Ed
há 2 semanas
Vamos analisar a questão passo a passo: O Texto II, de João de Barros, fala sobre "barbarismo" como um vício na pronúncia ou escrita, e critica as nações sob domínio português (África, Guiné, Ásia, Brasil) por "barbarizarem" ao tentar imitar a língua portuguesa. Isso revela uma visão negativa e preconceituosa em relação às variações linguísticas dessas nações, considerando-as inferiores ou erradas por não seguirem o padrão do português de Portugal. Agora, analisando as alternativas: a) fala em atitude crítica quanto à gramática das nações e benevolência quanto ao conhecimento delas — o texto não demonstra benevolência, mas sim crítica severa. Alternativa incorreta. b) fala em atitude preconceituosa relativa a vícios culturais das nações sob domínio português, devido ao interesse em copiar a língua do império, o que implicou a falência do idioma falado em Portugal. O texto mostra preconceito, mas não menciona falência do idioma em Portugal. Alternativa incorreta. c) fala em desejo de conservar em Portugal as estruturas da variante padrão da língua grega — o texto menciona gregos e romanos como exemplo, mas não fala em conservar estruturas da língua grega em Portugal. Alternativa incorreta. d) fala em adesão à concepção de língua como entidade homogênea e invariável, e negação da ideia de que a língua portuguesa pertence a outros povos. Isso está alinhado com o texto, que critica as variações e não reconhece a legitimidade das formas faladas nas colônias. Alternativa correta. e) fala em atitude crítica que se estende à própria língua portuguesa, por falta de elementos para inserção sociocultural de falantes não nativos — o texto não critica a língua portuguesa em si, mas sim as variações das outras línguas. Alternativa incorreta. Portanto, a alternativa correta é: d) adesão à concepção de língua como entidade homogênea e invariável, e negação da ideia de que a língua portuguesa pertence a outros povos.


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