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Cervical 1. Atlas (C1) Posição do paciente: · Sentado. · Cabeça em posição neutra. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Cabeça relaxada. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas dos dedos indicadores. Mão de movimento: · Uma das mãos pode estabilizar a cabeça. Técnica: · Localizar o processo mastoide. · Deslizar os dedos inferiormente e anteriormente. · Solicitar leve rotação da cabeça. · Palpar a massa lateral do atlas logo abaixo do processo mastoide. 2. Áxis (C2) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Cabeça levemente flexionada. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpa do dedo indicador ou médio. Mão de movimento: · Mão oposta promovendo pequena rotação cervical. Técnica: · Identificar inicialmente o atlas. · Deslizar inferiormente. · Solicitar rotação da cabeça. · O processo espinhoso de C2 torna-se perceptível durante o movimento. 3. Vértebras Cervicais C3 a C6 Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Cabeça em leve flexão. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas digitais. Mão de movimento: · Estabilizando a cabeça. Técnica: · Identificar C2. · Seguir inferiormente os processos espinhosos cervicais. · Palpar cada nível sucessivamente até C6. 4. Processos Transversos Cervicais Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás ou lateralmente. Posição do membro: · Cabeça em posição neutra. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas dos dedos indicadores. Mão de movimento: · Pode realizar rotação cervical. Técnica: · Localizar a borda posterior do músculo esternocleidomastoideo. · Posicionar os dedos profundamente. · Realizar pequenas rotações da cabeça. · Identificar as projeções ósseas laterais correspondentes aos processos transversos. 5. Vértebra Proeminente (C7) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Cabeça inicialmente neutra. · Depois em flexão cervical. Forma da mão: Mão de palpação: · Indicador e médio sobre a proeminência óssea. Mão de movimento: · Pode estabilizar a cabeça ou solicitar movimento ativo. Técnica: · Localizar a maior proeminência na região posterior inferior do pescoço. · Solicitar flexão cervical. · O processo espinhoso de C7 torna-se mais evidente. · Confirmar observando sua mobilidade durante os movimentos cervicais. 6. Primeira Vértebra Torácica (T1) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Cabeça em flexão. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpa digital sobre o processo espinhoso. Mão de movimento: · Estabilização da cabeça. Técnica: · Identificar C7. · Deslizar imediatamente para inferior. · Encontrar T1. · Diferenciar de C7 observando que T1 apresenta menor mobilidade. 7. Processos Espinhosos Cervicais Posição do paciente: · Sentado ou em decúbito dorsal. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente ou à cabeceira. Posição do membro: · Cabeça relaxada. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas digitais. Mão de movimento: · Sustentando a cabeça. Técnica: · Localizar C7. · Percorrer superiormente ou inferiormente os processos espinhosos. Identificar os espaços intervertebrais entre eles 8. Espaços Interespinhosos Cervicais Posição do paciente: · Sentado ou decúbito dorsal. Posição do fisioterapeuta: · Atrás ou à cabeceira. Posição do membro: · Cabeça relaxada. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpa do dedo indicador. Mão de movimento: · Sustentação da cabeça. Técnica: · Identificar dois processos espinhosos consecutivos. · Palpar a depressão existente entre eles. · Determinar o nível vertebral correspondente. Processos Espinhosos, Transversos e Costelas: – O examinador deverá primeiramente localizar um sulco formado nas costas do paciente pela coluna vertebral. Em seguida, a mão sensitiva é posicionada onde o dedo maior (3o dedo) fica sobre o processo espinhoso, os dedos indicador e anular de cada lado palpam o processo transverso, e o dedo mínimo e polegar nas costelas. 9. Vértebras Torácicas Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Tronco relaxado. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas digitais. Mão de movimento: · Pode estabilizar o ombro ou tronco. Técnica: · Partir de T1. · Seguir inferiormente pelos processos espinhosos torácicos. · Identificar cada segmento vertebral. 10. Ângulo Inferior da Escápula (Referência Anatômica) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás do paciente. Posição do membro: · Membro superior relaxado ao lado do corpo. Forma da mão: Mão de palpação: · Polegar e indicador. Mão de movimento: · Pode movimentar a escápula. Técnica: · Palpar a extremidade inferior da escápula. · Utilizar como referência para localizar aproximadamente T7. · Seguir medialmente até os processos espinhosos. 11. Esternocleidomastoideo (ECOM) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · À frente ou lateralmente. Posição do membro: · Cabeça rodada para o lado oposto. Forma da mão: Mão de palpação: · Pinça digital. Mão de movimento: · Induz a rotação cervical. Técnica: · Solicitar rotação contralateral da cabeça. · Palpar o ventre muscular entre a mastoide e o esterno/clavícula. · Utilizar como referência para localizar estruturas cervicais profundas. 12. Fúrcula Esternal (Incisura Jugular) Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · À frente. Posição do membro: · Cabeça neutra. Forma da mão: Mão de palpação: · Indicador. Mão de movimento: · Não necessária. Técnica: · Localizar a depressão superior do manúbrio esternal. · Utilizar como referência anatômica para identificação da transição cervicotorácica. Essas são as estruturas palpáveis que puderam ser identificadas de forma confiável a partir do conteúdo disponível do documento. Como a transcrição automática possui muitas falhas, uma análise direta do arquivo original (slides, imagens ou gravação da aula) permitiria recuperar outras estruturas eventualmente abordadas. Esterno 13. Esterno Posição do paciente: · Sentado ou em decúbito dorsal. · Tronco relaxado. · Membros superiores ao lado do corpo. Posição do fisioterapeuta: · À frente do paciente. Posição do membro: · Ombros relaxados. · Tórax exposto para visualização e palpação. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas digitais dos dedos indicador e médio. Mão de movimento: · Não necessária. Técnica: 1. Identificar a incisura jugular (fúrcula esternal). 2. Palpar inferiormente o manúbrio do esterno. 3. Localizar o ângulo esternal (Ângulo de Louis), referência da 2ª costela. 4. Seguir inferiormente palpando o corpo do esterno. 5. Identificar o processo xifoide na extremidade inferior. 6. Avaliar sensibilidade, deformidades ou irregularidades. Estruturas palpadas: 1. Incisura jugular (fúrcula esternal). 2. Manúbrio: Tendo como base a incisura jugular, o examinador deslocará seu dedo sensitivo um pouco abaixo e poderá perceber uma convexidade. 3. Ângulo esternal: Partindo do manúbrio, o examinador descerá seu dedo sensitivo inferiormente até perceber uma ligeira depressão. 4. Corpo do esterno. 5. Processo xifoide: O examinador com seu dedo sensitivo palpará, ao final do corpo do esterno, duas projeções ósseas - Manúbrio - Ângulo Esternal - Processo Xifoide 14. Ângulo Esternal (Ângulo de Louis) Posição do paciente: · Sentado ou decúbito dorsal. Posição do fisioterapeuta: · À frente. Posição do membro: · Ombros relaxados. Forma da mão: Mão de palpação: · Dedo indicador. Mão de movimento: · Não necessária. Técnica: 1. Localizar a incisura jugular. 2. Deslizar inferiormente sobre o manúbrio. 3. Identificar uma pequena saliência transversal. 4. Esse ponto corresponde à articulação manúbrio-esternal. 5. Utilizar como referência para localizar a 2ª costela. Estruturas palpadas:1. Manúbrio. 2. Ângulo esternal. 3. Segunda costela. Costelas Costelas Posição do paciente: · Sentado ou em decúbito dorsal. Posição do fisioterapeuta: · À frente ou lateralmente ao paciente. Posição do membro: · Membros superiores relaxados. · Para melhor exposição lateral, o paciente pode elevar o braço do lado avaliado. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpas digitais. Mão de movimento: · Pode posicionar ou elevar o membro superior. Técnica: 1. Localizar o ângulo esternal. 2. Identificar a 2ª costela. 3. Seguir lateralmente cada arco costal. 4. Palpar as costelas sucessivamente em direção inferior. 5. Avaliar continuidade óssea, mobilidade respiratória e sensibilidade. 6. Comparar bilateralmente. Estruturas palpadas: 1. 1ª costela (mais profunda e difícil). 2. 2ª costela. 3. 3ª à 10ª costelas. 4. Cartilagens costais. 5. Arco costal. 14. Primeira Costela Posição do paciente: · Sentado. Posição do fisioterapeuta: · Atrás ou lateralmente. Posição do membro: · Cabeça levemente inclinada para o lado oposto. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpa do indicador e médio. Mão de movimento: · Pode inclinar a cabeça do paciente. Técnica: 1. Localizar a clavícula. 2. Posicionar os dedos posteriormente à clavícula. 3. Pressionar suavemente em direção inferior. 4. Solicitar inspiração profunda. 5. Sentir a elevação da primeira costela. Estruturas palpadas: 1. Primeira costela. 2. Espaço supraclavicular. 6. Espaços Intercostais Posição do paciente: · Sentado ou decúbito dorsal. Posição do fisioterapeuta: · À frente ou lateralmente. Posição do membro: · Relaxado. Forma da mão: Mão de palpação: · Polpa do dedo indicador. Mão de movimento: · Não necessária. Técnica: 1. Identificar duas costelas consecutivas. 2. Posicionar o dedo no espaço entre elas. 3. Percorrer o espaço intercostal ao longo de seu trajeto. 4. Avaliar sensibilidade, retrações ou alterações musculares. Estruturas palpadas: 1. Espaços intercostais. 2. Músculos intercostais superficiais. 2 image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image1.png image2.png image3.png