Logo Passei Direto

Screenshot_20250805_214941_Chrome

Herramientas de estudio

Material
¡Estudia con miles de materiales!

Vista previa del material en texto

21:49 1:42:32 49 fliphtml5.com/qcgcj/ascb. + 47 FLIPHTML5 Sign in Eu fiz uma carta, doutora [seu depoimento se dirige a uma advogada, que interroga], entreguei para um afilhado meu [no PCC] realmente levantar que tinha acontecido, porquê da morte do dr. Marlon. E essa carta foi parar na mão de outras lideranças. Isso deflagrou uma situação que eu não tinha como sustentar. Eu sabia que eu iria morrer lá, porque eles me avisaram. Eu tava em Bernardes, a liderança que era junto comigo [...] me avisou. "Olha, fulano vai ser mandado pra Miami." [...] Ou seja, [vai ser] assassinado. Eu falei, "não, espera, tudo bem". o que que acontece? Dentro dessa questão eu achei melhor sair para mim não morrer, porque eu sei que é isso que ia acontecer. Macarrão não apenas havia discordado do que tinha sido considerado certo, numa decisão que envolvera debates em posições altas da como também negara ocupar um posto e, ainda pior, tentara conduzir uma investigação paralela sobre o caso de Marlon. Sua situação era grave. A tensão chegou a níveis insuportáveis. Dentro da penitenciária cada preso fica sozinho. Logo que eu cheguei na Unidade Prisional, já me deram um telefone celular para mim fazer as funções que eram da [...] Já em cima do que tava acontecendo, do meu descontentamento. Eu saí para fazer uma física. Eu não sou, doutora, uma pessoa que sou usuário de droga. Mas nessa época eu usei. [...] No pátio, eu usei uma mínima porção de cocaína. [...] A minha cabeça não foi feita para usar droga. Eu fico de uma forma... usando isso... não funciona. Minha cabeça não funciona com droga. E eu não usei muita droga, só que dentro dessa pressão que eu tava vivendo ali, [...] eu prevendo que a questão ia se tornar a minha morte, eu fiz uma ligação. E pedi para ser retirado da Penitenciária. Macarrão estava decretado, não suportou a pressão, usou cocaína e pediu seguro. Pediu para ser retirado do convívio com outros presos, para ser transferido e protegido pela Secretaria de Segurança Pública. Ligou 190 do celular do Comando e solicitou que o Grupo de Intervenção Rápida o tirasse do presídio antes que fosse morto. Macarrão havia virado coisa, verme, para eles. Sob essa proteção policial, entretanto, não era possível aos integrantes do Comando alcançá-lo para eventuais cobranças. Sua esposa, entretanto, estava vulnerável. Reportagens do período afirmam que escutas telefônicas Leitor de PDF PDF INSTALAR Google Play i