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UNIVERSIDADE PAULISTA 
Instituto de Ciências da Saúde - ICS 
Curso de Enfermagem 
 
 
 
 
Nomes: Evelyn Mendes Paes RA:F226JJ0 
Lizandra de Fatima T. Galego RA:G1616H3 
Kawellen Olímpio Sabino RA:F213595 
Priscila da Silva Seicenti RA:F1537B5 
Yasminn Amorim RA:F131980 
 
 
 
 
 ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS: 
FUNDAMENTOS DA ETICA 
 
 
 
 
 
 
Orientadoras: Prof.ª NEUZA ALVES BONIFACIO 
 
 
 
 
Araçatuba 
2020 
 
 
 
 
 
Nomes: Evelyn Mendes Paes RA:F226JJ0 
Lizandra de Fatima T. Galego RA:G1616H3 
Kawellen Olímpio Sabino RA:F213595 
Priscila da Silva Seicenti RA:F1537B5 
Yasminn Amorim RA:F131980 
 
 
 
 
 
ATIDAVIDES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS: 
FUNDAMENTOS DA ETICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Orientadora: Neuza Alves Bonifácio 
 
 
 
 
 
 
 
Araçatuba 
2020 
 
 
Trabalho de Atividades Práticas 
Supervisionadas (APS), apresentadas 
à disciplina de Ética e Exercício da 
Profissão do curso de Enfermagem, da 
Universidade Paulista -UNIP, Campus 
de Araçatuba-SP, como requisito para 
aprovação na disciplina APS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1- INTRODUÇÃO--------------------------------------------------------------------------------------01 
1.1 CONCIENCIA E SENTIDO DA PESSOA---------------------------------------------------01 
1.2 SIGNIFICADO DE VALORES, VONTADE E ESCOLHA-------------------------------02 
1.3 CONCEPCOES SOBRE AUTONOMIA E LIBERDADE--------------------------------04 
1.4 RESPONSABILIDADE E VERDADE--------------------------------------------------------07 
1.5 RESPEITO E RECIPROCIDADE-------------------------------------------------------------07 
2- REFERENCIA---------------------------------------------------------------------------------------09 
 
 
 
 
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1 - INTRODUÇÃO 
 
 Este trabalho tem por objetivo refletir e analisar os fundamentos éticos e sua 
aplicação no exercício da enfermagem. 
Desde a antiguidade – antes de Cristo –, filósofos gregos entendiam que os princípios 
inspiradores se chamavam ethos. Esse termo é sinônimo de ética, ou seja, o conjunto 
ordenado de princípios, valores e motivações últimas das práticas humanas e 
pessoais. 
 Ética também significa caráter ou o modo de ser de uma pessoa ou de uma 
comunidade. 
 Assim, as pessoas que moram nela (nessa casa concreta, isto é, família, tribo, 
comunidade) têm valores, princípios e motivações inspiradoras para o 
comportamento. A partir da Idade Média – com a influência do cristianismo –, usava-
se a palavra moral (do latim: mos/mores), equivalente a costumes e hábitos, tanto 
para os costumes quanto para o caráter e os princípios e valores que moldam a 
conduta, o agir em sociedade ou no grupo social em que o indivíduo se encontra 
inserido. A ética compreende a experiência da “morada humana”, que não significa 
um determinado espaço físico, mas sim uma teia de relações interpessoais ou Inter 
profissionais de onde emergem as relações entre os moradores e entre os vizinhos. 
Tais relações ocorrem segundo critérios de valores, crenças e visões de mundo, que 
se fundam em princípios ou fundamentos, para que a convivência humana aconteça 
da forma mais harmoniosa possível – o que não significa ausência de conflitos. Esses 
estão presentes na convivência humana, que se move por interesses pessoais ou 
grupais. Há várias concepções éticas e morais de acordo com o contexto cultural. 
Pode-se falar da ética e da moral capitalistas vigentes em nossos dias. 
 
1.1 CONSCIENCIA E SENTIDO DA PESSOA. 
 Consciência significa: conhecimento com sabedoria / pensar de modo ordenado. A 
consciência ética, por sua vez, é a voz interna, o julgamento interior dos atos 
humanos. Apresenta-se como o produto dos valores éticos, das crenças, das 
convicções filosóficas e religiosas e mantém estreita relação com a obrigatoriedade 
ética. Ao contrário, quando um comportamento é considerado antiético? Expondo o 
 
 
 
 
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paciente a uma situação de perigo, de risco à própria vida e segurança 
desnecessariamente. Por desídia, negligência ou mesmo imprudência, o profissional 
que assim se comporta estaria agindo de modo antiético ou deixando de agir 
(negligência), provocando situações em que danos decorrentes de sua ação possam 
advir ao paciente. Tal comportamento estaria contrariando, a priori, o princípio ético 
segundo o qual é uma deontologia (uma obrigação) “assegurar ao cliente uma 
assistência de enfermagem isenta de riscos decorrentes de negligência (omissão), 
imprudência e imperícia” 
 Do ponto de vista psicológico a consciência sentimento da nossa própria identidade, 
é ou eu, um fluxo temporal que engloba o passado, o presente é-o futuro. 
 Assim; reflete o pensar e o questionar a realidade circundante. Envolve valores e 
vem de dentro da pessoa, o que constitui um caráter individual, englobando 
consciência, conhecimento, concepção, liberdade e responsabilidade. O profissional 
de saúde deve perceber os conflitos éticos e ter consciência deles. Além disso, deve 
saber e poder posicionar-se com autonomia face à existência desses conflitos e 
realizar escolhas coerentes, tendo em vista os princípios éticos de sua profissão. 
Podemos também analisar consciência sob uma conceituação substancial, pois 
consciência é a capacidade que o homem tem de conhecer-se. De saber de si, sobre 
seus semelhantes. Não podemos negligenciar, diante da análise da consciência 
profissional e do pensar na liberdade da decisão do cuidado com a vida, que as nossas 
ações são mediadas pelos valores da autonomia, da objetividade e da valorização 
profissional. (COFEN-311/2007) 
 
1.2 SIGNIFICADO DE VALORES, VONTADE E ESCOLHA 
 Valores – Os princípios que nortearão o alcance da visão, para melhor cumprir a 
missão, são os seguintes: Ética; Autonomia; Compromisso Social e Político; 
Solidariedade; Respeito ao ser humano e à vida; Inovação/empreendedorismo; 
Pluralidade; Sustentabilidade; Integralidade; Equidade. 
 Vontade – se determina a algo –a escolha, liberdade e determinismo no contexto da 
ação humana– está incluído em outras subdivisões, tais como: fundamentos da 
 
 
 
 
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fenomenologia; cenário cognitivo do mundo da vida; mundo das relações sociais; 
reinos da experiência e a província da sociologia 
 O valor social é o que favorece a vida humana inserida na sociedade. alisando a 
sociedade a partir da relação eu-tu, Max Scheler constrói a tese de que somente na 
compreensão do ser humano enquanto pessoa é que se poderá desenvolver a 
sociedade ideal. As práticas sociais são atividades para atender às necessidades das 
pessoas, vistas como seres sociais. Portam profundo sentido de humanidade, pois 
acontecem no bojo das relações interpessoais e na busca da sobrevivência humana. 
É a partir desse elemento que procura entender e captar a essência do que constitui 
as diversas modalidades básicas de agrupamentos humanos, a saber: a massa, a 
comunidade vital, a sociedade, a sociedade ideal. 
 A prática social é qualquer forma coerente e complexa de atividade humana 
cooperativa, socialmente estabelecida, que envolva padrões de excelência, 
obediência às regras e realização de bens internos a fim de alcançarem a excelência, 
não a individual, mas da prática em si, que beneficia todos os partícipes com a 
credibilidade, o reconhecimento social e a expansão das potencialidades humanas. 
 Compreender a enfermagem como prática social significa ultrapassar suas 
dimensões técnico-operativas, decorrentes da aplicação direta do saber 
biotecnológico, e vê-la como uma das muitas práticas da sociedade. 
 Os valores são realidades de caráter construtivista e hermenêutico, ou seja, 
construções humanas com caráter subjetivo, social, cultural e histórico, que dão 
sentido às coisas, às atividades. 
 Na prática profissional, os valores constituem eixos em torno dos quaisgiram suas 
atividades e espirala sua excelência. Por serem construções, os valores de uma 
prática social precisam ser compreendidos por meio de olhares interpretativos de sua 
história e abertos para a realidade atual e desafios futuros. Os primeiros são os que 
valem por si mesmos e não “por algo”. quando se fala em bioética, normalmente, o 
que vem à cabeça é a questão dos dilemas médicos, como o aborto e a eutanásia, e 
das pesquisas científicas como as células troncos e os transgênicos. A relação entre 
a bioética e a enfermagem, no entanto, ainda é pouco estudada, mas tanto a bioética 
 
 
 
 
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quanto a enfermagem têm muito a contribuir uma com a outra e a ponte entre elas é 
o cuidado. Entretanto, na prática, o cuidado se apresenta de forma histórica e 
contextual, portanto, é variável e depende de relações que se estabelecem no 
processo de assistência, tornando-se uma atividade bastante complexa. (Fernandes 
MFP-2006) 
1.3 CONCEPÇÕES SOBRE AUTONOMIA E LIBERDADE 
• Concepção: é o sinônimo de compreensão, percepção ou conceito. Na maior 
parte das vezes, a palavra concepção está relacionada com a gravidez. Na 
psicologia do pensamento, uma concepção também pode indicar uma noção 
geral ou a capacidade de entender ou criar uma ideia. Este ato começa com a 
compreensão da essência de um objeto e culmina na elaboração de um 
conceito. 
• Autonomia: na enfermagem é a capacidade de cumprir funções sem deixar de 
cumprir também os aspectos legais, éticos e práticos. Também ressalta a 
importância de tomar decisões e assumir a responsabilidade das decisões 
tomadas. 
• Liberdade: segundo o filósofo Kant, liberdade está relacionada com autonomia, 
é o direito indivíduo de dar suas próprias regras, que devem ser seguidas 
racionalmente. Essa liberdade só ocorre realmente através do conhecimento 
das leis morais e não apenas pela própria vontade da pessoa. 
Concluímos então que na enfermagem é de extrema importância, o profissional 
ser ao mesmo tempo humano e coerente nas suas escolhas ciente de seus 
critérios técnicos, morais e éticos. 
 A liberdade de querer é a mais fácil de todas, basta ter vontade, o que não é tão 
fácil pois muitas vezes não temos vontade própria e outras vezes vivemos momentos 
de um nada de vontade. Liberdade de pensar é pensar por si próprio, apesar de 
muitos agirem sem pensar, portanto, são livres na ação, mas não são livres no 
pensamento. A liberdade de agir é talvez a mais complicada de ser conquistada. É 
agir sem a ausência de obstáculos como diz Hobbes. Mas na relação com o mundo 
somos impedidos pela lei, pelo governo, pelo colega, pelo parceiro, enfim, por um 
outro que representa um obstáculo a nossa liberdade. Somos livres para querer, para 
 
 
 
 
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agir, para pensar, enquanto a liberdade depende de nós, mas nem sempre é assim. 
Ninguém é livre absolutamente, nem totalmente. Também ninguém nasce livre. A 
liberdade precisa ser conquistada e junto dela a autonomia. (Segre M., Cohen C.-
2002) 
 Autonomia que se distancia um pouco da liberdade, que é mais geral, enquanto a 
autonomia é mais restrita. Pela autonomia tomamos decisões. A autonomia pode ser 
o motivo de permanecer num determinado trabalho, mesmo tendo a possibilidade de 
um outro com melhores perspectivas financeiras. Diz-se que a autonomia é a 
liberdade comandada pela razão. Por uma consciência do que eu quero e do que eu 
posso, levando em conta certos limites. 
 É a liberdade valorada e controlada. Quem faz o mal age livremente, sob comando 
dos instintos, das paixões, dos interesses, dos medos, mas sem autonomia. A 
autonomia é obedecer ao mando da própria consciência, do autogoverno, sem 
desprender-se de uma ética. Autonomia seria então a liberdade para o nosso bem 
próprio e o bem do outro. Não nascemos autônomos, nos tornamos. Depende da 
nossa vontade e da nossa coragem.” Fazer o que se quer, liberdade, quem não quer? 
Liberdade de querer, de agir e de pensar, são os três sentidos do conceito de liberdade. 
(Marcos Kayser- fevereiro 7th, 2012). 
 
 Conceito de autonomia segundo a filosofia 
 Autonomia é um termo de origem grega cujo significado está relacionado com 
independência, liberdade ou autossuficiência. Em Ciência Política, a autonomia de 
um governo ou de uma região pressupõe a elaboração de suas próprias leis e regras 
sem interferência de um governo central nas tomadas de decisões. Em Filosofia, 
autonomia é um conceito que determina a liberdade de indivíduo em gerir livremente 
a sua vida, efetuando racionalmente as suas próprias escolhas. Neste caso, a 
autonomia indica uma realidade que é dirigida por uma lei própria, que apesar de ser 
diferente das outras, não é incompatível com elas. 
 Em Educação, a autonomia do estudante revela capacidade de organizar sozinho 
os seus estudos, sem total dependência do professor, administrando eficazmente o 
 
 
 
 
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seu tempo de dedicação no aprendizado e escolhendo de forma eficiente as fontes 
de informação disponíveis. (Murachco HG. -1997;2-30-7). 
 Conceito de liberdade segundo a filosofia 
 Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a 
própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre 
e não depender de ninguém. A liberdade é um conceito utópico, uma vez que é 
questionável se realmente os indivíduos têm a liberdade que dizem ter, se com as 
mídias ela realmente existe, ou não. No meio jurídico, existe a liberdade condicional, 
que é quando um indivíduo que foi condenado por algo que cometeu, recebe o direito 
de cumprir toda, ou parte de sua pena em liberdade, ou seja, com o direito de fazer o 
que tiver interesse, mas de acordo com as normas da justiça. A liberdade de 
expressão é a garantia e a capacidade dada a um indivíduo, que lhe permite 
expressar as suas opiniões e crenças sem ser censurado. 
 Apesar disso, estão previstos alguns casos em que se verifica a restrição legítima 
da liberdade de expressão, quando a opinião ou crença tem o objetivo discriminar 
uma pessoa ou grupo específico através de declarações injuriosas e difamatórias. 
 De acordo com a ética, a liberdade está relacionada com responsabilidade, uma 
vez que um indivíduo tem todo o direito de ter liberdade, desde que essa atitude não 
desrespeite ninguém, não passe por cima de princípios éticos e legais. Segundo a 
filosofia, liberdade é o conjunto de direitos de cada indivíduo, seja ele considerado 
isoladamente ou em grupo, perante o governo do país em que reside. (GABRIEL 
SERGIO-22/02/18). 
 O paradoxo da liberdade e da autonomia nas ações do enfermeiro: das 
ponderações feitas, infere-se que a liberdade/autonomia do enfermeiro, protegida 
pelo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, corresponde a uma 
possibilidade objetiva na qual o profissional tem poder de ação dentro de um conjunto 
de faculdades (ou possibilidades) e que, frente às diversidades que enfrenta nas suas 
relações de trabalho, ainda precisa vencer certos empecilhos, para atingir seu ideal 
de liberdade. (enfermagem. vol.21 no.2 Florianópolis Apr. /June 2012). 
 
 
 
 
 
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1.4 RESPONSABILIDADE E VERDADE 
 Na sociedade existem fundamentos principais, que guia o ser humano tornando-o 
sociável: primeiro fundamento : responsabilidade: deriva-se do verbo latino 
respondere, definição- obrigação de responder pelas ações próprias ou dos outros; 
segundo fundamento verdade: veio do francês roulê, definição- propriedade de estar 
conforme com os fatos ou a realidade. 
 Há uma grande necessidade de no meio profissional esses requisitos 
"responsabilidade e verdade" exemplo: é dever do profissional na área da 
enfermagem ser responsável e verdadeiro, em seu cargo de chefe, ele deve ser 
refletido pelas faltas e erros cometidos durante as atividades, mesmo quesejam feitas 
por trabalho em equipe. 
 “A verdade é sempre uma forma de respeito e compaixão” (Régis Mesquita). 
 “A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana”. 
(Dalai lama). 
 “O preço da grandeza é a responsabilidade”. (Winston Churchill). 
 
1.5 RESPEITO E RECIPROCIDADE 
 Dentre alguns modelos da ética que permanecem inalteráveis, estão o respeito e a 
reciprocidade. Para o avanço tanto de uma república, como de uma nação, respeito, 
que vem do latim respectus: ato ou efeito de respeitar, consideração, deferência e 
reverência. Reciprocidade: correspondência mútua. 
 Um bom profissional da saúde sabe respeitar de ser recíproco com seu paciente. 
Dedicação, mostrando, mediante o ato em si, a identidade de cada pessoa, pois o 
homem cria e realiza coisas, e dessa forma constrói o modo de viver, aprendendo a 
cuidar de si, do outro e do mundo. 
 As necessidades dos pacientes em um hospital existem em um contexto social. 
Respeitar envolve ouvir o que os outros têm a dizer, buscando interpretar o que se 
ouve, com compaixão, honestidade e atenção. Reciprocidade é a pessoa receber de 
volta, o que faz ao outro, como ato de humanidade e reverência. 
 
 
 
 
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 O profissional sendo respeitado e a reciproca com o paciente, consolidada, para 
essa ser uma via de mão dupla. 
 Desde o início da história da enfermagem, os parâmetros éticos configuram questão 
primordial para sua prática. Na prática profissional, os valores constituem eixos em 
torno dos quais giram suas atividades e espirala sua excelência. Por serem 
construções, os valores de uma prática social precisam ser compreendidos por meio 
de olhares interpretativos de sua história e abertos para a realidade atual e desafios 
futuros. 
 Quando se fala em bioética, normalmente, o que vem à cabeça é a questão dos 
dilemas médicos, como o aborto e a eutanásia, e das pesquisas científicas como as 
células troncos e os transgênicos. A relação entre a bioética e a enfermagem, no 
entanto, ainda é pouco estudada, mas tanto a bioética quanto a enfermagem têm 
muito a contribuir uma com a outra e a ponte entre elas é o cuidado. Entretanto, o 
cuidado se apresenta de forma histórica e contextual, portanto, variável e depende de 
relações que se estabelecem no processo de assistência, tornando-se uma atividade 
bastante complexa. 
 Através disso pode ser entender que enfermeiros tem um grande papel nas mãos: 
a responsabilidade com o cuidado e com a ética. 
 *Valores e vontade de escolha (pensamentos que guiam o comportamento e a 
vontade de escolha, optar por algo, capacidade de realizar ou não determinada 
coisa). 
 *Autonomia e liberdade (apresentação da razão para si mesmo de uma lei moral, e 
direito de agir segundo o livre arbítrio). 
 *Responsabilidade e verdade: escolha e decisão racional, relacionar as ações e 
suas consequências sociais. O dano causado ao indivíduo, grupo ou sociedade 
devido às ações ou à ausência delas. 
 *Respeito e reciprocidade: faz com o ser humano evite agir de maneira condenável, 
perigosa ou mesquinha contra o outro. 
 
 
 
 
 
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8 – REFERÊNCIAS 
 
-GENIVALF@USP.BR,Eusp. Professor Doutor do Departamento de Orientação 
Profissional da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo – Eeusp. e-
mails: genivalf@usp.br.), (www.Biblioteca.cofen.gov.br)dez/2005. 
*Marcos Kayser (fevereiro 7th, 2012) - Disponível em 
http://www.tca.com.br/blogdomarcos/ 
GABRIEL SÉRGIO 22/02/2018 - atualizado em 12/08/2019 - Disponível em : 
https://socientifica.com.br/o- conceito-de-liberdade-segundo-filosofia/. 
MURACHCO HG. Algumas considerações sobre ética de Aristóteles: o homem na 
polis e nas relações individuais. Hypinose.1997;2-3;30-7. 
Segre M., Cohen C. Bioetica.Sao Paulo :Edusp;2002. 
Fernandes MFPF, Freitas GF. Fundamentos da ética. In:Etica e bioética: desafios pra 
a enfermagem e a saúde. São Paulo:Manole;2006. /e Evolução filosófica da Ética. São 
Paulo: Manole 2006. 
 
 
 
mailto:GENIVALF@USP.BR,Eusp.%20Professor%20Doutor
mailto:genivalf@usp.br
http://www.biblioteca.cofen.gov.br/
http://www.tca.com.br/blogdomarcos/
file:///C:/Users/Usuário/Documents/22/02/2018%20-%20ATUALIZADO%20EM%2012/08/2019
https://socientifica.com.br/o-%20conceito-de-liberdade-segundo-filosofia/

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