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MROSC 5_Prestção de Contas

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Com relação à prestação de contas na Constituição Federal, assinale a alternativa correta:
Com relação à prestação de contas na Constituição Federal, assinale a alternativa correta:
A. Prestará contas qualquer pessoa, física ou jurídica privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos. Pessoas jurídicas de direito público não estão inseridas na previsão constitucional do dever de prestar contas.
B. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos
C. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial será exercida pelo Tribunal de Contas da União, mediante controle interno, e pelo sistema de controle externo de cada Poder.
D. Não estão abarcadas pelo dever constitucional de prestar contas as pessoas jurídicas de direito público que arrecadem dinheiros, bens e valores públicos. Uma vez que apenas a utilização, guarda, gerência ou administração dos recursos públicos ensejará a prestação de contas correspondente.
E. Entidades da administração direta estão dispensadas do dever de prestar contas quando atuem na guarda, gerência ou administração de bens e valores públicos.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A prestação de contas parcial deverá ser apresentada mensalmente, com o objetivo de facilitar o acompanhamento da parceria. Essa prática tem sido observada e difundida no âmbito da União.
B. A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo plano de trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu objeto e com o cronograma de desembolso de recursos, quando houver.
C. Nos casos em que a vigência da parceria seja maior que um ano, as organizações deverão prestar contas pelo menos uma vez por semestre.
D. A prestação de contas anual deverá ser feita em plataforma eletrônica de acesso restrito. Devido ao sigilo característico da prestação de contas, o acompanhamento das atividades e valores gastos não poderá ser feito por qualquer cidadão.
E. O Relatório de execução do objeto é elaborado pela Administração Pública contendo as atividades ou projetos desenvolvidos para o cumprimento do objeto e o comparativo de metas propostas com os resultados alcançados. Não são necessárias prestações de contas parciais. A Administração Pública deve se concentrar no bom monitoramento ao invés de exigir que a organização produza relatórios mensais para serem analisados.

Com relação à prestação de contas simplificada, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas simplificada, assinale a alternativa verdadeira:
A. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em parcerias com valor total inferior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).
B. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em parcerias com valor total igual ou superior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais).
C. Após discussões, entendeu-se que o valor de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), estipulado na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, não fazia sentido para os entes subnacionais, de modo que o regulamento local seria o ato normativo adequado para criar eventual faixa de valor que observasse a realidade das parcerias do ente federado.
D. Atualmente, os entes subnacionais estão obrigatoriamente limitados ao valor estabelecido na Lei nº 13.019/2014, ou seja, R$ 600.000,00.
E. O regulamento local não é o ato normativo adequado para criar eventual faixa de valor, devendo o ente se ater ao limite estabelecido em Resolução federal.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A análise do relatório de execução financeira dispensará o exame de conformidade das despesas.
B. A verificação da conciliação bancária não é abarcada pela análise do relatório financeiro realizada pela Administração.
C. As OSCs poderão descartar os documentos originais relativos à execução das parcerias.
D. É vedada a adoção de métodos usualmente utilizados pelo setor privado para compras e contratação de bens e serviços pelas OSCs, uma vez que os recursos transferidos são públicos e sua utilização deve obediência ao Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público.
E. A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo plano de trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu objeto e com o cronograma de desembolso de recursos, quando houver.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A aprovação das contas com ressalvas não é possível, ainda que o objeto e as metas da parceria tenham sido cumpridos.
B. A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá ainda que haja falta de natureza formal resultante em danos ao erário, desde que cumpridos os objetos e as metas da parceria.
C. A ressalva, em geral, não serve como indicador de que determinada prática deve ser alterada em parcerias futuras, pois geram necessidade de reparação imediata.
D. A possibilidade de aprovação das contas com ressalvas deve ser considerada quando se tratar de erros estritamente formais, evitando a rejeição baseada em equívocos que não tenham gerado danos à parceria ou aos cofres públicos.
E. A aprovação das contas com ressalvas é uma previsão inédita, não estando previsto em nenhum outro dispositivo normativo ou legal.

Com relação às sanções administrativas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação às sanções administrativas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A aplicação da sanção de advertência é competência exclusiva de Ministro de Estado ou de Secretário Estadual, Distrital ou Municipal.
B. A sanção de advertência tem caráter preventivo e será aplicada quando verificadas impropriedades praticadas pela Organização da Sociedade Civil no âmbito da parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave.
C. A sanção de declaração de inidoneidade impede a OSC de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades do ente que lhe aplicou a penalidade, exclusivamente.
D. A aplicação de penalidade de advertência impede a Organização da Sociedade Civil de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades da Administração Pública federal por prazo não superior a cinco anos.
E. Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas caberá recurso administrativo, no prazo de vinte dias, contado da data de ciência da decisão.

Quanto às soluções não adversariais - Ações Compensatórias, assinale a alternativa verdadeira:
Quanto às soluções não adversariais - Ações Compensatórias, assinale a alternativa verdadeira:
A. Depois de promover a tentativa de conciliação e solução administrativa, o órgão jurídico deverá consultar o Tribunal de Contas da União quanto à existência de processo de apuração de irregularidade concernente ao objeto da parceria.
B. É assegurada a prerrogativa de a OSC se fazer representar por advogado perante a Administração Pública Federal, com exceção de procedimento voltado à conciliação e à solução administrativa de dúvidas decorrentes da execução da parceria, na qual é vedada a participação de advogado.
C. A autorização do ressarcimento compete, exclusivamente, ao Ministro de Estado, ao dirigente máximo da entidade da administração pública federal ou ao gestor da parceria.
D. A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá ultrapassar o dobro do prazo previsto para a execução da parceria.
E. A Administração Pública Federal deverá se pronunciar sobre a solicitação de ações compensatórias de interesse público no prazo de trinta dias.

Com relação à Tomada de Contas Especial, assinale a alternativa correta:
Com relação à Tomada de Contas Especial, assinale a alternativa correta:
A. A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo voltado para a apuração de responsabilidades pela ocorrência de erros meramente formais nos processos de prestação de contas anual.
B. A TCE é instaurada contra pessoas físicas ou jurídicas que deram causa ou concorreram para a materialização do dano, sendo dispensável o esgotamento das medidas administrativas internas com vistas à recomposição do erário ou à eliminação da irregularidade.
C. A TCE deve ser constituída por elementos fáticos e jurídicos suficientes para comprovação da ocorrência do dano e para identificação dos agentes responsáveis pela sua materialização, sejam pessoas físicas ou jurídicas.
D. A simples omissão no dever de prestar contas não dá ensejo à instauração da Tomada de Contas Especial, uma vez que, para o referido processo ser iniciado, é indispensável a quantificação do dano causado ao erário.
E. Segundo a Instrução Normativa TCU nº 71/2012, o dano causado ao erário deverá ser sempre causa de instauração de TCE.

A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo devidamente formalizado, com rito próprio, voltado à apuração de responsabilidades pela ocorrência de dano à Administração Pública Federal a fim de obter o respectivo ressarcimento.
Qual é o valor mínimo para a instauração da TCE, conforme o artigo 6º, inciso I, da Instrução Normativa TCU nº 71/2012?
A. R$ 50 mil
B. R$ 75 mil
C. R$ 100 mil
D. R$ 150 mil

Entre os objetivos da instauração da TCE, inclui-se o de apurar fatos relacionados à omissão no dever de prestar contas, de acordo com o artigo 8º da Lei 8.443, de 16 de julho de 1992.
A TCE deve ser instaurada após o esgotamento de quais medidas?
A. Medidas administrativas internas
B. Medidas judiciais
C. Medidas de auditoria
D. Medidas de fiscalização

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Questões resolvidas

Com relação à prestação de contas na Constituição Federal, assinale a alternativa correta:
Com relação à prestação de contas na Constituição Federal, assinale a alternativa correta:
A. Prestará contas qualquer pessoa, física ou jurídica privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos. Pessoas jurídicas de direito público não estão inseridas na previsão constitucional do dever de prestar contas.
B. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos
C. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial será exercida pelo Tribunal de Contas da União, mediante controle interno, e pelo sistema de controle externo de cada Poder.
D. Não estão abarcadas pelo dever constitucional de prestar contas as pessoas jurídicas de direito público que arrecadem dinheiros, bens e valores públicos. Uma vez que apenas a utilização, guarda, gerência ou administração dos recursos públicos ensejará a prestação de contas correspondente.
E. Entidades da administração direta estão dispensadas do dever de prestar contas quando atuem na guarda, gerência ou administração de bens e valores públicos.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A prestação de contas parcial deverá ser apresentada mensalmente, com o objetivo de facilitar o acompanhamento da parceria. Essa prática tem sido observada e difundida no âmbito da União.
B. A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo plano de trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu objeto e com o cronograma de desembolso de recursos, quando houver.
C. Nos casos em que a vigência da parceria seja maior que um ano, as organizações deverão prestar contas pelo menos uma vez por semestre.
D. A prestação de contas anual deverá ser feita em plataforma eletrônica de acesso restrito. Devido ao sigilo característico da prestação de contas, o acompanhamento das atividades e valores gastos não poderá ser feito por qualquer cidadão.
E. O Relatório de execução do objeto é elaborado pela Administração Pública contendo as atividades ou projetos desenvolvidos para o cumprimento do objeto e o comparativo de metas propostas com os resultados alcançados. Não são necessárias prestações de contas parciais. A Administração Pública deve se concentrar no bom monitoramento ao invés de exigir que a organização produza relatórios mensais para serem analisados.

Com relação à prestação de contas simplificada, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas simplificada, assinale a alternativa verdadeira:
A. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em parcerias com valor total inferior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).
B. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em parcerias com valor total igual ou superior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais).
C. Após discussões, entendeu-se que o valor de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), estipulado na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, não fazia sentido para os entes subnacionais, de modo que o regulamento local seria o ato normativo adequado para criar eventual faixa de valor que observasse a realidade das parcerias do ente federado.
D. Atualmente, os entes subnacionais estão obrigatoriamente limitados ao valor estabelecido na Lei nº 13.019/2014, ou seja, R$ 600.000,00.
E. O regulamento local não é o ato normativo adequado para criar eventual faixa de valor, devendo o ente se ater ao limite estabelecido em Resolução federal.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A análise do relatório de execução financeira dispensará o exame de conformidade das despesas.
B. A verificação da conciliação bancária não é abarcada pela análise do relatório financeiro realizada pela Administração.
C. As OSCs poderão descartar os documentos originais relativos à execução das parcerias.
D. É vedada a adoção de métodos usualmente utilizados pelo setor privado para compras e contratação de bens e serviços pelas OSCs, uma vez que os recursos transferidos são públicos e sua utilização deve obediência ao Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público.
E. A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo plano de trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu objeto e com o cronograma de desembolso de recursos, quando houver.

Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A aprovação das contas com ressalvas não é possível, ainda que o objeto e as metas da parceria tenham sido cumpridos.
B. A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá ainda que haja falta de natureza formal resultante em danos ao erário, desde que cumpridos os objetos e as metas da parceria.
C. A ressalva, em geral, não serve como indicador de que determinada prática deve ser alterada em parcerias futuras, pois geram necessidade de reparação imediata.
D. A possibilidade de aprovação das contas com ressalvas deve ser considerada quando se tratar de erros estritamente formais, evitando a rejeição baseada em equívocos que não tenham gerado danos à parceria ou aos cofres públicos.
E. A aprovação das contas com ressalvas é uma previsão inédita, não estando previsto em nenhum outro dispositivo normativo ou legal.

Com relação às sanções administrativas, assinale a alternativa verdadeira:
Com relação às sanções administrativas, assinale a alternativa verdadeira:
A. A aplicação da sanção de advertência é competência exclusiva de Ministro de Estado ou de Secretário Estadual, Distrital ou Municipal.
B. A sanção de advertência tem caráter preventivo e será aplicada quando verificadas impropriedades praticadas pela Organização da Sociedade Civil no âmbito da parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave.
C. A sanção de declaração de inidoneidade impede a OSC de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades do ente que lhe aplicou a penalidade, exclusivamente.
D. A aplicação de penalidade de advertência impede a Organização da Sociedade Civil de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e entidades da Administração Pública federal por prazo não superior a cinco anos.
E. Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas caberá recurso administrativo, no prazo de vinte dias, contado da data de ciência da decisão.

Quanto às soluções não adversariais - Ações Compensatórias, assinale a alternativa verdadeira:
Quanto às soluções não adversariais - Ações Compensatórias, assinale a alternativa verdadeira:
A. Depois de promover a tentativa de conciliação e solução administrativa, o órgão jurídico deverá consultar o Tribunal de Contas da União quanto à existência de processo de apuração de irregularidade concernente ao objeto da parceria.
B. É assegurada a prerrogativa de a OSC se fazer representar por advogado perante a Administração Pública Federal, com exceção de procedimento voltado à conciliação e à solução administrativa de dúvidas decorrentes da execução da parceria, na qual é vedada a participação de advogado.
C. A autorização do ressarcimento compete, exclusivamente, ao Ministro de Estado, ao dirigente máximo da entidade da administração pública federal ou ao gestor da parceria.
D. A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá ultrapassar o dobro do prazo previsto para a execução da parceria.
E. A Administração Pública Federal deverá se pronunciar sobre a solicitação de ações compensatórias de interesse público no prazo de trinta dias.

Com relação à Tomada de Contas Especial, assinale a alternativa correta:
Com relação à Tomada de Contas Especial, assinale a alternativa correta:
A. A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo voltado para a apuração de responsabilidades pela ocorrência de erros meramente formais nos processos de prestação de contas anual.
B. A TCE é instaurada contra pessoas físicas ou jurídicas que deram causa ou concorreram para a materialização do dano, sendo dispensável o esgotamento das medidas administrativas internas com vistas à recomposição do erário ou à eliminação da irregularidade.
C. A TCE deve ser constituída por elementos fáticos e jurídicos suficientes para comprovação da ocorrência do dano e para identificação dos agentes responsáveis pela sua materialização, sejam pessoas físicas ou jurídicas.
D. A simples omissão no dever de prestar contas não dá ensejo à instauração da Tomada de Contas Especial, uma vez que, para o referido processo ser iniciado, é indispensável a quantificação do dano causado ao erário.
E. Segundo a Instrução Normativa TCU nº 71/2012, o dano causado ao erário deverá ser sempre causa de instauração de TCE.

A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo devidamente formalizado, com rito próprio, voltado à apuração de responsabilidades pela ocorrência de dano à Administração Pública Federal a fim de obter o respectivo ressarcimento.
Qual é o valor mínimo para a instauração da TCE, conforme o artigo 6º, inciso I, da Instrução Normativa TCU nº 71/2012?
A. R$ 50 mil
B. R$ 75 mil
C. R$ 100 mil
D. R$ 150 mil

Entre os objetivos da instauração da TCE, inclui-se o de apurar fatos relacionados à omissão no dever de prestar contas, de acordo com o artigo 8º da Lei 8.443, de 16 de julho de 1992.
A TCE deve ser instaurada após o esgotamento de quais medidas?
A. Medidas administrativas internas
B. Medidas judiciais
C. Medidas de auditoria
D. Medidas de fiscalização

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MROSC 5 - Prestação de Contas 
 
Com relação à prestação de contas na Constituição Federal, assinale a alternativa 
correta: 
A. Prestará contas qualquer pessoa, física ou jurídica privada, que utilize, 
arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos. 
Pessoas jurídicas de direito público não estão inseridas na previsão 
constitucional do dever de prestar contas. 
B. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que 
utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores 
públicos 
C. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial será 
exercida pelo Tribunal de Contas da União, mediante controle interno, e pelo 
sistema de controle externo de cada Poder. 
D. Não estão abarcadas pelo dever constitucional de prestar contas as pessoas 
jurídicas de direito público que arrecadem dinheiros, bens e valores públicos. 
Uma vez que apenas a utilização, guarda, gerência ou administração dos 
recursos públicos ensejará a prestação de contas correspondente. 
E. Entidades da administração direta estão dispensadas do dever de prestar 
contas quando atuem na guarda, gerência ou administração de bens e valores 
públicos. 
Para responder à questão, é necessário o conhecimento do artigo 70 da Constituição 
Federal, bem como do seu parágrafo Único: 
“A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e 
das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, 
economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo 
Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de 
cada Poder. 
Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, 
que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores 
públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações 
de natureza pecuniária.” 
 
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira: 
A. A prestação de contas parcial deverá ser apresentada mensalmente, com o 
objetivo de facilitar o acompanhamento da parceria. Essa prática tem sido 
observada e difundida no âmbito da União. 
B. A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo 
plano de trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu 
objeto e com o cronograma de desembolso de recursos, quando houver. 
C. Nos casos em que a vigência da parceria seja maior que um ano, as 
organizações deverão prestar contas pelo menos uma vez por semestre. 
D. A prestação de contas anual deverá ser feita em plataforma eletrônica de 
acesso restrito. Devido ao sigilo característico da prestação de contas, o 
acompanhamento das atividades e valores gastos não poderá ser feito por 
qualquer cidadão. 
E. O Relatório de execução do objeto é elaborado pela Administração Pública 
contendo as atividades ou projetos desenvolvidos para o cumprimento do 
objeto e o comparativo de metas propostas com os resultados alcançados. 
Não são necessárias prestações de contas parciais. A Administração Pública deve se 
concentrar no bom monitoramento ao invés de exigir que a organização produza 
relatórios mensais para serem analisados. 
No âmbito da União, a prática da prestação de contas parcial já vem sendo 
descontinuada há algum tempo. A prática, no entanto, ainda é bastante presente nas 
parcerias com os demais entes subnacionais. 
A prestação de contas deverá ser apresentada na periodicidade definida pelo plano de 
trabalho no instrumento da parceria, de forma condizente com o seu objeto e com o 
cronograma de desembolso de recursos, quando houver. 
Nos casos em que a vigência da parceria seja maior que um ano, as organizações 
deverão prestar contas pelo menos uma vez por ano. A prestação de contas anual 
deverá ser feita em plataforma eletrônica que permita o acompanhamento das 
atividades e dos valores gastos. 
O relatório de execução do objeto é elaborado pela organização da sociedade civil, 
contendo as atividades ou projetos desenvolvidos para o cumprimento do objeto e o 
comparativo de metas propostas com os resultados alcançados. 
 
Com relação à prestação de contas simplificada, assinale a alternativa verdadeira: 
A. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, 
visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em 
parcerias com valor total inferior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). 
B. Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, 
visando desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em 
parcerias com valor total igual ou superior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil 
reais). 
C. Após discussões, entendeu-se que o valor de R$ 600.000,00 (seiscentos mil 
reais), estipulado na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, não fazia sentido 
para os entes subnacionais, de modo que o regulamento local seria o ato 
normativo adequado para criar eventual faixa de valor que observasse a 
realidade das parcerias do ente federado. 
D. Atualmente, os entes subnacionais estão obrigatoriamente limitados ao valor 
estabelecido na Lei nº 13.019/2014, ou seja, R$ 600.000,00. 
E. O regulamento local não é o ato normativo adequado para criar eventual faixa 
de valor, devendo o ente se ater ao limite estabelecido em Resolução federal. 
Na primeira versão da Lei nº 13.019/2014, a prestação de contas simplificada, visando 
desburocratizar e simplificar a parceria, deveria ser realizada em parcerias com valor 
total inferior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais). Após discussões, prevaleceu o 
entendimento de que esse valor não fazia sentido para os entes subnacionais e que o 
regulamento local seria o ato normativo adequado para criar eventual faixa de valor 
que observasse a realidade das parcerias do ente federado. 
 
Com relação ao Relatório de Execução de Objeto, assinale a alternativa verdadeira: 
A. No Relatório de Execução do Objeto, não é necessário mencionar as atividades 
desenvolvidas nem fornecer o comparativo de metas propostas com os 
resultados. 
B. O Relatório de Execução do Objeto conterá as atividades desenvolvidas, não 
sendo necessário fornecer o comparativo de metas propostas com os 
resultados. 
C. Na elaboração do Relatório de Execução do Objeto, a Administração Pública 
não poderá dispensar a comprovação da avaliação dos impactos econômicos 
ou sociais, grau de satisfação do público alvo e sustentabilidade das ações, 
independentemente da complexidade da parceria desenvolvida. 
D. No Relatório de Execução do Objeto, não devem ser anexados os documentos 
que comprovem a realização das ações, a fim de não comprometer a sua 
concisão. 
E. O Relatório de Execução do Objeto deverá conter a descrição das atividades ou 
projetos desenvolvidos para a realização da parceria e o comparativo das 
metas propostas e dos resultados alcançados. 
O artigo 66 da Lei nº 13.019/2014 diz que o Relatório de Execução do Objeto, 
elaborado pela organização da sociedade civil, contém as atividades ou projetos 
desenvolvidos para o cumprimento do objeto e o comparativo de metas propostas 
com os resultados. 
Todos os documentos que comprovem a realização das ações, tais como listas de 
presença, fotos, vídeos, entre outros, devem ser anexados ao Relatório de Execução 
do Objeto. 
Na elaboração do Relatório de Execução do Objeto, a Administração Pública poderá 
dispensar a comprovação da avaliação dos impactos econômicos ou sociais, grau de 
satisfação do público-alvo e sustentabilidade das ações quando a exigência for 
desproporcional à complexidade da parceria ou ao interesse público, mediante 
justificativa prévia. 
 
Com relação ao Relatório de Execução Financeira, assinale a alternativa correta: 
A. O Relatório de Execução Financeira do termo de colaboração ou do termode 
fomento conterá a descrição das despesas e receitas efetivamente realizadas e 
sua vinculação com a execução do objeto, na hipótese de descumprimento de 
metas e resultados estabelecidos no plano de trabalho. 
B. A análise do relatório de execução financeira dispensará o exame de 
conformidade das despesas. 
C. A verificação da conciliação bancária não é abarcada pela análise do relatório 
financeiro realizada pela Administração. 
D. As OSCs poderão descartar os documentos originais relativos à execução das 
parcerias. 
E. É vedada a adoção de métodos usualmente utilizados pelo setor privado para 
compras e contratação de bens e serviços pelas OSCs, uma vez que os recursos 
transferidos são públicos e sua utilização deve obediência ao Princípio da 
Indisponibilidade do Interesse Público. 
Lei nº 13.019, de 2014 
Artigo 66. A prestação de contas relativa à execução do termo de colaboração ou de 
fomento dar-se-á mediante a análise dos documentos previstos no plano de trabalho, 
nos termos do inciso IX do artigo 22, além dos seguintes relatórios: 
[...] 
II - relatório de execução financeira do termo de colaboração ou do termo de fomento, 
com a descrição das despesas e receitas efetivamente realizadas e sua vinculação com 
a execução do objeto, na hipótese de descumprimento de metas e resultados 
estabelecidos no plano de trabalho. 
 
Decreto nº 8.726, de 2016 
Artigo 36. As compras e contratações de bens e serviços pela organização da 
sociedade civil com recursos transferidos pela administração pública federal adotarão 
métodos usualmente utilizados pelo setor privado. 
Artigo 57. A análise do relatório de execução financeira de que trata o artigo 56 será 
feita pela administração pública federal e contemplará: 
I - o exame da conformidade das despesas, realizado pela verificação das despesas 
previstas e das despesas efetivamente realizadas, por item ou agrupamento de itens, 
conforme aprovado no plano de trabalho, observado o disposto no parágrafo 3º do 
artigo 36; e 
I - a verificação da conciliação bancária, por meio da aferição da correlação entre as 
despesas constantes na relação de pagamentos e os débitos efetuados na conta 
corrente específica da parceria. 
Artigo 58. As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos 
documentos originais relativos à execução das parcerias pelo prazo de dez anos, 
contado do dia útil subsequente ao da apresentação da prestação de contas ou do 
decurso do prazo para a apresentação da prestação de contas. 
 
Com relação à prestação de contas, assinale a alternativa verdadeira: 
A. A aprovação das contas com ressalvas não é possível, ainda que o objeto e as 
metas da parceria tenham sido cumpridos. 
B. A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá ainda que haja falta de 
natureza formal resultante em danos ao erário, desde que cumpridos os 
objetos e as metas da parceria. 
C. A ressalva, em geral, não serve como indicador de que determinada prática 
deve ser alterada em parcerias futuras, pois geram necessidade de reparação 
imediata. 
D. A possibilidade de aprovação das contas com ressalvas deve ser considerada 
quando se tratar de erros estritamente formais, evitando a rejeição baseada 
em equívocos que não tenham gerado danos à parceria ou aos cofres 
públicos. 
E. A aprovação das contas com ressalvas é uma previsão inédita, não estando 
previsto em nenhum outro dispositivo normativo ou legal. 
A possibilidade de aprovação das contas com ressalvas deve ser considerada quando 
se tratar de erros estritamente formais, evitando a rejeição baseada em equívocos que 
não tenham gerado danos à parceria ou aos cofres públicos. 
A aprovação das contas com ressalvas é uma previsão que já existia nas normas do 
TCU e que pode auxiliar no processo de melhoria das parcerias, uma vez que a 
ressalva, em geral, serve como indicador de que determinada prática deve ser alterada 
em parcerias futuras, ainda que não tenha gerado a necessidade de reparação 
imediata. 
Assim, a aprovação das contas com ressalvas ocorrerá quando, apesar de cumpridos o 
objeto e as metas da parceria, for constatada impropriedade ou qualquer outra falta 
de natureza formal que não resulte em danos ao erário. 
 
Com relação às sanções administrativas, assinale a alternativa verdadeira: 
A. A aplicação da sanção de advertência é competência exclusiva de Ministro de 
Estado ou de Secretário Estadual, Distrital ou Municipal. 
B. A sanção de advertência tem caráter preventivo e será aplicada quando 
verificadas impropriedades praticadas pela Organização da Sociedade Civil no 
âmbito da parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave. 
C. A sanção de declaração de inidoneidade impede a OSC de participar de 
chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e 
entidades do ente que lhe aplicou a penalidade, exclusivamente. 
D. A aplicação de penalidade de advertência impede a Organização da Sociedade 
Civil de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos 
com órgãos e entidades da Administração Pública federal por prazo não 
superior a cinco anos. 
E. Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas caberá recurso 
administrativo, no prazo de vinte dias, contado da data de ciência da decisão. 
a) As sanções de suspensão temporária e de declaração de inidoneidade são de 
competência exclusiva de Ministro de Estado ou de Secretário Estadual, Distrital ou 
Municipal, conforme o caso. O mesmo não se aplica às sanções de advertência. 
b) A sanção de advertência tem caráter preventivo e será aplicada quando 
verificadas impropriedades praticadas pela Organização da Sociedade Civil no 
âmbito da parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave. 
c) A sanção de declaração de inidoneidade, por sua vez, impede a Organização da 
Sociedade Civil de participar de chamamento público e celebrar parcerias ou contratos 
com órgãos e entidades de todas as esferas de governo. 
d) A sanção de suspensão temporária impede a Organização da Sociedade Civil de 
participar de chamamento público e celebrar parcerias ou contratos com órgãos e 
entidades da Administração Pública federal por prazo não superior a dois anos. 
e) Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas caberá, pois, recurso 
administrativo, no prazo de dez dias, contado da data de ciência da decisão. 
 
Quanto às soluções não adversariais - Ações Compensatórias, assinale a alternativa 
verdadeira: 
A. Depois de promover a tentativa de conciliação e solução administrativa, o 
órgão jurídico deverá consultar o Tribunal de Contas da União quanto à 
existência de processo de apuração de irregularidade concernente ao objeto 
da parceria. 
B. É assegurada a prerrogativa de a OSC se fazer representar por advogado 
perante a Administração Pública Federal, com exceção de procedimento 
voltado à conciliação e à solução administrativa de dúvidas decorrentes da 
execução da parceria, na qual é vedada a participação de advogado. 
C. A autorização do ressarcimento compete, exclusivamente, ao Ministro de 
Estado, ao dirigente máximo da entidade da administração pública federal ou 
ao gestor da parceria. 
D. A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá 
ultrapassar o dobro do prazo previsto para a execução da parceria. 
E. A Administração Pública Federal deverá se pronunciar sobre a solicitação de 
ações compensatórias de interesse público no prazo de trinta dias. 
Antes de promover a tentativa de conciliação e solução administrativa, o órgão jurídico 
deverá consultar a Controladoria-Geral da União quanto à existência de processo de 
apuração de irregularidade concernente ao objeto da parceria. 
É assegurada a prerrogativa de a organização da sociedade civil se fazer representar 
por advogado perante a administração pública federal, especialmente em 
procedimento voltado à conciliação e à solução administrativade dúvidas decorrentes 
da execução da parceria. 
 
Segundo o Decreto nº 8.726/2016, nas ações compensatórias de interesse público: 
 
- A Administração Pública Federal deverá se pronunciar sobre a solicitação de ações 
compensatórias de interesse público no prazo de trinta dias. 
- Compete exclusivamente ao Ministro de Estado ou ao dirigente máximo da entidade 
da administração pública federal autorizar o ressarcimento. 
- A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá ultrapassar a 
metade do prazo previsto para a execução da parceria. 
 
Com relação à Tomada de Contas Especial, assinale a alternativa correta: 
A. A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo voltado para 
a apuração de responsabilidades pela ocorrência de erros meramente formais 
nos processos de prestação de contas anual. 
B. A TCE é instaurada contra pessoas físicas ou jurídicas que deram causa ou 
concorreram para a materialização do dano, sendo dispensável o esgotamento 
das medidas administrativas internas com vistas à recomposição do erário ou à 
eliminação da irregularidade. 
C. A TCE deve ser constituída por elementos fáticos e jurídicos suficientes para 
comprovação da ocorrência do dano e para identificação dos agentes 
responsáveis pela sua materialização, sejam pessoas físicas ou jurídicas. 
D. A simples omissão no dever de prestar contas não dá ensejo à instauração da 
Tomada de Contas Especial, uma vez que, para o referido processo ser iniciado, 
é indispensável a quantificação do dano causado ao erário. 
E. Segundo a Instrução Normativa TCU nº 71/2012, o dano causado ao erário 
deverá ser sempre causa de instauração de TCE, independentemente de seu 
valor. 
A Tomada de Contas Especial (TCE) é um processo administrativo devidamente 
formalizado, com rito próprio, voltado à apuração de responsabilidades pela 
ocorrência de dano à Administração Pública Federal a fim de obter o respectivo 
ressarcimento. 
A TCE é instaurada contra pessoas físicas ou jurídicas que deram causa ou 
concorreram para a materialização do dano, depois de esgotadas as medidas 
administrativas internas com vistas à recomposição do erário ou à eliminação da 
irregularidade. As TCEs só devem ser instauradas pelas unidades competentes e 
encaminhadas ao TCU para julgamento se o dano ao erário, atualizado 
monetariamente, for de valor igual ou superior à R$ 75 mil (valor de alçada vigente), 
nos termos do artigo 6º, inciso I, da Instrução Normativa TCU nº 71/2012. 
Entre os objetivos da instauração da TCE, inclui-se o de apurar fatos relacionados à 
omissão no dever de prestar contas, de acordo com o artigo 8º da Lei 8.443, de 16 de 
julho de 1992.

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