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Manual de TCC: LINGUAGENS CULTURAL E CORPORAL 2024 MANUAL DE ORIENTAÇÕES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ÁREA DE LINGUAGENS CULTURAL E CORPORAL Curitiba 2024 Sumário 1. CARTA AO ESTUDANTE....................................................................................................... 4 2. O QUE É UM TCC .................................................................................................................. 5 3. O QUE É UM RESUMO EXPANDIDO .................................................................................... 6 4. EIXOS DE PESQUISA ............................................................................................................ 7 5. ETAPAS DO TCC................................................................................................................... 8 5.1 ETAPA 1 – PROJETO DE PESQUISA. .............................................................................. 13 5.1.1 TEMPLATE PARA O PROJETO. .................................................................................... 14 5.2 ETAPA 2 – REUNIÕES DE TCC. ...................................................................................... 18 5.3 ETAPA 3 – RESUMO EXPANDIDO. ................................................................................. 18 5.3.1 TEMPLATE PARA O RESUMO EXPANDIDO. ............................................................... 18 5.4 ETAPA 4 – APRESENTAÇÃO/DEFESA DO TCC. .............................................................. 26 5.4.1 MODELO DE SLIDES PARA A APRESENTAÇÃO DO TCC. ............................................. 27 5.4.2 TERMO DE DEFESA DA APRESENTAÇÃO DO TCC. ..................................................... 29 6. CRITÉRIOS DE CORREÇÃO ................................................................................................. 29 7. REFERÊNCIAS .................................................................................................................... 32 ANEXO 1 – TABELA: SUGESTÃO DE VERBOS PARA REDIGIR OBJETIVOS ................................ 34 ANEXO 2 – REPOSITÓRIOS PARA LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO ...................................... 36 ANEXO 3 – ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES .................................................................................. 37 ANEXO 4 – EVITANDO O PLÁGIO ............................................................................................. 39 ANEXO 5 – EXEMPLOS PARA A ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ............................................ 40 ANEXO 6 – EIXOS DE PESQUISA ................................................................................................ 42 4 1. CARTA AO ESTUDANTE Não é na ciência que está a felicidade, mas na aquisição da ciência. (Edgar Allan Poe, O Poder das Palavras) Caro(a) estudante, Você chegou a mais uma etapa de extrema relevância para a sua vida acadêmica e profissional: o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas do Centro Universitário Internacional UNINTER apresenta o manual com as orientações para a elaboração do trabalho, de forma acadêmica e orientada. Para a realização de tal atividade, convidamos a todos para a leitura integral deste documento. A elaboração do manual é resultado de um grupo de trabalho composto por uma equipe multidisciplinar e pela direção da Escola de Educação, Humanidades e Línguas, bem como de contribuições da Coordenação de Pesquisa e do Comitê de Ética da instituição. Recomendamos iniciar a leitura e o planejamento do trabalho logo que a oferta for disponibilizada a você, pois isso proporcionará tempo suficiente para a elaboração cuidadosa de cada etapa. Tudo pronto para começarmos? Seja bem-vindo(a) a esta fase do seu curso. Bons estudos! Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas 5 2. O QUE É UM TCC O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) é um trabalho científico, resultado de uma pesquisa elaborada a partir das práticas realizadas e dos requisitos científicos de sua área específica. Esses requisitos variam de acordo com as diversas áreas de conhecimento. O TCC é a sua oportunidade para demonstrar que aprendeu a relacionar a teoria com a prática e a usar as ferramentas e os conhecimentos obtidos durante o seu curso, além de possibilitar o primeiro passo para suas futuras pesquisas. A sua escrita e pesquisa terão como base os eixos de pesquisa e as atividades práticas que realizou durante o seu curso (locorregionais, estudo de caso, portfólio), bem como os referenciais teóricos estudados. O gênero textual do TCC será o resumo expandido, que discutiremos mais adiante neste manual. E por que você precisa realizar o TCC? Para poder aliar a teoria à prática, no que tange à sua formação profissional e pedagógica; Para ampliar sistematizar, registrar e apresentar conhecimentos científicos, técnicos e culturais produzidos a partir de temáticas do curso, como resultado de pesquisa; Porque é uma exigência determinada pela atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9394/96; Porque as diretrizes do curso (DCNs) indicam a carga horária curricular estipulada para a sua realização; Para aqueles que já atuam na profissão e buscam aperfeiçoamento, certificação e/ou progressão na carreira, o TCC significa: espaço de formação contínua, reflexão sobre a própria prática, análise de outras práticas a partir das teorias estudadas. Na Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas do Centro Universitário Internacional UNINTER, o TCC deve ser elaborado em formato de resumo expandido. Esta etapa poderá ser realizada individualmente ou em grupo – de 1 a 4 estudantes – sendo que todos os alunos do grupo devem ser do mesmo curso, da mesma oferta e da mesma turma. O TCC será desenvolvido ao longo da disciplina Metodologia da Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (MPTCC), que é obrigatória para a integralização do curso. Você terá acesso à disciplina após a conclusão de 75% da sua matriz curricular, ou seja, do início da 10ª até o final da 12ª UTA do curso. Durante esse período, você deverá administrar os prazos de postagem, os I II III IV V 6 períodos de correções, o desenvolvimento da pesquisa e da redação de seu resumo expandido. Ao final da trajetória de pesquisa e da conclusão de todas as disciplinas, incluindo todas as demais atividades do curso (estágios, atividades extensionistas, AACC...), o TCC será apresentado para uma banca examinadora composta por professores convidados, por meio de videoconferência online. Veja nos itens seguintes o que é um resumo expandido e como você deve realizar a sua produção 3. O QUE É UM RESUMO EXPANDIDO Dentre os vários gêneros textuais usados para elaborar pesquisas, o resumo expandido é um exemplo. Dessa forma, nos valeremos desse gênero de apresentação dos resultados de pesquisa acadêmica para abordar os estudos dos eixos de pesquisa e a experiência tida a partir das atividades práticas locorregionais do seu curso. O resumo expandido deve apresentar, de forma concisa, as principais informações da pesquisa realizada sobre o tema escolhido. É um documento cujas ideias são entendidas no menor tempo possível, dessa forma, o texto precisa estar centrado no assunto central, de forma concisa e clara. Partindo dessas premissas, o resumo expandido será o resultado do que o estudante pesquisou a partir dos eixos de pesquisa e experenciou com as atividades práticas (estudo de caso, portfólio e atividade locorregional) que desenvolveu durante a trajetória acadêmica no seu curso. Assim, é a partir dos eixos de pesquisa em diálogo com as temáticas pesquisadas, discutidas e vivenciadas nas atividades práticas que o resumo expandido será desenvolvido, expondo a pesquisa e a reflexão sobre as práticas realizadas, as teorias estudadas, as descobertasde educação inclusiva e jornada chilena brasileira de educação inclusiva, Disponível em: http://www.editorarealize.com.br/editora/ebooks/cintedi/2020/ TRABALHO_EV137_MD7_SA100_ID684_29102020161957.pdf. Acesso em 19 de fevereiro de 2021. http://www.nucleodoconhecimento.com/ http://www.editorarealize.com.br/editora/ebooks/cintedi/2020/ 44 VASCONCELOS, E.C.; PUCCETTI, R. DO ABSTRATO AO CONCRETO: Materiais didático–pedagógicos adaptados para trabalhar os elementos formais das Artes Visuais com Deficientes Intelectuais. Cadernos PDE. Paraná, 2016. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_ pde/2016/2016_artigo_arte_uel_elianecarvalhovasconcelos.pdf Acesso em 19 de fevereiro de 2021. EIXO 3: ARTES VISUAIS EM DIFERENTES CONTEXTOS DESCRITIVO DA LINHA: Estudo de temas abrangentes relacionados ao ensino e aprendizagem das Artes Visuais em diversos ambientes, sendo em centros culturais, projetos sociais, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação a Distância (EAD), bem como a educação em museus e processos de mediação. Estudo do desenvolvimento de jogos educativos e análise ou criação de materiais paradidáticos para a educação em museus. Pesquisa referente a produções artísticas e aos processos criativos como ferramentas no ensino das Artes Visuais, para ampliar as possibilidades de atuação profissional e artística. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BANDEIRA, D. Ensino das artes visuais em diferentes contextos: experiências educativas, culturais e formativas. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. O Ensino das artes visuais na era das tecnologias digitais. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) BORGES, M.L. Inovações, coleções, museus. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013 FARFUS, D. Espaços educativos: um olhar pedagógico. Curitiba: Ibpex, 2011 (BV) LEITE, M.I.; OSTETTO, L. Museu, educação e cultura: encontros de crianças e profs. com a Arte. Campinas: Papirus, 2015 (BV) MARCHETTE, T. Educação patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil. Curitiba: Intersaberes, 2016 (BV) OLIMPIO DE MELO, L.M.C. Projetos de Ensino e Culturais em Artes Visuais para Diferentes Contextos. 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Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/215422/001091685.pdf?sequence=1 Acesso em 19 de fevereiro de 2021. PEREIRA, T.M.; SÁ, K. ParticipART. Projeto extracurricular de prática artística em contextos comunitários. Instituto técnico de Lisboa, Investigação, Práticas e Contextos em Educação, 2017. Disponível em: https:// repositorio.ipl.pt/handle/10400.21/8671 Acesso em 19 fev 2021 WOSNIAK, F.; LAMPERT, J. Arte como experiência: ensino/aprendizagem em Artes Visuais. UFRGS, Revista Gearte, v. 3, n. 2, 2016. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/62933 Acesso em 19 de fevereiro de 2021. CURSO: BACHARELADO EM ARTES VISUAIS EIXO 1: PROCESSOS DE CRIAÇÃO EM ARTES VISUAIS DESCRITIVO DA LINHA: Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre processos artísticos de criação. O ponto de partida para as pesquisas nesse eixo temático é a escolha de um dos elementos formais na expressão artística: ponto, linha, cor, plano, texturas, forma, entre outros. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BUENO, L.E.B. Linguagem das artes visuais. Curitiba: InterSaberes, 2013 (BV) CUNHA, A.S.T. Ateliê de artes visuais: pintura. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) GUNZI, E.K. A relação do desenho com o ensino da arte: considerações sobre a teoria e prática. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) LOURENÇO, C. Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional. Curitiba: InterSaberes, 2017 (BV) VAZ, A.; SILVA, R. Fundamentos da Linguagem Visual. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) FABRIS, A. Pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Revista de Artes Visuais, v. 2, n. 4, 1991. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/view/27413. Acesso 19 de fevereiro de 2021. POHLMANN, A.R. Intuições sobre o tempo na criação em artes visuais. Educação, v. 31, n. 2, p. 283-294, 2006. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1171/117117232007.pdf. Acesso 19 de fevereiro de 2021 ZIELINSKY, M. Percorrendo processos de criação artística: a percepção. Porto Alegre: Revista de Artes Visuais, v. 8, n. 14, 1997. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/view/27732. Acesso 19 de fevereiro de 2021 EIXO 2: LINGUAGENS DAS ARTES VISUAIS http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/215422/001091685.pdf?sequence=1 http://www.redalyc.org/pdf/1171/117117232007.pdf 46 DESCRITIVO DA LINHA: Desenvolvimento de pesquisas teóricas tomando, como ponto de partida, uma das linguagens artísticas – desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia, videoarte, cinema, multimídia, instalação, intervenção, site-specific etc. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. Gravura: história, técnicas e contemporaneidade. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) BUENO, L.E.B. Linguagem das artes visuais. Curitiba: InterSaberes, 2013. (BV) CARNEIRO, I.A. Artes Visuais: práticas tridimensionais. Curitiba: InterSaberes, 2017 (BV) MARTINS, J.S. Sociologia da fotografia e da imagem. São Paulo: Contexto, 2008 (BV) SCOVILLE, A.L. ALVES, Bruno Oliveira. Laboratório de Artes Visuais: fotografia digital e quadrinhos. Curitiba: InterSaberes, 2018. (BV) FARIAS, D.S. Convergência de linguagens nas artes visuais: cinema, vídeo, teatro e internet. 2013. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/86844. Acesso 19 de fevereiro de 2021. PONTES, G.M.D; RICHTER, S.R.S. Ensino de Artes Visuais na Infância. Revista GEARTE, v. 6, n. 3, 2019. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/issue/view/3816. Acesso 19 de fevereiro de 2021. VOLLÚ, F.C. Novas tecnologias e o ensino de Artes Visuais. UFRJ: Revista Perspectiva Capiana, n. 01, 2006. Disponível em: https://www.academia.edu/7807742/Revista_Convergencias_Inova%C3%A7%C3%A3o_ tecnol%C3%B3gica_e_o_ensino_em_artes_visuais. Acesso 19 de fevereiro de 2021 CURSO: LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA EIXO 1: APRENDIZAGEM, DESENVOLVIMENTO E INCLUSÃO DESCRITIVO DA LINHA: Estudo das concepções de aprendizagem na Educação Física e suas implicações no desenvolvimento humano. Estudo sobre a aprendizagem e desenvolvimento do público-alvo da educação especial. Estudo sobre a inclusão na educação física escolar. Estudo da aplicação dos recursos da tecnologia da informação e comunicação, equipamentos e softwares na área da Educação Física Escolar e Inclusão. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BACIL, E. D. A.; MAZZARDO, O.; SILVA, M. P. Crescimento e Desenvolvimento Motor. Curitiba: InterSaberes, 2020. (BV) http://www.academia.edu/7807742/Revista_Convergencias_Inova%C3%A7%C3%A3o_ 47 BARACHO, A. F. O.; GRIPP, F. J.; LIMA, M. R. Os exergames e a educaçãofísica escolar na cultura digital. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, vol.34, no.1, Porto Alegre, Jan./Mar, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ rbce/v34n1/v34n1a09.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. CORREA, E. A.; Dagmar, H. Educação Física e Tecnologia: O Processo de “tecnização” Educacional. Editora Apris. 2020. (BV) COSTA, V. B. Inclusão escolar na educação física: reflexões acerca da formação docente. 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(Org.). Educação Física: plataformas de ensino e aprendizagem. Curitiba/PR. Editora Dialética e Realidade. 2020. (BV) MICALISKI, E. L.; FIGUERÔA, K. M. (Org.). Educação Física na EaD: histórico, cenários e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2019. (BV) SALGADO, M. U. C.; AMARAL, A. L. Tecnologias da Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. Guia do cursista. Brasília: MEC/SEED, 2008. (BV) SCHIMIDT, R. A.; LEE, T. D. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à aplicação. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. (BV) SHUMWAY-COOK, A.; WOOLLACOTT, M. H. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 3. ed. Barueri: Manole, 2010. (BV) WILLRICH, A.; DE AZEVEDO, C. C. F.; FERNANDES, J. O. Desenvolvimento motor na infância: influência dos fatores de risco e programas de intervenção. Revista Neurociências, v. 17, n. 1, p. 51-56, 2009. Disponível em: EIXO 2: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR DESCRITIVO DA LINHA: Estudo sobre a organização metodológica e pedagógica, fundamentos e concepções do ensino de Educação Física na educação básica. Estudo sobre os conteúdos estruturantes da educação física escolar (ginástica, lutas, esporte, dança, jogos e práticas corporais de aventura), podendo ou não estarem relacionadas à formação cultural, à educação e ao lazer, a partir de suas abordagens socioantropológicas, filosóficas, políticas e pedagógicas. Estudo sobre os aspectos anatômicos, http://www.scielo.br/pdf/ http://www.scielo.br/pdf/rbee/v24n1/1413-6538- http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%202009%201/226%20.pdf http://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a09v16n4.pdf 48 fisiológicos, biológicos e biomecânicos, relacionados às perspectivas da prevenção e promoção da saúde no âmbito da educação física escolar. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BARBOSA, V. L. P. Prevenção da obesidade na infância e na adolescência. Exercícios nutrição e psicolo- gia. 2. ed. rev. ampl. Barueri, SP: Manole, 2009. (BV) BETTI, M.; ZULIANI, L. R. Educação Física Escolar: Uma proposta de diretrizes pedagógicas. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo: Editora Mackenzie. Ano 1, nº1, p73-81, 2002. Disponível em: DARIDO, S. C. Os conteúdos da educação física escolar: influências, tendências, dificuldades e possibilidades. Perspectivas em educação física escolar, v. 2, n. 1, p. 5-24, 2001. Disponível em: http://cev.org.br/arquivo/ biblioteca/2002828.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. DARIDO, S. C; SOUZA JUNIOR, O. M. Para ensinar Educação Física: possibilidades de intervenção na escola. Campinas, SP: Papirus, 2015. (BV) FERREIRA, H. S.; OLIVEIRA, B. N.; SAMPAIO, J. C. Análise da percepção dos professores de educação física acerca da interface entre a saúde e a educação física escolar: Conceitos e metodologias. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 35(3), 673-685, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbce/v35n3/11.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. FINCK, S. C. M. A Educação Física e o esporte na escola: cotidiano saberes e formação. 2. Ed. Curitiba: InterSaberes, 2012. (BV) GALVÃO, Z. Educação física escolar: A prática do bom professor. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte. V.1, nº 1, p. 65-72, 2002. Disponível em: http://files.sandrasofiapintobarbosa.webnodept/200000038-90a2790ebf/Estudo%20- %20Papel%20do%20Prof%20EF.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. GOULART. A. R. Jogos pré-desportivos na Educação Física escolar: Linhas de ensino, desenvolvimento motor e psicomotricidade. São Paulo: Labrador, 2018. (BV) GUEDES. D. P. Educação para a saúde mediante programas de Educação Física escolar. São Paulo. Motriz, v. 5, n. 1, jun, 1999. 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REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BARBANTI, V. J. Teoria e prática do treinamento esportivo. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1997. (BV) BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. (BV) BIEDRZYCKI, B. P. et al. Educação física inclusiva e esportes adaptados. Porto Alegre: SAGAH, 2020. (BV) DA COSTA, A. M.; SOUSA, S. B. Educação física e esporte adaptado: história, avanços e retrocessos em relação aos princípios da integração/inclusão e perspectivas para o século XXI. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 25, n. 3, 2004. Disponível em: http://revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/236. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. DE MOURA SIMIM, M. A. et al. O estado da arte das pesquisas em esportes coletivos para pessoas com deficiência: uma revisão sistemática. Arquivos de Ciências do Esporte, v. 6, n. 1, 2018. Disponível em: http:// seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/aces/article/view/2526. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. DINIZ, M. Inclusão de pessoas com deficiênciae/ou necessidades específicas: avanços e desafios. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012. (BV) GHORAYEB, N. et al. Atualização da Diretriz em Cardiologia do Esporte e do Exercício da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte-2019. Arquivos brasileiros de cardiologia, v. 112, n. 3, p. 326-368, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/abc/v112n3/pt_ 0066-782X-abc-112-03-0326.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. GOMES, A. C. Treinamento desportivo: estruturação e periodização. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. (BV) http://revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/236 http://www.scielo.br/pdf/abc/v112n3/pt_ 50 GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. Barueri: Manole, 2010. (BV) LIMA, C. S.; PINTO, R. S. Cinesiologia e musculação. Porto Alegre: Artmed, 2007. (BV) MACIEL, M. G. Atividade física e funcionalidade do idoso. 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Atividade física: qualidade de vida e promoção da saúde. São Paulo: Editora Atheneu, 2014. (BV) EIXO 2: MOVIMENTO HUMANO E EDUCAÇÃO FÍSICA DESCRITIVO DA LINHA: Estudo sobre o movimento humano com foco nas diferentes formas e modalidades de atividade física, da ginástica, do jogo, do esporte, da luta/arte marcial, da dança, a partir de suas abordagens socioantropológicas, filosóficas, políticas e pedagógicas. Estudo das concepções de aprendizagem do movimento humano e suas implicações no seu desenvolvimento. Estudo da aplicação dos recursos da tecnologia da informação, comunicação, equipamentos e softwares na área do movimento. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BACIL, E. D. A.; MAZZARDO, O.; SILVA, M. P. Crescimento e Desenvolvimento Motor. Curitiba: InterSaberes, 2020. (BV) BARBANTI, V. J. Dicionário de educação física e esportes. 3. ed. Barueri: Manole, 2011. (BV) BETTI, M. Educação física e cultura corporal de movimento: uma perspectiva fenomenológica e semiótica. Journal of Physical Education, v. 18, n. 2, p. 207-217, 2007. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/277093593_EDUCACAO_FISICA_E_CULTURA_CORPOR AL_DE_MOVIMENTO_UMA_PERSPECTIVA_FENOMENOLOGICA_E_SEMIOTICA. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. http://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a23v16n4.pdf http://www.researchgate.net/publication/277093593_EDUCACAO_FISICA_E_CULTURA_CORPOR 51 DE MARCO, A. (org). Educação física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2015. (BV) LAFAIETE, L. O. J. et al. Metodologia das lutas. Porto Alegre: SAGAH, 2019. (BV) GALATTI, L. R. et al. Pedagogia do esporte: tensão na ciência e o ensino dos jogos esportivos coletivos. Revista da Educação Física/UEM, v. 25, n. 1, p. 153-162, 2014. Disponível em: http://periodicos.uem.br/ojs/ index.php/RevEducFis/article/view/21088/13665. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. GALLAHUE, D. L. Conceitos para maximizar o desenvolvimento da habilidade de movimento especializado. 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Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano, v. 13, n. 5, p. 392- 403, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbcdh/v13n5/a11v13n5.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. VASQUES, D. G. As artes marciais mistas (MMA) como esporte moderno: entre a busca da excitação e a tolerância à violência. Esporte & Sociedade, v. 8, n. 22, 2013. Disponível em: https://silo.tips/queue/ as-artes-marciais-mistas-mma-como-esporte-moderno-entre-a-busca-da- excitaao-e-a? &queue_id=-1&v=1614818187&u=MjgwNDoxNGM6ODc4MTo5MmY4OjM4Nzc6ZTQ0NTplYWRlO mYxODA=. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. EIXO 3: ADMINISTRAÇÃO, TECNOLOGIA E GESTÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA DESCRITIVO DA LINHA: Estudo de princípios e modelos de administração e gestão de eventos, espaços e equipamentos de atividades físicas, recreativas e esportivas. Estudo da aplicação dos recursos da tecnologia da informação, comunicação, equipamentos e softwares na área da Educação Física. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS http://periodicos.uem.br/ojs/ http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ http://www.scielo.br/pdf/rbcdh/v13n5/a11v13n5.pdf 52 AMARAL, S. C. F.; COSTA, E. T. Possibilidades de matricialidade na administração pública do lazer. Movimento, vol. 18, núm. 1, enero-marzo, pp. 205-220, 2012. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/ Movimento/article/view/19220/17347. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. BARACHO, A. F. O.; GRIPP, F. J.; LIMA, M. R. Os exergames e a educação física escolar na cultura digital. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, vol.34, no.1, Porto Alegre, Jan./Mar, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/ rbce/v34n1/v34n1a09.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. BARROS FILHO, M. A.; PEDROSO, C. A. M. Q.; FATTA, G. L. C. L.; LIMA, W. H. G. A.; SILVA, T. C. A.; ROCHA, V. L. S. Perfil do gestor esportivo brasileiro: uma revisão de literatura. RIGD, vol.3, supl. 1, p. 44-52, dez, 2013. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/321335208_Perfil_do_Gestor_Esportivo_Brasileiro_ Uma_Revisao_de_Literatura. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. CARREIRO, E. A. Gestão da educação física e esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. (BV) CORREA, E. A.; Dagmar, H. Educação Física e Tecnologia: O Processo de “tecnização” Educacional. Editora Apris. 2020. (BV) KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. 8.ed. Campinas: Papirus, 2012. (BV) MALLEN, C.; ADAMS, L. J. Gestão de Eventos Esportivos, Recreativos e Turísticos: dimensões teóricas e práticas. Barueri: Manole, 2013. (BV) MARTINS, D. J. Q. Planejamento de eventos esportivos e recreativos. Curitiba: Intersaberes, 2018. (BV) MATIAS, M. (org.) Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos culturais, sociais e esportivos. Barueri: Manole, 2011. (BV) MELLO, J. A. C.; SILVA, S. A. P. S. Competências do gestor de academias esportivas. 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Porto Alegre: Bookman, 2007. (BV) http://www.scielo.br/pdf/ http://www.researchgate.net/publication/321335208_Perfil_do_Gestor_Esportivo_Brasileiro_ http://www.scielo.br/pdf/motriz/v19n1/a08v19n1 53 ZOBOLI, F.; CORREIRA, E. S.; ALMEIDA, F. Q. Filosofia da tecnologia e Educação Física: tensões a partir do corpo. Motrivivência, v. 26, n. 43, p. 287-299, dezembro, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175- 8042.2014v26n43p287/28125. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. CURSO: LICENCIATURA EM MÚSICA EIXO 1: Metodologias do ensino da Música DESCRITIVO DA LINHA: Pesquisa sobre o desenvolvimento da pedagogia musical e das propostas metodológicas de ensino da música numa perspectiva histórica, política, crítica e analítica dentro do ambiente educacional e diferentes contextos; Bases e estruturação da educação musical até os dias atuais; Compreender: as distintas possibilidades pedagógicas do ensino da música; as propostas de ensino da música a partir da inter-relação da área com dimensões culturais e sociais do universo musical contemporâneo; a aplicação de propostas de educação musical inclusiva; tanto nas modalidades EAD como presencial. A música e as tecnologias contemporâneas. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS ALMEIDA, B; PUCCI, M. Há espaço para as músicas indígenas em um Brasil multicultural? A inserção do repertório indígena na educação musical. VIII Encontro Regional Norte da ABEM. 2014. Rio Branco: Disponível em: . Acesso em 19 de fev. 2021. BELLOCHIO, Cláudia. Formação de professores de música: desafios éticos e humanos para pensar possibilidades e inovações. Revista da Abem. Londrina, v. 24, n. 36, p. 8-22, jan.jun. 2016. Disponível em: . Acesso em 16 de fev. 2021. FUCCI-AMATO, Rita. Escola e educação musical: (Des) caminhos históricos e horizontes. Campinas, SP: Papirus, 2015. (BVP). ILARI, Beatriz. Música na infância e adolescência: um livro para pais, professores e aficionados. Curitiba: IBPEX, 2009. (BVP). LOUREIRO, Alícia Maria Almeida. O Ensino de música na escola fundamental. Campinas, SP: Papirus, 2006. (BVP). MATEIRO, Tereza; ILARI, Beatriz. (Org.). Pedagogias em Educação Musical. Curitiba: Intersaberes. 2012. (BVP). MATEIRO, Tereza; ILARI, Beatriz. (Org.). Pedagogias Brasileiras em Educação Musical. Curitiba: Intersaberes, 2016. http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_norte/regional_norte/pa http://abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabem/article/view/ 54 MENEZES, Mara. Avaliação em Educação Musical: construção e aplicação do Programa de Avaliação em Música (PAM). XVIII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação (ANPPOM). Salvador. 2008. Disponível em: http://anppom.org.br/anais/anaiscongresso_anppom_2008/comunicas/COM421%20- %20Menezes.pdf Acesso em 15 de fev. 2021. ROSA, Lilia de Oliveira. Musicalização na escola: do infantil aos anos iniciais do ensino fundamental, Curitiba: Intersaberes. 2022. (BVP). SOARES, Lisbeth. Música, Educação e Inclusão: Reflexões e Práticas para o Fazer Musical. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). SWANWICK, Keith. Música, mente e educação. Tradução. STEUERNAGEL, M. S. Belo Horizonte: Autêntica. 2014. (BVP). VELOSO. Flávio. Improvisação e o ensino de música: aportes à prática docente. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). WILLE, Regina Blank. Educação musical formal, não formal ou informal: um estudo sobre processos de ensino e aprendizagem musical de adolescentes. Revista da Abem, Porto Alegre, v. 13, p. 39-48, 2005. Disponível em: . Acesso em 08 de fev. 2021. ZAGONEL, Bernadete. Brincando com Música na Sala de Aula: jogos de criação musical usando a voz o corpo e o movimento. Curitiba: Intersaberes. 2012. (BVP). EIXO 2: MUSICOLOGIA DESCRITIVO DA LINHA Estudo acadêmico e sistemático dos saberes e das práticas musicais, podendo abranger: história geral da música, de matriz ocidental ou não; história da música brasileira; diversos aspectos da teoria musical; análise musical; práticas culturais relacionadas à música; estudos de técnicas e tecnologias que contribuam para o fazer musical. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS ANDRADE, Mário de. Pequena História da Música. 1.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015. (BVP) BORNHOLDT, Jeimely Heep. História da Música: da Antiguidade ao Barroco. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2021. (BVP) BORNHOLDT, Jeimely Heep. História da Música: do Classicismo ao Contemporâneo. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2021. (BVP) CORREA, Hugo Leonardo Martins. Arranjo Musical. 1. ed. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). GONÇALVES, Lilian Sobreira. Fundamentos de harmonia e análise musical. Curitiba: Intersaberes. 2023. (BVP). GOROSITO, Leonardo. Notação e Linguagem Musical. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2020. (BVP) http://anppom.org.br/anais/anaiscongresso_anppom_2008/comunicas/COM421%20- http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabem/article/ 55 MALAQUIAS, Tadeu Aparecido. Introdução ao folclore musical: perspectivas e abordagens PAOLIELLO, Guilherme. Estruturação Musical: introdução ao estudo das formas musicais do Ocidente. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2021. (BVP). SIQUEIRA. Alysson. Acústica. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). SIQUEIRA. Alysson. Leitura e Escrita Musical. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). Siga-nos nas redes sociais! @uninteresehl @linguagensuninter Linguagens Cultural e Corporal Uninter - Graduação https://www.instagram.com/uninteresehl/ https://www.instagram.com/linguagensuninter/ https://www.facebook.com/linguagensculturalecorporalunintergradregionais que foram feitas, os problemas que foram observados, bem como a importância da atividade para a formação humana e acadêmica. Para tanto, o ponto de partida é escolher um dos eixos de pesquisa do seu curso, podendo relacioná-lo com as práticas realizadas, para a escrita do resumo expandido, que deve organizar-se nos seguintes tópicos: 1. Introdução; 2. Metodologia; 3. Discussões Teóricas e Resultados; 4. Considerações; Referências. Sobre a extensão, deverá ter de 3 a 7 páginas, considerando as referências. No item 5.3 você encontrará mais orientações sobre como produzir o resumo expandido. Agora, observe os eixos de pesquisa do seu curso. 7 4. EIXOS DE PESQUISA A primeira etapa para a produção do TCC é a escolha do tema. É um momento desafiador, já que precisamos definir o tema a partir dos eixos do curso e do interesse que temos na pesquisa. É importante também delimitar o assunto e especificar o tema para que a pesquisa tenha foco. A seguir, observe os eixos de pesquisa do seu curso, que serão o ponto de partida para a delimitação do tema. No anexo, você encontrará a descrição de cada eixo e a indicação de autores e bibliografias. CURSO EIXOS Bacharelado em Artes Visuais EIXO 1. PROCESSOS DE CRIAÇÃO EM ARTES VISUAIS EIXO 2. LINGUAGENS DAS ARTES VISUAIS Licenciatura em Artes Visuais EIXO 1. ARTES VISUAIS NO AMBIENTE ESCOLAR EIXO 2. ARTES VISUAIS E PROCESSOS DE INCLUSÃO EIXO 3. ARTES VISUAIS EM DIFERENTES CONTEXTOS Bacharelado em Educação Física EIXO 1. SAÚDE, BEM-ESTAR E TREINAMENTO EIXO 2. MOVIMENTO HUMANO E EDUCAÇÃO FÍSICA EIXO 3. ADMINISTRAÇÃO, TECNOLOGIA E GESTÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA Licenciatura em Educação Física EIXO 1. APRENDIZAGEM, DESENVOLVIMENTO E INCLUSÃO EIXO 2. FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Licenciatura Música EIXO 1. METODOLOGIAS DO ENSINO DA MÚSICA EIXO 2. MUSICOLOGIA 8 5. ETAPAS DO TCC O trabalho de conclusão do curso deverá ser realizado em quatro etapas. Primeiramente, você deve descrever, no projeto de pesquisa, o tema escolhido a partir dos eixos de pesquisa do seu curso, justificando essa escolha, elucidando o objetivo central, sinalizando a metodologia adotada para esta pesquisa bem como o referencial teórico que será utilizado. Para isso, utilize o template disponibilizado neste manual e na sala MPTCC e faça a postagem no AVA Univirtus, no link TRABALHOS, em formato Word ou similar, e aguarde a aprovação. Após a análise e a aprovação do projeto de pesquisa, você deverá realizar a segunda etapa da disciplina, que é a participação em duas reuniões síncronas (ao vivo e online), nas datas preestabelecidas conforme cronograma disponibilizado. Essas reuniões auxiliarão na elaboração do resumo expandido. Após a conclusão da participação nas duas reuniões, solicite a sua declaração de frequência pela tutoria da sala da disciplina MPTCC. Realize a postagem dessa declaração em formato PDF no link TRABALHOS, junto com o seu resumo expandido. A terceira etapa do TCC é a escrita do resumo expandido (parte escrita), a partir do projeto de pesquisa já aprovado e fazendo o uso do template disponibilizado neste manual e na sala MPTCC. Com o resumo expandido finalizado, poste o arquivo em formato Word ou similar no AVA Univirtus, no link TRABALHOS. Quadro 1 – Alunos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais Atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) dos cursos de graduação em Artes Visuais que determinam em seu Artigo 8º: “Art. 8º O Trabalho de Curso é componente curricular obrigatório, que deverá conter os seguintes componentes: II - Para o licenciando: a) uma monografia sobre um tema das Artes Visuais; b) um projeto de curso a ser ministrado sobre esse tema; c) apresentação a uma banca examinadora composta por professores e profissionais da área, nos termos de regulamento próprio.” I - Para o bacharelando: a) uma reflexão escrita sobre o processo de desenvolvimento do trabalho; b) uma exposição individual ou coletiva em espaço público; c) apresentação a uma banca examinadora composta por professores e profissionais da área, nos termos de regulamento próprio. 1 – Licenciatura em Artes Visuais a) O estudante desenvolverá um Projeto Educacional que deverá, obrigatoriamente, ser aplicado presencialmente em sua cidade. Possíveis locais de aplicação: polo de apoio presencial, escola, ONG, igreja, museu, centro cultural, ou outra entidade afim. 9 A última etapa da realização do TCC é a apresentação/defesa do seu resumo expandido para um ou dois professores, os quais irão compor a banca de defesa e irão avaliar o momento de apresentação. A apresentação pode ser organizada em slides, no template disponibilizado na sala MPTCC. Lembre-se: essa é a última etapa do seu curso. O agendamento da apresentação deve ser solicitado ao seu polo somente após concluir todas as disciplinas da sua matriz curricular, indicando três possibilidades de data e horário. Veja no quadro seguinte as etapas de produção do TCC: O Projeto Educacional deve estar de acordo com o tema do Resumo Expandido e será inserido como Apêndice do Resumo Expandido. O template Resumo Expandido + Projeto Educacional está disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do estágio. Após finalização do Resumo Expandido e do Projeto Educacional, o arquivo deve ser postado, em formato Word ou similar, no link TRABALHO 2 – Resumo Expandido. b) Aprovado o Resumo Expandido e o Projeto Educacional com nota igual ou superior a 70, o estudante deverá realizar a aplicação do seu projeto e coletar evidências (fotos) desta aplicação. Finalizada a aplicação, preencher o Relatório de Evidências – template disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do estágio – e postar no link TRABALHO 3 – Relatório de Evidências. 2 – Bacharelado em Artes Visuais a) O estudante desenvolverá um Projeto de Exposição que deverá, obrigatoriamente, ser exposto virtualmente (Galeria Virtual ALMA) ou em sua cidade. Possíveis locais de aplicação: galeria virtual ALMA, associações de bairro, igrejas, museus, centros culturais, e outras entidades afim. O Projeto de Exposição deve estar de acordo com o tema do Resumo Expandido e será inserido como Apêndice. O template Resumo Expandido + Projeto de Exposição está disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do estágio. Após finalização do Resumo Expandido e do Projeto de Exposição, o arquivo deve ser postado, em formato Word ou similar, no link TRABALHO 2 – Resumo Expandido. b) Aprovado o Resumo Expandido e o Projeto de Exposição com nota igual ou superior a 70, o estudante deverá realizar a aplicação do seu projeto e coletar evidências (fotos) desta exposição. Finalizada a exposição, preencher o Relatório de Evidências – template disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do estágio – e postar no link TRABALHO 3 – Relatório de Evidências. Observação: na opção de expor na Galeria virtual ALMA, após o Resumo expandido e Projeto de Exposição estarem aprovados, entre em contato via Tutoria da disciplina solicitando a inserção de sua obra em Mostras Coletivas. Quadro 1 – Etapas da produção do TCC – Bacharelados e Licenciaturas Etapas O que devo fazer? Onde devo postar? Etapa 1 Escolher um tema a partir dos eixos de pesquisa do seu curso como o ponto de partida para Poste o projeto de pesquisa em formato Word ou similar no ambiente virtual de 10 Fonte: Os autores. Etapa 1 a pesquisa e escrita do projeto de pesquisa (2 a 4 páginas), conforme Template. aprendizagem, no link TRABALHOS, e aguarde a correção e/ou aprovação. Etapa 2 Participar de duas reuniões síncronas para orientação do TCC, conforme calendário estabelecido. Após concluir a participação das duas reuniões, solicitar a declaração de frequência pela tutoria da disciplinaMPTCC. Poste a declaração de frequência em formato PDF no link TRABALHOS, junto com o seu resumo expandido. Etapa 3 Escrever o resumo expandido a partir do seu projeto de pesquisa (3 a 7 páginas), conforme Template. Poste o resumo expandido em formato Word ou similar no ambiente virtual de aprendizagem, no link TRABALHOS, e aguarde a correção e/ou aprovação. Lembre-se de postar junto, no mesmo link, a declaração de frequência. Etapa 4 Após a conclusão de todas as disciplinas do seu curso, solicite ao polo o agendamento da apresentação do TCC à banca examinadora, indicando três possibilidades de data e horário. Poderá organizar a apresentação em slides, no template disponibilizado. Não há postagem de material. Esta etapa é realizada por meio de videoconferência no Polo de Apoio Presencial ou na própria residência do estudante. Quadro 2 – Etapas da produção do TCC – Alunos de Artes Visuais Etapas O que devo fazer? Onde devo postar? Etapa 1 Escolher um tema a partir dos eixos de pesquisa do seu curso como o ponto de partida para a pesquisa e escrita do projeto Poste o projeto de pesquisa em formato Word ou similar no ambiente virtual de aprendizagem, no link TRABALHOS, e aguarde a 11 Fonte: Os autores. Etapa 1 de pesquisa (2 a 4 páginas), conforme Template. correção e/ou aprovação. Etapa 2 Participar de duas reuniões síncronas para orientação do TCC, conforme calendário estabelecido. Após concluir a participação das duas reuniões, solicitar a declaração de frequência pela tutoria da disciplina MPTCC. Poste a declaração de frequência em formato PDF no link TRABALHOS, junto com o seu resumo expandido. Etapa 3 Escrever o resumo expandido a partir do seu projeto de pesquisa (3 a 7 páginas) e o Projeto Educacional/Projeto de Exposição conforme Template. Poste o resumo expandido + projeto educacional/projeto de exposição (apêndice) em formato Word ou similar no ambiente virtual de aprendizagem, no link TRABALHOS, e aguarde a correção e/ou aprovação. Lembre-se de postar junto, no mesmo link, a declaração de frequência. Etapa 4 Após aplicar o projeto educacional/projeto de exposição e coletar as evidências, preencher o Relatório de Evidências, conforme Template. Poste o relatório de evidências em formato Word ou similar no ambiente virtual de aprendizagem, no link TRABALHOS, e aguarde a aprovação. Etapa 5 Após a conclusão de todas as disciplinas do seu curso, solicite ao polo o agendamento da apresentação do TCC à banca examinadora, indicando três possibilidades de data e horário. Poderá organizar a apresentação em slides, no template disponibilizado. Não há postagem de material. Esta etapa é realizada por meio de videoconferência no Polo de Apoio Presencial ou na própria residência do estudante. 12 O estudante possui até 4 tentativas de postagem, somando as etapas de Projeto de Pesquisa e Resumo Expandido + Declaração de Frequência. Caso não obtenha aprovação na parte escrita do TCC – deferimento do projeto de pesquisa e nota igual ou superior a 70 no resumo expandido – em até 4 postagens, será necessário refazer a disciplina de MPTCC, solicitando o Regime Tutorial. 6 POSTAGENS 4 POSTAGENS ALUNOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS O estudante possui até 6 tentativas de postagem, somando as etapas de Projeto de Pesquisa, Resumo Expandido + Projeto Educacional/Projeto de Exposição + Declaração de Frequência e Relatório de Evidências. Caso não obtenha aprovação na parte escrita do TCC – deferimento do projeto de pesquisa, nota igual ou superior a 70 no resumo expandido + projeto educacional/projeto de exposição e deferimento do relatório de evidências – em até 6 postagens, será necessário refazer a disciplina de MPTCC, solicitando o Regime Tutorial. 13 As etapas do trabalho de conclusão de curso serão descritas detalhadamente a seguir. 5.1 Etapa 1 – Projeto de Pesquisa O primeiro passo para a produção do seu resumo expandido é desenvolver um projeto de pesquisa, ou seja, ao elaborar um resumo expandido, você deve ter em mente algumas questões que serão norteadoras: O que pesquisar? Por que realizar a pesquisa? Como proceder? Qual método utilizar? O projeto de pesquisa, portanto, será o ponto de partida para a elaboração do seu resumo expandido. É a 1ª etapa do seu TCC, um planejamento básico do que irá realizar. Para tanto, você deverá utilizar o template e postar o projeto de pesquisa em arquivo Word ou similar no AVA Univirtus, no link TRABALHOS da disciplina MPTCC. Feita a postagem no AVA, o projeto de pesquisa será aprovado ou não por seu professor. No caso de aprovação, você poderá dar continuidade ao processo de elaboração do seu resumo expandido, sempre observando as colocações que porventura sejam feitas pelo professor. No caso de não aprovação, deverá fazer as adequações indicadas, submetendo novamente (observando prazos e número de tentativas) o projeto de pesquisa. Neste momento de apresentação do projeto de pesquisa, é preciso demonstrar um planejamento básico do que irá pesquisar, indicando o eixo de pesquisa e a atividade prática (portfólio, estudo de caso ou prática locorregional) que será selecionada para a escolha do tema da pesquisa. No texto elaborado, justifique a escolha da referida temática, relacionando-a com o seu curso de graduação. Escreva qual o objetivo central da pesquisa. Ainda é necessário indicar qual a metodologia adotada e os autores basilares para esta pesquisa que dará origem ao resumo expandido. Observe dados sobre conteúdo e formatação da apresentação: O projeto de pesquisa deve ser realizado a partir do template em word disponibilizado neste manual e na sala da disciplina MPTCC; Deve ter entre 2 e 4 páginas; Sobre a formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. Fonte: Candara tamanho 11 para citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. No projeto de pesquisa, deverá abordar os seguintes tópicos: 1. Título do projeto de pesquisa. 2. Dados de identificação (nome, RU e curso). 3. Tema: é o assunto que você irá pesquisar a partir dos eixos de pesquisa e das práticas locorregionais do seu curso. 5.1.1 Template para o Projeto Esse é o template do projeto. Um arquivo em Word será disponibilizado na sala da disciplina. TÍTULO DO PROJETO SOBRENOME, Nome do autor (aluno) Licenciando/Bacharelando em (curso do aluno/a) - UNINTER EIXO DE PESQUISA ESCOLHIDO: 1. TEMA Tema é o assunto que se deseja pesquisar, ou seja, O QUE você vai estudar. A escolha do tema não deve ocorrer ao acaso, pois ele deve articular-se com os eixos do curso, com as atividades práticas e com as experiências adquiridas por meio de leituras ou pela própria prática profissional. Observe que, na condição de autor de seu trabalho, é fundamental que o tema seja significativo e atraente para você, bem como compatível com suas condições concretas de realização. Enfim, o tema deve ser de seu interesse e ter relação direta com a área do seu curso e com o conteúdo que você aprendeu. 14 4. Problema: é um questionamento relacionado ao tema que norteará o desenvolvimento do estudo. 5. Justificativa da relevância da sua pesquisa e da escolha do tema dos eixos de pesquisa e das práticas locorregionais do seu curso. 6. Objetivos geral e específicos. 7. Metodologia da pesquisa (bibliográfica, documental...). 8. Revisão bibliográfica: apresente os principais autores e suas concepções.9. Referências: indicar os autores que citou no seu texto. Formato do arquivo para postagem: Seu projeto deverá ser postado PREFERENCIALMENTE no formato Word (com extensão “.doc” ou “.docx”). Se utilizado um software livre, salvar o arquivo no formato RTF. A postagem em outros formatos (como, por exemplo, JPEG ou PDF) impossibilita a correção e qualquer tipo de orientação. Para nortear essa escolha, cada curso estipula eixos de pesquisa para o TCC. Conheça quais são os eixos de pesquisa do seu curso nos anexos deste manual. Portanto, observe que um tema de TCC deve ter uma delimitação precisa de pesquisa, ou seja, não pode ser algo muito geral e abrangente na área. Para ter profundidade e relevância acadêmica, o trabalho deve apresentar, dentro de uma temática geral, um recorte mais específico no tempo e no espaço. 2. PROBLEMA Elabore uma pergunta síntese. O problema de pesquisa é um questionamento relacionado ao tema que norteará o desenvolvimento do estudo. Essa problematização, que é redigida na forma de uma pergunta, deverá ser respondida pelo estudante por meio de sua pesquisa. Portanto, o problema se refere a O QUÊ você quer compreender, analisar, responder com seu trabalho, assim como em QUAL INTERVALO DE TEMPO e em QUAL ESPAÇO o fenômeno ocorreu. O que + Quando + Onde (Objeto + Tempo + Espaço). 3. JUSTIFICATIVA Justifique a relevância de sua pesquisa. A justificativa é o argumento que descreve a importância da pesquisa para a área de conhecimento de seu curso, para sua formação, para a sociedade em geral e para a comunidade local, quando for o caso. A justificativa deve ser escrita em um parágrafo único e deve ser sucinta. Portanto, aqui você irá explicar POR QUÊ/PARA QUÊ será relevante seu trabalho. 4. OBJETIVOS Apresente o objetivo geral e os objetivos específicos da pesquisa. Objetivo geral: é a ideia central de uma pesquisa e deve descrever de forma sucinta a finalidade do estudo. Portanto, é a ação que vai responder a sua pergunta de pesquisa, o seu problema. Lembre-se de que os objetivos devem ser redigidos iniciando com um verbo no infinitivo. Objetivos específicos: devem detalhar as ideias e as ações necessárias para a realização da pesquisa. Em geral, devem ser redigidos iniciando com um verbo no infinitivo. No Anexo I deste manual há uma lista com sugestões de verbos. Atente para escrever objetivos alcançáveis. Os objetivos específicos são práticos, apontam o quê o pesquisador irá executar. Indica-se a elaboração de 2 a 3 objetivos específicos, que devem ser apresentados em forma de tópicos. 5. METODOLOGIA A metodologia é um conjunto de instrumentos e etapas usados para atingir determinado objetivo 15 durante a realização de uma pesquisa. Portanto, a metodologia está relacionada à exposição do processo da investigação. Nela, você apresentará COMO você chegou a esse caminho de pesquisa e COM QUAIS ferramentas você desenvolveu seu trabalho para conhecer o assunto que se propôs a investigar. Dessa forma, neste item, explique e conceitue a metodologia utilizada na sua pesquisa: Pesquisa bibliográfica - Pesquisa realizada em fontes documentais como bibliotecas, hemerotecas, bancos de dados etc. Pesquisa realizada em trabalhos impressos de outros autores, que compõem o acervo de bibliotecas, bancos de dados, sites de periódicos científicos etc. Os textos pesquisados são livros, teses, dissertações, artigos ou outra produção científica. Ao escolher uma pesquisa bibliográfica como metodologia, procure estabelecer critérios para a escolha dos autores e das fontes utilizadas. Aqui sugerimos um roteiro para a seleção dos autores que devem fazer parte do estudo: (a.1) procure nas revistas de maior repercussão e impacto no campo de estudo escolhido que, em geral, estão disponibilizadas nas plataformas online descritas no Anexo II; (a.2) procure na biblioteca virtual os livros disponíveis para consulta, que são referências em seu campo de estudos; (a.3) estabeleça um critério para a escolha dos autores como, por exemplo, maior número de citações, aderência com a temática, artigos mais recentes, artigos publicados em uma revista específica, clássicos, entre outros; (a.4) explique para o leitor quais foram os critérios adotados para a seleção dos autores. Lembre-se de que uma pesquisa bibliográfica apresenta algum tipo de sistematização do conjunto de autores adotados. Justifique e explique essa escolha. Pesquisa documental - Elaborada a partir de qualquer tipo de documento conservado em arquivos de órgãos públicos e instituições ou entidades privadas, como associações atléticas, científicas, culturais ou comunitárias, empresas, igrejas, partidos políticos, sindicatos, escolas etc. Podem ser documentos impressos, gravados em áudio ou vídeo. Exemplos de fontes documentais: atas, boletins, entrevistas, filmes, fotografias, memorandos, ofícios, regulamentos, cartas, jornais, diários. Ao contrário da pesquisa bibliográfica, a documental utiliza-se de material ainda não investigado. Neste item, enfim, informe e conceitue a metodologia de pesquisa utilizada, mencione as fontes/autores pesquisados para desenvolver o TCC (livros, artigos, arquivos, filmes...), as plataformas de pesquisa que acessou (Scielo, Capes, Google Acadêmico...) e se houve recorte temporal das fontes pesquisadas. 6. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Neste item, apresente os principais autores e suas concepções. É fundamental fazer o levantamento de publicações que já existem sobre o assunto a ser pesquisado, de forma a definir o que já se sabe sobre o tema. Portanto, a revisão bibliográfica e o estado da arte exprimem o conjunto de autores a partir dos quais o tema foi e será abordado. Trata-se de um item imprescindível em um TCC. Lembre-se: quando consultar revistas científicas, livros e artigos, acesse fontes academicamente confiáveis, evitando blogs e sites com conteúdo de senso comum 16 ou sem comprovação científica. Nos anexos deste manual, você encontra tanto as recomendações específicas de sua área (Anexo VI) quanto algumas indicações de repositórios gerais dessas fontes para realizar sua revisão bibliográfica (Anexo II), além de como referenciar as citações diretas e indiretas em seu texto (Anexo III). O sistema a ser usado para citação de fontes é o autor-data (SOBRENOME, 1990, p. 13), conforme normas da ABNT. Citações diretas superiores a 3 linhas devem ser realizadas conforme normas ABNT, sendo formatada em fonte Candara, tamanho 11, espaçamento simples, texto justificado, recuo de 4 cm da margem esquerda. Por exemplo: Textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor (SOBRENOME, ano, p. xx). Caso sejam utilizados tabelas, imagens ou gráficos, deve-se manter a seguinte organização: Fonte: Indicar fonte de pesquisa. 7. REFERÊNCIAS Nas referências, devem constar todas as fontes citadas no decorrer do texto: livros, artigos de revistas, endereços eletrônicos, entre outras. Obras não citadas no texto não devem fazer parte deste item. As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética e de acordo com as normas da ABNT. Para compor corretamente a lista de referências de trabalho, consulte o Anexo V deste manual e as normas da ABNT. 17 Tabela/Imagem/Gráfico 1 – Título da Tabela, imagem ou do Gráfico. 5.2 Etapa 2 – Reuniões de TCC Faz parte da disciplina MPTCC a participação em duas reuniões em que discutiremos as etapas de realização do TCC. Dessa forma, é preciso verificar no cronograma as datas e horários das reuniões e escolher duas delas para participar de forma síncrona (ao vivo e online). Após concluir a participação em duas reuniões, você deve solicitar adeclaração de frequência pelo link tutoria da sala da disciplina MPTCC. E fará a postagem do arquivo da declaração que foi emitida no formato PDF, no link TRABALHOS, junto com o seu resumo expandido. 5.3 Etapa 3 – Resumo Expandido O resumo expandido será elaborado depois do projeto de pesquisa (1ª etapa) ter sido aprovado pelo professor. O projeto de pesquisa é o ponto de partida para a elaboração do resumo expandido. Observe dados sobre conteúdo e formatação do resumo expandido: 5.3.1 Template para o Resumo Expandido Esse é o template do resumo expandido. Um arquivo em Word será disponibilizado na sala da disciplina. 18 O resumo expandido deverá conter no mínimo 3 e no máximo 7 páginas, contando com as referências bibliográficas. Formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. Fonte: Candara tamanho 11 para citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. O resumo expandido deve organizar-se nos seguintes tópicos: 1. Introdução; 2. Metodologia; 3. Discussões Teóricas e Resultados; 4. Considerações; Referências. Formato do arquivo para postagem: Seu TCC deverá ser postado PREFERENCIALMENTE no formato Word (com extensão “.doc” ou “.docx”). Se utilizado um software livre, salvar o arquivo no formato RTF. A postagem em outros formatos (como, por exemplo, JPEG ou PDF) impossibilita a correção e qualquer tipo de orientação. TÍTULO DO RESUMO EXPANDIDO SOBRENOME, Nome do autor (aluno) Licenciando/Bacharelando em (curso do aluno/a) - UNINTER 1. INTRODUÇÃO Dentre os vários métodos usados para elaborar pesquisas, o resumo expandido é um exemplo. Dessa forma, nos valeremos desse gênero acadêmico para abordar os estudos e a experiência tida a partir das atividades práticas locorregionais do seu curso. Para tanto, observe atentamente as orientações neste template. Seu resumo expandido deve conter no mínimo 3 e no máximo 7 páginas, contando com as referências bibliográficas. Sobre a formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. Fonte: Candara tamanho 11 para citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. O resumo expandido deve apresentar, de forma concisa, a ideia geral de um tema. É um documento cujas ideias são entendidas no menor tempo possível, dessa forma, o texto precisa estar focado no assunto central, de forma concisa e clara. Partindo dessas premissas, este resumo expandido será o resultado do que o estudante pesquisou e experenciou com as atividades práticas locorregionais (estudo de caso, portfólio e atividade locorregional) que desenvolveu durante a trajetória acadêmica no seu curso. Dessa forma, é a partir de temáticas pesquisadas, discutidas e vivenciadas nas atividades práticas que o resumo expandido será desenvolvido, expondo a pesquisa e a reflexão sobre as práticas locorregionais realizadas, as teorias estudadas, as descobertas regionais que foram feitas, os problemas que foram observados, bem como a importância da atividade para a formação humana e acadêmica. Para tanto, o ponto de partida é escolher um dos temas abordados nas atividades práticas do seu curso para a escrita do resumo expandido, que deve organizar-se nos seguintes tópicos: 1. Introdução; 2. Metodologia; 3. Discussões Teóricas; 4. Considerações; Referências. A introdução deve criar uma expectativa positiva e estimular o interesse do leitor para a continuação da análise de todo texto. A introdução apresenta o assunto e delimita o tema, analisando a problemática que será investigada, definindo conceitos e especificando os termos adotados, a fim de esclarecer o assunto. Assim, procure reservar um parágrafo para cada um dos seguintes itens que devem compor a 19 introdução: inicie apresentando o tema (um parágrafo), partindo da atividade prática escolhida, seguindo com a problemática (um parágrafo), objetivos geral e específicos (um parágrafo), autores que serão usados, (um parágrafo), e encerre com um parágrafo que indique os resultados encontrados, ao mesmo tempo em que se procura manter o leitor interessado em realizar a leitura do texto. 2. METODOLOGIA A metodologia é um conjunto de instrumentos e etapas usados para atingir determinado objetivo durante a realização de uma pesquisa. Portanto, a metodologia está relacionada à exposição do processo da investigação. Nela, você apresentará COMO você chegou a esse caminho de pesquisa e COM QUAIS ferramentas você desenvolveu seu trabalho para conhecer o assunto que se propôs a investigar. Dessa forma, neste item, explique e conceitue a metodologia utilizada na sua pesquisa: Pesquisa bibliográfica - Pesquisa realizada em fontes documentais como bibliotecas, hemerotecas, bancos de dados etc. Pesquisa realizada em trabalhos impressos de outros autores, que compõem o acervo de bibliotecas, bancos de dados, sites de periódicos científicos etc. Os textos pesquisados são livros, teses, dissertações, artigos ou outra produção científica. Ao escolher uma pesquisa bibliográfica como metodologia, procure estabelecer critérios para a escolha dos autores e das fontes utilizadas. Aqui sugerimos um roteiro para a seleção dos autores que devem fazer parte do estudo: (a.1) procure nas revistas de maior repercussão e impacto no campo de estudo escolhido, que, em geral, estão disponibilizadas nas plataformas online descritas no Anexo II; (a.2) procure na biblioteca virtual os livros disponíveis para consulta, que são referências em seu campo de estudos; (a.3) estabeleça um critério para a escolha dos autores, como, por exemplo, maior número de citações, aderência com a temática, artigos mais recentes, artigos publicados em uma revista específica, clássicos, entre outros; (a.4) explique para o leitor quais foram os critérios adotados para a seleção dos autores. Lembre-se de que uma pesquisa bibliográfica apresenta algum tipo de sistematização do conjunto de autores adotados. Justifique e explique essa escolha. Pesquisa documental - elaborada a partir de qualquer tipo de documento conservado em arquivos de órgãos públicos e instituições ou entidades privadas, como associações atléticas, científicas, culturais ou comunitárias, empresas, igrejas, partidos políticos, sindicatos, escolas etc. Podem ser documentos impressos, gravados em áudio ou vídeo. Exemplos de fontes documentais: atas, boletins, entrevistas, filmes, fotografias, memorandos, ofícios, regulamentos, cartas, jornais, diários. Ao contrário da pesquisa bibliográfica, a documental utiliza-se de material ainda não investigado. Neste item, enfim, informe e conceitue a metodologia de pesquisa utilizada, mencione as fontes/autores pesquisados para desenvolver o TCC (livros, artigos, arquivos, filmes...), as plataformas de pesquisa que acessou (Scielo, Capes, Google Acadêmico...) e se houve recorte temporal das fontes pesquisadas. 20 3. DISCUSSÕES TEÓRICAS E RESULTADOS É a parte principal do resumo expandido, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do tema pesquisado. Pode dividir-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método. Quanto mais conhecimento a respeito do tema do resumo expandido, mais estruturado e completo será o texto. A organização do conteúdo deve ser sequencial e progressiva, em função da lógica própria a qualquer assunto que, uma vez detectada, determina a ordem a ser adotada. Dessa forma, é preciso partir do tema de uma das atividades práticas realizadas durante o curso para investigar o problema que será proposto. É importante, também, explicar o resultado da atividade prática escolhida. De forma reflexiva, apresente suas descobertas, avalie o percurso da atividade (obstáculos, dificuldades,desafios, aprendizagens), mostre como a atividade auxiliou na relação da teoria com a prática e na compreensão e conhecimento do locorregional. Neste item, o pesquisador deve articular ideias e contribuições de outros autores com reflexões e discussões de sua própria autoria, com a finalidade de constituir a base teórica de sua pesquisa. Segundo Santos, Molina e Dias (2008, p. 154), este item “tem o objetivo de desenvolver o tema principal, ressaltando os aspectos mais importantes, de modo a discutir, analisar e interpretar o assunto em foco”. Em resumo, o desenvolvimento deve ocorrer mediante um conjunto de critérios que podem ser replicados por qualquer outro pesquisador. Transparência, confiabilidade e replicabilidade são as palavras de ordem em uma pesquisa científica. Para tanto, pesquisa em fontes seguras e cuidado com a questão da autoria são fundamentais. O sistema a ser usado para citação de fontes é o autor-data (SOBRENOME, 1990, p. 13), conforme normas da ABNT. Citações diretas superiores a 3 linhas devem ser realizadas conforme normas ABNT, sendo formatada em fonte Candara, tamanho 11, espaçamento simples, texto justificado, recuo de 4 cm da margem esquerda. Por exemplo: Textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor (SOBRENOME, ano, p. xx). Caso sejam utilizados tabelas, imagens ou gráficos, deve-se manter a seguinte organização: 21 Fonte: Indicar fonte de pesquisa e ano de publicação. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Esta é a parte final do resumo expandido, na qual são apresentadas as conclusões da pesquisa. Este item deve guardar proporções de tamanho e conteúdo, conforme a magnitude do trabalho apresentado. A função das considerações finais é de explicar, brevemente, as ideias que predominaram no texto como um todo, sem polêmicas ou controvérsias. Conforme o tipo e objetivo da pesquisa, o autor pode, nesta parte, incluir algumas recomendações gerais acerca de novos estudos, sensibilizar os leitores sobre fatos importantes, sugerir decisões urgentes ou práticas mais coerentes de pessoas ou grupos, entre outras considerações finais. 5. REFERÊNCIAS Nas referências, devem constar todas as fontes citadas no decorrer do texto: livros, artigos de revistas, endereços eletrônicos, entre outras. Obras não citadas no texto não devem fazer parte deste item. As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética e de acordo com as normas da ABNT. Para compor corretamente a lista de referências de trabalho, consulte o Anexo V deste manual e as normas da ABNT. 6. APÊNDICE TÍTULO DO PROJETO DE EXPOSIÇÃO NOME DO(A) ALUNO(A) RU 22 Tabela/Imagem/Gráfico 1 – Título da Tabela, imagem ou do Gráfico. ALUNOS DE BACHARELADO EM ARTES VISUAIS O projeto de experimento artístico autoral a ser desenvolvido terá uma estrutura de um relato de experiência e a partir dessa estrutura será realizada a síntese do resultado da experiência estética (memorial descritivo). 1. Apresentação O aluno deve apresentar, de maneira sucinta, sua proposta poética que tem como base seu resumo expandido. O foco deve estar em sua produção artística, considerando brevemente justificativa, objetivos e argumentos para sua experiência estética durante a sua produção artística. 2. Texto curatorial Apresente para o espectador de sua obra os objetivos teóricos e estéticos de sua poética. Reflita sobre o público-alvo e faça as devidas considerações em relação à mediação. 3. Descrição do processo criativo Neste campo, liste em formato de etapas como você organizou o seu processo criativo. Se julgar necessário, faça uso de imagens. 4. Apresentação final da obra Insira uma imagem nítida de sua proposta finalizada com a respectiva ficha técnica: 23 INCLUA AQUI A IMAGEM DA OBRA Nome: Nome artístico do autor da obra. Título: O título da obra e, se for o caso, da série a qual pertence. A obra não obrigatoriamente deve ter um título. Técnica/material: Técnica empregada para a feitura da obra e/ou os materiais e suportes utilizados. Dimensões: Obras bidimensionais: altura x largura (sempre a altura vem primeiro). No caso de dípticos, trípticos e polípticos as dimensões são dadas pelas partes; Obras tridimensionais: altura x largura x profundidade* Data: Ano em que foi concluída a obra. 5. Conclusão do relato de produção da obra O aluno deverá informar os resultados observados com relação à produção de sua obra, descobertas relevantes, erros, acertos, sempre com argumento com uma linguagem impessoal para dar credibilidade ao relato. 6. Exposição O aluno deverá indicar o local em que a obra será exposta, bem como outras informações relevantes, como: Exposição física/exposição online; Período de exposição; Recursos necessários para a exposição; Formato de divulgação. 6. APÊNDICE TÍTULO DO PROJETO EDUCACIONAL NOME DO(A) ALUNO(A) RU 1. CARGA HORÁRIA E PERIODICIDADE Indicar a carga horária do seu projeto educacional e a periodicidade, se necessário. A carga horária mínima é de 4 (quatro) horas e a máxima é de 8 (oito) horas. Carga horária: Periodicidade: 24 ALUNOS DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 2. LOCAL DE APLICAÇÃO E PÚBLICO-ALVO Apresentar onde e qual é o público-alvo que será atendido em seu projeto educacional em Artes Visuais. A aplicação deve ser realizada de forma física, preferencialmente em seu polo de apoio presencial e dirigido à comunidade. Também é possível aplicar em outros espaços, caso não seja possível realizar em seu polo. Assim, você deve indicar o local de aplicação, bem como o público a ser atendido. Local de aplicação: Público-alvo: 3. JUSTIFICATIVA Apresentar, em texto discursivo, a relevância do projeto educacional em Artes Visuais proposto e da sua aplicação para a comunidade, a partir da pesquisa desenvolvida em seu resumo expandido. 4. OBJETIVOS DA APLICAÇÃO DO PROJETO EDUCACIONAL 4.1 OBJETIVO GERAL Apresente 1 (um) objetivo geral. O objetivo geral deve indicar o que você pretende alcançar por meio do desenvolvimento do seu projeto educacional em Artes Visuais na sua comunidade. 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Estabeleça, no mínimo, 2 (dois) objetivos específicos, como passos necessários para atingir o objetivo geral. 5. DESENVOLVIMENTO Apresente detalhadamente as ações, atividades e/ou exercícios que serão desenvolvidos durante a aplicação do Projeto Educacional em Artes Visuais. 6. AVALIAÇÃO Apresentar como será realizada a avaliação dos participantes do projeto educacional. Também é necessário apontar os critérios de avaliação que subsidiarão o processo avaliativo de acordo com os objetivos específicos. 7. RECURSOS Descreva os recursos tecnológicos educacionais que serão utilizados para desenvolver o plano de aula ou o projeto de ensino (por exemplo: projetor, rádio, televisão, quadro de giz, entre outros). Descreva também o(s) material(is) didático(s) que será(ão) produzido(s) por você ou pelo público a quem aplicará a aula/projeto (jogo, slides, padlet, linha do tempo...). REFERÊNCIAS Autores e obras citados no item 4, síntese do assunto. Utilize, para as referências, as normas da ABNT. 25 26 SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo, se houver. Cidade: editora, ano. ATENÇÃO A nota da disciplina Metodologia da Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (MPTCC) é composta pela média entre o resumo expandido (parte escrita) e a apresentação/defesa. Como a apresentação/defesa é a última etapa do curso e só acontece com a conclusão de todas as disciplinas da matriz curricular, a nota da disciplina ficará abaixo da média,ainda que a nota atribuída à parte escrita seja acima de 70, até a realização da apresentação, não sendo necessário solicitar Regime Tutorial nesse caso. Tendo dúvidas, procure a tutoria na sala da disciplina. 5.4 Etapa 4 – Apresentação/Defesa do TCC A apresentação/defesa do TCC é a última atividade do seu curso, após a conclusão de todas as disciplinas da matriz curricular. É o momento em que você irá compartilhar o conhecimento adquirido por meio da pesquisa, bem como os resultados e as contribuições de seu trabalho para a sua área de formação. A apresentação deverá ser elaborada por você, podendo fazer o uso do template de slides que é disponibilizado na sala MPTCC. Após concluir todas as disciplinas, entre em contato com o seu Polo informando três possíveis datas e horários para o agendamento da apresentação. A solicitação é aberta pelo Polo de Apoio para o setor responsável pelos agendamentos da ESEHL. Não há postagem de material nesta etapa. Os slides devem ser usados somente na apresentação/defesa, sem necessidade de postagem prévia. A defesa do TCC é realizada por videoconferência na data e horário agendados ou, caso necessário, no Polo. A banca é composta por um ou dois professores designados pela Coordenação de TCC da área a que o estudante está vinculado. Organize a apresentação de no mínimo 10 minutos e no máximo 15 minutos, considerando nos slides (template disponibilizado na sala) os seguintes itens: título do TCC, nome do estudante, 27 introdução, contextualização do tema, objetivos da pesquisa, metodologia, descrição breve da fundamentação teórica e considerações finais. A banca examinadora deverá preencher o Termo de Defesa, no qual serão apontadas as considerações sobre o trabalho e a nota atribuída ao estudante. A arguição sobre o trabalho poderá estender-se por até 15 minutos. Após a apresentação do TCC para a banca avaliadora, os professores avaliadores assinam o Termo de Defesa, conferem todos os dados e, em seguida, enviam o documento para a Coordenação de TCC da área. Em seguida, a Coordenação posta no AVA. Por fim, o sistema fará o cálculo da nota, que será lançada, fechando a grade do estudante. Dessa forma, sobre a apresentação, observe o fluxo: Figura 1: Fluxo do TCC Aprovação do projeto de pesquisa e do resumo expandido. Participação em duas reuniões síncronas e postagem da declaração de frequência. Conclusão de todas as disciplinas da matriz curricular, incluindo estágios, atividades extensionistas, AACC. Pedir ao polo para agendar a apresentação do TCC, indicando três possíveis datas e horários. Polo encaminha solicitação para o setor de agendamento de TCC. Apresentação do TCC para a banca por meio de videoconferência ou no polo, podendo fazer o uso dos slides. Fonte: Os autores. 5.4.1 Modelo de slides para a apresentação do TCC Você pode utilizar um número maior de slides, mas sugerimos seguir os itens indicados nos modelos a seguir. E ressaltamos que o template dos slides está disponível na sala da disciplina: 28 29 5.4.2 Termo de Defesa da Apresentação do TCC Este é o termo de defesa, que será preenchido pelos professores da banca avaliadora. 6. CRITÉRIOS DE CORREÇÃO Como apresentamos, a disciplina MPTCC é desenvolvida em três fases. Agora, elucidaremos os critérios avaliativos de cada uma das fases: 30 FASE DESCRIÇÃO PESO 15 CONSIDERAÇÕES FINAIS Houve cruzamento dos dados teóricos, de modo a responder a pergunta de pesquisa? As análises e os 15 METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos mencionam os passos e o cunho da pesquisa, bem como o tipo de estudo? Um ou dois autores citados foram devidamente referenciados e são relevantes para a metodologia indicada para a pesquisa? As questões de autoria são respeitadas? 15 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Os autores citados foram devidamente referenciados e são relevantes para a pesquisa? Houve articulação entre as citações e as palavras do autor do texto, seguindo uma ordem lógica? Houve relação entre a teoria e a prática? As questões de autoria são respeitadas? 15 INTRODUÇÃO A introdução contempla os itens pertinentes a um trabalho científico (delimitação do assunto tratado, a justificativa, os objetivos, a metodologia adotada, os autores basilares que serão utilizados e como o texto está organizado)? As questões de autoria são respeitadas? 15 PROJETO DE PESQUISA VALIDADO OU NÃO VALIDADO Com projeto de pesquisa validado, o estudante poderá seguir para a próxima fase: o resumo expandido. Caso o projeto não seja validado, o estudante deverá realizar os ajustes indicados, fazendo mais uma vez a submissão no link Trabalhos (observando prazos e número de tentativas) Validado Não Validado RESUMO EXPANDIDO E DECLARAÇÃO DE FREQUÊNCIA (valor: 100) TÍTULO, TEMA, RECORTE O título reflete o conteúdo do trabalho e é suficientemente informativo? O tema da pesquisa contempla a escolha do eixo de pesquisa do curso? As questões de autoria são respeitadas? 31 LÍNGUA PORTUGUESA O texto apresenta sequência lógica, coesão, coerência, objetividade, linguagem e vocabulário científicos adequados, assim como ausência de erros gramaticais (concordância, crase, pontuação, regência etc.) e de ortografia? As questões de autoria são respeitadas? APRESENTAÇÃO E NORMAS O trabalho foi redigido de acordo com o gênero resumo expandido e obedece às normas da IES em relação a citações, espaçamento, recuo, referências bibliográficas, número de páginas etc? O template foi utilizado? As questões de autoria são respeitadas? RESUMO EXPANDIDO E DECLARAÇÃO DE FREQUÊNCIA (valor: 100) resultados auferidos estão claros e contemplam o método e os objetivos da pesquisa? Sugeriu-se aprofundamento ou novas pesquisas? As questões de autoria são respeitadas? 20 APRESENTAÇÃO ORAL DO TCC Demonstrou na apresentação o domínio do conteúdo, clareza, adequação didática e observância do tempo. 20 CONSIDERAÇÕES FINAIS Demonstrou durante a apresentação contribuições pessoais à luz dos conhecimentos teóricos, capacidade crítica e reflexiva, síntese do estudo apresentado no TCC. 30 DESENVOLVIMENTO DO TEMA DO TCC Demonstrou durante a apresentação a fundamentação teórica (citou autores), relacionando a teoria com a prática. 30 15 10 APRESENTAÇÃO/ DEFESA (valor: 100) INTRODUÇÃO Demonstrou durante a apresentação a contextualização do tema; as duas atividades práticas escolhidas; o objetivo geral da pesquisa; a justificativa. 32 7. REFERÊNCIAS ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Informação e documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e documentação – Resumo–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SANTOS, G. do R. C. M.; MOLINA, N. L.; DIAS, V. F. D. Orientações e dicas práticas para trabalhos acadêmicos. Curitiba: Ibpex, 2008. LEMBRE-SE A média da disciplina MPTCC é composta pelo resumo expandido + apresentação/defesa. Assim, até que realize a apresentação/defesa do TCC, que é a última etapa do seu curso, a média da disciplina não estará fechada, ainda que tenha obtido nota acima de 70 no resumo expandido. Em caso de dúvidas, entre em contato com a tutoria do curso. 33 ANEXOS34 ANEXO 1 – TABELA: SUGESTÃO DE VERBOS PARA REDIGIR OBJETIVOS Observe a tabela a seguir, com os verbos mais utilizados na redação dos objetivos. Eles estão separados de acordo com a intenção da pesquisa: conhecer, compreender, aplicar, analisar, sintetizar e avaliar. Esses verbos não esgotam todas as possibilidades, ainda há outros. Seus objetivos definirão os verbos adequados ao que você se propõe a fazer. O objetivo do quadro é, somente, ajudá-lo a encontrar alguns dos verbos mais utilizados. Conhecimento Compreensão Aplicação Apontar Calcular Classificar Definir Descrever Distinguir Enumerar Enunciar Especificar Estabelecer Exemplificar Expressar Identificar Inscrever Marcar Medir Nomear Ordenar Reconhecer Registrar Relacionar Relatar Repetir Concluir Deduzir Demonstrar Derivar Descrever Determinar Diferenciar Discutir Estimar Exprimir Extrapolar Ilustrar Induzir Inferir Interpolar Interpretar Localizar Modificar Narrar Preparar Prever Reafirmar Relatar Aplicar Demonstrar Desenvolver Dramatizar Empregar Esboçar Estruturar Generalizar Ilustrar Interpretar Inventariar Operar Organizar Praticar Relacionar Selecionar Traçar Usar Análise Síntese Avaliação Analisar Calcular Categorizar Combinar Comparar Contrastar Correlacionar Criticar Compor Comunicar Conjugar Construir Coordenar Criar Desenvolver Dirigir Argumentar Avaliar Comparar Contrastar Decidir Escolher Estimar Julgar 35 Fonte: BLOOM et al. (1972) apud SANTOS, MOLINA e DIAS (2008) Debater Deduzir Diferenciar Discriminar Discutir Distinguir Examinar Experimentar Identificar Investigar Provar Documentar Escrever Especificar Esquematizar Exigir Formular Modificar Organizar Originar Planejar Prestar Produzir Propor Reunir Sintetizar Medir Precisar Selecionar Taxar Validar Valorizar 36 ANEXO 2 – REPOSITÓRIOS PARA LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO A seguir, você encontrará alguns endereços de repositórios nos quais você poderá encontrar fontes confiáveis para executar seu levantamento bibliográfico: ·Scientific Eletronic Library Online – SciELO ·Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES ·Biblioteca Nacional Digital – Brasil ·Biblioteca Digital da Fundação Getúlio Vargas ·Portal Domínio Público ·Biblioteca Ana Maria Poppovic da Fundação Carlos Chagas ·Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – USP ·Biblioteca Digital Unicamp ·Google Acadêmico Plataforma Scopus e Web of Science (disponível no portal de periódicos da CAPES) ·Biblioteca virtual do Centro Universitário Internacional Uninter ·Repositório Institucional Uninter (https://repositorio.uninter.com/) Além dessas indicações, é possível encontrar outras fontes confiáveis em todas as bibliotecas das instituições de ensino superior do país. 37 ANEXO 3 - ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES As referências devem ser citadas no texto pelo sistema autor-data, conforme as normas da ABNT. Veja os exemplos a seguir:. 1) Citação direta longa (até 3 linhas, no corpo do texto, com o mesmo tamanho de letra e espaçamento 1,5). Um autor Segundo Freitas (2002, p. 52), “a educação é um fenômeno essencialmente humano pelo qual as gerações transmitem conhecimentos, práticas, costumes e modos de vida”. Dois autores De acordo com Lopes e Souza (2002, p. 38) “o ato educativo requer preparação, formação adequada e um compromisso ético para com a geração atual e as futuras gerações”. Mais de três autores (Paráfrase – reescrever com suas próprias palavras a ideia do autor ou autores). Para Prado et al. (2002) não é possível falar em educação sem pensar nos sujeitos que fazem esse processo educativo acontecer. Há educação porque há seres humanos que fazem educação e se educam mutuamente. 2) Citação de citação (Quando você não leu a obra no original) Para Silva (1988) apud Correia (2007, p. 38), “a educação implica na formação das novas gerações para atender aos anseios de cada época histórica”. 3) Citação direta longa (Com mais de 3 linhas – recuo de 4 cm, recomenda-se fonte Candara, tamanho 11 e espaçamento simples) São várias as questões que pululam diante da possibilidade de utilização das mediações tecnológicas para o desenvolvimento do processo educacional/formativo dos profissionais da área da educação, a saber: De que modo tais mediações podem ser empregadas neste processo? Que tipos de facilidades e dificuldades são geradas num ambiente de educação a distância? A denominada educação a distância não corre o risco de se afastar de seus objetivos iniciais de promover uma maior aproximação entre os agentes educacionais, na medida em que se converte no fetiche de si mesma? (ZUIN, 2006, p. 937). 38 4) Paráfrase (citação indireta) - Utilizada quando se escreve com base nas ideias de outro autor, sem as palavras dele ou parafraseando-o. Neste caso, podemos substituir ou alterar palavras do texto original, mas não podemos modificar o sentido do que foi dito ou escrito. Há a necessidade de mencionar o nome do autor e o ano da obra. Independentemente do nosso reconhecimento, segundo Apple (1994), o currículo, bem como as questões educacionais, vistas sob um ponto de vista mais generalizado, mantêm-se relacionados a aspectos históricos relativos a conflitos de classe, raça, sexo e religião, não somente em se tratando dos Estados Unidos, mas também a outros países. 39 ANEXO 4 - EVITANDO O PLÁGIO O trabalho de conclusão de curso (TCC) deve ser uma produção inédita. A questão do plágio é muito séria. Plágio é a apropriação indébita de uma obra intelectual, ou parte dela, que tenha sido produzida por outro, sem dar o devido crédito. O plágio pode ocorrer em textos, filmes, músicas etc. Mas se, em um trabalho científico, temos que obrigatoriamente nos basearmos em conhecimentos de outros, como evitar o plágio? Devemos deixar explícito em nosso texto a quem pertence aquela produção utilizada naquele trecho específico do trabalho. Fazer uso de fontes não significa, simplesmente, copiar alguém. É ler, compreender, organizar de maneira própria, mostrar a sua capacidade de articular e relacionar informações a partir de um tema escolhido por você e escrever com suas palavras e seu estilo de escrita. Para saber mais sobre o assunto, conheça a Lei 9.610/98, que rege os direitos autorais no Brasil e suas sanções. Evidentemente, você pode (e em certos casos isso é inevitável) utilizar trechos ipsis literis de alguns autores, ou seja, copiados literalmente do texto original. Eles demonstram que seu trabalho está respaldado em teorias já estabelecidas e nos autores dessas teorias. Nesse caso, excertos devem estar apropriadamente citados no texto e de acordo com as orientações dadas no Anexo 3 deste manual. Ainda que citações sejam necessárias e enriquecedoras dos trabalhos acadêmicos, lembre-se que, no seu resumo expandido, o mais importante são as suas pesquisas, ideias e conclusões. Citações são trabalhos de outros e devem ser usadas com critério: apenas se forem úteis como justificativa ou sustentação para alguma ideia sua. 40 ANEXO 5 - EXEMPLOS PARA A ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS Para elaboração das referências, devem ser observadas as normas da ABNT. 1) Livro de um só autor FREIRE, P. A educação na cidade. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995. 2) Livro com até três autores JUNQUEIRA, S. A.; MENEGUETTI, R. G. K.; WACHOWICZ, L. A. Ensino religioso e sua relação pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2002. 3) Livro com mais de três autores CASTELLS, M. et al. Novas perspectivas críticas em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. 4) Capítulos de livro CATANI, D. B.; SOUSA, C. P.de; SOUZA, M. C. C. História, memória e autobiografia na pesquisa educacional e na formação. In: CATANI, D. B. (Org.). Docência, memória e gênero: estudos sobre formação. São Paulo: Escritura, 2000. p. 13-46. LANDABURU, J. A educação em regiões indígenas: mudanças recentes na Colômbia, Equador e Bolívia. In: TRINDADE, Hélio; BLANQUER, Jean-Michel. (Org.). Os desafios da educação na América Latina. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 254-269. 5) Dissertações ou teses RAU, M. C. T. D. O lúdico na prática pedagógica do professor de educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. 2006. 159 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, 2006. GOMES, J. C. A prática pedagógica do professor de ecologia e educação ambiental. 1999. 135 f. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba, 1999. 6) Eventos científicos SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O PAPEL DA ARTE NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DA CRIANÇA E DO JOVEM: ARTE NA ESCOLA. 1, 1994, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: Universidade Cruzeiro do Sul, 1994. 440 p. CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO. 1, 1980, São Paulo. Anais... São Paulo: Cortez, 1980. 415p. 41 7) Trabalhos apresentados em congresso LIMA, M. J. R. Professor, objeto da trama da ignorância: análise de discursos de autoridades brasileiras, no império e na república. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORDESTE: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 13,1997, Natal. Anais... Natal: EDUFRN, 1997. p. 95-107. 8) Artigos de revistas ZAINKO. M. A. S. Avaliação institucional como condição para seu desenvolvimento. Educação Brasileira, Brasília, v. 15, n. 30p., 111-113, jan. /jun. 1993. 9) Artigos da internet MICHELS, M. H. Gestão, formação docente e inclusão: eixos da reforma educacional brasileira que atribuem contornos à organização escolar. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 11, n. 33, p. 406-423, 2006. Disponível em:. Acesso em: 03 mar. 2008. 10) Legislação BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP 01 de 15 de maio de 2006. Delibera sobre as diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em pedagogia, licenciatura. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 maio 2006. Seção1, p. 11. 11) Legislação da internet BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP1/2002, 9 de abril de 2002. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, 04 de março de 2002.Seção 1, p. 8. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2008. http://www.scielo.br/scielo.php http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf 42 ANEXO 6 – EIXOS DE PESQUISA ÁREA DE LINGUAGENS CULTURAL E CORPORAL DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, HUMANIDADES E LÍNGUAS CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS EIXO 1. APLICAÇÕES DA QUÍMICA NA ECONOMIA CIRCULAR E SOLIDÁRIA DESCRITIVO DA LINHA: Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre as metodologias do ensino de artes visuais, a história e o ensino da arte no Brasil, teorias e contextualizações acerca da avaliação no ensino da arte, métodos e técnicas para inserção de exposições artísticas no ambiente escolar. Estabelecendo relações entre as tendências de ensino de arte e as práticas e abordagem metodológicas a respeito das artes integradas no contexto escolar e seu diálogo com a BNCC. Tendo como foco principal o ensino e aprendizagem da cultura visual no contexto escolar. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. O Ensino das artes visuais na era das tecnologias digitais. Curitiba: Intersaberes, 2017. (BV) GUNZI, E. K. A relação do Desenho com o Ensino da Arte. Curitiba: Intersaberes, 2016. (BV) MAZIERO, S.M. Artes visuais e a escola: aproximações das diferentes abordagens curriculares em EJA e EAD. Curitiba: Ibpex, 2019 (BV) PORTO, H. Arte e Educação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. (Coleção Bibliografia Universitária Pearson). (BV) SULZBACH, A. Artes integradas. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) ZAGONEL, B. at. al. Metodologia do ensino da arte. Curitiba: Intersaberes, 2013. (BV) BRASIL. Base Nacional Comum Curricular, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em 19 de fevereiro de 2021 HOLZMANN. M.E.F. Metodologia do Ensino da arte. Revista Educar, Editora da UFPR, nº 4 p.43- 47, 1993. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/er/n9/n9a07.pdf . Acesso 19 de fevereiro de 2021. LELIS, S. Poéticas visuais em construção: o fazer artístico e a educação (do) sensível no contexto escolar. 2004. 227 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes, Campinas, SP. Disponível em: http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/284835. Acesso em 19 de fevereiro de 2021 TOCHETTO, A.; FELISBERTO, L. O ensino de arte e a sua finalidade: educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. Educere, 2017. Issn 2176-1396. Disponível em: https://educere.bruc.com.br/ arquivo/pdf2017/23809_11871.pdf Acesso 19 de fevereiro de 2021. http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ http://www.scielo.br/pdf/er/n9/n9a07.pdf http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/284835 43 VILLAÇA, I. C. Arte educação: A arte como metodologia educativa. Cairu em Revista. Jul/Ago 2014, Ano 03, n° 04, p. 7 4-85 , ISSN 22377719 . Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/ bitstream/123456789/41531/6/2ed_art_m2d4.pdf. Acesso em 19 de fevereiro de 2021. EIXO 2: ARTES VISUAIS E PROCESSOS DE INCLUSÃO DESCRITIVO DA LINHA: Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre estratégias para promover a inclusão no ensino de Artes Visuais. Eles podem investigar métodos para adaptar o currículo, desenvolver materiais didáticos acessíveis e usar tecnologias para garantir que todos os alunos participem igualmente das aulas e/ou práticas. Este eixo enfatiza a importância de criar um ambiente de aprendizagem inclusivo, onde cada aluno possa se expressar e se desenvolver criativamente, independentemente de suas habilidades ou necessidades individuais. REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS BANDEIRA. D. Material didática criação, mediação e ação educativa. Curitiba: InterSaberes, 2017 (BV) FACÍON, J.R. Inclusão Escolar e suas Implicações. Curitiba: Editora Intersaberes, 2012 (BV) FERNANDES, S. Fundamentos para educação especial. Curitiba: Intersaberes, 2013 (BV) FERREIRA, A. Arte, escola e inclusão - Atividades artísticas para trabalhar com diferentes grupos. São Paulo: Vozes, 2011. BVP SILVA, A.M. Educação especial e inclusão escolar: história e fundamentos. Curitiba: Intersaberes, 2012 (BV) STOBAUS, C.D. et al. Educação e Inclusão: Perspectivas Desafiadoras. Porto Alegre: EdiPUC-RS, 2013 (BV) BELTRAMI, F.G.; MORI, N.N. Arte e Educação Especial: narrativas e criações artísticas. Revista Educação Especial. V.2. UFSM. Centro de Educação. Santa Maria, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/ educacaoespecial/article/view/37784/html Acesso em 19 de fevereiro 2021. MATIAS, J.F. A arte como elemento facilitador no contexto da educação inclusiva. Repositorio UFPB. João Pessoa: UFPB, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/15512/1/ JFM14062017.pdf Acesso em 19 de fevereiro 2021. WEBER, M.L. A Importância da Arte na Educação Especial. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 13. pp 261-267, 2017. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com. br/educacao/arte-na-educacao-especial. Acesso em 19 de fevereiro 2021. GUIMARÃES, M.J.S. et al. Design Para A Educação Inclusiva: materiais didáticos acessíveis à criança com deficiência visual. IV CINTEDI IV Congresso internacional