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Profa. Tassia Vinhas UNIDADE I Introdução às Técnicas Audiovisuais em Jornalismo Segundo o Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, Michaelis (on-line): Áudio = “processo de recepção, de reprodução e de transmissão do som, um sinal forte de uma fonte sonora”; Visual = “à vista ou à visão; que pode ser obtido por meio da visão, decorrente de uma imagem mental”; Áudio + Visual = Audiovisual = combinação de som e de imagem. É a forma de se comunicar usando os dois elementos; Legislação brasileira: toda produção que resulte na transmissão de uma imagem em movimento, indiferente do meio utilizado para a sua veiculação, reprodução, transmissão ou difusão. Definição de “audiovisual” Em tudo: na televisão, no rádio, na internet, na publicidade, no nosso dia a dia. Onde está? Fonte: https://portalvidal ivre.com/uploads /content/image/1 75976/jogando_j untos__1_.jpg Fonte: https://images.pexel s.com/photos/10295 514/pexels-photo- 10295514.jpeg?auto =compress&cs=tiny srgb&w=1260&h=75 0&dpr=1 Fonte: https://tm.ib xk.com.br/2 017/07/25/2 5093757903 729.jpg?ims =1120x420 2022: todo mundo produz audiovisual o tempo inteiro. Fonte: https://static.toiimg.com/thu mb/resizemode-4,msid- 69935743,width-800,height- 450,ver-75/69935743.jpg Transformações tecnológicas. Correria do dia a dia. Facilidade de acesso a qualquer hora e lugar. Resultado: boom do audiovisual. Tecnologia e interação Receptor deixa de ser passivo. Interação entre quem emite e recebe a informação. Comunicação deixa de ser feita em sentido único para se tornar bidirecional. Exemplo: comentários em matérias publicadas na internet, nos fóruns etc. Fonte: https://www.contabeis.com.br/ assets/img/news/n_47679_e3 60396f035a2fe220cde0ac94c 411eb.jpg?v=1624995001 O bom produto precisa: Transmitir a mensagem à primeira vista com clareza e simplicidade; Destacar-se para atrair a atenção; Os gráficos e as tabelas devem ser autoexplicativos; As imagens que representam objetos familiares são mais fáceis de serem compreendidas. Características do audiovisual Fonte: https://images.pexels.com/photos/79 48059/pexels-photo- 7948059.jpeg?auto=compress&cs=ti nysrgb&w=1260&h=750&dpr=1 Fonte: https://thomazribas.com/wp- content/uploads/2020/09/foc o-em-resultado-grafico.png “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Importância do audiovisual A sociedade é recheada de imagens, sons e outros estímulos. Guardamos as imagens e os sons de eventos importantes que acontecem. Fonte: https://static.poder360. com.br/2021/11/pande mia-768x549.jpg Fonte: https://www.daquibh.com. br/wp- content/uploads/sites/34/2 016/06/ground-zero- 81886_640.jpg Mídias presentes em quase todas as áreas da nossa vida. A pandemia intensificou essa necessidade. Importância do audiovisual Fonte: https://s2.glbimg. com/SQLvv7Smj CP3S5fyt9_Nldp 3Ir0=/620x430/e. glbimg.com/og/e d/f/original/2017/ 11/23/comercio- online-black- friday.jpg Fonte: https://cdn.pixabay.com/photo/2021/01/1 5/16/50/chemist-5919765_960_720.png Fonte: https://bisnismuda.id/assets/ content/2020110408090800 0000Untitleddesign10.jpg Fonte: https://evnts.com.br/wp- content/uploads/2021/11 /pexels-anna-shvets- 4226122-1024x1536.jpg As áreas de atuação, segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine), definiram os segmentos que estão na sua esfera de atuação, como: Sala de exibição; Vídeo doméstico; Comunicação de massa por assinatura (TV paga); Radiodifusão de sons e imagens (TV aberta); Outros mercados: vídeos por demanda, mídias móveis, transporte coletivo, circuito restrito. 2018: mais de 26 mil postos de trabalho na área, em todo o país, com destaque para a região Sudeste onde estão concentrados 61% dos empregos, seguido pelo Nordeste, com 14%; Sul, 12%; e Norte, 6%. Mercado audiovisual Mercado audiovisual Fonte: Agência Nacional do Cinema (Ancine). Valor adicionado pelo setor audiovisual (R$ bilhões correntes) 26,726,0 24,2 25,725,6 23,1 20,4 16,3 13,1 11,5 9,9 8,7 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet. Comércio e aluguel de fitas de vídeo, DVD e similares. Distribuição cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão. Atividades de produção e pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão. Atividades de exibição cinematográfica. Programadoras e atividades relacionadas à televisão por assinatura. Operadoras de televisão por assinatura. Atividades de televisão aberta. 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 30000 25000 20000 15000 10000 5000 0 R $ m ilh õ e s Mercado audiovisual Fonte: Kantar Ibope Media. 2020: o consumo de dados aumentou 20%. Expectativa entre 2020 e 2025 é de uma expansão de 26,9%. Maior fatia de vídeo: 78.3% – destaque para as exibições on-line. Resultado: aumento do cancelamento de assinaturas de TV paga. 33% 50% 61% 202020192018 A evolução tecnológica teve impacto na maneira de consumir o audiovisual, no seu mercado e em como ele passou a ser produzido, principalmente, depois da pandemia do coronavírus. A partir desta informação, é correto afirmar que: a) Como as pessoas ficaram mais tempo em casa, elas passaram a assistir mais televisão e, com isso, a TV aberta cresceu, ganhando mais espaço do que os vídeos por streaming. b) O boom do audiovisual foi resultado das transformações tecnológicas, somado à correria do dia a dia e à facilidade de acesso a qualquer hora em qualquer lugar. c) Com essas mudanças, o receptor passa a ser passivo. d) A comunicação, que era feita de forma bidirecional, passa a ser em um sentido único. e) Os comentários em matéria na internet e fóruns não podem ser um exemplo prático da mudança trazida com a evolução tecnológica no audiovisual. Interatividade A evolução tecnológica teve impacto na maneira de consumir o audiovisual, no seu mercado e em como ele passou a ser produzido, principalmente, depois da pandemia do coronavírus. A partir desta informação, é correto afirmar que: a) Como as pessoas ficaram mais tempo em casa, elas passaram a assistir mais televisão e, com isso, a TV aberta cresceu, ganhando mais espaço do que os vídeos por streaming. b) O boom do audiovisual foi resultado das transformações tecnológicas, somado à correria do dia a dia e à facilidade de acesso a qualquer hora em qualquer lugar. c) Com essas mudanças, o receptor passa a ser passivo. d) A comunicação, que era feita de forma bidirecional, passa a ser em um sentido único. e) Os comentários em matéria na internet e fóruns não podem ser um exemplo prático da mudança trazida com a evolução tecnológica no audiovisual. Resposta Até o começo dos anos 1990, quando nos referíamos ao jornalismo audiovisual, estávamos, basicamente, falando sobre o rádio e a televisão. A TV se firmou como a mídia de maior penetração entre os lares brasileiros, tornando-se um produto cultural de grande abrangência. Se, hoje, até um celular pode fazer jornalismo audiovisual, antigamente, era bem diferente. Jornalismo audiovisual Fonte: encurtador .com.br/cx PV0 Fonte: https://sinemani ja.com/istorija-i- evolucija- filmskih-i-video- kamera/#pretty Photo Fonte: encurtador.com. br/aijsB Fonte: encurtador. com.br/ipN TX Fonte: https://cdn.shopify.com/s/files/1/ 0663/7637/files/Used_Equipmen t_Hero_600x600.jpg Fonte: encurtador.com.br/krtM8 A chegada da internet obrigou as emissoras de rádio e televisão a se transformarem. Os conteúdos precisariam passar da TV e do rádio para a web. Conclusão: quando as atividades de ver TV e navegar pela web passam a ser feitas ao mesmo tempo, o jornalismo audiovisual, além das telas de televisão,se tornou um caminho sem volta. Jornalismo = contar histórias. Notícia é tudo o que é importante, interessante e isso inclui a vida, o mundo. O casamento do jornalismo com o audiovisual é o uso de sons e imagens para contar essas histórias. Possibilidade da divulgação da informação além do texto. Diferente das produções audiovisuais, em que é dada uma atenção maior à estética, à fotografia, ao se praticar o jornalismo por meio do som e das imagens, o mais importante é estar atento à mensagem que está sendo passada. Jornalismo audiovisual Milhões de formas de fazer áudio e audiovisual: podcasts, programas ao vivo, matéria escrita com áudio. Atenção!: tomar cuidado e saber escolher o melhor formato para cada conteúdo ser transmitido. Algumas informações, por exemplo, podem ter melhor entendimento quando transmitidas em um gráfico do que em um texto de 100 linhas, mas também pode acontecer o contrário. Já outras, talvez se adequem melhor em áudio. Formas de audiovisual Fonte: encurtador.com.br/pAN49 No telejornalismo existem outras técnicas aplicadas: melhor ângulo, o casamento entre a imagem e o som, o tempo de transmissão, a qualidade dessas imagens e dos sons. O jornalista do audiovisual precisa ser polivalente, ter a capacidade de atuar em várias áreas, compreender a forma de atuação dos profissionais e também estar atento ao novo contexto tecnológico e aos novos recursos utilizados, com uma ampliação das tarefas que precisam ser executadas. Formas de audiovisual Fonte: https://www.meioemen sagem.com.br/wp- content/uploads/2021/0 7/pexels-george- milton-6954220-1.jpg A hegemonia do jornal impresso começou a ser quebrada em 1920, com o surgimento da radiodifusão nos Estados Unidos. Logo depois, em 1923, aconteceu a publicação da primeira revista noticiosa semanal, a Time. No começo da década de 1940, surge a televisão, que começou a ganhar força com o fim do conflito mundial, em 1945, aumentando ainda mais a concorrência do jornal impresso. A chegada da TV obrigou as outras mídias a satisfazerem às novas necessidades que foram criadas. Jornalismo audiovisual X jornalismo impresso É a partir desse momento que começam a surgir as características do jornal impresso, que foram se consolidando com a expansão do rádio e da televisão. Fonte: encurtador.com.br/pEKLX Com o rádio e a TV, o “furo” e a edição extra, duas iniciativas mantidas com orgulho pelo impresso, não se faziam mais necessárias, já que o imediatismo do rádio e da TV facilitava a divulgação das notícias em primeira mão. Estratégia usada: pesar as vantagens e desvantagens, e ampliar e aperfeiçoar os pontos favoráveis. A televisão é superficial, não se aprofunda nos assuntos apresentados. A informação passada pelo audiovisual precisava ser captada e fixada rapidamente, sem a possibilidade de rever determinado assunto ou checar alguns dados. Jornalismo impresso X jornalismo audiovisual Já no impresso: o leitor pode decidir quando ler o seu periódico; espaço, para dar profundidade e extensão às notícias que o rádio e a TV apresentam de forma superficial, e durabilidade, pois a informação pode ser acessada quando o leitor sentir necessidade. Os impressos adotam a técnica da notícia em profundidade, alterando a estrutura da reportagem e dando início ao chamado jornalismo interpretativo. Cada vez mais caráter analítico, ou seja, aprofundando as notícias que já tenham sido divulgadas por outros meios de comunicação. Essa característica ganhou ainda mais força com as novas mudanças tecnológicas que surgiram e, consequentemente, a consolidação do webjornalismo. Jornalismo impresso X jornalismo audiovisual No impresso temos só o escrito. No audiovisual são usadas as linguagens oral e escrita. Os recursos visuais ajudam na compreensão das notícias. No audiovisual é possível transmitir pelo tom de voz do entrevistado, como, por exemplo, uma expressão de tristeza, alegria ou indignação. É preciso atenção ao casamento entre a imagem e o som. A linguagem precisa ser clara e direta, para que o telespectador tenha tempo e consiga fixar as informações passadas. Linguagem impresso X audiovisual Primeira grande mudança: TV analógica para a digital, que começou a operar em 2007. A mudança possibilitou o aumento do acesso à informação, também pelo aparelho de TV. WebTVs: fornecem os conteúdos pela rede usando as novas tecnologias, como: hipertextualidade, conectividade e interatividade (pode ser feita também por dispositivos móveis, como tablets e smartphones, que permitem maior mobilidade). A evolução da internet banda larga provocou o crescimento do streaming. Assim: expansão da distribuição de conteúdo pela internet, por meio das plataformas OTT (Over-The-Top), “acima do topo” ou “acima da média”, sem intermediários (YouTube, Netflix, Globoplay, Amazon, Spotify, Deezer). Novas tecnologias na produção audiovisual Fonte: https://www.netflix.com/br/ “A qualidade de relatos jornalísticos audiovisuais pressupõe a diversidade de temas e de atores sociais, pluralidade de interpretações, inovações estéticas e contextualização dos acontecimentos” (BECKER, 2009, p. 357-367). A partir desta afirmação, é correto afirmar sobre o jornalismo audiovisual: a) Assim como nas produções audiovisuais, em que é dada uma atenção maior à estética, à fotografia, ao se praticar o jornalismo por meio do som e das imagens, isso é o mais importante, ficando em segundo plano a mensagem que está sendo passada. b) A informação passada pelo telejornalismo se aprofunda nos assuntos apresentados, permitindo que ela seja captada e fixada pelo telespectador, que não tem a necessidade de rever determinado assunto ou checar alguns dados. c) A tecnologia possibilitou o surgimento das WebTVs, que fornecem os conteúdos pela rede usando as novas tecnologias, como: hipertextualidade, conectividade e interatividade. Além disso, elas podem ser acessadas também por dispositivos móveis, como: tablets e smartphones, que permitem maior mobilidade. Interatividade d) Hoje, existem milhões de formas de fazer o áudio e audiovisual, porém, os podcasts, os programas ao vivo e a matéria escrita com áudio não estão entre essas opções. e) A chegada da internet não interferiu na maneira de produção de conteúdo das emissoras de rádios e televisões. Interatividade “A qualidade de relatos jornalísticos audiovisuais pressupõe a diversidade de temas e de atores sociais, pluralidade de interpretações, inovações estéticas e contextualização dos acontecimentos” (BECKER, 2009, p. 357-367). A partir desta afirmação, é correto afirmar sobre o jornalismo audiovisual: c) A tecnologia possibilitou o surgimento das WebTVs, que fornecem os conteúdos pela rede usando as novas tecnologias, como: hipertextualidade, conectividade e interatividade. Além disso, elas podem ser acessadas também por dispositivos móveis, como: tablets e smartphones, que permitem maior mobilidade. Resposta Embora o audiovisual seja todo o conteúdo transmitido por som e imagem, existem diferentes maneiras para se produzir esse conteúdo. São programas de diferentes tipos e formatos que sempre devem se adequar ao meio de comunicação onde o conteúdo vai ser distribuído: televisão, rádio, internet, cinema. Produtos do audiovisual Fonte: https://img.ibxk.com .br/2021/09/01/011 50456739300.jpg?i ms=704x Fonte: https://chilloutradio.com/wp- content/uploads/2020/02/Why- people-still-listen-to-the-radio.jpg Fonte: https://www.rio2c.com/wp- content/uploads/2021/11/Im agem-computador-artigo-5- Voce-nao-sabia.jpg Fonte: https://cultura.uol.com.br/uplo ad/tvcultura/entretenimento/2 0220912130715_pexels-tima- miroshnichenko-7991579.jpg São inúmeros os tipos de aparelhos e de emissoras de televisão existentes, atualmente, mas nem sempre foi assim. Criada graças à pesquisa de vários cientistas, já foi considerada um artigo de luxo. Não se pode precisar quem a inventou, nem quando foi inventada. À frente dessa corrida tecnológica, o engenheiro inglês John Logie Baird passou a primeira metade dos anos 1920 coletando as peças do mundo inteiro para construir a televisão. Com a união desses componentes eletrônicos Baird conseguiu montar o primeiro protótipo de televisão. Era como espiar o mundo pelo buraco de uma fechadura em movimento. Em 1924, Baird conseguiu transmitir uma imagem para a TV, usando uma fonte, um cabo curto e uma TV perto. Um impulso elétrico era transformado em imagem, porém, isso só era possível entre distâncias pequenas, de alguns metros. Em janeiro de 1926, ele fez a primeira exibição do televisor para 50 cientistas em Londres. Surgimento da televisão Em 1927, ele criou a Baird Television Development Company (BTDC) e também fez, um ano depois, a primeira transmissão entre Londres e Nova Iorque. BBC (British Broadcasting Corporation) contrata Baird para fazer as transmissões em caráter experimental, até 1937, quando decide trocar o sistema e usar outra tecnologia. Enquanto Baird operava com o seu sistema de funcionamento mecânico, outros inventores se aperfeiçoavam nos experimentos elétricos. Em setembro de 1927, o norte-americano Philo Farnsworth faz a primeira transmissão eletrônica da televisão. Busca patrocínio para a sua tecnologia – atraindo a atenção de Vladimir Zworykin. Surgimento da televisão Fonte: https://media.gettyimages.com /photos/john-logie-baird- scottish-electrical-engineer- and-pioneer-of-1920s-picture- id463912373?s=612x612 Surgimento da televisão Quem é Vladimir Zworykin? O russo que foi o inventor do iconoscópio. Instrumento tubular com raios catódicos usado em televisão, no qual uma imagem óptica é convertida em uma série sequencial de impulsos elétricos. A figura do último modelo do iconoscópio da RCA, o primeiro tubo de câmera de televisão desenvolvido por Vladimir Zworykin, em 1920, e comercializado com sucesso. A partir da década de 1930 começam as transmissões abertas. A partir do iconoscópio ele começou a desenvolver os primeiros tubos de televisão, chamados de Orticon. Essa válvula Orticon, adaptada à câmera, equilibrava a luz, melhorando a qualidade da imagem. Fonte: https://s.digitalocean.ru/upload/ 1640766018_2151364648_b25 7734e1b_c.jpg Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) – o desenvolvimento da tecnologia da TV desacelera. Com o fim da batalha (final dos anos 1940 e começo dos 1950) o aparelho começa a ficar mais barato, novos canais surgem e todas as classes sociais passam a ter acesso à televisão, que entra na vida de, praticamente, todos os países, firmando-se como meio de informação e comunicação de massa. Foi nessa época, nos anos 1950, que a televisão também chegou ao Brasil. Protagonista – Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo. Foram trazidos técnicos da RCA (EUA) e importados equipamentos para que isso fosse possível. Uma antena foi instalada no alto de um edifício para retransmitir as imagens que viriam dos estúdios montados no prédio dos Diários Associados. Como ainda existiam poucos televisores em São Paulo, ele importou e mandou instalar duzentos aparelhos em pontos movimentados da cidade, para que o público pudesse acompanhar a novidade. Televisão no Brasil 18 de setembro de 1950 – inauguração oficial da primeira emissora de TV no país. Entrava no ar a PRF-3 TV Difusora; depois, TV Tupi de São Paulo – primeiro Canal 3; mais tarde Canal 4, foi a pioneira da América Latina. Evolução da TV brasileiras em duas fases: 1ª fase: 1950 a 1964 – maioria dos programas produzidos nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro; Programas do rádio ganham uma versão para a TV. Até o final da década de 1950 – TVs Tupi, Record (1953) e Paulista (1952), em São Paulo; Tupi Rio (1955) e Excelsior (1959), no Rio de Janeiro; e Itacolomi (1956), em Belo Horizonte. O aparelho era caro – só tinham 78 mil no país. Com o crescimento na produção, os preços foram ficando mais acessíveis e a TV começava a ampliar a sua penetração nos lares brasileiros. Anos de1960 – surgimento do videoteipe – gravação dos conteúdos para que fossem exibidos depois – produção de novelas e programas de auditórios. Televisão no Brasil Segunda fase: começa em 1964 e vai até os dias atuais. Decadência da TV Tupi e de outras emissoras de pequeno porte e pelo crescimento da TV Globo – criado por Roberto Marinho, que entra no ar 26 de abril de 1965. Anos de 1970 – marcados pela censura ao conteúdo dos programas, imposta pelas regras do regime militar – escolha das organizações privadas que poderiam ter concessões de canais de rádio e TV – interesse do Estado em divulgar as informações ligadas ao regime. Na década de 1970 – primeira transmissão a cores no país e as emissoras criaram a programação nacional – a grande maioria dos programas era importada de outros países. Surgem novas emissoras de TV, como a TV Manchete e o SBT. Implantação da TV por assinatura – vasto conteúdo de canais. Telejornalismo acompanhou as transformações da TV brasileira. Primeiro telejornal surgiu com TV Tupi (1950) – Imagens do Dia. Primeiro de sucesso – quase 20 anos no ar – Repórter Esso. O JN estreou dia 01/09/1969. É o mais antigo telejornal no ar. Televisão no Brasil No Brasil – Mais de 10 mil emissoras de rádio FM e AM ativas. De acordo com os dados da Secretaria de Radiodifusão do Ministério das Comunicações (MCom), desse total, 3,9 mil são FM, 1,2 mil AM e mais de 4,7 mil são rádios comunitárias. Usa as ondas eletromagnéticas para enviar, a partir de uma antena, um sinal que é amplificado em forma de impulsos elétricos que contêm informação – fala, música ou ruídos – que será lida para o receptor: o aparelho de rádio. Os alto-falantes do dispositivo emitem o som, que é o sinal convertido em vibrações. Hoje, com a transmissão digital, a antena pode ser substituída por satélites e um aparelho que converte os dados da mesma forma. A invenção do rádio é atribuída ao italiano Guglielmo Marconi, mas, antes, diversas descobertas foram feitas por diferentes cientistas. 1888 – o alemão Heinrich Hertz provou a existência e o funcionamento das ondas eletromagnéticas, batizando a unidade de medida da frequência dessas ondas de Hertz (HZ), usado, até hoje. Hertz detectou, pela primeira vez, as ondas de rádio. Surgimento do rádio Março de 1893: Nikola Tesla fez a primeira demonstração pública de uma transmissão sem fios na cidade de Saint Louis, estado Missouri – EUA. Guglielmo Marconi usou os estudos de Tesla como base para o seu próprio experimento. Começou a pesquisar em 1895 – em dezembro de 1901, fez a primeira transmissão telegráfica de longa distância da história, com as ondas de rádio. Ele enviou, repetidas vezes, a letra “S” de um porto a outro do Canal da Mancha, confirmando que essas ondas eram resistentes e percorriam enormes distâncias em uma rápida velocidade. Responsável pela criação da primeira companhia de rádio do mundo, a Wireless Telegraph and Signal Company. Surgimento do rádio Fontes: https://brasitaliawebradio.com/wp-content/uploads/2021/10/Guglielmo-Marconi.jpg; https://mega.ibxk.com.br/2014/07/30/30180516581692.jpg?ims=610x; https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/30/Alexandra_palace_plaque.jpg/220px- Alexandra_palace_plaque.jpg Na mesma época, no Brasil, o padre Roberto Landell de Moura desenvolve um sistema para a transmissão da voz humana sem a utilização de fios. Teve experimentos bem-sucedidos de envio e recepção da voz, mas existe pouquíssima documentação sobre isso. O mérito do padre brasileiro nunca foi reconhecido, o que é considerada uma injustiçapor pesquisadores e estudiosos. Há diferentes versões sobre as primeiras transmissões de rádio no mundo, mas 1906 ficou marcado como o ano oficial da primeira radiodifusão. Nessa inauguração oficial, no Natal de 1906, De Forest e Reginald Aubrey Fessenden transmitiram, nos EUA, alguns números de canto e solos de violino (MAUD, 2009). Nos anos que se seguiram também ocorreram outras transmissões pioneiras. Surgimento do rádio Grande explosão do rádio e época de ouro depois da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Aumento da fabricação de receptores de rádio por empresas como a norte-americana Westinghouse – instalou antenas para reproduzir a música nas cidades e deu início à venda de rádios de uso doméstico. Surgimento do rádio Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/ 2/2a/Radiola_RS_Regenerative_Receiver_and_Amplifie r%2C_Westinghouse_and_Radio_Corporation_of_Amer ica_-_New_England_Wireless_%26_Steam_Museum_- _East_Greenwich%2C_RI_-_DSC06662.jpg/433px- thumbnail.jpg?20180801111014 No Brasil, a história do rádio começa, oficialmente, em 07 de setembro de 1922, com a transmissão da fala do presidente Epitácio Pessoa em comemoração aos 100 anos da independência do Brasil, na capital do país, na época, a cidade do Rio de Janeiro. A transmissão também contou com os trechos da obra O Guarani, executada ao vivo no Teatro Municipal. O transmissor foi instalado no alto do Corcovado e emprestado pela Westinghouse, que também espalhou 80 receptores na capital carioca, em Petrópolis e em Niterói. A primeira transmissão com o equipamento próprio para os bairros da cidade só aconteceu três anos depois, encabeçada pelo cientista Roquette-Pinto, que recebeu o título de pai do rádio no Brasil. Em 1932 – o presidente Getúlio Vargas publica o Decreto n. 21.111, com uma propaganda na rádio; com a possibilidade de ganhar dinheiro para sobreviver e se expandir, começaram a surgir diversas emissoras espalhadas pelo país. Com uma década de atraso, nos anos 1940, chega, então, a Era de Ouro do rádio no Brasil. Surgem programas populares e nomes como Carmen Miranda e Orlando Silva. Rádio no Brasil Foram anos de pesquisas e diferentes descobertas, com a contribuição de pesquisadores de diversos países, até o dia 28 de dezembro de 1895, quando foi registrada oficialmente a primeira exibição cinematográfica da história, feita pelos irmãos Lumière, em Paris, na França. Usaram o cinematógrafo para fazer os seus primeiros filmes, feitos a partir de uma captação de imagens com o aparelho parado. 28 de dezembro de 1895: aconteceu, no Grand Café, em Paris, a primeira demonstração do cinema para um público pagante. Foram dez curtas metragens, entre eles A chegada do trem na estação e A saída dos operários da fábrica Lumière, conhecidos como os primeiros filmes da humanidade. Cinema Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0a/Institut_ Lumi%C3%A8re_-_CINEMATOGRAPHE_Camera.jpg/388px- Institut_Lumi%C3%A8re_-_CINEMATOGRAPHE_Camera.jpg Muitos filmes de ficção usam recursos dos documentários e vice-versa, e, até hoje, ainda são feitas algumas confusões na hora de diferenciar os documentários dos filmes de ficção: Filme ficcional X documentário Características fixas: Discurso sobre o real; Registro in loco; Caráter autoral. Características flutuantes: Suporte (digital, cinema, televisão); Temática (biografia, cultura, ecologia etc.); Presença do locutor (on ou off ); Uso de depoimentos; Uso de reconstituições; Uso de personagens ficcionais; Uso de documentos históricos. Com as evoluções tecnológicas os meios de comunicação não tinham mais como ficar alheio à nova mídia que surgia. O jornalismo digital começa de maneira tímida. Primeiro, apenas, as notícias do impresso eram reproduzidas nas telas dos computadores; o processo se expandiu, criando as características próprias, até se tornar uma das mídias mais consumidas de todo o mundo. Agora, o leitor não é, apenas, um consumidor da informação, ele tem voz própria, interage, opina e também produz. Nunca mais o jornalismo foi o mesmo. 1971 – ano do início da produção digital nas redações. O e-mail e o banco de dados, criados em 1972 e 1973, respectivamente, passam a ser utilizados pelo jornalismo e, em 1974, a agência Reuters passa a trabalhar com o videotexto. Internet Em 1990, a Agência Estado lança o serviço de emissão e a transmissão de notícias, por sons e imagens, através do rádio ou da televisão, o broadcast. 1995 – Primeira versão na web do jornal Folha de S.Paulo; primeira cobertura completa via internet feita pelo Jornal do Brasil e o lançamento do primeiro portal verdadeiramente em tempo real, o UOL, também, em 1995. O portal segue, até hoje, como uma referência do meio. Internet Fonte: https://www.uol.com.br/ 1997: a rádio Jovem Pan faz a sua primeira transmissão on-line. 1999: já existiam 3.250 jornais on-line em todo o mundo; surgem novas plataformas de audiovisual no digital, como o Napster, que revolucionou a maneira de se consumir música, e o Blogger, usado para a criação sem o custo de blogs. A nova década dos anos 2000 chega com o jornalismo on-line do Brasil sendo impulsionado com o Portal IG, que abriga o noticiário Último Segundo, primeiro jornal feito, exclusivamente, para a web, já que, antes disso, todos os noticiários on-line estavam ligados aos veículos tradicionais. 2005: surge os podcasts; um ano depois, viram febre entre quem procura uma alternativa ao rádio. 2005: primeira transmissão de um jornal on-line e televisivo ao mesmo tempo, feita pela CBS (Columbia Broadcasting System), dos Estados Unidos, e a criação do YouTube, plataforma que possibilita o carregamento e o compartilhamento de vídeos em formato digital. Internet O webjornalismo envolve todos os meios de comunicação, a rádio, a TV e a imprensa – jornais e revistas. Surgem as WebTVs e webdocumentários. Hoje, o jornalismo digital é multimídia, está em múltiplas plataformas e dispositivos móveis, e abrange todos os meios de comunicação: rádio, TV, jornais e revistas. Internet Fonte: https://jovemnerd.com.br/nerdcast/ “O webjornalismo abarca todos os meios de comunicação, o rádio, a TV e a imprensa – jornais e revistas”. (PRADO, 2011) A partir dessa afirmação e do estudo sobre a evolução do jornalismo on-line, é correto afirmar que: a) O jornalismo on-line foi implementado de maneira rápida. b) Hoje, o jornalismo digital é multimídia, está em múltiplas plataformas e dispositivos móveis. c) O jornalismo digital abrange, apenas, os meios de comunicação audiovisuais como o rádio e a TV. d) A implantação do jornalismo on-line começou no Brasil e, depois, foi expandido para os outros países. e) Em 1995, a Agência Estado lançou a primeira versão na web do seu jornal. Interatividade “O webjornalismo abarca todos os meios de comunicação, o rádio, a TV e a imprensa – jornais e revistas”. (PRADO, 2011) A partir dessa afirmação e do estudo sobre a evolução do jornalismo on-line, é correto afirmar que: a) O jornalismo on-line foi implementado de maneira rápida. b) Hoje, o jornalismo digital é multimídia, está em múltiplas plataformas e dispositivos móveis. c) O jornalismo digital abrange, apenas, os meios de comunicação audiovisuais como o rádio e a TV. d) A implantação do jornalismo on-line começou no Brasil e, depois, foi expandido para os outros países. e) Em 1995, a Agência Estado lançou a primeira versão na web do seu jornal. Resposta É preciso ter atenção à linguagem utilizada em cada uma dessas mídias. Composta por outras três linguagens: a verbal, a sonora e a visual. Porém, cada um dos veículos tem as suas particularidades, que devem ser levadas em consideração na hora de construir a narrativa. Convergência de tecnologias,com a tecnologia digital, leva-nos aos novos e diferentes caminhos, e às novas maneiras de contar as histórias. Linguagem audiovisual O ditado uma imagem vale mais que mil palavras ganha ainda mais sentido no jornalismo televisivo. A imagem traduz o que a palavra não consegue. É o fio condutor da narrativa, da história que vai ser contada, e sempre deve estar em sua mente quando pensar em telejornalismo. A informação funciona a partir da relação texto/imagem, e é fundamental saber como associar a palavra ao texto, respeitando a força da informação passada pela imagem. O texto não pode repetir o que está sendo mostrado na imagem, ou seja, não precisa ser descritivo. Ele deve passar elementos fundamentais da notícia. Televisão Atenção ao texto: Os policiais chegaram com tudo, pela manhã, na área da fazenda onde os sem-terra estão acampados. Eles vieram a cavalo e trouxeram também vários tratores. Cada barraca do acampamento foi sendo destruída, uma a uma, com muita violência. Dezenas de homens, mulheres e crianças, desesperados, corriam para todos os lados. Eles levavam nas mãos o pouco que podiam salvar de suas coisas. Televisão Outra versão: A polícia chegou cedo para retirar os sem-terra da área invadida. Em pouco tempo, o acampamento foi destruído... (sobe som ambiente) Homens, mulheres e crianças saíram correndo e ainda tentaram salvar o que sobrou... (sobe som ambiente/fade de áudio e vídeo) Imagens são fortes, têm emoção e precisam ser valorizadas. Para pensar a linguagem do rádio, é preciso compreender a relação desse veículo de comunicação com o ouvinte, que vai receber o conteúdo. São diversas as possibilidades para se estar mais próximo do público, como o texto falado, os efeitos de som e o silêncio. Os três elementos podem ser usados na construção de uma narrativa, facilitando e agilizando a compreensão da mensagem transmitida. Os tipos de programa, editorias, apresentadores e formatos no rádio são marcados pelas trilhas, vinhetas e efeitos. Outro elemento que merece atenção e dá sentido ao texto é a entonação. O timbre e a intensidade da voz do locutor fazem com que o ouvinte sinta a emoção, o significado da mensagem que está sendo passada, além de transmitir segurança, credibilidade e cordialidade. Rádio Estar atento à sonoridade das palavras – ler em voz alta para detectar erros de concordâncias, cacofonias, repetições e rimas. A linguagem precisa ser simples e clara – ouvinte não está totalmente concentrado. Evitar palavras complicadas e ambíguas também ajuda para essa compreensão. Evite usar palavras técnicas ou estrangeiras. Para fazer com que o ouvinte preste atenção no que está sendo falado, o texto precisa ser claro e incisivo. O uso de frases curtas ajuda nesse processo, pois facilita a fala. A dica é tentar alternar frases curtas, de uma linha, com médias, de duas. Se ela tiver mais de três linhas, tente quebrá-la em duas. Evite expressões como “a nível de”, “ao mesmo tempo”, “apesar disso”. Frases diretas (sujeito, verbo e predicado). O uso de apostos ou explicações deve ser evitado. Se precisar, explique na frase seguinte. Rádio – outras características Retomar informações importantes no fim de reportagens. Os verbos devem ser sempre colocados no presente, mesmo ao falar de futuro. Ex.: O presidente anunciará amanhã as novas medidas do governo. Troque para: O presidente anuncia amanhã as novas medidas de governo. Quando for reproduzir alguma declaração de entrevistados no texto “traduza” para uma linguagem mais simples. Sempre que possível, escreva no singular. Ex.: As chuvas fortes provocaram. Troque para: As chuva forte provocou. A primeira pessoa não deve ser usada no texto radiofônico. Além disso, é preciso cuidado ao fazer uso de pronomes possessivos (dele, dela), pois eles podem gerar ambiguidade a respeito de quem se trata. Rádio – outras características A internet descontruiu a linguagem tradicional do audiovisual, da televisão e do rádio, como vimos até aqui. O usuário pode consumir a informação sem a linearidade dos meios de comunicação tradicionais. Na internet, é permitido, e necessário, o uso de outras linguagens e formatos. Maior pluralidade – e foge das amarras tradicionais relativas aos conhecidos modelos de produção da televisão e do cinema comercial. Essas diferenças se relacionam aos temas propostos, à estética visual, ao ritmo de edição, ao tempo de duração, entre outros. Webjornalismo = multimídia, interativo, colaborativo, remixado, personalizado, customizado, móvel. Para a informação chegar até o público com a mensagem desejada, é preciso pensar na estrutura e arquitetura da plataforma em que ela vai ser transmitida. Internet O editor de portais de plataformas on-line precisa estar antenado e ter visão multimídia para sugerir materiais de apoio que complementem o texto do repórter, como vídeos e podcasts. Os vídeos produzidos para internet também têm características diferentes daqueles feitos para TV. Na web, as imagens podem ter mais movimentos, podem ser fragmentadas e usadas como forma de complemento da informação. Internet A instantaneidade, ou atualização contínua da informação, também interfere na maneira de escrever para a internet – diferente da televisão. Fonte: https://noticias.uol.com .br/cotidiano/ultimas- noticias/2021/11/11/pf- prende-lider-do-pcc-e- irmao-em-condominio- de-luxo-na-grande- fortaleza.htm A respeito da linguagem audiovisual, é incorreto afirmar que: a) Na televisão, para que a associação entre texto e imagem funcione, o texto não pode repetir o que está sendo mostrado na imagem. b) O texto de televisão precisa conter frases longas e intercaladas. c) Sons do nosso dia a dia, como conversas e barulhos de carro, por exemplo, são efeitos usados para compor o cenário de uma cena urbana no radiojornalismo. d) Hipertextualidade, interatividade, multimidialidade, personalização, memória e atualização contínua são características do webjornalismo. e) No webjornalismo, é possível adicionar informações de maneiras diferentes, com vídeos, áudios, imagens. Interatividade A respeito da linguagem audiovisual, é incorreto afirmar que: a) Na televisão, para que a associação entre texto e imagem funcione, o texto não pode repetir o que está sendo mostrado na imagem. b) O texto de televisão precisa conter frases longas e intercaladas. c) Sons do nosso dia a dia, como conversas e barulhos de carro, por exemplo, são efeitos usados para compor o cenário de uma cena urbana no radiojornalismo. d) Hipertextualidade, interatividade, multimidialidade, personalização, memória e atualização contínua são características do webjornalismo. e) No webjornalismo, é possível adicionar informações de maneiras diferentes, com vídeos, áudios, imagens. Resposta ALMEIDA, M. J. Imagens e sons: a nova cultura oral. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2004. (Coleção “Questões da nossa época”, v. 32). BECKER, B. Jornalismo audiovisual de qualidade: um conceito em construção. Estudos em Jornalismo e Mídia, v. 2, n. 2, p. 95-111, dez. 2009. 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