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1 @thaistudandoodonto 
 
Licenciado para - A
na P
aula Loiola P
inheiro - 60515162396 - P
rotegido por E
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2 @thaistudandoodonto 
Sumário 
 
Capítulo 1 
 
- Conceitos básicos ---------------------------- 03 
- Relembrando anatomia dental ----------- 03 
 
Capítulo 2 
 
- Processamento radiográfico -------------- 05 
- Soluções de processamento -------------- 06 
- Características da imagem ---------------- 08 
- Causas comuns dos erros radiográficos 08 
 
Capítulo 3 
 
- Imagem digital ------------------------------- 09 
- Considerações clínicas ----------------------- 11 
 
Capítulo 4 
 
- Projeções intraorais -------------------------- 12 
- Etapas gerais para fazer uma exposição 12 
- Técnica do paralelismo ---------------------- 12 
- Técnica interproximal ou bitewing ------- 14 
- Técnica da bissetriz -------------------------- 14 
- Projeção oclusal ------------------------------- 15 
 
Capítulo 5 
 
- Técnica de Clark -------------------------------16 
- Técnica de Le Master ------------------------- 17 
- Técnica de Miller Winter -------------------- 17 
- Técnica de Donovan ------------------------- 18 
- Técnica de Parma ---------------------------- 18 
- Métodos de localização de corpos 
estranhos em tecidos moles da face ------- 18 
 
Capítulo 6 
 
- Descoberta dos Raios X --------------------- 19 
- Comprovação efeitos radiobiológicos ---- 19 
- Radiação ionizante e radiação não 
ionizante ------------------------------------------ 19 
 
 
- Física das radiações e componentes dos 
aparelhos de raio X ---------------------------- 20 
- Efeitos biológicos da radiação ------------- 22 
- Radioproteção -------------------------------- 24 
- Fatores que auxiliam na redução da 
exposição ---------------------------------------- 26 
 
Capítulo 7 
 
- Dentes e estruturas anexas ---------------- 27 
- Reparos anatômicos da maxila ----------- 29 
- Reparos anatômicos da mandíbula ------ 32 
- Materiais restauradores e outros 
elementos --------------------------------------- 34 
 
Capítulo 8 
 
- Anomalias dentárias ------------------------- 36 
- Anomalias de desenvolvimento ---------- 36 
- Anomalias adquiridas ----------------------- 40 
 
Capítulo 9 
 
- Cáries dentárias ------------------------------ 43 
 
Capítulo 10 
 
- Doença periodontal ------------------------- 46 
- Periodontopatias ----------------------------- 46 
- Alterações morfologia do osso alveolar - 48 
- Outros padrões de perda óssea 
periodontal -------------------------------------- 49 
- Alterações na densidade óssea e do 
padrão trabecular ----------------------------- 49 
 
Capítulo 11 
 
- Lesões do órgão dentário ------------------ 51 
- Lesões da porção coronária ---------------- 51 
- Lesões da porção radicular ----------------- 53 
 
Referências ----------------------------------54
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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aula Loiola P
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3 @thaistudandoodonto 
Imaginologia 
Capítulo 1 
 
Conceitos Básicos 
 
Radiografia ► Processo de produção de 
imagem de duas dimensões (2D – Altura e 
largura). 
 
A anatomia real é diferente da anatomia 
radiográfica, pois a real é 3D (3 dimensões) e 
a radiográfica 2D (2 dimensões). Para se ter 
uma noção de profundidade no ponto de 
vista radiográfico, pode-se tirar uma 
radiografia perpendicular à outra (para ter 
uma noção tridimensional). 
 
Geralmente, quando é necessário analisar 
as três dimensões (altura, largura e 
profundidade), realiza-se a tomografia 
computadorizada, que permite a visão 3D. 
 
Aspectos de normalidade ► Devemos 
conhecer os aspectos de normalidade de 
uma radiografia para sabermos identificar 
aspectos anormais. 
 
Radiopaco ► Áreas mais esbranquiçadas 
nas radiografias. Opaca para raios X, pois 
não permite a passagem de energia 
radiante. 
 
Radiolúcido ou 
radiotransparentes ► Áreas 
mais enegrecidas nas 
radiografias. 
 
Disponível 
em:http://odontologiareview.blogspot.com/2013/10/a
natomia-radiografica-radiologia.html 
 
 
 
Anatomia radiográfica 
 
- A maioria dos pacientes demonstra muito 
dos pontos anatômicos radiográficos 
normais, porém nem sempre conseguimos 
identificar todos eles (pois há sobreposição 
de imagens); 
- É raro um paciente que mostre todos os 
pontos anatômicos; 
- A ausência de um ou vários pontos não 
deve ser considerada anormal, por causa 
dos fatores citados anteriormente. 
► Para Relembrar – Anatomia Dental 
 
Dentição decídua 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Raízes: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.anatomiaonline.com/dentes/ 
 
Superiores: 
 
Incisivo Central Superior Decíduo – 1 raiz 
Incisivo Lateral Superior Decíduo – 1 raiz 
Canino Superior Decíduo – 1 raiz 
1º Molar Superior Decíduo – 3 raízes 
2º Molar Superior Decíduo – 3 raízes 
 
Inferiores: 
 
Incisivo Central Inferior Decíduo – 1 raiz 
Incisivo Lateral Inferior Decíduo – 1 raiz 
Canino Inferior Decíduo – 1 raiz 
1º Molar Inferior Decíduo – 2 raízes 
2º Molar Inferior Decíduo – 2 raízes 
 
Obs: Podem ocorrer anomalias na quantidade 
de raízes. O quadro acima corresponde à 
situação normal da dentição. 
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4 @thaistudandoodonto 
Dentição permanente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Raízes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.anatomiaonline.com/dentes/ 
 
Superiores: 
 
Incisivo Central Superior – 1 raiz 
Incisivo Lateral Superior – 1 raiz 
Canino Superior – 1 raiz 
1º Pré-molar Superior – 2 raízes 
2º Pré-molar Superior – 1 raiz 
1º Molar Superior – 3 raízes 
2º Molar Superior – 3 raízes 
3º Molar Superior – Variável 
 
Inferiores: 
 
Incisivo Central Inferior – 1 raiz 
Incisivo Lateral Inferior – 1 raiz 
Canino Inferior – 1 raiz 
1º Pré-molar Inferior – 1 raiz 
2º Pré-molar Inferior – 1 raiz 
1º Molar Inferior – 2 raízes 
2º Molar Inferior – 2 raízes 
3º Molar Inferior – Variável 
 
 
 
 
Obs: Podem ocorrer anomalias na quantidade 
de raízes. O quadro acima corresponde à 
situação normal da dentição. 
► Funções: 
 
Incisivos – Cortar 
Caninos – Rasgar 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pré-molares – Amassar 
Molares – Triturar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://www.hs-menezes.com.br/anatomia_6.html 
 
► Faces: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: Anatomia Aplicada à Odontologia – 2ª Edição 
 
Os dentes possuem 6 faces: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://www.hs-menezes. 
com.br/anatomia_6.html 
 
- Face vestibular; 
- Face palatina/Lingual; 
- Faces Proximais: 
 _ Face Mesial 
 _ Face Distal 
- Face Oclusal/Borda Incisal; 
- Face Cervical. 
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5 @thaistudandoodonto 
Capítulo 2 
 
Processamento radiográfico 
 
Filme radiográfico 
 
Filme radiográfico intraoral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://pocketdentistry.com/5-film-imaging/ 
 
Envoltório externo / Invólucro plástico – 
Protege a entrada de luz e envolve o 
plástico que impede a entrada de saliva no 
filme. 
 
Lâmina de chumbo – Absorve a radiação 
secundária. Se necessário for, identifica o 
posicionamento inadequado do filme em 
relação a face de incidência. Delimita a 
radiação para que ela atinja apenas a área 
de interesse. 
 
Papel interno – Reveste todo o filme. Sua 
função é vedar a luz e proteger o filme 
durante o processamento da radiografia. 
 
Filme dental / Filme radiográfico – Sua 
composição é base e emulsão. Nele a 
imagem latente é reproduzida. Região que 
receberá a radiação. 
 
- Uma das bordas do filme possui um 
pequeno ponto de elevação para orientação 
do filme (lado convexo em direção ao feixe 
de raio X); 
- Ao montar radiografias, o lado convexo do 
ponto deve ser orientado para a frente do 
observador; 
- Filme é protegido por um envelope de 
papel preto e, externamente, por um 
envoltório plástico; 
- Uma fina folha 
de chumbode dar origem a 
outro dente; 
- Canais 
radiculares 
alargados e 
únicos; 
- Afeta 
principalmente 
os incisivos. 
 
Diagnóstico diferencial: 
- Na fusão tem redução no número de 
dentes. 
 
Tratamento: 
- Restauração; 
- Não intervir. 
 
_ Concrescência: 
União de 2 dentes 
pelo cemento 
(camada 
mineralizada que 
reveste a dentina 
na porção 
radicular); 
- Os canais radiculares estão 
individualizados; 
- Acomete principalmente os molares 
superiores; 
- As imagens nem sempre distinguem de 
sobreposição; 
- Às vezes não é possível saber se a união é 
pelo cemento ou dentina (fusão). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Taurodontia: Aumento ocluso-apical da 
câmara pulpar; 
- Acomete principalmente molares e pré-
molares com 2 raízes; 
- Diminuição do comprimento das raízes; 
- Aspecto de touro; 
- Não requer tratamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 _ Dilaceração: Curvatura acentuada na raiz 
do dente. 
 
Causa: 
- Trauma, obstáculo. 
 
- Acomete principalmente 
primeiros molares 
superiores; 
- Dilaceração no sentido 
vestíbulo-lingual cria um 
aspecto de “olho de touro” 
(pois conseguimos ver o 
forame apical). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Raiz supranumerária: Número de raízes 
maior que o normal; 
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40 @thaistudandoodonto 
- Principalmente nos dentes posteriores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Dens in dente (Dente dentro de um 
dente): 
 
Sinônimo: 
- Dente invaginado; 
odontoma dilatado. 
- Invaginação do esmalte na 
região do cíngulo; 
- Radiolucência em forma 
de lágrima com uma borda 
radiopaca; 
- Maior frequência nos dentes anteriores 
(Incisivo lateral superior); 
- Região de difícil higienização (podendo 
gerar cáries, problemas endodônticos). 
 
Tratamento: 
- Restauração profilática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Amelogênese imperfeita: Defeito na 
formação do esmalte. 
 
Hipoplásica: 
- Espessura do esmalte reduzida com perda 
de contato entre os dentes adjacentes; 
- Superfícies oclusais planas com cúspides 
baixas. 
 
Tratamento: 
- Restaurador (pois há sintomatologia – A 
dentina fica exposta). São mais propensos a 
cáries e fraturas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Pérola de esmalte: 
 
Sinônimo: 
- Gota de esmalte, 
nódulo de esmalte, 
enameloma; 
- Não se sabe a causa; 
- Glóbulo de esmalte com 1 a 3mm com 
núcleo de dentina; 
- Área de furca dos molares. 
 
Diagnóstico 
diferencial: 
- Cálculo, nódulo 
pulpar. 
 
Tratamento: 
- Não necessário. 
 
_ Cúspide 
supranumerária: 
Cúspide sobreposta à 
imagem da coroa do 
dente em questão; 
- Região do cíngulo de 
incisivos superiores ou 
inferiores. 
 
Diagnóstico diferencial: 
- Dente supranumerário 
(necessidade de outro 
raio-x). 
 
Anomalias adquiridas 
 
_ Atrição; 
_ Abrasão; 
- Erosão/Biocorrosão; 
- Reabsorção radicular: 
 - Interna; 
 - Externa. 
_ Nódulos pulpares; 
_ Calcificação pulpar difusa; 
_ Perfuração/Trepanação; 
_ Hipercementose. 
 
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41 @thaistudandoodonto 
_ Atrição: Desgaste 
fisiológico (algumas 
literaturas consideram 
e/ou patológico) 
resultante de contatos 
oclusais entre os dentes 
superiores e inferiores 
(atrito); 
- Coroa desprovida das 
superfícies incisal ou 
oclusal de esmalte; 
- Superfície interproximal 
(contato amplo e plano); 
- Redução nas câmaras 
pulpares e canais 
(deposição de dentina 
secundária); 
- Espessamento do 
ligamento periodontal; 
- Presença de hipercementose. 
 
_ Abrasão: Desgaste 
dentário não fisiológico 
em contato com as 
substâncias externas 
como resultado do atrito. 
Tipos: 
- Lesão por escovação; 
- Lesão por uso de fio 
dental; 
- Hábitos de fumar 
cachimbo; 
- Abrir grampos de 
cabelo com os 
dentes; 
- Uso impróprio de 
palitos de dente; 
- Grampos de próteses removíveis; 
- Cortar linhas de costura com os dentes. 
 
_ Erosão/Biocorrosão: 
Desgaste da superfície 
dental causado por ação 
química (ácido); 
- Exemplo: Pessoas que 
ingerem muito limão, 
vinho, refrigerantes, 
indivíduos que possuem refluxo gástrico... 
- Acomete principalmente os incisivos; 
- Depressões lisas na superfície do esmalte, 
próximo a gengiva. 
 
Raio-X: 
- Defeitos radiolúcidos côncavos ou em 
forma de “V” no esmalte (esses defeitos 
aparecem pela perda de minerais). 
 
Tratamento: 
- Eliminação do hábito; restauração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Reabsorção radicular: Remoção da 
estrutura dentária por osteoclastos 
(odontoclastos). 
 
Classificação: 
- Interna; 
- Externa. 
 
 
 
 
 
 
Reabsorção interna: 
- Ocorre dentro da 
câmara ou canal 
pulpar; 
- Envolve a reabsorção 
da dentina 
circunjacente; 
- A reabsorção vai de 
dentro para fora. 
 
- Etiologia: Traumatismo dental. 
 
- Raio-X: 
 _ Lesões 
radiolúcidas, 
localizadas, com 
formato redondo, oval 
ou alongado dentro 
da raiz ou da coroa 
(pela perda de 
minerais); 
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42 @thaistudandoodonto 
 _ Alargamento 
irregular da câmara ou 
canal radicular. 
 
- Tratamento: 
Endodontia. 
 
Reabsorção externa: 
- Odontoclastos 
reabsorvem a superfície externa do dente; 
- Envolve o cemento e a dentina e, pode 
envolver a polpa; 
- Ocorre no ápice ou na superfície lateral 
(cervical); 
- A reabsorção ocorre de fora para dentro; 
- Ocorre em um dente isolado ou em 
múltiplos dentes. 
 
Etiologia: Desconhecida (acredita-se que a 
ortodontia pode causar). 
 
- Ocorre principalmente nos incisivos 
centrais inferiores (pois eles possuem raiz 
em forma de pipeta – raiz fina). 
 
- Raio-X: 
 _ Ápice radicular arredondado; 
 _ Osso e lâmina dura acompanham a raiz 
reabsorvida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Nódulos pulpares: Calcificação dentro da 
polpa; 
- Chegam de 2 a 3mm; 
- Aparece em um ou vários dentes; 
- Causa desconhecida. 
 
Raio-X: 
- Estruturas 
radiopacas, 
redondas ou ovais, 
nas câmaras 
pulpares ou canais 
radiculares. 
 
 
Diagnóstico diferencial: 
- Esclerose pulpar. 
 
Tratamento: 
- Nenhum. 
 
_ Calcificação pulpar difusa: Obliteração da 
polpa (calcificação da polpa de maneira 
difusa). 
 
Raio-X: 
- Imagem radiopaca obliterando a luz da 
polpa. 
 
 
 
 
 
 
 
_ Perfuração/Trepanação: Decorre de 
manipulação incorreta do canal radicular. 
 
Raio-X: 
- Imagem radiolúcida na porção radicular; 
- Rarefação óssea circunscrita no tecido 
ósseo subjacente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Hipercementose: Deposição excessiva de 
cemento. 
 
Causa: 
- Dentes que estão em hiperoclusão. 
Raio-X: 
- Excesso de cemento na raiz; 
- Esse cemento é um pouco mais 
radiolúcido que a dentina. 
 
Tratamento: 
- Nenhum. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
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43 @thaistudandoodonto 
Capítulo 9 
 
Cárie Dentárias 
 
 
Mecanismo da doença 
 
- É uma doença multifatorial (vários fatores); 
- Causada principalmente pela bactéria 
Streptococcus mutans; 
- Perda de mineral (desmineralização – Os 
microrganismos vão metabolizar a sacarose 
e vão secretar produtos ácidos. Os produtos 
ácidos irão provocar uma queda no pH, e 
essa queda irá estimular a perda de 
minerais. A lesão de cárie ocorre quando 
o efeito cumulativo de perda de mineral 
não é compensado pela remineralização). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://drafabiolacastro.wordpress.com 
/2015/05/16/relacao-carie-x-acucar/ 
 
Radiografia na detecção da cárie 
 
- Lesão radiolúcida; 
- Podem revelar lesões de cárie nas 
superfícies oclusais e proximais;- Não pode 
revelar se a 
lesão está ativa 
ou inativa; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- A melhor radiografia para avaliar lesões 
cariosas nas faces proximais e oclusal é a 
radiografia interproximal (bitewing). 
 
Lesões de Cárie (superfície proximal) 
 
- Radiolúcida 
com aspecto de 
um triângulo 
com base 
voltada para a 
superfície do 
dente; 
- Quando a lesão alcança a JAD (Junção 
amelo-dentinária), ela se alastra formando a 
base de outro triângulo com ápice voltado 
para a câmara pulpar. 
- Localiza-se abaixo 
do ponto de 
contato e acima da 
margem gengival 
livre; 
- A profundidade 
real da lesão cariosa 
é, na maior parte 
das vezes, maior do que a observada na 
imagem. 
 
Falsas interpretações 
 
- Os pontos de contato sobrepostos na 
imagem radiográfica podem esconder uma 
lesão (isso ocorre quando há erro na 
angulação da radiografia). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
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44 @thaistudandoodonto 
Tratamento da cárie interproximal 
 
- Lesões em esmalte sem cavitação: 
controle (orientação de higiene bucal) / 
flúor terapia (aplicação tópica de flúor); 
- Lesões cavitadas: Tratamento restaurador. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lesões localizadas apenas no esmalte 
deverão ser tratadas com tratamento 
conservador. 
Quando a lesão está na D1 (Porção mais 
externa da dentina) e não está cavitada, 
podemos realizar um 
tratamento 
conservador 
(orientação da 
higiene, aplicação 
tópica de flúor, 
redução do consumo 
de sacarose). 
Quando a lesão está 
na D1 (Porção mais externa da dentina) e 
está cavitada, devemos realizar um 
tratamento conservador. 
Quando a lesão está na D2 ou na D3, 
independente se está cavitado ou não, 
devemos realizar o tratamento restaurador. 
 
Cáries Oclusais 
 
- O processo de desmineralização se origina 
em sulcos e fissuras; 
- Lesões iniciais são vistas clinicamente 
como descolorações branco-foscas; 
- Lesões antigas podem ser vistas como 
amareladas, acastanhadas ou pretas nas 
fissuras oclusais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Lesões que se estendem para a dentina 
apresentam uma zona radiolúcida de base 
ampla; 
- Se a lesão não cruzar a JAD (Junção 
amelo-dentinária), ela pode não ser visível 
na imagem. 
 
Tratamento da cárie oclusal 
 
- Quando a cavitação é 
visível clinicamente, é 
uma indicação de que a 
lesão já está na dentina; 
- Lesões cavitadas em 
dentina requer 
tratamento restaurador. 
 
Quando a lesão está na D1 (Porção mais 
externa da dentina) e não está cavitada, 
podemos realizar um tratamento 
conservador (orientação da higiene, 
aplicação tópica de flúor, redução do 
consumo de sacarose). 
Quando a lesão está na D1 (Porção mais 
externa da dentina) e está cavitada, 
devemos realizar um tratamento 
conservador. 
Quando a lesão está na 
D2 ou na D3, 
independente se está 
cavitado ou não, 
devemos realizar o 
tratamento restaurador. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
 
Esmalte 
 
 
 
Dentina 1 (D1) 
 
 
Dentina 2 (D2) 
 
 
Dentina 3 (D3) 
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Cáries Rampantes (Conhecidas como 
cárie de mamadeira) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Cáries graves de progressão rápida; 
- Encontradas em crianças com higiene oral 
e dieta inadequada. 
 
 
 
 
 
 
 
Cáries nas 
superfícies Livres - 
Vestibular / Lingual 
 
- Ocorrem 
frequentemente nos 
sulcos e fissuras do 
esmalte; 
- O melhor diagnóstico é o clínico; 
- Quando pequenas são redondas; 
- Quando maiores são elípticas; 
- Radiograficamente 
não conseguimos 
identificar se a cárie 
está presente na 
superfície vestibular 
ou lingual, pois há sobreposição. 
 
 
 
 
 
 
 
Cáries Radiculares 
 
 
 
 
 
 
- Envolvem o cemento e a dentina; 
- Para ocorrer uma cárie radicular, a raiz 
tem que estar exposta; 
-Estão associadas à retração gengival; 
- São detectadas clinicamente. 
 
 
 
 
 
 
 
Cárie secundária 
/ Recorrente 
 
- Cárie que se 
desenvolve na 
margem de uma 
restauração 
preexistente; 
- Lesões recorrentes 
nas margens 
mesiogengiais e 
distogengivais são 
mais fáceis de 
detecção por 
imagem. 
 
 
Cárie de radiação 
 
- A radiação causa perda da função da 
glândula salivar, levando à xerostomia (boca 
seca); 
- A saliva funciona como 
uma solução-tampão, ou 
seja, impede/dificulta a 
queda de pH; 
- A cárie de radiação leva a 
destruição rampante dos 
dentes. 
 
 
Raio-X: 
- Sombras radiolúcidas 
nas cervicais, mais 
evidentes na mesial e 
distal. 
 
Anotações 
 
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Capítulo 10 
 
Doença Periodontal 
 
 
Periodontia é a área da Odontologia que 
realiza a prevenção e o tratamento de 
doenças gengivais e periodontais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Periodonto de proteção: Gengiva; 
Periodonto de sustentação: Osso alveolar, 
ligamento periodontal e cemento. 
 
Os microrganismos (biofilme) são o 
principal fator etiológico, pois provocam 
destruição desses tecidos e a perda de 
inserção (consequentemente, a perda dos 
dentes). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mecanismo da doença 
 
- São classificadas como doenças gengivais 
e periodontites; 
- Gengivite é uma inflamação do tecido 
mole que circunda os dentes, com inchaço 
gengival, edema e eritema; 
- Periodontite é pela destruição dos tecidos 
de suporte dos dentes envolvidos; 
- A periodontite é sempre precedida pela 
gengivite; 
- Gengivite nem sempre evolui para 
periodontite; 
- Os sinais clínicos da periodontite incluem 
sangramento, exsudato purulento, edema, 
reabsorção da crista alveolar e mobilidade 
de dente; 
- A periodontite geralmente é indolor (pois 
na maioria das vezes ela é crônica); 
- Tratamento: Higiene oral, raspagem e 
alisamento radicular, cirurgia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://sorrisosaudavel.pt/tratamentos/periodontia/ 
 
O tratamento vai depender da extensão da 
doença. 
 
Avaliação Radiográfica de condições 
periodontais 
 
Radiografias são especialmente úteis para 
avaliação das seguintes características: 
- Quantidade de osso presente; 
- Condição das cristas alveolares; 
- Perda óssea nas áreas de furca; 
- Espessura do espaço de ligamento periodontal; 
- Fatores de irritação local que aumentam o risco 
de doença periodontal, como cálculos, 
restaurações mal delineadas ou superestendidas; 
- Comprimento de raízes e morfologia e relação 
coroa-raiz; 
- Contatos interproximais abertos, que podem ser 
locais para impactação de alimentos; 
- Considerações anatômicas, como: 
 . Posição do seio maxilar em relação a uma 
deformidade periodontal; 
 . Dentes ausentes, supranumerários, 
impactados e inclinados. 
- Considerações patológicas, como: 
 . Cáries; 
 . Lesões periapicais; 
 . Reabsorção radicular. 
 
Fatores predisponentes: 
 
- Fumantes; 
- Idosos; 
- Medicamentos; 
- Gravidez; 
- Má nutrição; 
- Estresse; 
- Doenças sistêmicas (diabetes e HIV). 
 
► Periodontopatias (Doenças 
periodontais) 
 
- Atinge o periodonto de sustentação, 
resultando na destruição dos tecidos de 
suporte = perda dos dentes. 
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Pode ser: 
- Periodontite Crônica; 
- Periodontite Agressiva; 
- Periodontite associada a doenças 
sistêmicas. 
 
Avaliação radiográfica das condições 
periodontais 
 
Os exames clínicos e radiológicos são 
complementares: 
- As características que não são bem 
delineadas por imagens diagnósticas são 
mais evidentes clinicamente; 
- As características mais bem demonstradas 
pelas radiografias são difíceis de identificar 
e de avaliar clinicamente. 
- As imagens são suplementares ao 
processo diagnóstico. 
- Um diagnóstico completo de doença 
periodontal requer uma combinação de 
informações de um exame clínico do 
paciente e evidências exibidas na imagem 
radiográfica. 
 
Podemos utilizar tanto a radiografia 
interproximal quanto a periapical para 
analisar condição periodontal, a escolha da 
radiografia vai depender da extensão da 
lesão. 
 
Lesões iniciais ► Radiografia interproximal. 
Lesões avançadas ► Radiografia periapical. 
 
As radiografias são úteis para avaliar: 
 
- Quantidade de osso presente; 
- Condição das cristas alveolares; 
- Perda óssea nas áreas de furca; 
- Fatores locais que aumentam o risco de 
doença periodontal, como cálculo e 
restaurações mal adaptadas (com 
sobrecontorno). 
- Comprimento das raízes e relação coroa-
raiz (coroa clínica – a que está exposta na 
cavidade oral); 
- Contatos 
interproximais 
abertos – 
Diastemas 
(impactação de 
alimentos). 
 
Exame Clínico 
 
- Sondagem 
Periodontal; 
- Índice gengival; 
- Grau de mobilidade; 
- Quantidade de gengiva inserida. 
 
Limitações da radiografia 
 
- Fornecem uma visão bidimensional de 
estruturas tridimensionais; 
- Defeitos ósseos sobrepostos podem ficar 
ocultos; 
- Apenas o osso interproximal é visto 
claramente; 
- Diminuição sutil da densidade óssea pode 
indicar perda óssea V/L; 
- Múltiplas imagens em angulações 
diferentes ajuda no diagnóstico; 
- Destruição óssea radiográfica é menos 
grave que a situação real; 
- Lesões destrutivas iniciais não são 
detectáveis nas radiografias; 
- Não fornecem informações sobre a 
profundidade de bolsas; 
- Geralmente mostram destruição de osso 
menos grave do que a que existe 
realmente. As lesões destrutivas leves 
iniciais (incipientes) 
no osso não são 
detectáveis. 
- Não demonstram a 
relação entre tecidos 
moles e duros; 
- Raios X direcionado 
perpendicularmente 
ao dente e ao filme, 
resultam em imagens 
não distorcidas; 
- Imagens 
interproximais 
registram maior precisão a distância entre o 
JAC e a crista óssea alveolar; 
- Imagens panorâmicas não são 
recomendadas para avaliação da DP 
 
Tomografia computadorizada 
 
- Tomografia computadorizada de feixe 
cônico (TCFC), de uma forma geral, não 
oferece vantagem significativa em relação 
as técnicas convencionais. 
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- TCFC podem permitir uma melhor 
visualização de alguns defeitos ósseos na 
parede V/L. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.clinicaodontomania.com.br/implantes/tomografia-
computadorizada-em-odontologia.html 
 
Anatomia do Periodonto 
 
- Crista alveolar é contínua 
com a lâmina dura; 
- Crista óssea fica de 0,5 a 
2,0mm abaixo do nível da JAC 
(Junção amelocementária); 
- Dentes posteriores, a crista 
alveolar é paralela a JAC; 
- Dentes anteriores, a crista 
alveolar é pontiaguda. 
 
Alterações na morfologia do osso alveolar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Uma lesão leve nem sempre se desenvolve 
para uma lesão mais severa; no entanto, se 
a periodontite progredir, a destruição de 
osso alveolar se estende para além de 
alterações iniciais na crista alveolar e pode 
induzir uma variedade de defeitos na 
morfologia da crista alveolar. 
 
Perda óssea 
horizontal 
 
- Perda na altura do 
osso alveolar; 
- Crista óssea na 
horizontal, mas apical a 
JAC; 
- Uma lesão óssea localizada em um único 
dente, embora um indivíduo possa ter 
múltiplos defeitos ósseos verticais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Defeitos Ósseos 
Verticais 
 
- Defeito vertical que 
se estende 
apicalmente ao 
longo da raiz; 
- Osso alveolar exibe 
uma angulação oblíqua; 
- Alargamento do ELP na crista alveolar; 
- São difíceis de reconhecer numa 
radiografia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Perda de Paredes Cortical V/L 
 
- Radiolucidez 
semicircular 
em torno da 
raiz; 
- Difícil de 
detectar 
quando envolve 
a região 
Interproximal. 
 
Lesão de furca 
 
- Aumento do ELP na 
bifurcação; 
- Quando o defeito 
ósseo envolve apenas 
uma cortical têm-se 
uma aparência 
irregular e radiolúcida; 
- A linha oblíqua 
externa pode mascarar 
lesão de furca nos 3ºM. 
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- Não são bem definidas nos MS 
(sobreposição da raiz P) 
 . Sombra 
invertida em “J”; 
 . Triângulo 
radiolúcido com 
ápice apontado em 
direção à furca. 
 
Outros padrões de perda óssea periodontal 
 
Abscesso Periodontal 
 
- Lesão destrutiva de 
progressão rápida que 
geralmente; 
- Ocorre quando a 
porção coronal da bolsa 
torna-se fechada; 
- Sinais clínicos: dor e 
inchaço; 
- Área radiolúcida sobreposta à raiz. 
 
Periodontite 
Agressiva 
 
- Ocorre em 
pacientes 
jovens; 
- Resulta em 
perda 
prematura do dente; 
- Causa desconhecida; 
- Prevalência varia entre 0,13-0,53%; 
- Periodontite agressiva localizada acomete 
os incisivos e os 1ºM; 
- Poucos sinais de inflamação ou acúmulo 
de placa; 
- Periodontite agressiva generalizada 
envolve 3 ou 
mais dentes; 
 
Raio-X: 
- 
Periodontite 
Agressiva 
Localizada 
apresenta 
defeitos verticais profundos. 
 
- Periodontite agressiva generalizada 
apresenta perda óssea vertical ou 
horizontal. 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tratamento: 
- Raspagem, curetagem, antibióticos e 
cirurgia. 
 
Alterações na densidade óssea e do padrão 
trabecular 
 
- A lesão periodontal pode estimular uma 
reação no osso adjacente; 
- O osso periférico pode ter aparência mais 
radiolúcida ou mais esclerótica (radiopaca) 
ou, com mais frequência, com uma mistura 
desses padrões; 
- Uma alteração radiolúcida reflete perda de 
densidade e número de trabéculas; 
- A reação de osso esclerótico parece 
radiopaca devido à deposição de osso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Condições dentais associadas a DP 
 
Trauma oclusal 
Sinais clínicos: 
- Mobilidade, 
facetas de 
desgaste; 
- Na presença de 
periodontite a 
perda óssea pode 
ser acelerada. 
 
Sinais radiográficos: 
- Alargamento do ELP, espessamento da 
lâmina dura, perda óssea, aumento no nº e 
no tamanho do trabeculado, 
hipercementose e fratura de raízes. 
 
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Mobilidade dentária 
 
- O aumento do ELP sugere 
mobilidade de dente; 
- Lâmina dura pode aparecer 
ampla e difusa e exibir 
densidade aumentada. 
 
 
 
Contatos abertos 
- Quando as superfícies M e D de dentes 
adjacentes não se tocam; 
- Potencial de 
restos alimentares 
ficarem presos na 
região; 
- Dentes 
inclinados 
dificultam a 
higienização. 
 
Fatores de irritação local 
 
- Cálculo dental; 
- Restaurações com margens excessivas ou 
mal definidas; 
- Dificulta a limpeza e leva a progressão da 
DP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lesão Endo-pério 
 
- Área radiolúcida que comunica o espaço 
periodontal com a região apical. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
► Avaliação da terapia periodontal 
 
Sinais de tratamento bem-
sucedido: 
 
- Neoformação da crista 
óssea; 
- Ângulo agudo da linha 
entre a crista e a lâmina 
dura; 
- Pode não haver qualquer 
alteração radiográfica.► Condições que afetam a Doença 
Periodontal 
 
Diabetes mellitus 
 
- Pacientes com diabetes descontrolado são 
mais propensos ao desenvolvimento de DP; 
- Apresentam reabsorção de osso alveolar 
mais severa e rápida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Síndrome de imunodeficiência adquirida 
 
- Incidência e severidade da DP são altas 
em pacientes com AIDS; 
- Progressão rápida da doença. 
 
Radioterapia 
- Resulta em osso hipovascular, hipocelular 
e hipóxico; 
- Perda óssea rápida; 
- Maior recessão, perda de fixação e 
mobilidade dentária. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________ 
____________________________________________ 
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Capítulo 11 
 
Lesões do órgão dentário 
 
 
► Porção coronária: 
- Desgastes incisais e 
oclusais; 
- Imagens 
radiolúcidas; 
- Nódulos pulpares; 
- Mineralização 
dentinária; 
- Fratura coronária. 
 
Disponível em: http://www.hs-menezes.com.br/anatomia_6.html 
 
Desgastes incisais e oclusais 
 
- Atrição; 
- Abrasão; 
- Abfração; 
- Erosão. 
 
Atrição: Perda de 
estrutura 
decorrente do 
contato dente 
com dente 
durante a 
mastigação. 
 
- Pode ser fisiológico ou patológico. 
 
 
Atrição 
fisiológica 
 
 
 
 
 
Atrição 
patológica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________ 
Abrasão: 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Perda patológica de 
estrutura dental; 
- Desgaste na superfície 
radicular exposta do 
dente com recessão 
gengival e na região 
cervical dos dentes 
anteriores. 
- Tipo de lesão cervical não cariosa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abfração: Perda de 
estrutura dental 
associada a estresse 
mastigatório. 
- Vestibular e 
cervical dos dentes 
afetados. 
- Aspecto 
radiográfico 
semelhante ao da 
abrasão. 
 
 
Erosão: Perda de 
estrutura dental em 
consequência de ação 
química. 
- Geralmente acometem 
somente o esmalte 
dental. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comum em pacientes 
com bulimia e 
pacientes que 
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ingerem muitos alimentos ácidos. 
 
 
Imagens radiolúcidas no esmalte 
 
- Lesões cariosas; 
- Materiais restauradores; 
- Velamento cervical (Burnout). 
 
Lesão cariosa 
Doença multifatorial: Dente, microbiota e a 
dieta. 
Pode ocorrer em qualquer superfície 
dentária: 
- Cárie oclusal; 
- Cárie proximal; 
- Cárie vestibular, palatina, lingual; 
- Cárie radicular (cementaria). 
 
Radiograficamente são lesões radiolúcidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://rafaelrighi.com.br/prevencao/o-que-e-a-
carie/attachment/evolucao-da-carie/ 
 
Primária: Inicial; 
Secundária ou recorrente: Sob restauração. 
 
Cárie oclusal: 
 
- Sulcos e fissuras Junção 
esmalte dentina (JED) ou 
junção amelo dentinária 
(JAD); 
 
- A radiografia nos ajuda a 
identificar a extensão da 
cárie e a proximidade com 
a polpa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cárie proximal: 
 
- Imagens radiolúcidas 
que mostram uma 
perda de continuidade 
da estrutura do 
esmalte na área 
interproximal. 
 
 
 
 
 
Cárie vestibular/palatina ou lingual: 
 
- Imagem radiolúcida bem delimitada e 
destacada da imagem do esmalte 
circundante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cárie radicular 
(cementaria): 
 
- Normalmente 
ocorre nos dentes 
posteriores. 
 
Cárie recorrente ou secundária: 
 
- São lesões de cárie que se desenvolvem na 
margem de uma 
restauração 
preexistente, a 
partir de uma nova 
desmineralização, 
causada por falhas 
no contorno o u 
extensão da 
restauração. 
 
 
Velamento cervical (Burnout): 
 
- É um fenômeno 
do aumento da 
radiolucência da 
região cervical. O 
velamento cervical 
é uma área 
radiolúcida 
frequentemente 
evidenciada no colo do dente, sendo 
decorrente da anatomia dentária e da 
penetração variável dos feixes de raios X. 
Devemos nos atentar ao velamento cervical, 
pois ele possui similaridade com sombras 
radiolúcidas de cáries cervicais e 
recorrentes. 
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Porém, podemos distinguir o velamento 
cervical observando suas características, tais 
como: 
- Localização no colo dental, demarcado 
acima pelo contorno do esmalte ou pela 
restauração e abaixo pelo nível do osso 
alveolar; 
- Possui forma triangular, se tornando 
gradualmente menos aparente em direção 
ao centro do dente; 
- Geralmente afeta todos os dentes na 
radiografia. 
 
Mineralização 
 
Dentina secundária, reacional ou Irregular 
 
- Indistinguível da dentina primária; 
- Mecanismo de defesa: resposta as 
mudanças patológicas e fisiológicas, como 
as forças mastigatórias, traumas, lesões 
cariosas e restaurações, fraturas coronárias, 
processo de abrasão, atrição e erosão; 
- Há redução da sensibilidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fratura coronária 
 
- Pode ser a nível de esmalte, esmalte + 
dentina, ou esmalte + dentina + 
acometimento pulpar. 
 
 
 
 
 
S 
 
 
 
- Geralmente há as 
trincas de esmalte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Porção radicular: 
- Fratura radicular; 
- Reabsorção radicular; 
- Perfurações ou Trepanações; 
- Hipercentose. 
 
Fratura radicular 
 
Raízes 
quebradas 
ou 
fraturadas 
podem ser 
o resultado 
do 
enfraqueci
mento da estrutura dental por: 
- Cárie dentária; 
- Utilização 
inadequada de 
pinos metálicos, 
técnica incorreta 
para tratamento de 
canal 
(endodôntico); 
- Desgaste nas restaurações dentárias 
antigas com resina, entre outros fatores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reabsorção externa 
 
Fisiológica: Rizólise que precede a 
esfoliação do dente permanente. 
 
Patológica: 
- Odontoclastos; 
- Origem idiopática; 
- Dente reimplantado; 
- Dente impactado; 
- Ortodontia; 
- Infecção crônica; 
- Lesão de natureza 
expansiva ou crescimento lento; 
- Excessiva pressão e função 
 
Anotações 
 
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Reabsorção interna 
 
Patológica: 
Início na polpa. 
 
- Odontoclastos 
originários de 
células da polpa. 
- Etiologia desconhecida: Trauma agudo, 
capeamento pulpar, pulpotomia... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Perfuração/Trepanação 
 
 
 
Alterações 
decorridas 
por erros de 
procedimento
. 
 
 
 
Hipercementose 
 
Problema que afeta o formato e a superfície 
das raízes dos dentes. Mais especificamente, 
caracteriza-se pelo acúmulo excessivo de 
cemento na raiz de um dente, resultando 
em um formato anormal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências 
 
 
 
 
 
 
- White & Pharoah / Radiologia Oral - 
Princípios e Interpretação 7ª Ed. 
- Diagnóstico por Imagem em Odontologia 
/ Autores: Francisco Haiter Neto, Lucio 
Mitsuo Kurita e Paulo Sérgio Flores Campos 
– 1ª Ed. 
- Sobotta - Atlas de Anatomia Humana - 23ª 
Ed. 2013 - Sobotta, Johannes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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entre os 
envoltórios do 
pacote de filme; 
 
 
 
 
Disponível em: 
https://pocketdentistry.com/5
-film-imaging/ 
 
Obs: O picote está presente no lado 
contrário do filme radiográfico. Está no lado 
em que será emitido os feixes de raio-X 
(Face lisa). Será sempre voltado para a 
oclusal, para evitar problemas na análise da 
radiografia. 
 O picote deve sempre ficar voltado para 
baixo e para a oclusal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Componente 1: Posicionador para incisivos 
e caninos superiores e inferiores. 
 
Componente 2: Posicionador para molar e 
pré-molar superior direito e inferior 
esquerdo. 
 
Componente 3: Posicionador para molar e 
pré-molar superior esquerdo e inferior 
direito. 
 
Componente 4: Posicionador para 
radiografia interproximal Bite Wing. 
 
Para pré-molares e molares, o filme 
radiográfico deve ser posicionado na 
horizontal. Para dentes anteriores, incisivos 
e caninos, o filme radiográfico deve ser 
posicionado na vertical. 
 
- Se a folha de chumbo 
for posicionada entre o 
dente e o filme, a maior 
parte da radiação é 
Papel interno 
Filme dental 
Papel dobrado interno 
Lâmina de chumbo 
Envoltório externo 
1 
2 
3 
4 
Disponível em: https://www.produtospararadiologia.com.br/produto-para-
radiologia/posicionador-radiografico-periapical/ 
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6 @thaistudandoodonto 
absorvida pela folha de chumbo e a 
radiografia fica clara, com padrão em 
escamas da filha de chumbo. 
 
Soluções de 
processamento 
 
Processamento do 
filme 
 
1. Mergulhar o filme 
exposto no revelador 
(solução reveladora); 
2. Enxaguar o revelador do filme no banho 
de água; 
3. Mergulhar o filme no fixador; 
4. Lavar o filme no banho de água para 
remover o fixador; 
5. Secar o filme e montar para visualização. 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://super-dentista.blogspot.com/2016/12/radiologia-
processamento-radiografico.html 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A: Antes da exposição, muitos cristais de 
brometo de prata (cinza); 
B: Após a exposição, cristais expostos 
(imagem latente); 
 
C: Revelador converte os cristais expostos 
em cristais sólidos de prata metálica; 
 
D: Fixador dissolve os cristais de brometo de 
prata não revelados e não expostos e fixa os 
cristais que foram sensibilizados. 
 
Solução reveladora 
 
 
 
 
 
- Reduz os íons de prata nos cristais 
expostos para cristais de prata metálicos; 
- Áreas com vários cristais expostos são mais 
escuras por causa de sua maior 
concentração de cristais de prata metálica. 
 
Enxágue 
 
 
 
 
 
 
- 30s com agitação suave e contínua; 
- Dilui o revelador; 
- Desacelera o processo de revelação; 
- Remove o ativador alcalino, prevenindo a 
neutralização do fixador ácido. 
 
Soluções de fixação 
 
 
 
 
 
 
- Remove os cristais halogenados de prata 
não revelados da emulsão; 
- Se esses cristais não são removidos, a 
imagem fica escura e não será útil. 
 
Lavagem 
 
 
 
 
 
- Lavagem inadequada descolore e causa 
manchas. 
 
Sala escura e equipamento 
 
 
 
 
 
 
- Sala escura: 
 
 _ Sala escura à prova de 
luz; 
 _ Luz pode causar 
névoa do filme e perda de 
contraste. Câmara escura 
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- Iluminação e segurança: 
 
 _ Deve ter iluminação branca e 
iluminação de segurança (luz vermelha). 
 
Tanques de processamento manual 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Termômetro: 
 
 _ Temperatura das soluções de revelação, 
fixação e lavagem deve ser controlada. O 
tempo depende da temperatura ambiente, 
pois ela influencia no tempo adequado. 
 
- Temporizador: 
 
 _ Para controlar o desenvolvimento e os 
tempos de fixação. 
 
Procedimentos de processamento 
manual 
 
1. Reabastecer as soluções; 
2. Agitar as soluções; 
3. Montar os filmes nas presilhas; 
4. Configurar o temporizador; 
5. Revelar: 
 - Agite a presilha suavemente por 5s para 
remover as bolhas de ar; 
 - Não agite o filme durante a revelação. 
6. Enxaguar: 
 - Banho de água corrente por 30s. 
7. Fixar: 
 - 2 a 4 min e agite por 5s a cada 30s. 
8. Lavar: 
 - Água corrente por pelo menos 10m. 
9. Secar. 
 
Temperatura 
(ºC) 
Tempo de 
desenvolvimento 
(minutos) 
20 5 
21 4 1/2 
22,2 4 
21,276 3 
26,6 2 1/2 
 
Processamento automático de filme 
 
- Requer de 4 a 6 min para revelar, fixar, 
lavar e secar um filme; 
- Mecanismo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Tempos de exposição corretos 
 
Temperatura 
(ºC) 
Tempo de 
desenvolvimento 
(minutos) 
20 5 
21 4 1/2 
22,2 4 
21,276 3 
26,6 2 1/2 
 
Depende: 
 
 _ Regiões anatômicas (incisivos, PM ou 
M); 
 _ Tamanho do paciente (Adulto ou 
crianças – Crianças são mais sensíveis à 
radiação, então deverá haver menor 
exposição de radiação); 
 _ Comprimento do cilindro de 
centralização. 
- Se as técnicas de processamento ideais 
estão sendo seguidas e as imagens estão 
ficando escuras, os tempos de exposição 
devem ser reduzidos. Se as imagens estão 
ficando claras, os tempos de exposição 
devem ser aumentados. 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
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Características da imagem 
 
- Densidade radiográfica: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espessura do objeto: 
- Quanto mais espesso for o objeto, mais os 
feixes são atenuados e mais clara será a 
imagem resultante. 
 
Densidade do objeto: 
- Quanto maior a 
densidade de um 
objeto, maior é a 
atenuação do feixe de 
raios X; 
- Ordem decrescente 
de densidades: Objetos metálicos (Ex: 
restaurações), esmalte, dentina e cemento, 
osso, músculo, gordura e ar. 
 
Contraste radiográfico: 
 
- É a diferença de densidades entre as áreas 
claras e escuras; 
- Imagem que mostra tanto áreas claras 
quanto áreas escuras tem alto contraste. 
 
Velocidade radiográfica: 
 
- Mais rápido é a classificação de E/F; 
- Tipos de filme mais usados são o Ultra-
speed (Grupo d) e INSIGHT (Grupo E/F); 
- INSIGHT requer metade do tempo de 
exposição e metade da dose de radiação do 
filme Ultra-Speed. 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.dentalcremer.com.br/filme-radiografico-adulto-df-
58-ultra-speed-carestream-354645.html 
 
Causas comuns dos erros radiográficos 
 
Radiografias claras: 
- Erros de 
processamento: 
 _ Sub-revelação 
(tempo muito curto – A 
radiografia ficará mais 
clara); 
 _ Solução do revelador saturada; 
 _ Revelador diluído ou contaminado 
(revelador vai perdendo as suas 
propriedades). 
 
- Exposição insuficiente: 
 _ Distância do filme-fonte muito grande; 
 _ Embalagem do filme invertida na boca. 
 
Radiografias escuras: 
 
- Erros de processamento: 
 _ Revelação em excesso 
(temperatura muito alta, 
tempo muito longo); 
 _ Tempo inadequado no 
fixador (pouco tempo no 
fixador; 
 _ Exposição acidental à luz (a luz começa 
a sensibilizar cristais que não deveriam ser 
sensibilizados). 
 
- Exposição em excesso: 
 _ Distância do filme-fonte muito curta 
(haverá mais cristais 
sensibilizados). 
 
Filme embaçado: 
- Iluminação de 
segurança 
inadequada; 
- Soluções contaminadas; 
- Filme deteriorado. 
 
Linhas ou pontos 
escuros: 
- Contaminação pela 
impressão digital; 
 
Ponto escuro em um filme 
radiográfico causado por 
contato do filme com a parede do tanque durante a fixação. 
 
- Papel do envoltório de proteção aderindo 
à superfície do filme; 
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- Filme em contato com o tanque ou outro 
filme durante a fixação. 
 
Pontos claros: 
 
- Filme em contato com o 
tanque ou outro filme 
durante a revelação; 
- Curvatura excessivado 
filme. 
 
Imagem borrada: 
 
- Movimento do 
paciente; 
- Movimento do 
tubo de raio X; 
- Dupla exposição. 
 
Imagens parciais: 
 
- Topo do filme não 
mergulhado na 
solução reveladora; 
- Desalinhamento do 
tubo de raio X (Halo); 
 
Montagem das radiografias: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
Capítulo 3 
 
Imagem digital 
 
Objetivos da Radiologia Digital: 
 
- Imagem de boa qualidade; 
- Dose baixa de radiação. 
 
Aquisição indireta convencional X 
Aquisição direta e indireta digital 
 
Indireta – A imagem 
não é gerada 
instantaneamente, 
passa por processos de 
revelação. 
Direta – A imagem é 
gerada 
instantaneamente. 
 
Substituição do filme por um sensor digital 
ou fósforo fotoestimulável. 
 
- Sais de fósforo; 
- CCD (Silício); 
- CMOS (Silício). 
 
 
 
 
 
 
Aquisição digital 
 
- Registro radiográfico realizado em 
sensores digitais; 
- Dispensa o uso de filmes radiográficos, 
câmara escura e processamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aquisição indireta 
digital 
 
Sistema de fósforo 
fotoestimulável 
(PSP) 
 
A placa de fósforo 
passará pelo scanner, resultando na 
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imagem radiográfica. Por isso é considerada 
indireta, pois a imagem radiográfica não é 
obtida instantaneamente. 
 
Aquisição Direta 
CCD 
A placa de 
silício possui 
um sensor que 
transmitirá a 
imagem 
radiográfica 
para o 
computador/notebook. 
 
Receptores de Imagem Digital 
 
► Detectores de estado sólido (sensores) 
– Aquisição direta: 
 
- Gera a 
imagem no 
computador 
sem qualquer 
outro dispositivo 
externo. 
 
Desvantagem: 
 
- Tamanho do sensor. 
- Presença de cabo (se ausente, maior 
tamanho do sensor). 
 
► Fósforo fotoestimulável (Aquisição 
indireta): 
 
- Placa revestida de fósforo – imagem 
latente é formada após a exposição aos 
raios X. 
- A imagem latente é convertida para uma 
imagem digital por um dispositivo de 
digitalização. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Considerações clínicas: 
 
- Os receptores digitais não podem ser 
dobrados (pode ser incômodo para o 
paciente); 
- Fósforos fotoestimuláveis são susceptíveis 
a dobra e arranhões. 
 
Imagem convencional: 
 
Desvantagens do método tradicional: 
 
- Fornece uma imagem estática; 
- Requer um perfeito processamento; 
- Necessita de soluções químicas; 
- Sensível a variações do tempo de 
exposição; 
- Dose mais elevada de radiação. 
 
Imagem digital: 
 
Vantagens: 
 
- Imagem de alta resolução; 
- Dispensa uso de filmes radiográficos, 
soluções processadoras, câmara escura e 
processadora automática; 
- Elimina os resíduos do processamento 
químico (lâminas de chumbo, revelador, 
fixador); 
- Compartilhamento eletrônico sem perda 
da qualidade (facilidade no acesso a 
imagem); 
- Redução na exposição à radiação; 
- Reduz o tempo gasto na aquisição da 
imagem; 
- Permite realces, medições e correções. 
 
Desvantagens: 
- Alto custo de instalação; 
- Alto custo de substituição do receptor 
eletrônico; 
- Menor área abrangida. 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
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Considerações clínicas 
 
 
Etapa de 
Imagens 
Filme (Imagem 
convencional) 
CCD / CMOS - Sensor 
digital (Aquisição 
direta) 
PSP - Placas de 
fósforo (Aquisição 
indireta) 
Colocação do 
receptor 
(1) Inúmeros 
posicionadores de 
filme genéricos 
estão disponíveis. 
(2) O filme pode ser 
dobrado para 
acomodar a 
anatomia. 
(1) O suporte do 
receptor especializado, 
específico para o 
receptor do fabricante, 
pode limitar as opções. 
(2) A inflexibilidade do 
receptor e o volume 
limitam as opções de 
colocação. 
(3) O cabo do receptor 
deve ser 
cuidadosamente 
colocado na boca do 
paciente. 
(4) É provável que haja 
mais desconforto do 
paciente do que com 
filme ou PSP. 
(1) Vários suportes do 
receptor usados no 
filme podem ser 
adaptados para placas 
PSP. 
(2) Se dobrado, o 
receptor pode ser 
danificado 
irreversivelmente. 
Processamento 
(1) Ambiente escuro 
e protegido da luz 
na forma de sala 
escura ou 
carregador de luz do 
dia exigido. 
(2) A química do 
processador deve 
ser preparada ou 
reabastecida. 
(3) A temperatura 
química deve ser 
aquecida ou o 
tempo de 
processamento deve 
ser ajustado para 
acomodar a 
temperatura. 
(4) Os filmes devem 
ser removidos do 
invólucro; a lâmina 
de chumbo deve ser 
separada para 
reciclagem. 
(1) Aquisição da 
imagem e monitor 
quase imediata. 
(1) Um ambiente de luz 
turva é desejável para 
prevenir a perda de 
informação da 
imagem. 
(2) O processador deve 
ser programado com 
informações do 
paciente e detector, de 
modo que as imagens 
sejam identificadas, 
pré-processadas e 
armazenadas 
adequadamente. 
(3) O invólucro de 
proteção deve ser 
removido das placas. 
(4) As placas devem ser 
carregadas em 
sistemas de tambor. 
 
 
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Capítulo 4 
 
Projeções intraorais 
 
► Biossegurança 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Etapas gerais para fazer uma exposição 
 
Oriente e sente o 
paciente 
 
- Posicione o paciente 
corretamente na 
cadeira com as costas e 
a cabeça bem apoiadas 
e descreva brevemente 
o procedimento; 
- Peça ao paciente para remover óculos e 
todos os aparelhos removíveis; 
- Vista o paciente com um avental de 
chumbo; 
 
 
 
Disponível em: 
https://br.freepik.c
om/fotos-
gratis/dentista-
tomando-um-
raio-x-do-dente-
de-pacientes-do-
sexomasculino_88
96019.htm 
 
 
- Ajuste a configuração da unidade de raios 
X; 
- Posicione o cabeçote de raios X; 
- Posicione o receptor (filme/posicionador); 
- Posicione o cilindro de raios X; 
- Faça a exposição. 
 
► Técnica do 
paralelismo 
 
Posicionadores 
 
- Anel-guia: para 
alinhar o cilindro de 
raios X e garantir que 
o receptor e o dente 
estejam 
perpendiculares ao feixe de raios X. 
A execução dessa técnica é simples, basta 
ajustar o posicionador ao dente a ser 
radiografado. 
 
Incisivos centrais anteriores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Posiciona o filme radiográfico na linha 
mediana do paciente. 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
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Incisivos laterais / caninos superiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Geralmente o centro do filme radiográfico 
ficaposicionado na região do canino. 
 
Pré-molares superiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Molares superiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
Incisivos inferiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Laterais / Caninos inferiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Geralmente o centro do filme radiográfico 
fica posicionado na região do canino. 
 
 
Pré-molares inferiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
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Molares inferiores 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Técnica interproximal ou bitewing 
 
Receptores Bite Wing Horizontais 
- Feixe é direcionado através dos pontos de 
contato. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pré-molares 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Molares 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ângulos horizontais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Imagem periapical 
 
Técnica da bissetriz 
- O filme é colocado 
o mais próximo 
possível dos dentes, 
sem ser encurvado; 
- Feixe de raio X é 
direcionado 
perpendicularment
e a um plano 
imaginário bissetor 
do ângulo formado 
entre o longo eixo do 
dente e do filme. 
 
Posicionamento da 
cabeça do paciente 
 
- Plano sagital médio; 
- Paciente olhando para 
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a frente. 
 
- Posicionamento Maxila / Linha Trágus e 
Asa do nariz paralelos ao solo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Posicionamento da 
Mandíbula / Linha 
Trágus e comissura 
labial. 
 
 
 
 
 
- Ângulos verticais / Angulação correta do 
cilindro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ângulo positivo – Tubo de cima para baixo; 
Ângulo negativo – Tubo de baixo para cima. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Variações do ângulo vertical: 
A – Angulação correta; 
B - Aumento da angulação: Imagem menor 
formada na radiografia; 
C - Diminuição da angulação: Imagem 
maior formada na radiografia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Técnica da Bissetriz 
 
Maxila Mandíbula 
 
 
 
 
 
 
 
 
Incisivos superiores – Cilindro posicionado 
na linha média / Referência: região da 
pontinha do nariz; 
Incisivos inferiores – Referência: região do 
mento. 
Incisivos laterais e caninos – Referência: 
região da asa do nariz. 
Pré-molares – Referência: pupila. 
Molares – Referência: cantinho do olho. 
 
► Projeção oclusal 
 
- Para localizar 
precisamente raízes, 
dentes supranumerários, 
dentes não erupcionados 
e impactados; 
 
- Para localizar corpos 
estranhos nos 
maxilares e cálculos 
nos ductos das 
glândulas sublinguais e 
submandibulares. 
 
- Filme: 5,7cm x 7,5 cm. 
 
Maxila 
Ângulos verticais 
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- Sente o paciente reto, com o plano oclusal 
na horizontal (Linha trágus-asa do nariz 
paralela ao solo); 
- Empurre o filme para trás até encostar na 
borda anterior do ramo ascendente da 
mandíbula; 
- Paciente fecha gentilmente a boca; 
- Raio central na angulação vertical de +65º 
e horizontal de 0º (abaixo do ponto násio). 
 
Mandíbula 
 
- Sente o paciente com 
a linha do 
tráguscomissura labial 
paralela ao solo; 
- A borda anterior do 
filme deve estar cerca 
de 1 cm além dos 
incisivos centrais inferiores; 
- Paciente morde delicadamente o filme; 
- Raio central na linha média (3 cm abaixo 
do queixo). 
 
► Considerações especiais 
 
Endodontia 
- Posicionadores endodônticos; 
- Necessidade de mais de uma tomada 
radiográfica (alterar angulação horizontal – 
20º). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.novaendovita.com/loja/endodontia-
2/posicionador/posicionador-radiografico-endo-rh-plus/ 
 
Anotações 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
Capítulo 5 
 
Métodos de localização radiográfica 
 
► Técnica de Clark 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://tecnologiaparalasalud.com/tecnica-clark-sirve-se/ 
 
Descrição da Técnica 
Relacionada à 
dissociação de 
sobreposição de 
imagens. 
Dois exames 
radiográficos: 
1. Radiografia Periapical, 
chamada Ortorradial 
(técnica convencional para a região 
considerada); 
2. Segunda Radiografia Periapical, com 
desvio horizontal do cilindro localizador em 
relação à primeira. 
 
Para Mesial: Radiografia Mesiorradial. 
Para Distal: Radiografia Distorradial. 
 
Localização de objetos 
 
- 2 objetos mudam quando é alterado o 
ângulo de projeção; 
- Se o objeto move na mesma direção ao 
feixe de raios X, ele está localizado por 
lingual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A – Ortorradial 
B – Mesorradial 
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17 @thaistudandoodonto 
- Se o objeto move em direção oposta ao 
feixe de raios X, ele está localizado por 
vestibular. 
- Se o objeto não se mover, ele se localiza 
na mesma profundidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A – Ortorradial 
B – Mesiorradial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Técnica de Le Master 
 
Objetivo da Técnica 
- Evitar a sobreposição do processo 
zigomático da maxila na região periapical 
dos molares superiores. 
 
 
 
 
 
 
 
Descrição da Técnica 
 
Rolete de algodão, fixado com fita adesiva, 
na parte inferior no lado sensível do filme. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Técnica de Miller Winter 
 
Objetivo da técnica 
- Localizar a altura, largura e o sentido 
vestíbulolingual de dentes não-irrompidos, 
corpos estranhos e processos patológicos 
na mandíbula. 
 
 
 
 
 
 
 
Descrição da técnica 
 
- 1ª Radiografia: Periapical da região 
(convencional); 
- 2ª Radiografia: 
Oclusal com filme 
periapical. 
 
Feixe central de 
raios X perpendicular ao filme. 
 
 
 
 
 
 
Licenciado para - A
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18 @thaistudandoodonto 
► Técnica de Donovan (1952) 
 
Princípio da técnica 
- É uma modificação do método de 
MillerWinter na posição do filme 
radiográfico. 
 
 
 
 
 
 
Indicação: 
 
- Quando não for possível visualizar 
completamente o 3º molar inferior por estar 
localizado muito posteriormente. 
 
Descrição da 
técnica: 
 
1. Realiza-se uma 
radiografia 
periapical da região; 
2. Realiza-se uma 
segunda radiografia, com o filme colocado 
sobre o ramo da mandíbula. 
 
3. O Paciente mantém 
o filme sobre o ramo 
mandibular com o 
indicador da mão 
oposta. 
 
 
4. O paciente 
vira totalmente a 
cabeça para o 
lado oposto ao 
que se pretende 
radiografar. 
 
5. O feixe central de raios 
X incide no ângulo da 
mandíbula, 
perpendicularmente ao 
filme. 
 
 
 
 
 
 
 
► Técnica de Parma (1936) 
 
Princípio da técnica 
- Esta técnica é utilizada quando a 
radiografia periapical convencional não 
registra inteiramente o terceiro molar 
inferior incluso. 
 
 
 
 
 
 
 
Descrição da técnica 
- Coloca-se o filme inclinado com sua borda 
disto-inferior próxima do assoalho bucal. 
 
Resultado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Métodos de localização de corpos 
estranhos em tecidos moles da face 
 
 
 
 
 
 
Descrição da técnica 
1. Utiliza-se filme oclusal encostado na face 
do paciente, na região a ser estudada; 
2. Feixe central de raiosX, perpendicular ao 
filme; 
3. Tempo de exposição reduzido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Capítulo 6 
 
Radiobiologia e Radioproteção 
 
► Descoberta dos Raios X 
 
- 8 de novembro de 1895, por Wilhelm 
Conrad Roentgen. 
Em 1896, começou a notar alguns efeitos 
como queda de cabelo e alterações na pele. 
- Edmund Kells ----> Considerado um mártir 
da Radiologia Odontológica. Foi o primeiro 
profissional que se dedicou à utilização da 
nova ferramenta como elemento 
indispensável no exame clínico. Foi vitima 
dos efeitos biológicos dos Raios X. Fatos 
semelhantes foram ocorrendo com outros 
profissionais que atuavam com a radiação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.biusante.parisdescartes.fr/sfhad/the-x-rays-their-first-
applications-in-dentistry/ 
 
Principais efeitos relatados na época: 
 
- Epilação (remoção dos pelos incluindo 
partes internas); 
- Lesões na pele (radiodermites); 
- Queimaduras; 
- Dores nos olhos. 
 
► Comprovação dos efeitos 
radiobiológicos 
 
- 1900 por Kienbock e em 1901 por William 
Rollins. Eles provaram a associação entre os 
efeitos radiobiológicos e a radiação. 
 
- Em 1902 foi estabelecido um limite diário 
máximo de radiação. 
 
- Em 1915 a Sociedade Britânica de 
Roentgenologia e em 1922 a Sociedade 
Americana dos Raios Roentgen viram a 
necessidade de estabelecer normas de 
proteção na área radiológica. Com isso, em 
1928 houve a criação da Comissão 
Internacional de Proteção Radiológica, que 
estabeleceu normas importantes visando a 
proteção e o cuidado, tanto para o 
profissional quanto para o paciente, durante 
as tomadas radiográficas. 
 
► Radiação ionizante e radiação não 
ionizante 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://www.konex.com.br/blog/detalhes/6/ 
 
 
Radiação ionizante: Possui comprimento 
de onda pequeno, e por esse motivo 
consegue penetrar camadas mais 
profundas e alcançar o DNA. Tem 
capacidade suficiente para remover 
elétrons que estão ligados a átomos e 
moléculas. 
 
Disponível em: 
https://amanf.or
g.br/2018/07/res
sonancia-
magnetica-ou-
tomografia/radi
acao-ionizante/ 
 
 
 
 
Fontes de radiações ionizantes: 
 
- Fontes naturais: existentes no meio 
ambiente, capaz de emitir naturalmente. 
Mais raras e mais difíceis de encontrar (Ex: 
Radônio). 
- Fontes artificiais: equipamento ou material 
criado ou modificado pelo homem para 
esse fim (Ex: Raio X odontológico). 
 
Tipos de radiações ionizantes: 
 
Radiação alfa (α), Radiação beta (β), 
Radiação gama (γ). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://app.planejativo.com/ver-aula/206/material-de-
apoio/resumo/quimica-1/radioatividade 
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- Utilizamos a radiação beta (β), nas 
tomadas radiográficas. 
 
Radiação não ionizante: Radiação em que, 
ao atingir o átomo, não provoca ionização. 
Possui baixa frequência e baixa energia. 
 
► Física das radiações 
 
Ciência que estuda a formação dos Raios X. 
 
Raio X: Elétrons protegidos no material alvo 
do tubo de raio X. 
 
Componentes dos Aparelhos de Raios X 
 
Os componentes básicos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cabeçote 
 
 
Externamente: Goniômetro – Estabelece a 
angulação vertical. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em seu interior: A ampola ou tubo de raios 
X. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://gmga.com.br/09-atenuacao-de-raios-x-com-blindagem-de-
polimetilmetacrilato-pmma-e-aluminio/ 
 
Porção do Cátodo (Carga negativa) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Porção do Anôdo (Carga positiva) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Características ideais do alvo: 
- Elevado número Atômico (Z); 
- Alto ponto de fusão (3400ºC); 
- Não possui boa condutibilidade térmica. 
O aquecimento do cátodo faz com que o 
tungstênio libere elétrons (carga negativa). 
Logo de frente do cátodo, temos o ânodo, 
que possui a carga positiva para atrair os 
elétrons. Os elétrons formados pelo cátodo 
irão para o alvo. Porém, como o alvo não 
possui boa condutibilidade térmica, o 
ânodo é todo revestido de cobre para 
garantir essa condutibilidade. 
 
Subsistema elétrico 
 
Cria a 
diferença de 
potencial entre 
o ânodo (+) e o 
cátodo (-). 
 
Transformador de alta tensão 
 
 
 
Transformador de baixa 
tensão: Aquece o 
filamento de Tungstênio. 
 
 
Calota focalizadora 
(Molibdênio) 
Filamento Espiralado 
(Tungstênio) 
Aquecimento do filamento 
irá gerar os elétrons 
Inclinação de 20º 
Haste de Cobre 
Alvo (Tungstênio) 
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Filtração 
 
Filtração inerente ou intrínseca - Materiais 
que estão no trajeto do feixe de raios X até a 
área focal: 
- Vidro de ampola; 
- Óleo do cabeçote; 
- Materiais que compõe o cabeçote. 
 
Filtração adicional ou extrínseca - Material 
somente para este fim: 
- Lâmina de alumínio (aparelhos 
intrabucais); 
- Lâmina de cobre (aparelhos extrabucais). 
 
Quanto maior o comprimento de onda, 
menor a capacidade de penetração. 
Quanto maior a frequência, maior a 
capacidade de penetração. 
 
 
 
 
 
 
 
Diafragma e colimador 
 
Diafragma: Disco espesso de metal 
(chumbo); 
- Possui uma abertura central circular. 
 
Colimador: Barreira metálica retangular 
- Reduz a área exposta a praticamente o 
tamanho do filme. 
 
Função: Eliminar os fótons divergentes 
restringindo a área exposta à radiação em 
cerca de 6cm de diâmetro. 
 
Implicação clínica: Diminui a dose de 
radiação no paciente. 
 
Obs: Não devemos 
deixar o cabeçote em 
angulação positiva 
para que não ocorre 
vazamento de óleo. 
 
 
Cilindro localizador 
 
Possui a função de 
facilitar a localização da 
área de incidência e 
indicar a direção do 
feixe e raios X. 
 
Braço extensor / Articular 
 
- Permite a sustentação e o correto 
posicionamento do cabeçote 
- Abriga a rede de fios elétricos que 
conectam o painel de controle ao cabeçote. 
- Permite movimentos do cabeçote nos 
planos vertical e horizontal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Painel de controle 
 
- Possui o interruptor 
Liga/Desliga; 
- Disparador de exposição; 
- Seletor de controle de mA 
e/ou kVp; 
- Seletor de tempo de 
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exposição; 
- Luz Indicadora de acionamento; 
 
Permite ao operador: 
- Controlar a dose de radiação ao qual o 
paciente será exposto; 
- O tempo de exposição adequado à 
aquisição da imagem. 
 
Pode fazer parte do corpo do aparelho 
- Neste caso irá ter um cabo que permite 
que o disparo seja realizado fora da sala de 
exame. 
 
Pode ser externo ao aparelho 
- Neste caso o painel de controle é instalado 
externo à sala de realização do exame. 
 
Base 
 
Pode ser fixa (parede) ou móvel. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: Um feixe de raios X pode ser 
modificado ao se alterar o tempo de 
exposição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quanto maior o tempo de exposição, maior 
será a radiação emitida. 
 
Conhecendo os 
componentes do 
aparelho de raio X e 
tendo em vista a física 
das radiações, podemos 
perceber que a 
liberação do elétron por 
meio do aquecimento 
do fio de Tungstênio é o Raio X. Os raios X 
são radiações eletromagnéticas de alta 
frequência, produzidas a partir da colisão de 
feixes de elétrons com metais. 
 
► Radiobiologia: Efeitos biológicos da 
radiação 
 
O raio X interage com as células. Pode 
causar os efeitos determinísticos e os efeitos 
estocásticos. 
 
Efeitos determinísticos: Efeitos agudos da 
radiação. 
Há um valor mínimo de dose de radiação 
que deve ser aplicado (limiar da dose). 
 
Alguns fatores interferem nos efeitos 
determinísticos: 
- Aplicação de uma dose elevada de 
radiação (acima do valor mínimo); 
- Tempo de exposição à radiação;- Tipo de tecido/órgão exposto. 
 
Os efeitos determinísticos não são aplicados 
par Raios X, pois os níveis de radiação 
utilizados nos raios X são abaixo do limiar da 
dose. Eles se aplicam, por exemplo, a 
tratamentos radioterápicos. 
 
Efeitos estocásticos: São os efeitos da 
exposição crônica à radiação. 
- Baixas doses durante um longo período de 
tempo. 
- Possuem grande importância na 
odontologia; 
- Causam danos irreversíveis no DNA das 
células e podem levar ao desenvolvimento 
de câncer radioinduzido, leucemia, efeitos 
genéticos hereditários (se afetar uma célula 
reprodutiva). 
 
Hipótese da relação linear 
sem limite de dose 
 
- Quanto maior a dose, maior a 
probabilidade de desenvolvimento de um 
câncer; 
- Como qualquer dose, mesmo as mais 
baixas, podem aumentar o risco de 
desenvolvimento de mutações celulares e 
danos ao DNA, doses em excesso devem ser 
evitadas. 
 
Mecanismos de ação da radiação 
ionizante 
 
Direto: Interação da radiação ionizante com 
biomoléculas orgânicas; 
- Ocorre a liberação de um elétron, forma-se 
um radical livre e promove um dano 
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oxidativo às biomoléculas promovendo a 
quebra ou falhas na cadeia ou bases do 
DNA celular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://radioprotecaonapratica.com.br/ 
efeitos-da-radiacao-no-corpo-humano/ 
 
Indireto: Ação da radiação nas moléculas de 
água. 
- Interação entre a molécula ionizada, há 
formação de radicais livres, desencadeando 
dano ao DNA celular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://sites.google.com/site/efeitosdara 
diacaosobredna/2-processo-de-interacao 
 
Radiossensibilidade 
(Lei de Bergonie e Tribondeau) 
 
- Quanto mais jovem o tecido, mais sensível 
à radiação; 
- Quanto mais velho o tecido, mais 
resistente à radiação; 
- Quanto maior atividade metabólica, mais 
sensível; 
- Quanto maior taxa de replicação celular, 
mais sensível (Mucosa bucal -> alta taxa de 
replicação celular -> mucosite); 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/biologia/celula-animal 
 
- O núcleo é mais radiossensível que o 
citoplasma; 
- O DNA é a parte mais radiossensível da 
célula; 
- O RNA apresenta radiossensibilidade 
intermediária. 
 
Fatores que afetam a radiossensibilidade 
 
Físicos: 
 
- Transferência linear de energia (LET): 
Capacidade da radiação de transferir 
energia ao tecido (quiloelétron-volt de 
energia por micrômetro de tecido). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
. Quanto maior a LET, maior possibilidade 
de interação biológica; 
. Raios x = baixa LET. 
 
- Efetividade biológica relativa (RBE): Mede 
a influência da qualidade de um tipo de 
radiação na produção de efeitos 
radiobiológicos no tecido e nos sistemas. 
. Quanto menor a LET, menor RBE. 
 
- Prolongamento e fracionamento (sobre as 
doses de radiação): 
Prolongamento do tratamento: Dose de 
radiação depositada em um longo período 
de tempo ----> efeito diminuído. 
Fracionamento: Divisão da dose em doses 
menores). 
Visam diminuir o efeito da radiação. 
 
Biológicos: 
 
- Efeitos do oxigênio: Quanto mais 
oxigenado o tecido, maior 
radiossensibilidade; 
 
- Idade: quanto mais jovem o tecido, maior 
a radiossensibilidade (O tecido jovem possui 
maior taxa de replicação); 
 
- Recuperação: 
Células 
humanas 
podem se 
recuperar aos 
efeitos da 
radiação. 
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► Radioproteção 
 
Conjunto de ações que visam proteger as 
pessoas e o meio ambiente de possíveis 
efeitos causados pela radiação ionizante. 
 
Fontes de exposição à radiação 
 
Exames odontológicos de raios X, são 
responsáveis por 0,26% da exposição total 
gerada pelos exames de diagnóstico por 
imagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://wikisirius.lnls.br/mediawiki/index.php/RAD:Rad 
ia%C3%A7%C3%A3o_natural_e_artificial 
 
Exposição e riscos 
 
- É improvável que a radiografia 
odontológica cause câncer; 
- Especialistas argumentam que não há 
riscos em doses inferiores a 100mGy. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- 100 mGy: 0,035 = 2857 radiografias de boca 
inteira. 
- 1 milligray (mGy) = 1 millisievert (mSv). 
 
Danos somáticos e danos genéticos 
 
Danos somáticos: Alterações no indivíduo 
exposto à radiação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://ricmais.com.br/noticias/dia-nacional-de-combate-ao-
cancer-2019/ 
Danos genéticos: 
Alterações causadas aos 
descendentes dos 
indivíduos expostos às 
radiações. S 
 
Todas as normas de 
Proteção Radiológica, 
apesar de indicarem 
valores de limitação de dose, estabelecem 
como princípio fundamental o chamado: 
 
Princípio De ALARA (As Low as Reasonably 
Achievable), em português: “Tão Baixas 
Quanto Razoavelmente Exequíveis”. 
 
Evolução da proteção radiológica 
 
1. Em 1931, a primeira recomendação de 
Limite de Dose foi feita nos Estados Unidos. 
2. No Brasil, a primeira recomendação de 
Limite de Dose foi feita pela Comissão 
Nacional de Energia Nuclear, em 1988. 
3. Para minimizar a exposição à Radiação, 
deve-se seguir 3 princípios fundamentais da 
Proteção Radiológica: 
 
Tempo, Distância e Blindagem. 
 
PORTARIA FEDERAL Nº 453 
de 1 de junho de 1998 
 
Secretaria de Vigilância Sanitária do 
Ministério da Saúde estabelece as diretrizes 
básicas de Proteção Radiológica em 
Radiodiagnóstico Médico e Odontológico, 
dispõe sobre o uso dos Raios-X em todo 
território nacional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Comissão Internacional de proteção 
radiológica (1990) ----> sistema de proteção 
baseado nos princípios: 
 
1. Justificação da prática; 
2. Limitação de dose individual; 
3. Otimização da proteção. 
 
Princípio da justificação 
 
Qualquer atividade envolvendo radiação ou 
exposição deve ser justificada em relação a 
outras alternativas e produzir um benefício 
líquido positivo para a sociedade. 
 
Princípio da limitação da dose individual 
 
. As doses individuais de trabalhadores e de 
indivíduos do público não devem exceder 
os limites anuais de dose equivalente 
estabelecidos em norma específica 
 
 
Disponível em: 
https://radiopro 
tecaonapratica. 
com.br/exposic 
ao-a-radiacao/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Princípio da otimização 
 
O projeto, o 
planejamento do uso e 
a operação de 
instalações e de fontes 
de radiação devem ser 
feitos de modo a 
garantir que os 
expositores sejam tão 
reduzidos quanto razoavelmente exequível 
= baixa (principio ALARA), levando-se em 
consideração fatores sociais e econômicas. 
 
Regras que devem ser seguidas 
 
1. Nenhum tipo ou modelo de equipamento 
de raios X e acessórios de proteção 
radiológica em radiodiagnóstico pode ser 
comercializado sem possuir registro do 
Ministério da Saúde. 
 
2. O alvará de funcionamento do serviço 
tem validade de, no máximo, dois anos e 
deve conter identificação dos 
equipamentos, devendo ser afixado em 
lugar visível ao público. 
 
3. Todo indivíduo que trabalha com raios X 
diagnósticos deve usar dosímetro individual 
de leitura indireta, 
trocado mensalmente. 
Esse aparelho deve ser 
obtido apenas em 
laboratórios de 
monitoração individual 
credenciados pela 
Cnen. 
 
Disponível em: https://www.sapralandauer.com.b 
 
4. A presença de acompanhantes durante 
os procedimentos radiológicos somente é 
permitida quando sua participação for 
imprescindível para ajudar pacientes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Durante as exposições, é obrigatória, aos 
acompanhantes, a utilização de vestimenta 
de proteção individual compatível com o 
tipo de procedimento radiológico e que 
possua, pelo menos, o equivalente a 
0,25mm de chumbo. 
 
 
6. As salas de raios X devem 
dispor de: 
 
a) paredes, piso, teto e portas 
com blindagem que 
proporcione proteção 
radiológicaàs áreas 
adjacentes (paredes 
baritadas). 
 
b) cabine de comando com 
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dimensões e blindagem que proporcionem 
atenuação suficiente para garantir a 
proteção do operador, devendo-se observar 
ainda os seguintes requisitos: É permitido 
que a cabine seja aberta ou que seja 
utilizado um biombo fixado 
permanentemente no piso e com altura 
mínima de 210cm, desde que a área de 
comando não seja atingida diretamente 
pelo feixe espalhado pelo paciente; 
 
c) sinalização visível na 
face exterior das portas 
de acesso, contendo o 
símbolo internacional da 
radiação ionizante e a 
inscrição: "raios X, 
entrada restrita“, além de 
aviso sobre gravidez; 
 
d) Vestimentas de 
proteção individual para 
pacientes, equipe e 
acompanhantes. Deve 
haver suportes apropriados para sustentar 
os aventais plumbíferos de modo a 
preservar a sua integridade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://rochatecnica.com.br/produtos/56 
/Avental-odontologico-PRSguard-004 
 
► Fatores que auxiliam na redução da 
exposição 
 
Filme e imagem digital 
- Filme do grupo de velocidade E/F: é 
aproximadamente 
2 x mais rápido 
(sensível) que o 
filme do grupo D, 
exigindo, metade 
da exposição; 
- Imagem digital: 
economia de dose igual ou superior a dos 
filmes de velocidade E/F. 
 
Distância Foco-Pele 
- Distâncias foco-pele de 40 cm, em vez de 
20 cm, diminui a exposição em 10% a 25%, 
além de aumentar a resolução da 
radiografia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Colimador Retangular 
- Reduz o volume de tecido exposto; 
- Reduz a quantidade de radiação dispersa 
(melhora a qualidade da imagem). 
 
 
 
 
 
 
 
Filtragem (Plaquinha de alumínio) 
 
- Retirar os fótons de raios X de baixa 
energia (não contribuem com a imagem, 
tem pouco poder 
de penetração e 
são absorvidos pelo 
paciente). 
 
 
 
 
 
Aventais de Chumbo e Colares de Tireoide 
 
- Reduzem a exposição da glândula tireoide 
e das gônadas à radiação. 
 
Suportes de Filme e Sensor 
 
- Melhoram o alinhamento do filme ou 
sensor digital com os dentes e o 
equipamento de raios X; 
- Evita a necessidade de repetições. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.produtospararadiologia.com.br/ 
produto-para-radiologia/posicionador-radiografico-periapical/ 
 
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27 @thaistudandoodonto 
Processamento do Filme 
 
- Seguir as recomendações dos fabricantes 
(respeitar o tempo do filme radiográfico nas 
substâncias, realizar uma boa lavagem...). 
 
Interpretando as Imagens 
 
- Radiografias são melhores visualizadas em 
uma sala semiescura com o uso do 
negatoscópio; 
- Imagens digitais são mais bem 
interpretadas em uma tela de computador, 
em um ambiente escuro. 
 
Lei do quadrado inverso 
 
- Quando a distância da fonte ao alvo é 
dobrada, a intensidade do feixe diminui 
para 1/4. 
 
 
 
 
 
 
 
Proteção da equipe 
 
- Proteção por barreira (paredes baritadas; 
janela de vidro com chumbo para visualizar 
o paciente); 
- Operador deve ficar pelo menos a 2m do 
tubo principal em um ângulo de 90-135º em 
relação ao feixe principal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Operador jamais deverá segurar os filmes 
ou sensores; 
- Nem o operador nem o paciente deverão 
segurar o cabeçote; 
- Dosímetro (monitorização dos níveis de 
exposição). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://dicasradiologia.blogspot.com/2016/04/dosimetria- 
portaria-453-dosimetro.html 
 
Capítulo 7 
 
Dentes e estruturas anexas 
 
► Estruturas dos dentes: São compostos 
de esmalte, dentina e polpa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://anatpat.unicamp.br/nptteratoma1a.html 
 
Quanto mais denso o tecido, mais difícil 
será para a radiação atravessar a estrutura 
(então a imagem ficará radiopaca). Levando 
isso em consideração, podemos concluir 
que: 
 
Esmalte – Estrutura 
mais mineralizada 
entre as estruturas 
do dente, por isso 
possui aspecto 
radiopaco (camada 
mais densa). 
 
Dentina – Lisa e 
homogênea. 
Estrutura 
mineralizada, porém 
em menor 
quantidade que o 
esmalte. Com isso, ela possui um aspecto 
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radiopaco, porém com uma intensidade 
menor que o esmalte. 
 
Cemento – Mesma radiopacidade que a 
dentina. Recobre a dentina na porção 
radicular. 
Obs: não é considerado uma estrutura dentária. 
 
Na radiografia, normalmente não 
conseguimos diferenciar a dentina do 
cemento, pois a mineralização de ambos é 
bem próxima. 
 
Polpa – Tecido 
conjuntivo (mole), 
estrutura não 
mineralizada. Possui 
um aspecto mais 
radiolúcido. 
 
Obs: Quanto maior a mineralização, mais 
radiopaca será a imagem da estrutura no raio X. 
 
Junção 
Amelo-dentinária 
(Junção entre o 
esmalte e a 
dentina) – 
Bastante Nítida. 
 
Papila Dentária (Futura 
polpa) – Área radiolúcida 
localizada na região apical 
dos dentes em formação. 
É delimitada pela linha 
radiopaca que envolve os 
germes dentários. 
 
Folículo ou Saco 
Pericoronário (em 
torno da coroa) – Halo 
radiolúcido, situado 
entre o esmalte e a 
cortical da crista óssea 
dos dentes não 
interrompidos. 
 
 
Lâmina Dura – É 
a cortical óssea 
que envolve a 
porção radicular. 
Aparece na 
radiografia como 
uma linha 
radiopaca 
contínua, contornando o espaço 
pericementário. Representa a parede do 
alvéolo. 
 
 
 Nem sempre é 
visualizada ao redor 
de toda a raiz. 
 
 
 
Sua integridade em 
volta do ápice do 
dente é sugestivo de 
vitalidade pulpar 
(polpa saudável). 
 
 
Crista Óssea Alveolar – Contínua com a 
lâmina dura. É radiopaca e normalmente 
não está a mais de 1,5mm da JAC (Junção 
Amelocementária). 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espaço do Ligamento Periodontal – No 
Raio X, a região correspondente ao 
ligamento periodontal se chama espaço 
periodontal, pois não vemos o ligamento 
em si (o ligamento periodontal é tecido 
conjuntivo, então ele permite a passagem 
dos feixes de raio X e a região fica escura). 
 
 
 
 
 
 
A largura varia de paciente 
para paciente, de dente 
para dente. 
 
Osso alveolar (osso 
esponjoso) – É composto de 
finas trabéculas radiopacas 
(espaço radiopaco – não 
possui orifício), limitadas por 
espaços medulares 
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radiolúcidos (espaço radiolúcido - orifícios). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Canais nutrientes – Vasos sanguíneos (não 
são mineralizados e na radiografia 
aparecem como linhas radiolúcidas). 
 
 
 
 
 
 
 
Reparos anatômicos da maxila 
(Estruturas da maxila) 
 
Sutura intermaxilar (Sutura = Região de 
encontro de ossos / Intermaxilar = entre 
maxilas) – Sutura entre os 2 processos 
maxilares, estende-se da crista óssea 
alveolar até a espinha nasal anterior. São 
estruturas radiolúcidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espinha Nasal Anterior – Localizada na 
linha média, na porção inferior ao septo 
nasal. Geralmente tem forma de “V”. É uma 
estrutura radiopaca. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fossa Nasal – Devido ao 
preenchimento de ar, sua 
imagem é radiolúcida 
(cavidade nasal). O 
assoalho da fossa nasal é 
radiopaco (tecido ósseo). 
Possui aspecto de âncora. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O assoalho da 
fossa nasal 
estende-se 
posteriormente, 
sobreposto ao 
seio maxilar. Ele 
é retilíneo. 
 
 
 
Conchas Nasais – São 
sombras radiopacas que se 
estendem das paredes 
laterais direita e esquerda 
através do septo. 
 
 
Forame Incisivo / 
Forame 
Nasopalatino / 
Forame Palatino 
Anterior – 
Radiolúcido, 
localizado na 
linha média do 
palato entre as 
raízes e os 
incisivos centrais. 
 
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Canal Incisivo / Canal 
nasopalatino – 
Radiolúcido, localizado 
na linha média do palato 
entre as raízes e os 
incisivos centrais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fossa sub-nasal / Fossa incisiva – 
Radiolúcida. Depressão próxima ao ápice 
dos incisivos laterais, limitada 
posteriormente pela eminência canina. 
 
 
 
 
 
 
 
Sombra do Nariz – 
Radiopaco. O perfil do 
tecido mole do nariz tem 
uma aparência uniforme, 
levemente opaca, com 
bordas nítidas. 
 
Canal Nasolacrimal – É visto algumas vezes 
próximo ao ápice do canino, quando é 
usada uma maior angulação vertical. 
Observado na região dos primeiros molares 
superiores. É radiolúcido. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
 
Processo Zigomático 
da Maxila – Onde a 
maxila se articula com 
o osso zigomático. 
Forma de “U” ou “V”. 
Localizado na região 
do 1º ou 2º Molar 
superior. É uma 
estrutura radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
Osso Zigomático – Localizado distalmente 
em relação ao processo zigomático da 
maxila. Estrutura radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Túber da Maxila – Limite posterior do 
processo alveolar na maxila. Radiopaco. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: O túber da maxila pode ser fraturado em 
exodontias do 3º molar. É um acidente típico do 
uso excessivo de força nessa região, pois nessa 
região da tuberosidade o osso é bastante 
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delgado. Essa complicação poderá ter 
implicações futuras no caso de necessidade de 
prótese total superior. 
 
Hâmulo Pterigóideo / Processo hamular: 
Possui uma forma de gancho, localizado 
posterior ao túber da maxila. É uma 
estrutura radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
Seio maxilar – É uma 
cavidade contendo ar 
e ocupa virtualmente 
todo o corpo da 
maxila. Localizada em 
superposição aos molares e pré-molares 
superiores. É uma estrutura radiolúcida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Assoalho do Seio Maxilar – Borda inferior 
do seio maxila. Estrutura radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Y” invertido de Ennis – Interseção do 
assoalho da fossa nasal com a parede 
anterior do seio maxilar. Localizado na 
região do canino, voltado para a linha 
média. É uma estrutura radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cúpula Alveolar – Assoalho do seio maxilar 
que contorna o 
ápice radicular de 
dentes. Há risco de 
comunicação 
buco-sinusal. 
É uma estrutura 
radiopaca. 
 
Comunicação buco-
sinusal: complicação 
que pode ocorrer 
após a exodontia de 
pré-molares e 
molares superiores. 
Isso acontece 
devido à 
proximidade das raízes desses dentes com o 
seio maxilar. Quando ocorre essa comunicação, 
há acesso da cavidade oral ao seio, podendo 
ocasionar infecção do seio maxilar. 
 
Septos do Seio 
Maxilar – Linhas 
radiopacas que 
atravessam o seio 
maxilar. São 
estruturas 
radiopacas. 
 
 
 
 
 
 
 
Processo Coronóide – Visto nas 
radiografias periapicais da região dos 
molares 
superiores. É uma 
estrutura da 
mandíbula, porém 
aparece nas 
radiografias da 
maxila. É uma 
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estrutura radiopaca. 
Possui forma triangular. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://fabreu.com/2018/06/10/mandibula/ 
 
Reparos anatômicos da mandíbula 
 
Tubérculo Geniano / Espinha mentoniana 
– Estrutura radiopaca. Localizado na 
superfície lingual da mandíbula, região 
onde se encontra a inserção dos músculos 
milo-hióideo e genioglosso. 
É uma protuberância óssea. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://docplayer.com.br/55641693- 
Ossos-do-cranio-e-da-face-miguel-a-xavier-de-lima.html 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: O orifício presente na 
espinha mentoniana se 
chama foramina lingual. 
 
Foramina Lingual – Estrutura radiolúcida. 
Forame na superfície lingual, no centro dos 
tubérculos genianos. 
Orifício de entrada de ramo da artéria 
lingual. 
 
Obs: Foramina significa forame pequeno. 
 
Protuberância 
Mentoniana – 
Estrutura 
radiopaca. Possui 
forma de uma 
pirâmide e é vista 
na região dos 
incisivos inferiores. 
É uma elevação na região do mento. 
É uma área de reforço ósseo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fosseta Mentoniana – 
Estrutura radiolúcida. 
Depressão na região 
vestibular da mandíbula 
devido à redução da 
espessura do osso nessa 
área. 
Depressão acima da 
protuberância mentoniana. 
 
Forame mentual – Estrutura radiolúcida. É 
o limite anterior do canal alveolar inferior. 
Visto geralmente na região dos pré-
molares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Obs: Devemos tomar cuidado para não 
confundir o forame mentual com lesões do 
periápice. Quando a lâmina dura está integra, 
geralmente o dente não possui lesão ou 
problemas endodônticos. 
 
Canal 
Mandibular – 
Estrutura 
radiolúcida. 
Apresenta 
sombra linear, 
com bordas 
radiopacas 
superior e 
inferior. 
Está localizado 
abaixo das raízes dos 
molares e pré-
molares. 
É o canal por onde 
passa o nervo 
alveolar inferior. 
 
Linha Oblíqua Externa / Linha Oblíqua – 
Estrutura radiopaca. É a continuação da 
borda anterior do ramo ascendente da 
mandíbula. 
Vista no terço médio das raízes dos molares. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Linha Oblíqua Interna / Milo-hióidea – 
Estrutura radiopaca, onde ocorre a inserção 
do músculo milo-hióideo. 
Quando está presente a linha oblíqua 
interna e externa, a interna é sempre 
localizada inferiormente e apresenta-se 
menos radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: O canal mandibular encontra-se abaixo da 
linha oblíqua interna. 
 
Fossa da glândula submandibular / Fóvea 
submandibular – Estrutura radiolúcida. 
Concavidade que acomoda a glândula 
submandibular. 
Limitada superiormente pela linha oblíqua 
interna e inferiormente pela borda inferior 
da mandíbula. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Borda inferior da 
mandíbula – 
Estrutura 
radiopaca. É a 
base da 
mandíbula 
(Cortical óssea). 
 
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Materiais restauradores 
e outros elementos 
 
Resina – A radiopacidade das resinas 
depende da marca. Elas possuem materiais 
radiopacos incorporados na sua 
composição, para auxiliar a identificação da 
restauração. 
 
 
Amálgama – 
Estrutura 
metálica, 
completamente 
radiopaca. 
 
 
Ouro – 
Completamente 
radiopaco. 
Atualmente, a 
frequência do uso 
do ouro em 
restaurações 
diminuiu. 
 
Pino de aço 
inoxidável / Pino 
intradentinário – 
Estruturas metálicas 
(radiopacas) 
utilizadas para 
aumentar a retenção 
do material 
restaurador. 
 
Cone de Guta-
percha – Material 
utilizado para a 
realização da 
obturação dos 
canais 
radiculares. 
Material radiopaco. 
 
 
 
 
 
 
Porcelana – 
Parcialmente 
radiopaca. A coloração 
da porcelana é muito 
semelhante a do dente 
dos pacientes. Porém, 
quando comparada à 
resina, o material 
possui menos resistência e firmeza. 
 
 
 
Coroa de aço 
inoxidável – 
Estrutura 
radiopaca. 
 
Aparelho ortodôntico – Estrutura 
radiopaca. 
 
Obs: Não há perigo em se fazer exames de raio-
X portando aparelho ortodôntico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Implante – Estrutura 
radiopaca 
 
 
Pino Intra-radicular – Estrutura geralmente 
radiopaca. Encontra-se dentro da raiz. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Núcleo metálico 
fundido – Estrutura 
radiopaca. 
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35 @thaistudandoodontoClipe/fio de aço – 
Estrutura radiopaca. 
 
 
 
Lima 
endodôntica – Estrutura 
radiopaca. Utilizada para a 
realização de tratamentos 
endodônticos. 
 
Prótese sobre implante – Estrutura 
radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prótese parcial removível – Estrutura 
radiopaca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prótese fixa – 
Estrutura radiopaca. 
 
 
 
Piercing (twinkle) – 
Estrutura radiopaca 
 
 
 
 
 
Óculos – Estrutura 
radiopaca 
 
 
 
Brinco– 
Estrutura 
radiopaca 
 
 
 
Piercing no nariz – Estrutura radiopaca 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://kcbelmont.blogspot.com/2011/10/ 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
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____________________________________________
____________________________________________ 
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Capítulo 8 
 
Anomalias Dentárias 
 
 
_ Anomalias congênitas 
(desenvolvimento) ► Presentes no 
nascimento. 
 
_ Anomalias adquiridas ►Mudanças nos 
dentes após a formação normal. 
 
 
Anomalias de desenvolvimento 
 
_ Número de dentes: 
 - Dentes supranumerários; 
 - Dentes ausentes. 
_ Tamanho dos dentes: 
 - Macrodontia; 
 - Microdontia. 
_ Alteração de posição: 
 - Transposição; 
 - Giroversão; 
 - Transmigração/ectopia; 
 - Retenção/impactação. 
_ Morfologia alterada dos dentes: 
 - Fusão; 
 - Concrescência; 
 - Geminação; 
 - Taurodontia; 
 - Dilaceração; 
 - Raiz supranumerária; 
 - Dens in dente; 
 - Amelogênese imperfeita; 
 - Pérola de esmalte; 
 - Cúspide supranumerária. 
► Número de dentes: 
 
_ Dentes supranumerários: Resultado do 
excesso de lâmina 
dentária. 
 
Sinônimos: Hiperdontia, 
distodente (paramolar), 
mesiodente, peridente e 
dentes complementares. 
 
Aspecto clínico: 1% a 4% da população (Na 
população brasileira – Cerca de 3%); 
- Maior frequência em homens; 
- Mais comum na dentição permanente; 
- Pode interferir com a erupção do dente 
normal. 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: http://www.odontologiajulianafrigerio.com.br/voce-ja-ouviu-falar-
de-dentes-extranumerarios-ou-supranumerarios/ 
 
 
Mesiodentes: 
Supranumerá
rios entre os 
incisivos 
centrais 
superiores. 
 
 
Peridentes: Supranumerários na área de 
pré-molares; 
- Mais frequente na mandíbula (geralmente 
por lingual). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Distodentes: 
Supranumer
ários na área 
molares. 
 
 
Complementar: Supranumerários com 
características morfológicas normais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Consequências dos 
dentes 
supranumerários: 
 
- Desalinhamento 
dental; 
- Reabsorção da raiz 
dos dentes 
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37 @thaistudandoodonto 
adjacentes; 
- Interferir na sequência de erupção normal. 
 
Disponível em: https://www.ident.com.br/victorguimaraes/caso-clinico/28016-
dente-supranumerario-mesiodente 
 
Tratamento: 
- Remoção; 
- Observação. 
 
_ Dentes ausentes: Faltam dentes na 
cavidade bucal do paciente (agenesia). 
 
Sinônimos: 
 
- Hipodontia: Ausência de um ou alguns 
dentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.ident.com.br/felipeferreira_/caso-clinico/26279-
agenesia-dentaria-relato-de-caso-clinico 
 
- Oligodontia: Ausência de vários dentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://www.researchgate.net/figure/Panoramic-radiograph-
showing-oligodontia-and-lack-of-alveolar-bone-development_fig4_258205265 
 
- Anodontia: Ausência de todos os dentes. 
 
Aspecto clínico: 3% a 10% da população (Na 
população brasileira – Cerca de 5%); 
- Raro na dentição decídua; 
- Dentes mais acometidos: 2º pré-molar, 
Incisivo lateral superior, Incisivo central 
inferior. 
- Uni ou bilateral. 
 
Obs: Se há ausência do 
dente decíduo, a chance 
de haver ausência do 
dente permanente é 
altíssima (de 95% a 99%). 
 
Tratamento: 
- Ortodontia; 
- Prótese; 
- Restaurações; 
- Implantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
► Tamanho dos 
dentes: 
 
_ Macrodontia: 
Dentes maiores 
que o normal; 
- Pode ser 
coronária e/ou 
radicular; 
- Podem estar associados com 
apinhamento, má oclusão ou impactação. 
 
 
Tratamento: 
- Ortodontia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Microdontia: Dentes menores que o 
normal; 
- Acomete principalmente Incisivo lateral 
(principalmente superior) e 3º molar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tratamento: 
- Protético; 
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38 @thaistudandoodonto 
- Restaurador. 
 
► Anomalia de posição: 
 
_ Transposição: 2 
dentes adjacentes 
têm posições 
trocadas no arco 
dentário; 
- Acomete 
principalmente 
canino permanente 
e o primeiro pré-molar. 
 
 
Tratamento: 
- Protético. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Giroversão: Rotação do dente em torno 
do seu longo eixo. 
 
Causa: 
- Excesso ou falta de espaço (depende do 
dente que está girado). 
- Dentes anteriores quando estão girados, 
ocupam menos espaço na arcada dental, já 
os dentes posteriores, ocupam mais espaço 
na arcada dental quando estão nessa 
condição 
(girado). 
Obs: O 
dente 
mais 
afetado é 
o 2º pré-
molar 
inferior. 
 
Tratamento: 
- Ortodontia. 
 
Anotações 
 
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________
____________________________________________ 
_ Transmigração/Ectopia: Dente localizado 
em local não habitual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
_ Retenção/Impactação: 
 
- Retenção: É a ausência de erupção pela 
falta de força eruptiva. 
 
- Impactação: Impossibilidade de 
erupcionar devido a presença de uma 
barreira física. 
- Dentes mais acometidos: 3º molar inferior, 
3º molar superior, Caninos superiores, pré-
molares superiores e pré-molares inferiores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Posição mesial 
(coroa voltada para mesial) 
Posição vertical Posição horizontal 
Posição lingual 
/ vestibular 
Posição transversal 
(completamente atravessado) 
Posição 
paranormal 
(não nasceu em uma 
posição fora do normal) 
Posição distal 
(coroa voltada para distal) 
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39 @thaistudandoodonto 
► Morfologia alterada dos dentes: 
 
_ Fusão: União de 
2 dentes durante a 
formação; 
- Mais comum na 
dentição decídua; 
- Mais comum em 
dentes anteriores; 
- Pode ser total ou 
parcial (coronária ou radicular); 
- Canais radiculares individualizados. 
 
Diagnóstico 
diferencial: 
- Geminação; 
- Macrodontia. 
 
Tratamento: 
- Restauração; 
- Não intervir. 
 
_ Geminação: É a tentativa do germe dental

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