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É a capacidade física que pode ser relacionada à saúde e ao desempenho desportivo e descreve a amplitude de movimento. Existem dois tipos de manifestações da flexibilidade: ATIVA – a maior amplitude de movimento possível que o indivíduo pode realizar devido à contração da musculatura agonista. PASSIVA - a maior amplitude de movimento possível, que o indivíduo pode alcançar sob a ação de forças externas (parceiros, aparelhos, ação da gravidade e outros segmentos corporais). MOBILIDADE: Refere-se ao grau de liberdade de movimento da articulação; ELASTICIDADE: Refere-se ao estiramento elástico dos componentes musculares; PLASTICIDADE: É o grau de deformação temporária que estruturas musculares e articulações devem sofrer, para possibilitar o movimento. Existe um grau residual de deformação que se mantém após cessada a força aplicada, conhecida como histeresis; MALEABILIDADE: Modificação das tensões parciais da pele, fruto das acomodações necessárias no segmento considerado. TESTES ADIMENSIONAIS: Quando não existe uma unidade convencional, como ângulo ou centímetro para expressar resultados. TESTES LINERARES: Caracterizam resultados em escalas de distâncias em centímetros ou polegadas, utilizando fitas métricas, réguas ou trenas. TESTES ANGULARES: Resultados expressos em graus. O termo usado para medida em ângulo é goniometria. Gonia = ângulo Metria = medida. O teste consiste na apreciação da flexibilidade passiva fisiológica máxima de vinte movimentos em sete grupos articulares: • Tornozelo, Joelho, Quadril, Tronco, Punho, Cotovelo e Ombro. A medida é obtida pela comparação da amplitude alcançada em cada um dos movimentos com mapas de avaliação, nos quais são retratadas em gradações que vão de 0 a 4 em escala crescente e descontínua, perfazendo cinco valores possíveis. Somente números inteiros podem ser atribuídos, de forma que amplitudes intermediárias são consideradas pelo valor inferior. Cada cotação é associada a um julgamento de valor em relação a amplitude alcançada, como segue: Valor 0 – muito pequena Valor 1 – pequena Valor 2 – média Valor 3 – grande Valor 4 – muito grande Banco de Wells e Dilon Idade Excelente Acima da média Média Abaixo da média Fraco 20-29 39-35 34-30 29-26 25-20 < 20 30-39 37-34 33-29 28-24 23-18 < 18 40-49 34-31 30-25 24-20 19-13 < 13 50-59 35-29 28-24 23-19 18-12 < 12 60-69 32-27 26-21 20-15 14-11 < 11 Idade Excelente Acima da média Média Abaixo da média Fraco 20-29 40-37 36-33 32-29 28-23 < 23 30-39 39-36 35-32 31-28 27-22 < 22 40-49 37-33 32-30 29-26 25-21 < 21 50-59 37-34 33-29 28-26 25-20 < 20 60-69 34-31 30-29 26-23 22-20 < 20 Mulheres Homens FLEXÍMETRO PENDULAR Flexímetro Pendular Vetores Flexímetro Pendular Mede-se o ângulo que articulação do ombro conseguiu atingir ativamente ou passivamente. Goniômetro 360 Plástico Goniômetro 180 Plástico Goniômetro 180 Metal Goniômetro 180 Digital Goniômetro PONTOS DE AVALIAÇÃO DE FLEXIBILIDADE COM FLEXÍMETRO Tabela 1 – Amplitude HOMENS Tabela 2 – Amplitude MULHERES Tabela 3 – Amplitude MMSS The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965) Tabela 4 – Amplitude MMII The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965) Tabela 5 – Amplitude para rotação de Joelho Rasch & Burke (1977) Tabela 6 – Amplitude da coluna vertebral The American Academy of Orthopaedic Surgeons (1965) Tabela 1 – Efeitos da idade e sexo sobre a AM ativa da coluna Adaptado de Youdas et al., 1992 Tabela 2 – Amplitude do ombro Boone & Azen, 1979 Tabela 3 – Efeitos da idade e sexo sobre a AM ativa do Quadril em homens e mulheres Roach & Miles, 1991. Tabela 3 – Efeitos da idade e sexo sobre a AM do joelho Boone & Azen, 1979. Tabela 1 – Amplitude do ombro em nadadores entre 15 a 21 anos em ambos os sexos Beach et al., 1992 Tabela 2 – Amplitude do ombro em Tenistas de elite em ambos os sexos Ellenbecker et al., 1996 Tabela 3 – Amplitude do ombro em Tenistas de elite em ambos os sexos Chinn et al., 1985 Tabela 4 – Amplitude de movimento ativo em Tenistas de elite, categoria Junior. Chandler et al., 1990. Tabela 5 – Flexibilidade ativo e passivo de quadril em atletas de voleibol, categoria Adulto. Monteiro et al., 1999. Tabela 7 – Amplitude de movimento ativo e passivo em coluna atletas de voleibol, categoria Adulto. Monteiro et al., 1999. Tabela 6 – Amplitude de movimento ativo e passivo em atletas de voleibol, categoria Adulto. Monteiro et al., 1999. Tabela 8 – Amplitude de movimento ativo em jogadores de futebol Ekstrand et al., 1992 Tabela 9 – Amplitude de movimentoem atletas femininas de ginástica Olímpica. Kirby et al., 1992 Tabela 10 – Amplitude de movimento passivo medida a Partir do espacate em atletas de ginástica Rítmica desportiva. Monteiro et al., 1999 Tabela 11 – Amplitude de bailarinas clássicas de diferentes faixas Etárias. Reid et al., 1992