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1 de 9faculdade.grancursosonline.com.br PROFESSOR(A): ROSSANA JOST Gestão de Gente Comunicação Objetivo da Aula Compreender o conceito de comunicação; conhecer o processo da comunicação e seus elementos; e identificar as barreiras da comunicação. Apresentação Uma comunicação eficaz e aberta é essencial para o bem-estar de toda a organização (VECCHIO, 2012). Entretanto, uma comunicação franca no ambiente de trabalho nem sempre é fácil, sobretudo quando existem outros elementos, como interesses e traços pessoais, hábitos, múltiplos objetivos ou mesmo insensibilidade com os outros. Um gestor de pessoas deve ter em mente a importância da sinceridade ao dar um feedback ao seu time, ao mesmo tempo que sabe a igual importância de estabelecer conexão com as pessoas e, principalmente, fazê-las se sentir motivadas e comprometidas. Muitas empresas já entendem que melhorar o nível da comunicação é fundamental para seu sucesso, motivo pelo qual até procuram programas corporativos que incentivam os meios para uma comunicação fluida e sem ruídos. Linhas abertas de comunicação são o segredo para grandes benefícios. E isso se aplica a todos. 1. Sobre a Comunicação da Organização Comunicação é um processo de transferência de significado entre duas partes. Quando há sucesso nessa transferência, pode-se dizer que a transmissão foi bem-sucedida e que informações e ideias realmente foram trocadas. Contudo, a comunicação representa mais do que simplesmente revelar significados. Ela deve ser, acima de tudo, compreendida. Portanto, a comunicação é um processo que envolve transferência e compreensão de significados (ROBBINS, 2006, VECCHIO, 2012). Robbins (2006) demonstra que a comunicação tem quatro funções, conforme apresenta o Quadro 1. Livro Eletrônico https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 2 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost Quadro 1 | Funções da comunicação CONTROLE MOTIVAÇÃO EXPRESSÃO EMOCIONAL INFORMAÇÃO Hierarquias e orientações formais, normas e regulamentos e relações informais. Esclarece funções, avalia o desempenho, dá feedback e orienta. Frustrações, expectativas e satisfações nos grupos formais e informais. Processo de tomada de decisão. Fonte: Elaborado a partir de Robbins (2006, p. 197). A comunicação funciona para controlar o comportamento dos colaboradores, pela hierarquia ou autoridade, o que assegura as orientações formais às quais os empregados devem obedecer – por exemplo, contratos de trabalho, código de ética da empresa, normas e regulamentos, política de qualidade etc. Geralmente, as empresas solicitam a assinatura do empregado como forma de comprovar que a comunicação atingiu seu objetivo. A comunicação gera motivação, quando esclarece para todos o que deve ser feito ou o quanto eles estão indo bem ou, ainda, o que pode ser feito para melhorar algum ponto fraco, entre outros. Aqui entra o planejamento de metas e a comunicação do progresso em direção a essas metas. É sempre bom saber se estamos trilhando o caminho certo, pois fortalece as emoções positivas, e isso é fundamental para o bem-estar do indivíduo. Assim, o grupo inteiro se motiva, afinal, existe algo melhor do que ver o quanto crescemos? Mesmo em caso de problemas ou estagnação, é preciso saber para poder agir, no sentido de verificar o problema e saná-lo ainda em tempo. Um exemplo de comunicação que motiva são as próprias interações dentro dos grupos, aquela conversa do cafezinho, aquele bate- papo na hora do almoço. São momentos propensos aos membros demonstrarem suas frustrações ou alegrias, regozijo, orgulho do trabalho realizado, entre tantas coisas que acontecem quando se tem liberdade para expressar as emoções, o que implica satisfação de necessidades sociais. E, cá para nós, o homem é um ser social! A última função da comunicação é facilitar a tomada de decisão, porque pode fornecer as informações e os dados necessários para que o indivíduo tome decisões mais acertadas, minimizando os equívocos, às vezes, tão prejudiciais à empresa. Não existe uma função mais importante que outra. Todas são importantes e, seguidamente, acontecem ao mesmo tempo na organização. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 3 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost 1.1. Tipos de Comunicação Em uma organização existem diversos tipos de comunicação interpessoal. Vecchio (2012) classificou esses tipos da seguinte forma: comunicação oral, comunicação escrita e comunicação não verbal. A comunicação oral é a mais usual e rápida. A vantagem desse tipo de comunicação é que a mensagem chega ao receptor de forma mais precisa, pois temos a possibilidade de explicar pelo diálogo contínuo. A comunicação escrita é importante, principalmente nas organizações. Todo colaborador despende certo tempo por dia expressando suas ideias por escrito (e-mail, relatórios, apresentações, formulários, cartas etc.). Tudo isso se configura como registros permanentes, o que melhora sua precisão e clareza, comparados à comunicação oral. Outra forma de comunicação é a comunicação não verbal, que consiste em indicações, sem verbalização, que o emissor transmite juntamente com uma mensagem falada ou escrita. Gestos, movimentos com a cabeça, postura, tudo isso é ressaltado junto ou não às palavras faladas. Não são incomuns os casos de contradição entre os gestos e as palavras. Por exemplo, uma pessoa que sorri ao dar uma má notícia a alguém. Fica confuso para o receptor da mensagem, não é mesmo? Símbolos também são formas de comunicação não verbal, como alguma coisa anexada ao uniforme de um colaborador, como um bottom (do inglês, “broche”), por exemplo. 1.2. Direção da Comunicação Vechio (2012) também classificou a comunicação segundo sua direção, como segue: • Comunicação com o nível inferior: a direção do fluxo da comunicação se dá dos ní- veis mais elevados aos mais baixos. Os principais tipos de mensagens que fluem nesse sentido são o feedback, as normas, as instruções de trabalho, as explicações de ati- vidades, a definição da missão da empresa etc. Não é difícil de se ter uma distorção na comunicação transmitida de cima para baixo, porque, na maioria das vezes, o fluxo passa por vários níveis. É preciso que o escalão superior tenha o cuidado de verificar se a mensagem chegou ao destino tal qual foi emitida. • Comunicação com nível superior: a direção do fluxo se dá de baixo para cima. Os principais tipos de mensagem nesse sentido são sugestões do nível operacional para aperfeiçoar algum procedimento ou algum processo, informações sobre cumprimento das metas, solicitação de ajuda, reações individuais a quaisquer coisas, entre outros. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 4 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost Quais seriam as barreiras para a comunicação de baixo para cima? O indivíduo pode ter medo de ser criticado ou, dependendo da situação, até demitido, ao se manifestar para o escalão superior. Outro possível problema é a falta de sinceridade da parte de um colaborador que, por exemplo, pleiteia alguma promoção. Por último, mas não menos importante, é o tempo de retorno ao emissor que tende a ser maior nos níveis superiores da empresa. • Comunicação horizontal: são as mensagens enviadas entre os empregados que ocupam a mesma posição na hierarquia da empresa. Pode acontecerentre colegas de departamento ou mesmo entre departamentos diferentes. Para Vecchio (2012), em uma empresa não existe muito espaço para a comunicação horizontal. Ele comenta que algumas empresas já trazem inovações com relação a facilitar a comunicação horizon- tal entre os colaboradores, lançando mão de redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas e chamadas de voz, que hoje transmitem documentos, fotos e vídeos, por meio da internet. 2. O Processo de Comunicação A comunicação pode ser compreendida como um processo ou fluxo, conforme mostra a Figura 1. Segundo Robbins (2012), tudo começa com um objetivo, que é a mensagem a ser transmitida entre uma fonte e um receptor. A mensagem é codificada e enviada através de algum meio ao receptor que devolve esta mensagem decodificada (é como ele entendeu a tal mensagem) ao emissor. Se tudo der certo, aconteceu uma comunicação eficaz. Em outras palavras, a mensagem encontrou um fluxo normal e foi transferida de uma pessoa para outra. Mas, se houver algum problema, significa que ocorreram desvios ou bloqueios nesse fluxo (ROBBINS, 2012; WAGNER; HOLLENBECK, 2020). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 5 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost Figura 1 | Modelo do Processo de Comunicação Fonte: Elaborada a partir de Robbins (2012, p. 198). O processo de comunicação de Robbins (2012), conforme a Figura 1, é composto de fonte, mensagem, codificação, canal, decodificação/receptor e retorno. 2.1. Fonte e Codificação A fonte representa o emissor da mensagem, que tem uma ideia e a codifica. Mas isso não garante o sucesso da comunicação, pois dependerá de alguns fatores, como a nossa habilidade de escrever, falar, ler, ouvir e raciocinar, além das nossas atitudes e, sobretudo, sua influência em nosso comportamento. Da mesma forma, somos restringidos na nossa comunicação pelo conhecimento sobre um assunto específico. Não podemos comunicar o que não temos conhecimento, bem como devemos ter cuidado para não confundir o receptor, com o excesso de conhecimento (situação muito frequente em sala de aula). Outra questão é simplificar demais a mensagem, como se julgássemos o receptor muito aquém do nosso conhecimento. É aquele tipo de situação na qual o emissor se expressa através de falas como “vou desenhar para você”, que pode denunciar uma atitude de menosprezo com aquela pessoa que está recebendo nossa mensagem. Assim como as atitudes influenciam nosso comportamento, a nossa posição no sistema sociocultural também pode ter o mesmo efeito. Isso pode envolver nossas crenças e valores, elementos que fazem parte da nossa cultura e que podem ter grande influência sobre nossa comunicação. 2.2. Mensagem A mensagem é o produto real da codificação da fonte, composta do (i) grupo de símbolos usados para transferir um significado, (ii) do conteúdo da própria mensagem e (iii) das decisões que tomamos. Quando nós falamos, o discurso é a mensagem. Quando nós O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 6 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost escrevemos, o texto é a mensagem. Quando nós pintamos, a pintura é a mensagem. Quando nós gesticulamos, os movimentos de nossos braços e a nossa própria feição e nosso corpo são a mensagem. Dentro do processo de comunicação, a mensagem vai e volta. 2.3. Canal É o meio por onde a mensagem “viaja”, selecionado pelo emissor. Os canais podem ser formais (estabelecidos pela organização e dizem respeito às questões de trabalho) e informais (demais mensagens). 2.4. Receptor/Decodificação O receptor é o destino da mensagem, ou seja, para quem ela será dirigida. A decodificação é a tradução dos símbolos da mensagem, realizada pelo receptor para poder entender o que o emissor “quis dizer”. Assim como as habilidades, as atitudes, o conhecimento e o sistema sociocultural impactam o emissor, o receptor também é afetado por esses elementos. 2.5. Retorno O elo final do processo de comunicação é o circuito de retorno, ou seja, a verificação de quanto sucesso tivemos ao transferir nossas mensagens como pretendíamos inicialmente. Em outras palavras, é nessa etapa que temos certeza de que a pessoa entendeu exatamente o que quisemos dizer. 3. Principais Obstáculos à Comunicação Como todo processo, a comunicação também é palco de [grandes] problemas na organização. Vecchio (2012) e Robbins (2006) elencam alguns deles, chamados de “barreiras” à efetividade de uma comunicação de sucesso. São elas: 3.1. Filtragem É a manipulação da informação por parte do emissor, de forma a influenciar o receptor e fazer com que este aja de acordo com seus interesses. As percepções pessoais impactam a filtragem. Por exemplo, um colaborador que fala com seu superior filtrando sua fala, ou seja, preocupando-se em passar apenas as informações que ele entende que seu chefe quer ouvir. Às vezes, pode dar certo, mas também pode dar errado, gerando problemas. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 7 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost 3.2. Percepção Seletiva O receptor ouve só aquilo que interessa a ele, baseado nas suas necessidades, motivações etc. O receptor não percebe a realidade e sim interpreta aquilo que ele entende como realidade. 3.3. Defensiva Quando as pessoas sentem que estão sendo ameaçadas, automaticamente reduzem sua capacidade de entender as coisas. Partem para a defensiva, atrapalhando a comunicação. 3.4. Linguagem Palavras podem significar coisas diferentes para pessoas diferentes. As palavras em si não têm significado, porque somos nós que damos significado a elas. Idade, educação e cultura estão no topo das influências mais óbvias da linguagem que usamos, bem como as definições que damos a elas. Se soubéssemos como cada um de nós modifica a linguagem, é provável que teríamos muito menos problemas de comunicação, acredite! 4. Em Busca de uma Comunicação Eficaz Robbins (2012) elenca oito fatores que ajudam na eficácia da comunicação, como apresentado no Quadro 2. Quadro 2 | Fatores de eficácia na comunicação organizacional CEO comprometido CEO deve dar o exemplo da comunicação eficaz com seus empregados. É provável que o resto da empresa possa segui-lo. Palavras da gestão em comunhão com suas ações A contradição entre palavras e ações faz com que a gestão perca a credibilidade perante os funcionários. É preciso cuidar muito e agir de forma coerente com as palavras. Mão dupla na comunicação: comprometimento A empresa pode criar uma forma segura e eficaz de estabelecer comunicações para baixo e para cima, estimulando o diálogo com os empregados. As redes sociais e os próprios aplicativos de mensagens instantâneas, com cunho profissional, podem ajudar muito nesse sentido. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/8 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost Comunicação cara a cara Comunicação franca e aberta com os funcionários. Executivos da empresa que não se intimidam ao se expor e ao se apresentar como pessoas de carne e osso e vivas, que respiram e entendem as necessidades e as preocupações dos trabalhadores. Responsabilidade partilhada com todos O gestor (de qualquer nível) tem a responsabilidade de assegurar que os empregados sejam bem-informados sobre tudo o que acontece na empresa. Robbins (2012) comenta que mudanças informadas pelos superiores impactam menos do que as informadas por boatos nos corredores. Más notícias O portador das más notícias não deve ser confundido como o “criador” das más notícias, motivo pelo qual não deve ser punido. Quanto mais clara e franca for a comunicação da empresa com os empregados, mais chances de se criar um clima sob o qual as pessoas não terão medo de serem verdadeiras, ainda que a situação seja difícil. Mensagem sob medida As diferenças entre os públicos, bem como suas necessidades de informação, são consideradas. Aqui entra a linguagem escolhida, os símbolos etc., que sejam de fácil compreensão do público. Comunicação, um processo contínuo A empresa deve incorporar no seu dia a dia o costume de manter a comunicação clara com os colaboradores. Isso deve fazer parte do processo cotidiano, costumeiro na empresa, e não somente em ocasiões específicas. As pessoas sabem onde procurar a informação, pois elas têm o hábito de procurá-la no lugar certo e não conjecturar, incentivando os boatos de corredor, especulações que prejudicam a todos. Fonte: Adaptado a partir de Robbins (2012, p. 206-207). Considerações Finais Nesta aula, você aprendeu o conceito de comunicação nas organizações, bem como suas funções. Conheceu os tipos de comunicação e em que direção as realizar. Você também compreendeu o processo da comunicação, a partir do modelo de Stephen Robbins (2012). Por fim, você conheceu os principais obstáculos à comunicação, as barreiras que minam sua realização bem-sucedida e alguns fatores que podem ajudar na eficácia do processo comunicativo da organização. Materiais Complementares 3 Dicas de como MELHORAR sua COMUNICAÇÃO. Disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=JUDO6_lewzw. Acesso em 4 nov. 2022. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://www.youtube.com/watch?v=JUDO6_lewzw https://www.youtube.com/watch?v=JUDO6_lewzw 9 de 9faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Rossana Jost Referências ROBBINS, Stephen. Comportamento Organizacional. São Paulo: Pearson, 2006. VECCHIO, Robert. Comportamento Organizacional. São Paulo: Cengage Learning, 2012. WAGNER, John. HOLLENBECK, John. Comportamento organizacional: criando vanta- gem competitiva. São Paulo: Editora Saraiva, 2020. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Gabrieli - 01904451063, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ Cultura e Clima Organizacional Comunicação Gestão de Equipes e Diversidade Inteligência Social Liderança Autêntica