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Cervical manual cervical

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Luana Neves

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Cervical
	1. Atlas (C1)
Posição do paciente:
· Sentado. 
· Cabeça em posição neutra. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Cabeça relaxada. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas dos dedos indicadores. 
Mão de movimento:
· Uma das mãos pode estabilizar a cabeça. 
Técnica:
· Localizar o processo mastoide. 
· Deslizar os dedos inferiormente e anteriormente. 
· Solicitar leve rotação da cabeça. 
· Palpar a massa lateral do atlas logo abaixo do processo mastoide. 
	
	2. Áxis (C2)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Cabeça levemente flexionada. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpa do dedo indicador ou médio. 
Mão de movimento:
· Mão oposta promovendo pequena rotação cervical. 
Técnica:
· Identificar inicialmente o atlas. 
· Deslizar inferiormente. 
· Solicitar rotação da cabeça. 
· O processo espinhoso de C2 torna-se perceptível durante o movimento. 
	
	3. Vértebras Cervicais C3 a C6
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Cabeça em leve flexão. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas digitais. 
Mão de movimento:
· Estabilizando a cabeça. 
Técnica:
· Identificar C2. 
· Seguir inferiormente os processos espinhosos cervicais. 
· Palpar cada nível sucessivamente até C6. 
	
	4. Processos Transversos Cervicais
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás ou lateralmente. 
Posição do membro:
· Cabeça em posição neutra. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas dos dedos indicadores. 
Mão de movimento:
· Pode realizar rotação cervical. 
Técnica:
· Localizar a borda posterior do músculo esternocleidomastoideo. 
· Posicionar os dedos profundamente. 
· Realizar pequenas rotações da cabeça. 
· Identificar as projeções ósseas laterais correspondentes aos processos transversos. 
	
	5. Vértebra Proeminente (C7)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Cabeça inicialmente neutra. 
· Depois em flexão cervical. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Indicador e médio sobre a proeminência óssea. 
Mão de movimento:
· Pode estabilizar a cabeça ou solicitar movimento ativo. 
Técnica:
· Localizar a maior proeminência na região posterior inferior do pescoço. 
· Solicitar flexão cervical. 
· O processo espinhoso de C7 torna-se mais evidente. 
· Confirmar observando sua mobilidade durante os movimentos cervicais. 
	
	6. Primeira Vértebra Torácica (T1)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Cabeça em flexão. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpa digital sobre o processo espinhoso. 
Mão de movimento:
· Estabilização da cabeça. 
Técnica:
· Identificar C7. 
· Deslizar imediatamente para inferior. 
· Encontrar T1. 
· Diferenciar de C7 observando que T1 apresenta menor mobilidade. 
	
	7. Processos Espinhosos Cervicais
Posição do paciente:
· Sentado ou em decúbito dorsal. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente ou à cabeceira. 
Posição do membro:
· Cabeça relaxada. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas digitais. 
Mão de movimento:
· Sustentando a cabeça. 
Técnica:
· Localizar C7. 
· Percorrer superiormente ou inferiormente os processos espinhosos. 
Identificar os espaços intervertebrais entre eles
	
	8. Espaços Interespinhosos Cervicais
Posição do paciente:
· Sentado ou decúbito dorsal. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás ou à cabeceira. 
Posição do membro:
· Cabeça relaxada. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpa do dedo indicador. 
Mão de movimento:
· Sustentação da cabeça. 
Técnica:
· Identificar dois processos espinhosos consecutivos. 
· Palpar a depressão existente entre eles. 
· Determinar o nível vertebral correspondente. 
	Processos Espinhosos, Transversos e Costelas: – O examinador deverá primeiramente localizar um sulco formado nas costas do paciente pela coluna vertebral. Em seguida, a mão sensitiva é posicionada onde o dedo maior (3o dedo) fica sobre o processo espinhoso, os dedos indicador e anular de cada lado palpam o processo transverso, e o dedo mínimo e polegar nas costelas.
	9. Vértebras Torácicas
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Tronco relaxado. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas digitais. 
Mão de movimento:
· Pode estabilizar o ombro ou tronco. 
Técnica:
· Partir de T1. 
· Seguir inferiormente pelos processos espinhosos torácicos. 
· Identificar cada segmento vertebral. 
	
	10. Ângulo Inferior da Escápula (Referência Anatômica)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás do paciente. 
Posição do membro:
· Membro superior relaxado ao lado do corpo. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polegar e indicador. 
Mão de movimento:
· Pode movimentar a escápula. 
Técnica:
· Palpar a extremidade inferior da escápula. 
· Utilizar como referência para localizar aproximadamente T7. 
· Seguir medialmente até os processos espinhosos. 
	
	11. Esternocleidomastoideo (ECOM)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente ou lateralmente. 
Posição do membro:
· Cabeça rodada para o lado oposto. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Pinça digital. 
Mão de movimento:
· Induz a rotação cervical. 
Técnica:
· Solicitar rotação contralateral da cabeça. 
· Palpar o ventre muscular entre a mastoide e o esterno/clavícula. 
· Utilizar como referência para localizar estruturas cervicais profundas. 
	
	12. Fúrcula Esternal (Incisura Jugular)
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente. 
Posição do membro:
· Cabeça neutra. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Indicador. 
Mão de movimento:
· Não necessária. 
Técnica:
· Localizar a depressão superior do manúbrio esternal. 
· Utilizar como referência anatômica para identificação da transição cervicotorácica. 
Essas são as estruturas palpáveis que puderam ser identificadas de forma confiável a partir do conteúdo disponível do documento. Como a transcrição automática possui muitas falhas, uma análise direta do arquivo original (slides, imagens ou gravação da aula) permitiria recuperar outras estruturas eventualmente abordadas.
	
	Esterno
	13. Esterno
Posição do paciente:
· Sentado ou em decúbito dorsal. 
· Tronco relaxado. 
· Membros superiores ao lado do corpo. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente do paciente. 
Posição do membro:
· Ombros relaxados. 
· Tórax exposto para visualização e palpação. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas digitais dos dedos indicador e médio. 
Mão de movimento:
· Não necessária. 
Técnica:
1. Identificar a incisura jugular (fúrcula esternal). 
2. Palpar inferiormente o manúbrio do esterno. 
3. Localizar o ângulo esternal (Ângulo de Louis), referência da 2ª costela. 
4. Seguir inferiormente palpando o corpo do esterno. 
5. Identificar o processo xifoide na extremidade inferior. 
6. Avaliar sensibilidade, deformidades ou irregularidades. 
Estruturas palpadas:
1. Incisura jugular (fúrcula esternal). 
2. Manúbrio: Tendo como base a incisura jugular, o examinador deslocará seu dedo sensitivo um pouco abaixo e poderá perceber uma convexidade.
3. Ângulo esternal: Partindo do manúbrio, o examinador descerá seu dedo sensitivo inferiormente até perceber uma ligeira depressão.
4. Corpo do esterno. 
5. Processo xifoide: O examinador com seu dedo sensitivo palpará, ao final do corpo do esterno, duas projeções ósseas
	- Manúbrio
- Ângulo Esternal 
- Processo Xifoide
	14. Ângulo Esternal (Ângulo de Louis)
Posição do paciente:
· Sentado ou decúbito dorsal. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente. 
Posição do membro:
· Ombros relaxados. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Dedo indicador. 
Mão de movimento:
· Não necessária. 
Técnica:
1. Localizar a incisura jugular. 
2. Deslizar inferiormente sobre o manúbrio. 
3. Identificar uma pequena saliência transversal. 
4. Esse ponto corresponde à articulação manúbrio-esternal. 
5. Utilizar como referência para localizar a 2ª costela. 
Estruturas palpadas:1. Manúbrio. 
2. Ângulo esternal. 
3. Segunda costela.
	
	Costelas
	
Costelas
Posição do paciente:
· Sentado ou em decúbito dorsal. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente ou lateralmente ao paciente. 
Posição do membro:
· Membros superiores relaxados. 
· Para melhor exposição lateral, o paciente pode elevar o braço do lado avaliado. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpas digitais. 
Mão de movimento:
· Pode posicionar ou elevar o membro superior. 
Técnica:
1. Localizar o ângulo esternal. 
2. Identificar a 2ª costela. 
3. Seguir lateralmente cada arco costal. 
4. Palpar as costelas sucessivamente em direção inferior. 
5. Avaliar continuidade óssea, mobilidade respiratória e sensibilidade. 
6. Comparar bilateralmente. 
Estruturas palpadas:
1. 1ª costela (mais profunda e difícil). 
2. 2ª costela. 
3. 3ª à 10ª costelas. 
4. Cartilagens costais. 
5. Arco costal. 
	
	14. Primeira Costela
Posição do paciente:
· Sentado. 
Posição do fisioterapeuta:
· Atrás ou lateralmente. 
Posição do membro:
· Cabeça levemente inclinada para o lado oposto. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpa do indicador e médio. 
Mão de movimento:
· Pode inclinar a cabeça do paciente. 
Técnica:
1. Localizar a clavícula. 
2. Posicionar os dedos posteriormente à clavícula. 
3. Pressionar suavemente em direção inferior. 
4. Solicitar inspiração profunda. 
5. Sentir a elevação da primeira costela. 
Estruturas palpadas:
1. Primeira costela. 
2. Espaço supraclavicular. 
	
	6. Espaços Intercostais
Posição do paciente:
· Sentado ou decúbito dorsal. 
Posição do fisioterapeuta:
· À frente ou lateralmente. 
Posição do membro:
· Relaxado. 
Forma da mão:
Mão de palpação:
· Polpa do dedo indicador. 
Mão de movimento:
· Não necessária. 
Técnica:
1. Identificar duas costelas consecutivas. 
2. Posicionar o dedo no espaço entre elas. 
3. Percorrer o espaço intercostal ao longo de seu trajeto. 
4. Avaliar sensibilidade, retrações ou alterações musculares. 
Estruturas palpadas:
1. Espaços intercostais. 
2. Músculos intercostais superficiais. 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
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