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Caderno da Cidade
Saberes e Aprendizagens
GEOGRAFIA
SECRETARIA MUNICIPAL DE 
EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO
S
aberes e Aprendizagens
2a edição EN
S IN O F U N D A M E N TA
L
4o 
ANO
Prefeitura da Cidade de São Paulo
Ricardo Nunes
Prefeito
Secretaria Municipal de Educação
Fernando Padula
Secretário Municipal de Educação
Malde Vilas Bôas
Secretária Executiva de Educação
Bruno Lopes Correia
Secretário Adjunto de Educação
Omar Cassim Neto
Chefe de Gabinete
Sueli Mondini
Chefe da Assessoria de Articulação 
das Diretorias Regionais de Educação – DREs
GEOGRAFIA
São Paulo | 2025
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
4o 
ANO
ENSINO FUNDAMENTAL
2a edição
Caderno da Cidade
Saberes e Aprendizagens
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
REVISÃO E ATUALIZAÇÃO – 2ª EDIÇÃO
Paula Costa Vieira da Silva
CRÉDITOS 1ª EDIÇÃO
EQUIPE TÉCNICA SME – GEOGRAFIA
Paula Costa Vieira da Silva
ELABORAÇÃO
Ana Paula Seferian
REVISÃO DE CONTEÚDO
Beatriz Pereira Silva, Davi Capistrano, Davi Silvestre Fernandes 
Martins, Fernanda Lamesa, Gilson dos Santos, Paula Costa Vieira 
da Silva, Rosangela Ferreira de Souza Queiroz
REVISÃO TEXTUAL
Andreia Fernandes de Souza, Allan Cavalcanti de Moura, Beatriz 
Pereira Silva, Clodoaldo Gomes Alencar Junior, Davi Silvestre 
Fernandes Martins, Fernanda Lamesa, Rafael Fernando da Silva 
Santos Fitipaldi
LEITURA CRÍTICA
Allan Cavalcanti de Moura, Aracele Florencio Bezerra, Douglas 
Rocha Constâncio, Darlan da Conceição Neves, David 
Capistrano da Costa, Davi Silvestre Fernandes Martins, Evelise 
Zablonski Ferreira de Barros, Ewerton Talpo, Flávio Toshiki Imai 
Nishimori, Gabriela Freitas Saquelli, Gilson dos Santos, Izilda de 
Albuquerque Pinto, Luiz Carlos Pissamiglio Dias Barreiras, Marcia 
Regina Galvão, Mauro Soares da Rocha, Meirieli Nascimento 
Miranda, Rafael Fernando da Silva Santos Fitipaldi, Rosangela 
Ferreira de Souza Queiroz, Sandra Zilda Santana Marques, 
Silvana Albadejo Garvi
COORDENADORIA PEDAGÓGICA – COPED
Simone Aparecida Machado - Coordenadora
DIVISÃO DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO – DIEFEM
Tatiane Aparecida Dian Hermanek - Diretora
EQUIPE TÉCNICA – DIEFEM
Allan Cavalcanti de Moura
Amarilis Blois Crispino - Estagiária
Andreia Fernandes de Souza
Bruna Acioli Silva Machado
Bruno Carvalho da Silva Barros
Daniela Lívia da Costa Esposito
Eliana Sousa Santana
Erika Yukie Koshikumo - Estagiária
Felipe Zuculin da Fonseca
Francieli Araújo Guerra
Humberto Luis de Jesus
Keli Cristina Correia
Larissa de Gouveia Fraga
Leonardo Franco dos Santos Mendes - Estagiário
Lisandra Paes
Lívia Ledier Felix Vieira
Matteo Henrique Sartore - Estagiário
Michele Ortega Gomes
Nelsi Maria de Jesus
Paula Costa Vieira da Silva
Samira Novo Lopes
Sandra Salavandro Rodrigues
Shirlei Nadaluti Monteiro
Tiemi Okimura Kerr
EQUIPE TÉCNICA SME – GEOGRAFIA
Paula Costa Vieira da Silva
Código da Memória Documental: SME4/2025
Elaborado por Patrícia Martins da Silva Rede – CRB-8/5877
São Paulo (SP). Secretaria Municipal de Educação. 
Coordenadoria Pedagógica.
 Caderno da cidade : saberes e aprendizagens : 
Geografia – 4º ano. – 2. ed. – São Paulo : SME / 
COPED, 2025.
 96 p. : il.
 
 1. Ensino Fundamental. 2. Aprendizagem. 
3. Geografia. I. Título.
CDD 372
1ª edição: 2024
Publicação disponível no Centro de Documentação da Educação Paulistana:
educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/cdep
Qualquer parte desta publicação poderá ser compartilhada (cópia e redistribuição 
do material em qualquer suporte ou formato) e adaptada (remixe, transformação 
e criação a partir do material para fins não comerciais), desde que seja atribuído 
crédito apropriadamente, indicando quais mudanças foram feitas na obra. Direitos 
de imagem, de privacidade ou direitos morais podem limitar o uso do material, pois 
necessitam de autorizações para o uso pretendido.
A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, em conformidade à Lei 
nº 9.610/1998, reconhece a especial proteção aos direitos autorais, mediante 
autorização prévia e expressa do detentor da obra. No caso de eventuais des-
conformidades, reitera o compromisso de diligentemente corrigir inadequações.
OLÁ, ESTUDANTE!
Ao receber os Cadernos da Cidade: Saberes e Aprendizagens, saiba que estamos juntos 
com você, dando continuidade a um processo que se iniciou no ano de 2017, com a publicação 
do Currículo da Cidade. Como você, provavelmente, já deve saber, trata-se de um trabalho cola-
borativo que, ao longo desse tempo, contou com a participação de professores da Rede Munici-
pal de Ensino de São Paulo e de especialistas de cada uma das áreas que compõe esta coleção: 
Ciências Naturais, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa e Matemática.
O Ensino Fundamental, etapa da Educação Básica da qual você faz parte, é um perí-
odo de intensas aprendizagens. Em virtude disso, a proposta dos Cadernos da Cidade é ser 
mais um instrumento à disposição de seus/suas professores(as) e tem por objetivo potencia-
lizar conhecimentos importantes para sua vida em sociedade.
Assim como nos anos anteriores, este é um material consumível, ou seja, você poderá 
utilizá-lo para escrever, grifar, sublinhar, responder, anotar e destacar informações impor-
tantes durante as aulas em que os Cadernos da Cidade forem utilizados. Com isso, consi-
deramos importante lembrar sobre a necessidade de conservação e de utilização consciente 
deste material, que pode servir como mais uma ponte entre os conhecimentos e saberes da 
sua escola, da sua cidade, do seu estado, do seu país e do mundo.
Os Cadernos da Cidade sempre farão mais sentido sob a orientação do(a) profes-
sor(a). Portanto, é importante que você, na condição de estudante, seja também um cor-
responsável pelas suas aprendizagens. Escola é lugar de aprender. Aproveite tudo o que esse 
ambiente pode lhe oferecer ao longo deste ano!
Por fim, desejamos que as sequências de atividades dos Cadernos da Cidade permi-
tam que você aprenda, discuta, reflita, troque ideias, leia, resolva problemas, investigue, 
analise e, a partir de todas essas ações, produza outros conhecimentos indispensáveis à 
nossa vida em sociedade.
 
Bons estudos!
Fernando Padula
Secretário Municipal de Educação
SUMÁRIO
UNIDADE 1
A ocupação dos lugares ......................................................... 6
ATIVIDADE 1 – A cultura nos bairros ......................................................................... 8
ATIVIDADE 2 – Como o poder interfere na construção do espaço ............................. 19
UNIDADE 2
Território brasileiro e sua diversidade ................................... 28
ATIVIDADE 1 – Como dividimos o Brasil .................................................................. 30
ATIVIDADE 2 – Orientação e regionalização ............................................................. 40
UNIDADE 3
Os rios e a Cidade de São Paulo ..............................................46
ATIVIDADE 1 – Como utilizamos e transformamos os rios da cidade ...........................48
ATIVIDADE 2 – Os problemas da ocupação em áreas de risco .....................................61
UNIDADE 4
O uso dos recursos e o trabalho no campo e na cidade ................74
ATIVIDADE 1 – Como usamos os recursos naturais nos diferentes lugares ...................76
ATIVIDADE 2 – O trabalho que transforma os espaços ...............................................83
LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA
UNIDADE 1
A ocupação 
dos lugares 
PRIMEIRAS PALAVRAS
Observe a imagem de parte de um bairro de São Paulo. 
Você acredita que esse lugar já foi uma aldeia indígena?
Os bairros da Cidade de São Paulo são repletos de 
histórias e com características culturais que estão 
relacionadas às histórias das pessoas que ocuparam 
esses lugares.
Há mais de 467 anos atrás, a Cidade de São Paulo 
foi fundada, mas sua ocupação por povos originários 
é muito mais antiga. Bem antes de os colonizadores 
portugueses chegarem ao Brasil, já existiam diferentes 
povos que habitavam330
006
154
322
330
130
020
451
122
144
330
257
251
215
A R G E N T I N A
B O L Í V I A
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Ji-Paraná
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Cruzeiro
do Sul
Humaitá
Manicoré
Alenquer
Altamira
Ananindeua
Bragança
Cametá
Capanema
Dom
Eliseu
Ipixuna
do Pará
Itupiranga
Jacareacanga
Marabá
Novo Repartimento
Redenção
Rondon
do Pará
Santana do
Araguaia
São
Miguel do
Guamá
Tucuruí
Ulianópolis
Viseu
Araguaína
Gurupi
Açailândia
Bacabal
Balsas
Barra
do Corda
Buriticupu
Caxias
Chapadinha
Grajaú
Imperatriz
Itapecuru Mirim
Santa
Luzia
Vargem Grande
Zé Doca
Floriano
Parnaíba
Picos
Piripiri
Aracati
Boa
Viagem
Canindé
Crateús
Granja
Icó
Iguatu
Itapajé**
Itapipoca
Quixadá Russas
Sobral
Tauá
Tianguá
Açu
Cajazeiras
Sousa
Araripina
Caruaru
Goiana
Ipojuca
Ouricuri
Palmares
Pesqueira
Salgueiro
Santa Cruz
do Capibaribe
Palmeira dos Índios
São Miguel
dos Campos
União
dos
Palmares
Itabaiana
São Cristóvão
Alagoinhas
Araci
Barreiras
Caetité
Casa
Nova
Eunápolis
Feira de Santana
Guanambi
Itabuna
Itamaraju
Jacobina
Jequié
Juazeiro
Luís Eduardo
Magalhães
Macaúbas
Santo
Antônio de
Jesus
Santo Estêvão
Senhor do
Bonfim
Serrinha
Teixeira
de Freitas
Tucano
Alfenas
Araguari
Araxá
Betim
Campo Belo
Caratinga
Curvelo
Formiga
Frutal
Guaxupé
Ipatinga
Ituiutaba
Juiz de
Fora
Leopoldina
Manhuaçu
Montes Claros
Ouro
Preto
Paracatu
Passos
Patos
de Minas
Patrocínio
Pirapora
Ponte
Nova
Pouso
Alegre
São
João del
Rei
Sete
Lagoas
Teófilo Otoni
Três
Corações
Unaí
Varginha
Viçosa
Guarapari
Linhares
São
Mateus
Serra
Vila Velha
Campos
dos
Goytacazes
Resende
Rio
Bonito
São Pedro da AldeiaAssis
Batatais
Campos
do Jordão
Itapetininga
Lins
Lorena
Marília
Registro
São José do
Rio Pardo
São José do
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Preto
São
José dos
Campos Taubaté
Ubatuba
Apucarana
Campo
Mourão
Foz do Iguaçu
Guarapuava
Ibiporã
Irati
Londrina
Marechal
Cândido Rondon
Pato Branco
Prudentópolis
Toledo
Umuarama
Araranguá
Biguaçu
Chapecó
Concórdia
Indaial
Jaraguá do Sul
Lages
Rio do Sul
Tubarão
Alegrete
Camaquã
Canguçu
Caxias do Sul
Cruz Alta
Erechim
Lajeado
Passo
Fundo
Santa
Maria
Santana do
Livramento
Santiago
São
Borja
São
Gabriel
Uruguaiana
Vacaria
Dourados
Naviraí
Nova
Andradina
Ponta
Porã
Sidrolândia Três
Lagoas
Cáceres
Lucas do
Rio Verde
Primavera
do Leste
Rondonópolis
Sinop
Sorriso
Anápolis
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Cristalina
Formosa
Itumbiara
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Luziânia
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Vitória
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Maceió
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Cabedelo
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Porto
de Manaus
Porto de
Vila do
Conde
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Belém
Porto de
Santarém
Porto
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Porto de Suape
Porto do Recife
Porto de
Itaguaí
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1 5 4
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CURITIBA
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BRASÍLIA
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CUIABÁ
FLORIANÓPOLIS
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GOIÂNIA
JOÃO
PESSOA
MACAPÁ
MACEIÓ
MANAUS
NATAL
PALMAS
PORTO ALEGRE
PORTO
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RECIFE
RIO BRANCO
RIO DE
JANEIRO
SALVADOR
SÃO LUÍS
SÃO
PAULO
TERESINA
VITÓRIA
Sources: Esri, USGS, NOAA30°0'0"W
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MAPA MULTIMODAL
BRASIL
2018
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O C E A N O
A T L Â N T I C O
Aeroporto Fernando
de Noronha
3 6 3
Sources: Esri, USGS, NOAA
32°21'W
32°21'W
32°24'W
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32°27'W
32°27'W
32°30'W
32°30'W
3°48'S 3°48'S
3°51'S 3°51'S
®
0 1 2 3 4 Km
Rede Rodoviária do SNV – Versão 201811A
Elaboração:
Diretoria de Planejamento e Pesquisas – DPP
Coordenação Geral de Planejamento e Programação
de Investimentos – CGPLAN
Setor de Geotecnologias Aplicadas - DNITGeo
Setor de Geotecnologias Aplicadas – DNITGeo
(61) 3315-8111 - dnitgeo@dnit.gov.br
www.dnit.gov.br - ouvidoria@dnit.gov.brPro jeção Policôn ica - S irgas 2000 - MC -54°
50 0 50 100 150 200
Km
Rodovias federais pavimentadas: levantadas com receptor GNSS, segundo o Plano
Nacional de Viação e atualizadas conforme alterações no SNV até a versão atual.
Responsável: Departamento nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT.
Rodovias estaduais coincidentes: bases atualizadas obtidas junto aos órgãos estaduaisde
transportes e bases digitalizadas dos mapas do Departamento Nacional dos Transportes -
DNIT referentes à última publicação impressa (2002). Traçados sem garantias de
fidedignidade com relação a localidade, codificação ou distâncias.
Demais rodovias federais: identificadas a partir de base cartográfica do DNIT, no caso de
rodovias não pavimentadas, ou traçado meramente ilustrativo, no caso de rodovias
planejadas. Responsável: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT.
Ferrovias: obtidas da base cartográfica da Agência Nacional de Transportes Terrestres -
2014.
Hidrovias: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011.
Portos: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011.
Base Político-administrativa, Hidrografia e Aeroportos: obtidas da base cartográfica
vetorial continua do Brasil ao milionésimo - bCIMD: versão 4. Rio de Janeiro. IBGE, 2015.
Estimativas da população de municípios brasileiros: IBGE; 2016.
SIMBOLOGIA
Capital
Aeródromo Internacional
Porto
¬.!
·
! Sede Municipal (com população superior a 
50.000 hab, a menos de 10 km de Rodovia Federal)
RODOVIA ESTADUAL
COINCIDENTE COM FEDERAL
Leito Natural
Implantada
Pavimentada
Duplicada
LIMITES
Limite Estadual
Limite Internacional
Ferrovia em Operação
FERROVIA
HIDROVIA
Trecho Navegável
HIDROGRAFIA
Terreno Sujeito a Inundação
Massa D'água Permanente
Hidrografia Permanente
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
010 DF BRASÍLIA PA BELÉM DF- GO - T O - MA - PA 1.998,0
020 DF BRASÍLIA C E FORT ALEZA DF- GO - BA - PI- C E 1.976,3
030 DF BRASÍLIA BA C AMPIN H O DF- GO - MG- BA 1.236,6
040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1.268,2
050 DF BRASÍLIA MG SAN T OS DF- GO - MG- SP 1.106,0
060 DF BRASÍLIA MS FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI DF- GO - MS 1.504,8
070 DF BRASÍLIA MT FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA DF- GO - MT 1.375,6
080 DF BRASÍLIA GO RIBEIRÃO C ASC ALH EIRA DF- GO - MT - RO 625,2
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
101 RN T OUROS RS RIO GRAN DE RN- PB- PE- A L- SE- BA - ES- RJ- SP- PR- SC - RS 4.778,3
104 RN MAC AU AL MAC EIÓ RN- PB- PE- A L 674,4
110 RN AREIA BRAN C A BA EN T RON C AMEN T O BR- 324/ 420(B) RN- PB- PE- A L- BA 1.064,6
116 C E FORT ALEZA RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI C E- PB- PE- BA - MG- RJ- SP- PR- SC - RS 4.700,8
120 MG ARAÇ UAÍ MG PON T A DO FORN O MG- RJ 988,2
122 C E C H ORÓZIN H O MG MON T ES C LAROS C E- PE- BA - MG 1.907,9
135 MA SÃO LUÍS MG AN EL RODOV IÁRIO BELO H ORIZON T E MA - PI- BA - MG 2.582,3
146 MG PAT OS DE MIN AS MG BRAGAN Ç A PAULIST A MG- SP 788,0
153 PA MARABÁ RS EN T RON C AMEN T O BR- 473 AC EGUÁ PA - T O - GO - MG- SP- PR- SC - RS 3.604,5
154 GO IT UMBIARA MG LIN S GO - MG- SP 526,1
155 PA REDEN Ç ÃO PA MARABÁ PA 343,9
156 AP C AC H OEIRA DO SAN T O AN T ÔN IO AP PON T E IN T ERN AC ION AL A P 822,9
158 PA ALT AMIRA RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PA - MT - GO - MS- SP- PR- SC - RS 4.179,3
163 SC T EN EN T E PORT ELA PA FRON T EIRA C OM O SURIN AME RS- SC - PR- MS- MT - PA 4.522,7
174 MT PORT O SAN T O AN T ÔN IO DAS LEN DAS RR FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA MT - RO - A M- RR 3.279,5
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
210 AP MAC APÁ AM FRON T EIRA C OM A C OLÔMBIA A P- PA - RR- A M 2.459,4
222 C E FORT ALEZA PA MARABÁ C E- PI- MA - PA 1.845,3
226 RN N AT AL T O EN T RON C AMEN T O BR- 153 RN- C E- PI- MA - T O 1.764,0
230 PB C ABEDELO AM BEN JAMIN C ON ST AN T PB- PE- PI- MA - T O - PA - A M 5.045,5
232 PE REC IFE PE PARN AMIRIM PE 563,7
235 SE ARAC AJU T O C AC H IMBO SE- BA - PE- PI- PA 2.292,8
242 BA EN T RON C AMEN T O BR- 324 SALV ADOR MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 SORRISO BA - T O - MT 2.393,1
251 BA ILH ÉUS MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 C UIABÁ BA - MG- GO - DF- MT 2.528,9
259 ES JOÃO N EIV A MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 ES- MG 702,5
262 ES V IT ÓRIA MS C ORUMBÁ ES- MG- SP- MS 2.383,2
265 MG EN T RON C AMEN T O BR- 116 MG EN T RON C AMEN T O BR- 153 MG- SP 925,5
267 MG LEOPOLDIN A MS PORT O MURT IN H O MG- SP- MS 1.924,3
272 PR EN T RON C AMEN T O BR- 116 SÃO PAULO PR GUAÍRA SP- PR 909,0
277 PR PARAN AGUÁ PR FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI PR 798,8
280 SC PORT O SÃO FRAN C ISC O DO SUL PR FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC - PR 660,5
282 SC FLORIAN ÓPOLIS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 688,6
283 SC C AMPOS N OV OS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 343,8
285 SC ARARAN GUÁ RS SÃO BORJA SC - RS 749,9
287 RS EN T RON C AMEN T O BR- 470 RS SÃO BORJA RS 536,8
290 RS OSÓRIO RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 728,8
293 RS PELOT AS RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 539,8
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
304 C E BOQUEIRÃO DO C ESÁRIO RN N AT AL C E- RN 418,4
307 AM MAREC H AL T AUMAT URGO AM FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA A C - A M 1.741,8
308 PA BELÉM PA ALC ÂN T ARA PA - MA 636,3
316 PA BELÉM AL MAC EIÓ PA - MA - PI- PE- A L 2.066,3
317 AM LÁBREA AC ASSIS BRASIL A M- A C 945,2
319 AM EN T ROC AMEN T O BR- 174 MAN AUS RO PORT O V ELH O A M- RO 917,9
324 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230 BA SALV ADOR MA - PI- BA 1.278,9
330 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230/ 324 BA UBAIT ABA MA - PI- BA 1.493,5
342 BA C ARIN H AN H A ES LIN H ARES BA - MG- ES 958,7
343 PI LUÍS C ORREIA PI BERT OLÍN IA PI 742,8
349 SE ARAC AJU GO POSSE SE- BA - GO 1.228,7
352 GO EN T ROC AMEN T O BR- 153 MG PARÁ DE MIN AS GO - MG 799,2
354 MG EN T ROC AMEN T O BR- 040/ 050/ 457 RJ EN GEN H EIRO PASSOS GO - MG- RJ 862,7
356 MG BELO H ORIZON T E RJ SÃO JOÃO DA BARRA MG- RJ 492,1
359 MS DIV ISA GOIÁS/ MAT O GROSSO DO SUL MS C ORUMBÁ GO - MS 657,4
361 PB PAT OS PB SALGUEIRO PB- PE 259,3
363 PE BAIA DE SAN T O AN T ÔN IO PE BAÍA DE SUEST E PE 13,6
364 MG LIMEIRA AC FRON T EIRA BRASIL/ PERU SP- MG- GO - MT - RO - A C 4.419,4
365 MG MON T ES C LAROS MG DIV ISA MIN AS GERAIS/ GOIÁS MG 869,9
367 BA SAN T A C RUZ DE C ABRÁLIA MG GOUV EIA BA - MG 826,3
369 MG OLIV EIRA PR C ASC AV EL MG- SP- PR 1.228,0
373 PR LIMEIRA PR BARRAC ÃO SP- PR 962,1
374 SP PRESIDEN T E V EN C ESLAU SP SÃO PAULO SP 600,1
376 MS DOURADOS SC GARUV A MS- PR- SC 1.033,1
377 RS C ARAZIN H O RS QUARAÍ RS 524,1
381 ES SÃO MAT EUS SP SÃO PAULO ES- MG- SP 1.325,2
383 MG C ON SELH EIRO LAFAIET E SP UBAT UBA MG- SP 583,8
386 RS SÃO MIGUEL D'OEST E RS PORT O ALEGRE SC - RS 531,3
392 RS RIO GRAN DE RS PORT O XAV IER RS 738,6
393 ES C AC H OEIRA DO IT APEMIRIM RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 ES- RJ 440,2
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
401 RR BOA V IST A RR N ORMAN DIA RR 202,9
402 MA BAC ABEIRA C E UMIRIM MA - PI- C E 717,1
403 C E AC ARAÚ C E C RAT EÚS C E 336,6
404 PI PIRIPIRI C E IC Ó PI- C E 489,5
405 RN MOSSORÓ PB MARIZÓPOLIS RN- PB 252,2
406 RN MAC AU RN PON T E PRESIDEN T E C OST A E SILV A RN 176,2
407 PI PIRIPIRI BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A PI- PE- BA 1.535,6
408 PB C AMPIN A GRAN DE PE EN T RON C AMEN T O BR- 232 PB- PE 189,6
409 AC FEIJÓ AC SAN T A ROSA DO PURUS A C 152,0
410 BA RIBEIRA DO POMBAL BA T UC AN O BA 35,8
411 AM EN T RON C AMEN T O BR- 307 AM FRON T EIRA BRASIL/ C OLÔMBIA A M 85,0
412 PB FARIN H A PB MON T EIRO PB 145,7
413 AM EN T RON C AMEN T O BR- 174 AM N ORMAN DIA A M 40,0
414 GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO 439,6
415 BA ILH ÉUS BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A BA 212,8
416 AL N OV O LIN O AL SÃO JOSÉ DA LAGE A L 64,7
417 PA AFUÁ PA PON T A DE PEDRAS PA 235,0
418 BA C ARAV ELAS MG T EÓFILO OT ON I BA - MG 302,2
419 MS EN T RON C AMEN T O BR- 163 MS JARDIM MT 381,4
420 BA EN T RON C AMEN T O BR- 110 BA EN T RON C AMEN T O BR- 116/ BA- 250(B) BA 349,4
421 RO ARIQUEMES RO GUAJARÁ- MIRIM RO 388,1
422 PA EN T RON C AMEN T O BR- 230 PA LIMOEIRO DO AJURÁ PA 336,0
423 PE C ARUARÚ BA JUAZEIRO PE- A L- BA 577,2
424 PE ARC OV ERDE AL MAC EIÓ PE- A L 265,8
425 RO ABUN Ã RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLIVIA RO 148,1
426 PB EN T RON C AMEN T O BR- 203 PB EN T RON C AMEN T O BR- 323 PB- PE 200,1
427 RN C URRAIS N OV OS PB POMBAL RN- PB 213,3
428 PE EN T RON C AMEN T O BR- 116/ 316(A) PE PET ROLIN A PE 197,6
429 RO JI- PARAN Á RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA RO 380,2
430 BA BARREIRAS BA C AT IT É BA 432,0
431 RR JUN DIÁ RR SAN T A MARIA DO BOIAÇ U RR 125,0
432 RR N OV O PARAISO RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR 214,6
433 RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR EN T RON C AMEN T O BR- 174 RR 180,5
434 PB UIRAÚN A PB DIV ISA PARAÍBA/ C EARÁ PB- C E 75,7
435 RO V ILH EN A RO PIMEN T EIRAS D´ OEST E RO 175,3
436 MS APAREC IDA DO T ABOADO MS DIV ISA MAT O GROSSO DO SUL/ SÃO PAULOMS/ SP 18,1
437 RN JUC URÍ C E EN T RON C AMEN T O BR- 116/ C E- 266 RN- C E 80,5
438 RS EN T RON C AMEN T O BR- 285 SC EN T RON C AMEN T O BR- 282 RS- SC 161,0
439 MG PEDRO C AN ÁRIO ES N AN UQUE ES- BA - MG 78,6
440 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG JUIZ DE FORA MG 9,0
447 ES PORT O DE V IT ÓRIA ES EN T ROC AMEN T O BR- 262 ES 15,3
448 RS EN T RON C AMEN T O BR- 116/ RS- 118 RS EN T RON C AMEN T O BR- 290 RS 22,3
450 DF EN T RON C AMEN T O BR- 010/ 020/ 030 DF EN T RON C AMEN T O BR- 040/ 050 DF 36,8
451 MG EN T RON C AMEN T O BR- 135 MG C ON T ORN O GOV ERN ADOR V ALADARESMG 429,1
452 GO RIO V ERDE MG ARAXÁ GO - MG 510,0
453 RS LAJEADO RS T ORRES RS 310,2
454 MS EN T RON C AMEN T O BR- 262 MS DIV ISA BRASIL/ BOLÍV IA MT 71,0
455 MG UBERLÂN DIA MG PLAN URA MG 169,0
456 SP N H AN DEARA SP MAT ÃO SP 218,2
457 GO C RIST ALIN A GO EN T RON C AMEN T O BR- 153 GO 246,3
458 MG EN T RON C AMEN T O BR- 259 MG IPAT IN GA MG 148,8
459 MG POÇ OS DE C ALDAS RJ PARAT Y MG- SP- RJ 399,4
460 MG EN T RON C AMEN T O BR- 267 MG EN T RON C AMEN T O BR- 354 MG 84,3
461 MG H IDROELÉT RIC A ÁGUA V ERMELH A MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG 118,6
462 MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 MG 98,8
463 MS DOURADOS MS PON T A PORÃ MS 112,5
464 MG IT UIUT ABA MG EN T RON C AMEN T O BR- 146 MG 497,8
465 RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 RJ SAN T A C RUZ RJ 32,2
466 PR APUC ARAN A PR PORT O UN IÃO PR/ SC 435,4
467 PR PORT O MEN DES PR C ASC AV EL PR 118,2
468 RS PALMEIRA DAS MISSÕES RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 142,2
469 PR EN T ROC AMEN T O BR- 277 PR C AT ARAT AS DO IGUAÇ U PR 35,1
470 SC N AV EGAN T ES RS C AMAQUÃ SC - RS 834,1
471 RS SOLEDADE RS C H UÍ RS 680,3
472 RS FREDERIC O WEST PH ALEN RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI RS 656,6
473 RS SÃO GABRIEL RS SARAN DI RS 392,8
474 MG AIMORÉS MG C ARAT IN GA MG 160,5
475 SC LAGES SC T UBARÃO SC 199,6
476 PR APIAÍ PR PORT O UN IÃO SP- PR/ SC 400,6
477 SC EN T RON C AMEN T O BR- 280 SC BLUMEN AU SC 208,6
478 SP JUQUIÁ SP EN T RON C AMEN T O BR- 116(B) SP 322,2
479 MG JAN UÁRIA DF BRASÍLIA MG- GO - DF 477,1
480 PR PAT O BRAN C O SC EREC H IM PR- SC - RS 265,4
481 RS C RUZ ALT A RS N OV O C ABRAIS RS 175,2
482 ES SAFRA MG C ON SELH EIRO LAFAIET E ES- MG 419,3
483 GO EN T RON C AMEN T O BR- 153/ 154(A)/ 452(A) MS PARAN AÍBA GO - MS 333,1
484 ES C OLAT IN A RJ IT APERUN A ES- RJ 341,9
485 RJ IT AT IAIA MG GARGAN T A DO REGIST RO RJ- MG 51,4
486 SC IT AJAÍ SC BOM RET IRO SC 167,1
487 MS PORT O FELIC IDADE PR PON T A GROSSA MS- PR 654,8
488 SP APAREC IDA SP APAREC IDA SP 6,0
489 BA PRADO BA IT AMARAJÚ BA 51,5
490 GO C AMPO ALEGRE DE GOIÁS GO MORRIN H OS GO 175,8
491 MG SÃO SEBAST IÃO DO PARAÍSO MG EN T RON C AMEN T O BR- 381/ MG- 167(B) MG 264,1
492 RJ MORRO DO C OC O RJ MAÇ AMBARÁ RJ 390,5
493 RJ MAN ILH A RJ PORT O DE IT AGUAÍ RJ 123,7
494 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 RJ AN GRA DOS REIS MG- RJ 532,2
495 RJ T ERESÓPOLIS RJ IT AIPAV A RJ 31,2
496 MG PIRAPORA MG C ORIN T O MG 135,7
497 MG UBERLÂN DIA MS PARAN AÍBA MG- MS 361,1
498 BA MON T E PASC OAL BA EN T RON C AMEN T O BR- 101 BA 14,2
499 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG C ABAN GU MG 20,8
R O D O V I A S D E L I G A Ç Ã O
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S R O D O V IA S D O S IS T E M A R O D O V IÁ R IO F E D E R A L
R O D O V I A S R A D I A I S
R O D O V I A S T R A N S V E R S A I S
R O D O V I A S D I A G O N A I S
R O D O V I A S L O N G I T U D I N A I S
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Amaz onas Foz - Benjamin C ons tant 3 .108
N egro Manaus - C ucuí 1 .210
Branco Foz - C onfluência Urariquera/ T acutu 577
Juruá Foz - C ruz eiro do Sul 3 .489
T arauacá Foz - T arauacá 660
Embira Foz - Feijó 194
Javari 510
Japurá Foz - V ila Bittencourt 721
Içá Foz - Ipiranga 368
Purus Foz - Sena Madureira (no Rio Iaco) 2 .846
Acre Foz - Bras iléia 796
Madeira Foz - C onfluência Mamoré/ Beni 1 .546
Guaporé Foz - Pontes e Lacerda 1.180
T apajós C onfluência dos rios Juruena e T eles Pires - Foz do rio Amaz onas 815
T eles Pires Sopé da C achoeira Os car Miranda (Município de Sinop- MT ) - C onfluência com o rio Juruena 725
Juruena 11º 05 ’ de latitude Sul para jus ante - C onfluência com o rio T eles Pires 550
Xingu Porto Moz - Altamira (Belo Monte) 298
T ocantins Belém - Peix e 1.731
Araguaia Foz - Balis a 1 .800
Mamoré Foz - C onfluência Guaporé 225
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Mearim Foz - Barra do C orda 470
Grajaú Foz - Grajaú 500
Pindaré Foz - Pindaré Mirim 110
Itapicuru Foz - C olinas 565
Parnaíba Foz - Santa Filomena 1.176
Bals as Foz - Bals as 225
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
São Francis co Foz - Piranhas 208
C achoeira de Itaparica - Porto Real (Iguatama) 2 .207
Paracatu Foz - Buriti 284
V elhas Foz - Sabará 659
Paraopeba Foz - Flores tal 240
Grande Foz - Barreiras 358
Preto Foz - Ibipetuba 125
C orrente Foz - Santa Maria da V itória 95
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Doce Foz - Ipatinga 410
Paraíba do Sul Foz - Jacareí 670
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Ribeira do Iguapé Foz - Regis tro 70
Jacuí Foz - Dona Francis ca 370
T aquarí Foz - Mus s um 205
C aí Foz - São Sebas tião do C aí 93
Sinos Foz - Paciência 47
Gravataí Foz - Gravataí 12
Jaguarão Foz - Jaguarão 32
C amaquã Foz - São Jos é do Patrocínio 120
C anais Lacus tres e Lagoa Mirim Pelotas - Santa Maria do Palmar 180
Lagoa dos Patos Porto Alegre - Rio Grande 230
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Paraguai Foz do Apa - C áceres 1 .323
C uiabá- São Lourenço Foz - Ros ário do Oes te 785
T aquari Foz - C ox im 430
Miranda Foz - Miranda 255
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Paraná Foz do Iguaçu - C onfluência Paranaíba/ Grande 808
Paranapanema Foz - Salto Grande 421
T ietê Foz - Mogi das C ruz es 1 .010
Pardo Foz - Porto da Barra 170
Ivinheima Foz - C onfluência Brilhante 270
Brilhante Foz - Porto Brilhante 67
Inhanduí Foz - Porto T upi 79
Paranaíba Foz - Es cada Grande 787
Iguaçu Foz - C uritiba 1.020
Piracicaba Foz - Paulínia 160
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v eg á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Uruguai Barra do Quaraí - Iraí 840
Ibicuí Foz - C onfluência Santa Maria 360
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S H ID R O V IA S
BA C I A A M A Z Ô N I C A
BA C I A D O N O R D E S T E
BA C I A D O S Ã O F R A N C I S C O
BA C I A D O S U D E S T E
BA C I A D O L E S T E
BA C I A D O PA R A N Á
BA C I A D O U R U G U A I
BA C I A D O PA R A G U A I
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
025 DF BRASÍLIA BA SALV ADOR DF- GO - MG- BA 1.594
040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1 .501
045 DF BRASÍLIA RJ AN GRA DOS REIS DF- GO - MG- RJ 1 .493
050 DF BRASÍLIA SPSAN T OS DF- GO - MG- SP 1 .416
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
101 RN N AT AL BA SALV ADOR RN- PB- PE- A L- SE- BA 1.381
102 ES V IT ÓRIA ES C AC H OEIRO DO IT APEMIRIM ES 157
103 ES V IT ÓRIA RJ N IT ERÓI ES- RJ 594
105 RJ RIO DE JAN EIRO SP SÃO PAULO RJ- SP 499
116 C E FORT ALEZA SC JAGUARÃO C E- PE- BA - MG- SP- PR- SC 5 .381
151 PA BELÉM SP PAN ORAMA PA - MA - T O - GO - MS- SP 2 .760
153 PR MARQUES DOS REIS RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PR- SC - RS 1 .791
170 PA SAN T ARÉM MT C UIABÁ PA - MT 1.510
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
222 RJ RIO DE JAN EIRO SP C AMPIN AS RJ- SP 550
225 PB C ABEDELO MA IT AQUI PB- C E- PI- MA 1.587
232 PE REC IFE MA EST REIT O PE- PI- MA 1.770
262 ES V IT ÓRIA MG GRAÇ AS DE MIN AS ES- MG 1.007
265 SP SAN T OS MS FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA SP- MS 1.830
267 SP PAN ORAMA MS PORT O MURT IN H O SP- MS 750
270 SP RUBIÃO JÚN IOR MS PON T A PORÃ SP- MS 792
277 PR PARAN AGUÁ PR FOZ DO IGUAÇ Ú PR 834
278 PR PARAN AGUÁ PR PIN H AIS PR 100
280 SC H ERV AL D'OEST E SC IT AJAÍ SC 330
290 RS PORT O ALEGRE RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 712
293 RS RIO GRAN DE RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O RS 475
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
315 MA BAÍA DE SÃO MARC OS PA C ARAJÁS MA - PA 850
333 MG BELO H ORIZON T E PR C URIT IBA MG- SP- PR 1 .150
334 BA ILH ÉUS MT LUC AS DO RIO V ERDE BA - T O - MT 2.675
338 BA EN T RON C AMEN T O EF116 T O EN T RON C AMEN T O FERROV IA N ORT E- SUL BA - T O 885
354 RJ MURIAÉ AC BOQUEIRÃO DA ESPERAN Ç A RJ- MG- GO - DF- MT - RO - A C 4.400
364 SP SAN T OS MT C UIABÁ SP- MS- MT 1.724
366 SP PAN ORAMA SP IT IRAPIN A SP 535
369 SP OURIN H OS PR PORT O MEN DES SP- PR 683
370 PA BELÉM PI T ERESIN A PA - MA - PI 850
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
401 AP SERRA DO N AV IO AP PORT O SAN T AN A A P 194
404 PI LUÍS C ORREIA PI EN T RON C AMEN T O EF225 PI 310
405 C E FORT ALEZA C E C RAT ÉUS C E 442
410 RN EN T RON C AMEN T O EF415 PB SOUZA RN- PB 320
411 PE PARN AMIRIM PE PET ROLIN A PE 192
415 RN MAC AU RN EN T RON C AMEN T O EF101 RN 235
416 PE SUAPE PE MOREN O PE 48
418 PE RIBEIRÃO PE BARREIROS PE 56
420 AL EN T RON C AMEN T O EF101 AL MAC EIÓ A L 75
430 BA EN T RON C AMEN T O EF116 BA SÃO FRAN C ISC O BA 317
431 BA C AMAÇ ARI BA ARAÚJO LIMA BA 22
432 BA PÓLO PET ROQUÍMIC O C AMAÇ ARIBA PORT O DE ARAT U BA 35
445 BA C AMPIN H O BA EN T RON C AMEN T O EF025 BA 364
446 BA ILH ÉUS BA UBAIT ABA BA 65
451 SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC IMBIT UBA SC 270
452 GO GOIÂN IA GO RON C ADOR GO 225
455 MG DIAMAN T IN A MG GOV ERN ADOR V ALADARES MG 240
457 MG SÃO PEDRO MG UBERABA MG 273
458 MG IT ABIRA MG EN T RON C AMEN T O EF262 MG 36
459 MG C APIT ÃO EDUARDO MG JOAQUIM MURT IN H O MG 103
460 RJ T RÊS RIOS RJ RIO DE JAN EIRO RJ 181
461 MG PON T E N OV A MG MIGUEL BURN IER MG 146
462 MG C OST A LAC ERDA MG FÁBRIC A MG 109
463 MG IPAT IN GA RJ T RÊS RIOS MG- RJ 471
464 MG AURELIAN O MOURÃO MG AN T ON IO C ARLOS MG 202
465 SP C OLÔMBIA SP ARARAQUARA SP 253
466 SP PASSOS SP EN T RON C AMEN T O EF465 SP 281
468 SP PRESIDEN T E EPIT ÁC IO SP PRESIDEN T E PRUDEN T E SP 104
469 MT IN DUSBRASIL MT PON T A PORÃ MT 304
470 MG T RÊS C ORAÇ ÕES SP C RUZEIRO MG- SP 170
471 MG EN T RON C AMEN T O EF116 SP MOGI MIRIM MG- SP 220
472 RJ V ISC ON DE DE IT ABORAÍ RJ SÃO BEN T O RJ 48
473 RJ JAPERI RJ T ERMIN AL MARÍT IMO SAN T A C RUZ RJ 32
474 RJ H ON ÓRIO GURGEL RJ AN GRA DOS REIS RJ 112
478 SP EN T RON C AMEN T O EF479 SP EV AN GELIST A DE SOUZA SP 33
479 SP JURUBAT UBA SP JURUBAT UBA SP 140
480 SP MAYRIN C SP SÃO SEBAST IÃO SP 230
481 PR APUC ARAN A PR PON T A GROSSA PR 339
482 PR EN T RON C AMEN T O EF481 PR EN T RON C AMEN T O EF116 PR 171
483 PR IPIRAN GA PR GUARAPUAV A PR 150
484 PR MARAC AJU MS C ASC AV EL PR- MS 500
485 SC PORT O UN IÃO SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC 460
486 RS IJUÍ PR PORT O UN IÃO RS- SC - PR 600
487 SC IT AJAÍ SC V ALE DO RIO DO PEIXE SC 450
488 SC IMBIT UBA SC T REV ISO SC 138
489 SC LAURO MULLER SC T UBARÃO SC 57
490 SC ESPLAN ADA SC RIO DESERT O SC 33
491 RS PASSO FUN DO RS ROC A SALES RS 152
492 RS C AXIAS DO SUL RS EN T RON C AMEN T O EF116 RS 114
493 RS SAN T A ROSA RS C RUZ ALT A RS 181
494 RS SAN T O ÂN GELO RS SAN T IAGO RS 224
495 RS SÃO BORJA RS DILERMAN DO DE AGUIAR RS 302
497 RS C AC EQUI RS SÃO SEBAST IÃO RS 169
498 PR FOZ DO IGUAÇ Ú SC SÃO MIGUEL DO OEST E PR- SC 220
499 SC SÃO MIGUEL DO OEST E SC LAJES SC 330
500 SC PON T E ALT A SC C URIT IBAN OS SC 30
F E R R O V I A S D E L I G A Ç Ã O
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S F E R R O V IA S
F E R R O V I A S R A D I A I S
F E R R O V I A S L O N G I T U D I N A I S
F E R R O V I A S T R A N S V E R S A I S
F E R R O V I A S D I A G O N A I S
RODOVIA FEDERAL
Planejada
Leito Natural
Implantada
Pavimentada Concessão/Convênio
Pavimentada
Duplicada Concessão/Convênio
Duplicada
Implantada Convênio
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Vargem Grande
Zé Doca
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Piripiri
Aracati
Boa
Viagem
Canindé
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Quixadá Russas
Sobral
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Tianguá
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Cajazeiras
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Salgueiro
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Jequié
Juazeiro
Luís Eduardo
Magalhães
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Santo Estêvão
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Teixeira
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Tucano
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Curvelo
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Frutal
Guaxupé
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Fora
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Manhuaçu
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Ouro
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Patos
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Araranguá
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2 2 6
4 0 6
4 6 6
2 5 1
2 9 3
2 9 0
11 0
4 2 7
3 2 4
3 9 3
2 4 2
0 1 0
4 7 6
1 3 5
2 7 2
2 3 5
3 6 4
1 6 3
0 7 0
2 3 0
0 3 0
2 3 5
4 0 2
4 7 2
2 5 1
0 8 0
11 6
2 4 2
2 8 2
1 3 5
0 7 0
2 6 2
4 0 7
2 8 5
3 1 9
1 7 4
3 9 3
2 2 2
0 4 0
2 6 2
4 3 3
4 0 3
1 7 4
1 5 3
3 3 0
3 5 9
2 3 5
3 4 9
2 3 0
4 5 2
1 0 1
4 7 0
1 0 1
0 2 0
2 6 5
0 4 0
3 9 2
3 7 6
4 2 1
3 2 4
2 3 5
2 9 3
2 8 0
3 9 3
2 6 5
1 6 3
11 6
4 0 4
4 1 4
4 7 0
3 1 6
1 3 5
4 1 0
2 8 7
4 8 7
2 7 2
2 3 5
3 0 4
2 6 7
3 7 6
1 5 3
4 9 4
4 0 5
4 3 03 4 9
4 6 4 2 5 9
2 3 2
4 2 7
2 4 2
2 7 7
11 6
4 3 5
3 4 3
11 6
2 5 1
2 6 2
1 5 8
4 3 9
1 0 1
0 3 0
2 5 1
4 6 8
1 0 4
1 5 8
1 0 4
3 7 6
4 2 1
1 3 5
3 8 6
3 7 7
3 5 2
4 1 5
1 0 1
3 0 7
4 2 6
1 5 8
3 6 9
3 4 3
0 2 0
0 7 0
2 3 2
1 2 2
1 4 6
11 6
1 0 1
3 6 3
4 1 8
2 8 2
1 0 1
2 6 5
4 9 4
2 9 3
1 0 1
3 6 7
1 7 4
1 0 1
0 2 0
4 2 0
1 5 4
2 7 7
3 6 4
4 5 2
3 7 3
3 3 0
3 7 6
1 5 3
0 6 0
4 7 4
1 0 1
2 2 2
3 8 6
3 8 3
1 6 3 1 0 1
1 3 5
0 8 0
4 2 3
2 6 7
4 0 1
3 8 6
3 8 1
4 1 6
4 0 1
11 6
2 3 0
11 6
2 3 0
1 6 3
2 3 0
4 0 8
0 6 0
4 6 3
1 2 2
4 8 6
3 8 1
3 6 5
3 9 2
4 0 2
3 6 1
3 6 4
2 2 2
4 8 2
3 6 1
4 6 4 1 4 6
3 1 7
3 4 2
1 0 1
1 5 8
4 5 9
0 3 0
4 1 9
4 2 8
11 6
3 7 6
3 0 8
4 3 2
3 0 7
2 2 2
4 2 9
2 2 6
11 6
2 3 0
4 7 0
3 6 7
3 5 2
1 4 6
3 7 6
4 8 4
11 6
2 5 1
4 8 4
4 0 7
2 6 5
1 5 8
3 4 9
4 5 8
1 5 8
1 5 3
4 8 4
4 5 3
4 7 2
3 6 9
0 3 0
1 0 1
4 1 5
4 7 2
3 8 1
1 2 2
3 6 9
3 5 4
3 4 9
3 5 6
4 2 5
3 5 6
3 7 6
2 2 6
1 4 6
2 1 0
3 1 6
2 3 5
4 6 4
4 1 2
4 2 4
3 9 2
2 6 7
2 7 2
4 3 8
3 5 4
2 8 0
3 4 9
2 6 5
3 4 9
4 1 3
3 4 9
2 4 2
4 7 1
4 6 1
1 0 1
4 7 8
1 5 3
1 5 6
0 1 0
2 2 6
3 3 0
3 3 0
4 8 2
1 2 2
4 0 3
3 1 7
3 3 0
3 0 8
4 0 9
3 9 2
4 0 2
4 3 7
1 2 0
2 4 2
1 3 5
3 6 9
1 5 8
3 5 4
11 0
1 2 2
2 3 0
3 7 3
4 7 1
3 0 8
1 6 3
3 5 4
3 4 9
2 8 3
4 1 7
1 2 0
2 5 1
2 5 1
3 5 2
3 8 3
4 3 1
2 7 2
4 0 4
4 2 2
3 3 0
1 5 5
4 5 4
3 7 4
4 5 8
2 3 5
4 5 1
3 4 2
4 5 1
411
1 5 4
3 6 4
3 5 9
2 6 7
1 7 4
4 7 3
CURITIBA
ARACAJU
BELÉM
BELO
HORIZONTE
BOA VISTA
BRASÍLIA
CAMPO GRANDE
CUIABÁ
FLORIANÓPOLIS
FORTALEZA
GOIÂNIA
JOÃO
PESSOA
MACAPÁ
MACEIÓ
MANAUS
NATAL
PALMAS
PORTO ALEGRE
PORTO
VELHO
RECIFE
RIO BRANCO
RIO DE
JANEIRO
SALVADOR
SÃO LUÍS
SÃO
PAULO
TERESINA
VITÓRIA
Sources: Esri, USGS, NOAA30°0'0"W
30°0'0"W
40°0'0"W
40°0'0"W
50°0'0"W
50°0'0"W
60°0'0"W
60°0'0"W
70°0'0"W
70°0'0"W
80°0'0"W
80°0'0"W
0°
0'
0"
0°
0'
0"
10
°0
'0
"S
10
°0
'0
"S
20
°0
'0
"S
20
°0
'0
"S
30
°0
'0
"S
30
°0
'0
"S
¬
MAPA MULTIMODAL
BRASIL
2018
o
O C E A N O
A T L Â N T I C O
Aeroporto Fernando
de Noronha
3 6 3
Sources: Esri, USGS, NOAA
32°21'W
32°21'W
32°24'W
32°24'W
32°27'W
32°27'W
32°30'W
32°30'W
3°48'S 3°48'S
3°51'S 3°51'S
®
0 1 2 3 4 Km
Rede Rodoviária do SNV – Versão 201811A
Elaboração:
Diretoria de Planejamento e Pesquisas – DPP
Coordenação Geral de Planejamento e Programação
de Investimentos – CGPLAN
Setor de Geotecnologias Aplicadas - DNITGeo
Setor de Geotecnologias Aplicadas – DNITGeo
(61) 3315-8111 - dnitgeo@dnit.gov.br
www.dnit.gov.br - ouvidoria@dnit.gov.brPro jeção Policôn ica - S irgas 2000 - MC -54°
50 0 50 100 150 200
Km
Rodovias federais pavimentadas: levantadas com receptor GNSS, segundo o Plano
Nacional de Viação e atualizadas conforme alterações no SNV até a versão atual.
Responsável: Departamento nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT.
Rodovias estaduais coincidentes: bases atualizadas obtidas junto aos órgãos estaduais de
transportes e bases digitalizadas dos mapas do Departamento Nacional dos Transportes -
DNIT referentes à última publicação impressa (2002). Traçados sem garantias de
fidedignidade com relação a localidade, codificação ou distâncias.
Demaisrodovias federais: identificadas a partir de base cartográfica do DNIT, no caso de
rodovias não pavimentadas, ou traçado meramente ilustrativo, no caso de rodovias
planejadas. Responsável: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT.
Ferrovias: obtidas da base cartográfica da Agência Nacional de Transportes Terrestres -
2014.
Hidrovias: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011.
Portos: dados provindos do Plano Nacional de Logística de Transportes - PNLT 2011.
Base Político-administrativa, Hidrografia e Aeroportos: obtidas da base cartográfica
vetorial continua do Brasil ao milionésimo - bCIMD: versão 4. Rio de Janeiro. IBGE, 2015.
Estimativas da população de municípios brasileiros: IBGE; 2016.
SIMBOLOGIA
Capital
Aeródromo Internacional
Porto
¬.!
·
! Sede Municipal (com população superior a 
50.000 hab, a menos de 10 km de Rodovia Federal)
RODOVIA ESTADUAL
COINCIDENTE COM FEDERAL
Leito Natural
Implantada
Pavimentada
Duplicada
LIMITES
Limite Estadual
Limite Internacional
Ferrovia em Operação
FERROVIA
HIDROVIA
Trecho Navegável
HIDROGRAFIA
Terreno Sujeito a Inundação
Massa D'água Permanente
Hidrografia Permanente
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
010 DF BRASÍLIA PA BELÉM DF- GO - T O - MA - PA 1.998,0
020 DF BRASÍLIA C E FORT ALEZA DF- GO - BA - PI- C E 1.976,3
030 DF BRASÍLIA BA C AMPIN H O DF- GO - MG- BA 1.236,6
040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1.268,2
050 DF BRASÍLIA MG SAN T OS DF- GO - MG- SP 1.106,0
060 DF BRASÍLIA MS FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI DF- GO - MS 1.504,8
070 DF BRASÍLIA MT FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA DF- GO - MT 1.375,6
080 DF BRASÍLIA GO RIBEIRÃO C ASC ALH EIRA DF- GO - MT - RO 625,2
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
101 RN T OUROS RS RIO GRAN DE RN- PB- PE- A L- SE- BA - ES- RJ- SP- PR- SC - RS 4.778,3
104 RN MAC AU AL MAC EIÓ RN- PB- PE- A L 674,4
110 RN AREIA BRAN C A BA EN T RON C AMEN T O BR- 324/ 420(B) RN- PB- PE- A L- BA 1.064,6
116 C E FORT ALEZA RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI C E- PB- PE- BA - MG- RJ- SP- PR- SC - RS 4.700,8
120 MG ARAÇ UAÍ MG PON T A DO FORN O MG- RJ 988,2
122 C E C H ORÓZIN H O MG MON T ES C LAROS C E- PE- BA - MG 1.907,9
135 MA SÃO LUÍS MG AN EL RODOV IÁRIO BELO H ORIZON T E MA - PI- BA - MG 2.582,3
146 MG PAT OS DE MIN AS MG BRAGAN Ç A PAULIST A MG- SP 788,0
153 PA MARABÁ RS EN T RON C AMEN T O BR- 473 AC EGUÁ PA - T O - GO - MG- SP- PR- SC - RS 3.604,5
154 GO IT UMBIARA MG LIN S GO - MG- SP 526,1
155 PA REDEN Ç ÃO PA MARABÁ PA 343,9
156 AP C AC H OEIRA DO SAN T O AN T ÔN IO AP PON T E IN T ERN AC ION AL A P 822,9
158 PA ALT AMIRA RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PA - MT - GO - MS- SP- PR- SC - RS 4.179,3
163 SC T EN EN T E PORT ELA PA FRON T EIRA C OM O SURIN AME RS- SC - PR- MS- MT - PA 4.522,7
174 MT PORT O SAN T O AN T ÔN IO DAS LEN DAS RR FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA MT - RO - A M- RR 3.279,5
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
210 AP MAC APÁ AM FRON T EIRA C OM A C OLÔMBIA A P- PA - RR- A M 2.459,4
222 C E FORT ALEZA PA MARABÁ C E- PI- MA - PA 1.845,3
226 RN N AT AL T O EN T RON C AMEN T O BR- 153 RN- C E- PI- MA - T O 1.764,0
230 PB C ABEDELO AM BEN JAMIN C ON ST AN T PB- PE- PI- MA - T O - PA - A M 5.045,5
232 PE REC IFE PE PARN AMIRIM PE 563,7
235 SE ARAC AJU T O C AC H IMBO SE- BA - PE- PI- PA 2.292,8
242 BA EN T RON C AMEN T O BR- 324 SALV ADOR MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 SORRISO BA - T O - MT 2.393,1
251 BA ILH ÉUS MT EN T RON C AMEN T O BR- 163 C UIABÁ BA - MG- GO - DF- MT 2.528,9
259 ES JOÃO N EIV A MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 ES- MG 702,5
262 ES V IT ÓRIA MS C ORUMBÁ ES- MG- SP- MS 2.383,2
265 MG EN T RON C AMEN T O BR- 116 MG EN T RON C AMEN T O BR- 153 MG- SP 925,5
267 MG LEOPOLDIN A MS PORT O MURT IN H O MG- SP- MS 1.924,3
272 PR EN T RON C AMEN T O BR- 116 SÃO PAULO PR GUAÍRA SP- PR 909,0
277 PR PARAN AGUÁ PR FRON T EIRA BRASIL/ PARAGUAI PR 798,8
280 SC PORT O SÃO FRAN C ISC O DO SUL PR FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC - PR 660,5
282 SC FLORIAN ÓPOLIS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 688,6
283 SC C AMPOS N OV OS SC FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A SC 343,8
285 SC ARARAN GUÁ RS SÃO BORJA SC - RS 749,9
287 RS EN T RON C AMEN T O BR- 470 RS SÃO BORJA RS 536,8
290 RS OSÓRIO RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 728,8
293 RS PELOT AS RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 539,8
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
304 C E BOQUEIRÃO DO C ESÁRIO RN N AT AL C E- RN 418,4
307 AM MAREC H AL T AUMAT URGO AM FRON T EIRA BRASIL/ V EN EZUELA A C - A M 1.741,8
308 PA BELÉM PA ALC ÂN T ARA PA - MA 636,3
316 PA BELÉM AL MAC EIÓ PA - MA - PI- PE- A L 2.066,3
317 AM LÁBREA AC ASSIS BRASIL A M- A C 945,2
319 AM EN T ROC AMEN T O BR- 174 MAN AUS RO PORT O V ELH O A M- RO 917,9
324 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230 BA SALV ADOR MA - PI- BA 1.278,9
330 PI EN T RON C AMEN T O BR- 230/ 324 BA UBAIT ABA MA - PI- BA 1.493,5
342 BA C ARIN H AN H A ES LIN H ARES BA - MG- ES 958,7
343 PI LUÍS C ORREIA PI BERT OLÍN IA PI 742,8
349 SE ARAC AJU GO POSSE SE- BA - GO 1.228,7
352 GO EN T ROC AMEN T O BR- 153 MG PARÁ DE MIN AS GO - MG 799,2
354 MG EN T ROC AMEN T O BR- 040/ 050/ 457 RJ EN GEN H EIRO PASSOS GO - MG- RJ 862,7
356 MG BELO H ORIZON T E RJ SÃO JOÃO DA BARRA MG- RJ 492,1
359 MS DIV ISA GOIÁS/ MAT O GROSSO DO SUL MS C ORUMBÁ GO - MS 657,4
361 PB PAT OS PB SALGUEIRO PB- PE 259,3
363 PE BAIA DE SAN T O AN T ÔN IO PE BAÍA DE SUEST E PE 13,6
364 MG LIMEIRA AC FRON T EIRA BRASIL/ PERU SP- MG- GO - MT - RO - A C 4.419,4
365 MG MON T ES C LAROS MG DIV ISA MIN AS GERAIS/ GOIÁS MG 869,9
367 BA SAN T A C RUZ DE C ABRÁLIA MG GOUV EIA BA - MG 826,3
369 MG OLIV EIRA PR C ASC AV EL MG- SP- PR 1.228,0
373 PR LIMEIRA PR BARRAC ÃO SP- PR 962,1
374 SP PRESIDEN T E V EN C ESLAU SP SÃO PAULO SP 600,1
376 MS DOURADOS SC GARUV A MS- PR- SC 1.033,1
377 RS C ARAZIN H O RS QUARAÍ RS 524,1
381 ES SÃO MAT EUS SP SÃO PAULO ES- MG- SP 1.325,2
383 MG C ON SELH EIRO LAFAIET E SP UBAT UBA MG- SP 583,8
386 RS SÃO MIGUEL D'OEST E RS PORT O ALEGRE SC - RS 531,3
392 RS RIO GRAN DE RS PORT O XAV IER RS 738,6
393 ES C AC H OEIRA DO IT APEMIRIM RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 ES- RJ 440,2
BR U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
401 RR BOA V IST A RR N ORMAN DIA RR 202,9
402 MA BAC ABEIRA C E UMIRIM MA - PI- C E 717,1
403 C E AC ARAÚ C E C RAT EÚS C E 336,6
404 PI PIRIPIRI C E IC Ó PI- C E 489,5
405 RN MOSSORÓ PB MARIZÓPOLIS RN- PB 252,2
406 RN MAC AU RN PON T E PRESIDEN T E C OST A E SILV A RN 176,2
407 PI PIRIPIRI BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A PI- PE- BA 1.535,6
408 PB C AMPIN A GRAN DE PE EN T RON C AMEN T O BR- 232 PB- PE 189,6
409 AC FEIJÓ AC SAN T A ROSA DO PURUS A C 152,0
410 BA RIBEIRA DO POMBAL BA T UC AN O BA 35,8
411 AM EN T RON C AMEN T O BR- 307 AM FRON T EIRA BRASIL/ C OLÔMBIA A M 85,0
412 PB FARIN H A PB MON T EIRO PB 145,7
413 AM EN T RON C AMEN T O BR- 174 AM N ORMAN DIA A M 40,0
414 GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO FRON T EIRA C OM A GUIAN A GO 439,6
415 BA ILH ÉUS BA V IT ÓRIA DA C ON QUIST A BA 212,8
416 AL N OV O LIN O AL SÃO JOSÉ DA LAGE A L 64,7
417 PA AFUÁ PA PON T A DE PEDRAS PA 235,0
418 BA C ARAV ELAS MG T EÓFILO OT ON I BA - MG 302,2
419 MS EN T RON C AMEN T O BR- 163 MS JARDIM MT 381,4
420 BA EN T RON C AMEN T O BR- 110 BA EN T RON C AMEN T O BR- 116/ BA- 250(B) BA 349,4
421 RO ARIQUEMES RO GUAJARÁ- MIRIM RO 388,1
422 PA EN T RON C AMEN T O BR- 230 PA LIMOEIRO DO AJURÁ PA 336,0
423 PE C ARUARÚ BA JUAZEIRO PE- A L- BA 577,2
424 PE ARC OV ERDE AL MAC EIÓ PE- A L 265,8
425 RO ABUN Ã RO FRON T EIRA BRASIL/ BOLIV IA RO 148,1
426 PB EN T RON C AMEN T O BR- 203 PB EN T RON C AMEN T O BR- 323 PB- PE 200,1
427 RN C URRAIS N OV OS PB POMBAL RN- PB 213,3
428 PE EN T RON C AMEN T O BR- 116/ 316(A) PE PET ROLIN A PE 197,6
429 RO JI- PARAN Á RO FRON T EIRA BRASIL/BOLÍV IA RO 380,2
430 BA BARREIRAS BA C AT IT É BA 432,0
431 RR JUN DIÁ RR SAN T A MARIA DO BOIAÇ U RR 125,0
432 RR N OV O PARAISO RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR 214,6
433 RR EN T RON C AMEN T O BR- 401 RR EN T RON C AMEN T O BR- 174 RR 180,5
434 PB UIRAÚN A PB DIV ISA PARAÍBA/ C EARÁ PB- C E 75,7
435 RO V ILH EN A RO PIMEN T EIRAS D´ OEST E RO 175,3
436 MS APAREC IDA DO T ABOADO MS DIV ISA MAT O GROSSO DO SUL/ SÃO PAULOMS/ SP 18,1
437 RN JUC URÍ C E EN T RON C AMEN T O BR- 116/ C E- 266 RN- C E 80,5
438 RS EN T RON C AMEN T O BR- 285 SC EN T RON C AMEN T O BR- 282 RS- SC 161,0
439 MG PEDRO C AN ÁRIO ES N AN UQUE ES- BA - MG 78,6
440 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG JUIZ DE FORA MG 9,0
447 ES PORT O DE V IT ÓRIA ES EN T ROC AMEN T O BR- 262 ES 15,3
448 RS EN T RON C AMEN T O BR- 116/ RS- 118 RS EN T RON C AMEN T O BR- 290 RS 22,3
450 DF EN T RON C AMEN T O BR- 010/ 020/ 030 DF EN T RON C AMEN T O BR- 040/ 050 DF 36,8
451 MG EN T RON C AMEN T O BR- 135 MG C ON T ORN O GOV ERN ADOR V ALADARESMG 429,1
452 GO RIO V ERDE MG ARAXÁ GO - MG 510,0
453 RS LAJEADO RS T ORRES RS 310,2
454 MS EN T RON C AMEN T O BR- 262 MS DIV ISA BRASIL/ BOLÍV IA MT 71,0
455 MG UBERLÂN DIA MG PLAN URA MG 169,0
456 SP N H AN DEARA SP MAT ÃO SP 218,2
457 GO C RIST ALIN A GO EN T RON C AMEN T O BR- 153 GO 246,3
458 MG EN T RON C AMEN T O BR- 259 MG IPAT IN GA MG 148,8
459 MG POÇ OS DE C ALDAS RJ PARAT Y MG- SP- RJ 399,4
460 MG EN T RON C AMEN T O BR- 267 MG EN T RON C AMEN T O BR- 354 MG 84,3
461 MG H IDROELÉT RIC A ÁGUA V ERMELH A MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG 118,6
462 MG EN T RON C AMEN T O BR- 365 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 MG 98,8
463 MS DOURADOS MS PON T A PORÃ MS 112,5
464 MG IT UIUT ABA MG EN T RON C AMEN T O BR- 146 MG 497,8
465 RJ EN T RON C AMEN T O BR- 116 RJ SAN T A C RUZ RJ 32,2
466 PR APUC ARAN A PR PORT O UN IÃO PR/ SC 435,4
467 PR PORT O MEN DES PR C ASC AV EL PR 118,2
468 RS PALMEIRA DAS MISSÕES RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 142,2
469 PR EN T ROC AMEN T O BR- 277 PR C AT ARAT AS DO IGUAÇ U PR 35,1
470 SC N AV EGAN T ES RS C AMAQUÃ SC - RS 834,1
471 RS SOLEDADE RS C H UÍ RS 680,3
472 RS FREDERIC O WEST PH ALEN RS FRON T EIRA BRASIL/ URUGUAI RS 656,6
473 RS SÃO GABRIEL RS SARAN DI RS 392,8
474 MG AIMORÉS MG C ARAT IN GA MG 160,5
475 SC LAGES SC T UBARÃO SC 199,6
476 PR APIAÍ PR PORT O UN IÃO SP- PR/ SC 400,6
477 SC EN T RON C AMEN T O BR- 280 SC BLUMEN AU SC 208,6
478 SP JUQUIÁ SP EN T RON C AMEN T O BR- 116(B) SP 322,2
479 MG JAN UÁRIA DF BRASÍLIA MG- GO - DF 477,1
480 PR PAT O BRAN C O SC EREC H IM PR- SC - RS 265,4
481 RS C RUZ ALT A RS N OV O C ABRAIS RS 175,2
482 ES SAFRA MG C ON SELH EIRO LAFAIET E ES- MG 419,3
483 GO EN T RON C AMEN T O BR- 153/ 154(A)/ 452(A) MS PARAN AÍBA GO - MS 333,1
484 ES C OLAT IN A RJ IT APERUN A ES- RJ 341,9
485 RJ IT AT IAIA MG GARGAN T A DO REGIST RO RJ- MG 51,4
486 SC IT AJAÍ SC BOM RET IRO SC 167,1
487 MS PORT O FELIC IDADE PR PON T A GROSSA MS- PR 654,8
488 SP APAREC IDA SP APAREC IDA SP 6,0
489 BA PRADO BA IT AMARAJÚ BA 51,5
490 GO C AMPO ALEGRE DE GOIÁS GO MORRIN H OS GO 175,8
491 MG SÃO SEBAST IÃO DO PARAÍSO MG EN T RON C AMEN T O BR- 381/ MG- 167(B) MG 264,1
492 RJ MORRO DO C OC O RJ MAÇ AMBARÁ RJ 390,5
493 RJ MAN ILH A RJ PORT O DE IT AGUAÍ RJ 123,7
494 MG EN T RON C AMEN T O BR- 262 RJ AN GRA DOS REIS MG- RJ 532,2
495 RJ T ERESÓPOLIS RJ IT AIPAV A RJ 31,2
496 MG PIRAPORA MG C ORIN T O MG 135,7
497 MG UBERLÂN DIA MS PARAN AÍBA MG- MS 361,1
498 BA MON T E PASC OAL BA EN T RON C AMEN T O BR- 101 BA 14,2
499 MG EN T RON C AMEN T O BR- 040 MG C ABAN GU MG 20,8
R O D O V I A S D E L I G A Ç Ã O
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S R O D O V IA S D O S IS T E M A R O D O V IÁ R IO F E D E R A L
R O D O V I A S R A D I A I S
R O D O V I A S T R A N S V E R S A I S
R O D O V I A S D I A G O N A I S
R O D O V I A S L O N G I T U D I N A I S
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Amaz onas Foz - Benjamin C ons tant 3 .108
N egro Manaus - C ucuí 1 .210
Branco Foz - C onfluência Urariquera/ T acutu 577
Juruá Foz - C ruz eiro do Sul 3 .489
T arauacá Foz - T arauacá 660
Embira Foz - Feijó 194
Javari 510
Japurá Foz - V ila Bittencourt 721
Içá Foz - Ipiranga 368
Purus Foz - Sena Madureira (no Rio Iaco) 2 .846
Acre Foz - Bras iléia 796
Madeira Foz - C onfluência Mamoré/ Beni 1 .546
Guaporé Foz - Pontes e Lacerda 1.180
T apajós C onfluência dos rios Juruena e T eles Pires - Foz do rio Amaz onas 815
T eles Pires Sopé da C achoeira Os car Miranda (Município de Sinop- MT ) - C onfluência com o rio Juruena 725
Juruena 11º 05 ’ de latitude Sul para jus ante - C onfluência com o rio T eles Pires 550
Xingu Porto Moz - Altamira (Belo Monte) 298
T ocantins Belém - Peix e 1.731
Araguaia Foz - Balis a 1 .800
Mamoré Foz - C onfluência Guaporé 225
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Mearim Foz - Barra do C orda 470
Grajaú Foz - Grajaú 500
Pindaré Foz - Pindaré Mirim 110
Itapicuru Foz - C olinas 565
Parnaíba Foz - Santa Filomena 1.176
Bals as Foz - Bals as 225
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
São Francis co Foz - Piranhas 208
C achoeira de Itaparica - Porto Real (Iguatama) 2 .207
Paracatu Foz - Buriti 284
V elhas Foz - Sabará 659
Paraopeba Foz - Flores tal 240
Grande Foz - Barreiras 358
Preto Foz - Ibipetuba 125
C orrente Foz - Santa Maria da V itória 95
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Doce Foz - Ipatinga 410
Paraíba do Sul Foz - Jacareí 670
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Ribeira do Iguapé Foz - Regis tro 70
Jacuí Foz - Dona Francis ca 370
T aquarí Foz - Mus s um 205
C aí Foz - São Sebas tião do C aí 93
Sinos Foz - Paciência 47
Gravataí Foz - Gravataí 12
Jaguarão Foz - Jaguarão 32
C amaquã Foz - São Jos é do Patrocínio 120
C anais Lacus tres e Lagoa Mirim Pelotas - Santa Maria do Palmar 180
Lagoa dos Patos Porto Alegre - Rio Grande 230
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Paraguai Foz do Apa - C áceres 1 .323
C uiabá- São Lourenço Foz - Ros ário do Oes te 785
T aquari Foz - C ox im 430
Miranda Foz - Miranda 255
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v e g á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Paraná Foz do Iguaçu - C onfluência Paranaíba/ Grande 808
Paranapanema Foz - Salto Grande 421
T ietê Foz - Mogi das C ruz es 1 .010
Pardo Foz - Porto da Barra 170
Ivinheima Foz - C onfluência Brilhante 270
Brilhante Foz - Porto Brilhante 67
Inhanduí Foz - Porto T upi 79
Paranaíba Foz - Es cada Grande 787
Iguaçu Foz - C uritiba 1.020
Piracicaba Foz - Paulínia 160
R i o Po n t o s e x t r e m o s d o s t r e c h o s n a v eg á v e i s E x t e n s ã o ( k m )
Uruguai Barra do Quaraí - Iraí 840
Ibicuí Foz - C onfluência Santa Maria 360
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S H ID R O V IA S
BA C I A A M A Z Ô N I C A
BA C I A D O N O R D E S T E
BA C I A D O S Ã O F R A N C I S C O
BA C I A D O S U D E S T E
BA C I A D O L E S T E
BA C I A D O PA R A N Á
BA C I A D O U R U G U A I
BA C I A D O PA R A G U A I
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
025 DF BRASÍLIA BA SALV ADOR DF- GO - MG- BA 1.594
040 DF BRASÍLIA RJ RIO DE JAN EIRO DF- GO - MG- RJ 1 .501
045 DF BRASÍLIA RJ AN GRA DOS REIS DF- GO - MG- RJ 1 .493
050 DF BRASÍLIA SP SAN T OS DF- GO - MG- SP 1 .416
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
101 RN N AT AL BA SALV ADOR RN- PB- PE- A L- SE- BA 1.381
102 ES V IT ÓRIA ES C AC H OEIRO DO IT APEMIRIM ES 157103 ES V IT ÓRIA RJ N IT ERÓI ES- RJ 594
105 RJ RIO DE JAN EIRO SP SÃO PAULO RJ- SP 499
116 C E FORT ALEZA SC JAGUARÃO C E- PE- BA - MG- SP- PR- SC 5 .381
151 PA BELÉM SP PAN ORAMA PA - MA - T O - GO - MS- SP 2 .760
153 PR MARQUES DOS REIS RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O PR- SC - RS 1 .791
170 PA SAN T ARÉM MT C UIABÁ PA - MT 1.510
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
222 RJ RIO DE JAN EIRO SP C AMPIN AS RJ- SP 550
225 PB C ABEDELO MA IT AQUI PB- C E- PI- MA 1.587
232 PE REC IFE MA EST REIT O PE- PI- MA 1.770
262 ES V IT ÓRIA MG GRAÇ AS DE MIN AS ES- MG 1.007
265 SP SAN T OS MS FRON T EIRA BRASIL/ BOLÍV IA SP- MS 1.830
267 SP PAN ORAMA MS PORT O MURT IN H O SP- MS 750
270 SP RUBIÃO JÚN IOR MS PON T A PORÃ SP- MS 792
277 PR PARAN AGUÁ PR FOZ DO IGUAÇ Ú PR 834
278 PR PARAN AGUÁ PR PIN H AIS PR 100
280 SC H ERV AL D'OEST E SC IT AJAÍ SC 330
290 RS PORT O ALEGRE RS FRON T EIRA BRASIL/ ARGEN T IN A RS 712
293 RS RIO GRAN DE RS SAN T AN A DO LIV RAMEN T O RS 475
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
315 MA BAÍA DE SÃO MARC OS PA C ARAJÁS MA - PA 850
333 MG BELO H ORIZON T E PR C URIT IBA MG- SP- PR 1 .150
334 BA ILH ÉUS MT LUC AS DO RIO V ERDE BA - T O - MT 2.675
338 BA EN T RON C AMEN T O EF116 T O EN T RON C AMEN T O FERROV IA N ORT E- SUL BA - T O 885
354 RJ MURIAÉ AC BOQUEIRÃO DA ESPERAN Ç A RJ- MG- GO - DF- MT - RO - A C 4.400
364 SP SAN T OS MT C UIABÁ SP- MS- MT 1.724
366 SP PAN ORAMA SP IT IRAPIN A SP 535
369 SP OURIN H OS PR PORT O MEN DES SP- PR 683
370 PA BELÉM PI T ERESIN A PA - MA - PI 850
E F U F I n í c i o U F F i n a l U n i d a d e s d a F e d e r a ç ã o E x t e n s ã o ( k m )
401 AP SERRA DO N AV IO AP PORT O SAN T AN A A P 194
404 PI LUÍS C ORREIA PI EN T RON C AMEN T O EF225 PI 310
405 C E FORT ALEZA C E C RAT ÉUS C E 442
410 RN EN T RON C AMEN T O EF415 PB SOUZA RN- PB 320
411 PE PARN AMIRIM PE PET ROLIN A PE 192
415 RN MAC AU RN EN T RON C AMEN T O EF101 RN 235
416 PE SUAPE PE MOREN O PE 48
418 PE RIBEIRÃO PE BARREIROS PE 56
420 AL EN T RON C AMEN T O EF101 AL MAC EIÓ A L 75
430 BA EN T RON C AMEN T O EF116 BA SÃO FRAN C ISC O BA 317
431 BA C AMAÇ ARI BA ARAÚJO LIMA BA 22
432 BA PÓLO PET ROQUÍMIC O C AMAÇ ARIBA PORT O DE ARAT U BA 35
445 BA C AMPIN H O BA EN T RON C AMEN T O EF025 BA 364
446 BA ILH ÉUS BA UBAIT ABA BA 65
451 SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC IMBIT UBA SC 270
452 GO GOIÂN IA GO RON C ADOR GO 225
455 MG DIAMAN T IN A MG GOV ERN ADOR V ALADARES MG 240
457 MG SÃO PEDRO MG UBERABA MG 273
458 MG IT ABIRA MG EN T RON C AMEN T O EF262 MG 36
459 MG C APIT ÃO EDUARDO MG JOAQUIM MURT IN H O MG 103
460 RJ T RÊS RIOS RJ RIO DE JAN EIRO RJ 181
461 MG PON T E N OV A MG MIGUEL BURN IER MG 146
462 MG C OST A LAC ERDA MG FÁBRIC A MG 109
463 MG IPAT IN GA RJ T RÊS RIOS MG- RJ 471
464 MG AURELIAN O MOURÃO MG AN T ON IO C ARLOS MG 202
465 SP C OLÔMBIA SP ARARAQUARA SP 253
466 SP PASSOS SP EN T RON C AMEN T O EF465 SP 281
468 SP PRESIDEN T E EPIT ÁC IO SP PRESIDEN T E PRUDEN T E SP 104
469 MT IN DUSBRASIL MT PON T A PORÃ MT 304
470 MG T RÊS C ORAÇ ÕES SP C RUZEIRO MG- SP 170
471 MG EN T RON C AMEN T O EF116 SP MOGI MIRIM MG- SP 220
472 RJ V ISC ON DE DE IT ABORAÍ RJ SÃO BEN T O RJ 48
473 RJ JAPERI RJ T ERMIN AL MARÍT IMO SAN T A C RUZ RJ 32
474 RJ H ON ÓRIO GURGEL RJ AN GRA DOS REIS RJ 112
478 SP EN T RON C AMEN T O EF479 SP EV AN GELIST A DE SOUZA SP 33
479 SP JURUBAT UBA SP JURUBAT UBA SP 140
480 SP MAYRIN C SP SÃO SEBAST IÃO SP 230
481 PR APUC ARAN A PR PON T A GROSSA PR 339
482 PR EN T RON C AMEN T O EF481 PR EN T RON C AMEN T O EF116 PR 171
483 PR IPIRAN GA PR GUARAPUAV A PR 150
484 PR MARAC AJU MS C ASC AV EL PR- MS 500
485 SC PORT O UN IÃO SC SÃO FRAN C ISC O DO SUL SC 460
486 RS IJUÍ PR PORT O UN IÃO RS- SC - PR 600
487 SC IT AJAÍ SC V ALE DO RIO DO PEIXE SC 450
488 SC IMBIT UBA SC T REV ISO SC 138
489 SC LAURO MULLER SC T UBARÃO SC 57
490 SC ESPLAN ADA SC RIO DESERT O SC 33
491 RS PASSO FUN DO RS ROC A SALES RS 152
492 RS C AXIAS DO SUL RS EN T RON C AMEN T O EF116 RS 114
493 RS SAN T A ROSA RS C RUZ ALT A RS 181
494 RS SAN T O ÂN GELO RS SAN T IAGO RS 224
495 RS SÃO BORJA RS DILERMAN DO DE AGUIAR RS 302
497 RS C AC EQUI RS SÃO SEBAST IÃO RS 169
498 PR FOZ DO IGUAÇ Ú SC SÃO MIGUEL DO OEST E PR- SC 220
499 SC SÃO MIGUEL DO OEST E SC LAJES SC 330
500 SC PON T E ALT A SC C URIT IBAN OS SC 30
F E R R O V I A S D E L I G A Ç Ã O
R E L A Ç Ã O D E S C R IT IV A D A S F E R R O V IA S
F E R R O V I A S R A D I A I S
F E R R O V I A S L O N G I T U D I N A I S
F E R R O V I A S T R A N S V E R S A I S
F E R R O V I A S D I A G O N A I S
RODOVIA FEDERAL
Planejada
Leito Natural
Implantada
Pavimentada Concessão/Convênio
Pavimentada
Duplicada Concessão/Convênio
Duplicada
Implantada Convênio
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86
GEOGRAFIA
a) Ao observar o mapa rodoviário do Brasil, onde observamos a maior concentração de ro-
dovias em nosso país?
b) No estado de São Paulo, as principais rodovias se encontram em que município?
c) Em sua opinião, o que o encontro dessas rodovias no lugar onde se localiza o município de 
São Paulo indica?
4 Você sabia que cada rodovia é identificada por um código? Quando vemos a sigla BR na 
rodovia significa que ela é uma rodovia federal, e quando vemos a sigla SP significa que a 
rodovia é estadual. Cada trecho das rodovias recebe um nome. Conheça o nome das rodovias 
quando passam pela Cidade de São Paulo:
 y BR 381 – Fernão Dias
 y BR 116 – Regis Bittencourt
 y SP 019 – Hélio Smidt
 y SP 348 – Rod. Dos Bandeirantes
 y SP 330 – Rod. Anhanguera
 y SP 280 – Rod. Presidente Castelo Branco
 y SP 270 – Rod. Raposo Tavares
 y SP 070 – Ayrton Senna da Silva
 y SP 150 – Rod. Anchieta
 y SP 160 – Rod. Dos Imigrantes
 y SP 021 – Rodoanel Mário Covas
Agora observe mais de perto por onde passam essas rodovias na Cidade de São Paulo e 
conheça cada uma delas:
87
4º ANO
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a) Quais rodovias federais passam pelo município de São Paulo?
b) Quais dessas rodovias você já utilizou ou já ouviu falar?
c) Quais rodovias são próximas ao seu bairro?
d) Qual é a importância das rodovias para que seja possível receber mercadorias de outros 
lugares para abastecer a Cidade de São Paulo?
88
GEOGRAFIA
 
RODA DE CONVERSA
Releia o trecho da história 
“O zé escolheu ser turista,
Mas isso não é profissão.
Melhor viajar nas férias,
Ou pilotar avião.”
Quando eu crescer de Ana Maria Machado, 
com ilustrações de Maria José Arce, editora Moderna.
Você já ouviu falar em leis trabalhistas? As leis trabalhistas fazem parte de um conjunto de re-
gras e normas presentes na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A CLT é a responsável 
por definir regras, direitos e deveres que regem as relações entre empregadores e empregados 
no Brasil.
Esse documento surgiu em 1943, como uma necessidade de regular as questões trabalhistas 
em uma sociedade que fazia a transição entre uma economia essencialmente agrária para uma 
industrial.
Desde sua criação, a CLT já sofreu inúmeras mudanças no sentido de adequá-la às condições 
do mercado de trabalho. Algumas dessas mudanças foram positivas; outras, no entanto, trou-
xeram retrocesso.
As férias remuneradas são um direito do trabalhador, garantido pela CLT, mas, para isso, a 
pessoa deverá ser um trabalhador formal, ou seja, ter registro em carteira, para ter garantido 
seus direitos.
No Brasil, muitos trabalhadores não têm carteira assinada e trabalham em diferentes ativida-
des, mas sem as garantias definidas pela lei. Chamamos esse tipo de trabalho de informal.
 y Converse com sua turma sobre a importância dos direitos trabalhistas.
5 Faça uma lista dos tipos de trabalho que existem em seu bairro e separe em trabalho formal 
e informal.
 y Trabalho formal:89
4º ANO
 y Trabalho informal: 
 VAMOS PESQUISAR!
Escolha um produto industrializado que você usa ou consome em seu cotidiano, faça uma pes-
quisa para conhecer todas as etapas pelas quais esse produto passou até chegar a você. Consi-
dere a produção ou extração das matérias-primas que o compõem, o transporte até a indústria, 
depois a distribuição para a rede varejista e o local de consumo.
1) Faça desenhos para representar essa cadeia produtiva e de distribuição.
90
GEOGRAFIA
 
ATIVIDADE PRÁTICA
Que tal descobrir de onde vêm os alimentos que compramos nas feiras livres? Faça entrevistas 
para investigar a origem dos alimentos comercializados nas feiras livres de São Paulo.
1) Organize-se em trios e escolha um alimento comercializado na feira livre de seu bairro. 
Escreva abaixo:
2) Elabore perguntas que ajudem a descobrir a origem desse alimento, numere-as e regis-
tre abaixo.
 
91
4º ANO
 
3) Em campo, faça perguntas aos trabalhadores das bancas que comercializam esse alimento, 
registre as respostas abaixo, numerando-as de acordo com as questões.
 
92
GEOGRAFIA
 
4) Converse com seus colegas para saber o que os demais grupos descobriram.
93
4º ANO
5) Construa uma tabela para mostrar os alimentos que vêm diretamente de seu local de produ-
ção e os que passam por centros de distribuição.
Produto Diretamente 
do produtor
Centro de 
distribuição
 
94
GEOGRAFIA
6) Faça pesquisas em mapas para localizar os municípios produtores e elabore um croqui para 
representar o local de origem e de consumo desses produtos.
95
4º ANO
7) Quais são as diferenças entre os trabalhos realizados no campo e na cidade que são envolvidos 
no processo investigado, ou seja, desde a produção do alimento no campo até o consumidor 
que vai à feira para comprar o alimento?
 
96
GEOGRAFIA
ANOTAÇÕES
 
PROJETO GRÁFICO
Centro de Multimeios - CM
Ana Rita da Costa - Diretora
Núcleo de Criação e Arte
Aline Frederick Santos
Angélica Dadario
Cassiana Paula Cominato
Fernanda Gomes Pacelli
Marcos Roberto da Silva Moreira
Simone Porfirio Mascarenhastodo o território, que hoje 
conhecemos como Brasil.
Com o passar do tempo, as paisagens da Cidade de 
São Paulo foram sendo transformadas e hoje mostram 
uma enorme variedade, que está relacionada à 
diversidade cultural, resultado da ocupação da cidade 
por pessoas de diferentes origens, que vieram para cá 
ao longo de sua história.
Isso fez de São Paulo uma cidade multicultural, com 
uma imensa diversidade de etnias, crenças religiosas, 
festas e sabores. Mostrando em suas paisagens 
a influência indígena, europeia, afrodescendente, 
asiática e com influência cultural de pessoas de todos 
os estados brasileiros.
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2.
LÍNGUA PORTUGUESA
7
4º ANO
7
Capela de São Miguel Arcanjo, construída no ano de 1622, 
bairro de São Miguel Paulista, São Paulo.
8
GEOGRAFIA
ATIVIDADE 1 – A ATIVIDADE 1 – A cultura nos bairros cultura nos bairros 
 
RODA DE CONVERSA
Observe novamente a imagem do bairro de São Miguel Paulista, leia o texto que conta um pouco 
sobre a história do bairro e converse com seus colegas.
A primeira denominação do bairro foi Aldeia de Ururaí, palavra usada por indígenas guaia-
naz, em referência ao rio Tietê. Naquelas terras, em 1560, o padre Anchieta reencontrou um 
grupo de guaianaz, que havia abandonado as imediações do colégio jesuíta de São Paulo. Uma 
capelinha foi erguida para marcar a presença cristã na aldeia e também para dar sequência à ca-
tequização dos indígenas. A construção levou o nome do arcanjo de devoção de Anchieta. Era o 
início da história de São Miguel Paulista. Em 1622, a pequena igreja foi substituída pela Capela, 
tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional no ano de 1938. 
A história de São Miguel Paulista, bairro no extremo leste da cidade, passa pela praça que, 
oficialmente, tem nome de um religioso, e, popularmente, de um estilo musical brasileiro. É a Pra-
ça Padre Aleixo Monteiro Mafra, mais conhecida como Praça do Forró. Além de conter a Capela 
de São Miguel Arcanjo, reconstrução da igrejinha que foi o marco do bairro em 1560, a Praça 
também foi palco de muitos shows nas últimas décadas e de manifestações do Movimento Popu-
lar de Arte de São Miguel Paulista. [...]
[...] A infraestrutura viária começou a melhorar, com a chegada do paralelepípedo, por 
volta de 1952. O asfalto viria anos mais tarde. Mesmo assim, a região ainda dispõe de ruas de 
terra. Porém, apenas este semestre, foram pavimentadas 19 ruas e concluiu-se o asfaltamento 
de outras 20. 
O distrito de São Miguel abriga o Hospital Municipal Tide Setúbal, o Hospital Dia Saúde 
Mental, dois dos cinco telecentros da região e o Centro de Referência da Criança e do Adolescen-
te, inaugurado em agosto para acolher crianças e adolescentes em situações de risco ou de rua.
O centro de São Miguel, nos arredores da Praça do Forró, é atualmente um importante polo 
comercial e residencial.
Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/ 
bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/raimundodemenezes/index.php?p=5722. (Adaptado).
9
4º ANO
1 Responda a seguir:
a) Como vocês imaginam que tenha sido o contato dos europeus com os povos indígenas que 
viviam no lugar onde hoje é a Cidade de São Paulo?
 
b) Vocês acham que os rios da cidade, como o rio Tietê, eram importantes para os povos que 
viviam aqui? Por quê?
c) Existem até hoje marcas na paisagem do bairro de São Miguel Paulista que foram criadas 
no início de sua ocupação pelos não indígenas?
d) Quais são suas hipóteses para explicar o fato de a praça Padre Aleixo Monteiro Mafra ser 
mais conhecida como praça do Forró?
10
GEOGRAFIA
 VAMOS PESQUISAR!
Você já visitou algum museu da Cidade de São Paulo? Você gostou? O que aprendeu?
Muitas pessoas podem até pensar que os museus são lugares onde guardamos objetos antigos. 
No entanto, eles são muito mais do que isso. Os museus são parte integrante da nossa socieda-
de, afinal são neles que guardamos parte de nossa história, da história de outras civilizações, 
de parte da história do desenvolvimento científico e onde podemos ter acesso a diferentes ex-
pressões artísticas.
Que tal realizarmos duas visitas virtuais a dois museus importantes para conhecermos a cultura 
indígena e africana, culturas tão importantes para que possamos conhecer a nossa própria, já 
que a cultura brasileira é resultado da interação desses dois povos com o colonizador europeu?
1) Faça uma visita virtual nos museus:
Museu de Arte Indígena disponível em:
https://www.tourvirtual360.com.br/mai/mai.html
Museu Afro Brasil disponível em: 
https://artsandculture.google.com/partner/museu-afro-brasil
2 Agora responda:
a) O que você achou das visitas?
b) O que chamou mais sua atenção no Museu de Arte Indígena?
11
4º ANO
c) O que chamou mais sua atenção no Museu Afro Brasil?
d) Em sua opinião, qual é a importância desses dois museus?
12
GEOGRAFIA
 
ATIVIDADE PRÁTICA
A cultura indígena é um dos pilares da cultura brasileira. Mas onde estão os indígenas de São Paulo? 
“A ideia usual que a maior parte da população indígena vive em áreas rurais remotas não cor-
responde à realidade. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que em alguns 
países, como Austrália, Canadá, Estados Unidos e Chile, a maior parte da população indígena 
vive em cidades. Em 2000 a população indígena na América Latina era de 30 milhões de pessoas, 
sendo que 12 milhões viviam em áreas urbanas. No Brasil, os dados mais recentes do Censo de 
2010 indicam que a população indígena atingiu 817,9 mil pessoas. Desse total, 36,2% residiam 
na área urbana e 63,8% na rural. No Estado de São Paulo, os dados do Censo de 2010 apontam 
uma população indígena de 37.915 índios vivendo em cidades, o que representa 91% da popula-
ção indígena do estado. Ainda segundo o IBGE, São Paulo é o 4º município com maior população 
indígena (população absoluta) no Brasil: 12.977 indígenas.
A existência de índios nas cidades decorre de duas razões principais: do movimento de migra-
ção das terras de origem para as cidades ou do crescimento das cidades, que acabam alcançando 
as terras indígenas que passam a integrar a área urbana. Em São Paulo, encontramos os dois tipos 
de situação: duas Terras Indígenas Guarani localizadas na zona sul e oeste (Terras Indígenas Jara-
guá e Tenondé Porã), onde vivem 1.711 indígenas. E uma grande população indígena, distribuída 
por diversos bairros da Grande São Paulo, constituída por famílias que migraram de suas terras 
de origem de diversas regiões do país, mas principalmente do Nordeste. São diversas as dificulda-
des enfrentadas pela população indígena em São Paulo. Além dos problemas encontrados pela 
população das periferias de forma geral (como falta de emprego, condições precárias de moradia, 
violência, falta de assistência à saúde), também enfrentam problemas específicos, como a invisi-
bilidade perante a sociedade em geral, a desconsideração do poder público, o questionamento de 
suas identidades étnicas e a falta de um espaço coletivo para suas manifestações culturais.” 
Texto Adaptado: https://cpisp.org.br/povos-indigenas-em-sao-paulo/terras-indigenas/indigenas-na-ci-
dade/ Acesso: 08/10/2024
1) Em grupos, faça uma pesquisa para descobrir:
 y quais são os motivos que fazem com que indígenas saiam de suas terras e migrem 
para a cidade?
13
4º ANO
 y vivendo nas cidades, essas pessoas deixam de ser indígenas? É possível que mantenham 
relações com suas terras de origem? Quais são essas relações?
 
2) Após pesquisas, elabore:
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Terena.
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Guarani e Tupi.
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os Kaigang.
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui-lombo Ivaporunduva.
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui-
lombo Maria Rosa.
 y uma apresentação para mostrar aos demais colegas como vivem os quilombolas no Qui-
lombo Pedro Cubas.
14
GEOGRAFIA
3 Onde estão os territórios indígenas no Estado de São Paulo? Faça uma pesquisa e localize 
os municípios ou a região onde se localizam esses territórios. Elenque abaixo o nome das 
mesorregiões. 
Mesorregiões de São Paulo
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15
4º ANO
4 Na Cidade de São Paulo, podemos identificar diversos elementos na paisagem que evidenciam 
a influência de outras culturas na cultura da cidade. Observe as imagens:
Estátua Índio Pescador, inaugurada em 
1928, está localizada na Praça Osvaldo Cruz, 
bem no começo da Avenida Paulista. Feita em 
bronze fundido, a obra é de autoria de Francisco 
Leopoldo Silva, irmão do primeiro Arcebispo de 
São Paulo, Dom Duarte Leopoldo Silva.
Procissão em homenagem a Xangô, São Paulo. Sinagoga e Museu Judaico, Bela Vista, São Paulo.
Sambódromo onde ocorre o desfile das 
escolas de samba de diversos bairros de São Paulo.
Comércio de produtos orientais, 
bairro da Liberdade, São Paulo
Imagem Índio Pescador: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e4/Indio_Pescador_-_Diagonal.jpg
Imagem Bairro Liberdade: https://www.flickr.com/photos/mcdemoura/860786750 Acesso: 07/10/2024 
Imagem Xangô: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/igualdade_racial/noticias/?p=259296
Imagem Sinagoga: https://es.wikipedia.org/wiki/Sinagoga_Beth-El#/media/Archivo:Sinagoga_Beth_El,_São_Paulo_1.JPG
https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento/noticias/?p=37818
Imagem Anhembi Escola de Samba: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento/noti-
cias/?p=37818
16
GEOGRAFIA
a) Quais culturas estão representadas nas imagens?
b) Quais outros elementos, existentes nas paisagens de São Paulo, estão relacionados às cul-
turas indígena e afro-brasileira?
 
ATIVIDADE PRÁTICA
Tudo o que vemos em nosso bairro conta uma história. A partir da observação atenta das paisa-
gens, podemos descobrir como as pessoas ocupam os espaços, a existência de serviços públicos 
e privados, aspectos relacionados à economia ou ao modo de vida das pessoas que habitam 
os lugares. Em nossas casas, podemos conhecer a história de nossa família, ou seja, conhecer 
aspectos culturais que formam nossa identidade. Que tal elaborar uma exposição para contar 
uma pouco sobre a história das pessoas que vivem com você em sua casa? Assim, podemos co-
nhecer um pouco mais da cultura de nosso bairro e da Cidade de São Paulo.
1) Faça uma pesquisa em sua casa para descobrir a origem de sua família. Pergunte aos adultos 
que vivem com você onde foi que nasceram e onde foi que seus pais e avós nasceram. Comple-
te a tabela com o nome do lugar em que essas pessoas nasceram:
17
4º ANO
Parte Materna
Bisavós
Avós
Mãe
Parte Paterna
Bisavós
Avós
Pai
Eu
2) Com essas informações, elabore, em uma folha avulsa, um croqui para representar os fluxos 
realizados por essas pessoas até chegarem a São Paulo. 
3) Escolha algo de sua casa que você acha que conta um pouco da história das pessoas que vivem 
com você; pode ser um móvel, um objeto, um brinquedo, uma peça de vestuário. Converse 
com um adulto, para compreender o significado desse objeto. Crie uma legenda para esse 
objeto, escrevendo o que ele é, para que serve, como é utilizado por sua família, de onde veio 
e qual é a relação com a cultura das pessoas que vivem com você. Se possível, leve esse objeto 
para a escola para a montagem da exposição. Caso não possa levá-lo, tire uma foto ou faça 
um desenho para representá-lo.
18
GEOGRAFIA
5 Observe seu bairro e procure identificar, em suas paisagens, algum elemento que evidencie 
a influência cultural das pessoas que vivem nesse lugar. Qual foi o elemento que observou? 
Em que endereço se localiza? 
a) Escreva um breve texto com a sua justificativa para a escolha desse elemento.
b) Represente na planta do bairro o elemento presente nele que você selecionou como uma 
referência de influência cultural.
c) Após a exposição, converse com seus colegas sobre o que vocês aprenderam ao realizarem 
a atividade.
19
4º ANO
ATIVIDADE 2 – CATIVIDADE 2 – Como o poder interfere omo o poder interfere 
na construção do espaçona construção do espaço
 
RODA DE CONVERSA
Leia o texto:
Democracia
Democracia é uma palavra muito repetida. Ouvimos em nossa casa, em nossa escola, na rua, 
na televisão. Ouvimos pessoas que a defendem; outras, já cansadas das coisas erradas que acon-
tecem no País, equivocadamente, dizem por aí que é melhor que ela acabe. Mas, afinal de contas, 
o que significa exatamente a palavra democracia? Em 2002, uma pesquisa da Organização das 
Nações Unidas (ONU) feita na América Latina revelou que mais da metade dos entrevistados 
brasileiros não sabiam o que era democracia. Parece incrível, mas é verdade. Tem muita gente que 
fala, fala, mas não sabe muito bem o que é democracia, nem o que ela garante e como funciona. 
Cartilha da Democracia, disponível em: 
http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/plen/pdf/cartilha_eleitormirim_2016.pdf
 y Converse com seus colegas sobre o significado da palavra democracia.
1 Onde você acha que essa palavra surgiu?
2 Quais são suas hipóteses para explicar o porquê de mais de a metade dos brasileiros não 
saberem o que é democracia?
20
GEOGRAFIA
3 Em sua opinião, é importante compreender de que forma nós organizamos o sistema político 
dos países?
4 Leia o texto.
Se é o voto que garante a participação igual para todos os cidadãos, o que é que garante a de-
mocracia entre aqueles que já foram escolhidos representantes e estão no poder? Será que, depois 
de eleitos, eles podem fazer o que quiserem? O filósofo francês Montesquieu concluiu que tudo 
estaria perdido se o mesmo homem, ou o mesmo grupo (de líderes, nobres ou do povo), detivesse 
todos os poderes: o que faz leis (Legislativo), o que executa as resoluções públicas (Executivo) e 
o que julga os crimes ou as desavenças dos particulares (Judiciário). Com isso, ele queria dizer 
que, se em uma sociedade, todos cuidassem de tudo, nada iria funcionar. Por isso, a importância 
da separação dos poderes. O Legislativo, o Executivo e o Judiciário têm poderes distintos, mas 
nenhum é mais forte nem pode mandar no outro. Eles são interdependentes e devem trabalhar de 
forma harmônica e coordenada entre si. Assim, mantém-se um dos princípios fundamentais da 
democracia, que é o compartilhamento do poder. Numa democracia legítima, ninguém é o dono 
da bola, ninguém manda e desmanda sem limites. 
Fonte: http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/plen/pdf/cartilha_eleitormirim_2016.pdf
Observe a função de cada poder:
Poder Legislativo: discute e elabora as leis que vão reger o País. Em nível federal, o Poder 
Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional em suas duas Casas: Câmara dos Deputados 
e Senado Federal. Nos estados, há as Assembleias Legislativas, e nos municípios, as Câmaras 
Municipais. No Distrito Federal, temos a Câmara Legislativa. 
Poder Executivo: coloca em prática as leis e os projetos. É exercido pelo presidente da 
República, pelos governadores e prefeitos. 
Poder Judiciário: julga se as leis estão sendo corretamente aplicadas. Exercido pelos 
Tribunais e juízes.
21
4º ANO
a) Faça uma pesquisa e escreva o nome das pessoas que estão exercendo o poder no lugar em 
que você vive:
Poder executivo
 y Presidente da República: 
 y Governador do Estado de São Paulo: 
 y Prefeito do Município de São Paulo: 
 VAMOS PESQUISAR!
1) Além da representatividade cedida pelo nosso voto, há situações emque cada cidadão vota di-
retamente sobre um assunto. Para isso, usamos os plebiscitos ou referendos. Faça uma pesquisa 
para entender a diferença entre um referendo e um plebiscito e registre o que você descobriu.
 
22
GEOGRAFIA
2) Faça uma visita virtual na Câmara Municipal de São Paulo para conhecer um pouco o trabalho 
dos Deputados e escreva sobre suas observações. O que você achou de conhecer a Câmara 
Municipal de São Paulo? Disponível: https://www.saopaulo.sp.leg.br/institucional/visita-virtual/
 
3) As pessoas que elegemos, por meio do voto, devem representar os nossos interesses. Pense nas 
coisas que precisam ser melhoradas no lugar em que você vive. Agora escreva uma apresenta-
ção sua, imaginando que você irá se candidatar ao cargo de prefeito da Cidade de São Paulo. 
Quais seriam suas propostas para ser eleito?
 
23
4º ANO
5 Leia os textos:
O conflito de interesses é comum numa democracia, porque todos são considerados iguais. 
A importância de cada um na hora de tomar uma decisão é a mesma: ninguém vale mais que nin-
guém. Por isso, às vezes, demora-se um pouco para se chegar a um acordo. Na democracia, não 
há como decidir rapidamente questões que são muito importantes. As decisões mais maduras, 
que beneficiam de forma mais ampla o povo e que resultam em um bem coletivo para a socieda-
de, precisam ser muito bem discutidas.
Na Grécia antiga, onde o conceito de Democracia foi criado, era mais fácil. Eram poucos 
os cidadãos e eles se reuniam em praça pública, chamada de Agora, para discutir a política e os 
assuntos de interesse da comunidade. Sabe por que existiam poucos cidadãos na Grécia Antiga? 
Porque para esse povo, só eram cidadãos os homens livres, nascidos na Grécia, que não precisa-
vam trabalhar para sobreviver. Assim, ficavam de fora da cidadania grega os homens trabalhado-
res, como comerciantes e artesãos, as mulheres, os escravizados, os migrantes e as crianças. 
 
RODA DE CONVERSA
 y Converse com seus colegas sobre como era a democracia na Grécia antiga. Em que medida 
podemos entender a Grécia antiga como de fato democrática? Você acredita que ocorreram 
avanços de lá para cá?
A organização política, recém implantada, segue os passos da instituição das figuras líderes 
do cacique e do pajé. O papel da chefia, exercido pelo cacique, é válido para os assuntos que se 
referem aos interesses coletivos, mas não tem importância na esfera doméstica das famílias, atu-
ando ele como um representante externo e principal articulador interno da mobilização coletiva, 
já que não há formalmente a figura de conselheiros.
Fonte: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Tumbalal%C3%A1 (adaptado) Acesso em 08/10/2024
Essa é a forma tradicional de hierarquia dos indígenas Tumbalalá, no 
entanto, os indígenas se relacionam com os não indígenas e recriam as formas 
de atuar politicamente em sua comunidade. Conheça o projeto das Mulheres 
do Barro.
24
GEOGRAFIA
Disponível em: https://beirasdagua.org.br/item/mulheres-do-barro/
a) Você conhece alguma mulher importante na sociedade?
b) Em sua opinião, os homens e mulheres são iguais na sociedade brasileira?
c) O que você acha que falta para que nossa sociedade seja mais igualitária?
25
4º ANO
6 Você sabia que, próximo ao município de São Paulo e mesmo em seu território, há diferentes 
comunidades indígenas? Observe com atenção as representações cartográficas e responda 
às questões:
Legenda das Terras Indígenas: 
1. TI Jaraguá
2. TI Barragem
3. TI Guarani do Krukutu
4. TI Rio Branco
5. TI Guarani do Aguapeú
6. TI Itaóca
7. TI Peruíbe
8. TI Piaçaguera
9. TI Piaçaguera
10. TI Itariri
11. TI Ribeirão Silveira
Fonte: Orientações Pedagógicas do Currículo da Cidade – Povos Indígenas, p. 85.
a) Escreva os nomes das TIs (Terras Indígenas) que se localizam dentro do município de 
São Paulo.
b) Escreva o nome das TIs que se localizam ao sul do município de São Paulo.
26
GEOGRAFIA
c) Escreva o nome das demais TIs que se localizam no Estado de São Paulo e que estão repre-
sentadas no mapa.
d) O que você sabe sobre os diferentes povos indígenas de São Paulo?
 ATIVIDADE EM GRUPO
Você e seus colegas irão assistir a um vídeo que mostra diferentes etnias indígenas, onde vivem e 
os desafios que essas comunidades enfrentam ao se relacionarem com os não indígenas. Vídeo 
produzido pela TV Escola, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=SAM7IazyQc4&ab_
channel=R%C3%A1dioeTVUniversit%C3%A1ria-RTV%2FUFRR Acesso em 30/09/2024
1) Em que momentos do vídeo são mostradas situações preconceituosas em relação aos indígenas?
 
27
4º ANO
2) Em sua opinião, um indígena ao entrar em contato com a cultura dos não indígenas faz com que 
ele deixe de ser indígena? Por quê?
 
-70°
-70° -60° -50°
-50°
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Trópico de Capricórnio
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PONTO MAIS
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Pontos extremos e fronteiras 
www.ibge.gov.br 0800 721 8181
Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. 
LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA
UNIDADE 2
Território 
brasileiro e 
sua diversidade
 
PRIMEIRAS PALAVRAS
Você sabia que o Brasil é o 5º país com a maior área 
territorial? São 8.514.876 Km2, muito grande, não é 
mesmo? O país tem a maior parte de seu território no 
hemisfério sul e sua maior parte está na zona tropical, 
mas também tem uma parte das terras no hemisfério 
norte e ao sul, uma parte em zona subtropical. 
A extensão do território brasileiro faz com que o Brasil 
seja um país com uma grande diversidade ambiental 
e produtiva, apresentando diferentes paisagens. 
Você já parou para pensar em como dividimos esse 
território para poder administrá-lo adequadamente?
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Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. 
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Fonte: Diretoria de Geociências, Coordenação de Estruturas Territoriais. 
LÍNGUA PORTUGUESA
2929
4º ANO
30
GEOGRAFIA
ATIVIDADE 1 – CATIVIDADE 1 – Como dividimos o Brasilomo dividimos o Brasil
O Brasil é um país muito grande e, de Norte a Sul, encontramos costumes muito dife-
rentes. As danças populares são típicas de cada lugar, assim como a comida, as músicas, as 
atividades econômicas e, às vezes, a própria línguaé tão diferente, que não entendemos mui-
to bem o que dizem as pessoas de outras regiões. Então, para melhor compreender, estudar e 
administrar este nosso imenso país, o território foi dividido em cinco Grandes Regiões: Norte, 
Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O Brasil é uma República Federativa, organizada politicamente em estados, municípios e 
distritos. Para administrar o país, existe uma divisão em governos: federal, estadual e municipal.
Os 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal, compõem a República Federativa do 
Brasil. Por isto, os estados são chamados de Unidades da Federação.
A sede do governo brasileiro fica em Brasília, no Distrito Federal. É lá que trabalha o 
Presidente da República.
Fonte: https://cnae.ibge.gov.br/en/component/content/article/94-7a12/7a12-vamos-conhecer-o-brasil/nosso-
-territorio/1462-divisao-territorial.html
31
4º ANO
1 Observe com atenção o mapa do município de São Paulo e seus distritos:
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9
32
GEOGRAFIA
a) Pinte no mapa o distrito em que você vive.
b) Escreva o nome de seu distrito: 
c) Escreva o nome da subprefeitura que atende seu distrito: 
d) Faça uma pesquisa para conhecer a função das subprefeituras de São Paulo e converse 
com seus colegas sobre sua importância.
2 Observe o mapa político do Brasil. Nele vemos todas as unidades da federação (estados 
brasileiros) e o Distrito Federal.
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St
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33
4º ANO
 
ATIVIDADE PRÁTICA
Você gosta de quebra-cabeças?
Acesse o site do IBGE e veja em quanto tempo você e seus colegas conseguem montar um que-
bra-cabeça do mapa do Brasil, no qual cada peça é uma unidade da federação.
Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/templates/ibge_educa_criancas/brincadeiras/quebra-cabeca-mapa/brasil.html
Marque seu tempo aqui: 
3 Você já deve ter visto mapas do Brasil que dividem o território em regiões. A divisão regional 
oficial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divide o Brasil em cinco regiões. 
A divisão do Brasil em regiões torna mais fácil o ensino de geografia, assim como a pesquisa 
coleta a organização de dados sobre o país, seus habitantes e suas características, de modo geral. 
A definição das regiões obedece a critérios de classificação que consideram as características 
dos estados. As primeiras divisões regionais que foram propostas para o país eram baseadas, 
apenas, nos aspectos naturais, ou seja, ligados à natureza, como clima, vegetação e relevo. 
Mas, depois, começou-se a levar em consideração, também, as características humanas, 
isto é, as que resultam da ação do homem, como as atividades econômicas e o modo de 
vida da população, para então, definir quais estados fariam parte de cada região. 
Observe o mapa das regiões brasileiras:
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Highlight
SUDESTE
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CENTRO-OESTE
NORDESTE
SUL
34
GEOGRAFIA
a) Além de São Paulo, quais outros estados compõem a região Sudeste?
b) Segundo o texto da página anterior, qual o critério para a regionalização trazida pelo IBGE?
c) O estado de São Paulo faz parte de qual região brasileira?
 VAMOS PESQUISAR!
 Você conhece as diferentes regiões brasileiras?
1) Em sua opinião, quais seriam as características comuns aos estados, para serem agrupados 
na região:
 y Norte: 
 y Sul: 
 
CARACTERÍSTICAS
35
4º ANO
 y Nordeste: 
 y Centro–Oeste: 
 y Sudeste: 
2) Em grupo, faça uma pesquisa sobre uma das regiões brasileiras e busque informações sobre o 
clima, o tipo de relevo que é predominante, sobre os aspectos culturais, sociais e econômicos. 
Elabore uma apresentação para mostrar aos seus colegas sobre o que seu grupo descobriu.
36
GEOGRAFIA
3) Após assistir as apresentações dos demais grupos, retome os registros feitos no item A e es-
creva abaixo quais ideias permanecem e quais foram transformadas após aprender mais sobre 
cada região.
 
37
4º ANO
4 São Paulo é um dos maiores produtores e exportadores de suco de laranja do mundo. Leia com 
atenção o texto e as imagens a seguir.
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O Estado de São Paulo, maior produtor de laranja e de suco de laranja do mundo, deve se 
manter ativo neste momento em que já se registra uma tendência mundial de crescimento no 
consumo da fruta, que pode auxiliar no aumento da imunidade. Consumidores no mundo todo 
buscam formas de melhorar a imunidade e os citros são alimentos ricos em vitamina C. A Orga-
nização Mundial da Saúde recomenda o consumo mínimo de 45 mg/dia desta vitamina, que é 
atingido com a ingestão de uma laranja.
De acordo com Ibiapaba Neto, diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportado-
res de Sucos Cítricos (CitrusBR), há algumas evidências de que a demanda por suco de laranja 
aumentou no mundo inteiro, principalmente nos Estados Unidos e Europa. Dois motivos que 
podem estar relacionados a esta mudança são a procura por um produto rico em vitamina C e a 
antecipação de compras por parte de alguns consumidores que já adquiriram uma grande quan-
tidade de alimentos.
O Estado de São Paulo é o maior produtor do mundo de laranja, tendo na safra agrícola 
2018/2019 colhido mais de 13,6 mil toneladas, produção 5% superior a quantidade da safra de 
2017/2018, quando a produção foi de 13 mil toneladas, aproximadamente.
A laranja para a indústria é o terceiro principal produto agropecuário produzido pelo Estado 
em valor de produção, totalizando em 2019 R$ 5 bilhões. Embora grande parte do suco de laran-
ja produzido no Brasil seja exportado, o consumo interno de suco NFC (suco pasteurizado, não 
concentrado) tem aumentado consideravelmente. Destaque-se que a preferência do brasileiro é 
pelo suco extraído na hora, com maior conteúdo de vitamina C.
Fonte: https://www.iac.sp.gov.br/noticiasdetalhes.php?tag=1337 (adaptado) acesso em: 30/09/2024
38
GEOGRAFIA
a) São Paulo, é um dos maiores produtores agropecuários, reconhecido mundialmente por 
sua variedade de produção neste setor.
O texto que você acabou de ler, retrata a força produtiva de um destes tantos produtos: 
a laranja. Segundo o diretor-executivo da Associação dos Exportadores de Sucos Cítricos, 
Ibiapaba Neto, quais são as razões que levaram São Paulo a este patamar?
b) Pesquise mais três produtos produzidos no estado de São Paulo. Registre se você consome 
algum destes produtos em sua rotina. Leve em consideração como estes produtos podem 
compor a merenda escolar. Obs: deixar 5 linhas.
39
4º ANO
c) Faça um desenho representando o processo produtivo de um produto agropecuário de sua 
escolha, desde o campo até a chegada as casas. Obs: restante do espaço, deixar sem linhas, 
para desenho.
40
GEOGRAFIA
ATIVIDADE 2 – OATIVIDADE 2 – Orientação e regionalizaçãorientação e regionalização1 Muitas vezes, determinamos as regiões utilizando como critério a localização. O município 
de São Paulo, por exemplo, é dividido em regiões, também conhecidas como zonas. Assim, 
temos a zona leste, zona oeste, zona sul, zona norte e zona central.
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a) Retome o mapa apresentado na página 30 e compare com o mapa do zoneamento admi-
nistrativo do município de São Paulo. Em que zona você vive?
b) Escreva o nome de um distrito que se localiza ao leste do distrito que você vive.
c) Escreva o nome de um distrito localizado ao sul do distrito que você vive.
d) Escreva o nome de um distrito localizado ao norte do distrito que você vive.
41
4º ANO
e) Escreva o nome de um distrito localizado ao oeste do distrito que você vive.
f) Escreva o nome de um distrito que se localiza na zona sul, o nome de um distrito que fica 
na zona oeste e o nome de um distrito localizado na zona leste.
2 Para nos movermos em um espaço conhecido, nos orientamos utilizando pontos de referência, 
como quando dizemos que nossa casa fica em frente à padaria e à direita da escola, por 
exemplo. No entanto, para nos orientarmos em um espaço maior ou desconhecido, essas 
indicações não são suficientes.
Assim, para sabermos a direção das cidades, estados ou de um país, estabelecemos um 
ponto de referência e utilizamos a rosa dos ventos.
Os mapas trazem pelo menos a indicação do norte, pois essa é uma convenção cartográfica 
para se poder localizar o norte geográfico.
a) Complete a rosa dos ventos com os pontos cardeais N (norte), S (Sul), L (leste) e O (Oeste).
b) Complete a rosa dos ventos com os pontos colaterais NE (Nordeste), NO (Noroeste), SE 
(Sudeste) e SO (Sudoeste).
 
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42
GEOGRAFIA
 
ATIVIDADE PRÁTICA
Você sabia que é possível construir uma rosa dos ventos utilizando sombras? Vamos tentar?
Durante um dia ensolarado, vemos o movimento aparente do Sol, nascendo no Leste e se pondo 
no Oeste.
Mas como podemos usar essas informações para saber onde estão o Leste, Oeste, Norte e Sul?
Você já sabe que o Sol nasce na parte leste, não é mesmo? Então podemos usar a sombra de uma 
haste fixa chamada gnômon no chão e observar a sombra que essa haste projeta no chão. Desta 
forma, pela manhã, a sombra da haste deverá aparecer no lado oposto do Leste. Após identificar 
o Leste, você será capaz de identificar os demais pontos cardeais. Não se esqueça de considerar 
o horário e a data, já que sabemos que, dependendo da estação do ano, a posição da Terra em 
relação ao Sol também muda. No entanto, seremos capazes de identificar os pontos cardeais.
1) Construa o gnômon em uma área descoberta da escola, observe a sombra e marque os pon-
tos cardeais.
2) Construa um croqui, orientando o desenho com o Norte na parte de cima do desenho.
43
4º ANO
3) Faça um desenho para explicar o movimento aparente do Sol e a relação com a sombra, pro-
jetada pelo gnômon (haste).
44
GEOGRAFIA
3 Podemos regionalizar os espaços, de acordo com diferentes critérios. Observe o mapa a 
seguir, que mostra o estado de São Paulo, dividido em regiões administrativas e em regiões 
metropolitanas.
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a) Quantas regiões administrativas existem no Estado de São Paulo?
b) Quantas regiões metropolitanas existem no Estado de São Paulo? Você vive em qual delas?
c) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao leste no Estado de São Paulo?
45
4º ANO
d) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao oeste no Estado de São Paulo?
e) Qual é o nome da região administrativa que se localiza mais ao sul no Estado de São Paulo?
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LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA
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UNIDADE 3
Os rios e 
a cidade de 
São Paulo
 
PRIMEIRAS PALAVRAS
Observe a imagem. O que você vê? O que você sabe 
sobre o Rio Tietê? Será que ele sempre foi assim, 
como mostrado na imagem?
A história e a formação do Estado de São Paulo, assim 
como da cidade, estão diretamente relacionadas 
aos rios. O rio Tietê, mesmo não sendo tão extenso 
quando comparado a outros rios que compõem 
diversas baías hidrográficas no Brasil e no mundo, foi 
muito importante para a nossa história, abastecendo 
de pescado a província de São Paulo, até meados 
do século XX. Esteve integrado à vida dos cidadãos 
paulistanos proporcionando lazer, prática de esportes e 
recreação. Ele serviu à expansão da cidade, fornecendo 
à população o primitivo material para a construção dos 
primeiros edifícios, viabilizou o transporte de pessoas 
e de mercadorias e abriu caminho para o interior do 
país no período bandeirista.
Hoje, o rio ainda nos serve, mas a pergunta é: o que 
devemos fazer? E será que utilizamos suas águas de 
uma forma adequada?
LÍNGUA PORTUGUESA
4747
4º ANO
Vista aeréa da Marginal Tietê , 2011.
48
GEOGRAFIA
ATIVIDADE 1 – CATIVIDADE 1 – Como utilizamos e transformamos omo utilizamos e transformamos 
os rios da cidadeos rios da cidade
1 Observe a paisagem a seguir, que mostra a confluência dos rios Tietê e Pinheiros, no início 
do século passado.
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Confluência dos 
Rios Tietê e 
Pinheiros em 1929.
a) Compare as paisagens da abertura com essa de como era o rio Tietê antigamente e faça 
um desenho do curso do rio, imaginando que você o observa de cima para baixo, ou seja, 
na visão vertical.
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Rio Pinheiros e Rio Tietê, 1929. Rio Tietê, 2011.
49
4º ANO
b) Naturalmente, o rio Tietê é um rio meândrico. Por ser um rio de planície, o rio Tietê tinha 
muitas curvas, as quais são chamadas de meandros. O que você acha que aconteceu com o 
rio, para que ele deixasse de ser meândrico, no trecho que passa pela Cidade de São Paulo, 
e passasse a ser mais reto?
50
GEOGRAFIA
 
VÍDEO
Onde estão os rios de São Paulo?
Você já parou para observar os rios que existem em seu bairro? Alguns estão bem evidentes nas 
paisagens, outros foram escondidos embaixo das avenidas e ruas da cidade.
Assista ao vídeo: São Paulo, a cidade dos rios invisíveis disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=ifUkXKEGfyQ 
2 Por que não vemos muitos rios da cidade?
3 Quais as consequências da impermeabilização do solo na Cidade de São Paulo?
 VAMOS PESQUISAR!
Com o processo de urbanização da Cidade de São Paulo, muitos rios foram modificados. Mo-
dificamos os rios de muitas formas: quando modificamos o seu curso, diminuindo suas curvas e 
deixando-o reto ou canalizando-o, ou seja, passando por tubulações ou em canais de concreto. 
No primeiro caso, as águas passam a percorrer o curso com mais velocidade e podem intensifi-
car os processos erosivos e de assoreamento. No segundo caso, procura-se evitar enchentes ou 
transbordamentos, além de ocupar sua área. Essas intervenções podem gerar alagamentos, já 
que a água da chuva, que antes corria para o rio, não o encontra e se acumula nas áreas mais 
rebaixadas. Além disso, quando se há impacto na velocidade das águas dos rios ou quando 
se criam barreiras, barragens ou diques, quando há despejo de lixo sólido que se acumula ou 
quando são criados desvios e transposições de seus leitos.
51
4º ANO
1) Faça uma pesquisa para compreender como ocorre o processo de assoreamento e a importân-
cia da mata ciliar. Escreva o que você entendeu.
 
2) Elabore um desenho para mostrar como ocorre o processo de assoreamento em um rio.
52GEOGRAFIA
3) Elabore um desenho para mostrar como fica um rio retificado.
4) Elabore um desenho para mostrar como fica um rio canalizado e tamponado, ou seja, um rio 
que foi canalizado e enterrado para que a cidade pudesse crescer.
53
4º ANO
4 “Ao longo do Tietê, na extensão de 1.100 km do rio – que nasce a 25 km de Salesópolis, a 
780 m de altitude, nos contrafortes da banda ocidental da Serra do Mar e deságua no rio 
Paraná, na divisa com o estado do Mato Grosso -, as margens foram dizimadas, surgindo 
zonas urbanas de mais de sessenta cidades ribeirinhas, incluindo a Região Metropolitana, 
com mais de 450 mil estabelecimentos comerciais e industriais e 18 milhões de habitantes.”
Observando o Tietê, Ribeiro, Maria Luisa Borges; organizadora – São Paulo – SP, Fundação SOS Mata 
Atlântica, Núcleo União Pró-Tietê, Vários Autores.
a) Você sabe o que são cidades ribeirinhas?
b) Leia o livro: “Tapajós” de Fernando Vilela, editora Brinque-Book. Converse com seus co-
legas sobre as diferenças na relação que as comunidades tradicionais ribeirinhas estabe-
lecem com os rios na região norte do Brasil e a relação que estabelecemos com os rios na 
região sudeste.
54
GEOGRAFIA
c) A bacia do rio Tietê deságua em outra bacia, na bacia do rio Paraná, que, por sua vez, de-
ságua na bacia do Rio Prata, para somente depois suas águas chegarem ao Oceano Atlân-
tico. Passe uma linha sobre as bacias citadas, mostrando o caminho da água, a partir da 
Cidade de São Paulo até o oceano.
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4º ANO
d) O livro apresenta diferentes ilustrações que nos ajudam a compreender a história contada. 
Faça uma ilustração para mostrar como você gostaria que fosse o rio Tietê em São Paulo.
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GEOGRAFIA
5 Observe o mapa hidrográfico do município de São Paulo, que mostra todos os cursos d’água.
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a) Na região que você mora na Cidade de São Paulo, existem muitos rios?
b) Ao observar as paisagens do seu bairro, você observa algum rio? Como é o nome dele?
57
4º ANO
c) Descreva o que você observa sobre esse rio. Ele sofreu alguma intervenção, como canaliza-
ção, retificação ou tamponamento?
d) Como estão suas margens? Existe mata ciliar no rio observado? 
e) Existe algum tipo de ocupação?
f) Como você avalia a qualidade ambiental deste curso d’água?
g) Você já sabe que a bacia do rio Tietê é a principal bacia hidrográfica do Estado de São Pau-
lo. As bacias hidrográficas são formadas por um conjunto de rios e sua área circundante, 
que drena a área. Devido ao relevo e geografia, a água da chuva escorre para um rio prin-
cipal e seus afluentes. A forma das terras na região da bacia faz com que a água corra por 
riachos e rios menores para um mesmo rio principal, localizado num ponto mais baixo da 
paisagem. Delimite uma sub-bacia da bacia do rio Tietê no mapa.
58
GEOGRAFIA
 
ATIVIDADE PRÁTICA
“Água pelo cano vem, pelo cano vai, ninguém sabe de onde vem, nem para onde vai”
 y Você sabe de onde vem a água que sai das torneiras?
 y Para onde vai a água depois de a utilizarmos nas diferentes atividades que realizamos, como 
lavar a roupa e a louça, realizar nossa higiene e dar descarga no banheiro?
Que tal descobrir os caminhos que a água faz para chegar a nossa casa e, depois, o caminho 
que ela faz depois de sair de nossas casas? Faça uma pesquisa para compreender como ocorre o 
tratamento de água na Cidade de São Paulo. Para isso, consulte o site da SABESP (Companhia 
de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), disponível em: https://www.sabesp.com.br/
1 Faça um trabalho de campo para observar a infraestrutura hidráulica de seu bairro. Ao 
longo das observações, faça registros sobre o que você observou e marque, na planta, 
os lugares observados.Elabore um relatório de campo, registrando suas constatações. 
Utilize seus registros e, se possível, faça o registro fotográfico. Para concluir seu relatório, 
elabore uma lista de ações que a comunidade deveria adotar para melhorar a qualidade 
ambiental dos rios do bairro e da cidade.
59
4º ANO
60
GEOGRAFIA
61
4º ANO
ATIVIDADE 2 – OATIVIDADE 2 – Os problemas da ocupação em áreas de riscos problemas da ocupação em áreas de risco
1 Leia o texto com atenção:
Como e por que os deslizamentos 
de terra acontecem
Deslizamentos são comuns em morros e podem causar desabamentos e 
soterramentos, mais recorrentes em épocas de fortes chuvas.
16:26 | 05/02/2020 
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, através da Coordenação Municipal de Defesa 
Civil, informa que as áreas se tornam de risco por conta de construções irregulares em encostas, 
corte e aterros divergentes com o terreno, lixo acumulado em locais mais altos, desmatamento de 
árvores e também bloqueio da passagem das águas.
Preventivamente, é importante prestar atenção em certas anomalias no ambiente interno: 
portas e janelas empenarem ou emperrarem repentinamente; rachaduras novas no reboco, con-
creto, tijolos e fundações; aumento de antigas rachaduras e também sons incomuns, como árvo-
res quebrando, podem ser um indício de movimento do terreno.
No ambiente externo: paredes de fora e calçadas se afastando do prédio; inclinação em mu-
ros, cercas, postes e árvores; aparecimento de água e relevo na base da encosta.
Para não haver riscos, as instruções são: jamais construir perto de barrancos ou encostas 
desmatadas; plantar grama e capim no terreno, por conta das raízes entrarem no solo e evitarem 
o desmoronamento; não plantar árvores grandes, como por exemplo, bananeiras, mangueiras, 
mamoeiros, abacateiros etc, em virtude de acumularem muita água no solo, podendo causar 
deslizamentos de terra. Além desses, as encostas são as áreas que mais necessitam de atenção e 
nelas não se deve jogar lixo, em razão de poder acumular água; também é inviável fazer cortes e 
aterros nesses locais.
Há também a opção de se instalar canaletas ou tubos, para o escoamento correto das 
águas usadas.
Diante de qualquer indício de deslizamento, as orientações são de: abandonar o local; nunca 
ignorar uma ordem de evacuação; jamais atravessar uma via ou ponte com água ou lama de des-
lizamentos fluindo.
Para manter-se informado, é importante ouvir as notícias da região onde se mora e trabalha 
e, havendo qualquer ocorrência dessa natureza ou dúvida à respeito, contatar a Defesa Civil do 
Município de São Paulo no telefone 199.
Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/seguranca_urbana/noticias/?p=292701/
62
GEOGRAFIA
a) Você já ouviu falar de algum caso de deslizamento de terra na Cidade de São Paulo?
b) Você sabe como os deslizamentos ocorrem?
c) Quais são os indícios de possíveis deslizamentos conforme o texto? 
63
4º ANO
 VAMOS PESQUISAR!
Faça uma pesquisa em jornais e identifique uma notícia sobre o escorregamento de alguma en-
costa, na Cidade de São Paulo ou na Região Metropolitana. Observe a paisagem onde ocorreu o 
deslizamento e registre abaixo as características do relevo, das moradias, da comunidade atingida 
e os fatores que contribuíram para que ocorresse o fenômeno (chuvas, falta de vegetação etc.).
 
64
GEOGRAFIA
2 A água é indispensável para a manutenção da vida e pode ser encontrada na natureza 
distribuída nos mares, oceanos, rios, lagos, geleiras e nas camadas abaixo do solo, nos 
chamados aquíferos subterrâneos.
O ciclo da água é também responsável por definir a variação climática e interferir no nível 
dos mares, oceanos, rios e lagos.
Mas você sabe como ocorre o ciclo da água? O ciclo da água é o processo permanente de 
transformação da água na natureza. Durante esse processo, a água passa de um estado 
físico para o outro, que são os estados físicos líquido, sólido ou gasoso. Também chamado 
de ciclo hidrológico, esse cicloapresenta as seguintes transformações: evaporação, 
condensação, precipitação, infiltração e transpiração.
Observe a representação a seguir e elabore uma legenda explicativa para mostrar o que 
está ocorrendo em cada etapa do ciclo hidrológico:
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ETAPA 1
ETAPA 2ETAPA 3
ETAPA 4
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a) Legenda da etapa 1:
b) Legenda da etapa 2:
c) Legenda da etapa 3:
d) Legenda da etapa 4:
65
4º ANO
e) Legenda da etapa 5:
f) Explique o que ocorre quando impermeabilizamos o solo.
 
ATIVIDADE PRÁTICA
Quando a água escoa sobre a superfície do solo e esse está desprotegido, os processos erosivos 
são intensificados, assim a água leva boa parte do solo que está sobre o relevo e gera os desliza-
mentos de terra. Mas por que será que, em alguns casos, esse processo é mais intenso?
1) Coloque em um copo um pouco de areia e complete com argila. Em outro copo, coloque 
somente areia. Agora coloque água nos dois copos e descreva o que você observou nos dois 
casos, no modelo A (copo com areia e argila) e no modelo B (copo com areia)
 
66
GEOGRAFIA
2) Por que houve diferença na infiltração da água?
 
3) Faça dois desenhos, um para representar os poros de um solo argiloso e outro para represen-
tar os poros em um solo arenoso.
4) Construa um modelo em uma caixa transparente, colocando em uma das paredes areia e 
cubra com uma fina camada de argila. A disposição dos materiais deve simular uma encosta. 
Depois de construir esse modelo, use um regador para simular a chuva na parte mais alta da 
encosta e observe. O que aconteceu? Como você explicaria o fenômeno?
 
67
4º ANO
 
VÍDEO
Assista ao vídeo produzido pela ONU, disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=5phZdLrditc&t=155s
3 Após assistir ao vídeo, responda:
a) Quem são as pessoas mais vulneráveis aos desastres naturais que ocorrem na Cidade de São Paulo?
b) Em seu bairro, existe a combinação dos três fatores de risco: exposição, vulnerabilidade e 
perigo natural? Onde?
c) Em sua opinião, as medidas para gerenciar os riscos de desastres naturais têm, realmente, 
sido adotadas pelas pessoas e pelos governos?
68
GEOGRAFIA
d) Faça um desenho para representar os possíveis riscos para quem mora nesses lugares.
69
4º ANO
 CARTOGRAFIA
4 Os mapas a seguir mostram as características do relevo e a distribuição da chuva durante 
o mês de janeiro. Observe cada mapa com atenção.
Espacialização da precipitação pluviométrica 
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70
GEOGRAFIA
Mapa altimétrico do estado de São Paulo 
com o território municipal da Cidade de São Paulo
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I
a) Se comparar os dois mapas, em que regiões da cidade você acredita que se concentram as 
áreas de risco?
b) Localize o seu bairro nos mapas e escreva como é a altimetria do bairro e se os índices plu-
viométricos foram altos ou baixos. Para localização de bairro, retome o mapa da página 31.
71
4º ANO
c) De acordo com o mapa, o município de São Paulo localiza-se na bacia do Rio Paraná. Por 
que isso ocorre?
5 Observe o mapa que mostra as áreas de risco no município de São Paulo e compare o mapa 
com uma imagem de satélite da Cidade de São Paulo que mostre a mancha urbana.
Áreas de risco geológico - Município de São Paulo 
(versão simplificada do Mapa 10 do Plano Diretor Estratégico - PDE / 2014)
Informes Urbanos - 2
público municipal, a retirada total das moradias das áreas 
mais críticas e a disponibilização de alternativas 
habitacionais para seus moradores.
Em 2002, a Prefeitura de São Paulo firmou junto ao 
Ministério Público do Estado de São Paulo um Termo de 
Compromisso de Ajustamento de Conduta, visando a 
adoção de medidas preventivas e recuperativas para a 
eliminação dos riscos no município. No ano seguinte, 
2003, foi elaborado o mapeamento de risco geológico da 
cidade de São Paulo, executado por técnicos do IPT e do 
Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP 
(Universidade Estadual Paulista ‘Julio de Mesquita Filho’). 
Com os resultados desse mapeamento, a partir de 2005, a 
PMSP passa a implantar as intervenções (obras e serviços) 
para eliminação do risco de forma padronizada e de acordo 
com os cr i tér ios técnicos estabelecidos nos 
levantamentos.
Mapa 1 - Áreas de risco geológico - Município de São Paulo (versão simplificada do Mapa 10 do Plano 
Diretor Estratégico - PDE / 2014).
Fonte: Lei n.° 16.050, de 31 de julho de 2014 - Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo; Elaboração: SMUL/ Geoinfo
Em seguida, foi implementado o “Programa de 
Intervenções em Áreas de Risco”, que priorizou as 
situações de risco alto e muito alto, a fim de proporcionar a 
segurança da população, evitando, na medida do possível, 
a remoção das moradias e o deslocamento de pessoas. 
O mapeamento mais recente foi realizado no biênio 
2009/2010, consolidando todos os dados referentes às 
áreas de risco geológico no município de São Paulo 
levantados nos anos de 2002/2003/2004 e agregando 
áreas não identificadas nos trabalhos anteriores. 
Atualmente, está em andamento a atualização deste 
trabalho sob coordenação da Coordenadoria Municipal da 
Defesa Civil - COMDEC.
O Gráfico 1 a seguir apresenta a distribuição dos 1.182 
setores de risco consolidados no último levantamento, 
A
72
GEOGRAFIA
a) Em que regiões da cidade as áreas de risco estão presentes?
b) Ao comparar o mapa com a imagem de satélite, você diria que as áreas de risco se concen-
tram no centro ou nas áreas periféricas da cidade?
c) Qual é a relação da localização das áreas de risco com a vulnerabilidade da população que 
vive nessas áreas?
 
73
4º ANO
ANOTAÇÕES
 
LÍNGUA PORTUGUESAGEOGRAFIA
UNIDADE 4
O uso dos 
recursos e o 
trabalho no 
campo e na 
cidade
 
PRIMEIRAS PALAVRAS
Você sabia que utilizamos água em praticamente 
tudo o que consumimos? Pense nas coisas em que 
precisamos utilizar a água; são muitas não é mesmo?
Além das atividades cotidianas, como cozinhar, 
limpar, fazer nossa higiene diária, a água é utilizada 
na indústria, na pecuária, na agricultura e no 
extrativismo, além de abastecer as cidades.
Mas por que dizem que a água está acabando? Se a água 
existe, ocorre o ciclo da água? Quais são os problemas 
relacionados ao seu uso? Como podemos contribuir 
para reduzir os impactos negativos desse uso?
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MATEMÁTICA 75
LÍNGUA PORTUGUESA
7575
4º ANO
Irrigação mecânica de 
plantações de feijões 
em Avaré, SP - 2007
76
GEOGRAFIA
Atividade 1 – Como usamos os recursos naturais nos Atividade 1 – Como usamos os recursos naturais nos 
diferentes lugaresdiferentes lugares
1 Observe os dados a seguir:
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03
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a) Em qual setora demanda de água é maior?
b) Quais são os dois setores da economia que mais consomem água para a produção?
c) O consumo de água é maior no campo ou na cidade?
d) Converse com seus colegas e registre as hipóteses da turma que poderiam explicar a dife-
rença de consumo entre o campo e a cidade.
RETIRADA
TOTAL
2.082,7 (m3/s)
uso animal
8%
irrigação
52%
abastecimento urbano
23,8%
abastecimento rural
1,7%
indústria
9,1%
mineração
1,6%
termelétrica
3,8%
77
4º ANO
 
VÍDEO
Você sabia que, ao desmatar, nós interferimos na disponibilidade de água? 
Assista ao vídeo conscientização – Conexão Água, disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=2w9jo7L_Tko
2 Após assistir ao vídeo, responda:
a) Explique, com suas palavras, como interferimos no ciclo da água ao desmatar áreas com 
vegetação natural.
b) Faça um desenho para mostrar como ocorre a infiltração de água pelo solo, para abastecer 
os lençóis freáticos, quando há florestas protegendo o solo.
78
GEOGRAFIA
3 Nas décadas de 1970 e 1980, o Brasil sofreu um intenso processo de êxodo rural. A 
mecanização da produção agrícola expulsou trabalhadores do campo, que se deslocaram 
para as cidades, em busca de oportunidades de trabalho. Hoje, o deslocamento do campo 
para a cidade continua, porém, em percentuais menores. 
O intenso processo de urbanização, no Brasil, gerou o fenômeno da metropolização 
(ocupação urbana que ultrapassa os limites das cidades) e, consequentemente, o 
desenvolvimento de grandes centros metropolitanos como São Paulo, Rio de Janeiro, 
Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Manaus, entre outros.
https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18313-populacao-rural-e-urbana.html 
a) Por que você acha que a mecanização da produção expulsou os trabalhadores do campo, 
que tiveram que migrar para as cidades?
b) Quais consequências positivas e negativas podem ter sido geradas com o processo de me-
canização do campo para a sociedade e para o meio ambiente?
79
4º ANO
c) Observe a imagem de satélite e compare-a com o mapa que mostra as áreas urbanas do 
município de São Paulo. A área urbana de São Paulo ultrapassa os limites do município?
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80
GEOGRAFIA
4 Observe a representação a seguir:
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a) Explique como ocorre a contaminação da água pelas ações mostradas na representação.
b) Por que a qualidade das águas e dos solos é fundamental para a nossa sobrevivência?
81
4º ANO
c) Em que situações ocorre a contaminação do solo?
d) Em sua opinião, o que poderia ser feito para reduzir a contaminação da água e do solo?
 VAMOS PESQUISAR!
Você deve ter percebido que o consumo de água pela sociedade é muito alto e, se não pensar-
mos em alternativas para isso, podemos sofrer com a falta dela.
Graças às novas tecnologias e às boas ideias, existem muitas formas de reduzir o consumo, evi-
tar o desperdício e reutilizar a água.
1) Vamos conhecer algumas dessas estratégias? Em grupo, faça pesquisas para descobrir o que é:
 y Uso de cisternas: 
 
82
GEOGRAFIA
 y Uso de gotejamento na irrigação: 
 y Reúso de água em casa: 
 y Redução do consumo de água na indústria: 
 
2) Após conhecer as diferentes maneiras de reduzir o consumo de água nos diferentes lugares, 
faça um cartaz para mostrar, aos demais colegas, o que todos podem fazer para reduzir o 
desperdício de água na escola.
83
4º ANO
ATIVIDADEATIVIDADE 2 – O trabalho que transforma os espaços 2 – O trabalho que transforma os espaços
1 O nosso trabalho transforma as paisagens e os lugares. O que você quer ser quando crescer? 
Em que quer trabalhar? Já pensou sobre isso?
Leia o livro: Quando eu crescer, de Ana Maria Machado, com ilustrações de Maria José 
Arce, editora Moderna.
a) Que profissão você quer ter quando for adulto? Por quê?
b) Em seu bairro, há diferentes profissionais trabalhando. Observe as paisagens e faça uma 
lista com o nome das profissões e os locais de trabalho dessas pessoas.
c) Agora imagine que você cresceu e conseguiu se tornar o profissional que deseja, faça um 
desenho para representar você adulto em seu local de trabalho.
84
GEOGRAFIA
2 Na cidade e no campo, existem diferentes tipos de trabalho que estão relacionados aos 
lugares onde são desenvolvidos. 
a) Observe as profissões a seguir e pinte de verde aquelas que são desenvolvidas no campo e, 
de vermelho, as que são desenvolvidas na cidade.
Enfermeira
Agricultor
Comerciante
Jornalista
Tratorista
Cuidador de animais
b) Quais profissionais você identifica em seu bairro?
3 Tudo o que consumimos na cidade vem de outros lugares ou é produzido na própria cidade, 
mas, mesmo nesses casos, as matérias-primas necessárias para a produção foram produzidas 
ou extraídas em outros lugares. 
Observe os mapas 
85
4º ANO
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