Em um serviço de diagnóstico por imagem que realiza radiografia convencional, tomografia computadorizada e procedimentos intervencionistas, a análise dos relatórios de dosimetria individual revelou leituras persistentemente elevadas em dois profissionais específicos, embora os valores permanecessem abaixo dos limites legais anuais. Ao investigar a situação, a coordenação identificou que esses profissionais atuavam com maior frequência em exames portáteis e procedimentos que exigiam permanência próxima ao paciente durante a exposição. Observou-se ainda que, apesar da existência de normas institucionais sobre proteção radiológica, não havia discussão sistemática dos relatórios de dosimetria com a equipe, nem integração desses dados com ajustes de fluxo, redistribuição de tarefas ou revisão de práticas operacionais. A dosimetria era tratada como exigência burocrática, e não como ferramenta de gestão do risco ocupacional. Diante disso, a gestão passou a questionar como transformar os dados de monitoramento radiológico em instrumentos efetivos de tomada de decisão, prevenção de exposições desnecessárias e fortalecimento da cultura de segurança. Com base no contexto apresentado, avalie as afirmações a