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As curvaturas da coluna vertebral proporcionam flexibilidade
adicional (resiliência com absorção de choque), aumentando ainda
mais a flexibilidade proporcionada pelos discos.
As cifoses torácica e sacral são curvaturas primárias, pois se estabelecem
no feto e permanecem até a vida adulta. 
As lordoses cervical e lombar são curvaturas secundárias (desenvolvem-se
durante a lactância e a infância).
A lordose cervical torna-se bem evidente quando um lactente começa a
levantar (estender) a cabeça em decúbito ventral e a manter a cabeça
ereta na posição sentada. 
A lordose lombar torna-se aparente quando crianças de 1 a 2 anos
começam a assumir a postura vertical, ficar de pé e caminhar. Essa
curvatura, em geral, é mais acentuada nas mulheres
A cifose sacral na mulher é reduzida de modo que haja menor protrusão do
cóccix para a abertura inferior da pelve.
O tamanho e outras características das vértebras variam de uma
região da coluna vertebral para outra e, em menor grau, dentro de
cada região; 
Entretanto, sua estrutura básica é igual. A vértebra típica consiste
em um corpo vertebral, um arco vertebral e sete processos
As vértebras tornam-se maiores gradualmente, à medida que a coluna
vertebral desce até o sacro, e depois tornam-se progressivamente menores
em direção ao ápice do cóccix.
7 vértebras cervicais;
12 vértebras torácicas;
5 vértebras lombares;
O sacro ou região sacral (sinostose de 5 vértebras sacrais);
O cóccix ou região coccígea (sinostose de 4 vértebras coccígeas num
adulto com mais de 30 anos).
A coluna vertebral em adultos tem quatro curvaturas que ocorrem nas
regiões cervical, torácica, lombar e sacral.
As cifoses torácica e sacral são côncavas anteriormente, enquanto as
lordoses cervical e lombar são côncavas posteriormente.
Osteologia
Coluna e Tórax
Coluna Vertebral
A coluna vertebral é formada por vértebras sobrepostas e é dividida em 5
regiões:
Os sacro e o cóccix formam uma única peça, no indivíduo adulto, por
sinostose.
Curvaturas
Vértebra Típica
Não tem corpo nem processo espinhoso.
Tem um par de massas laterais que ocupam o lugar de um corpo,
sustentando o peso do crânio globoso, de maneira semelhante à
forma como Atlas, da mitologia grega, sustentava o peso do mundo
sobre seus ombros.
A mais larga das vértebras cervicais. Seus processos transversos,
originados a partir das massas laterais, estão posicionados
lateralmente em relação aos processos transversos das vértebras
inferiores.
As faces articulares (e não processos articulares) superiores
articulam-se com os côndilos occipitais.
Os arcos posterior e anterior possuem tubérculo.
Vértebras Cervicais Típicas
C I - Atlas
O tamanho menor reflete o fato de sustentarem menos peso do que as
vértebras inferiores maiores.
O atributo mais característico das vértebras cervicais é o forame
transversário oval no processo transverso.
Os processos transversos das vértebras cervicais terminam lateralmente
em duas projeções: um tubérculo anterior e um tubérculo posterior.
Os tubérculos anteriores da vértebra C VI são chamados de tubérculos
caróticos.
As vértebras C III a C VI são vértebras cervicais típica. Elas têm grandes
forames vertebrais para acomodar a intumescência cervical da medula
espinal em consequência do papel dessa região na inervação dos membros
superiores.
As vértebras C I, C II e C VII são atípicas.
Os processos espinhosos das vértebras C III a C VI são curtos e
geralmente bífidos em pessoas brancas, sobretudo homens, mas isso não é
tão comum em pessoas de ascendência africana nem nas mulheres.
Coluna Cervical
Corpo (anterior)
Arco (posterior), formado pelo pedículo e lâmina vertebral
No arco, estão inseridos 7 processos:
Processo espinhoso (posterior e mediano)
Dois processos transversos (póstero-laterais)
E 4 processos articulares: dois superiores e dois inferiores 
Forame vertebral, que com a articulação das vértebras forma o canal
vertebral (dando passagem à medula espinal, principalmente)
Incisura vertebral, que com a articulação das vértebras forma o
forame intervertebral (dando passagem aos nervos espinais,
principalmente).
C II - Áxis
A mais forte das cervicais, porque C I, que sustenta o crânio, gira
sobre ela (p. ex. quando se diz "não" com a cabeça).
A característica que distingue C II é o dente que se projeta
superiormente.
O dente serve como eixo em torno do qual ocorre a rotação da
cabeça.
As quatro vértebras torácicas intermediárias (T V a T VIII) têm
todos os elementos típicos das vértebras torácicas.
As vértebras T I a T IV têm algumas características em comum com
as vértebras cervicais.
As vértebras T IX a T XII têm algumas características das vértebras
lombares.
O corpo das vértebras da coluna torácica vão aumentando conforme
se inferiorizam.
T I é atípica em relação às vertebras torácicas porque tem um
processo espinhoso longo, quase horizontal, que pode ser quase tão
saliente quanto o da vértebra proeminente. T I também tem uma
fóvea costal completa (já que C VII não tem fóvea costal) na margem
superior de seu corpo para a 1a costela e uma hemifóvea em sua
margem inferior que contribui para formar a face articular para a
costela II.
T X1 e T XII também são atípicas porque apresentam fóveas costais
completas (como a T I, porém a T I também tem uma fóvea costal
inferior, para "ajudar" na articulação da segunda costela).Vértebras Torácicas
C VII - Vértebra Proeminente
C VII é uma vértebra saliente caracterizada por um processo
espinhoso longo. Não é bífida.
Nelas se fixam as costelas, logo, as principais características das
vértebras torácicas são as fóveas costais para articulação com as
costelas.
Na prova prática, só utilizar o termo fóvea costal
superior ou inferior ou fóvea costal transversa
Costelas
Costelas Típicas
Vértebras Lombares
A vértebra L V, caracterizada por seu corpo e processos transversos
fortes, é a maior de todas as vértebras móveis. Sustenta o peso de
toda a parte superior do corpo
Os processos transversos da região lombar recebem o nome de
processo costiforme. Isso se deve ao fato de que, durante o processo
de evolução, o ser humano perdeu as costelas dessa região, mas os
processos transversos lombares ainda tem formato de costela
(costiforme).
As vértebras dessa região são caracterizadas, principalmente, por
apresentar processo mamilar e acessório
Caixa Torácica
Sacro
Forma estrutura triangular com base superior e ápice inferior
Pelos forames sacrais emergem nervos.
O promotório é a porção mais anterior da base do sacro.
Com a fusão das vértebras sacrais, forma-se o canal sacral, por onde
passa a cauda equina.
A fusão dos processos vertebrais dão origem às cristas sacrais
A crista sacral mediana se origina pela fusão dos processos
espinhosos.
A crista sacral medial (não usar "intermédia" como na foto acima) se
origina pela fusão dos processos articulares.
A crista sacral lateral se origina pela fusão dos processos
transversos
É formada pela coluna torácica, costelas e esterno.
São 24 dispostas em 12 pares.
Há 7 pares de costelas verdadeiras (ligadas diretamente, através das
cartilagens costais, ao esterno).
3 pares de costelas falsas (ligadas indiretamente ao esterno).
2 pares de costelas flutuantes (não se fixam no esterno, nem mesmo
indiretamente).
As costelas típicas apresentam cabeça (que se articula com a
vértebra torácica), colo e corpo.
A outra extremidade, é a extremidade esternal da costela, que vai se
ligar com a cartilagem costal para se fixar no esterno.
A cabeça vai apresentar uma face articular superior e inferior, que
vão se articular com as fóveas costais do corpo das vértebras
torácicas.
Costelas Atípicas
Esterno
O colo é a parte de transição entre a cabeça e o corpo.
O tubérculo costal apresenta uma face articular para a fóvea do
processo transverso.
O ângulo costal é a parte de transição da projeção da costela já que
ela forma um semicírculo.
São apenas duas: a primeira e a segunda costela.
Elas apresentam basicamente as mesmas características das típicas:
cabeça, colo, corpo (com tubérculo costal e ângulo costal).Porém, o que difere-as das típicas é que elas apresentam no corpo
estruturas de fixação de músculos.
São eles: m. subclávio, m. serrátil anterior e mm. escalenos
(anterior, médio e posterior).
Elas também apresentam sulcos de artérias e veias subclávias.
Ele é formado pela sinostose de três partes: manúbrio, corpo e
apêndice xifóide
Ele apresenta uma concavidade posterior e convexidade anterior
Tem 7 incisuras costais (temos 7 costelas verdadeiras)
*O corpo vertebral é formado pela epífise anular e pela face intervertebral.

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