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Prova Impressa GABARITO | Avaliação III - Desafio Profissional - Individual (Cod.:1600775) Peso da Avaliação 3,00 Prova 112346041 Qtd. de Questões 1 Nota 10,00 DESAFIO PROFISSIONAL DA DISCIPLINA DE TERAPIA OCUPACIONAL NA SAÚDE MENTAL E DISFUNÇÕES COGNITIVAS Esta é a descrição do seu Desafio Profissional. Para que você possa desenvolver sua atividade e chegar à conclusão desta avaliação, é preciso baixar e salvar o Template Padrão Único em Word, que está disponível no link ao final desta descrição. Para baixá-lo, clique em Arquivo > Criar uma cópia > Baixar uma cópia. Você só conseguirá editar o template depois de salvá-lo. Vamos adiante! Leia com atenção. Seja bem-vindo ao Desafio Profissional da Disciplina de Terapia Ocupacional Na Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. Aqui, você assume o papel de profissional responsável por analisar a situação, tomar decisões e propor soluções. É o momento de aplicar seus conhecimentos de forma prática e mostrar como lidaria com um desafio real. ETAPA 1 - Apresentação do Desafio Profissional. Você, terapeuta ocupacional de uma clínica, recebe para avaliação a paciente Graça, acompanhada de sua filha. Na avaliação inicial, a acompanhante refere que a paciente apresenta esquecimentos frequentes, dificuldade na organização da rotina diária, isolamento social e desmotivação para a realização de atividades anteriormente significativas, como o cuidado com a própria loja. Relata ainda humor deprimido, redução da iniciativa, fadiga frequente e perda de interesse por atividades de lazer, sintomas que se intensificaram nos últimos meses. Graça possui diagnóstico médico de Transtorno Depressivo Maior, encontrando-se em acompanhamento psiquiátrico e em uso de medicação antidepressiva. As alterações emocionais e cognitivas têm impactado de forma significativa o desempenho ocupacional, comprometendo a autonomia nas atividades instrumentais de vida diária, o engajamento em papéis ocupacionais VOLTAR A+Aumentar, Fonte Alterar modo de visualização 1 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 1/8 produtivos e a participação social, resultando em maior dependência familiar e empobrecimento do cotidiano. Você, como terapeuta ocupacional qualificado, usará escalas e testes que lhe deem o suporte necessário para traçar um bom plano terapêutico. ETAPA 2 - Materiais de referência (ambientação) para o Desafio Profissional Esquecimentos e organização da rotina indicam prejuízos nas funções cognitivas que interferem diretamente no desempenho ocupacional e na participação social, requerendo avaliação e estratégias específicas de intervenção. A desmotivação de Graça para cuidar da própria loja representa uma ruptura na identidade ocupacional, construída ao longo da vida por meio do trabalho e da produtividade. A Terapia Ocupacional entende que a perda ou interrupção de ocupações significativas pode intensificar quadros depressivos, sendo essencial atuar na ressignificação do fazer. As queixas de Graça devem ser analisadas também à luz do processo de envelhecimento, considerando fatores psicossociais, perdas afetivas e mudanças nos papéis ocupacionais. A manutenção do engajamento em ocupações significativas é um dos pilares para um envelhecimento saudável. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO1865 https://interacoes.ucdb.br/multitemas/article/view/847 https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38968/1/2023_LuanaPessoaBarbosa_tcc.pdf ETAPA 3 - Levantamento de conceitos teóricos (preencher no Template Padrão Único). ETAPA 4 - Aplicação dos conceitos teóricos ao Desafio Profissional (preencher no Template Padrão Único). ETAPA 5 – ETAPA AVALIATIVA - Redação do produto - Memorial Analítico - (preencher no Template Padrão Único e, após a finalização, copiar e colar no campo de resposta a seguir). Chegou a hora de transformar todo o seu percurso investigativo em um texto claro, bem estruturado e objetivo. Você deverá desenvolver um Memorial Analítico. Este será o produto final do Desafio Profissional, que será avaliado com nota de zero a dez e terá peso três na média final da disciplina de Terapia Ocupacional Na Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 2/8 Lembre-se: para baixar o Template Padrão Único do Desafio Profissional, clique no link a seguir e siga o passo a passo: clique em Arquivo > Criar uma cópia > Baixar uma cópia. Você só conseguirá editar o template depois de salvá-lo. Bons estudos! FERIGOLLO, J. P. Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. Florianópolis: Arqué, 2024. 184 p. LINK DO TEMPLATE PADRÃO ÚNICO Resposta esperada Resumo do que você descobriu (1 parágrafo) – vale 1 ponto O estudante precisa resumir em até um parágrafo o que ele descobriu. A partir da avaliação inicial realizada na clínica de Terapia Ocupacional, identificou-se que Graça apresenta comprometimentos significativos no desempenho ocupacional decorrentes do Transtorno Depressivo Maior. Observam-se prejuízos cognitivos, como esquecimentos frequentes e dificuldade na organização da rotina diária, associados a alterações emocionais, incluindo humor deprimido, desmotivação, fadiga e redução da iniciativa. Tais fatores repercutem diretamente na autonomia para as Atividades Instrumentais de Vida Diária, no exercício de papéis ocupacionais produtivos — especialmente relacionados à gestão de sua própria loja — e na participação social, resultando em isolamento, maior dependência familiar e empobrecimento do cotidiano. Contextualização do desafio (1 parágrafo): Quem? Onde? Qual a situação? – vale 0,5 ponto O estudante precisa contextualizar o desafio. Trata-se de uma mulher adulta, avaliada em contexto ambulatorial, acompanhada de sua filha, que atua como principal informante durante a avaliação. A situação clínica ocorre em um cenário de acompanhamento psiquiátrico em curso, com uso de medicação antidepressiva, sendo que os sintomas emocionais e cognitivos se intensificaram nos últimos meses, agravando o impacto funcional na vida diária, produtiva e social da paciente. Diante desse quadro, torna-se fundamental uma avaliação terapêutica ocupacional sistematizada, que permita identificar com maior precisão o grau de comprometimento emocional, funcional e ocupacional, bem como as prioridades percebidas pela própria paciente. Análise (1 parágrafo): use de 2 a 3 conceitos da disciplina, mostrando como eles explicam a situação. Dê exemplos diretos e contextualizados – vale 2 pontos O estudante precisa usar conceitos da disciplina para explicar a situação. Recomenda-se a elaboração de um plano terapêutico ocupacional voltado à retomada gradual do engajamento ocupacional, com foco na reorganização da rotina e no resgate de atividades significativas, orientado por avaliações padronizadas, especialmente pela COPM, que avalia o desempenho e a satisfação em ocupações de autocuidado, produtividade e lazer, a partir das prioridades da própria paciente; o uso de estratégias compensatórias, como agendas e lembretes, aliado ao treino e à adaptação de atividades produtivas, deve respeitar os limites impostos pelo quadro depressivo e favorecer a participação funcional, sendo o acompanhamento realizado por meio da reaplicação da Escala de Depressão Geriátrica, que mensura sintomas depressivos, do Índice de Barthel, que avalia a independência nas atividades básicas de vida diária, e da COPM, possibilitando monitorar a evolução do quadro, ajustar as intervenções e estimular a participação social e o bem-estar ocupacional. 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 3/8 https://www.uniasselvi.com.br/extranet/o-2.0/download/arqu_download.php?link=549786 Propostas de solução (até 2 parágrafos): o que você recomenda? Por quê? Qual teoria apoia sua ideia? – vale 3 pontos O estudante deverá propor uma solução. Diante desse contexto,recomenda-se a elaboração de um plano terapêutico ocupacional centrado na retomada gradual do engajamento ocupacional, com ênfase na reorganização da rotina diária e no resgate de atividades significativas. Os dados obtidos por meio das avaliações padronizadas, especialmente da COPM, podem orientar intervenções mais assertivas, direcionadas às prioridades elencadas pela própria paciente, como a retomada parcial do cuidado com a loja ou a participação em atividades de lazer. Estratégias compensatórias, como o uso de agendas, listas, lembretes visuais e organização do ambiente, podem favorecer a estruturação do cotidiano e minimizar os impactos dos déficits cognitivos. Paralelamente, propõe-se o treino e a adaptação de atividades relacionadas ao papel produtivo, respeitando o ritmo, a energia e os limites impostos pelo quadro depressivo, promovendo a participação de forma progressiva e funcional. Essas propostas são sustentadas por abordagens da Terapia Ocupacional que compreendem a ocupação como elemento central para a promoção da saúde e do bem-estar. A participação ativa em ocupações significativas contribui para o aumento do senso de competência, melhora do humor e fortalecimento da identidade ocupacional. O acompanhamento longitudinal, com reaplicação periódica de instrumentos como a Escala de Depressão Geriátrica, o Índice de Barthel e a COPM, possibilita monitorar os avanços terapêuticos e ajustar o plano de intervenção conforme a evolução do quadro. Ademais, a intervenção deve incluir o estímulo à participação social e a atividades de lazer, ampliando o repertório ocupacional de Graça e reduzindo o isolamento, em articulação com a família e a equipe multiprofissional. Conclusão reflexiva (até 2 parágrafos): O que você aprendeu com essa experiência? – vale 2 pontos O estudante precisa chegar a uma conclusão. A reflexão sobre este caso evidencia a importância de um olhar ampliado sobre o adoecimento mental, que ultrapasse o diagnóstico médico e considere os impactos funcionais, subjetivos e sociais da depressão. Compreende-se que o comprometimento do desempenho ocupacional não é apenas consequência dos sintomas, mas também um fator que pode perpetuar o sofrimento psíquico quando não adequadamente abordado. Nesse sentido, a Terapia Ocupacional desempenha papel fundamental na promoção da autonomia, na ressignificação do cotidiano e na reconstrução de papéis ocupacionais. Por fim, a elaboração deste estudo de caso contribuiu de forma positiva para o processo de aprendizagem, possibilitando a articulação entre teoria e prática e o aprofundamento do raciocínio clínico em Terapia Ocupacional. A análise permitiu compreender a relevância do uso integrado de instrumentos de avaliação padronizados, como a COPM, associados à observação clínica, fortalecendo a capacidade de planejar intervenções fundamentadas, individualizadas e centradas na ocupação, especialmente no contexto da saúde mental. Referências (somente o que você realmente usou, incluindo o livro) – vale 0,5 ponto O estudante deve indicar as referências que utilizou. Neste caso, utilizou-se: FERIGOLLO, Juliana Prestes. Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. Florianópolis, SC: Arqué, 2024. 184 p. ISBN 978-65-279-0193-8 (papel); ISBN 978-65-279- 0194-5 (digital). 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 4/8 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf ALMEIDA ALVES, M. C. et al. Desenvolvimento e análise de intervenção grupal em terapia ocupacional a idosos com transtorno neurocognitivo leve. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, São Carlos, v. 28, n.1, p. 187–206, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO1865. Acesso em: 05 fev. 2026. https://interacoes.ucdb.br/multitemas/article/view/847 https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38968/1/2023_LuanaPessoaBarbosa_tcc.pdf Autoavaliação (1 parágrafo): o que você percebeu sobre seu próprio processo de estudo? – vale 1 ponto O estudante deverá escrever a sua percepção sobre o processo de aprendizagem. Aqui, tudo o que o estudante escrever deverá ser considerado correto. Ele poderá descrever que sua experiência foi positiva e que aprendeu muito, poderá descrever que sua experiência foi ruim e que não conseguiu aprender muito, poderá descrever que sua experiência foi neutra pois já conhecia o conteúdo. Assim, a resposta esperada é: A partir da avaliação inicial realizada na clínica de Terapia Ocupacional, identificou-se que Graça apresenta comprometimentos significativos no desempenho ocupacional decorrentes do Transtorno Depressivo Maior. Observam-se prejuízos cognitivos, como esquecimentos frequentes e dificuldade na organização da rotina diária, associados a alterações emocionais, incluindo humor deprimido, desmotivação, fadiga e redução da iniciativa. Tais fatores repercutem diretamente na autonomia para as Atividades Instrumentais de Vida Diária, no exercício de papéis ocupacionais produtivos — especialmente relacionados à gestão de sua própria loja — e na participação social, resultando em isolamento, maior dependência familiar e empobrecimento do cotidiano. Trata-se de uma mulher adulta, avaliada em contexto ambulatorial, acompanhada de sua filha, que atua como principal informante durante a avaliação. A situação clínica ocorre em um cenário de acompanhamento psiquiátrico em curso, com uso de medicação antidepressiva, sendo que os sintomas emocionais e cognitivos se intensificaram nos últimos meses, agravando o impacto funcional na vida diária, produtiva e social da paciente. Diante desse quadro, torna-se fundamental uma avaliação terapêutica ocupacional sistematizada, que permita identificar com maior precisão o grau de comprometimento emocional, funcional e ocupacional, bem como as prioridades percebidas pela própria paciente. Recomenda-se a elaboração de um plano terapêutico ocupacional voltado à retomada gradual do engajamento ocupacional, com foco na reorganização da rotina e no resgate de atividades 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 5/8 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf https://interacoes.ucdb.br/multitemas/article/view/847 https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38968/1/2023_LuanaPessoaBarbosa_tcc.pdf significativas, orientado por avaliações padronizadas, especialmente pela COPM, que avalia o desempenho e a satisfação em ocupações de autocuidado, produtividade e lazer, a partir das prioridades da própria paciente; o uso de estratégias compensatórias, como agendas e lembretes, aliado ao treino e à adaptação de atividades produtivas, deve respeitar os limites impostos pelo quadro depressivo e favorecer a participação funcional, sendo o acompanhamento realizado por meio da reaplicação da Escala de Depressão Geriátrica, que mensura sintomas depressivos, do Índice de Barthel, que avalia a independência nas atividades básicas de vida diária, e da COPM, possibilitando monitorar a evolução do quadro, ajustar as intervenções e estimular a participação social e o bem-estar ocupacional. Diante desse contexto, recomenda-se a elaboração de um plano terapêutico ocupacional centrado na retomada gradual do engajamento ocupacional, com ênfase na reorganização da rotina diária e no resgate de atividades significativas. Os dados obtidos por meio das avaliações padronizadas, especialmente da COPM, podem orientar intervenções mais assertivas, direcionadas às prioridades elencadas pela própria paciente, como a retomada parcial do cuidado com a loja ou a participação em atividades de lazer. Estratégias compensatórias, como o uso de agendas, listas, lembretes visuais e organização do ambiente, podem favorecer a estruturação do cotidiano e minimizar os impactos dos déficits cognitivos. Paralelamente, propõe-se o treino e a adaptação de atividades relacionadas ao papel produtivo, respeitando o ritmo, a energia e os limites impostos pelo quadro depressivo, promovendo a participação de forma progressiva e funcional.Essas propostas são sustentadas por abordagens da Terapia Ocupacional que compreendem a ocupação como elemento central para a promoção da saúde e do bem-estar. A participação ativa em ocupações significativas contribui para o aumento do senso de competência, melhora do humor e fortalecimento da identidade ocupacional. O acompanhamento longitudinal, com reaplicação periódica de instrumentos como a Escala de Depressão Geriátrica, o Índice de Barthel e a COPM, possibilita monitorar os avanços terapêuticos e ajustar o plano de intervenção conforme a evolução do quadro. Ademais, a intervenção deve incluir o estímulo à participação social e a atividades de lazer, ampliando o repertório ocupacional de Graça e reduzindo o isolamento, em articulação com a família e a equipe multiprofissional. A reflexão sobre este caso evidencia a importância de um olhar ampliado sobre o adoecimento mental, que ultrapasse o diagnóstico médico e considere os impactos funcionais, subjetivos e sociais da depressão. Compreende-se que o comprometimento do desempenho ocupacional não é apenas consequência dos sintomas, mas também um fator que pode perpetuar o sofrimento psíquico quando não adequadamente abordado. Nesse sentido, a Terapia Ocupacional desempenha papel fundamental na promoção da autonomia, na ressignificação do cotidiano e na reconstrução de papéis ocupacionais. Por fim, a elaboração deste estudo de caso contribuiu de forma positiva para o processo de aprendizagem, possibilitando a articulação entre teoria e prática e o aprofundamento do raciocínio clínico em Terapia Ocupacional. A análise permitiu compreender a relevância do uso integrado de instrumentos de avaliação padronizados, como a COPM, associados à observação clínica, fortalecendo a capacidade de planejar intervenções fundamentadas, individualizadas e centradas na ocupação, especialmente no contexto da saúde mental. Referências 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 6/8 FERIGOLLO, Juliana Prestes. Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. Florianópolis, SC: Arqué, 2024. 184 p. ISBN 978-65-279-0193-8 (papel); ISBN 978-65-279- 0194-5 (digital). https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf ALMEIDA ALVES, M. C. et al. Desenvolvimento e análise de intervenção grupal em terapia ocupacional a idosos com transtorno neurocognitivo leve. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, São Carlos, v. 28, n.1, p. 187–206, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.4322/2526-8910.ctoAO1865. Acesso em: 05 fev. 2026. https://interacoes.ucdb.br/multitemas/article/view/847 https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38968/1/2023_LuanaPessoaBarbosa_tcc.pdf No parágrafo referente à autoavaliação, o estudante deverá escrever a sua percepção sobre o processo de aprendizagem. Aqui, tudo o que o estudante escrever deverá ser considerado correto. Minha resposta Resumo do que foi descoberto: Ao analisar o caso de Graça, percebi que a depressão, junto com as alterações cognitivas e o processo de envelhecimento, afetou diretamente sua rotina e sua autonomia. Entendi que não se trata apenas de tristeza, mas de uma perda de interesse pelas atividades que davam sentido à vida dela, especialmente o cuidado com a loja. A Terapia Ocupacional aparece para ajudar na reorganização da rotina e no resgate dessas ocupações significativas. Contextualização do desafio: Graça é uma idosa diagnosticada com Transtorno Depressivo Maior, que começou a apresentar esquecimentos frequentes, desorganização da rotina, isolamento social e desmotivação. A atividade que antes era significativa para ela, que era cuidar da própria loja, deixou de ter sentido. Isso comprometeu seu desempenho nas atividades do dia a dia e aumentou sua dependência familiar. Análise: O conceito de desempenho 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 7/8 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf https://interacoes.ucdb.br/multitemas/article/view/847 https://bdm.unb.br/bitstream/10483/38968/1/2023_LuanaPessoaBarbosa_tcc.pdf ocupacional ajuda a entender como os sintomas depressivos e os prejuízos cognitivos interferem diretamente na capacidade de Graça realizar suas atividades diárias. A identidade ocupacional também é essencial nesse caso, porque o trabalho fazia parte de quem ela era. Quando ela se afasta dessa ocupação, há uma perda de sentido e de papel social. Além disso, as alterações nas funções cognitivas, como memória e planejamento, explicam os esquecimentos e a dificuldade de organizar a rotina. Propostas de solução: Como proposta de intervenção, considero importante iniciar com uma avaliação terapêutica ocupacional completa, para compreender melhor as dificuldades cognitivas e emocionais. A partir disso, seria possível organizar um plano terapêutico voltado para a reorganização da rotina, utilizando estratégias como agendas, listas e divisão de tarefas, facilitando o dia a dia. Também acredito que seja fundamental trabalhar o resgate gradual de atividades significativas, respeitando os limites de Graça. Pequenas retomadas relacionadas à loja, mesmo que adaptadas, podem ajudar na reconstrução da identidade ocupacional e no fortalecimento da autonomia. Essas propostas estão alinhadas com os princípios do envelhecimento ativo e com a atuação centrada na pessoa. Conclusão reflexiva: Esse estudo me fez compreender que a Terapia Ocupacional vai muito além de ajudar na execução de tarefas. Ela atua no sentido que as ocupações têm para a vida da pessoa. No caso de Graça, ficou claro que o sofrimento não está apenas nos sintomas, mas na perda do papel ocupacional que dava identidade a ela. Aprendi que o terapeuta ocupacional precisa olhar para a história de vida, para os papéis sociais e para aquilo que dá significado ao cotidiano. A retomada de ocupações significativas pode ser um caminho importante para melhorar não só a funcionalidade, mas também a saúde emocional. Referências: FERIGOLLO, J. P. Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Disfunções Cognitivas. Florianópolis: Arqué, 2024. BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento Ativo: uma política de saúde. Brasília, 2005. Autoavaliação: Durante a realização deste desafio, percebi que consegui compreender melhor a relação entre teoria e prática. No início, os conceitos pareciam apenas definições, mas ao aplicá-los ao caso, passaram a fazer sentido real. Esse processo me ajudou a desenvolver um raciocínio mais clínico e mais seguro para pensar em intervenções. template_padrao_unico_desafio.pdfClique para baixar sua resposta Retorno da correção "Prezada(o) acadêmica(o), A atividade apresenta um desempenho satisfatório, demonstrando bom domínio dos conteúdos avaliados. Reforçamos a importância de manter atenção às orientações e seguir as diretrizes para a adequada entrega da atividade e continuidade do seu bom desempenho ao longo da jornada acadêmica." Imprimir 03/03/2026, 17:55 Avaliação III - Desafio Profissional - Individual about:blank 8/8