A Ps ic ote rap ia Nar rat iv a de Gra ndes so (2 00 0) po de s e r def in ida , em li nhas ge ra is da se g ui nte fo rma: “ Trata - se de uma c onv ersaç ã o pro pos it a da de nat ure za d ia ló gic a, e str utu rada e m torn o dos d ilem as que a s pe ss oas v iv em , t end o c omo p ropós ito a c ria çã o de um c ontex to fac il ita do r pa ra a c onst ruçã o de nov os s ig ni fic ad os e di fica dos e m nov as nar rativa s, am p lia ndo o s e u s ent ido de auto ria e s uas pos s ib il ida des e xiste ncia is. A definiçã o c omo dia lóg ica e a c apac idade para e sta belec e r nov as re la çõe s e nt re e ve ntos da v ida e e nt re pe ss oas , c r ia n do n ov os m arcos de s e nt ido, fav orec e m pa ra que e ss as c o nv ersa çõe s te nham uma nat ure za tra nsf orma d ora. ” O ter m o c o ntex to fa ci l itado r uti liza do pe la auto ra diz re spe ito a : A - A t erapia é f ac ilit ado ra, po is o t e ra peut a c onduz a c onve rsa ç ão t erapêut ic a de mo do a f ac ilit ar a nar ra t iva e c o nsequent e re - signif ic a ç ão do c lient e à respe it o de suas expe r iê nc ia s. B - O t e ra peut a nar rat ivo é ent endido c o mo f ac ilit ado r, po is é c a paz de apont a r ao c lient e os prob le ma s est rut ura is a p res ent ados e m sua fa la . C - A t erapia é f ac ilit a dora no se nt i do de que o t era peut a não é c onsi dera do u m es pec ial is t a naque le c ont e xt o, mas a penas dá o a po io nec es sário ao c lie nt e du ra nt e o so fri ment o . D - A t erapia é fa c ilit a dora po is o t e ra peut a c o nduz a c onve rsa ç ão t e rapê ut ic a de modo a f ac ilit ar a c omp re ensão d o t e rape ut a à res peit o de suas expe riê nc ias pas sadas . E - A t erapia nar ra t iv a t e m o obje t ivo de f ac ilit ar, at ravé s