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Manual de TCC: 
LINGUAGENS CULTURAL E 
CORPORAL 2024 
MANUAL DE ORIENTAÇÕES 
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE 
CURSO 
 
 
 
ÁREA DE LINGUAGENS CULTURAL 
E CORPORAL 
 
 
 
 
 
 
 
Curitiba 
2024 
 
Sumário 
1. CARTA AO ESTUDANTE....................................................................................................... 4 
2. O QUE É UM TCC .................................................................................................................. 5 
3. O QUE É UM RESUMO EXPANDIDO .................................................................................... 6 
4. EIXOS DE PESQUISA ............................................................................................................ 7 
5. ETAPAS DO TCC................................................................................................................... 8 
5.1 ETAPA 1 – PROJETO DE PESQUISA. .............................................................................. 13 
5.1.1 TEMPLATE PARA O PROJETO. .................................................................................... 14 
5.2 ETAPA 2 – REUNIÕES DE TCC. ...................................................................................... 18 
5.3 ETAPA 3 – RESUMO EXPANDIDO. ................................................................................. 18 
5.3.1 TEMPLATE PARA O RESUMO EXPANDIDO. ............................................................... 18 
5.4 ETAPA 4 – APRESENTAÇÃO/DEFESA DO TCC. .............................................................. 26 
5.4.1 MODELO DE SLIDES PARA A APRESENTAÇÃO DO TCC. ............................................. 27 
5.4.2 TERMO DE DEFESA DA APRESENTAÇÃO DO TCC. ..................................................... 29 
6. CRITÉRIOS DE CORREÇÃO ................................................................................................. 29 
7. REFERÊNCIAS .................................................................................................................... 32 
ANEXO 1 – TABELA: SUGESTÃO DE VERBOS PARA REDIGIR OBJETIVOS ................................ 34 
ANEXO 2 – REPOSITÓRIOS PARA LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO ...................................... 36 
ANEXO 3 – ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES .................................................................................. 37 
ANEXO 4 – EVITANDO O PLÁGIO ............................................................................................. 39 
ANEXO 5 – EXEMPLOS PARA A ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS ............................................ 40 
ANEXO 6 – EIXOS DE PESQUISA ................................................................................................ 42 
 
4 
1. CARTA AO ESTUDANTE 
Não é na ciência que está a felicidade, mas na aquisição da 
ciência. 
(Edgar Allan Poe, O Poder das Palavras) 
 
 
 
Caro(a) estudante, 
 
Você chegou a mais uma etapa de extrema relevância para a sua vida acadêmica e profissional: 
o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas do 
Centro Universitário Internacional UNINTER apresenta o manual com as orientações para a 
elaboração do trabalho, de forma acadêmica e orientada. 
Para a realização de tal atividade, convidamos a todos para a leitura integral deste documento. 
A elaboração do manual é resultado de um grupo de trabalho composto por uma equipe 
multidisciplinar e pela direção da Escola de Educação, Humanidades e Línguas, bem como de 
contribuições da Coordenação de Pesquisa e do Comitê de Ética da instituição. 
Recomendamos iniciar a leitura e o planejamento do trabalho logo que a oferta for 
disponibilizada a você, pois isso proporcionará tempo suficiente para a elaboração cuidadosa de cada 
etapa. 
Tudo pronto para começarmos? Seja bem-vindo(a) a esta fase do seu curso. 
Bons estudos! 
 
Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas 
5 
2. O QUE É UM TCC 
 
O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) é um trabalho científico, resultado de uma pesquisa 
elaborada a partir das práticas realizadas e dos requisitos científicos de sua área específica. Esses 
requisitos variam de acordo com as diversas áreas de conhecimento. O TCC é a sua oportunidade 
para demonstrar que aprendeu a relacionar a teoria com a prática e a usar as ferramentas e os 
conhecimentos obtidos durante o seu curso, além de possibilitar o primeiro 
passo para suas futuras pesquisas. 
A sua escrita e pesquisa terão como base os eixos de pesquisa e as 
atividades práticas que realizou durante o seu curso (locorregionais, 
estudo de caso, portfólio), bem como os referenciais teóricos estudados. 
O gênero textual do TCC será o resumo expandido, que discutiremos mais 
adiante neste manual. 
 
E por que você precisa realizar o TCC? 
 
 
Para poder aliar a teoria à prática, no que tange à sua formação profissional e pedagógica; 
 
 
Para ampliar sistematizar, registrar e apresentar conhecimentos científicos, técnicos e culturais 
produzidos a partir de temáticas do curso, como resultado de pesquisa; 
 
Porque é uma exigência determinada pela atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
– Lei nº 9394/96; 
 
Porque as diretrizes do curso (DCNs) indicam a carga horária curricular estipulada para a sua 
realização; 
Para aqueles que já atuam na profissão e buscam aperfeiçoamento, certificação e/ou progressão 
na carreira, o TCC significa: espaço de formação contínua, reflexão sobre a própria prática, 
análise de outras práticas a partir das teorias estudadas. 
 
 
Na Escola Superior de Educação, Humanidades e Línguas do Centro Universitário Internacional 
UNINTER, o TCC deve ser elaborado em formato de resumo expandido. Esta etapa poderá ser 
realizada individualmente ou em grupo – de 1 a 4 estudantes – sendo que todos os alunos do grupo 
devem ser do mesmo curso, da mesma oferta e da mesma turma. 
O TCC será desenvolvido ao longo da disciplina Metodologia da Pesquisa e Trabalho de 
Conclusão de Curso (MPTCC), que é obrigatória para a integralização do curso. Você terá acesso à 
disciplina após a conclusão de 75% da sua matriz curricular, ou seja, do início da 10ª até o final da 
12ª UTA do curso. Durante esse período, você deverá administrar os prazos de postagem, os 
I 
II 
III 
IV 
V 
6 
períodos de correções, o desenvolvimento da pesquisa e da redação de seu resumo expandido. Ao 
final da trajetória de pesquisa e da conclusão de todas as disciplinas, incluindo todas as demais 
atividades do curso (estágios, atividades extensionistas, AACC...), o TCC será apresentado para uma 
banca examinadora composta por professores convidados, por meio de videoconferência online. 
Veja nos itens seguintes o que é um resumo expandido e como você deve realizar a sua 
produção 
3. O QUE É UM RESUMO EXPANDIDO 
 
Dentre os vários gêneros textuais usados para elaborar pesquisas, o resumo expandido é um 
exemplo. Dessa forma, nos valeremos desse gênero de apresentação dos resultados de pesquisa 
acadêmica para abordar os estudos dos eixos de pesquisa e a experiência tida a partir das atividades 
práticas locorregionais do seu curso. 
O resumo expandido deve apresentar, de forma concisa, as principais 
informações da pesquisa realizada sobre o tema escolhido. É um documento cujas 
ideias são entendidas no menor tempo possível, dessa forma, o texto precisa estar 
centrado no assunto central, de forma concisa e clara. Partindo dessas premissas, o 
resumo expandido será o resultado do que o estudante pesquisou a partir dos eixos de 
pesquisa e experenciou com as atividades práticas (estudo de caso, portfólio e atividade 
locorregional) que desenvolveu durante a trajetória acadêmica no seu curso. 
Assim, é a partir dos eixos de pesquisa em diálogo com as temáticas pesquisadas, discutidas e 
vivenciadas nas atividades práticas que o resumo expandido será desenvolvido, expondo a pesquisa 
e a reflexão sobre as práticas realizadas, as teorias estudadas, as descobertasde educação inclusiva e 
jornada chilena brasileira de educação inclusiva, Disponível em: 
http://www.editorarealize.com.br/editora/ebooks/cintedi/2020/ 
TRABALHO_EV137_MD7_SA100_ID684_29102020161957.pdf. Acesso em 19 de fevereiro de 2021. 
http://www.nucleodoconhecimento.com/
http://www.editorarealize.com.br/editora/ebooks/cintedi/2020/
44 
 
VASCONCELOS, E.C.; PUCCETTI, R. DO ABSTRATO AO CONCRETO: Materiais didático–pedagógicos 
adaptados para trabalhar os elementos formais das Artes Visuais com Deficientes Intelectuais. 
Cadernos PDE. Paraná, 2016. Disponível em: 
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_ 
pde/2016/2016_artigo_arte_uel_elianecarvalhovasconcelos.pdf Acesso em 19 de fevereiro de 
2021. 
 
EIXO 3: ARTES VISUAIS EM DIFERENTES CONTEXTOS 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo de temas abrangentes relacionados ao ensino e aprendizagem das Artes Visuais em diversos 
ambientes, sendo em centros culturais, projetos sociais, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 
Educação a Distância (EAD), bem como a educação em museus e processos de mediação. Estudo do 
desenvolvimento de jogos educativos e análise ou criação de materiais paradidáticos para a 
educação em museus. Pesquisa referente a produções artísticas e aos processos criativos como 
ferramentas no ensino das Artes Visuais, para ampliar as possibilidades de atuação profissional e 
artística. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BANDEIRA, D. Ensino das artes visuais em diferentes contextos: experiências educativas, 
culturais e formativas. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) 
BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. O Ensino das artes visuais na era das tecnologias digitais. Curitiba: 
Intersaberes, 2017 (BV) 
BORGES, M.L. Inovações, coleções, museus. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013 FARFUS, D. 
Espaços educativos: um olhar pedagógico. Curitiba: Ibpex, 2011 (BV) 
LEITE, M.I.; OSTETTO, L. Museu, educação e cultura: encontros de crianças e profs. com a Arte. 
Campinas: Papirus, 2015 (BV) 
MARCHETTE, T. Educação patrimonial e políticas públicas de preservação no Brasil. Curitiba: 
Intersaberes, 2016 (BV) 
OLIMPIO DE MELO, L.M.C. Projetos de Ensino e Culturais em Artes Visuais para Diferentes 
Contextos. Curitiba: Intersaberes 2019 (BV) 
POULOT, D. Museu e Museologia. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013 (BV) 
SULZBACH, A. Artes integradas. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) 
ALENCAR, V. O mediador cultural: considerações sobre a formação e profissionalização de 
educadores de exposições e museus de arte. 2008. 108 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade 
Estadual Paulista, Instituto de Artes, São Paulo, 2008. Cap. 2. Disponível em: . Acesso em 19 de fevereiro de 2021. 
BARBOSA, A.M. Notas sobre as histórias da democratização do ensino da Arte. UFRGS, Revista 
Gearte, v. 7, n. 1, 2020. Disponível em: https://www.seer.ufrgs.br/gearte/article/view/99784 
Acesso em 19 fev 2021 
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_
https://www/
45 
 
HOFSTAETTER, A. Materiais didáticos poéticos no ensino de artes visuais. Anais do XXVII Encontro 
da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas. São Paulo: Unesp, Instituto de Artes, 
2019. Disponível em: 
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/215422/001091685.pdf?sequence=1 Acesso 
em 19 de fevereiro de 2021. 
PEREIRA, T.M.; SÁ, K. ParticipART. Projeto extracurricular de prática artística em contextos 
comunitários. Instituto técnico de Lisboa, Investigação, Práticas e Contextos em Educação, 2017. 
Disponível em: https:// repositorio.ipl.pt/handle/10400.21/8671 Acesso em 19 fev 2021 
WOSNIAK, F.; LAMPERT, J. Arte como experiência: ensino/aprendizagem em Artes Visuais. 
UFRGS, Revista Gearte, v. 3, n. 2, 2016. Disponível em: 
https://seer.ufrgs.br/index.php/gearte/article/view/62933 Acesso em 19 de fevereiro de 2021. 
 
 CURSO: BACHARELADO EM ARTES VISUAIS 
 
EIXO 1: PROCESSOS DE CRIAÇÃO EM ARTES VISUAIS 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre processos artísticos de criação. O ponto de partida 
para as pesquisas nesse eixo temático é a escolha de um dos elementos formais na expressão 
artística: ponto, linha, cor, plano, texturas, forma, entre outros. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BUENO, L.E.B. Linguagem das artes visuais. Curitiba: InterSaberes, 2013 (BV) CUNHA, A.S.T. Ateliê 
de artes visuais: pintura. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) 
GUNZI, E.K. A relação do desenho com o ensino da arte: considerações sobre a teoria e prática. 
Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) 
LOURENÇO, C. Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional. Curitiba: InterSaberes, 2017 
(BV) 
VAZ, A.; SILVA, R. Fundamentos da Linguagem Visual. Curitiba: InterSaberes, 2016 (BV) 
FABRIS, A. Pesquisa em artes visuais. Porto Alegre: Revista de Artes Visuais, v. 2, n. 4, 1991. 
Disponível em: https://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/view/27413. Acesso 19 de fevereiro de 
2021. 
POHLMANN, A.R. Intuições sobre o tempo na criação em artes visuais. Educação, v. 31, n. 2, p. 
283-294, 2006. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1171/117117232007.pdf. Acesso 19 
de fevereiro de 2021 
ZIELINSKY, M. Percorrendo processos de criação artística: a percepção. Porto Alegre: Revista de 
Artes Visuais, v. 8, n. 14, 1997. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/PortoArte/article/view/27732. 
Acesso 19 de fevereiro de 2021 
 
EIXO 2: LINGUAGENS DAS ARTES VISUAIS 
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/215422/001091685.pdf?sequence=1
http://www.redalyc.org/pdf/1171/117117232007.pdf
46 
 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Desenvolvimento de pesquisas teóricas tomando, como ponto de partida, uma das linguagens 
artísticas – desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia, videoarte, cinema, multimídia, 
instalação, intervenção, site-specific etc. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. Gravura: história, técnicas e contemporaneidade. Curitiba: 
InterSaberes, 2016 (BV) 
BUENO, L.E.B. Linguagem das artes visuais. Curitiba: InterSaberes, 2013. (BV) 
CARNEIRO, I.A. Artes Visuais: práticas tridimensionais. Curitiba: InterSaberes, 2017 (BV) MARTINS, 
J.S. Sociologia da fotografia e da imagem. São Paulo: Contexto, 2008 (BV) 
SCOVILLE, A.L. ALVES, Bruno Oliveira. Laboratório de Artes Visuais: fotografia digital e quadrinhos. 
Curitiba: InterSaberes, 2018. (BV) 
FARIAS, D.S. Convergência de linguagens nas artes visuais: cinema, vídeo, teatro e internet. 2013. 
Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/86844. Acesso 19 de fevereiro de 2021. 
PONTES, G.M.D; RICHTER, S.R.S. Ensino de Artes Visuais na Infância. Revista GEARTE, v. 6, n. 3, 2019. 
Disponível em: https://seer.ufrgs.br/gearte/issue/view/3816. Acesso 19 de fevereiro de 2021. 
VOLLÚ, F.C. Novas tecnologias e o ensino de Artes Visuais. UFRJ: Revista Perspectiva Capiana, n. 
01, 2006. Disponível em: 
https://www.academia.edu/7807742/Revista_Convergencias_Inova%C3%A7%C3%A3o_ 
tecnol%C3%B3gica_e_o_ensino_em_artes_visuais. Acesso 19 de fevereiro de 2021 
 
 
 CURSO: LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
EIXO 1: APRENDIZAGEM, DESENVOLVIMENTO E INCLUSÃO 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo das concepções de aprendizagem na Educação Física e suas implicações no desenvolvimento 
humano. Estudo sobre a aprendizagem e desenvolvimento do público-alvo da educação especial. 
Estudo sobre a inclusão na educação física escolar. Estudo da aplicação dos recursos da tecnologia 
da informação e comunicação, equipamentos e softwares na área da Educação Física Escolar e 
Inclusão. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BACIL, E. D. A.; MAZZARDO, O.; SILVA, M. P. Crescimento e Desenvolvimento Motor. Curitiba: 
InterSaberes, 2020. (BV) 
http://www.academia.edu/7807742/Revista_Convergencias_Inova%C3%A7%C3%A3o_
47 
 
BARACHO, A. F. O.; GRIPP, F. J.; LIMA, M. R. Os exergames e a educaçãofísica escolar na cultura 
digital. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, vol.34, no.1, Porto Alegre, Jan./Mar, 2012. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/ rbce/v34n1/v34n1a09.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
CORREA, E. A.; Dagmar, H. Educação Física e Tecnologia: O Processo de “tecnização” Educacional. 
Editora Apris. 2020. (BV) 
COSTA, V. B. Inclusão escolar na educação física: reflexões acerca da formação docente. Motriz, 
Rio Claro, v.16 n.4, p.889-899, out./dez, 2010. Disponível em: 
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo o desenvolvimento motor: 
bebês, crian- ças, adolescentes e adultos. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. (BV) 
GREGUOL, M.; MALAGODI, B. M.; CARRARO, A. Inclusão de Alunos com Deficiência nas Aulas de 
Educação Física: Atitudes de Professores nas Escolas Regulares. Rev. bras. educ. espec., vol.24, 
no.1, Bauru, Jan./ Mar., 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbee/v24n1/1413-6538- 
rbee-24-01-0033.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%202009%201/226%20.pdf. Acesso em 
08 de fevereiro de 2021. 
https://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a09v16n4.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. 8.ed. Campinas: Papirus, 2012. 
(BV) 
MAGILL, R. A. Aprendizagem Motora: conceitos e aplicações. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2000. (BV) 
MICALISKI, E. L.; et. al. (Org.). Educação Física: plataformas de ensino e aprendizagem. Curitiba/PR. 
Editora Dialética e Realidade. 2020. (BV) 
MICALISKI, E. L.; FIGUERÔA, K. M. (Org.). Educação Física na EaD: histórico, cenários e 
perspectivas. 1. ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2019. (BV) 
SALGADO, M. U. C.; AMARAL, A. L. Tecnologias da Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. 
Guia do cursista. Brasília: MEC/SEED, 2008. (BV) 
SCHIMIDT, R. A.; LEE, T. D. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à aplicação. 5. 
ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. (BV) 
SHUMWAY-COOK, A.; WOOLLACOTT, M. H. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 3. ed. 
Barueri: Manole, 2010. (BV) 
WILLRICH, A.; DE AZEVEDO, C. C. F.; FERNANDES, J. O. Desenvolvimento motor na infância: 
influência dos fatores de risco e programas de intervenção. Revista Neurociências, v. 17, n. 1, p. 
51-56, 2009. Disponível em: 
 
EIXO 2: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo sobre a organização metodológica e pedagógica, fundamentos e concepções do ensino de 
Educação Física na educação básica. Estudo sobre os conteúdos estruturantes da educação física 
escolar (ginástica, lutas, esporte, dança, jogos e práticas corporais de aventura), podendo ou não 
estarem relacionadas à formação cultural, à educação e ao lazer, a partir de suas abordagens 
socioantropológicas, filosóficas, políticas e pedagógicas. Estudo sobre os aspectos anatômicos, 
http://www.scielo.br/pdf/
http://www.scielo.br/pdf/rbee/v24n1/1413-6538-
http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%202009%201/226%20.pdf
http://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a09v16n4.pdf
48 
 
fisiológicos, biológicos e biomecânicos, relacionados às perspectivas da prevenção e promoção da 
saúde no âmbito da educação física escolar. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BARBOSA, V. L. P. Prevenção da obesidade na infância e na adolescência. Exercícios nutrição e 
psicolo- gia. 2. ed. rev. ampl. Barueri, SP: Manole, 2009. (BV) 
BETTI, M.; ZULIANI, L. R. Educação Física Escolar: Uma proposta de diretrizes pedagógicas. Revista 
Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo: Editora Mackenzie. Ano 1, nº1, p73-81, 2002. 
Disponível em: 
DARIDO, S. C. Os conteúdos da educação física escolar: influências, tendências, dificuldades e 
possibilidades. Perspectivas em educação física escolar, v. 2, n. 1, p. 5-24, 2001. Disponível em: 
http://cev.org.br/arquivo/ biblioteca/2002828.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
DARIDO, S. C; SOUZA JUNIOR, O. M. Para ensinar Educação Física: possibilidades de intervenção 
na escola. Campinas, SP: Papirus, 2015. (BV) 
FERREIRA, H. S.; OLIVEIRA, B. N.; SAMPAIO, J. C. Análise da percepção dos professores de 
educação física acerca da interface entre a saúde e a educação física escolar: Conceitos e 
metodologias. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 35(3), 673-685, 2013. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/rbce/v35n3/11.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
FINCK, S. C. M. A Educação Física e o esporte na escola: cotidiano saberes e formação. 2. Ed. 
Curitiba: InterSaberes, 2012. (BV) 
GALVÃO, Z. Educação física escolar: A prática do bom professor. Revista Mackenzie de Educação 
Física e Esporte. V.1, nº 1, p. 65-72, 2002. Disponível em: 
http://files.sandrasofiapintobarbosa.webnodept/200000038-90a2790ebf/Estudo%20- 
%20Papel%20do%20Prof%20EF.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
GOULART. A. R. Jogos pré-desportivos na Educação Física escolar: Linhas de ensino, 
desenvolvimento motor e psicomotricidade. São Paulo: Labrador, 2018. (BV) 
GUEDES. D. P. Educação para a saúde mediante programas de Educação Física escolar. São Paulo. 
Motriz, v. 5, n. 1, jun, 1999. Disponível em: 
https://www.mackenzie.br/fileadmin/OLD/47/Graduacao/CCBS/Cursos/Educacao_Fisica/REMEFE- 
1-1-2002/art6_edfis1n1.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz/article/ view/6619. Acesso em 08 
de fevereiro de 2021. 
MARTINI, F. H.; OBER, W.C.; BARTHOLOMEW, E. F.; NATH, J. L. Anatomia e fisiologia humana: uma 
aborda- gem visual. São Paulo: Pearson Education, 2014. (BV) 
MARTINS, P. L. O. Didática. Curitiba: Intersaberes, 2012. (BV) 
OLIVEIRA. A. M; TAVARES. A.M.V; DAL BOSCO. S.M; Nutrição e Atividade Física - Do Adulto. São 
Paulo: Editora Ateneu, 2015. (BV) 
SILVA, M. R. Metodologia do ensino da educação física: teoria e prática. Curitiba: Intersaberes, 
2016. (BV) 
http://cev.org.br/arquivo/
https://www.scielo.br/pdf/rbce/v35n3/11.pdf
http://files.sandrasofiapintobarbosa.webnodept/200000038-90a2790ebf/Estudo%20-
http://www.mackenzie.br/fileadmin/OLD/47/Graduacao/CCBS/Cursos/Educacao_Fisica/REMEFE-
http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/motriz/article/
49 
 
VIEIRA, A.A.U. Atividade Física Qualidade de Vida e Prom da Saúde. São Paulo: Atheneu, 2014. 
(BV) 
 
 
 CURSO: BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
EIXO 1: SAÚDE, BEM-ESTAR E TREINAMENTO 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo sobre o planejamento, aplicação e avaliação do treinamento físico e esportivo nas 
perspectivas da prevenção de problemas de agravo da saúde, promoção, proteção e reabilitação 
da saúde, na educação e reeducação motora, no rendimento físico-esportivo e do lazer. Estudo 
sobre os interesses, as expectativas e as necessidades das pessoas (crianças, jovens, adultos, 
idosos, pessoas com deficiência, grupos e comunidades especiais) com relação às atividades físicas 
e esportivas. 
 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BARBANTI, V. J. Teoria e prática do treinamento esportivo. 2. ed. São Paulo: Blucher, 1997. (BV) 
BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade. 1. ed. Barueri: Manole, 2003. (BV) 
BIEDRZYCKI, B. P. et al. Educação física inclusiva e esportes adaptados. Porto Alegre: SAGAH, 
2020. (BV) 
DA COSTA, A. M.; SOUSA, S. B. Educação física e esporte adaptado: história, avanços e retrocessos 
em relação aos princípios da integração/inclusão e perspectivas para o século XXI. 
Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 25, n. 3, 2004. Disponível em: 
http://revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/236. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
DE MOURA SIMIM, M. A. et al. O estado da arte das pesquisas em esportes coletivos para 
pessoas com deficiência: uma revisão sistemática. Arquivos de Ciências do Esporte, v. 6, n. 1, 
2018. Disponível em: http:// 
seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/aces/article/view/2526. Acesso em 08 de fevereiro 
de 2021. 
DINIZ, M. Inclusão de pessoas com deficiênciae/ou necessidades específicas: avanços e desafios. 
Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012. (BV) 
GHORAYEB, N. et al. Atualização da Diretriz em Cardiologia do Esporte e do Exercício da Sociedade 
Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte-2019. 
Arquivos brasileiros de cardiologia, v. 112, n. 3, p. 326-368, 2019. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/abc/v112n3/pt_ 0066-782X-abc-112-03-0326.pdf. Acesso em 08 de 
fevereiro de 2021. 
GOMES, A. C. Treinamento desportivo: estruturação e periodização. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 
2009. (BV) 
http://revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/236
http://www.scielo.br/pdf/abc/v112n3/pt_
50 
 
GREGUOL, M. Natação adaptada: em busca do movimento com autonomia. Barueri: Manole, 
2010. (BV) 
LIMA, C. S.; PINTO, R. S. Cinesiologia e musculação. Porto Alegre: Artmed, 2007. (BV) 
MACIEL, M. G. Atividade física e funcionalidade do idoso. Motriz: Revista de Educação Física, v. 
16, n. 4, p. 1024-1032, 2010. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a23v16n4.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
MINOZZO, F. C. et al. Periodização do treinamento de força: uma revisão crítica. Revista Brasileira 
de Ciência e Movimento, v. 16, n. 1, p. 77-84, 2009. Disponível em: 
https://portalrevistas.ucb.br/index.php/ RBCM/article/view/1119/894. Acesso em 08 de fevereiro 
de 2021. 
RAMIRES, V. et al. Evolução da pesquisa epidemiológica em atividade física e comportamento 
sedentário no Brasil: atualização de uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Atividade Física 
& Saúde, v. 19, n. 5, p. 529-529, 2014. Disponível em: 
https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/3732/pdf208. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
VARA, M. F. F.; CIDADE, R. E. Educação física adaptada. Curitiba: InterSaberes, 2020. (BV) 
VARA, M. F. F.; PACHECO, T. Educação física e populações especiais. Curitiba: InterSaberes, 2018. 
(BV) 
VIEIRA, A. A. U. Atividade física: qualidade de vida e promoção da saúde. São Paulo: Editora 
Atheneu, 2014. (BV) 
 
EIXO 2: MOVIMENTO HUMANO E EDUCAÇÃO FÍSICA 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo sobre o movimento humano com foco nas diferentes formas e modalidades de atividade 
física, da ginástica, do jogo, do esporte, da luta/arte marcial, da dança, a partir de suas abordagens 
socioantropológicas, filosóficas, políticas e pedagógicas. Estudo das concepções de aprendizagem do 
movimento humano e suas implicações no seu desenvolvimento. Estudo da aplicação dos recursos 
da tecnologia da informação, comunicação, equipamentos e softwares na área do movimento. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BACIL, E. D. A.; MAZZARDO, O.; SILVA, M. P. Crescimento e Desenvolvimento Motor. Curitiba: 
InterSaberes, 2020. (BV) 
BARBANTI, V. J. Dicionário de educação física e esportes. 3. ed. Barueri: Manole, 2011. (BV) 
BETTI, M. Educação física e cultura corporal de movimento: uma perspectiva fenomenológica e 
semiótica. Journal of Physical Education, v. 18, n. 2, p. 207-217, 2007. Disponível em: 
https://www.researchgate.net/publication/277093593_EDUCACAO_FISICA_E_CULTURA_CORPOR 
AL_DE_MOVIMENTO_UMA_PERSPECTIVA_FENOMENOLOGICA_E_SEMIOTICA. Acesso em 08 de 
fevereiro de 2021. 
http://www.scielo.br/pdf/motriz/v16n4/a23v16n4.pdf
http://www.researchgate.net/publication/277093593_EDUCACAO_FISICA_E_CULTURA_CORPOR
51 
 
DE MARCO, A. (org). Educação física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2015. (BV) LAFAIETE, 
L. O. J. et al. Metodologia das lutas. Porto Alegre: SAGAH, 2019. (BV) 
GALATTI, L. R. et al. Pedagogia do esporte: tensão na ciência e o ensino dos jogos esportivos 
coletivos. Revista da Educação Física/UEM, v. 25, n. 1, p. 153-162, 2014. Disponível em: 
http://periodicos.uem.br/ojs/ index.php/RevEducFis/article/view/21088/13665. Acesso em 08 de 
fevereiro de 2021. 
GALLAHUE, D. L. Conceitos para maximizar o desenvolvimento da habilidade de movimento 
especializado. Journal of Physical Education, v. 16, n. 2, 2005. Disponível em: 
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ RevEducFis/article/view/3394/2418. Acesso em 08 de 
fevereiro de 2021. 
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo o desenvolvimento motor: 
bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. (BV) 
MAGILL, R. A. Aprendizagem Motora: conceitos e aplicações. 5. ed. São Paulo: Blucher, 2000. (BV) 
POMIN, F. Ginástica. Curitiba: InterSaberes, 2020. (BV) 
RIBEIRO, S. R. Atividades rítmicas e expressivas: a dança na educação física. Curitiba: 
InterSaberes, 2019. (BV) 
SCHIMIDT, R. A.; LEE, T. D. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à aplicação. 5. 
ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. (BV) 
SHUMWAY-COOK, A.; WOOLLACOTT, M. H. Controle motor: teoria e aplicações práticas. 3. ed. 
Barueri: Manole, 2010. (BV) 
TANI, G. et al. O estudo da demonstração em aprendizagem motora: estado da arte, desafios e 
perspectivas. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano, v. 13, n. 5, p. 392- 
403, 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbcdh/v13n5/a11v13n5.pdf. Acesso em 08 
de fevereiro de 2021. 
VASQUES, D. G. As artes marciais mistas (MMA) como esporte moderno: entre a busca da 
excitação e a tolerância à violência. Esporte & Sociedade, v. 8, n. 22, 2013. Disponível em: 
https://silo.tips/queue/ as-artes-marciais-mistas-mma-como-esporte-moderno-entre-a-busca-da- 
excitaao-e-a? 
&queue_id=-1&v=1614818187&u=MjgwNDoxNGM6ODc4MTo5MmY4OjM4Nzc6ZTQ0NTplYWRlO 
mYxODA=. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
 
EIXO 3: ADMINISTRAÇÃO, TECNOLOGIA E GESTÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Estudo de princípios e modelos de administração e gestão de eventos, espaços e equipamentos de 
atividades físicas, recreativas e esportivas. Estudo da aplicação dos recursos da tecnologia da 
informação, comunicação, equipamentos e softwares na área da Educação Física. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
http://periodicos.uem.br/ojs/
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/
http://www.scielo.br/pdf/rbcdh/v13n5/a11v13n5.pdf
52 
 
AMARAL, S. C. F.; COSTA, E. T. Possibilidades de matricialidade na administração pública do lazer. 
Movimento, vol. 18, núm. 1, enero-marzo, pp. 205-220, 2012. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/ 
Movimento/article/view/19220/17347. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
BARACHO, A. F. O.; GRIPP, F. J.; LIMA, M. R. Os exergames e a educação física escolar na cultura 
digital. Rev. Bras. Ciênc. Esporte, vol.34, no.1, Porto Alegre, Jan./Mar, 2012. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/ rbce/v34n1/v34n1a09.pdf. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
BARROS FILHO, M. A.; PEDROSO, C. A. M. Q.; FATTA, G. L. C. L.; LIMA, W. H. G. A.; SILVA, T. C. A.; 
ROCHA, V. L. S. Perfil do gestor esportivo brasileiro: uma revisão de literatura. RIGD, vol.3, supl. 
1, p. 44-52, dez, 2013. Disponível em: 
https://www.researchgate.net/publication/321335208_Perfil_do_Gestor_Esportivo_Brasileiro_ 
Uma_Revisao_de_Literatura. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
CARREIRO, E. A. Gestão da educação física e esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 
(BV) 
CORREA, E. A.; Dagmar, H. Educação Física e Tecnologia: O Processo de “tecnização” Educacional. 
Editora Apris. 2020. (BV) 
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. 8.ed. Campinas: Papirus, 2012. 
(BV) 
MALLEN, C.; ADAMS, L. J. Gestão de Eventos Esportivos, Recreativos e Turísticos: dimensões 
teóricas e práticas. Barueri: Manole, 2013. (BV) 
MARTINS, D. J. Q. Planejamento de eventos esportivos e recreativos. Curitiba: Intersaberes, 2018. 
(BV) 
MATIAS, M. (org.) Planejamento, organização e sustentabilidade em eventos culturais, sociais e 
esportivos. Barueri: Manole, 2011. (BV) 
MELLO, J. A. C.; SILVA, S. A. P. S. Competências do gestor de academias esportivas. Motriz, Rio 
Claro, v.19, n.1, p.74-83, jan./mar. 2013. Disponível em: 
https://www.scielo.br/pdf/motriz/v19n1/a08v19n1. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
MICALISKI, E. L.; et. al.(Org.). Educação Física: plataformas de ensino e aprendizagem. Curitiba/PR. 
Editora Dialética e Realidade. 2020. (BV) 
MICALISKI, E. L.; FIGUERÔA, K. M. (Org.). Educação Física na EaD: histórico, cenários e 
perspectivas. 1. ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2019. (BV) 
OLIVEIRA, B. N.; FRAGA, A. B. Uso das tecnologias digitais para a prática de exercícios físicos: uma 
revisão integrativa. Conexões: Educ. Fís., Esporte e Saúde, Campinas: SP, v.18, p.1-19, 2020. 
Disponível em: 
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8658059/22287. Acesso 
em 08 de fevereiro de 2021. 
SALGADO, M. U. C.; AMARAL, A. L. Tecnologias da Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. 
Guia do cursista. Brasília: MEC/SEED, 2008. (BV) 
WATT, D. C. Gestão de Eventos em Lazer e Turismo. Porto Alegre: Bookman, 2007. (BV) 
http://www.scielo.br/pdf/
http://www.researchgate.net/publication/321335208_Perfil_do_Gestor_Esportivo_Brasileiro_
http://www.scielo.br/pdf/motriz/v19n1/a08v19n1
53 
 
ZOBOLI, F.; CORREIRA, E. S.; ALMEIDA, F. Q. Filosofia da tecnologia e Educação Física: tensões a 
partir do corpo. Motrivivência, v. 26, n. 43, p. 287-299, dezembro, 2014. Disponível em: 
https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175- 
8042.2014v26n43p287/28125. Acesso em 08 de fevereiro de 2021. 
 
 CURSO: LICENCIATURA EM MÚSICA 
 
EIXO 1: Metodologias do ensino da Música 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Pesquisa sobre o desenvolvimento da pedagogia musical e das propostas metodológicas de ensino 
da música numa perspectiva histórica, política, crítica e analítica dentro do ambiente educacional e 
diferentes contextos; Bases e estruturação da educação musical até os dias atuais; Compreender: as 
distintas possibilidades pedagógicas do ensino da música; as propostas de ensino da música a partir 
da inter-relação da área com dimensões culturais e sociais do universo musical contemporâneo; a 
aplicação de propostas de educação musical inclusiva; tanto nas modalidades EAD como presencial. 
A música e as tecnologias contemporâneas. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
ALMEIDA, B; PUCCI, M. Há espaço para as músicas indígenas em um Brasil multicultural? A 
inserção do repertório indígena na educação musical. VIII Encontro Regional Norte da ABEM. 
2014. Rio Branco: Disponível em: 
. Acesso em 19 de fev. 2021. 
BELLOCHIO, Cláudia. Formação de professores de música: desafios éticos e humanos para pensar 
possibilidades e inovações. Revista da Abem. Londrina, v. 24, n. 36, p. 8-22, jan.jun. 2016. 
Disponível em: 
. Acesso em 16 de fev. 2021. 
FUCCI-AMATO, Rita. Escola e educação musical: (Des) caminhos históricos e horizontes. Campinas, 
SP: Papirus, 2015. (BVP). 
ILARI, Beatriz. Música na infância e adolescência: um livro para pais, professores e aficionados. 
Curitiba: IBPEX, 2009. (BVP). 
LOUREIRO, Alícia Maria Almeida. O Ensino de música na escola fundamental. Campinas, SP: 
Papirus, 2006. (BVP). 
MATEIRO, Tereza; ILARI, Beatriz. (Org.). Pedagogias em Educação Musical. Curitiba: Intersaberes. 
2012. (BVP). 
MATEIRO, Tereza; ILARI, Beatriz. (Org.). Pedagogias Brasileiras em Educação Musical. Curitiba: 
Intersaberes, 2016. 
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_norte/regional_norte/pa
http://abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabem/article/view/
54 
 
MENEZES, Mara. Avaliação em Educação Musical: construção e aplicação do Programa de 
Avaliação em Música (PAM). XVIII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação 
(ANPPOM). Salvador. 2008. Disponível em: 
http://anppom.org.br/anais/anaiscongresso_anppom_2008/comunicas/COM421%20- 
%20Menezes.pdf Acesso em 15 de fev. 2021. 
ROSA, Lilia de Oliveira. Musicalização na escola: do infantil aos anos iniciais do ensino 
fundamental, Curitiba: Intersaberes. 2022. (BVP). 
SOARES, Lisbeth. Música, Educação e Inclusão: Reflexões e Práticas para o Fazer Musical. 
Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). 
SWANWICK, Keith. Música, mente e educação. Tradução. STEUERNAGEL, M. S. Belo Horizonte: 
Autêntica. 2014. (BVP). 
VELOSO. Flávio. Improvisação e o ensino de música: aportes à prática docente. Curitiba: 
Intersaberes. 2020. (BVP). 
WILLE, Regina Blank. Educação musical formal, não formal ou informal: um estudo sobre 
processos de ensino e aprendizagem musical de adolescentes. Revista da Abem, Porto Alegre, v. 
13, p. 39-48, 2005. Disponível em: 
. Acesso em 08 de fev. 2021. 
ZAGONEL, Bernadete. Brincando com Música na Sala de Aula: jogos de criação musical usando a 
voz o corpo e o movimento. Curitiba: Intersaberes. 2012. (BVP). 
 
EIXO 2: MUSICOLOGIA 
DESCRITIVO DA LINHA 
Estudo acadêmico e sistemático dos saberes e das práticas musicais, podendo abranger: história 
geral da música, de matriz ocidental ou não; história da música brasileira; diversos aspectos da teoria 
musical; análise musical; práticas culturais relacionadas à música; estudos de técnicas e tecnologias 
que contribuam para o fazer musical. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
ANDRADE, Mário de. Pequena História da Música. 1.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015. 
(BVP) 
BORNHOLDT, Jeimely Heep. História da Música: da Antiguidade ao Barroco. 1.ed. Curitiba: 
Intersaberes, 2021. (BVP) 
BORNHOLDT, Jeimely Heep. História da Música: do Classicismo ao Contemporâneo. 1.ed. Curitiba: 
Intersaberes, 2021. (BVP) 
CORREA, Hugo Leonardo Martins. Arranjo Musical. 1. ed. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). 
GONÇALVES, Lilian Sobreira. Fundamentos de harmonia e análise musical. Curitiba: Intersaberes. 
2023. (BVP). 
GOROSITO, Leonardo. Notação e Linguagem Musical. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2020. (BVP) 
http://anppom.org.br/anais/anaiscongresso_anppom_2008/comunicas/COM421%20-
http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabem/article/
55 
 
MALAQUIAS, Tadeu Aparecido. Introdução ao folclore musical: perspectivas e abordagens 
PAOLIELLO, Guilherme. Estruturação Musical: introdução ao estudo das formas musicais do 
Ocidente. 1.ed. Curitiba: Intersaberes, 2021. (BVP). 
SIQUEIRA. Alysson. Acústica. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). 
SIQUEIRA. Alysson. Leitura e Escrita Musical. Curitiba: Intersaberes. 2020. (BVP). 
 
 
 
 
 
 
 
 
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feitas, os problemas que foram observados, bem como a importância da atividade para a formação 
humana e acadêmica. 
Para tanto, o ponto de partida é escolher um dos eixos de pesquisa do seu curso, podendo 
relacioná-lo com as práticas realizadas, para a escrita do resumo expandido, que deve organizar-se 
nos seguintes tópicos: 
1. Introdução; 
 
2. Metodologia; 
3. Discussões Teóricas e Resultados; 
 
4. Considerações; Referências. 
 
 
Sobre a extensão, deverá ter de 3 a 7 páginas, considerando as referências. No item 5.3 você 
encontrará mais orientações sobre como produzir o resumo expandido. Agora, observe os eixos de 
pesquisa do seu curso. 
7 
4. EIXOS DE PESQUISA 
 
A primeira etapa para a produção do TCC é a escolha do tema. É um momento desafiador, já que 
precisamos definir o tema a partir dos eixos do curso e do interesse que temos na pesquisa. É 
importante também delimitar o assunto e especificar o tema para que a pesquisa tenha foco. 
A seguir, observe os eixos de pesquisa do seu curso, que serão o ponto de partida para a 
delimitação do tema. No anexo, você encontrará a descrição de cada eixo e a indicação de autores e 
bibliografias. 
 
 
 
 
 
 
CURSO EIXOS 
 
 
Bacharelado em Artes Visuais 
 
EIXO 1. PROCESSOS DE CRIAÇÃO EM ARTES 
VISUAIS 
EIXO 2. LINGUAGENS DAS ARTES VISUAIS 
 
 
Licenciatura em Artes Visuais 
EIXO 1. ARTES VISUAIS NO AMBIENTE ESCOLAR 
EIXO 2. ARTES VISUAIS E PROCESSOS DE 
INCLUSÃO 
EIXO 3. ARTES VISUAIS EM DIFERENTES 
CONTEXTOS 
 
 
Bacharelado em Educação Física 
EIXO 1. SAÚDE, BEM-ESTAR E TREINAMENTO 
EIXO 2. MOVIMENTO HUMANO E EDUCAÇÃO 
FÍSICA 
EIXO 3. ADMINISTRAÇÃO, TECNOLOGIA E 
GESTÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
 
Licenciatura em Educação Física 
EIXO 1. APRENDIZAGEM, DESENVOLVIMENTO E 
INCLUSÃO 
EIXO 2. FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA 
EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 
 
 
Licenciatura Música 
 
EIXO 1. METODOLOGIAS DO ENSINO DA MÚSICA 
EIXO 2. MUSICOLOGIA 
8 
5. ETAPAS DO TCC 
 
O trabalho de conclusão do curso deverá ser realizado em quatro etapas. Primeiramente, você 
deve descrever, no projeto de pesquisa, o tema escolhido a partir dos eixos de pesquisa do seu 
curso, justificando essa escolha, elucidando o objetivo central, sinalizando a metodologia adotada 
para esta pesquisa bem como o referencial teórico que será utilizado. Para isso, utilize o template 
disponibilizado neste manual e na sala MPTCC e faça a postagem no AVA Univirtus, no link 
TRABALHOS, em formato Word ou similar, e aguarde a aprovação. 
Após a análise e a aprovação do projeto de pesquisa, você 
deverá realizar a segunda etapa da disciplina, que é a participação 
em duas reuniões síncronas (ao vivo e online), nas datas 
preestabelecidas conforme cronograma disponibilizado. Essas 
reuniões auxiliarão na elaboração do resumo expandido. Após 
a conclusão da participação nas duas reuniões, solicite a sua 
declaração de frequência pela tutoria da sala da disciplina 
MPTCC. Realize a postagem dessa declaração em formato PDF no link TRABALHOS, junto com o 
seu resumo expandido. 
A terceira etapa do TCC é a escrita do resumo expandido (parte escrita), a partir do projeto de 
pesquisa já aprovado e fazendo o uso do template disponibilizado neste manual e na sala MPTCC. 
Com o resumo expandido finalizado, poste o arquivo em formato Word ou similar no AVA Univirtus, 
no link TRABALHOS. 
 
 
 
 
Quadro 1 – Alunos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais 
Atendendo as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) dos cursos de graduação em Artes Visuais que 
determinam em seu Artigo 8º: 
“Art. 8º O Trabalho de Curso é componente curricular obrigatório, que deverá conter os seguintes 
componentes: 
II - Para o licenciando: a) uma monografia sobre um tema das Artes Visuais; b) um projeto de curso a ser 
ministrado sobre esse tema; c) apresentação a uma banca examinadora composta por professores e 
profissionais da área, nos termos de regulamento próprio.” 
I - Para o bacharelando: a) uma reflexão escrita sobre o processo de desenvolvimento do trabalho; b) 
uma exposição individual ou coletiva em espaço público; c) apresentação a uma banca examinadora 
composta por professores e profissionais da área, nos termos de regulamento próprio. 
1 – Licenciatura em Artes Visuais 
a) O estudante desenvolverá um Projeto Educacional que deverá, obrigatoriamente, ser aplicado 
presencialmente em sua cidade. Possíveis locais de aplicação: polo de apoio presencial, escola, ONG, 
igreja, museu, centro cultural, ou outra entidade afim. 
9 
 
 
A última etapa da realização do TCC é a apresentação/defesa do seu resumo expandido para um 
ou dois professores, os quais irão compor a banca de defesa e irão 
avaliar o momento de apresentação. A apresentação pode 
ser organizada em slides, no template disponibilizado na 
sala MPTCC. Lembre-se: essa é a última etapa do seu curso. 
O agendamento da apresentação deve ser solicitado ao seu 
polo somente após concluir todas as disciplinas da sua matriz 
curricular, indicando três possibilidades de data e horário. 
Veja no quadro seguinte as etapas de produção do TCC: 
 
 
 
O Projeto Educacional deve estar de acordo com o tema do Resumo Expandido e será inserido como 
Apêndice do Resumo Expandido. O template Resumo Expandido + Projeto Educacional está disponível no 
ROTEIRO DE ESTUDOS do estágio. 
Após finalização do Resumo Expandido e do Projeto Educacional, o arquivo deve ser postado, em 
formato Word ou similar, no link TRABALHO 2 – Resumo Expandido. 
b) Aprovado o Resumo Expandido e o Projeto Educacional com nota igual ou superior a 70, o estudante 
deverá realizar a aplicação do seu projeto e coletar evidências (fotos) desta aplicação. Finalizada a 
aplicação, preencher o Relatório de Evidências – template disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do 
estágio – e postar no link TRABALHO 3 – Relatório de Evidências. 
2 – Bacharelado em Artes Visuais 
a) O estudante desenvolverá um Projeto de Exposição que deverá, obrigatoriamente, ser exposto 
virtualmente (Galeria Virtual ALMA) ou em sua cidade. Possíveis locais de aplicação: galeria virtual ALMA, 
associações de bairro, igrejas, museus, centros culturais, e outras entidades afim. 
O Projeto de Exposição deve estar de acordo com o tema do Resumo Expandido e será inserido como 
Apêndice. O template Resumo Expandido + Projeto de Exposição está disponível no ROTEIRO DE 
ESTUDOS do estágio. 
Após finalização do Resumo Expandido e do Projeto de Exposição, o arquivo deve ser postado, em 
formato Word ou similar, no link TRABALHO 2 – Resumo Expandido. 
b) Aprovado o Resumo Expandido e o Projeto de Exposição com nota igual ou superior a 70, o estudante 
deverá realizar a aplicação do seu projeto e coletar evidências (fotos) desta exposição. Finalizada a 
exposição, preencher o Relatório de Evidências – template disponível no ROTEIRO DE ESTUDOS do 
estágio – e postar no link TRABALHO 3 – Relatório de Evidências. 
Observação: na opção de expor na Galeria virtual ALMA, após o Resumo expandido e Projeto de 
Exposição estarem aprovados, entre em contato via Tutoria da disciplina solicitando a inserção de sua 
obra em Mostras Coletivas. 
Quadro 1 – Etapas da produção do TCC – Bacharelados e Licenciaturas 
Etapas O que devo fazer? Onde devo postar? 
 
Etapa 1 
Escolher um tema a partir dos 
eixos de pesquisa do seu curso 
como o ponto de partida para 
Poste o projeto de pesquisa 
em formato Word ou similar 
no ambiente virtual de 
10 
 
 
 
 
Fonte: Os autores. 
 
 
 
 
Etapa 1 
a pesquisa e escrita do projeto 
de pesquisa (2 a 4 páginas), 
conforme Template. 
aprendizagem, no link 
TRABALHOS, e aguarde a 
correção e/ou aprovação. 
 
 
 
 
Etapa 2 
Participar de duas reuniões 
síncronas para orientação do 
TCC, conforme calendário 
estabelecido. Após concluir a 
participação das duas 
reuniões, solicitar a declaração 
de frequência pela tutoria da 
disciplinaMPTCC. 
 
 
Poste a declaração de 
frequência em formato PDF no 
link TRABALHOS, junto com o 
seu resumo expandido. 
 
 
 
 
 
Etapa 3 
 
 
 
Escrever o resumo expandido 
a partir do seu projeto de 
pesquisa (3 a 7 páginas), 
conforme Template. 
Poste o resumo expandido em 
formato Word ou similar no 
ambiente virtual de 
aprendizagem, no link 
TRABALHOS, e aguarde a 
correção e/ou aprovação. 
Lembre-se de postar junto, no 
mesmo link, a declaração de 
frequência. 
 
 
 
 
 
Etapa 4 
Após a conclusão de todas as 
disciplinas do seu curso, 
solicite ao polo o 
agendamento da 
apresentação do TCC à banca 
examinadora, indicando três 
possibilidades de data e 
horário. Poderá organizar a 
apresentação em slides, no 
template disponibilizado. 
 
 
Não há postagem de material. 
Esta etapa é realizada por 
meio de videoconferência no 
Polo de Apoio Presencial ou na 
própria residência do 
estudante. 
Quadro 2 – Etapas da produção do TCC – Alunos de Artes Visuais 
Etapas O que devo fazer? Onde devo postar? 
 
 
Etapa 1 
 
Escolher um tema a partir dos 
eixos de pesquisa do seu curso 
como o ponto de partida para 
a pesquisa e escrita do projeto 
Poste o projeto de pesquisa 
em formato Word ou similar 
no ambiente virtual de 
aprendizagem, no link 
TRABALHOS, e aguarde a 
11 
 
 
 
 
 
Fonte: Os autores. 
 
Etapa 1 
de pesquisa (2 a 4 páginas), 
conforme Template. 
 
correção e/ou aprovação. 
 
 
 
 
Etapa 2 
Participar de duas reuniões 
síncronas para orientação do 
TCC, conforme calendário 
estabelecido. Após concluir a 
participação das duas 
reuniões, solicitar a declaração 
de frequência pela tutoria da 
disciplina MPTCC. 
 
 
Poste a declaração de 
frequência em formato PDF no 
link TRABALHOS, junto com o 
seu resumo expandido. 
 
 
 
 
 
 
Etapa 3 
 
 
 
Escrever o resumo expandido 
a partir do seu projeto de 
pesquisa (3 a 7 páginas) e o 
Projeto Educacional/Projeto 
de Exposição conforme 
Template. 
Poste o resumo expandido + 
projeto educacional/projeto 
de exposição (apêndice) em 
formato Word ou similar no 
ambiente virtual de 
aprendizagem, no link 
TRABALHOS, e aguarde a 
correção e/ou aprovação. 
Lembre-se de postar junto, no 
mesmo link, a declaração de 
frequência. 
 
 
 
Etapa 4 
Após aplicar o projeto 
educacional/projeto de 
exposição e coletar as 
evidências, preencher o 
Relatório de Evidências, 
conforme Template. 
Poste o relatório de evidências 
em formato Word ou similar 
no ambiente virtual de 
aprendizagem, no link 
TRABALHOS, e aguarde a 
aprovação. 
 
 
 
 
 
Etapa 5 
Após a conclusão de todas as 
disciplinas do seu curso, 
solicite ao polo o 
agendamento da 
apresentação do TCC à banca 
examinadora, indicando três 
possibilidades de data e 
horário. Poderá organizar a 
apresentação em slides, no 
template disponibilizado. 
 
 
Não há postagem de material. 
Esta etapa é realizada por 
meio de videoconferência no 
Polo de Apoio Presencial ou na 
própria residência do 
estudante. 
12 
O estudante possui até 4 tentativas de postagem, somando as etapas de Projeto de Pesquisa e 
Resumo Expandido + Declaração de Frequência. Caso não obtenha aprovação na parte escrita do 
TCC – deferimento do projeto de pesquisa e nota igual ou superior a 70 no resumo expandido – em 
até 4 postagens, será necessário refazer a disciplina de MPTCC, solicitando o Regime Tutorial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 POSTAGENS 
 
 
 
4 POSTAGENS 
ALUNOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 
O estudante possui até 6 tentativas de postagem, somando as etapas de Projeto de Pesquisa, Resumo 
Expandido + Projeto Educacional/Projeto de Exposição + Declaração de Frequência e Relatório de 
Evidências. Caso não obtenha aprovação na parte escrita do TCC – deferimento do projeto de pesquisa, 
nota igual ou superior a 70 no resumo expandido + projeto educacional/projeto de exposição e 
deferimento do relatório de evidências – em até 6 postagens, será necessário refazer a disciplina de 
MPTCC, solicitando o Regime Tutorial. 
13 
As etapas do trabalho de conclusão de curso serão descritas detalhadamente a seguir. 
 
5.1 Etapa 1 – Projeto de Pesquisa 
 
O primeiro passo para a produção do seu resumo expandido é desenvolver um projeto de 
pesquisa, ou seja, ao elaborar um resumo expandido, você deve ter em mente algumas questões 
que serão norteadoras: O que pesquisar? Por que realizar a pesquisa? Como proceder? Qual método 
utilizar? 
O projeto de pesquisa, portanto, será o ponto de partida para a elaboração do seu resumo 
expandido. É a 1ª etapa do seu TCC, um planejamento básico do que irá realizar. Para tanto, você 
deverá utilizar o template e postar o projeto de pesquisa em arquivo Word ou similar no AVA 
Univirtus, no link TRABALHOS da disciplina MPTCC. Feita a postagem no AVA, o projeto de pesquisa 
será aprovado ou não por seu professor. No caso de aprovação, você poderá dar continuidade ao 
processo de elaboração do seu resumo expandido, sempre observando as colocações que 
porventura sejam feitas pelo professor. No caso de não aprovação, deverá fazer as adequações 
indicadas, submetendo novamente (observando prazos e número de tentativas) o projeto de 
pesquisa. 
Neste momento de apresentação do projeto de pesquisa, é preciso demonstrar um 
planejamento básico do que irá pesquisar, indicando o eixo de pesquisa e a atividade prática 
(portfólio, estudo de caso ou prática locorregional) que será selecionada para a escolha do tema da 
pesquisa. No texto elaborado, justifique a escolha da referida temática, relacionando-a com o seu 
curso de graduação. Escreva qual o objetivo central da pesquisa. Ainda é necessário indicar qual a 
metodologia adotada e os autores basilares para esta pesquisa que dará origem ao resumo 
expandido. Observe dados sobre conteúdo e formatação da apresentação: 
 
 
 
 
 
O projeto de pesquisa deve ser realizado a partir do template em word disponibilizado neste manual e na 
sala da disciplina MPTCC; 
Deve ter entre 2 e 4 páginas; 
Sobre a formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. Fonte: Candara tamanho 11 para 
citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 
1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. 
No projeto de pesquisa, deverá abordar os seguintes tópicos: 
1. Título do projeto de pesquisa. 
2. Dados de identificação (nome, RU e curso). 
3. Tema: é o assunto que você irá pesquisar a partir dos eixos de pesquisa e das práticas locorregionais 
do seu curso. 
 
 
 
 
5.1.1 Template para o Projeto 
 
Esse é o template do projeto. Um arquivo em Word será disponibilizado na sala da disciplina. 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO PROJETO 
SOBRENOME, Nome do autor (aluno) 
Licenciando/Bacharelando em (curso do aluno/a) - UNINTER 
 
EIXO DE PESQUISA ESCOLHIDO: 
 
 
 
1. TEMA 
 
Tema é o assunto que se deseja pesquisar, ou seja, O QUE você vai estudar. A escolha do tema 
não deve ocorrer ao acaso, pois ele deve articular-se com os eixos do curso, com as atividades 
práticas e com as experiências adquiridas por meio de leituras ou pela própria prática profissional. 
Observe que, na condição de autor de seu trabalho, é fundamental que o tema seja significativo e 
atraente para você, bem como compatível com suas condições concretas de realização. Enfim, o 
tema deve ser de seu interesse e ter relação direta com a área do seu curso e com o conteúdo que 
você aprendeu. 
14 
4. Problema: é um questionamento relacionado ao tema que norteará o desenvolvimento do estudo. 
5. Justificativa da relevância da sua pesquisa e da escolha do tema dos eixos de pesquisa e das práticas 
locorregionais do seu curso. 
6. Objetivos geral e específicos. 
7. Metodologia da pesquisa (bibliográfica, documental...). 
8. Revisão bibliográfica: apresente os principais autores e suas concepções.9. Referências: indicar os autores que citou no seu texto. 
Formato do arquivo para postagem: 
Seu projeto deverá ser postado PREFERENCIALMENTE no formato Word (com extensão “.doc” ou 
“.docx”). Se utilizado um software livre, salvar o arquivo no formato RTF. A postagem em outros 
formatos (como, por exemplo, JPEG ou PDF) impossibilita a correção e qualquer tipo de orientação. 
 
Para nortear essa escolha, cada curso estipula eixos de pesquisa para o TCC. Conheça quais são os 
eixos de pesquisa do seu curso nos anexos deste manual. Portanto, observe que um tema de TCC 
deve ter uma delimitação precisa de pesquisa, ou seja, não pode ser algo muito geral e abrangente 
na área. Para ter profundidade e relevância acadêmica, o trabalho deve apresentar, dentro de uma 
temática geral, um recorte mais específico no tempo e no espaço. 
 
2. PROBLEMA 
 
Elabore uma pergunta síntese. O problema de pesquisa é um questionamento relacionado ao 
tema que norteará o desenvolvimento do estudo. Essa problematização, que é redigida na forma de 
uma pergunta, deverá ser respondida pelo estudante por meio de sua pesquisa. Portanto, o 
problema se refere a O QUÊ você quer compreender, analisar, responder com seu trabalho, assim 
como em QUAL INTERVALO DE TEMPO e em QUAL ESPAÇO o fenômeno ocorreu. O que + Quando 
+ Onde (Objeto + Tempo + Espaço). 
 
3. JUSTIFICATIVA 
 
Justifique a relevância de sua pesquisa. A justificativa é o argumento que descreve a importância 
da pesquisa para a área de conhecimento de seu curso, para sua formação, para a sociedade em 
geral e para a comunidade local, quando for o caso. A justificativa deve ser escrita em um parágrafo 
único e deve ser sucinta. Portanto, aqui você irá explicar POR QUÊ/PARA QUÊ será relevante seu 
trabalho. 
 
4. OBJETIVOS 
 
Apresente o objetivo geral e os objetivos específicos da pesquisa. 
 Objetivo geral: é a ideia central de uma pesquisa e deve descrever de forma sucinta a finalidade 
do estudo. Portanto, é a ação que vai responder a sua pergunta de pesquisa, o seu problema. 
Lembre-se de que os objetivos devem ser redigidos iniciando com um verbo no infinitivo. 
 Objetivos específicos: devem detalhar as ideias e as ações necessárias para a realização da 
pesquisa. Em geral, devem ser redigidos iniciando com um verbo no infinitivo. No Anexo I deste 
manual há uma lista com sugestões de verbos. Atente para escrever objetivos alcançáveis. Os 
objetivos específicos são práticos, apontam o quê o pesquisador irá executar. Indica-se a 
elaboração de 2 a 3 objetivos específicos, que devem ser apresentados em forma de tópicos. 
 
5. METODOLOGIA 
 
A metodologia é um conjunto de instrumentos e etapas usados para atingir determinado objetivo 
15 
 
durante a realização de uma pesquisa. Portanto, a metodologia está relacionada à exposição do 
processo da investigação. Nela, você apresentará COMO você chegou a esse caminho de pesquisa e 
COM QUAIS ferramentas você desenvolveu seu trabalho para conhecer o assunto que se propôs a 
investigar. Dessa forma, neste item, explique e conceitue a metodologia utilizada na sua pesquisa: 
 Pesquisa bibliográfica - Pesquisa realizada em fontes documentais como bibliotecas, 
hemerotecas, bancos de dados etc. Pesquisa realizada em trabalhos impressos de outros 
autores, que compõem o acervo de bibliotecas, bancos de dados, sites de periódicos científicos 
etc. Os textos pesquisados são livros, teses, dissertações, artigos ou outra produção científica. 
Ao escolher uma pesquisa bibliográfica como metodologia, procure estabelecer critérios para a 
escolha dos autores e das fontes utilizadas. Aqui sugerimos um roteiro para a seleção dos 
autores que devem fazer parte do estudo: (a.1) procure nas revistas de maior repercussão e 
impacto no campo de estudo escolhido que, em geral, estão disponibilizadas nas plataformas 
online descritas no Anexo II; (a.2) procure na biblioteca virtual os livros disponíveis para consulta, 
que são referências em seu campo de estudos; (a.3) estabeleça um critério para a escolha dos 
autores como, por exemplo, maior número de citações, aderência com a temática, artigos mais 
recentes, artigos publicados em uma revista específica, clássicos, entre outros; (a.4) explique 
para o leitor quais foram os critérios adotados para a seleção dos autores. Lembre-se de que 
uma pesquisa bibliográfica apresenta algum tipo de sistematização do conjunto de autores 
adotados. Justifique e explique essa escolha. 
 Pesquisa documental - Elaborada a partir de qualquer tipo de documento conservado em 
arquivos de órgãos públicos e instituições ou entidades privadas, como associações atléticas, 
científicas, culturais ou comunitárias, empresas, igrejas, partidos políticos, sindicatos, escolas 
etc. Podem ser documentos impressos, gravados em áudio ou vídeo. Exemplos de fontes 
documentais: atas, boletins, entrevistas, filmes, fotografias, memorandos, ofícios, 
regulamentos, cartas, jornais, diários. Ao contrário da pesquisa bibliográfica, a documental 
utiliza-se de material ainda não investigado. 
Neste item, enfim, informe e conceitue a metodologia de pesquisa utilizada, mencione as 
fontes/autores pesquisados para desenvolver o TCC (livros, artigos, arquivos, filmes...), as 
plataformas de pesquisa que acessou (Scielo, Capes, Google Acadêmico...) e se houve recorte 
temporal das fontes pesquisadas. 
 
6. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 
 
Neste item, apresente os principais autores e suas concepções. É fundamental fazer o 
levantamento de publicações que já existem sobre o assunto a ser pesquisado, de forma a definir o 
que já se sabe sobre o tema. Portanto, a revisão bibliográfica e o estado da arte exprimem o conjunto 
de autores a partir dos quais o tema foi e será abordado. Trata-se de um item imprescindível em um 
TCC. Lembre-se: quando consultar revistas científicas, livros e artigos, acesse fontes 
academicamente confiáveis, evitando blogs e sites com conteúdo de senso comum 
16 
 
ou sem comprovação científica. 
Nos anexos deste manual, você encontra tanto as recomendações específicas de sua área (Anexo 
VI) quanto algumas indicações de repositórios gerais dessas fontes para realizar sua revisão 
bibliográfica (Anexo II), além de como referenciar as citações diretas e indiretas em seu texto (Anexo 
III). 
O sistema a ser usado para citação de fontes é o autor-data (SOBRENOME, 1990, p. 13), 
conforme normas da ABNT. Citações diretas superiores a 3 linhas devem ser realizadas conforme 
normas ABNT, sendo formatada em fonte Candara, tamanho 11, espaçamento simples, texto 
justificado, recuo de 4 cm da margem esquerda. Por exemplo: 
 
Textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor (SOBRENOME, ano, p. xx). 
 
Caso sejam utilizados tabelas, imagens ou gráficos, deve-se manter a seguinte organização: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Indicar fonte de pesquisa. 
 
7. REFERÊNCIAS 
 
Nas referências, devem constar todas as fontes citadas no decorrer do texto: livros, artigos de 
revistas, endereços eletrônicos, entre outras. Obras não citadas no texto não devem fazer parte 
deste item. As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética e de acordo com as normas 
da ABNT. Para compor corretamente a lista de referências de trabalho, consulte o Anexo V deste 
manual e as normas da ABNT. 
 
 
 
 
 
 
17 
Tabela/Imagem/Gráfico 1 – Título da Tabela, imagem ou do Gráfico. 
 
5.2 Etapa 2 – Reuniões de TCC 
 
Faz parte da disciplina MPTCC a participação em duas reuniões em que discutiremos as etapas de 
realização do TCC. Dessa forma, é preciso verificar no cronograma as datas e horários das reuniões 
e escolher duas delas para participar de forma síncrona (ao vivo e online). 
Após concluir a participação em duas reuniões, você deve solicitar adeclaração de frequência 
pelo link tutoria da sala da disciplina MPTCC. E fará a postagem do arquivo da declaração que foi 
emitida no formato PDF, no link TRABALHOS, junto com o seu resumo expandido. 
 
5.3 Etapa 3 – Resumo Expandido 
 
O resumo expandido será elaborado depois do projeto de pesquisa (1ª etapa) ter sido aprovado 
pelo professor. O projeto de pesquisa é o ponto de partida para a elaboração do resumo expandido. 
Observe dados sobre conteúdo e formatação do resumo expandido: 
 
 
 
 
 
5.3.1 Template para o Resumo Expandido 
 
Esse é o template do resumo expandido. Um arquivo em Word será disponibilizado na sala da 
disciplina. 
 
18 
O resumo expandido deverá conter no mínimo 3 e no máximo 7 páginas, contando com as referências 
bibliográficas. 
Formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. Fonte: Candara tamanho 11 para 
citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 
1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. 
O resumo expandido deve organizar-se nos seguintes tópicos: 
1. Introdução; 
2. Metodologia; 
3. Discussões Teóricas e Resultados; 
4. Considerações; 
Referências. 
Formato do arquivo para postagem: 
Seu TCC deverá ser postado PREFERENCIALMENTE no formato Word (com extensão “.doc” ou “.docx”). 
Se utilizado um software livre, salvar o arquivo no formato RTF. A postagem em outros formatos (como, 
por exemplo, JPEG ou PDF) impossibilita a correção e qualquer tipo de orientação. 
 
 
 
 
TÍTULO DO RESUMO EXPANDIDO 
 
SOBRENOME, Nome do autor (aluno) 
Licenciando/Bacharelando em (curso do aluno/a) - UNINTER 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
Dentre os vários métodos usados para elaborar pesquisas, o resumo expandido é um exemplo. 
Dessa forma, nos valeremos desse gênero acadêmico para abordar os estudos e a experiência tida 
a partir das atividades práticas locorregionais do seu curso. Para tanto, observe atentamente as 
orientações neste template. 
Seu resumo expandido deve conter no mínimo 3 e no máximo 7 páginas, contando com as 
referências bibliográficas. Sobre a formatação: Fonte: Candara tamanho 12 para o corpo do texto. 
Fonte: Candara tamanho 11 para citações longas (com mais de 3 linhas). Espaçamento de 
parágrafos: 1,25 cm. Espaçamento entrelinhas: 1,5 cm. Alinhamento justificado no corpo do texto. 
O resumo expandido deve apresentar, de forma concisa, a ideia geral de um tema. É um 
documento cujas ideias são entendidas no menor tempo possível, dessa forma, o texto precisa estar 
focado no assunto central, de forma concisa e clara. Partindo dessas premissas, este resumo 
expandido será o resultado do que o estudante pesquisou e experenciou com as atividades práticas 
locorregionais (estudo de caso, portfólio e atividade locorregional) que desenvolveu durante a 
trajetória acadêmica no seu curso. 
Dessa forma, é a partir de temáticas pesquisadas, discutidas e vivenciadas nas atividades 
práticas que o resumo expandido será desenvolvido, expondo a pesquisa e a reflexão sobre as 
práticas locorregionais realizadas, as teorias estudadas, as descobertas regionais que foram feitas, 
os problemas que foram observados, bem como a importância da atividade para a formação humana 
e acadêmica. 
Para tanto, o ponto de partida é escolher um dos temas abordados nas atividades práticas do seu 
curso para a escrita do resumo expandido, que deve organizar-se nos seguintes tópicos: 1. 
Introdução; 2. Metodologia; 3. Discussões Teóricas; 4. Considerações; Referências. 
A introdução deve criar uma expectativa positiva e estimular o interesse do leitor para a 
continuação da análise de todo texto. A introdução apresenta o assunto e delimita o tema, 
analisando a problemática que será investigada, definindo conceitos e especificando os termos 
adotados, a fim de esclarecer o assunto. 
Assim, procure reservar um parágrafo para cada um dos seguintes itens que devem compor a 
19 
 
introdução: inicie apresentando o tema (um parágrafo), partindo da atividade prática escolhida, 
seguindo com a problemática (um parágrafo), objetivos geral e específicos (um parágrafo), autores 
que serão usados, (um parágrafo), e encerre com um parágrafo que indique os resultados 
encontrados, ao mesmo tempo em que se procura manter o leitor interessado em realizar a leitura 
do texto. 
 
2. METODOLOGIA 
 
A metodologia é um conjunto de instrumentos e etapas usados para atingir determinado 
objetivo durante a realização de uma pesquisa. Portanto, a metodologia está relacionada à exposição 
do processo da investigação. Nela, você apresentará COMO você chegou a esse caminho de pesquisa 
e COM QUAIS ferramentas você desenvolveu seu trabalho para conhecer o assunto que se propôs a 
investigar. Dessa forma, neste item, explique e conceitue a metodologia utilizada na sua pesquisa: 
 Pesquisa bibliográfica - Pesquisa realizada em fontes documentais como bibliotecas, 
hemerotecas, bancos de dados etc. Pesquisa realizada em trabalhos impressos de outros 
autores, que compõem o acervo de bibliotecas, bancos de dados, sites de periódicos científicos 
etc. Os textos pesquisados são livros, teses, dissertações, artigos ou outra produção científica. 
Ao escolher uma pesquisa bibliográfica como metodologia, procure estabelecer critérios para a 
escolha dos autores e das fontes utilizadas. Aqui sugerimos um roteiro para a seleção dos 
autores que devem fazer parte do estudo: (a.1) procure nas revistas de maior repercussão e 
impacto no campo de estudo escolhido, que, em geral, estão disponibilizadas nas plataformas 
online descritas no Anexo II; (a.2) procure na biblioteca virtual os livros disponíveis para consulta, 
que são referências em seu campo de estudos; (a.3) estabeleça um critério para a escolha dos 
autores, como, por exemplo, maior número de citações, aderência com a temática, artigos mais 
recentes, artigos publicados em uma revista específica, clássicos, entre outros; (a.4) explique 
para o leitor quais foram os critérios adotados para a seleção dos autores. Lembre-se de que 
uma pesquisa bibliográfica apresenta algum tipo de sistematização do conjunto de autores 
adotados. Justifique e explique essa escolha. 
 Pesquisa documental - elaborada a partir de qualquer tipo de documento conservado em 
arquivos de órgãos públicos e instituições ou entidades privadas, como associações atléticas, 
científicas, culturais ou comunitárias, empresas, igrejas, partidos políticos, sindicatos, escolas 
etc. Podem ser documentos impressos, gravados em áudio ou vídeo. Exemplos de fontes 
documentais: atas, boletins, entrevistas, filmes, fotografias, memorandos, ofícios, 
regulamentos, cartas, jornais, diários. Ao contrário da pesquisa bibliográfica, a documental 
utiliza-se de material ainda não investigado. 
Neste item, enfim, informe e conceitue a metodologia de pesquisa utilizada, mencione as 
fontes/autores pesquisados para desenvolver o TCC (livros, artigos, arquivos, filmes...), as 
plataformas de pesquisa que acessou (Scielo, Capes, Google Acadêmico...) e se houve recorte 
temporal das fontes pesquisadas. 
20 
 
3. DISCUSSÕES TEÓRICAS E RESULTADOS 
 
É a parte principal do resumo expandido, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do 
tema pesquisado. Pode dividir-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do 
tema e do método. Quanto mais conhecimento a respeito do tema do resumo expandido, mais 
estruturado e completo será o texto. 
A organização do conteúdo deve ser sequencial e progressiva, em função da lógica própria a 
qualquer assunto que, uma vez detectada, determina a ordem a ser adotada. Dessa forma, é preciso 
partir do tema de uma das atividades práticas realizadas durante o curso para investigar o problema 
que será proposto. É importante, também, explicar o resultado da atividade prática escolhida. De 
forma reflexiva, apresente suas descobertas, avalie o percurso da atividade (obstáculos, dificuldades,desafios, aprendizagens), mostre como a atividade auxiliou na relação da teoria com a prática e na 
compreensão e conhecimento do locorregional. 
Neste item, o pesquisador deve articular ideias e contribuições de outros autores com reflexões e 
discussões de sua própria autoria, com a finalidade de constituir a base teórica de sua pesquisa. 
Segundo Santos, Molina e Dias (2008, p. 154), este item “tem o objetivo de desenvolver o tema 
principal, ressaltando os aspectos mais importantes, de modo a discutir, analisar e interpretar o 
assunto em foco”. 
Em resumo, o desenvolvimento deve ocorrer mediante um conjunto de critérios que podem ser 
replicados por qualquer outro pesquisador. Transparência, confiabilidade e replicabilidade são as 
palavras de ordem em uma pesquisa científica. Para tanto, pesquisa em fontes seguras e cuidado 
com a questão da autoria são fundamentais. 
O sistema a ser usado para citação de fontes é o autor-data (SOBRENOME, 1990, p. 13), conforme 
normas da ABNT. Citações diretas superiores a 3 linhas devem ser realizadas conforme normas ABNT, 
sendo formatada em fonte Candara, tamanho 11, espaçamento simples, texto justificado, recuo de 
4 cm da margem esquerda. Por exemplo: 
 
Textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor textodoautor textodoautor 
textodoautor textodoautor (SOBRENOME, ano, p. xx). 
 
Caso sejam utilizados tabelas, imagens ou gráficos, deve-se manter a seguinte organização: 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
 
Fonte: Indicar fonte de pesquisa e ano de publicação. 
 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Esta é a parte final do resumo expandido, na qual são apresentadas as conclusões da pesquisa. 
Este item deve guardar proporções de tamanho e conteúdo, conforme a magnitude do trabalho 
apresentado. A função das considerações finais é de explicar, brevemente, as ideias que 
predominaram no texto como um todo, sem polêmicas ou controvérsias. 
Conforme o tipo e objetivo da pesquisa, o autor pode, nesta parte, incluir algumas 
recomendações gerais acerca de novos estudos, sensibilizar os leitores sobre fatos importantes, 
sugerir decisões urgentes ou práticas mais coerentes de pessoas ou grupos, entre outras 
considerações finais. 
 
5. REFERÊNCIAS 
 
Nas referências, devem constar todas as fontes citadas no decorrer do texto: livros, artigos de 
revistas, endereços eletrônicos, entre outras. Obras não citadas no texto não devem fazer parte 
deste item. As referências devem ser apresentadas em ordem alfabética e de acordo com as normas 
da ABNT. Para compor corretamente a lista de referências de trabalho, consulte o Anexo V deste 
manual e as normas da ABNT. 
 
 
 
 
 
 
6. APÊNDICE 
 
TÍTULO DO PROJETO DE EXPOSIÇÃO 
 
NOME DO(A) ALUNO(A) 
RU 
 
 
22 
Tabela/Imagem/Gráfico 1 – Título da Tabela, imagem ou do Gráfico. 
ALUNOS DE BACHARELADO EM ARTES VISUAIS 
 
O projeto de experimento artístico autoral a ser desenvolvido terá uma estrutura de um relato de 
experiência e a partir dessa estrutura será realizada a síntese do resultado da experiência estética 
(memorial descritivo). 
 
1. Apresentação 
O aluno deve apresentar, de maneira sucinta, sua proposta poética que tem como base seu resumo 
expandido. O foco deve estar em sua produção artística, considerando brevemente justificativa, 
objetivos e argumentos para sua experiência estética durante a sua produção artística. 
 
2. Texto curatorial 
Apresente para o espectador de sua obra os objetivos teóricos e estéticos de sua poética. Reflita 
sobre o público-alvo e faça as devidas considerações em relação à mediação. 
 
3. Descrição do processo criativo 
Neste campo, liste em formato de etapas como você organizou o seu processo criativo. Se julgar 
necessário, faça uso de imagens. 
 
4. Apresentação final da obra 
Insira uma imagem nítida de sua proposta finalizada com a respectiva ficha técnica: 
 
 
 
23 
 
 
 
 
 
 
 
 
INCLUA AQUI A 
IMAGEM DA OBRA 
 
Nome: Nome artístico do autor da obra. 
Título: O título da obra e, se for o caso, da série a qual pertence. A obra não obrigatoriamente 
deve ter um título. 
Técnica/material: Técnica empregada para a feitura da obra e/ou os materiais e suportes 
utilizados. 
Dimensões: Obras bidimensionais: altura x largura (sempre a altura vem primeiro). No caso de 
dípticos, trípticos e polípticos as dimensões são dadas pelas partes; 
Obras tridimensionais: altura x largura x profundidade* 
Data: Ano em que foi concluída a obra. 
 
5. Conclusão do relato de produção da obra 
O aluno deverá informar os resultados observados com relação à produção de sua obra, descobertas 
relevantes, erros, acertos, sempre com argumento com uma linguagem impessoal para dar 
credibilidade ao relato. 
 
6. Exposição 
O aluno deverá indicar o local em que a obra será exposta, bem como outras informações 
relevantes, como: 
Exposição física/exposição online; 
Período de exposição; 
Recursos necessários para a exposição; 
Formato de divulgação. 
 
 
 
 
 
 
 
6. APÊNDICE 
 
TÍTULO DO PROJETO EDUCACIONAL 
 
NOME DO(A) ALUNO(A) 
RU 
 
1. CARGA HORÁRIA E PERIODICIDADE 
Indicar a carga horária do seu projeto educacional e a periodicidade, se necessário. A carga horária 
mínima é de 4 (quatro) horas e a máxima é de 8 (oito) horas. 
Carga horária: 
Periodicidade: 
24 
ALUNOS DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 
 
2. LOCAL DE APLICAÇÃO E PÚBLICO-ALVO 
Apresentar onde e qual é o público-alvo que será atendido em seu projeto educacional em Artes 
Visuais. A aplicação deve ser realizada de forma física, preferencialmente em seu polo de apoio 
presencial e dirigido à comunidade. Também é possível aplicar em outros espaços, caso não seja 
possível realizar em seu polo. Assim, você deve indicar o local de aplicação, bem como o público a 
ser atendido. 
Local de aplicação: 
Público-alvo: 
 
3. JUSTIFICATIVA 
Apresentar, em texto discursivo, a relevância do projeto educacional em Artes Visuais proposto e da 
sua aplicação para a comunidade, a partir da pesquisa desenvolvida em seu resumo expandido. 
 
4. OBJETIVOS DA APLICAÇÃO DO PROJETO EDUCACIONAL 
 
4.1 OBJETIVO GERAL 
Apresente 1 (um) objetivo geral. O objetivo geral deve indicar o que você pretende alcançar por meio 
do desenvolvimento do seu projeto educacional em Artes Visuais na sua comunidade. 
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Estabeleça, no mínimo, 2 (dois) objetivos específicos, como passos necessários para atingir o objetivo 
geral. 
 
5. DESENVOLVIMENTO 
Apresente detalhadamente as ações, atividades e/ou exercícios que serão desenvolvidos durante a 
aplicação do Projeto Educacional em Artes Visuais. 
 
6. AVALIAÇÃO 
Apresentar como será realizada a avaliação dos participantes do projeto educacional. Também é 
necessário apontar os critérios de avaliação que subsidiarão o processo avaliativo de acordo com os 
objetivos específicos. 
 
7. RECURSOS 
Descreva os recursos tecnológicos educacionais que serão utilizados para desenvolver o plano de 
aula ou o projeto de ensino (por exemplo: projetor, rádio, televisão, quadro de giz, entre outros). 
Descreva também o(s) material(is) didático(s) que será(ão) produzido(s) por você ou pelo público a 
quem aplicará a aula/projeto (jogo, slides, padlet, linha do tempo...). 
 
REFERÊNCIAS 
Autores e obras citados no item 4, síntese do assunto. Utilize, para as referências, as normas da 
ABNT. 
25 
26 
 
 
 
 
 
SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo, se houver. Cidade: editora, ano. 
 
 
ATENÇÃO 
A nota da disciplina Metodologia da Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (MPTCC) é composta 
pela média entre o resumo expandido (parte escrita) e a apresentação/defesa. Como a 
apresentação/defesa é a última etapa do curso e só acontece com a conclusão de todas as disciplinas 
da matriz curricular, a nota da disciplina ficará abaixo da média,ainda que a nota atribuída à parte 
escrita seja acima de 70, até a realização da apresentação, não sendo necessário solicitar Regime 
Tutorial nesse caso. Tendo dúvidas, procure a tutoria na sala da disciplina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.4 Etapa 4 – Apresentação/Defesa do TCC 
 
A apresentação/defesa do TCC é a última atividade do seu curso, após a conclusão de todas as 
disciplinas da matriz curricular. É o momento em que você irá compartilhar o conhecimento 
adquirido por meio da pesquisa, bem como os resultados e as contribuições de seu trabalho para a 
sua área de formação. A apresentação deverá ser elaborada por você, podendo fazer o uso do 
template de slides que é disponibilizado na sala MPTCC. 
Após concluir todas as disciplinas, entre em contato com o seu Polo informando três possíveis 
datas e horários para o agendamento da apresentação. A solicitação é aberta pelo Polo de Apoio 
para o setor responsável pelos agendamentos da ESEHL. 
Não há postagem de material nesta etapa. Os slides devem ser usados somente na 
apresentação/defesa, sem necessidade de postagem prévia. A defesa do TCC é realizada por 
videoconferência na data e horário agendados ou, caso necessário, no Polo. A banca é composta por 
um ou dois professores designados pela Coordenação de TCC da área a que o estudante está 
vinculado. 
Organize a apresentação de no mínimo 10 minutos e no máximo 15 minutos, considerando nos 
slides (template disponibilizado na sala) os seguintes itens: título do TCC, nome do estudante, 
27 
 
introdução, contextualização do tema, objetivos da pesquisa, metodologia, descrição breve da 
fundamentação teórica e considerações finais. 
A banca examinadora deverá preencher o Termo de Defesa, no qual serão apontadas as 
considerações sobre o trabalho e a nota atribuída ao estudante. A arguição sobre o trabalho poderá 
estender-se por até 15 minutos. Após a apresentação do TCC para a banca avaliadora, os professores 
avaliadores assinam o Termo de Defesa, conferem todos os dados e, em seguida, enviam o 
documento para a Coordenação de TCC da área. Em seguida, a Coordenação posta no AVA. Por fim, 
o sistema fará o cálculo da nota, que será lançada, fechando a grade do estudante. 
Dessa forma, sobre a apresentação, observe o fluxo: 
 
Figura 1: Fluxo do TCC 
 
 
 
Aprovação do projeto de pesquisa e do 
resumo expandido. Participação em duas 
reuniões síncronas e postagem da 
declaração de frequência. 
 
Conclusão de todas as disciplinas da matriz 
curricular, incluindo estágios, atividades 
extensionistas, AACC. 
 
Pedir ao polo para agendar a apresentação 
do TCC, indicando três possíveis datas e 
horários. 
 
Polo encaminha solicitação para o setor de 
agendamento de TCC. 
 
 
Apresentação do TCC para a banca por meio 
de videoconferência ou no polo, podendo 
fazer o uso dos slides. 
 
 
Fonte: Os autores. 
 
5.4.1 Modelo de slides para a apresentação do TCC 
Você pode utilizar um número maior de slides, mas sugerimos seguir os itens indicados nos 
modelos a seguir. E ressaltamos que o template dos slides está disponível na sala da disciplina: 
28 
 
 
 
 
29 
 
 
 
5.4.2 Termo de Defesa da Apresentação do TCC 
 
Este é o termo de defesa, que será preenchido pelos professores da banca avaliadora. 
 
 
6. CRITÉRIOS DE CORREÇÃO 
 
Como apresentamos, a disciplina MPTCC é desenvolvida em três fases. Agora, elucidaremos os 
critérios avaliativos de cada uma das fases: 
30 
 
 
 
 
FASE DESCRIÇÃO PESO 
 
15 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Houve cruzamento dos dados teóricos, de modo a 
responder a pergunta de pesquisa? As análises e os 
 
 
 
 
15 
METODOLOGIA 
Os procedimentos metodológicos mencionam os passos 
e o cunho da pesquisa, bem como o tipo de estudo? 
Um ou dois autores citados foram devidamente 
referenciados e são relevantes para a metodologia 
indicada para a pesquisa? As questões de autoria são 
respeitadas? 
 
 
 
15 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
Os autores citados foram devidamente referenciados e 
são relevantes para a pesquisa? Houve articulação entre 
as citações e as palavras do autor do texto, seguindo 
uma ordem lógica? Houve relação entre a teoria e a 
prática? As questões de autoria são respeitadas? 
 
 
 
 
15 
INTRODUÇÃO 
A introdução contempla os itens pertinentes a um 
trabalho científico (delimitação do assunto tratado, a 
justificativa, os objetivos, a metodologia adotada, os 
autores basilares que serão utilizados e como o texto 
está organizado)? As questões de autoria são 
respeitadas? 
 
 
15 
 
 
 
 
PROJETO DE PESQUISA 
VALIDADO OU NÃO VALIDADO 
Com projeto de pesquisa validado, o estudante poderá 
seguir para a próxima fase: o resumo expandido. Caso o 
projeto não seja validado, o estudante deverá realizar os 
ajustes indicados, fazendo mais uma vez a submissão no 
link Trabalhos (observando prazos e número de 
tentativas) 
 
 
Validado 
Não Validado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO EXPANDIDO E 
DECLARAÇÃO DE 
FREQUÊNCIA 
(valor: 100) 
TÍTULO, TEMA, RECORTE 
O título reflete o conteúdo do trabalho e é 
suficientemente informativo? O tema da pesquisa 
contempla a escolha do eixo de pesquisa do curso? As 
questões de autoria são respeitadas? 
31 
 
LÍNGUA PORTUGUESA 
O texto apresenta sequência lógica, coesão, coerência, 
objetividade, linguagem e vocabulário científicos 
adequados, assim como ausência de erros gramaticais 
(concordância, crase, pontuação, regência etc.) e de 
ortografia? As questões de autoria são respeitadas? 
APRESENTAÇÃO E NORMAS 
O trabalho foi redigido de acordo com o gênero resumo 
expandido e obedece às normas da IES em relação a 
citações, espaçamento, recuo, referências bibliográficas, 
número de páginas etc? O template foi utilizado? As 
questões de autoria são respeitadas? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO EXPANDIDO E 
DECLARAÇÃO DE 
FREQUÊNCIA 
(valor: 100) 
resultados auferidos estão claros e contemplam o 
método e os objetivos da pesquisa? Sugeriu-se 
aprofundamento ou novas pesquisas? As questões de 
autoria são respeitadas? 
 
20 
APRESENTAÇÃO ORAL DO TCC 
Demonstrou na apresentação o domínio do conteúdo, 
clareza, adequação didática e observância do tempo. 
 
 
20 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Demonstrou durante a apresentação contribuições 
pessoais à luz dos conhecimentos teóricos, capacidade 
crítica e reflexiva, síntese do estudo apresentado no 
TCC. 
 
 
30 
DESENVOLVIMENTO DO TEMA DO TCC 
Demonstrou durante a apresentação a fundamentação 
teórica (citou autores), relacionando a teoria com a 
prática. 
 
 
30 
 
 
 
15 
 
 
 
10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APRESENTAÇÃO/ 
DEFESA 
(valor: 100) 
INTRODUÇÃO 
Demonstrou durante a apresentação a contextualização 
do tema; as duas atividades práticas escolhidas; o 
objetivo geral da pesquisa; a justificativa. 
32 
 
 
 
 
7. REFERÊNCIAS 
 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Informação e documentação 
– Artigo em publicação periódica científica impressa–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 
 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação 
– Numeração progressiva das seções–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 
 
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Informação e documentação 
– Resumo–Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 
 
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 
 
SANTOS, G. do R. C. M.; MOLINA, N. L.; DIAS, V. F. D. Orientações e dicas práticas para trabalhos 
acadêmicos. Curitiba: Ibpex, 2008. 
 
LEMBRE-SE 
A média da disciplina MPTCC é composta pelo resumo expandido + apresentação/defesa. Assim, até 
que realize a apresentação/defesa do TCC, que é a última etapa do seu curso, a média da disciplina 
não estará fechada, ainda que tenha obtido nota acima de 70 no resumo expandido. Em caso de 
dúvidas, entre em contato com a tutoria do curso. 
33 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXOS34 
 
ANEXO 1 – TABELA: SUGESTÃO DE VERBOS PARA REDIGIR OBJETIVOS 
 
Observe a tabela a seguir, com os verbos mais utilizados na redação dos objetivos. Eles estão 
separados de acordo com a intenção da pesquisa: conhecer, compreender, aplicar, analisar, 
sintetizar e avaliar. 
Esses verbos não esgotam todas as possibilidades, ainda há outros. Seus objetivos definirão os 
verbos adequados ao que você se propõe a fazer. O objetivo do quadro é, somente, ajudá-lo a 
encontrar alguns dos verbos mais utilizados. 
 
 
 
 
Conhecimento Compreensão Aplicação 
Apontar 
Calcular 
Classificar 
Definir 
Descrever 
Distinguir 
Enumerar 
Enunciar 
Especificar 
Estabelecer 
Exemplificar 
Expressar 
Identificar 
Inscrever 
Marcar 
Medir 
Nomear 
Ordenar 
Reconhecer 
Registrar 
Relacionar 
Relatar 
Repetir 
Concluir 
Deduzir 
Demonstrar 
Derivar 
Descrever 
Determinar 
Diferenciar 
Discutir 
Estimar 
Exprimir 
Extrapolar 
Ilustrar 
Induzir 
Inferir 
Interpolar 
Interpretar 
Localizar 
Modificar 
Narrar 
Preparar 
Prever 
Reafirmar 
Relatar 
 
 
 
Aplicar 
Demonstrar 
Desenvolver 
Dramatizar 
Empregar 
Esboçar 
Estruturar 
Generalizar 
Ilustrar 
Interpretar 
Inventariar 
Operar 
Organizar 
Praticar 
Relacionar 
Selecionar 
Traçar 
Usar 
Análise Síntese Avaliação 
Analisar 
Calcular 
Categorizar 
Combinar 
Comparar 
Contrastar 
Correlacionar 
Criticar 
Compor 
Comunicar 
Conjugar 
Construir 
Coordenar 
Criar 
Desenvolver 
Dirigir 
Argumentar 
Avaliar 
Comparar 
Contrastar 
Decidir 
Escolher 
Estimar 
Julgar 
35 
 
 
 
Fonte: BLOOM et al. (1972) apud SANTOS, MOLINA e DIAS (2008) 
 
 
Debater 
Deduzir 
Diferenciar 
Discriminar 
Discutir 
Distinguir 
Examinar 
Experimentar 
Identificar 
Investigar 
Provar 
Documentar 
Escrever 
Especificar 
Esquematizar 
Exigir 
Formular 
Modificar 
Organizar 
Originar 
Planejar 
Prestar 
Produzir 
Propor 
Reunir 
Sintetizar 
 
 
 
 
 
Medir 
Precisar 
Selecionar 
Taxar 
Validar 
Valorizar 
36 
 
ANEXO 2 – REPOSITÓRIOS PARA LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO 
 
A seguir, você encontrará alguns endereços de repositórios nos quais você poderá encontrar 
fontes confiáveis para executar seu levantamento bibliográfico: 
 
 
 ·Scientific Eletronic Library Online – SciELO 
 ·Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES 
 ·Biblioteca Nacional Digital – Brasil 
·Biblioteca Digital da Fundação Getúlio Vargas 
 
·Portal Domínio Público 
 ·Biblioteca Ana Maria Poppovic da Fundação Carlos Chagas 
·Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – USP 
 
·Biblioteca Digital Unicamp 
 ·Google Acadêmico 
Plataforma Scopus e Web of Science (disponível no portal de periódicos da CAPES) 
 
·Biblioteca virtual do Centro Universitário Internacional Uninter 
·Repositório Institucional Uninter (https://repositorio.uninter.com/) 
 
 
Além dessas indicações, é possível encontrar outras fontes confiáveis em todas as bibliotecas 
das instituições de ensino superior do país. 
37 
 
ANEXO 3 - ELABORAÇÃO DE CITAÇÕES 
 
As referências devem ser citadas no texto pelo sistema autor-data, conforme as normas da 
ABNT. Veja os exemplos a seguir:. 
 
1) Citação direta longa (até 3 linhas, no corpo do texto, com o mesmo tamanho de letra e 
espaçamento 1,5). 
 
 Um autor 
Segundo Freitas (2002, p. 52), “a educação é um fenômeno essencialmente humano pelo qual as 
gerações transmitem conhecimentos, práticas, costumes e modos de vida”. 
 
 Dois autores 
De acordo com Lopes e Souza (2002, p. 38) “o ato educativo requer preparação, formação 
adequada e um compromisso ético para com a geração atual e as futuras gerações”. 
 
 Mais de três autores 
(Paráfrase – reescrever com suas próprias palavras a ideia do autor ou autores). 
Para Prado et al. (2002) não é possível falar em educação sem pensar nos sujeitos que fazem esse 
processo educativo acontecer. Há educação porque há seres humanos que fazem educação e se 
educam mutuamente. 
 
2) Citação de citação (Quando você não leu a obra no original) 
Para Silva (1988) apud Correia (2007, p. 38), “a educação implica na formação das novas 
gerações para atender aos anseios de cada época histórica”. 
 
3) Citação direta longa (Com mais de 3 linhas – recuo de 4 cm, recomenda-se fonte Candara, 
tamanho 11 e espaçamento simples) 
São várias as questões que pululam diante da possibilidade de utilização das 
mediações tecnológicas para o desenvolvimento do processo 
educacional/formativo dos profissionais da área da educação, a saber: De 
que modo tais mediações podem ser empregadas neste processo? Que 
tipos de facilidades e dificuldades são geradas num ambiente de educação 
a distância? A denominada educação a distância não corre o risco de se 
afastar de seus objetivos iniciais de promover uma maior aproximação 
entre os agentes educacionais, na medida em que se converte no fetiche de 
si mesma? (ZUIN, 2006, p. 937). 
38 
 
4) Paráfrase (citação indireta) - Utilizada quando se escreve com base nas ideias de outro autor, sem 
as palavras dele ou parafraseando-o. Neste caso, podemos substituir ou alterar palavras do texto 
original, mas não podemos modificar o sentido do que foi dito ou escrito. Há a necessidade de 
mencionar o nome do autor e o ano da obra. 
 
Independentemente do nosso reconhecimento, segundo Apple (1994), o currículo, bem como as 
questões educacionais, vistas sob um ponto de vista mais generalizado, mantêm-se relacionados a 
aspectos históricos relativos a conflitos de classe, raça, sexo e religião, não somente em se tratando 
dos Estados Unidos, mas também a outros países. 
39 
 
ANEXO 4 - EVITANDO O PLÁGIO 
 
O trabalho de conclusão de curso (TCC) deve ser uma produção inédita. A questão do plágio é 
muito séria. Plágio é a apropriação indébita de uma obra intelectual, ou parte dela, que tenha sido 
produzida por outro, sem dar o devido crédito. O plágio pode ocorrer em textos, filmes, músicas etc. 
Mas se, em um trabalho científico, temos que obrigatoriamente nos basearmos em 
conhecimentos de outros, como evitar o plágio? Devemos deixar explícito em nosso texto a quem 
pertence aquela produção utilizada naquele trecho específico do trabalho. Fazer uso de fontes não 
significa, simplesmente, copiar alguém. É ler, compreender, organizar de maneira própria, mostrar 
a sua capacidade de articular e relacionar informações a partir de um tema escolhido por você e 
escrever com suas palavras e seu estilo de escrita. Para saber mais sobre o assunto, conheça a Lei 
9.610/98, que rege os direitos autorais no Brasil e suas sanções. 
Evidentemente, você pode (e em certos casos isso é inevitável) utilizar trechos ipsis literis de 
alguns autores, ou seja, copiados literalmente do texto original. Eles demonstram que seu trabalho 
está respaldado em teorias já estabelecidas e nos autores dessas teorias. Nesse caso, excertos 
devem estar apropriadamente citados no texto e de acordo com as orientações dadas no Anexo 3 
deste manual. Ainda que citações sejam necessárias e enriquecedoras dos trabalhos acadêmicos, 
lembre-se que, no seu resumo expandido, o mais importante são as suas pesquisas, ideias e 
conclusões. Citações são trabalhos de outros e devem ser usadas com critério: apenas se forem úteis 
como justificativa ou sustentação para alguma ideia sua. 
40 
 
ANEXO 5 - EXEMPLOS PARA A ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS 
 
Para elaboração das referências, devem ser observadas as normas da ABNT. 
 
1) Livro de um só autor 
FREIRE, P. A educação na cidade. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995. 
 
2) Livro com até três autores 
JUNQUEIRA, S. A.; MENEGUETTI, R. G. K.; WACHOWICZ, L. A. Ensino religioso e sua relação 
pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2002. 
 
3) Livro com mais de três autores 
CASTELLS, M. et al. Novas perspectivas críticas em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. 
 
4) Capítulos de livro 
CATANI, D. B.; SOUSA, C. P.de; SOUZA, M. C. C. História, memória e autobiografia na pesquisa 
educacional e na formação. In: CATANI, D. B. (Org.). Docência, memória e gênero: estudos sobre 
formação. São Paulo: Escritura, 2000. p. 13-46. 
 
LANDABURU, J. A educação em regiões indígenas: mudanças recentes na Colômbia, Equador e 
Bolívia. In: TRINDADE, Hélio; BLANQUER, Jean-Michel. (Org.). Os desafios da educação na América 
Latina. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 254-269. 
 
5) Dissertações ou teses 
RAU, M. C. T. D. O lúdico na prática pedagógica do professor de educação infantil e anos iniciais do 
ensino fundamental. 2006. 159 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Pontifícia Universidade 
Católica do Paraná, Curitiba, 2006. 
 
GOMES, J. C. A prática pedagógica do professor de ecologia e educação ambiental. 1999. 135 f. 
Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba, 1999. 
 
6) Eventos científicos 
SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O PAPEL DA ARTE NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DA 
CRIANÇA E DO JOVEM: ARTE NA ESCOLA. 1, 1994, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: 
Universidade Cruzeiro do Sul, 1994. 440 p. 
 
CONFERÊNCIA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO. 1, 1980, São Paulo. Anais... São Paulo: Cortez, 1980. 415p. 
41 
 
7) Trabalhos apresentados em congresso 
LIMA, M. J. R. Professor, objeto da trama da ignorância: análise de discursos de autoridades 
brasileiras, no império e na república. In: ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORDESTE: 
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO, 13,1997, Natal. Anais... Natal: EDUFRN, 1997. p. 95-107. 
 
8) Artigos de revistas 
ZAINKO. M. A. S. Avaliação institucional como condição para seu desenvolvimento. Educação 
Brasileira, Brasília, v. 15, n. 30p., 111-113, jan. /jun. 1993. 
 
9) Artigos da internet 
MICHELS, M. H. Gestão, formação docente e inclusão: eixos da reforma educacional brasileira que 
atribuem contornos à organização escolar. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 11, n. 
33, p. 406-423, 2006. Disponível em:. Acesso em: 03 mar. 2008. 
 
10) Legislação 
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP 01 de 15 de maio de 2006. Delibera sobre 
as diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em pedagogia, licenciatura. Diário 
Oficial da União, Brasília, DF, 16 maio 2006. Seção1, p. 11. 
 
11) Legislação da internet 
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP1/2002, 9 de abril de 2002. Diretrizes 
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso 
de licenciatura, de graduação plena. Diário Oficial da União, Brasília, 04 de março de 2002.Seção 1, 
p. 8. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 
2008. 
http://www.scielo.br/scielo.php
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_02.pdf
42 
 
ANEXO 6 – EIXOS DE PESQUISA 
 
ÁREA DE LINGUAGENS CULTURAL E CORPORAL DA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO, 
HUMANIDADES E LÍNGUAS 
 
 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS 
EIXO 1. APLICAÇÕES DA QUÍMICA NA ECONOMIA CIRCULAR E SOLIDÁRIA 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre as metodologias do ensino de artes visuais, a história 
e o ensino da arte no Brasil, teorias e contextualizações acerca da avaliação no ensino da arte, 
métodos e técnicas para inserção de exposições artísticas no ambiente escolar. Estabelecendo 
relações entre as tendências de ensino de arte e as práticas e abordagem metodológicas a respeito 
das artes integradas no contexto escolar e seu diálogo com a BNCC. Tendo como foco principal o 
ensino e aprendizagem da cultura visual no contexto escolar. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
 
BERTOLETTI, A.; CAMARGO, P. O Ensino das artes visuais na era das tecnologias digitais. Curitiba: 
Intersaberes, 2017. (BV) 
GUNZI, E. K. A relação do Desenho com o Ensino da Arte. Curitiba: Intersaberes, 2016. (BV) 
MAZIERO, S.M. Artes visuais e a escola: aproximações das diferentes abordagens curriculares em 
EJA e EAD. Curitiba: Ibpex, 2019 (BV) 
PORTO, H. Arte e Educação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. (Coleção Bibliografia 
Universitária Pearson). (BV) 
SULZBACH, A. Artes integradas. Curitiba: Intersaberes, 2017 (BV) 
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EIXO 2: ARTES VISUAIS E PROCESSOS DE INCLUSÃO 
DESCRITIVO DA LINHA: 
Desenvolvimento de pesquisas teóricas sobre estratégias para promover a inclusão no ensino de 
Artes Visuais. Eles podem investigar métodos para adaptar o currículo, desenvolver materiais 
didáticos acessíveis e usar tecnologias para garantir que todos os alunos participem igualmente das 
aulas e/ou práticas. Este eixo enfatiza a importância de criar um ambiente de aprendizagem 
inclusivo, onde cada aluno possa se expressar e se desenvolver criativamente, independentemente 
de suas habilidades ou necessidades individuais. 
 
REFERÊNCIAS PARA ESTUDOS 
BANDEIRA. D. Material didática criação, mediação e ação educativa. Curitiba: InterSaberes, 2017 
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FACÍON, J.R. Inclusão Escolar e suas Implicações. Curitiba: Editora Intersaberes, 2012 (BV) 
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São Paulo: Vozes, 2011. BVP 
SILVA, A.M. Educação especial e inclusão escolar: história e fundamentos. Curitiba: Intersaberes, 
2012 (BV) 
STOBAUS, C.D. et al. Educação e Inclusão: Perspectivas Desafiadoras. Porto Alegre: EdiPUC-RS, 
2013 (BV) BELTRAMI, F.G.; MORI, N.N. Arte e Educação Especial: narrativas e criações artísticas. 
Revista Educação Especial. V.2. UFSM. Centro de Educação. Santa Maria, 2019. Disponível em: 
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Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 13. pp 261-267, 2017. Disponível em: 
https://www.nucleodoconhecimento.com. br/educacao/arte-na-educacao-especial. Acesso em 19 
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GUIMARÃES, M.J.S. et al. Design Para A Educação Inclusiva: materiais didáticos acessíveis à 
criança com deficiência visual. IV CINTEDI IV Congresso internacional

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