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Centro Universitário FIPMoc
DIAGNÓSTICO E 
PLANO DE TRATAMENTO 
EM PRÓTESE FIXA
DIAGNÓSTICO E PLANO DE
TRATAMENTO EM PRÓTESE FIXA
E-book desenvolvido pelos academicos do
6º e 7º periodo do curso de Odontologia do
Centro Universitário FIPMoc com auxilio do
Orientador e Cirurgião dentista Rodrigo
Caldeira.
Orientador:
Profº Rodrigo Caldeira.
Fotos, Arte e Design:
Mariana Mascarenhas e Natália de
Queiroz Batista, academicas do 7º
periodo de Odontologia.
Karla Isabelly Rodrigues Pereira, Maria
Luiza Santos Martins, Victória Caroline
Santos Marques academicas do 6º
periodo de Odontologia.
Sumário
01 INTRODUÇÃO GERAL E INTRODUÇÃO AOS PRINCÍPIOS
 BIOMECÂNICO - 01
Princípios Mecânicos - 09
Princípios Biológicos - 13
Princípios Estéticos - 15
03 PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS E CHECK LIST DOS PREPAROS EM FUNÇÃO
DOS PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS - 09
1.
2.
3.
Mod Inlay Metálica - 17
Mod Onlay Metálica - 20
04 PREPAROS INTRA-CORONÁRIOS - 17
1.
2.
Coroa-Total Anterior - 24
Coroa-Total posterior - 34
05 PREPARO COROA TOTAL METALOCERÂMICA - 24
1.
2.
Coroa-Total Anterior - 40
Técnica Direta da Bolota ou à Mão Livre (Dente Posterior) - 43
Técnica Direta da Moldagem Prévia (Dente Posterior) - 44
Técnica Direta da Faceta Pré-Fabricada (Dente Anterior) - 50
06 RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS - 40
1.
2.
3.
4.
Tipos de Núcleos - 56
Confecção de Núcleo Fundido - 57
 Confecção de Núcleo Pré-fabricado (Pino Fibra de Vidro) - 64
 Considerações finais: Núcleos Pré-fabricados X Núcleos Metálicos Fundidos - 70
07 NÚCLEOS - 56
1.
2.
3.
4.
02 DIAGNÓSTICO E PLANO DE TRATAMENTO EM PRÓTESE FIXA - 02
Sumário
Moldagem com Silicona: Técnica do Reembasamento ou de 2 tempos - 72
Confecção de Troquéis - 79
08 MATERIAIS E TÉCNICAS DE MOLDAGEM, VAZAMENTO, TROQUEL E
CONFECÇÃO DE TROQUEL - 72
1.
2.
Cimentação de provisórios - 89
Agentes de Cimentação Definitivos - 91
09 CIMENTOS E CIMENTAÇÃO - 89
1.
2.
01 INTRODUÇÃO GERAL E INTRODUÇÃO
AOS PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS
O preparo de dentes com finalidade protética é um processo de
desgaste seletivo de esmalte e/ou dentina, em quantidades,
extensões e formas pré-determinadas, dentro de uma
sequência de etapas pré-estabelecidas, empregando
instrumentais corretos, com finalidade de criar espaço para
uma restauração individual ou para um retentor de prótese
parcial fixa ou parcial removível. 
01
Vivian Rodrigues, Melyssa Teles, Camila Almeida, Maria Eduarda Martha, 
Julia Medrado, Álvaro Viana e Bernardo Leão – 6° período 2021/2
O sucesso do tratamento com prótese é determinado por três
critérios: longevidade da prótese, saúde pulpar e gengival dos
dentes envolvidos e satisfação do paciente. Para alcançar
esses objetivos, o cirurgião-dentista deve saber executar todas
as fases do tratamento, que incluem exame, diagnóstico,
planejamento e confecção da prótese, sendo todas importantes
e nenhuma deve ser negligenciada.
Esse procedimento não deve ser iniciado sem que o
profissional saiba quando indicá-lo e como executá-lo,
buscando atender aos três princípios fundamentais de um
preparo correto: mecânicos, biológicos e estéticos.
REFERENCIAS:
PEGORARO, L. F.; VALLE, A. L.; ARAUJO, C. R. P.; BONFANTE, G.; CONTI P. C. R. PRÓTESE FIXA: BASES PARA O
PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL. SÃO PAULO: ARTES MÉDICAS, 2013.
02 DIAGNÓSTICO E PLANO DE
TRATAMENTO EM PRÓTESE FIXA
O profissional deve ter uma noção geral do estado de saúde do
seu paciente, uma vez que permite tomar cuidados espaciais
para cada paciente. E em determinadas situações deve-se
descartar algumas modalidades de tratamento.
Deve-se observar atentamente: Alergias a medicamento ou
materiais, pacientes diabéticos, ou anêmicos devem estar com
suas condições controladas, já que podem influenciar na saúde
do periodonto, problemas cardiovasculares, deve-se tomar
cuidado com vasos constritores, problemas quanto a
hemorragias devem ser pesquisados principalmente em
pacientes com doença periodontal, questões para funcionais,
como bruxismo e apertamento, geram desgaste dental perda
de dimensão vertical, problemas ocupacionais, dor reflexa em
músculos como o masseter, advindas de serviços de escritório
por exemplo podem alterar a posição da mandíbula; avaliar,
traumas e colaboração do paciente com o dentista, avaliar a
dedicação do paciente com sua saúde bucal; avaliar estado
psíquico / ansiedade.
02
Anisio Wallace Barbosa Celio, José Vítor Alves Evangelista 
Luna Gabrielle Medeiros, Méllany Vitória Pereira – 7° período 2021/2
Anamnese
O sucesso dos trabalhos em prótese fixa está diretamente
associado a um correto e criterioso planejamento, que deverá
ser individualizado e executado de modo a atender as
necessidades do paciente.
Observar aspecto facial do paciente, verificar características
como dimensão vertical, suporte de lábio, linha do sorriso.
Dimensão Vertical: Pode estar diminuída em consequência de
uma atrição severa ou perda de contenção posterior. Pode ser
observado: a redução do terço inferior da face; projeção do
mento intrusão dos lábios, aprofundamento dos sulcos
nasogenianos, acúmulo da saliva na região de comissura
labial, queilite angular, sintomatologia articular; sensibilidade
dentária; dificuldades fonéticas, vestibularização dos dentes
superiores.
Pode estar aumentada em resultado de um inadequado
tratamento restaurador. Observa-se se a face está
demasiadamente alongada, sintomatologia muscular
decorrente de estiramento das fibras musculares, sensibilidade
dentária, alteração na fonética principalmente em sons
sibilantes.
 Na imagem a seguir é possível observar paciente com perda
de dimensão vertical decorrente da ausência de contenção
pelos dentes posteriores.
03
Exame extraoral
04
FONTE: PEGORARO, 2000.
O suporte de lábio, deve ser observado, pois em casos em que
houve uma grande perda da estrutura do rebordo alveolar, o
paciente pode ser orientado a submeter-se a cirurgia de
enxerto ósseo ou conjuntivo, e até mesmo utilizar de uma
gengiva artificial.
A linha do sorriso deve-se avaliar se é necessário um novo
reposicionamento da linha do sorriso para esconder a cinta
metálica das coroas metaloplásticas ou metalocerâmicas.
Observar ainda, pele, musculatura e inervação, cadeias
ganglionares, articulação temporomandibular, fonética do
paciente.
05
Exame intraoral
Esta avaliação deve começar pelos tecidos moles: como
mucosas, língua, palato, observando sempre se há lesões. 
Quanto aos dentes, devemosIdentificar se o paciente é
susceptível a cárie (cárie como principal causa do fracasso em
prótese), higiene oral, estado das restaurações preexistentes,
se o remanescente dentário é capaz de suportar restaurações
estéticas, avaliar se a cor, forma, tamanho, textura dos dentes,
linha média, fundo escuro da boca, corredor bucal, grau de
abertura das ameias incisais, altura do plano oclusal, tecido
gengival, oclusão, como a restauração irá interagir com os
demais dentes, avaliar a existência de hábitos parafuncionais,
avaliar o número e disposição dos dentes na boca do paciente,
probabilidade de migração dos elementos dentais, avaliar
tamanho da coroa clínica, avaliar vitalidade pulpar, tratamento
endodôntico satisfatório.
 No periodonto, avaliar condições do periodonto e os riscos do
desenvolvimento de doença periodontal, avaliar a profundidade
de sondagem para que seja possível determinar a gravidade
da lesão estabelecida na área e as perspectivas de terapia,
avaliar índice de sangramento, pois procedimentos
restauradores (moldagem, cimentação e outros) tornam-se
mais difíceis na presença de sangramento, 
a recessão gengival é significativa na medida em que não
somente afeta a quantidade de mucosa ceratinizada, mas
também tem influência na estética, é necessário avaliar o
envolvimento de furca, haja vista que o tratamento está
diretamente relacionado ao grau de comprometimento.
Em relação à mobilidade trata-se de um sinal importante e
deverá ser reavaliada durante a fase das coroas provisórias.
Sobre distâncias biológicas a presença de uma faixa adequada
de mucosa ceratinizada é desejável,do tempo.
A contínua pesquisa e desenvolvimento tornaram possível
simplificar, reduzir o tempo de aplicação e a sensibilidade
técnica destes materiais. Assim, os cimentos resinosos
existem em várias formas.
96
FONTE: GOOGLE, 2021
Cimentos Resinosos:
Em restaurações com facetas de porcelana ou resina
composta o uso de cimentos por ativação física (fotoativados)
está indicado. Na ortodontia podem ser utilizados para
cimentar braquetes. São cimentos que apresentam um tempo
de trabalho adequado, ótimos na estética, mas limitados
quanto ao uso.
Os cimentos resinosos fotopolimerizáveis utilizam foto-
iniciadores, que são ativados pela luz. A capacidade que a luz
penetrar todas as áreas e ativar os fotoiniciadores é
extremamente importante neste tipo de cimento. Uma
vantagem dos cimentos fotopolimerizáveis é permitirem um
aumento do tempo de trabalho em comparação com os outros
tipos de polimerização. Assim, o cirugião-dentista tem a
capacidade de remover o excesso de cimento antes da cura,
diminuindo o tempo necessário para o acabamento. 
Os cimentos resinosos ativados quimicamente não oferecem
muita seleção em termos de tonalidade e translucidez, mas
quando a espessura da restauração é superior a 1,5-2 mm ou
sua opacidade inibe a transmissão da luz, o uso destes
cimentos resinosos ou duais se faz necessário.
Os cimentos resinosos auto-adesivos atuais são materiais
ativados através da luz e quimicamente (dual-activated). Estes
apresentam uma taxa de polimerização inicial atrasada devido
à presença de monômeros funcionais ácidos, que podem
desativar os radicais livres e comprometer a reação de cura. 
97
Estabilidade de armazenamento reduzida, necessita de
geladeira. 
 Ativador: amina terciária. 
Não manipular o material frio, pois aumenta a porosidade. 
Partes iguais das duas pastas devem ser misturadas até
uma consistência homogênea. Após o início, não há
controle do endurecimento. 
Ocorre o escurecimento, pois faz troca com o meio. 
Para diminuir a porosidade da resina e a inclusão de
bolhas, é melhor inseri-la na cavidade com uma seringa. 
Após a inserção, o material deve ser pressionado até a sua
completa polimerização.
Os cimentos autoadesivos são quimicamente constituídos de
monômeros funcionais como fosfato de 10-metacrililoxidecil di-
hidrogênio (10-MDP), anidrido de 4 metacriloxietil trimelitato (4-
META) e ésteres fosfóricos. Sua composição química torna o
emprego do sistema adesivo desnecessário, sendo o mesmo
responsável pela união do substrato.
Materiais e manipulação:
Para a manipulação, deve-se colocar quantidades iguais das
pastas no papel impermeável e, em seguida, espatular de
acordo com as indicações do fabricante. O material deve ser
completamente misturado, assegurando-se a distribuição
homogênea do ativador em toda massa. Após a manipulação,
todo o material necessário é levado à cavidade por meio de
instrumentos com pontas plásticas ou ágata, ou em seringas.
Fatores a serem considerados sobre as resinas compostas
quimicamente ativadas. 
98
Retirar o provisório, eliminar totalmente o cimento de
fixação do preparo cavitário e efetuar uma profilaxia.
Efetuar o isolamento absoluto. Promover a técnica do
condicionamento ácido no esmalte, conforme avaliação
clínica e a recomendação técnica do fabricante. Nota 1:
Para os casos onde apenas superficies em esmalte
estejam envolvidas, é recomendado o condicionamento
ácido por 30 segundos. 
Em seguida enxaguar com água e secar com jato de ar.
Aplicar adesivo Magic Bond, remover o excesso e
fotopolimerizar em 20 segundos para obter uma camada
fina de adesivo. Para os casos que envolvam esmalte e
dentina, recomenda-se a técnica de condicionaento ácido
total (esmalte 30 segundos; dentina 15 segundos). 
Em seguida, enxaguar com água e secar a superficie com
cuidado, deixando o esmalte seco e a dentina úmida.
Aplicar adesivo Magic Bond DE por 20 segundos, evapore
o solvente com 5 segundos de jato de ar e fotopolimerizar
por 20 segundos. 
Dispensar no bloco de espatulação, partes iguais de Fill
Magic Dual Cement base e Fill Magic Dual Cement
catalisador. Misturar a base e o catalisador até obter uma
cor uniforme, aproximadamente 10 segundos. 
Cimentação de Inlays e Onlays: 
99
Manipulação e diferentes aplicações: Cimento Resinoso
Dual
Colocar parte da mistura de Fill Magic Dual Cement base e
Fill Magic Dual Cement catalisador na peça, e a outra parte
no preparo, assentar a peça no preparo exercendo uma
suave pressão a fim de promover uma melhor adaptação. 
Fotopolimerizar brevemente por 3 segundos e depois
renova o excesso oclusal proximal e cervical com um
instrumento adequado. Após a remoção dos excessos,
fotopolimerizar o Fill Magic Dual Cement com um
fotopolimerzador por cerca de 40 a 60 segundos em cada
face. 
Efetuar o acabamento, a verificação da oclusão e
promover o polimento com as pontas montadas de silicone
Vigodent
100
FONTE: GOOGLE, 2021
Retirar o provisório, eliminar totalmente o cimento de
fixação do preparo cavitário e efetuar uma profilaxia.
Efetuar o isolamento absoluto. 
Promover a técnica do condicionamento ácido no esmalte,
conforme avaliação clínica e a recomendação técnica do
fabricante. Nota : Dispensar no bloco de espatulação,
partes iguais de Fill Magic Dual Cement base e Fill Magic
Dual Cement catalisador. Misturar a base e o catalisador
por 10 segundos até obter uma cor uniforme. 
Colocar parte da mistura de Fill Magic Dual Cement base e
Fill Magic Dual Cement catalisador na peça, e a outra parte
no preparo, assentar a peça no preparo exercendo uma
suave pressão a fim de promover uma melhor adaptação. 
Fotopolimerizar brevemente por 3 segundos e depois
renova o excesso oclusal proximal e cervical com um
instrumento adequado. Após a remoção dos excessos,
fotopolimerizar o Fill Magic Dual Cement com um
fotopolimerizador por cerca de 40 a 60 segundos em cada
face. 
Efetuar o acabamento, a verificação da oclusão e
promover o polimento com as pontas montadas de silicone
Vigodent.
Cimentação de prótese adesiva:
101
Retirar o provisório, eliminar totalmente o cimento de
fixação do preparo cavitário e efetuar profilaxia. Efetuar o
isolamento absoluto. Promover a técnica do
condicionamento ácido no esmalte, conforme avaliação
clínica e a recomendação técnica do fabricante. 
Nota : Dispensar no bloco de espatulação, partes iguais de
Fill Magic Dual Cement base e Fill Magic Dual Cement
catalisador. Misturar a base e o catalisador por 10
segundos até obter uma cor uniforme. Colocar parte da
mistura nas paredes internas da coroa e, se necessário,
sobre o núcleo ou estrutura dental remanescente e
posicione-a corretamente.
 Fotopolimerizar brevemente por 3 segundos e depois
renova o excesso oclusal proximal e cervical com um
instrumento adequado. Após a remoção dos excessos,
fotopolimerizar o Fill Magic Dual Cement com um
fotopolimerizador por cerca de 40 a 60 segundos em cada
face. 
Nota : No caso de coroas metálicas a cura ocorrerá apenas
pela ativação química do produto devido ao bloqueio da
passagem de luz. 
Efetuar o acabamento, a verificação da oclusão e
promover o polimento com as pontas montadas de silicone
Vigodent.
Cimentação de Coroas:
102
Efetuar o isolamento absoluto. Promover a técnica do
condicionamento ácido no esmalte, conforme avaliação
clínica e a recomendação técnica do fabricante. 
Dispensar no bloco de espatulação, partes iguais de Fill
Magic Dual Cement base e Fill Magic Dual Cement
catalisador. Misturar a base e o catalisador até obter uma
cor uniforme, aproximadamente 10 segundos. 
Colocar a mistura no preparo, e se necessário na parte
interna da faceta. Fixar a peça na posição correta
efetuando Efetuar o isolamento absoluto. 
Promover a técnica do condicionamento ácido no esmalte,
conforme avaliação clínica e a recomendação técnica do
fabricante. Uma ligeira pressão. 
Fotopolimerizar brevemente por 3 segundos e depois
renova o excesso oclusal proximal e cervical com um
instrumento adequado. 
Após a remoção dos excessos, fotopolimerizar o Fill Magic
DualCement com um fotopolimerizador por cerca de 40 a
60 segundos em cada face. 
Efetuar o acabamento, a verificação da oclusão e
promover o polimento com as pontas montadas de silicone
Vigodent
Cimentação de Facetas:
103
Efetuar o isolamento absoluto. Promover a técnica do
condicionamento ácido no esmalte, conforme avaliação
clínica e a recomendação técnica do fabricante. 
Aplicar uma camada de adesivo tipo One Coat Bond SL
seguindo as instruções de uso. Dispensar no bloco de
espatulação, partes iguais de Fill Magic Dual Cement base
e Fill Magic Dual Cement catalisador. 
Misturar a base e o catalisador até obter uma cor uniforme,
aproximadamente 10 segundos. Aplicar a mistura na
superfície do núcleo e no interior do preparo. 
Posicionar corretamente o núcleo no local previamente
preparado. Fotopolimerizar por 40 segundos em cada
direção e aguardar por 5 minutos pela autopolimerização
no interior do preparo. 
Nota: Núcleos metálicos não permitem a passagem de luz,
dessa forma, parte do cimento é ativado apenas
quimicamente.
Cimentação de Núcleos Endodônticos:
104
REFERENCIAS:
FERNANDES, HENRIQUE FERRAZ. CIMENTAÇÃO EM PRÓTESE FIXA. CIMENTAÇÃO, SÃO PAULO, V. 1, P. 01-42, 10
ABR. 2018.
VOLPATTO, BRUNA; SOUZA, FRANCILENE. FATORES DETERMINANTES PARA O SUCESSO DA PRÓTESE FIXA.
PRÓTESE FIXA, PORTO VELHO – RO, P. 01-24, 8 JUL. 2020.visto que desempenha
funções importantes para as outras estruturas. O sulco
gengival, o epitélio juncional e inserção conjuntiva são
estruturas fundamentais nesse mecanismo de equilíbrio local,
e sua preservação garante meios adequados de proteção
marginal do periodonto. O exame da área edêntula é
fundamental, sobretudo, nos casos em que a estética está
envolvida. 
Deve conter no exame radiográfico, dados sobre lesões
ósseas, raízes residuais e corpos estranhos, quantidade e
qualidade óssea, anatomia radicular qualidade de tratamento
endodôntico pode ser obtidos com o exame radiográfico.
O modelo de estudo, é uma parte muito importante e tem como
objetivo fornecer todas as informações necessárias a um
adequado e individualizado plano de tratamento.
06
O plano de tratamento se dá após a realização dos exames
clínico e radiográfico e da montagem dos modelos de estudo
em articulador. 
Neste, deverão ser avalizados os seguintes aspectos como a
possibilidades de colocação de implantes em vez de optar pelo
desgaste de dentes íntegros, ou combinar a colocação de
próteses sobre implantes e sobre dentes naturais. em áreas
edêntulas extensas, os implantes devem ser dispostos nos
diferentes planos (frontal, lateral, sagital), para que sua união
pela prótese crie um polígono de estabilização, protegendo-os
contra a ação de forças laterais, especialmente se forem
curtos, o espaço necessário para a instalação de um implante
de plataforma regular é de 7 mm entre dentes adjacentes, o
que permite uma distância segura de aproximadamente 1,5
mm entre dente e implante para a formação da papila
interproximal.
Avaliar grau de reabsorção óssea nos sentidos horizontal, é
importante para observar se a prótese dará suporte adequado
ao lábio superior, se as coroas/pônticos estarão bem
posicionados em relação aos dentes/implantes vizinhos e à
área, avaliação do número de dentes remanescentes e da
quantidade de suporte ósseo.
Avaliar se a manutenção do dente é justificada ou se a melhor
opção seria a extração e colocação de implante, neste sentido,
é fundamental observar a qualidade do remanescente
coronário, avaliar a qualidade das coroas dos dentes vizinhos 
07
Planejamento
ao espaço edentado, sempre procurando preservar os dentes
naturais e escolher dessa forma o tratamento mais adequado.
em relação às condições financeiras, deve-se analisar a
relação custo/ benefício do tratamento planejado e optar pelo
tratamento mais duradouro para o paciente. avaliar condições
de saúde do paciente ao decidir realizar procedimentos
cirúrgicos, avaliar se o paciente tem disponibilidade e tempo
para a realização dos procedimentos. 
Por fim, o paciente deverá estar ciente em relação à
previsibilidade do tratamento, o CD deve ouvir sempre o desejo
do paciente; valorizar a boca, o sorriso, o bem-estar, a
autoestima e a qualidade de vida; salientar a importância da
boca e dos dentes para a saúde geral; ter opções variadas de
resolução protética, auxiliar de maneira honesta o paciente na
seleção do tipo de tratamento; esclarecer sobre o lado
desconfortável do tratamento; e adequar o planejamento e o
plano de tratamento em conformidade com as condições
financeiras do paciente.
08
REFERENCIAS:
SHILLINBURG HEBERT, HOBO. SUMIYA, WHITSET. LOWELL. JACOBI. RICHARD, BRACKETT.
SUSAN, FUNDAMENTOS DE PRÓTESE FIXA. 2 ED., QUINTESSENCE PUBLISHING CO. RIO
DE JANEIRO. 2000.
PEGORARO. LUIZ, VALLE. ACCÁCIO, BONFANTE. GERSON, BONACHELA, VALÉRCIO,
CONTI. PAULO, PRÓTESE FIXA, V.7, SÉRIE EAP-APCD, ARTES MÉDICAS, 2 REED. 2000.
03 PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS E CHECK
LIST DOS PREPAROS EM FUNÇÃO DOS
PRINCÍPIOS BIOMECÂNICOS
Quanto mais paralelas forem as paredes axiais do dente
preparado, maior será a retenção friccional da restauração. 
No caso de coroa total, as paredes devem ser levemente
convergentes para oclusal para o assentamento do
cimento, pois se o cimento não escoar, não tem vedamento
cervical, o que é importante para a integridade marginal. 
No caso das inlays e onlays, as paredes internas devem
ser levemente divergentes para oclusal para o
assentamento do cimento. 
6° a 12° de conicidade nos preparos é recomendado.
Quanto maior for a coroa clínica de um dente preparado,
maior será a superfície de contato e a retenção final, assim
quanto maior a área preparada, maior será a retenção.
O preparo deve apresentar características que impeçam o
deslocamento axial da restauração quando submetida às
forças de tração, assim a retenção é a qualidade que uma
prótese apresenta de atuar contra as forças de deslocamento
ao longo da sua via de inserção.
1) Paralelismo:
2) Área de superfície preparada:
09
Talles Resende, José Jotha, Guilherme Borem, Nathaly Azevedo, 
Geovanna Neves e Sanny Mendes – 6° período 2021/2
PRINCÍPIOS MECÂNICOS
Retenção
A retenção aumenta quanto menor for o número de
trajetórias ao longo das quais a restauração pode sair do
preparo.
Ranhuras para aumentar a retenção.
Pode ser obtida por meio de micro-retenções, uma vez que
a cimentação consiste em o agente cimentante entrar nas
microrrugosidades do dente e da prótese, unindo-as.
3) Única via de inserção
4) Textura superficial
10
Resistência ou Etabilidade
Quanto maior a altura das paredes, maior a área de
resistência do preparo para impedir o deslocamento da
prótese quando submetida a forças laterais.
É importante que a altura do preparo seja, no mínimo, igual
a largura. Caso não seja possível: sulcos, canaletas ou
caixas criarão novas áreas de resistência.
A forma de resistência ou estabilidade conferida ao preparo vai
prevenir o deslocamento da prótese sobre ele instalada
quando esta é submetida a forças oblíquas que podem
provocar sua rotação.
1) Magnitude e direção da força:
Forças de grande intensidade e direcionadas lateralmente
(bruxismo) podem ocasionar o deslocamento da prótese.
2) Relação altura / largura do preparo: 
Porção coronária íntegra – estrutura dental, núcleo
metálico ou em resina – resiste melhor às forças laterais do
que coroas parcialmente restauradas ou destruídas.
3) Integridade do dente preparado:
11
FONTE: PEGORARO, 2013.
12
Rigidez Estrutural
Redução oclusal.
Biselamento das cúspides funcionais (cúspide de trabalho
– esforço mastigatório maior – cúspides vips). 
Redução axial.
O preparo deve ser executado de tal forma que a restauração
apresente espessura suficiente para resistir às forças
mastigatórias sem comprometimento estético ou do tecido
periodontal.
Reforço da estrutura:
FONTE: PEGORARO, 2013.
 As margens cervicais dos preparos devem permitir uma boa
adaptação da restauração, com uma linha de cimento mínima
(20 a 60 micras), para que ela possa permanecer o máximo de
tempo possível em função. 
O término gengival deve ser nítido, apresentar espessura
suficiente para acomodar a coroa sem sobrecontorno.
Integridade Marginal
Preservação do Órgão Pulpar
Calor gerado ao desgaste. 
Qualidade das pontas diamantadas. 
Qualidade da caneta de alta rotação. 
Quantidade de dentina remanescente. 
Permeabilidade dentinária. 
Reação exotérmica de materiais empregados. 
Infiltração marginal. 
Preparos protéticos do tipo coroa total podem expor até 2
milhões de túbulos dentinários. 
O potencial de irritação pulpar depende de fatores como: 
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Para preparo em dente vivo precisa-se usar broca nova,
irrigação abundante e movimentos intermitentes.
13
FONTE: PEGORARO, 2013.
PRINCÍPIOS BIOLÓGICOS
Preservação da Saúde Periodontal
Quanto mais próximo da polpa, mais problema de injúria pode-
se causar.
Em geral, 2 mm de espessura de dentina entre a parede da
cavidade e a polpa poderão proporcionar adequada barreira
protetora contra as agressões de corte, se for menos que isso
é melhor pedir a endodontia com finalidade protética. 
Preservar a vitalidade do órgão pulpar de acordo com as
necessidades estética e funcional da prótese planejada. 
Evitar sobretratamento.
Desgaste excessivo leva à perda de retenção e ao
comprometimento pulpar. Desgaste insuficiente leva à
sobrecontorno da prótese e a prejuízosperiodontais
consequentemente.
14
Volume de estrutura removida. 
Limite e a qualidade da terminação cervical. 
Cuidados durante o ato operatório em evitar danos às
estruturas gengivais. 
Preservar a saúde periodontal também é o objetivo do trabalho
protético. 
1.
2.
3.
Localização ideal para o térmico cervical: onde o profissional
controle os procedimentos clínicos e o paciente a higienização
→ SUPRAGENGIVAL ou mínimo necessário dentro do sulco
gengival, por razões estéticas, para ganho de retenção e
resistência, presença de cárie, restaurações antigas e traumas,
portanto 0,5 a 1 mm subgengival.
Quando não houver comprometimento da retenção e
estabilidade da prótese. 
Quando a estética não for fator importante. 
Razões estéticas, com intuito de mascarar a cinta metálica
de alguns tipos de coroas. 
Restaurações de amálgama ou resina composta em
cavidades cujas partes já se encontram no nível
intrassulcular. 
Presença de cáries ou fraturas que se estendam para
dentro do sulco gengival. 
Razões mecânicas, para obtenção de maior área do dente
preparado e consequentemente, maior retenção e
estabilidade.
Razões para térmicos supragengivais: 
Razões para términos subgengivais:
15
Influenciado pela saúde gengival do dente preparado e da
forma, contorno e cor da restauração protética, fatores estes
diretamente relacionados à quantidade e qualidade do
desgaste da estrutura dentária.
Se o desgaste for insuficiente para uma coroa metalocerâmica
ou cerâmica, o revestimento apresentará espessura
insuficiente, o que pode levar o técnico de laboratório a
compensar essa deficiência aumentando o contorno da
restauração. 
PRINCÍPIOS ESTÉTICOS
Outro aspecto importante é a relação de contato do pôntico
com a gengiva sendo que a falta de tecido decorrente da
reabsorção óssea gera um contato incorreto do pôntico com a
gengiva, causando transtorno estético e desconforto ao
paciente pelo aprisionamento de alimento nessa área.
16
REFERENCIAS:
PEGORARO, L. F.; VALLE, A. L.; ARAUJO, C. R. P.; BONFANTE, G.; CONTI P. C. R. PRÓTESE FIXA: BASES PARA
O PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL. SÃO PAULO: ARTES MÉDICAS, 2013.
04 PREPAROS INTRA-CORONÁRIOS
Brocas: 1092 e 3195 ou 3203.
Caneta de alta rotação.
Caneta de baixa rotação.
Adaptador de alta rotação para baixa rotação.
Micro-motor.
Matriz para proteção do dente adjacente.
Porta matriz.
Lapiseira. 
Abertura V-L 1/3 a ¼ da distância entre as cúspides; 
Profundidade 1/3 da ponta ativa da broca;
Inclinação das paredes o mesmo grau de inclinação da 170
L = DIVERGENTE PARA OCLUSAL;
Parede pulpar plana.
Caixa Oclusal (170 L ou 1092)
17
Suzane Rabelo, Roberta Volponi, Maria Fernanda Costa, Natália Xavier, Bruna Guedes,
Julia Maya e Henrique Bomfim – 6° período 2021/2
MOD INLAY METÁLICA
Materiais
18
Proteção dos dentes vizinhos com matriz de aço (porta
matriz ou alicate ortodôntico);
Pela caixa oclusal, na crista marginal, penetrar com a
broca esboçando a caixa proximal (Profundidade - 1mm
supra-gengival);
Definição das paredes V e L da caixa proximal (expulsivas
no sentido mesio-distal e cervico-oclusal);
Ruptura do ponto de contato com instrumental ou broca
(3195ou 3203);
Execução dos biséis proximais (3195 ou 3203);
Sulcos proximais – RETENÇÃO ADICIONAL - OPCIONAL
(170 L ou 1092); 
Caixa Proximal (170 L ou 1092 e 3195 ou 3203)
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Arredondamento do ângulo áxio-pulpar;
Acabamento (baixa rotação broca 170 L ou 1092 e 3195 ou
3203) .
Acabamento:
19
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Brocas: 1092, 3203 ou 3195 e 3216.
Caneta de alta rotação.
Caneta de baixa rotação.
Micro-motor.
Adaptador de alta rotação para baixa rotação.
Matriz para proteção do dente adjacente.
Porta matriz.
Lapiseira. 
Sulcos de orientação → 1 e ½ broca ( 170L ou 1092 –
REDUÇÃO ANATÔMICA);
União dos sulcos. 
Redução Oclusal (170 L ou 1092)
20
MOD ONLAY METÁLICA
Materiais
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Abertura V-L ¼ da distância entre as cúspides; 
Profundidade 1/3 da ponta ativa da broca;
Inclinação das paredes o mesmo grau de inclinação da 170
L = DIVERGENTE PARA OCLUSAL;
Parede pulpar plana.
Proteção dos dentes vizinhos com matriz de aço (porta
matriz ou alicate ortodôntico);
Pela caixa oclusal, na crista marginal, penetrar com a
broca esboçando a caixa proximal (Profundidade - 1mm
supra-gengival);
Definição das paredes V e L da caixa proximal ( expulsivas
no sentido mesio-distal e cervico-oclusal);
Ruptura do ponto de contato com instrumental ou broca
(3195 ou 3203);
Caixa Oclusal ( 170 L ou 1092)
Caixa Proximal ( 170 L ou 1092 e 3195 ou 3203)
21
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Execução dos biséis proximais (3195 ou 3203);
Sulcos proximais – RETENÇÃO ADICIONAL - OPCIONAL
(170 L ou 1092); 
22
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Confecção de bisel Vestibular e Palatino com sentido
contrário à redução oclusal 
- Sulcos de orientação (1/2 broca 3216) na vertente externa
da cúspide de contenção;
- União dos sulcos;
- Definição do chanfro com a ponta da broca.
Contra-bisel (3195)
Proteção de cúspide (3195 ou 3203)
Proteção de cúspide c/ término em chanfro (3216):
Proteção de cúspide c/ término em ombro biselado (17OL
ou 1092 e 3203 ou 3195)
- Com a broca 170 L ou 1092, posicionada verticalmente,
definir um ombro ou degrau;
- Com a broca 320 ou 3195, confeccionar um bisel ao
longo do ombro. 
23
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
- Arredondamento do ângulo áxio-pulpar;
- Acabamento (baixa rotação broca 170 L ou 1092 e 3195
ou 3203 e 3216) .
Acabamento:
05 PREPARO COROA TOTAL
METALOCERÂMICA
Brocas: 1014, 3216, 3195 ou 3203, 3118 e 4138.
Caneta de alta rotação.
Caneta de baixa rotação.
Micro-motor.
Adaptador de alta rotação para baixa rotação.
Matriz para proteção do dente adjacente.
Porta matriz.
Lapiseira. 
 Broca 1014.
 Ao longo de todo o diâmetro do dente.
 0,5 mm da margem gengival
Penetrar metade da ponta diamantada 1014 (em média
0,7mm) numa inclinação média de 45°.
É feito na vestibular, palatina ou lingual, acompanhando a
cervical até na área proximal próximo ao dente adjacente.
1° passo: Sulco de orientação cervical
24
Victória Rocha, Thamires Ketly, Luís Otávio Costa, João Victor Martins
e Josué Junio – 6° período 2021/2
 
COROA-TOTAL ANTERIOR
Materiais
Utilizar a ponta diamantada 3216, com profundidade de
1,2mm todo diâmetro. 
O desgaste deve acompanhar a inclinação anatômica do
dente ( médio- cervical, médio incisal) seguindo a anatomia
do elemento. 
2° passo: Sulcos de orientação nas faces vestibular e
incisal 
25
PASSO 1. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
3° passo: Sulcos de orientação incisais
• Utilizar a ponta diamantada 3216, com profundidade 1 1/2, ou
seja, 1,8 a 2 mm.
• A ponta diamantada deve ficar 45° de inclinação, dirigida para
lingual superior e vestibular inferior. 
26
PASSO 2. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
4° passo: Sulcos de orientação linguais / palatinos
(cíngulo)
• Broca 3216 ou 3215.
• 1⁄2 do diâmetro, ou seja, 0,5 mm.
• Paralela ao terço cervical.
27
PASSO 3. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
5° passo: Rompimento dos pontos de contatos
• Primeiramente iremos fazer a proteção do dente adjacente
com a matriz de aço e cunha de madeira, propiciando espaço
paro o preparo proximal. Utilizar a ponta diamantada 3195 ou
3203.
• Remoção da estrutura dental do ponto de contato.
• Fazer um corte proximal que garanta uma expulsividade
nessa área e permita o acesso
a outras brocas.
28
PASSO 4. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
• Extremidade da broca sempre ao nível cervical.
• Movimentos de “pincelamento” V-L.
29
PASSO 5. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
6° passo: União dos sulcos de orientação
• Ponta diamantada 3216.
• A união dos sulcos de orientação possibilita um desgaste
relativamente uniforme, acompanhando a anatomia do dente a
ser preparo e garantindo o desgaste necessário.
• Extremidade da broca sempre ao nível cervical.
• Movimentos de “pincelamento” V-L.
30
PASSO 6. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
7° passo: Desgaste proximal
• Ponta diamantada 3216.
• Complementar o preparo nestaárea até a metade proximal,
com o término em chanfrado.
• Deixando as paredes axiais levemente convergentes para
incisal.
31
PASSO 7. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
8° passo: Desgaste lingual
• Utilizar a ponta diamantada 3216, desgastando o terço
cervical palatino ou lingual, a ponta diamantada deve estar
paralela à face vestibular ou ao terço cervical, palatino ou
lingual criando a zona de retenção friccional.
• Penetrar somente 1⁄2 ponta diamantada, formando o término
em chanfro ou chanferete. 
9° passo: Desgaste da concavidade palatina
• Ponta diamantada 3118, em que o desgaste é conduzido pelo
dente antagonista criando um espaço mesmo com a mordida
do paciente, para que tenha espaço para colocar o material
restaurador. 
. 
32
PASSO 9. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
• O desgaste deve acompanhar a forma côncava da face
palatina ou lingual.
OBS: Não mexer na zona de retenção friccional
10 ° passo: término cervical
• Pontas diamantadas 3216 para fazer o termino cervical em
chanfrado ou chanferete.
• O término cervical deve estar nítido, continuo e visível.
33
PASSO 10. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
11° passo: Preparo subgengival
• Apenas se for preciso.
• Usar a ponta diamantada3216 para dar a forma ao término
(chanfrado ou chanferete).
• Estender o preparo 0,5 a 1 mm subgengivalmente, para não
invadir o espaço biológico, e ficar mais estético.
12° passo: Acabamento e polimento
• Ponta diamantada 3216 ou 3118 na baixa rotação,
arredondando todos os ângulos do preparo. 
• Verificar se os espaços que deixou são suficientes para
alocar o material restaurador que foi escolhido.
34
PASSO 12. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Brocas: 1014, 3216 e 3195 ou 3203.
Caneta de alta rotação.
Caneta de baixa rotação.
Micro-motor.
Adaptador de alta rotação para baixa rotação.
Matriz para proteção do dente adjacente.
Porta matriz.
Lapiseira.
COROA-TOTAL POSTERIOR
Materiais
35
PASSO 1. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Deve-se posicionar a broca esférica 1014 em 45º para a
confecção do sulcomarginal cervical
Ao realizar o sulco cervical nas faces vestibular e lingual,
deve-se utilizar ametade da ponta diamantada esférica
com 1,4mm de diâmetro.
1º Passo: Sulco de Orientação Cervical
Utilizar a ponta diamantada 3216, com profundidade de
1,2mm todo diâmetro. 
O desgaste deve acompanhar a inclinação anatômica do
dente, mudando apenas as espessuras de desgaste.
V → 1,2 mm.
2º Passo: Sulcos de Orientação Vestibular,
Lingual/Palatina e Oclusal
36
PASSO 2. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
O → 1,5 mm na cúspide não funcional e 2,1 mm na
cúspide funcional.
L/P → 0,6 mm.
37
PASSO 3. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Para realizar o desgaste utiliza-se uma ponta diamantada
tronco cônica fina (3195 ou 3203)
É importante realizar a proteção dos dentes vizinhos com
uma fita metálica
Quando há dois ou mais dentes pilares, os desgastes
proximais tem de serrealizados utilizando uma forma de
paralelismo entre as faces
3º Passo: Rompimento dos Pontos de Contato
Ponta Diamantada 3216
Utilizando a mesma broca das etapas anteriores, deve-se
realizar a união dos sulcos para obtenção da forma de
silhueta, deixando o preparo uniforme.
4º Passo: União dos Sulcos de Orientação 
38
PASSO 4. FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
Ponta Diamantada 3216.
Conformar o término cervical e esconder a linha de término
do material restaurador quando necessário.
O término cervical deve estar liso, uniforme, regular e
visível quanto ao formato.
5º Passo: Término Cervical 
Ponta Diamantada 3216
A fase de acabamento deve ser realizado com as mesmas
brocas em baixa rotação.
6º Passo: Acabamento 
39
PASSO 5. FONTE
HTTPS://PT.SLIDESHARE.NET/DRMOACYRMENENDEZ
/PASSO-A-PASSO-NO-PREPARO
PASSO 6. . FONTE
HTTPS://PT.SLIDESHARE.NET/DRMOACYRMENENDEZ
/PASSO-A-PASSO-NO-PREPARO
06 RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS
40
Ana Carolina Migliano, Natalia Pimenta, Júlia Mendonça, Anna Carolina
Radwan, Maria Luisa Braga e Luiza Magalhães – 6° período 2021/2
COROA-TOTAL ANTERIOR
Funções
São restaurações intermediárias feitas após os preparos
protéticos e que ficarão até a instalação do trabalho definitivo,
sendo que devem prover estética, estabilidade e/ou função.
Manter espaços protéticos proximais e interoclusais.
Proteger o complexo dentina-polpa.
Proteger o remanescente dentário.
Restabelecer estética e fonética.
Proteção periodontal.
Conforto ao paciente.
Avaliação do preparo e padrão de inserção.
Avaliação da oclusal.
Avaliação de prognóstico.
DVO.
Guias de protusão.
1.
2.
Adaptação cervical.
Contorno.
Ameia proximal.
Higiene oral.
Lisura superficial.
1.
2.
3.
4.
5.
Resina acrílica auto-polimerizável. 
Resina acrílica termo-polimerizável.
Resina fotopolimerizável.
Resina composta bis-acrílica.
41
Requisitos
Ser atóxica à polpa e demais tecidos. 
Apresentar boa adaptação ao dente preparado e suas
margens. 
Apresentar contornos fisiológicos corretos.
Facilitar higienização.
Apresentar durabilidade estrutural e estabilidade
dimensional pelo tempo necessário. 
Proporcionar oclusão fisiológica.
Resistir ao deslocamento durante a função.
Ser confortável e esteticamente aceitável.
Ser de fácil reparo.
Ser de fácil polimento.
Ser de fácil remoção.
Materiais
Técnicas
Envolve o uso de resinas acrílicas autopolimerizáveis,
exceto em cavidades tipo MOD.
É a escolhida para a confecção de RPs unitárias ou de
pequena extensão, que ficarão pouco tempo na boca.
Técnica Direta
MOD geralmente é feita com resina fotopolimerizável.1.
42
Variações:
Técnica da Bolota ou Bolinha de Acrílico (dente
posterior).
Técnica da Moldagem Prévia ou Pré-moldagem
(dente posterior).
Técnica da Faceta Pré-Fabricada (dente anterior).
1.
2.
3.
Moldagem do modelo de enceramento diagnóstico. 
Matriz plastificada a vácuo.
Dentes pré-fabricados sobre o modelo.
1.
2.
3.
Todas as variantes desta técnica requerem um modelo de
gesso com enceramento diagnóstico: 
Técnica Híbrida
Provisória de luxo, ou seja, com acrílico
termopolimerizável. 
As manobras clínicas e laboratoriais são idênticas as da
prótese definitiva, o que difere é o material. 
Escolhida para paciente com maior poder aquisitivo e/ou
alto nível de exigência estética, ou ainda, quando não se
tem previsão de instalação da prótese definitiva, seja por
necessidades econômicas, funcionais, plano de tratamento
ou hábitos parafuncionais.
Técnica Indireta
43
Resina acrílica autopolimerizável para provisório.
Líquido monômero para resina acrílica autopolimerizável.
Dois potes dappen.
Conta gotas
Pincel pelo de marta.
Pincel para vaselinar.
Espátula de manipulação.
Vaselina sólida.
Hollenback.
Lapiseira.
Peça reta.
Micro-motor.
Kit American Burrs de prótese.
Coloca-se o pó no pote dappen e depois pinga-se o líquido
(fase arenosa). 
Faz-se a saturação, a mistura, até ficar na consistência
liquida (leite condensado). 
Espera-se entrar na fase de pilar.
Tampa-se com um pouco de água e vai manipulando ele
dentro da água. 
Técnica 
TÉCNICA DIRETA DA BOLOTA OU À MÃO LIVRE
(DENTE POSTERIOR)
Materiais
44
Quando estiver saindo do pote dappen, com uma
consistência plástica , joga-se a água fora.
Isola-se o preparo com vaselina sólida.
Se pega o material e faz-se uma bolinha de acrílico.
Coloca-se a bolinha contra o preparo.
Deve-se ir adaptando a resina ao preparo.
Pede-se o paciente para ocluir para conseguir uma
referência anatômica.
Entre a fase plástica e a presa total do material, vai-se
removendo e colocando, para controlar a reação
exotérmica e a contração de polimerização.
A partir daí, com o lápiseira, vai-se pintando a restauração
provisória, tirando os excessos e esculpindo-a na mão. 
Acabamento e polimento com o kit da American Burrs.
Conferem-se os princípios biomecânicos.
Kit silicona.
Lâmina de bisturi.
Cabo para bisturi.
Resina acrílica autopolimerizável para provisório.
Líquido monômero para resina acrílica autopolimerizável.
Pincel pelo de marta.
TÉCNICA DIRETA DA MOLDAGEM PRÉVIA (DENTE
POSTERIOR)
Materiais
Usa silicona de condensação ou adição pesada, manipular
e realizara moldagem da região que apresenta o dente a
ser preparado (confecção da matriz sem moldeira) ou
selecionar a moldeira parcial, manipular e moldar com
alginato.
Moldagem com Alginato ou Silicona 
45
Pincel para vaselinar.
Dois potes dappen.
Conta gotas
Espátula de manipulação.
Vaselina sólida.
Hollenback.
Lapiseira.
Peça reta.
Micro-motor.
Kit American Burrs de prótese.
FONTE: BARATIERI, 2013.
Resina acrílica auto-polimerizável, dois potes dappen e um
conta gotas. 
Coloca-se o pó no pote dappen e depois pinga-se o líquido
( fase arenosa ). 
Faz-se a saturação, a mistura, até ficar na consistência
liquida (leite condensado). 
Tampa-se com um pouco de água e vai manipulando ele
dentro da água. 
Quando estiver saindo do pote dappen, com uma
consistência plástica , joga-se a água fora.
Colocar a resina acrílica na fase plástica dentro do molde,
na região correspondente ao dente preparado.
46
Realizar o preparo dos dentes. 
FONTE: BARATIERI, 2013.
Isolar os dentes preparado e vizinhos com vaselina sólida.
47
FONTE: BARATIERI, 2013.
FONTE: BARATIERI, 2013.
Depois disso, este molde deve ser levado à boca do
paciente e mantido até a polimerização da resina.
Entre a fase plástica e a presa total do material, vai-se
removendo e colocando, para controlar a reação
exotérmica e a contração de polimerização.
Após a polimerização da resina, realiza-se a eliminação
dos excessos (lapiseira), esculpindo os dentes ausentes;
pode ser necessário realizar o reembasamento para uma
melhor adaptação cervical nos dentes que foram
preparados.
48
1.Para o reembasamento, é colocada a resina em uma
consistência cremosa no término do preparo até cobrir
totalmente com uma espátula de inserção ou pincel
(com a espátula: colocar em um pote dappen o pó, com
um conta-gotas, colocar o líquido no pó até atingir
consistência cremosa; com o pincel, colocar o pó e
líquido em potes dappen separados, molhar o pincel no
líquido e, introduzir uma quantidade pequena de pó, que
será levado ao término do preparo – técnica do pincel).
2. Após isso, a prótese é levada para a posição e o
excesso da resina será pressionado.
3. Ao chegar na sua fase plástica, a coroa deve ser
retirada aos poucos e reinserida algumas vezes
rapidamente até a polimerização da resina. 
4. Realizar a delimitação da margem cervical com grafite
e desgastar os excessos laterais. 
5. Nesta fase, caso seja necessário, corrigir os pontos
de contatos proximais.
Realizar o polimento. 
Acabamento e polimento com o kit da American Burrs.
Existem algumas técnicas para realizar o polimento,
as mais comuns são através de uma escova em
baixa rotação com a velocidade reduzida; ou,
utilizar borrachas abrasivas cinza em forma de roda
em baixa rotação com movimentos leves, tomando
bastante cuidado nas regiões cervicais, pois, pode
causar desgastes excessivos.
1.
49
FONTE: BARATIERI, 2013.
FONTE: BARATIERI, 2013.
50
Conjunto de dentes de estoque (boca anterior)
Resina acrílica autopolimerizável para provisório.
Líquido monômero para resina acrílica autopolimerizável.
Pincel pelo de marta.
Pincel para vaselinar.
Dois potes dappen.
Conta gotas
Espátula de manipulação.
Vaselina sólida.
Hollenback.
Lapiseira.
Peça reta.
Micro-motor.
Kit American Burrs de prótese.
Indicada como restaurações individuais quando há
envolvimento de dentes anteriores em que o fator estético
assume relevância. 
As facetas pré-fabricadas são comercializadas em diferentes
cores e formas e delas vai-se aproveitar a face externa do
dente.
TÉCNICA DIRETA DA FACETA PRÉ-FABRICADA (DENTE
ANTERIOR)
 
Materiais
51
Com o dente já preparado, o primeiro passo é fazer a
seleção dos dentes de estoque, que é feita de acordo com
a forma, o tamanho (altura, largura) e a cor ao comparar
com os dentes vizinhos. 
FONTE: BARATIERI, 2013.
FONTE: BARATIERI, 2013.
Então, deve ser feito o isolamento dos dentes com vaselina
sólida.
52
Para que haja uma adaptação correta das facetas aos
dentes preparados, é necessário realizar desgastes nas
faces palatina/lingual, proximais e na região cervical com
fresa Maxicut, sem que haja um sub ou sobrecontorno e
mantendo pontos de contatos proximais. 
FONTE: BARATIERI, 2013.
FONTE: BARATIERI, 2013.
Com a resina na fase plástica, a faceta é posicionada no
dente preparado, de maneira que fique alinhada em
relação aos dentes vizinhos e então se acrescenta resina
nas faces palatina e proximais.
53
Em seguida é feita a aplicação da resina na superfície da
faceta encostando o pincel no líquido e depois no pó,
formando uma bolinha em sua ponta.
FONTE: BARATIERI, 2013.
FONTE: BARATIERI, 2013.
54
Entre a fase plástica e a presa total do material, vai-se
removendo e colocando, para controlar a reação
exotérmica e a contração de polimerização.
Após a polimerização da resina, a coroa é removida e é
feito o desgaste dos excessos (lapiseira) para em seguida,
realizar, se preciso, o reembasamento da região do término
do preparo.
O reembasamento cervical é realizado, pelo fato dos
procedimentos realizados anteriormente não promoverem
uma adaptação adequada da coroa provisória. Para isso,
com um pincel ou espátula de inserção acrescenta-se
resina, na consisténcia cremosa, em toda região cervical
do preparo.
É realizada então, a regularização do excesso de resina
com espátula de inserção nas faces da coroa. 
Após a polimerização, a coroa provisória é removida e
delimita-se o término com grafite (lapiseira) e desgastam-
se os excessos laterais com fresa, sem que desgaste a
área delimitada.
FONTE: BARATIERI, 2013.
55
Realizar o polimento. 
Acabamento e polimento com o kit da American Burrs.
Realizar o polimento. 
Acabamento e polimento com o kit da American
Burrs.
1.
2.
REFERENCIAS:
BURKE, F. J., MURRAY. M. C., SHORTALL, A. C. TRENDS ININDIRECT DENTISTRY: 6.PROVISIONAL RESTORATIONS,
MORE THAN JUST A TEMPORARY. DENT UPDATE, 2005.
FERNANDES, P. F. S., VIDE, P. A. F. B., ALMEIDA, T. C., AMARAL, T. D., SILVA, C. L., FERNANDES, J. C. A. S. RETENÇÃO
DE CIMENTOS PROVISÓRIOS EM DENTES NATURAIS PARA PRÓTESES FIXASUNITÁRIAS.REVPORT ESTOMATOL.
CIR. MAXILOFAC., 2007.
KOUMJIAN, J. H., HOLMES, J. B. MARGINAL ACCURACY OF PROVISIONAL RESTORATIVE MATERIALS.
JPROSTHETDENT, 1990.
MEZZOMO,E. REABILITAÇÃO ORAL PARA O CLÍNICO. 2ªED. RIO DE JANEIRO: QUINT ESSENCE BOOKS, 1994.
MALONE, W. F. P., KOYH, D. L. TYLMAN’S TEORÍA Y PRÁCTICA EN PROSTODONCIA FIJA. 8ªED,ACTUALIDADES
MÉDICO ODONTOLÓGICAS LATINOAMÉRICA,C.A, 1991.
07 NÚCLEOS
56
Bianca Ramos, Francielly Meireles, Igor Fernande, Ludmila Ketlen, Maria
Luisa Rodrigues e Roberto Guimarães – 7° período 2021/2
Os núcleos intrarradiculares ou de preenchimento são
indicados para dentes com coras total ou parcialmente
destruídas e que necessitam de tratamento com prótese.
Desse modo, as características da coroa clínica preparada são
recuperadas, conferindo ao dente condições biomecânicas
para manter a prótese por um longo período de tempo.
As técnicas e os materiais utilizados para restituir a anatomia
dentária variam de acordo com o grau de destruição da porção
coronal e a presença ou ausência de vitalidade pulpar. A
análise do remanescente coronal após seu preparo é muito
importante, pois pesquisas têm demonstrado que um
remanescente coronal de 1,5 a 2 mm de altura envolvendo
todas as faces da coroa propicia um efeito tipo férula,
essencial ao sucesso da prótese em longo prazo.
57
TIPOS DE NÚCLEOS
Materiais
 De preenchimento: amálgama; resina fotopolimerizável e
cimento de ionômero de vidro (CIV).
 Pré-fabricados: fibra de carbono; fibra de vidro e metálico.
Os pinos pré-fabricados podem ser também lisos,
serrilhados ou rosqueados.
 Fundidos: ouro; cobre-alumínio, níquel- cromo e prata-
paládio.
Existem três subdivisões dos tipos de núcleos, sendo:
1.
2.
3.
CONFECÇÃO DE NÚCLEO FUNDIDO
 
01 kit acadêmico (peça reta, caneta alta rotação,
micromotor e contra-ângulo)
 01 kit clínico (sonda clínica, espelho bucal e pinça clínica)
01 régua milimetrada
Pontas diamantadas 1014, 3216
Brocas de Largo nº 1, 2 e 3Broca 1557
01 pino de acrílico para molde de núcleo (pinjet)
Resina acrílica autopolimerizável vermelha
Líquido monômero para resina acrílica autopolimerizável
02 pinceis pelo de marta nº 00 (1 para manipular a
vaselina sólida e outro para manipular a resina e o
líquido)
01 lapiseira
58
02 potes dappen de vidro ou de silicone
01 vaselina sólida
01 disco de lixa
Cimento de fosfato de zinco
01 placa de vidro
01 espátula de manipulação
01 espátula de inserção
Resina acrílica autopolimerizável para provisório cor 62 ou
66
Conjunto de dentes de estoque (caso seja dente anterior)
01 kit prótese fixa Graduação Montes Claros para
provisórios
Cimento de hidróxido de cálcio para cimentar o provisório
05 filmes radiográficos periapicais
05 colgaduras
01 Kit de posicionadores 
04 cursores
01 caixa de ponta de papel absorvente estéril
03 pacotes de compressas de gaze estéril
03 pacotes de roletes de algodão estéril
05 saquinhos de proteção para envolver os filmes
Álcool 70
** Equipamentos de proteção individuais (EPI’) completos**
Figura 01: (A) (B) Núcleo em resina. (C) Núcleo metálico
fundido. (D) Radiografia mostrando a adaptação do núcleo. (E)
(F) Vistas do núcleo cimentado.
59
FONTE: PEGORARO, LUIZ FERNANDO. PRÓTESE FIXA: BASES PARA O PLANEJAMENTO EM
REABILITAÇÃO ORAL. 2. ED SÃO PAULO, SP: ARTES MÉDICAS, 2013. 487P.
Realizar o preparo dos condutos e remoção do material
obturador. Inicialmente, deve-se fazer o isolamento
absoluto (optar pelo isolamento relativo somente quando o
absoluto não for possível) para, posteriormente, remover o
selamento provisório ou resina com ponta diamantada 
1º passo (remoção do material restaurador e desobturação
do conduto):
60
(ex.:1014) em alta rotação. Para a remoção do material
obturador, utilizar brocas de Largo nº 1, 2 ou 3, com diâmetro
compatível com o do conduto e o do pino selecionado;
(ex.:1014) em alta rotação. Para a remoção do material
obturador, utilizar brocas de Largo nº 1, 2 ou 3, com
diâmetro compatível com o do conduto e o do pino
selecionado;
O comprimento do pino deve ser analisado e determinado
por uma radiografia periapical após o preparo da porção
coronal (determinar o comprimento de trabalho através da
radiografia);
O material obturador deve ser removido, sempre
considerando que um mínimo de 4 mm deve ser deixado
no ápice do conduto para garantir uma vedação efetiva da
região (de 2/3 a 3/4 do comprimento da raiz ou no mínimo
4mm de distância do ápice do conduto). É extremamente
importante que nessa fase se evite a contaminação do
conduto pela saliva, o que pode causar migração de
bactérias para o ápice da raiz;
Para dentes que podem apresentar divergência das raízes,
o conduto mais volumoso deve ser preparado na extensão
convencional (dois terços) e o outro preparado
parcialmente, apenas com o objetivo de conferir
estabilidade, funcionando como dispositivo antirrotacional;
2º passo (preparo do conduto):
O preparo do conduto deve ser feito de maneira que o
diâmetro do pino apresente até um terço do diâmetro total
da raiz.
Figura 02: comprimento e diâmetro ideais de um núcleo
metálico
61
FONTE: PEGORARO, LUIZ FERNANDO. PRÓTESE FIXA: BASES
PARA O PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL. 2. ED SÃO
PAULO, SP: ARTES MÉDICAS, 2013. 487P.
Após a desobturação do conduto, realizar uma radiografia
periapical para verificar se a mesma foi efetiva;
Em seguida, após a realização do preparo do conduto,
promover o preparo do remanescente coronário, seguindo
os princípios biomecânicos;
3º passo: 
4º passo:
Para a moldagem de conduto, deve-se fazer a seleção de
um pino de acrílico para molde de núcleo (pinjet) que se
adapte ao diâmetro e ao comprimento do conduto
preparado e que se estenda 1cm além da coroa
remanescente;
Fazer a desinfecção do pino com álcool 70 e gaze estéril;
Provar pinjet, marcá-lo e conferir a desobturação;
Secar o conduto com ponta de papel absorvente estéril;
Lubrifica-se o conduto e a porção coronal com vaselina
sólida por meio de um instrumento endodôntico ou da
própria broca, envolvida com algodão;
Molda-se o conduto introduzindo a resina acrílica pó+
líquido no seu interior; molhar o pinjet no líquido e
introduzir no canal até a marcação;
Acrescenta-se resina acrílica na porção coronária, dando o
formato do preparo;
5º passo:
6º passo: 
7º passo:
8º passo: 
9º passo: 
10º passo: 
11º passo: 
62
Aguardar a polimerização da resina- durante este
processo, o pinjet deve ser removido e novamente
introduzido várias vezes no conduto, para evitar que o
núcleo fique retido pela presença de retenções deixadas
durante o preparo do conduto. Após a polimerização da
resina, verifica-se a fidelidade do pino moldado.
Observação: para dentes com dois condutos paralelos, faz-
se a moldagem individual dos condutos, que, após a
polimerização da resina, são unidos na região da câmara
pulpar;
Corta-se o bastão no nível oclusal e procede-se ao preparo
da porção coronal, utilizando pontas diamantadas
(ex.:3216) e discos de lixa e seguindo os princípios de
preparo;
A parte coronal do núcleo deve apenas complementar a
estrutura dentária perdida, dando-lhe forma e
características de uma coroa preparada;
O núcleo moldado será então enviado ao laboratório para
ser fundido;
Após o núcleo moldado ter sido fundido, o mesmo deverá
ser testado no interior do conduto e radiografado
(radiografia periapical) para verificar sua adaptação. Logo
depois, realiza-se então a sua cimentação (idealmente,
utilizar cimento de fosfato de zinco);
12º passo:
13º passo:
14º passo: 
15º passo:
63
Em seguida, caso necessário, realizam-se os ajustes no
preparo da coroa do núcleo metálico (utilizar broca 1557 ou
ponta diamantada 3216 em alta rotação), fazendo com que
a oclusal e a palatina sigam a anatomia do dente e dando
uma atenção à inclinação das paredes, promovendo uma
leve convergência para a oclusal/incisal. 
Confecciona-se então uma coroa provisória e realiza-se a
cimentação desta.
16º passo:
17º passo: 
64
CONFECÇÃO DE NÚCLEO PRÉ-FABRICADO (PINO DE
FIBRA DE VIDRO)
Materiais
01
kit acadêmico (peça reta, caneta alta rotação, micromotor
e contra-ângulo)
01 kit clínico (sonda clínica, espelho bucal e pinça clínica)
01 régua milimetrada
Pontas diamantadas 1014, 3216
Brocas de Largo nº 1, 2 e 3
01 pino de fibra de vidro (selecionar de acordo com a
relação do diâmetro do conduto e o comprimento do pino)
Resina fotopolimerizável da cor que acompanha o
remanescente coronário 
65
01 lapiseira
01 ácido fosfórico 37%
01 silano
01 adesivo universal
01 microbrush
01 cimento resino dual
01 placa de vidro
01 espátula de manipulação
01 espátula de inserção
01 fotopolimerizador
01 resina acrílica autopolimerizável para provisório cor 62
ou 66
01 conjunto de dentes de estoque (caso seja dente
anterior)
01 kit prótese fixa Graduação Montes Claros para
provisórios
01 cimento de hidróxido de cálcio para cimentar o
provisório
05 filmes radiográficos periapicais
05 colgaduras
01 Kit de posicionadores 
04 cursores
01 caixa de ponta de papel absorvente estéril
03 pacotes de compressa de gaze estéril
03 pacotes de rolete de algodão estéril
05 saquinhos de proteção para envolver os filmes
01 Álcool 70
** Equipamentos de proteção individuais (EPI’) completos**
Figura 03: passo a passo pino de fibra de vidro
66
FONTE:MENDES, WILSON BATISTA; MIYASHITA, EDUARDO; DE OLIVEIRA, GUSTAVO
GOMES. REABILITAÇÃO ORAL PREVISIBILIDADE E LONGEVIDADE. NAPOLEÃO, 2011. 
Realizar o preparo dos condutos e remoção do material
obturador. Inicialmente, deve-se fazer o isolamento
absoluto (optar pelo isolamento relativo somente quando
o absoluto não for possível) para, posteriormente,
remover o selamento provisório ou resina com ponta 
1º passo (desobturação do conduto):
diamantada (ex.:1014) em alta rotação. Para a remoção
do material obturador, utilizar brocas de Largo nº 1, 2 ou 3,
com diâmetro compatível com o do conduto e o do pino
selecionado;
67
O comprimento do pino deve ser analisado e determinado
por uma radiografia periapical após o preparo daporção
coronal (determinar o comprimento de trabalho através da
radiografia);
O material obturador deve ser removido, sempre
considerando que um mínimo de 4 mm deve ser deixado
no ápice do conduto para garantir uma vedação efetiva da
região (de 2/3 a 3/4 do comprimento da raiz ou no mínimo
4mm de distância do ápice do conduto). É extremamente
importante que nessa fase se evite a contaminação do
conduto pela saliva, o que pode causar migração de
bactérias para o ápice da raiz;
Para dentes que podem apresentar divergência das
raízes, o conduto mais volumoso deve ser preparado na
extensão convencional (dois terços) e o outro preparado
parcialmente, apenas com o objetivo de conferir
estabilidade, funcionando como dispositivo antirrotacional;
O preparo do conduto deve ser feito de maneira que o
diâmetro do pino apresente até um terço do diâmetro total
da raiz. Caso o dente apresente perda óssea, o
comprimento do pino deve ser equivalente à metade do
suporte ósseo da raiz envolvida;
2º passo (preparo do conduto): 
68
Existem várias marcas e tipos de pinos, e a escolha deve
ser feita de acordo com a relação diâmetro do
conduto/comprimento do pino. É importante que o
diâmetro do pino seja compatível com o do conduto, ou
seja, quanto menor a espessura do cimento, melhor a
biomecânica, desta forma a seleção do pino é realizada
comparando seu diâmetro com a luz do conduto, através
de uma radiografia. A presença de uma espessura de
2mm na porção remanescente coronária da raiz aumenta
significativamente sua resistência a fraturas (férula);
Limpeza do pino com álcool, aplicação de ácido fosfórico
37%, irrigação com água e remoção da umidade com
gaze estéril ou jatos de ar;
Aplicação de uma fina camada de silano, aguardar 1
minuto, secar com jatos de ar;
Aplicação de uma camada delgada de adesivo universal e
fotoativar por 40 segundos;
Procedimentos a serem realizados no dente: 
Condicionamento da dentina intrarradicular com ácido
fosfórico a 37% por 20 segundos;
3º passo (seleção do tipo de pino a ser utilizado): 
4º passo:
5º passo: 
6º passo:
7º passo:
Procedimentos a serem realizados no pino: 
69
Lavagem abundante da dentina e posterior secagem com
cones de papel (não utilizar jatos de ar);
Aplicação de uma camada delgada de adesivo universal,
secar com cone de papel absorvente e fotoativar por 40
segundos; 
Correta proporção e manipulação do cimento resinoso
dual (de acordo com as recomendações do fabricante);
Aplicação e posicionamento do pino de fibra no conduto
com auxílio de uma pinça clínica;
Para a cimentação desses pinos, os cimentos resinosos
têm sido usados por apresentarem baixa solubilidade e
por suas propriedades mecânicas e adesivas à dentina e
aos pinos de fibra de vidro, que aumentam a resistência
adesiva da interface e, portanto, reduzem a concentração
de estresse nessa área;
Remoção dos excessos e várias fotoativações ao redor do
pino;
Reconstrução do núcleo com resina composta
fotopolimerizável;
8º passo:
9º passo: 
10º passo: 
11º passo: 
12º passo: 
13° passo: 
70
Em seguida, caso necessário, realizam-se os ajustes no
preparo da coroa, fazendo com que a oclusal e a palatina
sigam a anatomia do dente e dando uma atenção à
inclinação das paredes, promovendo uma leve
convergência para a oclusal/incisal;
Confecciona-se então uma coroa provisória e realiza-se a
cimentação desta.
14º passo: 
15º passo: 
CONSIDERAÇÕES FINAIS NÚCLEOS PRÉ-FABRICADOS X
NÚCLEOS METÁLICOS FUNDIDOS
 
Com a busca pelo pino intrarradicular ideal para cada situação
clínica, o cirurgião-dentista se depara com várias opções
dentro da odontologia atual, sendo necessário decidir qual a
melhor técnica e material a ser utilizado, diante de cada caso.
Os núcleos metálicos fundidos são amplamente empregados,
mas os pinos pré-fabricados vêm se popularizando devido à
eliminação da fase laboratorial e da possibilidade de obtenção
de núcleos mais estéticos.
Os núcleos metálicos fundidos não exigem uma larga
experiência clínica, e possuem excelente radiopacidade. Como
desvantagens, pode ser citado a estética desfavorável, a
possibilidade de sofrerem corrosão, o alto módulo de
elasticidade e o fato de não serem adesivos. Já os pinos pré-
fabricados possuem instalação fácil e rápida, baixo custo, 
71
dispensa moldagem e etapa laboratorial, permite preparo mais
conservador, está disponível em várias formas, tamanhos e
materiais (metálicos, cerâmicos e fibras). 
Portanto, tanto os núcleos metálicos fundidos quanto os pinos
pré-fabricados possuem uma grande resistência em dentes
endodonticamente tratados, desde que sejam corretamente
utilizados. Deve-se analisar sempre a quantidade de
remanescente coronário, a função do elemento e a estética
para auxiliar na escolha do núcleo. Ademais, preconiza-se que,
idealmente, se utilize o núcleo metálico fundido quando não
houver remanescente coronário e pino de fibra de vidro quando
uma férula estiver presente. 
REFERENCIAS:
MENDES, WILSON BATISTA; MIYASHITA, EDUARDO; DE OLIVEIRA, GUSTAVO GOMES. REABILITAÇÃO ORAL
PREVISIBILIDADE E LONGEVIDADE. NAPOLEÃO, 2011. 
MORO, MARCOS; AGOSTINHO, ALESSANDRA MARÇAL; MATSUMOTO, WILSON. NÚCLEOS METÁLICOS
FUNDIDOS X PINOS PRÉ-FABRICADOS. PCL - REVISTA IBERO-AMERICANA DE PRÓTESE CLÍNICA E
LABORATORIAL, RIBEIRÃO PRETO, V.7, N. 36, P. 167-172, 2005.
PEGORARO, LUIZ FERNANDO. PRÓTESE FIXA: BASES PARA O PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL. 2. ED
SÃO PAULO, SP: ARTES MÉDICAS, 2013. 487P.
PRADO, M.A.A.; KOHL, J.C.M.; NOGUEIRA, R.D.; MARTINS, V.R.G.; RETENTORES INTRARRADICULARES: REVISÃO DA
LITERATURA. UNOPAR CIENT CIÊNC BIOL SAÚDE, UBERABA, V.16, N.1, P.52-53, 2014. 
 08 MATERIAIS E TÉCNICAS DE
MOLDAGEM, VAZAMENTO, TROQUEL E
CONFECÇÃO DE TROQUEL
72
Iara Cordeiro, Cinthia Magalhães, Carla Sabrina, Giovanna Mendes e
Daniela Lopes – 6° período 2021/2
MOLDAGEM COM SILICONA: TÉCNICA DO
REEMBASAMENTO OU DE 2 TEMPOS
 
Materiais
Entre os materiais de moldagem disponíveis destacam-se os
elastômeros que são divididos em: silicone polimerizado por
adição, poliéter, polissulfeto ou mercaptana e silicone
polimerizado por condensação. Todos esses grupos
apresentam um bom comportamento clínico e laboratorial em
relação ao procedimento de moldagem, podendo ser utilizados.
Kit silicona.
Vaselina sólida.
Conjunto de dentes de estoque.
Moldeira.
Kit para Acabamento e Polimento de Acrílico Ultra-
Technique - American Burrs.
73
Placa de vidro.
Espátula n°24. 
Seringa para elastômero
Fio afastador #000.
Solução hemostática.
Peça reta.
Micro-motor.
Preparar a silicona de adição pesada: 
 1 medida de pasta base + 1 medida de pasta
catalizadora (1:1) 
 Misturar sem luva ou com luvas de nitrilo (silicona
reage com o látex).
 Misturar com movimentos de torção e esticamento,
unido ambas, até ficarem homogêneas.
1.
2.
3.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
74
Moldagem com silicona pesada: 
Inserir a silicona de adição pesada na moldeira. 
Levar a boca do paciente. 
Realizar movimentos laterais e tirando e botando,
para criar alívios, ou colocar papel filme sobre o
pesado antes de moldar ou criar alivio com broca
fresa (preparo).
Esperar cerca de 4:30 min para a estabilização do
material
1.
2.
3.
4.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021.
75
Anestesia Infiltrativa (região cervical do preparo).
Com espátula de inserção de fio → realizar a inserção do
fio #000 (mais fino) → Caso optar pela técnica do fio duplo,
realizar a inserção do fio #0 (mais grosso).
Esses fios devem estar embebidos em
hemostáticos (hemostop ou hemosthase gel que é
mais transparente e consequentemente mais
estético) 
Fio simples: Com a espátula remover o fio #000
Fio duplo: Com espátula remover o fio#0 e moldar
com fio #000 em posição (NÃO ESQUECER DE
REMOVER O FIO #000 APÓS TODO O
PROCEDIMENTO).
1.
2.
3.
FONTE: BARATIERI, 2013
76
Anestesia Infiltrativa (região cervical do preparo).
Com espátula de inserção de fio → realizar a inserção do
fio #000 (mais fino) → Caso optar pela técnica do fio duplo,
realizar a inserção do fio #0 (mais grosso).
Esses fiosdevem estar embebidos em
hemostáticos (hemostop ou hemosthase gel que é
mais transparente e consequentemente mais
estético) 
Fio simples: Com a espátula remover o fio #000
Fio duplo: Com espátula remover o fio#0 e moldar
com fio #000 em posição (NÃO ESQUECER DE
REMOVER O FIO #000 APÓS TODO O
PROCEDIMENTO).
1.
2.
3.
FONTE: BARATIERI, 2013
77
Preparar a silicone de adição leve:
Dispensar na placa de vidro 1 medida de silicone
leve e 1 medida de catalisador.
Misturar esse material com a espátula n°24.
Inserir o material na seringa para elastômero.
1.
2.
3.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Moldagem com silicone de adição leve:
Aplicar a fluida sobre a silicone pesada sobre o(s)
dente(s) preparado(s) e sobre a pesada (todo o
molde).
Reposicionar a moldeira com silicone pesada e
fluida na boca do paciente.
Aguardar tempo de presa inicial (4:30 min).
1.
2.
3.
78
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Remoção da moldeira.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
79
Requisitos de um troquel destacável:
Devem retornar a sua exata posição original.
Devem ser estáveis, mesmo quando invertidos.
Fácil de montar em articulador.
Pino reto 
Pino curvo
Sistema pindex
Moldeira de-lok
Accutrac 
Sistema para confecção de troquel
CONFECÇÃO DE TROQUÉIS
 
Troquel destacável
Pino reto
Utilizado durante vários anos.
Pino de metal- mas preciso em termos de resistência as
forças horizontais de deslocamento.
Plásticos.
Um pino para cada dente preparado.
Troquel é uma porção individualizada de um modelo que se
relaciona com os seus vizinhos e com o antagonista.
80
Consiste em uma cuba plástica com ranhuras internas de
orientação, divide-se em duas ou três partes, perfeitamente
ajustáveis.
O primeiro passo nessa técnica consiste em aparar o modelo
de trabalho de modo que caiba no interior do troquelizador. Em
seguida são feitas retenções na base do modelo com o auxílio
de uma broca de tungstênio.
Preenche-se 2/3 do troquelizador com gesso pedra melhorado
e em seguida coloca-se o modelo de trabalho previamente
hidratado no seu interior, tomando-se o cuidado para que o
gesso não passe para cima dos dentes.
A cervical dos dentes deve ficar pelo menos cerca de 5mm
acima da borda superior do troquelizador.
Após a presa do gesso, o bloco de gesso com o modelo
incrustado no seu interior é removido do troquelizador e com o
auxílio de um arco de serra para troqueis, secciona-se o
modelo de cima para baixo.
Troquelizador
Troqueis Isolados
Para a utilização dessa técnica há necessidade de dois
modelos de trabalho idênticos. Um deles será totalmente
seccionado sem a preocupação de que os troqueis possam ser
relacionados entre si. Nesses troqueis será executada uma
“toillet” e a delimitação dos bordos.
81
O outro modelo permanecerá íntegro com a simples remoção
da papila interproximal. Esse modelo será articulado com o seu
antagonista. Dessa maneira, o enceramento das restaurações
será feito nesse modelo, e o acabamento final e selamento dos
bordos serão executados nos troqueis isolados.
Troqueis com pinos
Para a utilização dessa técnica há necessidade de dois
modelos de trabalho idênticos. Um deles será totalmente
seccionado sem a preocupação de que os troqueis possam ser
relacionados entre si. Nesses troqueis será executada uma
“toillet” e a delimitação dos bordos.
A técnica dos troqueis com pinos pode ser executada a partir
da moldagem ou então já o modelo de trabalho. Se for utilizada
a partir da moldagem, os pinos tem de ser posicionados no
interior da moldagem com o auxílio de alfinetes ou pedaços de
fio de aço (ortodontia). Existem pinos que já possuem numa
das extremidades uma agulha. Uma vez posicionados os
pinos, preenche-se a moldagem com uma 1ª camada de gesso
até atingir a parte retentiva do pino. Espera-se que o gesso
tome presa e isola-se a superfície com isolante para gesso.
Coloca-se uma bolinha de cera na ponta dos pinos e depois
preenche a moldagem com uma 2ª camada até cobrir os pinos.
Depois do gesso tomar presa, retira-se da moldagem e apara-
se na cortadora de gesso.
Existem vários tipos de pinos que se pode utilizar na confecção
de troqueis, cada um com uma aplicação específica.
82
Alfinete grande.
Pino para troquel.
Micro-brush.
Cola super bonder.
Gesso tipo IV.
Cubeta para manipular gesso.
Espátula para manipular gesso.
Cera Utilidade.
Cera 7.
Gesso tipo III.
Arco com serra para troquel.
Posicionar 2 alfinetes na silicona, centralizados no molde
do dente preparado.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Materiais
Com auxílio do microbrush, passar cola super bonder,
fixando os alfinetes e o pino para troquel.
83
Posicionar o pino para troquel entre esses alfinetes,
centralizados no molde do dente preparado.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Em cima de um vibrador para gesso, com auxílio do
microbrush, preencher o molde com o gesso tipo IV,
evitando a formação de bolhas, até atingir a parte retentiva
do pino.
84
Manipular o gesso tipo IV.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Aproximadamente 100g de gesso, colocar água,
incorporar pó e água e misturar de forma vigorosa
até a forma de uma massa.
1.
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Espera-se que o gesso tome presa.
Colocar uma bolinha de cera utilidade na ponta do pino
para troquel.
Colocar duas porções do gesso tipo IV em cima do gesso
já colocado, nas extremidades, fazendo com que não toque
no pino para troquel.
85
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Manipular o gesso tipo III.
Colocar o gesso tipo III dentro do cercado feito pela cera e
em cima do gesso tipo IV, fazendo movimentos de
vibração, até cobrir o pino para troquel.
Fazer um cercado ao redor do molde com a cera 7.
86
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
FONTE: ARQUIVO PESSOAL, 2021
Depois que o gesso tomar presa, retira-se da moldagem e
apara-se na cortadora de gesso.
Pefurar o gesso até chegar na cera colocada na
extremidade do pino para troquel.
Retirar esta cera.
Com o arco com serra para troquel, serrar o gesso ao redor
do dente preparado para formação do troquel.
87
REFERENCIAS:
ARAGÃO, RUBENS AZEREDO. CONFECÇÃO DE TROQUEIS. 2019. APRESENTAÇÃO EM SLIDEPLAYER. 63 SLIDES.
DISPONÍVEL EM: HTTPS://SLIDEPLAYER.COM.BR/SLIDE/14274907/ . ACESSO EM: 17 DE OUTUBRO DE 2021.
DEL'ACQUA, MARCELO ANTONIALLI. PRECISÃO DAS TÉCNICAS DE MOLDAGEM E VAZAMENTO PARA
PRÓTESES IMPLANTOSSUPORTADAS. 2005. 202 F. DISSERTAÇÃO (MESTRADO) - UNIVERSIDADE ESTADUAL
PAULISTA, FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE ARARAQUARA, 2005. DISPONÍVEL EM:
.
MEZZOMO E, SUZUKI RM. REABILITAҪ ÃO ORAL CONTEMPORÂNEA. LIVRARIA SANTOS EDITORA.1A EDIÇÃO;
2009 APUD MESQUITA, VANDRÉ TAUMATURGO; RODRIGUES, RODRIGO ARAUJO; DIAS, ALEXANDRE MOURA;
MACHADO, CARINA AZEVEDO; BATISTA, ANDRE ULISSES DANTAS. MATERIAIS E TÉCNICAS DE MOLDAGEM EM
PRÓTESE FIXA. SABER CIENTÍFICO, EDIÇÃO ESPECIAL DE ODONTOLOGIA, V. 1, N. 1, 2010.
PEGORARO, LUIS FERNANDO; VALLE , ACCÁCIO |LINS; BONFANTE, CARLOS REIS P. DE ARAÚJO GERSON;
BONACHELA, PAULO CÉSAR RODRIGUES CONTI VALÉRCIO. PRÓTESE FIXA : BASES PARA O PLANEJAMENTO EM
REABILITAÇÃO ORAL. 1ª ED , ARTES MÉDICAS, 1998, CAP 7, P- 313.
RODRIGUES, RODRIGO ARAÚJO MESQUITA, VANDRÉ TAUMATURGO; BATISTA, ANDRÉ ULISSES DANTAS; DIAS,
ALEXANDRE HENRIQUE DE MOURA. AVALIAÇÃO DA ALTERAÇÃO DIMENSIONAL DE TÉCNICAS DE MOLDAGEM
DE TRABALHO EM PRÓTESE FIXA. ODONTOLOGIA CLÍNICO-CIENTÍFICA (ONLINE), V. 11, N. 2, P. 145-150, 2012.
SHILLINGBURG HTJ, ET AL. FUNDAMENTOS DE PRÓTESE FIXA. 3A EDIÇÃO. QUINTESSENCE EDITORA; 1998 APUD
MESQUITA, VANDRÉ TAUMATURGO; RODRIGUES, RODRIGO ARAUJO; DIAS, ALEXANDRE MOURA; MACHADO,
CARINA AZEVEDO; BATISTA, ANDRE ULISSES DANTAS. MATERIAIS E TÉCNICAS DE MOLDAGEM EM PRÓTESE
FIXA. SABER CIENTÍFICO, EDIÇÃO ESPECIAL DE ODONTOLOGIA, V. 1, N. 1, 2010.
09 CIMENTOS E CIMENTAÇÃO
88
Alex Fraga, Bruno Lacerda, Clara Machado e Democrito Oliveira – 7° período 2021/2
A reabilitação oral é realizada através de diversas formas
tendo como objetivo restabelecer a função mastigatória e a
estética do paciente. Para o sucessodo tratamento reabilitador
é necessário seguir critérios rígidos, iniciando por um bom
planejamento, analisando a indicação, contra-indicação,
vantagens e desvantagens relacionadas ao tratamento
proposto. O profissional deverá seguir os procedimentos
corretamente respeitando os princípios mecânicos e
biológicos.
 De modo para obter uma união entre a prótese e o dente
natural, necessitamos de um agente de cimentação.
Atualmente existem diversas técnicas bem como vários
agentes de cimentação. 
CIMENTAÇÃO EM PRÓTESE FIXA
Alguns cimentos de óxido de zinco/eugenol (ou substitutos,
sem o eugenol), hidróxido de cálcio ou pastas que não toma
presa. São indicados para fixação dos provisórios, usados
entre as consultas clínicas necessárias para finalizar a 
CIMENTAÇÃO DE PROVISÓRIOS:
Embora os cimentos de hidróxido de cálcio não tenham sido
desenvolvidos especificamente para cimentação provisória (e
sim para capeamento pulpar), é um cimento indicado para tal
procedimento. 
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restauração definitiva. Como estas restaurações precisam ser
removidas durante o tratamento, os cimentos provisórios
devem ter resistência mecânica relativamente baixa e fácil
manipulação. Há também situações clínicas em que o CD faz
uma cimentação provisória da peça definitiva. 
FONTE: GOOGLE, 2021
Cimentos de hidróxido de cálcio:
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O cimento de hidróxido de cálcio quimicamente ativado é
fornecido comercialmente em duas pastas diferentes: uma
catalisadora e uma base. Ambas devem ser dispensadas
em quantidades iguais sobre uma placa de vidro ou bloco
de papel impermeável descartável e manipulado com o
próprio aplicador de hidróxido de cálcio por 5 a 10
segundos. Por apresentar presa rápida, 2 a 3 minutos, a
homogeneização deve ser realizada de maneira rápida e
eficiente, até a obtenção de uma cor uniforme e
viscosidade adequada.
Desvantagem: como a presa deste cimento é bem rápida,
normalmente não é utilizado para cimentação provisória de
peças extensas, com vários retentores.
Materiais para espatulação:
Pasta catalisadora; Pasta Base; Placa de Vidro ou Papel
impermeável descartável; Espátula metálica nº 22 ou nº 1;
Aplicador de hidróxido de cálcio.
Manipulação:
Fosfato de Zinco:
É utilizado para cimentar com sucesso inlays e coroas de
metal, bem como coroas metalo-cerâmicas e cerâmicas.
Devido à sua longa história clínica, é usado como padrão com
o qual os cimentos definitivos mais novos podem ser
comparados.
AGENTES DE CIMENTAÇÃO DEFINITIVOS:
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O cimento de fosfato de zinco é o agente de cimentação com
maior tempo de uso clínico para cimentação de próteses
metálicas, metalocerâmicas e cerâmicas, sendo considerado o
padrão de comparação para outros cimentos. Seu sucesso é
atribuído à alta resistência, excelente retenção e por ser capaz
de formar uma película muito fina entre o dente e a
restauração, com uma espessura de filme mínima menor que
25 mm.
O fosfato de zinco não apresenta afinidade de adesão química
com os tecidos dentários, metais e cerâmicas, o preparo
dentário deve possuir uma geometria de assentamento
favorável e excelente qualidade de adaptação da restauração,
uma vez que a retenção é exclusivamente mecânica.
Indicações: como cimentação definitiva de coroas e de
restaurações metálicas, bem como a colagem de bandas
ortodônticas e material restauradortemporário. A vantagem do
fosfato de zinco está na sua fácil manipulação e tempo de
presa bem definido. Além disso, ele possui uma resistência à
compressão elevada da ordem de 104 Mpa capaz de suportar
as forças compressivas de condensação do amálgama. 
Não apresenta ação antibacteriana, além de poder irritar a
polpa em dentes vitalizados devido ao seu baixo pH após
preparação para uso. O fosfato de zinco não apresenta
propriedade adesiva. São frágeis e relativamente solúveis em
meio bucal contribuindo assim para a reincidência de cárie em
restaurações fundidas. 
A manipulação do cimento do cimento de fosfato de zinco
deve ser realizada em uma placa de vidro utilizando-se
uma espátula nº 24. Inicialmente coloca-se uma porção do
pó e em seguida divide-se o mesmo em cinco frações
correspondentes a 1/16, 1/16, 1/8, 1/4, 1/4 e 1/4. Coloca-se
o líquido e em seguida acrescenta-se a poção de 1/16 ao
líquido e começa a espatulação por 10s, o mesmo se
repetindo para as duas próximas porções de 1/16 e 1/8. As
porções de 1/4 devem ser manipuladas cada um por 15s
perfazendo um total de 1 min de espatulação. Ao final o
cimento deve ter uma consistência capaz de formar um fio
ao ser levantado pela espátula entre 12 e 19 mm sem se
romper.
Materiais para espatulação:
Placa de vidro; Espatula nº24, Cimento de fosfato de zinco em
pó; Liquido para manipulação da mesma marca.
Manipulação:
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FONTE: GOOGLE, 2021
O cimento de fosfato de zinco é recomendado para
cimentação de cerâmicas ácido-resistentes e cimentação de
restaurações em áreas de grande esforço.
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Este cimento tem sido atribuído à facilidade de mistura,
adesão à estrutura dentária e metais básicos, potencial
cariostático devido à libertação de flúor, resistência adequada
e ao seu custo relativamente baixo.
Os CIV apresentam aplicações como o uso em restaurações
estéticas de dentes anteriores, restaurações de classes III e V,
cimento para cimentação, adesivo para bandas ortodônticas e
selamento de fóssulas, fissuras, preenchimentos em
restaurações indiretas, material de base e forramento.
Classificação: distingue quatro categorias quanto ao uso: O
cimento tipo I é utilizado para cimentação de coroas, pontes e
braquetes ortodônticos; o tipo II empregado 23 como cimento
restaurador estético; o tipo III como cimento restaurador
reforçado e tipo IIIb como material de base e forramento.
Ionômero de Vidro:
Classificação do cimento ionômero de vidro:
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Propriedades: 
Inclui-se a boa adesão, incluindo aos metais, o que permite
uma boa utilização em ortodontia. Além disso, apresenta
resistência a manchas e menor irritação à polpa dentária em
comparação ao cimento de silicato. Adicionalmente, o CIV
apresenta propriedades anti cariogênicas, liberação
prolongada de flúor e boa biocompatibilidade.
Disponibilizados comercialmente:
Pó e líquido: Constitui a formulação mais usada. Os
componentes vêm acondicionados em frascos distintos. Para a
manipulação nessa representação o fabricante 24 fornece uma
colher dosadora capaz de medir o volume do pó a ser
misturado com o líquido, que por sua vez é dispensado do
outro frasco através de um sistema de conta-gotas.
FONTE: GOOGLE, 2021
O cimento de ionômero de vidro convencional tanto pode
ser manipulado em uma placa de vidro bem como bloco de
papel fornecido fabricante e utiliza-se uma espátula nº 36.
O pó é totalmente incorporado ao líquido e o tempo de
aglutinação deve ser o recomendado pelo fabricante, em
média de 30 a 40s. Ao final da aglutinação o cimento deve
ter uma consistência capaz de formar um fio ao ser
levantado pela espátula.
Cápsulas: Nesta apresentação o pó e líquido estão
acondicionados dentro de uma cápsula e separados por uma
membrana. Quando é necessário utilizar este cimento a
cápsula é colocada em um agitador mecânico onde ocorre o
rompimento da membrana e mistura dos componentes. A
aplicação do cimento acontece por meio de um aplicador.
Materiais para manipulação:
Placa de vidro ou Bloco de papel; Espatula nº36; Cimento de
ionômero de vidro em pó; Liquido para mistura da mesma
marca.
Manipulação:
O cimento de ionômero de vidro apresenta as mesmas
indicações do cimento de fosfato de zinco, podendo ser usado
como uma alternativa a esse cimento em pacientes que
anteriormente tinham uma alta taxa de cárie.
95
Com a introdução dos cimentos resinosos, propriedades como
solubilidade e adesão foram melhoradas, permitindo uma
preparação do dente minimamente invasiva.Os cimentos
resinosos podem ser autopolimerizáveis, ativados
quimicamente pela mistura da pasta base com a pasta
catalítica, ou fotopolimerizáveis, onde o início da polimerização
acontece com o auxílio de luz visível.
Os cimentos resinosos foram melhorados ao longo

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