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Questão 1/10 - Educação Patrimonial
Atente ao excerto abaixo: 
“[...] Podemos dizer que a consequência mais importante desta concepção da unidade como propriedade intrínseca da nacionalidade reside na sua capacidade de neutralizar até mesmo as evidentes descontinuidades entre elementos culturais arcaicos e modernos, a ponto de anular os conflitos decorrentes de sua coexistência no presente histórico. Contrariamente o que ocorre com outros modernismos, no caso brasileiro a modernização não implicaria a negação do passado, mas antes, sua integração, segundo uma dinâmica concebida como evolutiva e fundada na continuidade em relação à tradição”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MORAES, Eduardo J. de. A constituição da ideia de modernidade no Modernismo brasileiro. Tese de doutorado. Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/UFRJ, 1983, p.73. 
A partir da leitura do excerto acima e dos conteúdos abordados no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre políticas de preservação no Brasil, é correto afirmar que:
Nota: 0.0
	
	A
	Apesar da liberação das obras de Mário de Andrade em domínio público, a partir de 2016, e os 70 anos da sua morte, a política brasileira de proteção dos bens culturais continuou igual à dos inícios do século XX.
	
	B
	Exclusivamente no Brasil, os anos de 1930 representaram o marco inaugural para a salvaguarda do patrimônio histórico, enquanto normas internacionais ainda não estavam em processo de gestação.
	
	C
	A Carta de Atenas, primeiro documento internacional para orientar a proteção do patrimônio e os processos de restauração, trazia consigo a perspectiva de valorização de locais de patrimônio que sensibilizassem a todos os povos e países. 
A alternativa “c” está incorreta, pois os momentos históricos que propiciam novos olhares são constantes para aqueles que se dedicam a analisar o passado. A liberação das obras de Mário de Andrade em domínio público, a partir de 2016, bem como o aniversário de 70 anos de falecimento do autor, tem promovido novas interpretações acerca da gestação da política brasileira de proteção dos bens culturais, desde a ação desse escritor modernista. A alternativa “b” está incorreta, pois não somente no Brasil os anos de 1930 representaram o marco inaugural para a salvaguarda do patrimônio histórico, quando também normas internacionais estavam em processo de gestação e nascimento e voltadas para a restauração de monumentos. A alternativa c está correta, uma vez que, de fato, a Carta de Atenas ou Carta de Restauro de Atenas, foi o primeiro documento internacional elaborado para orientar a proteção do patrimônio e os processos de restauração de bens edificados, e a perspectiva adotada era a de valorização de locais de patrimônio que sensibilizassem a todos os povos e países. A alternativa d não está correta, pois, nos primórdios do serviço de proteção e preservação, “[...] Mário de Andrade desabafou sobre a grande diferença entre a situação paulista e a mineira, pois nesta última região o patrimônio se escancarava, ao passo que em São Paulo era preciso vasculhar os testemunhos da história colonial depois de muito chacoalhar em automóveis e árduas caminhadas, como escreveu em carta ao diretor do IPHAN, Rodrigo Melo Franco de Andrade”. E a alternativa “e” está errada porque afirma o oposto do que propôs a Carta de Atenas, como se viu na alternativa “c”. (livro-base, p. 36-38, 39).
	
	D
	Mário de Andrade, nos primórdios do serviço de proteção e preservação destacou como São Paulo exaltava seu patrimônio do período colonial, enquanto Minas Gerais o possuía muito menos evidente.
	
	E
	A Carta de Atenas ignorou a valorização de locais de patrimônio capazes de sensibilizar diferentes povos e países, pois enfatizou políticas restritivas e locais.
Questão 2/10 - Educação Patrimonial
Atente para a afirmação a seguir:
“A educação patrimonial na contemporaneidade vem adquirindo proeminência e apontado possibilidades de inclusão do cidadão e do desenvolvimento de economias locais por meio do turismo cultural e do desenvolvimento sustentável, fortalecendo o sentimento de pertencimento e de fraternidade entre os membros de distintas comunidades”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: PELEGRINI, Sandra. C. A. Patrimônio Cultural: Consciência e Preservação. São Paulo: Brasiliense, 2009, p.41. 
A partir da leitura do texto dado e dos conteúdos abordados no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil leia as afirmativas referentes à Educação Patrimonial:
I - Um dos primeiros e mais marcantes projetos de iniciativa do MEC (Ministério da Educação e Cultura) foi o Projeto Interação, que logo angariou interlocução ao longo da sua existência (entre 1981 e 1986).
II - O Projeto Interação contou com a participação de órgãos federais vinculados à cultura. A aplicação da sua metodologia se dava mediante parcerias com poderes estaduais, municipais e instituições envolvidas em processos educacionais.
III - O Projeto Interação apoiava a uniformidade e homogeneização, contestando o reconhecimento das diferenças culturais.
IV - Ao longo do ano de 1982, foram aplicados mais de oitenta projetos em localidades diferentes, abarcando todo o território nacional. 
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nota: 10.0
	
	A
	I e III
	
	B
	I e II
	
	C
	I, II, IV
Você acertou!
A afirmativa I está correta já que um dos primeiros e mais marcantes projetos de iniciativa do MEC foi o Projeto Interação, que logo angariou interlocução ao longo da sua existência (entre 1981 e 1986). A afirmativa II está correta , pois o Projeto Interação contou com a participação de todos os órgãos federais vinculados à cultura, bem como a aplicação da sua metodologia se dava mediante parcerias com poderes estaduais, municipais e demais instituições envolvidas com processos educacionais formais e não-formais. A afirmativa III está incorreta, porque o Projeto Interação contestava a uniformidade e homogeneização em favor do reconhecimento das diferenças culturais. A afirmativa IV está correta, uma vez que, ao longo do ano de 1982, foram aplicados mais de oitenta projetos em localidades diferentes, abarcando todo o território nacional (livro-base,  p.92-94).
	
	D
	II, III, IV
	
	E
	III e IV
Questão 3/10 - Educação Patrimonial
Atente ao excerto de texto abaixo:
“Os limites estendem-se aos portadores de deficiência, cujas oportunidades de lazer são bastante escassas e, igualmente carregadas de preconceitos e estereótipos, quando são observadas propostas de integração, muitas vezes baseadas na exclusão e não na inclusão, no desenvolvimento de atividades específicas para esse grupo”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: BRUNHS, Heloisa T. (org.). Introdução aos Estudos do Lazer Campinas: Unicamp,1997, p.37. 
De acordo com o conteúdo abordado no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre pessoas com deficiência e acessibilidade, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	A Assembleia Geral da ONU homologou, em homenagem ao 58º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Você acertou!
A alternativa a está correta, porque, em dezembro de 2006, a Assembleia Geral da ONU homologou, em homenagem ao 58º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que entrou em vigor no ano de 2008. A alternativa b está incorreta, pois promover estratégias para que as pessoas com deficiência tenham acesso ao cenário cultural é consolidar o direito universal à cultura e à educação, mesmo se necessitar adaptar um determinado patrimônio. A alternativa c não está correta, porque, no mesmo ano, quando o Brasil se tornou signatário da Convenção da ONU, o tema da acessibilidade também veio ser alvo do Plano Nacional de Cultura. A alternativa destá incorreta, porque a Meta 29 (PNC – Plano Nacional de Cultura) quer garantir que, até o ano de 2020, as pessoas com deficiência possam ter 100% de acesso aos lugares de memória e seus acervos, por meio da adaptação dos espaços físicos e da oferta de bens e atividades em formatos acessíveis. A alternativa e não está correta, porque essa meta não vem sendo medida exclusivamente pelo número de bibliotecas, mas, também, pela quantidade de museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais que atendem aos requisitos legais nesses dois aspectos mencionados (livro-base, p.177-181).
	
	B
	As estratégias para que as pessoas com deficiência tenham acesso ao cenário cultural só devem ser feitas se o próprio patrimônio já possuir acesso para isso.
	
	C
	Quando o Brasil se tornou signatário da Convenção da ONU, o tema da acessibilidade ainda não era alvo do Plano Nacional de Cultura.
	
	D
	No PNC (Plano Nacional de Cultura) posicionamento sobre a questão da inclusão está ausente, o que se configura na principal crítica dos especialistas da área.
	
	E
	A meta de inclusão vem sendo medida pelo número de bibliotecas, exclusivamente.
Questão 4/10 - Educação Patrimonial
Leia o excerto de texto abaixo:
“Sem o homem, isto é, antes da história, a natureza era uma. Continua a sê-lo, em si mesma, apesar das partições que o uso do planeta pelos homens lhe infligiu. Agora, porém, há uma enorme mudança. Uma, mas socialmente fragmentada, durante tantos séculos, a natureza é agora unificada pela História em benefício de firmas, Estados e classes hegemônicas. Mas não é mais a natureza amiga, e o homem também não é mais seu amigo”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. 4ª ed. São Paulo: Hucitec,1997, p.19.
Considerando o fragmento acima e os conteúdos do livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil, leia as afirmativas a seguir sobre a preservação do patrimônio no Brasil nos séculos XX e XXI:
I - No mesmo ano em que chegava a Internet ao Brasil, duas entidades iniciaram as conversações para a implantação de um programa de preservação do patrimônio cultural brasileiro, dando ênfase às intervenções em sítios e conjuntos urbanos. Assim iniciava o Programa Monumenta. 
II - Segundo o ponto de vista dos responsáveis pelo Programa Monumenta, o Estado Brasileiro conseguiu dar conta da demanda e daí a maior conscientização e cuidado com o patrimônio cultural nacional.
III - Com a chegada da internet no Brasil, tudo mudaria na vida não somente dos brasileiros, mas dos habitantes do planeta Terra.
IV - As pessoas sem conexão com a Internet não se sentiam excluídas, pois a perspectiva era de que seria uma questão de tempo para que também tivessem acesso, uma vez que a inclusão digital parecia ser para todos.
V - No bojo do processo de globalização, o mundo parecia ao alcance de todos e podia ser visto de uma perspectiva inusitada, da ampla visão aos detalhes.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nota: 0.0
	
	A
	I, II, III
	
	B
	I, III, IV
	
	C
	II, IV, V
	
	D
	I, III, V
A afirmativa I está correta, pois no mesmo ano em que chegava a Internet ao Brasil, duas entidades iniciaram as conversações para a implantação de um programa de preservação do patrimônio cultural brasileiro, enfatizando para intervenções nos sítios e conjuntos urbanos. Era o Programa Monumenta. A afirmativa II não está correta, porque, segundo o ponto de vista dos responsáveis pelo Programa Monumenta, o Estado brasileiro não conseguiu dar conta do recado e, daí, o abandono e a degradação do patrimônio cultural nacional.  A afirmativa III está correta, porque, em 1995, quando a Internet chegava no Brasil, tudo mudaria, desde então, na vida não somente dos brasileiros, mas dos habitantes do planeta Terra. A afirmativa IV está incorreta, porque as pessoas que ainda não tinham conexão com a Internet passaram a formar uma nova modalidade de cidadãos excluídos. A afirmativa V está correta, pois, no bojo do processo de globalização, o mundo parecia ao alcance de todos e podia ser visto de uma perspectiva inusitada, da ampla visão aos detalhes (livro-base, p.168-170)
	
	E
	II, III, IV
Questão 5/10 - Educação Patrimonial
Leia o seguinte fragmento de texto:
“Uma política cultural é um processo de concertação, de articulação e é construída nos cruzamentos das diferentes demandas sociais que atravessam um determinado lugar. É nesse contexto atravessado que o dirigente cultural tem o delicado papel de ’escutar, compreender, pactuar e propor’”.   
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ITAQUI, José. Educação Patrimonial e desenvolvimento sustentável. Ciênc. & Letras,, Porto Alegre: n. 27, jan- jun 2000, p.230. 
Baseando-se na reflexão sobre o trecho dado e tendo em vista os conteúdos abordados no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre o acesso universal a bens e serviços, leia as afirmativas a seguir:
I - Entre as décadas de 1950 e 1980, as cidades brasileiras cresceram intensamente e a tecnologia se fazia presente, sendo o sonho para qualquer grupo social, o acesso universal aos bens e serviços.
II - Uma atitude, que garante o exercício da cidadania no espaço público, é a acessibilidade.
III - A política patrimonial brasileira, centrada no IPHAN, não debate a problemática da acessibilidade há alguns anos.
IV – Boa parte da população brasileira é formada por pessoas portadoras de algum tipo de deficiência. O planejamento urbano deve oferecer mobilidade e esta deve estar intimamente ligada à acessibilidade e à preservação de áreas de interesse cultural.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nota: 10.0
	
	A
	I, II, IV
Você acertou!
A afirmativa I está correta, porque, entre as décadas de 1950 e 1980, no Brasil, as cidades brasileiras cresceram intensamente e a tecnologia se fazia presente mais do que nunca, sendo o sonho para qualquer grupo social o acesso universal aos bens e serviços proporcionados pelo capitalismo cada vez mais global. A afirmativa II está correta, pois “[...] deve-se considerar a busca ininterrupta pela melhoria da qualidade de vida das populações nas cidades e pela preservação patrimonial acompanhada de atitudes cidadãs. Uma dessas atitudes, que garante o exercício da cidadania no espaço público e é objeto de análise deste nosso último capítulo, é a acessibilidade”. A afirmativa III está incorreta, pois “A política patrimonial brasileira, centrada no IPHAN, vem debatendo a problemática da acessibilidade, ao lado das questões de mobilidade urbana, há alguns anos”. A afirmativa IV está correta, porque, segundo o IBGE, 24% da população brasileira é formada por pessoas portadoras de algum tipo de deficiência. Para além do planejamento urbano propriamente dito, que deve oferecer mobilidade, esta deve estar intimamente ligada à acessibilidade e à preservação de áreas de interesse cultural (livro-base, p.175-176).
	
	B
	I, II, III
	
	C
	I, III, IV
	
	D
	II e IV
	
	E
	II e III
Questão 6/10 - Educação Patrimonial
Leia o fragmento de texto a seguir:
“As discussões acerca da relação entre Educação e Arqueologia, anteriormente travadas, não podem ser vistas somente como pertinentes à ação individual dos arqueólogos. É fundamental que elas iluminem, também, a ação das instituições que, ao se dedicarem à Arqueologia (sejam elas instituições de pesquisa, empresas de arqueologia de contrato, museus ou instituições oficiais dedicadas à preservação do patrimônio cultural), se constituem como educadores coletivos”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: NAJJAR, Jorge, NAJJAR, Rosana. Reflexões sobre a relação entre Educação e Arqueologia: uma análise do papel do Iphan como educador coletivo. In: Filho, Manuel F.L, Bezerra, Marcia. (Orgs.). Os caminhos do Patrimônio no Brasil. Goiânia: Alternativa, 2006. p. 176. 
A partir da leitura do trecho exposto e dos conteúdos abordados no livro-baseEducação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre preservação e educação patrimonial, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	Nos anos  1980, o conceito de Educação Patrimonial também penetrou na gestão do patrimônio brasileiro via IPHAN, que tornou obrigatórios os programas de educação patrimonial.
Você acertou!
A alternativa a está correta, porque ao longo dos anos de 1980, o conceito de Educação Patrimonial penetrou na gestão do patrimônio brasileiro via IPHAN, que tornou obrigatórios os programas de educação patrimonial. A alternativa b também está incorreta, uma vez que, na virada do século XX para o XXI, ainda, a valorização do patrimônio imaterial viria aprofundar as ações educativas patrimoniais, aproximando-a das experiências inerentes aos grupos sociais excluídos. A alternativa c está incorreta, porque, atualmente, não somente museus, portanto, aplicam a educação patrimonial, mas os sítios arqueológicos, as escolas (Vida Programa Mais Educação) e arquivos públicos (detentores do patrimônio documental brasileiro). A alternativa d está incorreta, porque a educação patrimonial passou a fazer parte efetiva da Política Nacional do Patrimônio Cultural, lembrando que nesse momento o conceito do que seja patrimônio se ampliará para além das fronteiras da pedra e do cal dos bens imóveis. A alternativa e está incorreta, já que devemos reter em nosso aprendizado que a Educação Patrimonial tem como espaço privilegiado as escolas. Estas são fundamentais como meio onde são coletadas, identificadas e reconhecidas informações sobre nossa diversidade cultural, uma vez que a escola se insere no ambiente onde se cruzam alunos, professores, poder público e comunidade (livro-base, p.149,150)
	
	B
	Na virada do século XX para o XXI valorizou-se o patrimônio material, afastando-se das ações educativas patrimoniais e das experiências inerentes aos grupos sociais excluídos.
	
	C
	Na prática, somente os museus aplicam a educação patrimonial.
	
	D
	A educação patrimonial está ligada ao Ministério do Planejamento, o que impede o conceito do que é patrimônio se ampliar.
	
	E
	A Educação Patrimonial deve ser difundida em vários espaços, menos nas escolas, onde sua presença é indiferente.
Questão 7/10 - Educação Patrimonial
Leia o excerto a seguir:
“[...] a reflexão sobre a possibilidade de formulação e fruição de políticas culturais [...], as quais se amparam no princípio de participação dos diferenciados setores sociais na vida cultural da cidade, valorizando [...] oportunizando a expansão da criatividade e o fortalecimento da sociedade civil como pregado pela visão gramsciana, isto é, pela contemporaneidade com o contexto social, pela sintonia com a variedade e a dinâmica dos movimentos da sociedade”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LUPORINI, Teresa. J. Educação patrimonial: projetos para a educação básica. Ciênc. & Let, Porto Alegre: n. 31, jan- jun 2002, p.337. 
De acordo com o excerto dado e tendo e os conteúdos abordados no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre a democratização da cultura, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
	
	A
	A democratização da cultura foi reflexo da conquista dos agentes autônomos que atuam diretamente nos diversos campos artísticos, sem auxílio da indústria cultural.
	
	B
	Em relação ao patrimônio, a Constituição de 1988 instaurou marcos legais, mas não se adequou aos modernos conceitos internacionais em termos de ordenamento jurídico
	
	C
	No que se refere ao processo de democratização da cultura, a questão patrimonial foi a área que mais recebeu investimentos financeiros.
	
	D
	A população em geral é mais atraída pelos museus (que muitas vezes se localizam em edificações históricas e até tombadas, em meio a regiões centrais das cidades) do que pelos estímulos da indústria cultural.
	
	E
	Os museus atuam como mediadores culturais e são um ótimo termômetro para pensarmos a qualidade da educação patrimonial desenvolvida em nossa sociedade.
Você acertou!
A alternativa a está incorreta, pois a democratização da cultura acaba sendo uma vitória da indústria cultural, e não uma conquista autônoma dos agentes que atuam diretamente nos diversos campos artísticos. A alternativa b está incorreta no que tange ao patrimônio, uma vez que a Constituição de 1988 instaurou marcos legais que trouxeram inovações em termos de ordenamento jurídico, em relação aos modernos conceitos internacionais. A alternativa c está incorreta, pois, a democratização da cultura acaba tornando-se uma conquista da indústria cultural e não uma conquista dos agentes atuantes nos diversos campos artísticos, resultando em questões patrimoniais como sendo a parte pobre da história, pois recebem menos investimentos. A alternativa d está incorreta, já que muitas das sedes dessas instituições se localizam em edificações históricas, até mesmo tombadas, e em regiões centrais das grandes cidades, o que afasta ainda mais, na perspectiva de fruição e da participação do patrimônio, a população em geral, que recebe maiores estímulos da indústria cultural massiva. A alternativa e está correta, pois os museus são peças fundamentais, uma vez que atuam enquanto mediadores culturais, e são um ótimo termômetro para pensarmos a qualidade da educação patrimonial desenvolvida na sociedade. (livro-base, p.149-152).
Questão 8/10 - Educação Patrimonial
Atente para o excerto abaixo: 
“[...] o empenho sistemático e duradouro da educação patrimonial torna-se eficiente se for capaz de promover a formação e a informação acerca do processo de construção de identidades plurais e de propiciar o desenvolvimento de reflexões em torno do significado coletivo da história e das políticas de preservação”. 
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: PELEGRINI, Sandra. C. A. Patrimônio Cultural: Consciência e Preservação. São Paulo: Brasiliense, 2009, p.37. 
De acordo com o excerto acima e os conteúdos do livro-base Educação patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre a função social da propriedade urbana, leia as afirmativas a seguir:
I. O tombamento é um recurso jurídico que valoriza a função comercial da propriedade privada e prejudica a preservação dos bens públicos.
II. Os instrumentos jurídicos podem inserir a transformação da paisagem urbana em uma dinâmica de mercado.
III. O tombamento é uma forma de dar maior peso ao sentido coletivo de um bem imóvel ou móvel.
IV. O Estatuto Paisagístico ampliou o sentido coletivo das propriedades urbanas, em prol do qualitativo desenvolvimento das cidades e do bem-estar dos cidadãos. 
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nota: 0.0
	
	A
	I, III, IV
	
	B
	I, II, III
	
	C
	II e III.
A afirmativa I está incorreta pois o tombamento é uma forma de dar maior peso ao sentido coletivo de um bem imóvel ou móvel, dando mais valor à função social da propriedade privada. Nesse sentido, a afirmativa III é que está correta. A afirmativa II está correta, pois, de fato, os instrumentos jurídicos podem inserir a transformação da paisagem urbana em uma dinâmica de mercado. A afirmativa III está correta, como vimos. E a afirmativa IV está incorreta, pois o Estatuto que ampliou o sentido coletivo das propriedades urbanas em prol do qualitativo desenvolvimento das cidades e do bem-estar dos cidadãos é o Estatuto da Cidade (livro-base, p.68-69).
	
	D
	II, III e IV
	
	E
	III e IV.
Questão 9/10 - Educação Patrimonial
Atente ao excerto de texto abaixo:
“Os limites estendem-se aos portadores de deficiência, cujas oportunidades de lazer são bastante escassas e, igualmente carregadas de preconceitos e estereótipos, quando são observadas propostas de integração, muitas vezes baseadas na exclusão e não na inclusão, no desenvolvimento de atividades específicas para esse grupo”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: BRUNHS, Heloisa T. (org.). Introdução aos Estudos do Lazer Campinas: Unicamp,1997, p.37. 
Deacordo com o conteúdo abordado no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil sobre pessoas com deficiência e acessibilidade, leia as afirmativas a seguir:
I - A Assembleia Geral da ONU homologou, em homenagem ao 58º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
II - Promover estratégias para que as pessoas com deficiência tenham acesso ao cenário cultural é consolidar o direito universal à cultura e à educação.
III - Quando o Brasil se tornou signatário da Convenção da ONU, o tema da acessibilidade ainda não era alvo do Plano Nacional de Cultura.
IV - O PNC(Plano Nacional de Cultura) prevê uma série de metas para a inclusão, dentre elas, a meta 29, para que pessoas com deficiência sejam incorporadas,, com total acesso aos lugares de memória e seus acervos, por meio da adaptação dos espaços físicos e oferta de bens e atividades em formatos acessíveis.
V - Essa meta de inclusão vem sendo medida pelo número de bibliotecas, exclusivamente.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nota: 0.0
	
	A
	I, II, V
	
	B
	I, III, IV
	
	C
	I, II, IV
A afirmativa I está correta, porque, em dezembro de 2006, a Assembleia Geral da ONU homologou, em homenagem ao 58º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que entrou em vigor no ano de 2008. A afirmativa II está correta, pois promover estratégias para que as pessoas com deficiência tenham acesso ao cenário cultural é consolidar o direito universal à cultura e à educação. A afirmativa III não está correta, porque, no mesmo ano, quando o Brasil se tornou signatário da Convenção da ONU, o tema da acessibilidade também veio ser alvo do Plano Nacional de Cultura. A afirmativa IV está correta, porque a Meta 29 (PNC – Plano Nacional de Cultura) quer garantir que, até o ano de 2020, as pessoas com deficiência possam ter 100% de acesso aos lugares de memória e seus acervos, por meio da adaptação dos espaços físicos e da oferta de bens e atividades em formatos acessíveis. A afirmativa V não está correta, porque essa meta não vem sendo medida exclusivamente pelo número de bibliotecas, mas, também, pela quantidade de museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais que atendem aos requisitos legais nesses dois aspectos mencionados (livro-base, p.181-182).
	
	D
	II, III, IV
	
	E
	II, IV, V
Questão 10/10 - Educação Patrimonial
Leia o fragmento de texto abaixo:
“O patrimônio cultural se manifesta, assim, como um conjunto de bens e valores, tangíveis e intangíveis, expressos em palavras, imagens, objetos, monumentos e sítios, ritos e celebrações, hábitos e atitudes, cuja manifestação é percebida por uma coletividade como ‘marca’ que a identifica, que adquire um sentido ‘comum’ e compartilhado por toda uma “comunidade”: um grupo de pessoas que tem em comum o sentido de identidade, de identificação uns com os outros, o que gera o sentimento de solidariedade, de agregação, de pertencimento a um grupo; do mesmo modo, este sentimento explica a reação a qualquer coisa que venha a ameaçar a integridade desta “comunidade” [...]”
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: HORTA, Maria de L. P. Fundamentos da educação patrimonial. Ciênc.& Let,, Porto Alegre: nº27, jan- jun 2000, p.29. 
A França foi um país que se destacou na questão da preservação do patrimônio e se tornou um padrão legislativo copiado pela maioria dos países europeus. Considerando o excerto dado e os conteúdos abordados no livro-base Educação Patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil, assinale a alternativa correta a respeito do quadro de formação da política de proteção ao patrimônio na França:
Nota: 0.0
	
	A
	A valorização do patrimônio na França só se deu a partir do século XX, pois o século XIX desprezou imagens e vestígios patrimoniais.
	
	B
	O Romantismo francês destacou-se por valorizar a modernidade e rejeitar os vestígios do passado.
	
	C
	Após a Segunda Guerra Mundial criou-se a Comissão de Monumento Histórico, para preservar construções medievais, sobretudo igrejas e castelos como parte de um passado nacional francês.
	
	D
	Após a Segunda Guerra Mundial o quadro começaria a mudar com a inserção da dimensão da imaterialidade das culturas populares nas questões patrimoniais e da diminuição da importância da excepcionalidade dos monumentos.
Segundo o livro-base, foi somente após a Segunda Guerra Mundial que o quadro começaria a mudar com a inserção da dimensão da imaterialidade das culturas populares nas questões patrimoniais e da diminuição da importância da excepcionalidade dos monumentos (livro-base, p.146-147) Victor Hugo, ao contrário, defendia a preservação do patrimônio histórico francês (livro-base, p. 145)
	
	E
	Autores do século XIX, como Victor Hugo, concordaram com a destruição de monumentos do passado francês promovida no período da Revolução Francesa.

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