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Caderno da Cidade Saberes e Aprendizagens GEOGRAFIA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO S aberes e Aprendizagens 2a edição EN S IN O F U N D A M E N TA L 4o ANO Prefeitura da Cidade de São Paulo Ricardo Nunes Prefeito Secretaria Municipal de Educação Fernando Padula Secretário Municipal de Educação Malde Vilas Bôas Secretária Executiva de Educação Bruno Lopes Correia Secretário Adjunto de Educação Omar Cassim Neto Chefe de Gabinete Sueli Mondini Chefe da Assessoria de Articulação das Diretorias Regionais de Educação – DREs GEOGRAFIA São Paulo | 2025 Secretaria Municipal de Educação de São Paulo 4o ANO ENSINO FUNDAMENTAL 2a edição Caderno da Cidade Saberes e Aprendizagens Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) REVISÃO E ATUALIZAÇÃO – 2ª EDIÇÃO Paula Costa Vieira da Silva CRÉDITOS 1ª EDIÇÃO EQUIPE TÉCNICA SME – GEOGRAFIA Paula Costa Vieira da Silva ELABORAÇÃO Ana Paula Seferian REVISÃO DE CONTEÚDO Beatriz Pereira Silva, Davi Capistrano, Davi Silvestre Fernandes Martins, Fernanda Lamesa, Gilson dos Santos, Paula Costa Vieira da Silva, Rosangela Ferreira de Souza Queiroz REVISÃO TEXTUAL Andreia Fernandes de Souza, Allan Cavalcanti de Moura, Beatriz Pereira Silva, Clodoaldo Gomes Alencar Junior, Davi Silvestre Fernandes Martins, Fernanda Lamesa, Rafael Fernando da Silva Santos Fitipaldi LEITURA CRÍTICA Allan Cavalcanti de Moura, Aracele Florencio Bezerra, Douglas Rocha Constâncio, Darlan da Conceição Neves, David Capistrano da Costa, Davi Silvestre Fernandes Martins, Evelise Zablonski Ferreira de Barros, Ewerton Talpo, Flávio Toshiki Imai Nishimori, Gabriela Freitas Saquelli, Gilson dos Santos, Izilda de Albuquerque Pinto, Luiz Carlos Pissamiglio Dias Barreiras, Marcia Regina Galvão, Mauro Soares da Rocha, Meirieli Nascimento Miranda, Rafael Fernando da Silva Santos Fitipaldi, Rosangela Ferreira de Souza Queiroz, Sandra Zilda Santana Marques, Silvana Albadejo Garvi COORDENADORIA PEDAGÓGICA – COPED Simone Aparecida Machado - Coordenadora DIVISÃO DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO – DIEFEM Tatiane Aparecida Dian Hermanek - Diretora EQUIPE TÉCNICA – DIEFEM Allan Cavalcanti de Moura Amarilis Blois Crispino - Estagiária Andreia Fernandes de Souza Bruna Acioli Silva Machado Bruno Carvalho da Silva Barros Daniela Lívia da Costa Esposito Eliana Sousa Santana Erika Yukie Koshikumo - Estagiária Felipe Zuculin da Fonseca Francieli Araújo Guerra Humberto Luis de Jesus Keli Cristina Correia Larissa de Gouveia Fraga Leonardo Franco dos Santos Mendes - Estagiário Lisandra Paes Lívia Ledier Felix Vieira Matteo Henrique Sartore - Estagiário Michele Ortega Gomes Nelsi Maria de Jesus Paula Costa Vieira da Silva Samira Novo Lopes Sandra Salavandro Rodrigues Shirlei Nadaluti Monteiro Tiemi Okimura Kerr EQUIPE TÉCNICA SME – GEOGRAFIA Paula Costa Vieira da Silva Código da Memória Documental: SME4/2025 Elaborado por Patrícia Martins da Silva Rede – CRB-8/5877 São Paulo (SP). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Caderno da cidade : saberes e aprendizagens : Geografia – 4º ano. – 2. ed. – São Paulo : SME / COPED, 2025. 96 p. : il. 1. Ensino Fundamental. 2. Aprendizagem. 3. Geografia. I. Título. CDD 372 1ª edição: 2024 Publicação disponível no Centro de Documentação da Educação Paulistana: educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/cdep Qualquer parte desta publicação poderá ser compartilhada (cópia e redistribuição do material em qualquer suporte ou formato) e adaptada (remixe, transformação e criação a partir do material para fins não comerciais), desde que seja atribuído crédito apropriadamente, indicando quais mudanças foram feitas na obra. Direitos de imagem, de privacidade ou direitos morais podem limitar o uso do material, pois necessitam de autorizações para o uso pretendido. A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, em conformidade à Lei nº 9.610/1998, reconhece a especial proteção aos direitos autorais, mediante autorização prévia e expressa do detentor da obra. No caso de eventuais des- conformidades, reitera o compromisso de diligentemente corrigir inadequações. OLÁ, ESTUDANTE! Ao receber os Cadernos da Cidade: Saberes e Aprendizagens, saiba que estamos juntos com você, dando continuidade a um processo que se iniciou no ano de 2017, com a publicação do Currículo da Cidade. Como você, provavelmente, já deve saber, trata-se de um trabalho cola- borativo que, ao longo desse tempo, contou com a participação de professores da Rede Munici- pal de Ensino de São Paulo e de especialistas de cada uma das áreas que compõe esta coleção: Ciências Naturais, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa e Matemática. O Ensino Fundamental, etapa da Educação Básica da qual você faz parte, é um perí- odo de intensas aprendizagens. Em virtude disso, a proposta dos Cadernos da Cidade é ser mais um instrumento à disposição de seus/suas professores(as) e tem por objetivo potencia- lizar conhecimentos importantes para sua vida em sociedade. Assim como nos anos anteriores, este é um material consumível, ou seja, você poderá utilizá-lo para escrever, grifar, sublinhar, responder, anotar e destacar informações impor- tantes durante as aulas em que os Cadernos da Cidade forem utilizados. Com isso, consi- deramos importante lembrar sobre a necessidade de conservação e de utilização consciente deste material, que pode servir como mais uma ponte entre os conhecimentos e saberes da sua escola, da sua cidade, do seu estado, do seu país e do mundo. Os Cadernos da Cidade sempre farão mais sentido sob a orientação do(a) profes- sor(a). Portanto, é importante que você, na condição de estudante, seja também um cor- responsável pelas suas aprendizagens. Escola é lugar de aprender. Aproveite tudo o que esse ambiente pode lhe oferecer ao longo deste ano! Por fim, desejamos que as sequências de atividades dos Cadernos da Cidade permi- tam que você aprenda, discuta, reflita, troque ideias, leia, resolva problemas, investigue, analise e, a partir de todas essas ações, produza outros conhecimentos indispensáveis à nossa vida em sociedade. Bons estudos! Fernando Padula Secretário Municipal de Educação SUMÁRIO UNIDADE 1 A ocupação dos lugares ......................................................... 6 ATIVIDADE 1 – A cultura nos bairros ......................................................................... 8 ATIVIDADE 2 – Como o poder interfere na construção do espaço ............................. 19 UNIDADE 2 Território brasileiro e sua diversidade ................................... 28 ATIVIDADE 1 – Como dividimos o Brasil .................................................................. 30 ATIVIDADE 2 – Orientação e regionalização ............................................................. 40 UNIDADE 3 Os rios e a Cidade de São Paulo ..............................................46 ATIVIDADE 1 – Como utilizamos e transformamos os rios da cidade ...........................48 ATIVIDADE 2 – Os problemas da ocupação em áreas de risco .....................................61 UNIDADE 4 O uso dos recursos e o trabalho no campo e na cidade ................74 ATIVIDADE 1 – Como usamos os recursos naturais nos diferentes lugares ...................76 ATIVIDADE 2 – O trabalho que transforma os espaços ...............................................83 LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA UNIDADE 1 A ocupação dos lugares PRIMEIRAS PALAVRAS Observe a imagem de parte de um bairro de São Paulo. Você acredita que esse lugar já foi uma aldeia indígena? Os bairros da Cidade de São Paulo são repletos de histórias e com características culturais que estão relacionadas às histórias das pessoas que ocuparam esses lugares. Há mais de 467 anos atrás, a Cidade de São Paulo foi fundada, mas sua ocupação por povos originários é muito mais antiga. Bem antes de os colonizadores portugueses chegarem ao Brasil, já existiam diferentes povos que habitavam330 006 154 322 330 130 020 451 122 144 330 257 251 215 A R G E N T I N A B O L Í V I A C H I L E C O L Ô M B I A E Q U A D O R G U I A N A G U I A N A F R A N C E S A P A R A G U A I P E R U S U R I N A M E U R U G U A I V E N E Z U E L A Ariquemes Cacoal Jaru Ji-Paraná Vilhena Cruzeiro do Sul Humaitá Manicoré Alenquer Altamira Ananindeua Bragança Cametá Capanema Dom Eliseu Ipixuna do Pará Itupiranga Jacareacanga Marabá Novo Repartimento Redenção Rondon do Pará Santana do Araguaia São Miguel do Guamá Tucuruí Ulianópolis Viseu Araguaína Gurupi Açailândia Bacabal Balsas Barra do Corda Buriticupu Caxias Chapadinha Grajaú Imperatriz Itapecuru Mirim Santa Luzia Vargem Grande Zé Doca Floriano Parnaíba Picos Piripiri Aracati Boa Viagem Canindé Crateús Granja Icó Iguatu Itapajé** Itapipoca Quixadá Russas Sobral Tauá Tianguá Açu Cajazeiras Sousa Araripina Caruaru Goiana Ipojuca Ouricuri Palmares Pesqueira Salgueiro Santa Cruz do Capibaribe Palmeira dos Índios São Miguel dos Campos União dos Palmares Itabaiana São Cristóvão Alagoinhas Araci Barreiras Caetité Casa Nova Eunápolis Feira de Santana Guanambi Itabuna Itamaraju Jacobina Jequié Juazeiro Luís Eduardo Magalhães Macaúbas Santo Antônio de Jesus Santo Estêvão Senhor do Bonfim Serrinha Teixeira de Freitas Tucano Alfenas Araguari Araxá Betim Campo Belo Caratinga Curvelo Formiga Frutal Guaxupé Ipatinga Ituiutaba Juiz de Fora Leopoldina Manhuaçu Montes Claros Ouro Preto Paracatu Passos Patos de Minas Patrocínio Pirapora Ponte Nova Pouso Alegre São João del Rei Sete Lagoas Teófilo Otoni Três Corações Unaí Varginha Viçosa Guarapari Linhares São Mateus Serra Vila Velha Campos dos Goytacazes Resende Rio Bonito São Pedro da AldeiaAssis Batatais Campos do Jordão Itapetininga Lins Lorena Marília Registro São José do Rio Pardo São José do Rio Preto São José dos Campos Taubaté Ubatuba Apucarana Campo Mourão Foz do Iguaçu Guarapuava Ibiporã Irati Londrina Marechal Cândido Rondon Pato Branco Prudentópolis Toledo Umuarama Araranguá Biguaçu Chapecó Concórdia Indaial Jaraguá do Sul Lages Rio do Sul Tubarão Alegrete Camaquã Canguçu Caxias do Sul Cruz Alta Erechim Lajeado Passo Fundo Santa Maria Santana do Livramento Santiago São Borja São Gabriel Uruguaiana Vacaria Dourados Naviraí Nova Andradina Ponta Porã Sidrolândia Três Lagoas Cáceres Lucas do Rio Verde Primavera do Leste Rondonópolis Sinop Sorriso Anápolis Aparecida de Goiânia Cristalina Formosa Itumbiara Jataí Luziânia Mineiros ³±025 ³±461 ³±479 ³±262 ³±005 ³±465 ³±225 ³±116 ³±103 ³±459 ³±364 ³±369 ³±452 ³±366 ³±277 ³±040 ³±462 ³±405 ³±485 ³±003 ³±463 ³±495 ³±101 ³±007 ³±265 ³±232 ³±290 ³±045 ³±480 ³±430 ³±497 ³±050 ³±482 ³±468 ³±488 ³±493 ³±153 ³±491 ³±293 ³±415 ³±494 ³±481 ³±466 ³±457 ³±270 ³±315 ³±151 Rio Pindaré R io A ra gu ai a Rio Doce R io Tapajós Rio Itararé Rio Negro Rio Am az on as R io E nv iraRio Tarauacá Rio Juruá Rio G uaporé Rio Pará R io Ac re Rio Mad eir a Rio Corrente R io To ca nti ns Rio São Lo ure nç o R io da s M or te s Rio Miranda La go a Mirim R io B arbado Rio Paracatu Rio Paranaiba Rio das Balsas Rio São Francisco Rio Taq uarí Rio Ivaí R io Pardo Rio Ibicui Mirim Rio Cuiabá Lagoa dos P atos Rio Preto Rio Içá Rio Tietê R io Xingu Rio Grande R io Mear im Rio das Velhas R io B ra nc o Rio Itapecuru Rio Javari Rio Japurá Rio Iguaçú Rio Uruguai Ri o Pa ra gu ai R io Pa rn aí ba Ri o Solim ões Rio Paraná R io Pu ru s Porto de Itajaí Porto de São Francisco do Sul Porto de Angra dos Reis Porto de Forno Porto de Santos Porto de São Sebastião Porto de Barra do Riacho Porto de Vitória Porto de Maceió Porto de Ilhéus Porto de Porto Velho Porto de Cabedelo Porto de Natal Porto de Itaqui Porto de Manaus Porto de Vila do Conde Porto de Belém Porto de Santarém Porto de Santana Porto de Areia Branca Porto de Suape Porto do Recife Porto de Itaguaí Porto de Niterói Porto de Rio Grande-RS 1 3 5 0 5 0 0 6 0 1 0 1 3 1 7 3 5 6 4 8 7 2 3 5 3 8 13 6 9 1 5 3 0 6 0 2 3 5 4 3 4 2 2 6 4 0 6 4 6 6 2 5 1 2 9 3 2 9 0 11 0 4 2 7 3 2 4 3 9 3 2 4 2 0 1 0 4 7 6 1 3 5 2 7 2 2 3 5 3 6 4 1 6 3 0 7 0 2 3 0 0 3 0 2 3 5 4 0 2 4 7 2 2 5 1 0 8 0 11 6 2 4 2 2 8 2 1 3 5 0 7 0 2 6 2 4 0 7 2 8 5 3 1 9 1 7 4 3 9 3 2 2 2 0 4 0 2 6 2 4 3 3 4 0 3 1 7 4 1 5 3 3 3 0 3 5 9 2 3 5 3 4 9 2 3 0 4 5 2 1 0 1 4 7 0 1 0 1 0 2 0 2 6 5 0 4 0 3 9 2 3 7 6 4 2 1 3 2 4 2 3 5 2 9 3 2 8 0 3 9 3 2 6 5 1 6 3 11 6 4 0 4 4 1 4 4 7 0 3 1 6 1 3 5 4 1 0 2 8 7 4 8 7 2 7 2 2 3 5 3 0 4 2 6 7 3 7 6 1 5 3 4 9 4 4 0 5 4 3 03 4 9 4 6 4 2 5 9 2 3 2 4 2 7 2 4 2 2 7 7 11 6 4 3 5 3 4 3 11 6 2 5 1 2 6 2 1 5 8 4 3 9 1 0 1 0 3 0 2 5 1 4 6 8 1 0 4 1 5 8 1 0 4 3 7 6 4 2 1 1 3 5 3 8 6 3 7 7 3 5 2 4 1 5 1 0 1 3 0 7 4 2 6 1 5 8 3 6 9 3 4 3 0 2 0 0 7 0 2 3 2 1 2 2 1 4 6 11 6 1 0 1 3 6 3 4 1 8 2 8 2 1 0 1 2 6 5 4 9 4 2 9 3 1 0 1 3 6 7 1 7 4 1 0 1 0 2 0 4 2 0 1 5 4 2 7 7 3 6 4 4 5 2 3 7 3 3 3 0 3 7 6 1 5 3 0 6 0 4 7 4 1 0 1 2 2 2 3 8 6 3 8 3 1 6 3 1 0 1 1 3 5 0 8 0 4 2 3 2 6 7 4 0 1 3 8 6 3 8 1 4 1 6 4 0 1 11 6 2 3 0 11 6 2 3 0 1 6 3 2 3 0 4 0 8 0 6 0 4 6 3 1 2 2 4 8 6 3 8 1 3 6 5 3 9 2 4 0 2 3 6 1 3 6 4 2 2 2 4 8 2 3 6 1 4 6 4 1 4 6 3 1 7 3 4 2 1 0 1 1 5 8 4 5 9 0 3 0 4 1 9 4 2 8 11 6 3 7 6 3 0 8 4 3 2 3 0 7 2 2 2 4 2 9 2 2 6 11 6 2 3 0 4 7 0 3 6 7 3 5 2 1 4 6 3 7 6 4 8 4 11 6 2 5 1 4 8 4 4 0 7 2 6 5 1 5 8 3 4 9 4 5 8 1 5 8 1 5 3 4 8 4 4 5 3 4 7 2 3 6 9 0 3 0 1 0 1 4 1 5 4 7 2 3 8 1 1 2 2 3 6 9 3 5 4 3 4 9 3 5 6 4 2 5 3 5 6 3 7 6 2 2 6 1 4 6 2 1 0 3 1 6 2 3 5 4 6 4 4 1 2 4 2 4 3 9 2 2 6 7 2 7 2 4 3 8 3 5 4 2 8 0 3 4 9 2 6 5 3 4 9 4 1 3 3 4 9 2 4 2 4 7 1 4 6 1 1 0 1 4 7 8 1 5 3 1 5 6 0 1 0 2 2 6 3 3 0 3 3 0 4 8 2 1 2 2 4 0 3 3 1 7 3 3 0 3 0 8 4 0 9 3 9 2 4 0 2 4 3 7 1 2 0 2 4 2 1 3 5 3 6 9 1 5 8 3 5 4 11 0 1 2 2 2 3 0 3 7 3 4 7 1 3 0 8 1 6 3 3 5 4 3 4 9 2 8 3 4 1 7 1 2 0 2 5 1 2 5 1 3 5 2 3 8 3 4 3 1 2 7 2 4 0 4 4 2 2 3 3 0 1 5 5 4 5 4 3 7 4 4 5 8 2 3 5 4 5 1 3 4 2 4 5 1 411 1 5 4 3 6 4 3 5 9 2 6 7 1 7 4 4 7 3 CURITIBA ARACAJU BELÉM BELO HORIZONTE BOA VISTA BRASÍLIA CAMPO GRANDE CUIABÁ FLORIANÓPOLIS FORTALEZA GOIÂNIA JOÃO PESSOA MACAPÁ MACEIÓ MANAUS NATAL PALMAS PORTO ALEGRE PORTO VELHO RECIFE RIO BRANCO RIO DE JANEIRO SALVADOR SÃO LUÍS SÃO PAULO TERESINA VITÓRIA Sources: Esri, USGS, NOAA30°0'0"W 30°0'0"W 40°0'0"W 40°0'0"W 50°0'0"W 50°0'0"W 60°0'0"W 60°0'0"W 70°0'0"W 70°0'0"W 80°0'0"W 80°0'0"W 0° 0' 0" 0° 0' 0" 10 °0 '0 "S 10 °0 '0 "S 20 °0 '0 "S 20 °0 '0 "S 30 °0 '0 "S 30 °0 '0 "S ¬ MAPA MULTIMODAL BRASIL 2018 o O C E A N O A T L Â N T I C O Aeroporto Fernando de Noronha 3 6 3 Sources: Esri, USGS, NOAA 32°21'W 32°21'W 32°24'W 32°24'W 32°27'W 32°27'W 32°30'W 32°30'W 3°48'S 3°48'S 3°51'S 3°51'S ® 0 1 2 3 4 Km Rede Rodoviária do SNV – Versão 201811A Elaboração: Diretoria de Planejamento e Pesquisas – DPP Coordenação Geral de Planejamento e Programação de Investimentos – CGPLAN Setor de Geotecnologias Aplicadas - DNITGeo Setor de Geotecnologias Aplicadas – DNITGeo (61) 3315-8111 - dnitgeo@dnit.gov.br www.dnit.gov.br - ouvidoria@dnit.gov.brPro jeção Policôn ica - S irgas 2000 - MC -54° 50 0 50 100 150 200 Km Rodovias federais pavimentadas: levantadas com receptor GNSS, segundo o Plano Nacional de Viação e atualizadas conforme alterações no SNV até a versão atual. Responsável: Departamento nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. Rodovias estaduais coincidentes: bases atualizadas obtidas junto aos órgãos estaduaisde transportes e bases digitalizadas dos mapas do Departamento Nacional dos Transportes - DNIT referentes à última publicação impressa (2002). Traçados sem garantias de fidedignidade com relação a localidade, codificação ou distâncias. Demais rodovias federais: identificadas a partir de base cartográfica do DNIT, no caso de rodovias não pavimentadas, ou traçado meramente ilustrativo, no caso de rodovias planejadas. Responsável: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. Ferrovias: obtidas da base cartográfica da Agência Nacional de Transportes Terrestres - 2014. Hidrovias: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011. Portos: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011. Base Político-administrativa, Hidrografia e Aeroportos: obtidas da base cartográfica vetorial continua do Brasil ao milionésimo - bCIMD: versão 4. Rio de Janeiro. IBGE, 2015. Estimativas da população de municípios brasileiros: IBGE; 2016. SIMBOLOGIA Capital Aeródromo Internacional Porto ¬.! · ! Sede Municipal (com população superior a 50.000 hab, a menos de 10 km de Rodovia Federal) RODOVIA ESTADUAL COINCIDENTE COM FEDERAL Leito Natural Implantada Pavimentada Duplicada LIMITES Limite Estadual Limite Internacional Ferrovia em Operação FERROVIA HIDROVIA Trecho Navegável HIDROGRAFIA Terreno Sujeito a Inundação Massa D'água Permanente Hidrografia Permanente BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 010 DF BRASÍLIA PA BELÉM DF- GO - T O - MA - PA 1.998,0 020 DF BRASÍLIA C E FORT ALEZA DF- GO - BA - PI- C E 1.976,3 030 DF BRASÍLIA BA C AMPIN H O DF- GO - MG- BA 1.236,6 040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1.268,2 050 DF BRASÍLIA MG SAN T OS DF- GO - MG- SP 1.106,0 060 DF BRASÍLIA MS FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI DF- GO - MS 1.504,8 070 DF BRASÍLIA MT FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA DF- GO - MT 1.375,6 080 DF BRASÍLIA GO RIBEIRÃO C ASC ALH EIRA DF- GO - MT - RO 625,2 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 101 RN T OUROS RS RIO GRAN DE RN- PB- PE- A L- SE- BA - ES- RJ- SP- PR- SC - RS 4.778,3 104 RN MAC AU AL MAC EIÓ RN- PB- PE- A L 674,4 110 RN AREIA BRAN C A BA EN T RON C AMEN T O BR- 324/ 420(B) RN- PB- PE- A L- BA 1.064,6 116 C E FORT ALEZA RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI C E- PB- PE- BA - MG- RJ- SP- PR- SC - RS 4.700,8 120 MG ARAÇ UAÍ MG PON T A DO FORN O MG- RJ 988,2 122 C E C H ORÓZIN H O MG MON T ES C LAROS C E- PE- BA - MG 1.907,9 135 MA SÃO LUÍS MG AN EL RODOV IÁRIO BELO H ORIZON T E MA - PI- BA - MG 2.582,3 146 MG PAT OS DE MIN AS MG BRAGAN Ç A PAULIST A MG- SP 788,0 153 PA MARABÁ RS EN T RON C AMEN T O BR- 473 AC EGUÁ PA - T O - GO - MG- SP- PR- SC - RS 3.604,5 154 GO IT UMBIARA MG LIN S GO - MG- SP 526,1 155 PA REDEN Ç ÃO PA MARABÁ PA 343,9 156 AP C AC H OEIRA DO SAN T O AN T ÔN IO AP PON T E IN T ERN AC ION AL A P 822,9 158 PA ALT AMIRA RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PA - MT - GO - MS- SP- PR- SC - RS 4.179,3 163 SC T EN EN T E PORT ELA PA FRON T EIRA C OM O SURIN AME RS- SC - PR- MS- MT - PA 4.522,7 174 MT PORT O SAN T O AN T ÔN IO DAS LEN DAS RR FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA MT - RO - A M- RR 3.279,5 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 210 AP MAC APÁ AM FRON T EIRA C OM A C OLÔMBIA A P- PA - RR- A M 2.459,4 222 C E FORT ALEZA PA MARABÁ C E- PI- MA - PA 1.845,3 226 RN N AT AL T O EN T RON C AMEN T O BR- 153 RN- C E- PI- MA - T O 1.764,0 230 PB C ABEDELO AM BEN JAMIN C ON ST AN T PB- PE- PI- MA - T O - PA - A M 5.045,5 232 PE REC IFE PE PARN AMIRIM PE 563,7 235 SE ARAC AJU T O C AC H IMBO SE- BA - PE- PI- PA 2.292,8 242 BA EN T RON C AMEN T O BR- 324 SALV ADOR MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 SORRISO BA - T O - MT 2.393,1 251 BA ILH ÉUS MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 C UIABÁ BA - MG- GO - DF- MT 2.528,9 259 ES JOÃO N EIV A MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 ES- MG 702,5 262 ES V IT ÓRIA MS C ORUMBÁ ES- MG- SP- MS 2.383,2 265 MG EN T RON C AMEN T O BR- 116 MG EN T RON C AMEN T O BR- 153 MG- SP 925,5 267 MG LEOPOLDIN A MS PORT O MURT IN H O MG- SP- MS 1.924,3 272 PR EN T RON C AMEN T O BR- 116 SÃO PAULO PR GUAÍRA SP- PR 909,0 277 PR PARAN AGUÁ PR FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI PR 798,8 280 SC PORT O SÃO FRAN C ISC O DO SUL PR FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC - PR 660,5 282 SC FLORIAN ÓPOLIS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 688,6 283 SC C AMPOS N OV OS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 343,8 285 SC ARARAN GUÁ RS SÃO BORJA SC - RS 749,9 287 RS EN T RON C AMEN T O BR- 470 RS SÃO BORJA RS 536,8 290 RS OSÓRIO RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 728,8 293 RS PELOT AS RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 539,8 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 304 C E BOQUEIRÃO DO C ESÁRIO RN N AT AL C E- RN 418,4 307 AM MAREC H AL T AUMAT URGO AM FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA A C - A M 1.741,8 308 PA BELÉM PA ALC ÂN T ARA PA - MA 636,3 316 PA BELÉM AL MAC EIÓ PA - MA - PI- PE- A L 2.066,3 317 AM LÁBREA AC ASSIS BRASIL A M- A C 945,2 319 AM EN T ROC AMEN T O BR- 174 MAN AUS RO PORT O V ELH O A M- RO 917,9 324 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230 BA SALV ADOR MA - PI- BA 1.278,9 330 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230/ 324 BA UBAIT ABA MA - PI- BA 1.493,5 342 BA C ARIN H AN H A ES LIN H ARES BA - MG- ES 958,7 343 PI LUÍS C ORREIA PI BERT OLÍN IA PI 742,8 349 SE ARAC AJU GO POSSE SE- BA - GO 1.228,7 352 GO EN T ROC AMEN T O BR- 153 MG PARÁ DE MIN AS GO - MG 799,2 354 MG EN T ROC AMEN T O BR- 040/ 050/ 457 RJ EN GEN H EIRO PASSOS GO - MG- RJ 862,7 356 MG BELO H ORIZON T E RJ SÃO JOÃO DA BARRA MG- RJ 492,1 359 MS DIV ISA GOIÁS/ MAT O GROSSO DO SUL MS C ORUMBÁ GO - MS 657,4 361 PB PAT OS PB SALGUEIRO PB- PE 259,3 363 PE BAIA DE SAN T O AN T ÔN IO PE BAÍA DE SUEST E PE 13,6 364 MG LIMEIRA AC FRON T EIRA BRASIL/ PERU SP- MG- GO - MT - RO - A C 4.419,4 365 MG MON T ES C LAROS MG DIV ISA MIN AS GERAIS/ GOIÁS MG 869,9 367 BA SAN T A C RUZ DE C ABRÁLIA MG GOUV EIA BA - MG 826,3 369 MG OLIV EIRA PR C ASC AV EL MG- SP- PR 1.228,0 373 PR LIMEIRA PR BARRAC ÃO SP- PR 962,1 374 SP PRESIDEN T E V EN C ESLAU SP SÃO PAULO SP 600,1 376 MS DOURADOS SC GARUV A MS- PR- SC 1.033,1 377 RS C ARAZIN H O RS QUARAÍ RS 524,1 381 ES SÃO MAT EUS SP SÃO PAULO ES- MG- SP 1.325,2 383 MG C ON SELH EIRO LAFAIET E SP UBAT UBA MG- SP 583,8 386 RS SÃO MIGUEL D'OEST E RS PORT O ALEGRE SC - RS 531,3 392 RS RIO GRAN DE RS PORT O XAV IER RS 738,6 393 ES C AC H OEIRA DO IT APEMIRIM RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 ES- RJ 440,2 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 401 RR BOA V IST A RR N ORMAN DIA RR 202,9 402 MA BAC ABEIRA C E UMIRIM MA - PI- C E 717,1 403 C E AC ARAÚ C E C RAT EÚS C E 336,6 404 PI PIRIPIRI C E IC Ó PI- C E 489,5 405 RN MOSSORÓ PB MARIZÓPOLIS RN- PB 252,2 406 RN MAC AU RN PON T E PRESIDEN T E C OST A E SILV A RN 176,2 407 PI PIRIPIRI BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A PI- PE- BA 1.535,6 408 PB C AMPIN A GRAN DE PE EN T RON C AMEN T O BR- 232 PB- PE 189,6 409 AC FEIJÓ AC SAN T A ROSA DO PURUS A C 152,0 410 BA RIBEIRA DO POMBAL BA T UC AN O BA 35,8 411 AM EN T RON C AMEN T O BR- 307 AM FRON T EIRA BRASIL/ C OLÔMBIA A M 85,0 412 PB FARIN H A PB MON T EIRO PB 145,7 413 AM EN T RON C AMEN T O BR- 174 AM N ORMAN DIA A M 40,0 414 GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO 439,6 415 BA ILH ÉUS BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A BA 212,8 416 AL N OV O LIN O AL SÃO JOSÉ DA LAGE A L 64,7 417 PA AFUÁ PA PON T A DE PEDRAS PA 235,0 418 BA C ARAV ELAS MG T EÓFILO OT ON I BA - MG 302,2 419 MS EN T RON C AMEN T O BR- 163 MS JARDIM MT 381,4 420 BA EN T RON C AMEN T O BR- 110 BA EN T RON C AMEN T O BR- 116/ BA- 250(B) BA 349,4 421 RO ARIQUEMES RO GUAJARÁ- MIRIM RO 388,1 422 PA EN T RON C AMEN T O BR- 230 PA LIMOEIRO DO AJURÁ PA 336,0 423 PE C ARUARÚ BA JUAZEIRO PE- A L- BA 577,2 424 PE ARC OV ERDE AL MAC EIÓ PE- A L 265,8 425 RO ABUN Ã RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLIVIA RO 148,1 426 PB EN T RON C AMEN T O BR- 203 PB EN T RON C AMEN T O BR- 323 PB- PE 200,1 427 RN C URRAIS N OV OS PB POMBAL RN- PB 213,3 428 PE EN T RON C AMEN T O BR- 116/ 316(A) PE PET ROLIN A PE 197,6 429 RO JI- PARAN Á RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA RO 380,2 430 BA BARREIRAS BA C AT IT É BA 432,0 431 RR JUN DIÁ RR SAN T A MARIA DO BOIAÇ U RR 125,0 432 RR N OV O PARAISO RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR 214,6 433 RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR EN T RON C AMEN T O BR- 174 RR 180,5 434 PB UIRAÚN A PB DIV ISA PARAÍBA/ C EARÁ PB- C E 75,7 435 RO V ILH EN A RO PIMEN T EIRAS D´ OEST E RO 175,3 436 MS APAREC IDA DO T ABOADO MS DIV ISA MAT O GROSSO DO SUL/ SÃO PAULOMS/ SP 18,1 437 RN JUC URÍ C E EN T RON C AMEN T O BR- 116/ C E- 266 RN- C E 80,5 438 RS EN T RON C AMEN T O BR- 285 SC EN T RON C AMEN T O BR- 282 RS- SC 161,0 439 MG PEDRO C AN ÁRIO ES N AN UQUE ES- BA - MG 78,6 440 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG JUIZ DE FORA MG 9,0 447 ES PORT O DE V IT ÓRIA ES EN T ROC AMEN T O BR- 262 ES 15,3 448 RS EN T RON C AMEN T O BR- 116/ RS- 118 RS EN T RON C AMEN T O BR- 290 RS 22,3 450 DF EN T RON C AMEN T O BR- 010/ 020/ 030 DF EN T RON C AMEN T O BR- 040/ 050 DF 36,8 451 MG EN T RON C AMEN T O BR- 135 MG C ON T ORN O GOV ERN ADOR V ALADARESMG 429,1 452 GO RIO V ERDE MG ARAXÁ GO - MG 510,0 453 RS LAJEADO RS T ORRES RS 310,2 454 MS EN T RON C AMEN T O BR- 262 MS DIV ISA BRASIL/ BOLÍV IA MT 71,0 455 MG UBERLÂN DIA MG PLAN URA MG 169,0 456 SP N H AN DEARA SP MAT ÃO SP 218,2 457 GO C RIST ALIN A GO EN T RON C AMEN T O BR- 153 GO 246,3 458 MG EN T RON C AMEN T O BR- 259 MG IPAT IN GA MG 148,8 459 MG POÇ OS DE C ALDAS RJ PARAT Y MG- SP- RJ 399,4 460 MG EN T RON C AMEN T O BR- 267 MG EN T RON C AMEN T O BR- 354 MG 84,3 461 MG H IDROELÉT RIC A ÁGUA V ERMELH A MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG 118,6 462 MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 MG 98,8 463 MS DOURADOS MS PON T A PORÃ MS 112,5 464 MG IT UIUT ABA MG EN T RON C AMEN T O BR- 146 MG 497,8 465 RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 RJ SAN T A C RUZ RJ 32,2 466 PR APUC ARAN A PR PORT O UN IÃO PR/ SC 435,4 467 PR PORT O MEN DES PR C ASC AV EL PR 118,2 468 RS PALMEIRA DAS MISSÕES RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 142,2 469 PR EN T ROC AMEN T O BR- 277 PR C AT ARAT AS DO IGUAÇ U PR 35,1 470 SC N AV EGAN T ES RS C AMAQUÃ SC - RS 834,1 471 RS SOLEDADE RS C H UÍ RS 680,3 472 RS FREDERIC O WEST PH ALEN RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI RS 656,6 473 RS SÃO GABRIEL RS SARAN DI RS 392,8 474 MG AIMORÉS MG C ARAT IN GA MG 160,5 475 SC LAGES SC T UBARÃO SC 199,6 476 PR APIAÍ PR PORT O UN IÃO SP- PR/ SC 400,6 477 SC EN T RON C AMEN T O BR- 280 SC BLUMEN AU SC 208,6 478 SP JUQUIÁ SP EN T RON C AMEN T O BR- 116(B) SP 322,2 479 MG JAN UÁRIA DF BRASÍLIA MG- GO - DF 477,1 480 PR PAT O BRAN C O SC EREC H IM PR- SC - RS 265,4 481 RS C RUZ ALT A RS N OV O C ABRAIS RS 175,2 482 ES SAFRA MG C ON SELH EIRO LAFAIET E ES- MG 419,3 483 GO EN T RON C AMEN T O BR- 153/ 154(A)/ 452(A) MS PARAN AÍBA GO - MS 333,1 484 ES C OLAT IN A RJ IT APERUN A ES- RJ 341,9 485 RJ IT AT IAIA MG GARGAN T A DO REGIST RO RJ- MG 51,4 486 SC IT AJAÍ SC BOM RET IRO SC 167,1 487 MS PORT O FELIC IDADE PR PON T A GROSSA MS- PR 654,8 488 SP APAREC IDA SP APAREC IDA SP 6,0 489 BA PRADO BA IT AMARAJÚ BA 51,5 490 GO C AMPO ALEGRE DE GOIÁS GO MORRIN H OS GO 175,8 491 MG SÃO SEBAST IÃO DO PARAÍSO MG EN T RON C AMEN T O BR- 381/ MG- 167(B) MG 264,1 492 RJ MORRO DO C OC O RJ MAÇ AMBARÁ RJ 390,5 493 RJ MAN ILH A RJ PORT O DE IT AGUAÍ RJ 123,7 494 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 RJ AN GRA DOS REIS MG- RJ 532,2 495 RJ T ERESÓPOLIS RJ IT AIPAV A RJ 31,2 496 MG PIRAPORA MG C ORIN T O MG 135,7 497 MG UBERLÂN DIA MS PARAN AÍBA MG- MS 361,1 498 BA MON T E PASC OAL BA EN T RON C AMEN T O BR- 101 BA 14,2 499 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG C ABAN GU MG 20,8 R O D O V I A S D E L I G A Ç Ã O R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S R O D O V IA S D O S IS T E M A R O D O V IÁ R IO F E D E R A L R O D O V I A S R A D I A I S R O D O V I A S T R A N S V E R S A I S R O D O V I A S D I A G O N A I S R O D O V I A S L O N G I T U D I N A I S R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Amaz onas Foz - Benjamin C ons tant 3 .108 N egro Manaus - C ucuí 1 .210 Branco Foz - C onfluência Urariquera/ T acutu 577 Juruá Foz - C ruz eiro do Sul 3 .489 T arauacá Foz - T arauacá 660 Embira Foz - Feijó 194 Javari 510 Japurá Foz - V ila Bittencourt 721 Içá Foz - Ipiranga 368 Purus Foz - Sena Madureira (no Rio Iaco) 2 .846 Acre Foz - Bras iléia 796 Madeira Foz - C onfluência Mamoré/ Beni 1 .546 Guaporé Foz - Pontes e Lacerda 1.180 T apajós C onfluência dos rios Juruena e T eles Pires - Foz do rio Amaz onas 815 T eles Pires Sopé da C achoeira Os car Miranda (Município de Sinop- MT ) - C onfluência com o rio Juruena 725 Juruena 11º 05 ’ de latitude Sul para jus ante - C onfluência com o rio T eles Pires 550 Xingu Porto Moz - Altamira (Belo Monte) 298 T ocantins Belém - Peix e 1.731 Araguaia Foz - Balis a 1 .800 Mamoré Foz - C onfluência Guaporé 225 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Mearim Foz - Barra do C orda 470 Grajaú Foz - Grajaú 500 Pindaré Foz - Pindaré Mirim 110 Itapicuru Foz - C olinas 565 Parnaíba Foz - Santa Filomena 1.176 Bals as Foz - Bals as 225 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) São Francis co Foz - Piranhas 208 C achoeira de Itaparica - Porto Real (Iguatama) 2 .207 Paracatu Foz - Buriti 284 V elhas Foz - Sabará 659 Paraopeba Foz - Flores tal 240 Grande Foz - Barreiras 358 Preto Foz - Ibipetuba 125 C orrente Foz - Santa Maria da V itória 95 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Doce Foz - Ipatinga 410 Paraíba do Sul Foz - Jacareí 670 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Ribeira do Iguapé Foz - Regis tro 70 Jacuí Foz - Dona Francis ca 370 T aquarí Foz - Mus s um 205 C aí Foz - São Sebas tião do C aí 93 Sinos Foz - Paciência 47 Gravataí Foz - Gravataí 12 Jaguarão Foz - Jaguarão 32 C amaquã Foz - São Jos é do Patrocínio 120 C anais Lacus tres e Lagoa Mirim Pelotas - Santa Maria do Palmar 180 Lagoa dos Patos Porto Alegre - Rio Grande 230 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Paraguai Foz do Apa - C áceres 1 .323 C uiabá- São Lourenço Foz - Ros ário do Oes te 785 T aquari Foz - C ox im 430 Miranda Foz - Miranda 255 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Paraná Foz do Iguaçu - C onfluência Paranaíba/ Grande 808 Paranapanema Foz - Salto Grande 421 T ietê Foz - Mogi das C ruz es 1 .010 Pardo Foz - Porto da Barra 170 Ivinheima Foz - C onfluência Brilhante 270 Brilhante Foz - Porto Brilhante 67 Inhanduí Foz - Porto T upi 79 Paranaíba Foz - Es cada Grande 787 Iguaçu Foz - C uritiba 1.020 Piracicaba Foz - Paulínia 160 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v eg á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Uruguai Barra do Quaraí - Iraí 840 Ibicuí Foz - C onfluência Santa Maria 360 R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S H ID R O V IA S BA C I A A M A Z Ô N I C A BA C I A D O N O R D E S T E BA C I A D O S Ã O F R A N C I S C O BA C I A D O S U D E S T E BA C I A D O L E S T E BA C I A D O PA R A N Á BA C I A D O U R U G U A I BA C I A D O PA R A G U A I E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 025 DF BRASÍLIA BA SALV ADOR DF- GO - MG- BA 1.594 040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1 .501 045 DF BRASÍLIA RJ AN GRA DOS REIS DF- GO - MG- RJ 1 .493 050 DF BRASÍLIA SPSAN T OS DF- GO - MG- SP 1 .416 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 101 RN N AT AL BA SALV ADOR RN- PB- PE- A L- SE- BA 1.381 102 ES V IT ÓRIA ES C AC H OEIRO DO IT APEMIRIM ES 157 103 ES V IT ÓRIA RJ N IT ERÓI ES- RJ 594 105 RJ RIO DE JAN EIRO SP SÃO PAULO RJ- SP 499 116 C E FORT ALEZA SC JAGUARÃO C E- PE- BA - MG- SP- PR- SC 5 .381 151 PA BELÉM SP PAN ORAMA PA - MA - T O - GO - MS- SP 2 .760 153 PR MARQUES DOS REIS RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PR- SC - RS 1 .791 170 PA SAN T ARÉM MT C UIABÁ PA - MT 1.510 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 222 RJ RIO DE JAN EIRO SP C AMPIN AS RJ- SP 550 225 PB C ABEDELO MA IT AQUI PB- C E- PI- MA 1.587 232 PE REC IFE MA EST REIT O PE- PI- MA 1.770 262 ES V IT ÓRIA MG GRAÇ AS DE MIN AS ES- MG 1.007 265 SP SAN T OS MS FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA SP- MS 1.830 267 SP PAN ORAMA MS PORT O MURT IN H O SP- MS 750 270 SP RUBIÃO JÚN IOR MS PON T A PORÃ SP- MS 792 277 PR PARAN AGUÁ PR FOZ DO IGUAÇ Ú PR 834 278 PR PARAN AGUÁ PR PIN H AIS PR 100 280 SC H ERV AL D'OEST E SC IT AJAÍ SC 330 290 RS PORT O ALEGRE RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 712 293 RS RIO GRAN DE RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O RS 475 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 315 MA BAÍA DE SÃO MARC OS PA C ARAJÁS MA - PA 850 333 MG BELO H ORIZON T E PR C URIT IBA MG- SP- PR 1 .150 334 BA ILH ÉUS MT LUC AS DO RIO V ERDE BA - T O - MT 2.675 338 BA EN T RON C AMEN T O EF116 T O EN T RON C AMEN T O FERROV IA N ORT E- SUL BA - T O 885 354 RJ MURIAÉ AC BOQUEIRÃO DA ESPERAN Ç A RJ- MG- GO - DF- MT - RO - A C 4.400 364 SP SAN T OS MT C UIABÁ SP- MS- MT 1.724 366 SP PAN ORAMA SP IT IRAPIN A SP 535 369 SP OURIN H OS PR PORT O MEN DES SP- PR 683 370 PA BELÉM PI T ERESIN A PA - MA - PI 850 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 401 AP SERRA DO N AV IO AP PORT O SAN T AN A A P 194 404 PI LUÍS C ORREIA PI EN T RON C AMEN T O EF225 PI 310 405 C E FORT ALEZA C E C RAT ÉUS C E 442 410 RN EN T RON C AMEN T O EF415 PB SOUZA RN- PB 320 411 PE PARN AMIRIM PE PET ROLIN A PE 192 415 RN MAC AU RN EN T RON C AMEN T O EF101 RN 235 416 PE SUAPE PE MOREN O PE 48 418 PE RIBEIRÃO PE BARREIROS PE 56 420 AL EN T RON C AMEN T O EF101 AL MAC EIÓ A L 75 430 BA EN T RON C AMEN T O EF116 BA SÃO FRAN C ISC O BA 317 431 BA C AMAÇ ARI BA ARAÚJO LIMA BA 22 432 BA PÓLO PET ROQUÍMIC O C AMAÇ ARIBA PORT O DE ARAT U BA 35 445 BA C AMPIN H O BA EN T RON C AMEN T O EF025 BA 364 446 BA ILH ÉUS BA UBAIT ABA BA 65 451 SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC IMBIT UBA SC 270 452 GO GOIÂN IA GO RON C ADOR GO 225 455 MG DIAMAN T IN A MG GOV ERN ADOR V ALADARES MG 240 457 MG SÃO PEDRO MG UBERABA MG 273 458 MG IT ABIRA MG EN T RON C AMEN T O EF262 MG 36 459 MG C APIT ÃO EDUARDO MG JOAQUIM MURT IN H O MG 103 460 RJ T RÊS RIOS RJ RIO DE JAN EIRO RJ 181 461 MG PON T E N OV A MG MIGUEL BURN IER MG 146 462 MG C OST A LAC ERDA MG FÁBRIC A MG 109 463 MG IPAT IN GA RJ T RÊS RIOS MG- RJ 471 464 MG AURELIAN O MOURÃO MG AN T ON IO C ARLOS MG 202 465 SP C OLÔMBIA SP ARARAQUARA SP 253 466 SP PASSOS SP EN T RON C AMEN T O EF465 SP 281 468 SP PRESIDEN T E EPIT ÁC IO SP PRESIDEN T E PRUDEN T E SP 104 469 MT IN DUSBRASIL MT PON T A PORÃ MT 304 470 MG T RÊS C ORAÇ ÕES SP C RUZEIRO MG- SP 170 471 MG EN T RON C AMEN T O EF116 SP MOGI MIRIM MG- SP 220 472 RJ V ISC ON DE DE IT ABORAÍ RJ SÃO BEN T O RJ 48 473 RJ JAPERI RJ T ERMIN AL MARÍT IMO SAN T A C RUZ RJ 32 474 RJ H ON ÓRIO GURGEL RJ AN GRA DOS REIS RJ 112 478 SP EN T RON C AMEN T O EF479 SP EV AN GELIST A DE SOUZA SP 33 479 SP JURUBAT UBA SP JURUBAT UBA SP 140 480 SP MAYRIN C SP SÃO SEBAST IÃO SP 230 481 PR APUC ARAN A PR PON T A GROSSA PR 339 482 PR EN T RON C AMEN T O EF481 PR EN T RON C AMEN T O EF116 PR 171 483 PR IPIRAN GA PR GUARAPUAV A PR 150 484 PR MARAC AJU MS C ASC AV EL PR- MS 500 485 SC PORT O UN IÃO SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC 460 486 RS IJUÍ PR PORT O UN IÃO RS- SC - PR 600 487 SC IT AJAÍ SC V ALE DO RIO DO PEIXE SC 450 488 SC IMBIT UBA SC T REV ISO SC 138 489 SC LAURO MULLER SC T UBARÃO SC 57 490 SC ESPLAN ADA SC RIO DESERT O SC 33 491 RS PASSO FUN DO RS ROC A SALES RS 152 492 RS C AXIAS DO SUL RS EN T RON C AMEN T O EF116 RS 114 493 RS SAN T A ROSA RS C RUZ ALT A RS 181 494 RS SAN T O ÂN GELO RS SAN T IAGO RS 224 495 RS SÃO BORJA RS DILERMAN DO DE AGUIAR RS 302 497 RS C AC EQUI RS SÃO SEBAST IÃO RS 169 498 PR FOZ DO IGUAÇ Ú SC SÃO MIGUEL DO OEST E PR- SC 220 499 SC SÃO MIGUEL DO OEST E SC LAJES SC 330 500 SC PON T E ALT A SC C URIT IBAN OS SC 30 F E R R O V I A S D E L I G A Ç Ã O R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S F E R R O V IA S F E R R O V I A S R A D I A I S F E R R O V I A S L O N G I T U D I N A I S F E R R O V I A S T R A N S V E R S A I S F E R R O V I A S D I A G O N A I S RODOVIA FEDERAL Planejada Leito Natural Implantada Pavimentada Concessão/Convênio Pavimentada Duplicada Concessão/Convênio Duplicada Implantada Convênio Im ag em :h ttp :// se rv ico s.d nit .g ov .b r/d nit clo ud /in de x.p hp /s/ RC tB FG mJ xD piy HE #p df vie we r · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. O C E A N O O C E A N O A T L Â N T I C O P A C Í F I C O ArroyoCurumbey Can al de Puina hu a La gu na Inuri a Laguna Negra Rio Manu RioPilcomayo Río Aguaytía R ío C aura R ío M orona Río P ac hit ea R ío Tigre Río Vaupés R io Iç á Río Negro RíoPutumayo R ío H ua lla ga R ío Pastaza Brazo Casiquiare C ou ra nt yn e R iv er Essequibo R iver La go a Mirim RioAmazonas Rio B eni R io Ja pu rá Rio Madre de Dios R io M am oré R io Pa ra ná Rio Solim ões Rio Tebicuary RioYguazú R iv ie re La w a RíoCaquetá Río Marañon Río Orinoco R ío P ar ag ua y R ío U cayali Río Uru gu ay LA GOA DO P AT OS 407 130 483 164 407 026 174 170 251 434 467 467 265 425 070 070 153 287 478 079 110 262 251 230 453 453 010 020 497 497 251 164 324 247 267 331 163 254 101 101 374 270 122 545 377 377 461 461 426 306 010 118 403 178 369 225 146 008 272 270 265 322 414 241 280 280 473 473 381 381 381 080 421 460 472 472 418 418 259 259 153 332 479 202 373 127 462 462 492 116 376 134 285 285 367 259 367 367 163 163 364 310 308 101 251 156 272 092 330 122 490 213 480 158 158 563 464 464 060 050 482 482 265 265 407 407 342 342 486 486 492 158 352 020 158 160 407 115 010 050 154 461 110 275 487 487 324 141 324 140 158 184 364 326 494 155 262 310 457 330 272 272 359 341 267 425 352 330 158 158 481 481 251 140 480 480 408 066 122 122 154 300 471 471 374 280 242 140 262 563 451 451 110 265 475 370 267 270 330 026 267 300 407 120 457 404 265 120 226 115 456 310 354 354 242 242 354 188 342 635 324 378 479 346 369 369 342 313 459 171 364 307 283 283 122 585 361 400 101 055 407 131 402 085 251 251 135 135 426 342 101 222 122 060 407 216 451 367 158 294 104 104 122 052 466 466 383 383 158 302 403 329 308 303 404 187 120 120455 455 478 478 122 604 369 201 154 154 230 371 153 153 373 250 439 209 452 452 226 450 122 555 251 435 259 251 352 352 272 255 324 324 330 432 242 109 251 636 430 464 342 629 330 255 483 483 407 262 267 215 242 243 479 479 251 530 330 330 235 438 489 489 174 319 251 654 330 351 402 402 330 006 154 322 330 130 020 451 122 144 330 257 251 215 A R G E N T I N A B O L Í V I A C H I L E C O L Ô M B I A E Q U A D O R G U I A N A G U I A N A F R A N C E S A P A R A G U A I P E R U S U R I N A M E U R U G U A I V E NE Z U E L A Ariquemes Cacoal Jaru Ji-Paraná Vilhena Cruzeiro do Sul Humaitá Manicoré Alenquer Altamira Ananindeua Bragança Cametá Capanema Dom Eliseu Ipixuna do Pará Itupiranga Jacareacanga Marabá Novo Repartimento Redenção Rondon do Pará Santana do Araguaia São Miguel do Guamá Tucuruí Ulianópolis Viseu Araguaína Gurupi Açailândia Bacabal Balsas Barra do Corda Buriticupu Caxias Chapadinha Grajaú Imperatriz Itapecuru Mirim Santa Luzia Vargem Grande Zé Doca Floriano Parnaíba Picos Piripiri Aracati Boa Viagem Canindé Crateús Granja Icó Iguatu Itapajé** Itapipoca Quixadá Russas Sobral Tauá Tianguá Açu Cajazeiras Sousa Araripina Caruaru Goiana Ipojuca Ouricuri Palmares Pesqueira Salgueiro Santa Cruz do Capibaribe Palmeira dos Índios São Miguel dos Campos União dos Palmares Itabaiana São Cristóvão Alagoinhas Araci Barreiras Caetité Casa Nova Eunápolis Feira de Santana Guanambi Itabuna Itamaraju Jacobina Jequié Juazeiro Luís Eduardo Magalhães Macaúbas Santo Antônio de Jesus Santo Estêvão Senhor do Bonfim Serrinha Teixeira de Freitas Tucano Alfenas Araguari Araxá Betim Campo Belo Caratinga Curvelo Formiga Frutal Guaxupé Ipatinga Ituiutaba Juiz de Fora Leopoldina Manhuaçu Montes Claros Ouro Preto Paracatu Passos Patos de Minas Patrocínio Pirapora Ponte Nova Pouso Alegre São João del Rei Sete Lagoas Teófilo Otoni Três Corações Unaí Varginha Viçosa Guarapari Linhares São Mateus Serra Vila Velha Campos dos Goytacazes Resende Rio Bonito São Pedro da AldeiaAssis Batatais Campos do Jordão Itapetininga Lins Lorena Marília Registro São José do Rio Pardo São José do Rio Preto São José dos Campos Taubaté Ubatuba Apucarana Campo Mourão Foz do Iguaçu Guarapuava Ibiporã Irati Londrina Marechal Cândido Rondon Pato Branco Prudentópolis Toledo Umuarama Araranguá Biguaçu Chapecó Concórdia Indaial Jaraguá do Sul Lages Rio do Sul Tubarão Alegrete Camaquã Canguçu Caxias do Sul Cruz Alta Erechim Lajeado Passo Fundo Santa Maria Santana do Livramento Santiago São Borja São Gabriel Uruguaiana Vacaria Dourados Naviraí Nova Andradina Ponta Porã Sidrolândia Três Lagoas Cáceres Lucas do Rio Verde Primavera do Leste Rondonópolis Sinop Sorriso Anápolis Aparecida de Goiânia Cristalina Formosa Itumbiara Jataí Luziânia Mineiros ³±025 ³±461 ³±479 ³±262 ³±005 ³±465 ³±225 ³±116 ³±103 ³±459 ³±364 ³±369 ³±452 ³±366 ³±277 ³±040 ³±462 ³±405 ³±485 ³±003 ³±463 ³±495 ³±101 ³±007 ³±265 ³±232 ³±290 ³±045 ³±480 ³±430 ³±497 ³±050 ³±482 ³±468 ³±488 ³±493 ³±153 ³±491 ³±293 ³±415 ³±494 ³±481 ³±466 ³±457 ³±270 ³±315 ³±151 Rio Pindaré R io A ra gu ai a Rio Doce R io Tapajós Rio Itararé Rio Negro Rio Am az on as R io E nv iraRio Tarauacá Rio Juruá Rio G uaporé Rio Pará R io Ac re Rio Mad eir a Rio Corrente R io To ca nti ns Rio São Lo ure nç o R io da s M or te s Rio Miranda La go a Mirim R io B arbado Rio Paracatu Rio Paranaiba Rio das Balsas Rio São Francisco Rio Taq uarí Rio Ivaí R io Pardo Rio Ibicui Mirim Rio Cuiabá Lagoa dos P atos Rio Preto Rio Içá Rio Tietê R io Xingu Rio Grande R io Mear im Rio das Velhas R io B ra nc o Rio Itapecuru Rio Javari Rio Japurá Rio Iguaçú Rio Uruguai Ri o Pa ra gu ai R io Pa rn aí ba Ri o Solim ões Rio Paraná R io Pu ru s Porto de Itajaí Porto de São Francisco do Sul Porto de Angra dos Reis Porto de Forno Porto de Santos Porto de São Sebastião Porto de Barra do Riacho Porto de Vitória Porto de Maceió Porto de Ilhéus Porto de Porto Velho Porto de Cabedelo Porto de Natal Porto de Itaqui Porto de Manaus Porto de Vila do Conde Porto de Belém Porto de Santarém Porto de Santana Porto de Areia Branca Porto de Suape Porto do Recife Porto de Itaguaí Porto de Niterói Porto de Rio Grande-RS 1 3 5 0 5 0 0 6 0 1 0 1 3 1 7 3 5 6 4 8 7 2 3 5 3 8 13 6 9 1 5 3 0 6 0 2 3 5 4 3 4 2 2 6 4 0 6 4 6 6 2 5 1 2 9 3 2 9 0 11 0 4 2 7 3 2 4 3 9 3 2 4 2 0 1 0 4 7 6 1 3 5 2 7 2 2 3 5 3 6 4 1 6 3 0 7 0 2 3 0 0 3 0 2 3 5 4 0 2 4 7 2 2 5 1 0 8 0 11 6 2 4 2 2 8 2 1 3 5 0 7 0 2 6 2 4 0 7 2 8 5 3 1 9 1 7 4 3 9 3 2 2 2 0 4 0 2 6 2 4 3 3 4 0 3 1 7 4 1 5 3 3 3 0 3 5 9 2 3 5 3 4 9 2 3 0 4 5 2 1 0 1 4 7 0 1 0 1 0 2 0 2 6 5 0 4 0 3 9 2 3 7 6 4 2 1 3 2 4 2 3 5 2 9 3 2 8 0 3 9 3 2 6 5 1 6 3 11 6 4 0 4 4 1 4 4 7 0 3 1 6 1 3 5 4 1 0 2 8 7 4 8 7 2 7 2 2 3 5 3 0 4 2 6 7 3 7 6 1 5 3 4 9 4 4 0 5 4 3 03 4 9 4 6 4 2 5 9 2 3 2 4 2 7 2 4 2 2 7 7 11 6 4 3 5 3 4 3 11 6 2 5 1 2 6 2 1 5 8 4 3 9 1 0 1 0 3 0 2 5 1 4 6 8 1 0 4 1 5 8 1 0 4 3 7 6 4 2 1 1 3 5 3 8 6 3 7 7 3 5 2 4 1 5 1 0 1 3 0 7 4 2 6 1 5 8 3 6 9 3 4 3 0 2 0 0 7 0 2 3 2 1 2 2 1 4 6 11 6 1 0 1 3 6 3 4 1 8 2 8 2 1 0 1 2 6 5 4 9 4 2 9 3 1 0 1 3 6 7 1 7 4 1 0 1 0 2 0 4 2 0 1 5 4 2 7 7 3 6 4 4 5 2 3 7 3 3 3 0 3 7 6 1 5 3 0 6 0 4 7 4 1 0 1 2 2 2 3 8 6 3 8 3 1 6 3 1 0 1 1 3 5 0 8 0 4 2 3 2 6 7 4 0 1 3 8 6 3 8 1 4 1 6 4 0 1 11 6 2 3 0 11 6 2 3 0 1 6 3 2 3 0 4 0 8 0 6 0 4 6 3 1 2 2 4 8 6 3 8 1 3 6 5 3 9 2 4 0 2 3 6 1 3 6 4 2 2 2 4 8 2 3 6 1 4 6 4 1 4 6 3 1 7 3 4 2 1 0 1 1 5 8 4 5 9 0 3 0 4 1 9 4 2 8 11 6 3 7 6 3 0 8 4 3 2 3 0 7 2 2 2 4 2 9 2 2 6 11 6 2 3 0 4 7 0 3 6 7 3 5 2 1 4 6 3 7 6 4 8 4 11 6 2 5 1 4 8 4 4 0 7 2 6 5 1 5 8 3 4 9 4 5 8 1 5 8 1 5 3 4 8 4 4 5 3 4 7 2 3 6 9 0 3 0 1 0 1 4 1 5 4 7 2 3 8 1 1 2 2 3 6 9 3 5 4 3 4 9 3 5 6 4 2 5 3 5 6 3 7 6 2 2 6 1 4 6 2 1 0 3 1 6 2 3 5 4 6 4 4 1 2 4 2 4 3 9 2 2 6 7 2 7 2 4 3 8 3 5 4 2 8 0 3 4 9 2 6 5 3 4 9 4 1 3 3 4 9 2 4 2 4 7 1 4 6 1 1 0 1 4 7 8 1 5 3 1 5 6 0 1 0 2 2 6 3 3 0 3 3 0 4 8 2 1 2 2 4 0 3 3 1 7 3 3 0 3 0 8 4 0 9 3 9 2 4 0 2 4 3 7 1 2 0 2 4 2 1 3 5 3 6 9 1 5 8 3 5 4 11 0 1 2 2 2 3 0 3 7 3 4 7 1 3 0 8 1 6 3 3 5 4 3 4 9 2 8 3 4 1 7 1 2 0 2 5 1 2 5 1 3 5 2 3 8 3 4 3 1 2 7 2 4 0 4 4 2 2 3 3 0 1 5 5 4 5 4 3 7 4 4 5 8 2 3 5 4 5 1 3 4 2 4 5 1 411 1 5 4 3 6 4 3 5 9 2 6 7 1 7 4 4 7 3 CURITIBA ARACAJU BELÉM BELO HORIZONTE BOA VISTA BRASÍLIA CAMPO GRANDE CUIABÁ FLORIANÓPOLIS FORTALEZA GOIÂNIA JOÃO PESSOA MACAPÁ MACEIÓ MANAUS NATAL PALMAS PORTO ALEGRE PORTO VELHO RECIFE RIO BRANCO RIO DE JANEIRO SALVADOR SÃO LUÍS SÃO PAULO TERESINA VITÓRIA Sources: Esri, USGS, NOAA30°0'0"W 30°0'0"W 40°0'0"W 40°0'0"W 50°0'0"W 50°0'0"W 60°0'0"W 60°0'0"W 70°0'0"W 70°0'0"W 80°0'0"W 80°0'0"W 0° 0' 0" 0° 0' 0" 10 °0 '0 "S 10 °0 '0 "S 20 °0 '0 "S 20 °0 '0 "S 30 °0 '0 "S 30 °0 '0 "S ¬ MAPA MULTIMODAL BRASIL 2018 o O C E A N O A T L Â N T I C O Aeroporto Fernando de Noronha 3 6 3 Sources: Esri, USGS, NOAA 32°21'W 32°21'W 32°24'W 32°24'W 32°27'W 32°27'W 32°30'W 32°30'W 3°48'S 3°48'S 3°51'S 3°51'S ® 0 1 2 3 4 Km Rede Rodoviária do SNV – Versão 201811A Elaboração: Diretoria de Planejamento e Pesquisas – DPP Coordenação Geral de Planejamento e Programação de Investimentos – CGPLAN Setor de Geotecnologias Aplicadas - DNITGeo Setor de Geotecnologias Aplicadas – DNITGeo (61) 3315-8111 - dnitgeo@dnit.gov.br www.dnit.gov.br - ouvidoria@dnit.gov.brPro jeção Policôn ica - S irgas 2000 - MC -54° 50 0 50 100 150 200 Km Rodovias federais pavimentadas: levantadas com receptor GNSS, segundo o Plano Nacional de Viação e atualizadas conforme alterações no SNV até a versão atual. Responsável: Departamento nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. Rodovias estaduais coincidentes: bases atualizadas obtidas junto aos órgãos estaduais de transportes e bases digitalizadas dos mapas do Departamento Nacional dos Transportes - DNIT referentes à última publicação impressa (2002). Traçados sem garantias de fidedignidade com relação a localidade, codificação ou distâncias. Demaisrodovias federais: identificadas a partir de base cartográfica do DNIT, no caso de rodovias não pavimentadas, ou traçado meramente ilustrativo, no caso de rodovias planejadas. Responsável: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT. Ferrovias: obtidas da base cartográfica da Agência Nacional de Transportes Terrestres - 2014. Hidrovias: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011. Portos: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011. Base Político-administrativa, Hidrografia e Aeroportos: obtidas da base cartográfica vetorial continua do Brasil ao milionésimo - bCIMD: versão 4. Rio de Janeiro. IBGE, 2015. Estimativas da população de municípios brasileiros: IBGE; 2016. SIMBOLOGIA Capital Aeródromo Internacional Porto ¬.! · ! Sede Municipal (com população superior a 50.000 hab, a menos de 10 km de Rodovia Federal) RODOVIA ESTADUAL COINCIDENTE COM FEDERAL Leito Natural Implantada Pavimentada Duplicada LIMITES Limite Estadual Limite Internacional Ferrovia em Operação FERROVIA HIDROVIA Trecho Navegável HIDROGRAFIA Terreno Sujeito a Inundação Massa D'água Permanente Hidrografia Permanente BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 010 DF BRASÍLIA PA BELÉM DF- GO - T O - MA - PA 1.998,0 020 DF BRASÍLIA C E FORT ALEZA DF- GO - BA - PI- C E 1.976,3 030 DF BRASÍLIA BA C AMPIN H O DF- GO - MG- BA 1.236,6 040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1.268,2 050 DF BRASÍLIA MG SAN T OS DF- GO - MG- SP 1.106,0 060 DF BRASÍLIA MS FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI DF- GO - MS 1.504,8 070 DF BRASÍLIA MT FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA DF- GO - MT 1.375,6 080 DF BRASÍLIA GO RIBEIRÃO C ASC ALH EIRA DF- GO - MT - RO 625,2 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 101 RN T OUROS RS RIO GRAN DE RN- PB- PE- A L- SE- BA - ES- RJ- SP- PR- SC - RS 4.778,3 104 RN MAC AU AL MAC EIÓ RN- PB- PE- A L 674,4 110 RN AREIA BRAN C A BA EN T RON C AMEN T O BR- 324/ 420(B) RN- PB- PE- A L- BA 1.064,6 116 C E FORT ALEZA RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI C E- PB- PE- BA - MG- RJ- SP- PR- SC - RS 4.700,8 120 MG ARAÇ UAÍ MG PON T A DO FORN O MG- RJ 988,2 122 C E C H ORÓZIN H O MG MON T ES C LAROS C E- PE- BA - MG 1.907,9 135 MA SÃO LUÍS MG AN EL RODOV IÁRIO BELO H ORIZON T E MA - PI- BA - MG 2.582,3 146 MG PAT OS DE MIN AS MG BRAGAN Ç A PAULIST A MG- SP 788,0 153 PA MARABÁ RS EN T RON C AMEN T O BR- 473 AC EGUÁ PA - T O - GO - MG- SP- PR- SC - RS 3.604,5 154 GO IT UMBIARA MG LIN S GO - MG- SP 526,1 155 PA REDEN Ç ÃO PA MARABÁ PA 343,9 156 AP C AC H OEIRA DO SAN T O AN T ÔN IO AP PON T E IN T ERN AC ION AL A P 822,9 158 PA ALT AMIRA RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PA - MT - GO - MS- SP- PR- SC - RS 4.179,3 163 SC T EN EN T E PORT ELA PA FRON T EIRA C OM O SURIN AME RS- SC - PR- MS- MT - PA 4.522,7 174 MT PORT O SAN T O AN T ÔN IO DAS LEN DAS RR FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA MT - RO - A M- RR 3.279,5 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 210 AP MAC APÁ AM FRON T EIRA C OM A C OLÔMBIA A P- PA - RR- A M 2.459,4 222 C E FORT ALEZA PA MARABÁ C E- PI- MA - PA 1.845,3 226 RN N AT AL T O EN T RON C AMEN T O BR- 153 RN- C E- PI- MA - T O 1.764,0 230 PB C ABEDELO AM BEN JAMIN C ON ST AN T PB- PE- PI- MA - T O - PA - A M 5.045,5 232 PE REC IFE PE PARN AMIRIM PE 563,7 235 SE ARAC AJU T O C AC H IMBO SE- BA - PE- PI- PA 2.292,8 242 BA EN T RON C AMEN T O BR- 324 SALV ADOR MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 SORRISO BA - T O - MT 2.393,1 251 BA ILH ÉUS MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 C UIABÁ BA - MG- GO - DF- MT 2.528,9 259 ES JOÃO N EIV A MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 ES- MG 702,5 262 ES V IT ÓRIA MS C ORUMBÁ ES- MG- SP- MS 2.383,2 265 MG EN T RON C AMEN T O BR- 116 MG EN T RON C AMEN T O BR- 153 MG- SP 925,5 267 MG LEOPOLDIN A MS PORT O MURT IN H O MG- SP- MS 1.924,3 272 PR EN T RON C AMEN T O BR- 116 SÃO PAULO PR GUAÍRA SP- PR 909,0 277 PR PARAN AGUÁ PR FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI PR 798,8 280 SC PORT O SÃO FRAN C ISC O DO SUL PR FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC - PR 660,5 282 SC FLORIAN ÓPOLIS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 688,6 283 SC C AMPOS N OV OS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 343,8 285 SC ARARAN GUÁ RS SÃO BORJA SC - RS 749,9 287 RS EN T RON C AMEN T O BR- 470 RS SÃO BORJA RS 536,8 290 RS OSÓRIO RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 728,8 293 RS PELOT AS RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 539,8 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 304 C E BOQUEIRÃO DO C ESÁRIO RN N AT AL C E- RN 418,4 307 AM MAREC H AL T AUMAT URGO AM FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA A C - A M 1.741,8 308 PA BELÉM PA ALC ÂN T ARA PA - MA 636,3 316 PA BELÉM AL MAC EIÓ PA - MA - PI- PE- A L 2.066,3 317 AM LÁBREA AC ASSIS BRASIL A M- A C 945,2 319 AM EN T ROC AMEN T O BR- 174 MAN AUS RO PORT O V ELH O A M- RO 917,9 324 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230 BA SALV ADOR MA - PI- BA 1.278,9 330 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230/ 324 BA UBAIT ABA MA - PI- BA 1.493,5 342 BA C ARIN H AN H A ES LIN H ARES BA - MG- ES 958,7 343 PI LUÍS C ORREIA PI BERT OLÍN IA PI 742,8 349 SE ARAC AJU GO POSSE SE- BA - GO 1.228,7 352 GO EN T ROC AMEN T O BR- 153 MG PARÁ DE MIN AS GO - MG 799,2 354 MG EN T ROC AMEN T O BR- 040/ 050/ 457 RJ EN GEN H EIRO PASSOS GO - MG- RJ 862,7 356 MG BELO H ORIZON T E RJ SÃO JOÃO DA BARRA MG- RJ 492,1 359 MS DIV ISA GOIÁS/ MAT O GROSSO DO SUL MS C ORUMBÁ GO - MS 657,4 361 PB PAT OS PB SALGUEIRO PB- PE 259,3 363 PE BAIA DE SAN T O AN T ÔN IO PE BAÍA DE SUEST E PE 13,6 364 MG LIMEIRA AC FRON T EIRA BRASIL/ PERU SP- MG- GO - MT - RO - A C 4.419,4 365 MG MON T ES C LAROS MG DIV ISA MIN AS GERAIS/ GOIÁS MG 869,9 367 BA SAN T A C RUZ DE C ABRÁLIA MG GOUV EIA BA - MG 826,3 369 MG OLIV EIRA PR C ASC AV EL MG- SP- PR 1.228,0 373 PR LIMEIRA PR BARRAC ÃO SP- PR 962,1 374 SP PRESIDEN T E V EN C ESLAU SP SÃO PAULO SP 600,1 376 MS DOURADOS SC GARUV A MS- PR- SC 1.033,1 377 RS C ARAZIN H O RS QUARAÍ RS 524,1 381 ES SÃO MAT EUS SP SÃO PAULO ES- MG- SP 1.325,2 383 MG C ON SELH EIRO LAFAIET E SP UBAT UBA MG- SP 583,8 386 RS SÃO MIGUEL D'OEST E RS PORT O ALEGRE SC - RS 531,3 392 RS RIO GRAN DE RS PORT O XAV IER RS 738,6 393 ES C AC H OEIRA DO IT APEMIRIM RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 ES- RJ 440,2 BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 401 RR BOA V IST A RR N ORMAN DIA RR 202,9 402 MA BAC ABEIRA C E UMIRIM MA - PI- C E 717,1 403 C E AC ARAÚ C E C RAT EÚS C E 336,6 404 PI PIRIPIRI C E IC Ó PI- C E 489,5 405 RN MOSSORÓ PB MARIZÓPOLIS RN- PB 252,2 406 RN MAC AU RN PON T E PRESIDEN T E C OST A E SILV A RN 176,2 407 PI PIRIPIRI BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A PI- PE- BA 1.535,6 408 PB C AMPIN A GRAN DE PE EN T RON C AMEN T O BR- 232 PB- PE 189,6 409 AC FEIJÓ AC SAN T A ROSA DO PURUS A C 152,0 410 BA RIBEIRA DO POMBAL BA T UC AN O BA 35,8 411 AM EN T RON C AMEN T O BR- 307 AM FRON T EIRA BRASIL/ C OLÔMBIA A M 85,0 412 PB FARIN H A PB MON T EIRO PB 145,7 413 AM EN T RON C AMEN T O BR- 174 AM N ORMAN DIA A M 40,0 414 GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO 439,6 415 BA ILH ÉUS BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A BA 212,8 416 AL N OV O LIN O AL SÃO JOSÉ DA LAGE A L 64,7 417 PA AFUÁ PA PON T A DE PEDRAS PA 235,0 418 BA C ARAV ELAS MG T EÓFILO OT ON I BA - MG 302,2 419 MS EN T RON C AMEN T O BR- 163 MS JARDIM MT 381,4 420 BA EN T RON C AMEN T O BR- 110 BA EN T RON C AMEN T O BR- 116/ BA- 250(B) BA 349,4 421 RO ARIQUEMES RO GUAJARÁ- MIRIM RO 388,1 422 PA EN T RON C AMEN T O BR- 230 PA LIMOEIRO DO AJURÁ PA 336,0 423 PE C ARUARÚ BA JUAZEIRO PE- A L- BA 577,2 424 PE ARC OV ERDE AL MAC EIÓ PE- A L 265,8 425 RO ABUN Ã RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA RO 148,1 426 PB EN T RON C AMEN T O BR- 203 PB EN T RON C AMEN T O BR- 323 PB- PE 200,1 427 RN C URRAIS N OV OS PB POMBAL RN- PB 213,3 428 PE EN T RON C AMEN T O BR- 116/ 316(A) PE PET ROLIN A PE 197,6 429 RO JI- PARAN Á RO FRON T EIRA BRASIL/BOLÍV IA RO 380,2 430 BA BARREIRAS BA C AT IT É BA 432,0 431 RR JUN DIÁ RR SAN T A MARIA DO BOIAÇ U RR 125,0 432 RR N OV O PARAISO RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR 214,6 433 RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR EN T RON C AMEN T O BR- 174 RR 180,5 434 PB UIRAÚN A PB DIV ISA PARAÍBA/ C EARÁ PB- C E 75,7 435 RO V ILH EN A RO PIMEN T EIRAS D´ OEST E RO 175,3 436 MS APAREC IDA DO T ABOADO MS DIV ISA MAT O GROSSO DO SUL/ SÃO PAULOMS/ SP 18,1 437 RN JUC URÍ C E EN T RON C AMEN T O BR- 116/ C E- 266 RN- C E 80,5 438 RS EN T RON C AMEN T O BR- 285 SC EN T RON C AMEN T O BR- 282 RS- SC 161,0 439 MG PEDRO C AN ÁRIO ES N AN UQUE ES- BA - MG 78,6 440 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG JUIZ DE FORA MG 9,0 447 ES PORT O DE V IT ÓRIA ES EN T ROC AMEN T O BR- 262 ES 15,3 448 RS EN T RON C AMEN T O BR- 116/ RS- 118 RS EN T RON C AMEN T O BR- 290 RS 22,3 450 DF EN T RON C AMEN T O BR- 010/ 020/ 030 DF EN T RON C AMEN T O BR- 040/ 050 DF 36,8 451 MG EN T RON C AMEN T O BR- 135 MG C ON T ORN O GOV ERN ADOR V ALADARESMG 429,1 452 GO RIO V ERDE MG ARAXÁ GO - MG 510,0 453 RS LAJEADO RS T ORRES RS 310,2 454 MS EN T RON C AMEN T O BR- 262 MS DIV ISA BRASIL/ BOLÍV IA MT 71,0 455 MG UBERLÂN DIA MG PLAN URA MG 169,0 456 SP N H AN DEARA SP MAT ÃO SP 218,2 457 GO C RIST ALIN A GO EN T RON C AMEN T O BR- 153 GO 246,3 458 MG EN T RON C AMEN T O BR- 259 MG IPAT IN GA MG 148,8 459 MG POÇ OS DE C ALDAS RJ PARAT Y MG- SP- RJ 399,4 460 MG EN T RON C AMEN T O BR- 267 MG EN T RON C AMEN T O BR- 354 MG 84,3 461 MG H IDROELÉT RIC A ÁGUA V ERMELH A MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG 118,6 462 MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 MG 98,8 463 MS DOURADOS MS PON T A PORÃ MS 112,5 464 MG IT UIUT ABA MG EN T RON C AMEN T O BR- 146 MG 497,8 465 RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 RJ SAN T A C RUZ RJ 32,2 466 PR APUC ARAN A PR PORT O UN IÃO PR/ SC 435,4 467 PR PORT O MEN DES PR C ASC AV EL PR 118,2 468 RS PALMEIRA DAS MISSÕES RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 142,2 469 PR EN T ROC AMEN T O BR- 277 PR C AT ARAT AS DO IGUAÇ U PR 35,1 470 SC N AV EGAN T ES RS C AMAQUÃ SC - RS 834,1 471 RS SOLEDADE RS C H UÍ RS 680,3 472 RS FREDERIC O WEST PH ALEN RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI RS 656,6 473 RS SÃO GABRIEL RS SARAN DI RS 392,8 474 MG AIMORÉS MG C ARAT IN GA MG 160,5 475 SC LAGES SC T UBARÃO SC 199,6 476 PR APIAÍ PR PORT O UN IÃO SP- PR/ SC 400,6 477 SC EN T RON C AMEN T O BR- 280 SC BLUMEN AU SC 208,6 478 SP JUQUIÁ SP EN T RON C AMEN T O BR- 116(B) SP 322,2 479 MG JAN UÁRIA DF BRASÍLIA MG- GO - DF 477,1 480 PR PAT O BRAN C O SC EREC H IM PR- SC - RS 265,4 481 RS C RUZ ALT A RS N OV O C ABRAIS RS 175,2 482 ES SAFRA MG C ON SELH EIRO LAFAIET E ES- MG 419,3 483 GO EN T RON C AMEN T O BR- 153/ 154(A)/ 452(A) MS PARAN AÍBA GO - MS 333,1 484 ES C OLAT IN A RJ IT APERUN A ES- RJ 341,9 485 RJ IT AT IAIA MG GARGAN T A DO REGIST RO RJ- MG 51,4 486 SC IT AJAÍ SC BOM RET IRO SC 167,1 487 MS PORT O FELIC IDADE PR PON T A GROSSA MS- PR 654,8 488 SP APAREC IDA SP APAREC IDA SP 6,0 489 BA PRADO BA IT AMARAJÚ BA 51,5 490 GO C AMPO ALEGRE DE GOIÁS GO MORRIN H OS GO 175,8 491 MG SÃO SEBAST IÃO DO PARAÍSO MG EN T RON C AMEN T O BR- 381/ MG- 167(B) MG 264,1 492 RJ MORRO DO C OC O RJ MAÇ AMBARÁ RJ 390,5 493 RJ MAN ILH A RJ PORT O DE IT AGUAÍ RJ 123,7 494 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 RJ AN GRA DOS REIS MG- RJ 532,2 495 RJ T ERESÓPOLIS RJ IT AIPAV A RJ 31,2 496 MG PIRAPORA MG C ORIN T O MG 135,7 497 MG UBERLÂN DIA MS PARAN AÍBA MG- MS 361,1 498 BA MON T E PASC OAL BA EN T RON C AMEN T O BR- 101 BA 14,2 499 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG C ABAN GU MG 20,8 R O D O V I A S D E L I G A Ç Ã O R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S R O D O V IA S D O S IS T E M A R O D O V IÁ R IO F E D E R A L R O D O V I A S R A D I A I S R O D O V I A S T R A N S V E R S A I S R O D O V I A S D I A G O N A I S R O D O V I A S L O N G I T U D I N A I S R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Amaz onas Foz - Benjamin C ons tant 3 .108 N egro Manaus - C ucuí 1 .210 Branco Foz - C onfluência Urariquera/ T acutu 577 Juruá Foz - C ruz eiro do Sul 3 .489 T arauacá Foz - T arauacá 660 Embira Foz - Feijó 194 Javari 510 Japurá Foz - V ila Bittencourt 721 Içá Foz - Ipiranga 368 Purus Foz - Sena Madureira (no Rio Iaco) 2 .846 Acre Foz - Bras iléia 796 Madeira Foz - C onfluência Mamoré/ Beni 1 .546 Guaporé Foz - Pontes e Lacerda 1.180 T apajós C onfluência dos rios Juruena e T eles Pires - Foz do rio Amaz onas 815 T eles Pires Sopé da C achoeira Os car Miranda (Município de Sinop- MT ) - C onfluência com o rio Juruena 725 Juruena 11º 05 ’ de latitude Sul para jus ante - C onfluência com o rio T eles Pires 550 Xingu Porto Moz - Altamira (Belo Monte) 298 T ocantins Belém - Peix e 1.731 Araguaia Foz - Balis a 1 .800 Mamoré Foz - C onfluência Guaporé 225 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Mearim Foz - Barra do C orda 470 Grajaú Foz - Grajaú 500 Pindaré Foz - Pindaré Mirim 110 Itapicuru Foz - C olinas 565 Parnaíba Foz - Santa Filomena 1.176 Bals as Foz - Bals as 225 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) São Francis co Foz - Piranhas 208 C achoeira de Itaparica - Porto Real (Iguatama) 2 .207 Paracatu Foz - Buriti 284 V elhas Foz - Sabará 659 Paraopeba Foz - Flores tal 240 Grande Foz - Barreiras 358 Preto Foz - Ibipetuba 125 C orrente Foz - Santa Maria da V itória 95 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Doce Foz - Ipatinga 410 Paraíba do Sul Foz - Jacareí 670 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Ribeira do Iguapé Foz - Regis tro 70 Jacuí Foz - Dona Francis ca 370 T aquarí Foz - Mus s um 205 C aí Foz - São Sebas tião do C aí 93 Sinos Foz - Paciência 47 Gravataí Foz - Gravataí 12 Jaguarão Foz - Jaguarão 32 C amaquã Foz - São Jos é do Patrocínio 120 C anais Lacus tres e Lagoa Mirim Pelotas - Santa Maria do Palmar 180 Lagoa dos Patos Porto Alegre - Rio Grande 230 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Paraguai Foz do Apa - C áceres 1 .323 C uiabá- São Lourenço Foz - Ros ário do Oes te 785 T aquari Foz - C ox im 430 Miranda Foz - Miranda 255 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Paraná Foz do Iguaçu - C onfluência Paranaíba/ Grande 808 Paranapanema Foz - Salto Grande 421 T ietê Foz - Mogi das C ruz es 1 .010 Pardo Foz - Porto da Barra 170 Ivinheima Foz - C onfluência Brilhante 270 Brilhante Foz - Porto Brilhante 67 Inhanduí Foz - Porto T upi 79 Paranaíba Foz - Es cada Grande 787 Iguaçu Foz - C uritiba 1.020 Piracicaba Foz - Paulínia 160 R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v eg á v e i s E x t e n s ã o ( k m ) Uruguai Barra do Quaraí - Iraí 840 Ibicuí Foz - C onfluência Santa Maria 360 R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S H ID R O V IA S BA C I A A M A Z Ô N I C A BA C I A D O N O R D E S T E BA C I A D O S Ã O F R A N C I S C O BA C I A D O S U D E S T E BA C I A D O L E S T E BA C I A D O PA R A N Á BA C I A D O U R U G U A I BA C I A D O PA R A G U A I E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 025 DF BRASÍLIA BA SALV ADOR DF- GO - MG- BA 1.594 040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1 .501 045 DF BRASÍLIA RJ AN GRA DOS REIS DF- GO - MG- RJ 1 .493 050 DF BRASÍLIA SP SAN T OS DF- GO - MG- SP 1 .416 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 101 RN N AT AL BA SALV ADOR RN- PB- PE- A L- SE- BA 1.381 102 ES V IT ÓRIA ES C AC H OEIRO DO IT APEMIRIM ES 157103 ES V IT ÓRIA RJ N IT ERÓI ES- RJ 594 105 RJ RIO DE JAN EIRO SP SÃO PAULO RJ- SP 499 116 C E FORT ALEZA SC JAGUARÃO C E- PE- BA - MG- SP- PR- SC 5 .381 151 PA BELÉM SP PAN ORAMA PA - MA - T O - GO - MS- SP 2 .760 153 PR MARQUES DOS REIS RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PR- SC - RS 1 .791 170 PA SAN T ARÉM MT C UIABÁ PA - MT 1.510 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 222 RJ RIO DE JAN EIRO SP C AMPIN AS RJ- SP 550 225 PB C ABEDELO MA IT AQUI PB- C E- PI- MA 1.587 232 PE REC IFE MA EST REIT O PE- PI- MA 1.770 262 ES V IT ÓRIA MG GRAÇ AS DE MIN AS ES- MG 1.007 265 SP SAN T OS MS FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA SP- MS 1.830 267 SP PAN ORAMA MS PORT O MURT IN H O SP- MS 750 270 SP RUBIÃO JÚN IOR MS PON T A PORÃ SP- MS 792 277 PR PARAN AGUÁ PR FOZ DO IGUAÇ Ú PR 834 278 PR PARAN AGUÁ PR PIN H AIS PR 100 280 SC H ERV AL D'OEST E SC IT AJAÍ SC 330 290 RS PORT O ALEGRE RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 712 293 RS RIO GRAN DE RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O RS 475 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 315 MA BAÍA DE SÃO MARC OS PA C ARAJÁS MA - PA 850 333 MG BELO H ORIZON T E PR C URIT IBA MG- SP- PR 1 .150 334 BA ILH ÉUS MT LUC AS DO RIO V ERDE BA - T O - MT 2.675 338 BA EN T RON C AMEN T O EF116 T O EN T RON C AMEN T O FERROV IA N ORT E- SUL BA - T O 885 354 RJ MURIAÉ AC BOQUEIRÃO DA ESPERAN Ç A RJ- MG- GO - DF- MT - RO - A C 4.400 364 SP SAN T OS MT C UIABÁ SP- MS- MT 1.724 366 SP PAN ORAMA SP IT IRAPIN A SP 535 369 SP OURIN H OS PR PORT O MEN DES SP- PR 683 370 PA BELÉM PI T ERESIN A PA - MA - PI 850 E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m ) 401 AP SERRA DO N AV IO AP PORT O SAN T AN A A P 194 404 PI LUÍS C ORREIA PI EN T RON C AMEN T O EF225 PI 310 405 C E FORT ALEZA C E C RAT ÉUS C E 442 410 RN EN T RON C AMEN T O EF415 PB SOUZA RN- PB 320 411 PE PARN AMIRIM PE PET ROLIN A PE 192 415 RN MAC AU RN EN T RON C AMEN T O EF101 RN 235 416 PE SUAPE PE MOREN O PE 48 418 PE RIBEIRÃO PE BARREIROS PE 56 420 AL EN T RON C AMEN T O EF101 AL MAC EIÓ A L 75 430 BA EN T RON C AMEN T O EF116 BA SÃO FRAN C ISC O BA 317 431 BA C AMAÇ ARI BA ARAÚJO LIMA BA 22 432 BA PÓLO PET ROQUÍMIC O C AMAÇ ARIBA PORT O DE ARAT U BA 35 445 BA C AMPIN H O BA EN T RON C AMEN T O EF025 BA 364 446 BA ILH ÉUS BA UBAIT ABA BA 65 451 SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC IMBIT UBA SC 270 452 GO GOIÂN IA GO RON C ADOR GO 225 455 MG DIAMAN T IN A MG GOV ERN ADOR V ALADARES MG 240 457 MG SÃO PEDRO MG UBERABA MG 273 458 MG IT ABIRA MG EN T RON C AMEN T O EF262 MG 36 459 MG C APIT ÃO EDUARDO MG JOAQUIM MURT IN H O MG 103 460 RJ T RÊS RIOS RJ RIO DE JAN EIRO RJ 181 461 MG PON T E N OV A MG MIGUEL BURN IER MG 146 462 MG C OST A LAC ERDA MG FÁBRIC A MG 109 463 MG IPAT IN GA RJ T RÊS RIOS MG- RJ 471 464 MG AURELIAN O MOURÃO MG AN T ON IO C ARLOS MG 202 465 SP C OLÔMBIA SP ARARAQUARA SP 253 466 SP PASSOS SP EN T RON C AMEN T O EF465 SP 281 468 SP PRESIDEN T E EPIT ÁC IO SP PRESIDEN T E PRUDEN T E SP 104 469 MT IN DUSBRASIL MT PON T A PORÃ MT 304 470 MG T RÊS C ORAÇ ÕES SP C RUZEIRO MG- SP 170 471 MG EN T RON C AMEN T O EF116 SP MOGI MIRIM MG- SP 220 472 RJ V ISC ON DE DE IT ABORAÍ RJ SÃO BEN T O RJ 48 473 RJ JAPERI RJ T ERMIN AL MARÍT IMO SAN T A C RUZ RJ 32 474 RJ H ON ÓRIO GURGEL RJ AN GRA DOS REIS RJ 112 478 SP EN T RON C AMEN T O EF479 SP EV AN GELIST A DE SOUZA SP 33 479 SP JURUBAT UBA SP JURUBAT UBA SP 140 480 SP MAYRIN C SP SÃO SEBAST IÃO SP 230 481 PR APUC ARAN A PR PON T A GROSSA PR 339 482 PR EN T RON C AMEN T O EF481 PR EN T RON C AMEN T O EF116 PR 171 483 PR IPIRAN GA PR GUARAPUAV A PR 150 484 PR MARAC AJU MS C ASC AV EL PR- MS 500 485 SC PORT O UN IÃO SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC 460 486 RS IJUÍ PR PORT O UN IÃO RS- SC - PR 600 487 SC IT AJAÍ SC V ALE DO RIO DO PEIXE SC 450 488 SC IMBIT UBA SC T REV ISO SC 138 489 SC LAURO MULLER SC T UBARÃO SC 57 490 SC ESPLAN ADA SC RIO DESERT O SC 33 491 RS PASSO FUN DO RS ROC A SALES RS 152 492 RS C AXIAS DO SUL RS EN T RON C AMEN T O EF116 RS 114 493 RS SAN T A ROSA RS C RUZ ALT A RS 181 494 RS SAN T O ÂN GELO RS SAN T IAGO RS 224 495 RS SÃO BORJA RS DILERMAN DO DE AGUIAR RS 302 497 RS C AC EQUI RS SÃO SEBAST IÃO RS 169 498 PR FOZ DO IGUAÇ Ú SC SÃO MIGUEL DO OEST E PR- SC 220 499 SC SÃO MIGUEL DO OEST E SC LAJES SC 330 500 SC PON T E ALT A SC C URIT IBAN OS SC 30 F E R R O V I A S D E L I G A Ç Ã O R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S F E R R O V IA S F E R R O V I A S R A D I A I S F E R R O V I A S L O N G I T U D I N A I S F E R R O V I A S T R A N S V E R S A I S F E R R O V I A S D I A G O N A I S RODOVIA FEDERAL Planejada Leito Natural Implantada Pavimentada Concessão/Convênio Pavimentada Duplicada Concessão/Convênio Duplicada Implantada Convênio Im ag em :h ttp :// ww w. ma pa s- sp .co m/ sp -ro do via rio .h tm 86 GEOGRAFIA a) Ao observar o mapa rodoviário do Brasil, onde observamos a maior concentração de ro- dovias em nosso país? b) No estado de São Paulo, as principais rodovias se encontram em que município? c) Em sua opinião, o que o encontro dessas rodovias no lugar onde se localiza o município de São Paulo indica? 4 Você sabia que cada rodovia é identificada por um código? Quando vemos a sigla BR na rodovia significa que ela é uma rodovia federal, e quando vemos a sigla SP significa que a rodovia é estadual. Cada trecho das rodovias recebe um nome. Conheça o nome das rodovias quando passam pela Cidade de São Paulo: y BR 381 – Fernão Dias y BR 116 – Regis Bittencourt y SP 019 – Hélio Smidt y SP 348 – Rod. Dos Bandeirantes y SP 330 – Rod. Anhanguera y SP 280 – Rod. Presidente Castelo Branco y SP 270 – Rod. Raposo Tavares y SP 070 – Ayrton Senna da Silva y SP 150 – Rod. Anchieta y SP 160 – Rod. Dos Imigrantes y SP 021 – Rodoanel Mário Covas Agora observe mais de perto por onde passam essas rodovias na Cidade de São Paulo e conheça cada uma delas: 87 4º ANO Im ag em :h ttp :// ww w. sp -tu ris mo .co m/ via s- sp .h tm a) Quais rodovias federais passam pelo município de São Paulo? b) Quais dessas rodovias você já utilizou ou já ouviu falar? c) Quais rodovias são próximas ao seu bairro? d) Qual é a importância das rodovias para que seja possível receber mercadorias de outros lugares para abastecer a Cidade de São Paulo? 88 GEOGRAFIA RODA DE CONVERSA Releia o trecho da história “O zé escolheu ser turista, Mas isso não é profissão. Melhor viajar nas férias, Ou pilotar avião.” Quando eu crescer de Ana Maria Machado, com ilustrações de Maria José Arce, editora Moderna. Você já ouviu falar em leis trabalhistas? As leis trabalhistas fazem parte de um conjunto de re- gras e normas presentes na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A CLT é a responsável por definir regras, direitos e deveres que regem as relações entre empregadores e empregados no Brasil. Esse documento surgiu em 1943, como uma necessidade de regular as questões trabalhistas em uma sociedade que fazia a transição entre uma economia essencialmente agrária para uma industrial. Desde sua criação, a CLT já sofreu inúmeras mudanças no sentido de adequá-la às condições do mercado de trabalho. Algumas dessas mudanças foram positivas; outras, no entanto, trou- xeram retrocesso. As férias remuneradas são um direito do trabalhador, garantido pela CLT, mas, para isso, a pessoa deverá ser um trabalhador formal, ou seja, ter registro em carteira, para ter garantido seus direitos. No Brasil, muitos trabalhadores não têm carteira assinada e trabalham em diferentes ativida- des, mas sem as garantias definidas pela lei. Chamamos esse tipo de trabalho de informal. y Converse com sua turma sobre a importância dos direitos trabalhistas. 5 Faça uma lista dos tipos de trabalho que existem em seu bairro e separe em trabalho formal e informal. y Trabalho formal:89 4º ANO y Trabalho informal: VAMOS PESQUISAR! Escolha um produto industrializado que você usa ou consome em seu cotidiano, faça uma pes- quisa para conhecer todas as etapas pelas quais esse produto passou até chegar a você. Consi- dere a produção ou extração das matérias-primas que o compõem, o transporte até a indústria, depois a distribuição para a rede varejista e o local de consumo. 1) Faça desenhos para representar essa cadeia produtiva e de distribuição. 90 GEOGRAFIA ATIVIDADE PRÁTICA Que tal descobrir de onde vêm os alimentos que compramos nas feiras livres? Faça entrevistas para investigar a origem dos alimentos comercializados nas feiras livres de São Paulo. 1) Organize-se em trios e escolha um alimento comercializado na feira livre de seu bairro. Escreva abaixo: 2) Elabore perguntas que ajudem a descobrir a origem desse alimento, numere-as e regis- tre abaixo. 91 4º ANO 3) Em campo, faça perguntas aos trabalhadores das bancas que comercializam esse alimento, registre as respostas abaixo, numerando-as de acordo com as questões. 92 GEOGRAFIA 4) Converse com seus colegas para saber o que os demais grupos descobriram. 93 4º ANO 5) Construa uma tabela para mostrar os alimentos que vêm diretamente de seu local de produ- ção e os que passam por centros de distribuição. Produto Diretamente do produtor Centro de distribuição 94 GEOGRAFIA 6) Faça pesquisas em mapas para localizar os municípios produtores e elabore um croqui para representar o local de origem e de consumo desses produtos. 95 4º ANO 7) Quais são as diferenças entre os trabalhos realizados no campo e na cidade que são envolvidos no processo investigado, ou seja, desde a produção do alimento no campo até o consumidor que vai à feira para comprar o alimento? 96 GEOGRAFIA ANOTAÇÕES PROJETO GRÁFICO Centro de Multimeios - CM Ana Rita da Costa - Diretora Núcleo de Criação e Arte Aline Frederick Santos Angélica Dadario Cassiana Paula Cominato Fernanda Gomes Pacelli Marcos Roberto da Silva Moreira Simone Porfirio Mascarenhastodo o território, que hoje conhecemos como Brasil. Com o passar do tempo, as paisagens da Cidade de São Paulo foram sendo transformadas e hoje mostram uma enorme variedade, que está relacionada à diversidade cultural, resultado da ocupação da cidade por pessoas de diferentes origens, que vieram para cá ao longo de sua história. Isso fez de São Paulo uma cidade multicultural, com uma imensa diversidade de etnias, crenças religiosas, festas e sabores. Mostrando em suas paisagens a influência indígena, europeia, afrodescendente, asiática e com influência cultural de pessoas de todos os estados brasileiros. ht tp s:/ /p t.w iki pe dia .o rg /w iki /S ão _M igu el_ Pa uli sta #/ me dia /F ich eir o: Ig re ja_ de _S ão _M igu el_ (S ão _P au lo_ 01 ).j pg A ce ss o em : ju l. 2 02 2. LÍNGUA PORTUGUESA 7 4º ANO 7 Capela de São Miguel Arcanjo, construída no ano de 1622, bairro de São Miguel Paulista, São Paulo. 8 GEOGRAFIA ATIVIDADE 1 – A ATIVIDADE 1 – A cultura nos bairros cultura nos bairros RODA DE CONVERSA Observe novamente a imagem do bairro de São Miguel Paulista, leia o texto que conta um pouco sobre a história do bairro e converse com seus colegas. A primeira denominação do bairro foi Aldeia de Ururaí, palavra usada por indígenas guaia- naz, em referência ao rio Tietê. Naquelas terras, em 1560, o padre Anchieta reencontrou um grupo de guaianaz, que havia abandonado as imediações do colégio jesuíta de São Paulo. Uma capelinha foi erguida para marcar a presença cristã na aldeia e também para dar sequência à ca- tequização dos indígenas. A construção levou o nome do arcanjo de devoção de Anchieta. Era o início da história de São Miguel Paulista. Em 1622, a pequena igreja foi substituída pela Capela, tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional no ano de 1938. A história de São Miguel Paulista, bairro no extremo leste da cidade, passa pela praça que, oficialmente, tem nome de um religioso, e, popularmente, de um estilo musical brasileiro. É a Pra- ça Padre Aleixo Monteiro Mafra, mais conhecida como Praça do Forró. Além de conter a Capela de São Miguel Arcanjo, reconstrução da igrejinha que foi o marco do bairro em 1560, a Praça também foi palco de muitos shows nas últimas décadas e de manifestações do Movimento Popu- lar de Arte de São Miguel Paulista. [...] [...] A infraestrutura viária começou a melhorar, com a chegada do paralelepípedo, por volta de 1952. O asfalto viria anos mais tarde. Mesmo assim, a região ainda dispõe de ruas de terra. Porém, apenas este semestre, foram pavimentadas 19 ruas e concluiu-se o asfaltamento de outras 20. O distrito de São Miguel abriga o Hospital Municipal Tide Setúbal, o Hospital Dia Saúde Mental, dois dos cinco telecentros da região e o Centro de Referência da Criança e do Adolescen- te, inaugurado em agosto para acolher crianças e adolescentes em situações de risco ou de rua. O centro de São Miguel, nos arredores da Praça do Forró, é atualmente um importante polo comercial e residencial. Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/ bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/raimundodemenezes/index.php?p=5722. (Adaptado). 9 4º ANO 1 Responda a seguir: a) Como vocês imaginam que tenha sido o contato dos europeus com os povos indígenas que viviam no lugar onde hoje é a Cidade de São Paulo? b) Vocês acham que os rios da cidade, como o rio Tietê, eram importantes para os povos que viviam aqui? Por quê? c) Existem até hoje marcas na paisagem do bairro de São Miguel Paulista que foram criadas no início de sua ocupação pelos não indígenas? d) Quais são suas hipóteses para explicar o fato de a praça Padre Aleixo Monteiro Mafra ser mais conhecida como praça do Forró? 10 GEOGRAFIA VAMOS PESQUISAR! Você já visitou algum museu da Cidade de São Paulo? Você gostou? O que aprendeu? Muitas pessoas podem até pensar que os museus são lugares onde guardamos objetos antigos. No entanto, eles são muito mais do que isso. Os museus são parte integrante da nossa socieda- de, afinal são neles que guardamos parte de nossa história, da história de outras civilizações, de parte da história do desenvolvimento científico e onde podemos ter acesso a diferentes ex- pressões artísticas. Que tal realizarmos duas visitas virtuais a dois museus importantes para conhecermos a cultura indígena e africana, culturas tão importantes para que possamos conhecer a nossa própria, já que a cultura brasileira é resultado da interação desses dois povos com o colonizador europeu? 1) Faça uma visita virtual nos museus: Museu de Arte Indígena disponível em: https://www.tourvirtual360.com.br/mai/mai.html Museu Afro Brasil disponível em: https://artsandculture.google.com/partner/museu-afro-brasil 2 Agora responda: a) O que você achou das visitas? b) O que chamou mais sua atenção no Museu de Arte Indígena? 11 4º ANO c) O que chamou mais sua atenção no Museu Afro Brasil? d) Em sua opinião, qual é a importância desses dois museus? 12 GEOGRAFIA ATIVIDADE PRÁTICA A cultura indígena é um dos pilares da cultura brasileira. Mas onde estão os indígenas de São Paulo? “A ideia usual que a maior parte da população indígena vive em áreas rurais remotas não cor- responde à realidade. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que em alguns países, como Austrália, Canadá, Estados Unidos e Chile, a maior parte da população indígena vive em cidades. Em 2000 a população indígena na América Latina era de 30 milhões de pessoas, sendo que 12 milhões viviam em áreas urbanas. No Brasil, os dados mais recentes do Censo de 2010 indicam que a população indígena atingiu 817,9 mil pessoas. Desse total, 36,2% residiam na área urbana e 63,8% na rural. No Estado de São Paulo, os dados do Censo de 2010 apontam uma população indígena de 37.915 índios vivendo em cidades, o que representa 91% da popula- ção indígena do estado. Ainda segundo o IBGE, São Paulo é o 4º município com maior população indígena (população absoluta) no Brasil: 12.977 indígenas. A existência de índios nas cidades decorre de duas razões principais: do movimento de migra- ção das terras de origem para as cidades ou do crescimento das cidades, que acabam alcançando as terras indígenas que passam a integrar a área urbana. Em São Paulo, encontramos os dois tipos de situação: duas Terras Indígenas Guarani localizadas na zona sul e oeste (Terras Indígenas Jara- guá e Tenondé Porã), onde vivem 1.711 indígenas. E uma grande população indígena, distribuída por diversos bairros da Grande São Paulo, constituída por famílias que migraram de suas terras de origem de diversas regiões do país, mas principalmente do Nordeste. São diversas as dificulda- des enfrentadas pela população indígena em São Paulo. Além dos problemas encontrados pela população das periferias de forma geral (como falta de emprego, condições precárias de moradia, violência, falta de assistência à saúde), também enfrentam problemas específicos, como a invisi- bilidade perante a sociedade em geral, a desconsideração do poder público, o questionamento de suas identidades étnicas e a falta de um espaço coletivo para suas manifestações culturais.” Texto Adaptado: https://cpisp.org.br/povos-indigenas-em-sao-paulo/terras-indigenas/indigenas-na-ci- dade/ Acesso: 08/10/2024 1) Em grupos, faça uma pesquisa para descobrir: y quais são os motivos que fazem com que indígenas saiam de suas terras e migrem para a cidade? 13 4º ANO y vivendo nas cidades, essas pessoas deixam de ser indígenas? É possível que mantenham relações com suas terras de origem? Quais são essas relações? 2) Após pesquisas, elabore: y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Terena. y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Guarani e Tupi. y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Kaigang. y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui-lombo Ivaporunduva. y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui- lombo Maria Rosa. y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui- lombo Pedro Cubas. 14 GEOGRAFIA 3 Onde estão os territórios indígenas no Estado de São Paulo? Faça uma pesquisa e localize os municípios ou a região onde se localizam esses territórios. Elenque abaixo o nome das mesorregiões. Mesorregiões de São Paulo ht tp s:/ /p t.w iki pe dia .o rg /w iki /F ich eir o: SP _M es or eg ion s.s vg Ma rc os E lia s d e Ol ive ira Jú nio r/ W iki me dia C om mo ns / C C BY -S A 3. 0 DE ED ( ad ap ta do ) 15 4º ANO 4 Na Cidade de São Paulo, podemos identificar diversos elementos na paisagem que evidenciam a influência de outras culturas na cultura da cidade. Observe as imagens: Estátua Índio Pescador, inaugurada em 1928, está localizada na Praça Osvaldo Cruz, bem no começo da Avenida Paulista. Feita em bronze fundido, a obra é de autoria de Francisco Leopoldo Silva, irmão do primeiro Arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo Silva. Procissão em homenagem a Xangô, São Paulo. Sinagoga e Museu Judaico, Bela Vista, São Paulo. Sambódromo onde ocorre o desfile das escolas de samba de diversos bairros de São Paulo. Comércio de produtos orientais, bairro da Liberdade, São Paulo Imagem Índio Pescador: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e4/Indio_Pescador_-_Diagonal.jpg Imagem Bairro Liberdade: https://www.flickr.com/photos/mcdemoura/860786750 Acesso: 07/10/2024 Imagem Xangô: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/igualdade_racial/noticias/?p=259296 Imagem Sinagoga: https://es.wikipedia.org/wiki/Sinagoga_Beth-El#/media/Archivo:Sinagoga_Beth_El,_São_Paulo_1.JPG https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento/noticias/?p=37818 Imagem Anhembi Escola de Samba: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento/noti- cias/?p=37818 16 GEOGRAFIA a) Quais culturas estão representadas nas imagens? b) Quais outros elementos, existentes nas paisagens de São Paulo, estão relacionados às cul- turas indígena e afro-brasileira? ATIVIDADE PRÁTICA Tudo o que vemos em nosso bairro conta uma história. A partir da observação atenta das paisa- gens, podemos descobrir como as pessoas ocupam os espaços, a existência de serviços públicos e privados, aspectos relacionados à economia ou ao modo de vida das pessoas que habitam os lugares. Em nossas casas, podemos conhecer a história de nossa família, ou seja, conhecer aspectos culturais que formam nossa identidade. Que tal elaborar uma exposição para contar uma pouco sobre a história das pessoas que vivem com você em sua casa? Assim, podemos co- nhecer um pouco mais da cultura de nosso bairro e da Cidade de São Paulo. 1) Faça uma pesquisa em sua casa para descobrir a origem de sua família. Pergunte aos adultos que vivem com você onde foi que nasceram e onde foi que seus pais e avós nasceram. Comple- te a tabela com o nome do lugar em que essas pessoas nasceram: 17 4º ANO Parte Materna Bisavós Avós Mãe Parte Paterna Bisavós Avós Pai Eu 2) Com essas informações, elabore, em uma folha avulsa, um croqui para representar os fluxos realizados por essas pessoas até chegarem a São Paulo. 3) Escolha algo de sua casa que você acha que conta um pouco da história das pessoas que vivem com você; pode ser um móvel, um objeto, um brinquedo, uma peça de vestuário. Converse com um adulto, para compreender o significado desse objeto. Crie uma legenda para esse objeto, escrevendo o que ele é, para que serve, como é utilizado por sua família, de onde veio e qual é a relação com a cultura das pessoas que vivem com você. Se possível, leve esse objeto para a escola para a montagem da exposição. Caso não possa levá-lo, tire uma foto ou faça um desenho para representá-lo. 18 GEOGRAFIA 5 Observe seu bairro e procure identificar, em suas paisagens, algum elemento que evidencie a influência cultural das pessoas que vivem nesse lugar. Qual foi o elemento que observou? Em que endereço se localiza? a) Escreva um breve texto com a sua justificativa para a escolha desse elemento. b) Represente na planta do bairro o elemento presente nele que você selecionou como uma referência de influência cultural. c) Após a exposição, converse com seus colegas sobre o que vocês aprenderam ao realizarem a atividade. 19 4º ANO ATIVIDADE 2 – CATIVIDADE 2 – Como o poder interfere omo o poder interfere na construção do espaçona construção do espaço RODA DE CONVERSA Leia o texto: Democracia Democracia é uma palavra muito repetida. Ouvimos em nossa casa, em nossa escola, na rua, na televisão. Ouvimos pessoas que a defendem; outras, já cansadas das coisas erradas que acon- tecem no País, equivocadamente, dizem por aí que é melhor que ela acabe. Mas, afinal de contas, o que significa exatamente a palavra democracia? Em 2002, uma pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) feita na América Latina revelou que mais da metade dos entrevistados brasileiros não sabiam o que era democracia. Parece incrível, mas é verdade. Tem muita gente que fala, fala, mas não sabe muito bem o que é democracia, nem o que ela garante e como funciona. Cartilha da Democracia, disponível em: http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/plen/pdf/cartilha_eleitormirim_2016.pdf y Converse com seus colegas sobre o significado da palavra democracia. 1 Onde você acha que essa palavra surgiu? 2 Quais são suas hipóteses para explicar o porquê de mais de a metade dos brasileiros não saberem o que é democracia? 20 GEOGRAFIA 3 Em sua opinião, é importante compreender de que forma nós organizamos o sistema político dos países? 4 Leia o texto. Se é o voto que garante a participação igual para todos os cidadãos, o que é que garante a de- mocracia entre aqueles que já foram escolhidos representantes e estão no poder? Será que, depois de eleitos, eles podem fazer o que quiserem? O filósofo francês Montesquieu concluiu que tudo estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo grupo (de líderes, nobres ou do povo), detivesse todos os poderes: o que faz leis (Legislativo), o que executa as resoluções públicas (Executivo) e o que julga os crimes ou as desavenças dos particulares (Judiciário). Com isso, ele queria dizer que, se em uma sociedade, todos cuidassem de tudo, nada iria funcionar. Por isso, a importância da separação dos poderes. O Legislativo, o Executivo e o Judiciário têm poderes distintos, mas nenhum é mais forte nem pode mandar no outro. Eles são interdependentes e devem trabalhar de forma harmônica e coordenada entre si. Assim, mantém-se um dos princípios fundamentais da democracia, que é o compartilhamento do poder. Numa democracia legítima, ninguém é o dono da bola, ninguém manda e desmanda sem limites. Fonte: http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/plen/pdf/cartilha_eleitormirim_2016.pdf Observe a função de cada poder: Poder Legislativo: discute e elabora as leis que vão reger o País. Em nível federal, o Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional em suas duas Casas: Câmara dos Deputados e Senado Federal. Nos estados, há as Assembleias Legislativas, e nos municípios, as Câmaras Municipais. No Distrito Federal, temos a Câmara Legislativa. Poder Executivo: coloca em prática as leis e os projetos. É exercido pelo presidente da República, pelos governadores e prefeitos. Poder Judiciário: julga se as leis estão sendo corretamente aplicadas. Exercido pelos Tribunais e juízes. 21 4º ANO a) Faça uma pesquisa e escreva o nome das pessoas que estão exercendo o poder no lugar em que você vive: Poder executivo y Presidente da República: y Governador do Estado de São Paulo: y Prefeito do Município de São Paulo: VAMOS PESQUISAR! 1) Além da representatividade cedida pelo nosso voto, há situações emque cada cidadão vota di- retamente sobre um assunto. Para isso, usamos os plebiscitos ou referendos. Faça uma pesquisa para entender a diferença entre um referendo e um plebiscito e registre o que você descobriu. 22 GEOGRAFIA 2) Faça uma visita virtual na Câmara Municipal de São Paulo para conhecer um pouco o trabalho dos Deputados e escreva sobre suas observações. O que você achou de conhecer a Câmara Municipal de São Paulo? Disponível: https://www.saopaulo.sp.leg.br/institucional/visita-virtual/ 3) As pessoas que elegemos, por meio do voto, devem representar os nossos interesses. Pense nas coisas que precisam ser melhoradas no lugar em que você vive. Agora escreva uma apresenta- ção sua, imaginando que você irá se candidatar ao cargo de prefeito da Cidade de São Paulo. Quais seriam suas propostas para ser eleito? 23 4º ANO 5 Leia os textos: O conflito de interesses é comum numa democracia, porque todos são considerados iguais. A importância de cada um na hora de tomar uma decisão é a mesma: ninguém vale mais que nin- guém. Por isso, às vezes, demora-se um pouco para se chegar a um acordo. Na democracia, não há como decidir rapidamente questões que são muito importantes. As decisões mais maduras, que beneficiam de forma mais ampla o povo e que resultam em um bem coletivo para a socieda- de, precisam ser muito bem discutidas. Na Grécia antiga, onde o conceito de Democracia foi criado, era mais fácil. Eram poucos os cidadãos e eles se reuniam em praça pública, chamada de Agora, para discutir a política e os assuntos de interesse da comunidade. Sabe por que existiam poucos cidadãos na Grécia Antiga? Porque para esse povo, só eram cidadãos os homens livres, nascidos na Grécia, que não precisa- vam trabalhar para sobreviver. Assim, ficavam de fora da cidadania grega os homens trabalhado- res, como comerciantes e artesãos, as mulheres, os escravizados, os migrantes e as crianças. RODA DE CONVERSA y Converse com seus colegas sobre como era a democracia na Grécia antiga. Em que medida podemos entender a Grécia antiga como de fato democrática? Você acredita que ocorreram avanços de lá para cá? A organização política, recém implantada, segue os passos da instituição das figuras líderes do cacique e do pajé. O papel da chefia, exercido pelo cacique, é válido para os assuntos que se referem aos interesses coletivos, mas não tem importância na esfera doméstica das famílias, atu- ando ele como um representante externo e principal articulador interno da mobilização coletiva, já que não há formalmente a figura de conselheiros. Fonte: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tumbalal%C3%A1 (adaptado) Acesso em 08/10/2024 Essa é a forma tradicional de hierarquia dos indígenas Tumbalalá, no entanto, os indígenas se relacionam com os não indígenas e recriam as formas de atuar politicamente em sua comunidade. Conheça o projeto das Mulheres do Barro. 24 GEOGRAFIA Disponível em: https://beirasdagua.org.br/item/mulheres-do-barro/ a) Você conhece alguma mulher importante na sociedade? b) Em sua opinião, os homens e mulheres são iguais na sociedade brasileira? c) O que você acha que falta para que nossa sociedade seja mais igualitária? 25 4º ANO 6 Você sabia que, próximo ao município de São Paulo e mesmo em seu território, há diferentes comunidades indígenas? Observe com atenção as representações cartográficas e responda às questões: Legenda das Terras Indígenas: 1. TI Jaraguá 2. TI Barragem 3. TI Guarani do Krukutu 4. TI Rio Branco 5. TI Guarani do Aguapeú 6. TI Itaóca 7. TI Peruíbe 8. TI Piaçaguera 9. TI Piaçaguera 10. TI Itariri 11. TI Ribeirão Silveira Fonte: Orientações Pedagógicas do Currículo da Cidade – Povos Indígenas, p. 85. a) Escreva os nomes das TIs (Terras Indígenas) que se localizam dentro do município de São Paulo. b) Escreva o nome das TIs que se localizam ao sul do município de São Paulo. 26 GEOGRAFIA c) Escreva o nome das demais TIs que se localizam no Estado de São Paulo e que estão repre- sentadas no mapa. d) O que você sabe sobre os diferentes povos indígenas de São Paulo? ATIVIDADE EM GRUPO Você e seus colegas irão assistir a um vídeo que mostra diferentes etnias indígenas, onde vivem e os desafios que essas comunidades enfrentam ao se relacionarem com os não indígenas. Vídeo produzido pela TV Escola, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=SAM7IazyQc4&ab_ channel=R%C3%A1dioeTVUniversit%C3%A1ria-RTV%2FUFRR Acesso em 30/09/2024 1) Em que momentos do vídeo são mostradas situações preconceituosas em relação aos indígenas? 27 4º ANO 2) Em sua opinião, um indígena ao entrar em contato com a cultura dos não indígenas faz com que ele deixe de ser indígena? Por quê? -70° -70° -60° -50° -50° -40° -40° -30° -30° -30° -20° -20° -10° -10° 0° 0° Trópico de Capricórnio Equador 15 719 kmFronteira terrestre Litoral7 367 km nascente do R io Ailã Arroio C huí PONTO MAIS SETENTRIONAL PONTO MAIS MERIDIONAL PONTO MAIS OCIDENTAL PONTO MAIS ORIENTAL aoM oiR od etnecsan Ponta do Seixas 4 378,40 km 4 326,63 km H . N O R TE H . S U L ZO N A TE M P E R A D A ZO N A TR O P IC A L OCEANO PA C ÍFIC O OCEANO ATLÂ NTI CO OCEANO ATLÂNTICO acinôciloP oãçejorP 0520521 mk Pontos extremos e fronteiras www.ibge.gov.br 0800 721 8181 Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA UNIDADE 2 Território brasileiro e sua diversidade PRIMEIRAS PALAVRAS Você sabia que o Brasil é o 5º país com a maior área territorial? São 8.514.876 Km2, muito grande, não é mesmo? O país tem a maior parte de seu território no hemisfério sul e sua maior parte está na zona tropical, mas também tem uma parte das terras no hemisfério norte e ao sul, uma parte em zona subtropical. A extensão do território brasileiro faz com que o Brasil seja um país com uma grande diversidade ambiental e produtiva, apresentando diferentes paisagens. Você já parou para pensar em como dividimos esse território para poder administrá-lo adequadamente? Im ag em : h ttp s:/ /cn ae .ib ge .g ov .b r/e n/ co mp on en t/c on te nt /a rti cle /9 4- 7a 12 /7 a1 2- va mo s- co nh ec er -o -b ra sil /n os so -te rri to rio /1 46 1- o- br as il-n o- mu nd o. ht ml -70° -70° -60° -50° -50° -40° -40° -30° -30° -30° -20° -20° -10° -10° 0° 0° Trópico de Capricórnio Equador 15 719 kmFronteira terrestre Litoral7 367 km nascente do R io Ailã Arroio C huí PONTO MAIS SETENTRIONAL PONTO MAIS MERIDIONAL PONTO MAIS OCIDENTAL PONTO MAIS ORIENTAL aoM oiR od etnecsan Ponta do Seixas 4 378,40 km 4 326,63 km H . N O R TE H . S U L ZO N A TE M P E R A D A ZO N A TR O P IC A L OCEANO PA C ÍFIC O OCEANO ATLÂ NTI CO OCEANO ATLÂNTICO acinôciloP oãçejorP 0520521 mk Pontos extremos e fronteiras www.ibge.gov.br 0800 721 8181 Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. -70° -70° -60° -50° -50° -40° -40° -30° -30° -30° -20° -20° -10° -10° 0° 0° Trópico de Capricórnio Equador 15 719 kmFronteira terrestre Litoral7 367 km nascente do R io Ailã Arroio C huí PONTO MAIS SETENTRIONAL PONTO MAIS MERIDIONAL PONTO MAIS OCIDENTAL PONTO MAIS ORIENTAL aoM oiR od etnecsan Ponta do Seixas 4 378,40 km 4 326,63 km H . N O R TE H . S U L ZO N A TE M P E R A D A ZO N A TR O P IC A L OCEANO PA C ÍFIC O OCEANO ATLÂ NTI CO OCEANO ATLÂNTICO acinôciloP oãçejorP 0520521 mk Pontos extremos e fronteiras www.ibge.gov.br 0800 721 8181 Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. LÍNGUA PORTUGUESA 2929 4º ANO 30 GEOGRAFIA ATIVIDADE 1 – CATIVIDADE 1 – Como dividimos o Brasilomo dividimos o Brasil O Brasil é um país muito grande e, de Norte a Sul, encontramos costumes muito dife- rentes. As danças populares são típicas de cada lugar, assim como a comida, as músicas, as atividades econômicas e, às vezes, a própria línguaé tão diferente, que não entendemos mui- to bem o que dizem as pessoas de outras regiões. Então, para melhor compreender, estudar e administrar este nosso imenso país, o território foi dividido em cinco Grandes Regiões: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Brasil é uma República Federativa, organizada politicamente em estados, municípios e distritos. Para administrar o país, existe uma divisão em governos: federal, estadual e municipal. Os 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, compõem a República Federativa do Brasil. Por isto, os estados são chamados de Unidades da Federação. A sede do governo brasileiro fica em Brasília, no Distrito Federal. É lá que trabalha o Presidente da República. Fonte: https://cnae.ibge.gov.br/en/component/content/article/94-7a12/7a12-vamos-conhecer-o-brasil/nosso- -territorio/1462-divisao-territorial.html 31 4º ANO 1 Observe com atenção o mapa do município de São Paulo e seus distritos: Im ag em : h ttp s:/ /w ww .p re fe itu ra .sp .g ov .b r/c ida de /se cr et ar ias /su bp re fe itu ra s/s ub pr ef eit ur as /m ap a/ ind ex .p hp ?p =2 50 44 9 32 GEOGRAFIA a) Pinte no mapa o distrito em que você vive. b) Escreva o nome de seu distrito: c) Escreva o nome da subprefeitura que atende seu distrito: d) Faça uma pesquisa para conhecer a função das subprefeituras de São Paulo e converse com seus colegas sobre sua importância. 2 Observe o mapa político do Brasil. Nele vemos todas as unidades da federação (estados brasileiros) e o Distrito Federal. Ad ob e St oc k / P yty 33 4º ANO ATIVIDADE PRÁTICA Você gosta de quebra-cabeças? Acesse o site do IBGE e veja em quanto tempo você e seus colegas conseguem montar um que- bra-cabeça do mapa do Brasil, no qual cada peça é uma unidade da federação. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/templates/ibge_educa_criancas/brincadeiras/quebra-cabeca-mapa/brasil.html Marque seu tempo aqui: 3 Você já deve ter visto mapas do Brasil que dividem o território em regiões. A divisão regional oficial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divide o Brasil em cinco regiões. A divisão do Brasil em regiões torna mais fácil o ensino de geografia, assim como a pesquisa coleta a organização de dados sobre o país, seus habitantes e suas características, de modo geral. A definição das regiões obedece a critérios de classificação que consideram as características dos estados. As primeiras divisões regionais que foram propostas para o país eram baseadas, apenas, nos aspectos naturais, ou seja, ligados à natureza, como clima, vegetação e relevo. Mas, depois, começou-se a levar em consideração, também, as características humanas, isto é, as que resultam da ação do homem, como as atividades econômicas e o modo de vida da população, para então, definir quais estados fariam parte de cada região. Observe o mapa das regiões brasileiras: Fo nt e: h ttp s:/ /w ww .tu do ge o. co m. br /2 01 9/ 03 /1 7/ ma pa -d as -m ac ro rre gio es -d o- br as il-i bg e/ (a da pt ad o) LEGENDA: Highlight SUDESTE NORTE CENTRO-OESTE NORDESTE SUL 34 GEOGRAFIA a) Além de São Paulo, quais outros estados compõem a região Sudeste? b) Segundo o texto da página anterior, qual o critério para a regionalização trazida pelo IBGE? c) O estado de São Paulo faz parte de qual região brasileira? VAMOS PESQUISAR! Você conhece as diferentes regiões brasileiras? 1) Em sua opinião, quais seriam as características comuns aos estados, para serem agrupados na região: y Norte: y Sul: CARACTERÍSTICAS 35 4º ANO y Nordeste: y Centro–Oeste: y Sudeste: 2) Em grupo, faça uma pesquisa sobre uma das regiões brasileiras e busque informações sobre o clima, o tipo de relevo que é predominante, sobre os aspectos culturais, sociais e econômicos. Elabore uma apresentação para mostrar aos seus colegas sobre o que seu grupo descobriu. 36 GEOGRAFIA 3) Após assistir as apresentações dos demais grupos, retome os registros feitos no item A e es- creva abaixo quais ideias permanecem e quais foram transformadas após aprender mais sobre cada região. 37 4º ANO 4 São Paulo é um dos maiores produtores e exportadores de suco de laranja do mundo. Leia com atenção o texto e as imagens a seguir. MA RC O AU RÉ LI O ES PA RZ , C C BY -S A 3. 0 , v ia W iki me dia C om mo ns O Estado de São Paulo, maior produtor de laranja e de suco de laranja do mundo, deve se manter ativo neste momento em que já se registra uma tendência mundial de crescimento no consumo da fruta, que pode auxiliar no aumento da imunidade. Consumidores no mundo todo buscam formas de melhorar a imunidade e os citros são alimentos ricos em vitamina C. A Orga- nização Mundial da Saúde recomenda o consumo mínimo de 45 mg/dia desta vitamina, que é atingido com a ingestão de uma laranja. De acordo com Ibiapaba Neto, diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportado- res de Sucos Cítricos (CitrusBR), há algumas evidências de que a demanda por suco de laranja aumentou no mundo inteiro, principalmente nos Estados Unidos e Europa. Dois motivos que podem estar relacionados a esta mudança são a procura por um produto rico em vitamina C e a antecipação de compras por parte de alguns consumidores que já adquiriram uma grande quan- tidade de alimentos. O Estado de São Paulo é o maior produtor do mundo de laranja, tendo na safra agrícola 2018/2019 colhido mais de 13,6 mil toneladas, produção 5% superior a quantidade da safra de 2017/2018, quando a produção foi de 13 mil toneladas, aproximadamente. A laranja para a indústria é o terceiro principal produto agropecuário produzido pelo Estado em valor de produção, totalizando em 2019 R$ 5 bilhões. Embora grande parte do suco de laran- ja produzido no Brasil seja exportado, o consumo interno de suco NFC (suco pasteurizado, não concentrado) tem aumentado consideravelmente. Destaque-se que a preferência do brasileiro é pelo suco extraído na hora, com maior conteúdo de vitamina C. Fonte: https://www.iac.sp.gov.br/noticiasdetalhes.php?tag=1337 (adaptado) acesso em: 30/09/2024 38 GEOGRAFIA a) São Paulo, é um dos maiores produtores agropecuários, reconhecido mundialmente por sua variedade de produção neste setor. O texto que você acabou de ler, retrata a força produtiva de um destes tantos produtos: a laranja. Segundo o diretor-executivo da Associação dos Exportadores de Sucos Cítricos, Ibiapaba Neto, quais são as razões que levaram São Paulo a este patamar? b) Pesquise mais três produtos produzidos no estado de São Paulo. Registre se você consome algum destes produtos em sua rotina. Leve em consideração como estes produtos podem compor a merenda escolar. Obs: deixar 5 linhas. 39 4º ANO c) Faça um desenho representando o processo produtivo de um produto agropecuário de sua escolha, desde o campo até a chegada as casas. Obs: restante do espaço, deixar sem linhas, para desenho. 40 GEOGRAFIA ATIVIDADE 2 – OATIVIDADE 2 – Orientação e regionalizaçãorientação e regionalização1 Muitas vezes, determinamos as regiões utilizando como critério a localização. O município de São Paulo, por exemplo, é dividido em regiões, também conhecidas como zonas. Assim, temos a zona leste, zona oeste, zona sul, zona norte e zona central. ht tp s:/ /p t.w iki pe dia .o rg /w iki /D ivi sã o_ te rri to ria l_e _a dm ini str at iva _d o_ mu nic % C3 % AD pio _d e_ Sã o_ Pa ulo #/ me dia /F ich eir o: Sp _o fic ial .g if a) Retome o mapa apresentado na página 30 e compare com o mapa do zoneamento admi- nistrativo do município de São Paulo. Em que zona você vive? b) Escreva o nome de um distrito que se localiza ao leste do distrito que você vive. c) Escreva o nome de um distrito localizado ao sul do distrito que você vive. d) Escreva o nome de um distrito localizado ao norte do distrito que você vive. 41 4º ANO e) Escreva o nome de um distrito localizado ao oeste do distrito que você vive. f) Escreva o nome de um distrito que se localiza na zona sul, o nome de um distrito que fica na zona oeste e o nome de um distrito localizado na zona leste. 2 Para nos movermos em um espaço conhecido, nos orientamos utilizando pontos de referência, como quando dizemos que nossa casa fica em frente à padaria e à direita da escola, por exemplo. No entanto, para nos orientarmos em um espaço maior ou desconhecido, essas indicações não são suficientes. Assim, para sabermos a direção das cidades, estados ou de um país, estabelecemos um ponto de referência e utilizamos a rosa dos ventos. Os mapas trazem pelo menos a indicação do norte, pois essa é uma convenção cartográfica para se poder localizar o norte geográfico. a) Complete a rosa dos ventos com os pontos cardeais N (norte), S (Sul), L (leste) e O (Oeste). b) Complete a rosa dos ventos com os pontos colaterais NE (Nordeste), NO (Noroeste), SE (Sudeste) e SO (Sudoeste). Ma sa de pa n/ .fr ee pik . 42 GEOGRAFIA ATIVIDADE PRÁTICA Você sabia que é possível construir uma rosa dos ventos utilizando sombras? Vamos tentar? Durante um dia ensolarado, vemos o movimento aparente do Sol, nascendo no Leste e se pondo no Oeste. Mas como podemos usar essas informações para saber onde estão o Leste, Oeste, Norte e Sul? Você já sabe que o Sol nasce na parte leste, não é mesmo? Então podemos usar a sombra de uma haste fixa chamada gnômon no chão e observar a sombra que essa haste projeta no chão. Desta forma, pela manhã, a sombra da haste deverá aparecer no lado oposto do Leste. Após identificar o Leste, você será capaz de identificar os demais pontos cardeais. Não se esqueça de considerar o horário e a data, já que sabemos que, dependendo da estação do ano, a posição da Terra em relação ao Sol também muda. No entanto, seremos capazes de identificar os pontos cardeais. 1) Construa o gnômon em uma área descoberta da escola, observe a sombra e marque os pon- tos cardeais. 2) Construa um croqui, orientando o desenho com o Norte na parte de cima do desenho. 43 4º ANO 3) Faça um desenho para explicar o movimento aparente do Sol e a relação com a sombra, pro- jetada pelo gnômon (haste). 44 GEOGRAFIA 3 Podemos regionalizar os espaços, de acordo com diferentes critérios. Observe o mapa a seguir, que mostra o estado de São Paulo, dividido em regiões administrativas e em regiões metropolitanas. ht tp :// ww w. igc .sp .g ov .b r/p ro du to s/r eg ioe s_ ad m. ht ml a) Quantas regiões administrativas existem no Estado de São Paulo? b) Quantas regiões metropolitanas existem no Estado de São Paulo? Você vive em qual delas? c) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao leste no Estado de São Paulo? 45 4º ANO d) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao oeste no Estado de São Paulo? e) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao sul no Estado de São Paulo? Fr ee pik LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA ht tp s:/ /u plo ad .w iki me dia .o rg /w iki pe dia /co mm on s/e /e d/ Ma rg ina l_t iet ê. jpg UNIDADE 3 Os rios e a cidade de São Paulo PRIMEIRAS PALAVRAS Observe a imagem. O que você vê? O que você sabe sobre o Rio Tietê? Será que ele sempre foi assim, como mostrado na imagem? A história e a formação do Estado de São Paulo, assim como da cidade, estão diretamente relacionadas aos rios. O rio Tietê, mesmo não sendo tão extenso quando comparado a outros rios que compõem diversas baías hidrográficas no Brasil e no mundo, foi muito importante para a nossa história, abastecendo de pescado a província de São Paulo, até meados do século XX. Esteve integrado à vida dos cidadãos paulistanos proporcionando lazer, prática de esportes e recreação. Ele serviu à expansão da cidade, fornecendo à população o primitivo material para a construção dos primeiros edifícios, viabilizou o transporte de pessoas e de mercadorias e abriu caminho para o interior do país no período bandeirista. Hoje, o rio ainda nos serve, mas a pergunta é: o que devemos fazer? E será que utilizamos suas águas de uma forma adequada? LÍNGUA PORTUGUESA 4747 4º ANO Vista aeréa da Marginal Tietê , 2011. 48 GEOGRAFIA ATIVIDADE 1 – CATIVIDADE 1 – Como utilizamos e transformamos omo utilizamos e transformamos os rios da cidadeos rios da cidade 1 Observe a paisagem a seguir, que mostra a confluência dos rios Tietê e Pinheiros, no início do século passado. ht tp s:/ /u plo ad .w iki me dia .o rg /w iki pe dia /co mm on s/9 /9 1/ Ri o_ Pi nh eir os _1 92 9. jpg Confluência dos Rios Tietê e Pinheiros em 1929. a) Compare as paisagens da abertura com essa de como era o rio Tietê antigamente e faça um desenho do curso do rio, imaginando que você o observa de cima para baixo, ou seja, na visão vertical. ht tp s:/ /u plo ad .w iki me dia .o rg /w iki pe dia /co mm on s/9 /9 1/ Ri o_ Pi nh eir os _1 92 9. jpg ht tp s:/ /u plo ad .w iki me dia .o rg /w iki pe dia /co mm on s/e /e d/ Ma rg ina l_t iet ê. jpg Rio Pinheiros e Rio Tietê, 1929. Rio Tietê, 2011. 49 4º ANO b) Naturalmente, o rio Tietê é um rio meândrico. Por ser um rio de planície, o rio Tietê tinha muitas curvas, as quais são chamadas de meandros. O que você acha que aconteceu com o rio, para que ele deixasse de ser meândrico, no trecho que passa pela Cidade de São Paulo, e passasse a ser mais reto? 50 GEOGRAFIA VÍDEO Onde estão os rios de São Paulo? Você já parou para observar os rios que existem em seu bairro? Alguns estão bem evidentes nas paisagens, outros foram escondidos embaixo das avenidas e ruas da cidade. Assista ao vídeo: São Paulo, a cidade dos rios invisíveis disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ifUkXKEGfyQ 2 Por que não vemos muitos rios da cidade? 3 Quais as consequências da impermeabilização do solo na Cidade de São Paulo? VAMOS PESQUISAR! Com o processo de urbanização da Cidade de São Paulo, muitos rios foram modificados. Mo- dificamos os rios de muitas formas: quando modificamos o seu curso, diminuindo suas curvas e deixando-o reto ou canalizando-o, ou seja, passando por tubulações ou em canais de concreto. No primeiro caso, as águas passam a percorrer o curso com mais velocidade e podem intensifi- car os processos erosivos e de assoreamento. No segundo caso, procura-se evitar enchentes ou transbordamentos, além de ocupar sua área. Essas intervenções podem gerar alagamentos, já que a água da chuva, que antes corria para o rio, não o encontra e se acumula nas áreas mais rebaixadas. Além disso, quando se há impacto na velocidade das águas dos rios ou quando se criam barreiras, barragens ou diques, quando há despejo de lixo sólido que se acumula ou quando são criados desvios e transposições de seus leitos. 51 4º ANO 1) Faça uma pesquisa para compreender como ocorre o processo de assoreamento e a importân- cia da mata ciliar. Escreva o que você entendeu. 2) Elabore um desenho para mostrar como ocorre o processo de assoreamento em um rio. 52GEOGRAFIA 3) Elabore um desenho para mostrar como fica um rio retificado. 4) Elabore um desenho para mostrar como fica um rio canalizado e tamponado, ou seja, um rio que foi canalizado e enterrado para que a cidade pudesse crescer. 53 4º ANO 4 “Ao longo do Tietê, na extensão de 1.100 km do rio – que nasce a 25 km de Salesópolis, a 780 m de altitude, nos contrafortes da banda ocidental da Serra do Mar e deságua no rio Paraná, na divisa com o estado do Mato Grosso -, as margens foram dizimadas, surgindo zonas urbanas de mais de sessenta cidades ribeirinhas, incluindo a Região Metropolitana, com mais de 450 mil estabelecimentos comerciais e industriais e 18 milhões de habitantes.” Observando o Tietê, Ribeiro, Maria Luisa Borges; organizadora – São Paulo – SP, Fundação SOS Mata Atlântica, Núcleo União Pró-Tietê, Vários Autores. a) Você sabe o que são cidades ribeirinhas? b) Leia o livro: “Tapajós” de Fernando Vilela, editora Brinque-Book. Converse com seus co- legas sobre as diferenças na relação que as comunidades tradicionais ribeirinhas estabe- lecem com os rios na região norte do Brasil e a relação que estabelecemos com os rios na região sudeste. 54 GEOGRAFIA c) A bacia do rio Tietê deságua em outra bacia, na bacia do rio Paraná, que, por sua vez, de- ságua na bacia do Rio Prata, para somente depois suas águas chegarem ao Oceano Atlân- tico. Passe uma linha sobre as bacias citadas, mostrando o caminho da água, a partir da Cidade de São Paulo até o oceano. ht tp s:/ /g eo ftp .ib ge .g ov .b r/p ro du to s_ ed uc ac ion ais /m ap as _t em at ico s/m ap as _d o_ mu nd o/ po liti co /a me ric a_ su l_p ol. pd f 55 4º ANO d) O livro apresenta diferentes ilustrações que nos ajudam a compreender a história contada. Faça uma ilustração para mostrar como você gostaria que fosse o rio Tietê em São Paulo. 56 GEOGRAFIA 5 Observe o mapa hidrográfico do município de São Paulo, que mostra todos os cursos d’água. ht tp s:/ /a rc hu rb s.w or dp re ss .co m/ 20 12 /1 2/ 04 /sa o- pa ulo -e -a zu l/m ap a- hid ric o- de -s p_ low / a) Na região que você mora na Cidade de São Paulo, existem muitos rios? b) Ao observar as paisagens do seu bairro, você observa algum rio? Como é o nome dele? 57 4º ANO c) Descreva o que você observa sobre esse rio. Ele sofreu alguma intervenção, como canaliza- ção, retificação ou tamponamento? d) Como estão suas margens? Existe mata ciliar no rio observado? e) Existe algum tipo de ocupação? f) Como você avalia a qualidade ambiental deste curso d’água? g) Você já sabe que a bacia do rio Tietê é a principal bacia hidrográfica do Estado de São Pau- lo. As bacias hidrográficas são formadas por um conjunto de rios e sua área circundante, que drena a área. Devido ao relevo e geografia, a água da chuva escorre para um rio prin- cipal e seus afluentes. A forma das terras na região da bacia faz com que a água corra por riachos e rios menores para um mesmo rio principal, localizado num ponto mais baixo da paisagem. Delimite uma sub-bacia da bacia do rio Tietê no mapa. 58 GEOGRAFIA ATIVIDADE PRÁTICA “Água pelo cano vem, pelo cano vai, ninguém sabe de onde vem, nem para onde vai” y Você sabe de onde vem a água que sai das torneiras? y Para onde vai a água depois de a utilizarmos nas diferentes atividades que realizamos, como lavar a roupa e a louça, realizar nossa higiene e dar descarga no banheiro? Que tal descobrir os caminhos que a água faz para chegar a nossa casa e, depois, o caminho que ela faz depois de sair de nossas casas? Faça uma pesquisa para compreender como ocorre o tratamento de água na Cidade de São Paulo. Para isso, consulte o site da SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), disponível em: https://www.sabesp.com.br/ 1 Faça um trabalho de campo para observar a infraestrutura hidráulica de seu bairro. Ao longo das observações, faça registros sobre o que você observou e marque, na planta, os lugares observados.Elabore um relatório de campo, registrando suas constatações. Utilize seus registros e, se possível, faça o registro fotográfico. Para concluir seu relatório, elabore uma lista de ações que a comunidade deveria adotar para melhorar a qualidade ambiental dos rios do bairro e da cidade. 59 4º ANO 60 GEOGRAFIA 61 4º ANO ATIVIDADE 2 – OATIVIDADE 2 – Os problemas da ocupação em áreas de riscos problemas da ocupação em áreas de risco 1 Leia o texto com atenção: Como e por que os deslizamentos de terra acontecem Deslizamentos são comuns em morros e podem causar desabamentos e soterramentos, mais recorrentes em épocas de fortes chuvas. 16:26 | 05/02/2020 A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, através da Coordenação Municipal de Defesa Civil, informa que as áreas se tornam de risco por conta de construções irregulares em encostas, corte e aterros divergentes com o terreno, lixo acumulado em locais mais altos, desmatamento de árvores e também bloqueio da passagem das águas. Preventivamente, é importante prestar atenção em certas anomalias no ambiente interno: portas e janelas empenarem ou emperrarem repentinamente; rachaduras novas no reboco, con- creto, tijolos e fundações; aumento de antigas rachaduras e também sons incomuns, como árvo- res quebrando, podem ser um indício de movimento do terreno. No ambiente externo: paredes de fora e calçadas se afastando do prédio; inclinação em mu- ros, cercas, postes e árvores; aparecimento de água e relevo na base da encosta. Para não haver riscos, as instruções são: jamais construir perto de barrancos ou encostas desmatadas; plantar grama e capim no terreno, por conta das raízes entrarem no solo e evitarem o desmoronamento; não plantar árvores grandes, como por exemplo, bananeiras, mangueiras, mamoeiros, abacateiros etc, em virtude de acumularem muita água no solo, podendo causar deslizamentos de terra. Além desses, as encostas são as áreas que mais necessitam de atenção e nelas não se deve jogar lixo, em razão de poder acumular água; também é inviável fazer cortes e aterros nesses locais. Há também a opção de se instalar canaletas ou tubos, para o escoamento correto das águas usadas. Diante de qualquer indício de deslizamento, as orientações são de: abandonar o local; nunca ignorar uma ordem de evacuação; jamais atravessar uma via ou ponte com água ou lama de des- lizamentos fluindo. Para manter-se informado, é importante ouvir as notícias da região onde se mora e trabalha e, havendo qualquer ocorrência dessa natureza ou dúvida à respeito, contatar a Defesa Civil do Município de São Paulo no telefone 199. Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/seguranca_urbana/noticias/?p=292701/ 62 GEOGRAFIA a) Você já ouviu falar de algum caso de deslizamento de terra na Cidade de São Paulo? b) Você sabe como os deslizamentos ocorrem? c) Quais são os indícios de possíveis deslizamentos conforme o texto? 63 4º ANO VAMOS PESQUISAR! Faça uma pesquisa em jornais e identifique uma notícia sobre o escorregamento de alguma en- costa, na Cidade de São Paulo ou na Região Metropolitana. Observe a paisagem onde ocorreu o deslizamento e registre abaixo as características do relevo, das moradias, da comunidade atingida e os fatores que contribuíram para que ocorresse o fenômeno (chuvas, falta de vegetação etc.). 64 GEOGRAFIA 2 A água é indispensável para a manutenção da vida e pode ser encontrada na natureza distribuída nos mares, oceanos, rios, lagos, geleiras e nas camadas abaixo do solo, nos chamados aquíferos subterrâneos. O ciclo da água é também responsável por definir a variação climática e interferir no nível dos mares, oceanos, rios e lagos. Mas você sabe como ocorre o ciclo da água? O ciclo da água é o processo permanente de transformação da água na natureza. Durante esse processo, a água passa de um estado físico para o outro, que são os estados físicos líquido, sólido ou gasoso. Também chamado de ciclo hidrológico, esse cicloapresenta as seguintes transformações: evaporação, condensação, precipitação, infiltração e transpiração. Observe a representação a seguir e elabore uma legenda explicativa para mostrar o que está ocorrendo em cada etapa do ciclo hidrológico: Di sp on íve l e m: h ttp s:/ /co mm on s.w iki me dia .o rg /w iki /F ile :C icl o_ de l_a gu a_ pa ra _c om ple ta r.jp g. Ac es so e m: 1 7 jan . 2 01 8. ETAPA 1 ETAPA 2ETAPA 3 ETAPA 4 ETAPA 5 a) Legenda da etapa 1: b) Legenda da etapa 2: c) Legenda da etapa 3: d) Legenda da etapa 4: 65 4º ANO e) Legenda da etapa 5: f) Explique o que ocorre quando impermeabilizamos o solo. ATIVIDADE PRÁTICA Quando a água escoa sobre a superfície do solo e esse está desprotegido, os processos erosivos são intensificados, assim a água leva boa parte do solo que está sobre o relevo e gera os desliza- mentos de terra. Mas por que será que, em alguns casos, esse processo é mais intenso? 1) Coloque em um copo um pouco de areia e complete com argila. Em outro copo, coloque somente areia. Agora coloque água nos dois copos e descreva o que você observou nos dois casos, no modelo A (copo com areia e argila) e no modelo B (copo com areia) 66 GEOGRAFIA 2) Por que houve diferença na infiltração da água? 3) Faça dois desenhos, um para representar os poros de um solo argiloso e outro para represen- tar os poros em um solo arenoso. 4) Construa um modelo em uma caixa transparente, colocando em uma das paredes areia e cubra com uma fina camada de argila. A disposição dos materiais deve simular uma encosta. Depois de construir esse modelo, use um regador para simular a chuva na parte mais alta da encosta e observe. O que aconteceu? Como você explicaria o fenômeno? 67 4º ANO VÍDEO Assista ao vídeo produzido pela ONU, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5phZdLrditc&t=155s 3 Após assistir ao vídeo, responda: a) Quem são as pessoas mais vulneráveis aos desastres naturais que ocorrem na Cidade de São Paulo? b) Em seu bairro, existe a combinação dos três fatores de risco: exposição, vulnerabilidade e perigo natural? Onde? c) Em sua opinião, as medidas para gerenciar os riscos de desastres naturais têm, realmente, sido adotadas pelas pessoas e pelos governos? 68 GEOGRAFIA d) Faça um desenho para representar os possíveis riscos para quem mora nesses lugares. 69 4º ANO CARTOGRAFIA 4 Os mapas a seguir mostram as características do relevo e a distribuição da chuva durante o mês de janeiro. Observe cada mapa com atenção. Espacialização da precipitação pluviométrica em janeiro no município de São Paulo ww w. re se ar ch ga te .n et /p ub lic at ion /3 06 35 65 22 _A _D IS TR IB UI CA O_ ES PA CI AL _D A_ CH UV A_ ME NS AL _E _A NU AL _N O_ TE RR IT OR IO _D O_ MU NI CI PI O_ DE _S AO _P AU - LO _- _D IS TR IB UT IO N_ OF _M ON TH LY _R AI NF AL L_ AN D_ SP AT IA L_ AN NU AL _T HE _T ER RI TO RY _O F_ MU NI CI PA LI TY _O F_ SA O_ PA UL O_ -_ LA _D IS TR IB UT I 70 GEOGRAFIA Mapa altimétrico do estado de São Paulo com o território municipal da Cidade de São Paulo ww w. re se ar ch ga te .n et /p ub lic at ion /3 06 35 65 22 _A _D IS TR IB UI CA O_ ES PA CI AL _D A_ CH UV A_ ME NS AL _E _A NU AL _N O_ TE RR IT O- RI O_ DO _M UN IC IP IO _D E_ SA O_ PA UL O_ -_ DI ST RI BU TI ON _O F_ MO NT HL Y_ RA IN FA LL _A ND _S PA TI AL _A NN UA L_ TH E_ TE RR I- TO RY _O F_ MU NI CI PA LI TY _O F_ SA O_ PA UL O_ -_ LA _D IS TR IB UT I a) Se comparar os dois mapas, em que regiões da cidade você acredita que se concentram as áreas de risco? b) Localize o seu bairro nos mapas e escreva como é a altimetria do bairro e se os índices plu- viométricos foram altos ou baixos. Para localização de bairro, retome o mapa da página 31. 71 4º ANO c) De acordo com o mapa, o município de São Paulo localiza-se na bacia do Rio Paraná. Por que isso ocorre? 5 Observe o mapa que mostra as áreas de risco no município de São Paulo e compare o mapa com uma imagem de satélite da Cidade de São Paulo que mostre a mancha urbana. Áreas de risco geológico - Município de São Paulo (versão simplificada do Mapa 10 do Plano Diretor Estratégico - PDE / 2014) Informes Urbanos - 2 público municipal, a retirada total das moradias das áreas mais críticas e a disponibilização de alternativas habitacionais para seus moradores. Em 2002, a Prefeitura de São Paulo firmou junto ao Ministério Público do Estado de São Paulo um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta, visando a adoção de medidas preventivas e recuperativas para a eliminação dos riscos no município. No ano seguinte, 2003, foi elaborado o mapeamento de risco geológico da cidade de São Paulo, executado por técnicos do IPT e do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP (Universidade Estadual Paulista ‘Julio de Mesquita Filho’). Com os resultados desse mapeamento, a partir de 2005, a PMSP passa a implantar as intervenções (obras e serviços) para eliminação do risco de forma padronizada e de acordo com os cr i tér ios técnicos estabelecidos nos levantamentos. Mapa 1 - Áreas de risco geológico - Município de São Paulo (versão simplificada do Mapa 10 do Plano Diretor Estratégico - PDE / 2014). Fonte: Lei n.° 16.050, de 31 de julho de 2014 - Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo; Elaboração: SMUL/ Geoinfo Em seguida, foi implementado o “Programa de Intervenções em Áreas de Risco”, que priorizou as situações de risco alto e muito alto, a fim de proporcionar a segurança da população, evitando, na medida do possível, a remoção das moradias e o deslocamento de pessoas. O mapeamento mais recente foi realizado no biênio 2009/2010, consolidando todos os dados referentes às áreas de risco geológico no município de São Paulo levantados nos anos de 2002/2003/2004 e agregando áreas não identificadas nos trabalhos anteriores. Atualmente, está em andamento a atualização deste trabalho sob coordenação da Coordenadoria Municipal da Defesa Civil - COMDEC. O Gráfico 1 a seguir apresenta a distribuição dos 1.182 setores de risco consolidados no último levantamento, A 72 GEOGRAFIA a) Em que regiões da cidade as áreas de risco estão presentes? b) Ao comparar o mapa com a imagem de satélite, você diria que as áreas de risco se concen- tram no centro ou nas áreas periféricas da cidade? c) Qual é a relação da localização das áreas de risco com a vulnerabilidade da população que vive nessas áreas? 73 4º ANO ANOTAÇÕES LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA UNIDADE 4 O uso dos recursos e o trabalho no campo e na cidade PRIMEIRAS PALAVRAS Você sabia que utilizamos água em praticamente tudo o que consumimos? Pense nas coisas em que precisamos utilizar a água; são muitas não é mesmo? Além das atividades cotidianas, como cozinhar, limpar, fazer nossa higiene diária, a água é utilizada na indústria, na pecuária, na agricultura e no extrativismo, além de abastecer as cidades. Mas por que dizem que a água está acabando? Se a água existe, ocorre o ciclo da água? Quais são os problemas relacionados ao seu uso? Como podemos contribuir para reduzir os impactos negativos desse uso? ht tp s:/ /p t.w iki pe dia .o rg /w iki /F er tir rig aç ão #/ me dia /F ich eir o: Fe ijã o_ Ma cL ee _2 70 50 6_ 2. JP G MATEMÁTICA 75 LÍNGUA PORTUGUESA 7575 4º ANO Irrigação mecânica de plantações de feijões em Avaré, SP - 2007 76 GEOGRAFIA Atividade 1 – Como usamos os recursos naturais nos Atividade 1 – Como usamos os recursos naturais nos diferentes lugaresdiferentes lugares 1 Observe os dados a seguir: Im ag em : h ttp s:/ /w ww .g ov .b r/a na /p t-b r/a ss un to s/n ot ici as /e stu do -d a- an a- ap on ta -p er sp ec ti- va -d e- au me nt o- do -u so -d e- ag ua -n o- br as il-a te -2 03 0 a) Em qual setora demanda de água é maior? b) Quais são os dois setores da economia que mais consomem água para a produção? c) O consumo de água é maior no campo ou na cidade? d) Converse com seus colegas e registre as hipóteses da turma que poderiam explicar a dife- rença de consumo entre o campo e a cidade. RETIRADA TOTAL 2.082,7 (m3/s) uso animal 8% irrigação 52% abastecimento urbano 23,8% abastecimento rural 1,7% indústria 9,1% mineração 1,6% termelétrica 3,8% 77 4º ANO VÍDEO Você sabia que, ao desmatar, nós interferimos na disponibilidade de água? Assista ao vídeo conscientização – Conexão Água, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=2w9jo7L_Tko 2 Após assistir ao vídeo, responda: a) Explique, com suas palavras, como interferimos no ciclo da água ao desmatar áreas com vegetação natural. b) Faça um desenho para mostrar como ocorre a infiltração de água pelo solo, para abastecer os lençóis freáticos, quando há florestas protegendo o solo. 78 GEOGRAFIA 3 Nas décadas de 1970 e 1980, o Brasil sofreu um intenso processo de êxodo rural. A mecanização da produção agrícola expulsou trabalhadores do campo, que se deslocaram para as cidades, em busca de oportunidades de trabalho. Hoje, o deslocamento do campo para a cidade continua, porém, em percentuais menores. O intenso processo de urbanização, no Brasil, gerou o fenômeno da metropolização (ocupação urbana que ultrapassa os limites das cidades) e, consequentemente, o desenvolvimento de grandes centros metropolitanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Manaus, entre outros. https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18313-populacao-rural-e-urbana.html a) Por que você acha que a mecanização da produção expulsou os trabalhadores do campo, que tiveram que migrar para as cidades? b) Quais consequências positivas e negativas podem ter sido geradas com o processo de me- canização do campo para a sociedade e para o meio ambiente? 79 4º ANO c) Observe a imagem de satélite e compare-a com o mapa que mostra as áreas urbanas do município de São Paulo. A área urbana de São Paulo ultrapassa os limites do município? ht tp s:/ /u plo ad .w iki me dia .o rg /w iki pe dia /co mm on s/1 /1 a/ Sã o_ Pa ulo _L an ds at _% 28 fo to gr afi a_ de _s at éli te % 29 .jp g Fo nt e: h ttp :// ww w. sp -tu ris mo .co m/ im ag em sp .h tm #g oo gle _v ign et te 80 GEOGRAFIA 4 Observe a representação a seguir: Ilu str aç ão : P ris cil a Le an dr o/ Fr ee pik a) Explique como ocorre a contaminação da água pelas ações mostradas na representação. b) Por que a qualidade das águas e dos solos é fundamental para a nossa sobrevivência? 81 4º ANO c) Em que situações ocorre a contaminação do solo? d) Em sua opinião, o que poderia ser feito para reduzir a contaminação da água e do solo? VAMOS PESQUISAR! Você deve ter percebido que o consumo de água pela sociedade é muito alto e, se não pensar- mos em alternativas para isso, podemos sofrer com a falta dela. Graças às novas tecnologias e às boas ideias, existem muitas formas de reduzir o consumo, evi- tar o desperdício e reutilizar a água. 1) Vamos conhecer algumas dessas estratégias? Em grupo, faça pesquisas para descobrir o que é: y Uso de cisternas: 82 GEOGRAFIA y Uso de gotejamento na irrigação: y Reúso de água em casa: y Redução do consumo de água na indústria: 2) Após conhecer as diferentes maneiras de reduzir o consumo de água nos diferentes lugares, faça um cartaz para mostrar, aos demais colegas, o que todos podem fazer para reduzir o desperdício de água na escola. 83 4º ANO ATIVIDADEATIVIDADE 2 – O trabalho que transforma os espaços 2 – O trabalho que transforma os espaços 1 O nosso trabalho transforma as paisagens e os lugares. O que você quer ser quando crescer? Em que quer trabalhar? Já pensou sobre isso? Leia o livro: Quando eu crescer, de Ana Maria Machado, com ilustrações de Maria José Arce, editora Moderna. a) Que profissão você quer ter quando for adulto? Por quê? b) Em seu bairro, há diferentes profissionais trabalhando. Observe as paisagens e faça uma lista com o nome das profissões e os locais de trabalho dessas pessoas. c) Agora imagine que você cresceu e conseguiu se tornar o profissional que deseja, faça um desenho para representar você adulto em seu local de trabalho. 84 GEOGRAFIA 2 Na cidade e no campo, existem diferentes tipos de trabalho que estão relacionados aos lugares onde são desenvolvidos. a) Observe as profissões a seguir e pinte de verde aquelas que são desenvolvidas no campo e, de vermelho, as que são desenvolvidas na cidade. Enfermeira Agricultor Comerciante Jornalista Tratorista Cuidador de animais b) Quais profissionais você identifica em seu bairro? 3 Tudo o que consumimos na cidade vem de outros lugares ou é produzido na própria cidade, mas, mesmo nesses casos, as matérias-primas necessárias para a produção foram produzidas ou extraídas em outros lugares. Observe os mapas 85 4º ANO · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. !. O C E A N O O C E A N O A T L Â N T I C O P A C Í F I C O ArroyoCurumbey Can al de Puina hu a La gu na Inuri a Laguna Negra Rio Manu RioPilcomayo Río Aguaytía R ío C aura R ío M orona Río P ac hit ea R ío Tigre Río Vaupés R io Iç á Río Negro RíoPutumayo R ío H ua lla ga R ío Pastaza Brazo Casiquiare C ou ra nt yn e R iv er Essequibo R iver La go a Mirim RioAmazonas Rio B eni R io Ja pu rá Rio Madre de Dios R io M am oré R io Pa ra ná Rio Solim ões Rio Tebicuary RioYguazú R iv ie re La w a RíoCaquetá Río Marañon Río Orinoco R ío P ar ag ua y R ío U cayali Río Uru gu ay LA GOA DO P AT OS 407 130 483 164 407 026 174 170 251 434 467 467 265 425 070 070 153 287 478 079 110 262 251 230 453 453 010 020 497 497 251 164 324 247 267 331 163 254 101 101 374 270 122 545 377 377 461 461 426 306 010 118 403 178 369 225 146 008 272 270 265 322 414 241 280 280 473 473 381 381 381 080 421 460 472 472 418 418 259 259 153 332 479 202 373 127 462 462 492 116 376 134 285 285 367 259 367 367 163 163 364 310 308 101 251 156 272 092 330 122 490 213 480 158 158 563 464 464 060 050 482 482 265 265 407 407 342 342 486 486 492 158 352 020 158 160 407 115 010 050 154 461 110 275 487 487 324 141 324 140 158 184 364 326 494 155 262 310 457 330 272 272 359 341 267 425 352 330 158 158 481 481 251 140 480 480 408 066 122 122 154 300 471 471 374 280 242 140 262 563 451 451 110 265 475 370 267 270 330 026 267 300 407 120 457 404 265 120 226 115 456 310 354 354 242 242 354 188 342 635 324 378 479 346 369 369 342 313 459 171 364 307 283 283 122 585 361 400 101 055 407 131 402 085 251 251 135 135 426 342 101 222 122 060 407 216 451 367 158 294 104 104 122 052 466 466 383 383 158 302 403 329 308 303 404 187 120 120455 455 478 478 122 604 369 201 154 154 230 371 153 153 373 250 439 209 452 452 226 450 122 555 251 435 259 251 352 352 272 255 324 324 330 432 242 109 251 636 430 464 342 629 330 255 483 483 407 262 267 215 242 243 479 479 251 530 330 330 235 438 489 489 174 319 251 654 330 351 402 402