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Controle Difuso de Constitucionalidade
O Controle de Constitucionalidade pode ser dividido em Controle Difuso e Controle Concentrado.
O controle difuso é o tipo de controle de constitucionalidade de leis e atos normativos que pode ser realizado por qualquer juiz ou órgão do Poder Judiciário. Ele ocorre diante de um caso concreto, em que há a declaração de inconstitucionalidade de forma incidental de qualquer lei ou ato normativo do poder público.
Por exemplo, um juiz, ao julgar um caso concreto, pode afastar a aplicação de determinada lei, quando ele julgá-la inconstitucional. Porém, nesse caso, a lei não será expurgada do ordenamento jurídico, ela apenas deixará de ser aplicada naquele caso concreto.
Desse modo, a sua eficácia, em regra, é inter partes, ou seja, apenas é aplicada às partes dentro do processo em questão, não vinculando os demais órgãos do Judiciário e a Administração, ou seja, não é aplicada no ordenamento jurídico como um todo.
Assim, a principal finalidade do controle difuso não é a defesa da ordem constitucional, mas sim a proteção de direitos que estão tendo o seu exercício limitado pela norma em questão.
Controle Concentrado de Constitucionalidade
O Controle Concentrado, por sua vez, possui suas decisões concentradas apenas em um órgão, o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal. Porém, isso não afasta a competência dos Tribunais de Justiça, no plano estadual, de realizar este controle em face da Constituição Estadual.
Diferentemente do Controle Difuso, aqui não há um caso concreto sendo julgado, mas sim, a lei em si, a qual tem a sua constitucionalidade julgada pelo STF, ou seja, o objeto principal do julgamento é a própria constitucionalidade.
Desse modo, a sua eficácia é erga omnes, ou seja, vincula a todos, uma vez que, caso um ato normativo seja considerado inconstitucional, ele deixará de ser aplicado em todo o ordenamento jurídico brasileiro.
O Controle Concentrado pode ser exercido por meio de quatro mecanismos: a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), a Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC), a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) e a Ação Direta de Inconstitucionalidade interventiva (ADI-I).
Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)
A ADI é um instrumento utilizado para solicitar ao STF que alguma lei federal ou estadual seja declarada incompatível com a Constituição Federal, ou seja, que ela seja declarada inconstitucional.
Mas é qualquer pessoa que pode propor essa ação? Não, a CF/88 é muito clara em relação a esse tema, a qual dispõe de apenas 9 legitimados para ajuizar uma ADI perante o STF, sendo eles:
I – Presidente da República;
II – Mesa do Senado Federal;
III – Mesa da Câmara dos Deputados;
IV – Procurador-Geral da República – PGR;
V – Governador de Estado ou do DF;
VI – Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do DF;
VII – Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
VIII – Partido político com representação no Congresso Nacional; e
IX – Confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.
PARA FIXAR:
3 pessoas: Presidente, PGR e Governador;
3 mesas: Mesa do Senado, Mesa da Câmara dos Deputados e Mesa da Assembleia Legislativa;
3 órgãos: Conselho Federal da OAB, Partido Político e a Confederação sindical ou entidade de classe.
Porém, para que 3 deles possam entrar com uma ADI, é necessário que haja a chamada pertinência temática, ou seja, é necessário que eles demonstrem o seu legítimo interesse na declaração da inconstitucionalidade da lei em questão. São eles: o Governador, a Mesa da Assembleia Legislativa e a Confederação Sindical ou Entidade de Classe.
Algumas observações são importantes:
· Apenas um Deputado ou um Senador não pode ajuizar uma ADI, mas apenas as Mesas da Câmara ou do Senado (não incluindo a Mesa do Congresso);
· É necessário que o Partido Político seja representado por pelo menos um parlamentar no Congresso;
· Confederações Sindicais e Entidades de Classe precisam ser de âmbito nacional, não sendo permitidas aquelas de âmbito local ou regional.
Como dito no início deste tópico, apenas as leis federais e as estaduais podem ser objeto de um ADI perante o STF.
NÃO CABE ADI: contra leis municipais, Súmulas Vinculantes, decisões judiciais, leis revogadas, leis editadas antes da CF/88 ou contra normas originárias da Constituição.
Para que a norma seja declarada inconstitucional, é necessário a maioria absoluta dos ministros do STF.
As decisões definitivas do julgamento do mérito da ADI possuem alguns efeitos, sendo eles:
Efeitos “ex tunc”, ou seja, em regra, a ADI terá efeitos retroativos, sendo assim, a lei declarada inconstitucional será declarada inválida desde o seu início. Porém, pode haver a modulação temporária de efeitos, em que o próprio STF, por aprovação mínima de 2/3 dos ministros, poderá aprovar que a decisão apenas será aplicada a partir de determinado momento;
Eficácia Erga Omnes, tendo eficácia perante todos, e não somente em relação às pessoas que são parte no processo;
Efeito Vinculante, ou seja, a decisão vincula todos os demais órgãos do Poder Judiciário, além de toda a Administração Pública. Porém, ela não vincula o Poder Legislativo nem o próprio STF.
Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC)
É consenso no mundo jurídico que as normas nascem com presunção relativa de constitucionalidade. Porém, para que tal norma possua uma presunção absoluta, ou seja, para que não haja mais questionamentos quanto à sua constitucionalidade, é utilizada a Ação Declaratória de Constitucionalidade.
Ela é utilizada quando há uma controvérsia judicial entre juízes e demais tribunais em relação à constitucionalidade da norma. Desse modo, é solicitado ao STF, por meio de uma ADC, que seja declarada, de maneira definitiva, a constitucionalidade da norma, de modo que não haja mais nenhuma dúvida em relação à sua adequação à Constituição.
A ADC é similar à ADI, sendo o rol de legitimados, por exemplo, para a proposição de uma ADC, o mesmo da ADI. Entretanto, uma importante diferença é que apenas leis federais podem ser objetos de ADC perante o STF, não cabendo, em nenhuma hipótese, o ajuizamento de leis estaduais ou municipais via ADC.
PARA FIXAR:
ADI: Leis Estaduais e Federais perante a CF;
ADC: Apenas Leis Federais perante a CF.
Um ponto que merece destaque é que não pode haver a desistência do impetrante de ADC e ADI já propostas.
Além disso, as ações julgadas em face de ADI e ADC são irrecorríveis, salvo a interposição de embargos declaratórios, não cabendo, também, ação rescisória contra as decisões proferidas.
Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO)
Dando sequência ao nosso resumo sobre o Controle de Constitucionalidade para a SEFAZ-AL, iremos analisar agora a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO).
A ADO é um mecanismo utilizado quando há a inércia do Poder Legislativo ou da Administração em elaborar determinada norma para regulamentar algum dispositivo constitucional, o qual não é autoaplicável.
Ela é muito similar ao mandado de injunção, porém, enquanto este é utilizado apenas em determinado caso concreto, a ADO é utilizada para o controle abstrato de constitucionalidade.
Perceba que a ADO é um tipo de ADI, porém, a ADO pode ser considerada uma Ação Direta de Constitucionalidade por ação, enquanto a ADO é uma Ação Direta de Constitucionalidade por omissão. Desse modo, os seus procedimentos são extremamente similares.
Por exemplo, os legitimados para ajuizar uma ADO são os mesmos da ADI, sendo, também, apenas permitida impugnações de omissões de órgãos federais e estaduais em face da CF/88.
Caso seja julgada procedente a ação, o STF não irá editar o ato normativo, mas dará ciência ao poder competente para que o faça, sendo que, caso a omissão esteja relacionada a órgão administrativo, este deverá adotar as providências dentro de 30 dias a partir da ciência da decisão, caso outro prazo não seja estipulado pelo STF.
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental(ADPF)
Preceitos fundamentais são os princípios e normas consideradas essenciais ao ordenamento jurídico, sejam elas implícitas ou explícitas na Constituição.
Alguns exemplos de preceitos fundamentais são o direito à vida, à saúde, ao meio ambiente, os direitos e garantias individuais, entre outros.
Assim, surgiu a ADPF, um mecanismo utilizado para suprir lacunas não contempladas pelas ADI e ADC. Desse modo, ela é considerada como uma ação subsidiária, de caráter residual, ou seja, apenas será utilizada quando não for possível a utilização de qualquer outro mecanismo de controle concentrado.
Os legitimados para propor a ADPF são os mesmos da ADI, sendo que ela poderá ser utilizada para:
· Analisar interpretações judiciais que violam os preceitos fundamentais;
· Questionar leis e atos normativos municipais em face da Constituição;
· Verificar a compatibilidade de normas pré-constitucionais, ou seja, para analisar se as leis editadas antes da CF/88 são compatíveis com a Constituição atual (não utiliza ADPF para analisar leis em face de Constituições passadas);
· Analisar normas pós-constitucionais revogadas ou cujos efeitos já estão exauridos.
FIQUE SABENDO: Não cabe ADPF contra veto do chefe do Poder Executivo ou contra súmulas vinculantes.
As decisões de ADPF são irrecorríveis, não cabendo, também, ação rescisória.
Ação Direta de Inconstitucionalidade Interventiva (ADI-I)
Para finalizar o nosso resumo sobre o controle de constitucionalidade para a SEFAZ-AL, iremos falar sobre a ADI-I.
Esse tipo de ação é utilizada quando há violação dos direitos constitucionais sensíveis, sendo utilizada para propor a ação de intervenção federal ou estadual. Mas quais são esses princípios? Bom, eles estão presentes no Art. 34, inciso VII da CF/88:
a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático;
b) direitos da pessoa humana;
c) autonomia municipal;
d) prestação de contas da administração pública, direta e indireta;
e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.
Desse modo, quando houver a violação de qualquer princípio acima, o Procurador-Geral da República, único legitimado para propor essa ação, poderá ajuizar uma ADI-I perante o STF, de modo que este solicitará que o Presidente da República decrete a Intervenção Federal no ente federativo violador.
No âmbito estadual, o Procurador-Geral de Justiça pode entrar com a ADI-I perante o Tribunal de Justiça, o qual solicitará que o Governador decrete Intervenção Estadual.
O Presidente da República pode editar medida provisória sobre a matéria, pois, ao exercer função legislativa, não está vinculado à decisão definitiva de mérito do STF em sede de ADI.
É importante destacar que a decisão definitiva de mérito do STF, proferida nas ADIs, possui eficácia erga omnes e efeito vinculante para o Poder Judiciário e a Administração Pública em todas as esferas, de acordo com o Artigo 28, parágrafo único, da Lei nº 9.868/99.
Entretanto, essa decisão não vincula o Poder Legislativo, que detém a prerrogativa de promulgar uma nova lei com conteúdo material idêntico à norma declarada inconstitucional. Da mesma forma, não vincula o STF, que pode reavaliar suas próprias decisões.
No mais, ao editar medidas provisórias, o presidente exerce sua função atípica de legislar.
GABARITO: B
♦PARA EDIÇÃO DE SÚMULAS VINCULANTES:
·        Quórum 2/3 = 8 ministros
·        APLICA-SE o Efeito Vinculante: Poder Executivo; Demais órgãos do Poder Judiciário.
·        NÃO SE APLICA o Efeito Vinculante: Próprio STF que, em determinadas circunstâncias, poderá rever suas decisões; - Poder Legislativo (legislador) que, em tese, poderá editar uma nova lei com conteúdo material idêntico ao do texto normativo declarado inconstitucional.,
MEDIDA PROVISÓRIA TEM FORÇA DE LEI. LOGO É LEGISLAR!
MEDIDA PROVISÓRIA, Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República (governador e prefeito também pode, entretanto, tem que haver a permissibilidade na Constituição do respectivo Estado), poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional.
considerando que o STF julgou IMprocedente a Ação Declaratória de Constitucionalidade referente à Lei , temos que aludida Lei é inconstitucional.
Assim, tendo em vista que o TRF manteve decisão de primeiro grau pela aplicação da referida Lei, ou seja, pela sua constitucionalidade, evidencia-se que tal decisão afrontou o anteriormente decidido pelo STF, de modo que cabível nesse caso a reclamação.
Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:
I - processar e julgar, originariamente:
l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões;
Constituição Federal.
Por fim, importante destacar que a natureza jurídica da reclamação não é a de um recurso, de uma ação, nem de um incidente processual.
A questão cobra do aluno conhecimento acerca da reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal. Vejamos:
Três hipóteses em que cabe reclamação junto ao STF:
1. Preservar a competência do tribunal;
2. Garantir a autoridade de suas decisões; e
3. Assegurar a observância de enunciado de súmula vinculante e de decisão do Supremo em controle concentrado de constitucionalidade.
Desta forma:
C. CERTO. Ajuizar reclamação perante o STF em relação à decisão proferida pelo TRF.
O mandado de injunção é uma ferramenta para fazer valer os direitos assegurados pela Constituição e que precisam de uma lei ou norma específica para serem implementados ou exercidos.
Considerado um remédio constitucional, o mandado de injunção está previsto no inciso LXXI do artigo 5º da Constituição Federal de 1988.
Além da Constituição, a Lei 13.300/16 trata das regras e normas sobre o processo e o julgamento dos mandados de injunção.
Conforme o artigo 2º da referida lei, o mandado de injunção deve ser concedido sempre que o direito fique prejudicado pela ausência parcial ou total de normas.
Caso a norma regulamentadora não seja elaborada, a solução pode ser dada pelo Poder Judiciário.
Para ingressar com um mandado de injunção na Justiça, é necessária a atuação de um advogado ou defensor público.
Veja o que diz a lei:
Constituição Da Republica Federativa do Brasil de 1988
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
...
LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;
Lei nº 13.300, de 23 de JUNHO DE 2016.
Art. 1º Esta Lei disciplina o processo e o julgamento dos mandados de injunção individual e coletivo, nos termos do inciso LXXI do art. 5º da Constituição Federal.
Art. 2º Conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta total ou parcial de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.
Parágrafo único. Considera-se parcial a regulamentação quando forem insuficientes as normas editadas pelo órgão legislador competente.
Art. 3º São legitimados para o mandado de injunção, como impetrantes, as pessoas naturais ou jurídicas que se afirmam titulares dos direitos, das liberdades ou das prerrogativas referidos no art. 2º e, como impetrado, o Poder, o órgão ou a autoridade com atribuição para editar a norma regulamentadora.
A ADC possui o condão de declarar a constitucionalidade de uma lei ou ato normativo federal. Neste caso, então, já poderíamos descartar a ADI, que não possui o objetivo de garantir o questionamento acerca da constitucionalidade da lei (papel dado à ADC).
A ADI possui o condão de declarar a inconstitucionalidade de leiou ato normativo.
A ADPF possui o objetivo de evitar ou reparar lesão a preceito fundamental resultante de ato do poder público.
ADC: utilizada quando há uma controvérsia judicial entre juízes e demais tribunais em relação à constitucionalidade da norma. Desse modo, é solicitado ao STF, por meio de uma ADC, que seja declarada, de maneira definitiva, a constitucionalidade da norma, de modo que não haja mais nenhuma dúvida em relação à sua adequação à Constituição.
ADI: Leis Estaduais e Federais perante a CF;
ADC: Apenas Leis ou Atos Normativos Federais perante a CF.
Falou em CONTROVÉRSIA JUDICIAL? ADC!
ADC - AÇÃO DIRETA DE CONSTITUCIONALIDADE É PARA DECLARAR A CONSTITUCIONALIDADE DE UMA NORMA, É USADA QUANDO HÁ DIVERGÊNCIA ENTRE JUÍZES E TRIBUNAIS SOBRE A CONSTITUCIONALIDADE DE UMA NORMA.
Art. 103, CF – gabarito C
A alternativa trata sobre vício de legitimidade e inconstitucionalidade formal. Pelo art. 103, os governadores são legitimados para propor ADI.
Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:
(...)
V - o Governador de Estado ou do Distrito Federal;
(...)
E o órgão competente para julgamento? R: STF, art. 102
Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:
I - processar e julgar, originariamente:
a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal;
A) ela pode ajuizar ADI, que é pela via concentrada.
B) pode ser pelo Poder Judiciário (controle concentrado)
C) Gabarito.
D) O Governador tem legitimidade para ADI.
Complemento: a questão não mencionou, mas o governador precisa de pertinência temática.
OBS: art. 103 é de altíssima incidência.
CF, Art. 103, V
 Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:              
 I - o Presidente da República;
II - a Mesa do Senado Federal;
III - a Mesa da Câmara dos Deputados;
IV a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;                 
V o Governador de Estado ou do Distrito Federal;             
VI - o Procurador-Geral da República;
VII - o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
VIII - partido político com representação no Congresso Nacional;
IX - confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.
Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:
I - processar e julgar, originariamente:
a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal; 
ADO
· Se a omissão foi dada pelos orgãos administrativos: 30 dias para povidencias necessárias;
· Se a omissão foi dada pelo Poder Legislativo: O Poder Judiário dará ciência da mora para que o Poder legislativo adote de providências necessárias.
GABARITO B - art. 103, § 2º CF