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TERMOTERAPIA 
E 
FOTOTERAPIA 
CONCEITOS BÁSICOS – TERMOTERAPIA 
Prof. Dr. Rubens dos Santos Rosa 
TERMOTERAPIA
TEMPERATURA e CALOR
• O corpo contém partículas que estão em movimento contínuo .
Temperatura: é uma grandeza que mede o estado de agitação das
partículas de um corpo, caracterizando o seu estado térmico.
Calor: é energia térmica transferida que flui de um corpo de maior
temperatura para outro de menor temperatura
Escala Fahrenheit (F): ponto de congelamento da água a 32°C
ponto de ebulição a 212°C
Escala Celsius (C): ponto de congelamento a 0°C
ponto de ebulição a 100°C
A medição da T° depende da precisão do termômetro e a maneira
como ele é utilizado.
Termômetros pequenos dificultam a precisão de leitura.
TEMPERATURA CORPÓREA 
Os humanos homeotérmicos devem manter sua temperatura
interna dentro de uma faixa relativamente estreita de 30 a 42°C.
A variação de temperatura geralmente são inferiores a 1°C (36,1°C
a 37,8°C) WILMORE e COSTILL, 2001
Temperaturas anormalmente altas ou baixas produzem padrões
diferentes de danos tissulares (ROBBINS et al., 1996).
TEMPERATURAS CENTRAIS
Segundo Mountcastle (1974), os tecidos e órgãos do corpo humano funcionam
melhor quando mantidos a uma temperatura constante, próxima de 37°C, para
conservação das funções metabólicas (BAXTER, 1994).
Afastamentos significantes desta faixa normal de temperaturas tissulares são
associados com doenças e morte.
TEMPERATURAS PERIFÉRICAS
As temperaturas de pele, músculo e tecido subcutâneo, são geralmente menores
que as temperaturas viscerais e sujeitos as flutuações muito mais intensas.
Temperaturas cutâneas podem flutuar, sem danos, entre 20 e 40°C.
Exposições prolongadas em ambientes frios ou quentes, causando temperaturas
cutâneas iguais ou menores que 18ºC e iguais ou maiores que 45°C, estão geralmente
associadas com dor e lesão tissular.
MANUTENÇÃO DA 
TEMPERATURA CORPORAL
A termorregulação é realizada por um sistema
de controle fisiológico, que consiste em
termorreceptores centrais e periféricos, um
sistema de condução aferente, o controle central
de integração dos impulsos térmicos e um
sistema de respostas eferentes levando a
respostas compensatórias (CASAROTO, RIBEIRO e
ANARUMA, 2004)
O centro de regulação da temperatura central situa-se
na área pré-óptica do hipotálamo anterior, sua função é a
manutenção do equilíbrio térmico.
O hipotálamo controla vários processos fisiológicos do corpo
para regular a temperatura.
Seu comportamento de controle é primariamente proporcional
aos desvios das temperaturas de referência, com aspectos de
resposta integral e derivativa.
A temperatura possui 2 aspectos de regulação:
Fisiológico: manutenção da temperatura interna (35°C a
40°C)
Comportamental: manutenção da sensação de conforto
térmico-associado com a temperatura da pele, no
intervalo de 32°C a 35°C.
Também é afetado pela manutenção da temperatura
interna
Pele maior órgão sensorial do corpo, fontes receptoras estão na
superfície da pele sendo
Tato
Corpúsculos de Meissner (tato superficial)
Corpúsculos de Merkel (tato) também chamados de discos de Merkel
Terminações das raízes dos pelos.
Pressão
Corpúsculos de Pacini (pressão profunda) – deformação mecânica
Golgi – Mazzoni
Temperatura
Corpúsculos de Krause (frio) – também chamados de bulbos terminais de
Krause
Corpúsculos de Ruffini (calor)
Dor
Terminações nervosas livre (dor) – importante papel protetor,
denominam-se nociceptores
RECEPTORES NERVOSOS SENSORIAIS 
CLASSIFICAÇÃO – EXTEROCEPTORES
De acordo com a intensidade do estímulo frio há uma relação
direta e proporcional com a frequência de impulsos gerados e
transmitidos pelas vias aferentes sensitivas, de modo que o
sistema nervoso central recebe um número maior de impulsos
quanto maior for a intensidade do estímulo aplicado na pele.
Os impulsos aferentes chegam até os núcleos ventro-póstero-
laterais do tálamo (tálamo ventrolateral), ao nível de cujas
sinapses gera-se a sensação de frio, que pode ser epicrítica
(sensibilidade de toque), quando, através das vias tálamo-
corticais, cheguem impulsos ao córtex somestésico
correspondente, fenômeno através do qual a sensação térmica
torna-se precisa, definida e discriminativa.
REGULAÇÃO HIPOTALÂMICA DE TEMPERATURA
O centro responsável por controlar
a temperatura corporal está
localizado na região pré-óptica do
hipotálamo anterior como mostra a
figura ao lado, formada por grupo
de neurônios que responde
diretamente à temperatura.
A área pré-óptica temperatura-
sensível, sinais são irradiados para
várias outras regiões do hipotálamo,
para controlar a produção ou a
perda de calor.
Divisão do hipotálamo:
Um centro de perda de calor: situa-se na região anterior, e quando
estimulada provoca a redução do calor corporal. O resfriamento do centro
causa vasoconstrição e parada da sudorese.
Um centro de produção de calor: situa-se na região posterior e quando
estimulado, aumenta o calor corporal. O aquecimento dessa área produz
vasodilatação em praticamente todos os vasos cutâneos do corpo
desencadeando também a sudorese.
Fatores que alteram a temperatura
Exercício intenso e prolongado
Problemas de saúde
Condições extremas de calor (aquecimento) ou frio 
WILMORE e COSTILL, 2001
Alguns fatores que afetam e algumas consequências da regulação de
temperatura fisiológica e comportamental:
Balanço entre produção e perda de calor
Considerando que a temperatura do corpo permanece relativamente constante
e diferente da T° do ambiente (apesar das variações desta) pode-se inferir que:
Existe produção/consumo de calor endógeno associada a existência desta
diferença de temperatura
O corpo é capaz de controlar a taxa de produção/perda de calor, de forma a
manter a temperatura constante.
Trata-se de um controle complexo, visto que o balanço de energia é mantido se
a geração de calor for alta (exercícios físicos) ou baixa (sono), bem como pela
capacidade de suportar variações extremas da temperatura ambiente.
O controle da perda de calor do corpo para o 
ambiente é afetado por:
1- Fatores fisiológicos: variações na resistência térmica
subcutânea (fluxo sanguíneo e teor de gordura - isolante)
O processo fisiológico de maior relevância e mais utilizado para
controlar a temperatura do corpo é a regulação da vazão de
sangue para a pele.
Quando as temperaturas internas se elevam acima de uma
temperatura de referência, uma proporção maior de sangue é
direcionada para a pele.
A dilatação dos vasos sanguíneos da pele (vasodilatação) pode
aumentar a vazão de sangue na pele em até 15 vezes (de 1,7
mL/m2.s em descanso confortável para 25 mL/m2.s em calor
extremo) de maneira a carregar o calor interno para a pele e de
lá transferi-lo para o ambiente externo.
Este processo equivale a uma redução na resistência à
transferência de calor da camada subcutânea (aumento da
condutividade térmica efetiva – WJ).
Quando a T° do corpo cai abaixo daquela de referência, a vazão
de sangue na pele é reduzida (vasoconstrição) para conservar
calor no corpo, ou seja, equivale a um aumento na resistência à
transferência de calor da camada subcutânea.
O efeito de vasoconstrição máxima é equivalente ao efeito
isolante de um casaco pesado.
2- Variações na resistência térmica supra-cutânea:
pelo, roupas.
3- Controle comportamental: variações na postura
(diminuição da área superficial), procura de proteção,
etc.
Mecanismos adicionais:
Se a temperatura do ambiente estiver alta:
Perda de calor por evaporação na pele, que pode ser aumentada:
a) pelo aumento da taxa de evaporação do trato respiratório superior –
respiração ofegante;
b) evaporação de fluido na pele (suor ou aplicação externa de líquido)
Em condições de T° internas elevadas, ocorre a sudorese.
Este mecanismo de defesa é uma forma de resfriar a pele e
aumentar a perda de calor do interior do corpo.
A função de suar pela pele (sudorese) é mais avançada em
humanos que em outros animais e é estritamente necessária para
garantir o conforto em taxasmetabólicas acima daquelas para o
nível de descanso.
A sudorese é regulada pelo sistema nervoso autônomo simpático.
As glândulas sudoríparas bombeiam perspiração para a superfície da pele
para evaporação, que, por sua vez, promove a remoção de calor da pele.
Se as condições são adequadas para a evaporação, a pele pode permanecer
relativamente seca mesmo a elevadas taxas de suor, com pouca percepção
da sudorese (ex. clima desértico).
Em condições da pele menos favoráveis à evaporação, o suor deve se
espalhar sobre a pele próxima à glândula sudorípara até que a área coberta
de suor seja suficiente para evaporar o suor que migra para a superfície.
A fração que cobre a pele que é coberta com água para contabilizar a taxa
de evaporação total é denominada índice de superfície molhada do corpo.
Seres humanos são capazes de sentir a umidade da pele gerada
por perspiração e esta umidade apresenta boa correlação com o
desconforto térmico.
É raro para uma pessoa sedentária ou pouco ativa se sentir
confortável com um índice de superfície molhada do corpo maior
que 25%.
A umidade da pele também aumenta a fricção entre a pele e
tecidos, fazendo com que as vestimentas proporcionem uma
sensação mais desagradável.
Com exposições ao calor repetidas e intermitentes, a
temperatura de referência para o início da sudorese decresce e a
sensibilidade à temperatura (ganho proporcional) do sistema
sudoríparo aumenta.
Entretanto, sob exposição a condições muito quentes por um longo período de
tempo, a temperatura de referência aumenta, talvez para reduzir o esforço
fisiológico da sudorese. A perspiração, como secretada, apresenta uma
concentração de sal menor que a de fluido intersticial ou plasma sanguíneo.
Após exposição prolongada ao calor, as glândulas sudoríparas reduzem mais
ainda a concentração de sal do suor para conservar sal. Na superfície da pele, a
água do suor evapora enquanto o sal dissolvido e outros constituintes
permanecem e são acumulados na pele.
Devido ao fato do sal abaixar a pressão de vapor da água e, desta forma,
impedir a evaporação, o sal que acumula na pele resulta em uma maior
superfície molhada por suor com o tempo. Parte da sensação de alívio e prazer
que se tem ao tomar banho ao final de um dia quente está relacionada à
restauração do filme de suor hipotônico e decréscimo da superfície molhada
pelo suor.
Outras adaptações ao calor são o aumento da vazão de sangue e da sudorese
em regiões periféricas nas quais a transferência de calor é mais eficiente.
EFEITOS SISTÊMICOS DAS ALTAS TEMPERATURAS
Hipertermia: se um indivíduo é submetido a T° elevadas, pode
haver elevação progressiva da T° corporal.
Choque térmico: a partir de 40°C, há vasodilatação periférica,
abertura dos capilares, sequestro de grande quantidade de
sangue na periferia, iniciando um processo de insuficiência
circulatória periférica.
O estado de insuficiência circulatória se complica quando há
sudorese em grande quantidade, levando a redução do volume
plasmático (PITELLA FILHO et al., 1994).
AÇÃO LOCAL DAS ALTAS TEMPERATURAS
A ação local do calor pode produzir queimaduras, cuja
gravidade depende da extensão e da profundidade da lesão.
Segundo Pitella Filho et al. (1994), o calor pode causar
lesões por vários mecanismos:
Liberação de histamina a partir dos mastócitos, o qual
produz vasodilatação e o aumento da permeabilidade
vascular (edema);
Lesão direta da parede vascular, que pode aumentar o
edema, produzir hemorragia e levar à trombose de pequenos
vasos, com consecutiva isquemia e necrose;
Ação direta sobre as células produzindo degeneração hidrotópica
quando a elevação da temperatura vai até 52°C. Isso se deve ao
consumo de adenosina trifosfato (ATP) que acelera as reações
enzimáticas sem que haja aumento proporcional do fornecimento
de oxigênio (hipóxia relativa).
Se a temperatura se eleva acima de 55°C, há morte celular em
decorrência da desnaturação das proteínas e subversão total das
atividades metabólicas;
Com a morte das células, há proteólise e liberação de peptídeos
quimiotáticos para fagócitos que iniciam o processo de reabsorção
do tecido morto e reparação cicatricial.
CALOR TERAPÊUTICO – TERMOTERAPIA
É a variação de temperatura com fins terapêuticos, são
efeitos do calor sobre os diferentes tecidos do corpo
humano (LIANZA, 2001).
De acordo com suas fontes, o calor é em geral, dividido
em três categorias principais:
Ação química associa da com o metabolismo celular;
Correntes elétricas e magnéticas, como as encontradas
nos dispositivos de diatermia;
Ação mecânica (STARKEY, 2001).
MODALIDADES DE AQUECIMENTO CALOR
São divididas em 2 classes de agentes de aquecimento e 1 classe de resfriamento
Calor (aquecimento) superficial
Calor (aquecimento) profundo
Resfriamento superficial
Por compartilharem muitas características em comum, poderia argumentar-se que os 2
grupos ocupam simplesmente posições diferentes ao longo do mesmo espectro.
A) Calor superficial: Workman (1999) afirmou que o
calor superficial refere-se ao aumento da temperatura da
pele entre 40 a 43°C, produzindo efeitos terapêuticos.
Lehmann et al. (1966) constataram aumento da
temperatura utilizando calor superficial sobre a região do
músculo quadríceps humano, com bolsa quente.
O experimento registrou a temperatura a 1 cm de
profundidade, em relação à pele. O resultado foi elevação
de 1,5°C em 8 minutos e 3,0°C em 20 minutos.
Kaul e Herring (1994) verificaram aumento na T° nos tecidos
com aplicação de calor superficial. A distribuição da
temperatura nos tecidos depende da quantidade de energia
convertida, profundidade e propriedades térmicas do tecido e
método de aplicação.
Abramson et al. (1967) estudaram o calor superficial úmido
e seco e verificaram maior aceitação dos pacientes para o
aquecimento seco em relação ao úmido.
Ao compararem calor seco e úmido, em T° semelhantes, o
calor úmido produziu temperaturas significativamente mais
elevadas na pele, região subcutânea e região intramuscular.
Porém, o calor seco, em T° mais elevadas, apresentou a
mesma eficiência.
Porter (1998) analisou a grande incidência de tendinites,
bursites e artrites em cavalos, e a dificuldade de diagnóstico
e tratamento.
Em relação ao tratamento recomendou a utilização de frio e
faixas elásticas compressivas na fase aguda e calor superficial
na fase crônica. Observou a utilização do calor superficial
como uma técnica com múltiplos benefícios, porém atuando
diretamente na dor.
A dor está presente
pelo espasmo muscular,
redução da circulação
pressão da inervação periférica,
Causadas por alterações do tecido conectivo, assim sendo, a 
utilização do calor superficial pode atuar em todas essas causas, 
estimular o processo de reparo, como também preparando os 
tecidos para exercícios de mobilização. 
Outros autores, porém, alertam contra a utilização de calor por 
causa da preocupação do seu uso sobre tumor causando aumento 
e expansão metastática.
B) Calor profundo: produzem temperaturas muito mais
altas nos tecidos e uma resposta mais vigorosa. Os
agentes de aquecimento profundo elevam a T° com
ritmo bastante rápido, elevando as T° teciduais até
próximo dos 45°C e mantendo as T° máximas por um
período relativamente longo (LEHMANN 1982).
As formas de aquecimento dependem de propriedades
térmicas e profundidade do tecido (LEHMANN, 1974).
As formas de aquecimento podem ser classificadas da seguinte maneira:
Radiação térmica: é a transmição pela radiação eletromagnética emitida de uma
superfície de um corpo cuja temperatura da superfície esteja acima de zero
absoluto, ocorrendo a troca de energia térmica entre objetos no espaço.
(MOUNTCASTLE, 1974).
Condução: é a troca de energia entre regiões de T° diferente, das regiões mais
quentes para as mais frias, que é realizada através da colisão molecular direta. A
energia transferida desse modo causa aumento nas vibrações das moléculas, que
é transmitida para as moléculas adjacentes, onde se dois objetos sólidos de T°
diferentes entrarem em contato,o fluxo de calor é transferido do objeto mais
quente para o mais frio.
Convecção: é a troca de calor a partir de um meio, líquido ou ar, em movimento.
Uma vez que há movimentação das partículas diferentemente aquecidas no
interior do meio, não podendo ocorrer nos sólidos. Esse movimento de partículas
acontece por diferença de densidade entre as diversas partes do fluído, causada
pela diferença de temperatura.
Conversão: é a conversão de uma energia em calor, podendo ser ondas sonoras,
correntes elétricas de alta frequência e radiação eletromagnética. Exemplos:
ultrassom, ondas curtas e microondas (LIANZA, 2001).
As modificações de T° são resultantes de transferência de calor, e estão
diretamente relacionadas à intensidade do calor, tempo de aplicação e
meio térmico.
O calor uma vez transferido é difundido ao longo do tecido por
movimento aleatório das moléculas, também pode ser conduzido para
outras superfícies de tecido e sujeito a transmissão por fluxo de sangue
local e o fluxo de fluido de irrigação.
A velocidade de aumento da T° também desempenha um papel na
determinação da extensão das respostas biológicas.
Dependendo da velocidade de aumento, níveis eficazes de T° serão
alcançados mais cedo ou mais tarde. Assim, uma modalidade que eleve
rapidamente a T° em níveis biologicamente eficazes produzirá efeito
mais pronunciado do que uma modalidade que eleve a T° tecidual mais
lentamente, dado que ambas as modalidades sejam aplicadas durante o
mesmo período de tempo.
Em resumo os principais fatores que determinam o
número e a intensidade das reações fisiológicas ao
calor são: (KOTTKE et al., 1984):
O nível de temperatura tecidual, a faixa terapêutica
aproximada que se estende de 40 a 45,5°C;
A duração da elevação de temperatura tecidual. A
faixa terapêutica aproximada é de 3 a 30 minutos;
A velocidade da elevação de temperatura nos tecidos;
O tamanho da área tratada.
CRITÉRIO DE QUANTIFICAÇÃO TÉRMICA
Para se determinar a quantidade de aquecimento, foi
criada uma escala que depende da sensação subjetiva de
calor referida pelo paciente e ainda da fase em que se
encontra a enfermidade, sendo baseada na escala de
Schliephake (MACHADO, 1991), ou seja:
Calor muito débil: Imediatamente abaixo do limiar de
sensibilidade;
Calor débil: Imediatamente perceptível;
Calor médio: Sensação clara de calor;
Calor forte: No limite da tolerância.
MODALIDADES DA TERMOTERAPIA
A termoterapia segundo a sua intensidade e penetração, classifica-
se em:
Alta frequência:
Ultrassom;
Ondas curtas;
Microondas.
Baixa frequência:
Forno de Bier;
Parafina;
Compressa quente
Estes recursos termoterápicos serão descritos de forma específica,
levando-se em consideração os cuidados especiais adequados ao
manuseio e aplicação de cada aparelho isoladamente.

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