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Princípios de User Experience (Ux) em Interfaces Web 02Introdução 05Tema 1 Fundamentos da UX 10Tema 2 Utilização da UX em Cenários Reais 15Tema 3 Relação da UX com as Interfaces Front-End 20Tema 4 Práticas de Design Utilizando o Fig- ma ou Ferramenta Similar 25Encerramento 27Referências Introdução Olá, estudante! Você já deve ter ouvido falar bastante sobre UX, mas o que exatamen- te significa e por que é tão importante? Imagine a última vez que você navegou em um site ou usou um aplicativo que realmente gostou. Você se sentiu envolvido, achou tudo intuitivo e, no final, ficou satisfeito com a experiência. Isso é UX na prática! A UX, ou Experiência do Usuário, foca em como os usuários interagem com um produto ou serviço e visa tornar essa interação a mais agradável e eficiente possível. Para começarmos, vamos entender os Fundamentos da UX. Esses fundamentos são como a base de uma casa: sem eles, nada fica de pé. Falaremos sobre os princípios que guiam o design centrado no usuário, a importância da pesquisa e como as metodolo- gias de UX ajudam a criar produtos que as pessoas adoram usar. Depois, exploraremos a utilização da UX em cenários reais. Aqui, você verá exemplos práticos de como empresas aplicam os conceitos de UX para resolver problemas do dia a dia e melhorar a experiência dos seus clientes. Isso vai te ajudar a visualizar a teoria em ação e entender a relevância da UX no mercado atual. Em seguida, discutiremos a relação da UX com as interfaces Front-End. As interfaces são a “cara” dos produtos digitais, e a UX garante que essa cara seja amigável e funcio- nal. Você aprenderá como o design de interfaces Front-End se beneficia dos princípios de UX e como essa integração é vital para o sucesso de qualquer projeto digital. Por fim, vamos colocar a mão na massa com as Práticas de design utilizando o Figma ou ferramenta similar. O Figma é uma das ferramentas mais populares entre os de- signers atualmente por permitir colaboração em tempo real e prototipação eficiente. Veremos como utilizá-lo para aplicar os conceitos de UX que discutimos ao longo do curso, transformando teoria em prática. Prepare-se para uma jornada fascinante pelo mundo da UX! Vamos começar?. Objetivos Conteúdo programático Esta unidade está organizada de acordo com os seguintes temas: Tema 1 – Fundamentos da UX; Tema 2 – Utilização da UX em cenários reais; Tema 3 – Relação da UX com as interfaces Front-End; Tema 4 – Práticas de design utilizando o Figma ou ferra- menta similar. Ao final desta unidade, você deverá ser capaz de: Compreender os princípios fundamentais de UX e sua importância no desenvolvimento de interfaces front-end. Fonte: Elaborado pelo autor. Você sabia que a evolução do comportamento do cliente ao longo das décadas tem impactado diretamente a experiência do usuário (UX) em interfaces web? Compreen- der esses princípios é essencial para criar soluções que não apenas satisfaçam as ne- cessidades dos usuários, mas também proporcionem experiências memoráveis. Estu- dar UX pode te capacitar a desenvolver interfaces intuitivas e envolventes, tornando suas criações mais competitivas e bem-sucedidas. 5 Tema 1 Fundamentos da UX Como a aplicação antecipada de UX pode reduzir custos com corre- ções posteriores? Figura 4.1 - As Fases da Experiência do Usuário Fonte: VG Stock. A User Experience (UX), ou Experiência do Usuário, é um conceito central no desen- volvimento de produtos digitais, englobando todas as interações de um usuário com um sistema, produto ou serviço. Conforme destacado por Sommerville (2007), a UX é fundamental para garantir que o software não apenas funcione corretamente, mas também atenda às expectativas e necessidades dos usuários. Nesse contexto, uma boa experiência do usuário pode influenciar diretamente a satis- fação do cliente e a eficácia do produto. Observe a figura abaixo, que ajuda a ilustrar as fases da experiência do usuário, reforçando a importância de considerar a UX desde o início do desenvolvimento de um produto. A importância da UX reside na sua capacidade de criar uma ligação emocional positiva entre o usuário e o produto. Uma interface bem projetada pode transformar a forma como os usuários percebem e utilizam uma aplicação, resultando em uma maior taxa de retenção e fidelidade. De acordo com Stati e Sarmento (2021), a experiência do 6 refere-se à facilidade com que os usuários conseguem utili- zar a interface. Uma interface bem projetada deve ser intuiti- va e permitir que os usuários realizem suas tarefas de forma eficiente e sem frustrações. garante que todos os usuários, incluindo aqueles com defi- ciências, possam acessar e utilizar o produto. Seguir diretri- zes como as WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) é essencial para criar interfaces inclusivas. Acessibilidade: usuário é o diferencial competitivo que pode determinar o sucesso ou fracasso de um produto no mercado digital. Eles destacam que uma interface intuitiva e fácil de usar não só atrai novos usuários, mas também incentiva o uso contínuo e gera recomenda- ções positivas. Marinho (2016) reforça essa visão ao afirmar que a análise e a modelagem de sistemas devem considerar aspectos de usabilidade desde as etapas iniciais do desenvolvimen- to. A integração de princípios de UX na fase de planejamento e design pode prevenir problemas futuros e reduzir custos com correções posteriores. A implementação de práticas de UX desde o início do projeto ajuda a identificar e solucionar problemas de usabilidade antes que eles se tornem críticos. A experiência do usuário não deve ser uma consideração tardia, mas sim uma parte integral do processo de desenvolvimento. Projetar com o usuário em mente desde o início pode melhorar significativamente a eficácia e eficiência do sistema (Dennis et al., 2014). Além disso, uma boa UX pode levar a um aumento na produtividade dos usuários, uma vez que interfaces intuitivas permitem a realização de tarefas de forma mais rápida e com menos erros. Os princípios básicos da UX incluem usabilidade, acessibilidade e design centrado no usuário, Clique no (+) das abas a seguir e conheça cada um deles: Usabilidade: 7 é uma abordagem de design que coloca as necessidades e preferências do usuário no centro do processo de desen- volvimento. Isso envolve compreender profundamente os usuários e criar soluções que atendam às suas expectativas e requisitos. Design Centrado no Usuário: Fonte: Storyset / Freepik O processo de design UX (User Experience) é composto por várias etapas fundamen- tais, cada uma desempenhando um papel crucial na criação de produtos que realmen- te atendem às necessidades e expectativas dos usuários. Clique nos botões do info- gráfico a seguir para interagir com o conteúdo, e conheça o processo de design UX A experiência do usuário envolve projetar interfaces que atendam tanto iniciantes quanto experientes. Usuários novatos valorizam a facilidade de aprendizado, bus- cando entender rapidamente o sistema. Usuários experientes priorizam a eficiência no uso, desejando completar tarefas rapidamente após dominar a interface. Embora 8 Em vários outros sistemas (por exemplo, sistemas de suporte de decisão), a maior parte das pessoas permanecerá como usuários ocasionais durante todo o tempo de vida do sistema. Nesse caso, pode ser dada maior ênfase à facilidade de aprendizado em vez da facilidade de uso. muitas decisões de design atendam ambos os grupos, às vezes há compensações. Por exemplo, iniciantes preferem menus completos para facilitar o aprendizado, enquanto especialistas preferem menus simplificados focados nas funções mais usadas (Dennis et al., 2014). Os sistemas destinados a serem utilizados por muitas pessoas todos os dias são mais propensos a terem a maioria de seus usuários especialistas (por exemplo, sistemas de entrada de pedidos). Embora as interfaces devam tentar equilibrar a facilidade de uso com a de aprendizado, esses tipos de sistemasdevem colocar mais ênfase na facilida- de de uso que na de aprendizado. É preciso que os usuários sejam capazes de acessar rapidamente as funções mais empregadas, com pouca digitação ou um pequeno nú- mero de seleções de menu (Dennis et al., 2014). Embora a facilidade de aprendizado e a facilidade de uso estejam frequentemente lado a lado, às vezes isso não ocorre. A pesquisa mostra que os usuários especialistas e iniciantes têm requisitos e padrões de comportamento diferentes em alguns casos. Por exemplo, os iniciantes praticamente nunca examinam a área inferior de uma tela que apresenta as informações de status, mas os especialistas consultam a barra de status quando precisam de informações (Dennis et al., 2014). A maioria dos sistemas deve ser planejada para dar suporte a usuários assíduos, exceto para os sistemas que não serão usados com muita frequência ou aqueles para os quais são esperados mui- tos usuários novos ou ocasionais (por exemplo, a Web). Da mesma maneira, os siste- mas que contêm funcionalidades usadas apenas de forma ocasional precisam apresen- tar uma interface altamente intuitiva ou que contenha uma orientação explícita em relação ao seu uso. “As pessoas têm padrões e anseios ao manipular objetos tecnológicos. São hábi- tos e costumes que nasceram em diversas esferas de convívio: em casa, na escola, entre amigos, enfim, nos ambientes em que o usuário se relaciona. Desde tempos remotos, a tecnologia vem alimentando necessidades, das mais básicas até aque- las consideradas supérfluas. Dessa forma, pode ser que ela atenda às necessida- des e siga o caminho do sucesso ou, simplesmente, tenha seu interesse diminuído e dê espaço para outro artefato” (Stati & Sarmento, 2021, p. 16). 9 Nome: Disruptores de design Ano: 2016 Comentário: Este documentário oferece uma visão sobre o impacto do design de experiência do usuário em algumas das empresas de tecnologia mais inovadoras do mundo. Ele destaca como as principais empresas utilizam o design para criar produtos revolucionários e melhorar a experiência dos usuários. Para conhecer mais sobre o filme, acesse o trailer disponível em: . Indicação de filme O impacto de uma boa experiência do usuário vai além da satisfação individual; ela pode influenciar a percepção geral de uma marca ou empresa. Produtos que oferecem uma experiência positiva são frequentemente associados a empresas inovadoras e confiáveis. Sommerville (2007) aponta que a UX é um fator crucial para a competitivi- dade no mercado atual, onde as opções para os consumidores são vastas e as expec- tativas estão em constante evolução. Ele enfatiza que “as empresas que investem em UX podem obter vantagens competitivas significativas, pois oferecem produtos que não apenas atendem, mas superam as expectativas dos usuários”. Por fim, é importante destacar que a UX é um campo interdisciplinar, envolvendo conhecimentos de psicologia, design, ergonomia e engenharia de software. Essa in- tegração de diferentes áreas do conhecimento permite a criação de produtos digitais que são não apenas funcionais, mas também agradáveis e satisfatórios de usar. Stati e Sarmento (2021) concluem que a experiência do usuário é um elemento vital na criação de produtos digitais bem-sucedidos, que conseguem encantar os usuários e se destacar em um mercado competitivo. https://www.youtube.com/watch?v=P0sRcZNnjeA 10 Tema 2 Utilização da UX em Cenários Reais Como a adaptação das mensagens de erro afeta a experiência em plataformas para pessoas com deficiência física? A aplicação dos princípios de Experiência do Usuário (UX) é crucial na educação espe- cial para pessoas com deficiência física, otimizando a interação entre usuário e siste- ma para uma experiência eficiente, eficaz e satisfatória (STATI; SARMENTO, 2021). A International Organization for Standardization (ISO, 2010) relaciona a UX com a interação e satisfação no uso de produtos e serviços. Adaptar recursos tecnológicos para facilitar o acesso à educação desses indivíduos mostra-se um campo fértil para a aplicação da UX. A experiência do usuário se inicia com uma necessidade ou problema que motiva o uso de um produto, por isso antecede as interações das pessoas com os artefa- tos. Isso desloca o sentido da experiência, de um olhar restrito à tecnologia ou artefato para um entendimento amplo sobre o contexto em que ela ocorre, [...] é necessário pensar naquilo que vem antes do desenvolvimento de tais soluções, perguntando o que as pessoas estão procurando e o que as motiva a estar ali. (GRILO, 2019, p. 14) A experiência do usuário pode ser avaliada pela usabilidade dos sistemas informatiza- dos, considerando a qualidade do produto ou serviço em termos de eficácia, eficiência e satisfação do usuário (ISO, 2010). Isso implica em facilitar o aprendizado da solução, reduzir erros e promover um grau significativo de satisfação. Os sistemas se comunicam com os usuários por meio de mensagens que informam sobre erros e o estado do sistema. A primeira interação do usuário pode ser uma men- sagem de erro, o que pode ser difícil até para engenheiros de software experientes. Para usuários inexperientes, entender essas mensagens pode ser ainda mais desafia- dor. Observe o quadro abaixo, que apresenta os fatores a serem levados em consideração ao projetar mensagens de sistema, conforme apresentados por Sommerville (2007): 11 Fator Descrição Contexto Sempre que possível, as mensagens geradas pelo sistema devem refletir o contexto atual do usuário. Tanto quanto possível, o sistema deve estar consciente do que o usuário está fazendo e deve gerar mensagens relevantes a sua atividade atual. Experiência À medida que os usuários se tornam familiarizados com o sistema, eles ficam irritados com mensagens longas e explicativas. Entretanto, os iniciantes encontram dificuldades em compreender instruções curtas e sucintas de um problema. Você deve fornecer ambos os tipos de mensagens para permitir que o usuário controle a concisão delas. Nível de habilidade As mensagens devem ser ajustadas às habilidades do usuário, bem como a sua experiência. As mensagens para diferentes categorias de usuários podem ser expressas de maneiras diferentes, dependendo da terminologia familiar ao leitor. Estilo As mensagens devem ser positivas, e não negativas. Elas devem usar o modo ativo, e não passivo, de expressão. Nunca devem ser ofensivas ou engraçadas. Cultura Sempre que possível, o projetista de mensagens deve estar familiarizado com a cultura do país onde o sistema é vendido. Existem diferenças culturais distintas entre Europa, Ásia e América. Uma mensagem adequada para uma cultura pode ser inaceitável em outra. Quadro 4.1 - Fatores de projeto na redação de mensagens Fonte: Sommerville (2007, p. 263), A experiência do usuário (UX) é um elemento central para o sucesso de interfaces web, influenciando diretamente a satisfação e a fidelidade dos usuários. A aplicação de práticas de UX pode transformar significativamente o desempenho de uma plata- forma digital, como exemplificado pelo caso da Amazon. 12 Figura 4.2: Fluxograma do processo de pesquisa e avaliação em UX. Fonte: VG Stock A Amazon iniciou com uma pesquisa abrangente para entender as necessidades e comportamentos de seus usuários, incluindo metodologias quantitativas e qualita- tivas para obter uma visão detalhada das barreiras que os usuários enfrentavam ao utilizar o site (STATI; SARMENTO, 2021). Com base nos resultados da pesquisa, a Amazon focou na usabilidade como uma área crucial para melhorias. A usabilidade envolve aspectos como heurísticas, hierarquia de informações, simplicidade e ergonomia. A Amazon simplificou o processo de checkout e otimizou a navegação, garantindo que os usuários pudessem encontrar e comprar produtos de maneira mais eficiente. Além disso, a empresa conduziu testes rigorosos, incluindo testes de usabilidade e avaliações heurísticas,que permitiram medir a eficácia das mudanças implementadas. As análises de métricas de desempenho, como tempo de tarefa, taxa de erros e satis- fação do usuário, indicaram melhorias significativas, como uma redução nas taxas de abandono de carrinho e um aumento nas taxas de conversão (DENNIS et al., 2014). Este caso ilustra como uma abordagem estruturada e iterativa de UX pode resultar em melhorias substanciais na experiência do usuário. Antes da implementação de um design centrado no usuário, a Amazon enfrentava desafios como altas taxas de abandono de carrinho e dificuldades na navegação pelos produtos. A empresa decidiu investir em uma abordagem sistemática de UX. Observe a figura abaixo que representa os principais componentes e processos envolvidos na pesquisa e avaliação em UX. 13 A Amazon conseguiu não apenas otimizar a funcionalidade do seu site, mas também proporcionar uma experiência mais agradável e eficiente para seus usuários. Como apontam Stati e Sarmento (2021), a experiência do usuário é um diferencial competiti- vo no mercado digital, capaz de determinar o sucesso ou o fracasso de um produto ou serviço. A avaliação do sucesso das iniciativas de UX é fundamental para garantir que as me- lhorias implementadas realmente atendam às necessidades dos usuários e promovam uma experiência positiva. Existem várias métricas e métodos para medir o impacto das mudanças e garantir que os objetivos sejam alcançados. Net Promoter Score (NPS): Mede a lealda- de e a probabilidade de recomendação de um produto ou serviço. Pergunta-se aos usuários: “De 0 a 10, quão provável é que você recomende este produto/serviço a um amigo?” As respostas classificam os usuários como Promotores (9-10), Neutros (7-8) e Detratores (0-6). O NPS é calculado subtraindo a porcentagem de Detratores da de Promotores. Um NPS alto indica uma experiência positiva e fidelização. Fonte: VG Stock Retenção de Usuários: Mede quantos usu- ários continuam utilizando a plataforma ao longo do tempo. Em contextos educacio- nais, uma alta taxa de retenção sugere sa- tisfação dos estudantes com a experiência e valor contínuo da plataforma. Melhorias na usabilidade e na experiência geral, como feedback visual e sonoro e personalização do conteúdo, podem aumentar a retenção de usuários, garantindo uma experiência mais envolvente e eficaz. Fonte: VG Stock Taxa de Conversão: Mede a porcentagem de usuários que completam uma ação de- sejada, como se inscrever em um curso ou fazer uma compra. Em plataformas edu- cacionais para estudantes com deficiência física, reflete quantos conseguem utilizar a plataforma sem assistência. Melhorias na UX que tornam a interface mais acessível e intuitiva podem aumentar essa taxa, indi- cando maior eficácia da plataforma. Fonte: VG Stock 14 A iteração constante é fundamental no design centrado no usuário. Após melhorias na UX, é crucial coletar feedback contínuo dos usuários por meio de entrevistas, surveys, testes de usabilidade regulares e análise de dados de uso. Isso identifica problemas e oportunidades, garantindo que o design evolua para me- lhor atender às necessidades dos usuários, tornando a experiência mais eficiente e satisfatória, promovendo inclusão e autonomia. As melhorias nas plataformas educacionais para estudantes com deficiência física mostraram impactos positivos significativos. Houve um aumento no tempo de uso da plataforma, indicando uma experiência mais envolvente. Mudanças na interface e a implementação de feedback visual e sonoro reduziram a frustração e os índices de abandono. Muitos estudantes passaram a utilizar a plataforma de forma independente, refletin- do uma melhora na usabilidade. A adaptação de materiais didáticos digitais com ele- mentos interativos aumentou o engajamento, promovendo uma aprendizagem mais eficaz e inclusiva. A aplicação dos princípios de UX na educação especial para pessoas com deficiência física demonstrou ser uma estratégia eficaz para melhorar a usabilidade, a eficiência e a satisfação dos usuários. As metodologias de pesquisa e as ferramentas de design desempenham um papel crucial nesse processo, permitindo uma compreensão profunda das necessidades dos usuários e a criação de soluções que realmente fazem a diferença. A medição contínua dos resultados e a iteração baseada em feedback garantem que as melhorias sejam sustentáveis e que a experiência do usuário evolua para atender melhor às suas necessidades. Você sabia que, como designer iniciante, é possível criar projetos reais sem saber programar? Ferramentas “no-code” permitem desenvolver aplicativos e websites apenas com interfaces gráficas. Comece esco- lhendo um tema que você ama e resolva problemas do seu dia a dia. Parcerias com ONGs ou trabalhos voluntários também são ótimas ma- neiras de ganhar experiência. Aproveite workshops gratuitos, como os oferecidos pela Ebac, para fortalecer sua presença online e aprender mais sobre o mercado de UX design! Para saber mais, acesse a seguir: Como conseguir o primeiro projeto real em UX Design? Fonte: elaborado pelo autor Saiba mais https://www.youtube.com/watch?v=AlZLLgJNZkg 15 Tema 3 Relação da UX com as Interfaces Front-End Como a colaboração entre designers e desenvolvedores pode impac- tar a acessibilidade e a eficiência das interfaces front-end? Figura 4.3 - Interações Multidispositivos e a Experiência do Usuário Fonte: VG Stock. A relação entre a Experiência do Usuário (UX) e as interfaces front-end é fundamental para a criação de sistemas que sejam ao mesmo tempo eficientes e inclusivos, espe- cialmente no contexto da educação especial para pessoas com deficiência física. A colaboração entre designers e desenvolvedores é crucial para garantir que a visão do design seja implementada corretamente, resultando em interfaces acessíveis e intuiti- vas. Para que a visão de design seja traduzida em uma interface funcional e acessível, é essencial que designers e desenvolvedores trabalhem de maneira colaborativa. Con- forme Sommerville (2007), a interação homem-computador é um fator decisivo para a aceitação e usabilidade de sistemas, destacando a importância de uma abordagem integrada no desenvolvimento de software. A imagem abaixo ilustra como as tecnologias de comunicação evoluíram, facilitando novas formas de interação entre usuários e sistemas, e enfatiza a necessidade de de- senvolver interfaces que sejam acessíveis e inclusivas para todos os usuários. 16 Essa prática não apenas melhora a compreensão do usuário sobre o que está acontecendo, mas também reduz a ansiedade e a frustração associa- das à espera. Conforme a ISO 9241-210 (2010) sugere, feedback adequado ajuda a manter o usuário informado e no controle, um princípio fundamen- tal no design centrado no usuário. A experiência do usuário (UX) influencia diretamente a satisfação e a eficiência com que os usuários interagem com sistemas digitais. Princípios como feedback do usuário e tempo de resposta são elementos essenciais que moldam a UX e, consequentemen- te, determinam a eficácia das interfaces web. O feedback do usuário refere-se à comunicação constante entre o sistema e o usu- ário durante a interação. Segundo Grilo (2019), um bom design de UX deve propor- cionar ao usuário informações claras e imediatas sobre as ações que está realizando. Isso pode incluir mensagens de confirmação, alertas de erro ou indicações visuais de progresso. Um exemplo prático é o uso de barras de carregamento ou animações que informam o usuário sobre o estado atual de uma operação, como o upload de um arquivo. O tempo de resposta é um conceito que se refere à rapidez com que o sistema res- ponde às ações do usuário. Marinho (2016) afirma que tempos de resposta rápidos são essenciais para manter a fluidez e a satisfação na interação com sistemas digitais. Interfaces que demoram a responder podem levar à insatisfação e, em casos extre- mos, ao abandono do uso. No desenvolvimento front-end, otimizaro tempo de resposta envolve técnicas como minimizar o tamanho dos arquivos, usar carregamento assíncrono e implementar ca- che. Frameworks como React ajudam a criar interfaces mais responsivas, melhorando a percepção de desempenho pelo usuário. Isso é visível em plataformas modernas, onde feedback rápido e tempos de resposta otimizados são essenciais. Por exemplo, o Google Search oferece sugestões instantâneas enquanto o usuário digita e resultados quase imediatos após a consulta. A implementação desses princípios no desenvolvimento front-end não é apenas uma questão técnica, mas também uma abordagem estratégica que pode diferenciar um produto no mercado. Como observado por Sommerville (2007), a interação eficaz en- tre o sistema e o usuário é fundamental para a aceitação e sucesso de um software 17 Assista ao vídeo clicando aqui Vídeo Fonte: VG Stock Para garantir que a experiência do usuário projetada seja fielmente representada na versão final do produto, é essencial a realização de testes de usabilidade e de perfor- mance. Estes testes não apenas validam a eficácia das interfaces front-end, mas tam- bém identificam áreas de melhoria, assegurando que a UX atende às expectativas dos usuários. Clique no “ver mais” para conhecer mais sobre os assuntos Testes de Usabilidade Os testes de usabilidade são metodologias práticas que avaliam a facilidade com que os usuários podem interagir com um sistema. Esses testes envolvem observar usuários reais enquanto eles realizam tarefas específicas na interface. Conforme Stati e Sar- mento (2021), “os testes de usabilidade permitem identificar problemas de navegação e compreensão que podem não ser evidentes durante o desenvolvimento.” Durante um teste de usabilidade, aspectos como a intuição dos controles, clareza das instruções e eficiência das interações são avaliados. Por exemplo, se um usuário encontra dificuldade em encontrar uma funcionalidade essencial, isso indica a neces- sidade de ajustes na interface. A coleta de feedback qualitativo e quantitativo desses testes fornece insights valiosos para refinamento do design. https://vimeo.com/986517120 18 Fonte: VG Stock Testes de Performance Os testes de performance, por outro lado, focam na capacidade do sistema de operar de forma eficiente sob diversas condições de carga. Marinho (2016) destaca que “um bom desempenho é crucial para manter a satisfação do usuário e garantir que o siste- ma funcione bem em cenários de uso real.” Estes testes medem tempos de resposta, uso de recursos e estabilidade do sistema. Ferramentas de teste de performance, como o Google Lighthouse e o Apache JMeter, são usadas para simular diferentes cenários de uso e identificar gargalos que possam comprometer a UX. Por exemplo, tempos de carregamento excessivos podem ser diagnosticados e otimizados para assegurar que os usuários não enfrentem atrasos frustrantes. Assegurar que a experiência projetada seja fielmente representada na versão final do produto é crucial para a satisfação do usuário e o sucesso do produto. Grilo (2019) enfatiza que “uma experiência consistente e sem fricções aumenta a confiança do usuário e a probabilidade de uso contínuo.” A falta de testes adequados pode resultar em discrepâncias significativas entre o de- sign planejado e a experiência real do usuário. Conforme observado por Sommerville (2007), “problemas de usabilidade que não são detectados durante o desenvolvimen- to podem levar a custos elevados de correção após o lançamento.” 19 Nome do livro: Arquitetura de sistemas Autores: Diego Bittencourt de Oliveira, Aline Maciel Zenker, Jailson Costa dos Santos, Júlia Mara Colleoni Couto, Pedro Henri- que Chagas Freitas, Marcos Paulo Lobo de Candia, Paulo Antonio Pasqual Júnior, Rafael Albuquerque Pinto, Ramon dos Santos Lummertz. Editora: Porto Alegre: SAGAH Capítulo: 4 (Projeto da interface de uma arquitetura de sistemas) Ano: 2019 ISBN: 9788595029767 Comentário: Este capítulo apresenta a importância de uma in- terface bem projetada, onde a interação homem-máquina ocorre de maneira fluida, permitindo que as tarefas sejam concluídas eficientemente. Destaca-se que interfaces mal construídas resul- tam em frustração e baixo rendimento. O capítulo identifica os requisitos para o projeto de uma interface eficaz, considerando usuários, suas tarefas e o ambiente. Além disso, aborda as eta- pas necessárias para garantir o sucesso da interface no ambiente onde será implementada. Disponível em: Minha Biblioteca: Arquitetura de sistemas Leitura Além disso, a iteração constante baseada em testes de usabilidade e performance permite que a equipe de desenvolvimento ajuste e refine o produto antes de sua en- trega final. Este processo iterativo é fundamental para o desenvolvimento de interfa- ces front-end que realmente atendem às necessidades e expectativas dos usuários. A relação entre UX e interfaces front-end é intrínseca e demanda uma abordagem cuidadosa e detalhada. Testes de usabilidade e performance são ferramentas essen- ciais para validar e aprimorar a experiência do usuário, garantindo que a versão final do produto seja funcional e intuitiva. Investir em uma UX de qualidade não apenas melhora a satisfação do usuário, mas também contribui para o sucesso sustentável do produto no mercado. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595029767/pageid/48 20 Tema 4 Práticas de Design Utilizando o Figma ou Ferramen- ta Similar Como o uso do Figma é possível melhorar a consistência e a eficiên- cia no design de interfaces? A experiência do usuário (UX) é essencial no desenvolvimento de interfaces web, e ferramentas como o Figma desempenham um papel crucial nesse processo. O Fig- ma, uma ferramenta popular de design de interfaces, oferece suporte robusto para a criação e gestão de sistemas de design, facilitando a padronização e reutilização de componentes. Sistemas de design garantem consistência e eficiência, promovendo a reutilização e padronização. No Figma, isso é feito por meio de bibliotecas de componentes, estilos compartilhados e templates, que são atualizados e mantidos de forma centralizada. A padronização de elementos de interface melhora a usabilidade e fortalece a identi- dade da marca, como destacam Stati e Sarmento (2021). O Figma permite a criação de componentes reutilizáveis e atualizáveis, que garantem uma experiência consistente. A colaboração em tempo real no Figma, como ressaltam Dennis, Wixom e Roth (2014), melhora o fluxo de trabalho, permitindo que vários designers trabalhem simultane- amente e integrem suas perspectivas. A criação de bibliotecas de componentes tam- bém aumenta a eficiência, economizando tempo e reduzindo erros. O Figma é uma ferramenta poderosa que suporta a criação e o gerenciamento de sistemas de design, promovendo a padronização de elementos de interface e a cria- ção de bibliotecas de componentes reutilizáveis. Essa abordagem não só melhora a consistência e a eficiência no desenvolvimento de interfaces, mas também facilita a colaboração entre os membros da equipe, resultando em uma melhor experiência do usuário. A adoção de práticas de design utilizando o Figma, portanto, é altamente recomendada para equipes que buscam otimizar seus processos e entregar produtos de alta qualidade. A prototipagem avançada e a animação no Figma são recursos essenciais que elevam a qualidade e a interatividade das interfaces web. Esses recursos permitem que desig- ners criem experiências mais dinâmicas e envolventes, facilitando a visualização e o teste de interações antes do desenvolvimento final. 21 Fonte: VG Stock. Técnicas Avançadas de Prototipagem O Figma oferece ferramentas de prototipagem que permitem criar fluxos de navega- ção interativos e testar a usabilidade das interfaces. Stati e Sarmento (2021) ressaltam que “a prototipagem é crucial no design de UX, pois ajuda a identificar problemas e validar hipóteses”. No Figma, é possível criar protótipos clicáveis que simulama na- vegação entre telas e estados. Uma técnica avançada é o uso de componentes inte- rativos, que incluem estados variantes para botões, menus e formulários, simulando comportamentos complexos e garantindo que todas as interações do usuário sejam contempladas no protótipo. As animações e microinterações são elementos fundamentais para enriquecer a expe- riência do usuário. Sommerville (2007) observa que “animações bem implementadas podem guiar a atenção do usuário, proporcionar feedback visual e tornar a interação mais intuitiva”. No Figma, os designers podem criar animações utilizando transições entre frames, ajustes de tempo e efeitos de easing, que suavizam as mudanças de estado, proporcionando uma experiência mais fluida. 22 Um recurso avançado do Figma é a capaci- dade de criar animações complexas atra- vés de conexões entre diferentes frames. Por exemplo, ao transitar de uma tela de login para a tela inicial de um aplicativo, os designers podem definir uma animação de fade-in ou slide, melhorando a experiên- cia de transição e tornando-a mais natural para o usuário. Fonte: Figma Learn O Figma também permite a integração com outras ferramentas de prototipagem e animação, como Principle, After Effects e Framer. Marinho (2016) aponta que a inte- gração de ferramentas permite a maximização das capacidades de design, oferecendo uma gama mais ampla de recursos e possibilidades criativas. Ao exportar designs do Figma para essas ferramentas, os designers podem criar animações ainda mais com- plexas e detalhadas, que podem ser utilizadas para apresentações ou testes de usuá- rio mais avançados. As técnicas avançadas de prototipagem e animação no Figma proporcionam vários benefícios para a experiência do usuário (UX). Permitem a criação de protótipos inte- rativos testáveis, facilitando a identificação de problemas e a obtenção de feedback precoce. Dennis, Wixom e Roth (2014) destacam a importância dos testes de protóti- pos para atender às necessidades dos usuários. Animações e microinterações no Figma enriquecem a experiência do usuário, guiando sua atenção e tornando a navegação mais intuitiva. Assim, essas técnicas melhoram a satisfação e lealdade dos usuários. Além disso, o Figma facilita a criação de designs responsivos e multiplataforma, essenciais no contexto de diversos dispositivos, garan- tindo interfaces funcionais e envolventes. O design responsivo envolve a criação de interfaces que se ajustam automaticamente ao tamanho da tela do dispositivo do usuário. Stati e Sarmento (2021) apontam que um design responsivo bem executado melhora a experiência do usuário ao garan- tir que a interface seja facilmente navegável e funcional em qualquer dispositivo. O Figma suporta essa abordagem através de suas ferramentas de layout e grade, que permitem aos designers definir regras de redimensionamento e adaptação dos ele- mentos da interface. 23 Frames e Grids: Os frames atuam como contêineres dentro do design, permitindo o redimensionamento de acordo com diferentes tamanhos de tela. Para garantir consistência e ali- nhamento dos elementos, configura-se grids dentro desses frames. O recurso de Auto Layout ajusta automaticamente o posicionamento e o espaçamento dos elementos à medida que o frame é redimensionado, facilitando a manutenção de um layout organizado e responsivo. Componentes e Variantes: A reutilização de componentes promove a consistência e a eficiência no design (Marinho, 2016). A criação de variantes permite a adaptação dos com- ponentes para diferentes estados e tamanhos de tela. Por exemplo, um componente de botão pode ter variantes que variam entre tamanhos pequenos, médios e grandes, aten- dendo às diversas necessidades de apresentação e funciona- lidade no design. O uso do Figma para design responsivo e multiplataforma oferece vários benefícios significativos para a UX. Primeiramente, garante que a interface seja acessível e fun- cional em qualquer dispositivo, proporcionando uma experiência de usuário consis- tente e agradável. Além disso, as ferramentas avançadas do Figma permitem que os designers criem e testem rapidamente diferentes layouts, identificando e resolvendo problemas de usabilidade antes do desenvolvimento final. A capacidade de colaborar em tempo real também melhora a eficiência do processo de design, permitindo iterações rápidas e eficazes. Isso resulta em um produto final mais refinado e alinhado com as necessidades e expectativas dos usuários. 24 Você já parou para pensar em como a padronização de elementos de interface pode influenciar a experiência do usuário? Considere como a reutilização de componentes no Figma pode economizar tempo e reduzir erros. Será que as animações e microinterações realmente fazem diferença na navegação de um site? E quanto à colaboração em tempo real, como ela pode melhorar a qualida- de do design final? Reflita sobre a importância dessas práticas e como elas podem impactar a eficiência e a consistência do seu trabalho em projetos de UX. Fonte: elaborado pelo autor . Para refletir O Figma é uma ferramenta indispensável para o design responsivo e multiplataforma, oferecendo funcionalidades que facilitam a criação de interfaces flexíveis e otimiza- das para diferentes dispositivos. Ao utilizar essas técnicas e ferramentas, os designers podem garantir que suas interfaces sejam não apenas bonitas, mas também funcio- nais e acessíveis em qualquer contexto. 25 Encerramento Como a aplicação antecipada de UX pode reduzir custos com corre- ções posteriores? Aplicar UX desde o início permite identificar e resolver problemas de usabilidade durante as fases de planejamento e design, evitando que eles se tornem críticos. Isso reduz a necessidade de retrabalho, economizando tempo e recursos que seriam gas- tos em correções após o lançamento do produto. Como a adaptação das mensagens de erro afeta a experiência em plataformas para pessoas com deficiência física? Adaptar as mensagens de erro para torná-las claras e acessíveis ajuda a reduzir a con- fusão e a frustração, especialmente para pessoas com deficiência física, que podem enfrentar desafios adicionais na navegação. Mensagens bem projetadas guiam os usuários de forma eficiente, facilitando a resolução de problemas e promovendo uma experiência mais fluida e satisfatória. Como a colaboração entre designers e desenvolvedores pode impac- tar a acessibilidade e a eficiência das interfaces front-end? Como o uso do Figma pode melhorar a consistência e a eficiência no design de interfaces? A colaboração entre designers e desenvolvedores é crucial porque garante que as ideias de design sejam traduzidas corretamente em interfaces funcionais. Quando trabalham juntos, eles podem resolver problemas de acessibilidade e otimizar a usabi- lidade, resultando em interfaces que não apenas atendem às necessidades estéticas, mas também são práticas e inclusivas para todos os usuários. O uso do Figma melhora a consistência e a eficiência no design de interfaces ao permi- tir a criação de componentes reutilizáveis e bibliotecas compartilhadas, facilitando a padronização e a colaboração em tempo real entre os membros da equipe. 26 Resumo da unidade Chegamos ao fim da nossa jornada pelos Princípios de User Experience (UX) em Interfaces Web, onde vimos a importância de entender profun- damente as necessidades e expectativas dos usuários. A UX nos mos- trou que, mais do que criar produtos bonitos, precisamos criar produtos que sejam úteis, fáceis de usar e que proporcionem uma experiência agradável. Lembra-se das diversas metodologias de pesquisa e análise que discutimos? Elas são ferramentas poderosas que devem estar sem- pre no seu kit de design. Exploramos como a UX se aplica em cenários reais, trazendo exemplos práticos e estudos de caso. Vimos como grandes empresas utilizam princípios de UX para resolver problemas complexos e melhorar conti- nuamente seus produtos. Esses exemplos não só inspiram, mas tambémnos mostram que a aplicação da UX é fundamental para o sucesso no mercado competitivo de hoje. A relação entre UX e interfaces Front-End ficou clara, mostrando como esses dois aspectos andam de mãos dadas. O design de interfaces não é apenas sobre estética, mas também sobre funcionalidade e usabilida- de. Integrar os princípios de UX no desenvolvimento Front-End é crucial para criar experiências digitais que realmente ressoem com os usuários. E claro, nossas práticas com o Figma foram um verdadeiro laboratório de inovação. Aprender a usar uma ferramenta tão versátil e podero- sa como o Figma abre um leque de possibilidades para você. Desde a criação de protótipos até a colaboração em equipe, o Figma é um aliado valioso na aplicação dos conceitos de UX que discutimos. Agora, é hora de você aplicar todo esse conhecimento em seus próprios projetos. Lembre-se: a UX é um campo em constante evolução. Conti- nuar aprendendo, testando e iterando é parte essencial do processo. Nunca subestime o poder do feedback dos usuários e da adaptação contínua. A UX não é apenas uma habilidade técnica, mas uma mentalidade que coloca o usuário no centro de tudo o que fazemos. Continue exploran- do, criando e, acima de tudo, colocando o usuário em primeiro lugar. Boa sorte. Referências DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara H.; ROTH, Roberta M. Análise e Proje- to de Sistemas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2014. E-book. ISBN 978-85- 216-2634-3. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/978-85-216-2634-3/ . Acesso em: 24 jul. 2024. GRILO, André. Experiência do usuário em interfaces digitais. Natal: SE- DIS-UFRN, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/hand- le/123456789/27011 Acesso em: 24 jul. 2024. INTERNATIONAL STANDARD ORGANIZATION (ISO). ISO 9241-210:2010 Ergo- nomics of human system interaction - Part 210: Human-Centered design for interactive systems, 2010. 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