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O QUE É Seria o aumento do volume do linfonodo Tendo como causas principais: Infecção bacteriana ou viral, neoplasias, invasão de metástase neoplásica, invasão por fungos ou parasitas. ADENOPATIA SUPERFICIAIS: Inguinal, axilar, cervical e suoraclavicular Gânglios perigoso (sempre uma patologia): Occipitais, fossa supra, epitocliano, fossa puplitéria... Aguda: Infecção viral ou bacteriana Crônica: Neoplasia ou inflamação granulomatosa FATORES IMPORTANTES: Idade, sintomas constitucionais associados, dados epidemiológicos (ex. contato com varicela), associação com sintomas de outros órgãos (alteração cutânea), Medicamentos (fanitoina). Massas cervicais: Cisto do ducto tireoglosso, Cisto dermóide, Cisto branquial CONCEITO Aumento (alargamento) dos gânglios linfáticos superficiais profundos Achado de anamnese e ou exame físico: Aumento do volume ganglionar é a resposta inflamatória e hiperplasia Localizada: Aumento de linfonodos em cadeias contiguas: Ifecção localizada Generalizada: + 2 cadeias ganglionares não contiguas (podendo ser doença de deposito, neoplasia...) . CRIANÇAS: Reatividade aumentada dos tecidos linfóides Aumento da idade :Mecanismos de resistência mais específicos, Reatividade ganglionar tende a ser localizada CADEIAS GANGLIONARES CERVICAIS Até 12 anos de idade 3,0- 5,0 mm de diâmetro: Occipital; Auricular; Submandibular; Axilar; Epitroclear 1,0 cm de diâmetro: Cervical; Inguinal TECIDO LINFOIDE: Quantidade de tecido linfóide: 500 linfonodos 1-2 cm, movéis, indolores, consistência firme e elástica Neonatal – nenhum gânglio deve ser palpável Período pré-puberal – massa = 2 x adulto Período de involução. Crescimento do tecido linfoide no organismo, conforme a idade (Harris) Adenóides E Amígdalas: Maior tamanho entre 2-4 anos; Involução até os 6-8 anos Importante até os 2 anos; Praticamente desaparecem aos 5-6 anos Sombra do timo: Visível aos Raios X de tórax nos 1os meses de vida. Imagem pode persistir até 3 anos Palpação do baço: Ponta de baço (sem associação com doenças) 14% RN; 7% até 10 anos de idade 40% dos casos: doenças graves. CADEIA GANGLIONAR DRENAGEM ESTRUT. ADJACENT E MALFOR MAÇÃO OCIPITAL Couro cabeludo PRÉ AURICULAR Região temporal, Saco conjuntival , Pálpebra Paróti- das Arcos bran- quiais SUBMANDIB ULAR SUBMENTO NIANO Dentes, lábios, gengivas, amigdalas Glându- las Saliva- res CERVICAL ANTERIOR POSTERIOR VAS, amigdalas, membro superior, mediastino e pulmão Laringe, tireóide ECOM Tumo- res, Torcico- lo, Cisto ducto tireo- glosso, arcos branqui ais, higtom a cístico SUPRACLAVI CULARES Porções profundas do tórax, abdome EPITROCLEA R AXILAR Membros superiores INGUINAL Membros inferiores, Região genital Hérnia, espessa mento do cordão esperm ático Testícul os ectópic os MECANISMOS DE AUMENTO GANGLIONAR 1. Acometimento primário do gânglio 2. Hiperplasia ganglionar reacional CAUSAS DE ADENOMEGALIA Bacterianas: Estreptococcias, Estafilococcias, Tuberculose, Micobactéria atípica. Listeriose, Sífilis, Brucelose, Febre tifoide, Difteria, Anaeróbios Parasitos: Toxoplasmose, Larva migrans visceral, Calazar, Malária, Doença de Chagas agudo, Esquistossomose aguda Virais: IVAS, Rubéola, Sarampo, Varicela, Hepatite, Adenovirose, Mononucleose infecciosa, CMV, Reação a vírus vacinais Fungos: Blastomicose Sul-americana, Histoplasmose, Candidíase generalizada Colagenoses: Lupus eritematoso sistêmico, Artrite reumatóide Outros: Doença de Kawasaki, Hipertireoidismo, Doença de Addison, Lipidoses, Drogas: hidantoína. QUANDO INDICAR BIÓPSIA Indicação criteriosa Local da adenomegalia: Nunca em área de drenagem; Gânglio mais representativo; Cápsula ganglionar; Fixação; Sem causa identificada (após pesquisa clínica e laboratorial) Região supraclavicular Linfonodo grande, endurecido, fixo à pele ou tecidos profundos, crescimento rápido Persistência > 4 semanas e/ou aumento do gânglio durante o período de observação Febre ou perda de peso associado. Adenopatias superficiais de localização menos comum, quando persistentes ou de aumento progressivo.