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ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO APRESENTAÇÃO A comunicação é uma importante capacidade humana, que contribui muito para a evolução da humanidade. Para se comunicar, é de suma importância que os indivíduos conheçam seus elementos. Nas áreas profissional e pessoal, a comunicação é importante para você? Você já pensou sobre isso? DEFINIÇÃO Comunicar significa tornar uma informação comum entre um emissor e um receptor. Para que o ato de comunicação é eficaz, o receptor precisa decodificar a mensagem, ou seja, interpretá-la. Existem várias formas de comunicação e a própria história conta essa evolução através do reconhecimento dos primeiros registros até a divulgação da informação através da conexão vida fornecida principalmente por Internet. Vamos conhecer, a partir de agora, os principais elementos que compõem a comunicação. ESTRUTURA A comunicação acontece desde o surgimento da humanidade e pressupõe um relacionamento mento entre quem quer enviar uma mensagem e quem a recebe. Para que essa relação seja efetiva, são necessários elementos que formam o processo de comunicação. Vamos conhecer agora os principais elementos da comunicação. EMISSOR Também conhecido como fonte e seria então a pessoa, objeto ou processo que faz a emissão ou fornecimento da mensagem. Atua também como um agente que codifica a mensagem. RECEPTOR Pessoa, objeto ou processo que faz a recepção da mensagem. Também conhecido como destino. Faz uma ação de decodificar uma mensagem. MENSAGEM A informação que foi passada entre o emissor e o receptor. CANAL É o meio que possibilita a transmissão da mensagem entre o transmissor e o receptor, ou fonte e destino. RUÍDO É uma interferência indesejada que pode causar alterações imprevisíveis na mensagem transmitida. Podemos efetuar a solicitação ou a transmissão da mensagem. CÓDIGO Está relacionado com a forma como a mensagem foi enviada e/ou codificada. FEEDBACK Seria uma resposta à mensagem enviada ou informação de retorno. A seguir temos uma ilustração que resumo dos elementos da comunicação listados acima. NÍVEIS DE FALA APRESENTAÇÃO No nosso convívio social o uso da comunicação é inerente. Convivemos com grupos e pessoas diferentes que exercem funções e papéis distintos seja nas áreas profissional ou pessoal. O uso da fala na comunicação é muito utilizado e normalmente adequamos o seu uso da forma mais apropriada para nos fazer entender. Conhecer os níveis de fala, nesse caso, é fundamental para que consigamos transmitir adequadamente a informação pretendida. Será que conhecemos os níveis de fala mais apropriados à nossa necessidade de comunicação? DEFINIÇÃO Quando falamos de níveis de fala é importante compreender inicialmente os conceitos de língua e fala. Uma sociedade que utiliza um código linguístico, uma espécie de convenção entre um grupo, esta é a referência de língua. Agora a maneira com que essa língua é utilizada traz o conceito de fala e logo é algo individualizado, ou seja, faz parte de cada pessoa. Os níveis de fala seriam a maneira com que o indivíduo se manifesta utilizando a fala dependendo da situação vivida. ESTRUTURA Dentre os níveis de fala inicialmente mais conhecidos, podemos destacar as linguagens coloquial e culta; e também a gíria. Vamos conhecer cada uma delas um pouco mais. LINGUAGEM COLOQUIAL A linguagem coloquial é aquela empregada no nosso cotidiano e não obedece, necessariamente, à norma culta da língua. Ela é mais “solta”, com construções mais simples e permite o uso de abreviações, diminutivos, gírias, etc. Juntamente com a linguagem culta está entre as principais variações da linguagem no Brasil. É muito utilizada nas chamadas conversas de “botequim”. GÍRIA Gírias são palavras e expressões criadas, geralmente, por um determinado grupo social ou profissional, para substituir termos oficiais. Normalmente são substituídas de tempos em tempos pelas novas gerações. Veja a seguir alguns exemplos de gírias usadas em 1950 e 2012: Agora que você já sabe sobre linguagem coloquial conheça a seguir a importância da linguagem culta. LINGUAGEM CULTA A língua portuguesa tem sua origem no latim, que era a língua falada no estado Lácio, região onde atualmente fica a cidade de Roma, na Itália. Em prol da expansão do Império Romano, o latim se espalhou por grande parte da Europa, dando origem ao português, espanhol, catalão, francês, italiano e ao romeno. Naquela época, havia dois níveis de expressão do latim: a) latim clássico; b) latim vulgar. Oriunda do latim clássico temos a forma de expressão que utiliza a linguagem culta e que possui as seguintes características: • segue a norma culta. • utilizada em situações formais. • mais polida. • há seleção cuidadosa das palavras. • é ensinada nas escolas. Você aqui pôde explorar as características dos tipos de linguagem, a seguir confira exemplos e aplicação desse tema na indústria. APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA A comunicação é o principal fator que gera competitividade na realidade da indústria, afinal, ela é usada para feedbacks internos com os colaboradores que produzem e em negociações externas com fornecedores e clientes; isso é o que garante o giro da economia. Dentro ou fora das empresas, nos processos cotidianos, desde um simples recado até uma orientação geral, seja com relação à negociação salarial, segurança ou meio ambiente, tudo passa pela comunicação. Da mesma forma, é por meio dela que acontecem inovações tecnológicas que agregam em qualidade e produtividade, tornando-se um processo chave para o sucesso da indústria. Se a comunicação é falha, o problema é muito sério! EXEMPLOS Ao conversar com alguém mais leigo num determinado assunto, o nível de fala vai focar na linguagem culta com as devidas adaptações/explicações de algum termo mais técnico que surgir. Por exemplo, explicar a um gestor da área financeira as características de uma impressora 3D. Por outro lado, em encontros informais pode-se fazer o uso da linguagem coloquial para criar uma comunicação mais simples e solta. LINGUAGEM TÉCNICA APRESENTAÇÃO Você tem facilidade para se expressar oralmente ou é acometido daquele friozinho na barriga que pode se tornar pânico? Sentir um desconforto é natural, afinal não se sabe como será a aceitabilidade do público, inclusive porque boa exposição depende de vários fatores. Mas falar em público é uma habilidade que precisa ser desenvolvida, pois em algum momento de sua vida profissional essa prática de interação com o outro será necessária. Para auxiliá-lo nesse novo desafio, foram compilados alguns conhecimentos e técnicas, disponibilizados neste material de estudo. Continue a leitura e aprimore seus conhecimentos sobre técnicas de argumentação e de comunicação em público: tom de voz, linguagem, gestos, postura, olhar, além de outros aspectos relacionados ao assunto. Vamos lá? Bons estudos! DEFINIÇÃO A comunicação é avaliada pela informação compreendida, não pela quantidade de informação que se transmite, pois, comunicar é manter a conexão entre as pessoas (SANTOS, 2011). ESTRUTURA O processo de comunicação está presente nas mais diversas circunstâncias que a vida impõe. A comunicação tem, entre outros, o poder de eleger, prender, promover, destacar e informar. Em um grupo, geralmente o indivíduo que melhor usa as habilidades de comunicação se torna um líder. Para que a comunicação oral ocorra de maneira eficaz, é necessário estar atento a duas habilidades: ouvir e falar. Leia um pouco mais sobre cada uma delas. QUANTO AO ATO DE OUVIR As habilidades básicas de comunicação são ouvir, falar, escrever e ler. Quando nascemos, já temos uma habilidade, que é ouvir. As outras três, aprendemos no decorrerestão ainda mais habilitados a assumir e sistematizar funções que as revoluções in- dustriais anteriores não poderiam oferecer. Portanto, a IIoT é fundamental para o uso em casos relaciona- dos à conexão de ecossistemas ou ambientes, como a maneira que estão conectadas as cidades, tornando- -se cidades inteligentes, e o setor industrial, tornando-se fábricas inteligentes. EXEMPLOS 1 – Otimizando a manutenção na energia eólica A IBM e a Schaeffler vão usar turbinas eólicas para explorar como o aprendizado de máquina pode revelar ideias valiosas sobre a performance de máquinas em diferentes condições de operação. Assim, os sensores nas máquinas indicam as situações dos componentes da turbina em tempo de execução. Nesse contexto, através de recursos da IBM de previsão do vento, a operação das turbinas pode ser planejada com antecedência, possibilitando mais ganho na reposição de peças durante períodos considerados com menos vento. BulentBARIS ([20--?]) 2 - Veículos Conectados A Schaeffler utiliza a IoT na indústria 4.0 para permitir a ampliação da funcionalidade e a vida útil de componentes do setor automotivo. Foi trazido um modelo de negócio híbrido a partir dessa ideia. Nesse caso, análises e sistemas sensoriais em tempo de execução transformam dados brutos em ideias valiosas FUNDAMENTOS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO82 que podem ser usadas pelos fabricantes para incrementar a confiabilidade dos carros e oferecer um novo serviço de valor agregado aos usuários. Assim, conseguem ampliar a qualidade para além da fábrica, pois fornece em tempo de execução aos usuários as condições dos seus respectivos automóveis FUNDAMENTOS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO92 Deagreez ([20--?]) Muitos fatores motivam as pessoas a cooperarem, principalmente a sua consciência social. Você é capaz de se preocupar com o outro porque isso te faz se sentir bem. A cooperação é essencial para qualquer am- biente de trabalho. Ou seja, como coloca Castiglioni (2011), colaborar traz a ideia de trabalho em equipe e a soma dos conhecimentos individuais aplicados resulta em produtividade. Que tal aumentar seus conhecimentos sobre os assuntos abordados até aqui? Você pode buscar pela leitura enriquecedora de autoria de Idalberto Chiavenato “Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações”, publicada pela editora Elsevier, em 2008. Além de trabalhar em equipe, saber seu papel e suas responsabilidades, é fundamental respeitar o có- digo de conduta e ser ético em suas atitudes. Nas equipes de trabalho, quando um membro está diante de um problema, esse problema não é ape- nas dele. Lembre-se, portanto, que quando se trabalha em equipe, o que é problema de um é problema de todos. APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA A indústria, em todos os tempos, sempre dependeu da ação de equipes de alta performance para poder se estabelecer e se manter no mercado de trabalho. Uma equipe equilibrada é como um organismo vivo, em que cada parte tem uma característica especí- fica que soma as forças para suprir as necessidades da empresa. TRABALHO EM EQUIPE93 Mesmo que o perfil do profissional da Tecnologia da Informação penda mais para quem prefere en- treter-se com linhas de códigos do que envolver-se com pessoas, é possível conceber a organização do trabalho em equipes como estratégica para o melhoramento da atividade e a elevação do bem-estar dos integrantes da empresa. EXEMPLOS Considerando que todas as atividades de empresa, de forma direta ou indireta, dependem da área de TI, o modelo de sucesso de uma equipe é justamente o que conecta conhecimentos e descentraliza as informações, de modo que todos os integrantes estejam informados dos projetos e processos da indústria. Deve-se evitar que apenas um dos integrantes da equipe detenha os conhecimentos, pois no caso de ausência dele, o andamento dos trabalhos ficaria prejudicado e a confiabilidade na equipe poderia cair, prejudicando a todosda vida. Para ouvir com eficácia, precisamos dar plena atenção a quem fala, interpretando os símbolos verbais e não verbais do processo comunicativo. Há muitas razões para ouvir com atenção: a) Respeito por quem fala; b) Anseio em saber e participar da história alheia; c) Desejo de obter novas informações; d) Probabilidade de receber uma resposta; e) Desejo de ampliar o horizonte com novos conhecimentos. Há algumas situações que se transformam em barreiras para o ouvinte e podem ser evitadas. Veja: • Frases da moda ou clichês: O público perde o interesse se você usar expressões como: “É uma coisa tipo assim…” ou “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”. • Jargão técnico e abreviação: Tão logo se mencione a abreviação ou jargão técnico, devemos dizer o significado. Ex.: A ANA (Agência Nacional das Águas) fiscalizará as represas desse município. / Nosso escritório usa uma “banda larga”, que gera maior velocidade para acessar a internet. • Bengalas: São expressões emitidas repetidas vezes, que não dizem absolutamente nada. Ex.: “né?”,“bem”, “entendeu?”, “ok?”, “hã…”, “então”, “certo?”, “tá”, • Distração física: Tudo o que pode tirar a atenção dos ouvintes, é distração física. Ex.: Roupas muito coloridas ou com muito brilho. Pulseiras ruidosas, gestos aleatórios, entre outros. • Repetição de palavras: Evite “enrolar”. O importante é falar muito em poucas palavras. QUANTO AO ATO DE FALAR Você deve falar com as pessoas e não para as pessoas. Há alguns aspectos básicos para ter uma boa comunicação, que contribuem para atrair o ouvinte e conquistar sua atenção, acompanhe: • Determinação: esteja determinado a dar o seu recado com precisão, sem rodeios, usando vocabulário adequado e rico. • Conhecimento: quando você dominar o assunto, as palavras fluem com mais naturalidade e passam uma imagem de credibilidade ao público. • Criatividade: dê vida à sua exposição oral. Dê um toque pessoal a sua apresentação. • Vocabulário: deve ser rico e simples. Utilize-o de forma adequada e adapte-o ao público. Habilidade: adapte o que irá falar à expectativa da plateia. Descubra quem é o seu público e seja empático. • Postura: use o corpo adequadamente, mantendo-se de forma natural. • Desenvoltura: vença a timidez e reconheça que é capaz. Dê vida a sua voz. Varie o tom de acordo com cada momento. A entonação é a musicalidade da linguagem e representa a cadência harmoniosa da fala. Varie o tom e o ritmo da voz, falando pausadamente os tópicos mais relevantes que servirão para a plateia refletir. TÉCNICAS DE ARGUMENTAÇÃO ORAL Você já estudou, em outro momento, as técnicas de argumentação escrita. Agora terá oportunidade de estudar e aprender que a eloquência conduz a argumentação oral. “Ser eloquente é persuadir as pessoas a aceitarem seu discurso e acolher sua opinião, praticando seus ensinamentos e seguindo suas orientações” (SANTOS, 2011, p. 19). Veja as características da eloquência: a) Naturalidade: seja você mesmo. Aperfeiçoe-se na arte da comunicação oral, mas evite passar uma imagem diferente de sua essência. O importante é ser, não parecer. Fale de modo natural, sem exageros. b) Entusiasmo: é a mola que propulsiona as palavras, dando mais vida à apresentação. Você deve falar de forma animadora, com determinação, alterando a entonação da voz. Provoque interesse, dando vida às palavras. c) Conhecimento: é fundamental que você conheça muito bem sobre o que vai falar. A busca do conhecimento se dá de muitas formas, uma delas é a leitura. Ler abre horizontes. Saiba sempre um pouco mais sobre o assunto sobre o qual irá falar. d) Sinceridade: a fala, os gestos, as posturas e a voz têm de estar sincronizados. Ser sincero também é não responder o que não souber. e) Coragem: fale com seus ouvintes e não para eles. Derrube as barreiras da timidez e da inibição, acreditando no seu potencial. “Inicie já as mudanças usando a naturalidade, o entusiasmo, mostrando que tem conhecimento, demonstrando sinceridade e armando-se de coragem” (SANTOS, 2011, p. 20). APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA Em sua atuação profissional, de acordo com a área escolhida, você precisará se comunicar pela escrita e pela oralidade. Para gerenciar uma equipe, por exemplo, você precisará se expressar com eloquência para que os colaboradores contribuam para o desenvolvimento das atividades. Todos os trabalhos na indústria são potencializados ou prejudicados, dependendo da comunicação estabelece pela equipe. Comunicação é tudo! EXEMPLOS Uma forma de você conduzir sua exposição oral é seguir um roteiro com introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, estabeleça confiança e utilize cerca de 15% do seu tempo de fala. É o momento de conquistar a atenção dos ouvintes. O desenvolvimento deve ocupar cerca de 80% do tempo de fala. É o momento da abordagem e aprofundamento do assunto por meio de argumentos. Na conclusão, faça uma síntese do assunto e utilize os últimos 5% do seu tempo de fala. Lembre-se de obrigado sempre! COMUNICAÇÃO APRESENTAÇÃO Você consegue perceber a importância da habilidade humana de comunicar? Exatamente neste momento em que você está lendo esse material, o fenômeno comunicativo está em andamento, fenômeno esse que, em maior escala, é o responsável por todo o desenvolvimento conhecido no planeta. Mas o ato comunicativo não acontece ao acaso: ele depende principalmente da linguagem, que é definida, de modo geral, como: “Faculdade que tem todo homem de comunicar seus pensamentos e sentimentos” (LINGUAGEM, 2020). Você já deve ter percebido que, dependendo da situação comunicativa, que é determinada pelo espaço-tempo vivido e o grupo social em que acontece, a forma de expressão e compreensão varia; isso pode gerar uma dúvida pertinente: existe uma linguagem ideal para o contexto do trabalho? DEFINIÇÃO A comunicação é avaliada pela informação compreendida, não pela quantidade de informação que se transmite, pois, comunicar é manter a conexão entre as pessoas (SANTOS, 2011). O processo de comunicação está presente nas mais diversas circunstâncias que a vida impõe. A comunicação tem, entre outros, o poder de eleger, prender, promover, destacar e informar. Em um grupo, geralmente o indivíduo que melhor usa as habilidades de comunicação se torna um líder. ESTRUTURA IDENTIFICAÇÃO DE TEXTOS TÉCNICOS Textos técnicos podem ser definidos como qualquer espécie de linguagem escrita que trate de fatos ou assuntos técnicos ou científicos e cujo estilo não deve ser diferente de outros tipos de composição (GARCIA, 2000 apud MESQUITA, 2004). Esse autor ainda esclarece que são exemplos de composição técnica as correspondências bancárias, os relatórios, os manuais de instrução, as teses e as dissertações. Para um esclarecimento do que possa ser uma produção técnica, Garcia (op. cit:394) recorre à definição apresentada por Margaret Norgaard, que assim compreende o texto técnico: Redação técnica é qualquer espécie de linguagem escrita que trate de fatos ou assuntos técnicos ou científicos e cujo estilo não deve ser diferente de outros tipos de composição (MESQUITA, 2004). Em breve, trataremos com maior profundidade sobre as características de textos técnicos, mantenha-se atento! RELATÓRIOS O relatório é um gênero textual em que é exposta a ocorrência de fatos ao destinatário que pode ser uma pessoa ou um grupo. As normas a seguir, apresentadas por Medeiros (2010), poderão ajudá-lo a alcançar um desempenho positivo sempre que precisar redigir um texto desse gênero, o que é muito comum no meio profissional. a) O relatório precisa ser fácil de ler. Você deve evitar palavras que quase não são utilizadas. b) As ideias devem estar organizadas. Para isso, sugerimos que, antes de escrever o relatório, você pense bem sobre o assunto e estrutureum esqueleto com início (introdução), meio (desenvolvimento) e fim (encerramento). A prática de elaboração de relatórios pode ser mais fácil se você seguir os passos descritos a seguir: • aborde no início do texto a origem, o objetivo do relatório e a metodologia utilizada; apresente esteticamente o conteúdo do relatório; • utilize ilustrações: gráficos, figuras, quadros, tabelas para apresentar as informações que deseja; • conceitue claramente os termos técnicos utilizados; • apresente sugestões e considerações. Sempre que escrever um relatório, esteja atento a algumas dicas apresentadas por Azevedo (1998). Os seguintes critérios devem ser observados: • Clareza: só tem sentido escrever um relatório se houver clareza suficiente para que seja compreendido. Lembre-se de que o objetivo deste documento é a transmissão de informações. • Concisão: o texto do relatório deve ser preciso, ou seja, a exposição das ideias é feita com precisão e exatidão de forma sintetizada. Você deve ir direto ao ponto, apresentando as colocações de forma objetiva. • Cuidado com a Língua Portuguesa: você deve escrever corretamente conforme as regras gramaticais. • Encadeamento: lembre-se de que frases ou parágrafos isolados não são considerados textos. Por isso, você precisa encadear as frases, os parágrafos e os capítulos de forma lógica e harmônica. • Precisão: evite o uso de palavras ou expressões ambíguas. Originalidade: evite o uso de frases feitas. • Fidelidade: seu texto deve respeitar as fontes utilizadas indicando-as, ou seja, sempre que apresentar a ideia de outro autor, isso deverá ser informado no texto. Observe, no quadro a seguir, as principais virtudes e pecados de um texto científico. Se tiver dúvidas sobre o significado de alguma destas palavras, sugerimos utilizar o dicionário da Língua Portuguesa (existem algum as versões em meio digital). Conheça na sequência outro exemplo de texto técnico. Confira! ATAS Dentre os documentos mais utilizados no contexto profissional estão as atas. Estes são documentos elaborados durante uma reunião e servem para registrar as informações e decisões tomadas durante aquele evento para consultas posteriores. Além disso, também auxilia aqueles que não puderem comparecer à reunião a ter ciência daquilo que foi tratado. Não existe um documento de ata padronizado, cada empresa ou profissional pode adaptar às suas necessidades, pensando em um layout que seja fácil de ser visualizado por todos, mas algumas informações são obrigatórias. São elas: • Data • Local • Horário de início e fim da reunião • Assunto (pauta) • Transcrição da reunião, ou seja, aquilo que foi dito e combinado • Data da próxima reunião, se for o caso. • Assinatura das pessoas presentes na reunião. Como a ata é um documento de valor jurídico, alguns cuidados precisam ser tomados no momento da sua confecção. Os números deverão ser escritos por extenso, evitando-se também abreviações. O documento deverá ser redigido em texto único, ou seja, sem parágrafos e espaços em branco que permitam que alguém acrescente alguma informação que não foi tratada em reunião ou então distorça o sentido do conteúdo. MEMORANDOS Também chamado de “memo”, este documento tem o objetivo de abordar assuntos rotineiros da empresa, seja ela privada ou pública. É mais comum vermos memorandos em empresas públicas ou órgãos públicos. A estrutura de um memorando é a seguinte: • Número do documento • Local • Data • Destinatário • Remetente • Assunto • Texto (claro e objetivo) • Encerramento (despedida) • Assinatura • Aviso sobre cópias ou anexos (se houverem). Da mesma forma do que as atas, os memorandos não possuem uma estrutura padronizada por algum órgão regulamentador, portanto cada empresa pode estruturar seu modelo de acordo com as suas necessidades, desde que as informações acima sejam resguardadas. Algumas empresas optam por inserir a sua logo ou marca d´água. RESUMOS Este é um tipo de documento que tem o objetivo de esquematizar algum conteúdo. Pode ser utilizado para organizar uma apresentação, um método de estudo ou até mesmo iniciar a produção de um texto. É um recurso utilizado para organizar as principais ideias sobre um tema com o objetivo de facilitar a compreensão posterior, alinhando seus elementos com clareza, objetividade e coerência. Resumo não é a transcrição literal de um outro texto. Ele precisa ser breve e objetivo, apresentando aquilo que é de mais importante sobre o conteúdo. Para facilitar a leitura, seja sucinto, eliminando palavras desnecessárias ou então utilizando expressões mais curtas e tópicos. Também é interessante construir esquemas ou esqueletos, setas, entre outros recursos visuais, como por exemplo mapas mentais (existem muitos modelos e exemplos na Internet). Segundo Pereira e Pelachin (2004), resumo é um tipo de texto produzido a partir de outro. Sua elaboração resulta da seleção e organização das informações mais relevantes e também do abandono de informações consideradas menos importantes. Não existe um padrão, mas algumas dicas são importantes de serem consideradas: 1. Primeiramente, leia todo o texto com bastante atenção para compreender o tema e a finalidade. 2. Realize uma segunda leitura para destacar palavras-chaves, ou seja, os pontos mais importantes do texto. 3. Reescreva esses pontos que você demarcou anteriormente, começando a estruturar seu resumo. Nesta etapa, é importante que você escreva de uma forma que seja fácil de compreender. Desconsidere as ideias secundárias, elas servem somente para você compreender a mensagem. 4. Revise o texto final, realizando correções se necessário. Verifique se o resumo está coeso e coerente. Que tal conhecer um exemplo e entender como é aplicada a comunicação na indústria? Siga adiante nos estudos e fique atento! APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA Conhecer os elementos da comunicação é fundamental para se empregar os princípios, padrões e normas condizentes com o ambiente de trabalho. Quando conhecemos os níveis de fala, os mesmos podem nos auxiliares na interpretação dos dados, informações técnicas e terminologias de textos técnicos relacionados aos processos industriais. Da mesma forma, indica-nos a forma de comunicação adequada a cada contexto, como por exemplo, a utilização da linguagem formal durante uma reunião de trabalho. Além da comunicação oral presente no cotidiano das indústrias, também é comum elaboração de documentos, como os citados anteriormente, para registrar e formalizar informações e processos, facilitar o exercício profissional ou então comunicar informações importantes. EXEMPLOS Ao conversar com alguém mais leigo num determinado assunto, o nível de fala vai focar na linguagem formal com as devidas adaptações/explicações de algum termo mais técnico que surgir. Por exemplo, explicar a um gestor da área financeira as características de uma impressora 3D. Por outro lado, ao conversar com alguém com conhecimento mais técnico num determinado assunto que você domina tecnicamente, faremos a inversão, onde o nível de fala vai focar mais na linguagem técnica sem ter muita necessidade de adaptações/explicações de algum termo mais específico que surgir. Por exemplo, se você é da área de TI e vai comunicar as características do novo Access Point 5G adquirido pela empresa a um colega da mesma área. Já na documentação utilizada nos ambientes de trabalho é comum encontrarmos atas de reuniões, relatórios técnicos sobre algum processo ou produto, resumo sobre novos procedimentos adotados pela empresa os quais você precisa conhecer ou até mesmo memorandos utilizados para comunicar uma decisão para todos os colaboradores. INFORMÁTICA APRESENTAÇÃO Você faz uso da informática e do computador? Você os utiliza diariamenteou de vez em quando? A criação de documentos em computadores por meio da informática está presente no seu dia a dia, no contexto escolar ou do trabalho? O perfil profissional atualmente, independentemente da área escolhida, exige o hábito de interagir com a informática e suas ferramentas computacionais. Outro detalhe importante: a informática e os computadores evoluem na medida das necessidades dos usuários, em uma corrida pela excelência, o que faz com que esteja em constante aperfeiçoamento. O ideal é utilizar a informática e o computador com conhecimento, saber quais são seus principais usos, trazendo-os para funcionarem como seus aliados, para tornar as suas atividades mais produtivas. DEFINIÇÃO A informática seria, basicamente, o tratamento da informação utilizando equipamentos de processamento de dados como o computador, por exemplo. O computador é um equipamento para que propicie a aplicação prática das mais diversas utilidades referentes à informática, podendo ser utilizado para uso pessoal, em pesquisas, edição de texto, lazer e como ferramenta de trabalho. ESTRUTURA Para fazermos uso da informática normalmente utilizamos o computador e seus softwares (programas, aplicativos, sistema operacional, etc.). O que define o que precisamos usar não computador com a informática é a necessidade do usuário para executar alguma atividade licitada. O grande desafio é procurar estar o mais atualizado possível em relação ao que a informática pode nos fornece em termos de recursos mais produtivos juntamente com o seu maior aliado: o computador. SISTEMA OPERACIONAL Dá-se o nome do sistema operacional (SO) ao elemento que faz a ligação entre o equipamento e suas aplicações e o usuário, ou seja, ele é responsável por realizar a comunicação entre usuário e computador e é por meio dele que o computador executa os "comandos, sem o sistemas operacional não é possível executar e utilizar os programas no computador, por exemplo. FUNDAMENTOS E FUNÇÕES Perceba que cada tipo de SO (Sistema Operacional) tem uma aplicabilidade específica, mas possui características comuns: a. Eficiência: visa maximizar a quantidade de tarefas que um processador pode concluir e reduzir o tempo de retorno; b. Robustez: gera confiabilidade e apresenta tolerância a erros, pois em caso de ocorrências ter-se-á a menor perda possível, com o princípio de que falhas de hardware não geram necessariamente falhas de sistema; c. Escalabilidade: é a capacidade de ajustar continuamente seu grau de multiprogramação, sendo capaz de usar recursos conforme antes sendo acrescentados; d. Extensibilidade: permite que o sistema se estenda além de seu projeto original, adaptando-se a novas tecnologias; e. Portabilidade: consulte o recurso de poder atender diversas configurações de hardware, maximizando sua abrangência e diminuindo custos de desenvolvimento. f. Segurança: utiliza-se de mecanismos que garantem a segurança do sistema e sua proteção contra acessos não autorizados por parte, seja de usuários, seja de software; g. Interatividade: permite que o usuário tenha respostas rápidas às suas ações ou eventos gerados; h. Usabilidade: são considerados utilizáveis quando conseguem abranger uma variedade de usuários, fornece suporte a um grande conjunto de aplicações por meio de uma interface amigável. As funcionalidades de um SO são diversas e estão diretamente envolvidas com o gerenciamento de processamento, recursos e armazenamento. Tais funcionalidades são perceptíveis em sua interface com o usuário, o qual identifica o resultado recebido como a materialização de seus interesses, que foram, por sua vez, interpretadas e realizadas pelo SO. Dentre essas percepções funcionais por parte do usuário, destaque-se suas capacidades de: a) Disponibilizar os programas de armazenamento e acesso às informações; b) Controlar as disponibilidades dos recursos junto aos programas; c) Permitir a execução de multitarefas; d) Facilitar o acesso aos recursos do sistema; e) Permitir o compartilhamento de dados e informações para um melhor desempenho operacional; f) Manter uma interface acessível; g) Executar de forma eficaz os comandos do usuário; h) Impedir a alocação de recursos de hardware; i) Garantir a agilidade e confiabilidade das interfaces do usuário. BARRA DE FERRAMENTAS A maioria dos aplicativos (programas) agrupam as principais ações com elementos visuais (ícones) para tornar-se mais produtivo a sua utilização. Esse agrupamento de ações normalmente fica localizado na parte superior da janela do aplicativo e recebe o nome da barra de ferramentas. UTILIZAÇÃO DE PERIFÉRICOS Para que possamos utilizar os periféricos, precisamos exigir a conexão dos periféricos ao computador. Nenhum computador normalmente causa a conexão dos periféricos utilizando as conexões que ficam disponíveis no painel traseiro. Cada periférico tem um tipo de conexão específico e que deve ser feito de acordo que esse tipo ao computador. Quando falamos de conexões sem fio, a configuração de conexão é feita normalmente no sistema operacional. ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS (PASTAS) A organização de arquivos e pastas no computador desse seguir uma linha que facilita o acesso aos mesmos no agora e principalmente no futuro. Algumas empresas já possuem um padrão de organização de arquivos e pastas que são repassados tão logo o funcionário ingressa no quadro de colaboradores. No sistema operacional temos uma ferramenta que ajuda nessa tarefa que é o Gerenciador de Arquivos. Com ele, a organização de arquivos e pastas torna-se mais fácil, pois pode-se movimentar e fazer cópias de arquivos nos locais internos (dentro do computador) ou mesmo externo, como pen drive. PESQUISA DE ARQUIVOS E DIRETÓRIOS A tarefa de pesquisa de arquivos e diretórios também é atribuição do Gerenciador de Arquivos. Uma pesquisa mais comum é a pelo nome do arquivo ou pasta onde o Gerenciador de Arquivos retorna à localização dele no computador. A pesquisa varia muito de acordo com o que se deseja, mas além do nome temos também o uso comum pelos dados de criação ou modificação do arquivo ou pasta. ÁREA DE TRABALHO Quando se fala em trabalho com janelas, o que você pensa? É curioso, mas o Microsoft Windows, SO de maior popularidade mundial, é uma alusão à palavra janela (em inglês). Sua interface gráfica tem uma proposta bastante amigável, facilitando a interação do usuário com a máquina. Fazendo referência a sua origem, nesse SO, as atividades são alocadas em janelas de utilização que podem ser visualizadas de forma independente, porém simultâneas, na tela principal. Esse formato também gerou um padrão em todos os seus aplicativos, facilitando a uniformização de aparência e também de conceitos. Suas características são: a) Barra de título: identificação do local visualizado; b) Botões de visualização com as opções minimizar, maximizar ou restaurar e fechar; c) Visibilidade na barra de tarefas; d) Opções de redimensionamento. Como pode ser visualizado na figura a seguir, a área de trabalho é a visualização principal de seu computador, sua “tela inicial”. Demonstre seu espaço virtual de trabalho. A barra de tarefas é utilizada na área de trabalho e serve para iniciar e monitorar as aplicações utilizadas, dando acesso aos programas disponíveis no computador. COMPACTAÇÃO DE ARQUIVOS A compactação de arquivos no computador é indicada quando queremos reduzir o tamanho dos arquivos e gerar um único arquivo com o resultado dessa compactação para envio (via e-mail, por exemplo) ou armazenamento (local ou externo). Os arquivos compactados são comumente chamados de “zipados” pelo fato de que no início do uso dos programas de compactação um dos mais conhecidos era o Win.Zip. Temos outras opções de programas para compactação, mas no caso doMicrosoft Windows 10, por exemplo, ele já tem esse recurso integrado ao Gerenciador de Arquivos. Os arquivos compactados então ocupam menos espaço de armazenamento e podem ser transferidos para outros computadores mais rapidamente do que arquivos não compactados. Resumo dos passos para compactar e descompactar um arquivo ou pasta: Compactar: 1. Localize o arquivo ou a pasta a ser compactada. 2. Pressione e segura (ou clique com o botão direito do mouse) no arquivo ou pasta, selecione (ou aponte para) “Enviar para” e, em seguida, selecione pasta compactada (zipada). 3. Uma nova pasta compactada com o mesmo nome é criada no mesmo local. Para trocar o nome, pressione e segura (ou clique com o botão direito) na pasta, selecione Renomear e depois digite o novo nome. Descompactar: 1. Localize uma pasta compactada com arquivos ou pastas que devem ser descompactados (extraídos). 2. Caso seja um único arquivo, abra a pasta zipada, arraste o arquivo ou a pasta da pasta zipada para um novo local. 3. Caso seja todo o conteúdo de uma pasta zipada, pressione e segura (ou clique com botão direito) a pasta, selecione “Extrair Tudo” e basta seguir as instruções. EDITOR DE TEXTO O Editor de Textos é um programa que permite estruturar textos e ofertas de inserção, formatação e estruturação visual, além da aplicação de uma série de recursos facilitadores de correção da escrita, nos quesitos ortografia e gramática. Isso tudo através de uma interface intuitiva, que garante uma usabilidade facilitada aos usuários. Estudando sua estrutura, você perceberá que, com a flexibilidade e as funcionalidades do editor de texto é possível desenvolver produções textuais que contemple uma grande variedade de possibilidades, atendendo a formatações do objetivo a que o documento se destina TIPOS Ao iniciar um editor de texto para criar seu documento, é necessário que seja aberto um novo arquivo. Ele pode, dependendo do editor escolhido, ser aberto automaticamente ou ter que ser selecionado. Logo nos primeiros passos, é fundamental garantir que o documento esteja sendo salvo/gravado em algum local. Em alguns editores, especialmente os on-line, esse salvamento pode ser automático, porém em outros é necessário ter esse cuidado para garantir que a atividade realizada no editor de textos não seja perdida. Podemos verificar então os dois tipos básicos de editores de textos quanto à instalação: on-line e off-line. No on-line não é necessário sua instalação no computador e seu uso se dá através da internet usando um navegador de internet. Outra característica dos editores de texto on-line é o salvamento automático do documento sem a necessidade de uma ação por parte do usuário para esse fim. Uma questão que devemos ficar atentos em relação aos editores de texto on-line é o fato de que eles possuem uma grande dependência da internet, ou seja, sem internet provavelmente não conseguiremos utilizá- los. Já nos editores de texto off-line é necessário sua instalação no computador e seu uso se dá através de um atalho no computador. Outra característica padrão dos editores de texto off-line é a necessidade de uma ação para salvar o arquivo que está sendo editado por parte do usuário, pois o salvamento automático não está habilitado por padrão. Uma questão que devemos ficar atentos em relação aos editores de texto off-line é o fato que precisamos deles instalados no computador possuem uma grande dependência da internet, ou seja, sem internet provavelmente não conseguiremos utilizá-los. É importante ressaltar que de maneira geral os conceitos de utilização são compartilhados entre os editores de texto on-line e off-line, com suas proporções. Como o tipo mais adotado pelas empresas é o off-line, a ocorrência das bactérias existentes nesse modelo. Quando quisermos determinar o nome do arquivo, bem como o local onde ele será salvo, recomendamos utilize a opção “Salvar como”. Quando o arquivo já tem um nome e está salvo em um local determinado, para salvar as alterações a partir de então, a opção a ser selecionada é a de “Salvar”. Nos editores de texto temos um espaço dedicado ao agrupamento das principais ações com elementos visuais (ícones) para tornar-se mais produtivo a sua utilização. Esse agrupamento de ações normalmente fica localizado na parte superior da janela do aplicativo e recebe o nome da barra de ferramentas. FORMATAÇÃO É possível que você tenha presenciado algum professor enfatizando a importância da formatação, mas o que é formatar? Formatar significa dar forma ao texto, definir como se quer sua apresentação, sua aparência, na tela e/ou no papel após a impressão. Para podermos formatar um texto precisamos usar a digitação. Quanto à digitalização de textos no computador, ou mesmo no smartphone ou tablet, é realizada através do teclado físico ou virtual: esse é o principal recurso de interação entre o usuário e o editor de textos, e tem sofrido várias atualizações. Mas digitar é complicado? Não. Existem algumas regras básicas, por exemplo, com relação à classificação, que deve estar posicionado sem espaçamento entre ela e a palavra anterior, mas por outro lado deve ser inseriu um espaço antes da palavra seguinte. E com a acentuação das palavras, como usar as teclas? É importante registrar que, ao iniciar uma tecla de um acento ou sinal gráfico, ele não aparecerá na tela até que, após a soltura dessa tecla, seja pressionada na sequência a letra a ser acentuada. Só então aparecerá uma letra já acentuada na tela. a) BARRA DE ESPAÇO Serve para gerar espaços entre as palavras. Via de regra, entre duas palavras deve haver apenas um espaço, ou seja, essa tecla deve ser pressionada uma vez somente. b) [SHIFT] ou [↑] Em se tratando do teclado tradicional, temos a opção de digitação em letras minúsculas (padrão do teclado), ou ainda em ordens individuais, pressionando a tecla [shift] ou [↑] juntamente com a letra a ser digitada. Outra função importante dessa tecla é acionar os símbolos que estão expressos no canto superior esquerdo das teclas, devendo ela ser pressionada junto com a tecla do símbolo/assento/sinal a ser digitado. Salientando que em caso de acento ou sinal gráfico, deve-se pressionar as teclas juntas, conforme mencionado anteriormente, e logo após se deve soltá-las (mesmo que nada aplicado na tela), e em seguida pressione a tecla da letra a ser acentuada, só então aparecerá na tela essa letra já acentuada. c) [FIXA] OU [CAPS LOCK] Essa tecla tem a função de manter a digitação em letras secretas sem a necessidade de pressione a tecla para cada letra digitada. d) [ALT GR] A função dessa tecla é acionar os símbolos que estão expressos no canto inferior direito das teclas, devendo ser pressionadas juntamente com a tecla do símbolo/sinal a ser digitado. e) [BACKSPACE] ou [←] Tem a função de apagar o que está posicionado antes do cursor, seja um caractere ou mesmo uma seleção. f) [EXCLUIR] Tem a função de desligar o que está posicionado à frente do cursor, seja um caractere ou mensagem minha seleção. g) [HOME] Posiciona o cursor no início da linha. h) [END] Posiciona o cursor no final da linha. i) [ENTER] Essa tecla, que tem a função de executar algum comando ou ação, na digitação serve para gerar uma nova linha de digitação. j) [←][→][↑][↓] Teclas de navegação usadas para mover o cursor ao longo do texto. Para iniciar a escrita do seu texto, você deve posicionar o cursor [│] na tela. Ele pode ser visto por meio de movimento e clique do mouse, bem como as teclas de navegação. Alguns editores de texto possuem recursos para completar e corrigir palavras, conforme são inseridos no documento. São muito úteis, porém devem sempre ser contados com a revisão posterior do usuário, para garantir que a sugestão é realmente devida e adequada ao contexto. CONFIGURAÇÃODE PÁGINAS No editor de texto temos na barra de ferramentas, um espaço dedicado às principais configurações de páginas. IMPORTAÇÃO DE FIGURAS E OBJETOS Para tornar o documento visualmente mais atrativo ou complementar às informações do texto, a importação (inserção), de figuras (imagens) e outros objetos é o recurso recomendado. Normalmente é disponibilizada na barra de ferramentas do editor de textos uma aba dedicada à ação de Inserir. INSERIR IMAGENS 1. Temos três opções disponíveis: • Selecione Inserir > Imagens > este Dispositivo para uma imagem no computador. • Selecione Inserir > Imagens > Imagens de Estoque para imagens de alta qualidade ou planos de fundo. • Selecione Inserir > Imagens > Imagens On-line para uma imagem na Web. 1. Selecione a imagem desejada e escolha Inserir. INSERIR UM NOVO OBJETO Para criar um arquivo que foi inserido em seu documento de texto: 1. Na caixa de diálogo Objeto, clique na guia Criar novo e selecione uma opção na lista de tipos de objeto. O programa padrão para esse tipo de arquivo é aberto, onde você pode inserir qualquer texto ou dados desejados. Quando você fecha o programa, qualquer conteúdo ou alterações adicionadas aparecem em seu documento texto. 2. Se quiser que o novo arquivo apareça como um ícone clicável, em vez da primeira página do novo arquivo, selecione Exibir como ícone. Se essa caixa de seleção estiver marcada, você poderá escolher um ícone diferente clicando em Alterar ícone. INSERÇÃO DE TABELAS E GRÁFICOS Inserção de tabelas 1. Para inserir uma tabela básica, clique em Inserir > Tabela e mova o cursor sobre a grade até realçar o número de colunas e linhas desejadas. 2. Para inserir uma tabela maior ou personalizar uma tabela, selecione Inserir > Tabela > Inserir Tabela. INSERÇÃO DE GRÁFICOS Você pode criar um gráfico no documento de texto, mas se tiver muitos dados para o gráfico, crie o gráfico no editor de planilhas eletrônicas e em seguida, copie e cole dentro do documento texto. Essa também é a melhor maneira quando os dados mudam regularmente e você deseja que seus gráficos sempre reflitam os números mais recentes. Nesse caso, ao copiar os gráficos, mantenha-o vinculado ao arquivo original do editor de planilhas eletrônicas. Para criar um gráfico simples do zero no editor de textos, clique em Inserir > Gráfico e escolha o gráfico desejado. 1. Clique em Inserir > Gráfico. 2. Clique no tipo de gráfico e depois clique duas vezes no gráfico desejado. 3. Ao terminar, feche a planilha. 4. Se preferir, use o botão Opções de Layout para organizar o gráfico e o texto no seu documento. ARQUIVAMENTOS Quando vamos salvar um documento texto, isso significa que o arquivo que possui um texto criado vai receber um nome e ter seu estado salvo no computador. Dessa forma, mesmo que você encerre o editor de textos ou desligue o computador, o arquivo que possui o texto está preservado. O nome no arquivo será dado na primeira vez que você salvar o documento e nas demais vezes que a ação de salvar for feita não será mais solicitado o nome do arquivo, pois você já o nomeou. Caso queira salvar o documento texto com outro nome, deve-se utilizar a opção de salvar como, pois deste modo pode escolher um outro nome e o documento original fica preservado. O documento texto quando está salvo no computador pode ser enviado para outras pessoas pelo meio que melhor lhe convier, como por exemplo enviar por e-mail. Abaixo temos um exemplo de como proceder para salvar um texto de documento: 1. Clique em Arquivo > Salvar Como 2. Selecione Este PC 3. Escolha um nome para o documento de texto. 4. Clique no botão Salvar CONTROLES DE EXIBIÇÃO Os controles principais para a exibição do documento encontram-se na guia Exibir. Um dos recursos muito utilizados é o Zoom: 1. No guia Exibir, clique em Zoom. 2. No nível de Zoom temos: • 200%, 100% e 75%: aqui estão selecionados os níveis de zoom pré- configurados para todo o documento. • Porcentagem: aqui é inserido um valor para o nível de zoom do documento que será aplicado conforme a opção acima selecionada. • Largura da página, Largura do texto, Página inteira e Várias páginas: opções onde o nível de zoom seja aplicado. • Visualização: preview da aplicação do nível de zoom de acordo com a opção selecionada. CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E DICIONÁRIO O editor de textos normalmente analisa o texto digitalizado e oferece sugestões de ortografia e gramática. As palavras que porventura não forem reconhecidas podem ser adicionadas ao dicionário interno que o editor de textos possui ou mesmo ignoradas. Muitas vezes ao digitar uma palavra incorreta na ortografia, o próprio editor de textos faz a correção automática em tempo de digitação. O recurso pode ser acessado na aba Revisão da barra de tarefas (Editor): 1. Ao clicar no Editor, ele faz uma seleção no texto e oferece sugestões relacionadas à ortografia e gramática. 2. Para a Ortografia, você pode-se escolher qual sugestão vai ser aceita e optar por uma das três ações: Ignorar Uma Vez, Ignorar Tudo ou Adicionar ao Dicionário. 3. Para a Gramática, você pode-se escolher qual sugestão vai ser aceita e optar por uma das duas ações: Ignorar Uma Vez ou Não verifique este problema. QUEBRA DE PÁGINAS O recurso de quebra de página é utilizado principalmente para indicar onde a impressão deve ser considerar que a página está finalizada. A quebra de página também é um recurso visual para facilitar a distribuição do texto ao longo do documento. Insira uma quebra de página 1. Coloque o cursor onde você quer que uma página termine e próxima comece. 2. Vá para Inserir > Quebra de Página. RECUOS, TABULAÇÃO, PARÁGRAFOS, ESPAÇAMENTOS E MARGENS Para alterar os recuos de parágrafo e o espaçamento: 1. Selecione um ou mais parágrafos que você deseja ajustar. 2. Vá para Página Inicial e selecione o iniciador da caixa de diálogo Parágrafo. 3. Escolha um guia Recuos e espaçamento. 4. Escolha as configurações e, em seguida, selecione OK. INSERIR OU ADICIONAR TABULAÇÕES 1. Vá para Página Inicial e selecione o iniciador da caixa de diálogo Parágrafo. 2. Selecione Tabulação. 3. Escreva uma medida no campo Posição da parada de tabulação. 4. Selecione um Alinhamento. 5. Selecione um Preenchimento, caso deseje. 6. Selecione Definir. 7. Selecione OK. ALTERAR MARGENS O editor de textos possui uma margem padrão que define os espaços entre o texto e as partes superior, inferior, direita e esquerda. A ação de alteração da margem é feita na aba Layout da barra de ferramentes. 1. Selecione Layout > Margens. 2. Selecione a configuração de margem desejada ou selecione Margens Personalizadas para definir as margens. MARCADORES E NUMERADORES Antes de digitar o texto ou mesmo após sua digitação pode-se criar uma lista numerada ou com marcadores. CRIAR UMA LISTA Para iniciar uma lista numerada, digite 1, um ponto (.), um espaço e algum texto. Em seguida, pressione Enter. O editor de textos iniciará automaticamente uma lista numerada para você. Digite * e um espaço antes do texto, e o editor de textos criará uma lista com marcadores. Para concluir a lista, pressione Enter até que a opção marcadores ou numeração esteja desativada. CRIE UMA LISTA DO TEXTO EXISTENTE 1. Selecione o texto que você deseja transformar em uma lista 2. Vá para a aba Página Inicial na barra de ferramentas e escolha o tipo de marcador que você deseja. BORDAS E SOMBREAMENTO Adicionar uma borda a uma página e sombreamento 1. Vá para Design > Bordas de Página. 2. Faça aleatoriamente para a aparência desejada para a borda e sombreamento. 3. Selecione OK. COLUNASVocê pode formatar o documento em um layout de coluna de estilo de jornal adicionando colunas: na guia Layout, clique em Colunas e clique no layout desejado. Para aplicar colunas somente a uma parte do documento, com o cursor, selecione o texto que você deseja formatar. Se desejar um número maior de colunas basta clicar em Mais Colunas. Então é só clicar em Selecionar texto na caixa Aplicar. CONTROLE DE ALTERAÇÕES A ativação do recurso Controlar Alterações oferece a você e a seus colegas de trabalho uma maneira de fazer alterações fáceis de identificar. Elas são como sugestões que você pode revisar e depois removê-las ou torná-las permanentes. ATIVAR E DESATIVAR O RECURSO CONTROLAR ALTERAÇÕES 1. No guia de revisão, vá para controlar e controlar as alterações. 2. Quando o recurso de controle de alterações está ativado, as exclusões são marcadas com um tachado, e os acréscimos são marcados com um sublinhado. Alterações de diferentes autores são indicadas com cores diferentes. 3. Quando a opção controlar alterações está desativada, o editor de textos para marcar as alterações, mas os sublinhados coloridos e tachados de suas alterações permanecem no documento até serem aceitos ou rejeitados. IMPRESSÃO A ação de impressão pode ser de formato virtual (em arquivo portátil) ou físico (em papel). Conforme uma impressora instalada, os recursos podem ser diferentes, mas alguns são fundamentais: a) impressão parcial/integral do documento: é possível fazer a impressão parcial (de algumas páginas apenas) ou mesmo total do documento. São opções recorrentes independentemente do editor e da impressora utilizada: b) todas as páginas (imprimir o documento na íntegra); c) seleção (imprimir as páginas selecionadas na tela); d) página atual (imprima a página que está aparecendo na tela); e) personalizada (imprime as páginas ou intervalo de páginas descritas no campo específico). Quanto à quantidade de cópias, é possível, independentemente do editor, a opção pela impressão única. (1 cópia) do documento ou mais cópia, conforme a quantidade digitada no campo específico. APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA É impossível dissociar o funcionamento da indústria, especialmente após o advento da Quarta Revolução Industrial, a chamada Indústria 4.0, do uso de tecnologias informatizadas. Desde tarefas operacionais até a aplicação de inteligência artificial, a informática está presente e cada vez mais atuante no contexto industrial, subsidiando a busca pela qualidade aliada à produção. EXEMPLOS Nas empresas normalmente temos a disposição equipamentos, como os computadores, por exemplo, para complementar nossas atividades. Ter uma noção básica de informática é algo fundamental e imprescindível para tarefas corriqueiras como pesquisar na internet, acessar o sistema do banco, produzir relatórios, fazer cotações, imprimir documentos, etc. INTERNET (WORLD WIDE WEB) Em sua caminhada, tanto acadêmica quanto pessoal, você deve ter ouvido falar muito em internet, não é mesmo? E deve ter compreendido que ela possibilita a obtenção e a compartilhamento de conhecimentos e ideias. Pois bem! A partir de seus estudos, você verá que ela representa muito mais que isso, principalmente para o contexto do curso/profissão escolhido por você. Você faz parte de um mundo que está em constante mudança: muitas coisas são criadas e modificações no tempo todo; sociedades se organizam, indústrias se modernizam, ídolos nascem e cai no esquecimento. O que permite que você acompanhe todos esses movimentos são os cliques na rede, que oferecem compartilhamento de conhecimento e conexão com pessoas e lugares, além do dinamismo das informações. A partir desse momento, você estudará os conceitos, a história e como utilizar melhor as ferramentas disponíveis na internet. Bons estudos! DEFINIÇÃO Internet é uma rede mundial que tem como objetivo interligar computadores para fornecer ao usuário o acesso a diversas informações. Por isso é chamado de rede mundial de computação dores. Ela atualmente é essencial para a organização social, pois sabe-se que o aprendizado se construir por meio da busca de informações, e, nesse sentido, a internet é um excelente repositório que pode ser aproveitado. ESTRUTURA INTERNET Criada nos Estados Unidos em 1969 com o objetivo de interligar laboratórios de pesquisa, foi batizada inicialmente de Arpanet. No mesmo ano, foi enviado o primeiro e-mail: um amigo recebeu a mensagem de um professor da Universidade da Califórnia. A Arpanet pertenceu à equipe de defesa dos EUA no momento em que se vivia o ápice da Guerra Fria. Era usada para permitir a comunicação entre os oficiais, cientistas e militares, resistindo até mesmo em situações de colisão. Já em 1982, o uso da internet criada pela área de defesa dos EUA expandiu-se para a área acadêmica. No início, o uso era restrito aos norte-americanos, mas já com o nome de internet, difundiu-se por outros países principalmente da Europa, como Dinamarca, Holanda e Suécia. Por quase 20 anos do início do uso da internet, ela foi praticamente utilizada em pesquisas nas áreas acadêmicos e científicos, e apenas em 1987 foi liberado para acesso comercial aos norte-americanos. Com o acesso e a comercialização dos serviços de internet nos Estados Unidos, no ano de 1992, surgiram vários provedores de conexão à internet. Mas foi no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN) que o termo WWW (Rede mundial de computadores) começou a ser inserido para incluir informações disponíveis aos usuários que acessavam a internet. A partir desse momento, a popularidade e o acesso à rede cresceram bastante, e em 2001, a internet já possuía mais de 250 milhões de conexões de usuários em toda a rede mundial. Em território nacional, a utilização comercial foi iniciada em 1995, porém, universidades federais do O Brasil já utilizava no meio acadêmico desde o ano de 1989. A rede mundial de comunicação pode ser acessada por qualquer pessoa conectada à Internet. Essa seria uma diferença principal em relação à intranet, que é uma “internet” internalizada para atender um ambiente empresarial. Sendo assim, essa internalização restringe o acesso ao restante do mundo, desautorizando o acesso de pessoas não autorizadas à infraestrutura de rede interna da empresa, mantendo o que chamamos de acessos corporativos. A intranet pode ser utilizada para transmitir comunicados corporativos, usando portais corporativos em um servidor de acesso à web internalizado, assim como provar documentos e modelos para que sejam acessados por funcionários da empresa, como documentos de regras internas, modelos de solicitação de férias, entre outros. A intranet também vem sendo usada para criar redes de conectividade interna, podendo os funcionários criar grupos específicos, divulgar notícias, estabelecer relacionamentos, criar mecanismos de compra e venda interna, ou seja, opera como uma rede social no âmbito da empresa. Caso a intranet possa ser acessada por pessoas remotas, devemos considerar como extranet, pois toda a sua capacidade e disponibilidade de informação fica disponível fora da infraestrutura local da empresa, porém ainda está protegido de acessos não autorizados. Nesse caso, além de funcionários, você pode colocar nesse processo de acesso às informações, empresas parceiras e demais entidades que fazem sentido para o negócio da empresa (TERAWARE, 2020) POLÍTICAS DE USO Aqui estão reunidos alguns tópicos que auxiliam na política de uso responsável da internet: A ausência de privacidade, a exposição excessiva e os riscos das redes sociais • Expor-se escondido na internet pode trazer um risco para você, pois nunca saberemos quem pode estar nos monitorando. • Seja bem restritivo com os dados pessoais que são compartilhados nas redes sociais. • A sualiberdade de expressão e danos à imagem e à confiança. • Preste atenção naquilo que publica on-line para que não exceda o seu direito a expressão e nem cause impactos negativos a imagem e confiança. Cyberbullying • No artigo 140, parágrafo 3º, do Código Penal, temos prevista a injúria racial, o que estabelece a pena de reclusão de um a três anos e multa para quem cometê-la. Este crime está associado ao uso de palavras depreciativas referentes à raça ou à cor com a intenção de ofender a honra da vítima. • O cyberbullying também é considerado crime, previsto na Lei nº 13.185/2015, e tem como caracterrística a intimidação através da internet, com o intuito de depreciar uma pessoa, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais, feito para criar meios de constrangimento. • Denunciar é o melhor caminho. Seja qualquer agressão física ou verbal que você leia na Internet, registrando ocorrências contra quem comete cyberbullying. Discriminação social, preconceito e racismo • Devemos respeitar a todos, independente de raça, credo, sexualidade e opiniões também na internet. • Para denunciar qualquer forma de preconceito ocorrido na grande rede, lembre-se de copiar o link, fazer um print do perfil, comentários, imagens e enviar para os órgãos responsáveis. Discurso de ódio • A ação virtual de qualquer tipo pode ser considerada crime previsto na lei. • A palavra-chave aqui é respeito. Danos e riscos da prática de selfie nua ou sexting • Nunca se deixe fotografar ou filmar em situações íntimas ou constrangedoras. • Não poste fotos ou vídeos com cenas de nudez. Direitos autorais, plágio e compartilhamento responsável • Plágio é crime, ou seja, quem faz uso de trabalhos/fotos ou vídeos de terceiros sem mencionar a fonte usado pode sofrer as consequências. • Sempre cite o nome ou indique a fonte de qualquer material que não seja seu. • Existem muitas ferramentas para verificar o plágio. NAVEGADORES Com a explosão da internet, ampliou-se o campo do conhecimento. A internet é uma grande teia ou rede mundial de informática. Para usufruirmos de todas as funcionalidades disponíveis nessa gigantesca ferramenta de informação, necessitamos de um aplicativo que possibilite a busca pela informação. Foi para atender a essa necessidade que pensaram nos navegadores, também conhecida pelos termos em inglês navegador da web ou simplesmente navegador: um software de dispositivos tecnológicos que habilita seus usuários a interagirem com documentos virtuais da internet, também conhecidos como páginas da inter- líquido. Eles são mostrados utilizando basicamente as linguagens HTML, CSS e Javascript e estão hospedadas em serviços de provedores através do servidor. Basicamente basta digitar o endereço da página, site ou site da internet na barra de endereços do navegador de internet para iniciar o acesso. Temos uma grande variedade de programas que cumprem o papel do navegador de internet. Muitos podem ser usados em computadores, celulares, tablets etc. Exemplos de navegadores de internet seriam (Google) Chrome, (Microsoft) Edge, (Mozilla) firefox, Ópera, (Apple) Safári dentre outros. SITES DE BUSCA Localizar uma informação na internet antigamente não era fácil, pois exigia por parte dos usuários a navegação através de cada arquivo ou a indicação da localização exata (endereço) por outros usuários. Com isso, mostrou-se urgente a necessidade de um mecanismo para localização de informações na Internet. Essa procura por soluções relacionadas às páginas de busca começou em 1993 e grande parte delas foi para uso em universidades, mas muito antes da maioria delas chegar ao Archie. Primeira página de busca desenvolvido, o Archie foi criado em 1990 por Alan Emtage, um aluno da Universidade McGill, em Montreal (Canadá). A ideia original do nome era “arquivos”, mas foi limitada para Archie. O Archie se transformou em uma base de dados de nomes de arquivos na internet que iria associá-los com as consultas desejadas pelos usuários. Logo depois vieram outros sites de busca, como Gopher, Wandex, AliWEB, Galaxy, Yahoo!, Lycos, Altavista, Ask.com, Cadê e Google. O Google é o site de busca mais utilizado atualmente para localização de informações, criando mecanismos de busca por texto e outras variações, como busca por localizações em mapas, produtos e preços, imagens e vídeos, entre outros. Movidos principalmente pela questão da privacidade nas buscas na inter- net alguns sites/serviços surgiram a surgir, como exemplos temos o DuckDuckGo e o Qwant. DOWNLOAD E GRAVAÇÃO DE ARQUIVOS O download ou download de arquivos da internet deve ser feito sempre com muita cautela. Você pode trazer riscos de segurança ao seu computador pessoal ou até mesmo no ambiente de trabalho. Imagine um vírus que remove todos os arquivos do computador e que foi fruto de um arquivo que foi baixado na internet. Sempre verifique a origem do arquivo ou de onde ele vem, pois deve ser um site ou empresa de confiança. Não tente usar programas que você não conhece e nem tente roubar algum tipo de licença de algum programa tentando baixar algum arquivo de um site suspeito. Você não sabe o que foi programado e nem o que esse programa vai fazer ao ser executado. Não corra esse risco. CORREIO ELETRÔNICO A internet evoluiu tão rápido que os envios de mensagens chegaram ao nosso endereço virtual, através dos e-mails, para muitas finalidades, e não somente para envio de mensagens eletrônicas. O correio eletrônico começou como uma grande e simples brincadeira. E-mail significa correio eletrônico – portanto, correio eletrônico. Geralmente os endereços vêm com um “@” (arroba) logo depois do login de conta do usuário. No inglês, a arroba é lida como “at”, que significa o termo “em”. Portanto, significa que o usuário está “em” um serviço específico (domínio). O e-mail teve, no início, a função simples de transmitir mensagens entre pessoas da Arpanet, muito comum em nosso serviço de SMS atualmente. Com a evolução dos serviços, a opções de envio maiores conteúdo com anexos foi aumentando cada vez mais. Nesse sentido, o e-mail começou a ser mais requisitado como, de fato, um correio eletrônico. O e-mail evoluiu, assim como o Arpanet, como uma oportunidade comercial. Em 1978, Gary Thuerken emcaminhou para 600 pessoas da empresa uma mensagem para vender o Decsystem-20, um computador novíssimo daquele tempo. Esse é considerado o primeiro spam de todos. Como no início ainda não havia muita popularização, foi no meio da década de 1990 que surgiu como primeiras empresas servidoras de hospedagem de e-mails. Já era incorporado o acesso ao e-mail quando crie uma conta em um provedor de internet. O e-mail já era a chave de acesso ao serviço de internet pelos provedores. No início, o serviço de e-mail mais popular era o gratuito do Hotmail, criado pelo indiano Sabeer Bhatia. A ideia era criar um serviço de e-mail baseado na internet. Assim, qualquer pessoa poderia acessar seu conteúdo de qualquer lugar e de qualquer dispositivo. Com a venda do Hotmail em 1997 para a gigante Microsoft pelo valor de 400 milhões de dólares, atualmente esse serviço passou por uma adequação, sendo renomeado para Outlook e integrando vários processos recorrentes sos da Microsoft, como: blogs, galeria, buscadores (Bing), Messenger (serviço de mensagens instantâneas) e o XBox Live (serviço de jogos on-line). Existe uma discussão sobre o primeiro serviço gratuito de correio eletrônico ter sido criado pelo RocketMail, feito pela Four11 Corporation. Posteriormente, foi comprado pelo gigante Yahoo!. Inicialmente, o armazenamento máximo de e-mails era de 1 megabyte. Com a evolução dos aplicativos e com o aumento de necessidade de informações, esse tamanho começou a ficar pequeno para a maioria dos usuários. O aumento do espaço era muitas vezes um artifício utilizado pelosprovedores de e-mail para faturar mais. Nesse contexto, o Gmail se popularizou por possibilitar uma grande capacidade de espaço livre para armazenar mensagens e seus anexos. Não foi apenas a transformação no aumento do espaço, mas é a possibilidade de usar uma conta de e-mail integrada a todos os outros serviços do Google e, atualmente, passou é um mecanismo de autenticação adicional em diversos sistemas. Com isso, o Gmail trouxe muitos usuários, padronizando o uso de e-mail nessa plataforma e integrando a mesma conta em todos os dispositivos, inclusive os dispositivos móveis com o sistema operacional Android. Muitos dizem que os e-mails serão cada vez menos utilizados com o avanço do uso de redes sociais. DIREITOS AUTORAIS (CITAÇÃO DE FONTES DE CONSULTA) A rede mundial de informática é um recurso incrível que permite, por exemplo, a divulgação em larga escala de qualquer conteúdo. Sem a internet, qualquer tipo de conteúdo precisava vir em um meio tradicional ou físico, como um livro, um DVD, um pendrive ou qualquer outro dispositivo de armazenamento. Porém, atualmente, existe muito compartilhamento de conteúdo na rede. A legislação brasileira protege qualquer tipo de conteúdo produzido no Brasil, seja na internet ou não. A lei 9.610 de 1998 aponta que qualquer tipo de produção intelectual elaborada, seja registrada ou não, divulgado ou não, está protegido. Na rede mundial de computadores, de forma bem simples, quem elabora a informação tem o direito sobre ela, seja de uso ou de distribuição. Muitos especialistas em criação de informação as publicam em redes sociais, blogs e/ou sites. Em alguns casos, o acesso à informação pode ser gratuito ou não. Muitos conteúdos são de acesso gratuito, como os portais de notícias e os sites informativos governamentais. O fato de a informação estar disponível e a possibilidade de salvar e armazenar em outro tipo de documento não a torna imune aos direitos. O fato de você em sua escola adquirir um livro do semestre letivo não o transforma em dono do conteúdo, não podendo, por exemplo, tirar cópia de toda a informação e repassar para outros, gratuitamente ou não. ARMAZENAMENTO E COMPARTILHAMENTO EM NUVEM O armazenamento e compartilhamento em nuvem estão relacionados com a computação em nuvem. Seria a disponibilidade da computação como um serviço em vez de um produto, na qualidade das capacidades compartilhados, aplicativos e conteúdo são oferecidos e têm o acesso permitido através de qualquer dispositivo (tablet, notebook ou celular) conectado à web. Uma grande ideia é melhorar o aproveitamento dos recursos financeiros em hardware, pois parte do processamento vai para a nuvem. Dessa forma, os usuários precisam de um pequeno processamento local em suas máquinas, bastando o acesso a um navegador e conexão à rede mundial de computadores para utilizar os serviços de armazenamento e compartilhamento em nuvem. Exemplos de serviços de armazenamento e compartilhamento em nuvem são os serviços do Dropbox, iCloud, Google Drive e Onedrive, nos quais os usuários podem criar, compartilhar, alterar, sincronizar os arquivos online ao mesmo tempo. Caso queira utilizar o serviço, basta abrir o navegador de internet e acessar o endereço dos serviços escolhidos. APLICAÇÃO NA INDÚSTRIA INTERNET DAS COISAS (IOT) O uso da rede mundial de computadores nos leva para uma nova era da manufatura, caracterizada por uma modernização digital nunca vista antes. Uma parte essencial da transformação digital para fabricantes de todos os setores é a Internet das Coisas Industrial (IIoT), que busca revolucionar toda a cadeia de valor do setor industrial oferecendo um nível sem precedentes de conectividade e funcionalidade. No setor industrial, essa mudança se configura com novas maneiras de desenvolver, inovar e fabricar devido às quantidades enormes de conexões que podem ocorrer. O poder transformador da IIoT na indústria é impressionante. A internet das coisas industriais refere-se à extensão e uso da internet das coisas (IoT) na indústria e suas aplicações. Traz muito foco na comunicação máquina a máquina, grande quantidade de dados processados (big data) e aprendizado de máquina, permitindo que indústrias e empresas tenham mais assertividade, desempenho e confiabilidade em suas operações. A IIoT engloba aplicações na indústria como robótica, conectividade com dispositivos móveis e processos de produção assistidos por software. A IIoT vai além dos recursos normais de consumo e de interconexão de recursos físicos normalmente alinhados à IoT. O que a diferencia é a conexão entre tecnologia da informação (TI) e tecnologia operacional (OT)S A OT é uma rede de processos operacionais e sistemas de controle da indústria, incluindo interfaces/interações homem-máquina, controles de supervisão e aquisições de dados/informações, sistemas de controles distribuídos e controladores lógicos programados. A conectividade entre TI e OT oferece ao setor industrial mais integração do sistema em termos de automação e assertividade, bem como melhor visibilidade da cadeia de suprimentos e logística. O controle monitorado e o controle de infraestruturas físicas em operações da indústria, como agronegócio, saúde, manufatura, transporte e serviços públicos, são facilitados pelo uso de uma enormidade de dispositivos com sensor e atuadores inteligentes, bem como acesso e controle remotos. Os equipamentos estão ainda mais habilitados a assumir e sistematizar funções que as revoluções industriais anteriores não poderiam oferecer. Portanto, a IIoT é fundamental para o uso em casos relacionados à conexão de ecossistemas ou ambientes, como a maneira que estão conectados às cidades, tornando- -se cidades inteligentes, e o setor industrial, tornando-se fábricas inteligentes. EXEMPLOS 1 – Otimizando a manutenção na energia eólica A IBM e a Schaeffler vão usar turbinas eólicas para explorar como o aprendizado de máquina pode revelar ideias valiosas sobre o performance de máquinas em diferentes condições de operação. Assim, os sensores nas máquinas indicam situações dos componentes da turbina em tempo de execução. Nesse contexto, através de recursos da IBM de previsão do vento, a operação das turbinas pode ser planejada com antecedência, possibilitando mais ganho na reposição de peças durante períodos considerados com menos vento. 2 - Veículos Conectados A Schaeffler utiliza IoT na indústria 4.0 para permitir a ampliação da funcionalidade e a vida útil de componentes do setor automotivo. Foi trazido um modelo de negócio híbrido a partir dessa ideia. Nesse caso, análises e sistemas sensoriais em tempo de execução transformam dados brutos em ideias valiosas que podem ser usados pelos fabricantes para incrementar a confiabilidade dos carros e oferecer um novo serviço de valor agregado aos usuários. Assim, conseguir ampliar a qualidade para além da fábrica, pois fornece em tempo de execução aos usuários as condições dos seus respectivos automóveis. A OT é a rede de processos operacionais e sistemas de controle da indústria, incluindo interfaces/interações homem-máquina, controles de supervisão e aquisições de dados/informações, sistemas de controles distribuídos e controladores lógicos programados. A conectividade entre TI e OT oferece ao setor industrial mais integração do sistema em termos de au- tomação e assertividade, bem como melhor visibilidade da cadeia de suprimentos e logística. O controle monitorado e o controle de infraestruturas físicas em operações da indústria, como agronegócio, saúde, manufatura, transporte e serviços públicos, são facilitados pelo uso de uma enormidade de dispositivos com sensor e atuadores inteligentes, bem como acesso e controle remotos. Os equipamentos