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BOVINA CROXXVET CURSO DE ULTRASSONOGRAFIA COM O PROFESSOR RODRIGO ROCHA GOMES RODRIGO? QUEM É O PROF. Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Viçosa no ano de 2008 e pós graduado em pecuária leiteira. Atuante na reprodução e sanidade de Bovinos Leiteiros. OBJETIVO DO CURSO1 2 3 Oferecer conhecimento teórico e prático sobre ultrassonografia Bovina, com aplicabilidade imediata. Preparar o aluno para o mercado, destacando os diferenciais da ultrassonografia Bovina em diagnósticos por imagem. Desenvolver habilidades clínicas e diagnósticas através da prática intensiva e do estudo de casos reais. CROXXVET V Í D E O I N S T I T U C I O N A L ULTRASSONOGRAFIA VETERINÁRIA? O QUE É A ultrassonografia veterinária é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas sonoras para visualizar órgãos internos dos animais. É segura, indolor e amplamente usada no diagnóstico de doenças, gestação e alterações abdominais. Permite avaliações em tempo real com alta precisão. É essencial na rotina clínica de pequenos e grandes animais. ULTRASSONOGRAFIA VANTAGENS DA Diagnóstico precoce de gestação Detecção de patologias reprodutivas Avaliação da dinâmica folicular Monitoramento da resposta à IATF Imagem do CroxxVet ProMaxx Imagem do CroxxVet Power REPRODUÇÃO BOVINA APLICAÇÕES NA Monitorar folículos e ovulação Avaliar corpo lúteo (CL) Diagnosticar patologias Selecionar doadoras/receptoras NA IATF IMPORTÂNCIA A ultrassonografia é fundamental na Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) para o monitoramento preciso do ciclo reprodutivo. Ela permite avaliar a qualidade dos ovários, identificar o momento ideal para a inseminação e confirmar a gestação. Com isso, melhora a taxa de sucesso e a eficiência reprodutiva. A técnica oferece segurança e assertividade no manejo reprodutivo. 1 2 3 Melhora na seleção de vacas aptas. Identificação de anestro e patologias. Confirmação de estruturas funcionais. PROFISSIONAL PERFIL DO O profissional veterinário deve ser dedicado, ético e altamente capacitado para lidar com diferentes espécies e condições de saúde. Além de habilidades clínicas, precisa ter empatia e comunicação eficaz com tutores e equipes. A constante atualização científica e técnica é essencial para oferecer o melhor cuidado. Deve ainda ser resiliente, pois lida com situações complexas e desafiadoras. Domínio de anatomia e fisiologia reprodutiva. Capacidade de Operar Equipamentos. Interpretação Correta das Imagens. 1 2 3 FAZENDA BENEFÍCIOS NA A ultrassonografia bovina na fazenda oferece vantagens como diagnóstico rápido e preciso de gestação, saúde reprodutiva e condições internas dos animais. Reduz custos com tratamentos desnecessários e aumenta a eficiência reprodutiva. Permite o monitoramento contínuo de animais, otimizando a gestão do rebanho. Também contribui para decisões mais assertivas no manejo e na produção. 1 2 3 Aumento na taxa de concepção. Redução do intervalo entre partos. Menos animais inférteis. ULTRASSONOGRAFIA PRINCÍPIOS DA O ultrassom funciona através da emissão de ondas sonoras de alta frequência, que são refletidas pelas estruturas internas do corpo. Essas ondas retornam ao transdutor, que as converte em imagens visuais. O tempo de retorno e a intensidade da reflexão determinam a densidade e a localização dos tecidos. Esse processo permite visualizar órgãos e identificar alterações com alta precisão. ONDAS SONORAS IMAGEM FORMADA POR ECO Ultrassom = ondas sonoras >20.000 Hz Frequências entre 3 e 10 MHz em bovinos DE UM ULTRASSOM MODOS DE IMAGEM Produção de Imagens em tons de cinza. Imagens em Movimento (pouco usado). Fluxo Sanguíneo. B M DOPLER TRANSDUTORES TIPO DE Os transdutores variam conforme a aplicação e a profundidade desejada na imagem. Os transdutores lineares são usados para exames de tecidos superficiais, oferecendo alta resolução. Já os transdutores convexos têm uma área maior de imagem e são ideais para exames mais profundos, como abdominal. Transdutores setoriais são utilizados em áreas de difícil acesso, como o coração, devido à sua forma e direcionamento das ondas. Ultrassom = ondas sonoras >20.000 Hz. Frequências entre 3 e 10 MHz em bovinos. LINEAR CONVEXO SETORIAL Pouco usado em Bovinos. QUALIDADE DE IMAGEM COMO OBTER UMA BOA Para obter boa qualidade de imagem em um ultrassom veterinário, é essencial utilizar um transdutor adequado à espécie e à região examinada. Ajuste corretamente os parâmetros do aparelho, como ganho, profundidade e foco. A aplicação de gel condutor em quantidade suficiente garante melhor contato e transmissão do som. Além disso, manter o animal em posição adequada e minimizar movimentos melhora significativamente a nitidez da imagem. 1 2 3 Configurações corretas. Frequência do transdutor. Técnica do Operador. 4 Fezes e gases podem atrapalhar. COMUNS ARTEFATOS Sombra acústica. Reforço acústico posterior. Reverberação REPRODUTIVA ANATOMIA Na ultrassonografia bovina, os principais órgãos internos do sistema reprodutivo visualizados são ovários, ovidutos, útero e cérvix. Os ovários mostram estruturas funcionais como folículos e corpo lúteo. O útero pode ser avaliado quanto ao tônus, presença de líquidos ou gestação. A cérvix aparece como estrutura ecogênica e delimitada, importante na avaliação reprodutiva. folículos, CL, corpo albicans. fertilização do oócito. OVÁRIOS OVIDUTOS ÚTERO cornos e corpo em Y. “anéis internos”.CÉRVIX VAGINA Ó R G Ã O S I N T E R N O S abertura externa. estrutura erétil. VULVA CLITÓRIS VESTÍBULO conecta a vulva à vagina. REPRODUTIVA ANATOMIA Na ultrassonografia bovina, os órgãos reprodutivos externos não são comumente avaliados por imagem, mas sua inspeção clínica é complementar. Estruturas como vulva e vestíbulo podem indicar alterações visíveis a olho nu. A região perineal deve estar limpa para facilitar o exame transretal. Uma boa preparação externa garante melhor qualidade na avaliação dos órgãos internos. Ó R G Ã O S E X T E R N O S ULTRASSOM! ESTRUTURAS NO Na ultrassonografia bovina, as estruturas reprodutivas apresentam diferentes ecogenicidades, facilitando sua identificação. Folículos aparecem como áreas anecogênicas (escuras), enquanto o corpo lúteo é mais ecogênico (claro e denso). O útero pode conter fluido, indicando cio ou gestação inicial. A interpretação correta dessas imagens é essencial para o diagnóstico reprodutivo preciso. 1 2 3 Folículo - anecoico preto. CL - ecogenicidade heterogênea. Útero - tubular com camadas visíveis. 4 Cérvix - Hiperecoica. DETECTÁVEIS PATOLOGIAS Cistos ovarianos Metrite Piometra Endometrite Hidrometra/Mucometra EQUIPAMENTOS TIPOS DE CroxxVet Power Os ultrassons portáteis são leves, práticos e ideais para uso em campo, facilitando o manejo diário. Os modelos convencionais oferecem mais recursos e melhor qualidade de imagem, sendo indicados para clínicas e exames detalhados. Os aparelhos com óculos ou visor são excelentes para ambientes externos, pois evitam reflexos em dias ensolarados. A escolha depende da rotina e das necessidades do profissional. PORTÁTEIS CONVENCIONAIS COM ÓCULOS OU VISOR CroxxVet ProMaxx ESSENCIAIS NO APARELHO CONFIGURAÇÕES Configurações essenciais no aparelho de ultrassom incluem ajuste de ganho, que controla o brilho da imagem. A profundidade deve ser regulada conforme o órgão a ser examinado, otimizando a visualização. O foco precisa estar alinhado à estrutura de interesse para melhorar a nitidez. Além disso, o uso correto da frequência do transdutor garante melhor resolução ou penetração, conforme o caso. 1 2 3 Ganho (Brilho da Imagem) Profundidade (Campo Visual) Foco (Resolução) 4 Congelamento (Análise Detalhada) 5 Medidas (Diâmetro de estruturas) CAMPO! CUIDADOS DE Evitar quedas e calor excessivo Usar capa protetora Limpar visor e transdutor Armazenar em local seco E MANUTENÇÃO HIGIENIZAÇÃO A higienização do ultrassom bovino deve ser feita após cada uso,utilizando produtos apropriados para não danificar o equipamento. O transdutor exige cuidado especial, sendo limpo com soluções não abrasivas. A manutenção preventiva deve ser realizada periodicamente para garantir o bom funcionamento. Armazenar o aparelho em local seco e seguro evita danos e prolonga sua vida útil. 1 2 3 Transdutor (Limpar após cada uso) Cabos (Evitar dobras) Unidade Principal (Pano seco) 4 Bateria (Ciclos de carga regulares) PREPARAÇÃO TÉCNICA TRANSRETAL Conter o animal Manter o animal calmo Higienizar região perianal PARA REALIZAÇÃO: MATERIAIS NECESSÁRIOS Para o exame transretal bovino são necessários alguns materiais básicos e essenciais. O aparelho de ultrassom com transdutor linear permite boa visualização das estruturas reprodutivas. A luva longa de palpação garante higiene e segurança ao operador. Gel lubrificante facilita a introdução e melhora a condução das ondas, e a toalha limpa é usada para higienização após o exame. 1 2 3 Ultrassom Transdutor Luva longa de Palpação 4 Gel / Lubrificante 5 Toalha Limpa ULTRASSONOGRAFICA PASSOS DA TÉCNICA Vestir luva e aplicar lubrificante Introduzir braço no reto Remover fezes Inserir transdutor e posicionar Movimentar para explorar útero e ovários POSICIONAMENTO DICAS DE Para a ultrassonografia bovina pela técnica transretal, posicione o animal contido em tronco de contenção, com acesso seguro à região perineal. Introduza o transdutor suavemente pelo reto, mantendo o braço firme e com movimentos delicados. Utilize gel para facilitar a introdução e evitar lesões. Mantenha o transdutor alinhado à estrutura de interesse, ajustando a profundidade conforme necessário. 1 2 3 Útero (Centralizado). Ovários (Laterais). Cérvix (Estrutura com anéis). 4 Manter o transdutor paralelo à pelve. SEGURANÇA CUIDADOS DE Durante o exame ultrassonográfico bovino, é essencial conter o animal de forma segura em tronco adequado para evitar movimentos bruscos. O operador deve usar luvas longas e equipamentos de proteção individual. Evite posicionar-se atrás do animal para reduzir riscos de coices. Manter calma e manejo cuidadoso garante segurança tanto para o profissional quanto para o animal. Nunca forçar o transdutorEQUIPAMENTO SEGURANÇA Respeitar o bem-estar do animal FOLICULAR D I N ÂM I C A ~21 dias DUAS OU TRÊS ONDAS FOLICULARES CICLO ESTRAL recrutamento, seleção, dominância, ovulação/atresia ETAPAS MONITORAMENTO IMPORTÂNCIA DO Avaliar resposta ao protocolo de IATF Identificar cistos ou anestro DE FOLÍCULOS ULTRASSONOGRAFIA Na ultrassonografia, os folículos ovarianos bovinos aparecem como estruturas esféricas, anecogênicas (escuras), com conteúdo líquido. Seu tamanho e número ajudam a identificar o estágio do ciclo estral. Folículos dominantes geralmente têm diâmetro maior e indicam proximidade da ovulação. O monitoramento folicular é essencial em protocolos de reprodução assistida. 1 2 3 Pequenos (12 mm, parede fina). 4 Atrésico (Irregular, conteúdo granular). DA ONDA I D E N T I F I C A ÇÃO pequenos folículos SELEÇÃOEMERGÊNCIA 10-20 mm, ovulação ou atresia DOMINÂNCIA um cresce, outros regridem Ovários pequenos, sem estruturas. Folículo >25mm persistente. ANESTRO CISTO FOLICULAR ATRESIA FOLICULAR Conteúdo ecogênico, sem crescimento. ALTERAÇÕES FOLICULARES CASOS COMUNS DE Alterações foliculares na ultrassonografia incluem folículos císticos, que persistem e aumentam de tamanho sem ovular. Também podem ocorrer folículos atrésicos, que param de se desenvolver e regridem. Essas alterações impactam a fertilidade e exigem acompanhamento clínico. A detecção precoce permite intervenções reprodutivas mais eficazes. POR ULTRASSONOGRAFIA ESTRUTURAS VISÍVEIS Na ultrassonografia bovina, é possível visualizar estruturas reprodutivas como ovários, útero, cérvix e corpo lúteo. Folículos e cistos aparecem como áreas anecogênicas, enquanto o corpo lúteo é ecogênico. O útero pode mostrar conteúdo líquido ou sinais de gestação. A diferenciação dessas estruturas é essencial para diagnósticos reprodutivos precisos. 1 2 3 Folículos 4 5 6 7 8 Folículo dominante Folículo atrésico Corpo hemorrágico Corpo Lúteo CL Cavitário Cisto folicular Cisto luteínico CORPO LÚTEO AVALIAÇÃO DE A avaliação do corpo lúteo (CL) por ultrassonografia é um passo essencial nos protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), na determinação da fase do ciclo estral e na verificação da resposta a tratamentos hormonais. O CL é uma estrutura transitória fundamental para a produção de progesterona, hormônio responsável pela manutenção da gestação e pela inibição da maturação folicular. 1 2 3 CL Sólido Ecogênico (acinzentado). CL Cavitátio (Ecogenicidade mista). CL em Regressão (Hiperecogênico ou pequeno). 4 CL Hemorrágico (Heterogêneo com áreas anecoicas). DE GESTAÇÃO DIAGNÓSTICO O diagnóstico de gestação por ultrassonografia bovina pode ser realizado a partir de 28 dias pós- cobertura. Observa-se a presença de vesícula gestacional, embrião e, posteriormente, batimentos cardíacos. A técnica permite avaliar viabilidade fetal e detectar gestação múltipla ou anormalidades. É uma ferramenta precisa e segura para manejo reprodutivo eficiente. 1 2 3 25 a 28 dias (Visícula embrionária). 28 a 32 dias (Embião visível, batimento cardíaco). 35 a 40 dias (Batimento evidente). 4 45 + dias (Formação de membros). FETAL SEXAGEM A sexagem fetal por ultrassonografia em bovinos é uma técnica utilizada para identificar o sexo do feto entre 55 e 80 dias de gestação. O exame é realizado por ultrassonografia transretal, com imagens da genitália fetal. Essa informação auxilia no planejamento reprodutivo e comercial da fazenda. É um método não invasivo, seguro e com alta taxa de acerto. www.croxxvet.com(38) 99858-7005 CONSIDERAÇÕES FINAIS VISITE NOSSO SITE (34) 99833-0159 (Rodrigo)