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Direito da criança, do adolescente e do idoso – NP2
Adolescente em conflito com a lei
-Família: funções parentais – homem, mulher, filhos.
-No princípio, família pautada na coletividade: estrutura rural com várias pessoas e famílias no mesmo ambiente. Havia uma divisão de funções e responsabilidades entre os adultos. O desenvolvimento de crianças com outras crianças mais velhas ou não através de brincadeiras.
-Houve um movimento advindo da industrialização e do capitalismo que interferiram na dinâmica familiar. França – pós-guerra: homens saem de casa, mulheres não ficam em casa por não ter quem sustente, vão para indústria trabalhar. Industria bélica (mais oportunidade na época) ou têxtil. Papel da mulher advindo de um movimento geopolítico.
-Migração das famílias do campo para a cidade pela industrialização. Famílias impelidas a reduzir a quantidade de membros. Começam a ser separadas por núcleos: pai, mãe e filhos. Reforço e valorização das funções: aspectos e papeis atribuídos ao homem e à mulher, principalmente em relação aos filhos.
-Aos homens, eram atribuídos: sustento (principal provedor, por ser a figura de responsabilidade, poder, força e autonomia), proteção à família e colocar regras e limites aos integrantes.
-À mulher, por ser mais frágil e sensível: espaço doméstico, manutenção da casa, do casamento e dos filhos. Todos os aspectos de cuidado, afetividade, aprendizagem e educação dos filhos.
-Condições políticas sociais, fizeram com que fossem aceitos outros modelos de família, pois a realidade vivenciada era diferente da idealizada. Mais da metade dos lares é constituída de famílias monoparentais, sustentadas por mulheres.
-Temos 3 principais características representativas de poder ainda hoje: dinheiro, homem e branco.
-No código civil de 1916, o homem era chefe, figura de respeito e autoridade, proprietário da esposa e dos filhos. Troca de nome para identificar os pares. O homem poderia matar a esposa por legítima defesa de honra.
-1949: declaração dos direitos humanos. Pós-guerra. Todas as condições que precisam ser preservadas para o ser humano, pensando uma questão de igualdade de condição de existência (ter os direitos mínimos preservados).
-Movimento feminista chega ao Brasil de forma mais singela, pois logo em seguida temos a ditadura militar. Com isso, voltam os valores anteriores. Controle de informação e poder. Movimento higienista e positivista: ordem, controle e progresso com nomeação do que era normal em uma estrutura de sociedade. Voltam as famílias nucleares como ideais. Fomos formatados a pensar de maneira binária (sim, não). Se a família não se configurar assim, sofre preconceito e discriminação. Militares mantinham o poder. Para chegar ao topo máximo, precisa ser forte, ter histórico, ter família tradicional.
-1977: lei do divórcio. Possibilidade de desfazer uma relação e assumir outra. Lei para benefício de Geisel, que tinha família fora do casamento, precisava de uma lei que validassem seu poder. Famílias reconstituídas. Mulheres ainda sem muitos direitos, subvalorizadas e propriedade. Se o homem se separar, deve sustentar a família anterior. Foi da elite para as camadas populares: crianças e mulheres abandonadas, ampliação de situações de violência, afeta o estado.
-1988: constituição federal. Homens e mulheres são iguais. Legitimação da mulher para responsabilidade social. Transformação do papel da figura feminina na família, pois a saída de casa é legitimada. As funções parentais não foram renegociadas e redistribuídas. Todas as responsabilidades de anteriormente permanecem às mulheres, somadas às do homem (trabalho). Desqualificação da paternidade (homens não sabem cuidar dos filhos). O homem tem o papel de bom pai quando sustenta financeiramente. Estado assume o papel do pai de impor regra, limite e controle.
-1990: ECA.
-2002/03: mulher com todos os direitos iguais aos homens, assim como crianças, adolescentes e idosos.
-Atualmente, não temos um modelo definido. Estamos nos constituindo e isso exige pesquisa, observação para o fenômeno. Filhos são os mais prejudicados, por não serem figuras de poder em nossa sociedade (está em desenvolvimento, é frágil, muda de opinião, não mantém). As famílias, através das relações e vínculos, dão sensação de pertencimento. Os pais gestam o filho até o fim da vida, de sua identidade. Se o pai e a mãe estão fora, não há suporte simbólico para esse vínculo. Quem dará o suporte serão os grupos, consumo, escola e mídia (sociedade capitalista industrial que reforçam o consumo). Há uma dupla cobrança para a mulher em relação a funções parentais (trabalho e cuidar dos filhos).
-Influências macrossistêmicas ocupam esse lugar: grupos/amigos, consumo, escola, mídia – capitalismo. Indivíduo massificado, só é aceito se fizer ou ter determinada coisa. A mídia é um dos principais reguladores de comportamentos, problema: manutenção de massa, movimento de manobra, de massa. O outro diz como se comportar e o que consumir. A família regula se adere ou não tais comportamentos, mas e se a família não estiver presente? A família é o principal eixo de desenvolvimento do adolescente.
-Como falar de igualdade de direitos se não há oferta de igualdade de condições? Família não é desestruturada, ele só não é funcional. Quando não existem as funções representadas pela não distribuição de papeis, outras influências anulam qualquer tipo de diferença pautado em uma igualdade que não existe para se relacionar e pertencer a algum lugar.
-Ato infracional como pedido de socorro. Rompe a margem social da maneira opositora. Para Winnicott, são pedidos para fazer parte do sistema. Se não há contextualização, não adianta propor intervenções. Quando se iguala e nega a diferença, está fadado ao erro. O adolescente encontra no ato delinquente (intervenção negativa, infração) uma forma de pertencer, uma forma de ser como os outros dizem que deve ser.
-Adolescentes comete uma infração: família falhou (é dever da família, da comunidade, sociedade e do estado propiciar e garantir princípios básicos para a existência de crianças e adolescentes). Comunidade e estrutura social (Estado) também falharam. Duas atuações simultâneas: medidas protetivas (matrícula e frequência escolar, alimentação, moradia, saúde, encaminhamento e acompanhamento para pais, acolhimento institucional – rompimento de vínculos, portanto, a última a ser tomada) e medidas socioeducativas com o objetivo de reeducação, reinserção e promoção de reconscientização (Advertência; Obrigação de reparar o dano; Prestação de serviço à Comunidade; Liberdade Assistida; Inserção em regime de semiliberdade). Antes de medidas socioeducativas, deve ser feito um estudo do caso para saber qual a melhor medida a ser tomada daquela ocasião, o que não acontece pela falta de profissionais (CREAS é responsável).
-Toda e qualquer situação ou ato infracional cometido por crianças (0 a 12 anos): medidas protetivas (verificar se os direitos básicos estão sendo atendidos). Significa que está sendo tirada dela a possibilidade de ser criança, os direitos básicos de existência, família e estado falhando. Ato infracional família conselho tutelar medidas protetivas. Família encaminhada para CREAS, CREAS encaminha para o CAPS (pais drogaditos). Pais desempregados: CRAS encaminha ao CAT (centro de atendimento ao trabalhador) para capacitar e reinserir no mercado de trabalho.
-12 a 18 anos: já pode ser responsabilizado por algumas situações. Além das medidas de proteção, serão acionadas as medidas de socioeducação para reinserir o indivíduo e mostrar que faz parte do sistema.
-Adolescentes e crianças não são responsáveis por si, são dependentes. Os responsáveis sempre devem ser chamados. Adolescentes e crianças não podem ser expostos ou divulgados, pois estão em fase de desenvolvimento e podem ser caracterizados com estereótipos que podem prejudicar, não possibilitando o processo de ressignificação e mudança. Pego em flagrante, se não achar os responsáveis, vai para o conselho tutelar. Se não houver vagasem abrigos, vai para a fundação CASA e fica internado por 45 dias. O juiz tem esse prazo para decretar as medidas socioeducativas. Com exceção da advertência, todas as outras ações têm um prazo de até 6 meses e é reavaliada.
-Psicólogo e assistente social deveriam fazer uma avaliação psicossocial, elaborar um relatório e auxiliar na decisão do juiz sobre qual medida a ser aplicada. Não funciona dessa forma por que não temos profissionais disponíveis no mercado para fazer isso.
Medidas socioeducativas (atos leves):
Advertência: admoestação verbal reduzida a termo e assinada. Serve como um alerta ao responsável e ao adolescente para que os pais recuperem as funções parentais. É assinada, protocolada e arquivada pelo juiz. Medida socioeducativa aplicada em situação leve (exemplos: pichação, ameaça à professora).
Obrigação de reparar o dano: a situações que caibam reparação do dano condizente com o período do adolescente para que ele consiga exercer essa atividade. Responsabilização pela comunidade. Mobilização da família para conscientização. Medida socioeducativa aplicada em situação leve (exemplos: pichação, ameaça à professora).
Prestação de serviço à Comunidade: respeitando o período de desenvolvimento do adolescente (psíquico, físico e social). Vai para uma instituição pública ou conveniada onde esteja disponível para atendimento à sociedade. Cria-se um espaço de relacionamento e valorização do jovem. Possibilidade do trabalho da construção de pertencimento social (ressocialização). Não é trabalho forçado e não tem remuneração, não podendo passar de 6 meses e 8 horas semanais, podendo ser realizada apenas nos fins de semana para não interromper convivência familiar, social e frequência escolar. Medida socioeducativa aplicada em situação leve (exemplos: pichação, ameaça à professora).
Liberdade Assistida: existe uma questão moderada do comportamento do adolescente, não é tão leve. Um tutor é eleito pelo juiz, normalmente um técnico (assistente social, pedagogo, psicólogo), para fazer a função dos pais: acompanhar desenvolvimento escolar, capacitação profissional, inserção no mercado de trabalho.
Inserção em regime de semiliberdade: parte do dia (período integral) o adolescente fica “institucionalizado” para uma capacitação, escola especifica ou oficina em instituição pública. O ato cometido é moderado (exemplo: assalto com arma branca). Volta para a casa para não romper os vínculos familiares e sociais. Problemas: a família pode não querer de volta; presença de violência em casa o faz preferir ficar na rua.
Internação em estabelecimento educacional: tira o adolescente do convívio social por colocar a sociedade em risco. É a última medida a ser tomada. Reeducar para estar novamente apto a atuar socialmente.
-Se não muda o sistema, não há como mudar o indivíduo: necessidade de trabalhar com a família.
-Tem aumentado significativamente as medidas socioeducativas a jovens, principalmente inserção em regime de internação. As medidas não têm prazo preestabelecido, mas precisam ser revistas a cada 6 meses. A renovação só pode durar, no máximo, 3 anos.
-Leva advertência, mãe expulsa de casa, vai para a rua, amigos, drogas, tráfico, adolescente quer pertencer a algum lugar, dinheiro, poder. Pensar o contexto.
-ECA vê a família, promove ressocialização, reinserção e ressignificação da ação e da identidade para voltar ao convívio social mais adaptativo. Nossa escola é pautada no modelo da família burguesa (nuclear), que não existe da forma como imaginamos. A escola acaba excluindo.
-CRAS (centros e referência de assistência social): preservar e potencializar vínculos sociais. Prevenção, cuidado, fortalecimento de vínculos sociais e comunitários, proteção básica.
-CREAS (centro de referência especializado de assistência social): perdeu vínculo, foi violentado, sofre violação de direito e de proteção básica. Monitora as medidas socioeducativas. 
-CRAS e CREAS são regionalizados, para que seja acessível à população e possa ter controle e acesso a população. A família pode ser atendida pelos dois ao mesmo tempo, com intuitos diferentes. O CREAS pode acessar o CRAS e vice-versa. 
-Dificuldades: a adesão é baixa, principalmente no CREAS, por uma responsabilização do adolescente. Fatores que influenciam na baixa adesão: dinheiro (transporte) e horário comercial (tempo). Enquanto não der conta de outros aspectos de vulnerabilidade, não haverá adesão (oferecer alimentação, horário alternativo ao comercial, transporte).
-*IEP (inventário de estilos parentais): com o objetivo de identificar padrões de funcionamento parentais. Criar grupos de pais, compartilhar o que funciona ou não, para o técnico adequar a linguagem e direcionar de maneira a melhorar, ressignificando comunicação e relação de pais e filhos. Verifica:
a) 2 competências parentais
-Monitoria positiva: conhece os amigos do filho, espaços que frequenta, o que gosta, o que faz e acompanha (conhece, ou seja, conversa). Responsável consegue acompanhar o adolescente.
-Comportamento moral: competência de passar para os filhos senso de justiça (certo e errado), empatia e honestidade.
b) 5 práticas negativas
-Monitoria negativa: responsável que tenta controlar ostensivamente o que é feito. Potencialização da monitoria positiva, de maneira inadequada, por ser invasivo, ostensivo e autoritário. Quanto mais controle, mais subversão, mais mentiras.
-Disciplina relaxada: o responsável impõe uma regra e descumpre. Ensina que não há regras, que existem exceções.
-Punição inconsistente: punição que varia de acordo com o humor do responsável. Ensina que o julgamento é subjetivo, independentemente do ato em si. Cria corrupção, senso de injustiça.
-Negligência: toda omissão de cuidados básicos para que o outro se desenvolva (sem higiene, passar fome, abandono, privar de situações simples e básicas).
-Abuso físico: toda situação de violência e exploração física.
-São circunstâncias intergeracionais, que aprendemos e reproduzimos. Os grupos agem como espaços de troca para ver que o comportamento não é padrão, natural. Não tem adesão, repete o padrão de comportamento.
-O serviço em rede precisa ser potencializado.
-Uma das maiores dificuldades é a linguagem do técnico, que age como detentor do saber e agride verbalmente a pessoa. A pessoa se arma para se defender, perde o acesso. O inventário facilita para verificar o que existe o comportamento na família e potencializar.
Idoso
-O que possibilitou o processo de envelhecimento: menos guerras, melhoria nas condições de higienização (corpo e alimentos), avanços no processo de urbanização, avanços tecnológicos na medicina (vacinas), processo de industrialização da nutrição (transporte de alimentos embalados, enlatados, sem a garantia de que aquilo é saudável).
-Processo de envelhecimento no Brasil: desenvolvimento da medicina. Acesso e melhoras em medicamentos, vacinação e tratamentos.
-Processo de envelhecimento cheio de perdas psicológicas, sociais, identitárias.
-Uma das principais perdas no processo de envelhecimento é a de identidade (é o que faz). Cultura capitalista considera o Ser como quem produz com trabalho. Para ser, deve ter dinheiro. Para ter dinheiro, precisa produzir. É digno que se sobreviva com suor do trabalho.
-Outras perdas: físicas (começamos a morrer a partir do nascimento), psicológicas e sociais.
-Perdas físicas também influenciam na independência X autonomia (capacidade de decisão sobre a própria vida); senilidade com perdas que provocam estado de demência.
-Quando o idoso fica dependente de um cuidador, as pessoas associam que ele não tem decisão sobre a própria vida. Atribuímos dependência à autonomia, o que é um erro. Além disso temos a tendência a infantilizar idosos. O processo de comunicação infantilizada promove demência, tirando a autonomia. Quando depende muito do cuidado físico de terceiros, no espaço capitalista de estimulação a produtividade, as pessoas não têm tempo. Vai para uma casa lar, tirando o idoso do lugar conhecido e confortável, anulandoautonomia e processo de escolha.
-O que o psicólogo faz: olha o contexto, pois, muitas vezes, esses pais não estabeleceram cuidados com os filhos. Analisar as relações familiares e verificar se realmente houveram perdas de autonomia, quanto é consciente para tomar suas decisões. Identifica competências e habilidades para que volte a ser importante para a sociedade, recuperar autonomia.
-A sociedade descuida de algumas parcelas da população por não produzirem (crianças, adolescentes e idosos, por isso criam-se ECA e EI), são cuidadas pelo estado. Estado neoliberal: só interfere em situações críticas, por serem responsabilidade da família os cuidados.
-Aposentadoria como direito e perda de identidade (ligada ao trabalho). As pessoas deixam de se relacionar com o idoso, perde espaço de troca. Deixa de ter uma função social de produção, não tem dinheiro, não consome, não é bem visto, não pertence.
-Com o capitalismo em crise, o idoso é o único com renda garantida, gerando violência de familiares por conta disso. Quando se aposenta, o rendimento cai, não é mais o provedor. O filho assume o papel e as coisas se invertem.
-Os idosos estão sendo excluídos por não aderirem a tecnologia.
-É obrigatório que as empresas criem um processo de pré-aposentadoria com um ano de antecedência.
-Herança pode influenciar na perda de autonomia. Não é único dono de sua propriedade.
-Em primeiro momento, o homem é criado para o trabalho, para ser provedor, responsável pelo sustento da família. Ao se aposentar, ocorre uma falha de construção de identidade. Mulheres são autônomas no envelhecimento, homens, dificilmente garantem isso.
-Perdas financeiras geram exclusão social.
-Associamos envelhecimento à morte, como sinônimo de fracasso, perda. Cria-se um movimento de envelhecimento falacioso (não respectivo a própria idade). Para ser um idoso saudável, deve negar a si mesmo.
-É comum a depressão e morte pouco tempo após a aposentadoria.
-Para melhorar a situação, devemos mudar a educação de crianças. É um processo a longo prazo.
-O estatuto do idoso é muito parecido com o ECA. Segundo ele, idoso é considerado a partir de 60 anos, pois é um pais em desenvolvimento. Em países desenvolvidos, a partir dos 65. Gratuidade de transporte, é a partir de 65 anos. Porém, o município ou estado pode antecipar o benefício conforme seu interesse (60 anos).
-É possível a aposentadoria pelo LOAS por vulnerabilidade social. Aciona o CRAS e então o CREAS para declarar miséria.
-Idosos que não tem condição de suprir o próprio sustento, alimento, podem se aposentar pelo LOAS. 
-Para se aposentar, precisa de 15 anos de contribuição. A família deve custear os seus dependentes. Se não, comunidade. Se não, poder público.
-É necessário uma formação especifica para trabalhar com idosos: gerontologia. É previsto que existam equipamentos de saúde com geriatras (médicos) e gerontólogos (profissionais de outras áreas da saúde especializados no atendimento com idosos).
-Tem prioridade e garantia na aquisição de medicamentos. Caso não tenha, pode denunciar para o conselho municipal/estadual/nacional do idoso por violação de direitos.
-Nenhum idoso será objeto de maus tratos, negligencia, violação e omissão dos seus direitos. É necessário denunciar compulsoriamente (obrigatoriamente).
-Preparar o idoso para projeto de vida para curto e médio prazo, produtividade sem estar ligada ao trabalho, lazer.
-Prestação de alimentos tem que vir da família de forma solidaria, mas o idoso escolhe.
-Capítulo 4 do direito à saúde, artigo 15, título 2, parágrafo 3º: é vedada a discriminação do idoso nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados em razão a idade.

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