e há armazenamento e liberação do leite materno. *Porque às ,a,as escurecem na gestação. Para auxiliarem o bebê nos primeiros meses de gestação. Anatomia externa Mamilo – É uma pequena projeção que contém uma coleção de ductos provenientes das glândulas secretoras; Aréola – Área pigmentada que circunda o mamilo, pode variar de tamanho e cor. A aréola possui glândulas sudoríparas (suor), para manter a temperatura da pele, glândulas sebáceas (sebo), para manter os mamilos lubrificados e limpos e o folículo piloso. Pele – É composta por tecido de sustentação e revestimento que protege a glândula mamária. Anatomia Interna Lobos – é o conjunto de vários lóbulos; 15 a 25 Lóbulos - conjunto de vários alvéolos; 20 a 40 Alvéolos – unidade funcional da mama onde encontramos as células produtoras do leite; 10 a 100 Ductos – são vasos que conectam os alvéolos de um lóbulo até a ampola; Ampola ou seio lactífero – reservatório de leite; Ligamento de Cooper –tecido fibroso que promove a sustentação das glândulas mamárias. Fisiologia das Mamas Tecido fibroso (tecido de sustentação); Tecido glandular (onde é produzido o leite); Tecido gorduroso; Tecido muscular (que auxilia na sustentação e fixação); Sistema endócrino (ações hormonais para o desenvolvimento das glândulas e mais tardiamente a produção de leite); Sistema linfático(responsável pela drenagem dos líquidos intersticiais da estrutura) e Sistema circulatório (irrigação sanguínea para as glândulas). A mama está presente em ambos os sexos: nos homens ela não apresenta desenvolvimento glandular já nas mulheres ocorre esse desenvolvimento devido o fator de amamentação. Classificação das mamas Mama Fibroglandular, Faixa etária comum - 15 a 30 anos (e mulheres nulíparas acima dos 30 anos de idade) Gestantes ou lactantes Radiograficamente densoMuito pouca gordura. Mama Fibroadiposa Faixa etária comum - 30 a 50 anos Mulheres jovens com três ou mais gestações . Densidade média, radiograficamente 50% gordura e 50% fibroglandular Mama Adiposa Faixa etária comum - 50 anos ou mais . Pós-menopausa Densidade mínima, radiograficamente . Mamas de crianças e homens. Principais patologias da mama Nódulo Dilatação ou saliência com formato circunscrito ou não, formado pelo acúmulo de várias células, em seu interior, do local de origem. As principais características utilizadas na descrição e classificação dos nódulos são: 1. Forma 2. Margem 3. Densidade. Cisto Saco com uma parede delimitada, que contém em seu interior fluido ou outro material, pode ser patológico ou normal. Ocorre provavelmente pelos distúrbios hormonais causados pelo período da menstruação. A incidência maior em mulheres entre 30 e 50 anos e é raro em mulheres pós-menopáusicas. Calcificações As calcificações representam acúmulo de cálcio em áreas da mama com alterações benignas. Responsável pela dor e inchaço das mamas no período pré-menstrual pode acumular cálcio que aparecem como “pedrinhas” isoladas, em geral puntiformes, na mamografia. Descarga Papilar A descarga papilar é definida como a saída de secreção pela papila, podendo ser: Fisiológica (amamentação); Patológica (secreção) Exames Complementares Mamografia: Avaliação de algum achado na mama; Ductografia: a ductografia consiste na canulação de um ducto mamário e na injeção de contraste no ducto, com posterior identificação do ducto contrastado em exame radiológico. Ultrassonografia: a ultrassonografia detecta nódulos de mama e classifica os nódulos como sólidos ou císticos. Ginecomastia É uma hipertrofia das glândulas mamárias masculinas. Fatores de Risco Hereditariedade (casos na família); Idade; Menarca precoce; Menopausa Tardia; 1º Gravidez após os 35 anos; Nuliparidade; Uso contínuo de hormônios (anticoncepcionais); Radiação. Sintomas:O câncer de mama não apresenta sintomas, somente em estágio avançado apresenta dor. Tratamento: Depende do estágio e do tipo do câncer de mama; Cirurgia (com remoção total ou parcial da mama); Quimioterapia; Radioterapia. CLASSIFICAÇÃO RADIOLÓGICA •Categoria 0 – avaliação adicional (AD) –indicação de incidências adicionais, é utilizada apenas em exames de rastreamento. •Categoria 1 – mamografia normal, sem nenhum achado. •Categoria 2 – achado tipicamente benigno, sem necessidade de diagnóstico diferencial com câncer. •Categoria 3 – achado com grande probabilidade de origem benigna •Categoria 4 – lesões em que a probabilidade de câncer deve ser considerada. Divisão da categoria 4 4A(baixa suspeita de malignidade), 4B (intermediária suspeita de malignidade), 4C(suspeita moderada). Categoria 5 – lesões características de malignidade, associação entre sinais radiológicos (principalmente nos casos de doença localmente avançada). CONDUTA DIAGNÓSTICA • Negativo (NEG) – repetir o exame de acordo com a faixa etária. • Benigno (B) – repetir o exame, de acordo com a faixa etária. •Provavelmente Benigno (PB) – a chance de malignidade neste grupo não é maior do que 2%, sendo recomendado controle radiológico em 6 meses, 6 meses, 1 ano e 1 ano para confirmar a estabilidade da lesão e conseqüentemente o caráter benigno Suspeito (S) - neste grupo, a chance de malignidade corresponde a 30% e, embora a maioria das lesões seja de natureza benigna, o grau de suspeita é suficiente para que a biópsia seja solicitada. • Alta Suspeita (AS) - a biópsia é sempre recomendada (valor preditivo positivo = 97%).