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Paulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
saberconcursos.comsaberconcursos.com
|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira 22
Prezado (a) Concurseiro (a)Prezado (a) Concurseiro (a)
É com enorme satisfação que trago até você estaÉ com enorme satisfação que trago até você esta
“SUPER APOSTILA” contendo 10“SUPER APOSTILA” contendo 1000 (mil) exercícios de00 (mil) exercícios de
Legislação PMCBM/CE devidamente gabaritados eLegislação PMCBM/CE devidamente gabaritados e
revisados de acordo com as últimas mudanças trazidas pelarevisados de acordo com as últimas mudanças trazidas pela
nova Lei de Promoções dos militares estaduais (Lei nºnova Lei de Promoções dos militares estaduais (Lei nº
15.797/2015). Os exercícios aqui apresentados são todos,15.797/2015). Os exercícios aqui apresentados são todos,
tipo certo e errado, conforme edital do último Concursotipo certo e errado, conforme edital do último Concurso
Público para Soldado da PMCE, realizado pelo CESPE/UnBPúblico para Soldado da PMCE, realizado pelo CESPE/UnB
em 2011 e estão rigorosamente conforme as normasem 2011 e estão rigorosamente conforme as normas
vigentes até vigentes até Maio de Maio de 2015. 2015. Grande parte Grande parte dos exercícidos exercíciosos
deste material é de minha autoria, todavia, como forma dedeste material é de minha autoria, todavia, como forma de
lhe proporcionar um aprofundamento ainda melhor nessalhe proporcionar um aprofundamento ainda melhor nessa
disciplina, trago até você, diversas questões de Legislaçãodisciplina, trago até você, diversas questões de Legislação
da PMCE que foram cobradas nos últimos Concursosda PMCE que foram cobradas nos últimos Concursos
Públicos, Cursos de Formação e ainda em provas e seleçõesPúblicos, Cursos de Formação e ainda em provas e seleções
realizadas pelo CESPE/UNB, no Ceará e em vários Estadosrealizadas pelo CESPE/UNB, no Ceará e em vários Estados
do Brasil. Tenho certeza que todo aquele que estudar pordo Brasil. Tenho certeza que todo aquele que estudar por
este material encurtará seu caminho rumo à aprovação noeste material encurtará seu caminho rumo à aprovação no
próximo certame.próximo certame.
Desejo a você, muito sucesso nessa jornada!Desejo a você, muito sucesso nessa jornada!
Nos vemos na “Gloriosa”!Nos vemos na “Gloriosa”!
Vai dar certo!Vai dar certo!
Professor Gilmar PereiraProfessor Gilmar Pereira
 gilmarpereira.concurso@g gilmarpereira.concurso@gmail.commail.com
 gilmar01pereira@ho gilmar01pereira@hotmail.comtmail.com
Direitos Autorais ReservadosDireitos Autorais Reservados
Proibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquerProibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquer
meio ou processo, sem autorização expressa.meio ou processo, sem autorização expressa. A violaçãoA violação
dos direitos autorais é punida como crimedos direitos autorais é punida como crime : Código Penal,: Código Penal,
art. 184 e seus parágrafos e art. 186 e seus incisos. (Ambosart. 184 e seus parágrafos e art. 186 e seus incisos. (Ambos
atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/998atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/998 – –
Lei dos Direitos Autorais.Lei dos Direitos Autorais.
CONTEÚDOCONTEÚDO
1.1. Lei Estadual nº 13.407/03Lei Estadual nº 13.407/03  – –  Código Disciplinar da Polícia  Código Disciplinar da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado doMilitar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará;Ceará;
2.2. Lei Estadual nº 13.729/06Lei Estadual nº 13.729/06 – – Estatuto dos Militares Estaduais Estatuto dos Militares Estaduais
do Ceará, alterado pelas leis nº 13.768/06, nº 14.113/08, nºdo Ceará, alterado pelas leis nº 13.768/06, nº 14.113/08, nº
14.930/11, nº 14.931/11, nº 14.933/11, Lei Complementar14.930/11, nº 14.931/11, nº 14.933/11, Lei Complementar
nº 93/11, Lei nº 15.456/13 e Lei nº 15.797/15;nº 93/11, Lei nº 15.456/13 e Lei nº 15.797/15;
3.3. Lei nº 098/11Lei nº 098/11  – –  Dispõe sobre a criação da Controladoria  Dispõe sobre a criação da Controladoria
Geral dos Órgãos de Segurança Pública e SistemaGeral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema
Penitenciário;Penitenciário;
4.4. Lei de Promoções dos Militares Estaduais, Lei nº 15.797/15.Lei de Promoções dos Militares Estaduais, Lei nº 15.797/15.
5.5. Exercícios diversos, questões de concursos anteriores e deExercícios diversos, questões de concursos anteriores e de
vários Cursos de Formação de militares estaduais.vários Cursos de Formação de militares estaduais.
Não importa se você é novato no “mundo dosNão importa se você é novato no “mundo dos
concursos” ou se já está há algum tempo naconcursos” ou se já está há algum tempo na
estrada: Acredite no melhor... Tenha um objetivoestrada: Acredite no melhor... Tenha um objetivo
 para o melhor, nunca fiques satisfeito com menos para o melhor, nunca fiques satisfeito com menos
que o teu melhor, o que vai aprender aquique o teu melhor, o que vai aprender aqui
resolvendo todos esses exercícios de legislação daresolvendo todos esses exercícios de legislação da
PMCE, inexoravelmente o ajudará a vencer aPMCE, inexoravelmente o ajudará a vencer a
“guerra”.“guerra”.
Sergio CarvalhoSergio Carvalho
Paulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira 22
Prezado (a) Concurseiro (a)Prezado (a) Concurseiro (a)
É com enorme satisfação que trago até você estaÉ com enorme satisfação que trago até você esta
“SUPER APOSTILA” contendo 10“SUPER APOSTILA” contendo 1000 (mil) exercícios de00 (mil) exercícios de
Legislação PMCBM/CE devidamente gabaritados eLegislação PMCBM/CE devidamente gabaritados e
revisados de acordo com as últimas mudanças trazidas pelarevisados de acordo com as últimas mudanças trazidas pela
nova Lei de Promoções dos militares estaduais (Lei nºnova Lei de Promoções dos militares estaduais (Lei nº
15.797/2015). Os exercícios aqui apresentados são todos,15.797/2015). Os exercícios aqui apresentados são todos,
tipo certo e errado, conforme edital do último Concursotipo certo e errado, conforme edital do último Concurso
Público para Soldado da PMCE, realizado pelo CESPE/UnBPúblico para Soldado da PMCE, realizado pelo CESPE/UnB
em 2011 e estão rigorosamente conforme as normasem 2011 e estão rigorosamente conforme as normas
vigentes até vigentes até Maio de Maio de 2015. 2015. Grande parte Grande parte dos exercícidos exercíciosos
deste material é de minha autoria, todavia, como forma dedeste material é de minha autoria, todavia, como forma de
lhe proporcionar um aprofundamento ainda melhor nessalhe proporcionar um aprofundamento ainda melhor nessa
disciplina, trago até você, diversas questões de Legislaçãodisciplina, trago até você, diversas questões de Legislação
da PMCE que foram cobradas nos últimos Concursosda PMCE que foram cobradas nos últimos Concursos
Públicos, Cursos de Formação e ainda em provas e seleçõesPúblicos, Cursos de Formação e ainda em provas e seleções
realizadas pelo CESPE/UNB, no Ceará e em vários Estadosrealizadas pelo CESPE/UNB, no Ceará e em vários Estados
do Brasil. Tenho certeza que todo aquele que estudar pordo Brasil. Tenho certeza que todo aquele que estudar por
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Desejo a você, muito sucesso nessa jornada!Desejo a você, muito sucesso nessa jornada!
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Professor Gilmar PereiraProfessor Gilmar Pereira
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 gilmar01pereira@ho gilmar01pereira@hotmail.comtmail.com
Direitos Autorais ReservadosDireitos Autorais Reservados
Proibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquerProibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquer
meio ou processo, sem autorização expressa.meio ou processo, sem autorização expressa. A violaçãoA violação
dos direitos autorais é punida como crimedos direitos autorais é punida como crime : Código Penal,: Código Penal,
art. 184 e seus parágrafos e art. 186 e seus incisos. (Ambosart. 184 e seus parágrafos e art. 186 e seus incisos. (Ambos
atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/998atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/998 – –
Lei dos Direitos Autorais.Lei dos Direitos Autorais.
CONTEÚDOCONTEÚDO
1.1. Lei Estadual nº 13.407/03Lei Estadual nº 13.407/03  – –  Código Disciplinar da Polícia  Código Disciplinar da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado doMilitar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará;Ceará;
2.2. Lei Estadual nº 13.729/06Lei Estadual nº 13.729/06 – – Estatuto dos Militares Estaduais Estatuto dos Militares Estaduais
do Ceará, alterado pelas leis nº 13.768/06, nº 14.113/08, nºdo Ceará, alterado pelas leis nº 13.768/06, nº 14.113/08, nº
14.930/11, nº 14.931/11, nº 14.933/11, Lei Complementar14.930/11, nº 14.931/11, nº 14.933/11, Lei Complementar
nº 93/11, Lei nº 15.456/13 e Lei nº 15.797/15;nº 93/11, Lei nº 15.456/13 e Lei nº 15.797/15;
3.3. Lei nº 098/11Lei nº 098/11  – –  Dispõe sobre a criação da Controladoria  Dispõe sobre a criação da Controladoria
Geral dos Órgãos de Segurança Pública e SistemaGeral dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema
Penitenciário;Penitenciário;
4.4. Lei de Promoções dos Militares Estaduais, Lei nº 15.797/15.Lei de Promoções dos Militares Estaduais, Lei nº 15.797/15.
5.5. Exercícios diversos, questões de concursos anteriores e deExercícios diversos, questões de concursos anteriores e de
vários Cursos de Formação de militares estaduais.vários Cursos de Formação de militares estaduais.
Não importa se você é novato no “mundo dosNão importa se você é novato no “mundo dos
concursos” ou se já está há algum tempo naconcursos” ou se já está há algum tempo na
estrada: Acredite no melhor... Tenha um objetivoestrada: Acredite no melhor... Tenha um objetivo
 para o melhor, nunca fiques satisfeito com menos para o melhor, nunca fiques satisfeito com menos
que o teu melhor, o que vai aprender aquique o teu melhor, o que vai aprender aqui
resolvendo todos esses exercícios de legislação daresolvendo todos esses exercícios de legislação da
PMCE, inexoravelmente o ajudará a vencer aPMCE, inexoravelmente o ajudará a vencer a
“guerra”.“guerra”.
Sergio CarvalhoSergio Carvalho
Paulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira 33
LEGISLAÇÃOLEGISLAÇÃO
PMCEPMCE
(Atualizada Maio / 2015)(Atualizada Maio / 2015)
Professor Gilmar PereiraProfessor Gilmar Pereira
1000 EXERCÍCIOS GABARITADOS1000 EXERCÍCIOS GABARITADOS
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Lei nº 15.797/2015,(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Lei nº 15.797/2015,
conhecida conhecida como como "Lei "Lei Camilo Camilo Santana" Santana" deverádeverá
beneficiar aproximadamente 9.000 militares estaduaisbeneficiar aproximadamente 9.000 militares estaduais
ainda em 2015, que terão promoções para diversasainda em 2015, que terão promoções para diversas
graduações. Consoante à referida Lei, julgue os itensgraduações. Consoante à referida Lei, julgue os itens
subsequentes relativos às promoções das Praçassubsequentes relativos às promoções das Praças
militares.militares.
01.01. A promoção, direito do militar estadual, consiste naA promoção, direito do militar estadual, consiste na
elevação na carreira, tendo por objetivo o estímuloelevação na carreira, tendo por objetivo o estímulo
ao constante aprimoramento funcional com resultadoao constante aprimoramento funcional com resultado
no alcance dos graus hierárquicos superiores nasno alcance dos graus hierárquicos superiores nas
corporações militares.corporações militares.
02.02. A carreira da Praça policial militar se inicia com aA carreira da Praça policial militar se inicia com a
graduação de soldado, onde o aluno devegraduação de soldado, onde o aluno deve
obrigatoriamente realizar o Curso de Formação deobrigatoriamente realizar o Curso de Formação de
Soldados, ou Curso de Formação Profissional, ouSoldados, ou Curso de Formação Profissional, ou
ainda, curso regular equivalente realizado emainda, curso regular equivalente realizado em
Corporação Militar Estadual, supervisionado pelaCorporação Militar Estadual, supervisionado pela
Academia Estadual de Segurança Pública, quandoAcademia Estadual de Segurança Pública, quando
realizado no Estado.realizado no Estado.
03.03. Após cumprir o interstício mínimo de 07 (sete) anosApós cumprir o interstício mínimo de 07 (sete) anos
na graduação de Soldado e 06 (seis) anos de serviçona graduação de Soldado e 06 (seis) anos de serviço
arregimentado, ou seja, desempenhar durante essearregimentado, ou seja, desempenhar durante esse
tempo o efetivo exercício de função de natureza outempo o efetivo exercício de função de natureza ou
de interesse militar estadual, especificamente nade interesse militar estadual, especificamente na
atividade-fim da Corporação, caracterizada como deatividade-fim da Corporação, caracterizada como de
execução programática ou equivalente, nas unidadesexecução programática ou equivalente, nas unidades
de Grandes Comandos, Batalhões, Companhias,de Grandes Comandos, Batalhões, Companhias,
Pelotões e Destacamentos, definidas em legislaçãoPelotões e Destacamentos, definidas em legislação
própria, e ainda cumprir os demais requisitosprópria, e ainda cumprir os demais requisitos
exigidos o militar poderá galgar a graduação deexigidos o militar poderá galgar a graduação de
Cabo.Cabo.
04.04. O Cabo militar estadual, mediante concurso, pode virO Cabo militar estadual, mediante concurso, pode vir
a se tornar 3º Sargento após realizar com êxito oa se tornar 3º Sargento após realizar com êxito o
Curso de Formação de Sargentos (CFS).Curso de Formação de Sargentos (CFS).
05.05. A Praça militar estadual após chegar à graduação deA Praça militar estadual após chegar à graduação de
3º Sargento, poderá alcançar uma nova promoção,3º Sargento, poderá alcançar uma nova promoção,
agora a de 2º Sargento, em seguida a de 1º Sargento.agora a de 2º Sargento, em seguida a de 1º Sargento.
O 1° Sargento, por sua vez, poderá vir a se tornarO 1° Sargento, por sua vez, poderá vir a se tornar
Subtenente, última promoção na carreira de Praças.Subtenente, última promoção na carreira de Praças.
06.06. A promoção dentro da carreira de Praças somenteA promoção dentro da carreira de Praças somente
ocorrerá se o militar estadual estiver classificado noocorrerá se o militar estadual estiver classificado no
mínimo no “Bom” comportamento, exceto àmínimo no “Bom” comportamento, exceto à
promoção a Subtenente que exige classificação depromoção a Subtenente que exige classificação de
comportamento, no mínimo no “Ótimo”.comportamento, no mínimo no “Ótimo”.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) O círculo dos oficiais(Prof. Gilmar Pereira / 2015) O círculo dos oficiais
superiores é formado por Majores, Tenentes Coronéis,superiores é formado por Majores, Tenentes Coronéis,
Coronéis e Coronel Comandante Geral. O circulo dosCoronéis e Coronel Comandante Geral. O circulo dos
oficiais intermediários é formado por Capitães e ooficiaisintermediários é formado por Capitães e o
circulo de oficiais subalternos é formado por primeirocirculo de oficiais subalternos é formado por primeiro
e segundo Tenentes. Acerca da ascensão funcional dose segundo Tenentes. Acerca da ascensão funcional dos
oficiais da Polícia Militar do Ceará, julgue os próximosoficiais da Polícia Militar do Ceará, julgue os próximos
itens com base na itens com base na Lei Estadual nº 15.797/15.Lei Estadual nº 15.797/15.
07.07. Ao ingressar na Polícia Militar do Ceará, o percurso aAo ingressar na Polícia Militar do Ceará, o percurso a
ser traçado pelo oficial é tão longo quanto o dasser traçado pelo oficial é tão longo quanto o das
praças, porém o oficial que ingressa na Corporação,praças, porém o oficial que ingressa na Corporação,
no posto de 2º Tenente PM, poderá chegar até ono posto de 2º Tenente PM, poderá chegar até o
posto de Coronel Comandante Geral da Corporação.posto de Coronel Comandante Geral da Corporação.
08.08. Para que um oficial intermediário seja promovido aoPara que um oficial intermediário seja promovido ao
posto inicial do circulo de oficiais superiores deveráposto inicial do circulo de oficiais superiores deverá
cumprir dentre outros requisitos; o interstício mínimocumprir dentre outros requisitos; o interstício mínimo
de 06 (seis) anos e 05 (cinco) anos de serviçode 06 (seis) anos e 05 (cinco) anos de serviço
arregimentado, sendo-lhe ainda exigido o Cursoarregimentado, sendo-lhe ainda exigido o Curso
Superior de Polícia (CSP) ou curso regular equivalenteSuperior de Polícia (CSP) ou curso regular equivalente
realizado em Corporação Militar Estadual,realizado em Corporação Militar Estadual,
supervisionado pela Academia Estadual de Segurançasupervisionado pela Academia Estadual de Segurança
Pública, quando realizado no Estado.Pública, quando realizado no Estado.
09.09. A classificação para promoção por merecimento dosA classificação para promoção por merecimento dos
oficiais será feita por avaliação da Comissão deoficiais será feita por avaliação da Comissão de
Promoções de Oficiais - CPO, considerando a médiaPromoções de Oficiais - CPO, considerando a média
aritmética do resultado obtido pelo militar noaritmética do resultado obtido pelo militar no
Relatório Individual de Promoção.Relatório Individual de Promoção.
10.10. A ficha de informação, a ser definida em decreto,A ficha de informação, a ser definida em decreto,
conterá a pontuação positiva e negativa do militarconterá a pontuação positiva e negativa do militar
resultante de sua atuação funcional, incluindo critériosresultante de sua atuação funcional, incluindo critérios
meritórios e conceito do comandante imediato,meritórios e conceito do comandante imediato,
devidamente justificado.devidamente justificado.
11.11. As Comissões para Promoções de Oficiais e PraçasAs Comissões para Promoções de Oficiais e Praças
serão constituídas semestralmente por ato doserão constituídas semestralmente por ato do
respectivo Comandante-Geral e terão a duração norespectivo Comandante-Geral e terão a duração no
ano de referênciaano de referência
12.12. A CPO (Comissão de Promoção de Oficiais) da PolíciaA CPO (Comissão de Promoção de Oficiais) da Polícia
Militar será composta de Presidente: Comandante-Militar será composta de Presidente: Comandante-
Geral, Membros Natos: Comandante-Geral Adjunto eGeral, Membros Natos: Comandante-Geral Adjunto e
Secretário Executivo e Membros Efetivos: 04 (quatro)Secretário Executivo e Membros Efetivos: 04 (quatro)
Coronéis do serviço militar estadual ativo.Coronéis do serviço militar estadual ativo.
13.13. Às Comissões de Promoção competem, dentre outrasÀs Comissões de Promoção competem, dentre outras
organizar e submeter à aprovação do Comandante-organizar e submeter à aprovação do Comandante-
Geral o Quadro de Acesso e as propostas para asGeral o Quadro de Acesso e as propostas para as
promoções por antiguidade e merecimento epromoções por antiguidade e merecimento ePaulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira 4
organizar a relação de militares estaduais impedidos
de ingresso em Quadro de Acesso.
14. As vagas para a promoção aos postos de Coronel
QOPM e QOBM e de Major QOAPM e Major QOABM
serão consideradas abertas: na data do ato de
agregação, salvo se, no próprio ato, for estabelecida
outra data, na data do início do processo de reserva à
pedido ou ex officio, por um dos motivos
especificados no EMECE, na data oficial do
falecimento e conforme disposição na Lei de
aumento de efetivo.
15. Haverá, anualmente, número mínimo de vagas à
promoção dentro das Corporações militares
estaduais em todos os quadros e carreiras, para
manter a renovação, o equilíbrio e a regularidade de
acesso ao referido posto, em quantitativo a ser
estabelecido em decreto.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) As Carreiras militares
estaduais estão divididas pelas funções que todo o
efetivo da PMCE e do CBMCE realiza. É de atribuição
do quadro das praças, primordialmente, o serviço
operacional e do quadro dos oficiais, as funções de
comando. Todos tem em suas funções fundamental
importância, assim divididos para melhor servir a
missão fundamental da respectiva Corporação. A cerca
das promoções nas carreiras militares estaduais,
previstas na Lei nº 15.797/2015, julgue os próximos
itens.
16. A promoção a Coronel Comandante-Geral das
Corporações militares se dará exclusivamente por
escolha do Governador do Estado, a incidir entre os
coronéis com mais de 25 (vinte e cinco) anos de
tempo de contribuição militar, com relevantes
serviços prestados à atividade.
17. A promoção em ressarcimento de preterição não será
admitida em hipótese alguma.
18. Serão planejadas as promoções observando as
peculiaridades de cada posto e cada graduação e
objetivando assegurar um fluxo regular e equilibrado
nas carreiras de oficial e de praça.
19. As promoções ocorrerão exclusivamente por
antiguidade, merecimento, post mortem, bravura,
requerida e em ressarcimento de preterição.
20. A promoção, por qualquer dos critérios, sempre
baseia-se na precedência hierárquica do militar
estadual sobre os demais de igual posto ou
graduação, observados os demais requisitos
estabelecidos nesta Lei.
21. A promoção por merecimento tem por fundamento
os valores funcionais agregados pelo militar no
decorrer da carreira e que o destaquem na atuação
funcional, preferencialmente no posto ou graduação
ocupado por ocasião da disputa pela promoção,
sendo essa aferição promovida por comissão
específica de promoção.
22. O militar estadual será promovido  post mortem
quando falecer em razão do desempenho da
atividade militar estadual, ou em acidente em serviço
ou em consequência de doença, moléstia ou
enfermidade que nele tenha sua causa imediata,
conforme aferição de comissão de meritoriedade
designada pelo Governador ou pelo Secretário de
Segurança Pública e Defesa Social ou quando o
militar fazia jus à promoção em vida, não sendo esta
efetivada a tempo, em razão do seu óbito.
23. A promoção por bravura, a ser aferida por comissão
de meritoriedade designada pelo Comandante-Geral,
resulta de ato, ou atos, não comuns de coragem e
audácia, que, ultrapassando os limites normais do
cumprimento do dever, representem feitos de
notório mérito, exclusivamente em operação ou ação
inerente à missão institucional da corporação militar
em serviço.
24. A promoção requerida alcançará o militar estadual
que completar 30 (trinta) anos de contribuição,
sendo, no mínimo, 25 (vinte e cinco) anos como de
contribuição como militar ao SUPSEC, e consistirá na
sua elevação, ex offício, ao grau imediatamente
superior, observadas as condições estabelecidas
nesta Lei.
25. A promoção do oficial se dará porato do Governador
do Estado, já a da praça por ato do Comandante-
Geral.
26. A passagem da praça para o quadro de oficiais
acontecerá por acesso, exigindo-se a conclusão, com
aproveitamento, de Curso de Habilitação de Oficiais -
CHO, cujo ingresso se dará metade por antiguidade e
a outra metade por prévia aprovação por seleção
interna, supervisionada pela Academia Estadual de
Segurança Pública, para os integrantes do QOAPM e
QOABM.
27. Para fins de promoção, por quaisquer dos critérios,
deve o militar figurar no Quadro de Acesso Geral,
cujo ingresso requer o preenchimento dos seguintes
requisitos, cumulativamente: interstício no posto ou
na graduação de referência, curso obrigatório
estabelecido em lei, serviço arregimentado e mérito.
28. O interstício no Posto ou na Graduação, a ser
completado até a data em que efetivada a promoção,Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira 5
é o tempo mínimo de efetivo serviço considerado em
cada posto ou graduação, descontado o tempo não
computável.
29. Para a promoção ao posto de 1º Tenente o interstício
mínimo exigido é de 05 (cinco) anos no posto de 2º
Tenente.
30. Para que um 2º Tenente do QOAPM e QOABM possa
ser promovido ao posto de 1° Tenente deve possuir
dentre outros requisitos, 03 (três) anos no posto de
2° Tenente QOAPM ou QOABM.
31. Mauro é Soldado e Salomão é Cabo ambos da PMCE.
Para alcançar a graduação de Cabo, Mauro deve
possuir o interstício de 07 (sete) anos na graduação
de Soldado e 06 (seis) anos de serviço arregimentado
e para que Salomão alcance a promoção a 3º
Sargento deve possuir 05 (cinco) anos de interstício
na graduação de Cabo e 04 (quatro) anos de serviço
arregimentado.
32. Curso obrigatório estabelecido em lei para promoção
é o que possibilita o acesso e a promoção do oficial e
da praça aos sucessivos postos e graduações de
carreira.
33. Para acesso e para nomeação no posto de 2° Tenente
em qualquer dos Quadros existentes nas
Corporações militares estaduais é exigido Curso de
Formação de Oficiais - CFO ou Curso de Formação
Profissional – CFP.
34. O militar estadual promovido por meio de
requerimento será transferido para a reserva
remunerada ex officio, devendo contribuir,
mensalmente e por 5 (cinco) anos, após a inativação,
para o Sistema Único de Previdência Social do Estado
do Ceará – SUPSEC.
35. O Estado não está obrigado oferecer os cursos
obrigatórios para promoção dos militares estaduais,
ficando o militar responsável pela realização do
respectivo curso onde lhe for mais conveniente.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A promoção, direito do
militar estadual, consiste na elevação na carreira,
tendo por objetivo o estímulo ao constante
aprimoramento funcional com resultado no alcance
dos graus hierárquicos superiores nas corporações
militares. No que se refere à Lei de Promoções dos
militares estaduais, julgue os próximos itens.
36. Se determinado militar de folga ou ação inerente à
missão institucional da corporação militar praticar ato
ou atos não comuns de coragem e audácia, que,
ultrapassam os limites normais do cumprimento do
dever, será promovido por bravura, desde que
aferido (avaliado) por uma comissão de
meritoriedade designada pelo Comandante-Geral.
37. Mauro, Subtenente da PMCE já possui 30 (trinta)
anos de contribuição, todavia só contribuiu como
militar estadual ao SUPSEC por 25 (vinte e cinco)
anos, desta forma, não poderá requerer sua
promoção.
38. O tempo mínimo necessário a ser desempenhado
pelo militar no exercício efetivo de função de
natureza ou de interesse militar estadual,
especificamente na atividade-fim da Corporação,
caracterizada como de execução programática ou
equivalente, nas unidades de Grandes Comandos,
Batalhões, Companhias, Pelotões e Destacamentos
denomina-se de interstício no posto ou graduação.
39. Curso obrigatório é o que possibilita o acesso e a
promoção do oficial e da praça aos sucessivos postos
e graduações de carreira, nas seguintes condições:
para acesso e para nomeação no posto de 2°
Tenente, CHO, CFO ou CFP e para a promoção a
Subtenente o CHST.
40. A promoção requerida, além das demais condições
deverá observar dentre outros critérios; para a
promoção requerida ao posto de Coronel, deve o
militar interessado ter constado na lista de Tenentes-
Coronéis, habilitados para promoção por
merecimento, realizada semestralmente e o número
de promoções requeridas por semestre fica limitado
a 1/3 (um terço) do efetivo previsto na lista de
Tenentes-Coronéis, habilitados para promoção por
merecimento.
41. Elaborado o Quadro de Acesso Geral, serão
promovidos 60% (sessenta por cento) dos militares
incluídos na relação de habilitados para graduação
ou posto, dos quais metade ascenderá por
antiguidade e a outra metade por merecimento.
42. O militar estadual ingresso em Quadro de Acesso
Geral por 03 (três) vezes, que não conseguir
ascender, será automaticamente, na promoção
seguinte, promovido ao posto ou à graduação
subsequente, bastando que, nesta próxima
promoção, figure em Quadro de Acesso Geral.
43. Em conformidade com esta Lei, as promoções de
todos os militares estaduais, independerão de vagas.
44. Nas promoções da Praça Soldado, deverá ser
observado o número mínimo de permanência na
citada graduação de 40% (quarenta por cento) do
efetivo de Soldado existente na Corporação
respectiva.
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45. Em caso de empate na formação do quadro de
acesso por merecimento, o desempate se dará
observando os seguintes critérios, em ordem de
precedência; o resultado no relatório individual de
promoção, a antiguidade no posto, o tempo de
serviço na respectiva corporação e a idade.
46. A promoção ao posto de Coronel ocorrerá pelo
critério de merecimento e se efetivará por escolha do
Governador do Estado dentre os Tenentes-Coronéis
constantes de lista elaborada pela Corporação
respectiva. A lista conterá relação com nomes
equivalentes ao dobro do número de vagas abertas,
devendo, no mínimo, contar com 5 (cinco) nomes.
Sendo realizada semestralmente e terá por base a
ordem de antiguidade.
47. Verificada a existência de vaga no posto de Coronel,
o Comandante-Geral de cada Corporação
encaminhará ao Secretário da Segurança Pública e
Defesa Social a relação dos Tenentes-Coronéis
devidamente habilitados, por ordem de
merecimento, com posterior remessa ao Governador
para escolha e promoção na forma estabelecida em
decreto.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei de
Promoções dos militares estaduais, julgue os itens
subsequentes.
48. A classificação para promoção por merecimento para
oficiais será feita por avaliação da Comissão de
Promoções de Oficiais - CPO, considerando a média
aritmética do resultado obtido pelo militar no
Relatório Individual de Promoção.
49. A ficha de informação, a ser definida em decreto,
conterá a pontuação positiva e negativa do militar
resultante de sua atuação funcional, incluindo
critérios meritórios e conceito do comandante
imediato, devidamente justificado.
50. Fica extinto o cargo de provimento em comissão de
Comandante-Geral da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros do Estado, sendo a partir da vigência
desta Lei considerado Posto, (cargo), para todos os
efeitos legais.
51. As Comissões para Promoções de Oficiais e Praças,
bem como as Comissões de Promoções de Oficiais
serão constituídas por ato do Governador.
52. A CPO (Comissão de Promoção de Oficiais) da Polícia
Militar terá sempre como presidente o Comandante
Geral.
53. A promoção a Coronel Comandante-Geral das
Corporações militares se dará exclusivamente por
escolhado Governador do Estado, e incidirá entre os
coronéis com 25 (vinte e cinco) ou mais anos de
tempo de contribuição militar.
54. Haverá, anualmente, número mínimo de vagas à
promoção dentro das Corporações militares
estaduais em todos os quadros e carreiras, para
manter a renovação, o equilíbrio e a regularidade de
acesso ao referido posto, em quantitativo a ser
estabelecido em decreto.
55. As promoções serão semestrais, para as quais se
levarão em consideração as alterações ocorridas na
vida funcional do oficial ou praça, e acontecerão nas
datas e segundo processamento estabelecidos em
decreto
56. Promovido a Coronel Comandante-Geral, o oficial se
encarregará da chefia da Corporação respectiva,
desempenhando as atribuições segundo previsão em
legislação específica. O militar promovido
permanecerá na chefia a depender do Governador do
Estado, que poderá escolher, observados os
requisitos legais, outro Coronel para ser promovido a
Coronel Comandante-Geral, neste caso, o atual
Coronel Comandante-Geral será transferido ex officio
para a reserva remunerada, sendo então a vaga
ocupada pelo militar recém-promovido.
57. O militar estadual que for promovido, ou que deixar
de ingressar em inatividade ex officio, ou que retomar
ao serviço ativo, tudo por ordem judicial, não
ocupará vaga no respectivo quadro, ficando como
excedente até o trânsito em julgado da decisão.
58. O Coronel Comandante-Geral fará jus à Gratificação
pelo Exercício de Comando, sendo incorporável à
inatividade desde que sobre ela contribua o militar
para o SUPSEC por, no mínimo, 1 (um) ano.
59. Os oficiais e as praças das corporações militares
serão designados para as funções em consonância
com os princípios da conveniência e da
oportunidade, visando ao interesse institucional.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência à
Lei de Promoções dos militares estaduais, julgue os
itens que se seguem acerca da carreira de oficiais de
administração (QOA).
60. A promoção ao posto de Major QOAPM e Major
QOABM será efetivada exclusivamente pelo critério
de merecimento, não sendo possível por nenhum
outro critério.
61. A relação dos Capitães QOAPM e QOABM,
habilitados para promoção por merecimento, será
formada por ordem de antiguidade e contará comPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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número equivalente ao triplo de Majores QOAPM enúmero equivalente ao triplo de Majores QOAPM e
QOABM previsto em lei.QOABM previsto em lei.
62.62. As vagas a serem preenchidas para a promoção aosAs vagas a serem preenchidas para a promoção aos
postos de Coronel QOPM e QOBM e de Majorpostos de Coronel QOPM e QOBM e de Major
QOAPM e Major QOABM serão provenientes de:QOAPM e Major QOABM serão provenientes de:
agregação, em conformidade com o previsto noagregação, em conformidade com o previsto no
EMECE, passagem à situação de inatividade,EMECE, passagem à situação de inatividade,
demissão, falecimento e aumento de efetivo,demissão, falecimento e aumento de efetivo,
conforme dispuser a Lei.conforme dispuser a Lei.
63.63. As promoções dos militares estaduais independerãoAs promoções dos militares estaduais independerão
de vagas, exceto à promoção para Major do QOA ede vagas, exceto à promoção para Major do QOA e
Coronel do QOPM.Coronel do QOPM.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A promoção requerida(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A promoção requerida
alcançará o militar estadual que completar 30 (trinta)alcançará o militar estadual que completar 30 (trinta)
anos de contribuição, sendo, no mínimo, 25 (vinte eanos de contribuição, sendo, no mínimo, 25 (vinte e
cinco) anos como de contribuição como militar aocinco) anos como de contribuição como militar ao
SUPSEC, e consistirá na sua elevação, a pedido, aoSUPSEC, e consistirá na sua elevação, a pedido, ao
grau imediatamente superior, observadas as condiçõesgrau imediatamente superior, observadas as condições
estabelecidas nesta Lei. Acerca da referida promoçãoestabelecidas nesta Lei. Acerca da referida promoção
prevista na Lei Estadual nº 15.797/2015, julgue os itensprevista na Lei Estadual nº 15.797/2015, julgue os itens
subsequentes.subsequentes.
64.64. O acesso do Subtenente ao posto de 2° TenenteO acesso do Subtenente ao posto de 2° Tenente
QOA, pela promoção requerida, requer que o militarQOA, pela promoção requerida, requer que o militar
interessado tenha pelo menos, 1 (um) ano nainteressado tenha pelo menos, 1 (um) ano na
graduação de Subtenente e estar no comportamentograduação de Subtenente e estar no comportamento
"BOM.""BOM."
65.65. Não fazem jus à promoção requerida o CoronelNão fazem jus à promoção requerida o Coronel
Comandante-Geral, os Coronéis e os Majores QOA.Comandante-Geral, os Coronéis e os Majores QOA.
66.66. O acesso do Subtenente ao posto de 2° TenenteO acesso do Subtenente ao posto de 2° Tenente
QOA, pela promoção requerida, dependerá daQOA, pela promoção requerida, dependerá da
realização do Curso de Habilitação de Oficiais,realização do Curso de Habilitação de Oficiais,
todavia para a promoção requerida aos postos detodavia para a promoção requerida aos postos de
Coronel e Major QOA independem de realização deCoronel e Major QOA independem de realização de
cursos.cursos.
67.67. Curso obrigatório é o que possibilita o acesso e aCurso obrigatório é o que possibilita o acesso e a
promoção do oficial e da praça aos sucessivos postospromoção do oficial e da praça aos sucessivos postos
e graduações de carreira, nas seguintes condições:e graduações de carreira, nas seguintes condições:
para promoção ao posto de Major, CAO oupara promoção ao posto de Major, CAO ou
CAO/QOA se for o caso, e CSP para promoção a aoCAO/QOA se for o caso, e CSP para promoção a ao
posto de Tenente Coronel.posto de Tenente Coronel.
68.68. Para que Salomão, Capitão QOAPM, seja promovidoPara que Salomão, Capitão QOAPM, seja promovido
a Major QOAPM, deve atender dentre outrosa Major QOAPM, deve atender dentre outros
requisitos; o interstício de 02 (dois) anos no posto derequisitos; o interstício de 02 (dois) anos no posto de
Capitão, 01 (um) ano de serviço arregimentado eCapitão, 01 (um) ano de serviço arregimentado e
possuir o CAO/QOA.possuir o CAO/QOA.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei de(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei de
promoções dos militares estaduais do Ceará epromoções dos militares estaduais do Ceará e
Considerando que Mauro seja Subtenente PM e BetimConsiderando que Mauro seja Subtenente PM e Betim
Capitão QOAPM, julgue os próximos itens.Capitão QOAPM, julgue os próximos itens.
69.69. Mauro e Betim, desde que atendam os requisitosMauro e Betim, desde que atendam os requisitos
previstos nesta lei, poderão requerer sua promoção.previstos nesta lei, poderão requerer sua promoção.
70.70. Por ocasião da passagem à inatividade, ambos osPor ocasião da passagem à inatividade, ambos os
militares serão promovidos ex offício.militares serão promovidos ex offício.
(Prof. Gilmar Pereira/2015) A Lei nº 13.729/06, dispõe(Prof. Gilmar Pereira/2015) A Lei nº 13.729/06, dispõe
sobre o Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará esobre o Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará e
regula a situação, direitos, prerrogativas, deveres eregula a situação, direitos, prerrogativas, deveres e
obrigações dos militares estaduais. Consoante àobrigações dos militares estaduais. Consoante à
referida lei, julgue os próximos itens.referida lei, julgue os próximos itens.
71.71. Mauro quer ingressar nas fileiras da Polícia Militar doMauro quer ingressar nas fileiras da Polícia Militar do
Ceará, porém não poderá, pois foi licenciado doCeará, porém não poderá, pois foi licenciado do
Exercito Brasileiro no comportamento regular.ExercitoBrasileiro no comportamento regular.
72.72. As férias dos militares estaduais poderão ser divididasAs férias dos militares estaduais poderão ser divididas
em dois períodos iguais.em dois períodos iguais.
73.73. Fica assegurado ao Militar Estadual da ativa, quandoFica assegurado ao Militar Estadual da ativa, quando
fardado e mediante a apresentação de suafardado e mediante a apresentação de sua
identidade militar, o acesso gratuito aos transportesidentidade militar, o acesso gratuito aos transportes
rodoviários coletivos dentro da Capital, ficandorodoviários coletivos dentro da Capital, ficando
estabelecida a cota máxima de 02 (dois) militares porestabelecida a cota máxima de 02 (dois) militares por
veículo.veículo.
74.74. A licença à militar gestante será concedida, medianteA licença à militar gestante será concedida, mediante
inspeção médica, somente quando a militarinspeção médica, somente quando a militar
encontrar-se no oitavo mês de gestação, nãoencontrar-se no oitavo mês de gestação, não
comportando qualquer exceção.comportando qualquer exceção.
75.75. O militar estadual na situação de agregado, por nãoO militar estadual na situação de agregado, por não
ocupar vaga, não fica sujeito às obrigaçõesocupar vaga, não fica sujeito às obrigações
disciplinares concernentes às suas relações comdisciplinares concernentes às suas relações com
outros militares e autoridades civis.outros militares e autoridades civis.
76.76. É vedado ao militar estadual fazer parte deÉ vedado ao militar estadual fazer parte de
associações de natureza sindical ou político-associações de natureza sindical ou político-
partidária ou mesmo de associações que não causempartidária ou mesmo de associações que não causem
prejuízos para o exercício do respectivo cargo ouprejuízos para o exercício do respectivo cargo ou
função militar que ocupe na ativa.função militar que ocupe na ativa.
77.77. O falecimento do militar estadual da ativa acarreta oO falecimento do militar estadual da ativa acarreta o
desligamento ou exclusão do serviço ativo a partir dadesligamento ou exclusão do serviço ativo a partir da
data da ocorrência do óbito.data da ocorrência do óbito.
78.78. Como forma de dirimir dúvidas na aplicação doComo forma de dirimir dúvidas na aplicação do
EMECE, aplica-se, em qualquer caso,EMECE, aplica-se, em qualquer caso,
subsidiariamente, a legislação em vigor para osubsidiariamente, a legislação em vigor para o
Exercito brasileiro.Exercito brasileiro.
79.79. Os militares estaduais, nos crimes militares definidosOs militares estaduais, nos crimes militares definidos
em lei, serão processados e julgados perante a Justiçaem lei, serão processados e julgados perante a Justiça
Militar do Estado, em primeira instância exercitadaMilitar do Estado, em primeira instância exercitada
pelos juízes de direito e Conselhos de Justiça, e empelos juízes de direito e Conselhos de Justiça, e em
segunda instância pelo Tribunal de Justiça do Estado,segunda instância pelo Tribunal de Justiça do Estado,
enquanto não for criado o Tribunal de Justiça Militarenquanto não for criado o Tribunal de Justiça Militar
do Estado.do Estado.Paulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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80.80. O militar estadual do Ceará tem livre acesso, aosO militar estadual do Ceará tem livre acesso, aos
locais sujeitos à fiscalização policial militar oulocais sujeitos à fiscalização policial militar ou
bombeiro militar e isenção de pagamento da taxa debombeiro militar e isenção de pagamento da taxa de
inscrição em qualquer concurso público para ingressoinscrição em qualquer concurso público para ingresso
na Administração Pública.na Administração Pública.
81.81. O militar estadual ao ser matriculado nos cursosO militar estadual ao ser matriculado nos cursos
regulares previstos no EMECE, exceto os deregulares previstos no EMECE, exceto os de
formação, e desde que esteja no exercício de cargoformação, e desde que esteja no exercício de cargo
ou função gratificada por período superior a 6 (seis)ou função gratificada por período superior a 6 (seis)
meses, perderá o direito à percepção do benefíciomeses, perderá o direito à percepção do benefício
correspondente.correspondente.
82.82. O militar estadual, se suplente de cargo eletivo,O militar estadual, se suplente de cargo eletivo,
passará automaticamente, no ato da diplomação,passará automaticamente, no ato da diplomação,
para a reserva remunerada, com proventospara a reserva remunerada, com proventos
proporcionais ao tempo de contribuição.proporcionais ao tempo de contribuição.
83.83. O afastamento do serviço por motivo de núpcias ouO afastamento do serviço por motivo de núpcias ou
luto será concedido, no primeiro caso, se solicitadoluto será concedido, no primeiro caso, se solicitado
por antecipação à data do evento, e, no segundopor antecipação à data do evento, e, no segundo
caso, tão logo a autoridade a que estivercaso, tão logo a autoridade a que estiver
subordinado o militar estadual tome conhecimento,subordinado o militar estadual tome conhecimento,
de acordo com portaria do Secretário de Segurançade acordo com portaria do Secretário de Segurança
Pública e Defesa Social do Estado.Pública e Defesa Social do Estado.
84.84. No tocante à concessão de licenças e dispensas deNo tocante à concessão de licenças e dispensas de
serviços, o militar que não se apresentar no primeiroserviços, o militar que não se apresentar no primeiro
dia útil após o prazo previsto de encerramento dadia útil após o prazo previsto de encerramento da
autorização de licença, incorrerá nas situações deautorização de licença, incorrerá nas situações de
desaparecimento e extravio conforme disposto nadesaparecimento e extravio conforme disposto na
legislação aplicável.legislação aplicável.
85.85. Somente em casos de flagrante delito, o militarSomente em casos de flagrante delito, o militar
estadual poderá ser preso, por autoridade policialestadual poderá ser preso, por autoridade policial
civil, ficando retido na Delegacia durante o tempocivil, ficando retido na Delegacia durante o tempo
necessário à lavratura do flagrante, comunicando-senecessário à lavratura do flagrante, comunicando-se
imediatamente ao juiz competente e ao comando daimediatamente ao juiz competente e ao comando da
respectiva Corporação Militar, após o que deverá serrespectiva Corporação Militar, após o que deverá ser
encaminhado preso à autoridade militar de patenteencaminhado preso à autoridade militar de patente
superior mais próxima da Organização Militar dasuperior mais próxima da Organização Militar da
Corporação a que pertencer, ficando esta obrigada,Corporação a que pertencer, ficando esta obrigada,
sob pena de responsabilidade funcional e penal, asob pena de responsabilidade funcional e penal, a
manter a prisão até que deliberação judicial decidamanter a prisão até que deliberação judicial decida
em contrário.em contrário.
86.86. O CB PM Salomão com 10 (dez) anos de serviço e seO CB PM Salomão com 10 (dez) anos de serviço e se
candidatou a cargo eletivo obteve êxito na eleição ecandidatou a cargo eletivo obteve êxito na eleição e
por ter sido diplomado passou para a reserva nãopor ter sido diplomado passou para a reserva não
remunerada.remunerada.
87.87. Os militares estaduais são submetidos a regime deOs militares estaduais são submetidos a regime de
tempo integral de serviço, inerente à natureza datempo integral de serviço, inerente à natureza da
atividade militar estadual, inteiramente devotada àsatividade militar estadual, inteiramente devotada às
finalidades e missões fundamentais das Corporaçõesfinalidades e missões fundamentais das CorporaçõesMilitares estaduais, sendo compensados através deMilitares estaduais, sendo compensados através de
sua remuneração normal.sua remuneração normal.
88.88. A transferência para a reforma, a pedido, seráA transferência para a reforma, a pedido, será
concedida, mediante requerimento do militarconcedida, mediante requerimento do militar
estadual que conte com 53 (cinquenta e três) estadual que conte com 53 (cinquenta e três) anos deanos de
idade e 30 (trinta) anos de contribuição, dos quais noidade e 30 (trinta) anos de contribuição, dos quais no
mínimo 25 (vinte e cinco) anos de contribuição militarmínimo 25 (vinte e cinco) anos de contribuição militar
estadual ao Sistema Único de Previdência Social dosestadual ao Sistema Único de Previdência Social dos
Servidores Públicos Civis e Militares, dos AgentesServidores Públicos Civis e Militares, dos Agentes
Públicos e Membros de Poder do Estado do CearáPúblicos e Membros de Poder do Estado do Ceará ––
SUPSEC.SUPSEC.
89.89. O Sargento PM Mauro que se encontra no atualO Sargento PM Mauro que se encontra no atual
cargo a 01 (um) ano tem precedência hierarquicacargo a 01 (um) ano tem precedência hierarquica
sobre o Sargento BM Salomão que se encontra nosobre o Sargento BM Salomão que se encontra no
atual cargo a 03 (três) anos.atual cargo a 03 (três) anos.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Lei nº 13.407/03 institui(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Lei nº 13.407/03 institui
o Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e doo Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará,Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará,
Corporações Militares Estaduais organizadas com baseCorporações Militares Estaduais organizadas com base
na hierarquia e na disciplina, dispõe sobre ona hierarquia e na disciplina, dispõe sobre o
comportamento ético dos militares estaduais ecomportamento ético dos militares estaduais e
estabelece os procedimentos para apuração daestabelece os procedimentos para apuração da
responsabilidade administrativo-disciplinar dosresponsabilidade administrativo-disciplinar dos
militares estaduais. Consoante o Código disciplinar dosmilitares estaduais. Consoante o Código disciplinar dos
militares estaduais, julgue os itens que se militares estaduais, julgue os itens que se seguem.seguem.
90.90. Estão sujeitos ao Código disciplinar os militares doEstão sujeitos ao Código disciplinar os militares do
serviço ativo, bem como os inativos, excluindo-se,serviço ativo, bem como os inativos, excluindo-se,
dentre outros, os militares reformados.dentre outros, os militares reformados.
91.91. É dever ético, emanado dos valores militaresÉ dever ético, emanado dos valores militares
estaduais e que conduz a atividade profissional oestaduais e que conduz a atividade profissional o
militar estadual não pleitear para si, por meio demilitar estadual não pleitear para si, por meio de
terceiros, cargo ou função que esteja sendo exercidoterceiros, cargo ou função que esteja sendo exercido
por outro militar do Estado.por outro militar do Estado.
92.92. Cabe ao executante que exorbitar no cumprimentoCabe ao executante que exorbitar no cumprimento
da ordem recebida à responsabilidade pelo abuso ouda ordem recebida à responsabilidade pelo abuso ou
excesso que cometer, salvo se o fato é cometido sobexcesso que cometer, salvo se o fato é cometido sob
coação irresistível ou sob estreita obediência àcoação irresistível ou sob estreita obediência à
ordem, não manifestamente ilegal, de superiorordem, não manifestamente ilegal, de superior
hierárquico, quando só será punível o autor dahierárquico, quando só será punível o autor da
coação ou da ordem.coação ou da ordem.
93.93. Transgressão disciplinar é a infração administrativaTransgressão disciplinar é a infração administrativa
caracterizada pela violação dos deveres militares,caracterizada pela violação dos deveres militares,
cominando ao infrator as sanções previstas nestecominando ao infrator as sanções previstas neste
Código, sem prejuízo das responsabilidades penal eCódigo, sem prejuízo das responsabilidades penal e
civil.civil.
94.94. A disciplina e o comportamento do militar estadualA disciplina e o comportamento do militar estadual
estão sujeitos à fiscalização, disciplina e orientaçãoestão sujeitos à fiscalização, disciplina e orientação
pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos depela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário, na formaSegurança Pública e Sistema Penitenciário, na forma
da lei.da lei.
Paulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens
subsequentes, a respeito das transgressões e sançõessubsequentes, a respeito das transgressões e sanções
disciplinares, com base na Lei Estadual n.ºdisciplinares, com base na Lei Estadual n.º
13.407/2003.13.407/2003.
95.95. É considera transgressão grave: empregarÉ considera transgressão grave: empregar
subordinado ou servidor civil, ou desviar qualquersubordinado ou servidor civil, ou desviar qualquer
meio matermeio material ial ou financeiro ou financeiro sob suasob sua
responsabilidade ou não, para a execução deresponsabilidade ou não, para a execução de
atividades diversas daquelas para as quais foram des-atividades diversas daquelas para as quais foram des-
tinadas, em proveito próprio ou de outrem.tinadas, em proveito próprio ou de outrem.
96.96. É considera transgressão média: fazer, diretamenteÉ considera transgressão média: fazer, diretamente
ou por intermédio de outrem, agiotagem ouou por intermédio de outrem, agiotagem ou
transação pecuniária envolvendo assunto de serviço,transação pecuniária envolvendo assunto de serviço,
bens da administração pública ou material cujabens da administração pública ou material cuja
comercialização seja proibida.comercialização seja proibida.
97.97. A permanência disciplinar é a sanção em que oA permanência disciplinar é a sanção em que o
transgressor ficará na OPM ou OBM, sem estartransgressor ficará na OPM ou OBM, sem estar
circunscrito a determinado compartimento. O militarcircunscrito a determinado compartimento. O militar
do Estado sob permanência disciplinar não compa-do Estado sob permanência disciplinar não compa-
recerá aos atos de instrução e serviço, internos erecerá aos atos de instrução e serviço, internos e
externos.externos.
98.98. Ao Governador do Estado compete conhecer daAo Governador do Estado compete conhecer da
custódia disciplinar em grau de recurso, quando tivercustódia disciplinar em grau de recurso, quando tiver
sido aplicada pelo Controlador Geral de Disciplinasido aplicada pelo Controlador Geral de Disciplina
dos Órgãos de Segurança Pública e Sistemados Órgãos de Segurança Pública e Sistema
Penitenciário.Penitenciário.
99.99. A demissão será aplicada a oficial, dentre outrasA demissão será aplicada a oficial, dentre outras
situações, quando for condenado na Justiça Comumsituações, quando for condenado na Justiça Comum
ou Militar a pena privativa de liberdade por tempoou Militar a pena privativa de liberdade por tempo
superior a 02 (dois) anos, por sentença passada emsuperior a 02 (dois) anos, por sentença passada em
 julgado. julgado.
100.100. A comunicação disciplinar será formal, tanto quantoA comunicação disciplinar será formal, tanto quanto
possível, deve ser clara, concisa e precisa, contendopossível, deve ser clara, concisa e precisa, contendo
os dados capazes de identificar as pessoas ou coisasos dados capazes de identificar as pessoas ou coisas
envolvidas, o local, a data e a hora dofato, além deenvolvidas, o local, a data e a hora do fato, além de
caracterizar as circunstâncias que o envolveram, bemcaracterizar as circunstâncias que o envolveram, bem
como as alegações do faltoso, quando presente e aocomo as alegações do faltoso, quando presente e ao
ser interpelado pelo signatário das razões daser interpelado pelo signatário das razões da
transgressão, sem tecer comentários ou opiniõestransgressão, sem tecer comentários ou opiniões
pessoais.pessoais.
101.101. Não haverá aplicação de sanção disciplinar, quando oNão haverá aplicação de sanção disciplinar, quando o
militar estadual tiver cometido a falta em preservaçãomilitar estadual tiver cometido a falta em preservação
da ordem pública ou de interesse coletivo.da ordem pública ou de interesse coletivo.
102.102. O enquadramento disciplinar é a descrição daO enquadramento disciplinar é a descrição da
transgressão cometida, dele devendo constar,transgressão cometida, dele devendo constar,
resumidamente: indicação da ação ou omissão queresumidamente: indicação da ação ou omissão que
originou a transgressão; tipificação da transgressãooriginou a transgressão; tipificação da transgressão
disciplinar; alegações de defesa do agressor;disciplinar; alegações de defesa do agressor;
classificação do comportamento policial-militar emclassificação do comportamento policial-militar em
que o punido permaneça ou ingresse; discriminação,que o punido permaneça ou ingresse; discriminação,
em incisos e artigos, das causas de justificação ou dasem incisos e artigos, das causas de justificação ou das
circunstâncias atenuantes e ou agravantes; decisãocircunstâncias atenuantes e ou agravantes; decisão
da autoridade impondo, ou não, a sanção.da autoridade impondo, ou não, a sanção.
103.103. O Cabo PM Mauro cometeu transgressão disciplinarO Cabo PM Mauro cometeu transgressão disciplinar
de natureza média pela primeira vez, desta forma, foide natureza média pela primeira vez, desta forma, foi
punido com uma repreensão.punido com uma repreensão.
104.104. Na ocorrência de mais de uma transgressão, semNa ocorrência de mais de uma transgressão, sem
conexão entre elas, serão impostas as sançõesconexão entre elas, serão impostas as sanções
correspondentes isoladamente; em caso contrário,correspondentes isoladamente; em caso contrário,
quando forem praticadas de forma conexa, as dequando forem praticadas de forma conexa, as de
menor gravidade serão consideradas comomenor gravidade serão consideradas como
circunstâncias agravantes da transgressão principal.circunstâncias agravantes da transgressão principal.
105.105. Na ocorrência de transgressão disciplinar envolvendoNa ocorrência de transgressão disciplinar envolvendo
militares do Estado de mais de uma Unidade, caberámilitares do Estado de mais de uma Unidade, caberá
ao comandante da área territorial onde ocorreu oao comandante da área territorial onde ocorreu o
fato apurar ou determinar a apuração e, ao final, sefato apurar ou determinar a apuração e, ao final, se
necessário, remeter os autos à autoridade funcionalnecessário, remeter os autos à autoridade funcional
superior comum aos envolvidos.superior comum aos envolvidos.
106.106. O cumprimento da sanção disciplinar, por militar doO cumprimento da sanção disciplinar, por militar do
Estado afastado do serviço, deverá ocorrer após a suaEstado afastado do serviço, deverá ocorrer após a sua
apresentação na OPM ou OBM, pronto para o serviçoapresentação na OPM ou OBM, pronto para o serviço
militar, salvo nos casos de interesse da preservaçãomilitar, salvo nos casos de interesse da preservação
da ordem e da disciplina. A interrupção deda ordem e da disciplina. A interrupção de
afastamento regulamentar, para cumprimento deafastamento regulamentar, para cumprimento de
sanção disciplinar, somente ocorrerá quando deter-sanção disciplinar, somente ocorrerá quando deter-
minada pelo Governador do Estado ou pelominada pelo Governador do Estado ou pelo
Controlador Geral dos Órgãos de Segurança PúblicaControlador Geral dos Órgãos de Segurança Pública
e Sistema Penitenciário.e Sistema Penitenciário.
107.107. Não será computado, como cumprimento de sançãoNão será computado, como cumprimento de sanção
disciplinar, o tempo em que o militar do Estadodisciplinar, o tempo em que o militar do Estado
passar em gozo de afastamentos regulamentares,passar em gozo de afastamentos regulamentares,
interrompendo-se a contagem a partir do momentointerrompendo-se a contagem a partir do momento
de seu afastamento até o seu retorno. O afastamentode seu afastamento até o seu retorno. O afastamento
do militar do Estado do local de cumprimento dado militar do Estado do local de cumprimento da
sanção e o seu retorno a esse local, após o afas-sanção e o seu retorno a esse local, após o afas-
tamento regularmente previsto, deverão ser objetotamento regularmente previsto, deverão ser objeto
de publicação.de publicação.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) De acordo com a Lei(Prof. Gilmar Pereira / 2015) De acordo com a Lei
Estadual n.º 13.407/2003, que dispõe sobre o CódigoEstadual n.º 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar dos militares estaduais, julgue os itens queDisciplinar dos militares estaduais, julgue os itens que
se seguem.se seguem.
108.108. A contagem de tempo para melhora do comporta-A contagem de tempo para melhora do comporta-
mento se fará automaticamente, bastará uma únicamento se fará automaticamente, bastará uma única
sanção disciplinar acima dos limites estabelecidos emsanção disciplinar acima dos limites estabelecidos em
lei para alterar a categoria do comportamento. Para alei para alterar a categoria do comportamento. Para a
classificação do comportamento fica estabelecidoclassificação do comportamento fica estabelecido
que duas advertências equivalerão a umaque duas advertências equivalerão a uma
permanência disciplinar.permanência disciplinar.
109.109. O militar do Estado, que considere a si próprio, a su-O militar do Estado, que considere a si próprio, a su-
bordinado seu ou a serviço sob sua responsabilidadebordinado seu ou a serviço sob sua responsabilidadePaulo Ramon Lima Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451Braga CPF: 02451981300 981300 wokramon@gmail.comwokramon@gmail.com
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prejudicado, ofendido ou injustiçado por ato de
superior hierárquico, poderá interpor recursos
disciplinares.
110. Retificação é a declaração de invalidade da sanção
disciplinar aplicada pela própria autoridade ou por
autoridade subordinada, quando, na apreciação do
recurso, verificar a ocorrência de i legalidade, devendo
retroagir à data do ato.
111. É possível somente em casos excepcionais, como em
caso de ato comprovadamente de bravura por parte
do militar estadual, anular sanção disciplinar de
exoneração.
112. Para o cancelamento de custódia disciplinar é
necessário um lapso temporal de 7 anos, salvo
quando o Controlador-Geral de Disciplina cancelar
uma ou mais punições do militar que tenha
praticado qualquer ação militar considerada
especialmente meritória, que não chegue a constituir
ato de bravura. Configurando ato de bravura, assim
reconhecido, o Comandante-Geral poderá cancelar
todas as punições do militar, independente das
condições previstas em lei.
113. Reunido o Conselho de Disciplina, convocado
previamente por seu Presidente, em local, dia e hora
designados com antecedência, presentes o acusado e
seu defensor, o Presidente manda proceder a leitura
e a autuação dos documentos que instruíram e os
que constituíram o ato de nomeação do Conselho;
em seguida, ordena a qualificação e o interrogatório
da praça, previamente cientificada da acusação,
sendo o ato reduzido a termo, assinado por todos os
membros do Conselho, pelo acusado e pelo
defensor, fazendo-se a juntada de todos os
documentos por este acaso oferecidosem defesa.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que
regula a situação, os direitos, as prerrogativas, os
deveres e as obrigações dos militares estaduais,
 julgue os itens a seguir.
114. As disposições do Estatuto dos Militares Estaduais do
Ceará se aplicam no que couber, aos militares
estaduais da reserva remunerada e aos reformados.
115. As corporações militares estaduais são consideradas
forças auxiliares e reservas do Exército, nas quais
qualquer brasileiro (nato ou naturalizado) poderá
ingressá-las, todavia, aquele que esteja em débito
 junto à justiça eleitoral será impedido por força de
Lei, de ingressar na Polícia militar ou Corpo de
Bombeiros militar do Ceará, a menos que regularize
sua situação em tempo hábil.
116. O capitão QOPM Mauro que se graduou em
Odontologia passou a fazer parte do Quadro de
Oficiais de Saúde da corporação depois de entrar
com requerimento administrativo junto ao comando
da Corporação.
117. A duração do Curso de Formação de Oficiais do
Quadro de Saúde ou de Capelães é de 06 (seis)
meses, durante o qual são equiparados a Aspirantes
do 3º Ano do CFO.
118. Para uma praça chegar ao oficialato, através do CHO,
deve ser Subtenente com pelo menos 15 anos de
efetivo serviço, classificado no mínimo no
comportamento Ótimo, entre outras exigências.
119. Salomão, Subtenente PM almejava chegar ao
oficialato, através do CHO, todavia foi impedido, por
ter sido punido nos últimos 24 meses com
transgressão de natureza grave.
120. Fazem parte dos círculos hierárquicos de Oficiais
Subalternos: os 1º Tenentes e os 2º Tenentes.
121. Os militares da PM terão precedência hierárquica
sobre os Militares do BM em igualdade de posto ou
graduação.
122. O cargo do militar considera-se vago, dentre outras
situações quando; o militar tenha falecido ou tenha
sido considerado desaparecido.
123. “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra,
prometo cumprir os deveres de Oficial da PMCE e
dedicar-me inteiramente ao serviço”. O compromisso
de honra em destaque deve ser prestado pelos
alunos oficiais e pelos Cadetes da Corporação.
124. O militar estadual que ocupar cargo em comissão, de
forma interina, fará jus, após 30 (trinta) dias, às
vantagens e outros direitos a ele inerentes.
125. As vagas para o ingresso no Curso de Habilitação de
Oficiais serão distribuídas na proporção de 50%
(cinquenta por cento) por antiguidade e 50%
(cinquenta por cento) por seleção interna composta
por provas de conhecimento intelectual, sendo
necessário que os candidatos possuam curso superior
de graduação plena, reconhecido pelo Ministério da
Educação.
126. As dispensas do serviço são autorizações concedidas
aos militares estaduais para afastamento total do
serviço, em caráter definitivo.
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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127. Os Subtenentes e Sargentos auxiliam e
complementam as atividades dos oficiais na
capacitação de pessoal e no emprego dos meios, na
instrução, na administração e no comando de frações
de tropa, podendo agir isoladamente nas diversas
atividades. Os Cabos e Soldados são os responsáveis
pela execução.
128. O Subtenente Mauro que se encontra no
comportamento excelente e já possui 17 anos de
efetivo de serviço não pode se inscrever para seleção
do Curso de Habilitação de Oficiais em virtude de
estar respondendo a processo-crime, decorrente do
cumprimento de missão policial militar.
129. Oficiais do QOA têm os mesmos direitos, regalias,
prerrogativas, vencimentos e vantagens atribuídas
aos Oficiais de igual posto dos demais Quadros,
exceto restrições expressas no Estatuto dos militares
estaduais
130. Os oficiais do QOA no posto de Tenente Coronel
terão os mesmos vencimentos dos demais Quadros.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais (Lei n.º 13.729/2006), julgue os
itens a seguir.
131. O ingresso no Corpo de Bombeiros Militar do Ceará
depende de prévia aprovação em concurso público
de provas ou de prova e títulos. Além disso, devem
ser atendidos outros requisitos cumulativos, como:
não ter sido isentado do serviço militar por
incapacidade definitiva e ter obtido aprovação em
todas as fases do concurso público, que constará de
03 (três) etapas.
132. A hierarquia e a disciplina são a base institucional das
corporações militares do estado e devem ser
mantidos em todas as circunstâncias entre os
militares, não existindo prevalência entre os mesmos
postos ou de uma mesma graduação.
133. Ato do governador do estado pode convocar para o
serviço ativo os militares estaduais da reserva
remunerada e os reformados, em caráter transitório,
caso em que não poderá haver recusa por parte do
militar.
134. O provimento do cargo efetivo dos militares
estaduais — postos e graduações —, previstos na Lei
de Fixação de Efetivo de cada corporação militar, é
realizado por ato administrativo do comandante-
geral.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que se refere às
prerrogativas estabelecidas no Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará, julgue os itens subsequentes.
135. Os militares estaduais terão direito aos seguintes
afastamentos: núpcias e luto (08 dias), instalação (até
10 dias) e trânsito (30 dias).
136. O militar poderá ser licenciado por motivo de doença
nas pessoas dos seguintes dependentes: pais, filhos,
cônjuge ou companheiro, irmãos e sogros.
137. O Soldado PM Mauro, que trabalha no quartel do
Comando de Policiamento da Capital foi convocado
pela Justiça Eleitoral, desta forma, obrigatoriamente
deverá trabalhar como mesário durante o pleito
eleitoral.
138. A Licença para Tratar de Interesse Particular (LTIP)
terá um prazo máximo de 2 (dois) anos, dos quais os
6 (seis) primeiros meses sem prejuízo de sua
remuneração.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei de
promoções dos militares estaduais do Ceará, julgue os
próximos itens.
139. Com o advento da Lei nº 15.797/15, os Cadetes, os
Aspirantes a oficial e os alunos soldados deixaram de
existir nas Corporações militares estaduais do Ceará.
140. A Praça transferida para a reserva remunerada será
promovida em reconhecimento dos bons serviços
prestados a Corporação.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens seguintes,
relativos ao Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará.
141. Assegura-se ao militar estadual o direito de perceber,
em reconhecimento dos bons serviços prestados e de
acordo com as normas regulamentares da
corporação, recompensas, como, por exemplo,
condecorações por serviços prestados, elogios e
dispensas do serviço.
142. O direito a licença para tratar de interesse particular e
a licença por motivo de doença é garantido aos
militares estaduais; entretanto, em ambos os casos, o
tempo de licença implica prejuízo da remuneração,
da contagem do tempo de serviço e (ou) de
contribuição e da antiguidade no posto ou na
graduação.
143. Nos termos do estatuto, não faz jus às férias
regulamentares o militar estadual que esteja
aguardando solução de processo de inatividade nemPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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o que esteja matriculado em curso de formação para
ingresso na corporação.
144. Consideram-se dispensas do serviço as autorizações
concedidas aos militares estaduais para afastamento
total do serviço, em caráter temporário. Nesse caso,
não há prejuízo da remuneração integral nem da
contagem do tempo de efetivo serviço e(ou) de
contribuição militar.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará, julgue os próximos itens,
relativos ao compromisso, ao comportamento ético e à
responsabilidadedisciplinar e penal militar.
145. Ao militar estadual é expressamente assegurado o
direito de recorrer ou interpor recurso, quando se
 julgar prejudicado ou ofendido, a qualquer ato
administrativo, no prazo de cento e vinte dias, sob
pena de prescrição desse direito.
146. Na Polícia Militar do Ceará o Quadro de Oficiais
Policiais Militares –  QOPM não tem precedência
sobre o Quadro de Oficiais de Administração –
QOAPM.
147. Os militares estaduais, nos crimes militares definidos
em lei, serão processados e julgados perante a Justiça
Militar do Estado em 1ª instância.
148. Ao ingressar na corporação militar estadual, a praça,
tão logo tenha adquirido grau de instrução
compatível com o perfeito entendimento de seus
deveres como integrante da respectiva corporação,
deve prestar compromisso de honra, de caráter
solene, na presença de tropa ou guarnição formada,
no qual afirmará a aceitação consciente das
obrigações e dos deveres militares e manifestará a
sua firme disposição de bem cumpri-los.
149. Enquanto não concluir o curso de formação, o aluno-
soldado submetido a procedimento de apuração de
responsabilidade administrativo-disciplinar está
sujeito apenas às disposições normativas disciplinares
previstas no estabelecimento de ensino onde estiver
matriculado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Acerca dos direitos dos
militares estaduais, julgue os itens a seguir, de acordo
com o disposto no Estatuto dos Militares Estaduais do
Ceará.
150. O Cabo PM Salomão por estar na condição de militar
reformado por incapacidade definitiva jamais poderá
retornar ao serviço ativo da Corporação.
151. O Quadro de Oficiais de Administração destina-se a
prestar apoio às atividades da Corporação, mediante
o desempenho de funções administrativas e
operacionais. Ficando vedada a designação de Oficial
integrante do QOA para as funções de Comando e
comando ajunto de Unidades e Subunidades.
152. O subtenente não poderá frequentar o CHO quando
estiver submetido a processo regular (Conselho de
Disciplina) ou indiciado em inquérito policial militar.
153. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser
mantidos em todas as circunstâncias entre os
militares, pois a subordinação não afeta, de nenhum
modo, a dignidade do militar estadual e decorre,
exclusivamente, da estrutura hierarquizada e
disciplinada da Corporação Militar.
154. A precedência entre militares estaduais da ativa, do
mesmo grau hierárquico, é assegurada pela
antiguidade no posto ou na graduação, salvo nos
casos de precedência funcional.
155. O candidato ao concurso da Polícia Militar do Ceará
deverá ter concluído, na data da matrícula no Curso
de Formação Profissional, no mínimo, o Ensino Médio
para Praças e Superior de Graduação Plena para os
Oficiais, ambos reconhecidos pelo Ministério da
Educação.
156. O Edital do concurso público estabelecerá as notas
mínimas das provas do exame intelectual, as
performances e condições mínimas a serem
alcançadas pelo candidato nos exames médico,
biométrico, físico, toxicológico, psicológico e de
habilidade específica, sob pena de eliminação no
certame, bem como, quando for o caso, disciplinará
os títulos a serem considerados, os quais terão
caráter eliminatório.
157. Os cargos de provimento em comissão dos militares
estaduais são os postos e graduações previstos na Lei
de Fixação de Efetivo de cada Corporação Militar,
compondo as carreiras dos militares estaduais dentro
de seus Quadros e Qualificações, somente podendo
ser ocupados por militar em serviço ativo.
158. O Comandante-Geral poderá, provisoriamente, por
necessidade institucional urgente devidamente
motivada, designar o oficial para o cargo em
comissão ou dispensá-lo, devendo regularizar a
situação no prazo de 30 (trinta) dias a contar do ato.
159. Comando é a soma de autoridade, deveres e
responsabilidades de que o militar estadual está
investido legalmente, quando conduz subordinados
ou dirige uma Organização Militar Estadual, sendoPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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vinculado aos oficiais e constituindo uma
prerrogativa impessoal, em cujo exercício o militar
estadual se define e se caracteriza como chefe.
160. A exoneração a pedido é uma das formas previstas
no estatuto para o desligamento do militar da
corporação militar estadual. Sua concessão ocorre
mediante requerimento do interessado, sendo
vedada ao militar que estiver respondendo a
Conselho de Justificação, Conselho de Disciplina ou
processo administrativo-disciplinar ou ainda àquele
que se encontrar cumprindo pena de qualquer
natureza.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com relação ao Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará, julgue os itens que se
seguem.
161. O militar estadual reformado por incapacidade
definitiva que for julgado apto em inspeção de saúde
por junta superior, em grau de recurso ou revisão,
poderá retornar ao serviço ativo, a qualquer tempo,
por ato do governador do estado.
162. Os Oficiais do QOA obedecerão aos mesmos
requisitos e critérios estabelecidos neste Estatuto
para a promoção de Oficiais combatentes da
Corporação, até o maior posto existente no seu
respectivo quadro.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) julgue os itens
subsequentes relativos às promoções dos militares do
Ceará.
163. O Coronel Comandante Geral da PMCE sempre
presidirá a Comissão de Promoção de Oficiais (CPO)
bem como a Comissão de Promoção de Praças (CPP).
164. De acordo com a Lei Estadual nº 15.797/15, as
promoções às graduações de subtenente, sargento e
cabo serão efetivadas mediante atos do governador
do estado.
165. Somente poderá requer a promoção os Capitães do
QOA e os Tenentes Coronéis PM e BM.
166. O Soldado PM Mauro de está classificado no mínimo
no comportamento “BOM”  para concorrer à
promoção à 3º Sargento.
167. A CPP do CBMCE será composta por presidente; o
Comandante Geral Adjunto, membros natos;
Secretário Executivo e Supervisor de Gestão de
Pessoas e membros efetivos; 02 (dois) Oficiais
Superiores do serviço militar estadual ativo ou
inativo.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens seguintes,
relativos ao Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará.
168. A agregação é a situação na qual o PM em serviço
ativo deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do
seu Quadro, nela permanecendo sem número.
169. A demissão do militar estadual se efetua a pedido do
interessado e será concedida mediante requerimento,
com a indenização das despesas relativas à sua
preparação e formação, quando contar com menos
de 05 (cinco) anos de oficialato ou 03 (três) anos de
graduado.
170. A transferência para a Reforma remunerada, somente
ocorrerá a pedido.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará, julgue os próximos itens.
171. O EMECE regula a situação, direitos, prerrogativas,
deveres e obrigações dos militares estaduais.
172. São militares estaduais do Ceará os membros das
Corporações Militares do Estado, instituições
organizadas com base na hierarquia e disciplina,
forças auxiliares e reserva do Exército, subordinadas à
Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social e
vinculadas operacionalmente ao Governador do
Estado.
173. A Polícia Militar do Estado tem como missões
fundamentais; exercer a polícia ostensiva, preservar a
ordem pública, proteger a incolumidade da pessoa e
do patrimônio e garantir os Poderes constituídos no
regular desempenho de suas competências,
cumprindo as requisições emanadas de qualquer
destes, bem como exercer a atividade de polícia
 judiciária militar estadual, relativa aos crimes militares
definidos em lei, inerentes a seus integrantes.
174. Os militares estaduais somente poderão estar em
uma das seguintes situações: Ativa ou inativa.
175. São considerados militaresestaduais na ativa; os
militares estaduais de carreira, os Cadetes e Alunos-
Soldados de órgãos de formação de militares
estaduais e ainda os alunos dos cursos específicos de
Saúde, Capelania e Complementar no Corpo de
Bombeiros Militar, conforme dispuser esta Lei e
regulamento específico, bem como, os componentes
da reserva remunerada.
176. O serviço militar estadual ativo consiste no exercício
de atividades inerentes à Polícia Militar e ao Corpo de
Bombeiros Militar, compreendendo todos os
encargos previstos na legislação especifica ePaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.comsaberconcursos.com
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relacionados com as missões fundamentais da
Corporação.
177. A carreira militar estadual é privativa do pessoal da
ativa e da inativa das Corporações Militares do
Estado, iniciando-se com o ingresso e obedecendo-
se à sequência de graus hierárquicos.
178. Os militares da reserva remunerada são inativos,
quando estejam dispensados definitivamente da
prestação de serviço na ativa, mas continuem a
perceber remuneração pela respectiva Corporação.
179. Qualquer brasileiro nato ou naturalizado poderá
ingressar na carreira de praças, todavia, somente
brasileiro nato poderá ingressar nos quadros de
oficiais das corporações militares estaduais.
180. A carreira militar estadual é caracterizada por
atividade continuada e inteiramente devotada às
finalidades e missões fundamentais das Corporações
Militares estaduais, denominada atividade militar
estadual.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Considerando, ainda,
os preceitos contidos no EMECE e em suas
recentes alterações, julgue os itens subsequentes
acerca da convocação para o serviço ativo dos
militares da Reserva remunerada.
181. Os militares estaduais da reserva remunerada
poderão ser convocados para o serviço ativo e
poderão também ser para este designados, em
caráter transitório e mediante aceitação voluntária,
por ato do Governador do Estado.
182. O militar será convocado, dentre outras situações,
quando; se fizer necessário o aproveitamento de seus
conhecimentos técnicos e especializados.
183. O militar estadual da reserva remunerada não será
ser convocado, ex offício, quando houver no
momento, no serviço ativo, militar habilitado a
exercer a função vaga existente na Corporação Militar
estadual.
184. O Coronel PM Mauro foi chamado para o serviço
ativo para assumir a Diretoria de ensino, o mesmo
alegou não possuir conhecimentos técnicos e
especializados para exercer tal função, todavia
mesmo assim, foi obrigado a voltar para o serviço
ativo da corporação.
185. O militar estadual designado terá os direitos e
deveres dos da ativa, em igual situação hierárquica,
exceto quanto à promoção, à qual não concorrerá,
contando esse tempo como de efetivo serviço.
186. Para a designação de militar estadual da inativa para
a ativa, serão ouvidas a Secretaria da Segurança
Pública e Defesa Social e a Secretaria da
Administração.
187. O militar estadual na reserva remunerada somente
poderá ser revertido ao serviço ativo, a pedido,
quando da vigência de Estado de Guerra, Estado do
Sítio, Estado de Defesa, em caso de Mobilização ou
de interesse da Segurança Pública.
188. Por aceitação voluntária, o militar estadual da reserva
remunerada poderá ser designado para o serviço
ativo, em caráter transitório, por ato do Governador
do Estado, desde que aprovado nos exames
laboratoriais e em inspeção médica de saúde aos
quais será previamente submetido, para prestar
serviço de segurança patrimonial de próprios do
Estado, conforme dispuser a lei específica, sendo
computado esse tempo de serviço do militar.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que
regula a situação, os direitos, as prerrogativas, os
deveres e as obrigações dos militares estaduais,
 julgue os itens a seguir acerca dos requis itos para
ingresso nas corporações militares es taduais.
189. O ingresso na Polícia Militar e no Corpo de
Bombeiros Militar do Ceará dar-se-á dentre outras,
para o preenchimento de cargos vagos, no Quadro
de Oficiais de Administração (QOA), mediante prévia
aprovação em concurso público de provas ou de
provas e títulos.
190. O Concurso Público para ingresso nas corporações
militares estaduais será promovido pela Secretaria da
Segurança Pública e Defesa Social em conjunto com
a Secretaria do Planejamento e Gestão, na forma que
dispuser o Edital do concurso, atendidos os requisitos
cumulativos previstos no EMECE, além dos previstos
no Edital.
191. O candidato a ingresso nas corporações militares
estaduais deverá ter, na data da inscrição no
concurso público idade igual ou superior a 18
(dezoito) anos e inferior a 30 (trinta) anos, para as
carreiras de praça e oficial do Quadro de Oficiais
Policiais Militares - QOPM, ou Quadro de Oficiais e
Bombeiros Militares – QOBM, idade igual ou superior
a 18 (dezoito) anos e inferior a 35 (trinta e cinco)
anos, para a carreira de oficial do Quadro de Oficiais
de Saúde da Polícia Militar - QOSPM, Quadro de
Oficiais Complementar Bombeiro Militar -Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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QOCPM/BM, Quadro de Oficiais Capelães -
QOCplPM/BM e 30 (trinta) anos, quando militar, para
as carreiras de Praça e Oficial.
192. Salomão foi condenado na justiça por um crime,
todavia já cumpriu sua pena. De acordo com o
EMECE, Salomão poderá ingressar em uma das
corporações militares estaduais, pois já cumpriu sua
pena e não deve mais nada a justiça.
193. Não ter sido isentado do serviço militar por
incapacidade definitiva e estar em situação regular
com as obrigações eleitorais e militares, são alguns
dos requisitos básicos para ingresso nas corporações
militares do Estado.
194. Para ingresso na carreira de praças ou de oficiais, o
candidato deverá ter concluído, na data da matrícula
no Curso de Formação Profissional, o ensino médio.
195. Quem almeja ingressar nas corporações militares
estaduais deve ser portador de carteira nacional de
habilitação classificada, no mínimo, na categoria “B”,
na data da matrícula no Curso de Formação
Profissional.”
196. Ao militar estadual é vedada à mudança de quadro,
salvo no caso de aprovação em novo concurso
público.
197. O Militar estadual do Ceará que contrair matrimônio
terá direito a afastar-se do serviço pelo período de
oito dias úteis.
198. Após o Curso de Formação de Oficiais de Capelães,
se considerado aprovado, o candidato será declarado
Cadete do Quadro de Oficiais Capelães, por ato do
Governador do Estado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que se refere aos
preceitos estabelecidos no Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará, julgue os itens subsequentes
relativos à seleção e ingresso no CHO (Curso de
Habilitação de Oficiais) e ao QOA.
199. Para a seleção e ingresso no Curso de Habilitação de
Oficiais, o Sargento deverá ter, no mínimo, 15
(quinze) anos de efetivo serviço na Corporação
Militar do Estado do Ceará, computados até a data
de encerramento das inscrições do concurso.
200. Ser Subtenente do serviço ativo, estar classificado, no
mínimo, no “ótimo” comportamento e  possuir
diploma de Curso Superior em Direito, reconhecido
pelo Ministério da Educação são alguns dos
requisitos para ingresso no CHO.
201. Mauro, Subtenente PM foi aprovado e classificado no
Processo Seletivo e que, em consequência, foi
matriculado e concluiu o Curso de Habilitação de
Oficiais (CHO) com aproveitamento, tendo, desta
forma, acesso ao posto de 2º Tenente do QOA.
202. O militar estadual extraviado, não será desligado do
serviço ativo, enquanto não for confirmado o
falecimento ou deserção, pois a qualquer momentopoderá retornar ao serviço.
203. As vagas para Quadro de Oficiais Administrativos
(QOA) são estabelecidas nas normas específicas de
cada Corporação.
204. O 1º Tenente PM. Salomão do QOA foi escalado
para um serviço operacional na viatura, todavia,
alegou que não poderia tirar o referido serviço, pois
pertencia a um quadro administrativo.
205. Salomão, Subtenente PM almejava realizar o Curso
de Habilitação de Oficiais (CHO) para posterior
ingresso no Quadro de Oficiais Administrativos
(QOA). Após a verificação dos requisitos necessários
para a matrícula, foi constatado que Salomão havia
sido punido com transgressão disciplinar de natureza
média nos últimos 24 (vinte e quatro) meses, desta
forma, o Subtenente foi impedido de ingressar no
referido curso.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que
regula a situação, os direitos, as prerrogativas, os
deveres e as obrigações dos militares estaduais,
 julgue os itens a seguir.
206. O militar estadual alistável é elegível, se contar
menos de 10 (dez) anos de serviço, deverá afastar-se
definitivamente da atividade militar estadual a partir
do registro de sua candidatura na Justiça Eleitoral,
apresentada pelo Partido e autorizada pelo
candidato, com prejuízo automático, imediato e
definitivo do provimento do cargo, de promoção e
da percepção da remuneração.
207. O militar estadual que tiver 10 (dez) ou mais anos de
serviço, e candidatar a cargo eletivo será agregado
por ato do Comandante-Geral, sem perda da
percepção da remuneração e, se eleito, passará
automaticamente, no ato da diplomação, para a
reserva remunerada, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição.
208. Respeitado o direito adquirido, os proventos da
inatividade não poderão exceder a remuneração
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percebida pelo militar estadual da ativa no posto ou
graduação correspondente.
209. As férias traduzem o afastamento total do serviço,
concedidas anualmente, de acordo com portaria do
Comandante-Geral, de gozo obrigatório após a
concessão, remuneradas com um terço a mais da
remuneração normal, sendo atribuídas ao militar
estadual para descanso, a partir do último mês do
ano a que se referem ou durante o ano seguinte,
devendo o gozo ocorrer nesse período.
210. Os militares estaduais têm direito, ao afastamento
total do serviço por 08 (oito) dias, por motivo de
núpcias e por 08 (oito) dias de luto, por falecimento
de pais, irmão, cônjuge, companheiro(a), filhos e
sogros tios e cunhados.
211. Ser portador de carteira nacional de habilitação
classificada, na categoria “A” e “B”, possuir o ensino
médio e ainda estar em situação regular com as
obrigações eleitorais e militares, são alguns dos
requisitos exigidos para ingresso nas carreiras de
Praças e oficiais das Corporações militares estaduais”
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir.
212. O Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará
dispõe sobre o comportamento ético dos militares
estaduais e federais e estabelece os procedimentos
para apuração da responsabilidade administrativo
disciplinar.
213. Os militares estaduais ocupantes de cargos públicos
não militares não são abrangidos pelo Código
Disciplinar os militares do Estado do Ceará.
214. Hierarquia militar estadual é a ordenação progressiva
da autoridade, em graus diferentes, da qual decorre a
obediência, dentro da estrutura da Polícia Militar e do
Corpo de Bombeiros Militar, culminando no
Governador do Estado, Chefe Supremo das
Corporações Militares do Estado.
215. Posto é o grau hierárquico dos oficiais, conferido por
ato do Governador do Estado e confirmado em Carta
Patente ou Folha de Apostila e Graduação é o grau
hierárquico das praças, conferido pelo Secretário de
Segurança Pública e Defesa Social.
216. A ordenação da autoridade se faz por postos e gra-
duações, de acordo com o escalonamento
hierárquico, a antiguidade e a precedência funcional.
217. Mauro e Salomão foram promovidos à graduação de
Sargento na mesma data, todavia, Mauro ingressou
na corporação em 2001 e Salomão apenas em 2003,
desta forma, Mauro é mais antigo que Salomão.
218. A deontologia militar estadual é constituída pelos
valores e deveres éticos, traduzidos em normas de
conduta, que se impõem para que o exercício da
profissão do militar estadual atinja plenamente os
ideais de realização do bem comum.
219. Aplicada especificamente as Praças das Corporações
Militares, independentemente de posto ou
graduação, a deontologia policial-militar reúne
princípios e valores úteis e lógicos a valores
espirituais superiores, destinados a elevar a profissão
do militar estadual à condição de missão.
220. A antiguidade entre os militares do Estado, em
igualdade de posto ou graduação, será definida,
sucessivamente, pelas seguintes condições: data da
última promoção, prevalência sucessiva dos graus
hierárquicos anteriores, data de nomeação ou
admissão e por fim, classificação no curso de
formação ou habilitação e maior idade.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, do estado do Ceará, julgue os itens
subsequentes, relativos aos deveres, valores e a
disciplina militar.
221. A ofensa aos valores e aos deveres vulnera a disciplina
militar, constituindo infração administrativa, penal ou
civil, isolada ou cumulativamente.
222. O militar do Estado é responsável pelas decisões que
tomar ou pelos atos que praticar, exceto nas missões
expressamente determinadas, bem como pela não
observância ou falta de exação no cumprimento de
seus deveres.
223. Quando superior hierárquico presenciar o
cometimento da transgressão e deixar de atuar para
fazê-la cessar imediatamente responderá solidaria-
mente, na esfera administrativo-disciplinar,
incorrendo nas mesmas sanções da transgressão
praticada por seu subordinado.
224. A violação da disciplina militar será tão mais grave
quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem
a cometer.
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225. Os Oficiais e as Praças com mais de 10 (dez) anos de
Corporação não terão classificação de
comportamento.
226. Quando o militar estadual infringir algum dos
deveres militares, cometerá transgressão
administrativa disciplinar.
227. Na PMCE, as responsabilidades das Praças,
especificamente as dos cabos e as dos soldados,
concernem às atividades de execução, ao passo que
as responsabilidades dos oficiais referem-se ao
comando, à chefia e à direção das organizações
Policiais militares estaduais.
228. As transgressões disciplinares serão classificadas
como médias ou graves, desde que venham a ser
atentatórias aos Poderes Constituídos, às instituições
ou ao Estado, atentatórias aos direitos humanos
fundamentais ou de natureza desonrosa.
229. Os militares estaduais têm direito a afastamento de
08 (oito) dias para as núpcias, 08 (oito) dias para luto
e 30 (trinta) dias para instalação, e ainda têm direito a
10 (dez) dias de licença paternidade e 120 (cento e
vinte) dias de licença à gestante.
230. A aplicação das penas disciplinares previstas neste
Código depende do resultado de eventual ação penal
ou cível.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do militares estaduais, julgue os itens
subsequentes, relativos às transgressões disciplinares.
231. As transgressõesdisciplinares são classificadas, de
acordo com sua gravidade, em gravíssimas, graves,
médias e leves.
232. Desconsiderar os direitos constitucionais da pessoa
no ato da prisão e usar de força desnecessária no
atendimento de ocorrência ou no ato de efetuar
prisão são transgressões disciplinares de natureza
grave.
233. Espalhar boatos ou notícias tendenciosas em prejuízo
da boa ordem civil ou militar ou do bom nome da
Corporação Militar constitui transgressão disciplinar
de natureza média.
234. Permutar serviço sem permissão da autoridade
competente e simular doença para esquivar-se ao
cumprimento do dever caracterizam-se como
transgressões disciplinares de natureza leve.
235. Mauro, SD. PM mantém relações de amizade e exibe-
se em público com pessoas de notórios e
desabonados antecedentes criminais ou policiais,
sem motivo relevante ou de serviço, desta forma de
acordo com o Código disciplinar, o referido SD
comete transgressão disciplinar de natureza grave.
236. A aplicação das penas disciplinares previstas no
Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros Militar do Estado do Ceará independe do
resultado de eventual ação penal ou cível, contudo o
acusado de cometer transgressão disciplinar não
poderá responder de forma concomitante nas esferas
cível, administrativa e penal.
237. Ofender a moral e os bons costumes por atos,
palavras ou gestos é considerado transgressão
disciplinar média.
238. Abandonar serviço para o qual tenha sido designado
ou recusar-se a executá-lo na forma determinada
constitui transgressão disciplinar média.
239. As transgressões disciplinares correspondem a ações
que violam os valores e deveres militares.
Transgressões de natureza meramente desonrosa são
consideradas leves.
240. O oficial que transfira ao escrivão a responsabilidade
da elaboração de inquérito policial militar e se exima
da responsabilidade pelas devidas inquirições comete
transgressão disciplinar grave.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do Militares Estaduais, julgue os itens
subsequentes relativos às sanções disciplinares.
241. São sanções disciplinares aplicáveis aos militares do
Estado, independentemente do posto, graduação ou
função que ocupem: advertência, repreensão,
permanência disciplinar, custódia disciplinar, reforma
administrativa disciplinar, demissão, expulsão e
proibição do uso do uniforme e do porte de arma.
242. A advertência, forma mais branda de sanção, é
aplicada verbalmente ao transgressor, somente
podendo ser feita de modo particular, sem constar de
publicação, figurando, entretanto, no registro de
informações de punições para oficiais, ou na nota de
corretivo das praças.
243. A sanção de advertência aplica-se exclusivamente às
faltas de natureza leve ou média, constituindo ato
nulo quando aplicada em relação à falta grave.
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244. A repreensão é a sanção feita por escrito ao
transgressor, publicada em boletim, devendo sempre
ser averbada nos assentamentos individuais.
245. A permanência disciplinar é a sanção em que o
transgressor ficará na OPM ou OBM, sem estar
circunscrito a determinado compartimento.
246. Mauro, SD PM foi punido com permanência
disciplinar de dez dias, desta forma não participará
de qualquer serviço, instrução ou atividade.
247. A pedido do transgressor, o cumprimento da sanção
de custódia disciplinar poderá, a juízo devidamente
motivado, da autoridade que aplicou a punição, ser
convertido em prestação de serviço extraordinário,
desde que não implique prejuízo para a manutenção
da hierarquia e da disciplina.
248. Considerar-se-á 01 (um) dia de prestação de serviço
extraordinário equivalente ao cumprimento de 01
(um) dia de permanência, salvo nos casos em que o
transgressor não possua nenhuma falta grave ou
média, quando 01 (um) dia de prestação de serviço
extraordinário equivalerá ao cumprimento de 02
(dois) dias de permanência.
249. A prestação do serviço extraordinário, consiste na
realização de atividades, internas ou externas, por
período nunca inferior a 06 (seis) ou superior a 08
(oito) horas, nos dias em que o militar do Estado
estaria de folga, sendo que o limite máximo de
conversão da permanência disciplinar em serviço
extraordinário é de 10 (dez) dias.
250. A custódia disciplinar consiste na retenção do militar
do Estado no âmbito de sua OPM ou OBM, sem
participar de qualquer serviço, instrução ou atividade
e sem estar circunscrito a determinado
comportamento. Nos dias em que o militar do Estado
permanecer custodiado perderá todas as vantagens e
direitos decorrentes do exercício do posto ou
graduação, inclusive o direito de computar o tempo
da pena para qualquer efeito.
251. A custódia disciplinar somente poderá ser aplicada
quando da reincidência no cometimento de
transgressão disciplinar de natureza grave.
252. A demissão será aplicada ao militar do Estado (oficial
ou praça), que for condenado na Justiça Comum ou
Militar a pena privativa de liberdade por tempo
superior a 02 (dois) anos, por sentença passada em
 julgado.
253. A expulsão será aplicada, mediante processo regular,
ao militar do Estado (oficial ou praça), que atentar
contra a segurança das instituições nacionais ou
praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro
profissional.
254. A proibição do uso de uniformes militares e de porte
de arma será aplicada, nos termos deste Código,
temporariamente, ao inativo que atentar contra o
decoro ou a dignidade militar, até o limite de 01 (um)
ano.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir acerca do
Recolhimento Transitório.
255. A sanção disciplinar de recolhimento transitório
consiste no desarmamento e recolhimento do militar
à prisão, com nota de punição publicada em boletim,
podendo ser excepcionalmente adotada quando
houver fortes indícios de autoria de crime
propriamente militar ou transgressão militar.
256. A condução do militar do Estado à autoridade com-
petente para determinar o recolhimento transitório
somente poderá ser efetuada por superior hierár-
quico ou por oficial com precedência funcional ou
hierárquica sobre o conduzido.
257. As decisões de aplicação do recolhimento transitório
serão sempre fundamentadas e imediatamente
comunicadas ao Juiz Auditor, Ministério Público e
Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário, no caso
de suposto cometimento deste crime, ou apenas a
este último, no caso de suposta prática de
transgressão militar.”
258. O militar do Estado sob recolhimento transitório,
somente poderá permanecer nessa situação pelo
tempo necessário ao restabelecimento da
normalidade da situação considerada, sendo que o
prazo máximo será de 6 (seis) dias, salvo
determinação em contrário da autoridade judiciária
competente.
259. Ao militar estadual recolhido transitoriamente, são
garantidos os seguintes direitos: justificação, por
escrito, do motivo do recolhimento transitório,
identificação do responsável pela aplicação da
medida, comunicação imediata do local onde se
encontra recolhido à pessoa por ele indicada,
ocupação da prisão conforme o seu círculo
hierárquico e apresentação de recurso.
260. O recurso do recolhimento transitório será interposto
perante o Comandante Geral da Corporação Militar.
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(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante o CódigoDisciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir.
261. O Governador do Estado, bem como o Controlador
Geral de Disciplina são competentes para aplicar
todas as sanções disciplinares previstas neste Código,
inclusive a demissão de oficiais.
262. Os oficiais do posto de major somente podem aplicar
as sanções disciplinares de advertência, repreensão e
permanência disciplinar de até 10 (dez) dias.
263. Os oficiais do posto de tenente não são competentes
para aplicar qualquer sanção disciplinar a seus
subordinados.
264. Na aplicação das sanções disciplinares serão sempre
considerados a natureza, a gravidade e os motivos
determinantes do fato, os danos causados, a
personalidade e os antecedentes do agente, a
intensidade do dolo ou o grau da culpa.
265. Não haverá aplicação de sanção disciplinar quando,
for reconhecida, que a falta tenha sido cometida po
motivo de força maior ou caso fortuito, plenamente
comprovados, em preservação da ordem pública ou
do interesse coletivo.
266. Estar, no mínimo, no comportamento Regular ou ter
admitido à transgressão de autoria ignorada ou, se
conhecida, imputada a outrem são circunstâncias
atenuantes.
267. Consideram-se como circunstâncias agravantes estar
em mau comportamento, prática simultânea ou
conexão de duas ou mais transgressões, reincidência,
conluio de duas ou mais pessoas, ter sido a falta
praticada durante a execução do serviço, ter sido a
falta praticada em presença de subordinado, de tropa
ou de civil, ter sido a falta praticada com abuso de
autoridade hierárquica ou funcional ou com emprego
imoderado de violência manifestamente
desnecessária.
268. As sanções aplicadas a oficiais, alunos-oficiais,
subtenentes e sargentos serão publicadas somente
para conhecimento dos integrantes dos seus
respectivos círculos e superiores hierárquicos, po-
dendo ser dadas ao conhecimento geral se as
circunstâncias ou a natureza da transgressão e o bem
da disciplina assim o recomendarem.
269. Na aplicação das sanções disciplinares, a autoridade
competente deverá observar que quando as
circunstâncias atenuantes preponderarem, a sanção
não será aplicada em seu limite máximo e quando as
circunstâncias agravantes preponderarem, poderá ser
aplicada a sanção até o seu limite máximo.
270. Pela mesma transgressão não será aplicada mais de
uma sanção disciplinar, sendo nulas as penas mais
brandas quando indevidamente aplicadas a fatos de
gravidade com elas incompatível, de modo que
prevaleça a penalidade devida para a gravidade do
fato.
271. A sanção disciplinar será proporcional à gravidade e
natureza da infração sendo que a sanção disciplinar
não exime o militar estadual punido da
responsabilidade civil e criminal emanadas do mesmo
fato.
272. Somente o Controlador geral de Disciplina e o
Comandante geral são competentes para praticar o
ato de cancelamento de sanções disciplinares, ou
seja, somente eles podem retirar as respectivas
sanções dos registros realizados nos assentamentos
individuais do militar da ativa.
273. Na ocorrência de mais de uma transgressão, sem
conexão entre elas, serão impostas as sanções
correspondentes isoladamente; em caso contrário,
quando forem praticadas de forma conexa, as de
menor gravidade serão consideradas como
circunstâncias agravantes da transgressão principal.
274. Na ocorrência de transgressão disciplinar envolvendo
militares do Estado de mais de uma Unidade, caberá
ao comandante do militar transgressor mais antigo
apurar ou determinar a apuração e, ao final, se
necessário, remeter os autos à autoridade funcional
superior comum aos envolvidos.
275. Quando duas autoridades de níveis hierárquicos
diferentes, ambas com ação disciplinar sobre o
transgressor, conhecerem da transgressão disciplinar,
competirá à de maior hierarquia apurá-la ou
determinar que a menos graduada o faça.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que
regula a situação, os direitos, as prerrogativas, os
deveres e as obrigações dos militares estaduais,
 julgue os itens a seguir.
276. As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou
dentre outras situações, quando; em caso de
mobilização, estado de guerra, estado de defesa ou
estado de sítio e em caso de decretação de estado
ou situação de emergência ou calamidade pública.
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277. As dispensas do serviço são autorizações concedidas
aos militares estaduais para afastamento total do
serviço, em caráter permanente, sendo concedidas
com a remuneração integral e computadas como
tempo de efetivo serviço e/ou contribuição militar.
278. O militar que não se apresentar no primeiro dia útil
após o prazo previsto de encerramento da licença
incorrerá nas situações de ausência e deserção
conforme disposto na legislação aplicável.
279. As recompensas constituem reconhecimento dos
bons serviços prestados pelos militares estaduais e
serão concedidas de acordo com as normas
regulamentares da Corporação. São recompensas
concedidas aos militares estaduais; prêmios de honra
ao mérito, condecorações por serviços prestados,
elogios e dispensas do serviço.
280. O militar estadual só poderá ser preso em caso de
flagrante delito ou por ordem escrita e
fundamentada da autoridade judiciária competente.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante o Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue
os itens subsequentes relativos aos uniformes.
281. O militar estadual fardado tem as obrigações
correspondentes ao uniforme que usa e aos
distintivos, insígnias, divisas, emblemas, agildas e
peças complementares que ostenta.
282. É proibido ao militar estadual o uso dos uniformes,
dentre outras situações; no estrangeiro, quando em
atividade não relacionada com a missão policial
militar ou bombeiro militar, salvo quando
expressamente determinado e autorizado.
283. Salomão, Capitão PM é militar da Reserva
remunerada, desta forma, não pode mais usar o
uniforme da corporação, salvo para comparecer as
solenidades militares estaduais, cerimônias cívico-
comemorativas das grandes datas nacionais ou
estaduais ou a atos sociais solenes, quando
devidamente autorizado pelo Secretário de
segurança Pública ou pelo Comandante Geral da
Corporação.
284. Os militares estaduais na inatividade, cuja conduta
possa ser considerada ofensiva à dignidade da classe,
poderão ser, temporariamente, proibidos de usar
uniformes por decisão do Comandante-Geral,
conforme estabelece o Código Disciplinar.
285. Os uniformes das Corporações Militares Estaduais,
com seus distintivos, insígnias, divisas, emblemas,
agildas e peças complementares são privativos dos
militares estaduais e representam o símbolo da
autoridade militar, com as prerrogativas a esta
inerentes.
286. É vedado a qualquer civil ou organizações civis o uso
de uniforme ou a ostentação de distintivos, insígnias,
agildas ou emblemas, iguais ou semelhantes, que
possam ser confundidos com os adotados para os
militares estaduais salvo as empresas de segurança
privada, quando expressamente autorizadas pelo
Comandante Geral.
(CESPE - PM-AC / 2007 –  ADAPTADA) Certo policial
militar do estado do Ceará utiliza-se de suas horas de
folga para exercer a atividade de segurança particular
de determinado político da cidade. Desempenha essa
função utilizando-se de uniforme da corporação,
apresenta-se de forma ostensiva no comitê político do
vereador e, do mesmo modo, escolta-o na campanha
eleitoral. Além dessa atividade, o militar pratica o
exercício do comércio de roupas, na qualidade de
sócio-gerente do estabelecimento. Considerando essa
situação hipotética e com o disposto no Estatutodos
Militares Estaduais, julgue os seguintes itens.
287. Caracteriza-se a carreira do militar estadual por
atividade continuada e inteiramente devotada às
finalidades das corporações, exigindo-se dedicação
integral.
288. O uso do uniforme da corporação militar estadual
descrito no texto está em conformidade com os
preceitos contidos no Estatuto dos Militares do
Estado do Ceará, contanto que o militar estadual
fardado preserve as obrigações correspondentes ao
uniforme que usa e aos distintivos que ostenta.
289. Mesmo estando no usufruto de suas horas de folga,
se o militar como descrito no texto estava
devidamente fardado e vier a sofrer um acidente ao
atuar como segurança particular do político, este será
obrigatoriamente considerado acidente em serviço.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que
regula a situação, os direitos, as prerrogativas, os
deveres e as obrigações dos militares estaduais,
 julgue os itens a seguir.
290. Mauro é SD PM do Estado do Ceará. Sem estar em
qualquer tipo de licença ou férias, Mauro ausentou-
se da unidade em que serve ou do lugar em que
deveria permanecer por 8 dias consecutivos. Nessa
situação, Mauro é considerado desertor.
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291. Será oficialmente considerado extraviado o militar
estadual da ativa que, no desempenho de qualquer
serviço, em viagem, em operações militares estaduais
ou em casos de calamidade pública, tiver paradeiro
ignorado por mais de oito dias.
292. Em igualdade de graduação, os policiais militares em
atividade não têm precedência sobre os da
inatividade.
293. Mauro SD PM deixou de comparecer por mais de 24
horas consecutivas à Organização Policial-Militar
(OPM) onde servia, sem comunicar nenhum motivo
de impedimento. Nessa situação, Mauro foi
considerado desaparecido.
294. Salomão, 1º Tenente PM foi agregado por ter
passado à disposição de outro órgão do Estado
Ceará para exercer função de natureza civil,
afastando-se temporariamente do serviço ativo.
Nessa situação, exonerado da função de natureza
civil, Salomão retornará ao respectivo quadro por
meio da reintegração.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante o Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue
os itens s ubsequentes.
295. A demissão na polícia Militar, aplicada
exclusivamente aos Oficiais, se efetua a pedido ou
“Ex-offício”. Contudo, o direito à demissão a pedido
pode ser suspenso na vigência do Estado de Guerra,
Estado de Emergência, Estado de Sítio, Calamidade
Pública, perturbação da ordem interna ou em caso de
mobilização.
296. Mauro, Sargento PM está afastado temporariamente
do serviço ativo a mais de um ano contínuo para
tratamento de saúde, desta forma, foi agregado.
297. Em igualdade de postos ou graduações, entre os
integrantes da Polícia Militar do Ceará e do Corpo de
Bombeiros Militar do Ceará, aqueles militares terão
precedências hierárquicas sobre estes.
298. Faz parte dos direitos do militar estadual o porte de
arma, quando oficial em serviço ativo ou em
inatividade, salvo por medida administrativa
acautelatória de interesse social, aplicada pelo
Comandante-Geral, inativação proveniente de
alienação mental, condenação que desaconselhe o
porte ou por processo regular, observada a legislação
aplicável.
299. O ingresso nas corporações militares estaduais para
a carreira de Oficial Capelão dar-se-á exclusivamente
como Cadete do Curso de Formação de Oficiais.
300. O Oficial é preparado, ao longo da carreira, para o
exercício do comando, da chefia e da direção das
Organizações Militares Estaduais, sendo auxiliado
pelos Cadetes e pelos Subtenentes na capacitação de
pessoal e no emprego dos meios, na instrução, na
administração e no comando de frações de tropa,
mesmo agindo isoladamente nas diversas atividades
inerentes a cada Corporação.
301. Os militares estaduais terão direito a exoneração, a
transferência para a reserva remunerada ou para a
reforma, somente à pedido.
302. A licença paternidade concedida ao militar estadual
tão logo o comandante do militar tome
conhecimento do nascimento da criança.
303. São considerados militares estaduais na inatividade,
os Policiais ou Bombeiros militares reformados que,
embora definitivamente dispensados da prestação de
serviço na ativa, continuem percebendo remuneração
do estado.
304. Um Major da PMCE pertence ao círculo dos oficiais
superiores, enquanto um Subtenente pertence ao
círculo dos oficiais subalternos.
(CURSO DE FOMAÇÃO DE SOLDADOS PMCE / 2012)
Com relação à Polícia Militar do Ceará (PMCE) e seus
integrantes, à hierarquia e disciplina, aos direitos e
prorrogativas do policial militar e às situações
diversas, julgue os itens a seguir.
305. Se o soldado da PMCE deixar de comparecer, por
mais de vinte e quatro horas consecutivas, à sua
organização militar, sem licença e sem comunicar
qualquer impedimento, será considerado ausente.
306. A PMCE –  uma instituição organizada com base na
hierarquia e disciplina está subordinada ao
Governador do Estado e à Secretaria da Segurança
Pública e Defesa Social.
307. A estabilidade para a praça ocorre quando ela
completa três anos de efetivo serviço.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que concerne a
deserção, às sanções administrativas disciplinares e às
recompensas militares, previstos na Legislação da
PMCE, julgue os próximos itens.
308. A sanção de expulsão da Praça da PMCE jamais
poderá ser cancelada.
309. Se uma Praça da PMCE cometer transgressão
disciplinar e a sanção aplicada for de advertência, ela
deverá ser feita de forma ostensiva, devendo ainda
ser publicada no boletim interno da corporação.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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310. Se um militar estadual for considerado desertor, ele
será agregado ao seu quadro até que a decisão
 judicial correspondente transite em julgado, e não
terá direito à remuneração referente ao tempo não
trabalhado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que se refere à lei nº
13.729/06, julgue os seguintes itens.
311. O militar da reserva remunerada, quando convocado
será considerado militar da ativa, mesmo que recuse
a convocação.
312. Agregação é a situação em que o militar estadual
ativo ou inativo deixa de ocupar vaga na escala
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem
número.
313. A passagem do militar a situação de inatividade,
mediante reforma se efetua a pedido ou ex offício.
314. Maria sonhava ingressar na PMCE, no momento sua
inscrição encontrava-se no 7º (sétimo) mês de
gestação, desta forma sua inscrição foi indeferida,
por contrariar o disposto EMECE.
315. A PMCE e o CBMCE são forças auxiliares e reservas
das Forças Armadas.
316. O militar estadual na situação de agregado, por não
ocupar vaga, não fica sujeito às obrigações
disciplinares concernentes às suas relações com
outros militares e autoridades civis.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir.
317. A demissão será aplicada, mediante processo regular,
à praça que atentar contra a segurança das
instituições ou praticar atos desonrosos ao decoro
profissional.
318. O recolhimento transitório não constitui sanção
disciplinar, sendo medida preventiva e acautelatória
da ordem social e da disciplina militar, consistente no
desarmamento e recolhimento do militar à prisão,
com nota de punição publicada em boletim.
319. O Cabo PM Mauro, ocupando cargo público não
militar, não está sujeito ao CódigoDisciplinar da
PMCE.
320. O Sub Tenente Salomão após sofrer um grave
acidente em serviço ficou com incapacidade
definitiva, desta forma foi reformado, não ficando
mais sujeito ao Código Disciplinar da PMCE, porém a
ele ainda se aplicam no que couber, as regras do
Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará.
321. O SD. Mauro ao ingressar na PMCE foi escalado para
trabalhar no BPTur, em uma escala de 12x24h /
12x48. Sabendo que não traria prejuízos para o
serviço, o referido policial permaneceu exercendo
atividade de comércio na iniciativa privada em seus
horários de folga.
322. O 1º Sargento Salomão pleiteou para si, por meio de
terceiros, função que estava sendo exercida pelo Sub
Tenente Mauro na Casa Militar, desta forma, Salomão
descumpriu um dos deveres dos militares estaduais,
expressamente previsto no Código disciplinar.
323. O SD PM. Mauro foi escalado para trabalhar no jogo
da final do campeonato cearense de futebol, que
estava previsto para acontecer em um sábado. O
referido Soldado solicitou a seu superior para ser
dispensado de tal serviço, pois sua religião não o
permite trabalhar em dia de sábado. Diante do
exposto pelo soldado, o superior hierárquico não
negou tal dispensa, pois o argumento usado pelo
militar não contraria o previsto na legislação das
Corporações militares estaduais.
324. O Capitão PM Salomão do serviço ativo, costuma
trabalhar como coordenador de segurança em uma
empresa particular nos seus horários de folga, desta
forma o referido militar está contrariando o previsto
no Código Disciplinar dos militares estaduais, pois
essa atividade é expressamente proibida aos militares
tanto do serviço ativo como da inatividade.
325. O Major Mauro cometeu transgressão disciplinar de
natureza gravíssima por ter usado de força contra
militar que recusou agir em prol da Segurança
Pública.
326. O Soldado PM Salomão costuma emprestar dinheiro
a juros, cometendo assim, de forma reiterada,
transgressão disciplinar de natureza grave.
327. O Soldado PM Mauro faltou novamente ao serviço
para o qual estava escalado, desta forma, cometeu
transgressão disciplinar de natureza grave com
circunstância agravante.
328. Uma Praça da PMCE, mediante progressão na
carreira, jamais poderá chegar ao Posto de Coronel.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue
os itens subsequentes.
329. O Subtenente PM Mauro será, a pedido, transferido
para a reforma ao atingir a idade-limite de 60Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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(sessenta) anos de permanência na reserva
remunerada.
330. O militar estadual que foi revertido da inatividade
para o serviço ativo temporário somente poderá ser
reformado ao ser conduzido novamente para
inatividade por ter cessado o motivo de sua reversão
ou por ter atingido a idade-limite de (setenta) 70
anos.
331. O Soldado PM Salomão após ficar 30 (trinta) dias
desaparecido será considerado oficialmente
extraviado, sendo que somente após 06 (seis) meses
de agregação por motivo de extravio é que o referido
militar será desligado do serviço ativo da corporação.
332. O reaparecimento de militar estadual, já desligado do
serviço ativo da corporação por motivo de extravio
ou desaparecimento, resulta em sua reinclusão e
nova agregação, enquanto se apura as causas que
deram origem ao seu afastamento.
333. Betim foi aprovado em concurso público para o
cargo de Soldado PM, sendo que, o tempo passado
no curso de formação, não lhe dará direito às ferias,
todavia, Betim, entrará na escala hierárquica.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à lei nº
13.729/06, julgue os seguintes itens.
334. Os militares inativos (da reserva remunerada e
reformados) estão definitivamente proibidos de usar
os uniformes da Corporação, não havendo nenhuma
exceção a essa proibição.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que se refere à lei nº
13.407/03, julgue os seguintes itens.
335. A sanção de advertência somente poderá ser aplicada
às transgressões disciplinares de natureza leves,
sendo indevidas quando aplicadas as transgressões
de natureza média ou grave.
336. A suspensão, a expulsão e a demissão poderão ser
aplicadas mediante processo regular à praça que
atentar contra a segurança das instituições nacionais
ou praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro
profissional.
337. Quando a Permanência Disciplinar for convertida em
prestação de serviço extraordinário o
comportamento do militar, não poderá ser alterado.
338. A aplicação da sanção de Custódia Disciplinar é
restrita aos oficiais ocupantes das funções próprias
do posto de Coronel e demais autoridades
competentes prevista no Código Disciplinar dos
militares estaduais.
339. O Capitão PM. Mauro do serviço ativo é superior
hierárquico do Capitão PM. Salomão da reserva
remunerada.
340. Dentro de um mesmo Posto, considera-se
hierarquicamente superior à Praça policial militar
mais antiga na Corporação.
341. A praça que tiver exatamente 10 (dez) anos de
serviço, ao cometer transgressão disciplinar será
submetida a conselho de disciplina.
342. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser
mantidos, permanentemente, pelos militares do
Estado, tanto no serviço ativo, como na reserva
remunerada ou na reforma.
343. Ao ingressar na carreira de praças da Polícia militar
do Ceará, o militar será classificado no
comportamento “BOM”.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante o Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue
os itens subsequentes.
344. Os oficiais do QOA obedecerão aos mesmos critérios
e requisitos estabelecidos no Estatuto dos militares
estaduais do Ceará do QOPM, podendo chegar até o
círculo de oficiais superiores.
345. O Subtenente PM mauro, foi nomeado para exercer o
cargo de Assessor de um Prefeito de determinado
município do Ceará, desta forma o referido militar foi
agregado, sendo-lhe permitido receber de forma
cumulativa a remuneração dos dois cargos públicos
ocupados.
346. A agregação do militar estadual se faz por ato do
Comandante Geral, devendo ser publicada em
boletim interno da Corporação até 10 (dez) dias,
úteis, contados do conhecimento oficial do fato que a
motivou, recebendo o agregado a abreviatura “AG”.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue
os itens subsequentes relativos à transferência
para a reserva remunerada.
347. A transferência “ex offício” para a reserva remunerada
verificar-se-á dentre outras, sempre que o militar
atingir a idade limite de 70 (setenta) anos.
348. Mesmo o militar estadual que ingressou na
Corporação antes da data de aprovação desta lei, ou
seja, em 2006, deverá ter no mínimo 53 (cinquenta e
três) anos de idade, 30 (trinta) anos de contribuição,
dos quais no mínimo 25 (vinte cinco) anos de
contribuição ao SUSPEC para que possa serPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.comsaberconcursos.com
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transferido para a reserva remunerada a pedido ou
“ex offício”.
349. O militar estadual da ativa aguardando transferência
para a reserva remunerada continuará, pelo prazo de
90 (noventa) dias, no exercício de suas funções até
ser desligado da Corporação Militar Estadual em que
serve o que ocorrerá, após a devida da publicação em
Diário Oficial do ato correspondente.
350. Não será concedida transferência para a reserva
remunerada, a pedido, ao militar estadual que: estiver
respondendo a processo na instância penal ou penal
militar, a Conselho de Justificação ou Conselho de
Disciplina ou processo regular ou que estiver
cumprindo pena de qualquer natureza.
351. Somente em caso de Guerra declarada,o militar
estadual na reserva remunerada poderá ser revertido
ao serviço ativo, de forma ex officio.
352. A reserva remunerada, a pedido, é um direito do
militar estadual, desta forma jamais poderá ser
suspenso.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Ainda acerca da lei
estadual nº 13.729/06, julgue os seguintes itens.
353. O militar estadual designado para o serviço ativo por
ato do Governador do Estado, desde que aprovado
em exames laboratoriais e em inspeção médica de
saúde aos quais será previamente submetido,
quando se fizer necessário os seus aproveitamentos
técnicos e especializados e mediante sua aceitação
voluntária, terá os direitos e deveres dos da ativa de
igual situação hierárquica, exceto quanto à
promoção, a que não concorrerá, sendo-lhe
permitido ser promovido única e exclusivamente por
ato de bravura.
354. A passagem do militar estadual à situação de
inatividade, mediante reforma, se efetua ex officio.
355. O Subtenente e o Sargento serão transferidos da
reserva remunerada para a reforma ao atingirem a
idade limite de 65 (sessenta e cinco) anos, já o Major
do QOA e o Coronel do quadro de combatentes
somente serão transferidos da reserva remunerada
para a reforma ao atingirem a idade limite de 70
(setenta) anos.
356. O militar estadual será reformado, dentre outras
quando for julgado incapaz definitivamente para o
serviço ativo, caso em que fica o militar inativo
obrigado a realizar avaliação por junta médica da
Corporação a cada 03 (três) anos, para atestar que
sua invalidez permanece irreversível.
357. O militar estadual da reserva remunerada, ao passar à
condição de reformado, manterá todos os direitos e
garantias asseguradas no Estatuto dos Militares
Estaduais, podendo inclusive retornar ao serviço ativo
da Corporação, a pedido ou “ex offício”.
358. O militar estadual da ativa, julgado incapaz
definitivamente por motivo de acidente em objeto de
serviço ou por doença, moléstia ou enfermidade
adquirida, com relação de causa e efeito inerente às
condições de serviço será reformado com
remuneração proporcional ao tempo de contribuição,
desde que possa prover-se por meios de subsistência
fora da Corporação ou com remuneração integral do
posto ou da graduação, desde que, com qualquer
tempo de contribuição, seja considerado inválido,
isto é, impossibilitado total e permanentemente para
qualquer trabalho.
359. O militar estadual reformado por alienação mental,
enquanto não ocorrer à designação judicial do
curador, terá sua remuneração paga aos
beneficiários, legalmente reconhecidos, desde que o
tenham sob responsabilidade e lhe dispensem
tratamento humano e condigno.
360. A demissão e a exoneração do militar estadual se
efetuam “ex officio” ou a pedido.
361. O militar estadual da ativa que perder a
nacionalidade brasileira será submetido a processo
 judicial ou regular para fins de demissão ex officio.
362. A deserção do militar estadual acarreta interrupção
do serviço com a consequente perda da
remuneração.
363. O militar estadual desertor que for capturado, ou que
se apresentar voluntariamente, será submetido à
inspeção de saúde e aguardará a solução do
processo. Compete à Justiça Militar Estadual
processar e julgar o militar estadual desertor,
cabendo ao tribunal competente decidir sobre a
perda do posto e da patente dos oficiais e da
graduação das Praças.
364. O extravio do militar estadual da ativa acarreta
interrupção do serviço militar estadual com o
consequente afastamento temporário do serviço
ativo, a partir da data em que o mesmo for
oficialmente considerado extraviado.
365. O desligamento do serviço ativo será feito 01 (um)
ano após a agregação por motivo de extravio.
366. O reaparecimento do militar estadual extraviado ou
desaparecido, já desligado do serviço ativo, resulta
em sua reinclusão e nova agregação, enquanto sePaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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apura as causas que deram origem ao seu
afastamento. O militar estadual reaparecido será
submetido a Conselho de Justificação, a Conselho de
Disciplina ou a Processo Administrativo Disciplinar.
367. O militar estadual, enquanto em serviço ativo ou
inativo, não pode estar filiado a partido político.
368. O policial militar do Ceará terá direito até 02 (dois)
anos de Licença para Tratar de Interesse Particular, já
o bombeiro militar estadual terá direito ao
afastamento total do serviço por dez dias úteis em
virtude de licença paternidade.
369. O candidato que almeja ingressar na PMCE e já se
encontra na situação de militar de qualquer Estado
da Federação ou das Forças Armadas, pode ter 30
(trinta) anos na data de matrícula no Curso de
Formação Profissional.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) julgue os itens
subsequentes relativos às promoções das Praças
militares.
370. A promoção ao Posto de Coronel Comandante Geral
ocorrerá mediante livre escolha do Governador do
Estado, podendo a escolha recair em qualquer
Coronel do serviço ativo da respectiva Corporação.
371. Os membros efetivos da Comissão de Promoção de
Oficiais (CPO) serão nomeados pelo prazo de 2 (dois)
anos, podendo ser reconduzidos por igual período.
372. O SD PM Salomão poderá dentro da carreira de
Praças, chegar no máximo, até o posto de
Subtenente.
(SOLDADO PMCE 2008 –  CESPE) Considerando os
preceitos contidos no Código da Disciplina da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará (CD-PMCBM-CE), que dispõe sobre o
comportamento ético e estabelece os procedimentos
para apuração da responsabilidade administrativo-
disciplinar dos militares estaduais, julgue os seguintes
itens.
373. O CD-PMCBM-CE aplica-se aos militares do estado
do serviço ativo, da reserva remunerada e também
aos militares do estado ocupantes de cargos públicos
não-militares ou eletivos.
374. O governador do estado é o chefe supremo das
corporações militares do estado e compete a ele,
observando sempre os requisitos da antiguidade e da
precedência funcional, conferir a graduação das
praças.
375. Suponha que Mauro, Soldado da PMCE tenha
deixado de comparecer por 24 (vinte e quatro) horas
consecutivas, à sua organização militar, sem licença e
sem comunicar qualquer impedimento, nesta
situação de acordo com os preceitos contidos no
EMECE, Mauro será considerado ausente.
376. Alimentação e recompensas ou prêmios, instituídos
por lei são alguns dos direitos dos militares estaduais
do Ceará.
377. Os deveres éticos emanados dos valores militares
estaduais e que conduzem a atividade profissional
sob o signo da retidão moral incluem: dedicação em
tempo integral ao serviço militar, buscando, com
todas as energias, o êxito e o aprimoramento
técnico-profissional e moral; abstenção do uso do
posto, graduação ou cargo para obter facilidades
pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar
negócios particulares ou de terceiros; exercício
constante da função pública com honestidade, não
aceitando vantagem indevida, de qualquer espécie.
(SOLDADO PMCE 2008 –  CESPE) Ainda com base no
CD-PMCBM-CE, julgue os itens que se seguem.
378. Aos militares do estado da ativa são proibidas
manifestações coletivas de caráter reivindicatório ou
de cunho político-partidário e em relação a atos de
superiores.
379. Ao militar do estado em serviço ativo é vedado
exercer atividade de segurança particular e de
comércio ou integrar a administração ou gerência de
sociedade empresária ou dela ser sócio ou participar,
exceto como acionista, cotista ou comanditário.
380. A disciplina militar traduz-se no exato cumprimento
dos deveres, em especial, na rigorosa observância e
acatamento integral das leis, regulamentos, normas e
ordens, na obediência às ordens legais dos
superiores, no emprego de todas as energias em
benefício do serviço e nasmanifestações
espontâneas de acatamento dos valores e deveres
éticos.
381. A situação de desaparecido será considerada sempre
que o militar tiver paradeiro ignorado por mais de 08
(oito) dias.
382. O comportamento “insuficiente” caracteriza-se
quando, no período de 01 (um) ano, lhe tenham sido
aplicadas mais de 02 (duas) permanências
disciplinares ou mais de 01 (uma) custódia disciplinar.
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(SOLDADO PMCE 2008 – CESPE) Com base no Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará (EME-CE), que regula
a situação, os direitos, as prerrogativas, os deveres e as
obrigações dos militares estaduais, julgue os itens a
seguir.
383. O militar estadual que, embora efetivo e classificado
no quadro de organização e distribuição de uma
organização policial militar ou de bombeiro militar,
venha exercer atividade funcional em outra
organização militar ficará na situação de adido.
384. É vedado ao militar estadual fazer parte de
associações de natureza sindical ou político-
partidária ou mesmo de associações que não causem
prejuízos para o exercício do respectivo cargo ou
função militar que ocupe na ativa.
385. Não será computado, para nenhum efeito, o tempo
que o militar estadual ficar afastado do exercício de
suas funções em consequência de ferimentos
ocorridos durante o serviço ou, mesmo quando de
folga, em razão da preservação de ordem pública, de
proteção do patrimônio e da pessoa, visando a sua
incolumidade em situações de risco, infortúnio ou de
calamidade, bem como em razão de moléstia
adquirida no exercício de qualquer função militar.
386. O falecimento de militar estadual da ativa acarreta o
desligamento ou exclusão do serviço ativo a partir da
data da ocorrência do óbito.
387. Como forma de dirimir dúvidas na aplicação do EME-
CE aplica-se, em qualquer caso, subsidiariamente, a
legislação em vigor para o Exército Brasileiro.
(SOLDADO PMCE 2008 – CESPE) Considerando, ainda,
os preceitos contidos no EME-CE e em suas recentes
alterações, julgue os itens subsequentes.
388. A deserção do militar estadual acarreta interrupção
do serviço, com a consequente perda da
remuneração. Se o desertor for capturado ou
apresentar-se voluntariamente, será submetido à
inspeção de saúde e aguardará a solução do
processo. Compete à justiça militar estadual
processar e julgar o militar estadual desertor,
cabendo ao tribunal competente decidir sobre a
perda do posto e da patente dos oficiais e da
graduação das praças.
389. A demissão do militar estadual se efetua a pedido do
interessado e será concedida mediante requerimento,
com a indenização das despesas relativas à sua
preparação e formação, quando contar com menos
de 5 anos de oficialato ou 3 anos de graduado.
390. A transferência para a reserva remunerada, a pedido,
será concedida mediante requerimento do militar
estadual que conte com 53 anos de idade e 30 anos
de contribuição, dos quais, no mínimo, 25 anos de
contribuição militar estadual ao Sistema Único de
Previdência Social dos Servidores Públicos Civis e
Militares, dos Agentes Públicos e Membros de Poder
do Estado do Ceará (SUSPEC).
391. Agregação é a situação em que o militar estadual em
serviço ativo deixa de ocupar vaga na escala
hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem
número. A agregação ocorre dentre outras situações,
quando o militar toma posse em cargo, emprego ou
função pública civil temporária não eletiva, inclusive
da administração indireta, e é contada a partir da
data da posse no novo cargo, emprego ou função até
o retorno à corporação ou transferência de ofício
para a reserva remunerada.
392. Considere a seguinte situação hipotética: Rosa foi
aprovada no concurso público para ingresso na
Carreira de Praças da PMCE. No momento de sua
matrícula no Curso de Formação de Profissional
encontrava-se grávida de 09 (nove) meses. Como
estava no final da gestação, sua matricula no referido
curso foi efetivada, pois a candidata atendeu os
requisitos previstos no EMECE.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Código
Disciplinar da PMCE, julgue os itens que se seguem.
393. Mauro agrediu fisicamente, sem motivo aparente,
preso que estava sob sua guarda sendo punido após
Processo Disciplinar com Advertência.
394. Mauro que cumpria 10 dias de Custódia Disciplinar
foi escalado de serviço na guarda do quartel no
quarto dia após o início da sanção, devendo trabalhar
normalmente.
395. A sanção de Permanência Disciplinar poderá ser
convertida em prestação de serviço extraordinário ou
em multa no valor de 50% dos vencimentos do
militar.
396. A soldado Maria foi punida disciplinarmente com 04
(quatro) dias de Permanência Disciplinar e como já
havia sido punida com transgressão grave conseguiu
converter em 02(dois) serviços extraordinários.
397. O Major comandante da 4ªCia / 5ºBPM aplicou 10
(dez) dias de Custódia Disciplinar ao Sargento
Eduardo, que estava sendo punido pela 3ª vez em
virtude de transgressão grave.
398. O Capitão Salomão foi identificado como o líder de
movimento grevista praticado por cerca de 400Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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Policiais Militares armados, por isso, poderá ser
expulso da PM.
399. Mauro Bombeiro militar do Ceará foi cedido para
exercer uma função de natureza civil, na Procuradoria
Geral do Estado, desta forma enquanto estiver
exercendo a função não militar, não estará sujeito ao
Código Disciplinar dos militares estaduais.
400. O militar que estiver recolhido transitoriamente terá
descontado do seu salário o valor correspondente
aos dias que deixar de trabalhar.
401. Caso o militar estadual seja recolhido
transitoriamente não poderá entrar com recurso, pois
o referido recolhimento não corresponde à sanção
disciplinar.
402. Quando a autoridade competente tiver
convencimento suficiente para elaboração de termo
acusatório poderá ser dispensada a manifestação
preliminar do acusado, devendo esta circunstância
ser constada no respectivo termo.
403. O prazo máximo para que um procedimento
disciplinar seja solucionado é de 30 dias do
recebimento da defesa do acusado, prorrogável por
15 dias.
404. O Capitão Mauro que respondia Processo disciplinar
entrou de Licença para tratamento de saúde, de 60
dias, após apresentação de sua Defesa. Ao retornar
da Licença o processo estava arquivado por expiração
de prazo.
405. O soldado PM Mauro que presenciou o Sargento
Salomão dando uma carona de forma indevida e sem
autorização na viatura da PMCE comunicou o fato ao
superior do Sargento através de Representação.
406. A Representação contra ato disciplinar só poderá ser
feita após solucionados a reconsideração de ato ou
recurso hierárquico se forem impetrados.
407. Somente os oficiais do posto de Coronel, o Secretário
da SSPDS e o Governador do Estado podem aplicar
sanção disciplinar aos militares estaduais.
408. Mauro, que foi punido com Permanência Disciplinar
de 08 (oito) dias, sendo a sanção convertida em seu
limite máximo em serviço extraordinário, tendo
Carlos cumprido 04 dias de permanência e os 04
últimos dias foram convertidos em serviço.
409. Ao PM recolhido transitoriamente é garantida a
identificação do responsável pela sua prisão.
410. Somente as Praças da PMCE estão sujeitas a cometer
transgressões disciplinares. Os Oficiais por sua vez,
estão sujeitos apenas a desvios de conduta.
411. O Sargento Mauro foi punido disciplinarmente em
virtude de ter usado da força para compelir o SD
Caetano (que estava saindo de serviço) a dar
apoio ao efetivo que trocava tiros com bandidos que
acabavam de assaltar um banco na cidade.
412.São considerados agravantes na aplicação das
sanções disciplinares: conluio de duas ou mais
pessoas e estar no mau comportamento.
(PMCE 2008 –  CURSO DE FORMAÇÃO/CESPE)
Considerando a legislação da polícia militar no que diz
respeito aos afastamentos temporários do serviço, às
licenças e à deserção, julgue os itens a seguir.
413. O militar estadual tem direito ao afastamento total
do serviço por dez dias, por motivo de núpcias.
414. Ao militar estadual podem ser concedidos dez dias
de licença paternidade.
415. A deserção do militar estadual acarreta
necessariamente a perda do posto e da patente, no
caso de ele ser oficial, ou a perda da graduação, no
caso de ele ser praça.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Com relação à
disciplina militar e aos deveres dos policiais militares
do estado do Ceará, julgue os itens seguintes.
416. Ao militar inativo é assegurado o direito de opinar
sobre assunto político e externar pensamento e
conceito ideológico, filosófico ou relativo a matéria
pertinente ao interesse público; contudo, ao exercer
esse direito, deve o militar observar os preceitos da
ética militar e preservar os valores militares em suas
manifestações essenciais.
417. Constitui dever ético imposto aos militares emanado
dos valores militares estaduais abster-se, exceto se na
inatividade, do uso das designações hierárquicas em
atividade comercial ou industrial.
418. Ao militar candidato a cargo eletivo impõe-se o dever
ético de abster-se do uso das designações
hierárquicas nas atividades político-partidárias.
419. É vedado ao militar em serviço ativo exercer atividade
de segurança particular e comércio, bem como tomar
parte da administração ou gerência de sociedade
empresária, dela ser sócio ou participar, exceto como
acionista, cotista ou comanditário.
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(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Tendo como
referência a Lei nº 13.407/2003, do estado do Ceará,
 julgue os itens subsequentes, relativos à transgressão
disciplinar militar.
420. A aplicação das penas disciplinares previstas no
Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros Militar do Estado do Ceará independe do
resultado de eventual ação penal ou cível, exceto nos
casos de absolvição criminal do acusado por falta de
comprovação da autoria ou da materialidade do fato.
421. Ofender a moral e os bons costumes por atos,
palavras ou gestos é considerado transgressão
disciplinar média.
422. Simular doença para esquivar-se do cumprimento do
dever constitui transgressão disciplinar média.
423. As transgressões disciplinares correspondem a ações
que violam os valores e deveres militares.
Transgressões de natureza meramente desonrosa são
consideradas leves.
424. O oficial que transfira ao escrivão a responsabilidade
da elaboração de inquérito policial militar e se exima
da responsabilidade pelas devidas inquirições comete
transgressão disciplinar grave.
(SOLDADO PMCE 2011 – CESPE) Em relação às sanções
administrativas disciplinares a que se sujeitam os
militares do estado do Ceará, julgue os itens a seguir.
425. A condenação, na justiça comum ou militar, à pena
privativa de liberdade por tempo superior a dois
anos, por sentença passada em julgado, implica a
aplicação à praça ou ao oficial da pena de demissão.
426. A advertência aplica-se, verbalmente, exclusivamente
nos casos de faltas de natureza leve, constituindo ato
nulo a sua aplicação a casos de faltas médias ou
graves.
427. Nos dias em que permanecer sob a sanção
denominada custódia disciplinar, o militar terá
assegurados todos os direitos e vantagens
decorrentes do exercício do posto ou graduação,
inclusive o direito de computar o tempo da pena
para todos os efeitos.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Com base nas
previsões do Código Disciplinar da Polícia Militar do
Estado do Ceará, julgue os itens subsequentes, a
respeito da competência, do julgamento, da aplicação
e do cumprimento das sanções disciplinares.
428. Não haverá aplicação de sanção disciplinar quando a
suposta transgressão tiver sido praticada em
obediência a ordem superior, desde que a ordem
recebida não seja manifestamente ilegal.
429. Na ocorrência de mais de uma transgressão, havendo
ou não conexão entre elas, serão impostas as sanções
correspondentes a cada uma delas isoladamente.
430. Nenhum militar pode ser interrogado ou sofrer
sanção se estiver em estado de embriaguez ou sob a
ação de substância entorpecente ou que determine
dependência física ou psíquica, sendo vedado, nesse
caso, o recolhimento transitório preventivo.
431. Compete aos oficiais do posto de capitão a aplicação,
aos seus subordinados, das sanções disciplinares de
advertência, repreensão e permanência disciplinar de
até dez dias.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir.
432. Posto é o grau hierárquico das praças, conferido por
ato do comandante-geral da respectiva corporação
militar.
433. Hierarquia militar estadual é a ordenação progressiva
da autoridade, em graus diferentes, da qual decorre a
obediência, dentro da estrutura da polícia militar e do
corpo de bombeiros militar. Nessa hierarquia, o mais
alto grau refere-se ao secretário de segurança pública
do estado, chefe supremo das corporações militares
do estado.
434. Tratando-se de promoção a primeiro-tenente, de
nomeação de oficiais ou de admissão de cadetes ou
alunos-soldados, prevalece, para efeito de
antiguidade, a ordem de classificação obtida nos
respectivos cursos ou concursos.
(SOLDADO PMCE 2011 – CESPE) Acerca da deontologia
policial-militar, conforme a Lei Estadual n.º
13.407/2003, julgue os próximos itens.
435. Aplicada aos componentes das corporações militares,
independentemente de posto ou graduação, a
deontologia policial-militar reúne princípios e valores
úteis e lógicos e valores espirituais superiores,
destinados a elevar a profissão do militar estadual à
condição de missão.
436. A probidade consta expressamente em lei como um
valor fundamental, determinante da moral militar
estadual.
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(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Julgue os itens
seguintes, acerca do recolhimento transitório e sobre a
violação dos valores, dos deveres e da disciplina
militar, tendo como referência a Lei Estadual n.º
13.407/2003.
437. O superior hierárquico responde solidariamente, na
esfera administrativo-disciplinar, incorrendo nas
mesmas sanções da transgressão praticada por seu
subordinado, quando presenciar o cometimento da
transgressão e deixar de atuar para fazê-la cessar
imediatamente.
438. A violação da disciplina militar será tão mais grave
quanto mais baixo for o grau hierárquico de quem a
cometer.
439. O recolhimento transitório caracteriza sanção
disciplinar, sendo medida preventiva e acautelatória
da ordem social e da disciplina militar, consistente no
desarmamento e recolhimento do militar à prisão,
com nota de punição publicada em boletim. Essa
sanção poderá ser adotada quando houver fortes
indícios de autoria de crime propriamente militar ou
transgressão militar.
440. A condução do militar à autoridade competente para
determinar o seu recolhimento transitório somente
poderá ser efetuada por superior hierárquico ou por
oficial com precedência funcional ou hierárquica
sobre o conduzido.
441. O militar sob recolhimento transitório somente
poderá permanecer nessa situação pelo tempo
necessário ao restabelecimento da normalidade da
situação considerada,não podendo o recolhimento
ultrapassar cinco dias, salvo determinação em
contrário da autoridade judiciária competente.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) A respeito do
procedimento disciplinar, de acordo com a Lei
Estadual n.º 13.407/2003, julgue os itens que se
seguem.
442. A comunicação disciplinar deverá ser apresentada no
prazo de cinco dias, contado da constatação ou do
conhecimento do fato, inclusive no caso de
recolhimento transitório.
443. A representação contra ato disciplinar será feita
somente depois de solucionados os recursos
disciplinares e desde que a matéria recorrida verse
sobre a legalidade do ato praticado.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Julgue os itens
subsequentes, a respeito do comportamento e das
recompensas dos militares, com base na Lei Estadual
n.º 13.407/2003.
444. O elogio individual, ato administrativo que coloca em
relevo as qualidades morais e profissionais do militar,
só pode ser formulado ao militar que ostenta, no
mínimo, bom comportamento.
445. A dispensa do serviço é uma recompensa militar e
somente poderá ser concedida por oficiais dos
postos de tenente-coronel e coronel a seus
subordinados funcionais.
446. Para fins disciplinares e outros efeitos, o
comportamento do militar classifica-se em ótimo
quando, no período de dez anos, não lhe tenha sido
aplicada qualquer sanção disciplinar, mesmo em
decorrência de falta leve.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Acerca do processo
regular, segundo a Lei Estadual n.º 13.407/2003,
 julgue os itens a seguir.
447. O Conselho de Disciplina dispõe do prazo de
quarenta e cinco dias, a contar da data de sua
nomeação, para a conclusão dos trabalhos relativos
ao processo, e de mais quinze dias para deliberação,
confecção e remessa do relatório conclusivo.
448. O militar submetido a processo regular deverá,
quando houver possibilidade de prejuízo para a
hierarquia, disciplina ou para a apuração do fato, ser
designado para o exercício de outras funções,
enquanto perdurar o processo, podendo ainda a
autoridade instauradora proibir-lhe o uso do
uniforme e o porte de arma, como medida cautelar.
449. O Conselho de Justificação destina-se a apurar as
transgressões disciplinares cometidas pela praça e a
incapacidade desta para permanecer no serviço ativo
militar.
450. O Conselho de Disciplina destina-se a apurar as
transgressões disciplinares cometidas pelos oficiais
da ativa ou da reserva remunerada e a sua
incapacidade moral para permanecer no serviço ativo
militar ou na situação de inatividade em que se
encontra.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Julgue os itens
seguintes, com base no Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará.
451. O ingresso na Polícia Militar do Ceará depende de
prévia aprovação em concurso público de provas e
títulos. Além disso, devem ser atendidos outros
requisitos cumulativos, como: ter boa reputação
social, não estar respondendo a processo criminal
nem ter sido indiciado em inquérito policial e ser
confirmado na etapa dos exames médico-
odontológico, biométrico e toxicológico.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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452. A hierarquia e a disciplina são a base institucional das
corporações militares do estado e devem ser
mantidos em todas as circunstâncias entre os
militares, não existindo prevalência entre os mesmos
postos ou de uma mesma graduação.
453. Aplica-se o disposto no estatuto, no que couber, aos
militares estaduais da reserva remunerada e aos
reformados.
454. Ato do governador do estado pode convocar para o
serviço ativo os militares estaduais da reserva
remunerada e os reformados, em caráter transitório,
caso em que não poderá haver recusa por parte do
militar.
455. O provimento do cargo efetivo dos militares
estaduais — postos e graduações —, previstos na Lei
de Fixação de Efetivo de cada corporação militar, é
realizado por ato administrativo do comandante-
geral.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) No que se refere às
prerrogativas estabelecidas no Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará, julgue os itens subsequentes.
456. Nos casos de transgressão disciplinar ou de crime
propriamente militar, o militar só poderá ser preso
por ordem escrita e fundamentada da autoridade
 judiciária competente.
457. Nos termos do estatuto, somente em casos de
flagrante delito o militar estadual poderá ser preso
por autoridade policial civil, ficando retido na
delegacia durante o tempo necessário à lavratura do
flagrante, comunicando-se imediatamente ao juiz
competente e ao comando da respectiva corporação
militar.
458. O estatuto veda, expressamente, ao militar estadual
usar uniformes em manifestação de caráter político-
partidário.
459. O militar que utiliza uniforme da corporação militar
para, por exemplo, apresentação artística, responde
por seu uso. Essa regra, entretanto, não se aplica ao
uso isolado, sem o respectivo uniforme, de
distintivos, insígnias, divisas e emblemas.
460. O estatuto assegura ao militar estadual o
cumprimento de pena de prisão ou detenção, mesmo
após o trânsito em julgado da sentença penal
condenatória, em organização militar da corporação
a que pertença o preso e na qual o comandante,
chefe ou diretor preceda-o hierarquicamente.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Julgue os itens
seguintes, relativos ao Estatuto dos Militares Estaduais
do Ceará.
461. Assegura-se ao militar estadual o direito de perceber,
em reconhecimento dos bons serviços prestados e de
acordo com as normas regulamentares da
corporação, recompensas, como, por exemplo,
condecorações por serviços prestados, elogios e
dispensas do serviço.
462. O subsídio ou os vencimentos dos militares estaduais
são irredutíveis e não estão sujeitos a penhora,
sequestro ou arresto, salvo nos casos previstos em
lei.
463. O direito a licença para tratar de interesse particular e
a licença por motivo de doença é garantido aos
militares estaduais; entretanto, em ambos os casos, o
tempo de licença implica prejuízo da remuneração,
da contagem do tempo de serviço e(ou) de
contribuição e da antiguidade no posto ou na
graduação.
464. Nos termos do estatuto, não faz jus às férias
regulamentares o militar estadual que esteja
aguardando solução de processo de inatividade nem
o que esteja matriculado em curso de formação para
ingresso na corporação.
465. Consideram-se dispensas do serviço as autorizações
concedidas aos militares estaduais para afastamento
total do serviço, em caráter temporário. Nesse caso,
não há prejuízo da remuneração integral nem da
contagem do tempo de efetivo serviço e(ou) de
contribuição militar. Essas dispensas podem ser
descontadas em férias já publicadas e não gozadas,
no todo ou em parte, ou concedidas em razão de
prescrição médica.
(SOLDADO PMCE 2011 – CESPE) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará, julgue os próximos itens,
relativos ao compromisso, ao comportamento ético e
à responsabilidade disciplinar e penal militar.
466. Ao militar estadual é expressamente assegurado o
direito de recorrer ou interpor recurso, quando se
 julgar prejudicado ou ofendido, a qualquer ato
administrativo, no prazo de cento e vinte dias
corridos, sob pena de prescrição desse direito.
467. A competência para conhecer, processar e julgar os
crimes militares ou comuns praticados por militares
estaduais contra civis é do Conselho de Justiça,
presidido por um de juiz de direito.
468. As ações judiciais contra atos disciplinares militares,
com recurso para o Tribunal de Justiça do Estado doPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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Ceará, são julgadas singularmente por juízes de
direito do juízo militar.
469. Ao ingressar nacorporação militar estadual, o praça,
tão logo tenha adquirido grau de instrução
compatível com o perfeito entendimento de seus
deveres como integrante da respectiva corporação,
deve prestar compromisso de honra, de caráter
solene, na presença de tropa ou guarnição formada,
no qual afirmará a aceitação consciente das
obrigações e dos deveres militares e manifestará a
sua firme disposição de bem cumpri-los.
470. Enquanto não concluir o curso de formação, o aluno-
soldado submetido a procedimento de apuração de
responsabilidade administrativo-disciplinar está
sujeito apenas às disposições normativas disciplinares
previstas no estabelecimento de ensino onde estiver
matriculado.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Acerca dos direitos
dos militares estaduais, julgue os itens a seguir, de
acordo com o disposto no Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará.
471. A praça é assegurado o livre acesso,
independentemente de encontrar-se ou não em
serviço ou de estar agindo em razão deste, aos locais
que estejam sujeitos à fiscalização da polícia ou do
bombeiro militar.
472. Ao militar estadual da ativa e ao em inatividade,
fardado e mediante a apresentação de sua
identidade militar, é garantido o acesso gratuito aos
transportes rodoviários coletivos, intermunicipais e
interestaduais, estabelecida cota máxima de dois
militares por veículo.
473. O militar estadual alistável é elegível. No caso de ser
suplente, ao assumir o cargo eletivo, o militar passará
automaticamente, no ato da diplomação, para a
reserva remunerada, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição.
474. O porte de arma é direito dos militares estaduais,
tanto para os do serviço ativo como para os em
inatividade, salvo se a inativação for proveniente de
alienação mental ou de condenação que
desaconselhe o porte.
475. É assegurado ao militar estadual, oficial ou praça, o
direito à assistência jurídica integral, gratuita e oficial
do estado em caso de questionamento de ato por e le
praticado no legítimo exercício da missão.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Ainda com base no
Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará, julgue os
próximos itens.
476. Na apuração do tempo de contribuição do militar
estadual, não poderá ser computada superposição de
tempos, de quaisquer naturezas.
477. Nos termos do estatuto, a deserção do militar
estadual acarreta interrupção do serviço, com a
consequente perda da remuneração. O militar
desertor será agregado ao seu quadro ou
qualificação, até a decisão transitar em julgado.
478. O estatuto veda, expressamente, que sociedade
simples ou empresária ou organização civil de modo
geral use de designação que possa sugerir sua
vinculação a corporação militar estadual.
479. O comandante-geral da polícia militar poderá
determinar o emprego da força militar em regime de
tempo integral de serviço em razão de rebelião, fuga,
invasão, greve, mobilização, protesto e agitação que
causem grave perturbação da ordem pública. Nesse
caso, a adesão do militar estadual será voluntária e
àquele que se dispuser a participar de escala de
serviço, durante parte do período de sua folga, estará
assegurada, como retribuição, vantagem pecuniária,
eventual, compensatória e específica, não
incorporável à remuneração normal.
480. A exoneração a pedido é uma das formas previstas
no estatuto para o desligamento do militar da
corporação militar estadual. Sua concessão ocorre
mediante requerimento do interessado, sendo
vedada ao militar que estiver respondendo a
Conselho de Justificação, Conselho de Disciplina ou
processo administrativo-disciplinar ou ainda àquele
que se encontrar cumprindo pena de qualquer
natureza.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Com relação ao
Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará e o disposto
na Lei Complementar n.º 93/2011, julgue os itens que
se seguem.
481. Considera-se comando a prerrogativa pessoal do
militar investido nessa função, vinculada ao grau
hierárquico. Essa prerrogativa consiste na soma de
autoridade, deveres e responsabilidades de que o
militar estadual está legalmente investido quando
conduz subordinados ou dirige uma organização
militar estadual.
482. O militar estadual reformado por incapacidade
definitiva que for julgado apto em inspeção de saúde
por junta superior, em grau de recurso ou revisão,
poderá retornar ao serviço ativo, a qualquer tempo,
por ato do governador do estado.
483. O ingresso na carreira de oficial em qualquer dos
quadros pertencentes à PMCE ou BMCE ocorre se oPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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candidato possuir dentre outros requisitos, curso
superior em qualquer área de formação desde que o
referido curso seja reconhecido pelo MEC.
484. O Soldado PM Mauro deixou de comparecer por
mais de 08 (oito) horas consecutivas à Organização
Policial Militar (OPM) onde servia, sem comunicar
nenhum motivo de impedimento. Nessa situação, o
soldado foi considerado desaparecido.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais (Lei n.º 13.729/2006), julgue os
itens a seguir.
485. A ordenação da autoridade se faz por postos e
graduações, de acordo com o escalonamento
hierárquico, a antiguidade e a precedência funcional.
486. A precedência funcional ocorrerá quando, em
igualdade de posto ou graduação, o oficial ou a
praça, ocupar cargo ou função que lhe atribua
superioridade funcional sobre os integrantes do
órgão ou serviço que dirige, comanda ou chefia e
estiver no serviço ativo, em relação aos inativos.
487. O Curso de formação para ingresso nas carreiras de
Praças ou Oficiais da Corporação constitui-se como a
3ª etapa do concurso público.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir.
488. São valores fundamentais, determinantes da moral
militar o patriotismo, o civismo, a hierarquia, a
disciplina, a lealdade, a constância, a verdade, a
dignidade humana, a honestidade, a coragem, o
profissionalismo.
489. A passagem do militar estadual à situação da
inatividade, mediante transferência para a reserva
remunerada, se efetua a pedido ou “ex officio”.
490. Recusar ou devolver insígnia, salvo quando a regula-
mentação o permitir é transgressão disciplinar de
natureza média.
491. A sanção de que aplica‑se exclusivamente às faltas de
natureza leve, constituindo ato nulo quando aplicada
em relação à falta média ou grave, trata-se da
advertência.
492. A permanência disciplinar é a sanção disciplinar que
pode ser aplicada por qualquer superior hierárquico a
seus subordinados.
493. Discutir ou provocar discussão, por qualquer veículo
de comunicação, sobre assuntos políticos, militares
ou policiais, excetuando-se os de natureza
exclusivamente técnica, quando devidamente
autorizado, é transgressão disciplinar de natureza
grave.
494. A custódia disciplinar pode ser aplicada pelo
Secretário da Segurança Pública e Defesa Social, pelo
Comandante Geral e pelos demais oficiais da
respectiva Corporação.
495. O militar estadual que sofrer reforma administrativa
disciplinar perderá definitivamente sua remuneração
496. A demissão poderá ser aplicada à praça, após a
mesma cumprir a pena referente ao crime de
deserção ou de ausência.
497. Liberar preso ou detido ou dispensar parte de
ocorrência sem competência legal para tanto
corresponde à transgressão disciplinar de natureza
grave.
498. O Sargento PM Mauro que foi punido
disciplinarmente com repreensão por ter cometido
transgressão disciplinar leve, tendo sido a punição
publicada em Boletim e averbada nos seus
assentamentos individuais.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A lei 13.729 dispõe sobre
o Estatuto dos Militares Estaduaisdo Ceará e regula a
situação, direitos, prerrogativas, deveres e obrigações
dos militares estaduais. Consoante a referida lei,
 julgue os itens subsequentes:
499. O Sargento BM Salomão por está na condição de
militar reformado por incapacidade definitiva, em
hipótese alguma poderá retornar ao serviço ativo da
Corporação.
500. O Quadro de Oficiais de Administração destina-se a
prestar apoio às atividades da Corporação, mediante
o desempenho de funções administrativas e
operacionais. Ficando vedada a designação de Oficial
integrante do QOA para as funções de Comando e
Comando Adjunto de Unidades, todavia poderá
comandar Subunidades da respectiva corporação.
501. Somente o 1º colocado no Curso de Formação de
Oficiais será declarado Cadete.
502. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser
mantidos em todas as circunstâncias entre os
militares. A subordinação não afeta, de nenhum
modo, a dignidade do militar estadual e decorre,
exclusivamente, da estrutura hierarquizada e
disciplinada da Corporação Militar.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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503. A precedência entre militares estaduais da ativa, do
mesmo grau hierárquico, é assegurada pela
antiguidade no posto ou na graduação, salvo nos
casos de precedência funcional.
504. O candidato ao concurso público para ingresso na
PMCE deverá ter concluído, na data da matrícula no
Curso de Formação Profissional, no mínimo, o Ensino
Médio para Praças e Superior de Graduação Plena
para os Oficiais, ambos reconhecidos pelo Ministério
da Educação.
505. Os cargos de provimento em comissão dos militares
estaduais, somente poderão ser ocupados por militar
em serviço ativo ou em inatividade.
(SOLDADO PMCE 2011 –  CESPE) Acerca do processo
regular, segundo a Lei Estadual n.º 13.407/2003,
 julgue os itens a seguir.
506. A sanção disciplinar exime o militar estadual punido
da responsabilidade civil e criminal emanadas do
mesmo.
507. Os alunos dos cursos de formação para ingresso na
Corporação estão sujeitos ao Código Disciplinar dos
militares estaduais.
508. A constância, a verdade real e a honra são valores
fundamentais determinantes da moral militar.
509. Conduzir-se de modo subserviente, sem ferir os
princípios de hierarquia, disciplina, respeito e decoro
constitui-se como dever dos militares estaduais.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais (Lei n.º 13.729/2006), julgue os
itens a seguir relativos à deserção, expulsão, demissão
e exoneração dos militares estaduais.
510. O militar estadual exonerado a pedido, não poderá
mais ingressar na corporação militar estadual, mesmo
diante de nova aprovação em concurso público.
511. A deserção do policial militar acarreta interrupção do
serviço policial com sua consequente demissão “ex-
offício”.
512. A praça ou o oficial sem estabilidade assegurada será
automaticamente excluída do serviço ativo após
oficialmente declarada desertora.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do militares estaduais, julgue os itens
subsequentes.
513. A exclusão mediante demissão do Oficial militar
estadual ou da Praça acontecerá, dentre outras
quando condenado a pena de perda da função
pública, por sentença passada em julgado.
514. A reforma da praça policial militar, a bem da
disciplina, acarreta sua transferência para a situação
de inativo da Corporação.
515. O Governador do Estado poderá aplicar dentre outras
sanções disciplinares, a expulsão às praças das
corporações militares estaduais.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens seguintes,
relativos às normas relativas às recompensas e
dispensas do serviço previstas na Legislação da PMCE.
516. O Cabo Mauro que prestou serviços relevantes à
corporação foi elogiado, mesmo estando classificado
no mau comportamento.
517. As dispensas do serviço podem ser concedidas aos
policiais militares para desconto em férias e em
decorrência de prescrição médica, por exemplo.
518. São recompensas policiais militares, os prêmios de
honra ao mérito, elogios e as condecorações por
serviços prestados.
519. As dispensas do serviço serão concedidas com
remuneração integral, mas não serão computadas
como de efetivo serviço.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei Estadual
n.º 13.407/2003, julgue os itens a seguir.
520. Cultuar os símbolos e as tradições da pátria, do
Estado do Ceará e da respectiva Corporação Militar e
ainda zelar por sua inviolabilidade constitui dever
ético, emanado dos valores militares e que conduz a
atividade profissional sob signo da retidão moral.
521. As faltas leves são puníveis com advertência ou
repreensão e, na reincidência, com permanência
disciplinar de até 05 (cinco) dias
522. O Soldado Salomão foi dispensado do serviço por 10
(dez) dias pelo Ten. Coronel Mauro.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir em relação à
revisão dos atos disciplinares.
523. A atenuação é a redução da sanção proposta ou
aplicada, para outra menos rigorosa ou, ainda, a
redução do número de dias da sanção.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.comsaberconcursos.com
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524. Não caberá agravamento da sanção em razão da
interposição de recurso disciplinar pelo militar
acusado.
525. A anulação da sanção administrativo-disciplinar tem
o prazo prescricional de 5 (cinco) anos, a contar da
data da publicação do ato que se pretende invalidar.
526. Retificação é a declaração de invalidade da sanção
disciplinar aplicada pela própria autoridade ou por
autoridade subordinada, quando, na apreciação do
recurso, verificar a ocorrência de i legalidade, devendo
retroagir à data do ato, já o cancelamento não
retroage.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Em relação ao Tempo de
Serviço, Julgue os itens seguintes, de acordo com a
Legislação da PMCE.
527. Será computado para efeito de contribuição o tempo
que o militar estadual passar de “LTIP”.
528. Os policiais militares começam a contar tempo de
serviço na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros
militar do Ceará a partir da data de sua inclusão no
posto e graduação.
529. Considera-se como data de inclusão, dentre outras
situações, a data de matrícula em órgão de formação
de militares estaduais.
(CESPE - PM-DF / 2009 –  ADAPTADA) Em
conformidade com a Legislação da Policia Militar do
Ceará, julgue os itens seguintes.
530. O soldado, aos 51 anos de idade, deve ser transferido
para reserva remunerada, de ofício, enquanto o
coronel da PMCE pode permanecer no posto até os
59 anos de idade.
531. Graduação exprime o grau hierárquico da praça,
conferido pelo comandante geral da corporação,
enquanto posto é o grau hierárquico do oficial,
conferido por ato do governador do Ceará e
confirmado em carta patente.
532. O Policial Militar a fim de cumprir os preceitos do
Estatuto dos militares estaduais deve obedecer todas
as ordens dos superiores hierárquicos,
independentemente de legalidade.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei Estadual
n.º 13.407/2003, julgue os itens a seguir.
533. O oficial da PMCE ocupante do posto de Capitão do
QOA, não é competente para aplicar sanções
disciplinares, pois é uma prerrogativa exclusiva dos
oficiais combatentes.
534. O prazo máximo para que um procedimento
disciplinar seja solucionado é de 30 dias,
improrrogáveis.
535. Ao Policial Militar recolhido transitoriamente é
garantido dentre outros direitos; a identificação do
responsável pela sua prisão.
536.Não será conhecido recurso hierárquico ou
reconsideração de ato intempestivos.
537. A reconsideração de ato será a única chance de um
Policial militar do Estado de anular sanção disciplinar
após encerrado o processo disciplinar.
538. O militar estadual que ameaçar alguém para que não
declare a verdade cometerá transgressão disciplinar
de natureza Grave.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que regula a
situação, os direitos, as prerrogativas, os deveres e as
obrigações dos militares estaduais, julgue os itens a
seguir.
539. Os Quadros dos oficiais na Polícia militar do Ceará
são denominados de: QOPM (Oficiais Combatentes) ,
QOSPM (Oficiais de Saúde), QOCplPM (Oficiais
Capelães) e QOA (Oficiais da Administração).
540. O Tenente QOPM Mauro concluiu sua faculdade de
Medicina, e de acordo com a legislação da PM do
Ceará, será permitida sua mudança para o quadro de
Saúde, caso o mesmo venha a requerer a mudança
mediante oficio formal ao Comando Geral.
541. Os círculos dos militares estaduais são assim
definidos: Oficiais Superiores; (Major, Tenente-
Coronel, Coronel e Coronel Comandante Geral);
Oficiais Intermediários; (Capitães) e Quadro de
Oficiais Subalternos; (1º e 2º Tenentes).
542. Os cargos na Polícia Militar do Ceará são divididos
em cargos de provimento efetivo e cargos de
provimento em comissão. Aqueles (provimento
efetivo) são os postos e graduações, compondo as
carreiras dos militares estaduais dentro de seus
quadros e qualificações, somente podendo ser
ocupados por militar da ativa, de livre nomeação e
exoneração pelo Chefe do Poder Executivo.
543. Os cargos de provimento em comissão, inerentes à
comando, direção, chefia e coordenação de militares
estaduais, previsto na Lei de organização básica da
corporação Militar, de livre nomeação e exoneração
pelo chefe do poder executivo, somente podendo ser
providos por militares do serviço ativo da corporação.
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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544. Função é a soma de autoridade, deveres e
responsabilidades de que o militar estadual está
investido legalmente, quando conduz subordinados
ou dirige uma organização militar, sendo vinculado
ao grau hierárquico e constituindo uma prerrogativa
impessoal, em cujo exercício o militar estadual se
define e se caracteriza como chefe.
545. As prerrogativas dos militares estaduais são
constituídas pelas honras, dignidades e distinções
devidas aos graus hierárquicos e cargos que lhe são
afetos.
546. É uma prerrogativa do militar estadual o julgamento
por crimes comuns, em foro especial, na
conformidade das normas constitucionais e legais
aplicáveis.
547. O militar estadual tem a prerrogativa de
cumprimento de pena de prisão ou detenção, mesmo
após o transito em julgado da sentença, somente em
Organização Militar da Corporação a que pertence.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Em conformidade com o
Estatuto dos Policiais Militares do Ceará, julgue os
itens seguintes relativos às licenças e aos afastamentos
concedidos aos militares estaduais.
548. Uma vez tendo suas férias publicadas, os militares
estaduais serão obrigados a gozá-las não podendo
em nenhuma hipótese ser interrompidas.
549. Os militares estaduais têm direito, dentre outros
afastamentos, a 10 (dez) dias por motivo de luto.
550. Licença é a autorização para afastamento total do
serviço, em caráter temporário, concedida ao militar
estadual e pode ser: à gestante: 120 dias quando a
criança tiver até 1 ano de idade, 60 dias quando a
criança tiver de 1 a 4 anos de idade e 30 dias quando
a criança tiver de 4 a 8 anos de idade.
551. Os militares estaduais tem direito a tratamento
especial, quanto à educação de seus dependentes,
para os militares estaduais do serviço ativo, através
dos Colégios da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros.
552. O militar estadual poderá ser autorizado para
afastamento total do serviço, em caráter temporário
para tratamento de saúde de dependente ou
tratamento de saúde própria ou licença para tratar de
interesse particular, todas com duração máxima de
02 (dois) anos.
553. Uma vez sendo autorizado para afastar-se do serviço,
por motivo de qualquer licença, não terá qualquer
prejuízo em sua remuneração e ainda, terá
computado como tempo de efetivo serviço e/ou
contribuição militar o período em que permanecer
afastado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante à Lei Estadual
n.º 13.407/2003, julgue os itens a seguir.
554. O cancelamento de sanções é ato de oficio do
comandante geral, depois de decorrido os lapsos
temporais respectivos, de serviço sem qualquer outra
sanção, a contar da data da última pena imposta.
555. Independente de qualquer condição especificada na
lei, o Controlador-Geral poderá cancelar uma ou mais
punições do militar estadual, que não chegue a
constituir ato de bravura, sendo reconhecido ato de
bravura o comandante-geral poderá cancelar todas,
independente das condições previstas no CDPM/BM.
556. O cancelamento de sanções tem efeito retroativo e
motivara a revisão dos atos administrativos
decorrentes de seu cancelamento.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 4ª TURMA - 2015)
À luz da Lei Complementar nº 098/2011, que dispõe
sobre a criação da Controladoria Geral dos órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário, julgue os
próximos itens.
557. A Controladoria-Geral de Disciplina dos órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário, foi criada
com objetivo único e exclusivo de apurar a
responsabilidade disciplinar e aplicar as sanções
cabíveis aos militares da Polícia Militar, militares do
Corpo de Bombeiro Militar, membros das carreiras de
Polícia Judiciária, e membros da carreira de
Segurança Penitenciária.
558. O dirigente maior da CGD denomina a ei de
Controlador-Gerencial de Disciplina, cargo
preenchido mediante concurso público, equiparado a
Secretário de Estado.
559. Os Conselhos Militares Permanentes Justificação,
dirigido à apuração dos desvios de conduta dos
oficiais, são compostos, cada um, por 04 (quatro)
oficiais, militares e/ou bombeiros militares estaduais,
ou militares das Forças Armadas.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 4ª TURMA - 2015)
Em relação ao Código Disciplinar da Polícia Militar do
Estado do Ceará e do Corpo de Bombeiros Militar do
Estado do Ceará, julgue os itens a seguir.
560. Com exceção dos militares estaduais reformados, os
demais (serviço ativo e os da reserva remunerada)
estão sujeitos ao CDPM/BM. Também estão na regra
de exceção, os ocupantes de cargos públicos nãoPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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militares ou eletivos e os Magistrados da Justiça
Militar.
561. Os valores fundamentais, determinantes da moral
militar estadual, são os seguintes: nacionalismo,
civismo, hierarquia, disciplina, profissionalismo,
legalidade, constância, verdade formal, honra
subjetiva, dignidade humana, honestidade e
coragem.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 4ª TURMA - 2015)
De acordo com o Código Disciplinar da PMBMCE (Lei
nº 13.407/2007), julgue o item a seguir.
562. Consiste em transgressão disciplinar grave: deixar de
encaminhar autoridade competente, no mais curto
prazo e pela via hierárquica, documento ou processo
que receber, se não for de sua alçada a solução
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 4ª TURMA - 2015)
Em relação às sanções administrativas disciplinares
previstas no CDPM/BM, julgue os itens a seguir.
563. A advertência consiste na forma mais branda de
sanção. É aplicada verbalmente, podendo ser feita
particular ou ostensivamente, sem constar de
publicação.
564. Permanência Disciplinar consiste na retençãodo
militar no âmbito de sua OPM ou OBM, sem
participar de qualquer serviço, instrução ou atividade
e sem estar circunscrito a determinado
comportamento. Perde vantagens e direitos inclusive
o direito de computar o tempo da pena para
qualquer efeito.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 4ª TURMA - 2015)
Em relação ao Estatuto dos Militares Estaduais, julgue
o item a seguir.
565. A carreira militar estadual caracterizada por atividade
continuada e inteiramente devotadas às finalidades e
missões fundamentais das Corporações Militares
estaduais, denominada atividade militar estadual,
sendo privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com
o ingresso e obedecendo-se sequência de graus
hierárquicos.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 3ª TURMA - 2014)
Julgue os itens seguintes, consoante à Controladoria
Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e
Sistema Penitenciário – CGD.
566. O Controlador Geral de Disciplina, poderá solicitar ao
Governador do Estado a cessão de Oficiais das Forças
Armadas, Oficiais de outras Polícias Militares
Estaduais para comporem Comissão de Processo
Administrativo Disciplinar, Conselhos de Disciplina
e/ou Justificação.
567. Os policiais civis, militares e bombeiros militares
estaduais que desempenhem suas atividades na
Controladora Geral de Disciplina, terão seu
desempenho e produtividade avaliados
semestralmente e consolidado anualmente, com base
nos seguintes critérios sem prejuízo de outros
estabelecidos em regulamento; assiduidade,
urbanidade, pontualidade e produtividade, correção
formal e jurídica dos processos administrativos e
sindicâncias, cumprimento dos prazos processuais
administrativos e cumprimento dos planos de metas
e das tarefas determinadas pelo Controlador Geral.
568. Compete ao Governador do Estado e ao Controlador
Geral, sem prejuízo das demais autoridades
legalmente competentes afastar, preventivamente,
das funções os servidores integrantes do grupo de
atividades policiais militares.
569. O período de afastamento das funções do policial
militar será computado, para todos os efeitos legais,
como de efetivo exercício, salvo para fins de
promoção, seja por merecimento ou por antiguidade.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 3ª TURMA - 2014)
Julgue os itens seguintes, no que se refere ao Código
Disciplinar dos Militares Estaduais.
570. Todos os Policiais Militares estão sujeitos ao
CDPM/BM, inclusive os reformados e da reserva
remunerada.
571. O Policial Militar tem o dever de pleitear para si, por
meio de terceiros, função ou cargo que esteja sendo
exercido por outro Policial Militar, desde que este
não esteja agindo dentro dos parâmetros da
hierarquia e disciplina.
572. O Policial Militar que agride moralmente um preso
sob sua guarda ou permite que outros o façam
pratica transgressão disciplinar média.
573. O Policial Militar que falta com a verdade pratica
transgressão disciplinar grave.
574. Para fins disciplinares e para outros efeitos, o
comportamento do Policial Militar será classificado
como: Excelente - quando, no período de 10 (dez)
anos, não lhe tenha sido aplicada qualquer sanção
disciplinar, mesmo por falta leve; Ótimo - quando, no
período de 5 (cinco) anos, lhe tenham sido aplicadas
até 2 (duas) repreensões; Bom - quando, no período
de 2 (dois) anos, lhe tenham sido aplicadas até 2
(duas) permanências disciplinares; Regular - quando,
no período de 1 (um) ano, lhe tenham sido aplicadasPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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até 2 (duas) permanências disciplinares ou 1 (uma)
custódia disciplinar; Mau - quando, no período de 1
(um) ano, lhe tenham sido aplicadas mais de 2 (duas)
permanências disciplinares ou mais de 1 (uma)
custódia disciplinar.
575. Custódia Disciplinar consiste na retenção do militar
no âmbito de sua OPM ou OBM, sem participar de
qualquer serviço, instrução ou atividade e sem estar
circunscrito a determinado comportamento. Perde
vantagens e direitos inclusive o direito de computar o
tempo da pena para qualquer efeito.
(CFO-PMCE / CESPE - 2014) Cada um dos próximos
itens apresenta uma situação hipotética, seguida de
uma assertiva a ser julgada com base no Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará.
576. Em determinada operação policial, um sargento da
PMCE foi ferido e, durante o ano subsequente inteiro,
permaneceu em tratamento de saúde. Após esse
período, ele foi afastado temporariamente do serviço
ativo, por ter sido julgado incapaz temporariamente.
Nessa situação, ele passará à situação de excedente.
577. Considera-se acidente em serviço aquele ocorrido no
exercício de atividade em objeto de serviço aquele
ocorrido no exercício de atividades profissionais
inerentes ao serviço policial-militar ou bombeiro-
militar ou ocorrido no trajeto casa-trabalho-casa.
578. Um capitão da PMCE, com nove anos de efetivo
serviço, requereu à autoridade responsável licença
para tratar de interesse particular pelo período de
dois anos. Nessa situação, a licença poderá ser-lhe
concedida, somente se o afastamento do serviço pelo
período requerido for contínuo.
579. Em razão de seus conhecimentos técnicos, um
tenente-coronel que estava na reserva remunerada
foi convocado pela PMCE. Nessa situação, o referido
oficial passará, durante o período de convocação, à
situação de militar da ativa.
580. Tendo passado à reserva remunerada da PMCE, um
primeiro tenente requereu à autoridade responsável
a concessão de porte de arma de fogo, mas seu
requerimento lhe foi indeferido sob a alegação de
estar ele na inatividade. Nessa situação, caberá
recurso contra tal indeferimento, pois, ainda que não
esteja no serviço ativo, o referido militar tem direito
ao porte requerido.
581. Em determinada ocorrência no estado do Ceará,
apresentaram-se uma equipe da Polícia Militar,
chefiada por um 1º Tenente, e uma equipe do Corpo
de Bombeiros Militar, chefiada também por um 1º
Tenente. Nessa situação, como os oficiais pertencem
a corporações diversas, não há precedência
hierárquica entre eles.
(CESPE - PM-ACRE / 2008 –  ADAPTADA) De acordo
com os dispositivos legais contidos no Estatuto dos
Militares do Estado do Ceará, julgue os próximos itens.
582. Constituem requisitos exigidos para ingresso na
carreira de Praças da PMCE; nível médio de
escolaridade, com diploma reconhecido pelo
Ministério da Educação, e habilitação para condução
de veículo automotor, comprovada mediante
apresentação da carteira nacional de habilitação nas
categorias “AD”.
583. Os cabos e soldados auxiliam e complementam as
atividades dos oficiais, no adestramento e no
emprego dos meios, na administração na execução
de atividades peculiares à PMBMCE, sendo-lhes
vedada as atividades de instrução e ensino.
584. De acordo com a ética militar estadual, o militar deve
respeitar a dignidade da pessoa humana e empregar
todas as suas energias em benefício do serviço.
585. Tem o militar estadual o dever de cumprir os deveres
especificados nas leis e regulamentos. A
inobservância destes poderá acarretar
responsabilidade administrativa disciplinar, civil e
penal.
586. O militar estadual poderá sofrer pena de reforma,
prevista no Código Penal Militar, por sentença
passada em julgado.
(CESPE - PM-ACRE / 2008 –  ADAPTADA) Julgue os
itens subsequentes tendo por referência o disposto no
Estatuto dos Militares do Estado do Ceará.
587. Mauro é soldado PM do Estado do Ceará. Não sendo
período em que houvesse feriados e sem estar em
qualquer tipo de licença ou férias, Mauro ausentou-
se da unidade em que serve por 18 dias consecutivos.
Nessa situação, Mauro foi considerado desertor.
588. Será oficialmente considerado extraviado o militar
estadual da ativa que, no desempenho de qualquer
serviço, em viagem, em operações militares estaduais
ou em casos de calamidadepública, tiver paradeiro
ignorado por mais de oito dias.
589. Conta-se o tempo de efetivo serviço do militar
estadual do Ceará, dentre outras situações, a partir da
matrícula em órgão de formação de militares
estaduais. Computando-se, ainda para todos os
efeitos legais, o tempo decorrido em cumprimentoPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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de pena privativa de liberdade por sentença
transitada em julgado, mesmo que não tenha sido
concedida suspensão condicional da pena.
590. Em consonância com o Estatuo dos militares
estaduais, a transferência para a reserva remunerada,
a pedido, será concedida mediante requerimento, ao
militar estadual que conte, no mínimo, trinta anos de
serviço, se homem, e vinte e cinco anos de serviço, se
mulher.
(SOLDADO-BMCE / CESPE - 2014) Com base no Código
Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros
Militar do estado do Ceará (CBMCE), julgue os itens a
seguir.
591. Em face do silêncio do Código Disciplinar da Polícia
Militar e do CBMCE quanto à matéria, é permitido
aos bombeiros militares da ativa o direito de
promover manifestações coletivas para reivindicar
melhorias nas condições de trabalho.
592. A disciplina, a hierarquia, o heroísmo e o patriotismo
constituem valores militares inerentes ao CBMCE.
593. Expulsão, demissão, custódia disciplinar e
repreensão são algumas das sanções disciplinares
aplicáveis aos membros dos CBMCE.
(SOLDADO-BMCE / CESPE – 2014 - ADAPTADA) À luz
do Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará, julgue os
itens seguintes.
594. O círculo dos oficiais superiores do CBMCE é
composto por oficiais dos postos de coronel,
tenente-coronel e major. O círculo dos oficiais
subalternos, por seu turno, é composto por oficiais
com a graduação de primeiro tenente, segundo
tenente e subtenente.
595. No CBMCE, as responsabilidades dos praças,
especificamente as dos cabos e as dos soldados,
concernem às atividades de execução, ao passo que
as responsabilidades dos oficiais referem-se ao
comando, à chefia e à direção das organizações
militares estaduais de bombeiro.
596. Os bombeiros militares têm direito a afastamento de
oito dias para as núpcias, oito dias para luto e trinta
dias para instalação.
597. Considere que um indivíduo tenha sido aprovado no
concurso público para o cargo de soldado da carreira
de praças do CBMCE e devidamente empossado.
Nessa situação, é correto afirmar que, caso esse
indivíduo deseje migrar para cargo da carreira de
Praças combatentes, ele deverá ser aprovado em um
novo concurso público.
(CFO BMCE / CESPE – 2014 - ADAPTADA) Em cada um
dos itens a seguir, é apresentada uma situação
hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada,
com base no que dispõe o Código Disciplinar da
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do
Estado do Ceará (CBMCE) e o Estatuto dos Militares
Estaduais do Ceará.
598. Em determinado final de semana, um tenente e sua
guarnição que estavam de serviço ingeriram bebida
alcoólica em comemoração ao aniversário de um dos
integrantes da equipe. No primeiro dia útil seguinte,
ao tomar conhecimento do ocorrido, o comandante
da organização militar instaurou procedimento
administrativo e, ao final, advertiu verbalmente todos
os militares envolvidos. Tendo em vista que nenhum
dos militares possuía registro de punição anterior em
seus assentamentos, é correto afirmar que a
advertência foi à sanção adequada.
599. No quartel do CBMCE, houve indícios de que um
tenente havia assumido compromisso no comércio
local em nome da corporação sem estar devidamente
autorizado. Ao ser questionado acerca do fato, o
oficial, ao negar a autoria, apresentou
comportamento agressivo e violento, pondo em risco
a própria vida e a de terceiros. Nessa situação, o
comandante da organização poderia recolhê-lo
transitoriamente, mesmo sem nota de punição
publicada em boletim, pois esse recolhimento não
constitui sanção disciplinar.
600. Um tenente, em razão do nascimento de seu filho,
está em gozo de licença paternidade por dez dias, a
contar da data do natalício. Nessa situação, se,
durante esse período, o oficial for indiciado em
inquérito policial militar, a licença poderá ser
interrompida.
601. Segundo o Estatuto dos militares estaduais do Ceará,
os reformados, quando, não estejam dispensados
definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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continuem a perceber remuneração pela respectiva
corporação são considerados em efetivo serviço.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Em relação ao Tempo de
Serviço dos militares estaduais, Julgue os itens
seguintes, de acordo com a Legislação da PMCE.
602. O ingresso na Polícia Militar e no Corpo de
Bombeiros Militar do Ceará dar-se-á para o
preenchimento de cargos vagos, mediante prévia
aprovação em concurso público de provas ou de
provas e títulos.
603. O ingresso no curso da habilitação de oficiais (CHO)
dar-se-á exclusivamente através de concurso público.
604. A hierarquia é a ordenação da autoridade em níveis
iguais dentro a estrutura da corporação, obrigando
os níveis inferiores em relação aos superiores.
605. O exercício das obrigações inerentes a cargo militar
estadual denomina-se, Cargo.
606. O Comandante Geral da Polícia Militar do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Ceará
excepcionalmente poderá nomear militares da ativa
para exercer cargos em comissão, inerentes a
comando, direção, chefia e coordenação de militares
estaduais.
607. As manifestações espontâneas de acatamento dos
valores e deveres éticos, a colaboração espontânea
na disciplina coletiva e na eficiência da Instituição são
manifestações essenciais da disciplina.
608. O militar estadual somente quando expressamente
autorizado pelo Comandante geral da respectiva
Corporação poderá exercer a atividade de segurança
particular, comércio ou tomar parte da administração
ou gerência de sociedade empresarial, ou dela ser
sócio.
609. Fazer uso, estar sob ação ou induzir outrem ao uso
de substância proibida, entorpecente ou que
determine dependência física ou psíquica, ou
introduzi-las em local sob administração militar
corresponde à transgressão disciplinar de natureza
grave.
610. A carreira militar estadual inicia-se com o ingresso e
após obedecer à sequência de graus hierárquicos,
encerra-se quando da transferência do militar para a
situação de reforma.
611. A disciplina é a rigorosa observância e o acatamento
integral das leis, regulamentos, normas e disposições
que fundamentam a corporação Militar Estadual.
612. Fica autorizada a designação de oficial integrante do
QOA para as funções de Comando e Comando
Adjunto de subunidades.
613. Os militares estaduais têm o direito aos seguintes
períodos de afastamento total do serviço, por motivo
de núpcias: 08 (oito) dias, luto: 08 (oito) dias
(falecimento de pais, irmão, cônjuge, companheiro
(a), filhos e sogros) instalação: 10 dias, trânsito: até 30
(trinta) dias.
614. Os militares estaduais somente poderão ser
dispensados do serviço, em todos os casos, mediante
autorização concedida pela autoridade superior
competente.
615. O comportamento do policial militar, oficial ou praça,
demonstra o seu procedimento na vida profissional e
particular.
616. Considera-se transgressão disciplinar a infração
administrativa caracterizada pela violação dos
deveres militares e são classificadas de acordo com
sua gravidade, em graves, médias e leves.
617. O militar estadual que permanecer ausente do
serviço por mais de 30 (trinta) dias, será oficialmente
considerado extraviado.
618. O elogio individual é ato administrativoque coloca
em relevo as qualidades morais e pessoais do mi litar.
619. A constituição do conselho de disciplina dar-se-á por
ato do Comandante Geral, composto, cada um, por 3
(três) oficiais, sejam militares ou bombeiros militares
estaduais, ou das forças armadas, dos quais um
oficial intermediário, recaindo sobre o mais antigo a
presidência da comissão, outro atuará como
interrogante e o último como relator e escrivão.
620. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do
Estado segundo o seu estatuto é Força auxiliar e
reserva do Exército, subordinadas ao Governador do
Estado e vinculadas operacionalmente à Secretaria da
Segurança da Administração e Gestão .
621. A Polícia Militar do Ceará tem entre suas funções a
realização do policiamento ostensivo, a preservação
dos poderes constituídos, a manutenção da ordem e
exercer a polícia judiciária militar relativa ou não aos
crimes militares cometidos pelos seus integrantes.
622. O Major PM Mauro é Policial reformado e foi
convidado para voltar à ativa, porém, o mesmo não
retornou devido não ter interesse.
623. A carreira militar é caracterizada por uma atividade
continuada e privativa do pessoal da ativa e inativa.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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624. Os reformados são inativos, quando estejam
dispensados, definitivamente, da prestação de serviço
na ativa, mas continuem a perceber remuneração
pela respectiva Corporação.
625. O Tenente-Coronel PM Salomão da reserva
remunerada foi convocado ao serviço ativo, desta
forma irá concorrer em igualdades de condições com
os demais pares à promoção ao posto de Coronel.
626. É vedada à mudança do quadro do QOAPM para o
QOPM, salvo no caso de aprovação em novo
concurso público, todavia o oficial do QAOPM
poderá excepcionalmente ser transferido para o
QOPM mediante autorização expressa do
Governador do Estado.
627. Qualquer brasileiro (nato ou naturalizado) poderá
ingressar na carreira de Praças da PMCE, contudo,
apenas brasileiro nato poderá ingressar na carreira de
Oficiais.
628. A idade para ingresso em qualquer das carreiras da
PMCE igual ou superior a 18 (dezoito) anos e inferior
a 30 (trinta) anos a ser exigida na data de matrícula
no Curso de Formação Profissional.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Código
Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros
Militar do estado do Ceará, julgue os itens a seguir
629. O Capitão PM Mauro é parente de segundo grau de
certo militar que também é oficial PM, acusado em
procedimento disciplinar, desta forma, estará
proibido de participar do conselho de Justificação.
630. O Comandante-Geral da Respectiva Corporação PM
ou BM é a autoridade competente para cancelar as
sanções disciplinares de seus integrantes, respeitados
os lapsos temporais previstos no Código Disciplinar
do Militares do Estado do Ceará.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com relação ao Estatuto
dos Militares Estaduais do Ceará, julgue os itens que se
seguem.
631. Um dos requisitos para se ingresso na PMCE é estar
em situação regular com as obrigações eleitorais e
militares e não ter sido isentado do serviço militar
por incapacidade definitiva.
632. Carlos quer fazer o concurso da PMCE e o mesmo
não poderá fazer, pois, foi licenciado das Forças
Armadas no comportamento “ótimo”.
633. Ana Maria Não poderá se inscrever no concurso
público para ingresso na carreira de praças da PMCE
Pois se encontra no 5º (quinto) mês de gestação.
634. O ingresso na PMCE dar-se-á, para a carreira de
Praça, como Aluno-Soldado do Curso de Formação
de Soldados e para a carreira de Oficial combatente,
Saúde ou Capelania como Cadete do curso de
Formação de Oficiais.
635. Mauro, Subtenente PM, pretende ingressar no
Quadro de Oficiais de Administração da respectiva
Corporação, desta forma se lograr êxito poderá
exercer a função de Comandante de Unidade militar
estadual.
636. O Tenente PM Salomão do quadro QOA, alegou que
seu quadro é de serviços administrativos, e se
recusou a tirar qualquer serviço operacional.
637. Mauro é Subtenente PM do serviço ativo da
Corporação, e possui o Curso de Formação de
Sargentos (CFS), Curso de Habilitação a Subtenente –
(CHST), e doze anos de efetivo serviço, desta forma o
mesmo está pleiteando uma vaga para o CHO, pois
preenche todos os requisitos exigidos na legislação
militar estadual.
638. O candidato que almeja ingressar na PMCE no
Quadro de oficiais Capelães deve possuir dentre
outros requisitos, Curso específico de Teologia
reconhecido pelo MEC e ainda possuir pelo menos 01
(um) ano de atividade pastoral como sacerdote,
ministro religioso ou pastor comprovada por
documento expedido pela autoridade eclesiástica da
respectiva religião.
639. Salomão, Subtenente, possui diploma de curso de
nível superior, reconhecido pelo Ministério da
Educação, todavia está submetido a Processo Regular
(Conselho de Disciplina), desta forma, ainda que
cumpra todos os demais pré-requisitos, o referido
militar não poderá concorrer a uma vaga no CHO.
640. Salomão, Subtenente PM está respondendo a
processo-crime, onde de serviço e em legitima defesa
baleou o acusado de cometimento de roubo, mesmo
respondendo criminalmente concorrerá a uma vaga
no Curso de Habilitação de Oficiais (CHO).
641. O candidato aprovado e classificado no Processo
Seletivo e que, em consequência, tenha sido
matriculado e haja concluído o Curso de Habilitação
de Oficiais com aproveitamento, obterá o acesso
posto de 2º Tenente do QOPM ou QOBM.
642. As vagas fixadas para cada Quadro serão preenchidas
de acordo com a ordem de classificação final no
Curso de Habilitação.
643. Os Oficiais que estão nos quadro do QOA
obedecerão aos mesmos requisitos e critériosPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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estabelecidos neste Estatuto para a promoção de
Oficiais combatentes da Corporação, sendo que,
somente poderão ser promovidos ao posto de Major
por bravura, excepcionalmente e por ato do
Governador do Estado.
644. O circulo das Praças Especiais foi extinto pela Lei
estadual nº 15.797/15, desta forma, não existe mais
nas Corporações militares estaduais a figura dos
Alunos Soldados, dos Cadetes e dos Aspirantes a
Oficial.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) São militares estaduais do
Ceará os membros das Corporações Militares do
Estado, instituições organizadas com base na
hierarquia e disciplina, forças auxiliares e reserva do
Exército, subordinadas ao Governador do Estado e
vinculadas operacionalmente à Secretaria da
Segurança Pública e Defesa Social. Tendo a Polícia
Militar do Ceará as seguintes missões fundamentais;
exercer a polícia ostensiva, preservar a ordem pública,
proteger a incolumidade da pessoa e do patrimônio e
garantir os Poderes constituídos no regular
desempenho de suas competências, cumprindo as
requisições emanadas de qualquer destes, bem como
exercer a atividade de polícia judiciária militar
estadual, relativa aos crimes militares definidos em lei,
inerentes a seus integrantes. Com base no Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará (EMECE), julgue os itens a
seguir.
645. A Praça com menos de 10 (dez) anos de serviço ao
cometer transgressão disciplinar será submetido a
Conselho de Disciplina ou a Processo Administrativo
Disciplinar.
646. Não será computado para nenhum efeito o tempo
passado pelo militar Estadual afastado por motivo de
trânsito e instalação.
647. O Serviço Religioso Militar do Estado será ministrado
por Oficial Capelão, na condição de sacerdote,
ministro religioso ou pastor de qualquer religião,
desde que haja, pelo menos, um quarto de militares
estaduais da ativa que professem o credo.648. Os atos administrativos do Comandante-Geral, com
reflexos exclusivamente externos, serão publicados
em Boletim Interno da Corporação.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do Militares Estaduais, julgue os itens
subsequentes.
649. Posto é o grau hierárquico dos oficiais, conferido por
ato do Governador do Estado e confirmado em Carta
Patente ou Folha de Apostila.
650. Graduação é o grau hierárquico das praças, conferido
pelo Comandante-Geral da respectiva Corporação
Militar.
651. A deontologia militar estadual é aplicada as praças e
aos oficiais das Corporações Militares estaduais,
reúne princípios e valores úteis e lógicos a valores
espirituais superiores, destinados a elevar a profissão
do militar estadual à condição de missão.
652. Dirigir-se, referir-se ou responder a superior de modo
desrespeitoso constitui-se como transgressão
disciplinar de natureza média, sujeitando o autor à
todas as sanções previstas no Código disciplinar dos
militares estaduais do Ceará.
653. Transgressão disciplinar é toda infração penal
caracterizada pela violação dos deveres militares.
654. Os militares estaduais envolvidos em procedimentos
disciplinares terão sempre direito a ampla defesa e
contraditório.
655. O militar estadual inativo poderá ser
temporariamente proibido de usar os uniformes mi-
litares, sendo que essa proibição não poderá
ultrapassar o limite máximo de 02 (dois) anos.
656. Em nenhuma hipótese poderá ser dispensada a
manifestação preliminar do acusado mesmo quando
a autoridade competente tiver convencimento
suficiente para elaboração de termo acusatório.
657. O prazo máximo para que um procedimento
disciplinar seja solucionado é de 30 dias do
recebimento da defesa do acusado, prorrogável por
igual período.
658. Certo policial militar estadual que cumpria uma
permanência disciplinar afastou-se por motivo de
luto em virtude de falecimento de seu filho por um
prazo de, 08 (oito) dias. Ao retornar do referido
afastamento, foi retomada a contagem do tempo
para fins de cumprimento da respectiva sanção
disciplinar.
659. O Soldado PM Salomão participou de luta corporal
com seu superior hierárquico, o Capitão PM Mauro,
desta forma cometeu transgressão disciplinar de
natureza gravíssima.
660. O Controlador Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública é uma das autoridades
competentes para aplicar todas as sanções
disciplinares ao militar da Carreira de Praças das
Corporações militares estaduais.
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661. Ao militar estadual recolhido transitoriamente é
garantido, dentre outros direitos a apresentação de
recurso e comunicação imediata do local onde se
encontra recolhido à pessoa por ele indicada.
662. No enquadramento disciplinar deverá ser constada a
classificação do comportamento em que o punido
permaneça ou ingresse.
663. As sanções aplicadas a oficiais jamais poderão ser
dadas a conhecimento de todos os integrantes da
Corporação.
664. Ao cometer transgressões de natureza leve o militar
estadual jamais poderá ser punido com permanência
disciplinar.
665. O Cabo PM Mauro cometeu transgressão disciplinar
de natureza grave e após o devido processo
disciplinar foi considerado culpado, desta forma, o
referido militar poderá entrar com o pedido de
Reconsideração à mesma autoridade que praticou ou
aprovou o ato a qual terá um prazo de 05 (cinco) dias
para solucioná-lo.
666. A interposição de recurso hierárquico nunca poderá
ser feita sem o conhecimento do resultado da
reconsideração de ato.
667. O militar estadual, em hipótese alguma, poderá está
filiado a partido político.
668. O Governador do Estado é competente para aplicar
todas as sanções disciplinares previstas no Código
Disciplinar, exceto a demissão dos oficiais que
compete somente ao Controlador Geral de Disciplina.
669. O Comandante Geral da respectiva Corporação
militar estadual é a única autoridade competente
para cancelar todas as sanções disciplinares qualquer
militar do Estado que praticar comprovadamente ato
considerado de bravura.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir acerca dos
processos regulares.
670. A constituição do Conselho de Justificação dar-se-á
por ato do Governador do Estado, ou do Controlador
Geral de Disciplina, composto cada um, por 3 (três)
oficiais, sejam Militares ou Bombeiros Militares
Estaduais, ou das Forças Armadas, dos quais, 1 (um)
Oficial intermediário, recaindo sobre o mais antigo a
presidência da Comissão, outro atuará como
interrogante e o último como relator e escrivão.
671. Os oficiais subalternos jamais poderão participar de
Conselho Disciplina ou de Processo Administrativo
Disciplinar.
672. Nos processos regulares as testemunhas de defesa
devem ser inquiridas em primeiro lugar.
673. A instauração de Conselho de Justificação importa no
afastamento da praça do exercício de qualquer
função policial, para que permaneça à disposição do
Conselho.
674. O PAD dispõe de um prazo de 45 (quarenta e cinco)
dias, a contar da data de sua nomeação, para a
conclusão de seus trabalhos relativos ao processo, e
de mais 15 (quinze) dias para deliberação, confecção
e remessa do relatório conclusivo.
675. Depois de elaborado o relatório conclusivo do
Conselho de Disciplina o processo será encaminhado
ao Governador do Estado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Controladoria Geral de
Disciplina dos órgãos de Segurança Pública e Sistema
Penitenciário (CGD) é órgão do primeiro escalão do
Governo, uma Secretaria de Estado vinculada somente
ao Governador, status que define sua relação com as
demais secretarias, administrados e agentes. À luz da
Lei Complementar nº 098/2011, que dispõe sobre a
criação da Controladoria Geral dos órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário, julgue os
próximos itens.
676. Do ponto de vista estratégico, a CGD atua somente
na inteligência e na prevenção de pequenos e médios
delitos por parte dos agentes de segurança pública
do Estado.
677. O dirigente maior da CGD denomina a lei de
Controlador Geral de Disciplina, cargo em comissão
equiparado a secretário de Estado, de livre nomeação
e exoneração do Governador do Estado.
678. O GTAC é diretamente subordinada ao Governador,
com a missão preventiva e ostensiva, realizada por
meio de fiscalizações e inspeções, em instalações,
viaturas e unidades.
679. Para cumprimento de suas atribuições, a
Controladoria Geral de Disciplina poderá requisitar,
no âmbito do Poder Executivo, documentos públicos
necessários à elucidação e/ou constatação de fatos
objeto de apuração ou investigação.
680. A CGD tem dentre outras atribuições; participar e
colaborar com a Academia Estadual de Segurança
Pública-AESP na elaboração de planos de
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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capacitação, bem como na promoção de cursos de
formação.
681. Por ser um órgão fiscalizador a CGD não pode ser
composta de servidores das pastas que fiscaliza.
682. A estrutura da CGD do Estado do Ceará foi definida
através da Lei Complementar nº 098/2011.
683. A lei Complementar nº 098/2011 cria o cargo de
Controlador Geral Adjunto de Disciplina, de
provimento em comissão, de livre nomeação e
exoneração pelo Governador do Estado, escolhido
dentre Bacharéis em Direito, de reputação ilibada,
sendo o substituto do Controlador Geral em suas
ausências e impedimentos.
684. As Comissões Civis Permanentesde Processos
Disciplinares, compostas por 3 (três) membros, que
serão indicados mediante ato do Controlador Geral
de Disciplina, ou a quem por delegação couber,
dentre Delegados de Polícia ou Servidores Públicos
Estáveis, sendo um presidente, um secretário e um
membro.
685. Nos processos administrativos disciplinares em que a
pena seja a de demissão, após decididos pelo
Controlador-Geral de Disciplina e, após o envio ao
Governador do Estado, deverá ser encaminhado para
a Procuradoria Geral do Estado, com o fito de atestar
a regularidade do procedimento.”
686. Quando a apuração dos fatos praticados por policiais
militares e bombeiros militares estaduais revelar
conexão, sobretudo envolvendo praças estáveis e não
estáveis, a competência para apuração será do
Processo Administrativo Disciplinar.
687. Compete exclusivamente ao Controlador Geral,
afastar preventivamente das funções os servidores
integrantes do grupo de atividade de polícia
 judiciária, policiais militares, bombeiros militares e
agentes penitenciários que estejam submetidos à
sindicância ou processo administrativo disciplinar,
por prática de ato incompatível com a função pública,
no caso de clamor público ou quando necessário á
garantia da ordem pública, à instrução regular da
sindicância ou do processo administrativo disciplinar
e à viabilização da correta aplicação de sanção
disciplinar.
688. Os policiais civis e os militares e os bombeiros
militares estaduais requisitados para servir na
Controladoria Geral de Disciplina serão considerados,
para todos os efeitos, como no exercício regular de
suas funções de natureza policial civil, policial militar
ou bombeiro militar.
689. Caberá recurso no prazo de 10 (dez) dias, dirigido ao
Conselho de Disciplina e Correição, das decisões
proferidas pelo Controlador-Geral de Disciplina
decorrente das apurações realizadas nas Sindicâncias,
pelos Conselhos de Justificação, Conselhos de
Disciplina e pelas Comissões de Processos
Administrativos Disciplinares, sendo que das decisões
definitivas tomadas no âmbito da Controlador ia Geral
de Disciplina, somente poderá discordar o
Governador do Estado.
690. Os servidores estaduais designados para servirem na
Controladoria Geral de Disciplina deverão ter, no
mínimo, os seguintes requisitos, dentre outros; ser,
preferencialmente, Bacharel em Direito, em
Administração ou Gestão Pública e se militar ou
policial civil, possuir, preferencialmente, no mínimo
10 (dez) anos de serviço operacional prestado na
respectiva Instituição.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz das disposições
normativas aplicadas aos Militares Estaduais do Ceará,
 julgue os itens seguintes.
691. A transferência “ex offício” para a reserva remunerada
verificar-se-á sempre que os militares estaduais
atinjam a idade limite de 60 (sessenta) anos.
692. A Licença para Tratar de Interesse Particular (LTIP)
poderá ser de no máximo 02 (dois) anos, dos quais os
06 (seis) primeiros meses sem prejuízo de sua
remuneração. No período que exceder os 06 (seis)
meses até o limite de 02 (dois) anos haverá prejuízo
do tempo de serviço, bem como da remuneração.
693. O Oficial PM transferido para a reserva remunerada
será promovido em reconhecimento dos bons
serviços prestados a Corporação.
694. O Cabo PM Salomão com exatos 10 (dez) anos de
efetivo serviço que se candidatou a cargo eletivo
obteve êxito na eleição e por ter sido diplomado
passou para a reserva remunerada.
695. Os militares estaduais são submetidos a regime de
tempo integral de serviço, inerente à natureza da
atividade militar estadual, inteiramente devotada às
finalidades e missões fundamentais das Corporações
Militares estaduais, sendo compensados através de
sua remuneração normal adicionada de pagamento
de horas-extras quando necessário.
696. O Capitão PM Mauro que se encontra no atual cargo
a 5 (cinco) anos tem precedência sobre o Capitão BM
Salomão que também se encontra no atual cargo a 5
(cinco) anos.
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697. Excelente, ótimo, bom, regular e mau são
comportamentos atribuídos aos militares estaduais,
independentemente de posto ou graduação.
698. Haverá aplicação de sanção disciplinar, mesmo
quando o militar estadual tiver cometido à falta em
preservação da ordem pública ou de interesse
coletivo.
699. O Cabo PM Betim cometeu certa transgressão
disciplinar de natureza leve, desta forma, somente
pode ser punido com uma repreensão.
700. O militar estadual da reforma remunerada que for
designado para o serviço ativo terá todos os direitos
e deveres dos da ativa, em igual situação hierárquica,
salvo quanto à remuneração.
701. Ao militar estadual candidato a cargo eletivo impõe-
se o dever ético de abster-se do uso das designações
em toda e qualquer situação.
702. Suspensão, demissão, expulsão, Prisão disciplinar,
custódia disciplinar, advertência e repreensão são
sanções disciplinares aplicáveis a todos os membros
da PMCE.
703. Em períodos de normalidade da vida social, em que
não haja necessidade específica de atuação dos
militares em missões de mais demorada duração e de
mais denso emprego, os militares estaduais
observarão a escala extra de serviço, a critério do
Comando-Geral da Corporação.
704. A custódia terá um prazo máximo de duração de 20
(vinte) dias.
705. O Secretário de Segurança Pública poderá aplicar a
sanção de Custódia disciplinar.
706. A licença-maternidade só será concedida à adotante
ou guardiã mediante apresentação do respectivo
termo judicial.
707. A militar adotante terá direito a 120 (cento e vinte)
dias de licença se a criança tiver entre 01 (um) a 04
(quatro) anos de idade.
708. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar
manterão atualizada a relação nominal de todos os
seus militares, agregados ou não, no exercício de
cargo ou função em órgão não pertencente à
estrutura da Corporação.
709. Compete ao Comandante–Geral efetivar o ato de
reversão do militar agregado, devendo ser publicado
no Boletim Interno da Corporação até 10 (dez) dias,
contados do conhecimento oficial do fato que a
motivou.
710. Entre outras situações, ficará agregado o militar
estadual que ultrapassar 06 (seis) meses contínuos de
licença para tratar de interesse particular ou de saúde
de dependente ou ainda, houver transcorrido o prazo
de graça e caracterizado o crime de deserção.
711. O Sargento PM Mauro que desrespeitou superior
hierárquico não poderá ser punido por está na
situação de agregado.
712. O militar estadual da Reserva remunerada, quando
convocado pelo Comandante Geral da Corporação
passa a fazer parte do efetivo ativo através de
reversão.
713. A Superioridade hierárquica ocorrerá sempre quando,
em igualdade de posto ou graduação, o oficial ou
praça ocupar cargo ou função que lhe atribua
superioridade funcional.
714. O comportamento “Mau” constitui-se como uma
circunstância agravante no processo regular,
enquanto que o comportamento “Regular” constitui-
se como uma circunstancia atenuante.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais (Lei n.º 13.729/2006), julgue os
itens a seguir.
715. Salomão que se encontra na graduação de Capitão
foi punido com Custódia Disciplinar deixando o
comportamento excelente ingressando no
comportamento ótimo.
716. É dever do militar estadual, atuar com devotamento
ao interesse público, colocando-o acima dos anseios
particulares.
717. Utilizar-se do anonimato para fins ilícitos é
transgressão disciplinar de natureza média.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Agregação é a situação na
qual o militar estadual em serviço ativo deixa de
ocupar vaga na escala hierárquica do seu Quadro, nela
permanecendo sem número. Acerca do tema e tendo
como referência o Estatutodos Militares Estaduais do
Ceará, julgue os itens seguintes.
718. Reversão é o ato pelo qual o militar estadual
agregado, ou inativado, retorna ao respectivo Quadro
ou serviço ativo, quando cessado o motivo que deu
causa à agregação ou quando conduzido do serviço
ativo para a inatividade na forma da Lei.
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719. O Militar estadual, depois de transcorridos mais de
90 (noventa) dias de tramitação administrativa
regular do processo ficará agregado quando estiver
aguardando transferência para a inatividade, ficando
afastado de toda e qualquer atividade a partir da
agregação.
720. O militar estadual agregado, por não ocupar vaga na
Corporação não fica sujeito às obrigações
disciplinares concernentes às suas relações com os
outros militares e autoridades civis durante a
agregação.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) A Lei nº 13.407/2003
institui o Código Disciplinar da Polícia Militar do Ceará
e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará,
Corporações Militares Estaduais organizadas com base
na hierarquia e na disciplina, dispõe sobre o
comportamento ético dos militares estaduais e
estabelece os procedimentos para apuração da
responsabilidade administrativo-disciplinar dos
militares estaduais. Concernente à classificação do
comportamento, julgue os próximos itens.
721. Mauro, Cabo da PMCE está há mais de 10 (dez) anos
sem sofrer nenhuma sanção disciplinar, nem mesmo
por falta leve, desta forma o referido Cabo encontra-
se atualmente no comportamento “Excepcional”.
722. Salomão ingressou na PMCE na carreira de Praças e
foi classificado no comportamento “bom” após 05
anos de serviço, havia sofrido uma permanência
disciplinar, desta forma encontra-se no
comportamento “Ótimo”.
723. Ao praticar um ato reconhecidamente como de
bravura, o militar estadual será de imediato
classificado no comportamento “Excelente”.
724. O comportamento “Mau” caracteriza-se quando, no
período de 1 (um) ano, lhe tenham sido aplicadas
mais de 2 (duas) permanências disciplinares ou mais
de 1 (uma) custódia disciplinar.
725. Excelente, ótimo, bom, regular, mau e ruim são os
comportamentos existentes nas Corporações
militares estaduais.
726. O tenente PM Mauro, nos últimos 02 (dois) anos foi
punido disciplinarmente com uma custódia, desta
forma seu comportamento atual é “Bom” .
727. A dispensa do serviço é uma recompensa militar e
somente poderá ser concedida por oficiais dos
postos de Tenente-Coronel e Coronel a seus
subordinados funcionais.
728. A contagem de tempo para melhora do comporta-
mento se fará automaticamente, de acordo com os
prazos estabelecidos no art. 54 deste Código.
729. Para efeito de classificação, reclassificação ou me-
lhoria do comportamento, ter-se-ão como bases as
datas em que as sanções foram publicadas.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os próximos itens
relativos à Legislação da PMCE.
730. Um major da PMCE pertence ao círculo dos oficiais
superiores, enquanto um primeiro-tenente pertence
ao círculo dos oficiais subalternos.
731. Dentro de um mesmo posto, considera-se
hierarquicamente superior o policial-militar mais
antigo na PMCE.
732. Um Tenente PM que se utiliza de seu posto para
obter facilidades pessoais de qualquer natureza viola
um dos princípios da ética policial-militar.
733. Compete aos Cabos e Sargentos da PMCE auxiliar e
complementar as atividades dos oficiais da
Corporação.
734. Considera-se a violação dos preceitos da ética
policial-militar tão mais grave quanto mais elevado
for o grau hierárquico de quem a cometer.
735. É vedado somente aos Oficiais da ativa da PMCE
filiar-se a partidos políticos.
736. Um Militar da PMCE que se casa tem direito a
afastar-se do serviço pelo período de oito dias úteis.
737. Um sargento da PMCE pode receber condecorações,
mas não dispensas de serviço, como recompensa
decorrente do reconhecimento de bons serviços
prestados.
738. Se certo militar da PMCE receber, de um superior
hierárquico, uma ordem obscura, ele tem direito de
solicitar ao referido superior a confirmação de
maneira formal.
739. Todo superior hierárquico é competente para aplicar,
sanções disciplinares a seus subordinados.
740. As responsabilidades nas esferas criminal e
administrativa são independentes entre si, todavia,
podem ser apuradas concomitantemente.
741. A repreensão é uma pena que deve ser aplicada
reservadamente ao policial-militar, sendo vedada a
sua divulgação aos seus pares.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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742. Os Cabos e sargentos podem ficar presos na mesma
dependência.
743. O militar estadual extraviado, não será desligado do
serviço ativo, enquanto não for confirmado o
falecimento ou deserção, pois a qualquer momento
poderá retornar ao serviço.
744. O Cabo Mauro que foi designado para curso de
duração de 24 meses, solicitou sua reserva
remunerada, depois de 04 (quatro) anos do término
do curso, sendo informado pelo setor competente
que só poderia ser inativado naquela data se
efetuasse pagamento de indenização ao Estado.
745. À Praça da PMCE será concedida transferência para a
reserva remunerada, a pedido, mesmo que esteja
respondendo a Conselho de Justificação.
746. A exoneração a pedido é um direito do militar
estadual e não poderá ser negada em nenhuma
hipótese.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Transgressão disciplinar é
a infração administrativa caracterizada pela violação
dos deveres militares, cominando ao infrator as
sanções previstas na Lei nº 13.407/2003, sem prejuízo
das responsabilidades penal e civil. Julgue os itens
subsequentes relativos às transgressões disciplinares
previstas no Código Disciplinar dos Militares estaduais
do Ceará.
747. As transgressões disciplinares compreendem todas as
ações ou omissões contrárias à disciplina militar,
inclusive os crimes previstos nos Códigos Penal ou
Penal Militar.
748. As transgressões disciplinares serão classificadas
como médias, desde que venham a ser atentatórias
aos direitos humanos fundamentais.
749. Transportar na viatura, aeronave ou embarcação que
esteja sob seu comando ou responsabilidade, pessoal
ou material, sem autorização da autoridade
competente é transgressão disciplinar de natureza
média.
750. Acionar desnecessariamente sirene de viatura policial
ou bombeirística é transgressão disciplinar de
natureza leve.
751. Frequentar lugares incompatíveis com o decoro
social ou militar, salvo por motivo de serviço é
transgressão de natureza grave.
752. O Militar que apresentar-se, em qualquer situação,
mal uniformizado, com o uniforme alterado ou
diferente do previsto, contrariando o Regulamento
de Uniformes da Corporação Militar ou norma a
respeito cometerá transgressão disciplinar de
natureza leve.
753. Trabalhar mal, intencionalmente ou por desídia, em
qualquer serviço, instrução ou missão e retirar-se da
presença do superior hierárquico sem obediência às
normas regulamentares, constituem-se em
transgressões disciplinares de natureza média e leve
respectivamente.
754. Andar ostensivamente armado, em trajes civis, não se
achando de serviço é transgressão disciplinar de
natureza grave.
755. Concorrer para a discórdia, desarmonia ou cultivar
inimizade entre companheiros é transgressão
disciplinar de natureza grave.
756. São consideradas transgressões militares graves usar
de força desnecessária no atendimento de ocorrência
ou no ato de efetuar prisão e agredir física, moral ou
psicologicamente preso sob sua guarda ou permitir
que outros o façam.
757. Dormir em serviço de policiamento, vigilância ou
segurança de pessoas ouinstalações, salvo quando
autorizado é transgressão disciplinar de natureza
média.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Estatuto dos
Militares Estaduais (Lei n.º 13.729/2006), julgue os
itens a seguir relativos ás sanções disciplinares.
758. O SD PM Mauro foi punido com advertência como
forma de sanção disciplinar, que apesar de ter sido
publicada não foi registrada nos assentamentos do
militar estadual.
759. A permanência disciplinar e custódia disciplinar são
sanções disciplinares onde em ambas o militar do
Estado não fica restrito a determinado
compartimento.
760. A expulsão e a demissão constituem-se como
sanções disciplinares que podem ser aplicadas tanto
as praças quanto aos oficiais.
761. O militar estadual somente poderá ser expulsa se
atentar contra a segurança das instituições ou
praticar algum ato desonrosos ou ofensivos ao
decoro profissional.
762. São sanções disciplinares aplicáveis aos militares do
Estado, independentemente do posto, graduação ou
função que ocupem, são advertência, repreensão,
suspensão, permanência disciplinar, custódiaPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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disciplinar, reforma administrativa disciplinar,
demissão, expulsão e proibição do uso do uniforme e
do porte de arma.
763. A decisão do recurso em caso de recolhimento
transitório será fundamentada e proferida no prazo
de cinco dias úteis. Expirado esse prazo, sem a
decisão do recurso, o militar será liberado
imediatamente.
764. Os recursos disciplinares só serão considerados se
forem tempestivos e apresentarem fatos novos.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Considerando os
preceitos contidos no Código da Disciplina da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará (CD-PMCBM-CE), que dispõe sobre o
comportamento ético e estabelece os procedimentos
para apuração da responsabilidade administrativo-
disciplinar dos militares estaduais, julgue os seguintes
itens.
765. Aos militares do estado da ativa e da inativa são
proibidas manifestações coletivas de caráter
reivindicatório ou de cunho político-partidário e em
relação a atos de superiores.
766. Ao militar do estado em serviço ativo, bem como o
militar da inatividade é vedado exercer atividade de
segurança particular e de comércio ou integrar a
administração ou gerência de sociedade empresária
ou dela ser sócio ou participar, exceto como
acionista, cotista ou comanditário.
767. Não será computado, para nenhum efeito, o tempo
que o militar estadual ficar afastado do exercício de
suas funções em consequência de ferimentos
ocorridos durante o serviço ou, mesmo quando de
folga, em razão da preservação de ordem pública, de
proteção do patrimônio e da pessoa, visando a sua
incolumidade em situações de risco, infortúnio ou de
calamidade, bem como em razão de moléstia
adquirida no exercício de qualquer função militar.
(CESPE - CF DE CABOS PMDF/ 2003 –  ADAPTADA)
Acerca da PMCE e da atividade policial-militar,
inclusive de seu regime disciplinar, julgue os itens a
seguir.
768. A PMCE é uma força auxiliar e subordinada ao
Exército brasileiro.
769. Os alunos de órgãos de formação de policiais-
militares são considerados policiais-militares em
serviço ativo.
770. Não é considerado um policial militar na inatividade
aquele que foi reformado de forma disciplinar.
771. Uma vez reformado, um policial militar não pode ser
convocado compulsoriamente para o exercício de
atividade policial militar.
772. Considerando que o acesso à carreira de oficial da
Polícia Militar é privativo de brasileiro nato, é correto
afirmar que um brasileiro naturalizado só pode ser
Praça da PMCE.
773. Dentro de uma mesma graduação, considera-se
hierarquicamente superior o policial militar mais
antigo no Posto.
774. Chama-se posto o grau hierárquico dos oficiais, e
chama-se graduação o grau hierárquico das praças.
775. O policial militar extraviado por mais de trinta dias é
considerado ausente.
776. Um Tenente PM que pede demissão durante o
terceiro ano de oficialato não precisa indenizar o
Estado pelas despesas relativas à sua preparação e
formação.
777. Um cabo da PMCE não pode ser condenado a pena
disciplinar de detenção superior a trinta dias.
778. Considere a seguinte situação hipotética. Um cabo da
PMCE recebeu de um oficial uma ordem e, embora
não tenha entendido bem o que lhe era ordenado,
teve vergonha de pedir esclarecimentos. Nessa
situação, se o cabo exorbitar o cumprimento da
ordem recebida, ele não responderá pelos excessos
que cometer, pois cabia ao oficial ter expedido uma
ordem mais clara.
779. Policiais-militares de círculos hierárquicos diferentes
só podem ficar presos na mesma dependência
mediante prévia autorização do Controlador Geral de
Disciplina.
780. Um cabo da PMCE condenado a pena de
Permanência Disciplinar deve cumpri-la sem prejuízo
da realização dos serviços internos.
781. É proibida a imposição de punição disciplinar a cabos
da PMCE sem que lhes sejam garantidos o
contraditório e a ampla defesa.
(CESPE - CF DE CABOS PMDF / 2005 – ADAPTADA) Um
capitão PM determinou a um sargento a realização de
tarefa que contraria preceito regulamentar. Perplexo,
o sargento pediu esclarecimentos ao capitão, que
respondeu afirmando que ordens devem ser
prontamente cumpridas. Com relação à situação
hipotética apresentada, julgue os itens que se seguem.
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782. O sargento poderia solicitar ao capitão a confirmação
da ordem por escrito, cabendo ao capitão atender a
solicitação.
783. Considerando que o sargento tenha cumprido a
referida ordem, ele terá a inteira responsabilidade
pelas consequências que dela advenham, pois
comando errado não se executa.
(CESPE - CF DE CABOS PMDF / 2005 –  ADAPTADA)
Quanto a círculos e escalas hierárquicas na polícia
militar, julgue os itens subsequentes.
784. Somente em situações excepcionais, os Alunos dos
cursos de Saúde e Capelania serão equiparados a
Cadetes do 3º ano.
785. O círculo de oficiais subalternos é composto apenas
pelo posto de 1º Tenente.
(CESPE - CF DE CABOS PMDF / 2005 –  ADAPTADA)
Quanto às punições disciplinares previstas no
Regulamento Disciplinar dos Militares estaduais,
 julgue os itens a seguir.
786. Repreensão é a censura enérgica ao transgressor, e
consiste em admoestação feita verbalmente, em
caráter reservado ou ostensivo.
787. A advertência somente poderá ser feita por escrito e
em caráter reservado.
788. O Militar sob Custódia Disciplinar somente poderá
participar de serviços ou instrução por comprovada
necessidade do serviço e mediante expressa
autorização do Comandante Geral da Corporação.
789. O militar punido com Permanência Disciplinar ou
com recolhimento transitoriamente deve comparecer
a todos os atos de instrução e serviço, exceto ao
serviço de escala externo.
(CESPE - CHO PMDF / 2006 – ADAPTADA) Em relação à
legislação específica aplicada à Polícia Militar do Ceará
(PMCE), julgue os itens a seguir.
790. O Conselho de Justificação aplica-se também ao
oficial inativo presumivelmente incapaz de
permanecer na situação de inatividade.
791. O militar estadual poderá afastar-se do serviço por
motivo de falecimento de sua sogra, por um período
de 08 (oito) dias.
(CESPE - CHO PMDF / 2006 –  ADAPTADA) No que
concerne ao Estatuto da PMCE, julgue os itens
seguintes.
792. Na PMCE, a demissão aplica-se exclusivamente aos
oficiais, não cabendo à aplicação desse instituto às
praças.
793. Os uniformes da PMCE representam o símbolo da
autoridade policial militar, com as prerrogativas a ela
inerentes. Em razão disso, são privativose exclusivos
da corporação.
794. Na organização da instituição policial militar, posto é
o lugar ocupado pela praça no quadro hierárquico, e
graduação, o lugar ocupado pelo oficial, sendo
ambos conferidos pelo comandante-geral da
corporação.
795. A passagem do policial militar à situação de
inatividade, mediante transferência a pedido para a
reserva remunerada, se efetuará desde que o
requerente conte no mínimo com 30 (trinta) anos de
serviço, excetuando-se dessa exigência o coronel
exonerado do cargo de comandante-geral da Polícia
Militar do Ceará, que pode ser transferido para a
reserva independentemente do tempo de serviço
e/ou contribuição.
796. Os alunos de escola de formação de militares
estaduais (alunos-soldados, cadetes e alunos
específicos da saúde, Capelania da Policial militar e
Complementar do Corpo de Bombeiros), são
considerados militares estaduais do serviço ativo da
respectiva corporação.
797. Mauro prestou serviço como tenente à Força Aérea
Brasileira por 06 (seis) anos. Aprovado no concurso
público de admissão ingressou no quadro de oficiais
Policiais militares da PMCE em setembro de 2010.
Nessa situação, Mauro poderá computar como
tempo efetivo de serviço e/ou contribuição todo
aquele prestado à Força Aérea Brasileira.
(CESPE - CHO PMDF / 2009 – ADAPTADA) Com relação
à promoção de praças, julgue os itens subsequentes à
luz da Lei nº 13.729/2006.
798. A incapacidade física definitiva, alienação mental e
idade são formas de formas do militar estadual ser
transferido para a reforma da corporação.
799. O Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros,
solicitará ao Governador do Estado, por intermédio
da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social e
ouvida a Secretaria de Planejamento e Gestão, a
abertura de concurso público para o preenchimento
de posto de 2º Tenente de oficiais do Quadro
Complementar, com profissionais de nível superior.
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800. O militar estadual não pode realizar movimentos
grevistas, todavia, lhe é permitido à sindicalização.
801. Na apuração do tempo de contribuição do militar
estadual não haverá distinção entre tempo de
contribuição militar estadual e tempo de contribuição
não militar.
(CESPE - CHO PMDF / 2009 – ADAPTADA) No que se
refere ao Estatuto dos Policiais Militares da PMCE,
 julgue os itens que se seguem.
802. Os Policiais Militares do Ceará somente podem ser
excluídos da Corporação mediante decisão do
tribunal competente.
803. A praça na reserva remunerada pode ser submetida a
conselho de disciplina.
804. O oficial que perder o posto e a patente deve ser
demitido de ofício, com direito à remuneração
equivalente aos anos de serviços prestados.
805. Se determinado Policial Militar do Ceará se
candidatar a cargo eletivo quando possuir 07 (sete)
anos de efetivo serviço, ele deve ser excluído da
Corporação, sem direito a qualquer indenização.
(CESPE / SOLDADO PMAL / 2012 –  ADAPTADA) No
que se refere ao Estatuto dos Policiais Militares da
PMCE, julgue os itens que se seguem.
806. Considere a seguinte situação hipotética; se Mauro
for brasileiro nato, Salomão for brasileiro
naturalizado e Ana, estrangeira, somente Mauro e
Salomão poderão ingressar na PMCE, tanto na
carreira de praças como na carreira de oficiais.
807. A PMCE tem como missões fundamentais, dentre
outras; exercer a polícia ostensiva, preservar a ordem
pública, proteger a incolumidade da pessoa e do
patrimônio.
808. Os policiais militares da reserva remunerada podem
ser convocados e designados para a realização de
serviço específico, passando, nesse caso, a ser
considerados policiais na ativa.
(CESPE / SOLDADO PMDF –  ADAPTADA) Acerca da
hierarquia e da disciplina policial-militar, julgue os
itens a seguir.
809. O militar estadual da ativa ou da inativa que perder a
nacionalidade brasileira será submetido a processo
 judicial ou regular para fins de expulsão ex officio,
por incompatibilidade com o disposto no EMECE.
810. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser
mantidos em todas as circunstâncias, inclusive na
inatividade, pelos policiais militares.
811. Em igualdade de graduação, os policiais militares em
atividade não têm precedência sobre os da
inatividade.
812. O ingresso na carreira de oficial ocorre mediante
aprovação em Concurso público ou através do Curso
de Habilitação de Oficiais (CHO).
(CESPE / SOLDADO PMDF – ADAPTADA) Em cada um
dos itens abaixo, é apresentada uma situação
hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada com
base na Legislação da PMCE.
813. Um Subtenente PM encontra-se afastado
temporariamente do serviço ativo por ter
permanecido, por mais de nove meses contínuos, em
licença para tratar de interesse particular. Nessa
situação, o referido militar deve ser agregado.
814. Um Soldado PM deixou de comparecer por 48 horas
consecutivas à Organização Policial-Militar (OPM)
onde servia, sem comunicar nenhum motivo de
impedimento. Nessa situação, o soldado será
considerado desertor.
815. Um Policial militar na inatividade encontra-se em
viagem com paradeiro ignorado por mais de oito
dias. Nessa situação, ele será considerado
desaparecido.
816. Um Sargento PM da ativa desapareceu durante uma
operação policial militar, permanecendo com o
paradeiro ignorado há 30 (trinta) e nove dias. Nessa
situação, ele será oficialmente considerado
extraviado.
817. Um Cabo PM encontra-se afastado temporariamente
do serviço ativo por haver sido considerado
oficialmente extraviado. Nessa situação, o cabo
deverá ser agregado.
(CESPE / SOLDADO PMDF –  ADAPTADA) Julgue os
seguintes itens, relativos à Legislação dos militares do
Estado do Ceará.
818. Considere a seguinte situação hipotética. Um
Soldado PM da ativa, no desempenho de uma
operação policial militar, praticou um ato
configurador de crime militar e de transgressão
disciplinar. Nessa situação, independentemente da
reprimenda relativa ao crime, se considerado culpado
após o devido processo, o soldado receberá a pena
disciplinar correspondente à falta.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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819. Será submetido a conselho de disciplina, na forma da
legislação específica, o Capitão PM presumivelmente
incapaz de permanecer como policial militar da ativa.
820. Considere a seguinte situação hipotética. Um Tenente
PM foi agregado por ter passado à disposição de
outro órgão do Ceará para exercer função de
natureza civil, afastando-se temporariamente do
serviço ativo. Nessa situação, exonerado da função de
natureza civil, o oficial retornará ao respectivo quadro
por meio da reversão.
821. A transferência ex officio para a reserva remunerada
verificar-se-á, dentre outras situações, quando o
Coronel Comandante-Geral que for substituído na
chefia da Corporação por Coronel promovido pelo
Governador do Estado.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Considerando os
preceitos contidos no Código da Disciplina da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará (CD-PMCBM-CE), que dispõe sobre o
comportamento ético e estabelece os procedimentos
para apuração da responsabilidade administrativo-
disciplinar dos militares estaduais, julgue os seguintes
itens relativos às transgressões disciplinares.
822. Fumar em local não permitido e tomar parte em
 jogos proibidos ou jogar a dinheiro os permitidos,
em local sob administração militar, ou em qualquer
outro, quando uniformizado constituem-se como
transgressões disciplinares de natureza média.
(CFP DE PRAÇAS-PMCE / FUNCAB – 2ª TURMA - 2013)
Julgue os itens seguintes, consoante à Controladoria
Geral de Disciplina dosÓrgãos de Segurança Pública e
Sistema Penitenciário – (CGD).
823. Das decisões definitivas no âmbito da CGD, somente
podem discordar o Comandante Geral ou o
Governador do Estado.
824. Fica criada, no âmbito da Controladoria Geral de
Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e
Sistema Penitenciário do Estado do Ceará o Grupo
Tático de Atividade Correicional –  GTAC, que tem
dentre outras atribuições; realizar atividades de
fiscalização operacional, bem como outras
necessárias investigações e realizar correições
preventivas e repressivas, por meio de inspeções em
instalações, viaturas e unidades.
825. No âmbito da Controladoria, os processos
administrativos disciplinares em que haja suspensão
tramitarão em regime de prioridade.
826. O Controlador Geral de Disciplina poderá delegar
outras atribuições ao GTAC, além das previstas na Lei
Complementar nº 098/11.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os itens seguintes,
no que se refere ao Código Disciplinar dos Militares
Estaduais.
827. O militar estadual que faltar a ato judiciário,
administrativo ou similar, salvo motivo relevante a ser
comunicado por escrito à autoridade a que estiver
subordinado, e assim considerado por esta, na
primeira oportunidade, antes ou depois do ato, do
qual tenha sido previamente cientificado comete
transgressão disciplinar grave.
828. O Policial Militar que desrespeitar regras de trânsito,
de tráfego aéreo ou de navegação marítima, lacustre
ou fluvial, salvo quando essencial ao atendimento de
ocorrência emergencial cometerá transgressão
disciplinar de natureza grave.
829. O Policial Militar que frequentar ou fazer parte de
sindicatos, associações profissionais com caráter de
sindicato, ou de associações cujos estatutos não
estejam de conformidade com a lei pratica
transgressão disciplinar média.
830. O Policial Militar que introduzir bebidas alcoólicas em
local sob administração militar, salvo se devidamente
autorizado pratica transgressão disciplinar grave.
831. Para fins disciplinares e para outros efeitos, o
comportamento do Policial Militar será classificado
como Ótimo quando, no período de 10 (dez) anos,
não lhe tenha sido aplicada qualquer sanção
disciplinar, mesmo por falta leve.
832. Deixar de identificar-se quando solicitado, ou quando
as circunstâncias o exigirem constitui transgressão
leve.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os seguintes itens,
relativos à Legislação dos Militares do Estado do
Ceará.
833. A deserção do policial militar do Ceará acarreta
interrupção do serviço policial militar com a
consequente expulsão “ex-offício”, para a praça e
para o oficial.
834. A praça sem estabilidade assegurada será
automaticamente excluído (a) do serviço ativo após
oficialmente declarada desertora.
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835. A demissão do oficial acontecerá, dentre outras, se o
militar estadual for condenado a pena de perda da
função pública, por sentença passada em julgado.
836. A expulsão da praça a bem da disciplina acarreta a
transferência para a situação de inativo.
837. É de competência exclusiva do Comandante-Geral da
Polícia Militar o ato de expulsão a bem da disciplina
das praças com estabilidade assegurada.
838. Os uniformes da Polícia Militar com seus distintivos,
insígnias e emblemas são privativos dos policiais-
militares e representam o símbolo da autoridade
policial-militar com as prerrogativas que lhes são
inerentes. Assim, constituem crimes o desrespeito aos
uniformes, distintivos, insígnias e emblemas policiais
militares bem como seu uso por quem a eles não
tiver direito.
839. Os deveres policiais militares emanam de um
conjunto de vínculos racionais e morais que ligam o
policial militar ao Estado e ao serviço,
compreendendo, essencialmente, por exemplo, a
dedicação escalonada ao serviço policial militar e
fidelidade à instituição a que pertence, ressalvado o
sacrifício da própria vida.
840. As faltas médias somente são puníveis com
advertência ou repreensão e, na reincidência, com
suspensão disciplinar de até 05 (cinco) dias.
841. O Cabo PM Mauro que prestou serviços relevantes a
corporação foi elogiado pelo Comandante Geral da
Corporação mesmo estando no mau
comportamento.
842. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na
retirada dos registros realizados nos assentamentos
individuais do militar da ativa, relativo a uma ou mais
ou ainda de todas às penas disciplinares existentes.
843. A dispensa do serviço é uma recompensa militar e
somente poderá ser concedida por oficiais superiores
a seus subordinados funcionais.
844. A interposição de recurso disciplinar pelo militar
acusado agravará sua sanção.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz do Código
Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará e do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Lei
n.º 13.407/2003), julgue os itens a seguir acerca dos
processos regulares.
845. Após o prazo de três dias para a Defesa Prévia,
apresentada ou não a defesa, proceder-se-á à
inquirição das testemunhas, devendo as de acusação,
em número de até 03 (três), serem ouvidas em
primeiro lugar.
846. Encerrada a fase de instrução, o oficial ou praça
acusado será intimado para apresentar, por seu
advogado ou defensor público, no prazo de 15
(quinze) dias, suas razões finais de defesa.
847. Tanto no conselho de disciplina como no de
 justificação sempre que o acusado não for localizado
ou deixar de atender à intimação formal para
comparecer perante o Conselho será adotada a
seguinte providência: a intimação é publicada em
órgão de divulgação com circulação na respectiva
OPM ou OBM e o processo corre à revelia do
acusado, caso não venha a atender à publicação.
848. O Conselho de Justificação destina-se a apurar
somente as transgressões disciplinares cometidas por
oficial superior e a incapacidade deste para
permanecer no serviço ativo militar.
849. O prazo para conclusão do Conselho de Disciplina é
de 60 (sessenta) dias, a contar da data da nomeação
do Oficial, e de mais 15 (quinze) dias para
deliberação, confecção e remessa do relatório
conclusivo.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Com base no Estatuto dos
Militares Estaduais do Ceará (EMECE), que regula a
situação, os direitos, as prerrogativas, os deveres e as
obrigações dos militares estaduais, julgue os itens a
seguir.
850. Garantia do posto, em toda a sua plenitude, com as
vantagens, prerrogativas e deveres a ele inerentes,
quando praças, a promoção, de conformidade com o
estabelecido em lei, independente de vagas, o porte
de arma para as praças somente em serviço, licença
paternidade, de 08 (oito) dias, em virtude de adoção
de criança de 0 (zero) a 04 (quatro) meses, ou por
filho nascido através do casamento ou de entidade
familiar considerada pela legislação civil e 13º
(décimo terceiro) salário são direitos garantidos aos
militares estaduais.
851. A licença para tratar de interesse particular é a
autorização para afastamento total do serviço
concedida ao policial militar com mais de 10 (dez)
anos de efetivo serviço, que a requerer com aquela
finalidade, sendo concedida com prejuízo da
remuneração e da contagem do tempo de serviço
efetivo.
852. Somente em flagrante delito poderá o policial militar
ser preso por autoridade policial, ficando esta
obrigada a entregá-lo, após a lavratura do flagrante,
em uma unidade policial militar mais próxima, sóPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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podendo retê-lo na delegacia durante o tempo
necessário à lavratura do flagrante, informando-o dos
seus direitos, entre os quais o de permanecer calado
e de contar com a assistênciade sua família e de
advogados.
853. A PMCE exerce a polícia judiciária militar nos caos de
cometimento de crime militar por parte de qualquer
militar estadual.
854. Após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais,
o aluno terá acesso a uns dos Quadros pertencentes
à respectiva Corporação militar estadual.
855. Os reformados e os da Reserva remunerada são
militares inativos da respectiva Corporação militar
estadual, desta forma, mantêm suas
responsabilidades disciplinares, seus deveres e seus
direitos como militares estaduais do Ceará, como por
exemplo; o retorno ao serviço ativo da mediante
convocação do Governador do Estado.
856. O Curso de Formação de Oficiais, dos candidatos ao
oficialato nos Quadros de Oficiais de Saúde e de
Oficiais Capelães da Polícia Militar terá uma duração
de 06 (seis) meses. Após o referido curso os alunos
serão então, declarados Cadetes do 3º ano.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do militares estaduais, julgue os itens
subsequentes.
857. A camaradagem é indispensável à formação e ao
convívio do militar, incumbindo aos comandantes
incentivar e manter a harmonia e a solidariedade
entre os seus comandados, promovendo estímulos
de aproximação e cordialidade.
858. A civilidade é parte integrante da educação policial
militar, cabendo a superiores e subordinados atitudes
de respeito e deferência mútuos.
859. Liberar preso ou detido ou dispensar parte de
ocorrência sem competência legal para tanto
constitui transgressão disciplinar de natureza média.
860. Deixar de fiscalizar o subordinado que apresentar
sinais exteriores de riqueza, incompatíveis com a
remuneração do cargo e não cumprir, sem justo
motivo, a execução de qualquer ordem legal recebida
são transgressões disciplinares de natureza grave.
861. O pedido de conversão elide o pedido de
reconsideração de ato, nos casos em que o
transgressor não possua nenhuma falta grave ou
média, o pedido de conversão não elidirá o pedido
de reconsideração de ato.
862. Na hipótese do recolhimento transitório ser
determinado pelo Comandante da Corporação Militar
para onde for recolhido o militar, o recurso será
interposto perante esta autoridade, que
imediatamente o encaminhará ao seu superior
hierárquico, a quem incumbirá à decisão.
863. Ao Secretário de Segurança Pública e aos
Comandantes-Gerais da Polícia Militar e do Corpo de
Bombeiros Militar compete conhecer das sanções
disciplinares aplicadas aos inativos da reserva
remunerada, em grau de recurso, respectivamente, se
oficial ou praça.”
864. O Governador do Estado é competente para aplicar
todas as sanções disciplinares previstas neste Código,
cabendo ao Controlador Geral de Disciplina: todas as
sanções disciplinares exceto a demissão de oficiais,
ao respectivo Subcomandante da Corporação Militar
e ao Subchefe da Casa Militar, as sanções
disciplinares de advertência, repreensão,
permanência disciplinar, custódia disciplinar e
proibição do uso de uniformes, até os limites
máximos previstos.
865. Aos oficiais do posto de coronel: as sanções
disciplinares de advertência, repreensão,
permanência disciplinar de até 20 (vinte) dias e
custódia disciplinar de até 15 (quinze) dias, aos
oficiais do posto de tenente-coronel: as sanções
disciplinares de advertência, repreensão e
permanência disciplinar de até 20 (vinte) dias; aos
oficiais do posto de major: as sanções disciplinares de
advertência, repreensão e permanência disciplinar de
até 15 (quinze) dias, aos oficiais do posto de capitão:
as sanções disciplinares de advertência, repreensão e
permanência disciplinar de até 10 (dez) dias e aos
oficiais do posto de tenente: as sanções disciplinares
de advertência, repreensão e permanência disciplinar
de até 5 (cinco) dias.
866. Haverá aplicação de sanção disciplinar mesmo
quando for reconhecida qualquer das seguintes
causas de justificação: motivo de força maior ou caso
fortuito, plenamente comprovados; em preservação
da ordem pública ou do interesse coletivo; legítima
defesa própria ou de outrem; obediência à ordem
superior, desde que a ordem recebida não seja
manifestamente ilegal; uso de força para compelir o
subordinado a cumprir rigorosamente o seu dever,
no caso de perigo, necessidade urgente, calamidade
pública ou manutenção da ordem e da disciplina.
867. A publicação é a divulgação oficial do ato ad-
ministrativo referente à aplicação da sanção
disciplinar ou à sua justificação, e dá início a seus
efeitos.
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868. A autoridade que tiver de aplicar sanção a su-
bordinado que esteja a serviço ou à disposição de
outra autoridade requisitará a apresentação do
transgressor.
869. Nenhum militar do Estado será interrogado ou ser-
lhe-á aplicada sanção se estiver em estado de
embriaguez, ou sob a ação de substância en-
torpecente ou que determine dependência física ou
psíquica, devendo, se necessário, ser, desde logo,
recolhido transitoriamente, por medida preventiva.
870. A interrupção de afastamento regulamentar, para
cumprimento de sanção disciplinar, somente ocorrerá
quando determinada pelo Comandante Geral,
Governador do Estado ou pelo Controlador Geral dos
Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário.
871. O início do cumprimento da sanção disciplinar deverá
ocorrer no prazo máximo de 05 (cinco) dias após a
ciência, pelo militar punido, da sua publicação.
872. A contagem do tempo de cumprimento da sanção
começa no momento em que o militar do Estado
iniciá-lo, computando-se cada dia como período de
24 (vinte e quatro) horas.
873. Para fins disciplinares e para outros efeitos, o
comportamento militar classifica-se em Bom quando,
no período de 02 (dois) anos, lhe tenham sido
aplicadas até 02 (duas) permanências disciplinares.
874. O Militar estadual será classificado no
comportamento ótimo quando, no período de 05
(cinco) anos, lhe tenham sido aplicadas até 02 (duas)
repreensões.
875. Bastarão apenas 02 (duas) sanções disciplinares
acima dos limites estabelecidos neste artigo para
alterar a categoria do comportamento.
876. Para a classificação do comportamento fica estabele-
cido que duas repreensões equivalerão a uma
permanência disciplinar.
877. O Pedido de reconsideração somente poderá ser
impetrado uma única vez, já o Recurso hierárquico
poderá ser impetrado no máximo 02 (duas) vezes.
878. Os prazos referentes ao recurso hierárquico são: para
interposição: 05 (cinco) dias, a contar do
conhecimento da solução do pedido de
reconsideração pelo interessado ou do vencimento
do prazo de 30 (trinta) dias; para comunicação: 03
(três) dias, a contar do protocolo da OPM ou OBM da
autoridade destinatária; para solução: 10 (dez) dias, a
contar do recebimento da interposição do recurso no
protocolo da OPM ou OBM da autoridade
destinatária.
879. O militar do Estado, que considere a si próprio, a su-
bordinado seu ou a serviço sob sua responsabilidade
prejudicado, ofendido ou injustiçado por ato de
superior hierárquico, poderá interpor recursos
disciplinares.
880. São recursos disciplinares; o pedido de
reconsideração de ato, recurso hierárquico e a
revisão.
881. O pedido de reconsideração de ato é recurso
interposto, mediante parte ou ofício, à autoridade
que praticou, ou aprovou, o ato disciplinar que se
reputa irregular, ofensivo, injusto ou ilegal, para que
o reexamine.
882. O Pedido de reconsideração de ato, que não tem
efeito suspensivo, deve ser apresentado no prazo
máximo de 05 (cinco) dias, a contar da data em que o
militar do Estado tomar ciência do ato que o
motivou.
883. O recurso hierárquico, terá efeito suspensivo e será
redigido sob a forma de parte ou ofício e endereçado
diretamenteà autoridade imediatamente superior
àquela que não reconsiderou o ato tido por irregular,
ofensivo, injusto ou ilegal.
884. Solucionados os recursos disciplinares e havendo
sanção disciplinar a ser cumprida, o militar do Estado
iniciará o seu cumprimento dentro do prazo de 03
(três) dias úteis.
885. Invalidação ou ratificação é a declaração de
invalidade da sanção disciplinar aplicada pela própria
autoridade ou por autoridade subordinada, quando,
na apreciação do recurso, verificar a ocorrência de
ilegalidade, devendo retroagir à data do ato.
886. Quando há ampliação do número dos dias propostos
para uma sanção disciplinar ou a aplicação de sanção
mais rigorosa estamos nos referindo à agravação.
887. Quando um militar estadual é punido
disciplinarmente, não é possível que a sanção
imposta seja reduzida ou aplicada, outra menos
rigorosa.
888. Caberá agravamento ou atenuação da sanção em
razão da interposição de recurso disciplinar pelo
militar acusado.
889. O prazo máximo para que um militar estadual
consiga anular sanção administrativo-disciplinar é de
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05 (cinco) anos, a contar da data da publicação do
ato que se pretende invalidar.
890. O cancelamento de sanções disciplinares consiste na
retirada dos registros realizados nos assentamentos
individuais do militar da ativa, relativos às penas
disciplinares que lhe foram aplicadas, sendo aplicável
às sanções de reforma administrativa disciplinar, de
demissão e de expulsão.
891. Para o cancelamento de permanência disciplinar ou,
anteriormente a esta Lei, de detenção: 7 anos.
892. Para o cancelamento de custódia disciplinar ou,
anteriormente a esta Lei, de prisão administrativa: 10
anos.
893. Independentemente das condições previstas no
artigo 70 deste Código, o Controlador Geral de
Disciplina poderá cancelar uma ou mais punições do
militar que tenha praticado qualquer ação militar
considerada especialmente meritória, que não
chegue a constituir ato de bravura.
894. Configurado ato de bravura, assim reconhecido, o
Secretário de Segurança Pública poderá cancelar
todas as punições do militar, independentemente das
condições previstas neste Código.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Julgue os seguintes itens,
relativos à Legislação dos Militares do Estado do
Ceará.
895. A situação de desaparecido será considerada mesmo
havendo indício de deserção.
896. Não será computado para nenhum efeito o tempo
passado pelo militar Estadual afastado por motivo de
trânsito.
897. A Reversão dentro das Corporações militares
estaduais pode ocorrer quando o militar agregado ou
inativo retorna ao seu respectivo cargo ou serviço
ativo ou quando conduzido da inatividade para o
serviço temporário, na forma da lei.
898. O militar estadual, em hipótese alguma, poderá está
filiado a partido político.
899. O Soldado PM Mauro de serviço na guarda do
quartel foi flagrado dormindo durante o serviço sem
autorização, desta forma, o referido militar cometeu
transgressão disciplinar de natureza grave.
900. O Candidato a ingresso na PMCE Salomão, após a
devida nomeação e posse será classificado no
comportamento “Bom” independentemente se
ingressar como Praça ou Oficial.
901. Pelo fato do Brasil ser um Estado laico, ou seja, sem
religião oficial, não existe previsão de assistência
religiosa nas Corporações militares estaduais.
902. Mauro, Soldado da PMCE, apresentou-se para o
serviço com sintomas de embriaguez, desta forma se
for comprovado que o mesmo estava alcoolizado
para tirar o serviço responderá pelo cometimento de
transgressão disciplinar de natureza média.
903. São manifestações essenciais da hierarquia; a
observância rigorosa das prescrições legais e
regulamentares, a obediência às ordens legais dos
superiores e o emprego de todas as energias em
benefício do serviço.
904. O Aluno Soldado e o aluno Oficial (Cadete) ao
concluírem com êxito seus respectivos cursos de
formação serão nomeados pelo Governador do
Estado.
905. O Cabo PM Mauro não está habilitado para dirigir
viatura, mesmo assim assumiu o serviço como
motorista, desta forma cometeu transgressão
disciplinar de natureza leve.
906. A prestação do serviço extraordinário não poderá ser
executada imediatamente após ou anteriormente a
este, ao término de um expediente diário.
907. O Soldado Salomão cometeu transgressão grave em
reincidência e foi punido com 15 (quinze) dias de
Custódia Disciplinar pelo Ten. Coronel Mauro.
908. O Controlador Geral de Disciplina e o Secretário de
Planejamento e Gestão poderão aplicar sanções
disciplinares aos militares estaduais.
909. As praças têm estabilidade assegurada a partir da
matrícula no Curso de Formação.
910. O militar estadual na situação de agregado “AG” não
pode ser punido, pois não ocupa vaga na
Corporação.
911. O militar estadual tem direito ao fardamento da
respectiva Corporação militar estadual ou ainda o
valor correspondente, pelo menos uma vez ao ano,
sendo esse direito restrito às Praças.
912. O militar Reformado por alienação mental, somente
poderá ser convocado para o serviço ativo em caráter
excepcional, como por exemplo, em caso de Guerra.
913. O Soldado Salomão estava respondendo a conselho
disciplina, porém no curso do respectivo processo
disciplinar veio a óbito, desta forma ocorreu a
extinção da punibilidade.Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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914. O Cabo Mauro passará automaticamente para a
reserva remunerada da Corporação ao atingir a idade
de 60 (sessenta) anos.
915. Cumprir os deveres de cidadão e dedicar-se em
tempo integral ao serviço militar estadual, buscando,
com todas as energias, o êxito e o aprimoramento
técnico-profissional e moral são deveres éticos,
emanados dos valores militares estaduais e que
conduzem a atividade profissional sob o signo da
retidão moral.
916. Possuir honorabilidade compatível com a situação de
futuro militar estadual, tendo, para tanto, boa
reputação social e não estando respondendo a
processo criminal, nem indiciado em inquérito
policial não ser, nem ter sido, condenado
 judicialmente por prática criminosa são alguns dos
requisitos indispensáveis para ingresso na PMCE.
917. A segunda etapa do concurso público para ingresso
na PMCE constará de exames médico-odontológico,
biométrico e toxicológico, de caráter eliminatório e
classificatório.
918. Para ingressar nas fileiras da PMCE o candidato deve
satisfazer, dentre outros requisitos; ter, no mínimo,
1,62 m de altura, se candidata do sexo feminino, e
1,57m, se candidato do sexo masculino.
919. Ser portador de carteira nacional de habilitação
classificada, no mínimo, na categoria “AB”, na data da
matrícula no Curso de Formação Profissional e ter no
mínimo 18 (dezoito) anos de idade são requisitos
indispensáveis a todos os candidatos que almejam
ingressar na PMCE.
920. O concurso de admissão tem como objetivo
selecionar os candidatos que demonstrem possuir
capacidade intelectual, conhecimentos fundamentais,
vigor físico e condições de saúde que lhes
possibilitem desenvolver plenamente as condições
do cargo pleiteado, bem como acompanhar os
estudos por ocasião do Curso de Formação.
921. Após o Curso de Formação de Oficiais, se
considerado aprovado, o candidato terá acesso ao
Quadro de Oficiais de Administração (QOA), por ato
do Governador do Estado.
922. O Oficial do Quadro de Saúde, quando afastado ou
impedido temporariamente ou licenciado do
exercício da medicina, da farmácia ou da
odontologia, por ato do Conselho competente, será
demitido da Corporação, por incompatibilidade para
com a função de seucargo, sendo-lhe assegurado o
contraditório e a ampla defesa.
923. Possuir o curso de formação teológica regular, de
nível universitário, reconhecido pela autoridade
eclesiástica de sua religião é apenas um dos
requisitos para ingresso na carreira de oficiais de
Saúde da PMCE.
924. O Quadro de Oficiais Policiais militares, será
constituído de Primeiros-Tenentes e de Capitães,
conforme as vagas existentes nos respectivos cargos
e a legislação específica da respectiva Corporação.
925. Fica vedada a designação de oficial integrante do
QOA para as funções de Comando e Comando
Adjunto de Unidades e Subunidades, Chefia e
Direção, sendo que, somente o Governador pode
autorizar oficiais do QOA a exercer tais funções.
926. Não existe previsão expressa no Estatuto dos
militares estaduais para que o oficial do QOA realize
atividades operacionais.
927. A nomeação ao primeiro posto do oficialato e as
promoções subsequentes serão consubstanciadas
por ato do Governador do Estado. O ato de
nomeação para posto inicial da carreira de oficial e
ao primeiro de oficial superior, acarretam expedição
de Carta Patente pelo Governador do Estado..
928. Excepcionalmente o Subtenente poderá frequentar o
círculo dos oficiais subalternos.
929. Concluído o Curso de Formação de Oficiais, ou Curso
de Formação Profissional, para o QOPM, QOBM,
QOSPM, QOCBM e QOCplPM e o Curso de
Habilitação de Oficiais para o QOAPM e o QOABM, e
obtida a provação, serão os concludentes nomeados
ou obterão acesso, por ordem de classificação, no
respectivo curso, ao posto de Segundo-Tenente,
através de ato governamental.
930. O Quadro de Oficiais Policiais Militares –  QOPM
possui precedência sobre todos os demais quadros
da PMCE.
931. Somente na Polícia Militar há previsão de se manter
organizado o registro de todos os Oficiais e
Graduados, em atividade, cujos resumos constam dos
Almanaques da Corporação.
932. A cada cargo militar estadual corresponde um
conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades
que se constituem em obrigações do respectivo
titular. As atribuições e obrigações inerentes a cargo
militar estadual devem ser, preferencialmente,
compatíveis com o correspondente grau hierárquico,
e no caso do militar estadual do sexo feminino,
preferencialmente, levando-se em conta as
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diferenciações físicas próprias, tudo definido em
legislação ou regulamentação específicas.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) À luz da Lei
Complementar nº 098/2011, julgue os próximos itens.
933. A CGD (Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos
de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do
Estado do Ceará) foi criada, dentre outras razões,
visando o incremento da transparência da gestão
governamental, o combate à corrupção e ao abuso
no exercício da atividade policial ou de segurança
penitenciaria, buscando uma maior eficiência dos
serviços policiais e de segurança penitenciária,
prestados à sociedade.
934. A CGD atua frente à orientação, educação e
fiscalização dos profissionais de Segurança Pública e
do Sistema Penitenciário do Estado, e ainda auxilia os
órgãos estaduais nas atividades de investigação
social dos candidatos aprovados em concurso
público para provimento de cargos.
935. Aplicar e acompanhar o cumprimento de punições
disciplinares é atribuição institucional exclusivamente
dos Comandantes das Corporações militares
estaduais.
936. A DAI, (Delegacia de Assuntos Internos), criada pela
Lei Complementar nº 098/11 é vinculada
administrativamente à Secretaria de Segurança
Pública e Defesa Social, e funcionalmente à
Controladoria Geral de Disciplina.
(CFP - CBMCE / 2015 –  CESPE) De acordo com o
Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará (EMECE),
 julgue os itens a seguir.
937. O militar pode gozar suas férias em até dois
períodos, que podem ser ambos de quinze dias ou
um período de dez e outro de vinte dias, a critério do
interessado e mediante acordo com a unidade em
que serve.
938. O Posto de 2º Tenente do QOA é acessível a todos os
brasileiros, (natos e naturalizados), por meio de
aprovação em concurso público.
939. O bombeiro militar terá direito ao afastamento total
do serviço por dez dias em virtude de licença
paternidade.
940. Estão na inatividade os militares da reserva
remunerada, os reformados e os pensionistas.
(CFP - CBMCE / 2015 –  CESPE) Com base no Código
Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros
Militar do Ceará, julgue os itens que se seguem.
941. Tanto os oficiais como as praças podem ser expulsos
da corporação se praticarem atos que sejam
desonrosos ou ofensivos ao decoro profissional ou
atentem contra a segurança das instituições
nacionais.
942. A moral do bombeiro militar é determinada por
valores fundamentais como hierarquia,
profissionalismo e dignidade humana.
943. SITUAÇÃO HIPOTÉTICA: Um militar que agiu de
forma abusiva durante o cumprimento de ordens
superiores alegou, na averiguação dos fatos, que seu
comportamento decorrera da emissão de ordens
dúbias por parte do seu superior. ASSERTIVA: Nessa
situação, a autoridade que emitiu as ordens deverá
responder pelos atos do seu subordinado.
944. Caso uma praça apresente conduta nociva à
disciplina, seu comportamento poderá ser
considerado incompatível com a função militar
estadual e, em consequência, poderá receber a
sanção de reforma administrativa disciplinar.
945. É lícito ao militar deixar de cumprir serviços
extraordinários em que esteja nominalmente
escalado em virtude de impedimento de força maior.
(CFO - CBMCE / 2015 –  CESPE - ADAPTADA) Acerca
dos dispositivos previstos no Código Disciplinar da
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do
Estado do Ceará, julgue os itens que se seguem.
946. A custódia disciplinar é um tipo de sanção
administrativa disciplinar que será aplicada pelo
controlador geral de disciplina dos órgãos de
segurança pública e sistema penitenciário, pelo
secretário de segurança pública e defesa social, pelo
comandante geral e pelos demais oficiais ocupantes
de funções próprias do posto de coronel.
947. Se um oficial bombeiro militar praticar transgressão
militar e for penalizado com recolhimento transitório,
essa medida deverá ser imediatamente comunicada
ao juiz auditor, ao Ministério Público e à CGD.
948. Nas situações previstas em legislação disciplinar, a
pena demissória do serviço ativo, determinada
mediante processo regular, poderá ser aplicada
somente às Praças, sendo nula quando aplicada aos
Oficiais.
949. Considere que certo Subtenente PM encontra-se
afastado temporariamente do serviço ativo por ter
permanecido, por 03 (três) meses contínuos, em
licença para tratar de interesse particular, nessa
situação, o referido militar deve ser agregado.
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950. Um Soldado PM deixou de comparecer por 24 (vinte
e quatro) horas consecutivas à Organização Policial-
Militar (OPM) onde servia, sem comunicar nenhum
motivo de impedimento. Nessa situação, o soldado
foi considerado ausente.
951. Um 2º Sargento PM da ativa desapareceu durante
uma operação policial militar, permanecendo com o
paradeiro ignorado por 30 (trinta) dias. Nessa
situação, ele será oficialmente considerado
extraviado.
952. O ingresso na carreira de oficial combatente ocorre
mediante aprovação em Concurso público ou através
do Curso de Habilitação de Oficiais (CHO).
953. O candidato que almeja ingressar na PMCE e já se
encontra na situação de militar de qualquer Estado
da Federação ou das Forças Armadas, não pode ter
30 (trinta) anos de idade na data de matrícula noCurso de Formação Profissional.
954. Os bombeiros militares têm direito a afastamento de
oito dias para as núpcias, oito dias para luto e trinta
dias para instalação.
955. O círculo dos oficiais superiores da PMCE é composto
por oficiais dos postos de coronel, tenente-coronel e
major. O círculo dos oficiais subalternos, por seu
turno, é composto por oficiais com a graduação de
primeiro tenente, segundo tenente e subtenente.
956. Tendo passado à reserva remunerada da PMCE, um
primeiro tenente requereu à autoridade responsável
a concessão de porte de arma de fogo, mas seu
requerimento lhe foi indeferido sob a alegação de
estar ele na inatividade. Nessa situação, caberá
recurso contra tal indeferimento, pois, ainda que não
esteja no serviço ativo, o referido militar tem direito
ao porte requerido.
957. Considere que um indivíduo tenha sido aprovado no
concurso público para o cargo de soldado da carreira
de praças do CBMCE e devidamente empossado.
Nessa situação, é correto afirmar que, caso esse
indivíduo deseje migrar para cargo da carreira de
especialistas, ele deverá ser aprovado em um novo
concurso público.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Consoante a Lei
Complementar nº 098/2011, julgue os itens
subsequentes.
958. Por prática de ato incompatível com a função pública,
no caso de clamor público ou quando necessário á
garantia da ordem pública, à instrução regular da
sindicância ou do processo administrativo disciplinar
e à viabilização da correta aplicação de sanção
disciplinar os servidores poderão ser afastados
preventivamente das funções por ato do Cmt. Geral
ou do Governador.
959. Os servidores dos Órgãos vinculados à Secretaria da
Segurança Pública e Defesa Social e os agentes
penitenciários afastados de suas funções, ficarão à
disposição da unidade de Recursos Humanos a que
estiverem vinculados, que deverá reter a identificação
funcional, distintivo, arma, algema ou qualquer outro
instrumento funcional que esteja em posse do
servidor, e remeter à Controladoria Geral de
Disciplina cópia do ato de retenção, por meio digital,
e relatório de sua frequência.
960. Observar a utilização regular e adequada de bens e
equipamentos, especialmente de proteção a defesa,
armamento e munição é uma das competências da
GTAC.
961. O período de afastamento das funções será
computado, para todos os efeitos legais, como de
efetivo exercício, salvo para fins de promoção.
962. A Lei Completar nº 098/11 autoriza a instituição de
estágio acadêmico no âmbito da Controladoria Geral
de Disciplina para estudantes do curso de graduação
em Direito, Administração, Gestão Pública, Sociologia,
Psicologia, Informática, dentre outros, conforme
decreto regulamentador.
963. Os servidores estaduais designados para servirem na
Controladoria Geral de Disciplina deverão ter, no
mínimo, dentre outros requisitos, obrigatoriamente,
formação acadêmica em Direito.
964. As decisões definitivas tomadas no âmbito da
Controladoria Geral de Disciplina, jamais poderão ser
discordadas ou questionadas.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Os trabalhos da
Controladoria Geral de Disciplina serão executados por
meio de atividades preventivas, educativas, de
auditorias administrativas, inspeções in loco,
correições, sindicâncias, processos administrativos
disciplinares civis e militares em que deverá ser
assegurado o direito de ampla defesa, visando sempre
à melhoria e o aperfeiçoamento da disciplina, a
regularidade e eficácia dos serviços prestados à
população, o respeito ao cidadão, às normas e
regulamentos, aos direitos humanos, ao combate a
desvios de condutas e à corrupção dos servidores dos
órgãos que fiscaliza. Tendo o texto acima como
informação inicial e a luz da Lei Complementar nº
098/2011, julgue os próximos itens.
965. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário do EstadoPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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do Ceará foi criada, dentre outras razões, visando o
incremento da transparência da gestão
governamental, o combate à corrupção e ao abuso
no exercício da atividade policial ou de segurança
penitenciaria, buscando uma menor eficiência dos
serviços policiais e de segurança penitenciária,
prestados à sociedade.
966. Cabe ao Controlador Geral de Disciplina,
exclusivamente, a informação do oficial ou da praça a
ser submetido a Conselho de Justificação e de
Disciplina, acompanhada da documentação
necessária.
967. Os processos administrativos disciplinares ou
sindicâncias, que ainda encontram-se em andamento,
deverão ser avocados pela CGD passando a conduzi-
los a partir da fase em que se encontram.
968. A CGD tem dentre outras atribuições; acessar
diretamente quaisquer bancos de dados funcionais
dos integrantes da Secretaria da Segurança Pública e
Defesa Social e da Secretaria de Justiça e Cidadania.
969. Aplicar e acompanhar o cumprimento de punições
disciplinares é atribuição institucional da
Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de
Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado
do Ceará.
970. A CGD atua frente à orientação, educação e
fiscalização dos profissionais de Segurança Pública e
do Sistema Penitenciário do Estado, e ainda auxilia os
órgãos estaduais nas atividades de investigação
social dos candidatos aprovados em concurso
público para provimento de cargos.
971. A Lei Complementar 098/11 cria o Cargo de
Controlador Geral de Disciplina, de provimento em
comissão, equiparado a Secretário de Estado, de livre
nomeação e exoneração pelo Governador do Estado,
escolhido dentre profissionais bacharéis em Direito,
de conduta ilibada, com vínculo funcional com algum
dos órgãos que compõem a SSPDS ou SEJUS.
972. Os servidores estaduais poderão ser convocados pelo
Controlador Geral de Disciplina para prestarem
informações e esclarecimentos, no exercício de sua
competência, configurando crime o não
comparecimento.
973. Por ser um órgão do Estado do Ceará, a CGD não
pode ter a participação de militares das Forças
Armadas ou de outras Policias militares estaduais nas
Comissões de Processo Administrativo Disciplinar,
Conselhos de Disciplina e/ou Justificação.
974. Compete à CGD a realização de sindicâncias e
processos administrativos que tenham por objetivo
apurar a responsabilidade disciplinar de servidores
integrantes da atividade judiciária, policiais militares,
bombeiros militares e agentes penitenciários.
975. Os Cargos de Controlador Geral Adjunto de
Disciplina e de Secretário Executivo de Disciplina são
cargos em comissão, de livre nomeação e exoneração
pelo Governador do Estado.
(CFO - PMCE / 2015 – CESPE - ADAPTADA) Julgue os
itens a seguir, relativos às disposições expressas no
Estatuto dos Militares Estaduais do Ceará.
976. O Corpo de Bombeiros Militar, assim como a Polícia
Militar do Ceará, está subordinado, operacional,
administrativa e financeiramente, à Secretaria da
Segurança Pública e Defesa Social do Estado.
977. Conforme previsto em lei, um primeiro-tenente da
Polícia Militar do Ceará que tenha sido promovido a
esse posto em dezembro de 2014 terá precedência
hierárquica sobre um primeiro-tenente bombeiro
militar do Ceará que tenha sido promovido a esse
posto em dezembro de 2010.
978. Militar estadual reformado que esteja em situação de
dispensa definitiva da corporação não poderá ser
convocado para prestar serviço na ativa.
979. Considerando-se que um dos pilares da organização
militar é a hierarquia, é correto afirmar que, entre
militares do mesmo posto ou da mesma graduação,
não existe precedência hierárquica.
(CFO - PMCE / 2015 – CESPE - ADAPTADA) Acerca dos
dispositivos previstos no Código Disciplinar da Polícia
Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do
Ceará, julgue os itens que seseguem.
980. SITUAÇÃO HIPOTÉTICA:  Certo militar estadual
cometeu uma falta disciplinar de natureza leve e foi
penalizado pelo seu superior com uma advertência.
ASSERTIVA:  Nessa situação, a sanção disciplinar,
ainda que seja verbal, deverá ser publicada em
boletim interno e consignada no registro de
informações de punições do oficial.
981. Nas situações previstas em legislação disciplinar, a
pena demissória do serviço ativo, determinada
mediante processo regular, poderá ser aplicada tanto
a praças quanto a oficiais, ao passo que a pena de
expulsão somente poderá ser aplicada a praças.
982. SITUAÇÃO HIPOTÉTICA:  Um oficial da PMCE, com
15 (quinze) anos de serviço, foi eleito deputado
estadual e, quando da sua diplomação, passou para aPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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reserva remunerada. ASSERTIVA:  Nessa situação,
ainda que esteja recebendo proventos da
corporação, o oficial não estará sujeito a regramentos
militares / disciplinares.
983. SITUAÇÃO HIPOTÉTICA: Um oficial bombeiro militar
em serviço presenciou o cometimento de uma
infração disciplinar por parte de um de seus
subordinados, mas, devido ao fato de ambos serem
amigos, não tomou nenhuma providência em relação
ao ocorrido. ASSERTIVA:  Nessa situação, o oficial
responderá solidariamente, na esfera administrativo-
disciplinar, pela transgressão cometida pelo
subordinado.
(CFO - PMCE / 2015 – CESPE - ADAPTADA) Acerca dos
regulamentos e das normatizações utilizados no
cotidiano castrense e dos direitos legalmente
garantidos aos militares estaduais, julgue os itens
subsecutivos.
984. Determinado militar estadual, devido ao fato de ter
sido movimentado da capital para outra unidade
militar, no interior do estado, recebeu do
comandante de sua unidade de origem a concessão
de período de trânsito de 10 (dez) dias para organizar
os preparativos referentes à mudança de sede. Nessa
situação, após o fim do período de trânsito lhe foi
concedido então, o período de 30 (trinta) dias de
instalação.
985. Se um oficial bombeiro militar requerer, após 03
(três) anos de oficialato, a sua exoneração do serviço
ativo, esta será concedida mediante indenização das
despesas relativas à sua preparação e à sua formação.
986. É garantido ao militar estadual tirar licença para tratar
de interesse particular por até dois anos, contínuos
ou não, sem prejuízo da contagem do tempo de
serviço, após cinco anos de efetivo serviço.
987. Os uniformes da PMCE representam o símbolo da
autoridade policial militar, com as prerrogativas a ela
inerentes. Em razão disso, são privativos e exclusivos
da corporação.
988. Na organização da instituição policial militar, posto é
o lugar ocupado pela praça no quadro hierárquico, e
graduação, o lugar ocupado pelo oficial, sendo
ambos conferidos pelo comandante-geral da
corporação.
989. Um Policial militar na inatividade encontra-se em
viagem com paradeiro ignorado por mais de 08 (oito)
dias. Nessa situação, ele será considerado
desaparecido.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) No que se refere à
Legislação aplicada ao militares estaduais do Ceará,
 julgue os itens que se seguem.
990. É vedado somente aos Oficiais da ativa da PMCE
filiar-se a partidos políticos.
991. Um Militar da PMCE que se casa tem direito a
afastar-se do serviço pelo período de oito dias úteis.
992. Um sargento da PMCE pode receber condecorações,
mas não dispensas de serviço, como recompensa
decorrente do reconhecimento de bons serviços
prestados.
993. Se certo militar da PMCE receber, de um superior
hierárquico, uma ordem obscura, ele tem direito de
solicitar ao referido superior à confirmação de
maneira formal.
994. Todo superior hierárquico é competente para aplicar,
sanções disciplinares a seus subordinados.
995. As responsabilidades nas esferas criminal e
administrativa são independentes entre si, porém,
podem ser apuradas concomitantemente.
996. A repreensão é uma sanção que deve ser aplicada
reservadamente ao policial-militar, sendo vedada a
sua divulgação aos seus pares.
997. Os Cabos e sargentos podem ficar presos na mesma
dependência.
998. O militar estadual extraviado, não será desligado do
serviço ativo, enquanto não for confirmado o
falecimento ou deserção, pois a qualquer momento
poderá retornar ao serviço.
(Prof. Gilmar Pereira / 2015) Tendo como referência a
Lei nº 13.407/2003, que dispõe sobre o Código
Disciplinar do militares estaduais, julgue os itens
subsequentes relativos aos comportamentos dos
militares estaduais.
999. Salomão ingressou na PMCE na carreira de Praças e
foi classificado no comportamento “Bom” após 05
anos de serviço, havia sofrido uma permanência
disciplinar, desta forma encontra-se atualmente no
comportamento “Ótimo”.
1000. Para fins disciplinares e para outros efeitos, o
comportamento militar classifica-se em Bom quando,
no período de 02 (dois) anos, lhe tenham sido
aplicadas até 02 (duas) permanências disciplinares.
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 gilmar01pereira@hotmail.com
MOTIVE-SE
Época de preparação para o concurso é um período de total
dedicação. Então: só fale no concurso; só pense no concurso;
sonhe com o concurso; alimente-se do concurso; viva para o
concurso. Depois, quando você passar, todos dirão que fez a
coisa certa e será considerado um cara superinteligente e
superlegal.
Faça exercícios, faça muitos exercícios. Faça tantos quanto
 puder. As provas seguem padrões de questões e exigem rapidez.
Por isso, esteja sempre procurando por novos exercícios,
especialmente os que já caíram em concursos anteriores.
 À medida que for fazendo os exercícios, aprenderá a linha de
raciocínio da instituição que prepara as provas e isso o ajudará a
selecionar a melhor entre algumas alternativas aparentemente
corretas.
Esteja perto de pessoas com alto astral, animadas, otimistas, e
de pessoas com objetivos semelhantes. Evite muito contato com
 pessoas que não estejam trabalhando por seus sonhos, que
vivam reclamando de tudo e de todos, que não queiram nada.
Escolha as pessoas com as quais você estará em contato e
sintonizado.
O canarinho aprende a cantar, ouvindo outro canário. E canários
 juntos cantam melhor.
“Junte-se aos bons e será um deles”!
Estudar requer dedicação, paciência e zelo. Isso significa
frequentar cursinhos, perder festas, finais de semana e feriados,
ficar trancado em um quarto por horas a fio, enquanto o Sol
brilha lá fora e seus amigos o chamam para sair.
Todavia, há uma recompensa, que será comemorada com
UMA FESTA MAIOR que todas que você perdeu.
VAI DAR CERTO!
Professor Gilmar Pereira
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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01 02 03 04 05 06 07 08 09 10
C
Art. 1º
C
Art. 6º,§2º
C
Art. 6º,
§1º e 2º
E
Art. 4º e 6º
C
Art. 6º,
§1º,II
E
Art. 7º, X
C
Art. 21
E
Art.6º,
§1º e 9º
C
Art. 15
C
Art.15, §1º
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
E
Art. 17
C
Art. 17, I
C
Art. 17,
§2º, II e V
E
Art.19,
§ único
E
Art. 20
C
Art. 21
E
Art. 22
C
Art. 2º
E
Art. 3º
E
Art. 3º, §1º
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
C
Art. 3º, §2º
E
Art.3º,
§3º, I e II
E
Art. 3º e 4º
E
Art. 3º, §5º
C
Art. 4º
C
Art. 5º
E
Art. 6º
C
Art. 6º, §1º
C
Art. 6º,§1º
C
Art.6º,
§1º, I
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
C
Art. 6º,
§1º, II
C
Art. 6º, §2º
E
Art. 6º,
§2º, I
C
Art. 23, I
E
Art. 6º, §3º
CArt. 3º, §4º
E
Art. 3º, §5º
E
Art. 6º, §9º
C
Art. 6º,
§2º, I
C
Art. 23,
§2º
41 42 43 44 45 46 47 48 49 50
C
Art. 9º
E
Art. 40
E
Art. 11
C
Art. 11, §1º
C
Art. 18, §6º
C
Art. 18,
§1º a 3º
C
Art. 18, §4º
C
Art. 15
C
Art. 15, §1º
C
Art. 37
51 52 53 54 55 56 57 58 59 60
E
Art. 17
C
Art. 17, I
E
Art. 21
E
Art. 20
E
Art. 12
C
Art. 21
C
Art. 35
E
Art. 39
C
Art. 36
E
Art. 23,
§5º
61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
C
Art. 14, §2º
C
Art. 19,
I a V
C
Art. 11
C
Art. 23, § 6º
C
Art. 23, §8º
E
Art. 23, §9º
E
Art. 6º, §2º
E
Art.6º,
§1º e 9º
C
Art. 23
E
Art. 24
71 72 73 74 75 76 77 78 79 80
C
Art.10,
VIII
C
Art. 59, §3º
E
Art. 52,
XXVI
E
Art. 62, §2º
E
Art. 172, §7º
E
Art. 215, §2º
C
Art. 203
E
Art. 228
C
Art. 51
E
Art. 52,
XIV
81 82 83 84 85 86 87 88 89 90
E
Art. 54, §1º
C
Art. 53, III
E
Art.60,
§ único
E
Art. 67
C
Art. 70, §1º
E
Art. 53, II
C
Art. 217
E
Art.181
e Art. 187
C
Art.31, § 7º
C
Art. 2º
91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
C
Art. 8º,
XVII
C
Art. 10, § 2º
C
Art. 12
C
Art.11, §4º
C
Art. 13,
XV
E
Art. 13,
§1º, XIX
E
Art. 17
C
Art. 21,§2º
C
Art. 23,
I, a)
C
Art. 28
101 102 103 104 105 106 107 108 109 110
C
Art. 34, I
C
Art. 38,
I a VII
C
Art. 16
C
Art. 45
C
Art. 46
C
Art. 51,
§ único
C
Art. 52,
§2º e 3º
E
Art. 54,
§1º a §3º
C
Art. 56
E
Art. 63
Art. 66
111 112 113 114 115 116 117 118 119 120
E
Art. 70
E
Art. 70, §1º
C
Art. 79
C
Art. 9º
C
Art. 1º e
Art. 10, V
E
Art. 11, §2º
E
Art. 15,§1º
Art. 17, §1º
C
Art. 24
C
Art. 24, II, g)
C
Art. 30
Esquema I
121 122 123 124 125 126 127 128 129 130
C
Art. 31,§7º
E
Art. 38, §1
E
Art. 48
E Art. 49, III
C
Art. 26, § 3º
C
Art. 25, §5º e
Art. 24, I, g)
E
Art. 65
C
Art. 44 e
Art. 45
E
Art. 24,
II, f)
C
Art. 23
E
Art. 26
LEGISLAÇÃO PMCE
ATUALIZADA – MAIO DE 2015
GILMAR PEREIRA
GABARITO COM REFERÊNCIAS
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62
131 132 133 134 135 136 137 138 139 140
C
Art. 10
I ao XV
E
Art. 29, § 5º
e Art. 31,§ 1º
E
Art. 6º
e Art. 185
E
Art. 35,
§ único
E
Art. 60
E
Art. 62, § 7º
E
Art. 71
E
Art. 62,§ 4º
E
Art. 27
E
Art. 24
141 142 143 144 145 146 147 148 149 150
C
Art. 68
E
Art. 62, § 4º
e Art. 62, V
E
Art. 59, §4º
C
Art. 60
E
Art. 50, §3º
E
Art. 31, §5º, I
C
Art. 51
C
Art. 48 e 49
E
Art. 12, §4º
CD
E
Art. 194,
§único
151 152 153 154 155 156 157 158 159 160
E
Art. 22
C
Art. 24, II, a)
C
Art. 29,
§5 e §6º
C
Art. 31
E
Art. 10, VII
E
Art. 10, §1º
E
Art. 35
E
Art. 36, §1º
C
Art. 42
C
Art. 198, §7º
161 162 163 164 165 166 167 168 169 170
E
Art. 194
C
Art. 26
E
Art. 17,
I e II
E
Art. 4º
E
Art. 23
E
Art. 7, X e
Art. 27,
esquema II
E
Art. 17, IV
C
Art. 172
E
Art. 197
E
Art. 187
171 172 173 174 175 176 177 178 179 180
C
Art. 1º
E
Art. 2º
C
Art. 2º, I
C
Art. 3º,
I e II
E
Art. 3º, I
C
Art. 4º
E
Art. 5º,
§único
E
Art. 3º,
I e II
E
Art. 10, I
C
Art. 5º
181 182 183 184 185 186 187 188 189 190
C
Art. 6º, I e II
C
Art. 6º, I
C
Art. 6º, II
E
Art. 6º, I
C
Art. 6º, § 1º
C
Art. 6º § 2º
E
Art. 184
C
Art. 188
E
Art. 10
e Art. 24
C
Art. 10
191 192 193 194 195 196 197 198 199 200
E
Art. 10, II,
a), b) e c)
E
Art. 10, IV
C
Art. 10,
V e VI
E
Art. 10,
VII
E
Art. 10, XV
C
Art. 11, §2º
E
Art. 60
E
Art. 17, §1º
E
Art. 24, I
E
Art. 24, I,
a) e g)
201 202 203 204 205 206 207 208 209 210
C
Art. 24,
§1º
E
Art. 202
a Art. 207
C
Art. 27
E
Art. 22
E
Art. 24
C
Art. 53, I
C
Art. 53, II
C
Art. 57
C
Art. 55
E
Art. 60, §único
211 212 213 214 215 216 217 218 219 220
E
Art. 10,
I a XV
E
Art. 1º
C
Art. 2º
C
Art. 3º
E
Art. 3º,
§2º e 3º
C
Art. 3º, §1º
C
Art. 4º,
I a V
C
Art. 6º
E
Art. 6º, §1ª
E
Art. 4º,
I a V
221 222 223 224 225 226 227 228 229 230
C
Art. 11
E
Art. 11, §1º
C
Art. 11,
§2º, I e II
C
Art. 11, §3º
E
Art. 53
C
Art. 12
C
Art. 42 a 45
EMECE
E
Art. 12
§2º, I a III
E
Art. 60 e
Art. 62, I e II
EMECE
E
Art. 12
§5º
231 232 233 234 235 236 237 238 239 240
E
Art. 13
C
Art. 13,
§1º, I e II
C
Art. 13, §2º, II
E
Art. 13, §2º,
XXVII e XVIII
E
Art. 13,
§2º, LVII
E
Art. 11 e §5º
E
Art. 13,
§1º, XXXII
E
Art. 13,
§1º, XLII
E
Art. 12,
§2º, III
E
Art. 13,
§3º, XXVI
241 242 243 244 245 246 247 248 249 250
C
Art. 14
E
Art. 15
E
Art. 15,
§único
C
Art. 16
C
Art. 17
E
Art. 17,
§único
E
Art. 17
e Art. 20
C
Art. 17, §2º
E
Art. 19, §1º
C
Art. 20
251 252 253 254 255 256 257 258 259 260
C
Art. 20, §2º
C
Art. 23,
I e II
E
Art. 24
e Art. 48
C
Art. 25
E
Art. 26
C
Art. 26, §1º
C
Art. 26, § 3º
E
Art. 26, § 4º
C
Art. 26, §6º
I a V
E
Art. 26, §7º
261 262 263 264 265 266 267 268 269 270
E
Art. 32
E
Art. 32, V
E
Art. 32, VII
C
Art. 33
C
Art. 34,
I a V
E
Art. 35
C
Art. 36
C
Art. 40
C
Art. 41
I e II
C
Art. 41, III
271 272 273 274 275 276 277 278 279 280
C
Art. 42
e Art. 44
C
Art. 70, §1º
C
Art. 45
E
Art. 46
C
Art. 47
C
Art. 64,
I a VI
E
Art. 62
C
Art. 67
C
Art. 68
E
Art. 70 e §1º
281 282 283 284 285 286 287 288 289 290
C
Art. 73
C
Art. 75,
I a III
E
Art. 75, III
C
75,
§único
C
Art. 72
E
Art. 76
§único
C
Art. 5º
EMECE
E
Art. 72 a 75
e Art.13
E
Art. 72 a 75
e Art.
E
Art. 176
Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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63
§2º, XLVIII
291 292 293 294 295 296 297 298 299 300
E
Art. 204
E
Art. 31,
§4º
E
Art. 176
E
Art. 174, §1º
E Art 172,
§1º, III, i)
E
Art. 23 – CD
e Art. 197
do EMECE
C
Art. 172,
III, c)
C
Art. 31, §7º
E
Art. 52, XI
E
Art. 11, III
e At. 17
E
Art. 42 a 44
301 302 303 304 305 306 307 308 309 310
E
Art. 181,
187 e 198
E
Art. 62, §3º
C
Art. 3º, II
E
Art. 30
C
Art. 176
E
Art. 1º
E
Art. 52, II
C
Art. 70, §1º
E
Art. 15
C
Art. 202
311 312 313 314 315 316 317 318 319 320
E
Art. 3º, I, a)
E
Art. 172
E
Art. 187 e 188
E
Art. 10, XI
E
Art. 2º
E
Art. 172, §7º
E
Art. 23 e
Art. 24
E
Art. 26
C
Art. 2º
C
Art. 2º, §
único, III e Art.
9º do EMECE
321 322 323 324 325 326 327 328 329 330
E
Art. 8º ,§1º
C
Art. 8º, XVII
E
Art. 8º, IX
E
Art. 8º, §1º
E
Art. 13
C
Art. 13, §1º
C
Art. 13, §1º,
XLIII e
Art. 36
C
Art. 26
E
Art. 181
e Art 188
C
Art. 178, §1º
331 332 333 334 335 336 337 338 339 340
E
Art. 206
a 207
C
Art. 207
E
Art. 59, §4º
E
Art. 75, III
C
Art. 15
E
Art. 24
E
Art. 18,§1
C
Art. 32
E
Art. 4º e
Art. 5º
E
Art. 3º, §2º e
§3º e Art. 4º
341 342 343 344 345 346 347 348 349 350
C
Art. 71, II
C
Art. 9º, §2º
C
Art. 55
C
Art. 26
E
Art. 182,
§2º, I
E
Art. 172, §9º
E
Art. 182, I
E
Art. 183
C
Art. 179,
§único
C
Art. 181,
§4º, I e II
351 352 353 354 355 356 357 358 359 360
E
Art. 184
E
Art. 181, §5º
E
Art. 185,§1º
C
Art. 187
E
Art. 188
E
Art. 188,II
E
Art. 6º e
184 a 186
C
Art. 190,
193, I e II
C
Art. 190
E
Art. 197 e 198
361 362 363 364 365 366 367 368 369 370
C
Art. 201
C
Art. 202
C
Art. 202,
§2º e §3º
C
Art. 206
E
Art. 206, §1º
C
Art. 207,
§único
E
Art. 216
E
Art. 62, II
§4º
Art. 10, II
c)
E
Art. 21
371 372 373 374 375 376 377 378 379 380
E
Art. 17
C
Art. 27,
Esquema II
E
Art. 2º
E
Art. 3º,
§2º e §3º
E
Art. 176
C
Art. 52, XVIII e
XXXIII
C
Art. 8º
C
Art. 8º, §3º
C
Art. 8º, §1º
C
Art. 9º
381 382 383 384 385 386 387 388 389 390
E
Art. 204,
§único
EMECE
E
Art. 54, V
C
Art. 220
E
Art. 215, §2º
E
Art. 211
C
Art. 203
E
Art. 228
C
Art. 202
E
Art. 197 e
Art. 198
C
Art. 181
391 392 393 394 395 396 397 398 399 400
C
Art. 172, III
i), §3º
E
Art. 10, XI
E
Art. 13, §1º, IV
e Art. 42
E
Art. 20
E
Art. 18
E
Art. 18, §1º
E
Art. 32
E
Art. 23 e
Art. 24
C
Art. 2º,
§único, I
E
Art. 26, §5º
401 402 403 404 405 406 407 408 409 410
E
Art. 26,
§6º, v
C
Art. 28, §5º
C
Art. 29, §1º
E
Art. 29, §2º
C
Art. 30
C
Art. 30, §2º
E
Art. 31 e 32
E
Art. 19, §1º
C
Art. 26, § 6º
E
Art. 12 e
Art. 13
411 412 413 414 415 416 417 418 419 420
E
Art. 34, V
C
Art. 36, I e IV
E
Art. 60, I
C
Art. 62, II
E
Art. 202,
§1 ao §3º
C
Art. 8º, §4º
E
Art. 8º, XXI,
a) a d)
E
Art. 8º, XXI,
a)
C
Art. 8º, §1º
E
Art. 12, §5º
421 422 423 424 425 426 427 428 429 430
E
Art. 13, §1º,
XXXII
C
Art. 13, §2º
XXVIII
E
Art. 12, §2º, II
E
Art. 13, §3º,
XXVI
C
Art. 23
C
Art.15, § único
E
Art. 20
C
Art. 10,
§1º e 2º
E
Art. 45
E
Art. 50
431 432 433 434 435 436 437 438 439 440
C
Art. 32, VI
E
Art. 3º,
§2 e §3º
E
Art. 3º
C
Art. 4º,
§único
C
Art. 6, §1º
E
Art. 7º
C
Art. 11, §2º,
I e II
E
Art. 11, §3º
E
Art. 26
C
Art. 26, §1º
441 442 443 444 445 446 447 448 449 450Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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64
C
Art. 26, §4º
E
Art. 28, §1º
C
Art. 30, §2º
E
Art. 68,
§único
C
Art. 69
E
Art. 54,
I e II
C
Art. 92
C
Art. 72
E
Art. 75
E
Art. 88
451 452 453 454 455 456 457 458 459 460
C
Art. 10, I a
XIII, a) a c)
E
Art. 1º e Art.
31, §1º
C
Art. 9º
E
Art. 6º
E
Art. 30,
§1º e §2º
E
Art. 70
C
Art. 70, §1º
C
Art. 75, I
E
Art. 72
a Art. 76
C
Art. 69,
§único, III
461 462 463 464 465 466 467 468 469 470
C
Art. 68
C
Art. 55
E
Art. 62, V, §4º
E
Art. 59, §4º
C
Art. 65
e Art. 66
E
Art. 50, §3º
E
Art. 51,
§1º e §2º
C
Art. 51, §1º
C
Art. 48
e Art. 49
E
Art. 50, §2º
471 472 473 474 475 476 477 478 479 480
E
Art. 52, XIV
E
Art. 52, XXVI
C
Art. 53, I a III
C
Art. 52,
XI e XII
C
Art. 52, XIII
C
Art. 214
C
Art. 202
E
Art. 226,
§único
E
Art. 217,
§1º ao §4º
C
Art. 198,
I a III
481 482 483 484 485 486 487 488 489 490
E
Art. 42
E
Art. 194,
§único
E
Art. 15 e
Art. 17
E
Art. 204
C
Art. 29, §2º
C
Art. 31, §8
C
Art. 10, XIII,
c)
C
Art. 7º
CD
C
Art. 180
E
Art. 13, §3º,
XXIII
491 492 493 494 495 496 497 498 499 500
C
Art. 15
E
Art. 32
E
Art. 13, §3º
XXV
E
Art. 20, §2º e
Art. 32
E
Art. 22,
§único
E
Art. 23, II,
e) e f)
C
Art. 13, §1º
XI
C
Art. 16 e
Art. 42
E
Art. 194 e
§único
C
Art. 19 a
Art. 22
501 502 503 504 505 506 507 508 509 510
E
Art. 11, II
C
Art. 29,
§5º e §6º
C
Art. 31
E
Art. 10, VII
E
Art. 36
E
Art. 11
C
Art. 12, §4º
C
Art. 7º
E
Art. 8º, XIX
E
Art. 198, §6º
511 512 513 514 515 516 517 518 519 520
E
Art. 202
E
Art. 202
C
Art. 23, I e II
C
Art. 22
C
Art. 32
C
Art. 68, §único
CD
C
Art. 66
I e II
C
Art. 68
E
Art. 66,
§único
C
Art. 8º, I
521 522 523 524 525 526 527 528 529 530
C
Art. 42, I
E
Art. 69,
§único
C
Art. 64
C
Art. 65,
§único
C
Art. 66, §
único
E
Art. 63 e
Art. 66
E
Art. 62, §2º
C
Art. 209,
§único
C
Art. 209, II
E
Art. 182, I
531 532 533 534 535 536 537 538 539 540
C
Art. 30,
§1º e §2º
E
Art. 10
CD
E
Art. 32,
III a VII
E
Art. 29, §1º
C
Art. 26, §6º
C
Art. 57, §6º e
Art. 58, §6º
E
Art. 56,
§único
C
Art. 13,
§1º, VII
C
Art. 31, §5º, I
E
Art. 11, §2º
541 542 543 544 545 546 547 548 549 550
C
Art. 33,
Esquemas
I e II
E
Art. 35
e Art. 36
C
Art. 36
E
Art. 42
C
Art. 69
E
Art. 69, IV
C
Art. 69, III
E
Art. 59, §1º,
I e II
E
Art. 60, II
E
Art. 62,
I e VI
551 552 553 554 555 556 557 558 559 560
C
Art. 52, XVII
E
Art. 62, V
§4º e §7º
E
Art. 62, §4º
C
Art. 70, §1º
C
Art. 70, §1º
E
Art. 70, §3º
E
Art. 1º
E
Art. 4º
E
Art. 12
C
Art. 2º
561 562 563 564 565 566 567 568 569 570
E
Art. 7º,
I a XII
E
Art. 13, §2º,
XVII
C
Art. 15
E
Art. 17 e 18
C
Art. 5º,
§único
C
Art. 10
E
Art. 15
C
Art. 18
C
Art. 18, §6º
E
Art. 2º, §único,
I a III
571 572 573 574 575 576 577 578 579 580
E
Art. 8º, XVII
E
Art. 13, §1º,
IV
C
Art. 13, §1º, VI
C
Art. 54
C
Art. 20
E
Art. 190, I
C
Art. 190, §10
E
Art. 62, §4º
C
Art. 6º, I e II
C
Art. 52, XI
581 582 583 584 585 586 587 588 589 590
E
Art. 31, §7º
E
Art. 10,
VII e XV
E
Art. 43 a
Art. 45
C
Art. 8º, IX e
XXIX
CD
C
Art. 8º e
Art. 11
C
Art. 188, III
C
Art. 176
E
Art. 204 e
Art. 205
E
Art. 209,
§único, II e
Art. 210,
§8º, III
E
Art. 181
591 592 593 594 595 596 597 598 599 600
E
Art. 8º, §3º
E
Art. 7º
C
Art. 14
E
Art. 30,
Esquema I
C
Art. 43 a
Art. 45
E
Art. 60, I a IV
E
Art. 11 e §2º
E
Art. 13, §1º,
XLVII e
C
Art. 13, §2º
VII e Art. 26,
C
Art. 62, II e
Art. 64, VIPaulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira
65
Art. 42, III I e II, a) e b) EMECE
601 602 603 604 605 606 607 608 609 610
E
Art. 3º, II, b)
EMECE
C
Art. 10
E
Art. 24
E
Art. 29, §1º
E
Art. 39
C
Art. 36, §1º
C
Art. 9º, §1º
V e VI
CD
E
Art. 8º, §1º
C
Art. 13, §1º,
XLVI
E
Art. 5º e
§único
611 612 613 614 615 616 617 618 619 620
C
Art. 9º
C
Art. 22
E
Art. 60,
I a IV
E
Art. 65 e
Art. 66
E
Art. 54
Art. 12 e
Art. 13
E
Art. 176 e
Art. 204
Art. 68,
§único
CD
C
Art. 88, §1º
CD
E
Art. 2º
621 622 623 624 625 626 627 628 629 630
E
Art. 2º, I
E
Art. 3º, II,
a) e b)
E
Art. 5º, §único
C
Art. 3º, II, b)
E
Art. 185, §1º
E
Art. 9º
E
Art. 10, I
C
Art. 10, II, a)
C
Art. 77, §2º,
I a IV
C
Art. 70, §1º
631 632 633 634 635 636 637 638 639 640
C
Art. 10,
V e VI
E
Art. 10, VIII
E
Art. 10, XI
E
Art. 11,
I a III
E
Art. 22
E
Art. 20
E
Art. 24
E
Art. 17,
III e V
C
Art. 24, II, a)
C
Art. 24, II, f)
641 642 643 644 645 646 647 648 649 650
E
Art. 24, §2º
C
Art. 25, §1º
E
Art. 26, §único
E
Art. 11, II e
Art. 3º, I, b)
E
Art. 71, I a III
E
Art. 61
E
Art. 17, §4º
E
Art. 8º,
§único
C
ART. 3º, §2º
C
Art. 3º, §3º
651 652 653 654 655 656 657 658 659 660
C
Art. 6º e §1º
E
Art. 13,§1º
XXVIII
E
Art. 12
C
Art. 13, §4º
E
Art. 25
E
Art. 28, §5º
C
Art. 29, §1º
C
Art. 64 e
§único
E
Art. 13, §1º,
XXXI
C
Art. 32, I
661 662 663 664 665 666 667 668 669670
C
Art. 26, §6º,
I a VI - CD
C
Art. 38, IV
E
Art. 40
E
Art. 42, I
E
Art. 57, §3º
E
Art. 58, §1º
E
Art. 216
E
Art. 32 e I
C
Art. 70, §1º
C
Art. 77
671 672 673 674 675 676 677 678 679 680
E
Art. 88, §1º
e Art. 103
E
Art. 95
E
Art. 76, I a III
E
Art. 103,
§único
E
Art. 99
E
Art. 1º e
Art. 3º
C
Art. 4º
E
Art. 14
C
Art. 3º, §1º
C
Art. 3º, XIV
681 682 683 684 685 686 687 688 689 690
E
Art. 15 e
Art. 27
C
Art. 1º
C
Art. 6º
C
Art. 11,
I a III
E
Art. 11, §2º
E
Art. 13, §único
E
Art. 18
C
Art. 19
C
Art. 30
E
Art. 27,
I a VI
691 692 693 694 695 696 697 698 699 700
C
Art. 182, I
E
Art. 62, §2º
E
Art. 24
Lei 15.797/15
C
Art. 53
E
Art. 217
C
Art. 31, §7º
E
Art. 54
CD
E
Art. 34, I a V
CD
E
Art. 15,
§único - CD
E
Art. 185, §1º
701 702 703 704 705 706 707 708 709 710
E
Art. 8º, XXI
E
Art. 14
E
Art. 217, §1º
E
Art. 32,
III e IV
C
Art. 20
C
Art. 62, §6º
E
Art. 62, §1º,
VI, a)
C
Art. 173
C
Art. 174, §1º
C
Art. 172, §1º,
III, c), d) e f)
711 712 713 714 715 716 717 718 719 720
E
Art. 172, §7º
E
Art. 6º e Art.
184, e 185
E
Art. 5º, I
E
Art. 35 e
Art. 36
E
Art. 30, §1 e
§2º e Art. 54
C
Art. 8ª, V
E
Art. 13, §1º
VIII
E
Art. 174, §1º
e §2º
C
Art. 172, I
E
Art. 172, §7º
721 722 723 724 725 726 727 728 729 730
E
Art. 54, I
C
Art. 54, I a V
E
Art. 54 e
Art. 70, §2
C
Art. 54, V
E
Art. 54
E
Art. 54
C
Art. 69
C
Art. 54, §1º
C
Art. 54, §4º
C
Art. 30,
esquema I
731 732 733 734 735 736 737 738 739 740
E
Art. 4º, I a V
CD
C
Art. 13, §1º,
XVII-CD
E
Art. 44 e
Art. 45
EMECE
C
Art. 11, §3º
CD
E
Art. 216
EMECE
E
Art. 60
EMECE
E
Art. 68
EMECE
C
Art. 10, §1º
E
Art. 31 e 32
C
Art. 11
741 742 743 744 745 746 747 748 749 750
E
Art. 16
E
Art. 69,
§único, III
E
Art. 203 a 206
C
Art. 198, §1º
E
Art. 181, §4º,
I e II
E
Art. 198, §7º
C
Art. 12, §1º, I
E
Art. 12, §2º,
II
E
Art. 13, §3º,
XVI
C
Art. 13, §3º,
XXVII
751 752 753 754 755 756 757 758 759 760
E
Art. 13, §2, L
E
Art. 13, §2º,
C
Art. 13,§2º,
C
Art. 13,§1º
E
Art. 13, §2º,
C
Art. 13,§1º,
E
Art. 13,§1º,
E
Art. 15
C
Art. 17 e
E
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|1000 Exercícios Gabaritados de Legislação PMCE –  Atualizados MAIO de 2015 / Professor Gilmar Pereira
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XLVI XVIII e §3º, II XLIX IV II e IV XLV Art. 20 Art. 24
761 762 763 764 765 766 767 768 769 770
E
Art. 24, e
Art. 48
E
Art. 14
E
Art. 26 §9º
C
Art. 57, §5º e
§6º
E
Art. 8º, §3º
E
Art. 8º, §1º
E
Art. 211
E
Art. 2º
C
Art. 3º, I, b) e
Art. 209,
§único, II
E
Art. 196 e
Art. 188, III
771 772 773 774 775 776 777 778 779 780
C
Art. 3º, II, b)
E
Art. 10, I
E
Art. 31, §1º
C
Art. 30,
§1º e §2º
E
Art. 204 a
Art. 206
E
Art. 197
C
Art. 14 CD
E
Art. 10, §1º e
§2º e Art.
11, §1º
E
Art. 69,
§único, III
C
Art. 17, §único
781 782 783 784 785 786 787 788 789 790
C
Art. 13, §4º
C
Art. 10, §1º
C
Art. 10, §2º
E
Art. 15, §1º e
Art. 17, §1º
E
Art. 30,
esquema I
E
Art. 16
E
Art. 15
E
Art. 20
E
Art. 17,
§único e
Art. 26
E
Art. 75,
§único
791 792 793 794 795 796 797 798 799 800
C
Art. 60, II
E
Art. 23, I e II
EMECE
C
Art. 72
E
Art. 30, §1º e
§2º
E
Art. 182
C
Art. 3º, I
E
Art. 182, I
C
Art. 187 e
Art. 188
C
Art. 28, §1º
E
Art. 215
801 802 803 804 805 806 807 808 809 810
E
Art. 210,
I e II
C
Art. 202,§3º
C
Art. 2º
CD
E
Art. 200,
§único
C
Art. 53, I a III
C
Art. 10, I
C
Art. 2º, I
C
Art. 3º, I, d) e
II, a)
E
Art. 201
C
Art. 29,§5º
811 812 813 814 815 816 817 818 819 820
E
Art. 31, §4º
C
Art. 10, II, a),
VII e Art. 24
C
Art. 172, III, d)
E
Art. 176
E
Art. 203 a
Art. 206
C
Art. 204 e
Art. 205
C
Art. 172, §1º,
III e e)
C
Art. 11
CD
E
Art. 75 e Art.
71, I - CD
C
Art. 172, §3º
821 822 823 824 825 826 827 828 829 830
C
Art. 182, VI
E
Art. 13, §3º,
XIII e §
E
Art. 30, §único
C
Art. 14, I e II
C
Art. 18, §4º
C
Art. 14, V
E
Art. 13,
§2º LIV
E
Art. 13, §2º,
XXXV
E
Art. 13, §1º,
LV
E
Art. 13,§2º,
XXXII
831 832 833 834 835 836 837 838 839 840
E
Art. 54, I
E
Art. 13, §2º,
LV
E
Art. 202
E
Art. 172, III,
g)
C
Art. 23, I
CD
E
Art. 24 e
Art. 48
E
Art. 32
CD
C
Art. 72
a Art. 76
E
Art. 8º, IX-
CD e Art. 49,
I do EMECE
E
Art. 15, §único
Art. 42, II
841 842 843 844 845 846 847 848 849 850
C
Art. 68,
§único
C
Art. 70, §1º e
§2º
E
Art. 69 e
§único
E
Art. 65,
§único
C
Art. 81
E
Art. 83 e
Art. 97
C
Art. 79,§1º
Art. 93,§1º
E
Art. 75
E
Art. 92
E
Art. 52, I e XII
851 852 853 854 855 856 857 858 859 860
C
Art.62,§4
E
Art. 70 §1º
E
Art. 2º, I
E
Art. 24
E
Art. 3º, II
E
Art.15 e
17,§1º
C
Art. 9º, §3º
C
Art. 9º, § 4º
E
Art.13,
§1º, XI
C
Art.13,§1º,
XXIII e XXIV
861 862 863 864 865 866 867 868 869 870
C
Art.18, §4º e
5º
C
Art. 26, §8º
E
Art. 31,
§ único
C
Art. 32, II
C
Art. 32, I
a VII
E
Art. 34, I a V
C
Art. 39
C
Art. 49
C
Art. 50
E
Art. 51,
§ único
871 872 873 874 875 876 877 878 879 880
C
Art. 52
C
Art. 52, §1º
C
Art. 54, III
C
Art. 54, II
E
Art. 54, § 2º
C
Art. 54, § 3º
E
Art. 57,§1 e
Art. 58
C
Art. 58, § 3º,
I a III
C
Art. 56
E
Art. 56,
§ único
881 882 883 884 885 886 887 888 889 890
C
Art. 57
E
Art. 57, § 2º
C
Art. 58
E
Art. 60
E
Art. 66
C
Art. 65
E
Art. 64
E
Art. 65,
§ único
C
Art. 66,
§ único
E
Art. 70
891 892 893 894 895 896 897 898 899 900
C
Art. 70,
§1º, c)
C
Art. 70,
§1º, d)
C
Art. 70, §2º
E
Art. 70, §2º
E
Art. 210,
§ único
E
Art. 61
C
Art. 174,
§1º e 2º
E
Art. 216
C
Art. 13,
§1º, XLV CD
E
Art. 55
CD
901 902 903 904 905 906 907 908 909 910
E
Art. 17
E
Art. 13,
§1º, XLVII
E
Art. 9º, § 1º
E
Art. 30,
§1º e 2º
E
Art. 13,
§1º, LII
C
Art. 19, §3º
E
Art. 42, III e
Art. 32,Ia VII
E
Art. 31 e 32
E
Art. 52, II
E
Art. 172 e §7º
911 912 913 914 915 916 917 918 919 920Paulo Ramon Lima Braga CPF: 02451981300 wokramon@gmail.com
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