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INTRODUÇÃO À PERIODONTIA 
CIRÚRGICA 
 
1. Cirurgia periodontal dentro do 
tratamento periodontal 
Os primeiros slides enfatizam um conceito fundamental: 
A cirurgia periodontal não deve ser a primeira opção de tratamento para a doença 
periodontal. 
Antes de qualquer procedimento cirúrgico, deve-se realizar a chamada: 
Terapia relacionada à causa 
Essa terapia consiste principalmente em: 
● Controle do biofilme bacteriano. 
● Orientação de higiene oral. 
● Raspagem supra e subgengival. 
● Alisamento radicular. 
● Controle dos fatores retentivos de placa. 
A cirurgia só é indicada quando essas medidas não conseguem produzir os resultados 
desejados. 
Mensagem principal dos slides: 
Primeiro controla-se a causa da doença; depois avalia-se a necessidade cirúrgica. 
 
2. Objetivos da cirurgia periodontal 
Os slides seguintes apresentam a pergunta: 
"Quais os objetivos da cirurgia periodontal?" 
A partir daí são descritos vários objetivos. 
 
Facilitar a remoção dos depósitos subgengivais 
Quando existem bolsas periodontais profundas, o acesso às superfícies radiculares torna-se 
difícil. 
A cirurgia permite: 
● Melhor visualização. 
● Melhor acesso aos instrumentos. 
● Remoção mais eficiente de cálculo. 
● Remoção mais eficiente de biofilme. 
 
Facilitar o controle de placa pelo paciente 
Após a cirurgia, a anatomia dos tecidos pode ficar mais favorável. 
Isso permite: 
● Escovação mais eficiente. 
● Uso facilitado do fio dental. 
● Menor retenção de placa. 
Consequentemente ocorre menor risco de recidiva da doença. 
 
Redução do processo inflamatório 
Os slides destacam que a cirurgia contribui para diminuir sinais inflamatórios como: 
Edema 
Acúmulo de líquido nos tecidos. 
Hiperemia 
Aumento do fluxo sanguíneo local. 
Flacidez tecidual 
Perda da consistência normal da gengiva. 
Com a eliminação dos fatores etiológicos, a gengiva tende a recuperar características de 
normalidade. 
 
3. Eliminação ou redução das bolsas 
periodontais 
Esse é um dos principais objetivos da cirurgia. 
As bolsas periodontais favorecem: 
● Acúmulo bacteriano. 
● Dificuldade de higienização. 
● Progressão da doença. 
Por isso a cirurgia busca: 
Eliminar bolsas 
Ou 
Reduzir sua profundidade 
facilitando a manutenção periodontal. 
 
4. Restabelecimento da normalidade 
periodontal 
Outro objetivo descrito nos slides é: 
Devolver aspectos de normalidade ao periodonto 
Isso significa restaurar: 
● Forma gengival adequada. 
● Contorno gengival fisiológico. 
● Condições favoráveis para saúde dos tecidos. 
 
5. Eliminação de depósitos microbianos 
em bolsas profundas 
Os slides ressaltam que em bolsas profundas a raspagem convencional pode apresentar 
limitações. 
A cirurgia permite: 
● Acesso direto à raiz. 
● Visualização do cálculo residual. 
● Melhor descontaminação da superfície radicular. 
 
6. Controle de áreas retentivas 
Outro objetivo apresentado é: 
Facilitar o controle de placa e remover áreas de retenção 
Essas áreas podem incluir: 
● Restaurações mal adaptadas. 
● Excesso de material restaurador. 
● Alterações anatômicas. 
● Contornos gengivais inadequados. 
Essas estruturas favorecem o acúmulo de biofilme e dificultam a higiene. 
 
7. Criação de ambiente adequado para 
próteses e restaurações 
Os slides mencionam que a cirurgia também pode ser realizada para: 
Preparação protética 
ou 
Adequação do meio bucal 
Isso ocorre porque tecidos gengivais inflamados ou deformados podem comprometer: 
● Moldagens. 
● Ajuste de próteses. 
● Adaptação de coroas. 
● Estética final. 
 
8. Terapia periodontal regenerativa 
Outro ponto apresentado é a possibilidade de: 
Regeneração periodontal 
O objetivo é tentar recuperar estruturas perdidas pela doença periodontal: 
● Osso alveolar. 
● Ligamento periodontal. 
● Cemento radicular. 
A regeneração busca restaurar não apenas a forma, mas também a função dos tecidos. 
 
9. Contraindicações da cirurgia 
periodontal 
Os slides passam então para situações em que a cirurgia não deve ser realizada. 
 
Estado sistêmico desfavorável 
Pacientes com condições sistêmicas descompensadas apresentam maior risco cirúrgico. 
Exemplos: 
● Diabetes descontrolado. 
● Hipertensão não controlada. 
● Alterações imunológicas. 
 
Presença de infecções agudas 
Quando existe infecção ativa, o tratamento inicial deve controlar essa condição antes da 
cirurgia. 
Isso reduz: 
● Risco de disseminação. 
● Complicações pós-operatórias. 
● Dificuldades de cicatrização. 
 
10. Gengivectomia 
A partir dos slides seguintes começa o estudo específico da: 
Gengivectomia 
A gengivectomia consiste na remoção cirúrgica de tecido gengival. 
É indicada principalmente para: 
● Eliminação de bolsas supraósseas. 
● Remoção de hiperplasias gengivais. 
● Correção do contorno gengival. 
 
11. Etapas da gengivectomia 
Os slides mostram uma sequência clínica composta por: 
1. Avaliação da mucosa gengival 
2. Sondagem periodontal 
3. Demarcação dos pontos sangrantes 
4. Incisão primária 
5. Incisão secundária 
6. Incisão terciária (quando necessária) 
7. Remoção do tecido 
8. Acabamento cirúrgico 
 
12. Avaliação da mucosa gengival 
Antes da cirurgia deve-se avaliar: 
Quantidade de gengiva 
Verificar a largura de tecido queratinizado. 
Os slides destacam: 
Gengiva queratinizada maior que 2 mm 
Considerada favorável para o procedimento. 
 
Qualidade do tecido 
Observa-se: 
● Espessura. 
● Resistência. 
● Integridade. 
 
Coloração 
A cor auxilia na avaliação do estado inflamatório. 
 
Ranhura gengival 
A presença da textura em "casca de laranja" geralmente indica tecido saudável. 
 
Impacto estético 
Importante principalmente em regiões anteriores. 
 
13. Sondagem periodontal 
Após a avaliação gengival realiza-se: 
Sondagem periodontal 
Objetivos: 
● Determinar profundidade das bolsas. 
● Identificar áreas comprometidas. 
● Planejar a quantidade de tecido a ser removida. 
 
14. Demarcação dos pontos sangrantes 
Essa etapa recebe bastante atenção nos slides. 
A demarcação consiste em: 
Perfurar a mucosa gengival 
no sentido: 
Ápico-cervical 
Esses pontos funcionam como guia para a incisão. 
 
Finalidade dos pontos sangrantes 
Permitir que o operador acompanhe: 
● O contorno original da gengiva. 
● O formato da bolsa periodontal. 
● A quantidade de tecido que deverá ser removida. 
 
15. Incisão primária 
Após a demarcação é realizada a incisão principal. 
Os slides destacam que: 
Deve ser feita levemente apical aos pontos sangrantes 
Essa posição permite a remoção adequada da parede da bolsa periodontal. 
 
16. Posicionamento da lâmina 
Os últimos slides desse bloco mostram a forma correta de posicionamento da lâmina. 
São demonstradas: 
Lâmina posicionada coronariamente 
e 
Lâmina posicionada apicalmente 
para obtenção do ângulo correto de corte. 
 
17. Bisel externo 
Os slides 24 a 30 iniciam o tema: 
Incisão em bisel externo 
Essa incisão é feita da superfície externa da gengiva em direção ao tecido subjacente. 
O objetivo é remover a parede da bolsa periodontal e criar um contorno gengival fisiológico. 
 
Indicações do bisel externo 
Os slides listam: 
Bolsas supraósseas 
Quando a base da bolsa está acima da crista óssea. 
Hiperplasias medicamentosas 
Aumento gengival provocado por medicamentos. 
Correções da arquitetura gengival 
Quando há necessidade de remodelar o contorno dos tecidos. 
Boa quantidade de gengiva queratinizada 
Condição necessária para evitar perda excessiva de tecido. 
 
18. Incisão em Bisel Externo 
Os slides continuam detalhando essa técnica, que é considerada a incisão clássica da 
gengivectomia. 
Conceito 
A incisão em bisel externo é realizada na superfície externa da gengiva, direcionando o 
corte em direção à base da bolsa periodontal. 
Seu objetivo é remover a parede da bolsa e restabelecer um contorno gengival fisiológico. 
 
Objetivos da Incisão em Bisel Externo 
Os slides destacam que essa incisão busca: 
● Eliminar a parede moleda bolsa periodontal. 
● Reduzir a profundidade da bolsa. 
● Criar contornos gengivais mais anatômicos. 
● Facilitar a higienização futura. 
● Melhorar a saúde periodontal. 
Após a remoção do tecido doente, a gengiva apresenta um formato mais favorável para a 
manutenção da saúde bucal. 
 
19. Características da Incisão 
O professor destaca que a incisão não deve ser feita perpendicularmente ao tecido. 
Ela deve apresentar uma inclinação adequada para: 
● Produzir uma margem gengival fina. 
● Evitar degraus teciduais. 
● Favorecer a cicatrização. 
● Produzir melhor resultado estético. 
Uma margem muito espessa pode dificultar a adaptação dos tecidos durante o reparo. 
 
20. Instrumentos Utilizados 
Os slides apresentam as lâminas e instrumentos normalmente empregados. 
Entre eles: 
Lâmina nº 15 
Muito utilizada em áreas pequenas e de difícil acesso. 
Lâmina nº 12 
Indicada principalmente para regiões posteriores e áreas interproximais. 
Facas periodontais 
Utilizadas para contornar regiões específicas da gengiva. 
O objetivo é permitir um corte contínuo e preciso. 
 
21. Vantagens da Gengivectomia 
Os slides apresentam diversos benefícios da técnica. 
Simplicidade Operatória 
É considerada uma técnica relativamente simples quando comparada a procedimentos com 
retalhos. 
 
Boa Visualização 
A remoção direta da parede da bolsa permite ampla visualização da área tratada. 
 
Resultados Previsíveis 
Quando bem indicada, apresenta boa previsibilidade clínica. 
 
Redução da Profundidade de Sondagem 
A eliminação da bolsa reduz a profundidade observada durante o exame periodontal. 
 
22. Limitações da Gengivectomia 
Os slides enfatizam que a gengivectomia possui limitações importantes. 
 
Não Permite Visualização Óssea 
O procedimento remove tecido gengival, mas não oferece acesso adequado ao osso 
alveolar. 
Por isso, não é a melhor escolha quando existe necessidade de tratamento ósseo. 
 
Dificuldade em Defeitos Infraósseos 
Quando a bolsa está localizada abaixo da crista óssea, a gengivectomia apresenta 
resultados limitados. 
Nesses casos, geralmente são indicadas cirurgias a retalho. 
 
Possível Desconforto Pós-operatório 
Como grande área de tecido fica exposta após a cirurgia, pode ocorrer: 
● Dor. 
● Sensibilidade. 
● Desconforto durante a alimentação. 
 
23. Contraindicações da Gengivectomia 
Os slides apresentam várias situações em que o procedimento não deve ser realizado. 
 
Pouca Gengiva Queratinizada 
Quando a quantidade de gengiva queratinizada é insuficiente, a remoção de tecido pode 
comprometer a saúde periodontal futura. 
 
Necessidade de Cirurgia Óssea 
Quando há necessidade de: 
● Osteoplastia. 
● Ostectomia. 
● Correção de defeitos ósseos. 
A gengivectomia não é a melhor opção. 
 
Regiões Estéticas 
Em áreas anteriores, a remoção excessiva de tecido pode causar comprometimento 
estético. 
 
Defeitos Infraósseos 
Novamente os slides reforçam que esses defeitos normalmente necessitam de técnicas 
mais complexas. 
 
24. Incisão Secundária 
A partir deste ponto, os slides passam a abordar a segunda etapa cirúrgica. 
 
Conceito 
A incisão secundária é realizada após a incisão principal. 
Também recebe o nome de: 
Incisão Intrasulcular 
porque é executada dentro do sulco gengival. 
 
Objetivo 
Sua principal função é: 
Separar o tecido remanescente da superfície dental 
facilitando a remoção completa da parede da bolsa. 
 
25. Incisão Intrasulcular 
Os slides dão grande destaque a essa técnica. 
 
Como é realizada 
A lâmina é inserida dentro do sulco gengival. 
O corte segue em direção apical até encontrar a incisão primária. 
Dessa forma ocorre a liberação completa do tecido. 
 
Vantagens 
● Preserva maior quantidade de tecido. 
● Permite melhor controle da remoção. 
● Facilita o acabamento cirúrgico. 
● Favorece melhor adaptação tecidual. 
 
26. Remoção do Colar Gengival 
Após as incisões, forma-se um tecido chamado: 
Colar gengival 
Esse tecido corresponde à parede da bolsa removida cirurgicamente. 
 
Remoção 
A remoção geralmente é realizada com: 
● Curetas periodontais. 
● Instrumentos específicos para debridamento. 
A eliminação completa desse tecido é importante para o sucesso do procedimento. 
 
27. Curetagem da Área Operada 
Após a remoção do colar gengival, os slides mostram a realização da curetagem. 
 
Objetivos 
Remover: 
● Tecido de granulação. 
● Restos inflamatórios. 
● Biofilme residual. 
● Cálculo remanescente. 
Essa etapa contribui para uma cicatrização adequada. 
 
28. Alisamento Radicular 
Após a curetagem é realizada a raspagem e o alisamento radicular. 
 
Finalidade 
Produzir uma superfície radicular: 
● Limpa. 
● Lisa. 
● Biologicamente compatível. 
Isso favorece a reinserção dos tecidos e reduz a retenção bacteriana. 
 
29. Remodelação dos Contornos 
Gengivais 
Os slides mostram que após a remoção dos tecidos é necessário realizar acabamento 
cirúrgico. 
 
Objetivos 
● Eliminar irregularidades. 
● Criar contornos fisiológicos. 
● Produzir margens gengivais harmoniosas. 
● Melhorar o resultado estético. 
O contorno final deve reproduzir a anatomia gengival saudável. 
 
30. Curativo Periodontal 
Nos últimos slides desse bloco começa a discussão sobre o uso do curativo periodontal. 
 
Funções 
O curativo pode ser utilizado para: 
● Proteger a ferida cirúrgica. 
● Reduzir desconforto. 
● Proteger contra traumas mecânicos. 
● Auxiliar no período inicial de cicatrização. 
 
Importante 
Os slides ressaltam que o curativo: 
Não acelera a cicatrização 
Sua função principal é proteção e conforto pós-operatório. 
 
31. Cicatrização Inicial Após 
Gengivectomia 
Os slides finais deste bloco iniciam o tema da reparação tecidual. 
Nas primeiras horas ocorre: 
Formação do coágulo sanguíneo 
O coágulo é fundamental porque: 
● Protege a área operada. 
● Serve de matriz para migração celular. 
● Dá início ao processo cicatricial. 
 
32. Retalho Original de Widman 
Modificado 
Os slides iniciam apresentando uma das técnicas mais importantes da Periodontia 
Cirúrgica. 
Conceito 
O Retalho Original de Widman Modificado é uma técnica de acesso cirúrgico que tem como 
principal objetivo: 
● Permitir visualização direta da raiz. 
● Facilitar a raspagem radicular. 
● Remover tecido inflamado. 
● Preservar ao máximo os tecidos periodontais saudáveis. 
Essa técnica também é conhecida como: 
Técnica de raspagem em campo aberto 
porque permite que o profissional visualize diretamente as superfícies que serão 
instrumentadas. 
 
33. Terceira Incisão do Retalho de 
Widman 
Os slides 62 e 63 destacam a chamada: 
Terceira incisão 
Ela é realizada: 
● Perpendicularmente à superfície radicular. 
● O mais próximo possível da crista óssea. 
 
Objetivo da terceira incisão 
Separar completamente o chamado: 
Colar de tecido 
que permanece aderido após as incisões iniciais. 
Essa remoção permite: 
● Melhor visualização da área. 
● Eliminação de tecido inflamado residual. 
● Melhor adaptação dos tecidos durante a cicatrização. 
 
34. Vantagens do Retalho de Widman 
Modificado 
Os slides seguintes apresentam diversas vantagens da técnica. 
 
Melhor adaptação dos tecidos moles 
Após o tratamento, os tecidos gengivais conseguem adaptar-se melhor às superfícies 
radiculares. 
Isso favorece: 
● Cicatrização. 
● Estabilidade periodontal. 
● Redução da inflamação. 
 
Menor trauma cirúrgico 
Comparado a procedimentos mais agressivos, o retalho de Widman promove: 
● Menor exposição radicular. 
● Menor exposição óssea. 
● Menor agressão tecidual. 
 
Benefícios estéticos 
Os slides enfatizam que a técnica apresenta vantagens especialmente em: 
Regiões anteriores 
porque tende a preservar melhor os tecidos gengivais e reduzir alterações estéticas 
indesejáveis. 
 
35. Preservação das Estruturas 
Periodontais 
Outro ponto importante destacado é que o retalho de Widman busca preservar ao máximo: 
● Gengiva saudável. 
● Osso alveolar remanescente. 
● Arquiteturaperiodontal existente. 
Essa preservação favorece melhores resultados a longo prazo. 
 
36. Proteção do Osso Remanescente 
Os slides ressaltam uma vantagem importante: 
Melhor proteção do tecido ósseo remanescente 
Como a técnica é conservadora, ocorre menor exposição do osso durante o procedimento. 
Consequentemente há: 
● Menor trauma cirúrgico. 
● Menor reabsorção óssea pós-operatória. 
● Melhor manutenção dos níveis ósseos. 
 
37. Diminuição da Bolsa Periodontal 
Outro benefício apresentado é: 
Redução da profundidade das bolsas 
Isso ocorre por: 
● Eliminação do tecido inflamado. 
● Melhor adaptação gengival. 
● Cicatrização dos tecidos. 
O resultado final é uma profundidade de sondagem mais favorável para manutenção 
periodontal. 
 
38. Cirurgia a Retalho Modificado de 
Kirkland 
Nos slides 71 e 72 é introduzida outra técnica muito utilizada. 
Conceito 
A técnica de Kirkland é considerada uma modificação dos procedimentos de acesso 
periodontal. 
Seu objetivo principal é: 
● Expor a superfície radicular. 
● Permitir descontaminação adequada. 
● Preservar tecidos gengivais. 
 
39. Etapas da Técnica de Kirkland 
Os slides mostram uma sequência cirúrgica bem definida. 
 
1. Incisão 
A cirurgia inicia com a realização da incisão planejada. 
 
2. Afastamento da Gengiva 
Após a incisão: 
O retalho é deslocado 
permitindo a exposição da superfície radicular. 
 
3. Exposição da Raiz 
Com o retalho afastado torna-se possível: 
● Visualizar cálculo residual. 
● Visualizar áreas contaminadas. 
● Acessar regiões profundas. 
 
4. Debridamento Mecânico 
Os slides destacam a realização do: 
Debridamento mecânico 
que consiste na remoção de: 
● Biofilme. 
● Cálculo. 
● Tecido de granulação. 
● Resíduos inflamatórios. 
 
5. Reposicionamento do Retalho 
Após o tratamento da área: 
O retalho retorna à posição original 
preservando a anatomia dos tecidos. 
 
40. Objetivo Principal da Técnica de 
Kirkland 
O professor destaca que o objetivo não é remover grandes quantidades de tecido. 
A finalidade principal é: 
Melhorar o acesso para raspagem e descontaminação. 
 
41. Retalho Reposicionado Apicalmente 
A partir do slide 74 inicia-se um dos assuntos mais cobrados em provas de Periodontia. 
Conceito 
O retalho reposicionado apicalmente consiste no deslocamento da gengiva em direção 
apical após a cirurgia. 
Isso promove: 
● Redução das bolsas periodontais. 
● Exposição de maior quantidade de coroa clínica. 
● Facilitação da higiene. 
 
42. Incisões Utilizadas 
Os slides mostram que a técnica utiliza: 
Incisões paralelas 
associadas a: 
Incisão marginal em bisel invertido 
 
Função da Incisão em Bisel Invertido 
Separar: 
● Tecido inflamado. 
● Parede da bolsa periodontal. 
preservando tecidos saudáveis. 
 
43. Retalho de Espessura Total 
Os slides destacam que o procedimento normalmente utiliza: 
Retalho mucoperiostal (espessura total) 
Nesse tipo de retalho ocorre: 
● Descolamento da gengiva. 
● Descolamento do periósteo. 
● Exposição do osso alveolar. 
 
44. Desgaste Ósseo 
Após o levantamento do retalho pode ser necessário realizar: 
Osteoplastia 
ou 
Ostectomia 
dependendo da anatomia óssea existente. 
 
Objetivo 
Criar uma arquitetura óssea mais favorável para a manutenção periodontal. 
 
45. Reposicionamento Apical 
Após a correção necessária: 
O retalho é reposicionado mais apicalmente 
e fixado por meio de suturas. 
 
46. Resultado Clínico 
O reposicionamento apical gera: 
● Menor profundidade de bolsa. 
● Melhor acesso para higiene. 
● Maior exposição coronária. 
Por isso a técnica também é utilizada em: 
Aumento de coroa clínica. 
 
47. Vantagens do Retalho Reposicionado 
Apicalmente 
Os slides apresentam várias vantagens. 
 
Profundidade de Bolsa Mínima 
Uma das maiores vantagens é a obtenção de: 
Profundidade de sondagem reduzida 
após a cicatrização. 
 
Melhor Controle da Posição Gengival 
A técnica permite controlar com precisão: 
● Altura gengival. 
● Contorno gengival. 
● Posição final da margem. 
 
Menor Recorrência de Bolsas 
A redução das bolsas favorece estabilidade periodontal a longo prazo. 
 
48. Limitações da Técnica 
Os slides também apresentam algumas desvantagens. 
 
Recessão Gengival 
Como a gengiva é deslocada para apical, pode ocorrer: 
Recessão gengival 
principalmente em áreas estéticas. 
 
Sensibilidade Dentinária 
A exposição radicular pode causar: 
● Sensibilidade térmica. 
● Sensibilidade tátil. 
 
Comprometimento Estético 
Especialmente em dentes anteriores. 
 
49. Modificações para Regiões Estéticas 
Os slides mostram adaptações da técnica para: 
Região anterior da maxila 
onde a estética é mais crítica. 
Nessas situações a cirurgia é modificada para minimizar alterações visíveis. 
 
50. Técnica em Regiões Interproximais 
Os slides 85 a 90 detalham as incisões realizadas entre os dentes. 
 
Incisão Intrasulcular 
Realizada nas faces: 
● Vestibulares. 
● Proximais. 
Essa incisão acompanha o sulco gengival. 
 
Incisão Semilunar 
Os slides mostram uma: 
Incisão semilunar na face palatina ou lingual 
passando pelas áreas interdentais. 
 
Manipulação do Tecido Interdental 
Após as incisões: 
O tecido interdental é rebatido 
e deslocado através do espaço interproximal. 
Isso permite: 
● Melhor adaptação dos tecidos. 
● Maior preservação da anatomia gengival. 
 
Suturas 
O bloco termina mostrando: 
Reposicionamento do retalho 
seguido pela realização das: 
Suturas na face palatina/lingual 
para estabilização dos tecidos durante a cicatrização. 
 
51. Cicatrização Após Cirurgias 
Periodontais 
Os slides iniciam explicando que o sucesso de qualquer cirurgia periodontal depende 
diretamente da cicatrização dos tecidos. 
A cicatrização é um processo biológico complexo que envolve: 
● Formação de coágulo sanguíneo. 
● Resposta inflamatória. 
● Migração celular. 
● Formação de novo tecido conjuntivo. 
● Remodelação tecidual. 
O objetivo final é restabelecer a saúde periodontal e permitir estabilidade dos tecidos. 
 
52. Formação do Coágulo 
A primeira etapa após a cirurgia é a formação do coágulo sanguíneo. 
Importância do coágulo 
O coágulo atua como: 
● Proteção da ferida cirúrgica. 
● Matriz para migração celular. 
● Fonte inicial de fatores de crescimento. 
● Estrutura fundamental para o reparo. 
Sem um coágulo estável a cicatrização pode ser comprometida. 
 
53. Fase Inflamatória 
Os slides destacam que a inflamação inicial é uma etapa fisiológica e necessária. 
Durante essa fase ocorre: 
Vasodilatação 
Aumento do fluxo sanguíneo local. 
Migração de células inflamatórias 
Principalmente: 
● Neutrófilos. 
● Macrófagos. 
Essas células removem: 
● Bactérias. 
● Restos celulares. 
● Tecidos necrosados. 
 
54. Fase Proliferativa 
Após a fase inflamatória inicia-se a fase proliferativa. 
Nessa etapa ocorre: 
Formação do tecido de granulação 
Tecido altamente vascularizado responsável pela reparação inicial. 
 
Formação de novos vasos 
Também chamada de: 
Angiogênese 
Os novos vasos garantem nutrição adequada para os tecidos em reparação. 
 
Proliferação de fibroblastos 
Os fibroblastos produzem: 
● Colágeno. 
● Matriz extracelular. 
Esses componentes são essenciais para a reorganização dos tecidos. 
 
55. Fase de Maturação 
Os slides explicam que essa fase pode durar semanas ou meses. 
Nela ocorre: 
Remodelação do colágeno 
As fibras passam por reorganização e alinhamento. 
 
Aumento da resistência tecidual 
Os tecidos tornam-se progressivamente mais estáveis. 
 
Maturação do epitélio 
O revestimento gengival readquire características funcionais adequadas. 
 
56. Cicatrização Após Retalho de 
Widman 
Os slides mostram a sequência de reparo após essa técnica. 
 
Primeiros dias 
● Formação do coágulo. 
● Início da resposta inflamatória. 
● Adaptação inicial do retalho. 
 
Primeiras semanas 
● Formação de tecido conjuntivo jovem. 
● Reepitelização progressiva. 
 
Período tardio 
● Organizaçãodas fibras. 
● Estabilização da inserção periodontal. 
 
57. Cicatrização Após Retalho 
Reposicionado Apicalmente 
Os slides mostram diferenças em relação à técnica anterior. 
Como há deslocamento da margem gengival para apical, ocorre: 
Remodelação mais extensa dos tecidos 
Além disso: 
● A nova posição gengival precisa ser estabilizada. 
● O tecido adapta-se à nova anatomia radicular. 
 
58. Formação de Nova Inserção 
Os slides discutem um conceito importante: 
Nova inserção periodontal 
Ela corresponde à formação de: 
● Novo cemento. 
● Novas fibras periodontais. 
● Nova ligação funcional entre dente e periodonto. 
Entretanto, os slides destacam que nem toda cicatrização resulta em regeneração 
verdadeira. 
 
59. Reparo x Regeneração 
Tema frequentemente cobrado em provas. 
 
Reparo 
É a cicatrização que restabelece a continuidade dos tecidos sem reproduzir completamente 
a estrutura original. 
O reparo pode ocorrer por: 
● Epitélio juncional longo. 
● Adaptação dos tecidos. 
 
Regeneração 
Consiste na reconstrução dos tecidos perdidos. 
Inclui formação de: 
● Osso alveolar. 
● Ligamento periodontal. 
● Cemento radicular. 
A regeneração representa o resultado biológico ideal. 
 
60. Resultados Clínicos Esperados 
Após a cirurgia periodontal, espera-se observar: 
Redução da profundidade de sondagem 
Uma das principais metas terapêuticas. 
 
Menor sangramento à sondagem 
Indicando redução da inflamação. 
 
Melhor adaptação gengival 
Os tecidos tornam-se mais firmes e estáveis. 
 
Facilidade de higienização 
O paciente consegue controlar melhor o biofilme. 
 
61. Controle de Placa no Pós-operatório 
Os slides reforçam que o sucesso cirúrgico depende do paciente. 
Mesmo uma cirurgia bem executada pode falhar caso haja: 
● Acúmulo de biofilme. 
● Higiene deficiente. 
● Falta de manutenção periodontal. 
 
Manutenção periodontal 
É considerada essencial para: 
● Preservação dos resultados. 
● Prevenção da recorrência da doença. 
 
62. Comparação entre Terapia Cirúrgica 
e Não Cirúrgica 
Os slides apresentam uma análise comparativa. 
 
Terapia Não Cirúrgica 
Inclui: 
● Raspagem. 
● Alisamento radicular. 
● Controle de placa. 
Vantagens 
● Menor custo. 
● Menor morbidade. 
● Menor desconforto. 
 
Limitações 
● Acesso reduzido em bolsas profundas. 
● Dificuldade de descontaminação completa em alguns casos. 
 
63. Terapia Cirúrgica 
Inclui: 
● Gengivectomia. 
● Retalhos periodontais. 
● Procedimentos ósseos. 
Vantagens 
● Melhor acesso visual. 
● Melhor acesso mecânico. 
● Possibilidade de remodelação óssea. 
● Redução mais expressiva das bolsas. 
 
64. Evidências Clínicas Apresentadas 
Os slides mostram que diversos estudos compararam: 
Terapia cirúrgica 
versus 
Terapia não cirúrgica 
Os resultados demonstram que ambas podem apresentar bons resultados. 
Contudo: 
Bolsas profundas 
tendem a responder melhor às abordagens cirúrgicas. 
 
65. Importância da Seleção dos Casos 
Os slides enfatizam que: 
Não existe uma única técnica ideal para todos os pacientes. 
A escolha depende de: 
● Profundidade da bolsa. 
● Morfologia óssea. 
● Quantidade de gengiva queratinizada. 
● Condição sistêmica. 
● Necessidades estéticas. 
 
66. Princípios Fundamentais da Cirurgia 
Periodontal 
Nos slides finais, o professor resume os princípios que devem orientar todas as cirurgias. 
 
Diagnóstico correto 
A escolha da técnica depende do diagnóstico periodontal adequado. 
 
Planejamento individualizado 
Cada paciente deve ser avaliado individualmente. 
 
Controle da infecção 
Sem controle do biofilme não existe sucesso periodontal duradouro. 
 
Preservação dos tecidos 
Sempre que possível deve-se conservar: 
● Gengiva saudável. 
● Osso remanescente. 
● Estruturas periodontais importantes. 
 
Manutenção periodontal 
A fase de manutenção é considerada indispensável para estabilidade dos resultados. 
	 INTRODUÇÃO À PERIODONTIA CIRÚRGICA 
	1. Cirurgia periodontal dentro do tratamento periodontal 
	Terapia relacionada à causa 
	2. Objetivos da cirurgia periodontal 
	"Quais os objetivos da cirurgia periodontal?" 
	Facilitar a remoção dos depósitos subgengivais 
	Facilitar o controle de placa pelo paciente 
	Redução do processo inflamatório 
	Edema 
	Hiperemia 
	Flacidez tecidual 
	3. Eliminação ou redução das bolsas periodontais 
	Eliminar bolsas 
	Reduzir sua profundidade 
	4. Restabelecimento da normalidade periodontal 
	Devolver aspectos de normalidade ao periodonto 
	5. Eliminação de depósitos microbianos em bolsas profundas 
	6. Controle de áreas retentivas 
	Facilitar o controle de placa e remover áreas de retenção 
	7. Criação de ambiente adequado para próteses e restaurações 
	Preparação protética 
	Adequação do meio bucal 
	8. Terapia periodontal regenerativa 
	Regeneração periodontal 
	9. Contraindicações da cirurgia periodontal 
	Estado sistêmico desfavorável 
	Presença de infecções agudas 
	10. Gengivectomia 
	Gengivectomia 
	11. Etapas da gengivectomia 
	1. Avaliação da mucosa gengival 
	2. Sondagem periodontal 
	3. Demarcação dos pontos sangrantes 
	4. Incisão primária 
	5. Incisão secundária 
	6. Incisão terciária (quando necessária) 
	7. Remoção do tecido 
	8. Acabamento cirúrgico 
	12. Avaliação da mucosa gengival 
	Quantidade de gengiva 
	Gengiva queratinizada maior que 2 mm 
	Qualidade do tecido 
	Coloração 
	Ranhura gengival 
	Impacto estético 
	13. Sondagem periodontal 
	Sondagem periodontal 
	14. Demarcação dos pontos sangrantes 
	Perfurar a mucosa gengival 
	Ápico-cervical 
	Finalidade dos pontos sangrantes 
	15. Incisão primária 
	Deve ser feita levemente apical aos pontos sangrantes 
	16. Posicionamento da lâmina 
	Lâmina posicionada coronariamente 
	Lâmina posicionada apicalmente 
	17. Bisel externo 
	Incisão em bisel externo 
	Indicações do bisel externo 
	Bolsas supraósseas 
	Hiperplasias medicamentosas 
	Correções da arquitetura gengival 
	Boa quantidade de gengiva queratinizada 
	18. Incisão em Bisel Externo 
	Conceito 
	Objetivos da Incisão em Bisel Externo 
	19. Características da Incisão 
	20. Instrumentos Utilizados 
	Lâmina nº 15 
	Lâmina nº 12 
	Facas periodontais 
	21. Vantagens da Gengivectomia 
	Simplicidade Operatória 
	Boa Visualização 
	Resultados Previsíveis 
	Redução da Profundidade de Sondagem 
	22. Limitações da Gengivectomia 
	Não Permite Visualização Óssea 
	Dificuldade em Defeitos Infraósseos 
	Possível Desconforto Pós-operatório 
	23. Contraindicações da Gengivectomia 
	Pouca Gengiva Queratinizada 
	Necessidade de Cirurgia Óssea 
	Regiões Estéticas 
	Defeitos Infraósseos 
	24. Incisão Secundária 
	Conceito 
	Incisão Intrasulcular 
	Objetivo 
	Separar o tecido remanescente da superfície dental 
	25. Incisão Intrasulcular 
	Como é realizada 
	Vantagens 
	26. Remoção do Colar Gengival 
	Colar gengival 
	Remoção 
	27. Curetagem da Área Operada 
	Objetivos 
	28. Alisamento Radicular 
	Finalidade 
	29. Remodelação dos Contornos Gengivais 
	Objetivos 
	30. Curativo Periodontal 
	Funções 
	Importante 
	Não acelera a cicatrização 
	31. Cicatrização Inicial Após Gengivectomia 
	Formação do coágulo sanguíneo 
	32. Retalho Original de Widman Modificado 
	Conceito 
	Técnica de raspagem em campo aberto 
	33. Terceira Incisão do Retalho de Widman 
	Terceira incisão 
	Objetivo da terceira incisão 
	Colar de tecido 
	34. Vantagens do Retalho de Widman Modificado 
	Melhor adaptação dos tecidos moles 
	Menor trauma cirúrgico 
	Benefícios estéticos 
	Regiões anteriores 
	35. Preservação das Estruturas Periodontais 
	36. Proteção do Osso Remanescente 
	Melhor proteção do tecido ósseo remanescente 
	37. Diminuição da Bolsa Periodontal 
	Redução da profundidade das bolsas 
	38. Cirurgia a Retalho Modificado de Kirkland 
	Conceito 
	39. Etapas da Técnica de Kirkland 
	1. Incisão 
	2. Afastamento da Gengiva 
	O retalho é deslocado 
	3. Exposição da Raiz 
	4. Debridamento Mecânico 
	Debridamento mecânico 
	5. Reposicionamento do Retalho 
	O retalho retorna à posiçãooriginal 
	40. Objetivo Principal da Técnica de Kirkland 
	Melhorar o acesso para raspagem e descontaminação. 
	41. Retalho Reposicionado Apicalmente 
	Conceito 
	42. Incisões Utilizadas 
	Incisões paralelas 
	Incisão marginal em bisel invertido 
	Função da Incisão em Bisel Invertido 
	43. Retalho de Espessura Total 
	Retalho mucoperiostal (espessura total) 
	44. Desgaste Ósseo 
	Osteoplastia 
	Ostectomia 
	Objetivo 
	45. Reposicionamento Apical 
	O retalho é reposicionado mais apicalmente 
	46. Resultado Clínico 
	Aumento de coroa clínica. 
	47. Vantagens do Retalho Reposicionado Apicalmente 
	Profundidade de Bolsa Mínima 
	Profundidade de sondagem reduzida 
	Melhor Controle da Posição Gengival 
	Menor Recorrência de Bolsas 
	48. Limitações da Técnica 
	Recessão Gengival 
	Recessão gengival 
	Sensibilidade Dentinária 
	Comprometimento Estético 
	49. Modificações para Regiões Estéticas 
	Região anterior da maxila 
	50. Técnica em Regiões Interproximais 
	Incisão Intrasulcular 
	Incisão Semilunar 
	Incisão semilunar na face palatina ou lingual 
	Manipulação do Tecido Interdental 
	O tecido interdental é rebatido 
	Suturas 
	Reposicionamento do retalho 
	Suturas na face palatina/lingual 
	51. Cicatrização Após Cirurgias Periodontais 
	52. Formação do Coágulo 
	Importância do coágulo 
	53. Fase Inflamatória 
	Vasodilatação 
	Migração de células inflamatórias 
	54. Fase Proliferativa 
	Formação do tecido de granulação 
	Formação de novos vasos 
	Angiogênese 
	Proliferação de fibroblastos 
	55. Fase de Maturação 
	Remodelação do colágeno 
	Aumento da resistência tecidual 
	Maturação do epitélio 
	56. Cicatrização Após Retalho de Widman 
	Primeiros dias 
	Primeiras semanas 
	Período tardio 
	57. Cicatrização Após Retalho Reposicionado Apicalmente 
	Remodelação mais extensa dos tecidos 
	58. Formação de Nova Inserção 
	Nova inserção periodontal 
	59. Reparo x Regeneração 
	Reparo 
	Regeneração 
	60. Resultados Clínicos Esperados 
	Redução da profundidade de sondagem 
	Menor sangramento à sondagem 
	Melhor adaptação gengival 
	Facilidade de higienização 
	61. Controle de Placa no Pós-operatório 
	Manutenção periodontal 
	62. Comparação entre Terapia Cirúrgica e Não Cirúrgica 
	Terapia Não Cirúrgica 
	Vantagens 
	Limitações 
	63. Terapia Cirúrgica 
	Vantagens 
	64. Evidências Clínicas Apresentadas 
	Terapia cirúrgica 
	Terapia não cirúrgica 
	Bolsas profundas 
	65. Importância da Seleção dos Casos 
	66. Princípios Fundamentais da Cirurgia Periodontal 
	Diagnóstico correto 
	Planejamento individualizado 
	Controle da infecção 
	Preservação dos tecidos 
	Manutenção periodontal