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Aula 12 (Profs. Diego
Carvalho e Renato da
Costa)
TCE-SC (Exceto cargo de TI) Informática
e Análise de Dados - 2026 (Pós-Edital)
Autor:
André Castro, Diego Carvalho,
Emannuelle Gouveia Rolim,
Renato da Costa, Rodrigo Rennó,
Tiago Zanolla, Equipe Exatas
Estratégia Concursos
28 de Fevereiro de 2026
07931781937 - Amanda Finck Drehmer
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Renato da Costa, Rodrigo Rennó, Tiago Zanolla, Equipe Exatas Estratégia Concursos
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Índice
..............................................................................................................................................................................................1) Modelagem Relacional - Teoria 3
..............................................................................................................................................................................................2) Modelagem Relacional - Questões Comentadas - FGV 64
..............................................................................................................................................................................................3) Modelagem Relacional - Questões Comentadas - MULTIBANCAS 77
..............................................................................................................................................................................................4) Modelagem Relacional - Lista de Questões - FGV 136
..............................................................................................................................................................................................5) Modelagem Relacional - Lista de Questões - MULTIBANCAS 143
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Sumário Interno
Modelagem Lógica ................................................................................................................................................ 3
Conceitos Básicos .............................................................................................................................................. 3
Modelo Relacional ............................................................................................................................................. 4
Tabelas (Relações) ......................................................................................................................................... 7
Chaves (Keys) ............................................................................................................................................... 14
Restrições de Integridade ........................................................................................................................... 30
Relacionamentos .............................................................................................................................................. 35
Relacionamento Um-Para-Um (1:1) ........................................................................................................... 36
Relacionamento Um-Para-Muitos (1:N) ..................................................................................................... 37
Relacionamento Muitos-Para-Muitos (N:M) .............................................................................................. 38
Visões (Views) ................................................................................................................................................... 41
Views Materializadas .................................................................................................................................... 43
Índices (Index) .................................................................................................................................................. 45
Índices Primários .......................................................................................................................................... 45
Índices Secundários ..................................................................................................................................... 46
Regras de Codd ............................................................................................................................................... 48
Notação IDEF1X ............................................................................................................................................... 52
Resumo ................................................................................................................................................................. 56
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APRESENTAÇÃO DO TÓPICO
Meus queridos, o tópico de modelagem lógica é extremamente importante! Essa é a base para tudo que
vamos fazer em um banco de dados. Aqui veremos os conceitos de tabelas, visões, índices e chaves.
Vamos ver como entidades que foram imaginadas em um modelo conceitual se transformam em um
modelo lógico e como elas podem interagir entre si. Esse é talvez um dos tópicos mais importantes do
nosso curso, então prestem bastante atenção...
PROFESSOR DIEGO CARVALHO - WWW.INSTAGRAM.COM/PROFESSORDIEGOCARVALHO
Galera, todos os tópicos da aula possuem Faixas de Incidência, que indicam se o assunto cai muito
ou pouco em prova. Diego, se cai pouco para que colocar em aula? Cair pouco não significa que não
cairá justamente na sua prova! A ideia aqui é: se você está com pouco tempo e precisa ver somente aquilo
que cai mais, você pode filtrar pelas incidências média, alta e altíssima; se você tem tempo sobrando e
quer ver tudo, vejam também as incidências baixas e baixíssimas. Fechado?
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXÍSSIMA
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA
Além disso, essas faixas não são por banca – é baseado tanto na quantidade de vezes que caiu em prova
independentemente da banca e também em minhas avaliações sobre cada assunto...
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MODELAGEM LÓGICA
Conceitos Básicos
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXÍSSIMA
A modelagem lógica de bancos de dados é aquela etapa em que a coisa começa a ganhar forma mais
técnica. Sabe aquele modelo conceitual que geralmente a gente desenha com entidades, atributos e
relacionamentos? Pois bem, agora é hora de traduzi-lo para uma estrutura lógica que faça sentido para
um tipo específico de SGBD.
Essa fase funciona como uma ponte entre a ideia inicial (o conceitual) e a implementação prática (o
modelo físico). Em outras palavras, é aqui que a gente garante que todas as regras de negócio pensadas
lá no começo vão realmente se refletir no sistema final. Existem várias formas de representar essa estrutura
lógica, dependendo do tipo de banco que se pretende usar (tabela seguinte); mas o nosso foco aqui vai
ser no modelo relacional, que é o mais tradicional e amplamente utilizado.
PRINCIPAIS MODELOS DE DADOS
MODELO
PLANO
MODELO
EM REDE
MODELO
HIERÁRQUIICO
Consiste em matrizes simples,
bidimensionais, compostas por
elementos de dados – é a base de
planilhas eletrônicas.tabela referenciada, que contém a
chave primária ou candidata; e a tabela referente, que contém a chave estrangeira. Isso permite junções
corretas, relacionamentos 1:N ou N:N, integridade dos dados e estruturas lógicas que representam o
mundo real (veremos isso com detalhes mais à frente). Diferente das chaves primárias, as chaves
estrangeiras podem ser nulas (detalhes mais à frente). Vamos considerar as seguintes tabelas:
PROFESSOR
ID_PROFESSOR NOMEPROFESSOR AREA EMAIL
1 ALICE ALEIXO MATEMÁTICA ALICE@ESTRATEGIA.COM.BR
2 BERNARDO BESSA PORTUGUÊS BERNARDO@ESTRATEGIA.COM.BR
3 CARLOS CARVALHO MATEMÁTICA CARLOS@ESTRATEGIA.COM.BR
3 CEBRASPE/CESPE já chamou chave estrangeira de chave externa.
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AULAS
ID_AULA TITULO DATAPUBLICACAO ID_PROFESSOR
101 MATEMÁTICA BÁSICA – AULA 01 2025-01-02 1
102 MATEMÁTICA BÁSICA – AULA 02 2025-01-05 1
201 PORTUGUÊS PARA CONCURSOS – AULA 01 2025-01-07 2
301 MATEMÁTICA AVANÇADA – AULA 01 2025-01-12 3
Vamos imaginar que no Estratégia Concursos, cada aula pertence a um professor. A chave estrangeira
garante que você não consegue cadastrar uma aula para um professor que não existe. Isso impede erros
como aulas órfãs, matrículas em cursos inexistentes e dados inconsistentes. É assim que bancos de dados
protegem a integridade das informações. Note que o atributo ID_PROFESSOR aparece em ambas as
tabelas. Isso significa que a tabela AULAS referencia a tabela PROFESSOR.
Além disso, o atributo ID_PROFESSOR da tabela PROFESSOR é uma chave estrangeira na tabela AULAS.
O valor dessa coluna deve existir primeiro na tabela PROFESSOR. É isso que chamamos de chave
estrangeira: um atributo que liga uma tabela à outra. Fiquem tranquilos – vamos entender isso melhor no
próximo tópico.
SÍNTESE DO TÓPICO
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Restrições de Integridade
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
Quando a gente fala de bancos de dados relacionais, tem um conceito que é absolutamente fundamental:
as chamadas restrições de integridade — ou integrity constraints, se preferir o termo em inglês. Mas afinal,
o que isso quer dizer na prática? Veja bem: essas restrições nada mais são do que regras que garantem
que os dados dentro do banco continuem corretos, coerentes e com sentido ao longo do tempo. Em
outras palavras, elas impedem que informações erradas, duplicadas ou contraditórias entrem no sistema.
(QUADRIX / CFO – 2025) Bancos de dados armazenam o maior valor intangível das
empresas: seus dados. Para isso, utilizam‑se sistemas de gerenciamento de banco de dados e
metodologias de análise para dar qualidade a esse armazenamento. Com base nessa
informação, julgue o item seguinte.
Restrições de integridade, como integridade referencial e de domínio, garantem a
consistência dos dados e evitam entradas inválidas ou conflitantes.
_______________________
Comentários: As restrições de integridade são mecanismos fundamentais nos bancos de dados relacionais para garantir a
consistência e validade dos dados: Integridade de domínio assegura que os valores inseridos em uma coluna estejam dentro de
um conjunto permitido (tipo de dado, intervalo, etc); Integridade referencial garante que valores de chaves estrangeiras
correspondam a valores existentes na tabela referenciada, evitando inconsistências entre tabelas relacionadas. Essas restrições
ajudam a evitar dados inválidos, redundantes ou conflitantes, preservando a confiabilidade da base de dados (Correto).
Quer um exemplo? Imagine se o banco aceitasse cadastrar uma aula vinculada a um professor que nem
existe na tabela de professores; ou então se deixasse passar um aluno com dois CPFs diferentes; ou uma
nota fora da escala permitida. Sem essas regras, o banco viraria uma bagunça — e o pior: deixaria de
representar a realidade com fidelidade.
É por isso que essas restrições existem. No modelo relacional, os dados precisam refletir fatos verdadeiros
sobre o mundo real. E as restrições de integridade são como as “leis” internas do banco que garantem
justamente isso: que só entra (e permanece) aquilo que faz sentido. Essas regras, aliás, não são todas
iguais. Elas se dividem basicamente em três tipos principais, que vamos ver a seguir com mais calma.
Vamos por partes...
Restrições Implícitas
Também chamadas de restrições inerentes ao modelo de dados, são restrições que fazem parte da
própria definição do modelo relacional, mesmo que você não as declare explicitamente no banco de
dados. Em outras palavras, são regras embutidas no modelo, válidas sempre, independentemente de
você configurá-las manualmente. Elas vêm da teoria de Edgar F. Codd, da definição de tupla, relação,
domínio, entre outros. Exemplos de restrições implícitas:
▪ As tuplas não podem ter ordem dentro de uma relação, isto é, a ordem das linhas não importa, pois a
relação é um conjunto matemático;
▪ Os atributos devem pertencer a um domínio bem definido, isto é, todo atributo tem um tipo de dado,
mesmo que o SGBD não obrigue explicitamente;
▪ Não pode haver duas tuplas iguais em uma relação, isto é, é uma regra teórica: conjuntos não têm
elementos duplicados;
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▪ Os atributos têm nomes únicos dentro da tabela, isto é, não pode existir duas colunas com o mesmo
nome;
▪ Cada atributo é atômico, isto é, no modelo relacional, cada célula deve conter um valor indivisível por
conta da Primeira Forma Normal (1FN).
Restrições Explícitas
Também chamadas de restrições baseadas no esquema, são regras que o projetista define diretamente
no banco de dados. Elas precisam ser escritas, declaradas ou configuradas no SGBD. Em outras palavras,
são regras que você adiciona manualmente para controlar os dados. Elas incluem a maioria das restrições
de integridade que programamos no SQL. As restrições explícitas mais comuns são: PRIMARY KEY,
FOREIGN KEY, CHECK, UNIQUE e NOT NULL.
CATEGORIAS DE
RESTRIÇÃO
DESCRIÇÃO EXEMPLOS
DOMÍNIO
[CHECK]
Garante que os dados inseridos
em uma coluna respeitem o
tipo, o formato e o conjunto de
valores válidos definidos para
aquele atributo.
A idade deve ser sempre um número inteiro válido; a
data de nascimento precisa ser uma data real; a área
do professor deve ser escolhida entre opções
previstas, como Matemática, Português ou Física,
evitando valores incoerentes.
INTEGRIDADE DE
ENTIDADE
[PRIMARY KEY]
Garante que cada linha (tupla)
de uma tabela seja única e
indistinguível das demais, além
de não poder ser nula.
Não pode existir professor sem seu identificador
principal; não pode haver dois registros com o
mesmo código; cada curso precisa ter seu
identificador exclusivo para evitar misturas entre
informações semelhantes.
INTEGRIDADE
REFERENCIAL
[FOREIGN KEY]
Garante que as relações entre
tabelas sejam consistentes,
impedindo que uma Chave
Estrangeira (Foreign Key)
aponte para um registro que
não existe na tabela de origem.
Uma aula só pode ser associada a um professor já
cadastrado; uma matrículasó pode ser realizada se o
curso existir; um histórico de estudo só pode incluir
aulas que constem previamente na tabela de
conteúdos do sistema.
No parágrafo anterior, eu mencionei as cinco restrições explícitas mais comuns, mas nas categorias de
restrição eu mencionei apenas três: PRIMARY KEY, FOREIGN KEY e CHECK. E as outras duas? A restrição
de unicidade (UNIQUE) é utilizada para garantir que um atributo não-chave também seja único (Ex: e-
mail); e a restrição de nulidade ou vazio (NOT NULL) é utilizada para garantir que um atributo não-chave
seja não nulo, isto é, não permite valores ausentes – ambas são restrições semânticas.
(CEBRASPE / SEBRAE-NACIONAL – 2024) Considerando que, na modelagem de dados
relacional, a integridade de domínio pode ser feita com base em restrições nas informações
armazenadas, assinale a opção que corresponde à restrição que determina que todos os
valores de determinada coluna devem ser exclusivos.
a) restrições de check
b) unique
c) unicidade
d) nulidade
_______________________
Comentários: (a) Errado. Check valida condições lógicas sobre os valores, mas não garante exclusividade; (b) Correto. A restrição
UNIQUE assegura que todos os valores de uma coluna (ou conjunto de colunas) sejam exclusivos, sem repetições; (c) Errado.
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Unicidade é o conceito, mas não é o nome da restrição no modelo relacional; (d) Errado. Nulidade se refere à permissão ou não
de valores NULL na coluna, não à exclusividade (Letra B).
(FGV / DPE-RO – 2025) Restrições de integridade em bancos de dados relacionais garantem
a consistência e a validade dos dados armazenados. Essas regras são fundamentais para evitar
inconsistências e preservar a confiabilidade das informações. No contexto de restrições de
integridade em bancos de dados relacionais, o conceito de restrição de integridade
a) de entidade especifica a impossibilidade de assunção de valor de chave primária nulo.
b) de estado define o contexto de mudanças no estado de uma relação.
c) de unicidade é inerente ao contexto de chaves de busca secundárias.
d) referencial trata da coesão entre o modelo conceitual e o lógico de dados.
e) semânticas compatibilizam a definição da intenção e da extensão de uma relação.
_______________________
Comentários:
(a) Correto. A restrição de integridade de entidade exige que a chave primária não seja nula, pois ela é usada para identificar
unicamente cada tupla em uma relação;
(b) Errado. "Restrição de estado" não é uma terminologia formal no contexto de integridade relacional. O termo apropriado seria
integridade referencial ou restrições específicas de aplicação;
(c) Errado. A unicidade está ligada a chaves primárias e restrições UNIQUE, e não ao conceito de chaves de busca secundárias;
(d) Errado. A integridade referencial trata da coerência entre tabelas relacionadas, garantindo que valores de chave estrangeira
correspondam a valores existentes na chave primária referida;
(e) Errado. A integridade semântica refere-se à aplicação de regras de negócio nos dados, mas não à compatibilização entre
intenção e extensão da relação (Letra A).
(IMPARH / CGM Fortaleza-CE – 2025) Em bancos de dados relacionais, a restrição de
integridade referencial é utilizada para manter a consistência entre tuplas nas relações.
Assinale a alternativa que se refere ao conceito de restrição de integridade referencial.
a) Uma tupla em uma relação que faz referência a outra relação, deve se referir a uma tupla
existente nessa outra relação.
b) Garante que o valor de um campo deve estar dentro de um range fixo predefinido.
c) Uma relação deve envolver pelo menos 2 entidades.
d) Uma chave primária não pode ser nula.
_______________________
Comentários: (a) Correto. Esse é exatamente o conceito de restrição de integridade referencial: garante que um valor de chave
estrangeira em uma tabela faça referência a uma tupla existente na tabela relacionada (com base na chave primária); (b) Errado.
Isso descreve uma restrição de domínio, não de integridade referencial; (c) Errado. Relações (tabelas) podem representar uma
única entidade — o envolvimento com duas entidades ocorre em relacionamentos, não é exigência da integridade referencial; (d)
Errado. Isso descreve a restrição de integridade de entidade, que exige que a chave primária não seja nula (Letra A).
Restrições Semânticas
As restrições semânticas representam regras específicas do negócio que não são garantidas
automaticamente pelo modelo relacional. Enquanto as outras categorias de integridade tratam de
aspectos estruturais — como tipos de dados, unicidade da chave primária ou relacionamento entre tabelas
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— as restrições semânticas garantem que os dados façam sentido conforme a lógica real da aplicação. São
regras que expressam o significado dos dados e a forma correta de utilizá-los no contexto do sistema.
Essas restrições variam de uma aplicação para outra e precisam ser definidas manualmente. Elas
impedem situações logicamente impossíveis ou incoerentes, como um professor dar duas aulas no
mesmo horário, uma aula ter data de publicação no futuro ou um curso ser marcado como completo sem
ter todas as aulas previstas. Em suma, elas asseguram que os dados, além de válidos estruturalmente,
sejam coerentes com as regras reais do negócio.
CATEGORIAS DE
RESTRIÇÃO
DESCRIÇÃO EXEMPLOS
DEFINIDA PELO
USUÁRIO
Regras de negócio específicas
que refletem a lógica da
aplicação e que não são cobertas
automaticamente pelas
restrições anteriores.
Um professor não pode dar duas aulas no mesmo
horário; a data de publicação não pode ser no
futuro; o email deve ser institucional
(@estrategia.com.br); um curso só pode ser
marcado como “Completo” se possuir todas as aulas
previstas.
(FEPESE / Prefeitura de Criciúma-SC –2022) Sobre restrições no modelo relacional, associe
o tipo de restrição à sua respectiva descrição.
Coluna 1 Tipo de restrição
1. Restrições implícitas
2. Restrições explícitas
3. Restrições semânticas
Coluna 2 Descrição
( ) Não podem ser expressas diretamente nos esquemas do modelo de dados.
( ) São restrições inerentes ao modelo de dados e baseadas nele.
( ) Definidas pela DDL e expressas nos esquemas do modelo de dados.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) 1 • 2 • 3
b) 1 • 3 • 2
c) 2 • 1 • 3
d) 3 • 1 • 2
e) 3 • 2 • 1
_______________________
Comentários:
"Não podem ser expressas diretamente nos esquemas do modelo de dados" → Isso define as restrições semânticas (3), que são
regras de negócio mais complexas e geralmente não podem ser representadas diretamente no modelo relacional; "São restrições
inerentes ao modelo de dados e baseadas nele" → Isso se refere às restrições implícitas (1), como a inexistência de duplicatas
em uma relação, ou a atomicidade dos atributos; "Definidas pela DDL e expressas nos esquemas do modelo de dados" → São
as restrições explícitas (2), como PRIMARY KEY, FOREIGN KEY, CHECK, etc., definidas diretamente por comandos na linguagem
de definição de dados (Letra D).
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SÍNTESE DO TÓPICO
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Relacionamentos
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
Nos tópicos anteriores, vimos como as tabelas podem se conectar por meio de chaves. Agora, vamos dar
um passo adiante e entender o conceito que realmente dá vida a essas conexões: o relacionamento.
Em um banco de dados relacional, um relacionamento nada mais é do que a associação lógica entre duas
ou mais tabelas. Essa ligação reflete vínculos reais entre os elementos que essas tabelas representam.
Afinal, no mundo real, entidades raramente existem isoladas — elas interagem o tempo todo. E o modelo
de dados precisa representar essas interações de forma clara.
Pense, por exemplo, em um cenário comum numa instituição de ensino: um professor ministra uma
disciplina, e um aluno estuda essa mesma disciplina. Essas relações fazem parte do funcionamento natural
da escola ou universidade, certo? Pois bem, o banco de dados também precisa conseguir representar
isso. E é justamente aí que entram os relacionamentos. Esses relacionamentos podem assumir três formas
clássicas: um-para-um (1:1); um-para-muitos (1:N); e muitos-para-muitos (N:M).
Cada um desses tipos indica como os registros de uma tabela se associam aos registros da outra. Por
exemplo, um professor pode ministrar várias disciplinas (1:N), mas cada disciplina só tem um professor
responsável; ou, no caso de uma relação N:M, como a de alunos e disciplinas, um aluno pode cursar várias
disciplinas, e cada disciplina pode ter vários alunos.
Esses “números” ao lado das relações representam a chamada cardinalidade, que é um conceito-chave
na modelagem de dados. Ela mostra quantas ocorrências de uma entidade podem (ou devem) estar
associadas a outra. E isso faz toda a diferença! Saber se um aluno pode estar em apenas uma turma ou
em várias, ou se uma disciplina pode ter só um professor ou mais, impacta diretamente a estrutura do
sistema. Compreender bem a cardinalidade ajuda a criar modelos consistentes e realistas, que evitam
confusões e refletem direitinho as regras de negócio da aplicação.
E tem mais: a cardinalidade não afeta só a parte conceitual — ela influencia também a estrutura física do
banco de dados. Por exemplo: em relacionamentos 1:N, normalmente colocamos uma chave estrangeira
na tabela do lado “muitos”; já nos relacionamentos N:M, é preciso criar uma tabela intermediária (também
chamada de associativa) para representar a ligação entre as duas partes.
Mas calma, esses detalhes práticos vão ficar mais claros nos próximos tópicos. A ideia agora é entender
que, com os relacionamentos, o modelo relacional ganha vida — e que a combinação entre teoria e prática
é o que permite construir bancos de dados robustos, coerentes e alinhados com o mundo real. Dito isso,
vamos partir para o primeiro tipo de relacionamento...
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Relacionamento Um-Para-Um (1:1)
Trata-se de um relacionamento em que uma linha de uma tabela está associada com uma linha de outra
tabela – cai muito pouco em prova. Exemplo: suponha uma tabela País, que armazena o nome de todos
os países do mundo; e uma tabela Capital, que armazena o nome das capitais de todos os países do
mundo. Sabe-se que um país possui somente uma capital e uma capital só é capital de um único país.
Logo, trata-se de um relacionamento um-para-um (1:1).
Nós temos três possibilidades de implementação para o relacionamento um-para-um. No entanto, temos
soluções ideais, alternativas e proibidas. No exemplo anterior, utilizamos a técnica de chave estrangeira.
TIPO DE RELACIONAMENTO
NOVA
TABELA
CHAVE
ESTRANGEIRA
FUSÃO
DE TABELAS
(0,1) (0,1) ALTERNATIVO IDEAL PROIBIDO
(0,1) (1,1) PROIBIDO ALTERNATIVO IDEAL
(1,1) (1,1) PROIBIDO ALTERNATIVO IDEAL
(QUADRIX / CREA-TO – 2019) Em um modelo entidade‑relacionamento (MER), diz‑se que,
em um relacionamento 1..1 – um para um, cada entidade pode referenciar múltiplas unidades
daquele com o qual se relaciona.
_______________________
Comentários: esse seria um relacionamento N:N e, não, 1:1. N relacionamento 1:1, cada entidade pode referenciar apenas uma
unidade daquele com o qual se relaciona (Errado).
TABELA CAPITAL
CÓDIGO CAPITAL CAPITAL CÓDIGO PAÍS
123 HANÓI 500
234 BUDAPESTE 400
345 NAIRÓBI 600
456 AMSTERDAM 100
567 CAMBERRA 200
678 BOGOTÁ 300
TABELA PAÍS
CÓDIGO PAÍS PAÍS
100 HOLANDA
200 AUSTRÁLIA
300 COLÔMBIA
400 HUNGRIA
500 VIETNÃ
600 QUÊNIA
É POSSÍVEL ESCOLHER QUAL TABELA RECEBERÁ A CHAVE ESTRANGEIRA
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA PAÍS) CHAVE PRIMÁRIA (TABELA CAPITAL)
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Relacionamento Um-Para-Muitos (1:N)
Trata-se de um relacionamento em que uma linha de uma tabela está associada a diversas linhas de outra
tabela. Exemplo: suponha uma tabela Pessoa, que armazena dados de diversas pessoas; e uma tabela
Cartão, que armazena dados sobre diversos cartões. Em nosso contexto, sabe-se que uma pessoa pode
possuir zero ou vários cartões, mas um cartão só pode pertencer a uma única pessoa.
O mapeamento 1:N possui como solução ideal a criação de uma nova coluna, no entanto não podemos
escolher em qual tabela será inserida a chave estrangeira. Nesse caso, ela sempre ficará na tabela do lado
N. No exemplo, o lado N é Cartão, porque sabemos que um cartão pertence a apenas uma pessoa, mas
uma pessoa pode possuir N cartões.
TIPO DE RELACIONAMENTO NOVA
TABELA
CHAVE
ESTRANGEIRA
FUSÃO
DE TABELAS
(0,1)(0,N) ALTERNATIVO IDEAL PROIBIDO
(0,1) (1,N) ALTERNATIVO IDEAL PROIBIDO
(1,1) (0,N) PROIBIDO IDEAL PROIBIDO
(1,1)(1,N) PROIBIDO IDEAL PROIBIDO
(FUNDEP / UFVJM-MG – 2017) Em um relacionamento entre duas entidades, em que a
primeira pode se relacionar com vários registros na segunda, e a segunda se relaciona com
apenas uma na primeira, tem-se:
a) Relacionamento 1-1
b) Relacionamento 1-N
c) Relacionamento N-N
d) Relacionamento N-M
_______________________
Comentários: (a) Errado. Um relacionamento 1-1 (um para um) ocorre quando cada entidade de ambos os lados se relaciona
com, no máximo, uma entidade do outro lado; (b) Correto. Um relacionamento 1-N (um para muitos) indica que uma entidade
da primeira tabela pode se relacionar com várias da segunda, enquanto cada entidade da segunda se relaciona com apenas uma
da primeira; (c) Errado. O relacionamento N-N (muitos para muitos) permite que várias instâncias de uma entidade se relacionem
com várias da outra; (d) Errado. A opção N-M é apenas outra forma de representar N-N, e está fora do padrão usual de
nomenclatura (Letra B).
TABELA CARTÃO
CÓDIGO BANDEIRA CPF
101 MASTERCARD 111.111.111-11
102 VISA 333.333.333-33
103 AMERICAN EXPRESS 555.555.555-55
104 DINERS CLUB 444.444.444-44
105 ELO 222.222.222-22
106 HIPERCARD 333.333.333-33
TABELAPESSOA
CPF NOME
111.111.111-11 DÉCIO TERROR
222.222.222-22 GUILHERME NEVES
333.333.333-33 RICARDO VALE
444.444.444-44 ROSENVAL JÚNIOR
555.555.555-55 HERBERT ALMEIDA
666.666.666-66 MARCOS GIRÃO
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA PESSOA) CHAVE PRIMÁRIA (TABELA CARTÃO)
A CHAVE PRIMÁRIA DA TABELA PESSOA SE TORNA CHAVE
ESTRANGEIRA
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==2f4e8==
Relacionamento Muitos-Para-Muitos (N:M)
Trata-se de um relacionamento em que várias linhas de uma tabela se associam a várias linhas de outra
tabela. Exemplo: suponha uma tabela Professor, que armazena dados de diversos professores; e uma
tabela Aluno, que armazena dados sobre diversos alunos. Em nosso contexto, sabe-se que um professor
pode ter diversos alunos e um aluno pode ter diversos professores, por isso se trata de um relacionamento
muitos-para-muitos.
A solução é criar uma tabela associativa, que possui esse nome porque associa elementos de ambas as
tabelas, como é apresentado no esquema seguinte. Cada linha em uma tabela associativa inclui as
colunas das chaves primárias das duas tabelas que ela associa e pode ter outros campos que pertençam
ao relacionamento. É possível haver outros atributos não-chave na tabela associativa. Além disso, os
dados armazenados estão diretamente relacionados aos fatos ou relacionamentos e, não, às tabelas.
TIPO DE RELACIONAMENTO
NOVA
TABELA
CHAVE
ESTRANGEIRA
FUSÃO
DE TABELAS
(0,n)(0,n) IDEAL PROIBIDO PROIBIDO
(0,n) (1,n) IDEAL PROIBIDO PROIBIDO
(1,n) (1,n) IDEAL PROIBIDO PROIBIDO
Eu nunca vi cobrança dessas implementações alternativas em prova, então eu sugiro que vocês
memorizem apenas a implementação ideal para cada caso! É um relacionamento N:N? Solução: nova
tabela! É um relacionamento 1:N? Solução: chave estrangeira do lado N! É um relacionamento 1:1? Nesse
caso, é necessário analisar a cardinalidade mínima porque existem três possibilidades (mas esse
relacionamento é muito raro de cair em provas).
TIPO DE RELACIONAMENTO
NOVA
TABELA
CHAVE
ESTRANGEIRA
FUSÃO
DE TABELAS
(0,1) (0,1) IDEAL
(0,1) (1,1) IDEAL
(1,1) (1,1) IDEAL
(1:1)(?:N) IDEAL
(?:N)(?:N) IDEAL
TABELA PROFESSOR
CPF PROFESSOR NOME
111.111.111-11 DIEGO CARVALHO
222.222.222-22 RENATO DA COSTA
333.333.333-33 RICARDO VALE
444.444.444-44 ROSENVAL JÚNIOR
TABELA ALUNO
CPF ALUNO NOME
666.666.666-66 ROMÁRIO
777.777.777-77 ROBERTO CARLOS
888.888.888-88 RONALDO FOFO
999.999.999-99 RIVALDO
TABELA ASSOCIATIVA
CPF PROFESSOR CPF ALUNO
111.111.111-11 666.666.666-66
222.222.222-22 777.777.777-77
333.333.333-33 888.888.888-88
444.444.444-44 999.999.999-99
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(CEBRASPE / SEFAZ-RS – 2018) No mapeamento de um modelo entidade-relacionamento
para um modelo relacional de banco de dados, o tipo de relacionamento que implica a criação
de uma terceira tabela para onde serão transpostos as chaves primárias e os eventuais
atributos das duas tabelas originais é denominado:
a) relacionamento N:N.
b) relacionamento 1:1.
c) relacionamento 1:N.
d) autorrelacionamento 1:N.
e) relacionamento ternário.
_______________________
Comentários: (a) Correto. Um relacionamento N:N (muitos para muitos) exige a criação de uma tabela associativa no modelo
relacional. Essa nova tabela conterá as chaves primárias das duas entidades envolvidas e eventuais atributos do relacionamento;
(b) Errado. Em um relacionamento 1:1, normalmente não é necessária uma tabela extra; a chave estrangeira pode ser colocada
em uma das tabelas; (c) Errado. Um relacionamento 1:N também não exige uma nova tabela, bastando adicionar a chave
estrangeira da entidade "1" na tabela da entidade "N"; (d) Errado. Um autorrelacionamento 1:N é um caso especial, mas
geralmente é resolvido com uma chave estrangeira na mesma tabela, sem necessidade de tabela adicional; (e) Errado. Um
relacionamento ternário envolve três entidades – esse não é o caso descrito no enunciado da questão (Letra A).
Saiba mais:
Pessoal, vocês lembram quando a gente falou que chaves estrangeiras podem ser nulas? Pois é,
essa dúvida aparece direto lá no fórum. Muita gente estranha o fato de que uma chave primária
nunca pode ser nula (e com razão), mas uma chave estrangeira — que referencia essa chave
primária — pode, sim, ser nula. Como isso é possível?
Vamos com calma! Isso acontece quando o relacionamento entre duas entidades não é
obrigatório. Em outras palavras, nem toda instância de uma tabela precisa estar associada a uma
instância da outra. Isso ocorre quando temos cardinalidade mínima zero! Vejamos um exemplo
para entender isso melhor...
Imaginem que uma prefeitura quer armazenar os dados dos alunos e das escolas da cidade. Eles
criam duas tabelas: uma para alunos e outra para escolas. Agora pense no seguinte cenário: um
aluno pode estar frequentando uma escola — ou nenhuma. Já uma escola pode ter vários alunos
— ou nenhum.
TABELA ALUNO
CÓDIGO_ALUNO NOME CÓDIGO_ESCOLA
101 ALICE 001
102 BERNARDO 001
103 CLARA 004
104 DAVI
105 ENZO 002
106 FERNANDA 004
TABELA ESCOLA
CÓDIGO_ESCOLA NOME
001 COLÉGIO LEONARDO DA VINCI
002 COLÉGIO DOM PEDRO II
003 COLÉGIO MARISTA CHAMPAGNAT
004 COLÉGIO LA SALLE
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA ALUNO)
A CHAVE PRIMÁRIA DA TABELA ESCOLA SE TORNA CHAVE ESTRANGEIRA
DA TABELA ALUNO
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA ESCOLA)
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Em outras palavras, podemos concluir que temos aqui um relacionamento 1:N (um para muitos),
em que uma escola pode ter muitos alunos, mas um aluno só pode estar ligado a, no máximo,
uma escola. Isso quer dizer que a chave primária da tabela de escolas vira uma chave estrangeira
na tabela de alunos.
Agora vem o ponto-chave: e se um aluno ainda não estiver matriculado em nenhuma escola?
Nesse caso, a chave estrangeira dele vai ficar nula — simples assim. E por quê? Porque o
relacionamento entre aluno e escola não é obrigatório.
Vamos imaginar o Davi apresentado na tabela anterior: ele está na base de dados da prefeitura
como aluno em idade escolar, mas – por algum motivo – ainda não está matriculado. Talvez a
família esteja em situação difícil, talvez ele esteja doente, talvez a matrícula ainda não tenha sido
feita. Não importa o motivo — o importante é entender que é perfeitamente válido que a chave
estrangeira que liga Davi a uma escola esteja vazia. Isso representa exatamente a realidade: ele
não está associado a nenhuma escola no momento.
Então, anotem aí: a chave primária nunca pode ser nula (é o identificador único da tabela), já a
chave estrangeira pode ser nula, se o relacionamento for opcional. É um detalhe que confunde
muita gente, mas depois que a gente entende o conceito de cardinalidade mínima zero, tudo
começa a fazer sentido. Fechado?
Por fim, quando temos uma chave estrangeira referenciando a chave primária de outra tabela e
o registro da tabela referenciada é deletado, o SGBD precisa decidir comopreservar a
integridade referencial. O que vai acontecer precisa ser configurado: o banco pode proibir
apagar o registro da tabela referenciada; o banco pode apagar os registros dependentes da
tabela referenciadora; o banco pode permitir apagar o registro da tabela referenciada e inserir
um valor nulo na chave estrangeira; ou o banco pode permitir apagar o registro da tabela
referenciada e inserir um valor padrão (default) na chave estrangeira.
SÍNTESE DO TÓPICO
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Visões (Views)
INCIDÊNCIA EM PROVA: MÉDIA
VIEWS (VISÕES)
Trata-se de uma tabela virtual definida por uma consulta SQL e construída a partir de uma ou mais tabelas reais
do banco de dados. Ela não armazena dados fisicamente (exceto quando materializada), mas exibe
dinamicamente os resultados da consulta sempre que é acessada. As views servem como uma camada lógica
que simplifica o acesso, organiza informações, esconde colunas sensíveis, padroniza consultas e permite que
usuários enxerguem apenas a parte relevante dos dados, sem alterar nem duplicar a estrutura das tabelas
originais.
Dentro da modelagem relacional, existe um recurso bem útil chamado view (em português, visão). E o
que é isso exatamente? Uma view é como uma tabela virtual, criada a partir de uma ou mais tabelas reais
do banco de dados. A diferença é que, ao contrário das tabelas normais, ela não armazena dados
fisicamente (exceto no caso das chamadas views materializadas). O que ela guarda, na verdade, é uma
consulta SQL — e essa consulta é executada toda vez que a view é acessada.
Em outras palavras, uma view é uma representação lógica dos dados. Ela funciona como um filtro ou uma
nova forma de enxergar as informações, construída por meio de uma consulta. Isso permite simplificar o
acesso, esconder dados sensíveis, padronizar consultas mais complexas ou até mesmo reunir dados de
várias tabelas diferentes em um único formato.
Imagine que o banco tem dezenas de colunas, várias delas técnicas ou confidenciais. Com uma view, você
pode montar uma "janela" personalizada para o usuário ver só o que interessa — e do jeito que faz sentido
para ele. Do ponto de vista da modelagem, as views formam uma camada lógica que fica acima das
tabelas reais, que chamamos de relações base. Já as views são chamadas de relações derivadas, porque
dependem dessas tabelas reais para existir. Elas não participam diretamente das regras de integridade
do modelo, mas herdam as regras das tabelas nas quais se baseiam.
Um dos grandes trunfos das views é justamente essa separação entre o que o usuário vê e como os dados
estão estruturados internamente. O projetista pode reorganizar as tabelas por dentro sem alterar a forma
como os dados são acessados externamente — desde que as views continuem válidas. Isso dá muita
flexibilidade e ajuda a preservar aplicações já existentes, mesmo em cenários de mudanças internas.
Logo, as views são ferramentas de abstração, segurança e organização que permitem criar diferentes
"visões" sobre os mesmos dados sem precisar duplicar nada e sem comprometer a lógica do modelo.
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Para entender melhor, pense num exemplo prático. Suponha que exista uma tabela real com as seguintes
colunas: Nome do Professor, CPF, Idade, Disciplina e Naturalidade. Essa é uma relação base, ou seja, uma
tabela de verdade, com dados armazenados fisicamente no disco. A partir dela, você pode criar uma view
que mostra apenas o nome e a disciplina dos professores — escondendo, por exemplo, o CPF e a idade.
E pronto: você tem uma nova forma de acessar os mesmos dados, de forma mais segura e personalizada.
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF IDADE NOME DISCIPLINA NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 21 INFORMÁTICA DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 54 INFORMÁTICA RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 40 DIREITO CONSTITUCIONAL MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 32 DIREITO AMBIENTAL MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 19 DIREITO ADMINISTRATIVO ESPÍRITO SANTO
Nem sempre a gente precisa acessar todas as informações de uma tabela. Imagine, por exemplo, um
cenário em que o único dado necessário sobre os professores seja o Nome e o CPF. Agora, pense no
trabalho de ter que consultar a tabela completa toda vez, selecionar manualmente essas duas colunas e
ignorar o resto. Nada prático, né? É justamente aí que entra a view!
Podemos criar uma visão específica que mostra apenas esses dois atributos — uma espécie de “janela”
personalizada da tabela original. Essa view é construída a partir de uma consulta SQL fixa, previamente
definida e otimizada pelo próprio SGBD. Assim, toda vez que alguém acessa essa view, o sistema já sabe
exatamente o que trazer — de forma rápida, limpa e sem a necessidade de repetir a mesma consulta.
E o mais interessante: uma view não precisa se limitar a uma única tabela. Ela pode combinar informações
de várias fontes, fazer junções, aplicar filtros, calcular médias, somas, contar registros, entre outras
operações. Desde que a consulta seja válida, a view pode apresentar os dados exatamente no formato
que o usuário precisa ver. Com isso, elas se tornam uma excelente ferramenta de abstração: os dados são
acessados de forma simples, objetiva, e o usuário não precisa se preocupar com a complexidade por trás
da estrutura do banco.
Além da praticidade, as views também são aliadas da segurança. Elas permitem esconder colunas
sensíveis (Ex: salário, endereço ou informações pessoais) e mostrar só o necessário. Assim, os usuários
interagem com a view, e não diretamente com a tabela original, o que reduz bastante o risco de acesso
indevido. Em sistemas corporativos, inclusive, os administradores dão permissões de leitura e atualização
somente às views, não às tabelas reais. Isso ajuda a proteger os dados e manter a integridade do sistema.
E tem mais: como as views fazem parte da camada lógica do banco, elas não armazenam os dados em si
(a menos que sejam materializadas). Elas apenas definem uma forma alternativa — e mais conveniente —
de acessar os dados reais que estão armazenados nas relações base. Essa separação entre o que o usuário
vê e o que está por trás permite uma flexibilidade enorme. O projetista pode mudar a estrutura das tabelas
físicas sem impactar os usuários, desde que as views continuem entregando os dados do jeito esperado.
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Views Materializadas
As views materializadas são uma versão especial das views tradicionais, com uma diferença crucial: elas
armazenam fisicamente o resultado da consulta em disco.
Enquanto uma view comum funciona como uma janela lógica, isto é, a consulta é executada toda vez que
o usuário acessa a view, a view materializada já guarda uma cópia dos dados, pronta para ser lida. É como
se o sistema tivesse pré-calculado os resultados e guardado tudo em uma “tabela temporária”, o que
pode acelerar muito a resposta em consultas complexas.
Na prática, isso significa que,ao acessar uma view materializada, o banco de dados não precisa refazer
toda a consulta original (que pode envolver junções pesadas, filtros demorados ou agregações sobre
milhões de registros). Em vez disso, ele simplesmente lê os dados já prontos, o que traz um ganho enorme
de desempenho — especialmente em relatórios, dashboards, sistemas analíticos e qualquer situação em
que as mesmas consultas são feitas repetidamente.
Mas esse desempenho extra tem um preço: como a view guarda uma cópia dos dados, ela pode ficar
desatualizada em relação às tabelas originais. Por isso, os SGBDs oferecem mecanismos de atualização
(ou refresh), que podem funcionar de três formas: automática, em intervalos definidos; manual, sob
comando do administrador; ou incremental, atualizando apenas os dados que mudaram. Cabe ao
projetista decidir qual abordagem usar, equilibrando o ganho de velocidade com a necessidade de
manter os dados sempre atualizados.
Em suma, a view materializada junta o melhor dos dois mundos: a simplicidade lógica de uma view com
a velocidade de uma tabela real. É uma ferramenta poderosa em ambientes como Business Intelligence,
Data Warehouses e sistemas que precisam de respostas rápidas para consultas pesadas e repetitivas. Se
usada com critério, pode fazer uma grande diferença na performance do banco.
Apenas para consolidar o entendimento, vamos ver mais um exemplo: quem aí tem acesso ao nosso
sistema de questões? Lá nós temos infinitas questões sobre diversas disciplinas espalhadas em várias
tabelas diferentes na base de dados. Em regra, você não quer estudar todas essas disciplinas, você quer
poder escolher questões só de temas pertinentes ao seu edital.
O que você pode fazer? Criar um caderno de questões! Nesse
caderno, você coloca algumas questões de direito
administrativo, algumas de direito constitucional e algumas de
tecnologia da informação. Esse caderno será um subconjunto
dos dados criado de forma personalizada por você. Nesse
contexto, foi criada alguma nova tabela física no banco de
dados? Não!
Imaginem se – para cada caderno de usuário – fosse criada uma
nova tabela física no banco de dados! Seria inviável e
desnecessário. Na verdade, foi criada uma tabela virtual, isto é,
uma tabela que não existe fisicamente, mas que é derivada de
diversas outras tabelas de acordo com as necessidades
particulares de um indivíduo ou um conjunto de indivíduos. E
como é o nome dessa tabela virtual? View!
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(CEBRASPE / DP-DF – 2022) Em um banco de dados relacional, todos os usuários devem
possuir uma mesma visão (view) do banco de dados, o que é necessário para garantir a
consistência dos dados.
_______________________
Comentários: em um banco de dados relacional, os usuários podem ter visões (views) diferentes da base de dados, de acordo
com suas necessidades e permissões. As views são utilizadas para apresentar perspectivas personalizadas e seguras dos dados,
sem comprometer a consistência. A consistência dos dados é garantida pelas regras de integridade do SGBD, não pela
obrigatoriedade de todos verem os mesmos dados (Errado).
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Índices (Index)
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
ÍNDICES (INDEX)
Trata-se de uma estrutura auxiliar criada pelo SGBD para acelerar a busca e a recuperação de dados em uma
tabela, funcionando de forma semelhante ao índice de um livro. Em vez de percorrer todas as linhas da tabela
para localizar um registro, o banco consulta o índice — geralmente organizado como uma árvore B-Tree ou
estrutura hash — que aponta rapidamente para a posição onde o dado está armazenado. Assim, índices melhoram
o desempenho de consultas, filtros e junções, embora envolvam um custo adicional durante inserções,
atualizações e exclusões, já que o índice precisa ser mantido sincronizado com os dados da tabela.
Os índices, no contexto de bancos de dados, são estruturas auxiliares criadas com um objetivo bem claro:
acelerar a busca e o acesso aos dados dentro das tabelas. Uma boa analogia é pensar neles como o
sumário de um livro. Em vez de ler o livro inteiro para encontrar um capítulo, você olha o sumário, vê a
página certa e vai direto ao ponto. Com os índices, o SGBD faz algo parecido: consulta uma estrutura
otimizada e já sabe onde o dado está armazenado, sem precisar varrer a tabela inteira.
Tecnicamente, os índices são implementados, na maioria dos casos, como árvores balanceadas — como
as famosas B-Trees — ou como estruturas de hash. Esses formatos permitem localizar registros com muito
menos esforço computacional do que uma busca linha por linha. O resultado? Um ganho enorme de
desempenho, especialmente em consultas que envolvem filtros, ordenações, junções ou buscas por
chaves primárias e únicas.
Mas atenção: apesar de melhorarem bastante a leitura dos dados, os índices também trazem um custo —
principalmente nas operações de escrita. Sempre que um dado é inserido, alterado ou excluído, o índice
precisa ser atualizado para continuar refletindo corretamente a tabela. Isso pode deixar essas operações
mais lentas.
Por isso, não é recomendado sair criando índices para tudo. O ideal é analisar o uso real do banco e criar
índices nas colunas mais usadas em filtros (WHERE), buscas (LIKE, =, etc.) e junções (JOIN). Um índice
bem planejado pode turbinar a performance. Já um índice mal utilizado, além de não ajudar, pode
atrapalhar.
Índices Primários
Os índices primários são criados automaticamente pelo SGBD sempre que você define uma chave
primária em uma tabela. Eles são como um “reforço estrutural” que garante que aquela chave funcione
como deveria: com valores únicos, de fácil localização e mantendo a integridade dos dados.
Na prática, o que isso significa? Toda vez que você insere, atualiza, deleta ou faz uma consulta baseada
na chave primária, o banco não precisa sair vasculhando a tabela inteira. Ele consulta diretamente esse
índice primário, que já está organizado para levar o sistema direto ao registro certo — quase como um
atalho.
E tem mais: o índice primário também é essencial para o funcionamento das chaves estrangeiras. Sempre
que uma tabela faz referência à chave primária de outra, o SGBD precisa garantir que o valor realmente
exista lá. E sem um índice para ajudar, essa verificação seria lenta e ineficiente. Com o índice, o banco
encontra rapidamente os valores da chave primária e consegue validar a referência com muito mais
agilidade.
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Em resumo, o índice primário é como a base que sustenta a eficiência das relações entre tabelas. Ele não
só melhora o desempenho das consultas como também assegura que a estrutura relacional funcione
corretamente — do jeito que foi projetada.
Índices Secundários
Um índice secundário é uma estrutura adicional criada para acelerar consultas em colunas que não fazem
parte da chave primária. Ao contrário do índice primário, que o SGBD cria automaticamente quando você
define uma chaveprimária, o índice secundário é opcional — e pode ser criado manualmente,
dependendo das necessidades de desempenho do sistema.
A principal função desse tipo de índice é melhorar o tempo de resposta em buscas, ordenações e junções
que envolvem outras colunas da tabela — como, por exemplo, buscas por nome, e-mail, data de
nascimento, entre outras que não fazem parte da chave principal.
Mas é importante entender o equilíbrio: índices secundários aceleram a leitura, mas impactam a escrita.
Sempre que você insere, atualiza ou apaga um registro, o banco precisa atualizar não só os dados da
tabela, mas também os índices associados — o que pode deixar essas operações um pouco mais lentas.
Esses índices podem ser únicos (quando garantem que os valores não se repitam) ou não únicos
(permitindo repetições), dependendo do que for necessário. E vale lembrar: eles não alteram os dados
da tabela em si, apenas criam um caminho mais rápido para encontrá-los.
Pense neles como marcadores inteligentes: em vez de o banco ter que ler todos os registros para achar
o que você pediu, ele consulta o índice e vai direto ao ponto — como procurar um nome em ordem
alfabética, em vez de ler uma lista do começo ao fim.
Em resumo, os índices secundários são aliados importantes da performance, principalmente em tabelas
grandes. Mas como toda ferramenta poderosa, devem ser usados com critério e planejamento.
TIPO DE ÍNDICE DESCRIÇÃO
PRIMÁRIO (OU
CLUSTERIZADO)
Esse é aquele que organiza fisicamente os dados na tabela. Ele está ligado,
geralmente, à chave primária da tabela. Ou seja, os dados já ficam ordenados com
base nesse índice. É como se as páginas do livro já estivessem na ordem dos temas
do índice.
SECUNDÁRIO (OU NÃO
CLUSTERIZADO)
Esse é criado em outras colunas que também são muito usadas em buscas, mas não
fazem parte da chave primária. Ele funciona como um atalho extra. Ele não muda a
ordem física dos dados, mas mantém um mapa que liga os valores procurados às
suas respectivas posições na tabela.
(CEBRASPE / BANRISUL – 2025) Assinale a opção em que é mencionada técnica ou estrutura
de otimização de desempenho que permite ao SGBD acessar rapidamente registros
específicos sem necessidade de examinar todos os dados de uma tabela.
a) backup incremental
b) índice
c) normalização
d) relacionamento
e) controle de concorrência
_______________________
Comentários: (a) Errado. Backup incremental é uma técnica de cópia de segurança que salva apenas as alterações desde o último
backup, sem relação com o desempenho de consultas; (b) Correto. Índices são estruturas de dados criadas sobre uma ou mais
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colunas de uma tabela que permitem acesso rápido aos registros, sem a necessidade de percorrer toda a tabela (varredura
completa); (c) Errado. Normalização é um processo de organização lógica dos dados para reduzir redundâncias e dependências,
mas não tem como foco o desempenho de acesso, e sim a integridade; (d) Errado. Relacionamento define como tabelas estão
ligadas entre si (chaves estrangeiras, etc.), sendo um conceito lógico de modelagem, não uma técnica de otimização de acesso;
(e) Errado. Controle de concorrência trata da gestão de acesso simultâneo aos dados, evitando conflitos entre transações, mas
não acelera consultas diretamente (Letra B).
(CEBRASPE / TCE-SC – 2022) O índice secundário é empregado quando se utiliza um campo
de indexação que não seja a chave primária da tabela.
_______________________
Comentários: o índice secundário é realmente empregado para melhorar a eficiência de consultas usando um campo de
indexação que não seja a chave primária da tabela (Correto).
SÍNTESE DO TÓPICO
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Regras de Codd
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXA
Vamos falar rapidamente agora sobre as 12 Regras de Codd! Edgar F. Codd foi o cara que criou o modelo
de banco de dados relacional. Além disso, as 12 regras de Codd são, na verdade, 13 porque são
enumeradas de 0 a 12. Essas regras basicamente definem o que é necessário para que um SGBD seja
considerado relacional. Vejamos...
REGRA 00 REGRA FUNDAMENTAL/BASE
Para que um sistema que seja considerado como um SGBD Relacional, ele deverá gerenciar bancos de
dados exclusivamente através de suas capacidades relacionais (tabelas, linhas, colunas, restrições, etc).
Em outras palavras, não é só o armazenamento dos dados em si que deve obedecer a regras relacionais,
mas também seu gerenciamento como controle de permissão, catálogo de metadados, controle de
concorrência – tudo gerenciado como tabelas.
REGRA 01 REGRA DA INFORMAÇÃO
Todas as informações (todas mesmo, inclusive metadados) de um banco de dados relacional devem ser
representadas logicamente como dados dentro de colunas pertencentes a registros de uma tabela. Em
outras palavras, existe uma – e apenas uma – maneira de representar os dados: como valores dentro de
colunas dentro de registros de uma tabela. Lembrando que uma tabela é composta por linhas ou
registros, que contêm colunas, que armazenam valores.
REGRA 02 REGRA DE GARANTIA DE ACESSO
Ora, todos os dados devem ser acessíveis. Logo, deve-se garantir que todos os valores de uma tabela
possam ser acessados por meio de uma combinação de nome de tabela, valor de chave primária e nome
de coluna. Em outras palavras, o nome de uma tabela é capaz de identificá-la em um banco de dados; o
valor da chave primária permite que eu identifique uma linha específica dessa tabela; e o nome de uma
coluna permite que eu encontre um determinado valor dessa linha.
REGRA 03 REGRA DO TRATAMENTO SISTEMÁTICO DE VALORES NULOS
Os valores nulos (que são diferentes da cadeia de caracteres vazia, do valor zero ou de qualquer outro
número) são suportados pelo SGBD Relacional para representar informação ausente ou não aplicável e
tratados de uma maneira sistemática, independentemente do tipo de dados. Em outras palavras, o
sistema deve ser capaz de tratar sistematicamente valores nulos – não importa se uma determinada coluna
armazena um determinado tipo, ela deverá ser capaz de tratar o valor nulo.
REGRA 04 REGRA DO CATÁLOGO ONLINE BASEADO NO MODELO RELACIONAL
A descrição do banco de dados está representada, no nível lógico, da mesma maneira que os dados
comuns, de forma que os usuários autorizados possam aplicar a eles a mesma linguagem relacional de
consulta utilizada para consultar dados normais. Em outras palavras, o catálogo de dados deve ser
armazenado e gerenciado como um dado comum, isto é, em tabelas do banco de dados disponíveis aos
usuários autorizados. Trata-se de uma consequência da Regra 0! Professor, por que é um catálogo online?
Ora, lembrem-se que o catálogo armazena dados sobre os dados, logo alterações nas estruturas dos
dados alteram também os metadados de forma online.
REGRA 05 REGRA DA SUBLINGUAGEM AMPLA/COMPREENSIVA DE DADOS
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O Banco de Dados Relacional pode oferecer suporte a múltiplas linguagense meios de acesso. No
entanto, deve existir pelo menos uma linguagem declarativa bem definida com suporte às seguintes
operações: (1) definição de dados; (2) definição de views; (3) manipulação de dados; (4) restrições de
integridade; (5) autorização; (6) controle de transação. Aqui basta lembrar da Linguagem SQL (Structured
Query Language).
A SQL possui diversas sublinguagens: (1) DDL, para definição de dados; (2) VDL, para definição de views;
(3) DML, para manipulação de dados; (4) DDL, para restrições de integridade; (5) DCL, para autorização;
e (6) TCL, para controle de transação. Por que ela é uma linguagem declarativa? Porque não há uma
preocupação em fazer um passo a passo para executar uma rotina – faz-se apenas uma ou mais
declarações. O sistema é responsável por executar a rotina da maneira que bem entender. O SGBD pode
até ser manipulado por várias linguagens, interface gráfica, etc – desde que exista ao menos uma
linguagem que englobe todas as funcionalidades listadas anteriormente.
REGRA 06 REGRA DA ATUALIZAÇÃO POR MEIO DE VIEWS
Toda view teoricamente atualizável deve ser também atualizável na prática por meio do sistema. Essa é
uma regra complicada de entender – sugiro memorizá-la! Lembrem-se que as views nem sempre podem
ser atualizáveis, ou seja, uma alteração na view nem sempre gera uma mudança de estado nas tabelas
associadas. No entanto, se uma determinada view for teoricamente atualizável, deverá ser possível
atualizá-la via sistema.
REGRA 07 REGRA DA INSERÇÃO, ATUALIZAÇÃO E EXCLUSÃO DE ALTO NÍVEL
A capacidade de gerenciar uma relação base ou uma relação derivada com um só operando se aplica
não somente à extração de dados, mas também à inserção, atualização e remoção dos dados. Em outras
palavras, se você é capaz de fazer consultas a um conjunto de dados por meio de comandos de alto nível
(isto é, utilizando comandos simples), você também deverá ser capaz de fazer inserções, atualizações e
exclusões da mesma maneira.
Exemplo: o comando SELECT * FROM tabela busca todas as linhas de uma determinada tabela. Ora, se
isso pode ser feito para recuperar dados, também deve poder ser feito para outros comandos.
REGRA 08 REGRA DA INDEPENDÊNCIA FÍSICA DE DADOS
Aplicações e recursos permanecem logicamente inalterados quando ocorrem mudanças no método de
acesso ou na forma de armazenamento físico. Logo, quando for necessária alguma modificação na forma
como os dados são armazenados fisicamente, nenhuma alteração deve ser necessária nas aplicações que
fazem uso do banco de dados. Devem também permanecer inalterados os mecanismos de consulta e
manipulação de dados utilizados pelos usuários finais.
REGRA 09 REGRA DA INDEPENDÊNCIA LÓGICA DE DADOS
Aplicações e recursos ad hoc (formas mais flexíveis de pesquisar informações sobre dados) não são
afetados logicamente quando de alterações de estruturas de tabela que preservem os valores originais
da tabela (alteração da ordem ou inserção de colunas). Alterações nas relações e nas views causam pouco
ou nenhum impacto nas aplicações. É possível alterar o esquema conceitual do banco sem ter que
modificar os esquemas externos ou aplicações.
REGRA 10 REGRA DA INDEPENDÊNCIA DE INTEGRIDADE
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As aplicações não são afetadas quando ocorrem mudanças nas regras de restrições de integridade. Deve
ser possível que todas as regras de integridade sejam definidas na linguagem relacional e armazenadas
no catálogo de sistema e, não, no nível de aplicação. As várias formas de integridade do banco de dados
(integridade de entidade, referencial, restrição, etc) precisam ser estabelecidas dentro do catálogo do
sistema e ser totalmente independente da lógica dos aplicativos. Exemplo: um programador não
precisará criar regras de restrições de integridade na lógica de programação de uma aplicação específica
porque tudo isso é gerenciado pelo SGBD.
REGRA 11 REGRA DA INDEPENDÊNCIA DE DISTRIBUIÇÃO
Aplicações não são logicamente afetadas quando ocorrem mudanças geográficas de dados, ou seja, os
usuários finais não devem perceber o fato de o banco de dados ser distribuído ou local. Sistemas de
Banco de Dados Distribuídos podem estar espalhados em diversas plataformas, interligados em rede, e
podem, inclusive, estar fisicamente distantes entre si. Essa capacidade de distribuição não pode afetar a
funcionalidade do sistema e dos aplicativos que fazem uso do banco de dados.
Em outras palavras, a localização física dos dados não deve ser da preocupação do usuário, ou seja, o
usuário não enxerga nem é afetado pela localização dos dados – diz-se que a localização física dos dados
é transparente para o usuário. Ele vai trabalhar com os dados e executar comandos da mesma maneira
que faria se todos os dados estivessem armazenados no mesmo servidor e no mesmo local físico dele.
REGRA 12 REGRA DA NÃO-TRANSPOSIÇÃO/SUBVERSÃO
Se um sistema possui uma linguagem de baixo nível, essa linguagem não pode ser usada para subverter
as regras de integridades e as restrições definidas no nível mais alto. Linguagens de baixo nível são
aquelas mais próximas da linguagem do hardware e mais distantes da linguagem do usuário – geralmente
são capazes de executar tarefas mais restritas para um programador comum, acessando alguns recursos
em nível de hardware.
Em outras palavras, o sistema deve ser capaz de impedir que qualquer usuário ou programador passe
por cima de todos os mecanismos de segurança, das regras de integridade do banco de dados e das
restrições, utilizando algum recurso ou linguagem de baixo nível que eventualmente possam ser
oferecidos pelo próprio sistema. Bem, essas são as Treze Regras de Codd – cai muito pouco de forma
direta, mas cai bastante de forma indireta, portanto... atenção!
REGRAS NOME DESCRIÇÃO
REGRA
00
Regra Fundamental/Base
Um sistema só é relacional se usar exclusivamente suas
capacidades relacionais para gerenciar dados.
REGRA
01
Regra da Informação
Todos os dados devem ser representados como valores em
tabelas, usando linhas e colunas.
REGRA
02
Regra de Garantia de Acesso
Cada dado deve ser acessível por tabela, chave primária e nome
de coluna, sem caminhos físicos.
REGRA
03
Tratamento Sistemático de
Valores Nulos
Valores nulos devem ser tratados de forma consistente,
independente do tipo de dado.
REGRA
04
Catálogo Online Relacional
O dicionário de dados deve ser acessível aos usuários como
tabelas regulares do banco.
REGRA
05
Sublinguagem Ampla de Dados
O SGBD deve suportar uma linguagem declarativa completa
para manipular e definir dados.
REGRA
06
Atualização por meio de Views
Views atualizáveis devem poder refletir modificações
diretamente nas tabelas base.
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REGRA
07
Inserção, Atualização e Exclusão
de Alto Nível
O sistema deve permitir operações em conjuntos de registros,
não apenas linha a linha.
REGRA
08
Independência Física de Dados
Mudanças no armazenamento físico não podem alterar a forma
de acessar os dados.
REGRA
09
Independência Lógica de Dados
Alterações na estrutura lógica das tabelas não devem afetar os
programas que as utilizam.
REGRA
10
Independência de Integridade
Regras de integridade devem ser declaradas no banco e
independentes dos programas.
REGRA
11
Independência de DistribuiçãoA distribuição dos dados entre servidores deve ser transparente
para o usuário.
REGRA
12
Regra da Não-Subversão
Nenhuma operação de baixo nível deve violar as regras ou
proteções do modelo relacional.
(CEBRASPE / SEFAZ-RS – 2019) Uma das regras de Cood para o modelo relacional consiste
a) na dependência de dados físicos (mudança na memória e no método de acesso).
b) na independência de distribuição.
c) na presença de uma linguagem de programação no SGBD que promova interface com o
banco de dados, com a segurança e a atualização de dados.
d) na subversão das regras de integridade ou restrições quando utilizada uma linguagem de
baixo nível.
e) no não tratamento das atualizações de visões de dados.
_______________________
Comentários: (a) Errado. Codd propôs independência lógica e física dos dados, ou seja, o sistema não deve depender da
estrutura de armazenamento físico; (b) Correto. Embora essa regra seja uma extensão proposta posteriormente, ela é relacionada
ao princípio de que um banco de dados deve funcionar corretamente independentemente da localização física dos dados. Isso
é parte do conceito de transparência da distribuição, importante em sistemas distribuídos; (c) Errado. Uma das regras exige que
o sistema tenha uma linguagem abrangente de dados (como SQL), mas não necessariamente uma linguagem de programação
completa embutida; (d) Errado. As regras de Codd reforçam o uso de restrições e integridade, inclusive quando se usa linguagens
de baixo nível — elas não admitem subversão das regras; (e) Errado. Uma das regras trata justamente da atualização de visões
(views): se uma visão é teoricamente atualizável, então o sistema deve permitir sua atualização (Letra B).
SÍNTESE DO TÓPICO
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Notação IDEF1X
INCIDÊNCIA EM PROVA: BAIXÍSSIMA
IDEF1X (Integration Definition for Information Modeling) é uma linguagem/método de modelagem de
dados cujo propósito inclui oferecer meios para definir uma visão de dados independente de aplicação
que possa ser validada por usuários e que representa a estrutura e a semântica das informações de um
sistema. Embora aplicada no nível conceitual, incorpora muitas características de projeto de banco de
dados (modelagem lógica).
Fiquem tranquilos porque ela é bem fácil de aprender! Em primeiro lugar, baseia-se em três estruturas
fundamentais: Entidades, Atributos e Relacionamentos.
Da mesma forma da Notação Pé-de-Galinha, as entidades são representadas graficamente como
retângulos com uma linha divisória horizontal – nós já sabemos que entidades são basicamente objetos
de mesma natureza. Caso o retângulo seja com arestas retas, trata-se da representação de uma entidade
independente; caso o retângulo seja com arestas arredondadas, trata-se da representação de uma
entidade dependente (entidade fraca).
Já os atributos são identificados por seu nome único e domínio respectivo - o nome é expresso no singular
e descreve a característica representada pelo atributo. O tipo do atributo pode ser identificado entre
parênteses: (PK) para representar uma chave primária; (FK) para representar uma chave estrangeira; (AK)
para representar uma chave alternativa; e (O) para representar que um atributo é opcional. Chaves
primárias são inscritas acima da divisão horizontal do retângulo.
Por fim, temos os relacionamentos, que representam regras ou restrições do ambiente de negócios. A
determinação do relacionamento entre duas entidades está, portanto, completamente ligada à
compreensão que se tem do sistema sob estudo. Relacionamentos podem ser classificados em duas
categorias independentes: relacionamentos identificadores ou não identificadores e relacionamentos
mandatórios/obrigatórios ou não mandatórios/não obrigatórios (opcionais).
Relacionamento identificador entre duas entidades (E1 → E2) indica que uma instância de E2 (entidade-
filha) não pode ser completamente identificada sem uma instância de E1 (entidade-pai). Já
relacionamento obrigatório entre duas entidades (E1 → E2) indica que a cardinalidade mínima de E1 é 1
ENTIDADE INDEPENDENTE
ENTIDADE DEPENDENTE
PESSOA
ID_PESSOA (FK)
CPF (AK)
ENDEREÇO
DATA DE NASCIMENTO (O)
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(um). Dessa forma, podemos inferir que um relacionamento identificador sempre será obrigatório. Por
que, Diego?
Porque se uma instância de E2 não pode ser completamente identificada sem uma instância de E1,
significa que uma instância de E1 é obrigatória. Já um relacionamento não identificador pode ser
classificado em mandatório ou opcional. Ele é considerado mandatório quando uma instância de E2 não
precisa de uma instância de E1 para ser identificado, porém o ambiente de negócios obriga que exista
uma instância de E1 associada à instância de E2.
Em outras palavras, a chave primária de E1 se torna chave estrangeira em E2. Essa chave não é necessária
para identificar E2, mas é obrigatória. Imagine que um Canil (E1) aloja diversos animais (E2), mas que um
animal (E2) está alojado em apenas um canil (E1). A chave primária de E1 se torna chave estrangeira de
E2. Para identificar um animal, é necessário saber seu canil? Não, é possível usar o código do animal. No
entanto, pelas regras de negócio, o valor da chave estrangeira é obrigatório.
Em cenário semelhante, um relacionamento não identificador pode ser classificado como opcional (não
mandatório/não obrigatório). Isso ocorre quando uma instância de E2 não precisa de uma instância de
E1 para ser identificado e o ambiente de negócios não impõe nenhuma obrigação que exista uma
instância de E1 associada à instância de E2. Em outras palavras, uma instância de E2 não precisa
necessariamente estar associada a uma instância de E1.
Em outras palavras, a chave primária de E1 se torna chave estrangeira em E2. No entanto, essa chave não
é necessária para identificar E2 e sequer é obrigatória. Vocês se lembram que chaves estrangeiras podem
ser nulas? Pois é! Imagine que um Canil (E1) aloja diversos animais (E2), mas que um animal (E2) não
precisa estar alojado em um canil (E1). A chave primária de E1 se torna chave estrangeira de E2.
Para identificar um animal, é necessário saber seu canil? Não, é possível usar o código do animal. Além
disso, pelas regras de negócio, o valor da chave estrangeira pode ser nulo (opcional).
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Em suma, relacionamentos identificadores e não identificadores são representados conforme apresenta
a tabela a seguir. Além disso, é importante notar que a chave estrangeira fica acima da linha divisória do
retângulo apenas em relacionamentos identificadores, porque – nesse caso – ela faz parte da chave
primária. Quando o relacionamento é não identificador, a chave estrangeira fica abaixo da linha divisória
do retângulo porque ela não faz parte da chave primária.
RELACIONAMENTO IDENTIFICADOR
RELACIONAMENTO NÃO-IDENTIFICADOR
Um relacionamento pode ser obrigatório (quando a sua cardinalidade mínima é maiorque zero) ou
opcional (quando a sua cardinalidade mínima é zero). Quanto à cardinalidade, temos:
CARDINALIDADE SIGNIFICADO EXEMPLO
(SEM INDICAÇÃO) 0, 1 ou mais Um FUNCIONÁRIO possui 0, 1 ou mais FILHOS.
LETRA P 1 ou mais (vem de Positivo) Um GRUPO é composto de 1 ou mais PESSOAS.
LETRA Z 0 ou 1 (vem de Zero) Um ESTUDANTE possui 0 ou 1 BOLSAS DE ESTUDO.
LETRA N Exatamente N Um NAVIO possui exatamente 6 TURBINAS.
Agora vamos ver como os relacionamentos são representados de acordo com cada classificação e
cardinalidades. Da esquerda para a direita, temos a entidade-pai e a entidade-filha. Logo, a leitura é: uma
instância da entidade-pai está relacionada à (cardinalidade?) instâncias da entidade-filha (Ex: uma
instância da Entidade 1 está relacionada a 0, 1 ou muitas instâncias da Entidade 2; uma instância da
Entidade 1 está relacionada a uma ou mais instâncias da Entidade 2; entre outros).
CARDINALIDADE IDENTIFICADOR NÃO IDENTIFICADOR
MUITOS-PARA-MUITOS
–
ZERO, UM OU MUITOS
ZERO OU UM
UM OU MAIS
UM A EXATAMENTE N
Agora note uma coisa interessante que já foi cobrada em prova de concurso: quando temos um
relacionamento não identificador e não obrigatório, a entidade-pai (à esquerda) pode ser zero. Dessa
forma, trata-se de um relacionamento opcional e utilizamos um losango para representá-lo. Por que,
professor? Isso é apenas uma convenção! Um dia alguém decidiu que era uma exceção e que deveria ser
representado dessa maneira.
RELACIONAMENTO IDENTIFICADOR NÃO IDENTIFICADOR
RELACIONAMENTO
OPCIONAL
–
Z Z
P
O
P
N N
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Por fim, é importante enfatizar que muitas questões simplesmente misturam DER, IDEF1X e Notação Pé-
De-Galinha em um mesmo diagrama! Não há nada de errado nisso...
(CESGRANRIO / PETROBRÁS – 2014) O diagrama a seguir apresenta um modelo de
entidades e relacionamentos segundo a notação da Engenharia de Informação.
A notação equivalente em IDEF1X é:
a)
b)
c)
d)
e)
_______________________
Comentários: inicialmente vamos analisar a notação pé-de-galinha (lembrando que a leitura é de dentro para fora): do lado
esquerdo, temos um círculo vazio e um único traço, representando uma cardinalidade (0,1); do lado direito, temos um círculo
vazio e o pé de galinha, representando uma cardinalidade (0,N). Além disso, temos dois retângulos com arestas retas e, não,
arredondadas, logo se trata de uma entidade independente com um relacionamento não-identificador (linha tracejada). Para
transpor para a notação equivalente em IDEF1X, temos que utilizar também uma linha tracejada.
Do lado direito (entidade-filha), temos uma cardinalidade (0,N), logo ela pode ser representada por um círculo preto; do lado
esquerdo (entidade-pai), temos uma cardinalidade (0,1), logo ela pode ser representada por um losango vazio. Por que, Diego?
Se a cardinalidade mínima é zero, significa que se trata de um relacionamento opcional, isto é, uma Coleção pode ter zero, um
ou vários ItemColeção, e um ItemColeção pertence a nenhuma ou exatamente uma Coleção. Logo, a equivalência é:
(Gabarito: Letra A)
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RESUMO
MODELO
RELACIONAL
Trata-se de um modelo de dados que representa dados por meio de uma linguagem
matemática, utilizando teoria de conjuntos e lógica de predicado de primeira ordem – ele
efetivamente representa o banco de dados como uma coleção de relações (tabelas).
PRINCIPAIS MODELOS DE DADOS
MODELO
PLANO
MODELO
EM REDE
MODELO
HIERÁRQUIICO
Consiste em matrizes simples,
bidimensionais, compostas por
elementos de dados – é a base de
planilhas eletrônicas.
Permite que várias tabelas sejam
utilizadas simultaneamente por
meio de referências ou
apontadores.
Variação do Modelo em Rede que
limita as relações a uma estrutura
semelhante à estrutura de uma
árvore.
MODELO
ORIENTADA A OBJETOS
MODELO
RELACIONAL
MODELO
HIERÁRQUICO-RELACIONAL
Trata os dados como objetos que
possuem propriedades (atributos) e
operações (métodos).
Trata os dados como uma coleção
de tabelas compostas por linhas e
colunas e relacionadas por meio
de chaves.
Combina a simplicidade do modelo
relacional com algumas
funcionalidades avançadas do
modelo orientado a objetos.
ALUNO
NOME DO ALUNO NUMERO DO ALUNO TIPO DE ALUNO CURSO
DIEGO CARVALHO 1357981 BOLSISTA
CIÊNCIA DA
COMPUTAÇÃO
RENATO DA COSTA 2121578 REGULAR
ENGENHARIA DA
COMPUTAÇÃO
* A quantidade de colunas de uma relação é chamada de Grau ou Aridade da Relação.
Tabela/relação
Coluna/atributo*
Domínio/tipo Linha/tupla
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TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
CHAVE NATURAL
NATURAL
KEY
Chave que já existe no mundo real e identifica a entidade sem
precisar de criação pelo banco.
CHAVE ARTIFICIAL
ARTIFICIAL
KEY
Chave criada pelo banco de dados quando não existe um
identificador natural adequado.
CHAVE SUBSTITUTA
SURROGATE
KEY
Chaves primárias artificiais criadas para identificar de maneira
unívoca uma linha.
CHAVE ESTRANGEIRA
FOREIGN
KEY
Chaves de uma tabela que fazem referência à chave candidata de
outra tabela, ou até mesmo da própria tabela.
CESPE/
CEBRASPE
A DEFINIÇÃO MAIS GENÉRICA AFIRMA QUE A CHAVE ESTRANGEIRA É AQUELA QUE
REFERENCIA A CHAVE CANDIDATA DA TABELA REFERENCIADA (DADO QUE PODEMOS
TER UMA AUTORREFERÊNCIA).
POR OUTRO LADO, O CESPE/CEBRASPE TEM ADOTADO O ENTENDIMENTO DE QUE A
CHAVE ESTRANGEIRA REFERENCIA A CHAVE PRIMÁRIA (E, NÃO, CANDIDATA) DE
OUTRA TABELA (OU DA MESMA TABELA).
CATEGORIAS DE
RESTRIÇÃO
DESCRIÇÃO EXEMPLOS
DOMÍNIO
[CHECK]
Garante que os dados inseridos
em uma coluna respeitem o
tipo, o formato e o conjunto de
valores válidos definidos para
aquele atributo.
A idade deve ser sempre um número inteiro válido;
a data de nascimento precisa ser uma data real; a
área do professor deve ser escolhida entre opções
previstas, como Matemática, Português ou Física,
evitando valores incoerentes.
TABELA RELAÇÃO representa os dados e os
relacionamentos entre os dados
LINHA TUPLA coleção ou registro de valores de dados
relacionados
COLUNA ATRIBUTO dados que ajudam a interpretar o
significado dos valores das linhas
tipo de dado domínio descreve os tipos de valores que podem
ser exibidos em uma colunaPermite que várias tabelas sejam
utilizadas simultaneamente por
meio de referências ou
apontadores.
Variação do Modelo em Rede que
limita as relações a uma estrutura
semelhante à estrutura de uma
árvore.
MODELO
ORIENTADA A OBJETOS
MODELO
RELACIONAL
MODELO
HIERÁRQUICO-RELACIONAL
Trata os dados como objetos que
possuem propriedades (atributos) e
operações (métodos).
Trata os dados como uma coleção
de tabelas compostas por linhas e
colunas e relacionadas por meio
de chaves.
Combina a simplicidade do modelo
relacional com algumas
funcionalidades avançadas do
modelo orientado a objetos.
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Modelo Relacional
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
MODELO
RELACIONAL
Trata-se de um modelo de dados que representa dados por meio de uma linguagem
matemática, utilizando teoria de conjuntos e lógica de predicado de primeira ordem – ele
efetivamente representa o banco de dados como uma coleção de relações (tabelas).
Hoje em dia, os bancos de dados relacionais são, de longe, os mais usados no mundo todo. E isso não
aconteceu por acaso. Essa popularidade veio de uma combinação poderosa: um modelo
conceitualmente simples, fundamentado em matemática sólida, com uma boa dose de flexibilidade e
várias vantagens práticas. Na prática, eles mudaram completamente o jeito como os sistemas armazenam
e lidam com informações.
A marca registrada desse tipo de banco é a forma como ele organiza os dados: tudo em tabelas — ou, se
formos usar o termo técnico, em “relações”. À primeira vista, essas tabelas até lembram planilhas do MS-
Excel. Temos linhas, que representam objetos individuais (as famosas tuplas ou instâncias), e colunas, que
representam as características desses objetos (os atributos). Mas atenção: essa semelhança é só visual!
Por trás dessa estrutura aparente, o banco pode estar fazendo um monte de coisas sofisticadas: usando
índices, árvores B+, segmentações... tudo para armazenar e acessar os dados de forma eficiente. E isso
nos leva a um ponto-chave do modelo relacional: a separação entre o que é lógico e o que é físico.
Em outras palavras, o que você vê (a tabela) é uma abstração. O jeito como os dados estão guardados lá
no fundo pode mudar bastante — e o mais interessante é que, mesmo com essas mudanças internas, as
aplicações que usam o banco não precisam ser alteradas. Essa independência entre dados e estrutura
física é uma das grandes forças dos bancos relacionais.
(VUNESP / SPCINE-SP – 2024) Um dos principais tipos de produtos de dados é representado
pelos bancos ou bases de dados, notadamente as bases de dados relacionais, que possuem
como uma de suas características
a) utilizar, exclusivamente, dados do tipo não estruturado.
b) ter seus dados armazenados, prioritariamente, em servidores na nuvem.
c) serem formadas por tabelas, que, por sua vez, são compostas por atributos.
d) apresentar pequenas capacidades de armazenamento, ou seja, da ordem de kilobytes.
e) não poderem ser armazenadas em dispositivos do tipo SSD.
_______________________
Comentários: (a) Errado. Bases de dados relacionais trabalham com dados estruturados, organizados em linhas e colunas, não
com dados não estruturados; (b) Errado. Embora possam ser armazenadas na nuvem, essa não é uma característica intrínseca das
bases relacionais, mas sim uma opção de infraestrutura; (c) Correto. Bases de dados relacionais são compostas por tabelas, e
cada tabela possui atributos (colunas) e tuplas (linhas), o que caracteriza seu modelo estruturado; (d) Errado. Bancos relacionais
podem armazenar desde pequenas até grandes quantidades de dados, dependendo da aplicação e da infraestrutura; (e) Errado.
Bancos de dados podem ser armazenados em diversos dispositivos, incluindo SSDs, que são comumente usados por sua alta
performance (Letra C).
Para entender melhor essa ideia de abstração no modelo relacional, pense numa planilha de contatos
com colunas como Nome, Telefone e E-mail. No MS-Excel, o que você enxerga é uma tabela — simples,
organizada, familiar. Mas o que está por trás é bem diferente: o arquivo pode estar salvo em vários
formatos, com os dados armazenados como uma sequência de bytes, talvez com índices ocultos ou até
alguma compactação.
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Nos bancos de dados relacionais, a lógica é parecida: o que você vê é uma tabela, mas isso é só uma
visão lógica. Por trás dessa “tela bonitinha”, o sistema pode estar usando estruturas bem mais complexas,
como árvores B+, índices ou até segmentações físicas. E o mais interessante é que você não precisa se
preocupar com isso. A forma como os dados são guardados pode mudar sem afetar o jeito como você
interage com eles — essa separação entre o que vemos e o que está lá no fundo é uma das grandes forças
do modelo relacional.
E toda essa revolução tem um nome: Edgar F. Codd. Lá em
1970, ele era pesquisador da IBM e publicou um artigo que
mudaria tudo: "A Relational Model of Data for Large Shared
Data Banks". Naquela época, os bancos de dados mais
usados seguiam modelos hierárquicos ou em rede —
sistemas rígidos, onde o programador precisava conhecer,
literalmente, o caminho que os dados percorriam. Era como
procurar uma cena específica numa fita VHS: você precisava
saber exatamente onde rebobinar. Não dava para
simplesmente pedir uma cena específica do filme. Codd
propôs algo totalmente diferente: em vez de navegar pelos
dados passo a passo, o usuário só diria o que queria e
deixaria que o sistema descobrisse como buscar. É como
sair das fitas e ir direto para um catálogo digital, onde você
descreve sua busca e o sistema faz a mágica por trás.
E essa mágica tem fundamento: o modelo relacional é baseado na lógica de predicados de primeira
ordem e na teoria dos conjuntos. As operações básicas — como seleção, projeção e junção — são bem
definidas matematicamente. Isso permitiu criar otimizadores de consulta: mecanismos que pegam uma
consulta SQL e escolhem a forma mais eficiente de executá-la. É por isso que, mesmo escrevendo duas
consultas diferentes, o resultado costuma ser igual. A base teórica sustenta essa equivalência.
Antes disso, recuperar dados exigia código procedural detalhado. Você tinha que escrever instruções
dizendo exatamente como caminhar pelos registros. Já o modelo relacional trouxe o paradigma
declarativo: você diz o que quer, não como conseguir. E foi aí que nasceu o SQL — a linguagem padrão
que transformou completamente a forma de interagir com bancos de dados. Um dos grandes diferenciais
do SQL é justamente permitir que até pessoas sem formação técnica consigam consultar dados
complexos. Em vez de escrever mil linhas de código, basta algo como:
SELECT nome FROM clientes WHERE cidade = 'São Paulo';
Simples assim! Você declara sua intenção e deixa que o SGBD se vire para trazer a resposta. É como
chegar numa cozinha e dizer “quero um macarrão à bolonhesa” em vez de explicar toda a receita passo
a passo. Outro ponto essencial: o modelo relacional trabalha com conjuntos, não com elementos
isolados. Isso significa que as operações sempre lidam com grupos de dados, o que permite otimizações
em larga escala — algo vital para empresas que lidam com milhões de registros.
E tem mais: os bancos relacionais trouxeram inovações que hoje parecem óbvias,GRAU ARIDADE NÚMERO DE COLUNAS PRESENTES EM UMA
RELAÇÃO
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INTEGRIDADE DE
ENTIDADE
[PRIMARY KEY]
Garante que cada linha (tupla)
de uma tabela seja única e
indistinguível das demais, além
de não poder ser nula.
Não pode existir professor sem seu identificador
principal; não pode haver dois registros com o
mesmo código; cada curso precisa ter seu
identificador exclusivo para evitar misturas entre
informações semelhantes.
INTEGRIDADE
REFERENCIAL
[FOREIGN KEY]
Garante que as relações entre
tabelas sejam consistentes,
impedindo que uma Chave
Estrangeira (Foreign Key)
aponte para um registro que
não existe na tabela de origem.
Uma aula só pode ser associada a um professor já
cadastrado; uma matrícula só pode ser realizada se
o curso existir; um histórico de estudo só pode
incluir aulas que constem previamente na tabela de
conteúdos do sistema.
DEFINIDA PELO
USUÁRIO
Regras de negócio específicas
que refletem a lógica da
aplicação e que não são
cobertas automaticamente
pelas restrições anteriores.
Um professor não pode dar duas aulas no mesmo
horário; a data de publicação não pode ser no
futuro; o email deve ser institucional
(@estrategia.com.br); um curso só pode ser
marcado como “Completo” se possuir todas as aulas
previstas.
TIPO DE RELACIONAMENTO NOVA
TABELA
CHAVE
ESTRANGEIRA
FUSÃO
DE TABELAS
(0,1) (0,1) IDEAL
(0,1) (1,1) IDEAL
(1,1) (1,1) IDEAL
(1:1)(?:N) IDEAL
(?:N)(?:N) IDEAL
VIEWS (VISÕES)
Trata-se de uma tabela virtual definida por uma consulta SQL e construída a partir de uma ou mais tabelas reais
do banco de dados. Ela não armazena dados fisicamente (exceto quando materializada), mas exibe
dinamicamente os resultados da consulta sempre que é acessada. As views servem como uma camada lógica
que simplifica o acesso, organiza informações, esconde colunas sensíveis, padroniza consultas e permite que
usuários enxerguem apenas a parte relevante dos dados, sem alterar nem duplicar a estrutura das tabelas
originais.
VIEWS MATERIALIZADAS
Visão cujo resultado é armazenado fisicamente em disco, funcionando como uma tabela pré-calculada derivada
de uma consulta. Ao contrário das views comuns, que executam a consulta toda vez que são acessadas, a view
materializada guarda uma cópia dos dados, permitindo consultas muito mais rápidas — especialmente em
operações complexas, como agregações e junções sobre grandes volumes.
ÍNDICES (INDEX)
Trata-se de uma estrutura auxiliar criada pelo SGBD para acelerar a busca e a recuperação de dados em uma
tabela, funcionando de forma semelhante ao índice de um livro. Em vez de percorrer todas as linhas da tabela
para localizar um registro, o banco consulta o índice — geralmente organizado como uma árvore B-Tree ou
estrutura hash — que aponta rapidamente para a posição onde o dado está armazenado. Assim, índices melhoram
o desempenho de consultas, filtros e junções, embora envolvam um custo adicional durante inserções,
atualizações e exclusões, já que o índice precisa ser mantido sincronizado com os dados da tabela.
TIPO DE ÍNDICE DESCRIÇÃO
PRIMÁRIO (OU
CLUSTERIZADO)
Esse é aquele que organiza fisicamente os dados na tabela. Ele está ligado,
geralmente, à chave primária da tabela. Ou seja, os dados já ficam ordenados com
base nesse índice. É como se as páginas do livro já estivessem na ordem dos temas
do índice.
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SECUNDÁRIO (OU NÃO
CLUSTERIZADO)
Esse é criado em outras colunas que também são muito usadas em buscas, mas não
fazem parte da chave primária. Ele funciona como um atalho extra. Ele não muda a
ordem física dos dados, mas mantém um mapa que liga os valores procurados às
suas respectivas posições na tabela.
Relacionamento 1:1: trata-se de um relacionamento em que uma linha de uma tabela está associada
com uma e apenas uma linha de outra tabela (*ou fundir ambas as tabelas).
Relacionamento 1:N: trata-se de um relacionamento em que uma linha de uma tabela está associada a
diversas linhas de outra tabela.
Relacionamento N:M: trata-se de um relacionamento em que várias linhas de uma tabela se associam a
várias linhas de outra tabela.
TABELA CAPITAL
CÓDIGO CAPITAL CAPITAL CÓDIGO PAÍS
123 HANÓI 500
234 BUDAPESTE 400
345 NAIRÓBI 600
456 AMSTERDAM 100
567 CAMBERRA 200
678 BOGOTÁ 300
TABELA PAÍS
CÓDIGO PAÍS PAÍS
100 HOLANDA
200 AUSTRÁLIA
300 COLÔMBIA
400 HUNGRIA
500 VIETNÃ
600 QUÊNIA
TABELA CARTÃO
CÓDIGO BANDEIRA CPF
101 MASTERCARD 111.111.111-11
102 VISA 333.333.333-33
103 AMERICAN EXPRESS 555.555.555-55
104 DINERS CLUB 444.444.444-44
105 ELO 222.222.222-22
106 HIPERCARD 333.333.333-33
TABELA PESSOA
CPF NOME
111.111.111-11 DÉCIO TERROR
222.222.222-22 GUILHERME NEVES
333.333.333-33 RICARDO VALE
444.444.444-44 ROSENVAL JÚNIOR
555.555.555-55 HERBERT ALMEIDA
666.666.666-66 MARCOS GIRÃO
É POSSÍVEL ESCOLHER QUAL TABELA RECEBERÁ A CHAVE ESTRANGEIRA
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA PAÍS) CHAVE PRIMÁRIA (TABELA CAPITAL)
CHAVE PRIMÁRIA (TABELA PESSOA) CHAVE PRIMÁRIA (TABELA CARTÃO)
A CHAVE PRIMÁRIA DA TABELA PESSOA SE TORNA CHAVE
ESTRANGEIRA
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REGRA DE
CODD
NOME DESCRIÇÃO
REGRA 00 Regra Fundamental/Base
Um sistema só é relacional se usar exclusivamente suas
capacidades relacionais para gerenciar dados.
REGRA 01 Regra da Informação
Todos os dados devem ser representados como valores em
tabelas, usando linhas e colunas.
REGRA 02 Regra de Garantia de Acesso
Cada dado deve ser acessível por tabela, chave primária e
nome de coluna, sem caminhos físicos.
REGRA 03
Tratamento Sistemático de
Valores Nulos
Valores nulos devem ser tratados de forma consistente,
independente do tipo de dado.
REGRA 04 Catálogo Online Relacional
O dicionário de dados deve ser acessível aos usuários como
tabelas regulares do banco.
REGRA 05 Sublinguagem Ampla de Dados
O SGBD deve suportar uma linguagem declarativa completa
para manipular e definir dados.
REGRA 06 Atualização por meio de Views
Views atualizáveis devem poder refletir modificações
diretamente nas tabelas base.
REGRA 07
Inserção, Atualização e Exclusão
de Alto Nível
O sistema deve permitir operações em conjuntos de
registros, não apenas linha a linha.
REGRA 08 Independência Física de Dados
Mudanças no armazenamento físico não podem alterar a
forma de acessar os dados.
REGRA 09 Independência Lógica de Dados
Alterações na estrutura lógica das tabelas não devem afetar
os programas que as utilizam.
REGRA 10 Independência de Integridade
Regras de integridade devem ser declaradas no banco e
independentes dos programas.
REGRA 11 Independência de Distribuição
A distribuição dos dados entre servidores deve ser
transparente para o usuário.
REGRA 12 Regra da Não-Subversão
Nenhuma operação de baixo nível deve violar as regras ou
proteções do modelorelacional.
TABELA PROFESSOR
CPF PROFESSOR NOME
111.111.111-11 DIEGO CARVALHO
222.222.222-22 RENATO DA COSTA
333.333.333-33 RICARDO VALE
444.444.444-44 ROSENVAL JÚNIOR
TABELA ALUNO
CPF ALUNO NOME
666.666.666-66 ROMÁRIO
777.777.777-77 ROBERTO CARLOS
888.888.888-88 RONALDO FOFO
999.999.999-99 RIVALDO
TABELA ASSOCIATIVA
CPF PROFESSOR CPF ALUNO
111.111.111-11 666.666.666-66
222.222.222-22 777.777.777-77
333.333.333-33 888.888.888-88
444.444.444-44 999.999.999-99
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RELACIONAMENTO IDENTIFICADOR
RELACIONAMENTO NÃO-IDENTIFICADOR
CARDINALIDADE SIGNIFICADO EXEMPLO
(SEM INDICAÇÃO) 0, 1 ou mais Um FUNCIONÁRIO possui 0, 1 ou mais FILHOS.
LETRA P 1 ou mais (vem de Positivo) Um GRUPO é composto de 1 ou mais PESSOAS.
LETRA Z 0 ou 1 (vem de Zero) Um ESTUDANTE possui 0 ou 1 BOLSAS DE ESTUDO.
LETRA N Exatamente N Um NAVIO possui exatamente 6 TURBINAS.
CARDINALIDADE IDENTIFICADOR NÃO IDENTIFICADOR
MUITOS-PARA-MUITOS
–
ZERO, UM OU MUITOS
ZERO OU UM
UM OU MAIS
UM A EXATAMENTE N
RELACIONAMENTO IDENTIFICADOR NÃO IDENTIFICADOR
RELACIONAMENTO
OPCIONAL
–
Z Z
P
O
P
N N
ENTIDADE INDEPENDENTE
ENTIDADE DEPENDENTE PESSOA
ID_PESSOA (FK)
CPF (AK)
ENDEREÇO
DATA DE NASCIMENTO (O)
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QUESTÕES COMENTADAS
1. (FGV / AgSUS - 2025) Apesar do modelo relacional de bancos de dados ter sido criado por volta
dos anos 1970 ele ainda é amplamente utilizado tanto no mercado quanto nas organizações
públicas. A respeito do modelo relacional de bancos de dados, é correto afirmar que
a) As chaves são a espinha dorsal do modelo para garantir a unicidade e estabelecer ligações entre as
tabelas.
b) Os dados são organizados em tabelas multidimensionais onde cada tabela é composta por linhas,
colunas e índices.
c) Os dados são exclusivamente armazenados em arquivos binários, semiestruturados ou não
estruturados.
d) O modelo usa chaves primárias que são atributos em uma tabela que referência a chave candidata
de outra tabela, criando uma ligação entre elas.
e) A estrutura lógica dos dados não é separada da sua estrutura física. Isso permite modificar como os
dados são armazenados sem afetar os aplicativos que os utilizam.
Comentários:
(a) Correto. As chaves são fundamentais no modelo relacional, pois garantem a unicidade dos registros e
permitem a criação de relacionamentos entre diferentes tabelas, essencial para a integridade dos dados.
(b) Errado. O modelo relacional organiza dados em tabelas bidimensionais, compostas por linhas e
colunas, e não em tabelas multidimensionais.
(c) Errado. O modelo relacional armazena dados em tabelas estruturadas, não exclusivamente em arquivos
binários ou não estruturados.
(d) Errado. Chaves primárias referenciam chaves candidatas de outras tabelas, mas a afirmação não é
precisa, pois não menciona que a chave primária é única na tabela onde reside.
(e) Errado. No modelo relacional, a estrutura lógica dos dados é separada da estrutura física, permitindo
que mudanças na forma de armazenamento não afetem os aplicativos que acessam os dados.
Gabarito: Letra A
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2. (FGV / TCE-PE - 2025) Bancos de dados são serviços que permitem armazenamento,
gerenciamento e recuperação de dados, de forma eficiente e escalável. Considerando as
características dos bancos de dados relacionais, assinale a afirmativa que descreve corretamente
esse tipo de tecnologia.
a) Implementa um tipo de banco de dados distribuído focado em dados não estruturados e em vetores
agrupados com base na similaridade.
b) Elimina a necessidade de vincular tabelas, possuindo recursos integrados de fragmentação e alta
disponibilidade que facilitam o dimensionamento horizontal.
c) Exige esquemas e vinculação de tabelas, com foco no gerenciamento de conjuntos de dados
estruturados e semiestruturados em formatos específicos, tipicamente associados a bancos de dados
transacionais.
d) Implementa pontos de dados representados por vetores com número fixo de dimensões.
e) Utiliza armazenamento de dados em estruturas de dados, como um documento JSON, sem utilizar
esquema.
Comentários:
(a) Errado. Bancos de dados relacionais não são focados em dados não estruturados ou em vetores, mas
sim em dados estruturados organizados em tabelas.
(b) Errado. Bancos de dados relacionais requerem vinculação de tabelas e não eliminam essa necessidade,
além de não serem especificamente projetados para fragmentação e dimensionamento horizontal.
(c) Correto. Bancos de dados relacionais exigem esquemas e vinculação de tabelas, focando no
gerenciamento de dados estruturados, tipicamente usados em aplicações transacionais.
(d) Errado. A descrição se refere a bancos de dados orientados a grafos ou não relacionais, que utilizam
vetores, não se aplicando a bancos de dados relacionais.
(e) Errado. Essa característica é típica de bancos de dados NoSQL, que utilizam formatos como JSON,
enquanto bancos de dados relacionais utilizam esquemas rígidos.
Gabarito: Letra C
3. (FGV / SEEC-RN - 2025) A diretora de uma escola propôs a criação de um sistema digital para
armazenar e organizar os dados de matrículas, notas e frequências dos alunos. O professor
Ricardo explicou que, para isso, é necessário utilizar um banco de dados, destacando a
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importância de organizar as informações em tabelas relacionadas para facilitar consultas e
atualizações. O principal benefício de utilizar um banco de dados relacionado para gerenciar as
informações de uma escola é
a) permitir que todas as informações sejam armazenadas em um único arquivo para fácil acesso.
b) criar gráficos automaticamente com base nos dados armazenados.
c) automatizar completamente a entrada de dados, eliminando erros humanos.
d) aumentar a capacidade de armazenamento do sistema escolar, independentemente do hardware
utilizado.
e) garantir que os dados sejam organizados em tabelas relacionadas, facilitando a consulta e
manutenção.
Comentários:
(a) Errado. Armazenar todas as informações em um único arquivo pode dificultar a organização e a
consulta, além de não aproveitar as vantagens de um banco de dados relacional.
(b) Errado. Embora bancos de dados possam gerar gráficos, essa não é a principal função de um banco de
dados relacional, que foca na organização e consulta de dados.
(c) Errado. A automação da entrada de dados pode ser facilitada, mas não elimina completamente os erros
humanos, que podem ocorrer em qualquersistema.
(d) Errado. A capacidade de armazenamento depende do hardware, e um banco de dados relacional não
aumenta essa capacidade de forma independente.
(e) Correto. Organizar dados em tabelas relacionadas é fundamental em bancos de dados relacionais, pois
isso facilita consultas e manutenção, otimizando a gestão das informações escolares.
Gabarito: Letra E
4. (FGV / DPE-RO - 2025) Restrições de integridade em bancos de dados relacionais garantem a
consistência e a validade dos dados armazenados. Essas regras são fundamentais para evitar
inconsistências e preservar a confiabilidade das informações. No contexto de restrições de
integridade em bancos de dados relacionais, o conceito de restrição de integridade
a) de entidade especifica a impossibilidade de assunção de valor de chave primária nulo.
b) de estado define o contexto de mudanças no estado de uma relação.
c) de unicidade é inerente ao contexto de chaves de busca secundárias.
d) referencial trata da coesão entre o modelo conceitual e o lógico de dados.
e) semânticas compatibilizam a definição da intenção e da extensão de uma relação.
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Comentários:
(a) Correto. A restrição de integridade de entidade realmente proíbe que uma chave primária tenha valores
nulos, garantindo que cada registro em uma tabela seja identificável de forma única.
(b) Errado. A restrição de estado não é uma categoria padrão em bancos de dados relacionais; as restrições
geralmente se referem a entidades, domínios, unicidade e referencial.
(c) Errado. A restrição de unicidade se aplica a chaves primárias e não a chaves de busca secundárias, que
podem ter valores duplicados, desde que não sejam chaves primárias.
(d) Errado. A restrição referencial assegura a integridade entre tabelas relacionadas, não se referindo à
coesão entre modelos conceitual e lógico, mas sim à consistência dos dados entre tabelas.
(e) Errado. Restrições semânticas não são um tipo padrão de restrição de integridade em bancos de dados
relacionais; as definições de intenção e extensão não se encaixam nas categorias tradicionais de restrições.
Gabarito: Letra A
5. (FGV / DPE-RO - 2025) Proposto há mais de cinquenta anos, o modelo relacional de banco de
dados continua sendo uma alternativa eficiente para aplicações convencionais. Um dos conceitos
básicos do modelo relacional é o de que
a) o domínio de uma relação representa o conjunto de valores atômicos ou compostos, com tipos de
dados associados.
b) o significado de um valor NULL em um atributo de uma tupla indica um valor que pode ser
interpretado como zero.
c) seu estado pode ser interpretado como uma declaração ou um tipo de asserção sobre entidades ou
relacionamentos.
d) sua sustentação baseia-se no princípio da primeira forma normal, no qual cada valor em uma tupla é
atômico.
e) uma relação preserva o conceito de ordenação de suas tuplas, sustentada em sua chave primária.
Comentários:
(a) Errado. O domínio de uma relação refere-se ao conjunto de valores atômicos que um atributo pode
assumir, mas não inclui valores compostos. Cada atributo deve ter um tipo de dado específico.
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(b) Errado. O valor NULL indica a ausência de um valor, não deve ser interpretado como zero. Zero é um
valor numérico, enquanto NULL representa a falta de informação.
(c) Errado. O estado de uma relação não é uma declaração sobre entidades, mas sim uma representação
de dados em um determinado momento, refletindo as tuplas e seus atributos.
(d) Correto. O princípio da primeira forma normal exige que cada valor em uma tupla seja atômico, ou seja,
indivisível, garantindo a integridade dos dados no modelo relacional.
(e) Errado. No modelo relacional, a ordem das tuplas não é garantida, pois as relações são conjuntos
matemáticos. A chave primária não impõe uma ordenação nas tuplas.
Gabarito: Letra D
6. (FGV / CVM - 2024) O modelo relacional representa o banco de dados como uma coleção de
relações. Considere a relação COLABORADOR apresentada a seguir, cuja chave primária é
Matricula. Na relação COLABORADOR, o(a):
a) superchave padrão é representada pelos atributos Matricula e Cpf;
b) estado de relação atual reflete a cardinalidade dos domínios e o produto cartesiano;
c) ordenação das tuplas faz parte da definição da relação sendo influenciada pela alteração da ordem
das tuplas;
d) domínio de cada atributo é um conjunto de valores atômicos, indivisível em se tratando de modelo
relacional formal;
e) restrição de integridade referencial garante que nenhum valor da chave primária será NULL.
Comentários:
(a) Errado. A superchave pode ser qualquer conjunto de atributos que identifique unicamente uma tupla.
Como a matrícula já é única, não há necessidade de combiná-la com o CPF para formar uma superchave
"padrão".
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(b) Errado. O estado atual da relação representa os dados armazenados no momento, mas não reflete
diretamente a cardinalidade dos domínios nem o produto cartesiano.
(c) Errado. A ordem das tuplas não importa no modelo relacional. Relações são conjuntos matemáticos e,
portanto, não têm ordenação definida.
(d) Correto. No modelo relacional formal, cada atributo deve ter valores atômicos, ou seja, indivisíveis,
como exige a 1ª Forma Normal (1FN).
(e) Errado. A integridade que garante que uma chave primária não seja NULL é a restrição de integridade
de entidade, não a de integridade referencial (que se aplica às chaves estrangeiras).
Gabarito: Letra D
7. (FGV / TJ-MS - 2024) Os principais sistemas de informação de uma organização armazenam seus
dados transacionais em bancos de dados relacionais que são estruturados em tabelas que se
relacionam entre si por meio da implementação de:
a) chaves;
b) índices;
c) matrizes;
d) métricas;
e) nós e arestas.
Comentários:
(a) Correto. As chaves são fundamentais em bancos de dados relacionais, pois permitem a identificação
única de registros e a criação de relacionamentos entre tabelas, garantindo a integridade referencial.
(b) Errado. Índices são utilizados para otimizar a busca e o acesso aos dados, mas não estabelecem
relacionamentos entre tabelas.
(c) Errado. Matrizes não são um conceito aplicável em bancos de dados relacionais, que utilizam tabelas
para organizar dados.
(d) Errado. Métricas referem-se a medidas de desempenho e não têm relação com a estruturação de dados
em bancos de dados relacionais.
(e) Errado. Nós e arestas são conceitos da teoria dos grafos, não se aplicam diretamente à estruturação de
dados em bancos de dados relacionais.
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Gabarito: Letra A
8. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a integridade referencial garante
que
a) todas as tuplas em uma tabela sejam únicas.
b) os valores em uma coluna estejam dentro de um intervalo permitido.
c) os relacionamentos entre tabelas sejam consistentes, prevenindo a criação de registros órfãos.
d) o banco de dados seja protegido contra acessos não autorizados.
e) o desempenho das consultas seja aprimorado através da criação de índices.
Comentários:
(a) Errado. A unicidade das tuplas é garantida pela chave primária, não pela integridade referencial;
(b) Errado. A integridade de domínio assegura que os valores em uma coluna respeitem um intervalo ou
conjunto permitido, não a integridade referencial;
(c) Correto. A integridade referencial assegura que os relacionamentos entre tabelas sejam mantidos,
evitando registros órfãos, ou seja, referências a dados inexistentes;
(d) Errado. A proteção contra acessos não autorizados é uma questão de segurança, não de integridade
referencial;
(e) Errado. A criação de índices melhora o desempenho das consultas, mas não está relacionada à
integridade referencial.
Gabarito: Letra C
9. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a prática essencial para manter a
consistência dos dados e garantir que os relacionamentos entre as tabelas sejam válidos é
a) utilizar apenas chaves primárias em todas as tabelas, incluindo as tabelas de fatos em um modelo
dimensional.
b) criar relacionamentos entre tabelas sem definir restrições ou regras de integridade.
c) estabelecer chaves estrangeiras que façam referência a chaves primárias em outras tabelas,
assegurando a validade dos dados relacionados.
d) desativar a funcionalidade de exclusão em cascata ao remover registros, mesmo que isso possa levar
a dados inconsistentes.
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e) evitar a aplicação de qualquer tipo de restrição ou regra nas tabelas, permitindo máxima flexibilidade
na inserção de dados.
Comentários:
(a) Errado. Embora chaves primárias sejam importantes, não são suficientes sozinhas para garantir a
consistência dos dados em um banco relacional, especialmente em modelos dimensionais.
(b) Errado. Criar relacionamentos sem definir restrições compromete a integridade referencial, podendo
resultar em dados inconsistentes e inválidos.
(c) Correto. Estabelecer chaves estrangeiras que referenciam chaves primárias é fundamental para garantir
a integridade referencial, assegurando que os dados relacionados sejam válidos e consistentes.
(d) Errado. Desativar a exclusão em cascata pode levar a inconsistências, pois registros relacionados podem
permanecer em tabelas, mesmo que o registro principal tenha sido removido.
(e) Errado. Evitar restrições compromete a integridade dos dados, permitindo a inserção de dados
inválidos e inconsistentes, o que é prejudicial para a qualidade do banco de dados.
Gabarito: Letra C
10. (FGV / INPE - 2024) Relativamente a Bancos de Dados Relacionais, analise os itens a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacional são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. SQL (Structured Query Language) é uma linguagem usada exclusivamente para definir a
estrutura dos dados, o que inclui a criação, alteração da estrutura e deleção de tabelas. Para
manipular dados em um banco de dados relacional (consultar, inserir, deletar e alterar registros) é
necessário utilizar outra linguagem.
V. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
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Está correto o que se afirma em
a) I, II e III, apenas.
b) II, IV e V, apenas.
c) I, III e V, apenas.
d) I, II e V, apenas.
e) I, III e IV, apenas.
Comentários:
(I) Correto. As tabelas são, de fato, os componentes fundamentais de um banco de dados relacional,
organizando dados de forma estruturada.
(II) Correto. As tabelas podem ser relacionadas por chaves estrangeiras, permitindo a integridade
referencial entre os dados.
(III) Errado. Os relacionamentos em bancos de dados relacionais não se restringem a um-para-um; podem
ser um-para-muitos ou muitos-para-muitos.
(IV) Errado. SQL é uma linguagem que permite tanto a definição da estrutura dos dados quanto a
manipulação dos mesmos, incluindo consultas e alterações.
(V) Correto. A chave primária identifica registros de forma única, garantindo a integridade dos dados em
uma tabela.
Gabarito: Letra D
11. (FGV / INPE - 2024) Em relação a Bancos de Dados Relacionais, analise as afirmativas a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacionais são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. A sigla ACID está relacionada à manipulação de dados em bancos de dados relacionais onde o
“I” da sigla refere-se à inserção (Insert) de registros em uma tabela e o “D” à deleção (Delete) de
registros em uma tabela.
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V. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e IV, apenas.
b) I, III e V, apenas.
c) III, IV e V, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II e V, apenas.
Comentários:
(I) Correto. As tabelas são, de fato, os componentes fundamentais de um banco de dados relacional,
organizando e armazenando dados de forma estruturada.
(II) Correto. A chave primária é uma coluna ou conjunto de colunas que garante a unicidade dos registros
em uma tabela, permitindo a identificação única de cada linha.
(III) Errado. Os relacionamentos em bancos de dados relacionais não se restringem apenas a um-para-um;
podem ser um-para-muitos e muitos-para-muitos.
(IV) Errado. O "I" da sigla ACID refere-se à "Atomicidade" e não à inserção, enquanto o "D" refere-se à
"Durabilidade", não à deleção.
(V) Correto. As tabelas podem ser relacionadas entre si através de chaves estrangeiras, que estabelecem
vínculos entre dados de diferentes tabelas.Gabarito: Letra E
12. (FGV / TJ-SE - 2023) No contexto de administração de banco de dados relacional, para melhorar o
desempenho das consultas aos dados, é uma prática recomendada:
a) dividir as tabelas em várias partições menores para distribuir os dados;
b) remover todos os índices da tabela para reduzir a sobrecarga de acesso;
c) desnormalizar todas as tabelas para reduzir o número de relacionamentos;
d) adicionar índices adequados às colunas usadas em condições de filtro e junções;
e) aumentar o número de colunas em cada tabela para evitar a necessidade de junções.
Comentários:
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(a) Errado. Dividir tabelas em partições pode ajudar, mas não é uma prática universalmente recomendada
para todas as situações, pois pode aumentar a complexidade da administração.
(b) Errado. Remover índices pode diminuir a sobrecarga, mas também prejudica o desempenho das
consultas, pois os índices são essenciais para acelerar o acesso aos dados.
(c) Errado. Desnormalizar tabelas pode reduzir a complexidade de consultas, mas também pode aumentar
a redundância e a inconsistência dos dados, o que não é sempre desejável.
(d) Correto. Adicionar índices adequados às colunas utilizadas em filtros e junções é uma prática
recomendada, pois melhora significativamente o desempenho das consultas, permitindo acesso mais
rápido aos dados.
(e) Errado. Aumentar o número de colunas pode levar a tabelas mais complexas e não necessariamente
evita junções, podendo até dificultar a manutenção e a eficiência das consultas.
Gabarito: Letra D
13. (FGV / TJ-SE - 2023) O administrador de banco de dados do TJSE deverá projetar um banco de
dados relacional para armazenar dados, oriundos do novo sistema de gestão de processos. O
banco de dados armazenará dados sobre processos, autor, advogado, ocorrência, tipo da ação,
município, situação, dentre outros. Para atender esses requisitos, o administrador deverá criar um
banco de dados:
a) com uma única tabela para armazenar todos os dados;
b) separado para cada tabela, distribuindo os dados entre os bancos de dados;
c) com um esquema lógico das tabelas relacionadas, sem definir as chaves estrangeiras;
d) com todas as tabelas desnormalizadas para reduzir a redundância de dados;
e) com um esquema lógico das tabelas relacionadas, mantendo a integridade referencial.
Comentários:
(a) Errado. Armazenar todos os dados em uma única tabela compromete a organização e a eficiência do
banco de dados, dificultando a manutenção e a consulta de informações.
(b) Errado. Criar bancos de dados separados para cada tabela não é uma prática recomendada, pois isso
complicaria o gerenciamento e a integração dos dados, além de aumentar a complexidade.
(c) Errado. Um esquema lógico sem definir chaves estrangeiras não garante a integridade referencial,
essencial para relacionar corretamente os dados entre as tabelas.
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==2f4e8==
(d) Errado. Tabelas desnormalizadas podem aumentar a redundância de dados, o que é contraproducente
em um banco de dados relacional, onde a normalização é preferida para evitar duplicações.
(e) Correto. Um esquema lógico com tabelas relacionadas e integridade referencial é fundamental para
garantir que os dados estejam organizados e que as relações entre eles sejam mantidas, promovendo a
eficiência e a consistência.
Gabarito: Letra E
14. (FGV / DPE-RS - 2023) Na fase de projeto de um banco de dados relacional, é comum que seja
construído um modelo E-R, pois isso permite uma compreensão lógica das entidades envolvidas e
suas respectivas propriedades. Uma das vantagens desses modelos é a identificação imediata da
lista de:
a) chaves estrangeiras a serem estabelecidas;
b) índices auxiliares para as eventuais buscas;
c) permissões de acesso a serem concedidas;
d) triggers a serem implementados;
e) tipos de dados adequados a cada um dos atributos.
Comentários:
(a) Correto. O modelo E-R permite identificar as chaves primárias e estrangeiras, fundamentais para
estabelecer relacionamentos entre entidades, garantindo a integridade referencial do banco de dados.
(b) Errado. Embora índices possam ser considerados no projeto, o modelo E-R não fornece informações
diretas sobre quais índices devem ser criados, focando mais nas entidades e relacionamentos.
(c) Errado. O modelo E-R não aborda permissões de acesso, que são definidas em fases posteriores do
projeto, relacionadas à segurança e controle de acesso ao banco de dados.
(d) Errado. Triggers são mecanismos de programação que respondem a eventos no banco de dados e não
são definidos no modelo E-R, que se concentra em entidades e relacionamentos.
(e) Errado. O modelo E-R não especifica tipos de dados, mas sim as entidades e atributos; a definição dos
tipos de dados ocorre na fase de implementação do banco de dados.
Gabarito: Letra A
15. (FGV / SEFAZ-BA - 2022) Considerando as restrições do modelo de dados relacionais e os
esquemas de bancos de dados relacionais, aquelas que não podem ser expressas diretamente nos
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modelos de dados e, portanto, devem ser expressas e impostas pelos programas de aplicação,
denominam-se restrições
a) inerentes.
b) explicitas.
c) de atributo.
d) semânticas;
e) de domínio.
Comentários:
(a) Errado. Restrições inerentes referem-se a limitações que são parte do próprio modelo de dados, não
necessitando de imposição externa.
(b) Errado. Restrições explícitas são aquelas definidas diretamente no esquema do banco de dados, como
chaves primárias e estrangeiras, e não se referem a imposições externas.
(c) Errado. Restrições de atributo são limitações específicas a valores de atributos, como tipos de dados, e
não se referem a restrições que devem ser impostas por programas de aplicação.
(d) Correto. Restrições semânticas são aquelas que não podem ser expressas diretamente no modelo
relacional e precisam ser implementadas na lógica da aplicação, garantindo a integridade dos dados.
(e) Errado. Restrições de domínio definem os valores permitidos para um atributo, sendo expressas
diretamente no modelo de dados, ao contrário das semânticas que requerem imposição externa.
Gabarito: Letra D
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QUESTÕES COMENTADAS
1. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) A respeito de banco de dados, julgue o próximo item.
As tuplas em uma relação são identificadas por meio da chave primária.
Comentários:
As tuplas em uma relação em banco de dados são identificadas de forma única pela chave primária, quegarante a integridade e a distinção de cada registro na tabela, evitando duplicidades.
Gabarito: Correto
2. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Uma chave estrangeira (foreign key) de um banco de dados
relacional
a) representa um ou mais campos que, embora possam ser utilizados como chave primária, não foram
escolhidos como tal.
b) é uma chave que combina dois ou mais campos para formar um identificador único para registros
dentro da mesma tabela.
c) é uma chave especial usada apenas em tabelas temporárias com vistas à melhoria da performance
das consultas.
d) é um campo ou conjunto de campos que, em uma tabela, corresponde à primary key em outra
tabela, e visa garantir a integridade referencial.
e) garante que cada registro em uma tabela tenha um identificador único, de forma que não haja
valores nulos ou duplicados.
Comentários:
(a) Errado. Uma chave estrangeira não é um campo que pode ser chave primária; ela refere-se a uma chave
primária em outra tabela, estabelecendo uma relação entre elas.
(b) Errado. Uma chave que combina campos para formar um identificador único é uma chave composta,
não uma chave estrangeira, que refere-se a outra tabela.
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(c) Errado. Chaves estrangeiras não são exclusivas de tabelas temporárias e não têm como objetivo
principal a melhoria de performance, mas sim a integridade referencial.
(d) Correto. A chave estrangeira é um campo ou conjunto de campos em uma tabela que corresponde à
chave primária em outra tabela, garantindo a integridade referencial entre os dados.
(e) Errado. A descrição se refere a uma chave primária, que garante a unicidade dos registros em uma
tabela, enquanto a chave estrangeira estabelece relações entre tabelas.
Gabarito: Letra D
3. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Em bancos de dados relacionais, uma view
a) impede a filtragem e a agregação de dados provenientes das tabelas-base.
b) é um objeto que redefine a estrutura física das tabelas-base, alterando o modo como os dados são
armazenados em disco.
c) pode ser utilizada para restrição de acesso a determinadas colunas de tabelas, funcionando como um
mecanismo de segurança adicional no banco de dados.
d) armazena fisicamente os dados em disco, duplicando todas as informações das tabelas originais.
e) define regras de integridade referencial automaticamente para todas as tabelas-base incluídas.
Comentários:
(a) Errado. Views permitem filtragem e agregação de dados, possibilitando consultas personalizadas a
partir das tabelas-base, sem restrições nesse sentido.
(b) Errado. Uma view não redefine a estrutura física das tabelas, mas sim apresenta uma representação
lógica dos dados, sem alterar como são armazenados em disco.
(c) Correto. Views podem restringir o acesso a colunas específicas, funcionando como um mecanismo de
segurança que limita a visibilidade de dados sensíveis para usuários não autorizados.
(d) Errado. Views não armazenam fisicamente os dados; elas são consultas armazenadas que acessam os
dados das tabelas originais em tempo real, sem duplicação.
(e) Errado. Views não definem regras de integridade referencial; isso é feito através de constraints nas
tabelas, e as views apenas apresentam dados de forma organizada.
Gabarito: Letra C
4. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Considerando as características e funções de uma tabela em um
banco de dados relacional, assinale a opção correta.
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a) Uma tabela deve ser indexada automaticamente para todas as consultas, a fim de se garantir
performance sem necessidade de intervenção do administrador do banco de dados.
b) Para existir no banco de dados relacional, uma tabela deve possuir no mínimo duas colunas, sendo
uma delas definida como chave primária e a outra como chave candidata.
c) As tabelas são equivalentes a arquivos físicos de armazenamento, sendo independentes de
abstrações lógicas.
d) Em um banco de dados relacional, a tabela, formada por tuplas e atributos, é a materialização de
uma relação, em que a ordem das linhas é irrelevante, mas a ordem das colunas deve ser preservada.
e) Todos os atributos de uma tabela devem ser numéricos para que seja possível garantir a consistência
matemática do modelo relacional.
Comentários:
(a) Errado. Embora índices possam melhorar a performance, não são criados automaticamente para todas
as consultas, pois isso pode impactar negativamente a performance em operações de escrita.
(b) Errado. Uma tabela pode existir com apenas uma coluna, e não é necessário que haja uma chave
candidata, apenas a chave primária é obrigatória.
(c) Errado. Tabelas em bancos de dados relacionais são abstrações lógicas que representam dados, não
são equivalentes a arquivos físicos, pois a implementação pode variar.
(d) Correto. Em um banco de dados relacional, a tabela representa uma relação, onde a ordem das linhas
(tuplas) não importa, mas a ordem das colunas (atributos) deve ser mantida para garantir a integridade dos
dados.
(e) Errado. Atributos de uma tabela podem ser de diferentes tipos, incluindo texto, data e booleano, não
sendo necessário que todos sejam numéricos para garantir a consistência do modelo relacional.
Gabarito: Letra D
5. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Os bancos de dados relacionais
a) têm estrutura lógica, com dados organizados em tabelas interligadas por chaves primárias e
estrangeiras, e suporte à integridade referencial definida no próprio sistema gerenciador de banco de
dados (SGBD).
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b) mantêm todos os registros em estruturas hierárquicas que exigem navegação física entre os níveis
para que as informações sejam recuperadas.
c) garantem a integridade e a consistência dos dados por meio de controle realizado apenas na
aplicação cliente, e não no próprio banco.
d) não permitem que operações de junção (JOIN) sejam utilizadas para relacionar dados, pois cada
tabela deve ser consultada de forma isolada.
e) dependem de armazenamento exclusivamente local, não podendo ser implementados em ambientes
distribuídos ou na nuvem.
Comentários:
(a) Correto. Os bancos de dados relacionais organizam dados em tabelas interligadas por chaves primárias
e estrangeiras, permitindo a integridade referencial, que é garantida pelo SGBD, assegurando a
consistência dos dados.
(b) Errado. Bancos de dados relacionais não utilizam estruturas hierárquicas, mas sim tabelas que podem
ser relacionadas entre si, permitindo consultas mais flexíveis e eficientes.
(c) Errado. A integridade e a consistência dos dados são garantidas pelo SGBD, que aplica regras de
integridade diretamente no banco, e não apenas na aplicação cliente.
(d) Errado. Operações de junção (JOIN) são uma característica fundamental dos bancos de dados
relacionais, permitindo combinar dados de diferentes tabelas em uma única consulta.(e) Errado. Bancos de dados relacionais podem ser implementados em ambientes distribuídos e na nuvem,
permitindo acesso e armazenamento de dados em múltiplas localizações.
Gabarito: Letra A
6. (CEBRASPE / UNB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
Em um banco de dados, uma chave primária identifica mais de uma tupla dentro de uma relação.
Comentários:
Uma chave primária deve ser única para cada tupla em uma relação, garantindo que não haja duplicidade.
Portanto, ela identifica apenas uma tupla, não mais de uma.
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==2f4e8==
7. (CEBRASPE / SEFAZ-RJ - 2025) O modelo relacional de bancos de dados é caracterizado por
a) implementar estruturas multidimensionais para análises de dados.
b) armazenar dados em formato JSON com estruturas hierárquicas.
c) armazenar dados como pares de chave-valor sem estrutura definida.
d) organizar dados em tabelas bidimensionais compostas por linhas e colunas.
e) utilizar grafos para representar entidades e seus relacionamentos.
Comentários:
(a) Errado. O modelo relacional não utiliza estruturas multidimensionais, que são características de bancos
de dados OLAP, voltados para análise de dados em múltiplas dimensões.
(b) Errado. O formato JSON é utilizado em bancos de dados NoSQL, que suportam estruturas hierárquicas,
mas não é uma característica do modelo relacional.
(c) Errado. O modelo relacional não armazena dados como pares de chave-valor; essa abordagem é típica
de bancos de dados NoSQL, que não têm uma estrutura rígida.
(d) Correto. O modelo relacional organiza dados em tabelas bidimensionais, onde cada tabela é composta
por linhas (registros) e colunas (atributos), facilitando a manipulação e consulta de dados.
(e) Errado. O uso de grafos para representar entidades e relacionamentos é uma característica de bancos
de dados orientados a grafos, não do modelo relacional.
Gabarito: Letra D
8. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o item a seguir, a respeito dos conceitos de dado, informação,
conhecimento e inteligência.
O modelo relacional de dados é organizado em uma estrutura em árvore, na qual cada registro tem
uma única raiz (“pai”) e pode ter várias ramificações (“filhos”).
Comentários:
O modelo relacional de dados é organizado em tabelas, não em uma estrutura em árvore. Cada tabela
possui registros (linhas) e atributos (colunas), permitindo relacionamentos entre diferentes tabelas, mas não
segue a hierarquia de pai e filho.
Gabarito: Errado
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9. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
No banco de dados relacional, uma view é uma estrutura disponibilizada pelo SGBD para armazenar
tabelas e permitir acesso conforme as regras implementadas para o seu acesso.
Comentários:
Uma view em um banco de dados relacional não armazena tabelas, mas sim uma consulta que pode ser
tratada como uma tabela virtual. Ela não armazena dados, apenas apresenta dados de uma ou mais tabelas
conforme as regras definidas na consulta.
Gabarito: Errado
10. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
Em arquivo de registros ordenado sequencialmente, a chave de busca do índice de agrupamento
(clustering index) também define a ordem sequencial do arquivo.
Comentários:
Em um arquivo de registros ordenado sequencialmente, a chave de busca do índice de agrupamento
determina a ordem dos registros, permitindo acesso eficiente aos dados. Isso é fundamental para otimizar
consultas em bancos de dados relacionais.
Gabarito: Correto
11. (CEBRASPE / BANRISUL - 2025) Os três principais elementos de um banco de dados relacional são
a) tabelas, colunas e linhas.
b) tabelas, índices e colunas.
c) colunas, índices e views.
d) colunas, linhas e índices.
e) índices, tabelas e linhas.
Comentários:
(a) Correto. Os três principais elementos de um banco de dados relacional são tabelas, colunas e linhas,
onde as tabelas armazenam dados em colunas (atributos) e linhas (registros).
(b) Errado. Embora tabelas e colunas sejam elementos essenciais, índices não são considerados um dos
três principais elementos de um banco de dados relacional, mas sim uma estrutura auxiliar para otimização
de consultas.
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(c) Errado. Colunas e views são elementos importantes, mas índices não são considerados um dos três
principais elementos de um banco de dados relacional.
(d) Errado. Colunas e linhas são elementos principais, mas índices não fazem parte dos três principais
elementos de um banco de dados relacional, que são tabelas, colunas e linhas.
(e) Errado. Embora índices e tabelas sejam importantes, as linhas não são um dos três principais elementos,
pois a combinação correta é tabelas, colunas e linhas.
Gabarito: Letra A
12. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Acerca de banco de dados, julgue o item seguinte. Nesse sentido,
considere que a sigla NoSQL, sempre que empregada, se refere a bancos de dados não
relacionais.
As chaves estrangeiras, no contexto de banco de dados relacional, garantem a integridade referencial
entre as tabelas que armazenam informações.
Comentários:
As chaves estrangeiras são fundamentais em bancos de dados relacionais, pois estabelecem vínculos entre
tabelas, garantindo que os dados referenciados existam e mantendo a integridade referencial. Isso evita
inconsistências nos dados.
Gabarito: Correto
13. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Acerca de banco de dados, julgue o item seguinte. Nesse sentido,
considere que a sigla NoSQL, sempre que empregada, se refere a bancos de dados não
relacionais.
Em um banco de dados relacional, a criação de índices compostos em colunas frequentemente
utilizadas em filtros de consulta não melhora o desempenho da busca, pois não evita a necessidade de
leitura sequencial da tabela.
Comentários:
A criação de índices compostos em colunas frequentemente utilizadas em filtros de consulta melhora o
desempenho da busca em bancos de dados relacionais, pois permite acesso direto aos dados, evitando
leituras sequenciais desnecessárias.
Gabarito: Errado
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14. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Em relação à base de dados, julgue o próximo item.
Nos bancos de dados relacionais, uma relação N:N entre duas tabelas resulta na criação de uma terceira
tabela, para armazenar essa relação.
Comentários:
Em bancos de dados relacionais, uma relação N:N (muitos para muitos) entre duastabelas exige a criação
de uma terceira tabela, chamada tabela de junção, que armazena as chaves primárias das tabelas originais,
permitindo a associação entre elas.
Gabarito: Correto
15. (CEBRASPE / ANM - 2025) Julgue o próximo item, relativo à aquisição de dados.
Bancos de dados relacionais são compostos de tabelas, unidas mediante valores comuns de
linha/coluna, ou chaves, sendo cada classe geográfica (camada) armazenada como uma tabela.
Comentários:
Os bancos de dados relacionais organizam dados em tabelas que podem ser interligadas por chaves
primárias e estrangeiras. Cada classe geográfica pode ser representada como uma tabela, facilitando a
estruturação e consulta dos dados.
Gabarito: Correto
16. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No projeto de um banco de dados relacional, os primeiros
atributos das entidades listadas a seguir são as chaves primárias dessas entidades.
servidor (id_servidor, nome, cpf, data_nascimento, endereco, telefone, email, data_admissao, cargo,
salario);
dependente (id_dependente, nome, data_nascimento, cpf, grau_parentesco);
produto (id_produto, tipo_produto, nome_produto, descricao, valor_mensal, cobertura).
O atributo tipo_produto pode assumir valores iguais a Plano Previdenciário, Plano de Saúde e
Plano Odontológico, por exemplo. Um servidor pode, ainda, contratar um mesmo produto
diversas vezes. Um contrato (referente à entidade contrato) deve ter como atributos comuns os
seguintes: data_inicio, data_fim (pode ser nula, se estiver ativo) e status (valores: ativo, inativo).
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o próximo item.
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A chave primária da tabela contrato deve ser uma chave primária composta pelo id_servidor e o
id_produto, sendo também os dois atributos chaves estrangeiras referenciando, respectivamente, a
tabela servidor e a tabela produto.
Comentários:
A chave primária da tabela contrato deve ser composta por id_servidor e id_produto, pois um servidor
pode contratar o mesmo produto várias vezes, mas a combinação dos dois atributos garante a unicidade
de cada contrato.
Gabarito: Errado
17. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No projeto de um banco de dados relacional, os primeiros
atributos das entidades listadas a seguir são as chaves primárias dessas entidades.
servidor (id_servidor, nome, cpf, data_nascimento, endereco, telefone, email, data_admissao, cargo,
salario);
dependente (id_dependente, nome, data_nascimento, cpf, grau_parentesco);
produto (id_produto, tipo_produto, nome_produto, descricao, valor_mensal, cobertura).
O atributo tipo_produto pode assumir valores iguais a Plano Previdenciário, Plano de Saúde e
Plano Odontológico, por exemplo. Um servidor pode, ainda, contratar um mesmo produto
diversas vezes. Um contrato (referente à entidade contrato) deve ter como atributos comuns os
seguintes: data_inicio, data_fim (pode ser nula, se estiver ativo) e status (valores: ativo, inativo).
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o próximo item.
O armazenamento dos pagamentos das parcelas dos contratos requer a criação de uma tabela com
uma chave estrangeira referenciando a tabela contrato, permitindo a associação de cada pagamento a
um contrato específico, devido às características do modelo relacional.
Comentários:
A criação de uma tabela para armazenar os pagamentos das parcelas é necessária para manter a
integridade referencial no modelo relacional. A chave estrangeira que referencia a tabela contrato permite
associar cada pagamento ao contrato correspondente, garantindo a organização e a rastreabilidade das
transações financeiras.
Gabarito: Correto
18. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No que se refere ao modelo de dados relacional, julgue o
próximo item.
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Considere que as tabelas beneficio e segurado a seguir refiram-se a um banco de dados de previdência
social. Sabendo-se que a coluna segurado_id na tabela beneficio é uma chave estrangeira
referenciando a coluna segurado_id na tabela segurado, é correto inferir que a integridade referencial é
mantida nesse caso.
Comentários:
A integridade referencial exige que cada valor de chave estrangeira exista como chave primária na tabela
referenciada. O valor segurado_id = 3 na tabela beneficio não existe na tabela segurado, o que viola essa
integridade.
Gabarito: Errado
19. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No que se refere ao modelo de dados relacional, julgue o
próximo item.
Uma chave primária é um atributo cujo valor deve ser distinto em qualquer instância da relação. Essa
restrição, além de fundamental para o funcionamento do banco de dados no modelo relacional, exige
que a chave seja formada por um único campo, preferencialmente numérico por questões de
desempenho.
Comentários:
A definição de chave primária está correta ao afirmar que deve ser distinta, mas não é obrigatório que seja
formada por um único campo; pode ser composta por múltiplos campos (chave primária composta). Além
disso, não há exigência de que seja numérica.
Gabarito: Errado
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20. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) A respeito de banco de dados, julgue o próximo item.
Em um banco de dados relacional, cada linha na tabela é um registro com um identificador, cada coluna
da tabela representa um atributo dos dados e cada registro, geralmente, tem um valor para cada
atributo.
Comentários:
Em um banco de dados relacional, cada linha (ou tupla) representa um registro único, enquanto cada
coluna representa um atributo desse registro. É padrão que cada registro tenha um valor para cada
atributo, garantindo a integridade dos dados.
Gabarito: Correto
21. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
A tabela matricula é uma entidade associativa que resolve um relacionamento N implícito entre
estudante e curso, representando cada matricula como uma combinação única das chaves estrangeiras
id_estudante e id_curso.
Comentários:
A tabela matricula é de fato uma entidade associativa que resolve o relacionamento N:N entre estudante e
curso, usando as chaves estrangeiras id_estudante e id_curso para formar uma chave primária composta,
representando cada matrícula de forma única.
Gabarito: Correto
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22. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
A entidade matricula não necessita de chave primária composta,pois cada matricula pode ser
identificada apenas pelo id_estudante.
Comentários:
No modelo, a entidade matricula representa a associação entre estudante e curso, o que exige uma chave
primária composta por id_estudante e id_curso, já que um mesmo estudante pode se matricular em vários
cursos.
Gabarito: Errado
23. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
O relacionamento entre as entidades estudante e matricula pode ser modelado sem chave estrangeira,
já que a entidade matricula contém os dados necessários para identificar uma entidade estudante.
Comentários:
No modelo relacional, a entidade matricula depende da entidade estudante, e isso é representado por
meio de uma chave estrangeira (id_estudante). Mesmo que a matrícula “contenha dados” que identificam
um estudante, é obrigatório usar chave estrangeira para garantir integridade referencial e vincular
corretamente cada matrícula ao estudante correspondente.
Gabarito: Errado
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24. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) No que se refere à modelagem de banco de dados
relacional, julgue o item seguinte.
A relação muitos-para-muitos pode ser representada diretamente entre duas tabelas sem a necessidade
de tabelas intermediárias.
Comentários:
A relação muitos-para-muitos não pode ser representada diretamente entre duas tabelas, pois isso geraria
ambiguidade. Para modelar essa relação, é necessário criar uma tabela intermediária que contenha chaves
estrangeiras de ambas as tabelas, garantindo a integridade referencial.
Gabarito: Errado
25. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) Julgue o item que se segue, referente a visões em bancos
de dados relacionais.
Uma view é baseada em um tipo de consulta executada em uma ou mais tabelas em um banco
relacional; normalmente é um tipo de consulta complexa e utilizada com frequência.
Comentários:
Uma view em bancos de dados relacionais é, de fato, uma consulta que pode envolver múltiplas tabelas e é
frequentemente utilizada para simplificar o acesso a dados complexos, permitindo que usuários acessem
informações de forma mais intuitiva.
Gabarito: Correto
26. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) Julgue o item que se segue, referente a visões em bancos
de dados relacionais.
Uma view dinâmica é atualizada quando objetos relacionados ou objetos estendidos são criados ou
alterados; essa atualização é manual por rotina específica do banco de dados.
Comentários:
Uma view dinâmica é atualizada automaticamente quando os dados subjacentes são alterados, não
requerendo uma atualização manual. A afirmação confunde a natureza das views, que refletem as
mudanças em tempo real.
Gabarito: Errado
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27. (CEBRASPE / PC-DF - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a banco de dados.
Uma chave primária garante que um valor que aparece em uma relação para determinado conjunto de
atributos também apareça para determinado conjunto de atributos em outra relação.
Comentários:
Uma chave primária garante a unicidade dos registros em uma única tabela, mas não assegura que valores
em uma tabela se repitam em outra. A relação entre tabelas é estabelecida por chaves estrangeiras, não
por chaves primárias.
Gabarito: Errado
28. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Julgue o item seguinte, a respeito das estruturas de dados e de
bancos de dados e da análise de dados.
No modelo relacional, os dados são organizados no banco em uma estrutura hierárquica, onde cada
registro possui um único registro pai, o que facilita a navegação em árvores de dados.
Comentários:
No modelo relacional, os dados são organizados em tabelas, não em uma estrutura hierárquica. Cada
tabela pode ter múltiplas relações com outras, permitindo uma navegação mais flexível e não restrita a uma
árvore de dados.
Gabarito: Errado
29. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de
dados.
No modelo relacional de dados, uma relação entre n valores é representada matematicamente por um
n-tupla de valores.
Comentários:
No modelo relacional, uma relação é uma tabela e cada linha dessa tabela é uma n-tupla, representando
um conjunto de valores que correspondem a atributos da relação.
Gabarito: Correto
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30. (CEBRASPE / BANRISUL - 2025) No modelo relacional de banco de dados, diferentes tipos de
chaves são utilizados para garantir a integridade e a unicidade das tuplas nas tabelas. Nesse
modelo, superchave é
a) o único atributo obrigatório em toda tabela relacional, o qual não pode conter valores nulos.
b) uma chave externa que referencia a chave primária de outra tabela, estabelecendo integridade
referencial.
c) qualquer conjunto de atributos que identifica unicamente uma tupla em uma relação.
d) uma chave alternativa que, embora única, não foi escolhida como a chave primária.
e) uma chave composta por dois ou mais atributos obrigatoriamente extraídos de tabelas diferentes.
Comentários:
(a) Errado. Nem toda tabela precisa obrigatoriamente de um único atributo não nulo. Além disso, a
definição de superchave não está relacionada à obrigatoriedade de atributos ou valores nulos;
(b) Errado. Essa é a definição de chave estrangeira (foreign key), não de superchave. A FK estabelece uma
referência, não unicidade interna da relação;
(c) Correto. Uma superchave é qualquer conjunto de um ou mais atributos que identifica unicamente uma
tupla em uma tabela relacional. Pode conter atributos extras além do necessário;
(d) Errado. Essa é a definição de chave candidata. Uma chave alternativa é uma chave candidata que não foi
escolhida como chave primária;
(e) Errado. Superchave pode ser composta por atributos de uma única tabela, e não exige que os atributos
venham de tabelas diferentes.
Gabarito: Letra C
31. (CESGRANRIO / BANESE - 2025) No modelo de dados relacional, as tuplas (ou linhas) em uma
relação (ou tabela) não possuem ordem definida; entretanto, os atributos (ou colunas) possuem
uma ordem arbitrária determinada por seu esquema. Nesse modelo, a característica descrita
a) implica que a reordenação das colunas não altera o significado dos dados em uma relação.
b) permite que a posição dos atributos defina a ordenação das tuplas na tabela.
c) torna obrigatória a especificação da ordem dos atributos em qualquer expressão de consulta
relacional.
d) resulta em uma ordenação das tuplas no resultado de uma consulta relacional, de acordo com a
posição dos atributos.
e) significa que a ordem dos atributos, além de arbitrária, também é aleatória.
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Comentários:
(a) Correto. A reordenação das colunas em uma tabela relacional não altera o significado dos dados, pois o
modelo relacional considera apenas os valores das tuplas e não a ordem das colunas.
(b) Errado. A posição dos atributos não define a ordenação das tuplas, pois as tuplas em uma tabela
relacional não têm uma ordem definida.
(c) Errado. Não é obrigatória a especificação da ordem dos atributos em expressões de consulta, pois o
SQL permite referenciar colunas sem considerar sua ordem.
(d) Errado. A ordenação das tuplas em uma consulta relacional depende de cláusulas específicas (como
ORDER BY) e não da posição dos atributos.
(e) Errado. A ordem dos atributos é arbitrária, mas não é aleatória; ela é definida pelo esquema da tabela e
pode ser alterada sem impacto nos dados.
Gabarito: Letra A
32. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) O modelo relacional de dados é amplamente utilizado em bancos
de dados. A organização de dados em tabelas (relações), com suas respectivas linhas (tuplas) e
colunas (atributos), é de fácil compreensão. Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados
Relacionais (SGBDR) tornam possível persistir dados em tabelas com qualidade e recuperar esses
mesmos dados de forma rápida e eficiente. Segundo o modelo relacional de dados, uma tabela
pode ter
a) chaves estrangeiras que admitem valor nulo.
b) linhas idênticas (repetidas) em seu conteúdo.
c) um ou mais valores de tipos diferentes em um único atributo.
d) uma chave primária que admite valor nulo.
e) uma ou mais colunas de mesmo nome, porém de tipos distintos.
Comentários:
(a) Correto. Chaves estrangeiras podem, sim, admitir valores nulos, permitindo que uma relação não tenha
obrigatoriamente uma correspondência em outra tabela, o que é uma característica válida do modelo
relacional.
(b) Errado. O modelo relacional não permite linhas idênticas em uma tabela, pois cada linha deve ser única,
geralmente garantida pela chave primária.
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(c) Errado. Um atributo em uma tabela deve conter valores de um único tipo de dado, não sendo permitido
misturar tipos diferentes em uma mesma coluna.
(d) Errado. A chave primária não pode admitir valores nulos, pois sua função é garantir a unicidade e a
identificação de cada tupla na tabela.
(e) Errado. Em um modelo relacional, não é permitido ter colunas com o mesmo nome em uma tabela,
mesmo que sejam de tipos distintos, pois isso geraria ambiguidade.
Gabarito: Letra A
33. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) Os bancos de dados relacionais permitem a modelagem e a
persistência de dados estruturados. Uma característica de tais bancos de dados é que eles
possuem metadados. Considere que um banco de dados possui uma tabela relacional chamada
PRODUTO e que essa tabela possui atributos, tais como a identificação do produto, o nome do
produto e o seu valor de venda. Nesse cenário, os metadados relativos à tabela PRODUTO são
utilizados pelo seu respectivo Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacionais (SGBDR) para
a) alertar para existência de produtos não cadastrados na tabela PRODUTO.
b) conectar a tabela PRODUTO às redes sociais.
c) garantir a integridade dos dados persistidos na tabela PRODUTO.
d) identificar quais produtos estão em falta no estoque.
e) registrar a meta de venda de cada produto existente na tabela PRODUTO.
Comentários:
(a) Errado. Metadados não são utilizados para alertar sobre produtos não cadastrados, mas sim para
descrever a estrutura e as propriedades da tabela e seus atributos.
(b) Errado. Metadados não têm relação com a conexão de tabelas a redes sociais, pois sua função é
descrever a estrutura e as características dos dados.
(c) Correto. Os metadados são essenciais para garantir a integridade dos dados, definindo regras e
restrições que asseguram a validade e a consistência das informações na tabela PRODUTO.
(d) Errado. A identificação de produtos em falta no estoque é uma operação de consulta aos dados, não
uma função dos metadados, que descrevem a estrutura da tabela.
(e) Errado. Registrar metas de venda é uma operação de negócio e não uma função dos metadados, que se
concentram na descrição da estrutura e propriedades dos dados.
Gabarito: Letra C
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34. (CESGRANRIO / Banco da Amazônia - 2024) Em uma tabela definida e organizada segundo o
Modelo Relacional de Dados podem ser definidas várias chaves. A respeito dessas chaves,
verifica-se que
a) a ausência de valor em uma chave estrangeira é sempre indicada por um número negativo.
b) uma tabela pode ter, no máximo, três chaves primárias.
c) uma chave primária pode ser, ao mesmo tempo, uma chave estrangeira.
d) uma chave primária não pode ser composta por mais de dois atributos.
e) uma chave primária do tipo data pode ser apontada por chave estrangeira do tipo número.
Comentários:
(a) Errado. A ausência de valor em uma chave estrangeira é indicada por NULL, não por um número
negativo, que não possui significado no contexto de chaves estrangeiras.
(b) Errado. Uma tabela pode ter apenas uma chave primária, que pode ser composta por um ou mais
atributos, mas não pode ter múltiplas chaves primárias.
(c) Correto. Uma chave primária pode ser também uma chave estrangeira, pois pode referenciar a chave
primária de outra tabela, estabelecendo relacionamentos.
(d) Errado. Uma chave primária pode ser composta por mais de dois atributos, formando uma chave
primária composta, que é comum em bancos de dados relacionais.
(e) Errado. Uma chave primária do tipo data não pode ser apontada por uma chave estrangeira do tipo
número, pois os tipos de dados devem ser compatíveis para manter a integridade referencial.
Gabarito: Letra C
35. (CESGRANRIO / Caixa - 2024) O Modelo Relacional de Dados utiliza conceitos como tabelas,
atributos, linhas, chave primária e chave estrangeira. Em particular, nesse modelo, todo atributo
de tabela possui um domínio que define
a) se o atributo faz parte de uma chave primária.
b) que todo valor que o atributo venha a possuir é valor de uma chave primária em outra tabela.
c) qual é a área do conhecimento à qual o atributo se refere.
d) qual é o conjunto de possíveis valores para o atributo.
e) todos os tipos de dados que o atributo possa vir a suportar.
Comentários:
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(a) Errado. O domínio de um atributo não determina se ele faz parte de uma chave primária, mas sim o
conjunto de valores que ele pode assumir.
(b) Errado. O domínio não se refere a valores de chaves primárias em outras tabelas, mas sim ao conjunto
de valores válidos para o atributo em sua própria tabela.
(c) Errado. O domínio não define a área do conhecimento do atributo, mas sim os valores que ele podemas que foram game
changers. Integridade referencial (para garantir que os dados façam sentido uns com os outros),
transações ACID (para garantir que nada se perca ou corrompa no meio do caminho) e controle de
concorrência (para permitir que várias pessoas acessem o banco ao mesmo tempo, sem bagunça).
Apesar de toda essa elegância, o modelo relacional enfrentou resistência no começo — inclusive dentro
da própria IBM. Muitos diziam que era “teórico demais” e que nunca funcionaria bem na prática. Para
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provar o contrário, a IBM criou o System R, primeiro protótipo de banco relacional — e foi ali que nasceu
a SQL (que é uma linguagem para manipulação de bancos de dados).
Nos anos 1980, o mercado explodiu. Surgiram sistemas como Oracle, DB2, Sybase, Informix... e com a
padronização da SQL pela ANSI e ISO, o modelo ficou ainda mais popular. As empresas finalmente
podiam trocar de plataforma sem precisar reescrever tudo do zero. Nos anos 1990, com o avanço do
hardware e dos otimizadores, o modelo relacional se consolidou como a base da computação
corporativa.
No fim das contas, o sucesso veio porque o modelo entregou uma combinação difícil de bater: base
teórica sólida, simplicidade de uso, independência de dados, uma linguagem padrão clara e uma
performance que só melhorava com o tempo.
E mesmo agora, na era do Big Data e dos bancos NoSQL, o modelo relacional não ficou para trás. Muito
pelo contrário: ele evoluiu. Temos hoje bancos relacionais distribuídos, motores SQL rodando em
arquiteturas paralelas e até bancos NoSQL que, veja só, incorporaram linguagens parecidas com SQL. A
ideia de declarar o que você quer — e deixar o sistema descobrir como buscar.
Mais de 50 anos depois, o modelo relacional não é só uma tecnologia consolidada. Ele moldou a forma
como pensamos dados: como relações, como conjuntos, como algo que declaramos e não mais
controlamos linha por linha. E talvez seja essa mistura de rigor matemático com praticidade do dia a dia
que explique por que ele continua sendo a espinha dorsal de tantos sistemas mundo afora.
(CEBRASPE / TCE-PA – 2016) Um banco de dados do tipo relacional é aquele composto por
um conjunto de relações conhecidas como tabelas.
_______________________
Comentários: em um banco de dados relacional, os dados são organizados em relações, que se manifestam como tabelas. Cada
tabela é formada por linhas (tuplas) e colunas (atributos), permitindo a modelagem estruturada dos dados e o uso da linguagem
SQL para manipulação (Correto).
SÍNTESE DO TÓPICO
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Tabelas (Relações)
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA
No modelo relacional, o que a gente costuma chamar de “tabela” tem um nome mais formal: relação. E
essa relação nada mais é do que um conjunto organizado de dados estruturados. Cada uma delas
representa algo do mundo real — como um tipo de entidade (Ex: Alunos, Clientes, Produtos) ou um
relacionamento entre entidades (Ex: Matrículas ou Pedidos). Agora, tem alguns detalhes importantes
sobre essas relações que vale destacar — e que vêm diretamente da base matemática do modelo:
▪ Primeiro, uma relação é tratada como um conjunto, e conjuntos, por definição, não têm ordem. Ou
seja, as linhas da tabela (as tuplas) não têm uma ordem “natural” no modelo relacional. A ordem que
aparece na tela? É só visual.
▪ Segundo, como estamos lidando com conjuntos, não pode haver duplicatas, isto é, em teoria, duas
tuplas idênticas não deveriam existir em uma mesma relação. Logo, cada linha deve representar algo
único.
▪ Terceiro ponto: toda relação tem um esquema. Esse esquema define o nome da relação e os seus
atributos — que são justamente as colunas da tabela. Por exemplo, numa tabela Clientes, o esquema
poderia ser algo como (ID, Nome, Cidade).
▪ E, por fim, cada atributo do esquema tem um tipo de dado associado: pode ser número inteiro, texto,
data, e por aí vai. Isso garante que cada coluna só aceite valores compatíveis com o tipo de informação
que ela deve armazenar.
Essas regras ajudam a manter a organização, a coerência e a segurança dos dados — o que é essencial
quando lidamos com grandes volumes de informação.
* A quantidade de colunas de uma relação é chamada de Grau ou Aridade da Relação.
No modelo relacional, a tabela é o coração da coisa toda. Tudo gira em torno dela — é com base nela que
os dados são organizados, acessados e manipulados. E mesmo que, visualmente, ela pareça uma planilha,
tipo aquelas do MS-Excel, é importante lembrar que estamos lidando com uma abstração. Logo, a tabela
representa uma estrutura lógica, e não necessariamente a forma como os dados estão armazenados de
verdade no disco rígido do computador. O SGBD cuida dessa parte mais “invisível”.
Vamos a um exemplo para deixar isso mais concreto: imagine uma tabela onde cada linha representa um
aluno. Isso quer dizer que cada linha está contando um “fato” sobre um aluno específico — o nome dele,
a matrícula, o curso, e por aí vai. Os nomes das tabelas e das colunas também dizem muito. Em geral, o
nome da tabela já dá uma pista do que está sendo guardado ali. Se a tabela se chama ALUNO, bom, não
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é difícil adivinhar que ela armazena dados de alunos, né? E as colunas (também chamadas de atributos)
dizem o que exatamente está sendo armazenado em cada campo: Nome, Idade, Curso, por exemplo.
Ah, e tem uma regra importante aqui: todos os dados de uma mesma coluna precisam ser do mesmo
tipo. Se a coluna é de idade, por exemplo, só pode ter número ali. Se é de nome, só entra texto. Isso é
essencial para o sistema conseguir trabalhar com os dados de forma correta — saber como ordená-los,
filtrá-los, somá-los (quando faz sentido), e assim por diante. Vejamos:
(IFB / IFB – 2017) Segundo Elmasri (2011), na terminologia formal do modelo relacional, uma
linha, um cabeçalho de coluna e a tabela, são chamados, respectivamente, de:
a) Registro, atributo, domínio
b) Tupla, atributo e relação
c) Registro, atributo e relação
d) Relação, domínio e registro
e) Relação, tupla e registro
_______________________
Comentários: na terminologia formal, uma linha é uma tupla; um cabeçalho de coluna é um atributo; e uma tabela é uma relação.
Esses são os termos formais adotados em modelagem relacional, diferindo dos termos mais informais como “registro” e
“campo”(Letra B).
A definição dada de relações implica certas características que tornam uma relação diferente de um
arquivo ou uma tabela. Vejamos algumas dessas características:
Ordenação de Tuplas em uma Relação
No modelo relacional, uma tabela é definida — pelo menos na teoria — como um conjunto de tuplas. E
como todo conjunto em matemática, não existe ordem entre os elementos. Isso significa que a “linha 1”
não vem antes da “linha 2”. Na verdade, nem faz sentido falar em “linha 1” ou “linha 2” do ponto de vista
lógico. A estrutura conceitual da tabela não inclui nenhuma noção de sequência.
Mas aí vemter,
independentemente do seu contexto.
(d) Correto. O domínio de um atributo em um modelo relacional é o conjunto de possíveis valores que esse
atributo pode assumir, definindo suas restrições.
(e) Errado. O domínio não se refere a todos os tipos de dados que um atributo pode suportar, mas sim ao
conjunto específico de valores válidos para aquele atributo.
Gabarito: Letra D
36. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) Considere que uma tabela, definida segundo o modelo relacional
de dados, possui dados de pessoas físicas (chave primária: CPF). PESSOA (CPF, nome, data-
nascimento, email) O atributo RG (número do Registro Geral, principal documento de
identificação de pessoas físicas no Brasil) precisa ser adicionado a essa tabela. Diante disso, uma
vez adicionado o atributo RG, verifica-se que
a) a chave primária da tabela passa a ser composta por CPF e RG.
b) a tabela passará a ter duas chaves primárias.
c) o atributo CPF continuará a ser a chave primária.
d) o atributo RG precisa ser necessariamente definido como chave estrangeira.
e) os domínios dos atributos CPF e RG precisam ser compatibilizados.
Comentários:
(a) Errado. A chave primária da tabela não se torna composta, pois o CPF já é único e identificador
principal, não necessitando de RG para essa função;
(b) Errado. Uma tabela pode ter apenas uma chave primária, que pode ser composta, mas não é o caso
aqui, pois o CPF continua sendo a única chave primária;
(c) Correto. O atributo CPF continuará a ser a chave primária, pois é único e identifica cada registro na
tabela, mesmo após a adição do atributo RG;
(d) Errado. O atributo RG não precisa ser definido como chave estrangeira, pois ele é um atributo que
complementa a identificação, não referenciando outra tabela;
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(e) Errado. Não há necessidade de compatibilizar os domínios de CPF e RG, pois cada um possui seu
próprio domínio e finalidade, sendo atributos independentes.
Gabarito: Letra C
37. (CESGRANRIO / Banco do Brasil - 2023) Um banco de dados (BD) persiste dados de forma
organizada e controlada. Em adição, um BD deve prover recursos para permitir que consultas que
necessitem de velocidade (baixo tempo de resposta) no acesso aos dados possam ter um bom
desempenho. Um dos recursos que um profissional de tecnologia da informação tem à disposição
para configurar um BD, de modo a melhorar o desempenho de consultas selecionadas, é a criação
de
a) regras de integridade
b) visões não materializadas
c) índices
d) sequências
e) gatilhos
Comentários:
(a) Errado. Regras de integridade garantem a validade e consistência dos dados, mas não melhoram
diretamente o desempenho das consultas.
(b) Errado. Visões não materializadas são úteis para simplificar consultas, mas não oferecem melhorias
significativas de desempenho em comparação com visões materializadas.
(c) Correto. Índices são estruturas que melhoram a velocidade de acesso aos dados, permitindo que
consultas sejam executadas mais rapidamente ao reduzir o número de registros a serem lidos.
(d) Errado. Sequências são usadas para gerar números únicos, geralmente em chaves primárias, mas não
têm impacto direto no desempenho das consultas.
(e) Errado. Gatilhos são procedimentos automáticos que respondem a eventos no banco de dados, mas
não são utilizados para otimizar o desempenho de consultas.
Gabarito: Letra C
38. (CESGRANRIO / Banco da Amazônia - 2022) No banco de dados de um banco comercial, há uma
tabela TRANSFERENCIA onde são registrados a data, a hora, o minuto e o segundo da
transferência, além do valor transferido entre duas contas-correntes desse banco. Essa tabela tem,
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adicionalmente, duas chaves estrangeiras (FKs) que apontam para a tabela CONTA-CORRENTE.
Considere que há, no máximo, uma transferência por segundo entre duas contas-correntes. A
chave primária (PK) da tabela TRANSFERENCIA (data, hora, minuto, segundo, valor, conta-origem,
conta-destino) deve ser formada exatamente
a) pelas duas FKs
b) por todos os atributos
c) pelas duas FKs e a data
d) pela data, hora e minuto
e) por todos os atributos exceto o valor
Comentários:
(a) Errado. As duas FKs (conta-origem e conta-destino) identificam as contas envolvidas, mas não garantem
unicidade de uma transferência, pois podem ocorrer várias transferências entre as mesmas contas ao longo
do tempo;
(b) Errado. Incluir todos os atributos na chave primária não é necessário nem ideal, especialmente o valor,
que não ajuda na identificação única do registro;
(c) Errado. Data e FKs não garantem unicidade, pois pode haver múltiplas transferências entre as mesmas
contas no mesmo dia;
(d) Errado. Data, hora e minuto não possuem granularidade suficiente para garantir unicidade, já que há
possibilidade de mais de uma transferência no mesmo minuto;
(e) Correto. A restrição de que há no máximo uma transferência por segundo entre duas contas permite
que a combinação de (data, hora, minuto, segundo, conta-origem, conta-destino) seja única, tornando-a
uma chave primária válida. O valor não precisa estar na PK.
Gabarito: Letra E
39. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Atenção: Para responder à questão utilize as informações abaixo.
Considere as seguintes tabelas relacionais e seus respectivos campos:
Tabela1: CPF-Contribuinte, Nome-Contribuinte, Idade-Contribuinte
Tabela2: CNPJ-Contribuinte, RazaoSocial, UF, CPF-Contribuinte
CPF-Contribuinte e CNPJ-Contribuinte são definidos como Primary-Key, Unique.
Com base nessas informações, é correto afirmar:
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a) A Tabela1 não seria uma entidade no Modelo Entidade-Relacionamento porque o CPF-Contribuinte
está em duas tabelas.
b) Ambas as tabelas se relacionam em cardinalidade n:m.
c) A Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade 1:n.
d) A Tabela2 e a Tabela1 podem ser unificadas em uma única tabela relacional normalizada.
e) A Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade n:1.
Comentários:
(a) Errado. O fato de o CPF estar em duas tabelas não impede que Tabela1 seja uma entidade no MER. Isso
é comum em relacionamentos;
(b) Errado. A presença de uma FK em Tabela2 apontando para Tabela1 configura 1:N, e não N:M;
(c) Correto. A Tabela1 (CPF) se relaciona com a Tabela2 (CNPJ) na cardinalidade 1:N;
(d) Errado. As tabelas representam entidades distintas (pessoa física e jurídica), com chaves primárias
diferentes, e não devem ser unificadas;
(e) Errado. A relação é da Tabela1 para a Tabela2, e não o inverso.
Gabarito: Letra C
40. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Atenção: Para responder à questão utilize as informações abaixo.
Considere as seguintes tabelas relacionais e seus respectivos campos:
Tabela1: CPF-Contribuinte, Nome-Contribuinte, Idade-Contribuinte
Tabela2: CNPJ-Contribuinte, RazaoSocial, UF, CPF-ContribuinteCPF-Contribuinte e CNPJ-Contribuinte são definidos como Primary-Key, Unique.
O campo
a) CNPJ-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela1.
b) CPF-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela2.
c) CPF-Contribuinte não é considerado chave estrangeira na Tabela2 porque é Unique na Tabela1.
d) CPF-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela1.
e) CNPJ-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela2.
Comentários:
(a) Errado. CNPJ-Contribuinte não pode ser considerado chave estrangeira na Tabela1 se não houver
referência a outra tabela que o utilize como chave primária.
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(b) Correto. CPF-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela2, pois faz referência à chave
primária da Tabela1, estabelecendo a relação entre as tabelas.
(c) Errado. O fato de CPF-Contribuinte ser Unique na Tabela1 não impede que ele seja considerado chave
estrangeira na Tabela2, pois a definição de chave estrangeira não depende da unicidade.
(d) Errado. CPF-Contribuinte não é chave estrangeira na Tabela1, pois uma tabela não pode referenciar a si
mesma como chave estrangeira.
(e) Errado. CNPJ-Contribuinte não é considerado chave estrangeira na Tabela2, a menos que exista uma
relação explícita com a Tabela1 que o defina como tal.
Gabarito: Letra B
41. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Considere que durante a modelagem de um banco de dados relacional
observou-se a existência de duas entidades, Produto e Venda, que se relacionam com
cardinalidade muitos-para-muitos, uma vez que em uma venda pode haver vários produtos e um
determinado produto pode estar qualificado em várias vendas (no caso, unidades diferentes do
mesmo produto). Como os sistemas gerenciadores de banco de dados relacionais existentes não
implementam relacionamento muitos-para-muitos, para criar as tabelas referentes às entidades
no banco de dados será necessário
a) estabelecer uma relação de herança, onde a tabela Venda herdará os atributos da tabela Produto.
b) criar uma tabela filha para Produto e uma para Venda e relacionar estas tabelas filhas com
cardinalidade um-para-muitos.
c) que a chave primária da tabela Venda apareça como chave estrangeira na tabela Produto e que a
chave primária da tabela Produto apareça como chave estrangeira na tabela Venda.
d) criar uma tabela de ligação entre Produto e Venda, onde o relacionamento muitos-para-muitos será
dividido em dois relacionamentos um-para-um.
e) criar uma tabela associativa, onde o relacionamento muitos-para-muitos será desmembrado em dois
relacionamentos do tipo um-para-muitos.
Comentários:
(a) Errado. A herança não é a abordagem correta para resolver relacionamentos muitos-para-muitos, pois
não se trata de uma relação hierárquica entre entidades, mas sim de uma associação entre elas.
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(b) Errado. Criar tabelas filhas não resolve a questão do relacionamento muitos-para-muitos, pois ainda
seria necessário uma tabela intermediária para gerenciar a relação entre Produto e Venda.
(c) Errado. A chave primária de cada tabela não pode ser uma chave estrangeira na outra, pois isso não
resolve a complexidade do relacionamento muitos-para-muitos, que requer uma tabela intermediária.
(d) Errado. A criação de uma tabela de ligação não deve dividir o relacionamento em um-para-um, mas sim
manter a relação muitos-para-muitos, que é o que a tabela associativa faz.
(e) Correto. A criação de uma tabela associativa é a solução adequada para um relacionamento muitos-
para-muitos, permitindo que cada produto possa estar em várias vendas e cada venda contenha vários
produtos, mantendo a integridade dos dados.
Gabarito: Letra E
42. (FCC / SANASA Campinas - 2019) Considere os exemplos e a definição a seguir relativos ao
modelo relacional de banco de dados. O “;” separa os diferentes exemplos.
I. Estabelece que nenhum valor de chave primária pode ser null. Isso porque o valor da chave
primária é usado para identificar as tuplas individuais em uma relação. Ter valores null para a
chave primária implica não ser possível identificar alguma tupla.
II. ANÁLISE (ColiformesTotais, CorAparente, Turbidez, PH, Flúor, CloroResidualTotal).
III. Fone_Brasil: números de telefone válidos no Brasil, com 13 dígitos; Fone_local_EUA: números
de telefone de 7 dígitos, válidos para um código de área nos Estados Unidos; Estações: cadeias
de caracteres que representam os nomes de estações de tratamento de água da SANASA.
Os itens I, II e III correspondem, correta e respectivamente, à restrição de integridade
a) de entidade − relação ANÁLISE com 6 atributos − domínios
b) de entidade − fato ou uma instância em particular da asserção − atributos
c) referencial − tupla − tipos de dados ou formatos
d) de PK − fato ou uma instância em particular da asserção − domínios
e) referencial − relação ANÁLISE com 6 atributos − tipos de dados ou formatos
Comentários:
(I) Correto. O item I descreve a restrição de integridade de chave primária (PK), que não pode ter valores
null, garantindo a identificação única das tuplas.
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(II) Errado. O item II menciona a relação ANÁLISE e seus atributos, mas não define uma restrição de
integridade específica.
(III) Errado. O item III fala sobre formatos de dados, mas não se refere a restrições de integridade, como
chave primária ou referencial.
Gabarito: Letra A
43. (FCC / Prefeitura de Manaus - AM - 2019) Tendo recebido a atribuição de efetuar a modelagem de
dados relacional, um técnico ao especificar os atributos de um conjunto de entidades deve
atentar que
a) se um atributo do tipo simples for do tipo literal, irá ocupar até 2 bytes de armazenamento.
b) um atributo do tipo derivado pode ser calculado a partir dos valores dos demais atributos desse
conjunto de entidades.
c) um atributo do tipo composto ocupa o espaço de armazenamento equivalente a 4 bytes.
d) um atributo do tipo múltiplos valores pode assumir até dois tipos de dados, por exemplo, booleano e
inteiro, simultaneamente.
e) um atributo do tipo valor único tem o mesmo valor para todas as entidades do conjunto de
entidades.
Comentários:
(a) Errado. A afirmação sobre atributos literais não é precisa, pois o tamanho de armazenamento pode
variar dependendo do tipo de dado e da implementação do banco de dados, não sendo fixo em 2 bytes.
(b) Correto. A definição de atributo derivado é exatamente essa: ele é calculado a partir de outros atributos,
permitindo economizar espaço e manter a integridade dos dados.
(c) Errado. A afirmação sobre atributos compostos é incorreta, pois o espaço de armazenamento depende
da quantidade de subatributos que compõem o atributo, não sendo fixo em 4 bytes.
(d) Errado. A afirmação é falsa, pois um atributo de múltiplos valores não pode assumir mais de um tipo de
dado simultaneamente;ele deve ser homogêneo em relação ao tipo de dados.
(e) Errado. A descrição de um atributo de valor único está incorreta, pois ele deve ter valores distintos para
cada entidade, não sendo o mesmo para todas as entidades do conjunto.
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Gabarito: Letra B
44. (FCC / TST - 2017) O modelo relacional é um modelo formal, baseado na teoria matemática das
relações, que representa os dados no banco de dados em uma coleção de tabelas relacionadas.
Utiliza o conceito de
a) herança, ou referência a objetos do tipo tabela, de forma semelhante ao que ocorre com as classes
em modelos orientados a objetos.
b) tuplas, que lidam com qualquer estrutura de dados existente em aplicações criadas em linguagens
de programação orientadas a objetos.
c) colunas (ou campos), podendo conter valores inteiros, reais, literais e de referência, não estando
limitadas quanto aos tipos de dados.
d) stored procedures, que são estruturas semelhantes aos métodos dos modelos orientados a objetos,
porém, os procedures não são limitados como os métodos.
e) integridade referencial, onde o conteúdo de um campo chave estrangeira de uma relação precisa
coincidir com um valor que esteja contido no campo que é chave primária na sua tabela pai.
Comentários:
(a) Errado. O modelo relacional não utiliza herança como em modelos orientados a objetos, mas sim
relações entre tabelas, onde cada tabela representa uma entidade.
(b) Errado. Tuplas são uma representação de registros em tabelas, não lidam diretamente com estruturas
de dados de linguagens orientadas a objetos, que têm suas próprias abstrações.
(c) Errado. Embora colunas possam conter diversos tipos de dados, a afirmação não aborda o conceito
central do modelo relacional, que é a integridade referencial entre tabelas.
(d) Errado. Stored procedures são procedimentos armazenados no banco de dados, mas não são uma
característica fundamental do modelo relacional, que se concentra em tabelas e relações.
(e) Correto. A integridade referencial é um princípio essencial do modelo relacional, garantindo que
valores em chaves estrangeiras correspondam a chaves primárias em outras tabelas, mantendo a
consistência dos dados.
Gabarito: Letra E
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45. (FCC / DPE-RS - 2017) O modelo relacional em banco de dados comporta o conceito de chaves
primárias e de chaves candidatas, ambas incluindo a propriedade da unidade. Supondo K um
conjunto de atributos da tabela T, K terá a propriedade da unicidade se
a) o número de atributos que compõem K for igual a 1.
b) comportar apenas 1 índice em seus atributos.
c) houver apenas 1 atributo do tipo numérico em K.
d) não houver duas tuplas de T com o mesmo valor para K.
e) todos os atributos de K tiverem a mesma limitação em seus números de caracteres.
Comentários:
(a) Errado. A unicidade não depende do número de atributos, mas sim da combinação de valores que eles
representam. Um único atributo pode ser único, mas não é uma condição suficiente.
(b) Errado. A presença de um índice não garante a unicidade dos valores. Um índice pode ser criado em
atributos que não são únicos, portanto, não é um critério para a unicidade.
(c) Errado. A unicidade não está relacionada ao tipo de dado dos atributos, mas sim à combinação de
valores que eles podem assumir. Um atributo numérico pode não ser único.
(d) Correto. A propriedade da unicidade é garantida quando não existem duas tuplas na tabela T que
possuam o mesmo valor para o conjunto de atributos K, assegurando que cada registro seja distinto.
(e) Errado. A limitação de caracteres dos atributos não influencia a unicidade dos valores. A unicidade é
determinada pelos valores em si, não pela quantidade de caracteres que podem ser armazenados.
Gabarito: Letra D
46. (FCC / TRE-PR - 2017) Considere hipoteticamente que em um Tribunal cada Juiz conta com a
ajuda de vários Assistentes, de acordo com o volume de processos que precisa analisar e julgar.
Cada Assistente, por sua vez, auxilia vários Juízes, de acordo com a demanda de trabalho. Se Juiz
e Assistente forem entidades de um modelo de dados relacional, a cardinalidade entre elas será
n:m. Na criação das tabelas a partir do modelo,
a) a chave primária da tabela Juiz será chave estrangeira na tabela Assistente e a chave primária da
tabela Assistente será chave estrangeira na tabela Juiz.
b) será necessário criar uma tabela de ligação entre Juiz e Assistente e o relacionamento n:m dará lugar
a dois relacionamentos 1:n.
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c) será estabelecido um relacionamento bidirecional entre as tabelas Juiz e Assistente, com
cardinalidade 1:1.
d) para que a relação n:m seja mantida, as chaves primárias das tabelas Juiz e Assistente deverão ser
compostas pelo Id do Juiz e pelo Id do Assistente.
e) será necessário criar uma tabela de ligação entre Juiz e Assistente, gerando assim dois
relacionamentos 1:1.
Comentários:
(a) Errado. A chave primária de cada tabela não pode ser chave estrangeira na outra, pois isso não
representa corretamente um relacionamento n:m, que requer uma tabela de ligação.
(b) Correto. Para representar um relacionamento n:m, é necessário criar uma tabela de ligação que
contenha as chaves primárias de ambas as tabelas, transformando o relacionamento em dois 1:n.
(c) Errado. Um relacionamento n:m não pode ser reduzido a um 1:1, pois isso não reflete a multiplicidade
de assistentes para juízes e vice-versa.
(d) Errado. Para manter a relação n:m, é preciso criar uma tabela de ligação, e não compor as chaves
primárias das tabelas Juiz e Assistente.
(e) Errado. A criação de uma tabela de ligação resulta em dois relacionamentos 1:n, não 1:1, pois cada juiz
pode ter vários assistentes e cada assistente pode ajudar vários juízes.
Gabarito: Letra B
47. (FCC / CREMESP - 2016) Analisando o modelo, é correto afirmar que
a) Medicamento e Consulta_Medicamento estabelecem um relacionamento 1:n não identificado (non-
identifying).
b) Um paciente não pode fazer mais que uma consulta com o mesmo médico na mesma data.
c) Medico e Consulta estabelecem um relacionamento 1:n não identificado (non-identifying).
d) Em toda consulta será obrigatória a prescrição de pelo menos um medicamento.
e) Se fosse incluído um atributo para indicar a dosagem de medicamento que o paciente consultado
deverá tomar, esse atributo deveria ser colocado na entidade Medicamento.
Comentários:
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(a) Errado. O relacionamento entre Medicamento e Consulta_Medicamento é 1:n,mas não é não
identificado, pois a consulta pode ter múltiplos medicamentos associados, o que caracteriza um
relacionamento identificado.
(b) Errado. Um paciente pode sim realizar mais de uma consulta com o mesmo médico na mesma data,
dependendo da organização do sistema e da agenda do médico.
(c) Correto. O relacionamento entre Médico e Consulta é de 1:n, pois um médico pode atender várias
consultas, enquanto cada consulta é realizada por apenas um médico.
(d) Errado. Não é obrigatório que toda consulta tenha a prescrição de um medicamento, pois uma consulta
pode ser apenas para avaliação ou diagnóstico, sem necessidade de medicação.
(e) Errado. O atributo de dosagem deve ser colocado na entidade Consulta_Medicamento, pois é
específico para a relação entre a consulta e o medicamento prescrito, não na entidade Medicamento.
Gabarito: Letra C
48. (FCC / TRF - 4ª REGIÃO - 2014) O modelo relacional é hoje o principal modelo de dados para
aplicações comerciais de processamento de dados. Com relação aos fundamentos do modelo
relacional,
a) uma chave primária é um conjunto de atributos em uma relação referenciadora, tal que para cada
tupla na relação referenciadora, os valores dos atributos da chave primária precisam estar presentes
como valor de chave candidata de uma tupla na relação referenciada.
b) a álgebra relacional oferece um conjunto de operações que pegam uma ou mais relações como
entrada e retornam uma ou mais relações como saída. Linguagens de consulta práticas, como SQL, são
baseadas na álgebra relacional, e não acrescentam muitos recursos sintáticos úteis.
c) trata-se de um modelo baseado em uma coleção de tabelas. O usuário do sistema de banco de
dados pode executar diversas operações nas tabelas e tuplas, exceto fazer consultas e subconsultas.
d) o esquema de uma relação refere-se ao projeto lógico, enquanto uma instância da relação refere-se
ao seu conteúdo em um ponto do tempo. Ambos são definidos de modo semelhante.
e) uma superchave é um atributo único cujo valor garantidamente identifica as tuplas na relação de
forma exclusiva. Uma chave candidata é o atributo que será escolhido como chave primária.
Comentários:
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(a) Errado. A definição de chave primária está incorreta; uma chave primária é um único atributo ou
conjunto de atributos que identifica de forma única cada tupla em uma relação, não referenciadora.
(b) Errado. Embora a álgebra relacional ofereça operações que retornam relações, a afirmação de que SQL
não acrescenta recursos sintáticos úteis é imprecisa, pois SQL possui extensões significativas.
(c) Errado. O modelo relacional permite diversas operações, incluindo consultas e subconsultas. Portanto, a
afirmação de que não é possível realizar essas operações é falsa.
(d) Correto. O esquema de uma relação descreve a estrutura lógica (atributos e tipos), enquanto a instância
representa os dados atuais em um momento específico, refletindo o conteúdo da relação.
(e) Errado. Uma superchave pode conter um ou mais atributos que identificam tuplas, enquanto uma chave
candidata é uma superchave mínima, que pode ser escolhida como chave primária.
Gabarito: Letra D
49. (FGV / AgSUS - 2025) Apesar do modelo relacional de bancos de dados ter sido criado por volta
dos anos 1970 ele ainda é amplamente utilizado tanto no mercado quanto nas organizações
públicas. A respeito do modelo relacional de bancos de dados, é correto afirmar que
a) As chaves são a espinha dorsal do modelo para garantir a unicidade e estabelecer ligações entre as
tabelas.
b) Os dados são organizados em tabelas multidimensionais onde cada tabela é composta por linhas,
colunas e índices.
c) Os dados são exclusivamente armazenados em arquivos binários, semiestruturados ou não
estruturados.
d) O modelo usa chaves primárias que são atributos em uma tabela que referência a chave candidata
de outra tabela, criando uma ligação entre elas.
e) A estrutura lógica dos dados não é separada da sua estrutura física. Isso permite modificar como os
dados são armazenados sem afetar os aplicativos que os utilizam.
Comentários:
(a) Correto. As chaves são fundamentais no modelo relacional, pois garantem a unicidade dos registros e
permitem a criação de relacionamentos entre diferentes tabelas, essencial para a integridade dos dados.
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(b) Errado. O modelo relacional organiza dados em tabelas bidimensionais, compostas por linhas e
colunas, e não em tabelas multidimensionais.
(c) Errado. O modelo relacional armazena dados em tabelas estruturadas, não exclusivamente em arquivos
binários ou não estruturados.
(d) Errado. Chaves primárias referenciam chaves candidatas de outras tabelas, mas a afirmação não é
precisa, pois não menciona que a chave primária é única na tabela onde reside.
(e) Errado. No modelo relacional, a estrutura lógica dos dados é separada da estrutura física, permitindo
que mudanças na forma de armazenamento não afetem os aplicativos que acessam os dados.
Gabarito: Letra A
50. (FGV / TCE-PE - 2025) Bancos de dados são serviços que permitem armazenamento,
gerenciamento e recuperação de dados, de forma eficiente e escalável. Considerando as
características dos bancos de dados relacionais, assinale a afirmativa que descreve corretamente
esse tipo de tecnologia.
a) Implementa um tipo de banco de dados distribuído focado em dados não estruturados e em vetores
agrupados com base na similaridade.
b) Elimina a necessidade de vincular tabelas, possuindo recursos integrados de fragmentação e alta
disponibilidade que facilitam o dimensionamento horizontal.
c) Exige esquemas e vinculação de tabelas, com foco no gerenciamento de conjuntos de dados
estruturados e semiestruturados em formatos específicos, tipicamente associados a bancos de dados
transacionais.
d) Implementa pontos de dados representados por vetores com número fixo de dimensões.
e) Utiliza armazenamento de dados em estruturas de dados, como um documento JSON, sem utilizar
esquema.
Comentários:
(a) Errado. Bancos de dados relacionais não são focados em dados não estruturados ou em vetores, mas
sim em dados estruturados organizados em tabelas.
(b) Errado. Bancos de dados relacionais requerem vinculação de tabelas e não eliminam essa necessidade,
além de não serem especificamente projetados para fragmentação e dimensionamento horizontal.
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(c) Correto. Bancos de dados relacionais exigem esquemas e vinculação de tabelas, focando no
gerenciamento de dados estruturados, tipicamente usados em aplicações transacionais.
(d) Errado. A descrição se refere a bancos de dados orientados a grafos ou não relacionais, que utilizam
vetores, não se aplicando a bancos de dados relacionais.
(e) Errado. Essa característica é típica de bancos de dados NoSQL, que utilizamformatos como JSON,
enquanto bancos de dados relacionais utilizam esquemas rígidos.
Gabarito: Letra C
51. (FGV / SEEC-RN - 2025) A diretora de uma escola propôs a criação de um sistema digital para
armazenar e organizar os dados de matrículas, notas e frequências dos alunos. O professor
Ricardo explicou que, para isso, é necessário utilizar um banco de dados, destacando a
importância de organizar as informações em tabelas relacionadas para facilitar consultas e
atualizações. O principal benefício de utilizar um banco de dados relacionado para gerenciar as
informações de uma escola é
a) permitir que todas as informações sejam armazenadas em um único arquivo para fácil acesso.
b) criar gráficos automaticamente com base nos dados armazenados.
c) automatizar completamente a entrada de dados, eliminando erros humanos.
d) aumentar a capacidade de armazenamento do sistema escolar, independentemente do hardware
utilizado.
e) garantir que os dados sejam organizados em tabelas relacionadas, facilitando a consulta e
manutenção.
Comentários:
(a) Errado. Armazenar todas as informações em um único arquivo pode dificultar a organização e a
consulta, além de não aproveitar as vantagens de um banco de dados relacional.
(b) Errado. Embora bancos de dados possam gerar gráficos, essa não é a principal função de um banco de
dados relacional, que foca na organização e consulta de dados.
(c) Errado. A automação da entrada de dados pode ser facilitada, mas não elimina completamente os erros
humanos, que podem ocorrer em qualquer sistema.
(d) Errado. A capacidade de armazenamento depende do hardware, e um banco de dados relacional não
aumenta essa capacidade de forma independente.
(e) Correto. Organizar dados em tabelas relacionadas é fundamental em bancos de dados relacionais, pois
isso facilita consultas e manutenção, otimizando a gestão das informações escolares.
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Gabarito: Letra E
52. (FGV / DPE-RO - 2025) Restrições de integridade em bancos de dados relacionais garantem a
consistência e a validade dos dados armazenados. Essas regras são fundamentais para evitar
inconsistências e preservar a confiabilidade das informações. No contexto de restrições de
integridade em bancos de dados relacionais, o conceito de restrição de integridade
a) de entidade especifica a impossibilidade de assunção de valor de chave primária nulo.
b) de estado define o contexto de mudanças no estado de uma relação.
c) de unicidade é inerente ao contexto de chaves de busca secundárias.
d) referencial trata da coesão entre o modelo conceitual e o lógico de dados.
e) semânticas compatibilizam a definição da intenção e da extensão de uma relação.
Comentários:
(a) Correto. A restrição de integridade de entidade realmente proíbe que uma chave primária tenha valores
nulos, garantindo que cada registro em uma tabela seja identificável de forma única.
(b) Errado. A restrição de estado não é uma categoria padrão em bancos de dados relacionais; as restrições
geralmente se referem a entidades, domínios, unicidade e referencial.
(c) Errado. A restrição de unicidade se aplica a chaves primárias e não a chaves de busca secundárias, que
podem ter valores duplicados, desde que não sejam chaves primárias.
(d) Errado. A restrição referencial assegura a integridade entre tabelas relacionadas, não se referindo à
coesão entre modelos conceitual e lógico, mas sim à consistência dos dados entre tabelas.
(e) Errado. Restrições semânticas não são um tipo padrão de restrição de integridade em bancos de dados
relacionais; as definições de intenção e extensão não se encaixam nas categorias tradicionais de restrições.
Gabarito: Letra A
53. (FGV / DPE-RO - 2025) Proposto há mais de cinquenta anos, o modelo relacional de banco de
dados continua sendo uma alternativa eficiente para aplicações convencionais. Um dos conceitos
básicos do modelo relacional é o de que
a) o domínio de uma relação representa o conjunto de valores atômicos ou compostos, com tipos de
dados associados.
b) o significado de um valor NULL em um atributo de uma tupla indica um valor que pode ser
interpretado como zero.
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c) seu estado pode ser interpretado como uma declaração ou um tipo de asserção sobre entidades ou
relacionamentos.
d) sua sustentação baseia-se no princípio da primeira forma normal, no qual cada valor em uma tupla é
atômico.
e) uma relação preserva o conceito de ordenação de suas tuplas, sustentada em sua chave primária.
Comentários:
(a) Errado. O domínio de uma relação refere-se ao conjunto de valores atômicos que um atributo pode
assumir, mas não inclui valores compostos. Cada atributo deve ter um tipo de dado específico.
(b) Errado. O valor NULL indica a ausência de um valor, não deve ser interpretado como zero. Zero é um
valor numérico, enquanto NULL representa a falta de informação.
(c) Errado. O estado de uma relação não é uma declaração sobre entidades, mas sim uma representação
de dados em um determinado momento, refletindo as tuplas e seus atributos.
(d) Correto. O princípio da primeira forma normal exige que cada valor em uma tupla seja atômico, ou seja,
indivisível, garantindo a integridade dos dados no modelo relacional.
(e) Errado. No modelo relacional, a ordem das tuplas não é garantida, pois as relações são conjuntos
matemáticos. A chave primária não impõe uma ordenação nas tuplas.
Gabarito: Letra D
54. (FGV / CVM - 2024) O modelo relacional representa o banco de dados como uma coleção de
relações. Considere a relação COLABORADOR apresentada a seguir, cuja chave primária é
Matricula. Na relação COLABORADOR, o(a):
a) superchave padrão é representada pelos atributos Matricula e Cpf;
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b) estado de relação atual reflete a cardinalidade dos domínios e o produto cartesiano;
c) ordenação das tuplas faz parte da definição da relação sendo influenciada pela alteração da ordem
das tuplas;
d) domínio de cada atributo é um conjunto de valores atômicos, indivisível em se tratando de modelo
relacional formal;
e) restrição de integridade referencial garante que nenhum valor da chave primária será NULL.
Comentários:
(a) Errado. A superchave pode ser qualquer conjunto de atributos que identifique unicamente uma tupla.
Como a matrícula já é única, não há necessidade de combiná-la com o CPF para formar uma superchave
"padrão".
(b) Errado. O estado atual da relação representa os dados armazenados no momento, mas não reflete
diretamente a cardinalidade dos domínios nem o produto cartesiano.
(c) Errado. A ordem das tuplas não importa no modelo relacional. Relações são conjuntos matemáticos e,
portanto, não têm ordenação definida.
(d) Correto. No modelo relacional formal, cada atributo deve ter valores atômicos, ou seja, indivisíveis,
como exige a 1ª Forma Normal (1FN).(e) Errado. A integridade que garante que uma chave primária não seja NULL é a restrição de integridade
de entidade, não a de integridade referencial (que se aplica às chaves estrangeiras).
Gabarito: Letra D
55. (FGV / TJ-MS - 2024) Os principais sistemas de informação de uma organização armazenam seus
dados transacionais em bancos de dados relacionais que são estruturados em tabelas que se
relacionam entre si por meio da implementação de:
a) chaves;
b) índices;
c) matrizes;
d) métricas;
e) nós e arestas.
Comentários:
(a) Correto. As chaves são fundamentais em bancos de dados relacionais, pois permitem a identificação
única de registros e a criação de relacionamentos entre tabelas, garantindo a integridade referencial.
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(b) Errado. Índices são utilizados para otimizar a busca e o acesso aos dados, mas não estabelecem
relacionamentos entre tabelas.
(c) Errado. Matrizes não são um conceito aplicável em bancos de dados relacionais, que utilizam tabelas
para organizar dados.
(d) Errado. Métricas referem-se a medidas de desempenho e não têm relação com a estruturação de dados
em bancos de dados relacionais.
(e) Errado. Nós e arestas são conceitos da teoria dos grafos, não se aplicam diretamente à estruturação de
dados em bancos de dados relacionais.
Gabarito: Letra A
56. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a integridade referencial garante
que
a) todas as tuplas em uma tabela sejam únicas.
b) os valores em uma coluna estejam dentro de um intervalo permitido.
c) os relacionamentos entre tabelas sejam consistentes, prevenindo a criação de registros órfãos.
d) o banco de dados seja protegido contra acessos não autorizados.
e) o desempenho das consultas seja aprimorado através da criação de índices.
Comentários:
(a) Errado. A unicidade das tuplas é garantida pela chave primária, não pela integridade referencial;
(b) Errado. A integridade de domínio assegura que os valores em uma coluna respeitem um intervalo ou
conjunto permitido, não a integridade referencial;
(c) Correto. A integridade referencial assegura que os relacionamentos entre tabelas sejam mantidos,
evitando registros órfãos, ou seja, referências a dados inexistentes;
(d) Errado. A proteção contra acessos não autorizados é uma questão de segurança, não de integridade
referencial;
(e) Errado. A criação de índices melhora o desempenho das consultas, mas não está relacionada à
integridade referencial.
Gabarito: Letra C
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57. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a prática essencial para manter a
consistência dos dados e garantir que os relacionamentos entre as tabelas sejam válidos é
a) utilizar apenas chaves primárias em todas as tabelas, incluindo as tabelas de fatos em um modelo
dimensional.
b) criar relacionamentos entre tabelas sem definir restrições ou regras de integridade.
c) estabelecer chaves estrangeiras que façam referência a chaves primárias em outras tabelas,
assegurando a validade dos dados relacionados.
d) desativar a funcionalidade de exclusão em cascata ao remover registros, mesmo que isso possa levar
a dados inconsistentes.
e) evitar a aplicação de qualquer tipo de restrição ou regra nas tabelas, permitindo máxima flexibilidade
na inserção de dados.
Comentários:
(a) Errado. Embora chaves primárias sejam importantes, não são suficientes sozinhas para garantir a
consistência dos dados em um banco relacional, especialmente em modelos dimensionais.
(b) Errado. Criar relacionamentos sem definir restrições compromete a integridade referencial, podendo
resultar em dados inconsistentes e inválidos.
(c) Correto. Estabelecer chaves estrangeiras que referenciam chaves primárias é fundamental para garantir
a integridade referencial, assegurando que os dados relacionados sejam válidos e consistentes.
(d) Errado. Desativar a exclusão em cascata pode levar a inconsistências, pois registros relacionados podem
permanecer em tabelas, mesmo que o registro principal tenha sido removido.
(e) Errado. Evitar restrições compromete a integridade dos dados, permitindo a inserção de dados
inválidos e inconsistentes, o que é prejudicial para a qualidade do banco de dados.
Gabarito: Letra C
58. (FGV / INPE - 2024) Relativamente a Bancos de Dados Relacionais, analise os itens a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
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III. Os relacionamentos em um banco de dados relacional são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. SQL (Structured Query Language) é uma linguagem usada exclusivamente para definir a
estrutura dos dados, o que inclui a criação, alteração da estrutura e deleção de tabelas. Para
manipular dados em um banco de dados relacional (consultar, inserir, deletar e alterar registros) é
necessário utilizar outra linguagem.
V. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e III, apenas.
b) II, IV e V, apenas.
c) I, III e V, apenas.
d) I, II e V, apenas.
e) I, III e IV, apenas.
Comentários:
(I) Correto. As tabelas são, de fato, os componentes fundamentais de um banco de dados relacional,
organizando dados de forma estruturada.
(II) Correto. As tabelas podem ser relacionadas por chaves estrangeiras, permitindo a integridade
referencial entre os dados.
(III) Errado. Os relacionamentos em bancos de dados relacionais não se restringem a um-para-um; podem
ser um-para-muitos ou muitos-para-muitos.
(IV) Errado. SQL é uma linguagem que permite tanto a definição da estrutura dos dados quanto a
manipulação dos mesmos, incluindo consultas e alterações.
(V) Correto. A chave primária identifica registros de forma única, garantindo a integridade dos dados em
uma tabela.
Gabarito: Letra D
59. (FGV / INPE - 2024) Em relação a Bancos de Dados Relacionais, analise as afirmativas a seguir.
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I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. A chave primária é uma coluna (ou conjuntode colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacionais são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. A sigla ACID está relacionada à manipulação de dados em bancos de dados relacionais onde o
“I” da sigla refere-se à inserção (Insert) de registros em uma tabela e o “D” à deleção (Delete) de
registros em uma tabela.
V. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e IV, apenas.
b) I, III e V, apenas.
c) III, IV e V, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II e V, apenas.
Comentários:
(I) Correto. As tabelas são, de fato, os componentes fundamentais de um banco de dados relacional,
organizando e armazenando dados de forma estruturada.
(II) Correto. A chave primária é uma coluna ou conjunto de colunas que garante a unicidade dos registros
em uma tabela, permitindo a identificação única de cada linha.
(III) Errado. Os relacionamentos em bancos de dados relacionais não se restringem apenas a um-para-um;
podem ser um-para-muitos e muitos-para-muitos.
(IV) Errado. O "I" da sigla ACID refere-se à "Atomicidade" e não à inserção, enquanto o "D" refere-se à
"Durabilidade", não à deleção.
(V) Correto. As tabelas podem ser relacionadas entre si através de chaves estrangeiras, que estabelecem
vínculos entre dados de diferentes tabelas.
Gabarito: Letra E
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60. (FUNDATEC / BRDE - 2025) Para garantir a integridade dos dados de um sistema de comércio
eletrônico, é essencial que toda categoria_id inserida na tabela Produtos exista previamente na
tabela Categorias. Qual mecanismo de integridade referencial, nativo dos SGBDs relacionais,
deve ser implementado para fazer essa validação automaticamente, evitando a existência de
“órfãos” na tabela Produtos?
a) Check Constraint.
b) Stored Procedure.
c) Foreign Key.
d) Unique Index.
e) Default Value.
Comentários:
(a) Errado. A Check Constraint é utilizada para validar condições em uma coluna, mas não garante a
existência de registros em outra tabela, como é o caso da integridade referencial.
(b) Errado. Stored Procedures são rotinas armazenadas no banco de dados que podem executar comandos
SQL, mas não atuam diretamente na validação de integridade referencial entre tabelas.
(c) Correto. A Foreign Key é o mecanismo que garante que um valor em uma tabela (como categoria_id)
exista em outra tabela (categorias), evitando registros órfãos na tabela Produtos.
(d) Errado. Unique Index assegura que os valores em uma coluna sejam únicos, mas não garante a relação
entre tabelas, portanto, não previne a existência de órfãos.
(e) Errado. Default Value define um valor padrão para uma coluna, mas não tem relação com a validação de
integridade referencial entre tabelas.
Gabarito: Letra C
61. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Uma empresa de e-commerce precisa organizar suas informações
de clientes, pedidos e produtos de forma estruturada, garantindo consultas rápidas e eficientes.
Para isso, os desenvolvedores avaliam diferentes modelos de bancos de dados e identificam que
o modelo relacional pode facilitar a organização e a manipulação dos dados. Qual é a principal
vantagem do modelo relacional?
a) Maior velocidade de processamento em comparação com outros modelos.
b) Simplicidade na representação de dados e uso de tabelas para organizar informações.
c) Suporte exclusivo para grandes volumes de dados.
d) Compatibilidade com sistemas operacionais específicos.
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e) Capacidade de armazenar dados não estruturados de forma eficiente.
Comentários:
(a) Errado. Embora o modelo relacional possa ter boa performance, a velocidade de processamento não é
sua principal vantagem em comparação com outros modelos, que podem ser mais rápidos em contextos
específicos.
(b) Correto. O modelo relacional é valorizado pela simplicidade na representação de dados, utilizando
tabelas que facilitam a organização e a manipulação das informações, tornando as consultas mais intuitivas.
(c) Errado. O modelo relacional não é exclusivo para grandes volumes de dados; outros modelos, como
NoSQL, são frequentemente utilizados para lidar com grandes quantidades de informações.
(d) Errado. O modelo relacional é compatível com diversos sistemas operacionais, não se restringindo a
apenas alguns específicos, o que o torna bastante flexível.
(e) Errado. O modelo relacional é mais adequado para dados estruturados, enquanto dados não
estruturados são melhor geridos por outros modelos, como os bancos de dados NoSQL.
Gabarito: Letra B
62. (FUNDATEC / PROCERGS - 2025) Sobre restrições de integridade em bancos de dados relacionais,
assinale a alternativa correta.
a) Restrições de integridade só podem ser aplicadas no nível físico (storage), não no nível lógico do
SGBD.
b) A integridade de entidade exige que nenhuma chave primária possua valor nulo.
c) A integridade referencial permite que uma chave estrangeira em um registro assuma qualquer valor,
mesmo que não corresponda a uma chave primária existente na tabela referenciada.
d) Restrições de integridade, uma vez declaradas, podem ser ignoradas pelo SGBD em favor da
performance.
e) A integridade de domínio impede apenas a inserção de valores duplicados, não controlando tipos ou
formatos de dados.
Comentários:
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(a) Errado. Restrições de integridade são aplicadas no nível lógico do SGBD, garantindo a validade dos
dados, e não apenas no nível físico de armazenamento.
(b) Correto. A integridade de entidade realmente exige que nenhuma chave primária possua valor nulo,
assegurando que cada registro seja identificável de forma única.
(c) Errado. A integridade referencial exige que uma chave estrangeira corresponda a uma chave primária
existente na tabela referenciada, garantindo a consistência dos dados.
(d) Errado. Restrições de integridade são fundamentais para a consistência dos dados e não podem ser
ignoradas pelo SGBD, mesmo em busca de performance.
(e) Errado. A integridade de domínio controla não apenas a duplicidade, mas também os tipos e formatos
de dados permitidos para cada coluna, garantindo a validade dos dados inseridos.
Gabarito: Letra B
63. (FUNDATEC / PROCERGS - 2025) Uma chave estrangeira (foreign key) em um banco de dados
relacional serve para
a) garantir que cada registro em uma tabela seja único.
b) indexar uma coluna para acelerar as buscas.
c) definir o valor padrão de uma coluna.
d) permitir que uma coluna aceite valores nulos.
e) estabelecer e impor um vínculo entre dados de duas tabelas, garantindo a integridade referencial.
Comentários:(a) Errado. Uma chave primária é que garante a unicidade de registros em uma tabela, não uma chave
estrangeira.
(b) Errado. A indexação é uma técnica separada que melhora a performance de buscas, mas não é a função
de uma chave estrangeira.
(c) Errado. O valor padrão de uma coluna é definido por uma restrição de valor padrão, não por uma chave
estrangeira.
(d) Errado. A aceitação de valores nulos é uma característica de colunas, mas não é o propósito de uma
chave estrangeira.
(e) Correto. A chave estrangeira estabelece um vínculo entre tabelas, garantindo que os dados
referenciados existam, o que é fundamental para a integridade referencial no banco de dados.
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Gabarito: Letra E
64. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Qual é a principal vantagem da utilização de índices em um banco
de dados relacional?
a) Reduzir o espaço de armazenamento necessário.
b) Garantir a integridade referencial entre tabelas.
c) Facilitar a criação de backups.
d) Evitar a duplicação de dados em tabelas.
e) Aumentar a velocidade de recuperação de dados.
Comentários:
(a) Errado. Embora índices possam ajudar na eficiência, eles não têm impacto direto na redução do espaço
de armazenamento, podendo até aumentar o uso de espaço devido à criação de estruturas adicionais.
(b) Errado. A integridade referencial é garantida por chaves primárias e estrangeiras, não por índices, que
servem para otimizar consultas.
(c) Errado. A criação de backups é uma questão de gerenciamento de dados e não é facilitada pela
utilização de índices, que são focados em desempenho de consultas.
(d) Errado. A duplicação de dados é controlada por normalização e restrições de integridade, não por
índices, que têm como função principal melhorar a performance de busca.
(e) Correto. A principal vantagem dos índices é aumentar a velocidade de recuperação de dados,
permitindo que as consultas sejam executadas mais rapidamente ao reduzir o número de registros a serem
analisados.
Gabarito: Letra E
65. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Na abordagem relacional de banco de dados, qual é o mecanismo
que permite estabelecer relações entre linhas de tabelas?
a) Chave alternativa.
b) Atributo.
c) Restrição de integridade.
d) Chave estrangeira.
e) Domínio.
Comentários:
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(a) Errado. Chave alternativa é uma chave que pode ser usada para identificar uma linha, mas não
estabelece relações entre tabelas.
(b) Errado. Atributo é uma característica de uma tabela, mas não é o mecanismo que conecta linhas de
diferentes tabelas.
(c) Errado. Restrição de integridade garante a validade dos dados, mas não é um mecanismo para
estabelecer relações entre tabelas.
(d) Correto. A chave estrangeira é o mecanismo que permite estabelecer relações entre linhas de tabelas,
referenciando a chave primária de outra tabela.
(e) Errado. Domínio define o conjunto de valores que um atributo pode assumir, mas não estabelece
relações entre linhas de tabelas.
Gabarito: Letra D
66. (FUNDATEC / Prefeitura de Tangará da Serra - MT - 2025) Analise a modelagem abaixo, referente
a um banco de dados relacional.
Cliente (Id, Nome, CPF)
ClienteContrato (Id, Descricao, DataInicio, DataTermino, IdCliente)
IdCliente referencia Cliente
No projeto de banco de dados, a modelagem acima é uma representação do modelo:
a) Documental.
b) Físico.
c) Lógico.
d) Conceitual.
Comentários:
(a) Errado. O modelo documental refere-se a bancos de dados que armazenam dados em documentos,
como JSON ou XML, não se aplica aqui.
(b) Errado. O modelo físico diz respeito à implementação real do banco de dados, incluindo detalhes de
armazenamento, o que não é o foco da modelagem apresentada.
(c) Correto. A modelagem apresentada é uma representação do modelo lógico, que define a estrutura do
banco de dados, incluindo tabelas e relacionamentos, sem considerar a implementação física.
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(d) Errado. O modelo conceitual é uma representação mais abstrata, que não inclui detalhes como atributos
e relacionamentos específicos, como os apresentados na questão.
Gabarito: Letra C
67. (FUNDATEC / Prefeitura de Capivari do Sul - RS - 2024) Em um banco de dados relacional, uma
chave __________ é uma coluna ou uma combinação de colunas cujos valores distinguem uma linha
das demais dentro de uma tabela. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do
trecho acima.
a) associativa
b) primária
c) restrita
d) estrangeira
e) unilateral
Comentários:
(a) Errado. Chave associativa não é um termo padrão em bancos de dados relacionais; o correto é chave
primária.
(b) Correto. A chave primária é uma coluna ou conjunto de colunas que identifica de forma única cada linha
em uma tabela, garantindo a integridade dos dados e evitando duplicações.
(c) Errado. Chave restrita não é uma terminologia reconhecida em bancos de dados; o termo correto é
chave primária.
(d) Errado. Chave estrangeira refere-se a uma coluna que cria um vínculo entre tabelas, mas não identifica
linhas de forma única dentro de uma tabela.
(e) Errado. Chave unilateral não é um termo utilizado em bancos de dados relacionais; a terminologia
correta é chave primária.
Gabarito: Letra B
68. (FUNDATEC / SIMAE - SC - 2024) Integridade referencial em um banco de dados relacional é uma
restrição que define:
a) Se o valor de um campo deve obedecer à definição de valores admitidos para a coluna (o domínio da
coluna).
b) Que os valores da chave primária e alternativa devem ser únicos.
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c) Se os campos de uma coluna podem ou não ser vazios (se a coluna é obrigatória ou opcional).
d) Se uma tabela é ordenada pela chave primária ou pela chave estrangeira.
e) Que os valores dos campos que aparecem em uma chave estrangeira devem aparecer na chave
primária da tabela referenciada
Comentários:
(a) Errado. A definição de domínio refere-se aos valores que uma coluna pode assumir, mas não é o foco da
integridade referencial, que lida com relações entre tabelas.
(b) Errado. A unicidade dos valores da chave primária e alternativa é uma característica da integridade de
entidade, não da integridade referencial.
(c) Errado. A obrigatoriedade ou opcionalidade de campos é uma questão de integridade de entidade, que
determina se um campo pode ser nulo, não se relaciona diretamente à integridade referencial.
(d) Errado. A ordenação de tabelas não é uma questão de integridade referencial, que se concentrana
relação entre chaves primárias e estrangeiras.
(e) Correto. A integridade referencial garante que os valores de uma chave estrangeira em uma tabela
correspondam aos valores da chave primária na tabela referenciada, assegurando a consistência dos
dados.
Gabarito: Letra E
69. (FUNDATEC / CREMERS - 2024) Em um banco de dados relacional, uma coluna ou combinação de
colunas cujos valores distinguem uma linha das demais dentro de uma tabela, é conhecida como
chave:
a) Primária.
b) Inicial.
c) Básica.
d) Mestra.
e) Restrita.
Comentários:
(a) Correto. A chave primária é um identificador único para cada linha em uma tabela, garantindo que não
haja duplicidade e permitindo a integridade referencial entre tabelas.
(b) Errado. A chave inicial não é um termo reconhecido em bancos de dados relacionais para descrever
identificadores únicos.
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(c) Errado. A chave básica não é uma terminologia padrão em bancos de dados; o termo correto é chave
primária.
(d) Errado. A chave mestra é um conceito que pode se referir a um identificador em sistemas de
gerenciamento de dados, mas não é o termo correto para a definição dada.
(e) Errado. A chave restrita não é um termo utilizado para descrever chaves em bancos de dados
relacionais, sendo a chave primária a terminologia correta.
Gabarito: Letra A
70. (FUNDATEC / Prefeitura de Alpestre - RS - 2024) São características de como os bancos de dados
relacionais são estruturados, EXCETO:
a) As estruturas de dados lógicas, tabelas de dados, exibições e índices, são separadas das estruturas
de armazenamento físico.
b) Administradores de banco de dados podem gerenciar o armazenamento de dados físicos sem afetar
o acesso a esses dados como uma estrutura lógica.
c) Renomear um arquivo de banco de dados não renomeia as tabelas armazenadas nele.
d) A distinção entre lógico e físico também se aplica às operações do banco de dados, que são ações
claramente definidas.
e) Pela sua complexidade, possuem dificuldade de armazenagem e pouca confiabilidade das
informações.
Comentários:
(a) Correto. A separação entre estruturas lógicas e físicas é uma característica fundamental dos bancos de
dados relacionais, permitindo flexibilidade na gestão dos dados.
(b) Correto. Os administradores podem modificar o armazenamento físico sem impactar a estrutura lógica,
garantindo que o acesso aos dados permaneça inalterado.
(c) Correto. Renomear um arquivo de banco de dados não altera as tabelas dentro dele, pois as tabelas são
entidades lógicas independentes do nome do arquivo.
(d) Correto. A distinção entre operações lógicas e físicas é essencial, pois permite que ações no banco de
dados sejam realizadas de maneira organizada e definida.
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(e) Errado. Apesar da complexidade, bancos de dados relacionais são projetados para serem confiáveis e
eficientes na armazenagem de informações, ao contrário do que a alternativa sugere.
Gabarito: Letra E
71. (QUADRIX / CRC-SP - 2025) Os bancos de dados e os SGBDs são fundamentais em todos os
sistemas e precisam ser bem definidos e projetados. Com base nessa informação, julgue o item
seguinte.
Restrições de integridade referencial são aplicadas apenas a colunas do tipo texto, e não se aplicam a
chaves estrangeiras.
Comentários:
Restrições de integridade referencial são aplicadas a chaves estrangeiras, que podem ser de diversos tipos
de dados, não apenas texto. Elas garantem que os valores em uma coluna correspondam a valores em
outra tabela, mantendo a consistência dos dados.
Gabarito: Errado
72. (QUADRIX / CFBio - 2025) No que concerne ao modelo entidade‑relacionamento, às restrições de
integridade e à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), julgue o item seguinte.
A restrição de integridade referencial assegura que os valores de uma chave estrangeira correspondam
a um valor existente na chave primária de outra tabela ou sejam nulos.
Comentários:
A restrição de integridade referencial garante que os valores de uma chave estrangeira em uma tabela
correspondam a valores existentes na chave primária de outra tabela ou sejam nulos, assegurando a
consistência dos dados.
Gabarito: Correto
73. (QUADRIX / CFO - 2025) O armazenamento de dados nos computadores modernos requer
recursos de hardware sofisticados e rápidos. Considerando essa informação, julgue o item
seguinte.
Em sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD), dar-se preferência ao uso de arquivos
sequenciais para armazenamento de dados em um banco relacional, pois assim garante-se maior
velocidade e organização.
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Comentários:
O uso de arquivos sequenciais em SGBDs não é recomendado para bancos relacionais, pois eles exigem
acesso aleatório eficiente. Arquivos sequenciais podem resultar em lentidão e desorganização na
recuperação de dados, comprometendo a performance.
Gabarito: Errado
74. (QUADRIX / CFO - 2025) Bancos de dados armazenam o maior valor intangível das empresas:
seus dados.
Para isso, utilizam‑se sistemas de gerenciamento de banco de dados e metodologias de análise para
dar qualidade a esse armazenamento. Com base nessa informação, julgue o item seguinte. No banco
de dados relacional, uma chave primária pode ser duplicada, desde que esteja em uma tabela
separada.
Comentários:
A chave primária em um banco de dados relacional deve ser única em sua tabela, não permitindo
duplicatas, independentemente de estar em tabelas separadas. Essa característica garante a integridade
dos dados e a identificação única de registros.
Gabarito: Errado
75. (QUADRIX / CFO - 2025) O armazenamento de dados nos computadores modernos requer
recursos de hardware sofisticados e rápidos. Considerando essa informação, julgue o item
seguinte.
O controle de integridade referencial no modelo relacional garante que os dados de uma tabela nunca
possam ser alterados ou deletados, independentemente de suas relações com outras tabelas.
Comentários:
O controle de integridade referencial assegura que as relações entre tabelas sejam mantidas, permitindo
alterações e deleções, desde que não violem as referências. Portanto, os dados podem ser alterados ou
deletados, dependendo das regras definidas.
Gabarito: Errado
76. (QUADRIX / CFO - 2025) Bancos de dados armazenam o maior valor intangível das empresas:
seus dados.
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Para isso, utilizam‑se sistemas de gerenciamento de banco de dados e metodologias de análisepara
dar qualidade a esse armazenamento. Com base nessa informação, julgue o item seguinte. Restrições
de integridade, como integridade referencial e de domínio, garantem a consistência dos dados e
evitam entradas inválidas ou conflitantes.
Comentários:
Restrições de integridade, como a integridade referencial e de domínio, são fundamentais para assegurar
que os dados em um banco de dados sejam consistentes e válidos, evitando entradas que possam
comprometer a qualidade das informações armazenadas.
Gabarito: Correto
77. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
Em um banco de dados relacional, pelo fato de a chave primária de uma tabela ser única e não aceitar
repetição de registros, ela não pode ser um conjunto de campos. Assim sendo, para se identificar
exclusivamente cada registro em uma tabela, esta somente poderá ser um campo.
Comentários:
A chave primária pode ser composta por um ou mais campos, conhecida como chave primária composta.
Isso permite identificar registros de forma única em uma tabela, mesmo que envolva múltiplos atributos.
Gabarito: Errado
78. (QUADRIX / CREF - 9ª Região (PR) - 2024) Em um banco de dados relacional, uma “tabela de
junção representa uma tabela que
a) contém dados agregados de várias outras tabelas.
b) é utilizada para armazenar dados temporários durante a execução de uma consulta.
c) estabelece uma relação muitos‑para‑muitos entre duas tabelas por meio da inclusão de chaves
estrangeiras.
d) armazena informações sobre os índices criados nas tabelas.
e) é utilizada para armazenar dados históricos e backups.
Comentários:
(a) Errado. Tabelas que contêm dados agregados são conhecidas como tabelas de resumo ou visões
materializadas, não se referem a tabelas de junção;
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(b) Errado. Tabelas temporárias servem para armazenar dados intermediários em consultas, mas não têm
relação com tabelas de junção;
(c) Correto. Tabelas de junção (ou tabelas associativas) são usadas para implementar relacionamentos
muitos-para-muitos, contendo chaves estrangeiras que referenciam as tabelas relacionadas;
(d) Errado. Informações sobre índices são armazenadas em tabelas do sistema do SGBD, não em tabelas de
junção;
(e) Errado. Dados históricos e backups são armazenados em tabelas de histórico ou arquivos de backup,
não em tabelas de junção.
Gabarito: Letra C
79. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
Em bancos de dados relacionais, a chave estrangeira é responsável por garantir que um valor em uma
coluna de uma tabela corresponda a um valor existente em uma coluna de outra tabela, mantendo‑se a
integridade referencial.
Comentários:
A chave estrangeira estabelece uma relação entre tabelas, assegurando que os dados sejam consistentes e
que não haja referências a registros inexistentes, o que é fundamental para a integridade referencial.
Gabarito: Correto
80. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
Um banco de dados relacional organiza e armazena os dados em tabelas com estrutura predefinida.
Comentários:
Um banco de dados relacional utiliza tabelas para organizar dados, onde cada tabela possui uma estrutura
definida por colunas e tipos de dados, permitindo a manipulação e consulta eficiente das informações.
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81. (QUADRIX / CREFITO-7ª Região(BA e SE) - 2023) No que se refere ao modelo entidade-
relacionamento (MER) e à linguagem SQL, julgue o item.
O MER é um modelo físico que descreve as estruturas e os relacionamentos das tabelas que estão
implementadas no banco de dados relacional.
Comentários:
O Modelo Entidade-Relacionamento (MER) é um modelo conceitual que representa as entidades, atributos
e relacionamentos de um sistema, não sendo físico. O modelo físico é a implementação real no banco de
dados relacional.
Gabarito: Errado
82. (VUNESP / UNESP - 2025) Uma chave primária em um banco de dados relacional é um atributo
que
a) identifica exclusivamente cada tupla em uma relação.
b) permite duplicação de valores em uma relação.
c) não tem associação com outras relações.
d) é usado apenas para consultas externas.
e) armazena dados irrelevantes.
Comentários:
(a) Correto. A chave primária é um atributo que garante a unicidade de cada tupla em uma relação,
assegurando que não haja duplicatas e permitindo a identificação precisa de registros.
(b) Errado. A chave primária não permite duplicação de valores, pois seu propósito é garantir a unicidade
de cada registro na tabela.
(c) Errado. A chave primária pode ter associações com outras relações, especialmente em relacionamentos
de chave estrangeira, onde ela é referenciada.
(d) Errado. A chave primária não é usada apenas para consultas externas; ela é fundamental para a
integridade e identificação de dados dentro da própria tabela.
(e) Errado. A chave primária deve armazenar dados relevantes que identificam unicamente um registro, e
não dados irrelevantes.
Gabarito: Letra A
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83. (VUNESP / VUNESP - 2024) Considerando o modelo relacional de bancos de dados relacionais, é
possível que não se conheça ou que não exista o valor de um determinado atributo de um registro
de uma relação. Nesse caso, recomenda-se que seja atribuído um valor especial a esse atributo,
denominado valor
a) nulo.
b) temporário.
c) de junção.
d) parcial.
e) de seleção.
Comentários:
No modelo relacional, quando não se conhece ou não existe o valor de um determinado atributo em uma
tupla (registro), utiliza-se um valor especial chamado “nulo”. Esse valor não representa zero nem string
vazia, indica ausência de informação ou informação desconhecida, e é amplamente suportado pelos
SGBDs e tratado de forma especial em consultas e operações lógicas. As demais opções não são conceitos
reconhecidos no contexto de atributos com valores ausentes no modelo relacional.
Gabarito: Letra A
84. (VUNESP / Prefeitura de Santo André - SP - 2024) No modelo relacional de banco de dados insere-
se o conceito de superchave de uma relação, sobre o qual é correto afirmar que
a) pode conter, além da chave primária, outros atributos pertencentes à relação.
b) é sempre constituído por todos os atributos pertencentes à relação.
c) entre seus atributos não se inclui a chave primária da relação.
d) não contém atributos do tipo numérico, eventualmente pertencentes à relação.
e) não pode ser formado por conjuntos maiores do que dois atributos pertencentes à relação.
Comentários:
(a) Correto. A superchave pode incluir a chave primária e outros atributos, pois seu objetivo é garantir a
unicidade dos registros, podendoa prática! E, na prática, os SGBDs precisam guardar os dados em algum lugar — seja no disco,
na memória, ou até em buffers temporários. E quando os dados são armazenados fisicamente, eles
inevitavelmente ocupam posições específicas, o que dá essa impressão de que há uma ordem.
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Só que essa ordem aparente é apenas um reflexo da forma como o sistema implementa o
armazenamento. Ela não faz parte da lógica do modelo relacional. Por isso, se você rodar uma consulta e
não disser explicitamente como quer que os resultados sejam ordenados, o sistema pode te devolver os
dados em qualquer sequência — inclusive uma diferente a cada vez que você fizer a mesma consulta!
Então, se a ordem dos resultados for importante para você, tem que deixar isso claro (há comandos para
isso); caso contrário, o SGBD estará livre para organizar (ou bagunçar) os dados como quiser.
(CEBRASPE / CODEVASF – 2021) Na estrutura de dados do modelo relacional, a ordem em
que as tuplas aparecem em uma relação determina a relação em sua definição.
_______________________
Comentários: no modelo relacional, a ordem das tuplas (linhas) em uma relação não é relevante. As relações são definidas como
conjuntos matemáticos, e conjuntos não possuem ordenação. O que importa são os dados e as regras de integridade, não a
posição das tuplas (Errado).
(CEBRASPE / CJN – 2024) No modelo relacional de banco de dados, uma relação é definida
como um conjunto de tuplas e, matematicamente, os elementos de um subconjunto não têm
ordem entre eles, portanto as tuplas em uma relação não têm qualquer ordem em particular.
_______________________
Comentários: no modelo relacional, uma relação é representada por um conjunto de tuplas (linhas), e, por definição matemática
de conjunto, não há ordem entre os elementos. Isso significa que a posição física ou lógica das tuplas na tabela não altera a
relação ou seu conteúdo (Correto).
Ordenação de Valores e Definições de Relação
No modelo relacional, a ordem das tuplas dentro de uma tabela não tem importância — isso a gente já
sabe. Como estamos lidando com conjuntos, não existe “primeira” ou “última” linha do ponto de vista
lógico. Mas e quanto aos atributos, ou seja, as colunas? Aí a coisa fica um pouco mais sutil — e até
controversa. Na literatura, há uma certa divergência sobre o assunto. Edgar F. Codd, o criador do modelo
relacional, defendeu em seu artigo original que a ordem das colunas é significativa. Assim, para ele, a
sequência dos atributos no esquema da relação faz diferença.
Navathe, outro autor bastante influente na área, segue uma linha parecida: ele define a tupla como uma
lista ordenada de valores, o que, por consequência, atribui um papel importante à ordem dos atributos —
já que a posição de cada valor indica a qual atributo ele pertence. Por outro lado, o próprio Navathe faz
uma observação interessante: quando se adota um nível mais abstrato, essa preocupação com a ordem
começa a perder força.
O que realmente importa é que cada valor esteja corretamente associado ao seu atributo —
independentemente da posição em que aparece. Logo, a depender do nível de abstração adotado, a
ordem dos atributos pode ou não ser relevante. Na prática, os SGBDs costumam manter uma ordem fixa
para facilitar o processamento, mas do ponto de vista conceitual mais puro, o que vale mesmo é a
correspondência correta entre nome e valor.
Valores Atômicos e Nulos
No modelo relacional, cada valor presente em uma tupla precisa ser atômico, isto é, não pode ser dividido
em partes menores. Por isso, atributos compostos (como nome completo separado em nome e
sobrenome) ou multivalorados (como uma lista de telefones) não são permitidos. Tudo precisa estar bem
"encaixado" em uma única célula, por assim dizer.
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Agora, quando não há informação disponível para preencher um campo, entra em cena o famoso valor
NULL. Ele é usado justamente para indicar que algo está ausente — seja porque o dado não é conhecido,
não existe ou simplesmente não se aplica àquela tupla em particular. Um exemplo comum: imagine uma
tabela com os dados dos alunos e, entre as colunas, uma chamada "Telefone Residencial". Se um aluno
não tiver telefone fixo, o valor correspondente ali será NULL. Simples assim!
(FAURGS / UFRGS – 2023) Assinale a alternativa com uma afirmação correta sobre o Modelo
Relacional.
a) Cada conteúdo de uma tupla é um valor composto, isto é, divisível em componentes dentro
da estrutura do modelo relacional.
b) Uma relação é definida como um conjunto de tuplas ordenadas dentro da relação pelo
valor da chave primária.
c) Os atributos multivalorados são representados em uma única relação por um atributo.
d) NULL é usado para representar valores de atributos que podem ser desconhecidos, ou não
se aplicar a uma tupla.
e) Uma relação representa fatos sobre entidades e nunca sobre relacionamentos.
_______________________
Comentários:
(a) Errado. No modelo relacional, cada conteúdo de uma tupla deve ser atômico, ou seja, indivisível. Valores compostos violam a
primeira forma normal (1FN);
(b) Errado. Relações são conjuntos, e como tal, não têm ordem. As tuplas não são ordenadas, mesmo que exista uma chave
primária;
(c) Errado. Atributos multivalorados não devem ser representados diretamente em uma única relação com múltiplos valores em
um campo — isso viola a atomicidade. Devem ser normalizados em tabelas separadas;
(d) Correto. O valor NULL no modelo relacional é usado para indicar que o valor de um atributo está desconhecido, não disponível
ou não se aplica àquela tupla;
(e) Errado. Relações podem representar tanto entidades quanto relacionamentos entre entidades, como ocorre em tabelas
associativas (Letra D).
Interpretação/Significado de uma Relação
O esquema de relação pode ser entendido, de certa forma, como uma espécie de declaração — ou
melhor, uma afirmação sobre algo que existe no mundo que estamos modelando. Pensem comigo: em
uma tabela ALUNO, cada aluno tem um conjunto de informações associadas (Ex: Nome, CPF, Telefone,
Endereço, Idade, etc). Isso tudo forma a estrutura da relação, ou seja, o que a gente espera armazenar.
Agora, cada linha dessa tabela — ou, tecnicamente falando, cada tupla — representa um fato específico:
um aluno real, com dados concretos. É como se cada tupla fosse uma evidência, uma instância dessa
afirmação de que "alunos têm essas características". E mais: nem toda relação fala sobre entidades
isoladas, como um aluno ou um professor. Algumas delas tratam de conexões entre coisas (Ex: quem está
matriculado em qual disciplina). Nesse caso, o foco não está na entidade e, sim, no relacionamento.
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(CEBRASPE / TCE-PE – 2017) Em uma relação, os nomes das colunas são únicos, as linhas são
distintas entre si, e a ordem da disposição das linhas e colunas é irrelevante para o banco de
dados.
_______________________
Comentários: os nomes das colunasser composta por um ou mais atributos da relação.
(b) Errado. A superchave não precisa incluir todos os atributos da relação, podendo ser formada por um
subconjunto que ainda garanta a unicidade.
(c) Errado. A chave primária é um dos componentes possíveis de uma superchave, pois a superchave é uma
generalização da chave primária.
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(d) Errado. A superchave pode conter atributos de qualquer tipo, incluindo numéricos, desde que
mantenha a unicidade dos registros.
(e) Errado. Uma superchave pode ser composta por mais de dois atributos, não havendo limite para o
número de atributos que a formam, desde que mantenha a unicidade.
Gabarito: Letra A
85. (VUNESP / DESENVOLVE-SP - 2024) Considerando o modelo relacional de bancos de dados, este
é composto por tabelas, que são formadas por atributos, sendo correto afirmar que,
especificamente, o domínio de um atributo é atômico se
a) for formado por caracteres alfanuméricos.
b) admitir um número máximo de valores distintos.
c) seus elementos forem considerados unidades indivisíveis.
d) não admitir valores nulos.
e) seus valores representarem o nome completo de pessoas.
Comentários:
(a) Errado. O fato de ser formado por caracteres alfanuméricos não garante que o domínio seja atômico,
pois pode conter múltiplos valores em uma única entrada.
(b) Errado. Um domínio pode ter um número máximo de valores distintos, mas isso não implica que os
valores sejam atômicos, pois ainda podem ser compostos.
(c) Correto. Um domínio é considerado atômico quando seus elementos são indivisíveis, ou seja, não
podem ser decompostos em partes menores, garantindo a integridade dos dados.
(d) Errado. A não admissão de valores nulos não está relacionada à atomicidade do domínio, pois um
domínio pode ser atômico e ainda assim permitir valores nulos.
(e) Errado. O fato de os valores representarem nomes completos não implica atomicidade, pois um nome
pode ser dividido em partes (primeiro nome, sobrenome), tornando-o não atômico.
Gabarito: Letra C
86. (VUNESP / Prefeitura de São Bernardo do Campo - SP - 2024) Considerando os bancos de dados
relacionais, uma estrutura utilizada é representada pela criação de índices, a partir de campos de
tabelas, sendo correto afirmar que a finalidade básica da criação de índices em bases de dados é
a) armazenar dados referentes ao dicionário de dados das tabelas.
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b) agilizar o processo de obtenção dos resultados de consultas feitas à base de dados.
c) especificar o número máximo de registros que poderão ser armazenados em uma tabela.
d) transformar todas as tabelas do banco de dados para a terceira forma normal.
e) gerar endereços a serem disponibilizados para acesso às tabelas por meio da Internet.
Comentários:
(a) Errado. O dicionário de dados é gerenciado internamente pelo SGBD e não depende da criação de
índices nas tabelas;
(b) Correto. A principal finalidade dos índices é acelerar a recuperação de dados, permitindo acesso mais
rápido aos registros durante a execução de consultas;
(c) Errado. O número máximo de registros não é determinado por índices, mas sim por limitações do SGBD
e do sistema de armazenamento;
(d) Errado. A normalização diz respeito à estrutura lógica das tabelas e não tem relação com índices;
(e) Errado. O acesso via Internet está relacionado a mecanismos de rede e aplicativos, e não à criação de
índices.
Gabarito: Letra B
87. (VUNESP / Spcine - SP - 2024) Um dos principais tipos de produtos de dados é representado pelos
bancos ou bases de dados, notadamente as bases de dados relacionais, que possuem como uma
de suas características
a) utilizar, exclusivamente, dados do tipo não estruturado.
b) ter seus dados armazenados, prioritariamente, em servidores na nuvem.
c) serem formadas por tabelas, que, por sua vez, são compostas por atributos.
d) apresentar pequenas capacidades de armazenamento, ou seja, da ordem de kilobytes.
e) não poderem ser armazenadas em dispositivos do tipo SSD.
Comentários:
(a) Errado. Bancos de dados relacionais utilizam dados estruturados, organizados em tabelas, e não dados
não estruturados, que são comuns em outros tipos de bancos.
(b) Errado. Embora muitos bancos de dados possam ser armazenados na nuvem, não é uma característica
exclusiva das bases de dados relacionais, que podem ser locais ou em nuvem.
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(c) Correto. As bases de dados relacionais são organizadas em tabelas, que contêm atributos (colunas) e
registros (linhas), permitindo a estruturação e a manipulação eficiente dos dados.
(d) Errado. Bancos de dados relacionais podem ter grandes capacidades de armazenamento, muito além
de kilobytes, podendo chegar a ter terabytes ou mais, dependendo da aplicação.
(e) Errado. Bases de dados relacionais podem ser armazenadas em dispositivos SSD, que oferecem alta
velocidade e eficiência, sendo uma opção comum para melhorar o desempenho.
Gabarito: Letra C
88. (VUNESP / TJ-RS - 2023) Considere um banco de dados relacional e duas tabelas, T1 e T2, desse
banco de dados, com a seguinte composição: T1 (A, B, C) e T2 (D, E, F, A) Nota-se que um dos
atributos de T2 inclui a chave primária (A) de T1. Nesse caso, é correto afirmar que
a) o atributo A na tabela T2 exerce o papel de chave estrangeira.
b) o atributo A da tabela T1 deixa de exercer o papel de chave primária.
c) o atributo A da tabela T1 deve, obrigatoriamente, ser do tipo inteiro.
d) a tabela T2 é chamada de tabela referenciada.
e) a tabela T1 é chamada de tabela referenciadora.
Comentários:
(a) Correto. O atributo A na tabela T2 é uma chave estrangeira, pois referencia a chave primária A da tabela
T1, estabelecendo uma relação entre as duas tabelas. Essa é a definição de chave estrangeira em bancos
de dados relacionais;
(b) Errado. O atributo A da tabela T1 continua a exercer o papel de chave primária, pois a inclusão em T2
não altera sua função original. Ele ainda é único e identifica registros em T1;
(c) Errado. O atributo A da tabela T1 não precisa ser do tipo inteiro, podendo ser de qualquer tipo de dado,
desde que seja consistente e único para ser uma chave primária;
(d) Errado. A tabela T2 é chamada de tabela referenciadora, pois contém a chave estrangeira que
referencia a tabela T1, que é a tabela referenciada;
(e) Errado. A tabela T1 é a tabela referenciada, pois é a que contém a chave primária que está sendo
referenciada pela chave estrangeira na tabela T2.
Gabarito: Letra A
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89. (VUNESP / DPE-SP - 2023) Um dos conceitos importantes na modelagem de um banco de dados
relacional consiste na especificação do domínio de um atributo de um conjunto de entidades, que
significa especificar o
a) tempo máximo a ser utilizado no armazenamento de cada valor do atributo.
b) conjunto de valores válidos e aceitos para esse atributo.
c) número máximo de entidades permitido em cada caso.
d) número máximo de vezes que os valores dos atributos podem ser alterados.
e) tipo de mídia que deve ser utilizado para o armazenamento de cada atributo.
Comentários:
(a) Errado. O domínio de um atributo não está relacionado ao tempo de armazenamento, mas sim aos
valores que ele pode assumir;
(b) Correto. Especificar o domínio de um atributo significa definir o conjunto de valores válidos que ele
pode conter, como tipos de dados e restrições de formato;
(c) Errado. O número de entidades não está vinculado ao domínio dos atributos, mas sim à cardinalidade
dos relacionamentos;
(d) Errado. A quantidade de alterações em um atributo não faz parte da definição do domínio;
(e) Errado. A mídia de armazenamento é uma decisão física do sistema, não um aspecto da modelagem
conceitual ou lógica de atributos.
Gabarito: Letra B
90. (VUNESP / Prefeitura de Sorocaba - SP - 2022) Na seguinte tabela de um banco de dados
relacional, Clima (Código, Precipitação, Data, Estação), determinou-se que o valor do atributo
Estação deve ser Primavera, Verão, Outono ou Inverno. Tal descrição indica
a) que o número de registros da tabela deve ser múltiplo de 4.
b) que Estação pode ser uma chave candidata.
c) que deve haver número igual de registros com cada um desses valores.
d) o domínio do atributo.
e) o grau de normalização da tabela.
Comentários:
(a) Errado. O número de registros não precisa ser múltiplo de 4, pois isso depende da quantidade de
dados inseridos, não da natureza dos valores do atributo.
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(b) Errado. Embora Estação possa ser uma chave candidata, a descrição não implica que ela deve ser única,
apenas que possui um conjunto restrito de valores.
(c) Errado. Não é necessário que haja um número igual de registros para cada valor de Estação; a
distribuição pode variar conforme os dados.
(d) Correto. O domínio do atributo refere-se ao conjunto de valores permitidos para Estação, que são
Primavera, Verão, Outono ou Inverno.
(e) Errado. O grau de normalização diz respeito à estrutura da tabela e suas relações, não à definição dos
valores permitidos em um atributo.
Gabarito: Letra D
91. (VUNESP / Prefeitura de Sorocaba - SP - 2022) Considere a seguinte tabela de um banco de dados
relacional: Casa (Código, Tipo, Área, Construtora). Sabe-se que o atributo Código é chave
primária e que o atributo Construtora é uma chave estrangeira nessa tabela, o que significa que
a) deve, obrigatoriamente, ser do tipo caractere.
b) tem sua grafia feita, obrigatoriamente, na língua inglesa.
c) seus valores devem ser os mesmos que um atributo de outra tabela desse mesmo banco de dados.
d) não tem seus valores salvos como atributo da tabela Casa.
e) seus valores devem ser os mesmos valores do atributo Código, considerando que são registros
distintos.
Comentários:
(a) Errado. O tipo de dado de uma chave estrangeira não precisa ser caractere — deve apenas ser
compatível com o atributo referenciado;
(b) Errado. Não há exigência de idioma na nomeação ou grafia de atributos em bancos de dados
relacionais;
(c) Correto. Como chave estrangeira, "Construtora" deve conter apenas valores que existam como chave
primária (ou candidata) em outra tabela, garantindo a integridade referencial;
(d) Errado. A chave estrangeira é, sim, armazenada como atributo na tabela que a referencia, neste caso, na
tabela Casa;
(e) Errado. "Construtora" é uma chave estrangeira que referencia outra tabela — não precisa ter os mesmos
valores do atributo "Código", que é chave primária da própria tabela Casa.
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Gabarito: Letra C
92. (VUNESP / PRUDENCO - 2022) No modelo relacional de bancos de dados, é de fundamental
importância a definição e implementação das chaves primárias de suas tabelas. Dessa forma,
sobre essas chaves primárias é correto afirmar que
a) devem ter tamanho máximo de 10 caracteres.
b) devem ser constituídas por um tipo especial de atributo a ser declarado no início da implementação
do banco de dados.
c) devem ser do tipo composto (mais de um atributo) em tabelas com 10 ou mais atributos.
d) podem ser formadas tanto por caracteres alfabéticos, quanto por caracteres numéricos.
e) não são necessárias em tabelas com até 100 registros.
Comentários:
(a) Errado. O tamanho máximo de uma chave primária não é limitado a 10 caracteres; pode variar conforme
o tipo de dado e a necessidade do modelo de dados.
(b) Errado. Chaves primárias não precisam ser de um tipo especial de atributo, mas devem ser únicas e não
nulas, podendo ser de qualquer tipo de dado adequado.
(c) Errado. Chaves primárias podem ser simples ou compostas, independentemente do número de
atributos na tabela; não há regra que exija que sejam compostas em tabelas com 10 ou mais atributos.
(d) Correto. Chaves primárias podem ser formadas por caracteres alfabéticos e numéricos, desde que
garantam a unicidade e não contenham valores nulos.
(e) Errado. Chaves primárias são essenciais para garantir a integridade dos dados, independentemente do
número de registros na tabela; sua ausência pode comprometer a estrutura do banco de dados.
Gabarito: Letra D
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LISTA DE QUESTÕES
1. (FGV / AgSUS - 2025) Apesar do modelo relacional de bancos de dados ter sido criado por volta
dos anos 1970 ele ainda é amplamente utilizado tanto no mercado quanto nas organizações
públicas. A respeito do modelo relacional de bancos de dados, é correto afirmar que
a) As chaves são a espinha dorsal do modelo para garantir a unicidade e estabelecer ligações entre as
tabelas.
b) Os dados são organizados em tabelas multidimensionais onde cada tabela é composta por linhas,
colunas e índices.
c) Os dados são exclusivamente armazenados em arquivos binários, semiestruturados ou não
estruturados.
d) O modelo usa chaves primárias que são atributos em uma tabela que referência a chave candidata
de outra tabela, criando uma ligação entre elas.
e) A estrutura lógica dos dados não é separada da sua estrutura física. Isso permite modificar como os
dados são armazenados sem afetar os aplicativos que os utilizam.
2. (FGV / TCE-PE - 2025) Bancos de dados são serviços que permitem armazenamento,
gerenciamento e recuperação de dados, de forma eficiente e escalável. Considerando as
características dos bancos de dados relacionais, assinale a afirmativa que descreve corretamente
esse tipo de tecnologia.
a) Implementaum tipo de banco de dados distribuído focado em dados não estruturados e em vetores
agrupados com base na similaridade.
b) Elimina a necessidade de vincular tabelas, possuindo recursos integrados de fragmentação e alta
disponibilidade que facilitam o dimensionamento horizontal.
c) Exige esquemas e vinculação de tabelas, com foco no gerenciamento de conjuntos de dados
estruturados e semiestruturados em formatos específicos, tipicamente associados a bancos de dados
transacionais.
d) Implementa pontos de dados representados por vetores com número fixo de dimensões.
e) Utiliza armazenamento de dados em estruturas de dados, como um documento JSON, sem utilizar
esquema.
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3. (FGV / SEEC-RN - 2025) A diretora de uma escola propôs a criação de um sistema digital para
armazenar e organizar os dados de matrículas, notas e frequências dos alunos. O professor
Ricardo explicou que, para isso, é necessário utilizar um banco de dados, destacando a
importância de organizar as informações em tabelas relacionadas para facilitar consultas e
atualizações. O principal benefício de utilizar um banco de dados relacionado para gerenciar as
informações de uma escola é
a) permitir que todas as informações sejam armazenadas em um único arquivo para fácil acesso.
b) criar gráficos automaticamente com base nos dados armazenados.
c) automatizar completamente a entrada de dados, eliminando erros humanos.
d) aumentar a capacidade de armazenamento do sistema escolar, independentemente do hardware
utilizado.
e) garantir que os dados sejam organizados em tabelas relacionadas, facilitando a consulta e
manutenção.
4. (FGV / DPE-RO - 2025) Restrições de integridade em bancos de dados relacionais garantem a
consistência e a validade dos dados armazenados. Essas regras são fundamentais para evitar
inconsistências e preservar a confiabilidade das informações. No contexto de restrições de
integridade em bancos de dados relacionais, o conceito de restrição de integridade
a) de entidade especifica a impossibilidade de assunção de valor de chave primária nulo.
b) de estado define o contexto de mudanças no estado de uma relação.
c) de unicidade é inerente ao contexto de chaves de busca secundárias.
d) referencial trata da coesão entre o modelo conceitual e o lógico de dados.
e) semânticas compatibilizam a definição da intenção e da extensão de uma relação.
5. (FGV / DPE-RO - 2025) Proposto há mais de cinquenta anos, o modelo relacional de banco de
dados continua sendo uma alternativa eficiente para aplicações convencionais. Um dos conceitos
básicos do modelo relacional é o de que
a) o domínio de uma relação representa o conjunto de valores atômicos ou compostos, com tipos de
dados associados.
b) o significado de um valor NULL em um atributo de uma tupla indica um valor que pode ser
interpretado como zero.
c) seu estado pode ser interpretado como uma declaração ou um tipo de asserção sobre entidades ou
relacionamentos.
d) sua sustentação baseia-se no princípio da primeira forma normal, no qual cada valor em uma tupla é
atômico.
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e) uma relação preserva o conceito de ordenação de suas tuplas, sustentada em sua chave primária.
6. (FGV / CVM - 2024) O modelo relacional representa o banco de dados como uma coleção de
relações. Considere a relação COLABORADOR apresentada a seguir, cuja chave primária é
Matricula. Na relação COLABORADOR, o(a):
a) superchave padrão é representada pelos atributos Matricula e Cpf;
b) estado de relação atual reflete a cardinalidade dos domínios e o produto cartesiano;
c) ordenação das tuplas faz parte da definição da relação sendo influenciada pela alteração da ordem
das tuplas;
d) domínio de cada atributo é um conjunto de valores atômicos, indivisível em se tratando de modelo
relacional formal;
e) restrição de integridade referencial garante que nenhum valor da chave primária será NULL.
7. (FGV / TJ-MS - 2024) Os principais sistemas de informação de uma organização armazenam seus
dados transacionais em bancos de dados relacionais que são estruturados em tabelas que se
relacionam entre si por meio da implementação de:
a) chaves;
b) índices;
c) matrizes;
d) métricas;
e) nós e arestas.
8. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a integridade referencial garante
que
a) todas as tuplas em uma tabela sejam únicas.
b) os valores em uma coluna estejam dentro de um intervalo permitido.
c) os relacionamentos entre tabelas sejam consistentes, prevenindo a criação de registros órfãos.
d) o banco de dados seja protegido contra acessos não autorizados.
e) o desempenho das consultas seja aprimorado através da criação de índices.
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9. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a prática essencial para manter a
consistência dos dados e garantir que os relacionamentos entre as tabelas sejam válidos é
a) utilizar apenas chaves primárias em todas as tabelas, incluindo as tabelas de fatos em um modelo
dimensional.
b) criar relacionamentos entre tabelas sem definir restrições ou regras de integridade.
c) estabelecer chaves estrangeiras que façam referência a chaves primárias em outras tabelas,
assegurando a validade dos dados relacionados.
d) desativar a funcionalidade de exclusão em cascata ao remover registros, mesmo que isso possa levar
a dados inconsistentes.
e) evitar a aplicação de qualquer tipo de restrição ou regra nas tabelas, permitindo máxima flexibilidade
na inserção de dados.
10. (FGV / INPE - 2024) Relativamente a Bancos de Dados Relacionais, analise os itens a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacional são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. SQL (Structured Query Language) é uma linguagem usada exclusivamente para definir a
estrutura dos dados, o que inclui a criação, alteração da estrutura e deleção de tabelas. Para
manipular dados em um banco de dados relacional (consultar, inserir, deletar e alterar registros) é
necessário utilizar outra linguagem.
V. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e III, apenas.
b) II, IV e V, apenas.
c) I, III e V, apenas.
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d) I, II e V, apenas.
e) I, III e IV, apenas.
11. (FGV / INPE - 2024) Em relação a Bancos de Dados Relacionais, analise as afirmativas a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacionais são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. A sigla ACID está relacionada à manipulação de dados em bancos de dados relacionais onde o
“I” da sigla refere-se à inserção (Insert) de registros em uma tabela e o “D” à deleção (Delete) de
registros em uma tabela.
V. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e IV, apenas.
b) I, III e V, apenas.
c) III, IV e V, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II e V, apenas.
12. (FGV / TJ-SE - 2023) No contexto de administração de banco de dados relacional, para melhorar o
desempenho das consultas aos dados, é uma prática recomendada:
a) dividir as tabelas em várias partições menores para distribuir os dados;
b) remover todos os índices da tabela para reduzir a sobrecarga de acesso;
c) desnormalizar todas as tabelas para reduzir o número de relacionamentos;
d) adicionar índices adequados às colunas usadas em condições de filtro e junções;
e) aumentar o número de colunas em cada tabela para evitar a necessidade de junções.
13. (FGV / TJ-SE - 2023) O administrador de banco de dados do TJSE deverá projetar um banco de
dados relacional para armazenar dados, oriundos do novo sistema de gestão de processos. O
banco de dados armazenará dados sobre processos, autor, advogado, ocorrência, tipo da ação,
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==2f4e8==
município, situação, dentre outros. Para atender esses requisitos, o administrador deverá criar um
banco de dados:
a) com uma única tabela para armazenar todos os dados;
b) separado para cada tabela, distribuindo os dados entre os bancos de dados;
c) com um esquema lógico das tabelas relacionadas, sem definir as chaves estrangeiras;
d) com todas as tabelas desnormalizadas para reduzir a redundância de dados;
e) com um esquema lógico das tabelas relacionadas, mantendo a integridade referencial.
14. (FGV / DPE-RS - 2023) Na fase de projeto de um banco de dados relacional, é comum que seja
construído um modelo E-R, pois isso permite uma compreensão lógica das entidades envolvidas e
suas respectivas propriedades. Uma das vantagens desses modelos é a identificação imediata da
lista de:
a) chaves estrangeiras a serem estabelecidas;
b) índices auxiliares para as eventuais buscas;
c) permissões de acesso a serem concedidas;
d) triggers a serem implementados;
e) tipos de dados adequados a cada um dos atributos.
15. (FGV / SEFAZ-BA - 2022) Considerando as restrições do modelo de dados relacionais e os
esquemas de bancos de dados relacionais, aquelas que não podem ser expressas diretamente nos
modelos de dados e, portanto, devem ser expressas e impostas pelos programas de aplicação,
denominam-se restrições
a) inerentes.
b) explicitas.
c) de atributo.
d) semânticas;
e) de domínio.
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GABARITO
1. LETRA A
2. LETRA C
3. LETRA E
4. LETRA A
5. LETRA D
6. LETRA D
7. LETRA A
8. LETRA C
9. LETRA C
10. LETRA D
11. LETRA E
12. LETRA D
13. LETRA E
14. LETRA A
15. LETRA D
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LISTA DE QUESTÕES
1. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) A respeito de banco de dados, julgue o próximo item.
As tuplas em uma relação são identificadas por meio da chave primária.
2. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Uma chave estrangeira (foreign key) de um banco de dados
relacional
a) representa um ou mais campos que, embora possam ser utilizados como chave primária, não foram
escolhidos como tal.
b) é uma chave que combina dois ou mais campos para formar um identificador único para registros
dentro da mesma tabela.
c) é uma chave especial usada apenas em tabelas temporárias com vistas à melhoria da performance
das consultas.
d) é um campo ou conjunto de campos que, em uma tabela, corresponde à primary key em outra
tabela, e visa garantir a integridade referencial.
e) garante que cada registro em uma tabela tenha um identificador único, de forma que não haja
valores nulos ou duplicados.
3. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Em bancos de dados relacionais, uma view
a) impede a filtragem e a agregação de dados provenientes das tabelas-base.
b) é um objeto que redefine a estrutura física das tabelas-base, alterando o modo como os dados são
armazenados em disco.
c) pode ser utilizada para restrição de acesso a determinadas colunas de tabelas, funcionando como um
mecanismo de segurança adicional no banco de dados.
d) armazena fisicamente os dados em disco, duplicando todas as informações das tabelas originais.
e) define regras de integridade referencial automaticamente para todas as tabelas-base incluídas.
4. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Considerando as características e funções de uma tabela em um
banco de dados relacional, assinale a opção correta.
a) Uma tabela deve ser indexada automaticamente para todas as consultas, a fim de se garantir
performance sem necessidade de intervenção do administrador do banco de dados.
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b) Para existir no banco de dados relacional, uma tabela deve possuir no mínimo duas colunas, sendo
uma delas definida como chave primária e a outra como chave candidata.
c) As tabelas são equivalentes a arquivos físicos de armazenamento, sendo independentes de
abstrações lógicas.
d) Em um banco de dados relacional, a tabela, formada por tuplas e atributos, é a materialização de
uma relação, em que a ordem das linhas é irrelevante, mas a ordem das colunas deve ser preservada.
e) Todos os atributos de uma tabela devem ser numéricos para que seja possível garantir a consistência
matemática do modelo relacional.
5. (CEBRASPE / SEFAZ-SE - 2025) Os bancos de dados relacionais
a) têm estrutura lógica, com dados organizados em tabelas interligadas por chaves primárias e
estrangeiras, e suporte à integridade referencial definida no próprio sistemagerenciador de banco de
dados (SGBD).
b) mantêm todos os registros em estruturas hierárquicas que exigem navegação física entre os níveis
para que as informações sejam recuperadas.
c) garantem a integridade e a consistência dos dados por meio de controle realizado apenas na
aplicação cliente, e não no próprio banco.
d) não permitem que operações de junção (JOIN) sejam utilizadas para relacionar dados, pois cada
tabela deve ser consultada de forma isolada.
e) dependem de armazenamento exclusivamente local, não podendo ser implementados em ambientes
distribuídos ou na nuvem.
6. (CEBRASPE / UNB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
Em um banco de dados, uma chave primária identifica mais de uma tupla dentro de uma relação.
7. (CEBRASPE / SEFAZ-RJ - 2025) O modelo relacional de bancos de dados é caracterizado por
a) implementar estruturas multidimensionais para análises de dados.
b) armazenar dados em formato JSON com estruturas hierárquicas.
c) armazenar dados como pares de chave-valor sem estrutura definida.
d) organizar dados em tabelas bidimensionais compostas por linhas e colunas.
e) utilizar grafos para representar entidades e seus relacionamentos.
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8. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o item a seguir, a respeito dos conceitos de dado, informação,
conhecimento e inteligência.
O modelo relacional de dados é organizado em uma estrutura em árvore, na qual cada registro tem
uma única raiz (“pai”) e pode ter várias ramificações (“filhos”).
9. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
No banco de dados relacional, uma view é uma estrutura disponibilizada pelo SGBD para armazenar
tabelas e permitir acesso conforme as regras implementadas para o seu acesso.
10. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a bancos de dados relacionais.
Em arquivo de registros ordenado sequencialmente, a chave de busca do índice de agrupamento
(clustering index) também define a ordem sequencial do arquivo.
11. (CEBRASPE / BANRISUL - 2025) Os três principais elementos de um banco de dados relacional são
a) tabelas, colunas e linhas.
b) tabelas, índices e colunas.
c) colunas, índices e views.
d) colunas, linhas e índices.
e) índices, tabelas e linhas.
12. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Acerca de banco de dados, julgue o item seguinte. Nesse sentido,
considere que a sigla NoSQL, sempre que empregada, se refere a bancos de dados não
relacionais.
As chaves estrangeiras, no contexto de banco de dados relacional, garantem a integridade referencial
entre as tabelas que armazenam informações.
13. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Acerca de banco de dados, julgue o item seguinte. Nesse sentido,
considere que a sigla NoSQL, sempre que empregada, se refere a bancos de dados não
relacionais.
Em um banco de dados relacional, a criação de índices compostos em colunas frequentemente
utilizadas em filtros de consulta não melhora o desempenho da busca, pois não evita a necessidade de
leitura sequencial da tabela.
14. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Em relação à base de dados, julgue o próximo item.
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Nos bancos de dados relacionais, uma relação N:N entre duas tabelas resulta na criação de uma terceira
tabela, para armazenar essa relação.
15. (CEBRASPE / ANM - 2025) Julgue o próximo item, relativo à aquisição de dados.
Bancos de dados relacionais são compostos de tabelas, unidas mediante valores comuns de
linha/coluna, ou chaves, sendo cada classe geográfica (camada) armazenada como uma tabela.
16. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No projeto de um banco de dados relacional, os primeiros
atributos das entidades listadas a seguir são as chaves primárias dessas entidades.
servidor (id_servidor, nome, cpf, data_nascimento, endereco, telefone, email, data_admissao, cargo,
salario);
dependente (id_dependente, nome, data_nascimento, cpf, grau_parentesco);
produto (id_produto, tipo_produto, nome_produto, descricao, valor_mensal, cobertura).
O atributo tipo_produto pode assumir valores iguais a Plano Previdenciário, Plano de Saúde e
Plano Odontológico, por exemplo. Um servidor pode, ainda, contratar um mesmo produto
diversas vezes. Um contrato (referente à entidade contrato) deve ter como atributos comuns os
seguintes: data_inicio, data_fim (pode ser nula, se estiver ativo) e status (valores: ativo, inativo).
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o próximo item.
A chave primária da tabela contrato deve ser uma chave primária composta pelo id_servidor e o
id_produto, sendo também os dois atributos chaves estrangeiras referenciando, respectivamente, a
tabela servidor e a tabela produto.
17. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No projeto de um banco de dados relacional, os primeiros
atributos das entidades listadas a seguir são as chaves primárias dessas entidades.
servidor (id_servidor, nome, cpf, data_nascimento, endereco, telefone, email, data_admissao, cargo,
salario);
dependente (id_dependente, nome, data_nascimento, cpf, grau_parentesco);
produto (id_produto, tipo_produto, nome_produto, descricao, valor_mensal, cobertura).
O atributo tipo_produto pode assumir valores iguais a Plano Previdenciário, Plano de Saúde e
Plano Odontológico, por exemplo. Um servidor pode, ainda, contratar um mesmo produto
diversas vezes. Um contrato (referente à entidade contrato) deve ter como atributos comuns os
seguintes: data_inicio, data_fim (pode ser nula, se estiver ativo) e status (valores: ativo, inativo).
A partir da situação hipotética apresentada, julgue o próximo item.
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O armazenamento dos pagamentos das parcelas dos contratos requer a criação de uma tabela com
uma chave estrangeira referenciando a tabela contrato, permitindo a associação de cada pagamento a
um contrato específico, devido às características do modelo relacional.
18. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No que se refere ao modelo de dados relacional, julgue o
próximo item.
Considere que as tabelas beneficio e segurado a seguir refiram-se a um banco de dados de previdência
social. Sabendo-se que a coluna segurado_id na tabela beneficio é uma chave estrangeira
referenciando a coluna segurado_id na tabela segurado, é correto inferir que a integridade referencial é
mantida nesse caso.
19. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) No que se refere ao modelo de dados relacional, julgue o
próximo item.
Uma chave primária é um atributo cujo valor deve ser distinto em qualquer instância da relação. Essa
restrição, além de fundamental para o funcionamento do banco de dados no modelo relacional, exige
que a chave seja formada por um único campo, preferencialmente numérico por questões de
desempenho.
20. (CEBRASPE / FUNPRESP-EXE - 2025) A respeito de banco de dados, julgue o próximo item.
Emum banco de dados relacional, cada linha na tabela é um registro com um identificador, cada coluna
da tabela representa um atributo dos dados e cada registro, geralmente, tem um valor para cada
atributo.
21. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
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A tabela matricula é uma entidade associativa que resolve um relacionamento N implícito entre
estudante e curso, representando cada matricula como uma combinação única das chaves estrangeiras
id_estudante e id_curso.
22. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
A entidade matricula não necessita de chave primária composta, pois cada matricula pode ser
identificada apenas pelo id_estudante.
23. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) A respeito do modelo ilustrado na figura precedente, julgue
o próximo item.
O relacionamento entre as entidades estudante e matricula pode ser modelado sem chave estrangeira,
já que a entidade matricula contém os dados necessários para identificar uma entidade estudante.
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24. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) No que se refere à modelagem de banco de dados
relacional, julgue o item seguinte.
A relação muitos-para-muitos pode ser representada diretamente entre duas tabelas sem a necessidade
de tabelas intermediárias.
25. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) Julgue o item que se segue, referente a visões em bancos
de dados relacionais.
Uma view é baseada em um tipo de consulta executada em uma ou mais tabelas em um banco
relacional; normalmente é um tipo de consulta complexa e utilizada com frequência.
26. (CEBRASPE / TRF - 6ª REGIÃO - 2025) Julgue o item que se segue, referente a visões em bancos
de dados relacionais.
Uma view dinâmica é atualizada quando objetos relacionados ou objetos estendidos são criados ou
alterados; essa atualização é manual por rotina específica do banco de dados.
27. (CEBRASPE / PC-DF - 2025) Julgue o seguinte item, relativo a banco de dados.
Uma chave primária garante que um valor que aparece em uma relação para determinado conjunto de
atributos também apareça para determinado conjunto de atributos em outra relação.
28. (CEBRASPE / EMBRAPA - 2025) Julgue o item seguinte, a respeito das estruturas de dados e de
bancos de dados e da análise de dados.
No modelo relacional, os dados são organizados no banco em uma estrutura hierárquica, onde cada
registro possui um único registro pai, o que facilita a navegação em árvores de dados.
29. (CEBRASPE / FUB - 2025) Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de
dados.
No modelo relacional de dados, uma relação entre n valores é representada matematicamente por um
n-tupla de valores.
30. (CEBRASPE / BANRISUL - 2025) No modelo relacional de banco de dados, diferentes tipos de
chaves são utilizados para garantir a integridade e a unicidade das tuplas nas tabelas. Nesse
modelo, superchave é
a) o único atributo obrigatório em toda tabela relacional, o qual não pode conter valores nulos.
b) uma chave externa que referencia a chave primária de outra tabela, estabelecendo integridade
referencial.
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c) qualquer conjunto de atributos que identifica unicamente uma tupla em uma relação.
d) uma chave alternativa que, embora única, não foi escolhida como a chave primária.
e) uma chave composta por dois ou mais atributos obrigatoriamente extraídos de tabelas diferentes.
31. (CESGRANRIO / BANESE - 2025) No modelo de dados relacional, as tuplas (ou linhas) em uma
relação (ou tabela) não possuem ordem definida; entretanto, os atributos (ou colunas) possuem
uma ordem arbitrária determinada por seu esquema. Nesse modelo, a característica descrita
a) implica que a reordenação das colunas não altera o significado dos dados em uma relação.
b) permite que a posição dos atributos defina a ordenação das tuplas na tabela.
c) torna obrigatória a especificação da ordem dos atributos em qualquer expressão de consulta
relacional.
d) resulta em uma ordenação das tuplas no resultado de uma consulta relacional, de acordo com a
posição dos atributos.
e) significa que a ordem dos atributos, além de arbitrária, também é aleatória.
32. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) O modelo relacional de dados é amplamente utilizado em bancos
de dados. A organização de dados em tabelas (relações), com suas respectivas linhas (tuplas) e
colunas (atributos), é de fácil compreensão. Os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados
Relacionais (SGBDR) tornam possível persistir dados em tabelas com qualidade e recuperar esses
mesmos dados de forma rápida e eficiente. Segundo o modelo relacional de dados, uma tabela
pode ter
a) chaves estrangeiras que admitem valor nulo.
b) linhas idênticas (repetidas) em seu conteúdo.
c) um ou mais valores de tipos diferentes em um único atributo.
d) uma chave primária que admite valor nulo.
e) uma ou mais colunas de mesmo nome, porém de tipos distintos.
33. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) Os bancos de dados relacionais permitem a modelagem e a
persistência de dados estruturados. Uma característica de tais bancos de dados é que eles
possuem metadados. Considere que um banco de dados possui uma tabela relacional chamada
PRODUTO e que essa tabela possui atributos, tais como a identificação do produto, o nome do
produto e o seu valor de venda. Nesse cenário, os metadados relativos à tabela PRODUTO são
utilizados pelo seu respectivo Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacionais (SGBDR) para
a) alertar para existência de produtos não cadastrados na tabela PRODUTO.
b) conectar a tabela PRODUTO às redes sociais.
c) garantir a integridade dos dados persistidos na tabela PRODUTO.
d) identificar quais produtos estão em falta no estoque.
e) registrar a meta de venda de cada produto existente na tabela PRODUTO.
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34. (CESGRANRIO / Banco da Amazônia - 2024) Em uma tabela definida e organizada segundo o
Modelo Relacional de Dados podem ser definidas várias chaves. A respeito dessas chaves,
verifica-se que
a) a ausência de valor em uma chave estrangeira é sempre indicada por um número negativo.
b) uma tabela pode ter, no máximo, três chaves primárias.
c) uma chave primária pode ser, ao mesmo tempo, uma chave estrangeira.
d) uma chave primária não pode ser composta por mais de dois atributos.
e) uma chave primária do tipo data pode ser apontada por chave estrangeira do tipo número.
35. (CESGRANRIO / Caixa - 2024)O Modelo Relacional de Dados utiliza conceitos como tabelas,
atributos, linhas, chave primária e chave estrangeira. Em particular, nesse modelo, todo atributo
de tabela possui um domínio que define
a) se o atributo faz parte de uma chave primária.
b) que todo valor que o atributo venha a possuir é valor de uma chave primária em outra tabela.
c) qual é a área do conhecimento à qual o atributo se refere.
d) qual é o conjunto de possíveis valores para o atributo.
e) todos os tipos de dados que o atributo possa vir a suportar.
36. (CESGRANRIO / BNDES - 2024) Considere que uma tabela, definida segundo o modelo relacional
de dados, possui dados de pessoas físicas (chave primária: CPF). PESSOA (CPF, nome, data-
nascimento, email) O atributo RG (número do Registro Geral, principal documento de
identificação de pessoas físicas no Brasil) precisa ser adicionado a essa tabela. Diante disso, uma
vez adicionado o atributo RG, verifica-se que
a) a chave primária da tabela passa a ser composta por CPF e RG.
b) a tabela passará a ter duas chaves primárias.
c) o atributo CPF continuará a ser a chave primária.
d) o atributo RG precisa ser necessariamente definido como chave estrangeira.
e) os domínios dos atributos CPF e RG precisam ser compatibilizados.
37. (CESGRANRIO / Banco do Brasil - 2023) Um banco de dados (BD) persiste dados de forma
organizada e controlada. Em adição, um BD deve prover recursos para permitir que consultas que
necessitem de velocidade (baixo tempo de resposta) no acesso aos dados possam ter um bom
desempenho. Um dos recursos que um profissional de tecnologia da informação tem à disposição
para configurar um BD, de modo a melhorar o desempenho de consultas selecionadas, é a criação
de
a) regras de integridade
b) visões não materializadas
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c) índices
d) sequências
e) gatilhos
38. (CESGRANRIO / Banco da Amazônia - 2022) No banco de dados de um banco comercial, há uma
tabela TRANSFERENCIA onde são registrados a data, a hora, o minuto e o segundo da
transferência, além do valor transferido entre duas contas-correntes desse banco. Essa tabela tem,
adicionalmente, duas chaves estrangeiras (FKs) que apontam para a tabela CONTA-CORRENTE.
Considere que há, no máximo, uma transferência por segundo entre duas contas-correntes. A
chave primária (PK) da tabela TRANSFERENCIA (data, hora, minuto, segundo, valor, conta-origem,
conta-destino) deve ser formada exatamente
a) pelas duas FKs
b) por todos os atributos
c) pelas duas FKs e a data
d) pela data, hora e minuto
e) por todos os atributos exceto o valor
39. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Atenção: Para responder à questão utilize as informações abaixo.
Considere as seguintes tabelas relacionais e seus respectivos campos:
Tabela1: CPF-Contribuinte, Nome-Contribuinte, Idade-Contribuinte
Tabela2: CNPJ-Contribuinte, RazaoSocial, UF, CPF-Contribuinte
CPF-Contribuinte e CNPJ-Contribuinte são definidos como Primary-Key, Unique.
Com base nessas informações, é correto afirmar:
a) A Tabela1 não seria uma entidade no Modelo Entidade-Relacionamento porque o CPF-Contribuinte
está em duas tabelas.
b) Ambas as tabelas se relacionam em cardinalidade n:m.
c) A Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade 1:n.
d) A Tabela2 e a Tabela1 podem ser unificadas em uma única tabela relacional normalizada.
e) A Tabela1 se relaciona com a Tabela2 na ordem de cardinalidade n:1.
40. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Atenção: Para responder à questão utilize as informações abaixo.
Considere as seguintes tabelas relacionais e seus respectivos campos:
Tabela1: CPF-Contribuinte, Nome-Contribuinte, Idade-Contribuinte
Tabela2: CNPJ-Contribuinte, RazaoSocial, UF, CPF-Contribuinte
CPF-Contribuinte e CNPJ-Contribuinte são definidos como Primary-Key, Unique.
O campo
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a) CNPJ-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela1.
b) CPF-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela2.
c) CPF-Contribuinte não é considerado chave estrangeira na Tabela2 porque é Unique na Tabela1.
d) CPF-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela1.
e) CNPJ-Contribuinte é considerado chave estrangeira na Tabela2.
41. (FCC / SEFAZ-AP - 2022) Considere que durante a modelagem de um banco de dados relacional
observou-se a existência de duas entidades, Produto e Venda, que se relacionam com
cardinalidade muitos-para-muitos, uma vez que em uma venda pode haver vários produtos e um
determinado produto pode estar qualificado em várias vendas (no caso, unidades diferentes do
mesmo produto). Como os sistemas gerenciadores de banco de dados relacionais existentes não
implementam relacionamento muitos-para-muitos, para criar as tabelas referentes às entidades
no banco de dados será necessário
a) estabelecer uma relação de herança, onde a tabela Venda herdará os atributos da tabela Produto.
b) criar uma tabela filha para Produto e uma para Venda e relacionar estas tabelas filhas com
cardinalidade um-para-muitos.
c) que a chave primária da tabela Venda apareça como chave estrangeira na tabela Produto e que a
chave primária da tabela Produto apareça como chave estrangeira na tabela Venda.
d) criar uma tabela de ligação entre Produto e Venda, onde o relacionamento muitos-para-muitos será
dividido em dois relacionamentos um-para-um.
e) criar uma tabela associativa, onde o relacionamento muitos-para-muitos será desmembrado em dois
relacionamentos do tipo um-para-muitos.
42. (FCC / SANASA Campinas - 2019) Considere os exemplos e a definição a seguir relativos ao
modelo relacional de banco de dados. O “;” separa os diferentes exemplos.
I. Estabelece que nenhum valor de chave primária pode ser null. Isso porque o valor da chave
primária é usado para identificar as tuplas individuais em uma relação. Ter valores null para a
chave primária implica não ser possível identificar alguma tupla.
II. ANÁLISE (ColiformesTotais, CorAparente, Turbidez, PH, Flúor, CloroResidualTotal).
III. Fone_Brasil: números de telefone válidos no Brasil, com 13 dígitos; Fone_local_EUA: números
de telefone de 7 dígitos, válidos para um código de área nos Estados Unidos; Estações: cadeias
de caracteres que representam os nomes de estações de tratamento de água da SANASA.
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Os itens I, II e III correspondem, correta e respectivamente, à restrição de integridade
a) de entidade − relação ANÁLISE com 6 atributos − domínios
b) de entidade − fato ou uma instância em particular da asserção − atributos
c) referencial − tupla − tipos de dados ou formatos
d) de PK − fato ou uma instância em particular da asserção − domínios
e) referencial − relação ANÁLISE com 6 atributos − tipos de dados ou formatos
43. (FCC / Prefeitura de Manaus - AM - 2019) Tendo recebido a atribuição de efetuar a modelagem de
dados relacional, um técnico ao especificar os atributosde um conjunto de entidades deve
atentar que
a) se um atributo do tipo simples for do tipo literal, irá ocupar até 2 bytes de armazenamento.
b) um atributo do tipo derivado pode ser calculado a partir dos valores dos demais atributos desse
conjunto de entidades.
c) um atributo do tipo composto ocupa o espaço de armazenamento equivalente a 4 bytes.
d) um atributo do tipo múltiplos valores pode assumir até dois tipos de dados, por exemplo, booleano e
inteiro, simultaneamente.
e) um atributo do tipo valor único tem o mesmo valor para todas as entidades do conjunto de
entidades.
44. (FCC / TST - 2017) O modelo relacional é um modelo formal, baseado na teoria matemática das
relações, que representa os dados no banco de dados em uma coleção de tabelas relacionadas.
Utiliza o conceito de
a) herança, ou referência a objetos do tipo tabela, de forma semelhante ao que ocorre com as classes
em modelos orientados a objetos.
b) tuplas, que lidam com qualquer estrutura de dados existente em aplicações criadas em linguagens
de programação orientadas a objetos.
c) colunas (ou campos), podendo conter valores inteiros, reais, literais e de referência, não estando
limitadas quanto aos tipos de dados.
d) stored procedures, que são estruturas semelhantes aos métodos dos modelos orientados a objetos,
porém, os procedures não são limitados como os métodos.
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e) integridade referencial, onde o conteúdo de um campo chave estrangeira de uma relação precisa
coincidir com um valor que esteja contido no campo que é chave primária na sua tabela pai.
45. (FCC / DPE-RS - 2017) O modelo relacional em banco de dados comporta o conceito de chaves
primárias e de chaves candidatas, ambas incluindo a propriedade da unidade. Supondo K um
conjunto de atributos da tabela T, K terá a propriedade da unicidade se
a) o número de atributos que compõem K for igual a 1.
b) comportar apenas 1 índice em seus atributos.
c) houver apenas 1 atributo do tipo numérico em K.
d) não houver duas tuplas de T com o mesmo valor para K.
e) todos os atributos de K tiverem a mesma limitação em seus números de caracteres.
46. (FCC / TRE-PR - 2017) Considere hipoteticamente que em um Tribunal cada Juiz conta com a
ajuda de vários Assistentes, de acordo com o volume de processos que precisa analisar e julgar.
Cada Assistente, por sua vez, auxilia vários Juízes, de acordo com a demanda de trabalho. Se Juiz
e Assistente forem entidades de um modelo de dados relacional, a cardinalidade entre elas será
n:m. Na criação das tabelas a partir do modelo,
a) a chave primária da tabela Juiz será chave estrangeira na tabela Assistente e a chave primária da
tabela Assistente será chave estrangeira na tabela Juiz.
b) será necessário criar uma tabela de ligação entre Juiz e Assistente e o relacionamento n:m dará lugar
a dois relacionamentos 1:n.
c) será estabelecido um relacionamento bidirecional entre as tabelas Juiz e Assistente, com
cardinalidade 1:1.
d) para que a relação n:m seja mantida, as chaves primárias das tabelas Juiz e Assistente deverão ser
compostas pelo Id do Juiz e pelo Id do Assistente.
e) será necessário criar uma tabela de ligação entre Juiz e Assistente, gerando assim dois
relacionamentos 1:1.
47. (FCC / CREMESP - 2016) Analisando o modelo, é correto afirmar que
a) Medicamento e Consulta_Medicamento estabelecem um relacionamento 1:n não identificado (non-
identifying).
b) Um paciente não pode fazer mais que uma consulta com o mesmo médico na mesma data.
c) Medico e Consulta estabelecem um relacionamento 1:n não identificado (non-identifying).
d) Em toda consulta será obrigatória a prescrição de pelo menos um medicamento.
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e) Se fosse incluído um atributo para indicar a dosagem de medicamento que o paciente consultado
deverá tomar, esse atributo deveria ser colocado na entidade Medicamento.
48. (FCC / TRF - 4ª REGIÃO - 2014) O modelo relacional é hoje o principal modelo de dados para
aplicações comerciais de processamento de dados. Com relação aos fundamentos do modelo
relacional,
a) uma chave primária é um conjunto de atributos em uma relação referenciadora, tal que para cada
tupla na relação referenciadora, os valores dos atributos da chave primária precisam estar presentes
como valor de chave candidata de uma tupla na relação referenciada.
b) a álgebra relacional oferece um conjunto de operações que pegam uma ou mais relações como
entrada e retornam uma ou mais relações como saída. Linguagens de consulta práticas, como SQL, são
baseadas na álgebra relacional, e não acrescentam muitos recursos sintáticos úteis.
c) trata-se de um modelo baseado em uma coleção de tabelas. O usuário do sistema de banco de
dados pode executar diversas operações nas tabelas e tuplas, exceto fazer consultas e subconsultas.
d) o esquema de uma relação refere-se ao projeto lógico, enquanto uma instância da relação refere-se
ao seu conteúdo em um ponto do tempo. Ambos são definidos de modo semelhante.
e) uma superchave é um atributo único cujo valor garantidamente identifica as tuplas na relação de
forma exclusiva. Uma chave candidata é o atributo que será escolhido como chave primária.
49. (FGV / AgSUS - 2025) Apesar do modelo relacional de bancos de dados ter sido criado por volta
dos anos 1970 ele ainda é amplamente utilizado tanto no mercado quanto nas organizações
públicas. A respeito do modelo relacional de bancos de dados, é correto afirmar que
a) As chaves são a espinha dorsal do modelo para garantir a unicidade e estabelecer ligações entre as
tabelas.
b) Os dados são organizados em tabelas multidimensionais onde cada tabela é composta por linhas,
colunas e índices.
c) Os dados são exclusivamente armazenados em arquivos binários, semiestruturados ou não
estruturados.
d) O modelo usa chaves primárias que são atributos em uma tabela que referência a chave candidata
de outra tabela, criando uma ligação entre elas.
e) A estrutura lógica dos dados não é separada da sua estrutura física. Isso permite modificar como os
dados são armazenados sem afetar os aplicativos que os utilizam.
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50. (FGV / TCE-PE - 2025) Bancos de dados são serviços que permitem armazenamento,
gerenciamento e recuperação de dados, de forma eficiente e escalável. Considerando as
características dos bancos de dados relacionais, assinale a afirmativa que descreve corretamente
esse tipo de tecnologia.
a) Implementa um tipo de banco de dados distribuído focado em dados não estruturados e em vetores
agrupados com base na similaridade.
b) Elimina a necessidade de vincular tabelas, possuindo recursos integrados de fragmentação e alta
disponibilidade que facilitam o dimensionamento horizontal.
c) Exige esquemas e vinculação de tabelas, com foco no gerenciamento de conjuntos de dados
estruturados e semiestruturadosem formatos específicos, tipicamente associados a bancos de dados
transacionais.
d) Implementa pontos de dados representados por vetores com número fixo de dimensões.
e) Utiliza armazenamento de dados em estruturas de dados, como um documento JSON, sem utilizar
esquema.
51. (FGV / SEEC-RN - 2025) A diretora de uma escola propôs a criação de um sistema digital para
armazenar e organizar os dados de matrículas, notas e frequências dos alunos. O professor
Ricardo explicou que, para isso, é necessário utilizar um banco de dados, destacando a
importância de organizar as informações em tabelas relacionadas para facilitar consultas e
atualizações. O principal benefício de utilizar um banco de dados relacionado para gerenciar as
informações de uma escola é
a) permitir que todas as informações sejam armazenadas em um único arquivo para fácil acesso.
b) criar gráficos automaticamente com base nos dados armazenados.
c) automatizar completamente a entrada de dados, eliminando erros humanos.
d) aumentar a capacidade de armazenamento do sistema escolar, independentemente do hardware
utilizado.
e) garantir que os dados sejam organizados em tabelas relacionadas, facilitando a consulta e
manutenção.
52. (FGV / DPE-RO - 2025) Restrições de integridade em bancos de dados relacionais garantem a
consistência e a validade dos dados armazenados. Essas regras são fundamentais para evitar
inconsistências e preservar a confiabilidade das informações. No contexto de restrições de
integridade em bancos de dados relacionais, o conceito de restrição de integridade
a) de entidade especifica a impossibilidade de assunção de valor de chave primária nulo.
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b) de estado define o contexto de mudanças no estado de uma relação.
c) de unicidade é inerente ao contexto de chaves de busca secundárias.
d) referencial trata da coesão entre o modelo conceitual e o lógico de dados.
e) semânticas compatibilizam a definição da intenção e da extensão de uma relação.
53. (FGV / DPE-RO - 2025) Proposto há mais de cinquenta anos, o modelo relacional de banco de
dados continua sendo uma alternativa eficiente para aplicações convencionais. Um dos conceitos
básicos do modelo relacional é o de que
a) o domínio de uma relação representa o conjunto de valores atômicos ou compostos, com tipos de
dados associados.
b) o significado de um valor NULL em um atributo de uma tupla indica um valor que pode ser
interpretado como zero.
c) seu estado pode ser interpretado como uma declaração ou um tipo de asserção sobre entidades ou
relacionamentos.
d) sua sustentação baseia-se no princípio da primeira forma normal, no qual cada valor em uma tupla é
atômico.
e) uma relação preserva o conceito de ordenação de suas tuplas, sustentada em sua chave primária.
54. (FGV / CVM - 2024) O modelo relacional representa o banco de dados como uma coleção de
relações. Considere a relação COLABORADOR apresentada a seguir, cuja chave primária é
Matricula. Na relação COLABORADOR, o(a):
a) superchave padrão é representada pelos atributos Matricula e Cpf;
b) estado de relação atual reflete a cardinalidade dos domínios e o produto cartesiano;
c) ordenação das tuplas faz parte da definição da relação sendo influenciada pela alteração da ordem
das tuplas;
d) domínio de cada atributo é um conjunto de valores atômicos, indivisível em se tratando de modelo
relacional formal;
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e) restrição de integridade referencial garante que nenhum valor da chave primária será NULL.
55. (FGV / TJ-MS - 2024) Os principais sistemas de informação de uma organização armazenam seus
dados transacionais em bancos de dados relacionais que são estruturados em tabelas que se
relacionam entre si por meio da implementação de:
a) chaves;
b) índices;
c) matrizes;
d) métricas;
e) nós e arestas.
56. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a integridade referencial garante
que
a) todas as tuplas em uma tabela sejam únicas.
b) os valores em uma coluna estejam dentro de um intervalo permitido.
c) os relacionamentos entre tabelas sejam consistentes, prevenindo a criação de registros órfãos.
d) o banco de dados seja protegido contra acessos não autorizados.
e) o desempenho das consultas seja aprimorado através da criação de índices.
57. (FGV / DATAPREV - 2024) Em um banco de dados relacional, a prática essencial para manter a
consistência dos dados e garantir que os relacionamentos entre as tabelas sejam válidos é
a) utilizar apenas chaves primárias em todas as tabelas, incluindo as tabelas de fatos em um modelo
dimensional.
b) criar relacionamentos entre tabelas sem definir restrições ou regras de integridade.
c) estabelecer chaves estrangeiras que façam referência a chaves primárias em outras tabelas,
assegurando a validade dos dados relacionados.
d) desativar a funcionalidade de exclusão em cascata ao remover registros, mesmo que isso possa levar
a dados inconsistentes.
e) evitar a aplicação de qualquer tipo de restrição ou regra nas tabelas, permitindo máxima flexibilidade
na inserção de dados.
58. (FGV / INPE - 2024) Relativamente a Bancos de Dados Relacionais, analise os itens a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
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II. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacional são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentos um-para-um entre
tabelas.
IV. SQL (Structured Query Language) é uma linguagem usada exclusivamente para definir a
estrutura dos dados, o que inclui a criação, alteração da estrutura e deleção de tabelas. Para
manipular dados em um banco de dados relacional (consultar, inserir, deletar e alterar registros) é
necessário utilizar outra linguagem.
V. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
Está correto o que se afirma em
a) I, II e III, apenas.
b) II, IV e V, apenas.
c) I, III e V, apenas.
d) I, II e V, apenas.
e) I, III e IV, apenas.
59. (FGV / INPE - 2024) Em relação a Bancos de Dados Relacionais, analise as afirmativas a seguir.
I. As tabelas são os componentes fundamentais de um banco de dados relacional e são usadas
para organizar e armazenar dados de forma estruturada.
II. A chave primária é uma coluna (ou conjunto de colunas) com valor único para cada linha de
uma tabela e é usada para identificar registros de forma única.
III. Os relacionamentos em um banco de dados relacionais são conexões lógicas entre diferentes
tabelas que permitem combinar dados e estão restritos a relacionamentosum-para-um entre
tabelas.
IV. A sigla ACID está relacionada à manipulação de dados em bancos de dados relacionais onde o
“I” da sigla refere-se à inserção (Insert) de registros em uma tabela e o “D” à deleção (Delete) de
registros em uma tabela.
V. As tabelas podem estar relacionadas entre si por meio de chaves estrangeiras.
Está correto o que se afirma em
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a) I, II e IV, apenas.
b) I, III e V, apenas.
c) III, IV e V, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II e V, apenas.
60. (FUNDATEC / BRDE - 2025) Para garantir a integridade dos dados de um sistema de comércio
eletrônico, é essencial que toda categoria_id inserida na tabela Produtos exista previamente na
tabela Categorias. Qual mecanismo de integridade referencial, nativo dos SGBDs relacionais,
deve ser implementado para fazer essa validação automaticamente, evitando a existência de
“órfãos” na tabela Produtos?
a) Check Constraint.
b) Stored Procedure.
c) Foreign Key.
d) Unique Index.
e) Default Value.
61. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Uma empresa de e-commerce precisa organizar suas informações
de clientes, pedidos e produtos de forma estruturada, garantindo consultas rápidas e eficientes.
Para isso, os desenvolvedores avaliam diferentes modelos de bancos de dados e identificam que
o modelo relacional pode facilitar a organização e a manipulação dos dados. Qual é a principal
vantagem do modelo relacional?
a) Maior velocidade de processamento em comparação com outros modelos.
b) Simplicidade na representação de dados e uso de tabelas para organizar informações.
c) Suporte exclusivo para grandes volumes de dados.
d) Compatibilidade com sistemas operacionais específicos.
e) Capacidade de armazenar dados não estruturados de forma eficiente.
62. (FUNDATEC / PROCERGS - 2025) Sobre restrições de integridade em bancos de dados relacionais,
assinale a alternativa correta.
a) Restrições de integridade só podem ser aplicadas no nível físico (storage), não no nível lógico do
SGBD.
b) A integridade de entidade exige que nenhuma chave primária possua valor nulo.
c) A integridade referencial permite que uma chave estrangeira em um registro assuma qualquer valor,
mesmo que não corresponda a uma chave primária existente na tabela referenciada.
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d) Restrições de integridade, uma vez declaradas, podem ser ignoradas pelo SGBD em favor da
performance.
e) A integridade de domínio impede apenas a inserção de valores duplicados, não controlando tipos ou
formatos de dados.
63. (FUNDATEC / PROCERGS - 2025) Uma chave estrangeira (foreign key) em um banco de dados
relacional serve para
a) garantir que cada registro em uma tabela seja único.
b) indexar uma coluna para acelerar as buscas.
c) definir o valor padrão de uma coluna.
d) permitir que uma coluna aceite valores nulos.
e) estabelecer e impor um vínculo entre dados de duas tabelas, garantindo a integridade referencial.
64. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Qual é a principal vantagem da utilização de índices em um banco
de dados relacional?
a) Reduzir o espaço de armazenamento necessário.
b) Garantir a integridade referencial entre tabelas.
c) Facilitar a criação de backups.
d) Evitar a duplicação de dados em tabelas.
e) Aumentar a velocidade de recuperação de dados.
65. (FUNDATEC / GHC-RS - 2025) Na abordagem relacional de banco de dados, qual é o mecanismo
que permite estabelecer relações entre linhas de tabelas?
a) Chave alternativa.
b) Atributo.
c) Restrição de integridade.
d) Chave estrangeira.
e) Domínio.
66. (FUNDATEC / Prefeitura de Tangará da Serra - MT - 2025) Analise a modelagem abaixo, referente
a um banco de dados relacional.
Cliente (Id, Nome, CPF)
ClienteContrato (Id, Descricao, DataInicio, DataTermino, IdCliente)
IdCliente referencia Cliente
No projeto de banco de dados, a modelagem acima é uma representação do modelo:
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a) Documental.
b) Físico.
c) Lógico.
d) Conceitual.
67. (FUNDATEC / Prefeitura de Capivari do Sul - RS - 2024) Em um banco de dados relacional, uma
chave __________ é uma coluna ou uma combinação de colunas cujos valores distinguem uma linha
das demais dentro de uma tabela. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do
trecho acima.
a) associativa
b) primária
c) restrita
d) estrangeira
e) unilateral
68. (FUNDATEC / SIMAE - SC - 2024) Integridade referencial em um banco de dados relacional é uma
restrição que define:
a) Se o valor de um campo deve obedecer à definição de valores admitidos para a coluna (o domínio da
coluna).
b) Que os valores da chave primária e alternativa devem ser únicos.
c) Se os campos de uma coluna podem ou não ser vazios (se a coluna é obrigatória ou opcional).
d) Se uma tabela é ordenada pela chave primária ou pela chave estrangeira.
e) Que os valores dos campos que aparecem em uma chave estrangeira devem aparecer na chave
primária da tabela referenciada
69. (FUNDATEC / CREMERS - 2024) Em um banco de dados relacional, uma coluna ou combinação de
colunas cujos valores distinguem uma linha das demais dentro de uma tabela, é conhecida como
chave:
a) Primária.
b) Inicial.
c) Básica.
d) Mestra.
e) Restrita.
70. (FUNDATEC / Prefeitura de Alpestre - RS - 2024) São características de como os bancos de dados
relacionais são estruturados, EXCETO:
a) As estruturas de dados lógicas, tabelas de dados, exibições e índices, são separadas das estruturas
de armazenamento físico.
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b) Administradores de banco de dados podem gerenciar o armazenamento de dados físicos sem afetar
o acesso a esses dados como uma estrutura lógica.
c) Renomear um arquivo de banco de dados não renomeia as tabelas armazenadas nele.
d) A distinção entre lógico e físico também se aplica às operações do banco de dados, que são ações
claramente definidas.
e) Pela sua complexidade, possuem dificuldade de armazenagem e pouca confiabilidade das
informações.
71. (QUADRIX / CRC-SP - 2025) Os bancos de dados e os SGBDs são fundamentais em todos os
sistemas e precisam ser bem definidos e projetados. Com base nessa informação, julgue o item
seguinte.
Restrições de integridade referencial são aplicadas apenas a colunas do tipo texto, e não se aplicam a
chaves estrangeiras.
72. (QUADRIX / CFBio - 2025) No que concerne ao modelo entidade‑relacionamento, às restrições de
integridade e à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), julgue o item seguinte.
A restrição de integridade referencialsão realmente únicos; as linhas são realmente distintas entre si; e a ordem da disposição
das linhas é realmente irrelevante, mas a ordem da disposição das colunas é relevante (Errado).
SÍNTESE DO TÓPICO
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Linhas (Tuplas)
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
No modelo relacional, cada linha de uma tabela recebe um nome mais técnico: tupla. Essa tupla
representa uma instância concreta da entidade descrita pela tabela. Em outras palavras, se a tabela define
o que é um ALUNO, por exemplo, cada tupla é um aluno específico, com nome, matrícula, curso — tudo
preenchido com valores reais. Cada tupla precisa conter um valor para cada um dos atributos definidos
no esquema da relação.
Temos alguns pontos importantes aqui: assim como nos conjuntos matemáticos, a ordem das tuplas não
importa. O fato de uma linha estar “em cima” ou “embaixo” não muda nada na lógica do modelo; toda
tupla deve ser única dentro da tabela. E, para isso, usamos normalmente uma chave primária, que é um
ou mais atributos que identificam de forma exclusiva cada registro. Nada de duplicatas! Por fim, os valores
de uma tupla precisam respeitar os tipos de dado definidos para cada atributo. Se um atributo espera um
número inteiro, não pode aparecer um texto ali. Isso mantém a integridade e a consistência dos dados.
No exemplo apresentado, a linha (também chamada de tupla, registro ou instância) é um registro
completo que representa um aluno específico dentro da tabela ALUNO. Por exemplo:
▪ Linha 1: DIEGO CARVALHO | 1357981 | BOLSISTA | CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
▪ Linha 2: RENATO DA COSTA | 2121578 | REGULAR | ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Cada uma dessas linhas corresponde a uma instância real da entidade ALUNO, contendo valores para
todos os atributos definidos no esquema da relação (Nome, Número, Tipo e Curso).
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Colunas (Atributos)
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTA
No modelo relacional, as colunas da tabela — que também são chamadas de atributos ou, em termos mais
informais, campos — representam as propriedades da entidade que está sendo modelada. Cada coluna
define um tipo de informação que pode ser armazenada ali. Por exemplo: Nome, Idade, CPF, e assim por
diante.
Todo atributo tem, basicamente, três componentes principais: um nome, que serve para identificar o que
aquele dado representa; um domínio (ou tipo de dado), que define o tipo de valor que pode ser
armazenado ali — como número inteiro, texto, data, etc; e, em muitos casos, algumas restrições que
ajudam a garantir a integridade dos dados (veremos em detalhes mais à frente).
Esses atributos, juntos, formam o que chamamos de esquema da relação, isto é, a estrutura lógica da
tabela. Eles dizem o que pode ser armazenado e como. Já a tupla, como vimos antes, é o dado real,
concreto. Se o atributo é a descrição daquilo que pode ser armazenado, a tupla é o preenchimento com
os valores reais. É como o molde e a peça final.
Por fim, conforme vimos anteriormente, assim como as linhas da tabela não possuem uma ordem lógica
no modelo relacional, o mesmo vale para as colunas. A ordem visual que os SGBDs mostram é só uma
convenção — não tem significado matemático. O importante é que cada valor esteja corretamente
associado ao seu atributo correspondente.
No exemplo apresentado, a coluna é cada categoria de informação que descreve as características dos
alunos na tabela. As colunas da tabela ALUNO são: NOME DO ALUNO, NÚMERO DO ALUNO, TIPO DE
ALUNO e CURSO. Cada coluna representa um atributo da entidade ALUNO, isto é, um tipo de dado que
todo aluno deve possuir. A coluna é, portanto, uma propriedade da entidade representada na tabela.
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Chaves (Keys)
INCIDÊNCIA EM PROVA: ALTÍSSIMA
No modelo relacional, a chave é um conceito fundamental. Ela é definida como um conjunto de atributos
capaz de identificar de forma única cada tupla (ou seja, cada linha) dentro de uma tabela. Em termos
simples: se duas linhas têm exatamente os mesmos valores para esse conjunto de atributos, então esses
atributos não servem como chave — porque eles não conseguem diferenciar um registro do outro.
E por que isso é tão importante?
Porque bancos de dados relacionais são projetados justamente para evitar problemas como duplicações,
confusão nos dados, inconsistências e ambiguidades. Sem uma chave, imagine o caos: você poderia ter
dois registros praticamente idênticos na tabela de alunos, sem saber quem é quem. Ou pior, poderia
atualizar o dado errado, ou fazer uma consulta que retorna mais resultados do que deveria.
A chave garante que cada registro tenha uma identidade única dentro da tabela. É ela que permite ao
sistema — e a quem está consultando os dados — saber exatamente a que ou a quem cada linha se refere.
Portanto, definir bem as chaves é uma parte essencial na construção de um banco relacional confiável e
coerente.
Por isso, ao modelar um banco de dados, identificar as chaves corretas é um passo fundamental para
garantir a qualidade dos dados, a normalização das tabelas e a integridade referencial.
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Superchave
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
Uma superchave1 é qualquer conjunto de atributos que identifica de forma única cada tupla da relação.
O termo qualquer é importante porque não exige minimalidade: você pode ter atributos extras além do
necessário e, ainda assim, continuar tendo uma superchave. Em outras palavras, superchave é o conjunto
de atributos que garante unicidade, mesmo que contenha atributos desnecessários.
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF IDADE NOME DISCIPLINA NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 21 INFORMÁTICA DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 54 INFORMÁTICA RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 40 DIREITO CONSTITUCIONAL MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 32 DIREITO AMBIENTAL MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 19 DIREITO ADMINISTRATIVO ESPÍRITO SANTO
Vamos analisar a tabela anterior: trata-se de uma tabela denominada PROFESSOR, composta por cinco
atributos (ou colunas) — Nome Professor, CPF, Idade, Nome Disciplina e Naturalidade — e cinco tuplas
(linhas) preenchidas com dados de docentes. Nessa tabela, o atributo CPF apresenta características de
uma chave, dado que contém valores únicos para cada registro (os seus valores não se repetem),
permitindo a identificação exclusiva de cada professor.
Dito isso, o atributo CPF é uma superchave? Sim, é uma superchave! Por outro lado, como superchaves
não precisam ser mínimas,assegura que os valores de uma chave estrangeira correspondam
a um valor existente na chave primária de outra tabela ou sejam nulos.
73. (QUADRIX / CFO - 2025) O armazenamento de dados nos computadores modernos requer
recursos de hardware sofisticados e rápidos. Considerando essa informação, julgue o item
seguinte.
Em sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD), dar-se preferência ao uso de arquivos
sequenciais para armazenamento de dados em um banco relacional, pois assim garante-se maior
velocidade e organização.
74. (QUADRIX / CFO - 2025) Bancos de dados armazenam o maior valor intangível das empresas:
seus dados.
Para isso, utilizam‑se sistemas de gerenciamento de banco de dados e metodologias de análise para
dar qualidade a esse armazenamento. Com base nessa informação, julgue o item seguinte. No banco
de dados relacional, uma chave primária pode ser duplicada, desde que esteja em uma tabela
separada.
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==2f4e8==
75. (QUADRIX / CFO - 2025) O armazenamento de dados nos computadores modernos requer
recursos de hardware sofisticados e rápidos. Considerando essa informação, julgue o item
seguinte.
O controle de integridade referencial no modelo relacional garante que os dados de uma tabela nunca
possam ser alterados ou deletados, independentemente de suas relações com outras tabelas.
76. (QUADRIX / CFO - 2025) Bancos de dados armazenam o maior valor intangível das empresas:
seus dados.
Para isso, utilizam‑se sistemas de gerenciamento de banco de dados e metodologias de análise para
dar qualidade a esse armazenamento. Com base nessa informação, julgue o item seguinte. Restrições
de integridade, como integridade referencial e de domínio, garantem a consistência dos dados e
evitam entradas inválidas ou conflitantes.
77. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
Em um banco de dados relacional, pelo fato de a chave primária de uma tabela ser única e não aceitar
repetição de registros, ela não pode ser um conjunto de campos. Assim sendo, para se identificar
exclusivamente cada registro em uma tabela, esta somente poderá ser um campo.
78. (QUADRIX / CREF - 9ª Região (PR) - 2024) Em um banco de dados relacional, uma “tabela de
junção representa uma tabela que
a) contém dados agregados de várias outras tabelas.
b) é utilizada para armazenar dados temporários durante a execução de uma consulta.
c) estabelece uma relação muitos‑para‑muitos entre duas tabelas por meio da inclusão de chaves
estrangeiras.
d) armazena informações sobre os índices criados nas tabelas.
e) é utilizada para armazenar dados históricos e backups.
79. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
Em bancos de dados relacionais, a chave estrangeira é responsável por garantir que um valor em uma
coluna de uma tabela corresponda a um valor existente em uma coluna de outra tabela, mantendo‑se a
integridade referencial.
80. (QUADRIX / NOVACAP - 2024) Acerca dos bancos de dados relacionais e da álgebra relacional,
julgue o item.
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Um banco de dados relacional organiza e armazena os dados em tabelas com estrutura predefinida.
81. (QUADRIX / CREFITO-7ª Região(BA e SE) - 2023) No que se refere ao modelo entidade-
relacionamento (MER) e à linguagem SQL, julgue o item.
O MER é um modelo físico que descreve as estruturas e os relacionamentos das tabelas que estão
implementadas no banco de dados relacional.
82. (VUNESP / UNESP - 2025) Uma chave primária em um banco de dados relacional é um atributo
que
a) identifica exclusivamente cada tupla em uma relação.
b) permite duplicação de valores em uma relação.
c) não tem associação com outras relações.
d) é usado apenas para consultas externas.
e) armazena dados irrelevantes.
83. (VUNESP / VUNESP - 2024) Considerando o modelo relacional de bancos de dados relacionais, é
possível que não se conheça ou que não exista o valor de um determinado atributo de um registro
de uma relação. Nesse caso, recomenda-se que seja atribuído um valor especial a esse atributo,
denominado valor
a) nulo.
b) temporário.
c) de junção.
d) parcial.
e) de seleção.
84. (VUNESP / Prefeitura de Santo André - SP - 2024) No modelo relacional de banco de dados insere-
se o conceito de superchave de uma relação, sobre o qual é correto afirmar que
a) pode conter, além da chave primária, outros atributos pertencentes à relação.
b) é sempre constituído por todos os atributos pertencentes à relação.
c) entre seus atributos não se inclui a chave primária da relação.
d) não contém atributos do tipo numérico, eventualmente pertencentes à relação.
e) não pode ser formado por conjuntos maiores do que dois atributos pertencentes à relação.
85. (VUNESP / DESENVOLVE-SP - 2024) Considerando o modelo relacional de bancos de dados, este
é composto por tabelas, que são formadas por atributos, sendo correto afirmar que,
especificamente, o domínio de um atributo é atômico se
a) for formado por caracteres alfanuméricos.
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b) admitir um número máximo de valores distintos.
c) seus elementos forem considerados unidades indivisíveis.
d) não admitir valores nulos.
e) seus valores representarem o nome completo de pessoas.
86. (VUNESP / Prefeitura de São Bernardo do Campo - SP - 2024) Considerando os bancos de dados
relacionais, uma estrutura utilizada é representada pela criação de índices, a partir de campos de
tabelas, sendo correto afirmar que a finalidade básica da criação de índices em bases de dados é
a) armazenar dados referentes ao dicionário de dados das tabelas.
b) agilizar o processo de obtenção dos resultados de consultas feitas à base de dados.
c) especificar o número máximo de registros que poderão ser armazenados em uma tabela.
d) transformar todas as tabelas do banco de dados para a terceira forma normal.
e) gerar endereços a serem disponibilizados para acesso às tabelas por meio da Internet.
87. (VUNESP / Spcine - SP - 2024) Um dos principais tipos de produtos de dados é representado pelos
bancos ou bases de dados, notadamente as bases de dados relacionais, que possuem como uma
de suas características
a) utilizar, exclusivamente, dados do tipo não estruturado.
b) ter seus dados armazenados, prioritariamente, em servidores na nuvem.
c) serem formadas por tabelas, que, por sua vez, são compostas por atributos.
d) apresentar pequenas capacidades de armazenamento, ou seja, da ordem de kilobytes.
e) não poderem ser armazenadas em dispositivos do tipo SSD.
88. (VUNESP / TJ-RS - 2023) Considere um banco de dados relacional e duas tabelas, T1 e T2, desse
banco de dados, com a seguinte composição: T1 (A, B, C) e T2 (D, E, F, A) Nota-se que um dos
atributos de T2 inclui a chave primária (A) de T1. Nesse caso, étodos os seguintes também são superchaves:
{NOME + CPF + IDADE + DISCIPLINA + NATURALIDADE} Essa superchave é composta por cinco colunas.
{NOME + CPF + IDADE + DISCIPLINA} Essa superchave é composta por quatro colunas.
{NOME + CPF + IDADE} Essa superchave é composta por três colunas.
{NOME + CPF} Essa superchave é composta por duas colunas.
{CPF} Essa superchave é composta por uma coluna.
(VUNESP / Prefeitura de Santo André-SP – 2024) No modelo relacional de banco de dados
insere-se o conceito de superchave de uma relação, sobre o qual é correto afirmar que
a) pode conter, além da chave primária, outros atributos pertencentes à relação.
b) é sempre constituído por todos os atributos pertencentes à relação.
c) entre seus atributos não se inclui a chave primária da relação.
d) não contém atributos do tipo numérico, eventualmente pertencentes à relação.
e) não pode ser formado por conjuntos maiores do que dois atributos pertencentes à relação.
_______________________
Comentários: (a) Correto. Uma superchave é qualquer conjunto de atributos que identifica unicamente uma tupla em uma
relação. Isso inclui a chave primária, mas também pode conter atributos adicionais. Por exemplo, se a chave primária é (CPF),
então (CPF, Nome) também é uma superchave; (b) Errado. Nem toda superchave precisa conter todos os atributos da relação.
Isso seria uma superchave válida, mas não é uma regra geral; (c) Errado. A chave primária é um caso particular de superchave,
portanto ela está contida em pelo menos uma superchave; (d) Errado. Superchaves podem conter atributos de qualquer tipo,
1 CEBRASPE/CESPE já chamou superchave de hiperchave.
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inclusive numéricos; (e) Errado. Superchaves podem ter qualquer número de atributos, desde que o conjunto formado identifique
unicamente as tuplas (Letra A).
O ponto central é: qualquer conjunto que inclua o CPF será uma superchave, porque o CPF por si só já
garante unicidade na tabela. Note que, se nós eliminamos as quatro outras colunas, ainda é possível
identificar de forma unívoca qualquer linha dessa tabela, logo todas as colunas eliminadas estavam
redundantes. Por quê? Porque CPF é um identificador único: nunca duas pessoas terão o mesmo CPF.
Além disso, podemos concluir que toda tabela possui pelo menos uma superchave padrão, que é o
conjunto de todas as colunas de uma tabela.
(CEBRASPE / BANRISUL – 2025) No modelo relacional de banco de dados, diferentes tipos
de chaves são utilizados para garantir a integridade e a unicidade das tuplas nas tabelas. Nesse
modelo, superchave é
a) o único atributo obrigatório em toda tabela relacional, o qual não pode conter valores nulos.
b) uma chave externa que referencia a chave primária de outra tabela, estabelecendo
integridade referencial.
c) qualquer conjunto de atributos que identifica unicamente uma tupla em uma relação.
d) uma chave alternativa que, embora única, não foi escolhida como a chave primária.
e) uma chave composta por dois ou mais atributos obrigatoriamente extraídos de tabelas
diferentes.
_______________________
Comentários: (a) Errado. O único atributo obrigatório em uma tabela é a chave primária, que não pode conter valores nulos. Mas
isso não define uma superchave; (b) Errado. Isso descreve uma chave estrangeira (foreign key), não uma superchave; (c) Correto.
Uma superchave é qualquer conjunto de um ou mais atributos que identifica unicamente uma tupla em uma relação. Pode incluir
atributos desnecessários além da chave primária; (d) Errado. Essa é a definição de chave candidata (ou alternativa) — uma chave
única que não foi escolhida como chave primária; (e) Errado. Uma superchave não precisa conter atributos de tabelas diferentes
— ela pertence a uma única tabela e pode ser composta ou simples (Letra C).
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Chave Candidata
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
Uma chave candidata é uma superchave mínima, ou seja, é uma superchave da qual não podemos
remover nenhum atributo sem perder o poder de identificar unicamente cada tupla da relação. Isso
significa que toda chave candidata é uma superchave, mas nem toda superchave é candidata, porque
superchaves podem ter atributos desnecessários.
Dentre suas características essenciais de chaves candidatas, temos: identifica unicamente cada tupla; não
possui atributos redundantes; uma tabela pode ter várias chaves candidatas; e uma delas será escolhida
como chave primária. No contexto da tabela seguinte, sabemos que {CPF} identifica unicamente cada
professor, não tem atributos redundantes e, se removermos o único atributo, ela deixa de ser superchave.
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF IDADE NOME DISCIPLINA NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 21 INFORMÁTICA DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 54 INFORMÁTICA RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 40 DIREITO CONSTITUCIONAL MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 32 DIREITO AMBIENTAL MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 19 DIREITO ADMINISTRATIVO ESPÍRITO SANTO
Dito isso, {CPF} é a chave candidata mais clara, porque cumpre os requisitos de unicidade e minimalidade.
Agora respondam: há outras chaves candidatas nessa tabela? Tecnicamente, poderíamos pensar em
outras combinações, mas – em regra - nomes podem se repetir, idades podem se repetir, disciplinas
podem se repetir e naturalidade também pode se repetir. E mesmo a combinação de dois ou três desses
atributos não garante unicidade, porque todos são atributos comuns.
Dessa forma, a única chave candidata da tabela é {CPF}. Isso é bastante comum em tabelas que possuem
um atributo naturalmente único, como CPF, CNPJ, matrícula, placa de veículo, entre outros.
(CETREDE / Prefeitura de Caucaia-CE – 2024) Relacionamentos são as ligações que devem
existir entre as entidades. A chave que tem a mesma funcionalidade da chave primária, porém,
neste momento, não está exercendo a função de chave primária, pois está sendo usado como
atributo comum, é denominada de
a) chave eleita.
b) chave estrangeira.
c) chave candidata.
d) super chave.
e) chave composta.
_______________________
Comentários: (a) Errado. Chave eleita é a chave escolhida para ser a chave primária, não a que está sendo usada apenas como
atributo comum; (b) Errado. Chave estrangeira é uma chave primária de outra tabela usada para manter integridade referencial,
não uma chave que deixou de desempenhar seu papel de primária na mesma tabela; (c) Correto. Chave candidata é qualquer
atributo (ou conjunto de atributos) que poderia ser escolhido como chave primária. Quando não é a chave primária escolhida,
ela permanece como atributo comum, mas ainda mantém a capacidade de identificar unicamente as tuplas; (d) Errado.
Superchave é qualquer conjunto de atributos que identifica unicamente uma tupla, podendo incluir atributos redundantes; (e)
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Errado. Chave composta é uma chave formada por dois ou mais atributos — mas isso não diz respeito ao fato de estar ou não
sendo usada como chave primária (Letra C).
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Chave Primária
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
A chave candidata possui esse nome porque ela é uma "candidata" ao cargo de chave primária. E o que
seria uma chave primária? A chave primária2 é a chave candidata escolhida oficialmente para identificar
de forma única cada tupla (linha) de uma relação (tabela). Se uma tabela possui várias chaves candidatas,
o projetista escolhe uma delas para ser a chave primária. Ela é, portanto, a chave candidata “eleita” para
representar a identidade da tupla. A chave primária possui cinco propriedades fundamentais:
PROPRIEDADES DESCRIÇÃO
UNICIDADE
Nenhuma linha na tabela pode ter o mesmo valor de chave primária que outra.
NÃO NULIDADE
A chave primária nunca aceita NULL, pois NULL significa ausência de identificação.
ESTABILIDADE
Os valores devem mudar raramente (idealmente, nunca).
SIMPLICIDADE
Quanto menor e mais simples o valor da chave, melhor para índices, joins e
desempenho.
REFERENCIABILIDADE
É a base para formar chaves estrangeiras em outras tabelas.
Imagine agora que a tabela de professores possua um novo atributo chamado RG. Nós sabemos que –
assim como ocorre com o CPF – não existem duas pessoas com o mesmo número de RG, logo RG também
identifica univocamente qualquer tupla da tabela. Dito isso, temos duas chaves candidatas possíveis:
{CPF} e {RG}. Aí você me pergunta: qual das duas será a chave primária? Bem, essa é uma decisão que
depende completamente do projetista. Ele pode escolher uma ou outra – tanto faz!
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF RG IDADE
NOME
DISCIPLINA
NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 1.111.111 21
INFORMÁTICA
DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 2.222.222 54
INFORMÁTICA
RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 3.333.333 40
DIREITO
CONSTITUCIONAL
MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 4.444.444 32
DIREITO
AMBIENTAL
MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 5.555.555 19
DIREITO
ADMINISTRATIVO
ESPÍRITO SANTO
2 CEBRASPE/CESPE já chamou chave primária de chave principal.
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Em suma, podemos dizer que a chave primária é a chave candidata que foi formalmente escolhida (pelo
projetista) para identificar de forma unicamente cada linha de uma tabela.
(CETAP / BANPARÁ – 2025) Qual afirmativa sobre chaves primárias (PRIMARY KEY) em um
banco de dados relacional está correta?
a) Uma chave primária não pode ser uma chave estrangeira (FOREIGN KEY) ao mesmo tempo.
b) Uma chave primária é sempre do tipo inteiro (INT).
c) Uma chave primária pode conter valores nulos (NULL).
d) Uma chave primária pode ser composta por mais de uma coluna.
e) Uma tabela pode ter várias chaves primárias.
_______________________
Comentários: (a) Errado. Uma chave primária pode sim ser, ao mesmo tempo, uma chave estrangeira se estiver referenciando
uma chave primária de outra tabela (caso comum em relacionamentos 1:1); (b) Errado. A chave primária não precisa ser do tipo
inteiro. Pode ser string, data, etc., desde que os valores sejam únicos e não nulos; (c) Errado. A chave primária não pode conter
valores nulos, pois deve garantir a unicidade e a existência do valor em todas as tuplas; (d) Correto. Uma chave primária pode ser
composta por duas ou mais colunas (atributos), desde que a combinação desses valores seja única para cada linha; (e) Errado.
Cada tabela pode ter apenas uma chave primária, embora possa ter várias chaves candidatas (alternativas possíveis para chave
primária) (Letra D).
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Chave Alternativa
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
Uma chave alternativa (também chamada de secundária) é toda chave candidata que não foi escolhida
como chave primária. Ela continua sendo uma chave válida, continua identificando unicamente cada tupla
e continua tendo todas as propriedades de uma chave candidata — ela apenas não é a principal da tabela.
Esse conceito existe porque, em muitas tabelas, é comum ter mais de um conjunto mínimo de atributos
capaz de identificar unicamente cada registro. Como apenas uma chave candidata pode ser a chave
primária, as demais automaticamente se tornam chaves alternativas.
(FUNDATEC / Prefeitura de Cidreira-RS – 2024 – Item III) Uma chave alternativa substitui a
chave primária de uma tabela, sendo composta por uma combinação de dois ou mais
atributos.
_______________________
Comentários: chave alternativa é qualquer chave candidata que não foi escolhida como chave primária, mas que também
poderia identificar unicamente as tuplas da tabela. Ela não substitui a chave primária e não precisa ser composta — pode ser
simples ou composta, dependendo do caso (Errado).
No exemplo a seguir, temos duas chaves candidatas: CPF e RG. Sabemos que CPF foi escolhida pelo
projetista como chave primária, logo RG é uma chave alternativa. O RG continua identificando unicamente
cada professor, sendo mínima, podendo ser usado em buscas eficientes e podendo receber um índice
único. Por outro lado, como esse atributo não foi o escolhido como chave primária, ele passa a ser
classificado como uma chave alternativa.
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF RG IDADE
NOME
DISCIPLINA
NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 1.111.111 21
INFORMÁTICA
DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 2.222.222 54
INFORMÁTICA
RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 3.333.333 40
DIREITO
CONSTITUCIONAL
MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 4.444.444 32
DIREITO
AMBIENTAL
MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 5.555.555 19
DIREITO
ADMINISTRATIVO
ESPÍRITO SANTO
André Castro, Diego Carvalho, Emannuelle Gouveia Rolim, Renato da Costa, Rodrigo Rennó, Tiago Zanolla, Equipe ExatasEstratégia Concursos
Aula 12 (Profs. Diego Carvalho e Renato da Costa)
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Chave Composta
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
Uma chave composta é uma chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente cada tupla da relação. Isoladamente, nenhum dos atributos consegue garantir unicidade – é
a combinação deles que cria o identificador. Em suma, a chave composta é o conjunto mínimo de dois
ou mais atributos que, em conjunto, identificam um registro.
Em geral, ela é usada quando não existe um atributo único no mundo real, ou quando o projetista decide
que a identidade da entidade depende naturalmente de mais de um atributo. Vamos mudar a tabela para
explicar a chave composta. A seguir, as linhas da tabela AULAS mostram que um professor pode aparecer
mais de uma vez, ensinando mais de uma disciplina ou atuando em mais de uma vertical. Isso já indica
que nenhum dos atributos é capaz de – sozinho – identificar uma linha (porque se repetem).
AULAS
NOME DISCIPLINA VERTICAL
ALICE ALEIXO MATEMÁTICA CONCURSOS
BERNARDO BESSA PORTUGUÊS VESTIBULAR
CARLOS CARVALHO MATEMÁTICA VESTIBULAR
DANIEL DANTAS FÍSICA CONCURSOS
BERNARDO BESSA INGLÊS VESTIBULAR
Por outro lado, note que a combinação {NOME, DISCIPLINA} identifica unicamente cada linha. Em nosso
contexto, nenhum professor ensina a mesma disciplina duas vezes. Mesmo quando o professor aparece
mais de uma vez (como Bernardo Bessa), ele ensina disciplinas diferentes. Logo, {NOME, DISCIPLINA} é
considerada uma chave composta, dado que essa combinação identifica unicamente cada registro da
tabela.
Note também que o atributo VERTICAL não é necessário para garantir unicidade, dado que ele não ajuda
a distinguir instâncias já unicamente identificadas pela combinação PROFESSOR + DISCIPLINA. {NOME,
DISCIPLINA, VERTICAL} é uma superchave, mas não é uma chave composta porque não é mínima. Em
suma: em nosso contexto, nenhum atributo sozinho identifica uma aula, mas a combinação PROFESSOR
+ DISCIPLINA identifica cada linha sem ambiguidade de forma mínima – logo, é uma chave composta.
Como nenhum atributo pode ser removido sem perder a unicidade, trata-se de uma chave composta
mínima (ou seja, uma chave candidata composta).
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Chave Natural
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
CHAVE NATURAL
NATURAL
KEY
Chave que já existe no mundo real e identifica a entidade sem
precisar de criação pelo banco.
Uma chave natural é uma chave (candidata, primária ou alternativa) formada por um atributo — ou
conjunto de atributos — que já existe no mundo real e que, naturalmente, identifica de forma única a
entidade representada na tabela. Em outras palavras, a chave natural é um identificador que não foi criado
pelo banco de dados: ele já pertence à própria entidade no mundo real.
Dentre as características de uma chave natural, temos: existe fora do banco de dados (Ex: CPF, RG, CNPJ,
Placa de Carro, Código ISBN, Código de Barras, etc); garante unicidade na vida real (não depende do
sistema para existir); não é um número gerado artificialmente (é um valor que alguém já possui antes de
entrar na base); pode ser usada como chave primária (se fizer sentido); e traz significado semântico (ao
contrário de IDs artificiais, uma chave natural “conta algo” sobre o dado).
PROFESSOR
NOME PROFESSOR CPF RG IDADE
NOME
DISCIPLINA
NATURALIDADE
DIEGO CARVALHO 111.111.111-11 1.111.111 21
INFORMÁTICA
DISTRITO FEDERAL
RENATO DA COSTA 222.222.222-22 2.222.222 54
INFORMÁTICA
RIO DE JANEIRO
RICARDO VALE 333.333.333-33 3.333.333 40
DIREITO
CONSTITUCIONAL
MINAS GERAIS
ROSENVAL JÚNIOR 444.444.444-44 4.444.444 32
DIREITO
AMBIENTAL
MINAS GERAIS
HERBERT ALMEIDA 555.555.555-55 5.555.555 19
DIREITO
ADMINISTRATIVO
ESPÍRITO SANTO
Na tabela anterior, tanto CPF quanto RG são chaves naturais – atribuídos pela vida civil da pessoa e não
criados pelo banco de dados. Eles existem antes do professor entrar na tabela!
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Chave Artificial
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
CHAVE NATURAL
NATURAL
KEY
Chave que já existe no mundo real e identifica a entidade sem
precisar de criação pelo banco.
CHAVE ARTIFICIAL
ARTIFICIAL
KEY
Chave criada pelo banco de dados quando não existe um
identificador natural adequado.
Uma chave artificial é um identificador criado pelo banco de dados e que não existe no mundo real. Ela
é introduzida na tabela exclusivamente para servir como identificador único de cada registro. Em outras
palavras, uma chave artificial é chave inventada pelo sistema para identificar unicamente uma tupla. Ela é
a solução usada quando: não existe nenhum atributo natural único; os atributos naturais são muito
grandes, instáveis ou inapropriados para serem chave primária; ou quando o projetista prefere uma chave
simples para facilitar relacionamentos.
Dentre as características de uma chave artificial, temos: não tem significado semântico (não informa nada
sobre o registro — é apenas um identificador); é criada pelo banco ou pelo projetista (Ex: números
sequenciais, GUIDs, códigos internos); é sempre única e nunca nula; é pequena e eficiente para índices e
joins; é estável (nunca muda,porque não depende de dados reais); e é especialmente útil em tabelas
onde atributos naturais mudam com frequência.
AULAS
NOME DISCIPLINA VERTICAL
ALICE ALEIXO MATEMÁTICA CONCURSOS
BERNARDO BESSA PORTUGUÊS VESTIBULAR
CARLOS CARVALHO MATEMÁTICA VESTIBULAR
DANIEL DANTAS FÍSICA CONCURSOS
BERNARDO BESSA INGLÊS VESTIBULAR
Dentre os exemplos clássicos de chaves artificiais, temos códigos internos de empresa, números de
protocolos gerados automaticamente, ou outros números criados pelo projetista. Na tabela anterior,
nenhum dos atributos é naturalmente único. Então, se quiséssemos criar uma chave primária natural
simples e estável, poderíamos adicionar a coluna: ID_AULA. Vejamos:
AULAS
ID_AULA NOME DISCIPLINA VERTICAL
1 ALICE ALEIXO MATEMÁTICA CONCURSOS
2 BERNARDO BESSA PORTUGUÊS VESTIBULAR
3 CARLOS CARVALHO MATEMÁTICA VESTIBULAR
4 DANIEL DANTAS FÍSICA CONCURSOS
5 BERNARDO BESSA INGLÊS VESTIBULAR
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Note que agora {ID_AULA} é uma chave artificial que foi adicionada à tabela AULAS e que é capaz de
identificar univocamente uma linha da tabela.
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Chave Substituta
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
CHAVE NATURAL
NATURAL
KEY
Chave que já existe no mundo real e identifica a entidade sem
precisar de criação pelo banco.
CHAVE ARTIFICIAL
ARTIFICIAL
KEY
Chave criada pelo banco de dados quando não existe um
identificador natural adequado.
CHAVE SUBSTITUTA
SURROGATE
KEY
Chaves primárias artificiais criadas para identificar de maneira
unívoca uma linha.
Uma chave substituta (surrogate key) é um tipo especial de chave artificial, mas com uma característica
fundamental: a chave substituta substitui completamente a chave natural, mesmo quando existe uma
chave natural disponível. Em outras palavras, a entidade tem um identificador real no mundo (como CPF,
RG, matrícula, etc), mas você decide não o utilizar como chave primária e cria um identificador artificial
para representar a entidade no banco de dados de forma definitiva. Logo, toda chave substituta é uma
chave artificial, mas nem toda chave artificial é substituta.
E por que utilizar uma chave substituta? Existem motivos fortes e amplamente aceitos: estabilidade
absoluta (Ex: CPF e RG podem mudar, a chave substituta nunca muda); desempenho (IDs inteiros são
menores, mais rápidos para indexar e eficientes em joins); segurança e privacidade (você evita expor
dados sensíveis como CPF em chave estrangeira); formato simples e padronizado (IDs sequenciais ou
UUIDs são fáceis de gerar e não carregam semântica); independência do mundo real (mudanças no
processo externo não “quebram” o banco de dados).
A tabela original tinha CPF (natural e única) e RG (natural e única) – ambas poderiam ser chaves primárias.
Por outro lado, notem a seguir que adicionamos uma chave substituta chamada ID_PROFESSOR.
PROFESSOR
ID_PROFESSOR
NOME
PROFESSOR
CPF RG IDADE NOME DISCIPLINA NATURALIDADE
1
DIEGO
CARVALHO
111.111.111-11 1.111.111 21
INFORMÁTICA
DISTRITO FEDERAL
2
RENATO DA
COSTA
222.222.222-22 2.222.222 54
INFORMÁTICA
RIO DE JANEIRO
3
RICARDO
VALE
333.333.333-33 3.333.333 40
DIREITO
CONSTITUCIONAL
MINAS GERAIS
4
ROSENVAL
JÚNIOR
444.444.444-44 4.444.444 32
DIREITO
AMBIENTAL
MINAS GERAIS
5
HERBERT
ALMEIDA
555.555.555-55 5.555.555 19
DIREITO
ADMINISTRATIVO
ESPÍRITO SANTO
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Em suma, a chave substituta é uma chave artificial criada para substituir completamente a chave natural —
mesmo quando a chave natural existe e é adequada. Trata-se de uma excelente escolha quando: a chave
natural é muito grande; quando a chave natural é sensível (dados pessoais); quando a chave natural pode
mudar; quando a entidade tem chaves naturais múltiplas; ou quando a chave natural é composta.
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Chave Estrangeira
TIPOS DE CHAVE EM INGLÊS DESCRIÇÃO
SUPERCHAVE SUPERKEY
Conjunto de uma ou mais colunas que, tomadas coletivamente,
permitem identificar de maneira unívoca uma linha.
CHAVE CANDIDATA
CANDIDATE
KEY
Superchaves de tamanho mínimo, candidatas a serem possíveis
chaves primárias de uma tabela.
CHAVE PRIMÁRIA PRIMARY
KEY
Chaves cujas colunas são utilizadas para identificar linhas em uma
tabela – em geral, vêm sublinhada.
CHAVE ALTERNATIVA ALTERNATE
KEY
Chaves candidatas a serem possíveis chaves primárias de uma
tabela, mas que não foram escolhidas.
CHAVE COMPOSTA
COMPOUND
KEY
Chave formada por dois ou mais atributos que, juntos, identificam
unicamente a tupla.
CHAVE NATURAL
NATURAL
KEY
Chave que já existe no mundo real e identifica a entidade sem
precisar de criação pelo banco.
CHAVE ARTIFICIAL
ARTIFICIAL
KEY
Chave criada pelo banco de dados quando não existe um
identificador natural adequado.
CHAVE SUBSTITUTA
SURROGATE
KEY
Chaves primárias artificiais criadas para identificar de maneira
unívoca uma linha.
CHAVE ESTRANGEIRA
FOREIGN
KEY
Chaves de uma tabela que fazem referência à chave candidata de
outra tabela, ou até mesmo da própria tabela.
Uma chave estrangeira3 (Foreign Key – FK) é um atributo — ou conjunto de atributos — que aparece em
uma tabela com o objetivo de estabelecer um relacionamento com outra tabela. A chave estrangeira é
uma chave candidata de outra tabela “copiada” aqui para criar um vínculo entre os registros. Ela garante
que o valor referenciado exista na outra tabela (integridade referencial), que as tabelas possam se
relacionar e que o banco impeça inconsistências, como aulas associadas a professores inexistentes.
CESPE/
CEBRASPE
A DEFINIÇÃO MAIS GENÉRICA AFIRMA QUE A CHAVE ESTRANGEIRA É AQUELA QUE
REFERENCIA A CHAVE CANDIDATA DA TABELA REFERENCIADA (DADO QUE PODEMOS
TER UMA AUTORREFERÊNCIA).
POR OUTRO LADO, O CESPE/CEBRASPE TEM ADOTADO O ENTENDIMENTO DE QUE A
CHAVE ESTRANGEIRA REFERENCIA A CHAVE PRIMÁRIA (E, NÃO, CANDIDATA) DE
OUTRA TABELA (OU DA MESMA TABELA).
A chave estrangeira liga duas tabelas por meio de seus registros: a